1 t , . - , ···- President1' João figueiredo "O que quero r: libr.rnliz'.lr. Faço tudo isso e ainda acham que é pouco, que não está havendo abertura.'· r fra­ se foi dita pelo prrsidente João Figuei­ redo no sr.nador Dinarte Mariz (Arena­ RN), quando o representante arenis_ta afirmou ao general que atualmente exis­ te um quadro de anarquia no País e, menriouando um episódio do tempo de Getúlio Vargas, aconsclbou.o a "bater na cangfllba pors o burro saber que há crent1:1 em cima". O conselho do 8enador não encontrou receptivid~de. Dinarte Mariz, que esteve cerca de 20 minutos com o chefe do governo, contou e.os jornal!stas, à i;aíd5:. ter con­ ver1rn.do, prirnPiro, sobre_ o Pio Gande do Norte, tendo tranqulhzado o presiden­ te au:mto à recomposiçffo part1dar:a ali. "N6s vamos nos compcr•·, assegurou. De­ pois, considerando ser isso do seu devt>r fez um depoimento sobre o que está ver.do no País. O senador entende que o governo deveria gir com mais agressividade atento para o cumprimento ria lei, n~o • " Há ana1·qurn Permitindo a ano.rama • C também. serrnndo ele, d('ntro do ºr gresso Naci~nal. "Com longos . anos ,e vida pública - disse -, nunca v1 uma co1- l n'aref. trazP-rem !la dessas, de par ame L - _. e: a u- oiires. mora écwr z, 6%7 k par e dirirrir palavrns e a oblema ios ade&sãs" t.por·,,"nn- "é conoseo mesmo . ac.esr.en. d • f c::sa presidente o do amda que. se - 0 -. . isso acon- Congresso, não permitiria que n..l feC(:lf;SI?. Ao presidente, Dloarte Mariz dlsi;~ ter contudo um fulo ocorrido no gove1'-­ no Getúlio Vnrgas. Havlo problrma~ po• líticot: na Bnblu ~ 'Vurg,ls chr.irnou n Po.• Iiiclo u interventor ,Jur1rny MagalilJ.e.; e llw di·.i;e que "nfio devia dar no burro, ftHl!l dai· no canga1ho, pom o burro sen­ tir que há gen1 '.l em címu"'. Pouco depois o líder uposiolonista no Estado. Simões Filho, Hofria 1.1ma q~reE;i,ilo. Varga;; cha• mou novamente Juracy e o repre>encleu: "Eu lbe rlissc para dar na cangalha. vo cê dru logo no bnrro··. /sslm, concluiu o senudor. devia fazer também o governo hoje: ''Dar na cangallla pan1 o burro t;entir que llú gente em cimn··. Figueiredo, segundo e próprio Ae­ nador, rlu do epiAódio, mas nã'J concor­ aou CP!D suas opioiõas. reiterando, ao contrário, seu propósito iib:ir11Jfz3nte. Dioarte llariz dlt1i;e aos repórteres - estar na hora Je "o Brasil entender qne a anarquia nãn aproveita a nioguem". Todo:i, a seu ver, "de'l-lam colaborar com u obra de pacifienço que, em nivel ele. vado, vem sendo executada plo presl. d0ntc Fir{U"lrNlo''. A propósito dos movimentos trn. balhltns em São Pulo, o senador dIeo e tarem ali os trabslladores melhor re. munera auC'nur .... 03 Tili· lltares vJ.o r0tornar o pod~i· ourq vez?" Dlnnrte riu: " Não, mt'u filho. fiquei nr,m medo de que ele me puses:-s:! paro forr, do gabinete. 1 l 1 ------ .. ~_,, _ Mundo Novo - O deputado Paulo Saldanha foi autor de projeto de decre to legislativo que autoriza. o Poder Exe cutivo a criar uma Delegacia Regional de Educação e Cultura com sede no município de Mundo Novo, abrangendo os municípios de Iguatemi e Eldorado, e tambem os dlstritos de Sete Quedas e Tacuru, no município de Amarnbai. Afirmou o deputado Paulo Salda uha em sua justificativa que trata se de uma região com densidade elevada de população, grande número de crianças em idade escolar, vnrias escolas de 1° e 22 graus, necessitando de periódica ! D Nelson Derzi i r, 1 CRM 23-882 - CPF 41.98.88.33·7.87 •,• Especializado em CLINICA MÉDICA na Santa C.o•a do Rio de Janeiro e CIRURGIA GERAL do - Ho,pito.l du Ce>mpanhia Siderúrgica Na.cio­ ! nnl de Volta Rellonda.. l Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões 1 CIRURGIA de: Varizee. Tiro1ll«:, Vem~.ki. 