Deputado Sergio Cruz 
. Há quau dez ano acompanhnmos 
tr lraJetórlf! do jovem deputaclc, ergi9 
u_z, desde as suas lides no campo jor­ 
nahstico, dirigindo o pasquim Panfloto, 
d! tão gruta lembrança, até suai; atua­ 
~oes no campo politico, em Cuiubá, e 
0Je, am Co.mpo Grande. }.prendemos 
com o povo, Isso nempre trisum.i5, e 
aprendemos oom Sergio Cruz a captar 
~orn rara senlllbllidade. as aspirações 
este povo. Homf'm com profundas rnizes 
Populares, Sergio ~ oriundo da região 
nordeste do Pais, reglli.o telúrica, e que 
~antoa filhos l1u11tre1 deu à Nação, E por 
8
1llRIB coubocldo que toda sooledade 
Polittca. atraveeen momentos de orise e 
0 
Próprio homom, à11 veze11, vive proble­ 
:as lls orlgom oxhtenllials. No caso do 
llertdo amigo Pau na Mula. um apelido 
giu.ho devido ao seu espirita combativo 
, Qe era nomo do um programa radio­ 
~lllco dlrirlrio pele então jC'rnallsta Ser­ 
• ° Cr11z, •le aemprci [oi !coerente com, 
lll!.i Idéias e princípios demoorátte0s. 
Serglo ó povo. é mastta. em sempre 
coneordumos com suas idéias. mas qua­ 
s.- sempre adotamos u linha de con-· 
duta. ~ sua coragem e o posicionamento 
perante desafios populares, deram à 
Sérgio Cruz um lugar na hlstórlu, e não 
vat nisto qualquer tentativa demagógica 
de sudar um politlco. As teses defendi­ 
dar. por Sergio Cruz, aeompanh'ldo pelo 
hoje deputado federal Valter Peroira, 
naqutlae rodinhas de amigos, fizoram 
com que asle jornalista revesse po11ições 
a. lotroapectivamente, questtonu,,se con­ 
celto11 e Idéias adqulrida9 na vivência do 
dia. Nilo negamos e. influência de Sergio 
Cruz, prioalpalmeilte n~ campo jornali@­ 
lieo, sempre admiramos o seu eat!lo e 
. aolma de tudo, a sua coragem de dlzor 
e de defender <:'B lntereRses do povo. 
Para nós, nunca vimos o politico do 
MDB, semprt vimos o político dedloaC:e 
às causas populares. Ele, realmente, é 
um deputado atuante. Homem pobre, de 
erigem pobre, :aunca se envolve em ne- 
goclatns vlc.anuo uma u tabllldfde finan­ 
ceira. ·empre lutou pelo '"puchero'', 
hon1rntumonlt:. 
Polções e status nunca o fizeram 
al,andonur aqu1•la Jmensa mv sa QU'3 
confia e que espera d e l e posições 
desassombrndus e condizentes cm sua 
p!ataformu politlco, que repre enta as 
verdadeiras aspirações populares. Em 
nossos contatos, que foram mu!tos, sm­ 
prP proporcbnou, não ao jornn!Jsta, mas 
ao amgo, uluvra de estimulo de cora­ 
gem e de continuidade na luta que nos 
propusemo a empre(•ar!er. P1 r tudo 
aquilo que ele reprei>ent :. rn ,s. acima 
de tudo, pelo exemplo dgfiente e às 
vezes deturpado por currelri tas Ia8 
sempre reconh• cldP pi') , povo, receba 
nobrP. depuludu, u saurJaçüo e o rero­ 
nhac!m1coto Je torL equip,· ··Triburla d i 
Fronteira'', mail:1 esp ciulrut-nle do amigo 
que nem sempre concordou itelamente 
com suas ideias. mas que, parafraseund 
Voltaire, ddeoderá nté ri morte o vos3o 
direito de dlzr-las Fé em D.·us e l'au na 
Mula, arnl "º Sérgio Cruz (1 P). 
€ieira e Se$«a;a 
?ih.fira: tudo catita 
O povo belavistense aguarda pre­ 
vidências das autoridades estaduais, 11- 
gadat! ao setor, no tocante a soluçiio dos 
problemas levantados por este jornal e 
eté ~OJ~ sem soiução. A cadeia pública 
contmua desmoranando. o eil'tivo policial 
alada. é o mesmo. a Ciretran n!l.o expede 
uertlficados, continuam indo pura a re­ 
gtoal (stc) e os st!nhores '1a 'ecrõtarla 
de Segurança Pública ainda não vieram 
a Bela Vista. verificar "in !ove•· a nossa 
situação. Reconhecemos que o governa­ 
dor M1ncolo Miranda estó. reestruturando 
a sistemática administrativa dE: Mato 
Gruspo do Sul, e conseguindo junto ao 
Goveroo FP-d&ral verbas pnra irnpuhilonar 
o nosso desenvolvimento, ms no tocante 
aos nossos problemas, ainda não ficou 
nada definido. Por Incrível que pareça, 
nem promessas... se bem que de promes­ 
sas ~stamos ate 0:1 tubos. Mais urna vez 
(~orno co.ni:a) estamos aguarelando pro­ 
vldên<'las. 
Hoje (domingo) das 
8 rltl 17 horu , !111vert'.I. 
c:lefçõ1•i-. no Clube Espor• 
llvo ela vstnse, pum a 
nova diretoria do Sind!­ 
cuto Rural de Belu VI. ta. 
Iofellzmente. não 1.Jà 
con cl 
1ntl1.aç.ão por pur­ 
te d cla-e pecuarista 
(P nunca honve) du torça 
políllca e (•ronomlcu dti 
um ::-itadlcato Rurul. Eeta 
etfsso (isto é omlsslio) 
e. llllv<:Z, devido u 
a m[aima importuncla 
que os ócio. do "fadí­ 
e to ch·ram 110 máximo 
·presentante e u esco­ 
Ih8, com raras excessõe 
de elementos desvincula­ 
dos do contexto ócio 
ecouorn'.co da reglllo e 
do País. Hoje, o pecua- 
r lsta lJ,!avbtense pode e 
deve se redimir de erro8 
p:s1dos [ta Ives de- 
v I d o a f a I t a d e­ 
informa ç fio) eeleg,r 
Ul1H1 cbao-1. CUD!:lClenle t' 
engjda, visando colo­ 
cr o indicoto Rural 1uo 
B,u üevldo lugur. Uma 
chupa que re!ne s 
preui::arto11, sem cl.:sme• 
recn a outr11, por uma 
qut-stiío de lógico. e de 
afinidade com a atual 
itnuçc, e a de dson 
Moraes. O espaço é car­ 
tu (ma voltaremos 110 
assunto) para explicar a 
nos a posição que nüo 
é movida por interesses 
part1cul11res, mas por 
um posicionamento Cons­ 
ciente da realidade be­ 
!avlstense. sollclt11ndo 
a~ 6Óclos que encarem 
a situação com serieda­ 
de e votem nas pessoas 
que buscú.m dinamizar o 
Sindicato Rural Sócio 
do lndlcato; vote, pen- 
11ondo em Bela. Yisla. 
