O ndn,gado Pedro ,Joiió Pnlmle 1 1/guclo no grupo pedt•o3idt1n!Hta, orlenJó c!L' oxtlntu Arenu, ondo fol vereador (prcaldento . üA 3 m<<@éLU- 1 6 3 p r •2 ]LéN5< ú5éüC N•L? D•A•~ 7 333 úC@ ]C5úCQ• 6 URSS O coordenador eoonômlco do Mlnls­ lérlo da AgrJoultlll'a, disso quo o arasll será boneflolado se realmcnto for deoro. tndo polos Estados Unidos, um boicote eoonômlco à União Soviética, no tocante ? exporlaQão do grãos. ExpI!oou que ropres~ntnrú baixa nas cotnçõea dos cereais nmerioanos no mercado interna rlonal. Assinalou que este nüo 6 um problema. que esteja afeto ao Ministério ria Agricultura e de Comércio Exterior !los produtos brasileiros exportáveis n~ safra 79/80, aamente a soja poderá ter uma oolocnção razoável, já que o Mln!s tório prevê uma boa safra. deste grão. uéú5Aé??C úCAQLé é nC<5C@5•<5Q• Está em pleno andamento a cam­ panha de vacinação contra a pollomie­ llte, om Bela Vista, segundo informnções do Dr. Fiorl Murnno, médico chefe do Posto de Saúde local. füta campanha e@tá sondo reall­ zoda segunfo diretrizes emanadas da Secretaria de Saúde do Estado. após o tmrto que atingiu nlgmnas regiões do País. Para isto foram mobilizados fun­ o!onãrios • equipes dos postos de Saúde.· Leve o seu filho para vacinàr. ~ de 1 é 5 anos. e - , "o TV: - ... , ., ?à 1 + rsr-e a .._., N<ü•A<33J • de Bela Vista, Ely de Araujo Barbosa, terá muitos problemus para resolver, isto porque a situação do município exige providencias UL••sh~CN1 e C principal d6 Ies ? adquirir máquinuei e equipamentos, Segundo fontes da Prefeitura Municipal. Barbosa. não quer partir para uma "arran cada sem ter r-esguardns especfflca•"· E.-qili camos: traduzindo em miúdos, 0 1 prefeito de Bela Vista não quer dívidas, eapern contar com o auxilio -do Governo do Estado. Acontec9 que o p:,vo ü• Bela Vfsta, pl'incipalmente os moradores do centro da cidade, reclamam do atual esta­ do das ruas, • éQ? mesmo 7é solicitam üC prefeito o asfaltamento das principais i r•L•5C pCê•LQC n•LCAü5 CAUSAS CÍVEIS DIREITO AGRARIO - INVENT.ÁIUOS ESCRITORIO - Praça Alvaro lfoscarenbn, ]•<é Vista kr 39 9 Dr Késio Loureiro Pinheirc - ._ AD·VOGADO - fUé 15 de Novembro S/N Bela Vista - MS R. 26 de Agosto, 384 -Sala 24 Fone 6;e?C ? Qn,mpo Grande Mg polltlaa, depondo a conti!4 de da abertura dcmocrhllcn." Comenta-se que C N•U AC@• será escolhido pata presidir o destinos do "partld!lo·• (PDS) em Bel Vs'n, JJO!' , L1L elo um cfomento de ióc11 clUi lo"'> .• rq•,1 n de experenela. Iá poucos dis pergunQ? vamos ao auvogndo qual Feri 1 "H'l pc 9 çn'.q, ele nos respondeu: Irei con1:11lwr o senador Pedrosi.lnn • iogo AE,5J •íNé consulta terei subsldlos para ú8LJüf+ f8J99? uma ação polltica v'sendo dinamizr o nosso partido". ''e) .