Governador Marcelo Miranda 
Rcccpçào no Aetopox to 
Ap6R u ml1'l!lll <'amp·1l tndo,.. l'or11111 
recep.;Jo11ar o go,·,•roarhr 11rr,,Jo llr1111- 
da e sua comltlvu, no 111 roprirt , lo1·ul. 
Politeos e por receber±m Marcelo 
Pedro'l<,lfit! com muito e11rl11llo. t) HPl'll 
dor Pedrosian disse de ua ale!ria ' "' 
vollur a Mela VI«ta e reafirmou o pr<,­ 
póslto de contlnu1tr a Juru 1•rn pról clu 
Prlr1eesn do /,pu ..  comitiva ge>vt'rtlil­ 
mPnto.1 acompanlrnda por d.:1.,•rHli' dl' 
carros, seguiu porn u prnçn ,lvaro 1· - 
curenhus hOodo soududa nr, rar:1l11ho por 
popul&reo HO':! gritos de lnrct'lo Elv e 
Pedro'', 	•• ' • 
Com a prei:;enca do governador 
Mureelo ~1frunda; srnndo;- Pedro Pedros­ 
~lan; SC'cretftrlos de Estado, Ten. Col 
Conrado Dias (comandante do 102 RC,) 
Lufz Carlos Nazaret Superintendente 
regional do 8f-lnco do Brasil, Autoridades 
ilillltarei. do Pflraguay; dPputado Rude! 
Trindade; verradores de Bela Vista, Jar­ 
dim. Caracol e Porto Murlinho; prefeito 
de Campo Grande Albino Coimbra, pre 
feito rle Aquldauana. Pedro Ub!rajara; 
prefeito de Jardim. Fernando de FreilaR 
prefeito de Caracol Oscar Fnreira LeUP.; 
prefeito de Antoalo JoAo João Fr.-ilre, 
Assessores do Governo Estadual, politicos 
da região, presidPntes de Diretórios e 
grande númrro ele populare:,. O ato de 
pos~e. pela prim
0ira vez, em Bela Vista, 
foi Pm praçu públi"n e o povo vibrou 
com as palavras proferidas por Ely, Mar­ 
celo e Pedro. O prefeito belavistense. em 
determinado momento, Llissa: "Tres 
palavras dizem bem o nosso sentimento, 
o sentimento do povo de Bela Vista - 
ATÉ QUE ENFIM 
Missa Campal 
Às 8 horas foi reE.llzada uma missa 
em ação de graças, dedicada pelo pnvo 
de Bela Vista ao prefeito Ely. Na oce­ 
st
ao estavam presentPs os vereadores 
Carlos Centurião, Getulio Lino, José 
Marques, ldelfonso, Pinheiro, o coman­ 
dante do 10° RC. Ten. Cel Conrado Dias, 
f.utoridades militares do Puraguay, j orna- 
tu
lSl~s e ceatPnas de pessons. Na opor­ 
mdade o padre Jaime enfocou a parã­ 
~oia dos talentos e disse da satisfação 
h 
O 
povo pela nomeação de E!y um 
ornem do povo. 
_I 
f/ 
r 
Prefeito Ely de Araujo Barbo,:a 
Governador e o Povo 
Saudado pelo grupo dP- jovens. 
cantando música u governa<ior Marcelo 
Miranda procurou os abraÇ'.lS populares 
e a populaçã;:, delirou quando o gover­ 
nador disse "não vim trazer promPssas 
vim verificar o que Bela Vista precisa, 
e junto com o pre!elt(l, vamos trabalhar 
pela solução dos problemas''. Após a 
poslle de Ely, ~o governador Marcelo 
Miranda, com vibrantes palavras disse 
de sua 1;atisfação em estar em Bela 
Vista junto com o povo. Disse ainda que 
nomear Ely de .raujo Barbosa era cum- 
, 
CERNO CONSTRUIR.A UNI 
DE SEGLURANCA EM B. IST ., 
Ceio ~m brev6 contato com o gov, Mar• 
no P ~~:_anda, o mesmo nos 1formou que 
coo ro~
1:no 11.no o Governo dará inicio a 
rle Slrue;ao d.a uma Unidade Integrada 
tni~sie.gurança. Disse ainda que é inad­ 
ho~ vel um governo, ruja meta é o 
Eeguern, relfgar ao abandono o setor de 
$i,}%?ga p&biteu que em todo o Estado 
blica ICttá.r10 ·•. A resprito da cadeia pú­ 
Pelas 
10
!ial, Marcelo ficou surpreendido 
o sec conct~ ções da me;-ma. Disse que 
Pere· retár10 de sr·O'urança. ,João Batista 
da :a foi verificaºr in loc0 a situaçãe 
o."a, ficando abismado com as 
a..,"Oes, prometendo providencias 
es. 
