Diário e iooal COM EN T ÁR I O ELY DE IIRftUJO Nll PREFEITURA UM Escreve J. J. Ferreira Souto Nn noite de O deste, o povo bela­ vlstenae vibrou com a nsaenção do po pulor Dr. Ely de Araujo Barbosa na chefia do executivo municipal (embura lnterlnameute, por ser o Presidente do. Cíimura, como manda a lei), em substl­ tu1ção do que fôra dPmetldo pelo sr. Governador do Estudo. V le a pena dizer algo sobre tBfle problema sueeaaórlo que há bem pouco te;:npo trouxe certa preoeupaQlio ao nos- 8o povo om os "@a+os' fora do serie produzidos pela Intransigência do antigo prefolto que alheio aos prlne!plos da ética da "boa política" ta levando a PllUII e pedra os tntoreues do povo e de algumas classes mPnos ravoreoldas do tunclonullsmo munlolpnl, oom a sua atitude bem oonhecldn de todos a pon­ to de "esquecer" sous amigos mais uteis e que durante anos colaboraram com a sua passagem pela polfttca do nosso Estado, da qual, agora, parece comple- tamente alijado. • Custa crer que o Sr. Dr. Castro Piato qhegasse a esse ponto do oonTer­ glr a sua antes acatadt1. pessoa torla sorte de antipatia e desinteresso da maioria do nosso povo, diante sua tntruu sigenciu de nunca aceitar sugestões de amigos que agora o desprezam, em , Cl)Dtrapartlda em certos casos delicados que poderlum afetor a sua ação admi­ nistrativa, como tambem a gerencla pollttca. O que estou dizendo, é fato que está no dorulnio do conhecimento do povo dtt cidade, e será bom que o Sr. Dr. Castro Pinto não tome a ínlclattva de reação pois, cansados· de tanto dis­ abor, seus antigos fãs, hoje, voltam.se contra sua característica conhecida de tudo resolver por conta própria sem dar ouvidos aos comp>i nheirns de Diretório ao qual trouxe um clima de atritos e mal estar com a sua costumeira arrogancia e invocação de ser General é ter sido n o m e a d o p e I o P r e s i­ dente da Republica, portanto, não precisar dar Ratlsfações a ninguem). Era isso, que sempre respondia, mas, sem lembrnr, como já dissera alguem, que é um general que nunca desembainhou espada. É Incrlvel que um homem assim. quP antes mantinha certa liderança na Arena, se deteriorasse tanto, u ponto de se retrair de amigos e colaboradores, Ucar tlhado, apenas por um orgulho ln­ oonsequente que nada o ltsongela. A retlradn melanrollca do ~r. Cas­ tro Pinto da Prereltura, é fruto da su1:1 própria incompreenso, e goru amargu a8 conequenelas. Isto poderiu ser evlln­ do se tivesse uma llgaçllo efettv,, e sa­ lutar com o povo, o partido e não como co11duzlu-se, atraindo tensa antipalia pelo seu comportamento. A ua retirada da prefeitura :,em tram,mWr o cargo a seu suoeseor, sem pretitar contas, trouxe a leme, cornE1ntárlos desabonadores sobre sua hon°slldade. Por outros motivos, o Sr. Governador potlerta tê-lo mantidG no cargo, corno aconteceu com seu colega de Porto Murtloho. Este comentário (se bem que não seu nenhum Calão) serve de exemplo a todos quantos queiram seguir a carreira polftica e não possuem o8 dotes reque­ ridos p0r essa arte, para o trato com o povo, Orn, os grandes da cúpula do Par· tido, querem homens à freate das agre­ miações políticas municipais que tenham prestigio e apoio incondicional d o eleitorado, aqueles que façam crescer em n!mero de votos os seus diretórios; estes, slo os que recebem o galardão de chefe, não aqueles que por