Redator Chefe: lvaldo Pereira 
AFTOSA ANIMAL PODE SER TRINSMI 
AO SER HUMANO 
A veterloêrla Maria Aparecida Pe• 
reira Ollvetra, do Serviço de Inspeção 
Federal, Informou que, apesar das posei• 
blltdades serem remotas, a aftosa animal 
pode, de alguma lorma, ser ttansmtttda 
ao homem. Contudo, salientou que a 
literatura -médica, no Brasll, só regtstrou 
até agora um caso, em laboratório, mesmo 
assim auto provocado. 
Mas, regra geral, Maria Aparecida 
oonsldera que o ser humano não é 
susoeptlvel ao agente transmissor da 
doença, que afeta mais especUlcamente 
os animais oom casco, nos quais a aftosa 
é conhecida por «rrlelra». Quanto a 
posslvels surto11, ela enfatizou que, se 
fosse as&lm, g r a n d e parte d.os 
peões, fazendeiros e técnicos q u e 
trabalham no setor da pecu6rla em Ma.­ 
to Grosso do Sul astarlam doentes, tendo 
em vista que, apesar de setorlzados, os 
problemas relacionados com esta enfer­ 
midade ano comuns no Estado. 
Da mesma forma, a veterlnârla do 
Serviço de Inspe9!lo Federal descartou a 
posslbllldade do leite ser transmissor da 
aftosa, dizendo que, se fosse nsslm, seria 
multo grande a parcela da popula9ão 
J PELIDãO 80 
li 
Albino Coimbra Prefeito de~ C. Gra
nd
e 
Campo Grande - Ã admJnfstração 
Albino Cflimbra fnfcla agora O programa 
"peladãe" oom s construção de cam­ 
PH de peládas, parques to!ant111 e vesti• 
àrlos modelo padrão, oom 46 m2. em cer• 
ca de 24 bairros e vilas desia Capital. 
A medtda Começa. a ser aplicada no 
Bairro Lar do Trabalhador, com a Im­ 
plantação da edificação Msica do ves• 
tlàrlo. Na vila Jacy. onde a Pratelturit 
jã construiu o campo de peludas, inl- 
01a-se a conetrução do parque ln!antU e 
logo eerA oonAtrufdo o • vestlarlo. JA na 
vlla Carmélla até o final do mês os tns 
trumentos do programa "peladlle" esta 
ro prontos. Na vlla Nas11er,o Centro So 
clsl Urbano se encarregou de levar os 
equipamentos, encontrando-se em !ase 
final os vestlârlos. 
Todos os equipamento do programa 
"peladão'' serão usados pela administra 
ç0 na realização do "Peladão 80", um 
campeonato entre bairros e vilas com o 
objetivo de melhor congraçar o espírito 
osportlvo e comunltàrloa destes setores 
urbanos. Com essa mesma meta, os par 
ques de diversões das crlaooas terão pa­ 
pel preponderante e ainda mais, no ob­ 
jetivo de usar .o esporte e o lazer como 
Instrumentos de saude e higiene da po­ 
pulaço. 
Camisetas esportfv!l.s, redes, traves 
e bolas serão distrlbuldas aos clubes da 
pe1 Uerla para maior brilhantismo do"Pe 
ladAof.80", que deve culminar com a de 
cisão Antre as duas melhores equipes a 
madorae da. cidade. Este mais novo pro 
grama da Pre! de Campo Grande eleva 
tambem o nlvel de partleipação do sfste 
ma de comunidade a visinhança. 
Dr Késio Loureiro Pinheirc 
ADVOGADO - 
Rua 15 de Neveml>ro S'[N 
- MS 
Escritório ~e 
CAUSAS CÍVEIS 
DIREil.f(!)_ A:G~8 - JiNWrENil'ÁfilO& 
EBCRrllO1l10 - Praça Alvaro, 
Mascarenhas 
MS 
Advacacia• 
Perondi 
campogrnndt)Dit0, e do Estndo, portadora 
da. doença, pois 6 comum o. lrl!h'lltio do 
leite ln natur&l e queljo calplra, que o 
passam pelos prooessoa convenclonulu 
de pasteurlznçtlo. 
