Governador Marcelo Miranda 
Os munlüiplos rle ,lnrdim e Guia Lopes 
da Lnguna foram incluídon no Projeto 
CURA e com esta medida receberão no­ 
''º impulso desenvolvlmentista. Outros 
munlcipios de MS eRtão recebendo aju­ 
da do Governo do Êstado, enquanto ia­ 
to a nossn cidade permanl:'ce a espera. 
Qundo de sua visila à Bela Vista, Mar­ 
celo Miranda, em praça pública prome­ 
teu que o partir deste ano nós também 
seríamos contemplados com melhorias 
substanciais visando proporciornsr me­ 
lhores condições de vida. ao nosso povo. 
1 
Segundo anúncio publicado nos 
P!'iucipais . jornais sulmatogrossense, a 
responsabilidade do setor de energia 
elétrica de MS passn agora às mãos da 
ENERSUL. Aindo é! cedo para solicitar 
melhorias na rede de energia elétrica 
de Bela Vista, mas níio é cedo para 
lembrar o ENERSUL que Bela Visto, no 
tocante a iluminação pública, encontra-se 
deficitária. No organograma para 1980, e 
porque não dizer, para O!:l primeiros 
mêses deste uno, serio salutar ver nos- 
Estames aguardando. 
O prónrlo pn•fL !lo muolcl1J11], E!y 
de Ar:iujo l!nrbc,su. norr.eodo pelo go­ 
vernuder areelo MIrunda, já está sen­ 
do cobrado pelo povo, que até agora 
não vlu e m sentu quaisquer tipos de 
ajudo por parte do Governo do Estado. 
O poro de Bela Vita espera que 
ulgo fique definido, em termos de reuli­ 
zação, pura e:te no. O que virá pura 
o nosso muricipio? Quis os tipos de 
uxltos que o Gcverno dará à Bela Vis- 
Foi prometido, !nclustve ao Reda­ 
tor-Chefe da TF, que no iolclo deste ano 
seriam lni( • idos 01:1 trabalhos de com,tru­ 
cão de uma unidade de segurança em 
Bela Vista. Esta promessa fol feita por 
ocaslüo do festa de posse do prefeito 
Eiy 1e Ara ujo Barbosa festa que o go­ 
verna,lor Marcelo Miranda, senador Pe­ 
drossiam, Secretários d" Estado, Deputá.­ 
do!!, etc participaram entusiasticamente. 
Até agora nem Plnal sequer àe 
lembranças com referfncla ao assunto, 
talvez as mui1ns atribuleões dos homens 
do Governo façam com que eles se es­ 
queçam das promessas. No é uma críti- 
sa cidade inclulda entre outras que re­ 
ceberão as primeiras providências da 
ENERSUL. 
Acreditamos que o trabalho tüo 
bem iniciado pela nóvel empresa'·nüG 
fique prejudicado por_ um desconheci­ 
mento daõ reois situnçoes dos mumc1p1os 
i11terioranos, e por este motivo nós da 
TF, lembraremos, a ENE.RSUL, sempre 
que ior necessário, os problemaR de 
Bela Vistf,, Porto MurHnho e Antonio 
Jof.i.o. 
s 
Estritirio [e ftvczci 
Sergio Roberto Peroncti 
CAUSAS CÍVEIS 
DlRElTO AGRARIO - INVEJSTÁRIOS 
ESCR!'FOR10 - Praça Alvaro 
iIascareohas 
13el.i Vista MS 
Dr Késio Loureiro Pinheirc- 
pe 
Rua 
ADVOGADO - 
15 
Bela 'isla 
de Novembro 8/N 
R. 26 de Ago:;to, 384 -S3la 24 
Fone 0564a - Campo Grande MS 
lll'! 
ereditamos ma pnlivra de Mar­ 
ceio l11r nd e 1 1.106 oh olut e rli•zn 
de quo algo está sendo feito pelo me. 