qualquer dá cá, leva lá degringolm a racção par­ tidária por simples capricho e paixão exarcebuda. Agora, estará longe a oportunidade dos Inimigos do Dr. Ely derruba-lo da "cadeira" em que se assentou, a não ser que coneta um dealise, o que é dl­ fieil, pois já está bem prevenido de cer­ tas consequenciaR, e, por outra, tem o apoio do povo. 811Rta voltar a vista ao que aconteceu na noite de 6 do corrente, quando assumiu fleu novo posto, 'para avaliar a grand!or,idade do espetâculo e a solidariedade dos belavistanses. A Escola de 1· Grau Ester SIIva comemorou o seu jubileu de prata (2ó nos) com palestras, atos civlcos, rlstta e muita festa, principalmente, eom ho­ menagens a professora Ester Silva, mo. numnento vivo da educaco belavlstense. a A Diretora Enoly Loureiro de AsIs, em sun saudação disse, que se voe nio puder ser um pinheiro no cum~ <1a mon, tanha seja um rvore no vale, mas se ja u melhor ervazinha na bclru do rl:i­ cho. Disse aid, que importa, diríamos nós, e@tnr a E1-cola Ester Silvo, comem o rando o seu Jubileu de Prata, se em nos• RO coração 11flo estlvcnse plantado o germe do espírito de lutu, de conquista e de amor. Enoly enfocou a missão prl­ m,,rdlal da escola uo dizer que, lutmo8 para que uesta escvla não haja desta­ ques, mas sim uma meta comtJm: a lor­ mação de cada pessoa. C objetivo neta no8u escola é que cada um, da melhor forma posivel desempenhe o eu papel. A estudante da série, Bernndete Nabhan, escreveu ti leu oa ocatilãu, o tralho A Escola Ester Silva para mim, que publfcnmos nu íntegrn: "Jubileu de Prnta 25 anos" Vejamos bem 25 nos é tempo! Pois, a nost111. escola esti comple­ tando 25 anos e neste 5 enos ela sem­ pre recebendo ulunos e mais alunos, sem excesão alguma, sempre cumprindo seus deveres, e mantendo uma disclpll• na entre seus alunos, que tenho certeza que muitos elogiamn. Hoje e sProp::e devtmos hon:ar a escola Ester Silva, que está nos gul­ ndo ao bom caminho de encontro com o nosso futuro Muitos alunos talvez irão embora não sabemos hora em que seguirá, mas aquelas que seguirão, devem sem­ pre agradecer a esta escola que um dia o ajudou a :mb!r na vida, a nãn cair e seguir aquele caminho que muitos tive­ mos surpresas, não conheciam. nuaca tentará seguir, mas, graças a esta esco­ la de Confraternidade Humana, ajudam u seguir aquele camlaho que não o co­ nhecia. Parece incrível, mas nossa escola está completando 25 anos que exerce na comunidade belavfsten3e, eu estou super contente, e tenho certeza que to­ dos vocês tambm estão e sei que com­ partilharão com minha fellcldade, por- • que ela neste momento está vibrando com esta data. Faz 4 anos que estudo na escola Ester Silva, durante todo este tempo deu para ver que e&te colégio é realmente um lugar on1e se encontra, aquelas coisas mara vllhosas que todos nós pre­ cisamos para o nosso futuro. Pois todos nós sabemos que o nosso futuro depen­ de multo de nós mesmos. Se não e s,gulrmos çom nossa for­ ça e nossa vontade, não tivermos em nossas mãos. E a nossa Escola garante 0 nosso futuro. Tambem este comentário serve de lembrete a um certo grupinho que se mantém em rebeldia ao acatamento da realidade. Falsear as coisas, incrementar indisposições, querer gerir certas coisas ás qunls não tem aptidão e apoio, é malhar em ferro frio, e apenas resta a frustração aos