R l 0 prefolto EIy do Arnujo B11rbos11, oar('nbus, e das vereadoras Elba Lar,rn­ otcndeu upôlo cloR voreudoreR • mlrlne, jelrn, Rosemary O. Garcia e do pre• iJon­ .loun Pierre Palmlerl Batillanl, no sen- te ,rley para se colocar obtácul' 11 nas tido do ue mudar o parque Infantil da ruas om frente aos colégios municipal', bolrn do Apa parn a Praça Alvaro Mau- O Presidente da Cíl.mera Municipal de aelu Vista, José Joaquim Ferrelra:3outo, voltou de Tre Lugou , up6 partloipar do V Encontro do Oe ti) Bin llelro, em eompnuhla do vereador Moaolr Paes Bar­ reto. egundo lnformaçõesde Jota Jota, o seu encontro com altas autoridades nlio tiÓ de Mato Grosso do ui como de . "ashlngton • Os Estados Unidos não va­ cllarão em usar arma n11cleares contra a Un!ilo ovlétlca, se Motlcou decidir al:!car a Europa Ocidental. A advertên­ cia foi feita pelo ass01,r;or do pre !dente Cnrter para assuntos de ·egurança na­ cional, _Zblgniew BrzezlmkI. egundo ele, Dr. Nelson- Derzi CRM 23.882 - CPF U.9 .88.33·7.87 F"Pecialigdo e CLIICA MEDICA na Saoa asa_do Ri de Janeiro e CIRURGIA GERAL ?%";pifg! ti çempatia ir@réis ai@- a le ola Redonda, "h Membro do e "· • B - 1 . d .. CIUKÇL, ·Ougo Brasileiro le Cirurgiões 'j, A de: 'ariz», Tiroide, Vesicula, i, "{E?jgmze • to«ns. gcci@is» Iominai e Tratamentos de Varize CIinte Sta. C ·)y Fones, 4 st.jo, "Ia Rua 7 de Setembro 175 • ore '-1 e 431.2396 R ·A 4 2?"Ri}; eis ia» s -te A»±sr '4 Ponta Pord MS. DE A G Golõ. , proporcionou subsidio valioso!! paro. um melhor trabalho frente à Cama­ ra lunlcipal. Jota Jota, na próxima edl­ ç!le, rnlatará o que se pu ou em Tres Lagoas. Ele nos trouxe um valioso pre- enti:,: um autógrafo à Tribuna da Fron­ teira, do pre !dente d11 Repúbllr.a João Figueiredo. "o compromisso dos Estados unidos com a segurança do. Europa é sólido, orgâni­ co e completo e 011 americanos encaram a segurança européia como sua própria segurança". Em Moscou, o governo da Unillo oviétlca fez um apelo formal aos paises da Nato para que não instalem misseis norte-americanos em seu terrltó· rio. Para .a. URSS, o Ocidente "não c!eve perder a oportunidade de manter a dls• tensão e a cooperação pacillca··. ADVOCiAD Nelson Chagas e Mario Luiz Caetano (Deapacbante junto no Dctran) Avenida Duque de Caxias - 568 Jardim MS egundo o prefeito "o pedido foi ntonntre vários repre~eatantes 11ln­ dlcnl , quanrlo comecaram a definir quem teria direito a voto. O tumulto começou quando alguns rlele>::?ados sindi­ cais defenderam a partlclpaçúc com voto dos estudantes dn Fnculr:lnde de Jor­ nallsmo de anta Catarina, no que fo­ ram contestados por outros delegados. A. propostn foi CQ!ocadu em votúção e aprovada por 11 votos a 6, mas teve vo­ to contrário da representação catarh.:en- e. O de entendimento entre os estu­ dantes de !Comunicação e oa jornailatas de Florianópolir começou antes mesmo rla eonferêncla, quando os universitários iniciaram um movimento vi ando à mo­ diflcaçiio de rao~nte