-- 5si}tj 0' r---~ ruas e praças. Parece-nos que a uhrnl Admlnl..:tração deverâ partir EULU U@C3 política urrojnáa em termos de obra, e contentar, politlca e admlnistrallvomPnto, toJas 18 correntes. No tocante ao :.ii;Ll­ to, Barbosa poderá seguir o mesmo mé-. todo que foi Implantando 1-1m Jardim e Ponta Porã: o asfalto comunltórlo. m povo quer asfalto, o povo EA•?9L?3 ECL esse asfalto. Os vereaaores Getulio Lino e Ilda fonso Pinheiro, oriundos rlo extinto '.'11Di3, atnda nãe N• definiram a respeito da eriação do diretório do nk]b ,néLQ5üC üC 3 Movimento Democrático Brasileiro -• QUL! C indica. que pelo menos um deles acom­ panhará o deputado Sergio Cruz. No caso de lldefonso Pinheiro consi derado da ala moderada da oposição está havendo expectativa, pois o mesmo cer­ rou fileiras em torno do atual pt·-eíeito e po 9forá pa11sar para o outro lado ou seja: para o "partldão".Já o vereaàot· Ge­ tulio Lino, elemento que está sempre em eontato com é imprensa, disse que "2:­ nhas ra1zes são oposicionistas e esp"r::.­ rel a oportunidade para uma manifesta­ ção públioa".O quadro para a cposiç:io, em Bela Vista, neste inicio do ano. ? de sanlme.dor, mas dependendo das circns tâuiias poderà crescer e após n :L?J+3?J53C dos diretór.ies p o d e· atlngir ?Q? mesmo um número respeitável. ?o:: enquanto tudo são conjunturas, << QL3 . OC''l 51 1!171. lltH'tido Q ]LéN5< Fortaleza- O pes!­ dente da_ Erratel, Hel­ véio ái' , ligou o cabo subr: rino que EéL0L5?+M+ E; 'erg •62 e? eN - .--• - .... ,. ... '1 - l üN Uatdcs, JU@Jé EéLé O ·, .. ?. H3 :_:.sn t::. e trade uu.ações , Cr.fdos. Estado: 5L•?3C .c, vi sa -.iF o 2bo, pas- Sa.o t com raia D?6 úU3 t' 9 !" ------ l' c l) I V s Dra. Anamélla Wariderley Xavier, Dr. Adalberto Ariio, Drn. Leldenl Brandão Ariio e Dr. José Gonçalves Pereira Exames. Sangue, Urina, Fezes SECREÇÕES. Cultura • Antib_iograma, Alcool Imunofluf'rescênci11, H ormõmos, Eletrofores'!> Toxicologia. Run Rui Barbosa, 3.2-lzt ~mld3 ;GG2?GGG Co.npo Grande Mato Grosso do Sul Dr. Fiori Muráno MtDICO Consultório - 7 às 11 hs. • 16 às 19 hs gnckVs • glnr nmrsm bc rV?bc L FzjiA 1? "%. : 3N Bela Vista r MEDIC Dr. José Oscar de Souza k J]b g ?a m Ginecologia • Obstetrícia N 1560 e A ni M a Coelho .o onsu-ltórJo: Rua nto m ? 1 268 -- Vila Rosa. Resld: R. 25 de Dezembro VQ•Aü5@•AQCJ 9BJ66 àsº 9GJ66 êN • - Mato Grosso do Sul. Campo eLéAü• bL3 ()ttão V{é@êU7é Santos :. ±. .:, reconstrutiva Membro_ c1rurgta plasuen • 9 ? de Cirurgia- mem- ia1sr., 'as coge p,,," ã CirGsa bro do Colégio 5LéN L.95g6 Cone ..- "" Rua Rui Barbo""· 271!!, l[6 tampo Grand,o - Dr. João Carla, O de CLé CIIntea Mdtea e CIrtrglea nL? Natal • Preventtvo do Caneer G!ne ·nl(,nlto Ru Antrnlo 't' Coelho 11/n ,AC <éüC üC nCAQC p Hohr 1. f Q2 fone 3$3 404 Cam o Grande -- Mtto Grei so do Sul 2 ) 3 ? ? Ginecologia - Obste ricia Oto. O::lvo T. furuguem Or. Paulo • Furuguem Fone lid+ria 624-4609 E·te«rilidsde Conjursl - Mas·tologta - Pé.Natal, Partos e Cirurgia« Horárlo; das li la l0 h». • Consultórios: (fundos) A. Afonso ln 2303 dCA ;9H Cai I Campo Grande .