O ndn,gado Pedro ,Joiió Pnlmle 
1 
1/guclo no grupo pedt•o3idt1n!Hta, orlenJó 
c!L' oxtlntu Arenu, ondo fol vereador 
(prcaldento . üA 3 m<<@éLU- 1 6 3 p r •2 
]LéN5< 
ú5éüC 
N•L? D•A•~ 7 333 
úC@ ]C5úCQ• 
6 URSS 
O coordenador eoonômlco do Mlnls­ 
lérlo da AgrJoultlll'a, disso quo o arasll 
será boneflolado se realmcnto for deoro. 
tndo polos Estados Unidos, um boicote 
eoonômlco à União Soviética, no tocante 
? exporlaQão do grãos. ExpI!oou que 
ropres~ntnrú baixa nas cotnçõea dos 
cereais nmerioanos no mercado interna 
rlonal. Assinalou que este nüo 6 um 
problema. que esteja afeto ao Ministério 
ria Agricultura e de Comércio Exterior 
!los produtos brasileiros exportáveis n~ 
safra 79/80, aamente a soja poderá ter 
uma oolocnção razoável, já que o Mln!s 
tório prevê uma boa safra. deste grão. 
uéú5Aé??C úCAQLé 
é nC<5C@5•<5Q• 
Está em pleno andamento a cam­ 
panha de vacinação contra a pollomie­ 
llte, om Bela Vista, segundo informnções 
do Dr. Fiorl Murnno, médico chefe do 
Posto de Saúde local. 
füta campanha e@tá sondo reall­ 
zoda segunfo diretrizes emanadas da 
Secretaria de Saúde do Estado. após o 
tmrto que atingiu nlgmnas regiões do 
País. Para isto foram mobilizados fun­ 
o!onãrios • equipes dos postos de Saúde.· 
Leve o seu filho para vacinàr. 
~ de 1 é 5 anos. 
e - , "o TV: - ... , ., ?à 1 + rsr-e a .._., 
N<ü•A<33J •<C DlreLórlo Munlclpal, N•L? convl• 
dado é Yú3Q9U9? A @<<<Q)Aú<é polltlca. Pul­ 
mlrrl <3<+<u<U !J<] éLUNQéüC (!,.. polltfca EL<A? 
clp.nlmunto ~loa cargos dlrellvos, devido 
99 folia de ruollvuçilo o de clima em 
Bela Vfi.;tu, EéLé um melhor aprovelta­ 
mcoto üéN pntc:uclalldades dos polltlcoR. 
Após a nomcaç:1o de Ely do Arnujo 
0arbosa, o com a ,extinção dos partido!:! 
polltlcos, P«Imieri considera que "o mo­ 
tnC'nto exige cio tortos nós uma porllol­ 
puçio ativa e responsável, pois de todos 
os brasileiros, principalmente da classe 
, 
s C o«kk v,a isk 
Prefeito EIy de Araujo Barbosa 
Neste início de ano, o prefsitt> de 
Bela Vista, Ely de Araujo Barbosa, terá 
muitos problemus para resolver, isto 
porque a situação do município exige 
providencias UL•sh~CN1 e C principal d6 
Ies ? adquirir máquinuei e equipamentos, 
Segundo fontes da Prefeitura Municipal. 
Barbosa. não quer partir para uma "arran 
cada sem ter r-esguardns especfflca•"· E.-qili 
camos: traduzindo em miúdos, 0
1 prefeito 
de Bela Vista não quer dívidas, eapern 
contar com o auxilio -do Governo do 
Estado. 
Acontec9 que o p:,vo ü• Bela 
Vfsta, pl'incipalmente os moradores do 
centro da cidade, reclamam do atual esta­ 
do das ruas, • éQ? mesmo 7é solicitam 
üC prefeito o asfaltamento das principais 
i r•L5C pCê•LQC n•LCAü5 
CAUSAS CÍVEIS 
DIREITO AGRARIO - INVENT.ÁIUOS 
ESCRITORIO - Praça Alvaro 
lfoscarenbn, 
]•<é Vista kr 
39 
9 
Dr Késio Loureiro Pinheirc 
- 
._ AD·VOGADO - 
fUé 15 de Novembro S/N 
Bela Vista - MS 
R. 26 de Agosto, 384 -Sala 24 
Fone 6;e?C ? Qn,mpo Grande Mg 
polltlaa, depondo a conti!4 de da 
abertura dcmocrhllcn." 
Comenta-se que C N•U AC@• será 
escolhido pata presidir o destinos do 
"partld!lo·• (PDS) em Bel Vs'n, JJO!' , L1L 
elo um cfomento de ióc11 clUi lo"'> .• rq•,1 n 
de experenela. Iá poucos dis pergunQ? 
vamos ao auvogndo qual Feri 1 "H'l pc 9 
çn'.q, ele nos respondeu: Irei con1:11lwr o 
senador Pedrosi.lnn • iogo AE,5J •íNé 
consulta terei subsldlos para ú8LJüf+ f8J99? 
uma ação polltica v'sendo dinamizr o 
nosso partido". 
''e) 
.-- 5si}tj 
0' 
r---~ 
ruas e praças. Parece-nos que a uhrnl 
Admlnl..:tração deverâ partir EULU U@C3 
política urrojnáa em termos de obra, e 
contentar, politlca e admlnistrallvomPnto, 
toJas 18 correntes. No tocante ao :.ii;Ll­ 
to, Barbosa poderá seguir o mesmo mé-. 
todo que foi Implantando 1-1m Jardim e 
Ponta Porã: o asfalto comunltórlo. m 
povo quer asfalto, o povo EA?9L?3 ECL 
esse asfalto. 
