l 
A Secret,nfo .Jp, SE>gurnnça Pública 
preocupi:.da com íl roglGo cl~ Douro.dos 
e Ponlll Porll, cln"locou um patrulhoracn­ 
to móvel pnru aB du1rn rerrlõefl. 
O patrulhumcnto eG!á ElC'ndo co­ 
manú11do por oficiais da PM e por de­ 
legados regional.; do pollcln, tratando-se 
áe mnu operuçílo Integrada entre a PM 
e ll Polícln Civll. A misso é pnssar por 
todos os rllstrltor; du reglii.o, parn dar a 
tranquilidade a todas us úreus do Mato 
Grosso úo Sul. 
P.t.TRULHA DE PREVENÇÃO E 
REPRES$ÃO, 
O Seoretúrlo ,10 Seguranon Públlea 
Joilo Bulista Pereira, lnfoi-mou que uma., 
patrulha composta poi· pollclala clvlu e 
m!l'.tarei; está atuando na. reglilo Je Gula 
Lopes da 'Laguna, Jardim, Bela Vista e 
Antonio Joüo, em operação relâmpagõ 
de pt"oven9üo e repressão ao crime. 
A patrulha é conutndadu. pelo co­ 
ronel da PM, Antonio Benedito da Coc;;la. 
Leite com u cooporuç1Io do delogac!o 
Regional do Poliol,,, Antonio Jorio de 
Oltvelra. O secretário ununclt'U que o 
ln terlor do Estado poll<lludo, a partir de 
1980, pelas patrulhas do ação provoutlvu 
e repressiva. 
l
r-~-~;,;7,· ~X~~L~ 1 
Mu {anchão 
ao 	i 
Pedrossian 
e Frage'lti 
A Conalss, Pato­ 
ral da 'Terra de Mto 
Grosso do u! atravs 
de um manifesto «respon­ 
sab!!!z pub!!emente» os 
ex·governadores Pedro 
Pedrosslan e José Fr­ 
gelll quo promoveran 
uma distribuiçio de tiiu­ 
los para os posseiros da 
CIónia Aríeola de 
CnmpUo. 
Os colonos, polo que 
mostra 11 nota, não tem 
culpo, pols rccoboruin 
U;u!on clafluHlvo ,1 na 
úrett do;; governos men­ 
clonados, que, para a 
CPT, tem a cnlp dos 
conf!ltos quo hojll oxln• 
tom nu. roglüo. 
' 
' 
Mais uma vez, em familia, come­ 
moramos (J nmwlmento do menino Deus. 
r-.leus votos e os de minha fumllla é que 
llE-IL Vista a!ot:ui::e o ,;eu lugar de des 
tuquo no .conár!rJ estadual, atravéR· do 
trnhnlho e du união de- seus filhcs. 
 , 
,i. e. ',~ 
ites e . 
waldo 
,. Visto, 
areira 
Lrcelo 
Campo 
rácio 
{)oura• 
1anha 
DeP­ 
·ande, 
s C. 
Lulsa 
s.P, 
FELIZ NATAL POVO BELAVIS1'ENSE 
Com os olhos voltados para (J céu, 
laçamos juntos a oração do lro.balho, 
desvínculado de quaisquer iatefeFse:; que 
não sejam o de proporclonur o bem es­ 
tar coletivo. Que s sinos anunciem uma 
era - de ;nz e de amor. Neste Natal va­ 
mos dar as müo& e conjugar o verbo 1 
SERVIR. Feliz Natal povo fronteiriço. 
Dep. Valdomiro GonÇolves 
i 
.: 
1 
Carinhosamente saúde o 
povo da fronteira, almejando a 
todos os z3incero;; votos de feliz 
Natal e um próspero Ano Novo. 
O pussado é pródigo em llçõeR 
L~ a vida é uma eternu escola. 
Vamos aprender, à 25 de de• 
zembro, u maior lição: a de hu 
mildade e de fraternidsde, en­ 
sinada por quele que simboliza 
a esperança: Cristo, 
Feliz Natal -1 
2E. U3LO RIREM 
' 1 
Ao povo da fronteira envio o meu 
fraternal abraço, almejando a todos um 
Feliz Natal e um Aoo Novo repleto de ie- 
11c!dade. Desejo que as esperanç.ns se 
tornem realidade e a paz reine nos lares · 
Iron teiríços. 
São os votos do Deputado Federal: 
,, 
SABER COPRAR E POUPANÇA GARANTIDA .. 
HIPER MERCADO SAO JOSÉ Deseja aos seus Amigos e Clientes um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo 
FAÇA SUAS COMPRAS NO Hiper Mercado São José ONDE SEU DINHEIRO VALE MAIS 
Hiper Mercado São José ATENDE TODA A RE:GlAO 
Avenida 11 de Dozombro, s/n O ponto o&rto de soa s.conomla Jardim - .MS.

·------------------------------ 
Aproveito a opotunldade para reafirmar o mu propósito dr cn{luar 
minba luta ao lado d trabalhador, propugnlo pela rUv+nulo 
radieal do modelo económtco. As3euro àquele que cofiaram 1a 
minh palavru que no me deixei encanta! pelo canto da 
serla palaclana e continuarel, como untes, {azvtvdo 0po- 
vição o Goveruo e uo lime. Governo de mia 6d- 
zlu, regime de opressão forte, fraco para impe- 
dlr o caos económico e Soelal d Naço. 
Com o que não vão trair a causa do 
povo, com os que têm eorngPm e 
ficam, Fico ao MDB. 
i 
Feliz Natal Companheiros! 
Ao povo da frontir: deseja um feliz 
natal, almejando que todos os objetl- 
 
Sã.o os votos do Deputado 
delineados se tornem realld 
de no próximo nno, e que as 
relações entre os ho­ 
mens sejum prenút 
cto de uma no- 
va era: de 
paz 0 
mor. 
'- 
1 
1 
1 
·---~-----_! 