nos em estudos, para desenvu!ve' l'tlln. 
fron!l"lro. ,rnquer.lda. Ató ('l pr, 11te mo, 
menta vllrlor, munlclplo rt>c~u .tu 1 au­ 
xillos mas nós ainda pão vim o n rn@ 
de Bela Vista er cltado uma une« vez 
dentro do esquema de trabalho de Mar­ 
c~lo .tirandn. N11o rlrcepci n n povo 
fronteiriço, ,;rohor govn:s,•u!r,r 
ea. É uma lombronca. Há multe, o que 
fazer em MS, e Bela Vista é f•üo Gros­ 
so do Sul, isto nós não f.dnl!lremos 
que se esqueçam. E a cndt>l:r 
Carta pode mudar 
O deputado Prlsco Viana, ex-se­ 
cretârio dn extinta Arena, admitiu nilo 
só a posJibllldade de ampla reforma da 
Constituição, ainda no goVtroo Figueire­ 
do como tambem a restauração das 
eleições diretas para os governos esta­ 
duais. Sobre n possibilidade de envio de 
mensagem do Executivo logo no inicio 
dcs trabalhos legislativos deste ono, 
propondo a restauraçl:io das eleiçõ<:?s 
diretas estaduais, foi reticente: 
"Pessoalmeot,:i sei que haverli elel• 
ções diretos em 1982. Quando será de­ 
o!dldo? Essa é uma eetratégi'l do gover­ 
no que apoiamos. Estou convencido de 
que o processe político vai levar neces­ 
sariamente a isso e como apoiamos o 
govezuo, estamos submetidos à_sua es­ 
tratégia".: 
Brasileiros Pess • mis*as 
O brasileiro inicia os anos 60 mais 
pessimista do que nunca, com amargas 
expectatlvae, desânimo, derrotismo e 
descrença no futuro. Esta!> são as cem 
'clusões 'da pesquisa do final dos anos 
··; 70, feita pelo Instituto GaJJup, e que o 
Estado divulgou d1si. 1 pp. Os brasileiros 
não acreditam na prosperidade ecoaômi 
cu, eomo em 1970, mas esperam o 
desemprego, mais 
1
greves, aumento nos 
gastc,s com saúde e 'necessidade de ais 
trabalho. O pessimismo chega ao ret2bol 
"que não terá seus me-lhor s □o□e.!llos 
neste p.-ríodo que começa··. O _p:-i!:!cip.J 
desejo pa.ra os próximos 10 fino 6 ~ 
paz entre as nações. 
u 
Vl 
de 
u, 	r 
M 	alo 
uper' 	do 
(jU'' 11 	as 
cola r fel 
tas, e 	e ,ta 
coi! s , er do 
Gov I r,o I! .u, vat 
depender de verbas. 
Rem9dios 
drásticos 
para 
difíceis 
males 
O jornal FJonoclol 
Times, de Lor..drc1o1, publí 
cou que ú_S mcrllde. .. eco 
nômicas anunciadus na 
semana passada pelo 
presidentfi Jol!ío fl:;uei 
rcdo, co0Ftltue!!1 um.a 
ousada tentativa de en 
frentar a eressentes di 
ieuldades co que tro 
peça o pais. A desvalo 
rização terá um efeito 
intangivel, mas nem por 
Isso, menor importante 
na medid, em que de 
mo; tre o governo está 
disp ·to a tomar remé 
dios drásticos Dara ma 
les difieeis. Os credores 
estão satisfeito» eo: as 
medidas adotadas pelo 
Brasil, concluiu o jor! 
PREÇO DESTE 
EXEMPLAR 
..

ADVOGADOS 
T)r. P, dro Jo» Pn' ler 
Ado ia em tal 
heun [ do Narnhr, II - Bela Vi»ta • s 
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r!il ,, rfo proadus p ! dr ' ,ri 
duus l11 lltu!çli t m r•t:• lõ • . J " 
para esta semana. Contudo, o u to ó 
entrar em vigor após apro .. ç'io fl lo 
Baneo Central. 