- kéQC hroso do 8nal. GINECOLOGIA: OBS1ETl'tlCIA Dr Edson de A. Alves Dra. Katia Dutra A. Alves • Pr6-Nnllll Oíroe1·: J, Jlct in!nntll • Prevenção do cancer Genlcológlco Convenlo Banco do Brn,11 • Unlrned p1 Padro Jollo Crippa 9GB: Conaultorio. fone 624.9703 Ilc,id,neln Cone 62 J(,826 mé@EC eLéAü• 2 kéQC eLCNNC üC Sul Clínica de Olhoo Dr. Celso JI. Arnlrnkl Clinlca e GJrnrgla de olhos Dra. Angélica M. F. Arakaki C Oftalmologla lnfantll Adaptação L<• Lentos ü• Contato flons. Avenida M'ato Gro~oo. %0 Fone 6296350 Res. Fone 6244618. Campo Grnnde :11S Gastroenterologia Dr. Douglas Chlnem (Tratamento Clínico • Cirúrgico de Doenças do Aparelho Digestivo) Rua Antonio Maria Coelho, 14-13 - Fone 387.2970 Campo Grande - i'l!nto Grosw do Sul Dr. José Roberto Oliva Doença& de Senhoras • Parto .Atendlmento: !Jiátiamente. Horário Comerci3l Rua Maraeajú • 499 • Fono 624.56 46. Campo Grande Mato Grosso do Sul ajVpV cNQ5: ; 6 ü• 1980 V rCúLCQéL Amurai Cnrdinal 1052,4915 h B. VIsta 12G 77 'I'lblrlçá Loureiro do Aimelda 575,186 La B. VIt 128 Ti Antonlo M:uln Nunea Hond/10 224.Hl88 ha FJ. Visto. 132 77 Jtnlrlo Marques da Silva 2o6,428fi bll B. u5NQé 141 77 Leonelo Fellx dos Suntos m,74ol bu Jardim 144 77 SlmHio Franco 2oG,6l'i9l h9é R u5NQé 145 77 Cl'lstovão Urtrn CoAtn 1.093,81'>72 êé ] Vista 148 FF AüC Co.ssío (Jtilestlno FelJx 626,2522 ha B. Vista hrb 77 Ivo Barbosa de Souza 24,oooo ba Nloaque 159 77 Gumerclndo Amarllba 599,1826 êé n3 kULQesanitárias parn suprir as do médico Wnlter rle Cafltro à /'rente da Secretaria. de Saúrle. onrlfl fmoluntou­ ;e a filosofia do Governo Marcelo Mfrsndn que é ~e prt>~tar todt.t assfstencla no homc>m. • Partindo do principio de tjue "asaúrle.ê l'als barah1 do que n doença", o~ secr9tárto ~ il'afh•r deCastro ei:;tabeleceu. como plano prlo­ árlo, uma merllclna oreventtva e curativa ncfpalmente no homem do campo. que estva lé então !?ompletamente aban,ionado. Ao assu- l ~lr asecretaria em agoRto. Walter de Castro parou com uma prAcnrísslma as~lstêncla atrn­ @ dasunlrladeR Ranitárlas e postos deE-núde todo o Estado. onde umlevontamAnto mlnu­ ,eo constatou que simplesmente não havia ide pública e que os locais de atendimento l!'resentavam d~fieiênolns físicas e princlpalmen- 1 1 em equipamentos e mecúrlú '.,l'tf' 11 htaoh<,rorrodozonaurbauaHl,rrlncl, P-l,menlt'orlarurnJ, otrnv(•11 da1tendlrnento du mtedleinapeentfvaecurativa oInfetando re­ cursos paraatender ns relvludlcaçõe'ido no 110 povo. Não flcamoR, nestos qualro mcsc11de ~rlmtn!Rtroc!o, <'m gnb!nHte do ar concUclonado C·RflPradesnluçõeR. Fomos encClnlrâ·Ias no r.e:·tilo, onde o homem que produz n noss.n ri­ quezaAfilava abandonado. Jl(ln1 ele liberar recurBoa para posslbllltur ncnnnJusão de algomni;unldodes sanltá.rla.s Pnrnllza!lal'l hô. anos. como ade Corgulnho ede Lnd:'trlo, of!ecrelár!o Walter de Castro ordenou o Inicio lmecllato rla11 ohraA de 33 novas unldales o reforrnnR t>m vàrlos hospitais, como o Hospital Ct>F>nr ílordolo, em Porto Murtlnho e o Hospllul Evangélico, em Dourados. VInte éclnco unida deR serüo concluldas atémarçodn próximo ano <>ndeoOovorno do E11iado 11stâInvestindo cerca de Crs 80 milhões. Com unidades sanltllrlns tipo A serão bt-nPfloladas rlentro do dois a tres meses as cl dades de Aquldauann, Nova Àndrad!nn, Dourados Coxlm o Nuvfn1f. Com unidadestipo B,as olda des de