Escolas Estaduais jà tem 
uniforme padronizado 
Até mesmo o governador Marcelo 
Miranda fol consultado e aprovou o mo• 
delo de uuUorme escolar que ser do. 
tado pelas escolas põbllaas estaduats, jà 
a partir deste ano. O uso do uniforme, 
egundo resoluço do secretário de Edu­ 
cação, Hércules Maymone, sorõ. obriga-­ 
tório a partir de 15 de abril deste o.no, 
embora conslderi,.ndo-se alguns motivos 
eepeolals, alunos poderão ser d!Apensados 
dependendo da ocaslilo ou da Pituaçilo. 
Os eetabeleo1mentos que esllverem 
fazendo UH de um uniforme de modelo 
exolust-vo, atualmente, poderão mante• lo 
até o final deste ano, com exceçn.o aos 
aos novos alunos matriculados para o 
próximo ano letivo, os quais deverão 
usar o novo uniforme padr!io. Por outro 
lado, ficou estabelecido que as escol'J'.l 
normais, poderão manter o a.nl!orme que 
tradlalonalmente vem adotando e que já 
as ldentllica. 
AGENCIÃS REGIONAIS 
As 12 delegacias reglona!R de 
:Educação e Cultura. DRECs, serão suba. 
tltu1das em futuro breve, por 16 agências 
regionais de Educação. 
O secretário de Educação, Hérc:iles 
Maymone já submeteu ao governador 
Marcelo Miranda os critérios para im­ 
plantação das agências, e dentro de maia 
alguns dias fnioforá a. modilicaçáo no 
eaquema .. 
Os muniofploR de Corumbé, Cox:im, 
Paranalba, Três Lagoa11, Bela Vista. Ponta 
Porã, Nova Andradina, Fátima do Sul, 
Dourado&J, Campo Grande, Aquidauo.na e 
Bandeirante, que· atualmente possuem 
DRECs. passarão a sediar agêoclas, 
enquanto que serão Implantadas outras 
quatro nas localldades de Jardim, Muudo 
Novo, Naviral e Bataguassu. 
Nomeação de Desembarga or 
O governador do Estado, conforme 
publlcação no Diário Oficial do 14 do 
oerrente, nomeou o Dr. NéIson Mendes 
Fontuara, Procurador da Justiçfi, para o 
cargo de Desemoargador do Tribunal de 
Justiça do Estado, na vaga corresponden 
te ao quinto constltuclúnal reservado a 
membros do M'inlstérlo Público. 
O mesmo órgão oficial publicou o 
ato pelo q_ual o Chefe do Executivo remo 
u.u o Dr. João CadGS Br-a,ndes Go.rcta, 
Juiz de Dlr~l1o da 1ª Vara Cível da 
Comarca de Qo11UII1oê, segqnda entrâncla 
para a 2 Vara da Comarca de Ponta 
Po·rã, segy.nda entrânc1a; e removeu por 
antlguld'alfà, o Dr. José de Rlbama.r 
Afãújo, Juiz éle Direito <:a Gomarca da 
Judim' 1tr.fiii'etra enttânola, para a 3.a 
Vara da Comarca de Corambâ, segundo. 
entr.àn9la:. 
De 
.. 
, ,n , , . 
um cose! 
tur, . 
pJ.,, { '(I •. o 
do 111! .. •r , 
1 0( r de . 
O<! ill'l11 r 
qe lo t nu d 
t .. ,, ... , 1 • + , 
1,rl'l, lo fl r • t I4 
excelente 0p 11 l !,~ t'l' 
par ph!ter de- 
nund ri • ço o 
estado do f!e eia dos 
mun!ep!o ehu rem !o 
poder entzl un a deft. 
ntçlo pnra o problemn. 
() (Çon 'reis» t ve n 
participação das mafs 
dente das torf±ade 
brasilelras, Ieluive do 
Presidente da Repúhlfna. 
fas nenhum p!nvra 
foi tJlrnt.•rlm· l m•' rno 
porqur1 li lÍlPlf''l foi ll <1,, 
que o Pfs tambem e8- 
tava falllo. 
O que fazer? Cruzar 
os braços e dixnr como 
está pera ver como fiea? 