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1«h. V,wt M , 
---~--- 
Contlori11nl!o a ge dn Politlea Fe­ 
dernl contra n "Gazeta Merentll" e el­ 
J?lnclo um eelrevimento oilelal obre o 
rato, Ajoesp distribuiu u wuint nota 
oficial: 
"A Aoclacio dos Jornlistas de 
Eeonomla de São Paulo. utravs de tu» 
Diretoria o H'll Co11H
1
lho Dclib rutivo, 
vom 11 pCthllco mnn!Yrntur i; u repúdio 
contra a ação d11 Policia Frcl<'l'Ul que 
por melo riu 1<u11 Dt>lPf?Hcl
11 rio Sfio Pnulo 
apreendeu mat:tze de duas ppinas do 
jorual ''Gazt t11fl Mrrc1,ntll" e deteve por 
ulgumefl hurnH, dois rvnclonúrloi. oa pro• 
dução daquPle ót giio rle lmprrn~n. /. nçin 
pollclul tinha como objetivo - fellzmon• 
te lrustrudo - lmpc•cllr que n. ·•Gnzet:1 
Mercuotll" dlvulgns.,e mulérln rotnolonu· 
rlu •:om n Acordo uclenr Brasll-Alrmn· 
obu num comport" menln idêntico uo ado• 
tudo qu11ndo da ext~têncla da censur .1 
aoti órgúos de comu11lcnçfi.o. 
"Ao mesmo tempo em que 6l' so· 
lldarlza com os jornulit!tut. "da Guzct ,, 
Merounlll", u AjoeRp mnulfe~tu profunda 
apreens!ío em rrl11çüo n e11,;e r.plsócllo 
por conslcerá-lo multo prE>jurllctnl n uma 
ampla abertura polilcu tão nlardead 
l)ela, atuais mond11tl'lrloi- do Puís. A 
Ajoesp entende uinda que somente um 
claro poRlolonamento ofictul que leve 1ll> 
total e~clarpclmcnto dcE-tH lamentável ati 
tulle policial - que esperu tenha surgi 
do de algum P.qulvoco - evitará qu1-1 
elo. volte u se repetir ctlaodo i-ltuaçõe,:: 
de tensüo ldênllcus us do recente perin· 
do dn cemmro. de tão trlRt~ memória 1, 
que tantM rnuericlm1 cnusou soctedade 
bra llelru em gernl e uoR jornaliflas em 
purllcu lar". 
OVO HOTEL C€2S 
SRS. VIA,1.N·rE 
Por 11 u ludo o Slu!llci,to doti ,Jur-­ 
nallstat Profissional no Estado de ão 
Paulo divulgou optem un nota protos­ 
tundo contr11 0:1 at()" de- prrpotêucta rle 
qu foi vlllmu e, jornal "G z ta :tercnntll'' 
e ussinlando que "a voltu de urhitrarfe­ 
ddvs como esea. que se peumil 
deflnlllvumE>11ll' buoldLJH du vldt do PaI. 
Levanta sérias indugeções sobre a auten- 
São Paulo - O Estado Tlibuna 
O mlniKtro do Pl,111f'jllfTHl)to. Delfim Net· 
to. garantiu que sua políttcu aultlnflaclo• 
nuda jumnts pt)l!l'ró. cuUHll' recessfio, 
" porque• em umu economia ce1mo a doi; 
p1dseR ln<lm,trlnllzados esta polltlcu pro­ 
voca, no mf!xlrno. uma rllmlnulçllo tem­ 
poráriu do nlvl ?de renda, mus pode 
!!lgu([lcnr a fome num país pobre como 
o Braall ". Delfim etto deu estu expll· 
c:u~iío ao m lnlstro d:1 Econornln cl 11 .! ., - 
monbu. Ocldeotul, Otto Lambsdorf quun- 
Quando chegar em Porto Murtunho hospede-se 
no NOVO HOTEL CAIÇARAS - E -mtn-so 
como se e.tinssc cm ,cu pr6prlo Lur: 
O NOVO HOTEL CAIÇARAS está ,endo 
atendido pelos seus povo Proprietários 
WALTER E O WALDA RODRlGUES· 
que esto de braçoR abertos parn recebe-lo< n 
quclquer horu do Din ou da Noite 
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e Dorul'y )lendouçu Sihcita 
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do ele qulu Rn.ber como o 
governo brasileiro pretende combutT 
loflnção I', ao mesmo lelllfll', ucderar o 
lietic11volvlmeoto. 
O ministro do Phncj:,mento dL,
0
e 
alodn. a Lmosdorf. dur ate ±nutro de 
uma horu mautlcl<> l,m BrHPí1Ia, que a 
políIlca ecooõmica do governo Figuc_,ire· 
do é centrada em du !H pdorldodi>11: o 
dosenvolvtmeuto tia ngrlcultura e• um 
psforço i>xcapcional para aumentar as 
uxportuçõl's: Gelfim pediu ª" min!strr. 
alemão que se esforce parn que a CEE 
reduzú o prl'tec10olsmo dos país mem• 
bros do organismo. 
De Miguel Lanzillottl e Filho 
Vidros , Faro, , Aparelho, Sunltárlo• 
Tuho• ;!ah-anlzado,, pln,tico• , Tintas 
bombn• para água, ele 
Run Augu,t<' lu•carcnhns 589 • fone 1093 
Aquld ,uuna - ~ato Groi-so do Sul 
O sonhe tornou-se Realidade 
.gora em Heln Vista, Exiete umu Ohurrascarla onde VOl·ê pod~rà levar ua 
esposu, i-eu~ Hlhos. s,·us ar:;:;igos e sentir-se realmente ec sua própria casa 
e::> 
p,121, 1p71m21.,72 
6'li&jie! 
= 
Aquele algo mais em hurrasaria 
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gio no 
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Aunção-- O 
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à noltll, oum vôo da 
eompaoblo t!él' a p,HJ· 
gunil'l proc .dente da Gua 
tenwl,1. Som(lzu foi para 
umu luxuo ·n :riun~ü.o qu 
alugou no bairro mui 
0fisti·ado de Aunção 
e uma hou depois de 
sua chegada ree beu a 
vlf-ila do pre,.;JdentP p,t• 
ragualo, geneul Alfredo 
tresner, alem de quatro 
lrr,portant•·i- chdt-R mlll 
tares, Somozu está Da 
situação de "residente 
te rnporàdo" ruas ~ pos• 
sivel que fixe residência 
uo Puragu;..I. pali,; que 
não tem acordo de ex 
tradição rom n Nleará­ 
guu. 
PreÇo deste 
exemplar 
Carreteiro é no Re, taurante «O-MONJOLO» 
- A NOVA OPÇÃO PARA SEU PALADAR - 
Frango Frito. Hisoto. Almeirão com Torremo 
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feijoadas aos sábados 
la carte 
[

ção 
(Continuação) 
De ropcnte clu ouviu um tlllntur 
d arreios na run, Penou: "Deve ser 
algum peão da fuzondn guc vom J11lur 
Nll papal." 'fiu nO Incomodou e coo­ 
Hnuou n. HO lrnl,rnQur. Logo om seguldn 
r,uvlu o portíío dn rua que e ubrla e vo 
fecha v e ouviu o ruido du1:1 4.l11por11e do 
11m homom q110 utt·avesonvu o pl'.lllo em 
direçlio du lronte dn cu, justo onde 
0111 catavu lamtud11 oozlnha e no escuro. 
F.lu onlllo olhou curlosu e viu um 
, vulto quo se uproxhnuvu cr,lmumente. 