Os vereaaores Getulio Lino e Ilda 
fonso Pinheiro, oriundos rlo extinto '.'11Di3, 
atnda nãe N• definiram a respeito da 
eriação do diretório do nk]b ,néLQ5üC üC 3 
Movimento Democrático Brasileiro -• QUL! C 
indica. que pelo menos um deles acom­ 
panhará o deputado Sergio Cruz. 
No caso de lldefonso Pinheiro consi 
derado da ala moderada da oposição está 
havendo expectativa, pois o mesmo cer­ 
rou fileiras em torno do atual pt·-eíeito 
e po
9forá pa11sar para o outro lado ou 
seja: para o "partldão".Já o vereaàot· Ge­ 
tulio Lino, elemento que está sempre em 
eontato com é imprensa, disse que "2:­ 
nhas ra1zes são oposicionistas e esp"r::.­ 
rel a oportunidade para uma manifesta­ 
ção públioa".O quadro para a cposiç:io, 
em Bela Vista, neste inicio do ano. ? de 
sanlme.dor, mas dependendo das circns 
tâuiias poderà crescer e após n :L?J+3?J53C 
dos diretór.ies p o d e· atlngir ?Q? 
mesmo um número respeitável. ?o:: 
enquanto tudo são conjunturas, 
<< 
QL3 
. OC''l 
51 1!171. 
lltH'tido 
Q<U< üC ;D 
r. UN N Iá d:•- 
í ini a por o.m- 
E!é a, dS AC) 'Is!ritos 
on' «pira,õ inda 
AC1 ! k . ter Indo. 
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( Fundado 20/2/72) 
Regietro no Cartório do Til. e Doe. n.o 1066 
CGC-M1" 03.20126610001-90 
lnsc, Eet. 130592343 
Admi.niatrnçllo -1forin Eetcla V,l'erein. 
Redator • Chefe • Ivnldo Pcreirn 
Departamento ComcroloJ • Alvaro Pereira 
Red.aç!io Administroçilo e Oficina9: Rna 
Duque de Caxias s/n Bela Vista MS' Cx. P. 23 
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Fundador e Diretor Responsavel 
lvaldo Pereira 
Dr. Marcuf! Guimarãeâ 
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bL3 He!de Frei c00Q R 
Dr. GAt s» '2eira 
Av, Atons Pena 22$1 
telefone: 6243350 
~é{ 3Aüé • ? 
Cúé EL fln 
•1 EéL é 
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ü• 1980 
V rCúLCQéL<Q35 üC 
dA{•AüA üC kéQC Gros­ 
so do Sul está convo­ 
úéAüC Cé ELCü99ÁCLú+~5 
CLCEúúU<ÁL<CC do lodo 
o Estado para qu com. 
pareçam ntó o dia. 3 ~ 
de março à. Exntorla ER• 
QAüUé< LLJé<N pl'óxlma üC 
suas L•N<ü?Aú<AN é ~5@ 
üC IU• sejam tramnnlt1- 
üé• éN QANQLU??•] L•<éQ5? 
as a documentação ne­ 
ú•NN~53L<é EéLé C úéüAA? 
tramento da suas ELC? 
priedades. 
As éUQCL5üéü•N do 
órgilo ~é{•AüAL<C estadu• 
ai esclarecem, em edital 
IU• está sendo Y•5úU<Cí 
do na Imprensa. IU• é 
Inscrição no Cndaatro 
üé Agropcouárlo. ? CCA? 
dlç!io lndlspenst'lvel EéLé 
que CN produtores poo­ 
Vé@ comerclaHzar seus 
produtos. Acrescentam 
à!nda que a data t@!<é 
para o encerramento 
das lnsoriçõe1, 2? ;9 de 
• março lmpret.erlvelm~nte. 
Preço deste 
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Nunca ~C5 tão ~ acil, pagar 
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D64FD l•LC ü• V@•<üé 
Molo 
06 76 Luz Serlo üC 
Vg@•<üé r1 m3 Bello 
6F FD VL!NQ<ü•N üé pCé 
pCú"é 
99F; FJJ5 V8Q@<C üCN Santos 
Lino 
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Lino 
Il:l 7fi 4ÁCACL Angolo 
Plloa 
123 76 Amaury Monteiro 
kéúUL•A" 
, 003 77 Antonto Moreira 
016 77 Lulz Anelo do 
Santos 
021 77 Gullb
99rme Perolrn 
1 
053 77 Mnssnyoshl Matsuno 
99 Yosbio 1lutsuno 345,0000 ba Nlouquo 
, 088 77 Jacinto kULQ<C~< 207,2185 "é V3 Joi1o 
, 094 77 ,Toilo FernundeR Cano 
e Llneu Gonzales 8.102,5849 ha ]3 Vista 
111 77 llstldcs Silveira 
Lopes 
, 116 77 Rnmão Cabral 
115 66 Ramllo Cabral 
1 1 
TU I s 
Interessado 
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:3;J;G16J5!39; êé ]3 u5ULA 
7.0a0,2úlZ Jm P. kULQ!2 
nho 
969,6378 ha B.Vl11ta 
267,5449 ha B. Vista 
?6:1DB:!- "U B. VIst 
030,65J6 ha D.Vlnla 
1.4G9,8h73 llu P. Mur- 
t'.nho 
667.0-167 "A G. L. 