O Il11nco C(l11tr I Jd( rmou qn óll 
encargos do financiamentos do Procnl 
(+ler!o) o do Propazem (armazenmea 
to) flfl'fl o Centro.Sul «ubiram par %9 
por cf'nto no , no. No en. o da regllo 
Norlo n Nordt>11tl", o ulr.t!a o E tndno de 
Mato Grosso e alguns mun!eíp1os goia08, 
os juros conllnm:rüo o tnx .s de 15 e 21 
por cento no ano. 
Nns l!nhns de rré:lllo corn roem­ 
aos do Fundo Grral p,1rn :i A,,.rlcuHum 
e Industria (Furar!} o diferenelal será 
de nperrn, clo!R por c
1·nto. Or. j)rcdurorefl 
elo Crntro/Sul pn.gnriio :39 por cento no 
ano o Of! dn rr!.(IIT.o ni.'no~ ,i0Henvolvlc!1H:1 
37 por crolo no nno. NoR flnunctflriwntos 
com recursos do Banco Mundial huverá 
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( Fundndo n 20/2/72 
Registro no Cartório de 'Tit. e Doe. o.o 1066 
CGC-MF 03.20126610001-90 
Insc. füt. 130&923 B 
AdwiniBtrnçáo .l!orin Estela V.l'crei,t. 
Redutor - (hl'fe • lrnl<lo Pereira 
Dcpartamtnto Comercial • Alvaro Pereira 
Redação Administração e Ofici~n,: P.uo 
Duque de C::axias Elo Bela Vistn MS· Cx. P. 23 
ASSINATURAS 
Beln Vista, (anual) 	CrS 800,00 
Demais Municipios .... .,·-----·•• CrS 1000,00 
"Os conceitos omitidos eru artigos 
nssinudos não e:,.:primrm, nccesrnriamente, a 
opinião do jornnl. 
Fundador e Diretor Rrsnonsavel 
lvaldo Pereira • 
PEDI A 'I' ft { . 
D S 8 P. o~!e' ;ir.o r ._ ar 10 - • 
f'. rnr.:1 f rru • 
D 
~o!an:::i0 A Polia rino 
ra. - . 
Doença dos Nervos 
Hua 1for!'chl lallt't, 5•,i - J', ne )">
2
..! 
Resfdêcla: tone 2107 Aquldauana MS 
TRIUNI 
Ma radono 
eleito o cra­ 
que do mun­ 
do na Itália 
Bolonha-"Guerin Spo 
tio", o mals importan. 
t semanário esportive 
ik ltA!i>, e- eoHl u o ata 
e nte rgatino Dler 
• . 1 11,rn l como r; r.t lhor 
jogador do mundo ea 
l!li9. Phlklp:1:.,,n 11 ... 
t leigo todos os jora­ 
JI tn11 <iu r ·'l t 1, lU<'lll.1- 
.f' o rorr· pon,hlfllt.; no 
xteríor. 
Mo mesmo tmpo, em 
~11!,"ic, o 1Hútio "Corr-lE>;:,, 
D·lha &or«" escolb ll 0 
i;Ufl<'<l :-:11,- Lkuholm eo- 
1,J{} o mdhcr tf·cnico ele 
1!J7G, de. tnC'ando !C'l' ri­ 
do ele o principal res. 
pc.n .,,vt-1 pelo titulo do 
Mil rn, na temporada paq 
sada e que ugora está 
fazendo do Roma uma 
('Xf'lPnle equipe, lll)'84t 
de todas as deHclôucl1H1 
dos jogadores. 
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Especialidades: 
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Bella Vista 
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69o 
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Vitor lnoGencio Gon 
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tidade Carnê de paga 
~ IZj lPLE% 
mento do funrural. 
