R 
l 
0 prefolto EIy do Arnujo B11rbos11, oar('nbus, e das vereadoras Elba Lar,rn­ 
otcndeu upôlo cloR voreudoreR • mlrlne, jelrn, Rosemary O. Garcia e do pre• iJon­ 
.loun Pierre Palmlerl Batillanl, no sen- te ,rley para se colocar obtácul' 11 nas 
tido do ue mudar o parque Infantil da ruas om frente aos colégios municipal', 
bolrn do Apa parn a Praça Alvaro Mau- 
O Presidente da Cíl.mera Municipal de 
aelu Vista, José Joaquim Ferrelra:3outo, 
voltou de Tre Lugou , up6 partloipar 
do V Encontro do Oe ti) Bin llelro, em 
eompnuhla do vereador Moaolr Paes Bar­ 
reto. 
egundo lnformaçõesde Jota Jota, 
o seu encontro com altas autoridades 
nlio tiÓ de Mato Grosso do ui como de . 
"ashlngton • Os Estados Unidos não va­ 
cllarão em usar arma n11cleares contra 
a Un!ilo ovlétlca, se Motlcou decidir 
al:!car a Europa Ocidental. A advertên­ 
cia foi feita pelo ass01,r;or do pre !dente 
Cnrter para assuntos de ·egurança na­ 
cional, _Zblgniew BrzezlmkI. egundo ele, 
Dr. Nelson- Derzi 
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Golõ. , proporcionou subsidio valioso!! 
paro. um melhor trabalho frente à Cama­ 
ra lunlcipal. Jota Jota, na próxima edl­ 
ç!le, rnlatará o que se pu ou em Tres 
Lagoas. Ele nos trouxe um valioso pre- 
enti:,: um autógrafo à Tribuna da Fron­ 
teira, do pre !dente d11 Repúbllr.a João 
Figueiredo. 
"o compromisso dos Estados unidos com 
a segurança do. Europa é sólido, orgâni­ 
co e completo e 011 americanos encaram 
a segurança européia como sua própria 
segurança". Em Moscou, o governo da 
Unillo oviétlca fez um apelo formal aos 
paises da Nato para que não instalem 
misseis norte-americanos em seu terrltó· 
rio. Para .a. URSS, o Ocidente "não c!eve 
perder a oportunidade de manter a dls• 
tensão e a cooperação pacillca··. 
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Nelson Chagas e 
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egundo o prefeito "o pedido foi nton<li­ 
do lmecllatnment(1, m'lstra n coo ·clen 
tização dos jovens estudantes com re 
ferêncla nou probl 1naI1 comunl árlo .. 
Com f umulto, os jornalistas 
abrem reunião nacional 
Florlnoópo!fs - A abertura da 122 
Oonferênclu Nacional dos Jornnllstas. dia 
11 pp em Florianópolts, foi marco da por um 
tumulto e>ntre vários repre~eatantes 11ln­ 
dlcnl , quanrlo comecaram a definir 
quem teria direito a voto. O tumulto 
começou quando alguns rlele>::?ados sindi­ 
cais defenderam a partlclpaçúc com voto 
dos estudantes dn Fnculr:lnde de Jor­ 
nallsmo de anta Catarina, no que fo­ 
ram contestados por outros delegados. 
A. propostn foi CQ!ocadu em votúção e 
aprovada por 11 votos a 6, mas teve vo­ 
to contrário da representação catarh.:en- 
e. 
O de entendimento entre os estu­ 
dantes de !Comunicação e oa jornailatas 
de Florianópolir começou antes mesmo 
rla eonferêncla, quando os universitários 
iniciaram um movimento vi ando à mo­ 
diflcaçiio de rao~nte Decreto-Lei - nó­ 
mero 3.284/70 - que não permite às 
pe. oa!l que começaram R. trabalhar na 
Imprensa, após a ua vigência, obter o 
regi tro de provisionado no Mlnlstérlo 
do Trabalho. Eles chegaram a distribuir 
uma nota com ua posiçiío sobre o as&un­ 
to, mas os jornais 'focais não a publica­ 
ram Irritado , eles dtetrlhuíram a mesma 
nota durants a reunião. 