Decreto-Lei - nó­ mero 3.284/70 - que não permite às pe. oa!l que começaram R. trabalhar na Imprensa, após a ua vigência, obter o regi tro de provisionado no Mlnlstérlo do Trabalho. Eles chegaram a distribuir uma nota com ua posiçiío sobre o as&un­ to, mas os jornais 'focais não a publica­ ram Irritado , eles dtetrlhuíram a mesma nota durants a reunião. Ministro explica a inflação alta O ministro Murillo Macedo, do Trabalho, afirmou que us reivindicações de pisos salariais elevado.;, me!'mc. que se chegue a um acordo Inferior ao soli­ citado, siio um fator psicológico de pertm:baçiio para oútras reivln:licacõe '. contribuindo para o crescimento da taxa de inflação. A Comissão l11. ta do Congresso deverá aprovar quase na íntegra, o projeto do Ministério do Trabalho cri.n­ do uma nova politica s1:ilarial. [mpresll rios economistas. lideres s!nrlicülfl e politicos de São Paulo consideram omissa parte do projeto sobre o anmen to com base na taxa de produtividade. ... a edocõo "Todo o trnbnlho realizado pelo 1obral. n+ses 9 anos de atua­ çlo, não teriam pee­ tração que tem nlo fosse o apolo de imprensa. fomamO'J conhElcl- !Ilento, atrnvó-i dl' recor­ te!l que chPgarum a esta Presidência, de reporta­ gens, sobre o Mobrul, veiculadas por esse ór­ gão. Gosturíarnns, por- tanto, de agradPcer à ulta chefiu da Tribuna dn Fronti>lra.: como tam­ bem no Chefe dP Repor­ tagem e demais jornaJIH­ tas, pelo o polo que nos tem prestado na divul­ gac,;fío do tral.>alho de, senvolvido por esta fun­ dação. E perando poder coniar i::empre com Uio Importante ajuda, colo­ camo nos igualmente à sua disposição e apre­ sentamos as nossas cor­ diais saudações. Atenciosamente Arlindo Lopes Correa .Presidente Preço deste exemplar Dr. Nagib Marques erzi E,peai.alieta e • D! b m. a etes, obesidade, tireóide, crescimento, glindul, endócrinas Consultório R Rua 1.1 de Junho, 6.51 . Fone: 621-8754 es. R. Ator' C .a • u mo orréa, II74 . Fone 624.9751 Canupo Grande llato Grosso do Sul -EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO- Causas Cíveis Comercial Criminal CYRIO FALCÃO CARLOS E. MEDEIROS ANTONIO BRAGA Advocacia perante o Tribunal de Jus­ tiçn do Estado de Mato Grosso do Sul: Sus­ tençilo Oral; Elaboração de Memoriais; A­ dvocacla Especializada; Contatos Pcrmancn­ tes com os colega8 ESCRITÓRIO - Rua Rui Barbo+a, 2774 C! telefone 63-2948 -- Campo Grande MS Escrilõri de ia Dr Késio Loureiro Pinheirc j . :., Sergio Roberto Per n - A DOCA D O ·_ ! ' l CAUSAS CfVEl::l Ruu 15 de Novembro s{ j DIRF.ITO AGRAR10 - IN'E:T.TIIOS Bele.:';Yist l!S 1 1 ESCRITORIO- Praça Alvaro Mascarenhas Bela Vista MS. 