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A melhu !orrr:t se combater e II segundo os ~ntendl' atra,és de uI si blo!ógico que consiF emprf'go de um 1 que já está sendo duzido em uma faz em Naviraí e que I o equib:rio extermin parte dos insetos. A E:11PAER jâ tomanao as prov1dê por dE-terminação da cretaria de Desen mEonto Econômico resolver o problema leva-ntar as áreas gidas. ADVOGADOS Dr ,Joel, 011 ~fn r r1,wz Pl'Jxoto C1,11•:i.11 l'iv, I• ,.. Crírnlnní• Hnw lo de mio, /n Irdlm. M,« Dr. Prclro ,To..,ó Pnlml<>rl Moreia em erl Hn•, 15 de Novrmbro, I7 • Beln Vista • M ~ Dr Hldn Abuseafi dos Santos Cus Clel -. Comerelfs -- Trabalhist Moeu1os em Geral la z6 de gosto, 304 fone 42. 60516 "pi!"..---. S ffollor Mlrnnrlu. : eFcritório: 431 - 1470 Ht·~idendn, 431 • 1646 • COD - 067 1', Poril Elenlce Pereira Car1lle e D!lene Mkondn Carpes Csns cfveis e crlmiuuie Hun 26 de AcoFto, 360 - fone 6:!. 1520 Campo C.rnnde MS Dr. Enlo Viegas de Araujo Advoonoin Cível, crlmin1iis e Trabalhista Ron Pil11d ltebuu. 1454. 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SAbn.do foi o nb rturn da <>XpPAlçllo P<'· Ias pr!melras Dnms do Etndo e cio Munlcfnlo, sr. Mnrlltn Sonr e ra. MnrlJPne Colrnbr11, no AnrttPotrn do Pa­ ço Munlrlpfi 1. EI flonrA abertn ao público dns 8:30 hs, s 22:.00 he., numo oromo­ oüo conjunta dn Assee11orln dl' Turl11rr:o da Prfelturn, Governo do Estado, atra­ vós dna Secretnrin de Desenvolvimento Social e A9soclaç!Io Artistlcn e Cultural do Mato Grosso do Sul. ALEGRE FARÁ DEMONSTRAÇÃO O profeRsor All"gre Caro oferecera para o público uma demonstração de sllde9 de todo o seu trabalho em poroe­ lunn, com entrada frnnca. a partir das 9:00 bs. do dia 7, quarta-feira próxima. Nove expoRltores lnternaolonafR da Abrap e r!R. UnHlo Brasileira de Art!Rla!l Plásltoos estarão mostrando seus me­ lhorAs trnbalbos nessa exposição. Por outro lado, já está oonUrronda o. presença da sra. Ecomar Hacbiy D'Annqulm Cruz, pre~ldente eia Abrap, que vlrâ do Rio de ,Jnnelro. Segundo a sra. Tarslla a exposição eerá realizo.da também em S. Paulo. Rio P. 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PRO,JETO DE ~ETIFJCAÇÃO DOS TRILHOS DA NOB Também de autoria do Deputado Alberto Cubei, em co-autoria com o De­ putado Rurlel Trindade, requerlm1::nto no [~'S/ cNFECCOES SAN REMO Jalecos Escolares e Profissionais, )-lacacões, Uniformes Escolares, Calças, Camisas, Ber. mudas, Vestidos e Confecções em Geral Só ACEITAMOS ENCOMENDAS VENDAS NO ATACADO - Aceitamos repreFentantes para o interior - • Procurem • nos - Rua Dom .Aquino, 521 Campo Grande Mato Grosso do Sul Lotes à 5.000,00 (cinco mil c:-u. zeiros) preços de lançamento Jurdim Espírito Santo, o melhor lott!a­ menrn da cidade. O melhor e mais Central da cidade Empreendimento~ Abdalla Sain (Papito) Escritórios de venda e informações SETBAGRI (Representante :.'llvaldo dll Barros) Bela Vista MS. C0%/SCIAL SACIE 3 IEEeS LI. Secos e Molhados em Geral Ferragens, Gás - Copagáz. ilalas, Produtos Veterinários Representante do Sal Bóiadeiro Materiais para bicicletas, e para iostll)ações elétnca~ • Col - Cimento - Tintas . 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Rua Antonlo João 1011 - 8ela Vista MS HO, Um er primitivo, de blx estatu­ rn e do felcõer, shnlns, com o Mblto de chorar estranhamento nuo nollr.fl rnlua­ radnas e elo dormir entre os unimls nas pasto pen, do cóeor, cuja origem e ir­ vore gonr.alógloa 6 totalmente dPf!conhe­ cldn, ost1' vivendo cm Dourodoo, na Fa­ zenda Sfl.o ,T oR6. Jporentrc10rlo uma ldt:irlo superior n. 1O0 uno, Tomóz - como foi ba!lzndo pelas pessons que o encontraram e ado­ turnm - ó portonot1nle a uma espécie multo dlforente da raorl humn.rrn normal, o, lém de sua préncina, on