inconformados. Polltir.a., amigos, é voto. Quem não os tem, que abra alas para a passagem triunfal dos que os possuem. Até breve amigas, e perdoem-me __________________ a franqueza, Dizer verdade, não é crime. Dr. Nagib Marques erzi Espccialieta em: Diabetes, obesidade, tfreóidt1, crescimento, glândnlas endócrinas Conrnltório Raa 13 de Junho, 651 • Fone: 624-8754 Rcs. R. Antonio Corrê1, 1I74 . Fooc 624-9751 Campo Grande ilato Grosso do Sul E-se. , ster Sil a c02%0ra se).dle Prata Por Isso vamos fe­ tejar com alegria a data de seu Jublle de Prata. Bernndete R. Nabha 16 anos - Ester Silva Patrona da Escola Ester Silva nasctda n cidade do Hosrio no Estado do RS a l2 setem­ bro de 1888. fu do RS no di 20 de Novem­ bro de 1 011 e chegou em Porto MUI llnl10 a 02 ele Dezembro. A 05 de­ te mesmo mês foi no­ n eada professoru Esta­ dual para exeeer sun funções nu Vlla de ela VI-tu visto esta cidade pertencer a comurcu de Nlonque. Dona Ester SIIva Mestra exemplar conflat­ te na canactdnde de vencer e vencer digna­ mente. Com ua nobreza da sentimentos venceu a8 mais dHlcels bu talhas, andou por árduos comi­ nhos e transpos com convieção os obstáculos que no d!a 11 dia vinham surgindo. r ,ter Slha, Put.riotn um exemplo de coragem, e pala­ vra do nosso Hino, porque •abia criar no ambiente de lrobolho, confiança, otimismo e sempre disposta em auxillnr a quem se encootruse em di• ficuldadeP, disposta a mala ouvir do que Cnl11r, o mais dar do que receber, mala compreender do que •er com. prendido, dar amor, carinho, dedicação n untu criaturoe que dela dependeram para desabrocharem em criativid.a • de, consciência, liberdade e retpoosab!lidode. Foi mats mãe que as própriaEI mãeR porque amou e defendeu com o mesmo ardor que elas, o que não era carne de ,ua 'carne. Alma almejada capaz de renunciar oos sue! 'pró-prÍO'I! anreios abrindo EeÍl coraçllo para acolher sob seu teto protetor a quem batese em rua porta aceitando com resi­ gnação a realidade humana e social. hoje, Ester Silva, ao eomtem­ plarmo3 SWl cabrça semelhan­ te u um rútHo eumpo de _ne­ ve, mai, do que nuca posa sentir. se coroada de pleno êxito pois. sua vida perpcttla nesta escola atraz seu nome vinculado e imortal. Waoda e,creveu Olga apre­ sentou ESCRITÓRIO DB ADVOCACIA Paulo Alberto de Castelo Branco .!.lJVOGADO Causas Cíveis - Criml.nai~ • Trabalhistas • Acom­ punha processo na Juatiça de Campo Grande Rua 26 de Agosto, 384 - FONE 383-1432 Edi.fielo 26 de Agosto - 7,o Andar • Sala 73 lca1npo Grande - Mato Grasso do Sw.l -EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO- Causas Cíveis Comercial Criminal CYRIO F ALGÃO CARLOS E. MEDEIROS ANTONIO BRAGA Advocacia perante o Tribunal de Jus­ tiça do Estado de Mato Groeso do Sul: Sus­ tenção Oral; Elaboração de Memoriais; A­ dvocacla Especializada; Contatos Permanen­ tes com os c:olegns· ESCRITÓRIO - Rua Rui Barbosa, 2.774 C/1 telefone l!H:3-2948 C11mpo Gn:nde llS Escritório de Ddvucacia Sergio Roberto Perondi CAUSAS CIVEIS DIREITO AGRARIO INVENTÁRIOS ESCRITORIO - Hua 3 ·de Outubro ( Ao Lado da Ciretran ) Bela Vista Dr Késio Loureiro Pinheiro ADVO"GADO - Rua· 15 de Novembro S/N Bela Vista MS R. 26 de Agosto, 384 - Sala 24 MS. Fone 05640- Campo Grande JUsf ElfRma MODIS EItld Hotmel#ter Delfim Afta Costura Confecçe Fina par Homens, Senhor» e criança Artigos