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SAN REMO Jalecos fücolarc• e Pro(ission11if, ~lncncõcs, U,1iformr~ Esoolnrcs, Culçn,, Cnml>n', Ber. mudas, Vestidos o Confecçõe, em Geral Só ACEITAMOS ENCOMENDAS VEDAS NO ATACADO - Aceitnmos rep,ncatnntc~ pnru o interior - • Procurem • no~ • Rua Dom Aquino, 521 Campo Grnnde M,ito Gro·srn Ul~O comun,, fül ,l!)U• enchi o 1. Qhs bom eiua!s etr> si. Um só tinha cabeço (o de msnor Ql), o outeo eru ó o tronco (Ql médio) e 0 outro ó os membros (o de rr.ulor Ql, mas muito lnt·•dor an uo filho do pr f<'l• to) .. Juntando os trê3 dava umu peesou qu o normal no Ior-se um, indi ,tlnç!lo total quanto ao exo que pertencia. A prlmtlim (,i (wlcn) uula rol no meu quarto. Pra Impressioná Ios comen tei um texto borr,inno que diz qnc o. Cl~ura que me• lhor r,pr<'i eut11 Drus é um circulo (se o leitor se Interessa pelo ssunto, mande­ me 100 prnt 1t; que eurgirá pdo corrdo u LXpllc,t,;fío d,,wlh!ldt.). P.ua surpresa mlnh 1, el •s rlli'~ 1·Hm que is ·o não em novldudc, pois há multo, o bambolê era. ri f guru qu·i vencrnva!JI. Mão me abr.ti e segui adiante. Se á auto. fosse b< 1 n eu podcriP consrgulr u mcn::[ l1dude ad!nn· tada e em es~c o meu bjr-tlvo. Falei do tempo clr.:-ul.i.r, a obses­ !11lo borgluna, o tempo qur. rãc tem fim n"m c11meço e onde tudo 1:10 repete, in­ [l:Jltam"ute, e cuja representa.çüo no es­ puço equlvalerh ·Ro lubl,·L to. Fui de uma convicção dramática, como se defendes­ sc u-na paixilo t>xtremr. Meus Ftlunos fi­ caram impres:i!on:::.dí,dn,o,. O cab2ça até com ,ntcu: "A.g,,r a entendo a anistia. Sen;!o o tempo circul,1r, quem um dia 1>0 foi um dia voltn." Mas al o Tronco disse '' . .í htl i..,,1 cle,,llzõ t0C:08 .... nilo ü.:veriam voltar, mtn, isso o/lo e:correu.'' De pronto inlclru-se UU!A. pulemica, negou-se Q tempo circular, negou-sn Borges. Ioespe­ raduLeutl'> o· que em só IDl'Vlbros qms saber se do 1..cordo com a tRoria do Sérgio Med ires tt> ,po circul' , Q uu }1) ,. ·r 1 o de - Desculpe, ma já nada. A ula de hoje dl e u com li JO, E Eles fora tbora "pré sempre" nl de mim se o tempo for me_o creu· 1 t' Em cguick recbi a L. tl,1 d J'U .tv@ un dites utrasa,a devido to (' J l ,• ,, <- • Incrível t• lt>X do ól lglt B,mlvt. m perdeu um: Iaze­ e contiau sr jg u e. l 1> : l:fl'O TI, ls e l· .'fl(,r1:.;, • Lotes A 5.C00,00 (t loco mil c:-u. zelro::) preços de lançamento Jardim Esplrito Santo, o melc"r lori::a­ mento dn cidade. O melhor e mais Central d o. 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MIrka IIimmelreich de Ayaln c.irurtiii Dcnthl.A Clinica cral Atende-se com hora marcada Rua Guia Lopes, 54 Ponta Por MS. DR. LlBl IDO ASRIS GODOY CIRURGIÃO DE ºTISTA €3f-M1$ 053 Counlt6rio: R. il11 para outra Delegacl'l. de igual Padrão? Seria, coisa em que não acredita­ mos, a intenção do Governo Ioi deter­ minar a transferencia apenas para feito de percepção de vencimentoe? Se assim é, parece-no& mals pala­ ta vel coloca-lo em dispo:ilbiHdade re­ munerada. E agora, Marcelo? _______ Cyrano de Bergerac t Especialista Rua Guia Lopes, N? 309 - Sala B Ponta Porã - Mato Grosso do Sul Ao an lar n, õ , l t l Cl' pç . , f! tributa! ao e -re. ernado Izuel A re .1 • 'll ri torno d llio ressalta deputad Irarildo Pereira (D. co. p rtar,,ento doqu ·]L, polltlcn. "um ho-• mem simples que s co­ locu acima dnR po I õ . p · . o· f;, J)!ll'll rri.p Jlar> s declõe. popular , jnmol e mo um cnlqu? ou dono du v rdfldc Ili - tórlea". 