O chefe da Cesa Civil, Leite Scbi- 
E 
midt, disse tambem que o atual predio 
onde funciona a Cadeia Pública será 
tombado pois represP.nta om patromonin 
histórico do município e do Estado. Leite 
Schimidt a.firmou ainrta que o setor de 
segurança será uma das mP.tas prioritá• 
ris do governo Marcelo Miranda. Re<l­ 
fü·mou o propósito do Governo ~m cons­ 
truir no próximo ano uma Unidade de 
Segurança em nossa cidade. Esperamos 
que esta coni!lruçao tenha rmc10 o maie 
breve possível, pois, agor?, não .há des­ 
culpas a "caravan~ da alegria'· veio a 
Bela Vista. Veio, viu e se surpreendeu ... 
com a recepção calorof!a do povo bela­ 
vistense e com suas dificuldadt's. 
prir um <lrsrjo popular, pols ele represen­ 
tu o povo. Qunm , .. , f{J na pr,,f-,ftllra, não 
é o Ely. ~üo voe""· O povo prc,rnnrn na 
paça uplaudiu dt
1morn,11moot~ o govr>r­ 
na dor que tu u1 b"m (, povo e que fúln 
como o p,)vo J!• b• 1. 
Audiências 
JflÓS as Olenilades o I{ WCl'Jl[lÓOl' ,for­ 
gelo Miranda concedi u adleneIs na 
prefeiturn munlcipnl ao', vMParfoMr:, 11 
,r;sociuçíío rle P11f-; t• M(:nlt'1'H, ao Hotary 
Cluh e à luçount'ia. 'f'()rfo: foram ouvi• 
dos e Marcelo enviou suas reivindicações 
às Secretarias competentes. Foi servido 
mais uma vez, tlO povo e aulorldadea, 
u!ll arroz '!nrretei1·r, sendo quP o gc•nhor 
governador aµrovou multo a ldóla, poi11, 
mesmo cout,·ariando os "manequins", re­ 
presenta a verdadeira int"grnçãu povo e 
aulorlrfades. Os políHcos, repetlmoa, que 
não se integrarem com a atual filosofia 
do governo. que é popular, sem dúvida 
alguma pasrnrão para o rol dos (j que. 
cir!os. A pos,;~ de Ely foi unw fe.;;tn e 
lfarcelo Mírundu. pes-;oulment•J ve!'llieou 
a força do nosso prefeito qu& qui em 
Bela 'll8ta reprePr□t.H a força do gover­ 
no. , recepc,ião ao governaclor e sua co­ 
mitiva foi culornfla e ~farcelo :'.lirnuda 
levcu de ~ela Vísu, não l:!Ó r·1:-ivindic1;1- 
ções, !Ilds tombem o citlo1· huwuno de 
sua gente. 
Destilaria de 
Alcool ara 
Fela Vista 
Em eu discurso de 
« FI do trufo dls- 
JHI •• ' 1 o do 
e que insta/'! 
uma usina de b nefleH 
monto em tola Vista 
,,,•tlll ,1 1111!11, ,li) pnrtl. OH 
no+ os inúmero proble­ 
ms e que o otrt 8e 
riam teto}vido poste­ 
ri.rmnte, pnl 1 '
1
,lr1 ltw 
tala@o trai Inúmero 
benefietos, At«lto, '­ 
nenn,ento, Rodovias, Co­ 
l.111111<',J(,:Ú< ~. ~l'J-ll)rlll(Jtl, 
1
,,
1
,,m 111, Jld1.1
1 l'OJll•J 
onwoquneia da itd 
leão da destilaria. O 
povo IJ, JaVLlll'll 
1
' vl- 
ln•o•t JilHh lltlll V!'Z, 
quarto Marcelo ara­ 
HIt que uma usina erlu 
Istladu em nowsu Cl 
1l11d,•. !}l!ltll ljUC1 llr'lll 
V«tu pouf todua d 
1:on.JlçôP1I f.lllrtl hw ,, 
que etu de#tllurla er 
uma reultdnde. 