seus modos nssemelhm-se 08 de um n111cnco, mzílo porque as pessons não entendidns clen­ tlfloomente nohnm quo eh, Reja orlglnndo do umH oruzu do um homem com um mncnco. Elo é multo nalurnl em Ft:lUR a tos, e, apeenr de convivnr com honrnns nor­ mais há mula do três anos, costuma num repente, tirar fl roupa e sair pa8fwondo, Indiferente ó tudo quo o rodrfa. Segundo ,José e A1dn 'Teles. proprietários da fu­ zenda onde ele está, "ele é muito dllca­ do e aprende com facilidade tudo o que lhe é ensina.do, sem uuncn ter npresenta­ do problemas de saúde, sendo a sun constituição física pouca suscetivel à moléstias, mesmo em sua idade - já avançada". COMO FOI ENCONTRADO Tomáz foi enoontrndo numn área semi-selvogem nas prox!midades da ER­ tancla Santa FilomenP - locallznda a 100 quilometros de Cuinbá -. também propriedade do casal José e Aida Telee. Conforme o depoimento de ose Teles, que pesquisou as origens do "ho­ mem macaco" sem grandes resultados, "velhos pioneiros radicados naquela região norte de Mato Grosso contam que de seis em selF, meses, ele era visto pes­ cando às margens dos rtos, nú. Mas fugia quando notava a presença humana. Mais t!lrde eles conseguiram saber que o To­ maz comia o peixe crú, guardando ores• tante da. pescaria para o período com­ preendido pelo intervalo dos seis meses, embora a carne do pescado apoclrP.cesse com o longo tempo". Depois de muito tempo, os colonos consegulrP.m aproximar-se do ser primi tivo, que revelou-se amistoso ao rela clonamento com os humanos, mesmo que n!lo consegufsse articular nenhuma palavra, emitindo grunhidos animalescos. Entretanto, os funcionarios da fazenda achando interessante aquela "coisa" - co mo o definiram - cienfüicar2m Tc-les do asuDto, que passou à tarefa da conquis­ tar a amizade dele. Restaurante Boretti - completo serviço a Ia carte - alto padrão de atendimento Restaurante com ar condicionado e requinte A ven ida D u que de Caxias s/a Jardim - M S Pado algum tempo 'Tom6z afel­ çovu tlO no casal Aida e ,José, e tllo lo· o conseguiu articular algumas palra1, passou a cham-los de "pai e mãe'. Contvdo, nem mesmo esta aproximção conseguiu fazer com que tive+o cundi­ ções de relatar u sua vida anterior. ([lo eruhovecldo l'f-ituvu diante do n o v o mundo em que passou a viver. Aludu hojo, Tomóz conlillU:l a dor­ mir de cócoras ou cnrodllhudo eomo um cão o que torna 1m1·prcendente u flexl P·lo Prof. Dr. Napoleão Mendes de AImelda. (Especial para o "füitado'') fl'unscrição para T. da Fronteira pelo prof. Stumpf Vernáculo - E do nosso snudcso Leo V,;z a des!gnr.çüo que encima esta colnboração. "O senhor é capaz de es crever todo. semana um artigo igual a estes dois que o se.TJhor trouve?'' per guntou-nr,s o erudito e lntellgente reda­ tor-cht:fe do E!ltado numa noite de inver no de 1935 numa ncanhada snla da rua Boa Vista'. "Sou sim, senhOI''', foi u pronta resposta do jovem que a agurdnva o resultado da leitura sllencioRH, ininter ruptn, vagarosa, duas vezes acompanha da de um olhar desconfiado e penetran te. por cimo. doR óculos, para o autor dás quatro laudas oferecidas como amo;; tra8 de uma postvel colaboração que viesse substituir n do falecido João Ri beiro. "Qual o título que vamos dar o. seção?'' contino11. Recomposto na cadeira, que quase a f u n d o u ao ouvir i-eu ocupo.nte a segunda pergunto. retrucou º. rapaz, recém-saído do Instituto Salesrnno de La vrlnhas. SP, onde se graduat'a em filo­ sofia e em letras classieas: "Não pensei nisso. e gostaria que o senhor mesmo lhe desse o nome". A uma tragada já do novo cigarro, que também pela segunda vez julgamcs oportuno não aceitar, seguiu-se esta conslderaçH.o: "Exitite num jornal de Paris, Le Veix de Paris, uma seção liC:• guística