1 No e u eutandime: to­ n volta de Arrue repre-' senta o regresso do dar ' que faltavu à mussns populares, e mahi que !Rso, um grito d espe- 1 h' rança que eeoa no or- 1 deste mnrginalizado, a a favor do homem sem terr!l, em pão, sem tra-' bnlho e doente, num po-1e Rlclonamento inlrnnnlgen-1 te em defesa do oprimido.l' l c ?e O - 1hr raçao ao :n r Divino Espírh to Santo E•pírito Santo você aditivo. , o pr • lrtonlf' da' As<1ocluello dila Dten lvoR ,grlcolns, Rogle Ney N11hnl, afümnu ,rnr nccrssárlo mlll8 e htsmo pir enfrentar ewe probler 1a, "pols n o hó. ouu·a ald vtAvel ao desenvolvlmonto do noAou. agrleullura não com o uso de defenslvos". Atém do Regl Nhal compareceu o ngrônomo 1~lvlr ,li.coh Alvos, quo no Paraná presidiu vrios grupos de combu­ te 110 uso ludlt1crlm1orufo de dof!lnHJvos. Em 1,ru llopolmooto defende! u nu d o gio de m canlmo mls ofialentes por parte dos minlstérlos d11 Agricultura o Suúde com relueão a . Aquele ' 1 1 - ' Rua Duque de Ca xi I' l » ~ 1 1 l· .I 1 :✓ -}j ' 1 ,,. ) I' l algo ZIO • 1 A notícia que você esperava: Guaranâ Tai. Delicioso, refrescante, alegre e com mais uma novidade: dois tamanhos. Um para vocêl outro para sua famí ia. Um você i bebe na hora, outro , ·; você leva para casa. - Delkicso, /!= e o/gr'e COO • agente. • l 1 legislação., Friou que reconheci na ne­ cessidade dos tlufon Ivo agrtcolu, ll d Hde que I jam a plleidos m dos 111elon1ds. Pora Re,rts Nahal, mu!fl rlc /DI· mador não é saber que o Br Il, enm tud11 Mtl dimensão terrttorla1, está deixando de plantnr mllhões de hectares u euda no, 'mas é multo mais grave llllbormoa que tod" 'do ! d do @ inasto Estadual Bela VIsta MS leporta' n» tdiw. Ar' dMcl l 1111, dr&r.. • Novcmt'nU.- cliri ,idr, pcb ~r . 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Puente rle La Vega Uroloj!islll Clinica de Olhos Dr. José Gilberto Abuhassan Cllnlca e Cirurgia ·de Olhos Adaptação de Lentes de Contate Conaultórlo: R-ua Maracnj6, 415 Fone • 62-1-45~5 e 624-9787 llealdcncia: Rua Antonio Macio Goell,o, 3191 Fone • 6'.U 6902 Oampo Ci;:ande Mat_o C.rouo do Sn) _ Rins Bexiga próstata_ Doenças Venéreas ex T%!çi d+'o cas_ã so agi a ro <1gtfta do Ins. de Urologia de Bar.· ee.lona ( E.pnnha I Tratamento de Fratura, Cirurgia Ortopédlea i_nterna9ão lmpoLencia e lnfertilid·ade M.osculi11a Coaattltas. Médicos Espeolalists. ~OD!lullorlo e Residencla: Rw, Tiradentc~. 622 knulda Brasil . 755 em fn:nte ao posto, Tamino one 431 199s - ( Ponia Pori MS • Ponta Peri • Mato Grouo do Sul PrGnto Fraturas S@corro de· D. Bosco Dr. Heleri , ecologia OH««etrfcla ( '(ln,ultcno . 1J dt· • 1o, 61. Fone (621 915 621-1122 . ,,,.-r ~- J v,, I,,.!./ f1 '1 ! _f_r~1f ,.,r:,, !,.. _ - __ ·--.! .. tn (,r ':ifO Dr. Ciro L.oures Iacuc Pslqulotrla P,ic-,f')r~•plo Psico· ,... á- tlc:o ( Doença~ ervocas ) Com: H. Pero Cele«tin.1229 • 1 ',nu·: 6.:!1 .