Usnva chupéu, eru ulto e gordo, mue ela 
não counegulu reconhecê-lo. Quando o 
bomom !inulmente chegou nu entrail11 
da varanda. cabeça bulx!!., passos peeudos 
cl11 ofio o reoonhooeu. "EstA to eeouro", 
pensou. Mas elu estranhou qufl o hom~m 
no desse boa noite o e8taco repen­ 
Unamente, como se 1.>stlvesse Indeciso ou 
entrava ou esperava lloar all até Iler 
11tendldo. De repente apareceu o cachor­ 
ro que velo da cozinha e pôs-se a latir 
contra o recém-chegado. Inesperadmen 
te, ao se aproximar do homem, oalou•se, 
pô11 o robo ntre na pernas, ganiu e 
artigos finos para enhoras e Cavalheiro 
Oirelamente ,ln~ 'obrlcos Coriocns e 
Puulhtn• 
Acora grnnde promoção 
Dr,conto de 20 % pnrn moradores 
de outro Municipios 
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CrS: 50,00 
Local: Clube Paroquial 
Prêmios: Bicicl<>ta, Ra­ 
dio, Maq. Fotográficu 
( com filmes P. Flash), 
Calça Cone e Wisk)'. 
1 
l 
BlG BOSS MODAS 
voltou quletlnho pra cozinhe, onde esta. 
vu o rosto da fumllla. 
Mlnhli 1111 outão sentiu medo, um 
frio percorreu lhe o corpo toJo. O hom I 
avançou resoluto. Minha tia o sentiu 
parullzada. o homem chegou perto dela, 
tirou o chapelllo para comprimcnlú-la o 
eln viu assombr11da um rosto terrivel 
cromo 110 Jeito de jornuls velhos e todo 
cruvado do espinhos negros. Deu um 
berro tllo pot11rn11te e estrld1rnte que fi­ 
cou com a booa deformada para sempre, 
J1stnm .. nto no ano que tenolonav11 con• 
oorror prn mlse Caru.col e ficar uolvt1. 
Deu o berrllo e anlu correndo com as 
perna@ bambas pra oozlnha. Logo os 
homens sairum com l'8vólveree (l lnnter­ 
nue utràs do oara estranho e audacioso. 
Minha avó, multo apavorada, apanhou 
uma piolu da parede pensando que fus. 
se o terço o começou a rezar fervor0u­ 
mente. Os homens vasculharnm miou. 
ciosamente u cnsa e o quintal e afio en­ 
contrnrnm ninguém. nem ratro. R o 
homem certamente nllo tivera tempo de 
voltar, pegnr o cavalo e sair galopando. 
~ CONFECÇÕES SAN REMO 
·«l"» E«olare e Profissionais, Macacões, 
aiforme E+oolares, Calças, Camim», Ber. 
muda,, Yestido e Confecções em Geral 
Só ACEITAMOS F.NCOME 'DAS 
VENDAS NO ATACADO 
Aceitos representantes para o interior 
- Procurem - nos - 
Rua Dom Aquino, 521 
Mato Grouo do Sul 
~el que nllo posso viver sem co­ 
mer, sem beber e sem dormir. E tambem 
ui que nl!.o posso viver sem tral>nlhar. 
Aselw na vida polítlea. na vida pública. 
E preciso pensar. et1crever, falar. 
dlseur ar, enfim, transmitir aos outros o 
nosso pensamento e a ooasa Idéia. Ê al­ 
go que recebemoe. da herançu e corre 
por nosas veias e que necessariamente 
devemos 1:xtravasar. 
Com o administrador li mesma 
cei.a: planejar, ~ompor, Tiablliznr, executar, é dar 
à comunidade o verdeiro objetivo. 
Isso demanda coragem e sr erlfi, 
cio, mos faz parte do oosso corpo e do 
nosso espirilo, e o .fazemos com vontade 
com consciência, porque desPjamos o 
bem comum acima do nosso próprio beru. 
Meu comportame:::to aqui na Caim 
segue essa retillnea. E vós meus nobres 
pares, que comungam lambem com es­ 
sas idéias e com esses propósitos, têm 
sabido distinguir o homem do politico, 
do pr.ife1,ser, do advogado. 
Com a mesma veemência com que 
critico atos do Poder Público, em qual­ 
quer esfera, da mesma forma tenbo de­ 
fendido à.queler, outrile que entendo que 
atingirão a comunidadil com beuefícios. 
Então. às vezes me identifico com 
o8 propósitos do Governo e meswo com 
as Intenções ou dellberaqões de meus 
adversnrios, quando justas, válldus, e 
oonsenUlneas com a realidade. Mesmo 
porque, ser oposlçilo não significa o 
obtuso entendimento de que os Governos 
nunca posi:iam acertar. Nilo. Eles acertd'm. 
Mas é na critica Regura, coerente e efi­ 
caz é na vlgllO.ncia constante os ats do 
Governo que reside fundan.entalmente o 
O infdent era extranhís-Ir. 
Foi uma ,,;wr•Jçflo. i" m dúvida. 
!'0sto cravado de espinho< ignifica que 
o pobre homm morreu rli duant a 
desesperauu Invasão do porco es ih1os. 
!lnb.ri tia ficou muito perturbada e con­ 
vultou uma médium. Este lhe dise que o 
espírito só vi descunar quundo forem 
retiradas do seu rosto todos oi; pinhos 
eruvados. Disse ainda que a eseothtdu 
paru fazer esa inacreditável e borrivel 
tarefa fora exatamente minha tia. O sl­ 
gn!ficado da saudação que ela recbeu 
dele era Isso. Quando mfuha tia ouviu 
!aso dellmalou e 6 voltou a i duí trê 
dia. Jurou que jnmalu retirará e~plohos 
da cara de uma 11parlçlio. 
Como ficou com multo medo que 
o rantnsma a iocomodns:::e sPmpre, comt• 
çou 11 lmnglnar que IH'. Cli1iasse com 
um padre talvez u coi6a mudus,w de 
figura pro eu lado. Acabou cusaudo 
com um pastor, o que parece ter servido 
pra ngueotar •> fant1:.1 ·ma pra sempre. Ou 
até pra quando Pia ftr!ir vtúvu. 
me 
1 íl 
J 
papel da oposicu.o. 
Ser dócil. assivo ou subnisso a 
tudo o que veuha do Governo, niio pos­ 
so admitir. Por outro lado, ser contra. 
pelo slmplfls prnzer de ser contra, tam­ 
bem é inadimissivel. 
omos contra qunndo atos políticos 
forem contrios uos interessei maiores. 
Assim, nossa vvz se alevanta, deve se 
alevantar. seo,prn vigilante e aieota, ro­ 
mo real oposiç!ío. 
Hoje em dia é p-oclF" ::;uito cui­ 
dado para 11aber quem e y_uem. 1uito 
!obus ve ·tidos de carneiro, mudando o 
elo mu não mudando nunca os propó- 
Sito 	. 
• Devemos falar a linguagem demo- 
crática e nnclonolista, respeitando 11s 
opiniões "' criticas formuladd . poi:to que 
tal compnrtamento é básico, é fundamen­ 
tal, é du PE>sénclu da democrac!a. Deba­ 
ter livremente sobre quaitiq:ier auestõ'!s, 
.:om respE1ito e com dignidade. • 
Aquidauana, 21 de agosto de 1979. 