Religião 
1 
l 
l 
1 
! 
l 
1 
I 
"Nascer, morrer, renascer ainda, 
e progrerllr sem cessar, tal é a Lei''. 
(Frase que euclma o túmulo de 
Allen Kardec, em Par1'i)· 
Reencarnar ou renascer é a volta 
da alma úu espírito em um novo corpo 
ao plano físico, o qual retorna. tantus 
vezes quantas forem necessárias, a flm 
de desenvolver e aprimorar u inteligên­ 
cia, a moral e o sentimento, qualidades 
Impossíveis de serem adquiridas e,n uma 
única existência, doncte se conclui que o 
patl'1mônio conquistado é exclusivamen­ 
te do espirlto e não do matéria. O ser 
ln!eligente é o espirito, e não o cérebro 
do corpo por ele animado. Somos espi­ 
rltt,s com corpos, e n!lo corpos com es­ 
píritos. 
Tribuna da Fronteira 
( Fundada a 20/2172 1 
Registro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.201266/0001.90 
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Redotor - Chele • lvnldo Pereira 
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ASSINATURAS 
Bela ita, [anual) 
Demais Municipios 
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"Os conceitos emitldos em artigos 
nariu&.dos nilo exprimt>m, necessariamente, a 
opinião do jomnl. 
Fundador e Diretor Responsavel 
lvaldo Pereira 
Em cada nova f'Xlstencla, o espí­ 
rito tr-az CQnslgo o progresso realizado 
em sua evolução espiritual, como ainda, 
os defeitos que tenha de corrigir'. Renas­ 
cendo, não se lembra o espírito de suas 
anteriores existências, permitindo-lhe 
assim novo ponto de partida e sem ficar 
constrangido com a recordação de seu 
pretérito, que lhe pollerla causar estorvo 
em suns novas resoluções. 
O exposto acima tem como objetivo 
apresentar, apenas, uma Idéia elementar 
e muito superficial da Lei da Reencar­ 
nação nos seus multiplos nspe·tos, vis­ 
to que esta Lei natural da vida é de 
profundo conteúdo filosófico e requer 
estudo atento e ,'icurado, a fln: de ser 
admitida e ceita e, consequentemente, 
receber a s11nção da lógica; do raciocí­ 
nio e do bom-senso. 
A teoria da reencarnação não é 
novidade. Essa Lei já era conhecida bá 
milênios pelos povos antigos elo Oriente, 
mas sómente de certos grupos de inicia.­ 
dos que ão revelavam ao povo tal ver­ 
dade, razão pela qual ficou tantos sécu­ 
los Ignorada da grande maioria. 
Atualmente. grande parte da popu­ 
l9ção àa Terra é reencarnaciouistu. Bu­ 
dismo, Bramanismo, Esoterismo, Teoso­ 
flsmo, Rosa Cruz, E8olritismo e tantas 
outras doutriPns de fflÕsofü1 espirituallsta 
1
~ que somam mais de um bilhão de almas, 
tem, como base fundamenta.] doutrinária 
a i'llportantP Lfí da Reencarnação! 
No Ocidente, quem revelou ao 
povo essa Lei. que conduz perfeitamente 
com u bondade e a Grande Justiça d e 
Deus. foi o Espiritismo, que a epresentou 
de forma racional t'I aces$ivel às massas. 
Por stu razão, o Espiritismo pão teve 
o privilégio nem n primazia, no mundo, 
de sua revelação e, muito menos ainda 
de haver inventado ess teoria ora co­ 
mentaca resumidamente. 
A Lei da ReencarnaçJo beneficia 
aquele que não crê, desde que ande 
certo na vida, como tambem, resulta 
num mal para nque.le que crê, ma; co­ 
meta erros. Por conseguínte. é uma Lei 
que nã<> ft,z distinçõea humanas com 
respeito a crenças. 
A Reencarnação, portanto, é uma 
grande verdade! ... 
Lauro Enllerle 
Deus meu! Tu, que és todo bondade e 
ternura, 
Ouve o prantr, do que padece na terra. 
Traz-nos a· paz, livra-nos do fel ria 
guerra. 
Dá-nos f, luz, o fervor da fé mais pura! 
Dá pão a quem tem fome, ao enft>rmo 
dá a cura. 
O bálssmo que numa prece se encerra. 
Revela ao que se !)erde no mundo e que 
erra. 
Preserv&, SENHOR meu, da crinuça a 
candura! 
Defentle-nos do mal e cta tentação. 
Libertu-nos de todo orgulho, da inveja. 
Afastg de nós, Pai meu, o odio, o ran­ 
cor! 
Dos nossos defoitoc; dá-nos remissão: 
Cuaprida tua, lei, hoje e senupre que 
0 
se1a. . 
Q u e nunca nGs fa	lt a 	a mercê do teu 
amor! 
Em melo a este mundo, 
ás vezes tão conturbado, 
onde o egoismo fez seu ninho· 
oude a prepotência esmagh; ' 
onde todos querem "subir na vida" 
tendo como degraus, aviltantes, 
seres humnos, 
Voce me faz acreditar no amor 
Então eu começo a olhar o mundo 
com um olhar de esperança. 
Colabraçio da_Sra. Alice Pedra 
de N,mez, para a Tribuna da Fronteira 
e com us meus votos de um N ATA.L 
alegre e feliz e muita prosperidad· • 
aO NOVO. 	o no 
Jesus, 
Hoje é teu dia de festa; 
Eu quem vou aproveltnr, 
Vou pedir-te aquelas 
coisa:? 
Que só tu as pocle dar. 
Paz aos homens que e 
temem, 
Pão ao pobre, p/ío, j 
Senhor. 
Equllfbrlo à juventude e l 
Amor, bem mais Amor. 
Tanto os coe sobem na 
vida, • 
Como os que estilo a 
descer. 
Foi multo ou pouco Amor 
Que os fez assim viver. 
Mas para que tanto pec!ir? 