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"' -t 
Brevemente representante 
em Jardim

wiãt 2 
Virada do Independente, 
,Jogo: GremJo Unltlo 2 r 
rlento (Poruguuf) 2 X adQpcn- 
Looal: E11tfldto Munfclpul "Ocl"vlo 
Fontoura" 	•i 
O ú tn: G/1/ 1980 
Juiz: 8arltt Auxlllarr.e· 
(rido oomprometorum) • 
lo tompo: O x o 
2º tempo: 2 x 2. Oolu de 
nos 
25 
C' 80 m paro o União e 
nos 38 o Marcelino, nos 39 para 
pndonto, 	'· 
Etvlo 
UItsses 
Olâvlo 
Oscar, 
o Iode- 
QUADROS. 
Independente: Servlao Vadora 
( Benltez), Romero, Centurlllo Er1berto o 
Justino, Adolfo, Oscar, Garéla, Orldo 
(Marcellno) a Rlvarola. ' ' 
Gremio UnUío: Tluho, Orlando, Ze­ 
ca, Nego e Deco, Gllson (Ubaldo) o Tu 
olnha, João, Penedo, Sllvério e Otávio 
(So.blA). 
O Gremlo Unltlo mostrou nos 
primeiros minutos que poderia ganhar 
do Indepndente, e garantir 11 sua elas~ 
slfloação, devido ao excelente trabalho 
de eu melo campo, forma.do por Gllsnn 
Taclnha e :::;nvér!o (estraçalbando o jogo). 
O Silvério está atravei,sundo boi 
forma. O domínio do União era flagran­ 
te, mas Pe.nedo e C!a n/10 conseguiam 
traduzir em gole este domínio. O Inde­ 
pendente joglndo a base de contra ata­ 
ques, com a ua defesa vfril o chegando 
junto, esperava apenas que a rapaziada 
do Uniuo cansasse, pais a partida esta­ 
va sendo jogada a base de 100 por 
born. o 1 tempo terminou empatado, 
mas o Grem!o, pelo futebol apresentado, 
merecia t~r vencido esta fltse. Se no 
1° tempo o Unlüo dominou e até os 
30 minutos do 2º tempo ainda mandava 
no jogo, 11. partir dos 32 o seu time 
desmantel0u e partiu para "tudo ou 
nada", pois só a vitória lhe Interessava 
e Isto não ocorreu por exclusiva falta 
de "atenção" dti suo. defesa, para não 
dizer outra coisa. Houve um cochllo na 
defesa do time àe Julião. Eis a história 
dos gols e da virada do Independente: 
Aos 25 minutos, o aguerrido ponteiro 
esquerdo Otuvio entra na. aréa, tabela, 
rece-be e toca para o fundo das redes. 
Era 1 x O. A galera vibra. Aos 30 minu­ 
tos, Otávio, novam"lnte, marca cobrando 
falta. Ele enganou a barreira e o bom 
golelro Servian. Era 2 x 0. Ai a galera 
explodiu e o União calçou salto alto. 
O Independente é um tirne perigoso, sal 
râpldo da defesa para o ataque, e 0 
de-sastre aconteceu. Oscar, recebe no 
meio campo avança e chuta, Tinho não 
viu nem cheiro do bola: 2 x 1 Nova sai- 
rtve], 
1 • 
0s 20 
o 1.o d 
PJi p r 
l"á o 11 
Parao Y . e Jassmc .. 
Local: Eo;[á,Jlo ~funlofpal ''Oct·' vJo 
Fontoura" 	u 
Dr.ta:G/111080 
Renda:5.120,'lO 
Julz:Frnnch100 NCV<'A doR Santos-No 
1
11 
tempo atuou multo hem. No 22 com<>­ 
teu algumas falhas mi no comprometeu 
Auxll!ares: Surti e UIIsses (bons). 