Ministro explica a inflação 
alta 
O ministro Murillo Macedo, do 
Trabalho, afirmou que us reivindicações 
de pisos salariais elevado.;, me!'mc. que 
se chegue a um acordo Inferior ao soli­ 
citado, siio um fator psicológico de 
pertm:baçiio para oútras reivln:licacõe '. 
contribuindo para o crescimento da taxa 
de inflação. 
A Comissão l11. ta do Congresso 
deverá aprovar quase na íntegra, o 
projeto do Ministério do Trabalho cri.n­ 
do uma nova politica s1:ilarial. [mpresll 
rios economistas. lideres s!nrlicülfl e 
politicos de São Paulo consideram 
omissa parte do projeto sobre o anmen 
to com base na taxa de produtividade. 
... 
a 
edocõo 
"Todo o trnbnlho 
realizado pelo 1obral. 
n+ses 9 anos de atua­ 
çlo, não teriam pee­ 
tração que tem nlo fosse 
o apolo de imprensa. 
fomamO'J conhElcl- 
!Ilento, atrnvó-i dl' recor­ 
te!l que chPgarum a esta 
Presidência, de reporta­ 
gens, sobre o Mobrul, 
veiculadas por esse ór­ 
gão. 
Gosturíarnns, por- 
tanto, de agradPcer à 
ulta chefiu da Tribuna 
dn Fronti>lra.: como tam­ 
bem no Chefe dP Repor­ 
tagem e demais jornaJIH­ 
tas, pelo o polo que nos 
tem prestado na divul­ 
gac,;fío do tral.>alho de, 
senvolvido por esta fun­ 
dação. 
E perando poder 
coniar i::empre com Uio 
Importante ajuda, colo­ 
camo nos igualmente à 
sua disposição e apre­ 
sentamos as nossas cor­ 
diais saudações. 
Atenciosamente 
Arlindo Lopes Correa 
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de fzer pr0pura J iáb três alunes. 
p )I' Cê! l() r 11111 ,p !)l>Ul~O comun,, fül ,l!)U• 
enchi o 1. Qhs bom eiua!s etr> si. 
Um só tinha cabeço (o de msnor Ql), o 
outeo eru ó o tronco (Ql médio) e 
0 
outro ó os membros (o de rr.ulor Ql, 
mas muito lnt·•dor an uo filho do pr f<'l• 
to) .. Juntando os trê3 dava umu peesou 
qu o normal no Ior-se um, indi ,tlnç!lo 
total quanto ao exo que pertencia. 
A prlmtlim (,i (wlcn) uula rol no 
meu quarto. Pra Impressioná Ios comen 
tei um texto borr,inno que diz qnc o. Cl~ura que me• 
lhor r,pr<'i eut11 Drus é um circulo (se o 
leitor se Interessa pelo ssunto, mande­ 
me 100 prnt 1t; que eurgirá pdo corrdo 
u LXpllc,t,;fío d,,wlh!ldt.). P.ua surpresa 
mlnh 1, el •s rlli'~ 1·Hm que is ·o não em 
novldudc, pois há multo, o bambolê era. 
ri f guru qu·i vencrnva!JI. Mão me abr.ti e 
segui adiante. Se á auto. fosse b<
1
n eu 
podcriP consrgulr u mcn::[ l1dude ad!nn· 
tada e em es~c o meu bjr-tlvo. 
Falei do tempo clr.:-ul.i.r, a obses­ 
!11lo borgluna, o tempo qur. rãc tem fim 
n"m c11meço e onde tudo 1:10 repete, in­ 
[l:Jltam"ute, e cuja representa.çüo no es­ 
puço equlvalerh ·Ro lubl,·L to. Fui de uma 
convicção dramática, como se defendes­ 
sc u-na paixilo t>xtremr. Meus Ftlunos fi­ 
caram impres:i!on:::.dí,dn,o,. O cab2ça 
até com ,ntcu: "A.g,,r a entendo a anistia. 