Lugunu 
64,0097 hu Nloaque 
283,0000 ha a. L. La• 
guna 
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nho 
504,0000 "é ]3 Vista 
3::l,0487 hn H. Vista 
dCL@é<5{éüCN AC nLC7•QC dUAü5?L5C héLü5@ 
Periodo: 0l·ll.79 à 30,11.79 
Atea 
• I 
kUA<ú~E<C 
Município 
182/79 Kesto Loureiro Pinh<alro 
1.403,0000 ha B. VIsta 
188/79 Atànnoildo Pereira Aja!~ 
. 61,9997 ha B. Vista 
184/79 Arnóbio Martins ·Montezano 
318,0470 ha Maracajú 
185/79 Noelza Leite Chamorro 
166,424-6 ha Caracol 
186/79 Beyl Barbosa Vargas 
249,2000 ha G.L. Laguna 
181 /79 F'rancisco Gonçalves Barbosa 
Peri • e: 
pele 
Ot11 . .19 
l1 [d1i1 dr> Amurai 
Cnrdinal 1052,4915 h B. VIsta 
12G 77 'I'lblrlçá Loureiro 
do Aimelda 575,186 La B. VIt 
128 Ti Antonlo M:uln 
Nunea Hond/10 224.Hl88 ha FJ. Visto. 
132 77 Jtnlrlo Marques da 
Silva 2o6,428fi bll B. u5NQé 
141 77 Leonelo Fellx dos 
Suntos m,74ol bu Jardim 
144 77 SlmHio Franco 2oG,6l'i9l h9é R u5NQé 
145 77 Cl'lstovão Urtrn 
CoAtn 1.093,81'>72 êé ] Vista 
148 FF AüC Co.ssío 
(Jtilestlno FelJx 626,2522 ha B. Vista 
hrb 77 Ivo Barbosa de 
Souza 24,oooo ba Nloaque 
159 77 Gumerclndo 
Amarllba 599,1826 êé n3 kULQ<? 
nho 
1€9 77 Joã.o Fernandes Cano 
e Llneu Oonznles 131,8290 ha R. Vista 
172 77 Beatriz Mirando 
Cortada Gouvea 18.o2o,5839 êA3 n Mur- 
tlnho 
187 FF Irlneu üC Amaral • 
Cardinal 1.647,638 ha B. Vista 
188 77 Inuh Pinto Cardinal 7.657,7128 ha ]3 Vista 
189 77 Irtneu do Amaral 
Cardinal 3.610,7913 ha B. Vista 
o3o 78 Francisco José de 
Carvalho Neto 2.058,6661 ha n3 kUL2 
• , 
pVsgdgaVsmp!mr 
824,1734 ha B. Vista 
188/70 Ita Quêiroz Botelho 
4.291,0300 ha Maraoajú 
189/79 Ita Queiroz Botelho 
200,0000 ha Maraoajú 
190/79 Eduardo Rolon 
trj:f Flirio 
á 30.11.19 
1?4,1866 ba 6-.L. Laguna 
191/79 Salvador Correa Oliveira • 
23,1515 ha B. Vista 
192/'19 Andorson Delfim 
36,0000 ha G.L. Laguna 
193/79 Jaime Evelázio Rens e outros 
G?B1:?G; ba Bentto 
Q5C"C 
CJ<< FG d•LAUAüC ConeLt 
tloho , · do Na•- 	. 
054/70- Ardes k•ü•5LCN 574,89$6 La B. Via 
cimento Primo M,-4ado 731777 ha ioque 
(9/78.Yieente Alo kéú"é + 
085/78 - ela»tio Corra A!v' f 44@1,0950 LA P Murtinho 
outros 	C 99,3725 hs B. i»ta 
CDLFG Milon Iarbo+a@s ·r« ' 
ó/78 - Ai«io Mar Urb!e EC3AC Ma - Jsio 
Zala _ • 00,c000 ha Vista 
098/
78 Gilb~rto Klr• bnu l G - ' 
- _, p g4ares de io- f 5Eà 
069/79 . Kodrigo • 7856)44 ha P, Martinho 
vea Junior .,, ;Afro 1672,6469 1a P. kULQ5A"• 
100/78 • Nelson Cintra 9?$ ? 
101/78 Nilo Roberto Kibei 9,38,8380 ha P. Mfurtilo 
ro Cintrtl 
122/78- Amarico Francl+- 
co lklroonte . 
U5/78 Antonio Maruns Poes 
167 /78 Adão doil 
2.512,600l ha P. Mur- 
206'4650 ha P. Murtinlo 
713,6709 hn <+3 ;h1rtinho 
NéAC? Abusry 
4.278,0946 ha Jardim 
1 
2JI 7857 lia Cuacol 
56í,312! M b. itu 172/78 Waldemar Garcia 
173178 Cecília Dehnlle Lopes 
175/78 Dernnrdino r,[achado da 
33
s 6155 ba Jnrdim 
Silva 	190 'oooo ba G. L. Lnguna 
177178 .ry Cnndldo Barbosa J ~
27 
•tJ
5
89 ha D. Vistn 
198178 Ary Baltuilhe _ b 
1 ·im 7
•85 ba Jordlm 
213178 Alono de Souza Barbo+a 92 ? 2 
264/78 Je Garibaldl da Io"" p36,3623 ha B Vta 
Neto . • S60 0904 hn Jardim 
27'1/78 Lniz Vieira ~!arques 
148 
O:ll5 ha G. L. Laguna 
0lJ/79 Eduardo Casaro '· 
Jardim-~18, 06 de dezembro de l.979 
- 
Carlos Alberto F c:rreír~ d_c Mira.ndn 
ExeCUlOr projeto Fundiario Jardim 
glapV 
194/79 Afonso Antunes Rc.drlguos 
40,0000 ha G.L. Laguna. 