1- tempo:Parnguay Jx1. ol de Mar 
ola! JtoddgueA; aos 7 m. ,Jolío Vadorn 
a08 22028 pora o Paraguay e Serglo 
nos 9 para a AAHB. 	' 
Final: Paraguay 3 x AAl!D 1. 
QUADROS :.BB: .ltulr, Ezequiel 
Rubens, Guto (Dario) o Brito; Neto (Nes­ 
tor) e Severo: Sergio, Douglas, Preto e 
Caco lo. 
PARAGUAY: Vodora, lHguel (.11_,ra) 
Aloaraz, Gonçalves o Florenclo Vadora, 
Neneco e Antonlo Centurlüo, Juliun Va.­ 
dora, João Vadora. :i.farclul e Roherto 
Cardoso (Ocr da Rosa). 
O JOGO 
A Assoclaçüo .tlétlca Banco do 
Brasil é um time certinho, joga bonltl· 
nho, o seu uniforme chama a atenção, 
o esquema de jogo é moderno, eles 
tocam a bola, corrr.m bfli;tonte, são bem 
orientados, mas sabe lá Deus que snto 
baixa no terreiro da AABB, quando 
a partida é '•pra nler", é decMio. a 
vaca vai pro brejo. Eles não são tlme 
de ohegacin. Já o assino Paraguay é 
um demolidor. Ê um time jovem, mes­ 
clado por alguns veteranos, mas ainda 
com bastante gás, e possuem um meio 
campo fora de Aérle, Neneco e Centurffio, 
são craques, mereciam estar jogando 
em quadros profissionaie do Paraguay, 
e partem com uma velricidade incrivel 
da defesa para o ataque. Parece que 
esse etilo de jogo está sendo praticado 
por todos os clbes par±guios, amadores e pro- 
fissionais. Eles saem com a bola domi­ 
nsda e aí é um "senhor nos acuda". O 
jogo contra a AABB era considerado 
por Miguel Insfram, jogodor e técnico 
do Paraguay, como uma amostra do que 
o seu time poderia fazer neste torneio. 
Para ele, só a vitória interessava e 
montou um esquema arras:i.dor: des. 
truir a AABB no 1? tempo, mas destruir 
mesmo. deixar o time "louC10·• para ~ 2ª 
fase e aí segurar o resultado, jogando 
. r 311 
a base de arrancado pe ,cnde 
os ponteiro .. Jullan cor so b ·bar. 
zom (' dilo dor de cabeça qulqvur 
znqu Iro. 
O objetivo de Mlel fol aleançu­ 
do, destruir a AAB! no 1 tempo e vem. 
eer a partida. O ti: !lo b111Jr•11 . t•ntlu 11 
barra logo nos primeiros minutos, pols o 
Paraguuy [ol com tudo e dominou Intel 
ramente partids. Jogo veloz. raM!is«fs. 
mo, tocando bola e saindo do m+lo cam­ 
po para o ataque cor um esquema - po­ 
derh sn clrnm11dn em tloco . o timo 
paraguaio deixou os seus adversários 
zonzos. 
A AA BB espelhou alguma reco, 
mas essa rego fol apenns após o 
primeiro gol do PnrflRuny, dnl pare. a 
frente só deu o tine paragualo. No 2' 
tempo. g:rnbando por 3x1. o time de 
Miguel se deu ao luxo de colocar alguns 
suplentes (preclE-ul'am de umu oportunl­ 
darle) e recuc,u um pouco, mas sempre 
Indo a carga através do <'XCPlentc Neno­ 
co, Julian. ,João e '.1urclal, e quurn que 
marca mais, A AABB, com a enlrurla do 
Nestor melhorou um pouco, mo<1 não 
conseguia chegar ao ol do arqueiro 
Vadora, a defesa do Paragui possul 
''xerifes e urnu guardu rle ~c,gurooça 
que não é mole". Eles jogam limpo, mas 
duros. Com essa vitória o Casino Parn­ 
guay passa às Femifinals com amplas 
chances de r;e tornar o camplºÜo dci:te 
torneio. Condiçõea eles possuem de sobra. 