Vereador Marcus Guimarães - MDB 
L .. 
e 
fOl,m 
I, ilB 
1, 
CI 
• sobre 
onto da 
livida 
f ,.. !Lli-0 o • e­ 
crerlo do Departauen­ 
to de Es'ado do Governo 
note e/icuno (pgextAo 
de Geral4 For«d} declara' 
«pó« ntrevist.r-se com 
o ministro du Faz nda, 
Carlos Rischbieter, qu 
'a divida externa brasl­ 
lira não chega u r 
perigosa",mas, advertiu, 
•é prl'CI o tomn cuidado.' 
ilian Roer veio 
ao Rr:tAil, 1-<Pguudo el ', 
na qualidade de tuturn 
presidente da Conferên­ 
ela 81011 clooul Brusll/ fü:. 
tudos U11IJ01-, promovido 
pelo Cun:t•lho de Rela­ 
,;ões Exteriores, umu or­ 
ganlzaçllo que reúno em 
.,eu palb dlrlgeote6 do 
i;etor prfvudo, paru. pre­ 
parar u ugrndu da reú­ 
nlão conjunta, prevista 
par,1 outubro rlerite ano, 
eru ova York. 
Segundo o ex-secre­ 
tário aoJ"le-1imerlcuno, o 
que o Brasil necessita f-. 
m•rnter uma boa aôml­ 
olstraçffo dl• sufl dh·1c1a, 
o que, no seu enteodn, 
6 posslvel, porque tra tn­ 
se de um pus com uma 
economi1:1 em expano 
e com grondeti posslblll· 
dades de uumentur aa 
exportações. 
Coruenttiu alncia fl 
situaçllo brasileira dlunte 
da crl5e er;Prg-ética, dl­ 
zendo que o "Brasil d1s­ 
põe boje de um dos mui 
bem elaborado planos 
dP redução dm, Importa 
çõe'l de pE-tróleo e suas 
sub-titutção por fontes 
ultern'ltivas•·. Oi se, con 
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Redator - Chefe • lvaldo Pen-irn 
Departamento Comcrclnl • Alvoro Pereira 
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Nó 1, crianç,u. bem que tínt'Llmos vontJde de cu1d,u da naa,rcz.a 
de viver de forma mais odiável, de evitar que destruissem o 
verde de nos.ses c.ampos, de impedir que derrubau,em as nos..sai: 
Jrvores ou matanem os nouos bichos.. 
Bem que o papai e a mamãe tentaram nos sxpicar, mas tudo 
nos p3reccu muito contuso. Ecoloyu, Preservação do Mteic 
Ambiente, Policio eram palavras de adultos, qu pouco 
significavam pera nós. 
Agora, porém, tudo vai mudar, pois a professora nos dise que 2 
Coe-Cola prl'pJrou, cspcclalmcnt~ p.:ira nós, aulas e Clrt.?.z:es 
que irlo nos ensinar a melhor maneira de cuidar do munao de 
JmanhJ. 
Que, afinal, erá o noso proprio mundo. 
O; fabricantes braleiros de Coo Cola e Fanta e a Coa Cola 
Indústrias Ltdz, criaram o curo "Crugnca, Ecologia e Corer 
vaci'o OJ Naturc:a" um a cata comunitária que con;3 de 
livros e cartazes coloridos, que vmn sendo entregues gratuita 
mente, em todo o Brasil, os p'o'esores das quatro primers 
iértcs do t'?grJu. 
Ainda neste uno, o Governo de 
i nto Oro ·o <lo Sul, através da Secreta­ 
rln de Dcirnnvolvlmento Soclul, durá lní­ 
e1o a construção de cinco módulos e. 
portlvofl, Pro oldadei. do médio porto do 
Estado. Esta informação lol prestada pe­ 
lo secret/írlo d,i Desrnvolvlmenlo ocfal 
Rubens NuneB du Cunha, que obteve es­ 
ta prome,;sn do pr11r.ldente do Contselbo 
nclonal de Desportos ( CND ), Gluílle 
Coutinho. 
O contato foi realizado no último 
dia 17, quando du estuda do secretõ.rlo 
no Rio de Juonlro, para participar do 
Encontro de Dírigt>oteH Culturais. Na o­ 
portuntdade, Nunes du Cunha expos n 
programação pna o desenvolvimento 
do <•sporte amador de Mato Grosso do 
Sul, obtendo a garanli3. do presidente 
do C 
1
D, de que, ainda no rfecorrer de 
1979, o novo Estado será contempludo j 
com a construção de cinco módutus cepor• 
tlvos. 
Estes parques esport!Yos contar!Io 
com qnadra para prática de basquete, 
handebol. tênis, vôlei, futebol de salão. 
e ainda aom um onmpo de futebol e pis­ 
ta de atletismo. As cidade!' que recebe 
rão este beneficio ainda n!'l.o foram deter 
minada11, embora esteja definido que S" 
rão em nómero de elneo e de médio por 
te. 
A !olclatlva do secretário do De11envolvl 
mento Social, trnz grande!:' esperanças ' 
ao e ·porte amador e uma contrlbuleã:; 
significativa p9.ra a formação de novo 
atletas no Estado. Seguudo Informou 
Giullte Coutinho, uma dss principais rne 
tas do C D é a construção doa cerca de 
mil módulos esportivos em todo o Pala. 
Para a concretização deste programa, 
ele já conta com o endo;;so do ministro 
do Planejamento, Delfim ato, que asse­ 
garcu a 11beraçâo dos recuri:os nessárfo;. 
para o forthlecimento do desporto em 
várias pontas do país. 
Do Rio de Janeiro, o secretárl<' 
Rubens unes dn C'unha. seguiu para 
GoHlnla. onde está participando janta­ 
mente com o secretário de Educação. 
Hércules Maymone, do EncontN sobre 
Planejamento da Educação Cultura e Des­ 
porto do Centrl• Oeste, provido pelo Mi• .r 
ulstério deEducação e Cultura (MECJ. 
Em Carnpo Grande. Rubens Nunes da 
Cunha dará maiores !nformacõf's a res­ 
peito du construção dos cinco módulo 
esportivos. 
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"Se alguém lhe oferecer algum 
toxirco, demostre sr mais forte 
do que eu fsi" 
(Gorla deixada por um jovem estudante 
dept>ndeotc d.- tóxicos, aates de morrer) 
" e alguém lhe oferecer tóxico 
demoustre 11er mais homem do que eu fui. 
Não 68 <!elxe tentar por nenhuma rnzlio 
e alba rf:sponder NÃO. Aprenda pelos 
meu erros e por tudo que me aconteceu. 
Et;pero que o meu gesto pos a a­ 
judar alguém e desejo que ninguém che­ 
gue a conhecer o Inferno pelo qual pas­ 
sei e as pen11s nas quali., me debati e 
estou me debatendo, ainda neste mo­ 
mento. 
Talvez você 1::ncontre também a­ 
migo que lhe ofereçam, gratuitamente, 
um pouco de coi as para depois ucessi­ 
vawente fazerem-no pagar por elas. 
Depois lhe venderão um tipo mols 
forte, a preço reduzido, e quando perce­ 
berem que você e tornou dependente, 
aumentarão o preco. A me ma pessoa 
que lhe vender a macoúha terA em re­ 
serva, para você, a heroína. E tudo isso 
por quê? 
Não, certamente, pela suo felicida­ 
de, ma para obter dinheiro ao preço de 
sua vida. Os ven1edores de droga só 
querem de_trui-lo para conseguir o seu 
Intento e se agarra:iío a qualquer chan­ 
ce que você !hcs oferecer. 