intitul3da .Quesíions Vernacula1- res. Que diz do titulo Questões Verná­ culas para a sua coluna?. Umas ter.tas outras considerações sobre essa escolha, e 11 seção aqui perdura com a ben1gnu aceitação e colaboração dos leitores. já antevendo o fio de uma jornada toda caminhada e o m m ui t a persistên­ cia num terreno de questões tanto mais numerosas e inesgotáveia quanto mais ao sabor da ignorância e do desleixo, quan to mais à derivados invencioneiros de modismo e dos derrotistas do belo Iite rário, dos aeomodatícios da incúria ofi eia! e do desmazelo didático, dos propa­ gandistas da desordem lingüística e dos que não enfrentam a incapat:idade de educação. Tem o adjetivo vernáculo origem no latim vernaclwm. vccbg'o provei­ ente de verna: er qualificção dnda era latim ao encravo n·@ido na casa do senhor, on, como entre nós se diz. ao crioulo. Do "nscldc mn casa do senhor passo a palavra a significar "nascido no país", 'próprio do pais'. Assim é que já os latinos dlzinm ·'vern,· culae volu­ cres" purna designar 8 aves próprlus do seu país. _Aí a justtfi­ cação da correta expressão produtos VPrnúculos ", isto é podutos do próprio pnís. Está claro quo e é um Inglês quem fal " ptodutos vernaculos " são os da pátria dele, se um frnncês os da França. Dt>srn aplicação passou o adjetivo n Mpecificnr t11mbf-m o ídiorua do país• Se falando em latim. dizemor, 1 ' vocabu­ lo vernácula", falvmos !'ID português '· voc:bulos VernSC!los " especificam os vocábulo& do nosso idioma. Em nossRs r..ulas - a princípio dadas em escolas sompre demonstra mos respeito aos alunos, como nestas Questõefl Vernáculas sempre revelamos consideração aos leitores do Estudo. como transmitir lhes o falar de nossos clássi coe. coroprovnr lhes que ao vernáculo votamos 0 zelo quP caructeriza nações civiltzedas, que não permitirncs o endeu r.amento de poetas de tesouras com desprezo de nÓs,;cs vn.te::::. que não tole ramos composições, de tendencias trans formista, nilista. aue des prezamos páginas inti>ires de ·seções ou de suplementos de arte de jorrais que nos forçam a engolir o desprezo à tra­ dição. a alimentar ::i. contestação. a insu­ fiar a negaçã.u dos legitimos e tradicio­ nais represent:rntes das noss::i,R letras. Oferecemos-lhes a todos prova de zelo ao vernáculo com dizer~Ihes que et1crito­ res, de outros países. ainda quando redi­ gem contos para crianças. não incorrem em deslizes ele gramãtic&.. cientes de que todos devem emendar o seu falar e não propagar infantilidades de expressão. (continue. no próximo número) 1 não terá tecnologi 1 nuclear 1 antes d ano 20C O Brasil só ser! uependente no i-etor 1 clear dentro de 20 ªl no ano 2000, qu4 domluar toda a l!:cn gla do ::iiclo do <'C>tn~ fível, gnrnntlndo o a tecirnento trnra suas nn,;:. A previi:ão foi f no Rio pelo preside da Comissão Nacld de Energia Nuc!( Hervásio de Carvl Ele explicou que, qu do o ministro Cé Cals disse que "o l' dominará u tecnold do ciclo do combust em 1986", se re!I apenas ao treinami da técnicos. S<'gu Hervásio, o Brasil ~ 4.00 técnicos forma até a data prevista ministro,. mas o pro ma de especlalizt l prosseguir, porque treinamento de um t técnico exige 15 ano O presidente Eletrobrás, Maur Schulmann, revelou a empresa não está r. lizando estudos sobr localizaoã o das pr mas centrais nuclea "porque o início quelquer pesquisa e autorização do .. linls rio dos Minas e Energ o que não foi feito". local das outras usm deveria ester fixado " o final deste ano, 1 os técnicos gastarão J lo menos mas dois para fazer a escolha Preço deste exemplar Utilizando os Confortavéis Onibus Classe .... . 1 unsmo da Viação Cruzeiro do Sul A Empresa que pensa nos mínimos deta!hes ... Para o seu Conforto-