OS GOLS 
Para o Paraguay mal'Carom ~1arcial 
Rodrlguei:, aos 7 m, u AABB empatou 
aos 9 m, João Vadora marcou o segun­ 
do aos 22 e o ter,.eiro HtJ& 28. Gols 
tramados, conquistados através de um 
futebol objetivo e que encheu os olhos 
do povüo presente ao Estádio. Vitória 
indiscutível. 
OS MELHORES 
No Paraguay: destaque para todo 
o quadro, muis especialm<'□te para Flo­ 
rêncio Vadora, Alcaraz. Neneco (este o 
melhor em campo) Julian Vadora, Mar­ 
clal Rodrigues, Joíio Vadora, Antonio 
Centurião e Mlguel. . 
Na AA9B: Rubens, Ezequiel (jogou 
um partidaço) Douglas e .lltuir. 
ternacional 
1) Paraguay 
2) Nautteo 
3) A.n l 
).Se enta 
Oh • O Pnr 1q-uav e 
o Nnullco llCiO <'111 ·tfl 
cado par os «mifim«t 
de Verão 
1) 1 de Malo 
col) 
2) Operário, Gr0ralo 
Unl'lo e Independente 
2 f)" 
Obs: Esta chave no 
está definida, o Indepen­ 
dente val Jogar o rei­ 
tnnte du parlld11 (20 mi­ 
nutos) contra o 1° do 
'.falo, de Cnrncol, au ,· 
pensa por Incidentes 
ocorridos em campo. O 
1° de Maio estava ga- 
nhanc'.o du 1x0. Basta o ..,. 
empate paro o Indcpon­ 
dente se classificar, easo ' ' 
prrcn a partida, h»verá 9 
sorteio ou um triangular ~ 
entre 01> tres clubes. pois 
est:!o ernr.atados lambcrrt ' 
no snldo • de gols. 
CLASSIFICAÇÃO GERA.L 
DA FASEELl'.11TNATÓRíA 
1)1? de Malo (ainda 
depende de jogo (20 mi­ 
nutos) contra o lndepenJ 
dente) G pg 
2) Paraguay 6 pg 
3) Saulico 4 pg 
4) Operario, Indepen­ 
dente. Grem!o União e 
AABB 	2 pg 
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5) S2ssenta 1 Pl! 
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elty, em companhia de eu filhos, o casal Ten. 
Cel Conrndo DIas e epo. Par!clpavam de um 
nnlrnorto lHHC' papo junf.n,rneute oom alguns ofl· 
elnl do 10 FC e e6pos. O Alberto e Odlla 
c11lão do paralH100 pelo quallda<lo do seus 
erI;os. Bola brnnon. 
#»3 o 
BRILHO E LUZES 
O bailo ronlfz(ldo, no GPR. promocllo do 
Centro Civlco Prof. Werneck da Escola 'Téenlca 
do ContablJldado foi um auoesso. PreGença mur­ 
ilOUto da jovem guarda o o conjunto agrado:i 
plenamente. E11te 0erl11 o conjunto Ideal para o 
Hovelllon. Multa!l luzt>s, som de primeira, enfim, 
brilhou a turma do Contador· no orgonl·T.ar o. 
sua resto. 
e o0 
REGISTRO 
Visita nossa redação do ox colaborador 
da TF, Eurlpldes Ferreira, em companhia do 
vereador Jullo Galdlno, de São Jonqulm da Bar­ 
ra (SP). O Euripedes atualmente milita na rAdlo 
daquele próspero munlclplo paullsta. Obrigado 
pula lembrança. 