Sen;!o o tempo circul,1r, quem um dia 1>0 
foi um dia voltn." Mas al o Tronco disse 
'' . .í htl i..,,1 cle,,llzõ t0C:08 .... nilo ü.:veriam 
voltar, mtn, isso o/lo e:correu.'' De pronto 
inlclru-se UU!A. pulemica, negou-se Q 
tempo circular, negou-sn Borges. Ioespe­ 
raduLeutl'> o· que em só IDl'Vlbros qms 
saber se do 1..cordo com a tRoria do 
Sérgio Med ires 
tt> ,po circul' , Q 
uu }1) ,. ·r 1 o de 
- Desculpe, ma já 
nada. A ula de hoje 
dl e u com li JO, 
E Eles fora tbora "pré sempre" 
nl de mim se o tempo for me_o creu· 
1 t' Em cguick recbi a L. tl,1 d J'U 
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( Fundado n 20/2172 1 
CCC-MF 03201266t00ol-90 
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f, lrnurilnnç!To orlndora do e crlb;J, 
deve, sempre, estar presente em eu 
urtlgon o, mais, ainda, no titulo dn ma­ 
tórlu. 
Vorirlfcaado que a Hequêncln melo 
rimada da rnunohete, proplclarlú temas 
diversos para enfoque, ligados npcous, 
pela eufonia, resolvemos ndotti-ln, cer­ 
tos de que os leitores compreenderão a 
lntençlío o a Isenção. 
O Ilustre Governador Mnrcolo MI• 
randu é natural de Minas GPrals. 
Há mais de uma dócnda, em Mato 
Gros!lo, exArceu diversos cargos ligados 
à eletricidade, C(IDhecendo, como poucos, 
porlnnto, a problemó.tlca energética eles­ 
te Estado. 
Jardim e GLL são comunas frus­ 
tradas, para n!lo dlztir enganadas, pois, 
em diversas oportunidades, os organo­ 
gromnti que as inclula no rol das cidades 
a serem ervldas por energia eletrlca de 
Urubupungá, foram envlndos às calendas. 
De rato. 
l.Jm pique, part!ndo de Aquldauana, 
pa sou por ,Jardim e for terminar em 
Bela Vli;tr.. Por falta de VP,rba, ou me­ 
l.hor, por ter estourado li verba, segundo 
noticiado, esRe estud!l Irnece11, mas nllo 
feneceram outrc, destinados a cidades 
mnt bem servidas de políticos regionais 
interessados e de melhor caclre eleltor11l. 
Houve a reunlúo do Prodegran. 
té o General Ernesto Geisel compre­ 
CPU. Um festão. Churrasco de centenas 
de vacas. Sobrou charque etc e tal. 
Propalou-se, então, que de ~fara• 
caju viriam os fios para GLL e Jardim, 
Quando menos se esperava, es­ 
tourou a bomba. Bonito seria servida 
primeiro energia de Aquldauana. Logo, 
depois. estourou outro petardo. Bela 
VI ta seria contemplada primeira, via 
Ponto.-Porü. 
Finalmente, ante tarde do que 
nunca. o Governador ,fosé Garcia Neto 
determinou abertura de concorrênda e 
a posteacão veio de .Bonito até loaque. 
Lamentávelmente, houve carência de 
verba. outra vez, e as estações redutoras 
e os fios continuam sendo aguardados, 
até hoje ... 
Harry Amorim teria dito que, em 
98 dias. "Fiat lux". Conversa ... 
E agora, Marcelo? 
O Mnrmelo é fruto do Marmeleiro 
(Pirus Cydonla), planta da família das 
Rosáceas. 
Trata-se t!e um pomo grande, 
umbellcado na parte superior e de cuja 
polpa exala agra.dá.vel aromu. É ndstrln­ 
gente e não pode ser ingerido no nntu• 
ral, pois seu sabor é pronuncladamente 
ácido. Gontudo, do •·marmelo se obtera 
excelentes compotas, vinho, aguardentes 
e a tradicional marmelada. ( ... ) (Enci­ 
clopédia Universal-EPB). 
Alem disso. modernamente, o 
marmelo ,. passou a merecer a atenção 
dos pesquisadores, dado o seu teor de 
frutose, podendo tornar.se importnnie 
matéria pr!ma para a campanha :pró-ál­ 
cool, jl :que a Petrobrás, ao que tudo 
indica, do·chlio para baixo. como sem­ 
pre, continua cm plena maré vazanta. 
Fracassou em sua missão precípua 
(perfuração) o brilha como êindústrla de 
refinacão à de exportação de frsngos 
congelados atl'avés da lnterbràs. 
A marmelada é um doce pastoso, 
de marm,lo. 
Contudo, o dicionário de Aur~llo 
Mato Grasso do Sul Buarque de Hollanda acrescenta ao ver­ 
betP. outras glgnlflcações. slgnlficaçõe,'.estas 
fruto da Ironia e do gênio criativo dos 
bra1:1ileiros .Af-slm. continuo. o filólogo: 
2- Popular - Vantagem. pechincha. 