·-· 1 JtES: Av. 'Tomo. r • • :l!JJ 3 '•)J Dr. Eletrocnrrlffr,rnm:.i. dc> fü 1forço Itcahllltaçüo Flslc11 Contiult6rlo; H. Jo,( Antonio, 972 • J:r~n, li?. -1121 He,., I. Barto do H. ílrnnco,l!'..'6· !·,,"• t?' ·-'.81 Campo Grande ~fato Grof'u fo Sul Dr. José 'ilson 'a'; Ortopedia e 'frnn!:!lul?lo;(': Atendimento Diurno e Nto Forno de Bier -- Ondas C ' Roda Nautica - 'l'ruçüo <:' ·, Con•ullório: R. JoF6 Antonio 912 • f, -c ' 1'>l;l·2'l Rcsld.; H. 1-1 dr Julbo, 858, c/3 · r---·~ r:. ., ••• 19(1'; Campo Grande - tato Gro d"! Campo Grande . rã Ora. Sonia Maria de l,edeiros Clinica Médica Reum:itul6g-lca e F;aiot~rnpia CRM - MS 156 • CPF 17367. ll-87 . Atendc-•e pela Unimccl • Horn.rio: 16 h• 1h ,'I horo.s • Médica contr:irndn peru cndelr~ de Clini­ ca Médica eh, Fnrnlduclt' hléd;c, clt Jlato Grosso do Sul Consult: R. Antonio M. Ctelho IH3 • F, :l8'3.'! ·•:-, Resid. R Abrão Jullo Ilnhr 161- fna 782.4581 Campo Grande to Go:so do /r! Ginecologia - Obste':::.:i.cia Ora. Dclva T. Furuguem • Dr. Paulo S. Furuguem Fone Rcsidênria 6'.?4--1869 &terilidnde Conjugol - Mn•tologfa • Pré-.,. ntnl, Partos e Cirnrgiu Horário: do• l-l às 18 hs . .l"Gonsultófris: {f,m·',,,) Av. Afonso Pena 2303 fone 303 545º C-.:~ l •- MnlO Gro•so do Sul. GINECOLOGIA: OBSTETRICIA Dr Edson de A. Alves Ora. Katia Dutra A. Alves • Pré-Notai GinccofogJa infontll . Prevenção do cnncer Geoicoló::lco Convento Banco do Brn,11 • Unirued R. Podre João Crippü 1852 Comultorio. fone .62-J-9703 Re,idencla fone 62-16826 Campo Grande - lfato Grosso ~o ~nl LB l Ui 1ca. 1 r , . de Cm ,,ande Dr. l ~ i f 1 r., l ,, , !ri e!ro J}r . ' rir" 1'ia D)ra r •I O. ., .,,u,i (.ll , j p '' t i' Clinica: de Olhàs Dr. Celso 1I. Araknki Clin!cn e C:irurg!n de oll,os Dra. Angélica M. F. rakaki Oftalmolcgio !nfontll Adoptaçi!o de Le:- .. 's d;, C'o:itato Coca. An•nidu Mato Grosso. 350 Foas 629317° Res. Fone 62116l9. no Grmg "5 G ' • aet: ocntero1..-0grn Dr. Douglcs Chinem (T"ratomento C"línico e Cirúrgic· ''<::) Doença,;; do ApJrdho DiVStiYO) _ Ruo. Antonio :.bti.'l CocJ!,.,, l; :, - l onc 3S, 29,0 Campo_Grade- 'iro_Gros-» do 5! Dr- José -:::')o:'::i:ar o O:i ... Do ·açus de Sen!rs e P!rtG ALecdimcoto: lJiúrumcnie. Ilur.íri., Com,'r,·i:11 Rua Maracajú • 499 • Fone 624.5646. Campo Gran-de Mato Grosso do Su! !d HII érf­ ír , c!1 f YJfü·U o ,, ! ., 1 ,, 1-f!lé- l. dr !ismo : 11! ªª _ 1 1i•-lro j r '.1(, D<'lfio , , ,, 1,-1 ;,;,o bó. 1 ,, , , i ... ,,ni~'t-jc: pa-- ... 1 ,.!r, tµ pO•(Jllf- U. ': ' der ! cnranl- e : !@, X·o de ; .. e· ;;•;1o t,r .·mcntá, • i.: 1 • .. ,d··!Jl de 21 1) !1'íii:c· ,ici cru::teiros, o e eu iics ui upe­ .y ,r clt. prvista f· .. l lJ ,l>!J. :: , , L <' n- "!1' mentar » !i:e 240 do miuistro a g! o ng meato do 1/°'teperae de um i A·iro que o Governo 1+emn e ão sbe do o ... ::~ tin:.r" é n:-ra iroolu, zill) pela qu:, l não ~o i±.ica á pt·lação d.se-lha vpi3;ão do Jane! limo público b:.