O que dá sentldu à vld!:!: 
"!! o Cr!sto Saber Viver 
e nele n o s transformar". 
Suplico-te, pois, que faças 
Todo homem compre­ 
ender 
que viver longe de ti 
f.: exl3lir, mas não viver! 
Rtceba, neste Natai. 
DMso manifestação 
de Carinho e Amizade. 
(; 
Ao Redator Chtfe 
IV ALDO PEREIRA 
...±.. 
to Soeial de hlato Gro­ 
so do Sul, Dr. Rubens 
Nunes da Cunha, ecnv!­ 
da vossa Excelêncla pa• 
ra ussistir á cerlmônie 
de posse dos membros 
do Conselho Estadual 
de Cultura. 
Local:Paço Municipal 
Dat.a.:19 de dezembro 
Horas:9 horas. 
1

E+la VEta . Hl 	'TrIb a da rontelra . 
4 
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s 
 
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• 1 
4 
20/1%-7 
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Independente deu a 
Operário 
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A. 
O ,JOGO 
Nós sabfnmoo quo o Nuutlco lrlu 
enc:>nlrar umu pnradn lndlgc>Rtn contra o. 
AABB, o t parada-foi tllo !ndl~cstn que 
o8 0us dlretore, snlram atl«feitos eom 
o rosultndo. A Assoclaço At!éttcn Danco 
do Drasll, multo bom dlrlgldn por Cczu. 
rio, marcou sob pressüo o nfio deixou o 
Naulloo jogar 11 base do toques, como 6 
de sou feitio. No 1% tempo, o treinador 
da AABB mandou o seu timo jo[!nr n. 
base da velocidade e explorando ns pon­ 
tas, prlnclpalmentô quando os laterais do 
Nautloo avançavam muito. N/ío foi<r,c u 
bon atuação de Dr.Jean o de Vasquoz 
(tiveram um trnbnlhüo) o resultado Llu 
partida seria outro. O melo cnmno dos 
bancários (Severo e Batata) no 1!! tempo 
dominou o Jor;o o o timo de Moaolr foi 
obrigado n mpregar toda a sua raça o 
para s,,g-urnr o envolvente ataque "nzu. 
Wo". No· 2º tempo, n partida to alleroafa 
por nltor. e baixos, Rendo quo o Nautlco 
melhorou um pouco com n mudança do 
esquema de jogo, explorando ma1s ae 
jogadas pelo melo, po!'s os rlols ponteiros 
estavam "super marcados", principal­ 
rnrnte Dn l:5ilvn que encontrou uma pn­ 
radu dura co:n o Brito. Foi um <luelo, 
para nós vrncldo por Brito. O 1° gol foi 
marcado por Preto, numa coohllada da 
defrsn. qunndo Carlinhos e Luiz Carlos 
se contundiram. O Naullco ero.patou atra­ 
vés do Ca1·eca. num gol onde o excelente 
utacnnte de Nionquo mostrou toda a sua 
categoria. O resultado final fol justo e 
espelhou o equilíbrio da partld!., 
Jogo: tt11utloo 1 x AADJJ 1 
Julz: Sartá. Auxíliares: UIIe3 e EIvlo. 
Renda: 4.410,00 
12 tempo: AAflD 1 x O. Gol do Proto 
aoa 313 mln11tos. 
2° tempo: Nnutloo 1 x AAHD 1. Gol 
de Carec, os 23 m. 
Quadros: Nautioo Valdomtro, Vas- 
quez, Luiz Oarloe, Carlinhos e Dckon; 
Luiz Claudlo e Carcoa; 8tdronlo, :'forlnho, 
Da Silva e Adollo. 
AABB - Altair, Ezequiel, Guto, 
Coruja, Brito, Severo e Da1ata, Gerglo. 
Robeon, Preto e Nestor. 
cima e mostrou que 
aos 43 minutos: 
O Independente, de Belln Vista pendente no ataque e o Operário (lel11-se 
(Paraguny) que no seu primeiro jogo, Melndo, Paulo e Nado) jogando um tu­ 
contra 0 1° de Maio aprontou um verda- tebol defensivo e atacando multo pouco. 
delro carnaval, aestn feita jogou "honl- Foi preciso Nado ir a frente e tentar 
Unho" e mostrou futebol. O futebol "dls- o gol, i;ols Ortlz e campnahelros não 
coteoa", n!lo conseguiu supluntnr a "pol• jogaram nem 5% de seu futebol. O 1° 
oa" e ncahou fazendo das tripus cora- tempo terminou com OxO, no marcador 
ollo paro nllo sair derrotado do Otávio mas o time: de Marcelino ( desta vez bas­ 
Fontoura. Jogando com um libero, Oscar, tante pacífico) merecia estar vencendo. 
(Nº 5) um senhcr jogador e com dois No 2° tempo, foi tudo ou nada, par& os 
pontas rnpldos, o Independente dominou dois times, e aí a galera vibrou. O jego 
quase toda a pa-rtldn e só não marcou passou a ser . disputadlselmo e quem 
mais gols por falta de pontaria de seus marcou primeiro foi o Independente, 
avantes. O Operário procurou desde o través de CENTURIÃO cobrando penall­ 
lniclo jogar a base de toques, mnt3 Isto dade máxima aos 35 minutos. Oom o 
foi lmposslve]. e entrou no jogo ve]c,z marcador em vantagem, o Independente 
dos paraguaios. Como correm os homens. recusou um pouco e isto proporcionou 
Bolas na trave e M&noel fazendo mila- no Operário a oportunidade de atacar 
gr~, foi o panorama dn partida. O Inde- em bloco. Mas o time dé Nado conseguiu 
sabe 
1 X 1 
. 
Jogar bola 
marcar só aos 43 m, lamber.a na cobrnn. 
ça de um peniiltl cobrado por Ivon. Que 
nos perdoem ·os aperarlanos, mas o In­ 
dependente merecia a vitória. 