A ãroga pode dar momentos de 
" prazer" que i:c- tl"l:!ni1forma!"il.O em s •. 
culos de desesparo que jr.mais serA apa­ 
g do. A droga destruiu todos o= meus 
sonhos de mor, as minhas u. pirações 
a minha vida 110 s io da família, tudo. ' 
Só posso ftilicitur-me por ter feito 
u.ru pou:..:o de bem durante minha breve 
vida e espero salvur, com esse meu 
gesto. quem 1dnda pode ,er salvo. " 
a) Est<i certa é inicio de uma rran­ 
de campanha. Passe adisnte; 
b) Você pod.- copi:í la, xerocá-la 
mimeografá la te. 	' 
c) Divulgue a u umigos. espalhundo­ 
u em locais de encontros e reuniões de 
jovens pussando-a a pais educadores e 
pessoas que li multipliquem. 
quiliza 
cão de 
p pula• 
1- o ..:.xis ..,m 
doenças 
Querem tranqul- 
lízar II população <lo 
Estado, e+p·clalvnte G 
moradors de Porto ur­ 
tluho. poifl u i<Jtunç:1 o 
F-tlnitóriu do mu11idpl:> 
rstfl. sob total conlroll•, 
lnex!Atindo os cosos d 
dl&rrela ootlclado pel t 
impremiu ou m mo 
outra doença de maior 
gravh.lude ,1fotondo 
aque>las rumlllos". 
A aflrmnçilo foi 
feita nu !urde de ontem 
(0.08) pelo deputado 
Valter de Ca1-1tro, Recre­ 
lárío de Saúde do Gover­ 
no Mnrcelo Mirundv. 
Segundo Castro, cc.ntatos 
mantidos co Murtinho 
pelfl manhã. às !0,30 
horDR, confirmam que 
até agora somente foram 
registrados três caso de 
infecção gastro-Intesttmnal 
E' um de hepatite "todos 
eles sob acomnanhamen­ 
to méd!t>o". • 
O sPcretárlo Infor­ 
mou que n segunda fei­ 
ra pas .. ad!l foram envla­ 
dos a Porto Murllnho 
equipamento destinados 
a montagem de mini­ 
laboratório que permite 
a realização do exumeR 
bàslcos para detectar 
doenças mais comum,. 
Por outro lado, três mé­ 
dlc'os prestam assistência 
diária a população. 
Comparativamente 
com outras cidades, a 
s I tu a e ã o a n f. 
tár!a de Murtinho é att! 
satisfatória, pol além do 
atendimento completo as 
assi tentes ociais à er­ 
viçu da Coordenadoria 
Estadu&l de Defe a Cfo;;ll 
prepari1 m a populaçlfo 
que, hoje, está prevenlda 
ante a Incidência da 
moléstias mais próprias 
da região. 
"Qú1dquer sintom"l. 
asira□ho", diz o secre­ 
tário Walter de Castro, 
"leva e munlohenses a 
procurarem o médico ... 
Para ob trvar os primei­ 
ros trabalhos de recu­ 
peração do hospital. Cas­ 
tro vai 11 Porto Murtinho 
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vnamente, nc qurtéfs e no educandários 
o Diu do Soldado Urasllelro. 
TodoR os progrumns, org-auizudos 
prnvlnmeutl', rcR1,ulrum aR nfrnius vii-tu­ 
des mornul e civluLI do Invulgar militar 
e chefe de romiliu Luiz Alves de Lima 
o Silva. 
Duque de Coxlc1s é merecedor de 
todas as nossa Iuls calorosa o afeti­ 
vu homenagens, do noso respeito e 
udm1rnçilo e do n0s!lo mulP prorundo ,e 
sincero ugradeclmor.lo, porque foi sempre 
bravo, ju ·to, de@umbloloso, deflluPor ln· 
transigente da ordem e du ll'galldade, 
nunca compactuou cow u rebeldia, cl'm 
a corrupção, com n subver·são, com u 
ind!Rcipl!nn. amnnrlo, acima de tudo, a 
Unldttdf! e n Integrldu,lo da Pótrlu, asse­ 
gurando a paz, o respeito mútuo, 
prosperldadfl e o bem estur social à 
crescf:'ota familia brasileira. 
U. ou sua espada, sua a utoridude-, 
pura unir. para pacificar dS prov[nclns 
revolta<1n~, pura rPstnbelecer a ordrm e 
a con[rnterulznçüo entre todos os babl• 
tantos do Brasil, porque serviu !□Inter· 
ruptamente u Nnçi!lo e sem dela nunca 
se ter ervldo. 
O seu indiscutlvel e lmcomparavel 
amor ao cumorlmento do dever, a eua 
honradez e nústerld!!.de. o seu espírito 
verdadeiramente pacífico. humuo!t,ta e 
cristão, a suu lntellgêncin, o seu gênio 
militar e a sua bravura, con olldaram a 
unidade, a grandez!: e a soberania de 
nossa querl<l•1 Pátria. 
E muito lutou. Lutou pelo ordem, 
pela paz, poln dlsctpllnu, ,, lo pro e.:,: . 
pelas virtude e pela liberdnde. Lutou e 
oolo «tranetro para d2fender a hor 
do Brasil e para restabelecer a ordem 
11 egurnnça nos lnre..; do. noi-Ro povofl 
vizinhos !rm:ios. A~ póginaR de nuro 
da nossa IIlstórla Pãtrln forum nriqno­ 
eidus pelos s •us f •!tos li 
1rólcos e subli­ 
mes nos campos de horrendas b talhas, 
ou oa quietude dus plnnicle, e dos ga 
blnet s do trabalho opvroso. 
Sua memória e suas brilhante, 
realiznções devem ser vivido por todos 
oôH, r.omo precloflns fonte do ln pi::-a<,;ilo 
em prol do Hem, do. prosperidade o d11 
confraler11!znclio brasllc>lra P uo:vnsal. 
Dcvereos lnsplrar•,no,; noi; ElPUS be­ 
líssimos exemplos de excelente estudan­ 
te. de filho a rnílilnr bUtentfco, alPm dP 
patriota singular. Ele devi, ser P. búfll:'ola 
pura oriontar as nossai,; utlvldadi>~ quo­ 
tidianas, dentro de clima de entusiasmo, 
de il.uimo, de fé, de esperança, de> di.;cl­ 
p!lnn, de liberdade e de 60dio patriotis­ 
mo em prol de urna Pátria cnd&. vez mal;; 
pujante na cultura, uai; letras, nas arte", 
naR clêuclas. na ternoiogia e nas virtu­ 
des. ~ oadu vez mais respeitada e ad­ 
mirada. 
Ele deve er a luz para iluminar 
a nossa consci nela cívica, a tudo faz<::r 
pelo desenvolvimento e pela redenção do 
Brasil. 
E ele o Patrono do Exército Bra­ 
sileiro, glória dPs Forç1:1s Armlldas, da 
dlsctplina e do bem estar socfui de todos 
nó . Honra, pois, a Caxias! Honrd, pois 
às gloriosas Forças Armadas do Brasil! 
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SETEAGRI (Representante ívaldo a« 1nj 
Bela Vista IS. 
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Recebemos elo treinador do Caça e 
Pesca, Josino Pinheiro, a t<egulnte carta: 
Lendo o jornal do dia 21,'8 fiquei multo 
aborrecido com o n sunto do sapo amar­ 
rado. Por e te motivo peço-lhe transcre­ 
ver asta oartu no jor□aL Pat·a quem 
quer me achincalhar devo dizer. jamais, 
tal a sunto caberá a minha pei:;soa. Sou 
evangélico, tenho temor a Deus. ou es­ 
portif'ta, oorque goto do esporte. Faço 
jogo limpo, não uso meios diabólicos 
para ganhar uma partida de futebol. 