195/79 J CN• Érico Pinheiro 
300,0000 ha Nlonque 
196/79 Delclo ü• Frefü,s Garcia 
100,0722 ba Jardim 
197 /79 Divo Pires Peixoto 
261,4039 ba G.L. Laguna 
Jardim MS, 07 de dezembro de 1.979 
Carlos Alberto Ferreira de Miranda 
Exeouter Projeto Fundiário Jardim 
apgkcr 
NEG 
Tl!RRAS 
Mato Grosso do Sul 
+2222222222222222? ,.,._,..,..._ 	2J 
Avenida Duque de Caxias 697 
Advogado 
• 
Jardim 
é C 
mr n1 
de sua Restdenola depende da essolha da pessoa E@peeializa~a em D 
99 e coração 
a m l r t j sc • escolha as E•NNCéN IU2• entende• dG assunto: 
DECORIÇOÊS ·10 
Uma empresa que ajuda voce a escolher o que vuee gHta. 
aéLE•Q1•N p aCLQ5AéN 2 Baxes • Tapetes -lll111ofadões etc 
Decorador-as à servt~o da.s pessns de . Bom thsto 
kVspg±J pUé <Á<éLéúé7U 595-Fone - 624-0510 Campo eLéAü• M S 	Br•wame t •- 
• mnte representante em Jardim

.. --------- --
o 
Walter de Castro Secretório daSnúde 
AComitruç1ío dfltrinta etrêR novas uni• 
dadt>esanitárias parn suprir as<foflclênclàR no 
1tenrllmento médtco-boRoltnlnr àponulacl'io 1,em 
eoursos em todn Mato Grosso do 8uJ, das qunls 
Tlnte ecinco i.erllo conoluldns at(l marco rto
1980. medlrhl!, DoraInstalar oInstitnto Central 
deSaúde Pública Pm Campo Gran<le e uma. 
tamoanbade fmunlznção • em massajamalR 
nllznda e que atfnl!IU 15Mnnlcínlos e•nproxl­ 
ndAmente 43 mil crlnnons d~ O a 14 nuos 
o resultantes de m administra@ío do npenns 
1
,uatro meRei> do médico Wnlter rle Cafltro à 
/'rente da Secretaria. de Saúrle. onrlfl fmoluntou­ 
;e a filosofia do Governo Marcelo Mfrsndn que é
~e prt>~tar todt.t assfstencla no homc>m. 
 
• Partindo do principio de tjue "asaúrle.ê
l'als barah1 do que n doença", o~ secr9tárto 
~
il'afh•r deCastro ei:;tabeleceu. como plano prlo­ 
árlo, uma merllclna oreventtva e curativa 
ncfpalmente no homem do campo. que estva 
lé então !?ompletamente aban,ionado. Ao assu- 
l
~lr asecretaria em agoRto. Walter de Castro 
parou com uma prAcnrísslma as~lstêncla atrn­
@ dasunlrladeR Ranitárlas e postos deE-núde 
todo o Estado. onde umlevontamAnto mlnu­ 
,eo constatou que simplesmente não havia 
ide pública e que os locais de atendimento 
l!'resentavam d~fieiênolns físicas e princlpalmen- 
1
1
em equipamentos e me<Honmentos. 
hDe Imediato e treinando pessosl em tempo 
corda, a Secretaria de Saúde lancou campa­ 
as verticais de vacinaoão, atingíndo níveis 
nslderarlos exeelPntes: e'!!! apenas 120 dias. 
rAmpercorridos 15 Municípios e imunizadns 
l657 crianças de O a 14 anos. cGm aplicacão 
~. 77.609 doses de vanlnns Sabln. Trlnlice, Sa­ 
tnno, BCG, Anatox Tetânica e Anti-Tífica. Pa.­ 
Mamente a esen camoanha de imunização em 
assa, peln primeira vez desenvolvida no ints­ 
or. Procurou-se suprir as unidarlPs sanitárins 
l
Estado com medicamentos. Um oonvênio 
lllDlPtnentar foi assinado com a CE:fE,Central 
Merlfcamentos no valor de Cr$ 5 milhões, 
, _utpando o almoxarifado central em Campo 
fande e resolvendo em dllinitivo o abasteci­ 
ento. 