,JOGO: Operário 1x Independente 1 
Juiz: Sartu. Auxlllaree: Elvlo o Ulisses. 
12 tempo: 0x0 
2° tempo: 1x1. Gol de Centurião nos 31 
minutos e Ivan aos 43 Minutos. 
QUADROS: Operãrio, Manoel, Baixinho, 
Altair, Paulo e Melado, Nado e Tulcho, 
Ram/io Prado, Sarloo, Ortiz, e Ivan. 
Independente: Servlan. Vadora, Romeiro, 
Centurião e Osoar, füvarola e Adolfo, 
.'lfonso, Garcia Oraldo e Melrelles. 
Tornei o r in 
ternacionaÍ 
de Verão 
Classificação 
SÉRm "A" 
l>~nut!oo x AABfL. .. 2 pg 
2)SesGcntn x Parugual 
1.. .. pg 
SERIE "B" 
1)Operórlo x 12de Maio 
. .... 2 pzg 
2)In1epeadeutc x Gremlo 
Unluo .... 1 g 
JOGOS REALIZADOS 
SEfiIE"A" 
Sessenta 1 x AABB 1 
Nautlco 1 x Paraguuy 1 
AABB 1 x Nuutlco 1 
SERIE"B" 
1º do Maio 1 x Jndepen­ 
dente 0 
Gremlo União 1 Opera.­ 
rio 1 
Independente 1 x Opera• 
rio 1 
PRÓXIMOS JOGOS 
Dia 23 í Nautico x Ses­ 
sento. 
1, de Malo x Operurio 
Ncimaz de Barros 
Meu pedilo maior a 
Deus seri:: fique perti­ 
hc de mJ.:n, mesmo qué 
eu não queira! 
Qua::o usa os joelhos 
em oruc:!o t:G:o os !'.:JU· 
cb.uc'.! e:n quedns! 
No s:Jf!ne!o de u.c:it.:. 
n::editat;,:o. elo i:Jiclt1 o 
vurrer e lpar do se: 
ccraçf:o: • 
l><, !>,:; 
4 oração leva su: 
derrote a transora:: 
ffii ·- • '

Bel V«ta MS ..,_ 
O mundo está em crise, Crise de energia. Crise de compreensão. Crise de 
amor. Qual seria o maior gesto que concretizaria o Símbolo do Natal? 
Para nóo a mos estendidas a todos, porquo Nutul é oomunbiio C?ntro o 
homem o o Crlador. Estendamos as müos u todos amigos o lulrnlgoo 
tumhem. O maior gosto ó o pordílo. Pordoomos para tombem 
ermos perdoados. Que haja unlo entre todos nesta Festa 
de Paz. IMc ó a minha Mensagem. 
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' ,,... 
+- 
Sr. Joã.o Nivaldo 
Gandoli! perdeu fodos 
os documentos carteira 
de motorista, titulo e 
indentldade, pede-se al­ 
guém enconirá-los de­ 
volve-los, nesta mesma 
redação 
1 
-« 
- 
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t 
1 
a o 
de sua Restdencla depende da escolha da pessoa fü,pec1·a11·zada D 
ern ecoraçüo 
CONSULTE e escolha as pessoas que entendem do assunto: 
Uma empresa que njudo. voce a escolher o que vuce gosta. 
Carpetes • Cortinas - Bexes - Tapetes -limiadües etc 
Decoradores à serviço das pessoas de Bom Gosto 
0p 
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f:l 
--- 
Esgaj 
Pe 
li 
MATRIZ: Rua Maracnju 595-Fona • 624-0510 Campo Grande MS 	Breemente representante 
em Jardim 
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Põe. 
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Ttbuna da Fronte!ra 
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l	t e r p u n d o euforla c o m 	a reflexo, v a u 	to s volvendo tranquilo a 
página de mais um uno decorrido. Nossas provisões mal ot!­ 
mistas foram plenamente oumpridas nesses lapso, graças à 
eon]unção de um série de Ietorea fellzes. Entro estes, 
merece menção honrosa o Inestimável concurso de 
nosso amigos a quem enviamos sinceros cum- 
primentos do boas festas o rlsonbo Ano Novo. 
Sergio Roberto :perondi 
1 
T ... doa •• u• ,cntln,.nlo h pror.nl• lraltnlldad· ~ .. H., • •• ' 
nossos pensamentos e melheree rotos psra uqueles que grandes 
ou pequenos, poderosos ou humildes nos dera a sua par- 
ula do colaboraçlto o cora boa vontado nos ajudaram n 
construlr algo de bon e duradouro n etapas quo fin. 
dou. A todos, Fellz Natal e próspero Ao Novo! 
Pedro José R almieri 
Opernndo em campos diferentes, seguimos onmlnhoe paralelos no ano 
+ 
quo correu. Com vistas ao Desonvolvimento de nossos respectivos 
sctoros do atividada, domoo o molhar de nós mesmos na 
concretlzuçfio d~ tílo Importante objetivo. Nesta hora do 
congraçumonto, nada nos aproxima mais do que 11 
cr,naclêncla do dever cumprido. Bons Feetau e 
Fellz no Novo. 
Presidente Edson Moraes 
-----------------------------...J 
Engajados na Lulu ootltllnna, nem sempro estivemos próximos da 
perfeição e dn bondade no Ano que passou. Mas hoje é Natal, e 
uma imensa felicidade interior se afirma em nós sobre os outros 
sentimentos. O sorriso que não demos, a palavra que calamos, 
o carinho que omitimos, tudo é passado agora. e hora 
de abrir os nossos corações. Feliz Natal, 
Feliz Ano Novo! 
Pelo trabalho, ol!tlYemon lrmnnados no ano quo otia so finda. Polo 
trabalho, estaremos Irmanados no ano que s1> vai Iniciar. O trabalho 
é uma forma absoluta do amor. 86 olo nos pormlto fazor algo 
de bom em pró! do nós mesmos o do nossos semelhantes. 