3- Bra:ltleirlsmo- Varle<!ade de o.i­ 
pim. 
4.- Iden- Negóolo desonoslo; mamata. 
5- Idell'• Conluio entre os particl• 
pantes de um jogo ou oompeUçüo, á fim Rua Gtn Lopes, n'! 810 
de que o r sultado sela favor»vel qurl 
u quem convém sulr encedor 
Outro dln Jardim tornou conhrci­ 
mento d quo o nobr Cop. lzerlno Vor­ 
gas da Rosa trina sido exonerado do 
cargo de Delegado Regional d Polfela 
do ,Jnrdfm. 
O fato nfio 1rnrpr endeu, nlogném, 
pcl quom conhece o provPclo cidndfio 
Alzorlno conhece un, virtudes e, mni 
nind, que, por causa dessas mesmas 
virtudo1:1, o Dele ado Reglon l ce Polfcla 
d Jardim foi, apena , um Delegado pou­ 
co convincente. 
. migo de seus cmlgoii, nlio conf.le­ 
gula se dPallgar de Inçoa al'etlvoa, mul­ 
to embora estes, n/lo poucas vezes, con­ 
flltassem com o estrlto cumprimento de 
sua mls lío preoipua, de Inquirir, de apu­ 
rar, de processar. 
Tornou-He untológlco, em Jardim o 
brioso Delepado Regional de Polícia não 
conRegulu durante 4 meses e dias que o 
Dr. Fernando de Frelta11, então Pref~lto 
em exercício. da Jardim, compareceRse 
à Policia para depor no ProcP so que 
lhe era movido em virtude de Queixa 
Cri:ne apre entada pelos Vereadores Os­ 
vndo Grubert, El1zeu 'i'rlndade e Ramão 
Barrlos, re pectlvamente, Presidente, Vi­ 
ce-Preside:te e Secretário du Camara 
Municipal. 
Apresentada a Queixa-Crime, no 
dia 23/III/79, o clrcunsoecto DP)egado 
Regional, transferido no· dia 101Vll[/79, 
ainda continua esperando que o Dr. Fer­ 
nando de Freitas compnrecesse à Delega­ 
cla, convocado que fora por duas vezes. 
O Diário Oficial do Estado pulili- 
cou e seguinte: 
"0 ecretArlo de Segurança Pública 
Resolve: 
Remover Azerino Vargas da Rosa. 
Delegado Regional de Polícia de Jnrdlm, 
Padrão "CV-6", do Quarlro Provisório do 
Estado de Meto Grosso do Sul, para 
prestar t-erviço na Circunscrição Regio­ 
nal de Trãn1:11to Ciretran, em Jardim, a 
partir de 10 de gosto de 1979" 
ão entendemos. 
Delegado Regional de Polfoia não 
é cargo de confianQa? 
Pas ou a ser de carreira, ou seja, 
de provimento efetivo? 
Ótimo. Então, porque o nobre De­ 
legado Regional de Policia não foi trans­ 
ferid<> para outra Delegacl'l. de igual 
Padrão? 
Seria, coisa em que não acredita­ 
mos, a intenção do Governo Ioi deter­ 
minar a transferencia apenas para feito 
de percepção de vencimentoe? 
Se assim é, parece-no& mals pala­ 
ta vel coloca-lo em dispo:ilbiHdade re­ 
munerada. 
E agora, Marcelo? 
_______ Cyrano de Bergerac 
t 
Especialista 
Rua Guia Lopes, N? 309 - Sala B 
Ponta Porã - Mato Grosso do Sul 
Ao an lar 
n, õ , l t l Cl' pç . , 
f! tributa! ao e -re. 
ernado Izuel A re 
.1 • 'll ri torno d llio 
ressalta deputad 
Irarildo Pereira (D. 
co. p rtar,,ento 
doqu ·]L, polltlcn. "um ho-• 
mem simples que s co­ 
locu acima dnR po I õ . 
p · . o· f;, J)!ll'll rri.p Jlar> 
s declõe. popular , 
jnmol e mo um cnlqu? 
ou dono du v rdfldc Ili - 
tórlea". 