DO CADERNINHO 
1 ) Preença do easl Ildefonso Pinhelro e 
Marly, no bulle do Revelllon. Ele atualmente e 
encontra empenhado, eomo vereador, a aglutln6r 
as forças de sua corrente polftlena. Segundo dizem, 
l!defÓuso nüo lró. pura o partidão. Ff.caró mesmo 
na op0slcão, mas na opvslção Construtiva. 
2) Gentil Vargos da Rosa, lendo o. Trtbllna. 
parabonlzou a equlpe pelo nível e pela dedicação 
em prôl de n1i1a Vista. Gentil e Zulema foram, 
tombem, presenças marcante11 do GPR por oca• 
sHl.o do trndlclonal baile de fim de ano. 
3) Serglo Roberto Perondl, advogado, está 
preparando o lançamento do grandfo1rnc bingo 
que reallzorA juntamente com o .)lube DeRporll· 
vo Obrero de ílclia Vista Paraguay. 
4 J Nosso Redator Chefe de viagem marcada 
para SP. Motivo: novas máquinas para o jornal. 
5 ) Tudo flllllca que este ano um grupo de 
senhoras e encarregar de real!zar o concurso 
Mias Bela Vista. É uma boa. 
6 ) Entre nós a slmpáticn. filha. do amigo Moa­ 
cir Balonl. Ana Sllvla é super educada e de 
uma beleza simples, mas marcante. 
011g 
----.. 
t 
Equipe TF 
7
) Jerginho " coeoto " está eom tudo... 4 
tá irlste. Brwvemente será obrigado 
}!{Z' ito de seus tamre» • migo, 
dever voltar para o Celéglo Militar... E o fi. 
ro, garote. 
BOAS VINDAS 
N as boas vindas ao novo juiz de Direito d 
&Rena, r. õsváid Rodrzies te Mel« e ni. I 
Que seu eovivlo entre os belavistenses, seh 
pontilhado de mnita paz e harmonia. 
e b9 
NA VJP'S 
em companhia de seus pimpolhos o 1ovem m(!. 
dlco Geralr:lo Murano. 'Tambem anotei a presem. 
ça do casal fiermudez (' Flavia. 
:::,,a cea 
ANIVERSARIOS 
- Nat da garota Pit. Seus país, Bastião e 
Gery, organ!zaram uma alegre festinha. 
6- Fez anos tambem a Sra. Irani 0campos 
G:ela, que nas primeiras horas do dia 6, foi 
despertada com uma linda Seresta. realizada 
por seus familiares. 
Sérgio Medeiros 
Dona Croquete Batatlnha, a conhe­ 
cida socyte local que detesta massas 
mas adora carnes - principalmente 
um1:1 espécie célebre de salame, teva seu 
carro recentemente furtado da frente a 
prefeitura, onde fora fazer ume pequena 
reclamação junto ao senhcr prefeito. 
Eram nove horas da manhã e a praça. 
em frente à prefeitura, não estava vazia: 
dona Croquete lembra-se de ter visto, 
assim que desceu do uarro, uns dois ou 
três t1achsrros entrando no har Azeitonas 
na Mortsdela. Depois fie falar aspera­ 
mente com o prefeito, em menos de 
dus horas, saiu à rua e não encontrou 
a sua Brasília. De-a queixa na policia 
imediatamente .. 
O inspetar Ralmund9 (feto de cara 
e, por isso mesmo, metendo medo em 
meio mundo) encarregou- se do caRo. A 
fofoque!ra e bisbilhoteira Dorotéia (mais 
eonhecida nos meloa policiais pelo nome 
daquela· 'doença popularíssima que faz 
rima perfeita com o"seu prenome) é sua 
nuxillar e prontamente descobriu que a 
estimada senhora roubada tinha deixado 
a chave no carro e as portas abertas. O 
inspetor Raimundo ficou deveras enco­ 
lerizadr, com tal falta de realidade e 
compareceu. na tarde do roubo, ao pro­ 
grama rarllofônico do sr. Fiasco, para 
alertar a população da necessidade de 
retirar a chave dos carros estaalonados 
e guardá-las no porta-luva, a fim de 
desencorajar definitivamente a gang 
salafrárla da nossa cidade. 