para presentes em Grrl gradocomos a Avenida Duque de Caxfa Snlárf@ nacional unlflea.do, corr(!.8- M8 ponde a els vezes o mlor nlárlo.mínl­ ---------------- mo do País, !oI u prlnelpul rolvlndlcaçl:lo do Encontro N11clonul Ext.r,wrdlotirlo doa Jornal[tas, relzdo em So Paulo on­ tre 3() de junho e 2 rh 0 julho, com a pnr• tlclpação de reprcBi>ntantPs da Fodora, çlio Naolomil dP Jorn111l11tuB e de todos os HlndlcatoA, A relvlndlcaçllo será en· oamlnhada no Congl'esso Na,clonul, atra• vés do projeto de lei n ser elaborado pela própria categoria e remetido ao ~lnl!;térlo do Trubt•lho. Uma das vanta­ gens da unificação do salário profisslo­ nul do jornaltsta será a foclltdade que terão as empri,saH de buKcar mllo-de-obra especlallzurtu onde houver excedente. AGJ:<;NCIAS DE NOT1CLS Outra Importante dellb<1raçlí0 do Encontro ~acional Extraordinário é o en­ vio de proposta 110 Congresso Nacional para erlução da legislação específloa re. gulamentando o funcionamento das agên­ cias de noticias, de tul maneira que, no Invés de restringirem o mercado de tra­ balho, como 1,corre atualmente. eles pos, sam contribuir para ampliá-lo. Como forma de fortalecer o movi­ mento sindical, cada sindicato fel reco­ mendado 1 e!!tlmular a crluçlio de tintl­ dudes r,lncllc11li: ao setor de comunicação Incluindo grâflcos, artistas, radlallstus, cronlsto.il esportlvos e outras categorlati. Tombem se recomendou aos sindicatos que participem oom sugestões de refor­ ma da Oonsolldação das Leis de Trn ba- • lho, tendo em vista a definição de urna p o s I ço unitária que nonsagre o principio de liberdade e outonomla sln­ dtc11ls. ~foto Gro~so foi representado no encontro pt:!lO presidente do blndlcato neste Estado, jornalista Elpidlo Bueno f-raga, que secretariou cis trabalhos em plenário. JEANE Proferencla - Jarrlím HOTEL t)l?, JOÃO FBEIIU: Dr! OI.IVEIIIA hora com novas Instlções - Apartamento Atendímenr.118 , peloa proprJert1rioR colJI v/irio, Mótodo& do Sarvlr Ambiente Scl..to lleM~no Çnstirn O rnu Jnr 1•m Antouio Jo~o. O Hotel da Frontelr. Hospedo-se no Jane Hotel o sinta ., BIÍ) IIIA e Jl6R, • l'odr/lo de Quolidndo Hnua Ammbai com Beln Vi»ta Antonlo Jono ntnto Grº""º do Sul Tribuna da Fronteira ( F'Undndo 11 20/2172 i CGC-1H' 03.i0l26õl000l-90 Insc, Est, 130592313 Diretora -Muriu Estela V.Pereira Hedotor • Chefe • lvuldo Pereira Depnrlomcnto Comercial • AI varo Pereira Redação Administração e Oficinas: [nua Duque de Caxias s/n Bela Vista llS· Cx. P. 23 PUBLlCIDADE l.n página 70,00 por om de colunn Ülti!"lo l'ágino UO,OU por <'Ili de coluoa Págrnos Internos 30,00 por cm de coluna ASSINATURAS Belo V iata, (anuul) CrS 600,00 Sernestral 4110 00 Ppi gjirio·.. crs iói@ umero "º 10 4 U0 Números lllrn~ados s'.oo Fundador e Diretor Responsavel lvaldo Pereira querem Solário unifica:do COHAB AGRADE ·TRIBUNA l} / ~ Teatro mada, A Federaçlo sa togros/eses de 'T Amador. FEAr{" clou. tHl K•uol.1 ,, , , • t. t ' Maria Constane B i I Y• A llrtO!l J1CUU<Ü•, [H I' • p!tal, o primeiro , iento dos rupa"" trais amadores ~" Estado, com pr,] taço da peça "kn, ' Alegre". he 0 acontecfge. conto coru o n•)olo ~ i d ·a, di c í tunaçuo e ltura « Secretaria de Desená] viuento de Reurgi, Humanos e da Fe,, co Nactonal de T'{ Amador, que num pro.' gr,l!Ofl oaclorml, vj,~ • propiciar recursos pe construcuo d11 teatro~ modt!atos, promover cu;. No e mostras de te tros regional e feder! bem como cong-reNsoa , sorolnúrlúB. Membros da dlreçM FESMATA afirmam qu as primeiras apresenta. ções ser:lo reafü.ada, nu Cupltal, l'Xpanillndo. se aos demais rnunld, plos, a fim :!e unl!lcur a classe teatral ~ul-mu. togroi;sense, estabelerer o intercâmbio de expe­ riências e promover cursos de copacllação naa diversas áreas do teatro. Recebemos do economista Nelson Soal''2R do Na~c1tn(•nto, t·X' dir t>COI' presl· dente da COHA 8 • 11:5 c,,rre-pondêncla agradecendo o apoio óu TP. "Ao deixar o ca.rgo de Diretor Presidente da Companh'a de Habitoçí1o Populur de Mato Grosso do Sul (COIIAB • MS), que tivemos honra de ocupur nestes pouco mulí! de cluco meses, que­ remoR agradecer u V. St1. e n.? corpo redaclonal deE1se valoro1;0 órgõ.o de nos­ sa imprensa, o atençllo e 11 boa vontado com que sempre nos distinguiu, dlvulg11n• do as atividades da Emoresa e PAC!aro• cendo a optnlilo públlca· Hccrca do quu foi posslvel rr.allzar ao citado p~ríodo. Qunemos r<>ssalt!ir que graças a esse apoio, e ao esforço e dedlca.,:ão de nossofl companheiro!! e auxlllares, cone­ gulmos implantar e estruturar a C'OHAB • MS, co!ocundo-a em condições de, tão logo aejum firmados oA instrumentos lndlspenr,áve!s entr<.> o Governo do Esta­ do e o Banco Nacional da Habitação, Iniciar 11s operações quo constituem 011 seus objetlvos. Valemo-nos da op,,rtunldade para apre11antar a V. Sa. noRsos protestos de elevada etitlma e dh!tlnta consideração. Eeon. Nelson Soares do Nascimento Diretor Presidente o sonhe tornou-se Realidade Agora em Beln Vista, Existe umu. Churrascaria onde voe:ê poderá levar sua esposa, seus filhos, seus amigos e sentir-se realmente em sua própria casa. MEU ... R CH D Aquele algo mais em Churrascaria Rua Duque RODIZIO COMPLETO de f x:ilu, (Ao lado do Ginasio Estadual ) Bela Vista MS Carreteiro é no Ret-taurante. «O• I10NJOLO» A NOVA OPÇÃO PARA SEU PALADAR - Frango Frito, Hirnto. Almeirão com Torresmo Polenu1 Frltn, Chopp, Vinh•> de Colonia Rua Pedro CAMPO GRANDE Celestino, 1720 ,, MATO GROSSO DO SUL 1 MANEQUIN'S Confecções finas para Senhoras Seohoritas e crian,çaa Fabricação Proprla Maoequin's Boutlque Veste a mulher elegante, mostre todo o seu bom gosto. Mostre quem é voce com elegância. 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Mariita Soares, senador Pedro Pedro­ lan; do Presldeate da sembléia Leglslatlva, deputado Londres Ma­ clmdo: dOA PtlCll'-dárlos Hugo Oonfüu, ,fovõnclo da Fonseca e Oluvo VI­ ieia, de Plc111ejamcnto, Parttcular e do Ifru-E­ trutura, respectlvamente, do Diretor-Gernl do DER- 1::-UL, Arnaldo Ferreira de 8ouzu; prrfetto de Dourados, José Elh1R, além dos aecr1-1tá rios ele Segurança Públlou 1-1 de Desenvolvimento de Re­ curMs Hutn?no:1, João Batista e Rubens Nunes da Cunha, respectlva­ mente. A comitiva governa• mental chegou em Fã­ Uma do Sul por volta das 07:30 horas, e, em sl:'gulda prei,enclou um desfile escolar seguindo um extenso progJ'atna que foz parte dos feste­ jos comemorativos ao anlversá rio da. cidade. Naquela cldude, o go­ vernador iiuidos aem fazer o pedido. Dentro de dia.s será alcança,l:a a ~. por mais d'ific.il que seja) pu­ blicar assim que receber a graça. E. P. FO:JO JRICOLOR Afono Dilon Nunes Jelte lt parens - Fotorafis • Serviço de E tudios. Amplidw» Futurópinu- Foto» para documentos Vidros - Confeção de Ju- dro. Moldurn e Filmes Fotogrflcot 8t1rvlço Húplreço de Lançament<') ) Fugitivo do Inferno Brno 1 Volume ,)ition1rlo En• io;lnrif;,tú ..