1 
No e u eutandime: to­ 
n volta de Arrue repre-' 
senta o regresso do dar ' 
que faltavu à mussns 
populares, e mahi que 
!Rso, um grito d espe-
1
h' 
rança que eeoa no or-
1 
deste mnrginalizado, a 
a favor do homem sem 
terr!l, em pão, sem tra-' 
bnlho e doente, num po-1e 
Rlclonamento inlrnnnlgen-1 
te em defesa do oprimido.l' 
l 
c 
?e 
O 
- 1hr 
raçao ao :n 
r 
Divino Espírh 
to Santo 
E•pírito Santo você <ta 
me esclreee tudo que ilumi­ 
na todos o~ caminho• paru que 
en tinja o meu ideal, voe que! 
me dá o dom divino de per- • 
doar e c.qucccr o mal qu~ me 
fazrm; e que Iodas o in- 
lante, de minha vida está co-, 
migo, eu quero neste curt d5.d 
logo agradecer-lhe por telo E 
confirmar mais UDlll vez, que ln 
eu nunca quero me separt 
de você por maior que scja s,, 
'lusão ma1uial não ,erã ,, roí, A 
nimo da vontade que Finti' 
de um dia eslllr com VO! é e:am, 
todos os meus irmãos na glória!] 
Perpétua. Obrigada mais umsrá 
vez (a pessoa deverá fazer e±t4 3 
oração 3 dia« seguidos sem 
fu.er o pedido. Dentro de ss 
dias será alcançada a graça, 
por mais difícil que seja) puele 
blicar assim que receber dne' 
raa. · B 
M. J. V. dé 
Preço deste 
exemplar 
O MUNDO VEM A 
f[ 
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pr 
ezn 
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_?SS/ 
2as 
nh 
O munJa é pequeno: ele cabe Inteiro num grande jo:-nal,; 
E chega todos os dias à sua. cidade. Ou a sua <·asn, so 1 
voce é um do,- no_"º" assinantes. 
O Estado de São Paulo, um jornal de opinião pe1 4 
leitores que tem o que dizer. 
1s, 
Representante nesta cidade Deocleciano Va:'concelo• 
-------------~rra

frf• ■4• ffrntttrl 
DE SIVOS AGRÍCOLA 
,o depor na CPI que Invetla tt 
contumlnt o de wllm nto por excenso 
dt> aditivo. , o pr • lrtonlf' da' As<1ocluello 
dila Dten lvoR ,grlcolns, Rogle Ney 
N11hnl, afümnu ,rnr nccrssárlo mlll8 
e htsmo pir enfrentar ewe probler 1a, 
"pols n o hó. ouu·a ald vtAvel ao 
desenvolvlmonto do noAou. agrleullura 
não com o uso de defenslvos". 
Atém do Regl Nhal compareceu 
o ngrônomo 1~lvlr ,li.coh Alvos, quo no 
Paraná presidiu vrios grupos de combu­ 
te 110 uso ludlt1crlm1orufo de dof!lnHJvos. 
Em 1,ru llopolmooto defende! u 
nu d o gio de m canlmo 
mls ofialentes por parte dos minlstérlos 
d11 Agricultura o Suúde com relueão a 
. Aquele 
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Rua Duque de Ca xi 
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ZIO 
• 1 
A notícia que 
você esperava: 
Guaranâ Tai. 
Delicioso, 
refrescante, alegre 
e com mais uma 
novidade: dois 
tamanhos. Um para 
vocêl outro para sua 
famí ia. Um você i 
bebe na hora, outro , ·; 
você leva para casa. 
- Delkicso, 
/!= 
e o/gr'e COO 
• agente. 
• l 
1 
legislação., Friou que reconheci na ne­ 
cessidade dos tlufon Ivo agrtcolu, ll 
d Hde que I jam a plleidos m dos 
111elon1ds. 
Pora Re,rts Nahal, mu!fl rlc /DI· 
mador não é saber que o Br Il, enm 
tud11 Mtl dimensão terrttorla1, está 
deixando de plantnr mllhões de hectares 
u euda no, 'mas é multo mais grave 
llllbormoa que tod<JH o unoa são perdl· 
due gr ndes parcelas c!o quo planta.nos. 
Deu como exemplo quo o • Brasil 
porde anualmente 40 po!' centos ele sua 
produçllo do milho, 33 por cent(, de f.e, 
jAo, 42 por cento do c fé, e 44 por en­ 
to de canu-de-açuonr. 