, 
JA CUMPRE 
Ao ssumirmos a Recretarta de Sna@de- tol 
n conclua5o 4a Walter de Can 5 
df«, "	dvro p0s vagens 
61peçonoInterfor•aceitamos umgrand 
d!1o,pols no MatoGro««o do sul,íteíien­ 
t·. nio existia saúdo públle.Procutumos, num 
'Urtoespaço,«0li	"
,,,rr, • ' '-' e onrem parte aprt>cúrlú 
'.,l'tf'
11
htaoh<,rorrodozonaurbauaHl,rrlncl,
P-l,menlt'orlarurnJ, otrnv(•11 da1tendlrnento du
mtedleinapeentfvaecurativa oInfetando re­
cursos paraatender ns relvludlcaçõe'ido no 110 
povo. Não flcamoR, nestos qualro mcsc11de 
~rlmtn!Rtroc!o, <'m gnb!nHte do ar concUclonado 
C·RflPradesnluçõeR. Fomos encClnlrâ·Ias no 
r.e:·tilo, onde o homem que produz n noss.n ri­ 
quezaAfilava abandonado. 
Jl(ln1 ele liberar recurBoa para posslbllltur 
ncnnnJusão de algomni;unldodes sanltá.rla.s 
Pnrnllza!lal'l hô. anos. como ade Corgulnho ede 
Lnd:'trlo, of!ecrelár!o Walter de Castro ordenou 
o Inicio lmecllato rla11 ohraA de 33 novas unldales 
o reforrnnR t>m vàrlos hospitais, como o Hospital 
Ct>F>nr ílordolo, em Porto Murtlnho e o Hospllul 
Evangélico, em Dourados. VInte éclnco unida 
deR serüo concluldas atémarçodn próximo ano 
<>ndeoOovorno do E11iado 11stâInvestindo cerca 
de Crs 80 milhões. 
Com unidades sanltllrlns tipo A serão 
bt-nPfloladas rlentro do dois a tres meses as cl 
dades de Aquldauann, Nova Àndrad!nn, Dourados 
Coxlm o Nuvfn1f. Com unidadestipo B,as olda 
des de Ca1:1RIHlndla, Aparecida do Taboado 
Maracaju, Amambal. Angélica, Rio Brilhante'. 
Ivlnbema e Bntalporã. Com unidades de tipo C
Bo n 1t o, Bandeirante Br a s l l à n d1a: 
R l o N eg r o, Batagua!!6U, D e o 
dó.polis, Jatef, Aral Morelr11, Nloaque, Iguateml, 
Mundo Novo e Anaurllândla. Ásdemal11 unidades 
sanltârfo.s previstas 'estão sendo llcltndae eas 
obras deverão ser Iniciadas ainda em janeiro. 
Suprindo rflgufnrmente as unidades 
com medloamentos, cuja distribuição, pos­ 
ttn·lormente, passou a ser feita por dois 
caminhões tipo furgão adquiridos pelo Estado, ·a 
Seoretarla de Saúde Investiu 660 mll cruzeiros 
emgeladelraf'l próprias para Rrmazenamento de 
vaolnas, guardadas anteriormente junto a gêneros 
alfmentfoloe. C1:m geladtilrae arlqulr!das estão 
sendo dlstrlbuidas atodo Mato Grosso doSul, 
que Classifica-se ém segundo lugar no Pais a 
utillz&r esse tipo de armazenamento para v11ctnas. 
Das condições de trabalho aos médicos do 
Interior foi outra preooupação do secretárk, 
Walter de Castro, além de procurar fixá-los nos 
locais onde vivem, equipando e melhorando as 
lntalacões das unidades sanitárias. Investimentos 
na ordem de CrS 6.Y51'.o96,oo foram . alocados 
pela Secrcltarla • para aquisição de 2o gabinetes 
odontológicos, destinados às regiões de Maraoa­ 
ju, Porto ~1urtlnho, Nloaque . .-quldanana, Corum­ 
M, Dourados e outras, e também 25 consultórios 
médicos, 6 laboratórios de nnãlises elinlcas e 5 
aparelhos de abreugrafia. 
No sefor de abreugrafias, o aumento da 
capacidade operacional em todo o Mato ~rosso 
do Sul foi superior a seis mll por cento. cora a 
instalações de novos aparelhos e reformas em 
outros. ~nterlormente, sômente Campo Grande, 
<Jorumbá e Aquidauana possulam aparelhos em 
funolonemento e a capacidade era mínima: 265 
·abreugrafius diárias. Hoje, aUnidacle Sanitária 
Central da capital tem condições de produzir 
3.500 abreugraHas, enquanto que a capse.ldade 
de -produção no Estado. incluindo também Ponta 
Porã, passou a ser de 15.500/<lia. O equipamento 
a ser instalado e m Trê s L a g o a s, 
nos pró>,,.1.mos dias, tem capacidade também para 
3.ooo, o que dará um total de 18.500 nbreugrafias 
diárias. ~ 
Sete ambulâncias para atender no trans­ 
pote de doentes das regiões mais distaBtes e 
e!qualquer ! .,' '· 
Preto4tura. aomo purta
nauvnoúlll 
de sadd
lo!et1!!ilr-1d, ~ 1•
jt,odqnfr!é1-ir,r!,1
rides neo +t
tnn!Iveutiueme.,,h 
uprinontos ds rediz a A
hospftalar, n ante 1 ' 9
lellos 1 µopul d"•"' r
Soell, drena d (c • l"L i.'(•l 1 
uovmbto.