Só através dolo podemos numonta.r o nosso ospltal nos 
bancos da terra e no bonoo do oóu, Bons Fostas! ... 
Aracy Mendes Gonçalves 
Nem tudo foram llores no ano que passou. Mas se espinhos houve, tol 
oomo um Incentivo que os recebemos. E ac nosso saldo positivo do 
alegrias se junta a satisfação maior de havermos contado, co- 
mo sempre, oom a colaboração incondicional dos prezados 
amigos: Para voco, nossa grata retribuição om votos 
de um oarlnhoao Natal e provettoeo j 
Ano Novo 
Vereador Getulio Lino 
1 
Um sentimento Especial vni chegando de mansinho o.os nossos oora• 
çõos. Nele há a Paz dos 'altos influxos. A alegria fraternal dos bons 
m()mentos. A conselênela de tudo. de bom que o nno nos reser­ 
vou. Mas há sobretudo um profundo reconhecimento paro. 
com os que nos deram mão forte na consecução dos 
nossos objetivos propostos. São para eles os nossos 
melhores votos de um Natal Feliz e Venturoso 
Ano Novo 
_., 
Tibiricà Loureiro de Almeida 
, 
Que o exame retrospectivo do Ano que passou comprove o mais posltt- , 
vo dos saldos que as primeiras prospecções no Ano que vai entra 
. 	r 
mduZ!lm a.s previsões mala otimistas em todos os entld 
São os noti:sos votos de Feliz Natal e,um Ano NOTO pleno :: 
realizações. 
Ivan Afonso da Costa Marques

Bela VI«ta MS 	Tribuna da Frontelr 
-----------------------=-- ........ ------~....:,;:.:.:.:.::;.;:;;;:;....:;;_...,;;..;.... _ ,, 
Câmara Munici ai e Vereador; 
Quando eat6. por chegar este grande dia, o dia <le Nntul, a humanidade todo, que pensa por dias melhores, e recolho dentro do 
el mesma buooando desvendal' o Intrincado rnlst6rlo da vlrln e porque ela existe. 
Vem dai, logo, o principio da r11züo: Deus! 
Quando nasceu o menino Jesus, uma grande estrela iluminou o céu o serviu do gula aos peregrinos que do todas as regiões clr­ 
ounvlt<lnhns, foram oonheeier o Messlls prometido, o Sulvudor doo pecadores, em Bolem. 
A historia diz coisos mnrnvllhosao da vida deose menino que rer.em-nascldo o!ndn, atrnla respulto de todos os homens. 
Reis, fora, ter com ele e levarum-Jhe presentes, pc;rfurnes e mulo que Isso, n ei:perançu de que alí cstn.vu realmente vivo, o 
salvo.dor, filho da Virgem Maria, radiante de belczu, nns<Jldo em pobre recanto de um pouso que José o a Santn CBpo1m consogulrnm 
na Rua fuga por terra longlnqun para poupar o filho divino da furfa dos homend incrédulos. 
Esse menino Jesus cresceu, e adolecente ainda, esteve com ou Doutores da Igreja, que admiraram a sua sabedoria. Quando ho• 
mem, numa o.dmlrável conduta de Servo de Deus, fazia suas pregações que mais não eram aenllo a bondade de llCU cornçúo, ensina­ 
mentos que brotavam do fundo d'alma, oomo que ele perene com o Pai, o Supremo Criador. 
Viveu, sofreu e morreu na cruz, para n redenção dos homans, que eram ímpios, continuam maus, sem compreender ainda, aque­ 
las mensagens ditas há quase· 2.000 anos, por aquele pceferldo de Deus na sua missionária passagem pela Terra. 
Ele só pregava a paz. Que os homens só vivessem de amor e bondade numa comunbtio lrntornul, porque assim quer!& o Pai 
celeste. 
Vivemos uma época de lnoompreensão, de desespero dos homens ante toda sorte de barbaria, rruerrns, destruições e ao invés dos 
homens >!onstrulrem um mundo melhor, mais apetrechos de destruição Inventam dia a dia, avançando a teonolo~la em .todos os sontldos, 
multo pouco, porém, para o bem da humanidade. 
Assistimos agora e desenrolar dos acontecimentos mais tristes em todo o orbe da Terra, onde o homem se põe contra seue 
Irmãos, na mais rude destruição de vidas. 
Lembremos neste dia de Natal, daquele que velo á Terra para nos redimir, oom u. sua bondade, com seu amor. 
Que 11 paz volte entre os homens e que os sinos, quando soarem pelo espaço afóra, tambem nós elevemos nossas preces em favor 
dos ímpios, para que se purifiquem, para que o mundo viva em Paz. 
José· Joaquim Ferre ira Souto 
(PRESIDENTE) 
Getúlio Lino Voe Pres. 
José Simplicio da Costa ivarques 	j 1 
2° Seoretúrlo 	j 
! Afonso Dilon Nunes Leite Moac:yr Pae·; Barreto Carlos Centurião ~ 1 
m 	Nivaldo de Barros - Oswaldo T urin
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@Kg. 	E&DEEgEEE. 	#anan. 	# [ 
'	í''A!hê	S[,TSF,8{ E] l 
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Ildefonso Pinheiro 
SeoroW.rlo 
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ucvarsrsx 	t@2si!<tê3t!t/@: 	%iiê@:E] 
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E 
A marcha Inexorável da história marca r=- ~ 
a presença do trabalhador como objet!- 1 
vo mai!)r. Minha esperança, que é a 1 
esperança de todos os cristãos, é a 
1 
de que os homens procurem o entend.1- 
mento visando a harmonia de propósitos 1 
l 
e a justiça social. Neste Natal, vamos 
refletir n respeito du nossa participação. 
Todos são responsáveis. Que os :nesas 
sejam fartas, mas não nos esqueçamos 
dos nossos Irmãos menores. 
Um Natal com reflexão, são os votos do 
:,'h •. ~-'1""':.' ...... 