O sonha tornou-se R alidade 
Agoru em Beln Visto, Existo um11 Churrascaria ond~ você poderá levar sua 
esposa, seuf; fllho11, seus aratgos e sentir-se 1·ee!meuta em sua própria casa 
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M edo ( MDB-RJ ) afir­ 
IDQ1 qua o projeto de 
pottca safaria} Pncami­ 
n •do p?lo Prei-ldente 
da República ao Con­ 
gT%=a Nacional frustra 
mi.ares de trnbalhado­ 
re não atend::"ndo às 
su ma!s " sentidas 
rei ·ndicações " . 
egundo o parlamen­ 
tar. a propcslc;ão gover-­ 
nanentsl somente tem 
de )ositivo f adoção de 
reste semestral, con­ 
sid4ando o ponto nega­ 
tivo n não esclusE.o dos 
fun on1rios publicoe. 
me o Os contratados 
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têr! de correçiio sala­ 
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_ 1 
1i•-lro 
j r '.1(, D<'lfio 
, , ,, 1,-1 ;,;,o bó. 
1 ,, , , i ... ,,ni~'t-jc: pa-- ... 
1 ,.!r, tµ pO•(Jllf- U. 
': ' der ! cnranl- 
e : !@, X·o de 
; .. e· ;;•;1o t,r .·mcntá, 
• i.: 1 • .. ,d··!Jl de 21 
1) !1'íii:c· ,ici cru::teiros, o 
e eu iics ui upe­ 
.y ,r clt. prvista 
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Vllu Novn 0 x Operrlo 5 
Loenl: Oetvlo F'ontoura. 
Renda: 720,00 
ulz: Fermlno. Bandeirinhas: UIIe ° 
liuroldo. 
data: 14/10/79. 
Gols: Ortlz; de penalti, nos 10 m do 1% 
tempo, o Ivnn. 1108 h, Nado, o 7, Ivan, 
uos 12 0 Rumo Carlos, aos 25. Final: 5x0 
Operário: Manoel. Baixinho, Jltnlr, ('ru1- 
elio), Paulo e Ramão Carlos; Nado e Or­ 
lando (Jpollnl'.lrlo); Curllnllos (Rumüo Pra­ 
do), Orllz. Marinho e Ivun. 
Vllu. Nova: Adorno, Gusco ( lelxo), Car­ 
linhos, Tolalo, Luiz Fumanchú e ,!eco 
(l•rete); Alfredo, Pedro (Al'lnn) Apinha 
(Oto ), A dilo o Snrlco. 
Jogando umlatosomeott domingo 
pa11sndo, no Estldlo Municipal Octávio 
Fontoura, o Operário goleou o Vila Nova 
por 5x0, confirmando ser uluulmenle 
uma das grandes forças do' futebol bela­ 
vlstense. Mo 1 tempo. o 'time dirigido 
por Miro conseguiu jogar de igual pra igual com 
os operorlnnos, criando várlRP oportuni­ 
dades de gols, nüo aproveitadas por 
SAUS ovantes. O Vila que estó. formando 
uma -verdadeira seleção ( contratou Alei• 
xo, Carlinhos, Luiz Fumanchú Pedro, 
Allredo e Arlun) não conseguiu impor o 
sou jogo, devido n falta de conjunto, e 
at6 meswo um mau posicionamento tõ.­ 
tieo em campe. Eles colocaram Luiz Fu­ 
manchú, Adil~ e Pedro no melo campo, 
sendo que Aduo armava as jogadas pela 
direita e Pedro pela esquerda, quando o 
certo seria deixar Pedro, pela direita, 
como libero, e Adão soltando muts a 
bola e explorando a& pontas, o que alio 
acontecia. Bom jogador, mas pecando,pelo 
lodlvlduallsmo, Adão, egurando demais 
a bola repetimos, prtoporclonnn umpo d~ re 
cuperação aos jogadores operarianos. O 
Vila está no caminho certo, mui; precisa 
de uma re(ormulaçllo tática. Eles estão 
jogando sem centro avante, o que o 
Apinha perdeu de gols, no 1° tempo, n!l.o 
está escrito. Já o Operário. muito . bem 
entrosado, uma garotada jogando por 
música, com bom preparo físico, marcan­ 
do sob P!essiío e"rápldos no ataque, com 
deslocações constantes, e inda por cima 
contando com o excelente futebol de 
Nado, está, realmente. em grande fase. 