É cloro que rã0, pois a 
Naço é permanente e 
os dministrndores é que 
FÜO tmn •l!fllln". 
De um balanço geral 
QUP, pr,c=:•íl f"f r,i,,<10 dn 
9<1 Cnn~rc""º .Nroiorrnl. 
dos Munle{pinos, chga­ 
mos à rn~luncólcu r,on, 
cJu;.no de que de fato 
o.s munlclploc; Pr.1:lo foll, 
dos. desde ,, • m11nldplo 
de Sal!nas ds 'M+zr!­ 
das, na B+hl, que 6 o 
mis pobre do Prdl, no 
rounlclpfo do Fün 0( nJíll'"' 
do, 3m So Pulo, que é 
o mais tl
1.!0, corn o m ... lor 
orçamento dn P/Ji"· 
O problema é, ine­ 
gavelmente. estrutural e 
não coniuoturoL A ra­ 
[orm» tributária foi crI. 
m!nosa e' nefstamente 
contr'l os municipio:-1. 
com ita gonortruçío 
dos tlbutos na áraa fe­ 
derol. 
Ficou évirll'>ncif) d'> 
tambem que 110 Govr>rno 
Federal não Interessa a 
reforma trbutri 'pro­ 
posta p?los municípios. 
De Um modo e], as 
perguntas nes@ nt!do 
eram recebidas com de­ 
s2grado por prt dos 
conferencists ofhcluis e 
as "r-E::&"lQ. L. cJ~~ ·..: de 
evasivas e rtiênías. 
O mupieip«limo es­ 
t falido e é esta de. 
núnci:i que Y.:zc:r.rs L :{:1- 
çõo. como e. mell.c,:· o::o:r­ 
tribuição que estamos 
pre&taudc ú cc::D·-:lidact.e 
brasile!rn. 
PromcçC.o: O;li:ir.,:c r.C 
Dia: 02- 02- bJ 
cea Dom Bsco 
Rua Sto A o1so 
) 
-

! 
R 
-
-..-..-~~~~-------~---------.:'~ 
Tendo Pro!!r 
R, A MELHOR ILTERNAllVA OE ,. ,·- . 
E TAMENTO ENTRE TODAS AS FONTES • • ,4_;,_-1 :
11 
1 
• l 
-~ 
' 
Nilo Ambrósio 
O raglmo oxcepolonul em 
que vlvio1001:i, quando eclodlru a ctlse 
·nerética mundiul. ontorgsra ao eotl'ío 
Prestdente da Repúblico- Uenerul Oolsel, 
o dlrl'ilo de nonwnr umrt COMISSÃO,pa 
ra o médio prazo, planiflcr u melhor alter 
n11Hvn tll' nproi rllnmc•nto dos fontes en<lr 
éticas que desfrutamos, com a exiên 
cu de quo eisa pen, levasse em 
conln, o mínimo dhipôodlo cio materlnl 
ui!zndo, o menor custo económloo, o 
frenor risco ecolóleo e a maior seu 
rnnçn do coni11ntd11do Ao riuprlmeoto 
dns necessidades de consumo do pfs. 
'Tendo a e+colha opcionl de nossos 
tecnooi·., l:.:fJ. rnculdu u p1·oduçüo de AL­ 
COOI,, a C'Xtnur fle dn comi. de • uçúcar, 
oulllvurJu nu regi/lo No1·lr e Norrleste e 
Centro ul do país, com a previso de 
que o tr,rnscurso do r.rlmelro 1.:110, os bl 
Ihôes e toneladas de litros seriar tlupll 
cndol pPlo uprovoltnm"nio do muncllú• 
onl. flbac11xle, ananás e ETANOL DA MA· 
DEIFIA, ete .. e~tabPlerldo Tlcará tombem 
que idu trlaliz1ção da última fonte, somnen 
te serla registrada utravés du crlaçlo e 
permanencla de empresa que nns quatro 
anos Inicial~ estm·Jarn sob o coolro!t• acl· 
onárlo rla União. 