... ,J..... ~~- ..... 
ROBE!'TO 
. Seria formidâvel que todos que 
Já provaram milhões de vezes que são 
macho,;, provassem uma vez que são 
homens ... 
D& 3 
_ Todo mundo sabe que certa ente 
nao é carola. D<lveriam começar ab pro: 
var que não são acomodados ... 
* ,>.;:; 
. Ele não escreveu manual de gue 
rilha. nem ensinc,u a matar naru l~b r­ 
tar os povos, • ver. 
, mas murreu para que nln- 
uem metasse. Até agcra foi o único 
ugrn coerentemente... • que 
Neimar de Barros 
·= ,)to(; 
Nunca vi corintiuno 
contra outro cormtü,no: 
ee ser diferentes! 
tei• preconceito 
cristil(.),, pure• 
o; 
Paz nüo é nusencia 
presença de amor. 
de guerra, 
Oração 
Divino 
to 
ao 
Espíri­ 
Santo 
tu 
f, 
t11 
( 
sa; 
u 
s 
i 
8 
Espírito Su1110 ,·oeê qoe 
me esclreee tudo que ilumi 
nu todos os caminhos para q-° 
eu atinja o n:eu ideal, ,·oú qne 
IDt> dá o dom di,:ico de per­ 
doar e esquecer o mal qut: me 
fu.zcm; e que todos os ins­ 
tantes de ruinla da está cc 
migo. eu quero nste curto di­ 
logo. a.grodecer-lhe por rndo e / 
confirrsar ais una vez, qs { 
eu nunca quero me epari 
de vcê por maior que seja a 
luslo material não será o 1aí­ 
nin::o do. yont:lde que si.nto 
de t!W din c-at':!r com você e 
odos os r:eus irmãos a glória 
Perpétua. Obrigada tais ur+ 
vez (a pessoa déeri fazer e'' 
oração 3 dias seguidos se 
fazer o pedido .. Dentro de ·' 
dias será leaçada a gra 
por mui, difícil <ruo ,:eja) pt1· 
:blica-r ar.im qua receber 
graça. 
ce 
E. P.

"SENHOR! 
No +ll·neto deste dia que manheu, Venho pedir-t a paz, a sabedor1,, 
a força, (Quero dhur hoje o mundo com olhos cheios de mor; ser 
paciente; compreenvu, mnso e prudente; ver alem das parén- 
ela teus lhw como tu Inmo os vius, e piti não Ver se. 
nilo o lJr:m l m cada um, Cerr meus ouv!do u tndu ci1- 
lúnlu. Guarda ninhe Itgua dn td maldade. Que só 
do bençãos e enhs menu espírito, Que eu [a tão 
bondoso o lre, que todos quanto s e ache- 
r,nrl'lll n mlm, 1,lotam a tuo fllel
1t1uça. llo- 
veste-ne de tua blez . Sen!HH' ,e que 
no d<lcur,10 dc•sle <lia, l·U til rn- 
vclo a todo1,", 
Que ns Bl'llOilos do Afrnlno D,!US Ilumino Od Corninho~ 
doo Homens e IL p.,:,; Hli'IH uun Cor,1ções, 
são os vo!o: ;lo 
1 
Dr. Rubens A. da hz 
' 
Secretário do 
Social 
J 
sr 
v 
.to 
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,, . . 
O Crí,to é 11 mrtn ... com ele no hÁ nee idnde de pro urnr. Li' 
n·;,re;enta o Encontrc final. T'peramo. que lodo mar ; 11 o 
f:ncootro C'or:t ú Fot,!,• Li! tu·, ,. b!a Agua d ' • il 
ensinamentos. que 4gnifiea V!da. Vos é filho d Luz 
Imortal... Fs partícula do rande 'Todo, Stgas o teu 
caminho iJumln11ndo o traje4o dos que uld 
permanecem nas troa 
: 
•• H 
i 
' 
Sct&rio da' 
5rúda 
SlnoEI, presentes. luzes, cartões 
tudo nos fala de alegria. Todos se con • 
fraternizam. • Parece que o amor vai ha­ 
l:il!ll' o coro.cão humano para nunca mlis 
desa pnrecer. 
Infelizmente. poucat- pef'soas. pen­ 
am no significado do NATAL, nois é 
uma dàdiva de Deus a(, mundo para a 
salvação do homem. 
Quand') Jesus nasceu. o mundo 
encheu-t:e de uma uova luz, qua ilumi­ 
nou toclos Otl corações. Foi um alívio 
ao povo caosado de sofrer, uma es- ~ 
perança," um concSolo! 	i:.;:i 
Como uma criança pobre ele veio Í:l 
ao mundo, meigo, sorridente, nasceu, ffi 
. cresceu e viveu como nós. . • 
Anos depois, Jesus homem, pre­ 
gando ao mundo a doutrina da • µaz. 
caridade e umor, dE':u-nos o exemplo de 
bumlldacle, com estas palo.vras: "AMAl 
VOS UNS AOS OUTRus··. 
Dia de Natal! 25 de Dezembro, 
aniversário de Jesus! 
Oremos a Jesus para que alcan­ 
cemos graças neste dia. 
"Jesus lJenino. que és meu amigo, 
não deix~is nunca, de estar comigo" 
Prol" Gílca Lino 
e 
Delegada Regional de Eduoaçilo {: 
ultura-06. 
ProP Emidia Lopes Penha 
Serviço de Apoio Admini.strat1vo 
Profª Izabd Nogueira Barborn 
Serviço de ADM. Escolar 
Profº Antônia M" P. Melo 
Serviço de Educaçã@. 
Neste Natal, vamos lembrar com carinho tudo de bom que foi realizado 
em 1979, fazer destas lembranças um passo co!).creto para que 1Y80 
seJa um ano repleto de f.;llcldade. Que o Espirito de Deus palre 
sobre todos os lares e que a fraternidade habite os coraçães, 
sã0 os votos de 
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através a llderança dr, 
Governo ao Deputf.di, 
Rub:>n Fíaueil'ó ha v·• ,. 