-f:tiilelNJ. Oraçê.o D;in> to ao or' eu. T«±iro Suo ve? e n • -+oi]:ui- • r a m ·, r ,'4 + t.:. • • Ic•·o • ., - - .-"c por coe e-•_ ...,.r· - _,,.,. ,--.,,. e rn e t ! #S ta..A nir da r +! ;to de te 's.· • 3 e tolo •e.a:r 1-5, Pe-ta. O!'.i:.- i v vez {ap sos dever. ' stu c=a::.3± ==.. ,= fazer o _±ir, r e . dia • ' a · e is! r t..· sr ... r- ..... :~ h • o ·leste • , lar 5, , o Vllu Novn 0 x Operrlo 5 Loenl: Oetvlo F'ontoura. Renda: 720,00 ulz: Fermlno. Bandeirinhas: UIIe ° liuroldo. data: 14/10/79. Gols: Ortlz; de penalti, nos 10 m do 1% tempo, o Ivnn. 1108 h, Nado, o 7, Ivan, uos 12 0 Rumo Carlos, aos 25. Final: 5x0 Operário: Manoel. Baixinho, Jltnlr, ('ru1- elio), Paulo e Ramão Carlos; Nado e Or­ lando (Jpollnl'.lrlo); Curllnllos (Rumüo Pra­ do), Orllz. Marinho e Ivun. Vllu. Nova: Adorno, Gusco ( lelxo), Car­ linhos, Tolalo, Luiz Fumanchú e ,!eco (l•rete); Alfredo, Pedro (Al'lnn) Apinha (Oto ), A dilo o Snrlco. Jogando umlatosomeott domingo pa11sndo, no Estldlo Municipal Octávio Fontoura, o Operário goleou o Vila Nova por 5x0, confirmando ser uluulmenle uma das grandes forças do' futebol bela­ vlstense. Mo 1 tempo. o 'time dirigido por Miro conseguiu jogar de igual pra igual com os operorlnnos, criando várlRP oportuni­ dades de gols, nüo aproveitadas por SAUS ovantes. O Vila que estó. formando uma -verdadeira seleção ( contratou Alei• xo, Carlinhos, Luiz Fumanchú Pedro, Allredo e Arlun) não conseguiu impor o sou jogo, devido n falta de conjunto, e at6 meswo um mau posicionamento tõ.­ tieo em campe. Eles colocaram Luiz Fu­ manchú, Adil~ e Pedro no melo campo, sendo que Aduo armava as jogadas pela direita e Pedro pela esquerda, quando o certo seria deixar Pedro, pela direita, como libero, e Adão soltando muts a bola e explorando a& pontas, o que alio acontecia. Bom jogador, mas pecando,pelo lodlvlduallsmo, Adão, egurando demais a bola repetimos, prtoporclonnn umpo d~ re cuperação aos jogadores operarianos. O Vila está no caminho certo, mui; precisa de uma re(ormulaçllo tática. Eles estão jogando sem centro avante, o que o Apinha perdeu de gols, no 1° tempo, n!l.o está escrito. Já o Operário. muito . bem entrosado, uma garotada jogando por música, com bom preparo físico, marcan­ do sob P!essiío e"rápldos no ataque, com deslocações constantes, e inda por cima contando com o excelente futebol de Nado, está, realmente. em grande fase. defesa do Vila, com Gasco, Carlinhos. i'atalo e Jeco, no 1 tempo conseguiu parar o ataque discotea, e poderá cres­ cer ainda mais. Mns, no 2º tempo. com a entrada de Frete e Aleixo a vaca foi pro brejo. O que segurou um pouco mais o ataque irresistível do Operário foi o -~rlan, Jogando um 'futebol de raça, mas limpo. Ele será uma peça Importante na delesa do Vllu. Poderá. fazer uma excelente duplo. da aréa com Tatalo ou jogando na hternl. O Vila é um time "dlferente", eles crn11turam. costuram, mas o gol nlio sl. Todo mundo quer dlblar, r,ejn Adlio Sarlce, Oto, ele, etc, mas 