Yl.ostre a qu1::m usa isto, a parte da 81- 
blla, prlmeirn em Lucus, G,26.2? e t8, 
"nl de vós quando todo:< o· homens vos 
louvuretil. Porque assim faziam os seus 
pais aos fal os proft!tat1 maf' n vós que 
ouvis, digo amai os vossos inim!gos, fa­ 
zei o bem nos que vos maldizem e orai 
pelos que vos muldizem e cs!uniam ". 
Que os feiticeiros e macumbeiros e de- 
mais usuários desse tipo de pecado, pe­ 
guem a palavra de Deus e leiam para 
verem em que ubismo estilo metidos. 
do Todo aquele que u ·e. das coisas diabólt­ 
cas, vão dt, mal a pior. Obriaadc, meu 
curo amigo lvuldo. ( J~sino Piuhe'tro ) 
QUEM AARROU O SAPO 
O ,)nsln() nüo [oi e. cnmo pvang{>lt­ 
co, não aceita este tino <1e .. trabalho " 
iesta perguntar novamente, quem amar­ 
rou o i;apo? Viva o Belavistuo. . . vi­ 
brante .. disputado... e vgoa mógico. 
CAÇA E PESCA'. 
Vai eafrenttn· neste domingo a jovem 
·quvpe operariana que precisa da vitória. 
O Operario extura co força otul. Ivan 
e Ortiz vo!t?rilo ,ar. qu1:1dro. 
SES::iENTA X 1º de llAIO 
Esta pariua vt ser empolgunte 
pois os 3oís times estão no preo pelo 
título <'le te ano. O empate 8Prá um bom 
resultado para o lº de Maio, mas ao es­ 
senta só a vitória intere a. 
FALANDO 
no 1° <le Maio, p'lrece- que andaram 
quebrando os prato, lá. por Caraeol. 
Olha gente, negócto seguinte: vamos fe.­ 
zer uma reunião e flor com franqueza 
a respeito dos problemas que poderão 
pre1ud1car & brilhnute traj&tória do º 
de :'vlaio. Convers:mdo a gente sempre se 
entende. Horaclo, Edson e Maneco, voces 
níio podem deixar a pzteca cair. 
JORNAI 
Confrades de outros municípios e tão 
destacando o Belavistilo 79. Isto é muito 
bom, pois promove a nossa cidade e 
0 
notiso e porte. Há pouco dius Carol 
meteceu destaque no Correio do Estado 
desta feita foi a vez do essenta. no 
Diário da Serra. É o futebol de Bala Vis­ 
ta e de Caracol se projetando no MS. 
EDIÇÃO E ·PECIAL 
Não se esqueçam, após o término do 
campeonato iremos lançar • ediçã•> ES­ 
PECIAL DA TRIBUI'.. Tudo sobre 
0 
bela visto. e outras grandes reporta­ 
.,t:1n::: ... i; guardem. 
RETIFICAÇÃO 
Na edição de terce feira noticia­ 
mnos que Petronio (d» Operário) havia 
mareado um gol contra o autieo. O gol 
foi marca@o por Penz», ficando com 10 
gols e artilheiro máximo do brlavistüo 
Fica a RPlificacfí,.,_ 	• 
Dr. Marcos Guirnaraes squistossor 1ose 
BP AS{LI m!nltr 
tc to imn! d Suá e, 
revelou que Pasta 
est detinindo uorm» 
de conduta para detectar 
e c<,nlrohr a P qul 0,­ 
som.e em áreus não 
endêmicas. Ele espera 
evitar com I o o ta­ 
b leclmento da cacJ la 
de transminso da doen­ 
ça. l'tn rPg-lõea ,spccHi­ 
cu . 
As normas-uflrmou 
Cnsto L!m 
-1a•rfio uplicudn!l nna 
periferias dos grandes 
centros urbanos e áreas 
em desenvolvimento, que 
utracm mfgrnotes. ulén. 
disso, erío realizndos 
lilvuntam nto tnn,bém 
em regiões de aprovel­ 
tumento hidrelétrico, que 
podem crJn.r condlçõeB 
para a pro!iler+çüo do 
caramujo e consequentr• 
menta do. tlllQU!stossomo- 
8e, 
:'alicie pree l 
maiur tráfico d2 
1a€0l4a d0 270 
Um dos maiores 
tráficos de maconbn em 
toda a América do ul 
foi apreendida. 
pela Divisúo d1: Entorpe• 
centes da Secretaria de 
, t:>gurança Pública de 
São Paulo. No total, fo­ 
ram confiscados 160 
quilos de maconha e 
mais de um quilo de 
haxixe (uma resina 
concentrada de maco­ 
nha). 
No ano passado, 
toda a quantidade de 
hax!x~ opreendida pe]llS 
autoridades oáo cb,,gn•1 
a um quilo. 
O flagrante de apr­ 
en ão aconff'csu {Hl 2 
hora da maub!i., quaodo 
a polícia deteve o pe· 
ragu,lJos Victorlano ;10- 
rel Ortlz e Genaro More! 
Ortiz. que traziam a 
droga da cidaM para· 
guaia de Pedro Juan 
Caballero, no fundo falso 
d uma caminhonete. 
Há dois meses, I! 
equipe da Divisúo de 
Entorpecentes estava na 
pista dos traf:icantes, cu­ 
jo contacto no Brasil era 
Valmir Geraldo dos 
Santo , que Jazia a dls• 
lrlbuição ds. maconh!l. 
Para se produzir as 
770 gramas de bax!:xe 
apreendidas, são neces­ 
sárias 4 toneladus de 
maconhu. 
Quanto aos 160 quí· 
los de maconha apreen· 
didas, informa o áele­ 
gado Nestor Sampaio 
que a erva. se conseguis• 
se cbegs.r ao mercado 
representaria um valor 
d.i Crs 32 milhões, vI. to 
qu e 'pacau" (cigarro 
·orn 5 gramas de 
maconha) está sendo 
veudido u rs 100,00 
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CRI 'E (1) 
Vvemos momentos de intensa ex­ 
pectatlvu no toenntc a po se do ,;enbor 
Delfln eto fronte a f'Cl't1la1'iu d' Pl:i • 
nejumento d Presidência da República. 
O "mago das flnançap," disse que a al­ 
ternallvu para u atual crlw· hrosfü•ira é 
procurur desenvolver ainda mal o Pnís. 
Paru Delrin o negócio f:. crescer. Nilo 
re .. tu menor dúvidn que o "pnal do rui• 
lugre bruflllelro" • um homem otlml tu 
e trouxe nova perspectivas ao então 
descrente pequeno e mMlo empr('Barludo 
nacional. 
TRAUALHADORES DO BRJ IL 
Vai voltar 11 suudaçllo getullsta e 
com ela o nntlgo (com roupagem 1H,va) 
PTB. O 11enhor 9rlzol11 e o senhor Arrues 
estão de malas pronta!'! para retorour <.10 
Brns1, com eles virão outros peronu 
geus exilados pela Revolução de Março 
de t9li4. Esperamos que estPs persona­ 
gens tenham "amadurecido" no e,xíllo. 