Lucidez e 
Equilíbrio 
O deputado Jorge 
Arbage (ARENA.PA) a­ 
cw:ou o purtido <lo. Opo­ 
si;üo de assumir uma 
lluhn d'ti oouúuto t;l6t(~­ 
mu1lcwnwnta radical nu 
combate ao Governo 
procurando de 'J.Uill([Uúl' 
rno•i > r:,,m
1
,rorJJP(<'l' tl 
imagem dos homens que 
integram o curo adml-. 
nlstrattvo do E tado. Pa-. 
ra o vice-líder dn Maio­ 
ria (J .'.1lJfj rc1(/1. cuiente 
d, lu<:ttl(:Z e ,,11ull1brl0 
pum o desempenho do 
pop!:l q,1e lhe ic-.::uwbe o 
prncli:.rn polí :e<, do País. 
,forg~ Arbege &.fir­ 
mou que no ;,tio du O· 
posição ex.lstern ii6JJl'e­ 
seutantes parlamentares 
de conhecido valor polí 
tico, mas ao lado destes 
reilita uma ínF;xpressiva 
e claudicante minoria 
ídeológica, que "vomit1. 
ot:trmant:;nt"'roente a ver­ 
Mna de seu Gdio ínconu. 
do". 
"N{= 
do v1m aqui para 
conversar. fiado,, 
Em audiêocin com vereadore<> bd­ 
lavistensei,, o g!Jv •1·nador ~larcelo ,:,ofo­ 
cou &s rr.&tus p~ioritâr,;o; de PU govec­ 
n o e disse .Que 8ela 
Viste, sem dúviia alguma, integrar um 
plano d& desen<vr.l•:imeoto a que 0s e­ 
readores bela1steuses não são obriga­ 
dos e. c.:rniw.r em qc{;HJ t'eté enlrúndo, 
as que a :-orna de s E'F!o.;-<,•os Ji,v~ra a 
r·esultados reais de d~,-, .o,·olvilnPnto. 
Pediu que todos Cdt':lll í'U~1rr..s ':!' tor­ 
no de Ely e que o dtá!logo seja fator de 
.integração. D15::>e gu:::: u seu governo se- 
rà de prioridades e onde for necessário 
uma atuação mais diamica e!a ser5p0s­ 
ta em prárica. Enivcou o Pro~lr.:oQl corno 
soluçEo para o ptoble.rna 
energético e enfatica­ 
mente repetiu: "não vim 
trazer promessas e mili­ 
to menos fazer demago 
già, quero _air do go 
verno como entrei de 
cabeça erguida''. E!ooioo 
a urüüo dÕs vereado°i-es. 
sem cores partidária;;, e 
pediu, mais uma vez, 
que as riivergênciar, 
quando houverem, sejam 
resolvidas através do 
d!f!1ogn frc1nco e aberto. 
nróprio o.e homens iate• 
ligentes e conscientes 
de hUBs obrigações peran 
te a comuniaade.

Mer ari 
~ 	/.j/1)/ 
ull 1J1 , 
da 
CDMEIICI 
& ME EI OS li 
S , "" i- folltn l,. ,.,. n, ,ai 111 '"/'' li•. 
is- opagiz • Malas, Produtos ter!nri 
li, )Jr •., 111011!1 ,1,. 1 JI .. , 1, li" 
Mtriis para bileias, pars inta!só# 
]trens 'l t imenti - 'l#tas Arria 
para ptenle - ometleoe lo!ç1, 
Huna »conde de 'Tauny, 523 
Nitoque to Grosso do sul 
lndú&trins Motnlicnr. lrmnos 
/nlllll05 
COMUNICADO 
r,,nnw• 111, ndrnllo llll (Hkinn do Mnarion. 