-udo atendido pelos eu» novos Proprietários WALTER E OSWALDJ RODRIGUES· que estão de braços bertos para recebo·los a qualquer hora do Dia ou dn Noite NOVO HOTEL CAIÇARAS Porto Murtlnbo Mut.o Grosl:lo do Sul Preço deste exemplar e 1 $ &J,oo I Encmn # 2tnali- 1vçàt pra ux. de Sa' te rública A secretaria de Desenvolvimento de Re· cursos Humanos: trave da Funda@lo do saúde l :; l o l 1) u l"IHH li. i'lurnç:io lk :, ilia•, o 1.o Eacontro de Atuallzç4o par Anuxtllares de na­ de Publlea, realizado em iqllitl1>l)llllll, 0111I<" ilcll reuniram o pessoal rins reglóes de; Nonquo Aí-teto, Miranda, Jar­ dlm, Pnrlô . lur!lnhn, Hel VI«t, Guia Lopes, Cotumhi e LrHJórlo. O encontro tom como objultvo tr:1mrn1I· tir aos auxlllares de At1úde orlcntuçoos b{ir.1• eas no desenpenho te as tarefas, junto nos. Prn-grnom.' elo Suí'l­ dc om desenvolvimento, tais como: tuberculose, hanseníase, doençu mental, proteção mnter­ no I ofnntll. Fol deslocado pura iqt1IOUll(llli..1 uma. Clqlllpo de téenlcos nas diferen­ tes epeelalldade com a fiorilldacw dn cumpr lr os objetivos os qual se pl'opõe nu, Fundaç:fio de Sut1de. J~ EM RITMO DE CAPITAL Crlou uma seção de Confecção rápida para os moradores das cidades Satálite,~. Vore vai atender seus Problemas do Munic(pio, ou Negócios. J.B. Entrega sua Roupa sob Medida no mesrr.o dia. - Chega pela manhã, à tarde volta com sua Roupa Sob Medida. 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Auxiliares: Helvlo e Fermino 1° lompo: O x O 2° tempo: Nutleo 2 x Cça e Peen 1, Gol do Chico nos 21 m, Peozo uos 28 o Mgrlga uos 30 m. QUADROS: CAÇA o PESCA: RIbelro, RIbnmr, Dirceu, AlfrtHlo, Ubnltlo e Aleixo, Ma­ grlça, Rocha, (Mrelo Paulo), Marinho o VInu. NAUTICO: Ramos, Okuda, Lúlz Carlos, Fumancbú (Chico) e DaJpon, Lulz Clnu­ dlo, Cubanhn e Alemão, Da Silva, Pen­ zo e Sldronlo (Wilson). OCORRENCIAS: Alemo tol expulso da partida por reclamação. O ,IOGO Aos 2 minuto8, trama no melo oumpo, a bola vui para Rocha que lan­ ça Murclo, este Invada e chuta, Ramos eslll bem oolocudo. O Nnutico ataca stravés de Lulz Cluudlo, quEI coordena o melo campo. A~ avançadna de Okuda sempre levam perigo. Aos 10 m, Penzo, em jogada lndlvl!Juul, orla excelente oportunidade de gol. Ele dlbla dois e dó um leve toque, a bolo bate na truve. O jogo está duro, viril. O lateral dire!to do Caça, Ribamar não briuca em serviço. Está arrepiando. Dirceu bem postado, é uma muralha na defesa do lime de Jo­ slno. O tuque do Nautlco teima em jo­ gar a base de ubuvelrlnbo. Amllm nllo dâ. O Caça, através de perigoso Mari­ nho, às vezes, leva perigo na meta guar­ necida por Rumos. Oa Silva, direita, es­ tá sendo bem marcado por Alfredo. Aos 15 minutos, Cabarha, faz boa jog»da o perde na hora do arremate. O jogo está equilibrado. Falta ulguma coisa ao Naú­ tlco. Ele ataca, cria boas oportunlrlades, mas o gol não sai. A defesa do Caça, principalmente os homens de área, Dir­ ceu e Aleixo jogam bem. Aos 25 minu­ tos, Alemão chuta de fora da área. Um chute venenoso, insinuante, a bola qulca no terreno, engana o bom arqueiro Ri· beiro e bate no travessão. Ribamar conti, nua arrepiando. Dá um chega pra