defesa do Vila, com Gasco, Carlinhos. 
i'atalo e Jeco, no 1 tempo conseguiu 
parar o ataque discotea, e poderá cres­ 
cer ainda mais. Mns, no 2º tempo. com 
a entrada de Frete e Aleixo a vaca foi 
pro brejo. O que segurou um pouco mais 
o ataque irresistível do Operário foi o 
-~rlan, Jogando um 'futebol de raça, mas 
limpo. Ele será uma peça Importante na 
delesa do Vllu. 
Poderá. fazer uma excelente duplo. 
da aréa com Tatalo ou jogando na 
hternl. O Vila é um time "dlferente", 
eles crn11turam. costuram, mas o gol nlio 
sl. Todo mundo quer dlblar, r,ejn Adlio 
Sarlce, Oto, ele, etc, mas 11nal!zação, 
1 
VI A OVA. 
chutes n ol nd. E sslm nlngu"? 
l!flnha iogo. Dizer o que do Operarlo. 
Que o ponteiro esquerdo Ivan está 
Jof{nndo um bolí1o; que o Nado n 
ránde fIgura do time, quo o Paulo cor­ 
ta at6 ponsnmento nn grando àrea, que 
eles correm 90 minutos como Re wstlves- 
110m apost1rndo eorrldue de 100 metros? 
O tum@ está lindíssimo, como ] d1s­ 
semos: estão jogando por música. De 
Manoel até Ivan, nfo h um PÓ ponto 
falho no time. E nl ncontecA aquilo que 
e vlu domingo: uma sonora e até fácil 
gol aJn em cima do Vila Nova. 
OS GOLS 
Aos 10 minutos, Ortlz cobra escan­ 
teio, a bola pinga nn área e Gaseo dó. 
uma de basquete. Mozüo na menina de 
couro. Ortlz se encarrega da cobrança e 
marcn o 1°. Logo em seguida, o Vila No­ 
va rotrlbul com um bom ataque da Sari­ 
oo. Um penalti claro e lndlscutivel nlio 
é marcado pelo árbitro, o Permino, ele 
alegou que no viu, e nfo viu tambam 
e, bamlelrlnha que corria peln direita o 
Ulisses, mais conheoldo por Miúdo. Mas 
o Vila continuou presslonundo mas não 
chutava a gol. O 1º tempo tormlnou lx0 
para o Operario mas o Vila [ova estava 
, 
1 
sxo 
• 
jogando hem, e, em alguns momento. 
até melhor que o Operorlo. fo , no 2 
1empo, u hlotórla foi outra: Ofi ro nine!! 
entraram pura :1eclcllr o com a b rulhn­ 
ta e entusiastiea torelda operariun, o 
maestro Nado comandou a "dança llco· 
teca" e os jogadores do Vlln 'o a dan­ 
çaram. Ao ritmo de Travolto, o 1.;ols 
começaram u. Galr: 
Ao 6 minutos, forlnho, dlblu um 
e lança Ivan, que marca um golaço. Pe­ 
gou do cheio e Adorno só ficou olhando 
u menina entrar. Pnrec!u um foguet da 
NASA. 
Aos 7 minutos: ado, dlbla 1,2.3, 
e bota a redonda no fundo do barbante. 
Adorno já e tavu lnvocnrlo. Tambem pu­ 
dera ... 
Aos 12 minutos: Nado, novamente, 
da um olézlnho, e lança prlmoro amente 
o ponteiro Ivan. Ele não titubeou. Mola 
na rede. Era 4x0. Mas o Vila continuou 
lutando, mas ai não dnva mais. Foi o 
OperArlo que voltou a marcar. Orllz, 
dispara pela direita cruza para u ãrea o 
Ram!lo Prado marca o 5° gol. O lateral 
Frete e o atacante arlco, em duas 
oportunidades, tentaram chutar sem bola 
o jogadores Ramão Prado e Baixinho. 
O juiz não viu . . . mas· o repórter sim. 
Associacão 
) dos 
D#A DO MESTRE 
Professores 
Prezado Colega Profe!lsor, Sfoudaçõea. 
Era um Mestre e Doze OI clpülos 
e foi o folar ~estrado de todos os Ter- 
mos. 