Temo nra pronta entrega: Portas 
de corn'r, GrnrlP'- cil' proteç,iio ,lt1IH'· 
las venezianas, Vitrós e ferrari em 
GN!ll. l'Ot-1!-o,; Preços C'qu•ip.1ruru•fi(I 
com os do Cnmp0 Gt·and::- .'lkncli­ 
mento feito por pessoal espeeiulizdo 
-- - _, , -------------· 
Qunutio ,oc(> fôr tt Campo 
Ort1ndo ,l.itt> o •·Dmr l.RQUtS" 
ar C'ondicl ,u1ulo. ~it:tl'U1fl Hoclizlo 
Csmpo Oraac!P 	ilS. 
CISll La ZfllOITI 
De Miguel Lcn:z:llloBI o FIiho 
'idros . Ferr,,, . Ap rr-llto, S!lni1í1r!o• 
Tubo, C:!llrnn!zado~, p11:,tico, . Tinrns 
1.iomb , p.ir:, Api:l, !'!l' 
Rua Augusto Mascarenhss 589 - fone 1093 
Aquldnuunn - ~1oto Gro1;so lo Sul 
Lotes à 5.000.0D (cinco mil c:-u. 
ZtlirOt<) preços de lançamento 
Jardim F.-philo S:rnto, o mclbr•r lo1~11- 
maa10 da cidade. 
O m,•lbor e mais Central da cic!nde 
BmpreendimentN Abdct!ln S:iln ,(Pupito) 
E.critório, de Yl!ncla " informações 
SETEAGRI {Representante Nivaldo de Barros) 
Bela Vista MS. 
Num ris de fato que poderim, 
perfeitamente, erem condrn«do em 
um peça 'entral, ou em umn novela 
intitulada "A (Comédia", ou 'A Fre In 
fiitn", o Dr. Ferunndo de Fn•II, "• Prn­ 
feito 'IIerVenclonado' do dardlm, con. 
vldou, espeeinlmnte, autoridade, pes­ 
os gradas, e de eu seleelondo 'cur­ 
rlolattum'' para assistir n "pose" do 
Interventor Paulo Américo do Rels, 
Imaginem o leitores, penas prn 
uIg111llllfillll 1 1:1,m lfllll fl1111110, l!Olll {!Ili 
l't11 1111(' IO, o nolJrh i111Jot· ('/11,!'o rlfl ('Ell 
8 receberlu um Pen Cel encarreudo de 
umn indfcnela para uma 'expiadel' 
nos Buluneeto ou Prestações de ConlnA 
qu<•, por dever de ofelo, teria de sub­ 
lllt 1,
1
1' li 1j)l eelçào de ewcnlóe superlo. 
Polfl IH'm. T~~H• ''/nlmo", 11ílo foi 
quele que se constatou nn "pose" de 
Pnnlo tm(•doo, Prufolto "por lcl", do 
,llll'dlm. rJur11nl HO dlul', !10 <lln11 oRtm; que 
ÔS})('['U!DO:{ f.l(' l'l'piln,11, pt,I' <IIVOl'BflA VC7.1:'fl. 
O Dr Fernnlo de Freitus proce. 
d u. dl· C't•rt:i f,irm11. Colllo um "IJoHt" 
(nnfllrlilo) qu:' tiVP8'1l' convlrluclo p,iren- 
11·:-1 f- nmigos parn um almoço, ou 
"corklflll" ... 
Flou, tambem, não propriflmeute 
pnra se congrntular com a .t to lntPrven­ 
ulonistu do Govcmw, mBs puru abrir us 
portns da Prefeitura e dizê.la preparada 
"for tL,o ordeal" (parn o que dei· e vl,:r). 
E se fosso só isso... 
Com unrn coragem que merece rA­ 
glstro, o PrPfrilo ''lntervenciouudo" ln­ 
terpretndo, fielment , o ambleule políti­ 
co nnclonnl, preenche de sucessos do tipo 
Lutfnlns, t1Tnlul's, Bunco füo Econôrnico, 
compra da Light e Uslnus de /ngra dt,s 
Reis, Open Marlrnt e lnflnçüo, disflo para 
quem qulsosso ouvir: 
- que tinha, mesmo, cometido nl­ 
({Ullll:lB lrregularidado8. corno u emissão 
do uheque prés-dntados. 