Ca1:1RIHlndla, Aparecida do Taboado Maracaju, Amambal. Angélica, Rio Brilhante'. Ivlnbema e Bntalporã. Com unidades de tipo C Bo n 1t o, Bandeirante Br a s l l à n d1a: R l o N eg r o, Batagua!!6U, D e o dó.polis, Jatef, Aral Morelr11, Nloaque, Iguateml, Mundo Novo e Anaurllândla. Ásdemal11 unidades sanltârfo.s previstas 'estão sendo llcltndae eas obras deverão ser Iniciadas ainda em janeiro. Suprindo rflgufnrmente as unidades com medloamentos, cuja distribuição, pos­ ttn·lormente, passou a ser feita por dois caminhões tipo furgão adquiridos pelo Estado, ·a Seoretarla de Saúde Investiu 660 mll cruzeiros emgeladelraf'l próprias para Rrmazenamento de vaolnas, guardadas anteriormente junto a gêneros alfmentfoloe. C1:m geladtilrae arlqulr!das estão sendo dlstrlbuidas atodo Mato Grosso doSul, que Classifica-se ém segundo lugar no Pais a utillz&r esse tipo de armazenamento para v11ctnas. Das condições de trabalho aos médicos do Interior foi outra preooupação do secretárk, Walter de Castro, além de procurar fixá-los nos locais onde vivem, equipando e melhorando as lntalacões das unidades sanitárias. Investimentos na ordem de CrS 6.Y51'.o96,oo foram . alocados pela Secrcltarla • para aquisição de 2o gabinetes odontológicos, destinados às regiões de Maraoa­ ju, Porto ~1urtlnho, Nloaque . .-quldanana, Corum­ M, Dourados e outras, e também 25 consultórios médicos, 6 laboratórios de nnãlises elinlcas e 5 aparelhos de abreugrafia. No sefor de abreugrafias, o aumento da capacidade operacional em todo o Mato ~rosso do Sul foi superior a seis mll por cento. cora a instalações de novos aparelhos e reformas em outros. ~nterlormente, sômente Campo Grande, ,,.1.mos dias, tem capacidade também para 3.ooo, o que dará um total de 18.500 nbreugrafias diárias. ~ Sete ambulâncias para atender no trans­ pote de doentes das regiões mais distaBtes e e!qualquer ! .,' '· Preto4tura. aomo purta nauvnoúlll de sadd lo!et1!!ilr-1d, ~ 1• jt,odqnfr!é1-ir,r!,1 rides neo +t tnn!Iveutiueme.,,h uprinontos ds rediz a A hospftalar, n ante 1 ' 9 lellos 1 µopul d"•"' r Soell, drena d (c • l"L i.'(•l 1 uovmbto. Dando sportr ta# e a coo;1trucA.o !loInt!tu'o+trI e9de Pb!e, cmCntnpoGr:-nrl".upd,.'! • a1--, ,1· tos problemas trouxe ao E do, Su tu@o tinirá,ulm da relfz@"oda enne, o trel­ namento de recuro hyw.no por ontte Babo-. rutórlos n. Pl'rt'M J•,:r-1 ;ril ., , •' 1.nada« motn.aprlorlt:rl:H'<1~f,,_('f• • _ to só4o e or­ oarlo emdezmllhi'ki: e' r1,7. r·,l!"a projl•tc1 to~ baseado na exnen#nela ' 20 no deIstl. tuto Adolf Lutz e do I«bata ór!os do nato PÁ. bllca do Interior te So Palo. O in lilulc Ce11- tral do Saúdo C1ntrarll em Ifit @lo n fanelro. Naárea materno tntmnt!!,to! d volvido um programa onde oobjetivodo 0ornoMr. celo Miranda 6 dl1,1lnu!r•l · fndl e e sd morl1ldado 0morl:iiídnd" do r•.Ujll'cqodrado, quo atine 71,98%,, da popuh ckotat 1 do Paf. Aatuação atinyfuAq!'n,Corumbí,'Tres Lagoas, CampoGrande, Dou1r:lo•íl l'onfri.Por!! em tres faixa distintas commtdldnspela mu­ lher em ldado fértil. de 15 à 49 zno, crlanca, de On 14nos, e o ad0!esc to do 15o 1fln.non, desenvolvldu prinlpalentetravés deconsul­ tas médloai,, us:il!t(l.r.c!n ,Jr. c-:>!