Num puis troplral como o nosso, cuja 
Jncidencia direta dos n.tos solares, 1:1 tin­ 
ge a maioria de nossoti rt'glões dr,s 6,00 
as 18,00 horas, dlarJumente, facilitando 
ainda, pela total e permanente captuçüo 
da 1ntens1d11cle enargéllcn que nos é ofe 
rerida graciosamente, em número Igual 
ou superi<,r a :!75 dias, dura o te o uno, ja 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a 20/2/72 
Registro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.201266/0001.90 
lnsc, Est, 130õ92343 
Administração -Maria Estela V.l'ereiri. 
Redotar - Chefe • hnldo Pereira 
Departamento Comercial • Alvaro Pereira 
Rcdaçilo Admininraç,io e Oficina~: Rua 
Duqve de Caxias /n Bela Visto MS· Cx.·P. 23 
mala a ENERGIA SOLAR poderia ver pre 
terlda por qualquer outro, prJnclpalmen 
te oeJo baixo cu11to aqulsltlvo o ope 
raclonal dos aparelbos utllzados, onde 
oa gsradorea tàmbem c11rregurn as bate 
ris qe possutdas do eletrons, acumula 
dos, garantirão o funcionamento noturno. 
Ademais, o monóxido de carbono 
produzido pela queima dos derivados de 
petróleo, rapidamente se esvolraça no nr 
IOumulondo :rn na cumuda de nzônlo.en 
quanto o ulcool hidratado ou em forma 
de E'l'ANOL, montem se como um poluentc1 
intenso da utmosfern pois, sua lenta di 
lulçllo, junto ao melo ambiente, poderá 
cnusur em recinto pouco urejado, a em 
brluguêz. 
Lameotàvel ternbém é o esforço de no- 
6ROS &bnegados clenti11tas que de há 
multo, na Interior de Slio P11ulo, deBdO• 
bram se para empregar a energia solar, 
com fot.ça motriz de Loc')mollvas, bon• 
tomóvels, navios 
4e«,come,9"%%%a os+iii­ 
barc+e d%%}.'a iídústiís Pesadas 
do atda, a T3: 4@+«fteaçao para_scl 
e distrtbutço !e ; íiánstcrmaço da 
dados. etc, alé"",,jvél, atravs da p9- 
gua do mar em F 4ulaç1o aquesclda 
sagem dessa e . d que 
em alta temperatura, possibilitando __ 
sua evaporacll.o t:eJn capwda por exnus 
or ou sucçores próprlo,oaja penet~oçílo, 
<o!t Vtipores irá atingir a uma e mara 
refrigerada sendo qoe o process.o Jnverse­ 
irnétorirá o estado s!tdo da 4%P 
ra o seu estado líquido. a qual dev n· 
mente repre1mda i;orrlrá as cidades a 
que se destinarem. Dito proceso quando 
empregado nas águas nuviaifl, rápldamen· 
to resolverà o cruciante problema de no• 
asa agrioultura, agro-PecuArf11 etc. ,termt­ 
uando pulçá com as grandes estlagens 
reglstradas ~m certas regiões do nosso 
continental território. 
obra 
ASSINATURAS 
Bela lieta, (nn-cal) 
Dem:üs l!u.nicipios 
ers· aoo,oo 
CrS 1000,00 
_ "Os conceitos emitidos em artigos 
assinados não exprimem, necessariamente, a 
opiniiío do jornal. • ' 
Funda.dor e Diretor Rt>sponiovel 
lvaldo Pereira 
Escolas de ensino Recuodárlo, em• 
presas de contrução civil, bospllats e 
colégios particulares e11tão !lendo sollci­ 
tudos a cederem salas para o Programa 
de Alfabetlzuçãofdo MOBRAL. 
A procura desses locais decorre 
do reinicio do Programa, que ttirn prlo•· 
rld1J.de durante 1980, visando a erradica­ 
ção do analfabe!lsmo em todo o território 
brasileiro. 
A campanha de mobilização, que o 
Mobrar •realizo no momento, etá voltada 
prlnc:palmente para as comunidades 
rurais, motivando-as a rlocallzarem no 
3eu melo adultos que ainda não saibam­ 
ler e escrever, enviando os às salas de 
aula. 	• . 
Dessa maneira, a Coordenação 
Estadual' tambem. está. :sqllcltando ·os lo 
cais necessários, lm do apoio e parti 
cipação de empresários, industriais, oo 
merolantes, fazendeiros, donas de casa e 
dirigentes d0 quaJsquer empresas públl 
oas ou privadas. 