Evldentemeuto. el!éque prt)-datado 
quer dizei', o.penas, "CHEQUE SE~! FUN­ 
DOS'' e se um Prefeito, o Ato da Inter­ 
vençiio confessa isso, é de rrer-se que 
sua confiança no desfecho rla novela é 
o mesmo de um jogador de poquer com 
4 ases e um corlogo na müo. 
No peque::O rosário de irregulari­ 
dudes desfíP,dos pelo D1· Fernaudo de 
Freitas, apareceu tamb~rn, um "Padre• 
Nosso". Emitiu, em diversas oportunida­ 
des, V!llt-1s para pngameuto de funcio­ 
nórios. Esse~ vale!!, couhecidos como 
"vales-corrida" do Dr Feroaudo. tiuham 
endernço certo: Casa Euro-Brasil e Mer­ 
ca dinl.Jo São José. Comentou-se, certa 
vez.que, quando a conta chegou a 
CrS 700.000.00 a Casa Euro Brasil levantou 
bandeira bruoca ... 
A Edilidade de Jardim represen­ 
tada pelos seus Vereadores, riam con­ 
trafeitos, uma vet que a elu cabia, pnr 
l<.>i, um paradeiro o est-as "cosit118".,. 
Mas, a Cu.mura iIuoicipal, sabe o 
risco que ·corre em t mur utitudes coo­ 
tru um Prl'feito que não tem papas na 
1Joaun e que, uo engrossar o caldo como 
no bcaso do tal ''cheque sem fundo" pa.ru 
• • • 
. d,a EdIs, pas 
pagamento de jetons 0" ,j4 e Inde- 
Ieçar de morte os hum 
fenos representantes4 do p00. 
0 plor de tudo é que na Deleael 
,. f I CuOlfHV/1•80 um 
Heglonal de Pollcla !' q.5 meses!!! 
reponsu vel que no dt•cor re>r e, foB 
n/lo nr,!1011 Jc-lln, nl'lo deRcolirlu rn;um: 
no teve ttnço criador+ P;%,,"~ 
Ili li
. r.nm o Rru cJnvrr. q110 fmp c,-1, 
' • 	{l lf'I' O QUU 
dúvidnu, em riscos de função, Pd "_ qes. 
o !!• OCI'0110 povo RUl•rnntof!1'()Ht!Of18C 
lfnn CrS 18 oon,oo Ul01Jflalr1 !ieITUlldO fomoH 
lnforin111tos. 
A. C/lm11ra Municipal de ,Jurdlm, 
aomo todns s Càmuras Municipais, é UI 
poder desurmndo e, Infelizmente, nesta 
Comurca o/lo c11conlru guf.l'tclü, apoio, 
eurunça par seus umros dias de 
"' • 	1 , ·11 ve'I. vir 
apústla, ueeesitando, cerit ,. 
trn1m do
1 
Pontu Porii pal'l1 que os Edis 
putl<•0sem, ao menos, rf'pouslll' trauqullos 
ao lado de suos fnmlllns. 
Nudn obstante, tudo l~i;o, ?U, menos 
por isso mesmo, houve "festa" patroe­ 
nudu pelo Prefeito ''intervenclonado D1 • 
Frrnnndo de FreltaR. 
Ao Coronel Paulo Arnérlco dos Reis 
u quem admiramos, extirumos e deseja­ 
mns um feliz sucesso em suu nurln 1:1g111- 
davel misso, que, se não é um dus 7 
trnbnlhos de Hórcules, tem um slgul1Icn­ 
do muito Pspeclnl, pcls Paulo Amérl<io 
é um dimunte entre duas rochas gneas 
Senador Pedro Pedrosslun e DI' Fernando 
ds Freltu11, pud<'nrlo acabar sendo tritu­ 
rado poi· <'lus i;cm fazer com que para 
mereoê lo ... 