Está mais dQ que patente que a solução 
politlca do Brasil não está no regime 
totalitarista, onde o Estado é o senhor e 
multo menos no regime capitalista, onde 
o HOMEM passa a ser apenai, um lns­ 
trumenh de produção - produzindo pura 
algum, poucos. Preclsx haver, no Brasil, 
uma mu<lança radical. Essn mudani;a 
proporclon11rá m;,ior d l,itrlbuição de ren­ 
da o mais valorização do trabalhador, 
nunci. SE' esquecendo de que a liberdade 
é fator lndlspeasá vel pura o de perlor 
das potencialidades do oer humano. 
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,,. E' 
r 	• f 
TRIBO 
E SSI E 
F ONTEIRI 
l TEIWE ÇÀO füf JARDIM 
Segundo !<•ates "governamentais" 
na próxlrn11. semana será riu.da Ur:la de­ 
finição para o problema de J ardlm, in­ 
tervençfio no munlcíolo. Um dos prová­ 
veis nome {foi veiculado) para assumir 
a prefeitura é o de Cirio Falcllo, nd vo­ 
gado, que Rtualmente está lig11do a n 
Governv larce,lo Miranda. 
CRI E ( 2) 
Realmente a s!tuação não e lã tran­ 
qulln, mas reclamar não ~dianta nada e 
multo pior é ficar nas esqulnall critican­ 
do tud;; E' todos. O negócio é iirregaçar 
as mangas e Trabalhar. Devemos olhar 
as dHlculdades de frente e nos prrparur­ 
mos para o dia de amnnhlí. Quem se 
preparou, se el!ltruturou, realme,nte, não 
está passando dtriculrlade.,, Para isto 
servem as '' crise11 " ; paro. ~tVEr posi­ 
ções, meios e métodos. 
negócio, com rar de que jeio. 
nheiro. 
Mas vamo3 .uiur no min! tro Del 
fim ( aquel do nrilugre) e esprr que 
ele consiga uinnizar o no'l," O 
negócio e não parar de trabsdar, de 
produzir. E esperar, também, que o Go­ 
verno nüo e e+queç do trabalhadores 
e ft'ZiH . , . 
!J cli- 
FO lÇA E F 
BELO li01UZON1'E 
O Dop» mfeiro cunfir­ 
m0u que comanut pt • 
ss 1) pessoas, indiela - 
d na Lei de Szurunt 
.uetol por incitumen 
lo 11 ~ e VP . Na noite do 
dia 2 foi preso Antonio C, 
Peretn Ramos que 
juutamente voz outros 
seis preso u partir de 
exta feira, continuam 
lncomrrnfcu velfl. 
adeiras Sr:ala 
for,, 
R. Santana do Paraiso, n.o l 
~------------- ·---- 
l 
e 3atentes ; 
1 
é:3onito MS Í 
O MUNDO VEM A 
O mundo é pequeno: l'le cul>e inteiro uum grande jornal, 
E chega todos vs dias à una cidade. Ou a RU!:l. <'aEa, i;e ; 
voce é um dos mos-os ssina!es. 	{ 
O Estado de ::;üo Paulo. um joroul de oplnlãv par!!. • 
leitores que •em o l{Ue dizer. 	1 
Representante U<'F-ta cidude Oec,clt'ciano Va--concelo~ 
~==============,., 
J~~~ EM RITMO DE CAPITAL 
Criou uma seção de Confecção rápida µara os moradores das cidades Satélites. 
Vore vai atender seus Problemas do Munic(pio, ou Negócios. J.B. Entrega sua ' 
. Roupa sob Medida no mesmo dia. - Chc;J pela manh5,à tarde volta com sua Roupa 
Sob Medida. 
CRISE ( 3) 
Existe, realment0. uma crl;:e econo- 
mlca? Vamos pisar firme o terreno da 
realidade e ·afirmar: SB1, existe. O kilo 
de cr,rne custando l(l0,00 é o aumento 
gradativo dos generos de primeira ne, . 
cessldade comprovam tal assertiva. Ou­ 
tra coisa, basta ver a situação das pe­ 
quenas e médias empresas. Quando estas 
emprei!as começarem a demitir eu1pre- 
gados. ai o negocio rtoe.rá pi<lr. A nlve! 
1 
RUA 14 DE JULHO, 2.l0
4 
CAI'APO GR ... WDE 
regional, um raio: a CER/3 de Jardim . 
demlllu Quase 800 funcionários. Em Bela 
Vista, 0 comércio aguarda. egaarda e ~ FmiE 624-3932 MATO GROSSO DO SUL 
aguarda, dias melhores. Mas t,. aquele • l--:--,-~--..-,--~------.~~--.---~----· , 
Tradição e Garantia nos Tecidos que usa,conS2grada 
pela Pasquisa Pública desde 1957 
Produtor 
USI 4 R 
Escritírl Ve, da ad 
.Jmdim 
e:::::::;, 
7se e 
.> aG 
Mato Grosso do Sul 
-------- 
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a z 
L VR 
Mnts de 70%/, d zona urbtn de 
Porto Murtlnho está ecu postbtlitundo 
net emnu o retorno de outras 180 
fumllluH que têm condições de e manter 
por motos próprluR. Estu 1i umu dos ln· 
formugões encumihadus uo tenente coro 
uel Joaoyr S 'bnetlfio du ·nvu, coordena 
dor Estaduul da Defesa CIvIl, pelo e 
carrogudo das t:qulpos qut> atuam nu 
aérea nlngndu, cnpltfio Scnres 
Os últumo relutório: usiulan: 
que upeaus 11 perlfortu d11 oldude e os 
zouae rlbelrlnh11 ulndn se eacontrnm sob 
48 àguas, nquanto uw demais re ldênclns 
l'Stlío tillndo c1Jloc11dus em condlçõo do 
p 
, 
DAS AGU·AS 
3 
ALVAílO PEREIR 
!l.o fique supreuos se dentro de pon. 
0011 <llar., o jovem Alvaro Pereira for 
nomeado para um cargo de confiança 
no Governo do E11tado. O Alvoro merr.­ 
ce e poda contar com o no so mnls Ir­ 
restrito apoio • pura o que der e vier. 
Nas últimas eleições els trabalhou - e 
bastante • pelo partido do Governo, a 
ARENA. e agoru. como é o costume, vai 
receber o seu ' premio " . O Alvaro é 
um moço trabolhador e o quo é mal 
importante com umua mentalidade dlna­ 
mloa e progreulsta. 
ASFALTO 
O prefeito Ely de Araujo Barbosa es­ 
tó procurando resolver Inúmeros proble­ 
mas de Bela Vlrta, entre el~s o da pa­ 
vlmentaçilo asfálltoa rlas prlnclpnls rua 
da cidada. Rle 11&tne com o chefe d 
Casa Civil, e an "P0rtunldnde, falou n 
respeito do problema da segurança pú­ 
blica e transferenela~ para Jardim de en­ 
cargos burocráticos da Delegacia local··. 
A solução está a caninho... (Oficial­ 
mente na.o sabemos nada a respeito ) 
SURPRESA· 
Alguns carros, de conflanç11, do Go­ 
verno em Bela Vtst:,., dentro de poucoe 
dia■1olrerlío um remanejamento. É aque. 
le negócio. lludou a politlco... mudam 
os caciques. Assim é, assim foi, ssi 
será. . . fazer o que? É pois é ... com­ 
padre Severino tinha razão: Mudam os 
conceitos, na 011 homens continuam os 
IDHWOII ..... 