- rmagem, médlca e odontológica elmu11!zn(i'1r,. O Rcrvlçu odontoló;.!icc, prut!r·•menle não existla hé quatro mses, Os ab!rotes cdontoló glcos das uolrlnrles rnnltõ.rln,1 orumvrcc{ll'loo­ com alguns nilo funclonnndopo•· fltr, de clrur-, giões dentistas. Segundo levantamento feito rrnJo chefe do núoleo, Dilso:1 de ü13rou, "cm Campo Grando já se fazumtrd,1 .er-toeomplolo como se fosse particuhr", ,H'If'e ntando que em 1980esse trubalbo a e -,, rl. r.<;t•imlld◊àa demais reglõP.s. Até nove::nhro úl!li n, 49 conr.ul• t6rios estavam emfua:!onumentono Estado, alguns novos e o 'demaisreformados,oque velo a permiti:.' um ::rnruc:lto cl)r-;iêerú.val do atendimentos: 15.691 nomê·pasõU'~º-nnquanto em agosto as más instalçães e precário atem. dlmento não permitiam r::wls co que 6.022. Os programas de saúde mental, tuberbu­ loss edermatologia rmn!t:'it1at.1.mbe!ntiveram parHolpaçiio ativa nest"s primeiros mesas da admlnlAtração de WnHc!' dE> Cm,tro. rr:11lzMdo Inumeros encontros do at1111lz.,c;.'.io a ,mparvis.üo em vãrios Muoicir,ioc, ".!om , uj1'vo" de levantar os recursos humanos disponíveisna área de Saúde, melhor diag11é:::'iecc}o uLu--çrodos pro­ fissionais lá lotado;:; ei:i:1'.1 prí:ylrBuproxlma­ ção para promover futuros !rein «entos. No setor deRedeeVida Hospitalar, um resumo estatístico até out,b o a.p::-cntcn- mento seadapteao fim. Oresídto publico dom! cll!ur que ror a presentn do 11 coleta em desacor. docom essa regulamen tacão daPrefeitura Mu nlclpal aonrretara 110 ln frator amulta de10%, da Unidade de Valor Fia cal do Munlolplo de Campo Grande(UFIC), Dentro denoventa dias, a contar da data da publicação da Lei J.8 65. de 21 de dezembro de 1979, o Evecutlvo õfuol clpal regulamentarà todo os dlt:iposillvos nesceesa rias para seu cumpri mento conforme os obje tlvos ·de higiene e salu bridade da DIvlso de Urbanismo daPrefeltu ra dPsta capital. No cronograma da] trabalho do Serviço d» Os Ltmoeza Publlca parrr da este no esta previsto oCU aumento de dez por cenO to sobre cerca de l20mU mu toneladas de Uxo reco da !bida durante 1979 e uma to expanção tambem da or QU dem de 10%/ sobre a area, cel urbana atendida. Adiscl l teu pllne no uso dos sacos se Plasticos higenico segun, su do a Divisão de Urban1s lhoí mo, permite maior rap!· dez e eileienela nos ser viços de coleta, !acilltan do o crescimento da ta xa de atendimento. Uma média de 72 mil km, rodado mensal mente e cerca de 14 mi lhões • de- cruzeiros são alguns dos índlcés apre sentado pelo Serviço de Limpeza Pública, no ano passado como indicativo da expansão deste tipo , de servíço público nos) bairros_é vilas urbapiz da de Campo Grande. Éa] fase será dado durante 1980 neste setor conforIDé 1, proposta da administra· ção Albino Coimbra de manter hegienizadas a. d, ruas desta Capital e SUi UtilizandoosConfortavéisOnibusClasseTurismoda -ViaçãoCruzeirodoSul AEmpresaquepensanosmínimosdetalhes... Parao--seuConforto.