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Nacional de Centros Sn 
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Sociais Urbanos em Ma. 
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A implfintaçJo dr 
novos Centros Socinl..: 
Urbanos er;:i ~fa!0 Groc> 
so do Sul repre,en!t. 
Eem dúvida u~ g-rnndt" 
passo par~ u rntegrnçfü, 
unitária das popu!a 
çoes que res!deo D!l'­ 
c!dndes ric médio port( 
de meu Estgde. Foram 
contemphdes >6,, cldcde,­ 
de .-quidnu:rnu, Pontrs. 
PorJ, Tre:; L:1rous n­ 
f:irmou o Deputado Ru 
bon Figueiró. 
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TRI 
--------------------- 
Boutique Charme 
apresenta: 
- 
UNE. 
Semnn11 passndo enlrovlstnmos 
Vnnlo Torraoa, a primeira Mlss Mato 
Gromrn do Sul, agora vamos falar com 
s belezas d torra. Desta felta no deu 
p u r a fotografar R linda Adriana. 
n entrevista estava pronta quando ela 
vlnjou e nos deixou a ver nvlos, mas 
na 1 n edlçflo !lo Janeiro prometemos 
aos leitores, prlnr.lpolmente "&os nossos 
leitores" foto de umn dns mis sImpá­ 
tica e charmosa belavlstense. Vamos 
no papo: 
Tribuno: Adriana, que tal aquele ne­ 
góclo de apresi>ntaç!'l.o ... 
1 
Adriana: Vamos IA: Meu nome é 
Adriana Marta Nuües. Tenho 14 anos, 
ou more, ulta. olhos castanhos, oabA­ 
los cast&nhos, longos ... e é só. 
Trlbune.: Só ... ? 
Adriana: Rindo ... E belsvlstense. 
Tribuna: O que vooe acha da litera- 
tura atual? A chamada literatura moder­ 
na? 
Adriano: Prefiro a literatura clàsslca 
porque os bons llvroe nos ajudam a 
conhecer nós mesmos. e despertam 
propósitos e impulsos generosos, que nos 
levam a nmar a justiça e a aborrecer 
o mal. 
Tribuna: E a músca? 
Adriana: Olha, gosto de músloa ro. 
rofinlica. Coaduna com a minha maneira 
rle ser. :Maria Bethnnla é a minha can­ 
tora preferida. 
Tribuna: Qual o tipo de dança que 
vooe prefere ? 
Adriana: Olha, eu sou censerva­ 
dora...(RIn&o) 
Tribuna: Gostar das boas coisas da 
vida, não é conssrvadorlsmo. 
Adriana: Pois é. E respondendo a 
sua pergunta, g'lsto de danoa clássica, 
porque nos ajuda a desenvolver o orga­ 
ntsmo e a mente, levando, nes a um de­ 
terminado nivel mental. 
Tribuna: Qual o conceito que voe 
faz da polltlca? 
Adriana: Acho que a politlca é ne­ 
cessária. Para mim, soa maior finalidade 
é levar o pais à sua natural forma de 
governo. 
Tribuno: Que beleza ... voce, relmen­ 
te, ó multo omntlca. E o amor? 
Adriana: Olha, o amor ó um senti­ 
mento grande demn!fl puru l!Or explicado. 
Ele se trnnsforruou cm um mli;térlo. 
Tribuna: E os jovens'? Porquo tanta 
Inquietude? 
Adriana: Voce mesmo 'Isse uma 
vez, olbu. eu lelo 'Tribuna, que a In­ 
quletuas é sinal de buscn. Os [oven8 
procuram, cada dlo ruelA, conhecer o 
mundo, por Isso elo torou-se uma peso 
inquieto, que dcsejfl conhecer tudo ao 
mesmo tempo, e esse "tudo", às vezes, 
pode l:ler impoaR[val. 
Trihuna: Qual a meta da mulher? 
Casar? 
Adriana: Acho quo a mota de toda 
pest1oa lntellgtrnto, consciente de r;ou 
papel no mundo, é vencer. Vencer, para 
mim, significa me realizar como mulher 
e tnmbem como· mãe. 
Tribuna: Qual a sua oplnlúo a res­ 
peito do jovem belavistense? 
Adriana: O jovem belavistense De­ 
cef:lsltu de multo apoio, principalmente 
dos pais. Ele necessita conhecer as coisas 
mais profundam,mte ... com calma a gente 
chega lá ... 
TrIbuna: E a nossa Bela Vista? O 
que precisa? 
Adriana: Bela Vista é uma cidade 
pequena, que antes de mais nada neces­ 
sita elo apoio moral do povo ... 
Tribuna: Apolo marn.1? 
B lógieo. Faliam tantas coisas que 
sómonte com o tempo e com nossa ajuda 
poderlio ser concretizadas. Mesmo assim, 
Bela Vista é uma cidade muito boa, pois 
é o povo quem faz a cidade. 
Tribuna: Adriana, qual o seu tipo 
de.rapaz? 
Adriana: Moreno, alto, olhos verdes 
e carinhoso ... é lógleo .. : 
Tribuna: Como voce gosta de se 
vestir? 
Adriana: Solta como o vento. Gosto 
de trajes simples. Muitas vezes as pes­ 
soas acham que a beleza da mulher está 
nos trajes, nus roupas, no rosto ... Olha, 
a beleza vem de dentro das pessoas ... 
Acho, isso o mais importante 
Tribuna: Sua mensagem ... 
Adriana: Desejo que cada jovem 
desta terra procure cada dia mais cres­ 
cer e levar cousigo um pedaço fü,.,ta 
cidade maravilhosa, que é a nossa Bel11 
Vista. 
Tribuna: E qual seria esta "melhor 
forma de governo"? 
Adriana: A democracia. 