lá em Alemão. Este reclama ( e quem não re­ olamaria?) e o Sar 1ú mostra o cartão cor de sangue. E sangue é e, que saiu do ferimento na perna de Ale.mão. Ele sal muito ouriçado. Achamos injusta a expulsão. Ou melhor, Sartu deveria ex­ pulsar oe do!s. O mela esquerda Mari­ nho joga um bolão. Ele domina o meio campo e está em todas. O primeiro tem­ po termina com o empate de O x 0. E um resultado justo. . No segundo tempo, aquele algo que estava faltando ao tsutico. afinal apa­ rece com a entrada de Chico. O gaucho coloca a cas11 em ordem. Não 11abemos o porque o treinador do Nautlco não co­ loca este moço como titular. Ele lança, desarma, defende, ataca, é jogador va­ lente, enfim, sabe cuidar da menina. Aos 2 minutos, Chico lança Da Silva, que melhorou bastante. este ouriça a defesa do Caça e quase marea. O Nautlco joga melhor, muito melhor. Aos 5 minutos, Alfredo salv um gol em cim da linha. Aos 20 m Penzo cobra escnntelo, Chico entra e mete a cnbeça na bola, com von­ tude, é gol do Nuutloo. l X O: O limo de Edema!' agora dorulnu o tneio campo e Chico, Junto com Luls CIaudlo, Jogam por múslca. Aos 1, Penzo brinca carna­ val nu re do 'Caça, menina sobra para Luls Cbrudlo que devolve e o banzé está formado. Surtú marca penalti. Peozo cobru e marco o segundo. É 2 x O para o Nuutlco. O Caça lo se entrega. Luta, ele precisa dn vitória. Aos 80 minutos, Mogrlça, numa bobe11da da defesa dlml· nul. Gol do Caça. O jogo até os 45 mi· nutos, foi r..le raça, o Cuc11 buscando o empute. O Nautlco tranquilo. Final, Nau­ tio 2x 1. Justo. Pelo que presentaram as duns equipes. CRITICA DO JOGO DEFESA NAUTICO: Bom o golelro Ramos. Os lateruls deram conta do recado. Me­ lhor Okudn. Os zaguelros de área n!lo comprometeram. A defesa n!lo foi multo empenhada. O ataque do Caça e Pesca n!lo levou perigo. Nota 6 CAÇA E PESC: Excelente Dirceu: Regulnr Aleixo. X os h1teruls 60 empe• nbnram a fundo. Jogou bem a defesa. Caraco! vibra com a conquista do lo de Maio Jogo: Vila Nova 1 x 12 de Maio 3 Local: Octávio Fontour& Data: 8/7/79 Juiz: Ozall Ossuna. A uxíllnres: Sa­ turnlno e Fermino Renda: 7.915,00 1º tempo: 1º de Maio 2 x Vila Nova 1 gols de Amilton aos 25 e aos 36 e Bar­ riga nos 30 m. 22 tempo: 12 de Maio 3 x Vila Nova 1, gol de Carlinh11s nos 40 m. Qll.-DROS VILA NOVA • Gren, Gasco, Slvio, Tatalo (Fausti­ no) e Jeca, • Justino e Adão, Barriga (Alexandre), Sarico, Apinha e Gringo. lo DEMAIO Lopes, João Sporth, Renato, Caça­ pava, Edson, Tiogue, Alceu, Odllson, Amilton e Carllnhos. O meio Campo do 1 de Maio não começou bem a partida, a ausencla de Ada, expulso no ultimo jogo, alterou o desemnpenho deste importante setor do tlme caracolense. Alem disto, o gigante Caçapava não jogou bem, devido, princi­ palmente, a atuação de Adão, bastante solto, e ao esquema tático imposto por Miro ao seu tlme. O Vila Nova montou um quadrado no meio campo, onde Apinha Jeca, Adão e Sarico, conseguiam truncar todas as jogadas do 1 de Maio. Com exceh:nte toque de bola e triangu­ lações perfeitas quando ia ao ataque, o time do Vil, nO inicio, deu a entender que poderia vencer a partida. Barriga estava bem na ponta direita ti sempre que la ao ataque levava perigc, .. Tá o 1 de Mato, com Caçapava não jogando bem, dependia das jogadas individuais Pelo volume de jogo merece 6 MEIO CAMPO NAUTICO: Melhorou