Dando sportr ta# e	a 
coo;1trucA.o !loInt!tu'o+trI e9de Pb!e,
cmCntnpoGr:-nrl".upd,.'! • a1--, ,1· 
tos problemas trouxe ao E do, Su tu@o 
tinirá,ulm da relfz@"oda enne, o trel­ 
namento de recuro hyw.no por ontte Babo-. 
rutórlos n. Pl'rt'M J•,:r-1 ;ril ., , •' 1.nada« 
motn.aprlorlt:rl:H'<1~f,,_('f• • _ to só4o e or­
oarlo emdezmllhi'ki: e' r1,7. r·,l!"a projl•tc1 
to~ baseado na exnen#nela ' 20 no deIstl. 
tuto Adolf Lutz e do I«bata ór!os do nato PÁ. 
bllca do Interior te So Palo. O in lilulc Ce11- 
tral do Saúdo C1ntrarll em Ifit @lo n fanelro. 
Naárea materno tntmnt!!,to! d volvido
um programa onde oobjetivodo 0ornoMr.
celo Miranda 6 dl1,1lnu!r•l · fndl e e sd 
morl1ldado 0morl:iiídnd" do r•.Ujll'cqodrado, 
quo atine 71,98%,, da popuh ckotat 1 do Paf. 
Aatuação atinyfuAq!'n,Corumbí,'Tres
Lagoas, CampoGrande, Dou1r:lo•íl l'onfri.Por!!
em tres faixa distintas commtdldnspela mu­ 
lher em ldado fértil. de 15 à 49 zno, crlanca, 
de On 14nos, e o ad0!esc to do 15o 1fln.non, 
desenvolvldu prinlpalentetravés deconsul­ 
tas médloai,, us:il!t(l.r.c!n ,Jr. c-:>!- rmagem, médlca 
e odontológica elmu11!zn(i'1r,. 
O Rcrvlçu odontoló;.!icc, prut!r·•menle não 
existla hé quatro mses, Os ab!rotes cdontoló 
glcos das uolrlnrles rnnltõ.rln,1 orumvrcc{ll'loo­ 
com alguns nilo funclonnndopo•· fltr, de clrur-, 
giões dentistas. Segundo levantamento feito rrnJo 
chefe do núoleo, Dilso:1 de ü13rou, "cm Campo
Grando já se fazumtrd,1 .er-toeomplolo 
como se fosse particuhr", ,H'If'e ntando que 
em 1980esse trubalbo a e -,, rl. r.<;t•imlld◊àa
demais reglõP.s. Até nove::nhro úl!li n, 49 conr.ul• 
t6rios estavam emfua:!onumentono Estado, 
alguns novos e o 'demaisreformados,oque
velo a permiti:.' um ::rnruc:lto cl)r-;iêerú.val do 
atendimentos: 15.691 nomê·pasõU'~º-nnquanto 
em agosto as más instalçães e precário atem. 
dlmento não permitiam r::wls co que 6.022. 
Os programas de saúde mental, tuberbu­ 
loss edermatologia rmn!t:'it1at.1.mbe!ntiveram 
parHolpaçiio ativa nest"s primeiros mesas da 
admlnlAtração de WnHc!' dE> Cm,tro. rr:11lzMdo 
Inumeros encontros do at1111lz.,c;.'.io a ,mparvis.üo 
em vãrios Muoicir,ioc, ".!om , uj1'vo" de levantar 
os recursos humanos disponíveisna área de 
Saúde, melhor diag11é:::'iecc}o uLu--çrodos pro­
fissionais lá lotado;:; ei:i:1'.1 prí:ylrBuproxlma­ 
ção para promover futuros !rein «entos.
No setor deRedeeVida Hospitalar, um
resumo estatístico até out,b o a.p::-<?:rnr:r~ 115 mil 
eonsultas pura crbnçaE, 75t,.] ,a:n ::dultc:.~e
15 mil pára geatmrte3, o q_ur v -~ r;o.:nprovar 
que as atividades mMi'.!o-s:ni'-'ti'!~ ,,,o L;tJdo 
superaram as expectntiv~:::. 
A Vigilância S::nit{ü-ii:., ;.ecr:, Lamenta rntru­ 
turada, adotou a filosofia de :;reirofiscalizar 
antes àe multar. Foram • fi;:;c;-.i"z" ·cs 253 estabe­ 
lecimentos farmaceutlcos (farufias, clinicas, 
ótica, hospitals e lboraiótios de nz?'ises), além 
de 48 vistorias na alfareza de DoGronde. 
setor de "Ci-Potatu", #e idos 2! 
autos de apreensão de psiotieos. No setor 
de núcleo de medicamentos. costiees, peru­ 
marias e domissaneantes.rczistrou-o a apreer 
são de 10.942 unidades de medicamentos po. 
prazo de vencime:3!-C c-:;gú' .(1.1. 
LTD 
Oferece:· 20 _o/o de Desconto para quem levar este ianúncio 
Mo.deita Serradas e Aparelhadas Forros. Assoalho e Bitente !
, e- - -~	- - - ---------,,,____ 
RuaSantana do Pnruiso uº 1 	Bonito ~ato Grns~o ::i:Su.l 
;. 
-------........... ~ ~--
;.

o 
f 
1 
10/01/1980 
LXO 
Onovo ministro daJustlça éo 
deputado federalIbrablm Abf-AckeJmi· 
nelro de Mnhumtrlm, nseldo } do 
mnrgo de 1927. 0 annclo fol felto no 
Palácio do PIannlto, pelo mfnlr.tro Snld 
Fnrhat, daComunlcuçllo Soolol, momon• 
tontes do novo ministro vistar·o com 
o proeldento ,Tofio F1guelr11do e com o 
mlnlRtro Golbcry do Couto oSilva do 
O-abJncte Civil. 	' 
OmlnMro lbr11blm Abl-Ackol foi 
Procurador Gornl dn Prefeitura de Belo 
Horlzonte e 6membro etetlvo da Comts­ 
o do Criminologia ePrvenço da
CrlmfnaJldacle dn Secrebirla do Interior 
e Justiça do Estado de Mfnue Oernfs. 