Sómente dessa maneira enfatizou 
a direção do Mobral com o apoil) de to 
dos os brasileiros, poderA ser, vencida a 
grande e principal barreira ao desenvol 
vlmento sócio eoonômfco. 
A. par do intenso trabalho desen 
volvido nos últimos 9 anos, visando a 
. erradicação do analfabetismo, a meta 
ainda não fot atingida, e todo 1º semes 
tre de 1980 será dedicado a esea 
finalidade. 
A camp1n,ha de moblllzação geral 
elo Mobral, lRnçaaa esta semana, apela 
diretamente para a participação de cada 
um e de todos, e será veiculada naelo 
nalmente, através da imprensa escrita, 
falada e televisada. 
o sonha tornou-se Realidade, 
A góru. - em Deli Visto, Existe umu. Churrascaria onde você poderá. levar sua 
esposa, seus filhos, seus amigos e sentir-se realmente em sua própria casa 
E 
Q:> 
Z 
fE tfüill 
N 
l1V - 
Aquele aJgo 
- 
mais em Churrascaria - 
.... CIJZI €o llE1fO • 
Rua Duque de Ca xias ( Ao lado· do Ginasio Estadual ) Bela Vista MS 
w-Ou 
□
amo 
e 
Caminhar 
Bela Vista conta com voce ••. 
Juntos na Estrada do 
o Desenvolvimento do MuR_icipio. 
Um governo do povo para o povo 
- Empregos - São Metas Prioritárias 
a VAMOS TRIBDLHIR JUNTOS? 
O seu Trabalho é fat©r indispensável para 
Administração 
Saúde - Edµcação 
EL Y DE ARAUJO BARBOSA: 
isia. 
Progresso 
■■
1

•i. Vtlta Ili 
ADVOGADOS 
Dr. Pedro Jod Plllmlert 
Advocacia em geral 
lua_1 de_Novembro,lT - Bela_ Vit«a_- M 
Dr. Godo Ja.nlcellJ Rodlnl 
ADVOGADQ 0AB·MS 14-õl 
Cautlil Clvelt, Trab.Jhh11, lnvent4rfo 
Â'!' 0Qqude Caxla.1, fl{lê . Jardim_ MS 
Dr Joelson Martinez Peixoto 
Cou,u Civ111■e Crlmlnolt 
Rua 1,o_ •• mala,. 1/0 • - Jardim - MS 
Ivan Afonso da Cota Marques 
Advooacla em Geral 
nu· 
1 
'Volµntúlo da Patrla, 876 • foae 210 
BelA Vlata 	MS 
Al'varo R111:l de Oliveira 
ikfto élvil - oomerelal. Agrário • exeeugffoa 
fannúrio, • 0h6rolo, •. eontratoi 
Trabalhl,ta - Loeacffe1, 
füa V de ,éi'a~b'ra~' '41 Cnixo Po,ial' • 91 • 
Ponta Dorl •> • - , MS 
DEPUTADO PEDE RECURSOS PAR 
ELETRIFICA(ÃO NA COLÔHIA J • 
Deputado Serglo Cruz 
· .Dr. Marcus - Guim.arãel§ • 
A:dvegado· 
OABJRS - 478 - OAB/MT - CPF"olo.l20.7oo-0o 
- ,e+ I t ,... , 	, • 
Rua· Pandlê • CJctlógerá1, 801 ·- • Foae 1568 • 
oração ao 
Espíri
6 
Divino 
to Santo 
Aqaldauaná MS. 
~ 
.Dentlsta·s 
., 
.D,R._..LlBIND.O· ASSIS GbDOY 
CIRURGIAO; DENTISTA 
o.. a. €RO-MAS 03O ' 
. Co~iult6rio, R, Marechal Mallet, 742- Fone 1333 
81tidenÕk: R: '!làroobal Mallet. 748. Fono 1841 
Ajutdaanua_ -_ato_grosso_do_ul 
Dr. La@ldlo Valdez de Barros 
Cirurgito Dentlsta 
cRo,. 557 - CILaiee de crisa» • Adultos 
,afmnds+e com hora marcada 
-~ Du~e de Ouiaa, 608 - Jardim ~ 
r. José Geraldo Loureiro 
. j 
Cirurgito Dentista 
êuiitcà Gerai -- R-X 
Rua Guia Lopes, n8 810 
 ~- . - . -- - . 