Cyrnno de Bergeruc 
QUA TOS 
O ABORTO 
MAT HO 
MUNDO 
Novu York - . Rlí11- 
sln, França, Itltna, Aus. 
lrla. Gréc:la e quase t. 
dou o .. pnh<'s comunJ,;. 
tu'> dn Europa Orleulnl 
cncontrnnI·~<.> entre à­ 
queles onde existe talor 
número dl' ubortoH em 
relação o nascimentos 
Hrgundo eflbtistlcn ola­ 
bornda por uma organi­ 
zação médica intE'roaclo­ 
nul l! !PPfi'. Ner,se primei­ 
ro vrupo - onrl e ocorr1
1m 
muis de 500 uborlos por 
mil rrnsclmcntos en.non­ 
trnm-se apenas dois 
pulses lallno-amerlounos 
Cuba e Argentina. 
No sPgundo grupo 
de 201 + 500 abortos por 
mil r.usclmentos P!lCOo­ 
trurn-s<.> Brasil, Estados 
Unidos, Polônin, íle­ 
manhu Oriental e Suécia 
enlrt' outroi:i paisei,. Na­ 
ções com índices de 50 
a 200 abortos por mil 
nusclrnrnto~: Espanha, 
Cunudá, Alemanha Ocl­ 
denml e grnnde. núm<.>ro 
de puíees da Africa e 
América do Sul. Da Cbi­ 
n comunistu os dados 
são dPscon becidos. ( A.gen 
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On I' .r,Hloxo! . fal elda e ta a 
viva'. r: c ... 1nvn 11um 1 1<ltlli o l• ri", 1 
ela. como todo mundo a supunha moru 
e d l vez que aparecesse nu fr, 111t• ílt• 
alg,1 rn e, ,ih cltio t•uu 1.-l aquele tt 11 
terno e ela mesma Jh/11 •ria 1.11 l-1 r ti 
l!Ul-lO lt'U par, ntes o teceb r tlhl bals- ' 
co, P !11 d • "fantasma" n gente e defen­ 
de como pOc1t>. t>,•n !'Indo ol !fü, prM'llf('II 
cJcullnr-H·. I' col111 u a casa da madrnh 
tas cono uão poderia tear all , em ela 
ber, resolveu aparecer na frente dela' 
d u tudo errado, 11 v lha 1;1orreu no 11l11. 
Por jsao agora nriqutta, "llnuo11", 
chorav desconsolada o complet lltH'11t,1 
de orlu11tnda 
Aflnul, ('!:t nlio podln nwlt-1 i;111rnr 
tar aquela sltuação. Resolveu parecer 
em público ci N!Clurecn 1urlu. , r,1101Pl1 a 
provldCnclu foi dl1<;plr-se du mortalha. 
Assim, solu à rua num vcqtldo du rna. 
drinba e de cbelo penteado: parecia 
outru. Por oocte p::iE<sovu eucoolrnvn um 
grupo de pessoas Jliiculíndo: "Cud~ " 
cadáver'?" :fos ninguém reparava ut'l:t. 
Finalmente chegou na pr, ç11 púL>lka (on 
de huvfa um tablado armado, poii; ull 
haveria um bulé não el de onde, que 
acabou nl1o vindo) e logo COffilªÇOU a bvr­ 
rar b
1
1:llericamnit1°: "Tou vín1. tou vl·u!" 
Juntou gente no mesmu boru e el1..1 t•'P 
que subir no t1:1blad() par11 que o povo n 
pudPsse ver II reconh»ce:-r. No <>omrço 
ninguém tavu ent1:::::dendo oada e alguns 
até peosuram qu<.: eru o tal balé quH lu 
vir e não vinha que tinha chegudo e 
oome(,lado o espetáculo. Con,o o nos~o 
povo adora arte. começaram a aplaudir 
freoeticarneuie. "Vivo. o balé moderno, 
viva! •·gritavam os mais eotendidos. 
Mas o m1:1l entendido uc:ibou logo 
quando uns parenteR da "finado" a reco­ 
nheceram e começaram a beriar alar­ 
madús "é eia, é elo!". f-IouVE- badérou, 
desmaios, vomltoB ... Ern rnguida fe1,;ta. 