11nal!zação, 1 VI A OVA. chutes n ol nd. E sslm nlngu"? l!flnha iogo. Dizer o que do Operarlo. Que o ponteiro esquerdo Ivan está Jof{nndo um bolí1o; que o Nado n ránde fIgura do time, quo o Paulo cor­ ta at6 ponsnmento nn grando àrea, que eles correm 90 minutos como Re wstlves- 110m apost1rndo eorrldue de 100 metros? O tum@ está lindíssimo, como ] d1s­ semos: estão jogando por música. De Manoel até Ivan, nfo h um PÓ ponto falho no time. E nl ncontecA aquilo que e vlu domingo: uma sonora e até fácil gol aJn em cima do Vila Nova. OS GOLS Aos 10 minutos, Ortlz cobra escan­ teio, a bola pinga nn área e Gaseo dó. uma de basquete. Mozüo na menina de couro. Ortlz se encarrega da cobrança e marcn o 1°. Logo em seguida, o Vila No­ va rotrlbul com um bom ataque da Sari­ oo. Um penalti claro e lndlscutivel nlio é marcado pelo árbitro, o Permino, ele alegou que no viu, e nfo viu tambam e, bamlelrlnha que corria peln direita o Ulisses, mais conheoldo por Miúdo. Mas o Vila continuou presslonundo mas não chutava a gol. O 1º tempo tormlnou lx0 para o Operario mas o Vila [ova estava , 1 sxo • jogando hem, e, em alguns momento. até melhor que o Operorlo. fo , no 2 1empo, u hlotórla foi outra: Ofi ro nine!! entraram pura :1eclcllr o com a b rulhn­ ta e entusiastiea torelda operariun, o maestro Nado comandou a "dança llco· teca" e os jogadores do Vlln 'o a dan­ çaram. Ao ritmo de Travolto, o 1.;ols começaram u. Galr: Ao 6 minutos, forlnho, dlblu um e lança Ivan, que marca um golaço. Pe­ gou do cheio e Adorno só ficou olhando u menina entrar. Pnrec!u um foguet da NASA. Aos 7 minutos: ado, dlbla 1,2.3, e bota a redonda no fundo do barbante. Adorno já e tavu lnvocnrlo. Tambem pu­ dera ... Aos 12 minutos: Nado, novamente, da um olézlnho, e lança prlmoro amente o ponteiro Ivan. Ele não titubeou. Mola na rede. Era 4x0. Mas o Vila continuou lutando, mas ai não dnva mais. Foi o OperArlo que voltou a marcar. Orllz, dispara pela direita cruza para u ãrea o Ram!lo Prado marca o 5° gol. O lateral Frete e o atacante arlco, em duas oportunidades, tentaram chutar sem bola o jogadores Ramão Prado e Baixinho. O juiz não viu . . . mas· o repórter sim. Associacão ) dos D#A DO MESTRE Professores Prezado Colega Profe!lsor, Sfoudaçõea. Era um Mestre e Doze OI clpülos e foi o folar ~estrado de todos os Ter- mos. Filosofia. física. sociologia, comn• nicçüo e lmpllcldude eram as Areas ensinartas. A sala de aula era o cnmpo, ns margen do rios e os templos reli­ giosos • chamados slnagogni. -; os alunos heterogeneamente escolhidos, ou seja, tínhamos lá pescadores, cobradores de Imposto , sacerdotes e outros, naquela esoola não era olhado a cor ou posição social àos alunos e ninguém escolheu todo foram i>scolhidos até Judlls, o Es­ cariote, e Pedro o intempestivo, bem como João, o Dirnipulo Amado. Que Es­ cola! Como dizia eram doze alunos e um Professor. Hoje silo doze professores e, as vezes mais, muites vezes sàmente um