TRIBUNA P'ORTR 
O jornal, a cad~ dia que passa. 
ganha mais e mais leitors em Campo 
Grande, isto graças à nossa linha edito­ 
rial. A respeito de jornal, um aviso: den- 
hnbitrço em curto espaço pela atação conju­ 
yudu do pessoal dn Superintendência de 
Cmpanh de Súde Pública (dedellzaçilo) 
Pollela MIIItar (Iinpeza de tossas o ro 
tirada de camalotes) e da Cod o (uRsla 
tentes sociais e coordenuçno geral cios 
trabalhos). 
.-s 1 O fumlllas que {'0ID1'9nm a 
delx11r u "Cidade de Lon1t" ntualmeote, 
estão com 8uu cus devidamente desin­ 
fectudus e foesas dren1, das. a perltorla, 
oude a rede de cllstrlbulçllo de Agua é 
inexiutente, carros pipns abstecem a 
retlldênclu hubltuda com o pr·oduto pre­ 
vlamente tratdo em estações provisórias 
Pedro Pedreira 
tro C:e pouco" dias o Correio Jardluense 
voltará a clrculnr. O povo de Jardim 
precl~u. também, de um jornal Livre para 
defender os seu !ateres es ... Estamos ai. .. 
l TERVE ÇÃO EM JARDI!! 
E tu nllo foi confirmada, mas ... 
dizem que o interventor em Jardim erá 
o advogado Cirio I<'alclio. amos aguadar 
11 de enrolar dc>s c.contectmento e ver 
no que Yul d11r o problema "prefe!tt:ra 
de Jardim". 
CARACOL 
egundo polavras de um deputado, 
o prefeito de Cura<!ül ·eró Domeado 
dentro de poucos dias e o povo caraco, 
tensa gc tará da escolha .. ão ralou mab 
nada e nada mal,; lhe foi perguntado. 
SSIE 
Dr. Nelson Derzi 
CRM 23.. 82 - PF 4L.98.88.337.87 
Eapccinfü.ado cm CLINICA MÉDICA na S..uta 
C:aia do _Rio de Janeiro e CIRURGIA GERAL 
no Hospital da Companhia Siderúrgica aeio­ 
nal de Voltn Redonda, 
Membro do Colégio Brnsilciro de Cirurgiões 
CIRURGIA de: Variz«, Tiroide, Ve«iula, 
Ulceras de_Estórao e Duodeno, Ginecológicas 
Hérnias Abdomíais e Tratamento de Varie, 
Cllnloa Sta. Cecllla Rua 7 d., Se1cmbro 175 
Fone■, 431-1924 e 431.2396 
lesidencla; Rua Antouio Jo4o 768 . Lo Andar 
Fone - 431-IOU 	Ponta Por!i llS. 
lostu),1dus há mese por equlp mlllt re 
do Exército (Aqutduuena) e da aéronau­ 
tlcu de (Campo Grande). 
O restubelc~ctmenlo du dl'!llibulç/lo 
de energha eltrioa esst se processando 
acclerndumeule. A.,; equlpí! d11 Cemut 
provldenc'11m n manutrmçfio do gerador, 
nllnhum o8 poste e nivelum recie nos 
ponto que verificaram desajustes. 
Dentro do uma semanu serão feitos os 
prlrr.elro~ testes paru normulizar o forn • 
c'ento de energia e)P.trlcu para todu a 
cidade. 
EN 
[QJ 13! 
4045 
Is 
A ccledutle Esportiva Comercial. 
ele Jarrllm. enviou através dr seu pre~l­ 
clente, Ellzeti Rlbai; Trlndadt> um convite 
"à qualquer do partoipantes do Bela­ 
vlsUío" pura uma oartlda amístos1s. Eli­ 
zeu ugeriu as datas de 9 ou 16 de e. 
tembro, na dependendo dé um contato 
pessoal, esrn datai- poderão er modifi­ 
cadas. Nu oportunidade, o presidente do 
Comercial (atual presidente da ca.mara 
Munlr.lpol) parabenizou o jornallste. Ival­ 
do Pereira por sua Intenção de rea tlvar 
o Correio Jardlnense, ~olocando-se a dls­ 
poslçií.o do mesmo. que hini11. parall­ 
zado sua clreulaçiio, voltará dentro de 
poucos dias e desde já frisamos que da­ 
remos um enfoque especial ao futebol 
de Jardim, procurando reviver quelas vi­ 
brantes !ardes de dnmisgo quando o 
E. C. Jardim elevava bem alto o futebol 
local. Então ao povo de Jardim prinel­ 
pn.l.nente co de1:portlstas. aq~ele alô: 
logo estaremos de volta e com força 
total. 
ÚLTlllAS PARTIDA DO COMERCIAL 
19- Comeraial 1 x Vista Alegre 0 
29 - Comercial 3 x Vista Alegre 3 
3° - Comercial 1 x União de Bonito O 
49 - Comercial 4 x 'err11ria o 
5. Comercial O x Unlão de Bonito 3 
6°- Comercial 6 x Ferandão E. C. 0 
iº C'>mercial 4 x f:M>rnandão E.C. O 
Rodado 
dupla no 
Octávio 
Fontoura 
HoJ {domingo) o 
rela vistão terá pro»se­ 
guie to com o! J0os , 
Cuca e Peca x Oporárlo 1 
e essenta x 19 d Melo 
Pira o Sessenta ser 
uma p rtldn dccl-:lvu, no 
tocante u uu prelenst1o 
o o titulo. pois o time de 
Ozail não pode pensr 
nen.. no ürnpate, quanto 
mais na derrotu. JA o 
li? de Maio, qur atraves, 
sa uma Dequeuu crie 
de ,tlreção {011 cnrtP)us 
então brigando) entrar 
em campo com o firme 
pro póslto de jogar aquele 
fut..-bol que o tornou um 
dos melhores times do 
campeonato. E><perumos 
que a crise dos cartolas 
não i::f!ua na utuaç/lo 
do quadro dirigido pelo 
comp2tente Ivan Nelson 
. t>m crise ,,credltavámo 
uo 1º de Maio, ngora, 
com todos e lei- proble• 
ú.ts , poderá oúo rPoc1er 
o uliciente. Já o Caça, 
se>,:rundo o Joaioo, ent.a- 
rá pra vencer e se 
posslvel, de goleada. O 
OollrArlo jogará coC'.l 
todos os eus jogadore 
titulares. Inclusive o Ivan 
que pnteaàe ablscollar 
o troféu de artilheiro. 
Caça e Pesca 
ainda n0 páreo 
O treinador do Caça 
e Pesca, Josino Pinheiro 
esteve em no,sa redaçl!.o 
(Jo11úio é uma visita 
sempre bem vinda) e na 
oportunidade desa que o 
seu time, ainda está no 
páreo. Frisando que estA,,. 
faltando ,orte ao seu ti- 
me, Josio disse que irá 
vencer as suas duas ul­ 
timas psrtidus e que fi­ 
crá com ô pontos g·a­ 
nhos junto com o União. 
Restará ao Caça torcer 
para uma dertCJta do 
Nautlco contra o 12 de 
Maio e uma derrota do 1 
União. En sua ultima. 
partida contra o Nautieo ' 
ficando :ush:l'I 4. eq11ipes 
com 6 poatu. 
IS SUB 
, 
FE Ili 
Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo dei 
Viação Cruzeiro do Sul 
A Empresa que pensa nos mini mos detalhes ... 
Para o seu Conforto.