Aquela era uma sltuação que ruertcia u 
maior festa. E que festa acontecE-u. Em 
melo a folia, a ''finada", emoclooadlssi­ 
ma, explicou pro repórter Pedro Pedrer;u • 
lho, do jornal dl:L época - se charo1. vn 
Tribuna. o que tinha aoontecido de fato. 
Ela não tinha morrido, mas sofrido 
um longo desmaio paralizador. Acontece 
que o medico q:;e fez O Jaudo estava Rua Antonio João 1011 
embrlagudo (pela novela do rádiu) e se 
enganou. De forma que a botaram num 
rico caixão, a velaram a noite toda e­ 
fioalmente a enterraram. Porem, como 
na hora de jogar a terra sobre o caixão 
velo aquela tempPstade, todo mundo saiu 
correndo e a covu ficou abertn. Foi quan­ 
do ela acordou e "ª levantou. Flcoo 
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muiH prov(i v, l i11u•rll knr 
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ra pollllcn". g,11·anl111 
ô 1)0 mintntro tln Plnn<>­ 
jsm.-uto, Delfim N('ll0, 
para quem a estratégla 
f!GVC rtl'1meota l pr '5SU f)Ol) 
urn coojuuto <le mt•rlitlu • 
para conduzir à 130luçf1o 
simultânes de três pro­ 
blemas: b.lanço de pi • 
f{'l!tJ(ll)t(} ' Jn!!ue, o o 
enerz'na. 
'} r f;;htro l<iv •rUu 
que o governo fr um 
controle rigoroso nus 
empr ai tatats ("só 
vi 1vestir quem tiver 
revurwos') e que no ha­ 
ver mol fanc1amen­ 
to do Aéfeit das empre. 
sas utravé de empt6stl. 
n::o-s ext<•1r.01, "forrn11 
primitiva e p0uco 1ntell­ 
geotc". Delfün €-Xplicou 
ainda que o acesso das 
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Vamos lutar juntos por um Mato Cm .. o do Snl 
melhor t mais humano 
Pedro Ubirajara de 
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PrefC'ilo Municipal de 
Aquidauaua 
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I «d Aquldquan, través de todo os 
A CAmar Munteipa ", évlstene pela escolha de El, " 
tore, abenta " E, iéipl. Nesta oportuutdte,," 
Araujo Barbosa para prr'' 6sito de contributr para a uni, 
uma vez, rettrma o seu "",,#, A nomenuço de Ely de Ar o o 
desenvolvimento da nossa r!' ~der, ols ele tmbolfza ~"""lo 
rboa representa o povo "!", +áitto do tela VI«tn. {{""S 
I ns urna, I v 	• /eeb4 
mas, , 9"" ~osso sinceros par.bens e vmo 1orar uquet 
enhor prefeito, s no ~trl, Somos prte de uma só r@j 
, te dlnlftena e que cons' • v	, 	o 'I«, 
corrente que w 	4rimos chegar o ambicionado de 
l' unlnrlo 1111 IJO!illOtl fOl'QUfl po Oll:ll 	esen. 
volvtmonto t!OCIUI, µol!lloo IJ OC(JIJOIOICO. 
Pronldl:nto: Edil Uoasny 
Vice: tJmlr O. Mourn 
lº Socretllrlo: Ney Gabrlel Aznmbvja 
22 Socrotúrlo: Orestes R. dos Reis 
Llder trenu: IIeladio do -rrurla 
Lldcr MDB: Críatoviio Albuquerque FJ!ho 
ºA . - 
· .ssoc1açao 
E 
O Oovarno do Estado de Mato 
Grosso do Sul. atravé~ c!1:1. Secrt:-rariu do 
Desenvu!vimentc Socinl - SDS-MS, repre­ 
sentuda pelo llmo. Sr. Secretf.u•Jo Dr. 
Rubens Nune,i Lln Cunha,., a Associuçfio 
de Desenvolvimento Rural de Bela Vista, 
I!rmaram, no último diu 1!J, Cou·vfloios 
que virão aplicar maiores recursos no 
"Prograu•a de Desenvolvimento Rnral de 
Bela Vistu". 