aluno e mesmo assim o ensino não se aproxima daquele dado pelo Mestre e que vigora até hoje, em alguns corações amai-vos uns aos outros assim como Eu vos amei! Ser Professor é ter o privilégio de imitar o Filho de Deus· . . Ser Professor é saber-se imitado pela Juventude e as crianças· Ser Professor é imitar alegria de quem está, realmente, alegre o esconder todas as magoas que maltratam os nossos eo- de Bonito rações; er Profes or é vibrer com as vitórias dos nossos alunos e entrtar-no com seus insucessos, er Professor é dizer sim quando a vontade é [alar não. er Profas or é ter esperança que ano que vem vai melhorar mesmo sabendo que ano que vem será a mesma coisa; er professor é doar-se em tudo, por tudo e para todos sempre em benefício do aluno, que. as vezes, lngratameute diz nada apre-ndi e nada sei e o único culpado é o professor. er professor é olhar o exemplo de Jesus para no futuro ser lembrado não com Márlir ou sofredor e sim como o Salvador. Bonito • 11S., 16/Outubro/1979 . Ivan Nascimento LILIHE GINÁSTICA Ginátlcas Ritmica Modeladora Condicionamento Fialco em A.parelho Massagem manual Forno àe Bler Rua José Antonio, 1002 (Eq. Bario do Rio Branco ) Telefone 624.0610 Campo Grande P runtou curta me! na à su n: ·'D.[a que a senhora mi d{s. e «e com toda clar-. za o qu é açon?" E a me, com toda a ternura e mu!ta culmt pn@ando-Ih mão pe. los cabelos, fs-la sentur­ se u seu ludo e co e­ to: "Qu cuidado te d4 Isso, minha Hlba?" E a. crlanca respon• de: "Sempre de ejel Ell• ber Isto porque Papal o é, e é justo quo eu 0 sl bn ... " -PolEZ bem - disse aquela mie com um sor­ riso "Maçom, minha filho, é um homem instruído, de bom coração, que não permite as ms pal xões vibrando em eu coração e eu cérebro, que repudia a injustiça e a ma Idade; que procuro. sempre verdade e por u honradez e conduIB, mostra-se sempre um exemplo; que em qualquer cuusa atua como justo, considera o Lar um Templo; é um estudioso que não se cansa de aprender; [erre­ nbo inlml:.;o do tirano, respeita todas as opiniões contrário à. toda opres- ão ao fraco, ao hum!l de dá a sua mão, euro· pre seus deveres no Jar. exerce como uma virtu• de natural a caridade. abomina n mal, não tem vícios, está eropre proa· to para correr em defesa da verdade, ampar ot velhos e dá conselhos àe crianças e perdoa to· da ofensa. Sua grande obra é atingir u. perfelcãa do homem que a despeito de todos os escrúpulos. ninguem está isento de defeito em toda a CRIA­ ÇÃO. De qualquer forro 8 mi n ha filha, ereio que defini a pnsonalida· de de um MAÇOM. Por­ tanto tracei-te o retrato de seu Pai. E a menina, beijando a mãe, agradecida, co cluin: "Olha quvndo eu crescer, não me de:xes Casar enão com u MAÇOM". Extraido do Bol ti do Supremo Conselh<; do Grau 33 para a Republl· ca Federativa da Brasil d E Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo da Viação Cruzeiro do Sul A Empresa que pensa nos mínimos detalhes ... Para o seu Conforto. r