sensivelmente com a entrada de Chleo. fü•tamos consa,, doe do repelir: o trdna,lor doverla for• mar o triplé com Chlco, Lulz Claudio e Cabanha. Nesta partldu, no segundo tem­ po, ficou provado, mais uma vez, que funciona. Nota 8 CAÇA E PESCA: Perlro faz falta. Bom Marinho. Esforçado. Ubllo no reeditou suas melhores partias. Nota 6 ATAQUE NAUTICO: Destaque para Penzo e Da SIlva. O ataque do Nautfco é perigo­ ao. Excelente toque de bola Des)ocaçoes. Oportunistas. Poderiam ter r:caroudo mais gols. Nota 8 CAÇA E PESCA: Paz falta o ho­ mem de Are (Léo). O estreante Rocha jogou regularmente. Bom o ponteiro es­ querdo. No fino!. .. nota 5 para o ataque do Cçu. ARBITRAGEM Sartú com algumas falhas. Bons o8 auxíllarea. O jugo foi muito pesado. Nota O. de Tingue' e do ponteiro esquerdo Car­ llnhoa. Mas esse estado de coisas durou pouco. Primeiramente· o 12 de Maio notou que o "caminho" era pelus pontas, ex­ plorar, ora 'T'iogue, ora Carllnhos, que venciam oa seus marcadores. Aos 2 minutos, Amiltom abria a contagem, com a torcida caracolense vibrado. Aos 30 minutos, falta contra o 1 de Maio, Bar­ riga cobra e marca. Foi um chute vio­ lento, mas houve falha do goleiro. O Vila cresceu com o empate, mas Sport estava firme na defesa para segurar as investidas dos atacantes do Vila Nova, principalmente Sar!co e Adão. Aos 36, novamente a torcida de Curacol vibrou com o seu lime. Ámuton faz delirar a galera. 2 x 1. Após seu gol, o artilheiro recebe cartão amarelo, estava trocando caricias com Salvio. O primeiro tempo termina sem uma definição real da parti­ da, pois o Vila estava jogando bem. E continuou jogando bem durante todo o segundo tempo. Por • quinze minutos o time de Miro pressionou o arco de Lopes que melhorou bastante na segunda, fase. Os atacantes do Vila perderam gols fei. tos, outros foram salvos por Sport, ou­ tros "São Garaool''- não deixou entrar. Enfim. faltou sorte ú.o time deü Gasco que nesta partida não jogou b2m. O ve­ lho adágio mais uma vez funcionou: Quem não faz, leva e o Vila Nova levou mais um. Carlinhos aos 40 fez o terceiro. Para nós, o tlme do Vila Nova valorizou a ·vitória dos caracolenses, que conse­ guiram suplantar o esquema tático adversário através de jogadas brilhantes e muita raça. Com esta vitória o 18 de Maio se classifica para a fase final. VISlà Classificaria SÉRIE "A" 1 1 » PONTOS PERDIDO 1) Sessenta 0 pp ± 2) Operário 2 p/ 3) 1° de Maio (Cal.) ; ClassUica,, 4) VIia Nova o 1 5) AABB 7] PONTOS GANHOS 1) Sessenta 6 p 2) Operário 4 r' 3j 1° de aio (Car.)5 i 4) 'lllu Nova 2 1 . 1 5) AABB 1 SERIE "" PONTOS PERDIDOS . 1) Nautico 0 pp Cls 2) Eugenio Penz0 3 p 3) Gremio União 4p; 4) Caça e Pesca 5% 5) Belvistene 6p PONTOS GANHOS pr - • ' 1) Nutico 8pg 2) Caça e Pesca e Eu genio Penzo 3 P2. 3) Selavlstcnse e Gremlo União 2 p Próximos Jogos UItia Rodada da Fase de Classificação Classificam-se três tines Domingos - às 13,30 hs; Gremio União x Eugeolo Penzo às 15,30 bs: Sessenta x Operário ?z PreÇo deste exemplar CR$ 4,00 li Economia'? Segurança'? --====VIAJE DE Conforto'? Tranquilidade'? ONIBU S= Alem de tudo o que está escrito acima, voce ainda será Servido por MOTOR1S1'AS Gabaritados Viaj,e de Ünibus... A Viação Cruzeiro do Sul Renovou sua Frota para melhor Atender os seus usuários. 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