No nto, pr- •sent,.:-s: Dr. Huoens Nu­ 
Des da Cunha. Secretário do Desenvol­ 
Yimente Social, Dr. Gtordano Neto - Se­ 
cretárlo Adjunto, frmú Angi:>lin Alves 
Colaco - Pre.,idente da AuSOCÍllÇÍlO do 
Desenvolvimento de Bela 'i'lta, o cs 
dois técnicos executores do Programo. 
O Prograrnu de Desenvolvimento 
Rural de Bela Vista vem realizande a. 
tlsfatóriamrnte u m t r G. b a l h o 
de educaçfl.o de b a s e n o s p e- 
Professora: Maria José do 
Eplfanlo 
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0r$ 300,00 m nsais 
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11nlmundo F. Pinheiro, Frnuclsco Antoulo Santos e SIIva, Libido 
Assli; Godoy, Jalr de Oliveira, Mnrous O. Guimarfí1rn, 
PHolo de Arruda Leite 
A PEDIDO 
Desenvolvimento Rural de Bela Vista" 
quenos proprietários da região, buscando 
at.ruvés da produ!ividade e do deseuvol 
virn-ento ecouômico, o bem estar social 
lia população. Te!.n sido uutória a evo 
lução dos resultadot:1 obtidos com a im 
phrntação da 1,e1·ic!<!ultura, no município. 
A participação ativa, expressa e 
conscieat-,, da. população é o agente fun 
dameutal na criaçião do deseuvolvlmento. 
Com este- lema, procura se encaminhar 
um trabalho comuuitário, env1>lve1ndo 
toda a comunidade no seu processo de 
desenvolvimento, <>xplorando recur!los 
naturnis da região em atividades orien 
tadas técnicamente, 
A Prefeitura Municipal de Bela 
Vista participa efetivamente deste Pro 
grama de Açiio conjunta, apoiaudo o 
tra!Julh.; doa técnicos executores. "A 
Adrninistraçüo atual pretende agilízar 
l'liuds mais ec;Le trabalho de orientação 
eos pequenor- proprietários das chácaras 
de B la 'istn. em entrnsamento com os 
técnicos t>xecutores do Programa. 
l 
Os convénios firmados beneficiaram 
r!íretum~nte o Programa de Desenvolvi 
meato Rural de He1a Vista (impluntaçfio 
:-:. / dP culturas &dequadu1:1 à pequena {área. 
utavés do lrabalho de uma equipe técni 
e i) e o "Slube .grírola São Geraldo", 
filiado ao INCRA - Projeio Fundiário de 
Jardim mstalaç.ão de um nucleo escola, 
de serloio1Jltura. Estes dois projetos têm 
a participação efotiva da Prefeitura Mu 
niclpal de Bela Vista. 
Par os Técnicos orientadores do 
Programa de Desenvolvimento Rural de 
Bela Vista, somente nesta linha de ação 
conjunta, sa consegue realmente en 
c~1mrnh'lr .? desenvolvimento do munici 
p10 e reg1ao. 
Dr. Nelson Derzi 
CR.àl 23-882 - CPF 41.98.88.33·
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t d n· d J , • • na anta 
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Resistência 
ao arbítrio 
O deputado Waldir 
Walter (MD8· RS) comeo­ 
tou a posse e u reiote­ 
gracão des vereadores 
Glênio Peres e Marcos 
Klasrnan na Câmara 
Municipal de • Porto !l~­ 
gre e criticou a lniclall 
va do Governo de tentar 
an .1lar o ato, atra vês de 
ação judiolal. O parla 
meutar <lestacou a "longa 
resistência do Rio Gran 
de do Sul ao regime de 
arbi-rio e de exceçáO"• 
"Não poss n entender 
a reação do Governo a 
um fato como este, de 
iniciativa do MBD, gaú· 
cho. Os vereado rei:: foram 
pelo povo, pela Iegend~ , 
do MDB e nós temos 
que defender os seu° 
mandatos. Se eles hoU· 
vessem sido votados pe.· 
la ARENA, na cer_ta ~ 
Governo buscaria reinte 
gfá-!os" afirmou Waldlr 
Walter que interpretou 
a atividade do Ministério 
ais 
da Justiça como ID 
8 
uma demonatraQãO ~ 
IDá vontade com o pa • 
lamento nacional