Tribuna: Um dos maiores problemas 
do chamado "mundo moderno" é o uso AGRADECEMOS 
desenfreado de tóxicos. O aue voce nos 
diz a respeito? o que acha dos jovens e retribuimos os votos de Feliz Natal e 
que usam drogas? 	Próspe::c Ano Novo: 
Agencia Bradesco - Bela Vista 
Adriana: É evidente que a nossa Rep. e Com. Almeida Ltda - B. Horizonte 
estrutura física e p6iqulca sofrem abalos Agente Ass. Jornal O E. de São Paulo 
quando substâ.nclas estranhas de caráter Bela Vista 
tóxicos silo Ingeridas pelo nosso organls. Dr Ivan - da C. Marque" - Bela Vista 
mo. Chegam a dominar a nossa vontude Nestor e Morena - Bela Vista 
e os males que produzem são enormes. Dr. Roberto Souza - Jardim 
Por Isso acho que cada ser humano de- Dr. Bário Souza Jardim 
ve pensar um pouco mais no futuro que Dr. Roberto Perondi -· Bela Vista 
pode ter, antes de estragar a sua vida Vânia Torraca - Ponta Porã 
com o uso dos tóxicos. 	Euza Pereira Chaves - Jardim 
Trlb E 
Dep. Alberto Cubel - Campo Grande 
una: o movimento feminista? Cel. Periandro Motta- Rio Jeneiro 
Voce apoia? 
Banco Financial- Ag. Bela Vista. 
Adriana: É bom em certo ponto, Gluoy Leite Nogueira Campo Grande 
porque emancipa a mulher de certos Utllar Móveis Ltdu. - Bela Vista 
jugos que boie em dia, com a evolucilo Cel. PM Mário Rozus F" - C. Grande 
cios tempos, não tem mais razllo de ser. Dep. Ary Rigo - Ce.mpo Grande 
Mas ... a mulher niio deve esquecer que Dep. Londres Machado. - Campo Grande 
ela vele ao mundo para cumprir a mais Edson M. Morais - Pres. do S. Rural 
divina das missões: "ser mãe", Bela Vista 
22 Nessa data, comemora mais um 
no de vida a jovem Edmnar do Ftgue! 
redo residente cm Jor<llm. 
As 
15 Jane Velasquez. 
D~ e3 
14 1° aninho do robusto Eduardlnho, 
filho do ca5nl Eduardo Ocárlz e Ana 
Maria. Para comemorar a data, conte­ 
ceu um dellcloso jantar acompnnbndo de 
suculento churra c:;co, muitos refrl(!et·antes 
e bebidas. A oleirre festa foi na fazenda 
Pontal. do "vov6" TII. Grande N de 
convidados se fizeram presentes; foi des­ 
taque a presença dos vós paternos de 
Eduardlnho: Dr. Gullberme Ocorlz e 
doua Tul, 'e os tino: Lucblo e Maria 
Therezo. Após o jantar foi cantado os 
parabens a voce e servido um gostoso 
bolo, bombons, cocdinbas, etc ... 
Aos anlversar!antes mil fellcldad::!íl. 
PRATO DA AMIZADE 
A Diretoria da Casa da Amizade agra­ 
dece às pessoas que colaboraram com o 
Prato da Amizade que rendeu a quantia 
de 2.180,00. 
C RD iá está atendendo 
na sua sede 
Pierre Adrl, presidente eseolhldo 
para dlrlg!r o Conselho Regional de 
Desporto (CRD de Mato Grosso do Sul 
Informou que a enUd!:l.de estâ atendendo 
todos os assuntos que lhe são pertinentes 
e funclonando com sua secretaria na 
Rua 14 de Julho, o.o 181? - 8.o andar, 
no conjunto 82 da Galeria ltamoraty 
fone 383-4410. 
CONVITES 
Em 1101' ,ns rnfíos 
convite para o enlace 
de Otvla e Amuurl II 
fIIha de Antero e Zely 
Loureiro, elo do C,wnl 
Auro e Marlene LIma. 
Será no d1a 22 na Ire­ 
[ So Franelsco em 
Campo Grande. 
RECEBEMOS 
Tambem o convlto de 
Formatura do jovem 
César Antonio Cortlnna 
Machado, Ilho do casal: 
Sr. o Sra. Doroty Neves 
T. Macbado. Césnr, estli 
se formando módico Vo• 
terlnárlo pela Faculdade 
de Zootecnia Veterinária 
e Jt?ronomla du Ponllfl• 
ela ünlverstdnde Católl· 
ca do R.S. 
4e kg 
OUTRO) 
Convite de fcrmatra, 
da 8 S. 1? grau, que 
nos chega, é ds joven: 
Flora Maria Velesquz 
Margolh Jacqucllne Ve- 
lasquez e Maria dts 
Graças Lino. 
c.,c C>':<l 
MAIS 
um convite para colação 
de grau, do jovem En­ 
rlque Flavlo Escobal', 
que estará recebendo 
seu Diploma de ::'lfédlco 
Vete!"lnarlo pela Facul­ 
dade de Med. Veterioarla 
da F u n a d a Q 1í o 
Uninrs!dade Federal de 
MS. no dia 21 em Cam­ 
po Grande. 
• A todos estes jo, 
vens os nossos paraben!-1 
pelo sucesso alcançado. 
Estamos imbuídos do propósito àe construlr um Estado grande 
e forte. Que a sua grandeza seja sinônimo do valor de sua 
gente, e que seja forte o suficiente para alcançur a 
baronia. Para isto contaa::os com a graça de Deus 
e, através dos debates chegarmos ao bom senso 
Os meus votos de Feliz Natal, e prósperoi Ano 
Nevo ao povo fronteiriço. 
Dep. Londres Machado 
Presidente da Assembléia 
Legislativa 
d 
for 
D 
cnyr 
a.. 
eia 
"1 
R, 
ra 
co 
do 
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mes 
bee, 
ta • 
tn !.;_ 
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