Filosofia. física. sociologia, comn• 
nicçüo e lmpllcldude eram as Areas 
ensinartas. A sala de aula era o cnmpo, 
ns margen do rios e os templos reli­ 
giosos • chamados slnagogni. -; os alunos 
heterogeneamente escolhidos, ou seja, 
tínhamos lá pescadores, cobradores de 
Imposto , sacerdotes e outros, naquela 
esoola não era olhado a cor ou posição 
social àos alunos e ninguém escolheu 
todo foram i>scolhidos até Judlls, o Es­ 
cariote, e Pedro o intempestivo, bem 
como João, o Dirnipulo Amado. Que Es­ 
cola! 
Como dizia eram doze alunos e 
um Professor. 
Hoje silo doze professores e, as 
vezes mais, muites vezes sàmente um 
aluno e mesmo assim o ensino não se 
aproxima daquele dado pelo Mestre e 
que vigora até hoje, em alguns corações 
amai-vos uns aos outros assim como 
Eu vos amei! 
Ser Professor é ter o privilégio de 
imitar o Filho de Deus· . 
. Ser Professor é saber-se imitado pela 
Juventude e as crianças· 
Ser Professor é imitar alegria de quem 
está, realmente, alegre o esconder todas 
as magoas que maltratam os nossos eo- 
de Bonito 
rações; 
er Profes or é vibrer com as vitórias 
dos nossos alunos e entrtar-no com 
seus insucessos, 
er Professor é dizer sim quando a 
vontade é [alar não. 
er Profas or é ter esperança que ano 
que vem vai melhorar mesmo sabendo 
que ano que vem será a mesma coisa; 
er professor é doar-se em tudo, por 
tudo e para todos sempre em benefício 
do aluno, que. as vezes, lngratameute 
diz nada apre-ndi e nada sei e o único 
culpado é o professor. 
er professor é olhar o exemplo de 
Jesus para no futuro ser lembrado não 
com Márlir ou sofredor e sim como o 
Salvador. 
Bonito • 11S., 16/Outubro/1979 . 
Ivan Nascimento 
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P runtou curta me! 
na à su n: ·'D.[a 
que a senhora mi d{s. 
e «e com toda clar-. 
za o qu é açon?" 
E a me, com toda 
a ternura e mu!ta culmt 
pn@ando-Ih mão pe. 
los cabelos, fs-la sentur­ 
se u seu ludo e co e­ 
to: "Qu cuidado te d4 
Isso, minha Hlba?" 
E a. crlanca respon• 
de: "Sempre de ejel Ell• 
ber Isto porque Papal o 
é, e é justo quo eu 0 sl 
bn ... " 
-PolEZ bem - disse 
aquela mie com um sor­ 
riso "Maçom, minha filho, 
é um homem instruído, 
de bom coração, que 
não permite as ms pal 
xões vibrando em eu 
coração e eu cérebro, 
que repudia a injustiça e 
a ma Idade; que procuro. 
sempre verdade e por 
u honradez e conduIB, 
mostra-se sempre um 
exemplo; que em 
qualquer cuusa atua 
como justo, considera o 
Lar um Templo; é um 
estudioso que não se 
cansa de aprender; [erre­ 
nbo inlml:.;o do tirano, 
respeita todas as opiniões 
contrário à. toda opres- 
ão ao fraco, ao hum!l 
de dá a sua mão, euro· 
pre seus deveres no Jar. 
exerce como uma virtu• 
de natural a caridade. 
abomina n mal, não tem 
vícios, está eropre proa· 
to para correr em defesa 
da verdade, ampar ot 
velhos e dá conselhos 
àe crianças e perdoa to· 
da ofensa. 
Sua grande obra é 
atingir u. perfelcãa do 
homem que a despeito 
de todos os escrúpulos. 
ninguem está isento de 
defeito em toda a CRIA­ 
ÇÃO. De qualquer forro
8 
mi n ha filha, ereio 
que defini a pnsonalida· 
de de um MAÇOM. Por­ 
tanto tracei-te o retrato 
de seu Pai. 
E a menina, beijando 
a mãe, agradecida, co 
cluin: "Olha quvndo eu 
crescer, não me de:xes 
Casar enão com u 
MAÇOM". 
Extraido do Bol ti 
do Supremo Conselh<; do 
Grau 33 para a Republl· 
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