?dvogado de proflsslo, professor 
do Direito Con!ltlluolonol e técnico om 
assuntos educacionais do MInIstério da 
Educação e Cultura. 
Ibrahlm Abl-Ackel, nnsoldo em 
Manhlmlrlm, Minas Gerais, a 2de marco 
de 1927. Seus pula: Melblm Abl-Ackal e 
Maria Bracks Abi'Ackel. Casado com 
,Jacea Cubu' Aokel. Tem dois filhos: 
Eliana e Paulo. 
Foi procurador Geral du Prefeitura 
deBelo Horizonte eé membro efetivo 
daComissão de Criminologia e Prcvençüo 
daCriminalidade ela Sccretm•:n do Inte" 
rior e Justiça do Estado de Minas Gerals. 
Quando estudante, no Rio de Ja­
neiro, foi red'ltor dos Diários Associndos 
e teve atuaoão na políUoa universitária. 
particularmente na Faculdade do Direito 
PROGRAMA DE ESPOTE 
Após contatos mantidos entre o jorna­ 
l111ta Ival<io Pereira e odlrP.tor da ZP 23, 
Valério Penha tudo ficou acertado: vol­ 
tou o programa da Tribuna EsporHva 
que esfá sendo levado ao ar às 2º, 4º 
e 6
2
feiras, as 17,30 bs. Éum programa 
que enfoca principalmente o esporte be­ 
lavistense, mas no decorrer do tempo 
acompanhará tambem o esoorte em Ma­ 
to Grosso do Sul e no BraÍ:lfl. No próxi­ 
mo mês terá inicio o Bras!lslrão e Trt­
buna Esportlva estará em Campo Gran­ 
de acompanhando os jogos dos times 
sul matogrossenses. 
3 D83
INDEPENDENTE X1DE MAIO 
Domingo, com portões abertos, o Inde­ 
pendente, de Bella (Paraguai) e o 1° de 
Maio (Caracol) jogarão os20 minutos 
restantes. Nunca édemais lemhrar: esta 
partida éde suma importanciu para o 
clube paraguaio, pois defenderá sua 
classffieação. Precisa pelo menos ema- 
tar. • • • 
PRELIMlN'AR 
Naplelimlnar jogarão duas equipes de 
veteranos, etudo indica que este jogo 
será divertido, pois os " barrigudos " 
botarão para quebrar. 
do Rlo de Janelro. 
No concurso comemoratlvo do een­ 
tonárlo do nuocfrnerito deRuy Barbos-o, 
foi aulor de monogrf.ffa clussitloudo em 
1% lugar. 
Deputado à Assembléla Legislativa 
deMinas Gerahi nos Leglslaturas de 
106H/G8,1967/71. 1971/75, naa quais fol 
prosldontc da Comlssrlo de ConstltulçO.c, 
o Justlça, presidente da Comissão de 
Eduoaçno e Cultura, presidente da Comia• 
o elaboradora do texto daConstituição 
Estadual de 1967, e Hder do Governo e 
du.Arena. • 	, 
Deputado ferleral. por, Minas Gerais 
na Legh1lotura do -.1075;79, reeleito para 
as Legislaturs 1979/03. 
Na CAmara Federal foi relator-ge­ 
ral tia CPI do Sistema Penitenciário, re- 
BINGO 
Obingo do Nautlco-Obrero já foi lanea, 
do, O negócio agora éprestigiar o sim• 
pático clube belavistense que està pro­ 
curando construir sua rsede social eam- 
pliar assuas atividades. , 
ABRAÃO E A LIGA 
O Abraão pretende deixar a a.lta 
direção da LIGA para se dedicar mais 
ao SESSENT-fi, ele nos disse que precl­ 
·sa começar, e começar logo, a constru­ 
ção da sede social do tradicional. 
OPERÁRIO 
, Jjo Operário, que anda meio por 
baixo, está procurando "renovar o seu 
plantel". O Ivan disse que "a garotada 
anda sem treinar e por este motivo que 
não ostão jogando o que sabem". 
União 
. Contratou Tacinba, conhecido ioga 
dor jardinense. mas mesmo assim não 
conseguiu vencer o!ndependente. Ségun 
do um elemento da diretoria "tem gente 
que está carregada." Olha, negócio ése 
gulr o conselho do LOLITO, buscar um 
pai de santo. 
lator ia lel da reforma da legislação 
penal e relator do Código do Processo 
Penal. 	c+tssdo 
É membro efetlvo da 'om1ss
deConstitulço eJustlçaevice-líder da
frena o doGoverno dedo1975. 
Suplente daComfss1o de'Trabalho 
eLeglslação Socfl )1979), da CAmara
dosDeputados. 
MembrodoConselho Delibera tlvo 
da Fundaçlío Milton Campos para Pes. 
quisas eEstudos Polítfcos». 
Tem pnbllca'as numerosas mono­ 
grafias e conferências sobre assunto de 
Direito e problema& poHtlcos. Sua ativi­ 
dade tem i;ldo murcudu ulílmamente 
pela série deconferências que vempro­ 
ferindo em lastltulçõer- untversltfirlas e 
culturais. 