O próximo passa do lm;petor Rai­ 
mundo foi verlficar Ele algum pobre dia­ 
bo havia feito alguma tosca e inespera­ 
da garagem em essa. Encontrou o que 
procurava no Nuncativi. O sr. Gume 
Afiado; no dia anterior, tinha cortado a 
sua cerca e enfiado um carro debaixo 
de. ramada no seu quintal. Era uma 
brasmB. Quanrlc o inspetor viu o carro, 
pensou sabiamente: Aqui tem dente de 
prá! 
• Pressionado pela cara bãrbara de 
LOU· E COM T 
COPENHAGUE - "Quero m@rrer Charlotte êorday, em 31 de maio de 1873. 
oomo o revolucionário Marat", disse o O tribunal que está julgando o amiga 
dinamarquês Knud Costello, de 29 anos, de Costello proibiu a divulgação do 
e seu amigo logo se prontificou a aten- nome do ''suposto" assassino, assim 
dê-lo, dundo-lhe oito punhaladas e depois eons1derado porque ele se declarou 
cortando-lhe a eabeça. Isso aeonteceu inocente, já que havia atendido a um 
na noite de Natal, e só faltou o detalhe pedido do morto. Costello e o amigo se 
da banheira, onde o revolucionário fran- conheceram ~m 1978, num hospital 
cês Jean-Paul Marat foi apunhalado por psiquiátrico. 
troglodita que o inspetor Raimundo por­ 
tnva com imenso sucesso tem O efeito 
dum choque elétrico, o pobre sr. Gume 
confessou que havia roubado o automó• 
vel do centro da cidade. Mas fez ques­ 
tão de frisar: Sou inocente. 
O inspetor Raimundo ficou indig­ 
nado com tanta safadeza que lhe ende­ 
reçou um ponta pé na· altura do saco 
(gostaria de lembrar que saco quer dizer 
em espanhol, casaco); nesta estória, to­ 
dvia, não é isso. O pobre homem rolou 
pelo cbão tendo os mais comoventes es­ 
oasmos. O inspetor arfava ameaçadora­ 
mente, olhando a cena sem nenhum sen­ 
timentalismo. Mas teve de secar os o!boEl 
com seu lenço alvíssimo. pois um cisco 
microscópico o fazia lacrimejar incontro­ 
ladamente. Acabou levando toda a fami­ 
lla para a delegacia. As mulheres e 
crianças choravam alarmadas com a 
Insuportável perspeetiva que vislumbra­ 
vam. 
Bom, continuando ... Eu ia meter 
todo manclc na cadeia por um mês. mas 
me contaram a tempo qne aqui não tem 
mais prisão: nossos criminosos são en­ 
oareerados em Jardim. Como a família 
do Feu Gume é imensa, não tenho di­ 
nheiro para pagar u passagem de todo 
mundo até lá, e a coisa fica por Isso 
m e sm o, irremediavelmente. Mi I 
perdões, mas, em último caso, tentei 
recuperar o pessoal com um belíssimo 
sermão. 
E 
O superintendente 
da Sunab, general Glau­ 
co Carneiro, acusou o 
presidente do Sindicato 
da Indústria do Frio do 
Estado de São Paulo, 
Gilberto Pourcel, de ter 
divulgado para a impre_n• 
sa a falsa informaçao 
de que os preços da 
carne estariam 35% mais 
oaros no primeiro dia 
útil deste ano. Até listas 
com os pretensos novos 
preços chegaram a ser 
distribuídas em super­ 
mercados dó Rio, mas a 
Secretaria de F'laoe• 
jamento :anunciou que 
"punirá os cmlpados pela 
tentativa de especula­ 
ção. 
t' 
PROG s suas 
1 
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Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo da 
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