Consh:lerndo opttnclpal coordena- sistema. 
dor poUtloo dos úlUmos três goveruo!I A carreira poUtlca de Petrônfo 
da Revolução do presidente Médlcl ao Portella foi lolcladti por volta de 1.950 
general Figueiredo, o ministro Petrõnlo naantiga UDN. que lhe deu um manda• 
Portello, um piaulense do pequeno muni· to de deputado estadual no Piauí. Depois 
cípio de Valença, faleceu aos4ano8 disso fol prefeito de TereFlna (de 1.958 
sem ter pereenciudo em toda sua plen!- a 1.962) e governador do Piauí em se­ 
tude a abertura que o Pais tunto reclama guida, então pela aliança PSD/UDN. 
e que ele mesmo se propunha como Era o governador por ocasião de 
o "homem do diálogo" escolhido pelo Revolução de 1964e foram t1uas ae se- 
guintes palavras em frente ao palácio 
do Governo, no dia 1. ·de abril, aos ope­ 
rArlos do seu Estado: "Querem ensan­ 
guentar a Nação...a minha idéla hoje 
expressada sera ade sempre, nu defesa 
Intransigente do povo contra privllégi0s 
abusivos e caducos ( ... ) os leg1tllstas 
e os golpistas podem inclusiva atentar 
contra a liberdade de opinião dos traba­ 
lhadores ( ... ) se pudessemos com pas­ 
seatas obstacular a marcha da reação, 
com o perigo da própria vida eu me 
colocaria em primeiro plano para, ao 
lado de vocês, lutar pela legalidade ... 
que fiquem sabendo os golpistas que no 
Piauí háhomens livres dispostos alutar 
_com saorlicio da própria vida pela liber­ 
dade". 
Depois alsso, Portella teve um pe­ 
rf'ldo de ostraclsma para ressugfr em 
1.971, já senador, como presidente do 
Senado e logo em seguida ficou eom a
direção da Arena em virtude -damcrte 
de, Filinto Muller. No governo Ernesto 
Gelsel. foi mantido nos dois cargos e
em.1.974 rec_eberel a missão de viajar 
pelos estados p11ra articular a escola 
dos futuros governadores. Artieular con- • 
ciliar 6dialogar eram verbos que o 
minlEltro oonJiderava próprios dos políti­ 
cos brasileiros. 
Uma das últimas missões antes de 
ser escolhido ministro daJustiça, foi o 
diálogo que mameve com vários setores 
da, sa sociedado civil e que resultou na 
extinção do AI-5 mas tambem • oa sua 
iostitulclonallzaçã0 através da Emenda 
Constitucional número 11. 'E quando se 
pensava que ele estava em decadência 
so fim do mandato do presidente Geisel. 
foi escolhido para ser o coordenador 
poUtico do general Figueiredo no Con• 
gresso. 
DR 
Campo Grande -A " 
partir dAagorn o lixo 
urbanodeCompo Grnndo 
mente será recolhf, 
se estiver condlefonu!o 
em sacos plastleo», 0b. 
cendo pndrllo, volumo e 
resistência que, tE>cntcn-
mento seadapteao fim.
Oresídto publico dom!
cll!ur que ror a presentn 
do 11 coleta em desacor. 
docom essa regulamen 
tacão daPrefeitura Mu
nlclpal aonrretara 110 ln 
frator amulta de10%,
da Unidade de Valor Fia 
cal do Munlolplo de
Campo Grande(UFIC), 
Dentro denoventa 
dias, a contar da data 
da publicação da Lei J.8 
65. de 21 de dezembro de 
1979, o Evecutlvo õfuol 
clpal regulamentarà todo 
os dlt:iposillvos nesceesa 
rias para seu cumpri 
mento conforme os obje 
tlvos ·de higiene e salu 
bridade da DIvlso de 
Urbanismo daPrefeltu 
ra dPsta capital. 
No cronograma da] 
trabalho do Serviço d» Os
Ltmoeza Publlca parrr da
este no esta previsto oCU 
aumento de dez por cenO
to sobre cerca de l20mU mu 
toneladas de Uxo reco da
!bida durante 1979 e uma to 
expanção tambem da or QU
dem de 10%/ sobre a area, cel 
urbana atendida. Adiscl l teu 
pllne no uso dos sacos se 
Plasticos higenico segun, su 
do a Divisão de Urban1s lhoí 
mo, permite maior rap!· 
dez e eileienela nos ser 
viços de coleta, !acilltan 
do o crescimento da ta 
xa de atendimento. 
Uma média de 72 
mil km, rodado mensal 
mente e cerca de 14 mi 
lhões • de- cruzeiros são 
alguns dos índlcés apre 
sentado pelo Serviço de 
Limpeza Pública, no ano 
passado como indicativo 
da expansão deste tipo , 
de servíço público nos)
bairros_é vilas urbapiz 
da de Campo Grande. Éa] 
fase será dado durante
1980 neste setor conforIDé 1, 
proposta da administra· 
ção Albino Coimbra de 
manter hegienizadas a. d, 
ruas desta Capital 
e SUi 
UtilizandoosConfortavéisOnibusClasseTurismoda
-ViaçãoCruzeirodoSul
AEmpresaquepensanosmínimosdetalhes...
Parao--seuConforto.