PRECO DESTE EXEMPLAR 
$ 5,00 
O daputado ·Sérílo ·Cruz remeteu, 
• oliolo • à Eletrobráli, ondo pede a Jlbera­ 
o dos· reeursos Jilee&ssàrfos à contlaul­ 
dad• d.88 obras de elotrlllcaçllo rural 11a 
Ool0nfa JauUc. No documH1to1 o. parla- 
Jaroío é um "pro• 
menta.r lembra qu% %,, veado os ótl· 
Jeto be-m sacliltlldo ' ,fo L duçilo }lortífr •• 
mo-. resultados de eun pro 
tÍgro.nJelru. 
C ••n pa1'0Jl7.B'>f1o 
Para Serglo ruz, yrgl naquel 
das obras de eletrificação TU' ·7irios 
re erviu para construi ,, os 
D .,,.. ,, 	j js• .((..COfv/l, '' 
,. tnvesthneotos empresar 
O 
Ido d, .,tlnilrtctt 
ainda que já. ha.Vftl.lD s V d~ ,-Jc,dfl­ 
reoursos financeiros àG obrJ r 1•0 o lOÍ· 
oagío, prallzadas depois 1e " 
elo do _posteamento • 
para 
Ele ooastdera alndu qu<' ª d • 
Uução da 'obro. ocorreu "por., ~
11
: rqf'>~ 
recursos", mas obs1>rvou qu 
5 
~ 
trobrás e as autoridades do i:ctor pro• 
videnelarem medidas imedias, pofl° 
n sltuaçllo requor 1.0~dldas !meJIBta!l, 
ainda neste prfmelro somestrc os s~rvlç~o 
estarão concluídos o n Colônl~ ncres­ 
oerâ 'etotlvamente e seu podi1r iCO?,lr-ibu· 
ttvo à economia. sulmotogros~ons0 • 
Sérgfa Cruz assinala, o.Inda, que 
"nllo se pode deixar do evidenciar t'. 
tránf'eedental Importância das ativh!~a~es 
agrfÓolas desenvolvidas por colomus 
nlpônlcas no Estado." 
I. J. P. 
------ 
VIDROSUL 
• ColooaQllo· de vidros a domlollfo 
E,pelhos • ?rloldura, em Geral • Serviço perfeito 
·serviço Social· de Luto 
Atendemos a qualquer hora • 
Serviço Completo 
Seriedade e· Responsabllldade 
Bela Vista: Rua Pedro Rufino S/N 
.Jardim: Rua- Tenente Bernardes • 2028- 
P E D I.!.Al!J.'RI A 
Dr· Sergio B. Pellegrino 
CRM 346 
• PSIQUIATRIA 
Ora. Solange A. Pellegrino 
€R9Mo 3a$ 
Doença dos Nervos 
Rua Mareohnl Mallet. 56T ..:._ Foné' 1522 
Reeld.ênola: lone 2107 .Aquldauana MS 
,. tençã 
Precisa-se do 
meninos para 
vender Jornal 
CLUBE UTO 
(ffi 
Local: Clube dos Padres (Bella Vista-Paraguay 
1.o remio - Volks (1.300 L) 
2.o Premio- Toca Fita (Carro) 
3.o Premia - Televisão 
4.o Premio·- Uma Bicicleta Cartela 1.000,00 
! 
ao·DRIGUES NE 
Av.enfda Duque de Caxias 697 
.CRIMES 
Advogãdo 
e 
Jardim 
TERRAS 
Mato Gr,osso do Sul 
t 
1 
1 
IEIIARIA L TDA 
20 o/o de Desconto para quem levar este anúncio 
llaialm Sarraia:s e Aparelhadas Forros, Assoalho e Batente 
Rua Santana do Paraiso n° 1 	Bonito 
sã: 
Mato Grosso do Sul 
- 
$Z :z:::: rr:s

17/01/60 
, 
..,, 
.J 
Se'Judor MENDES CANiLE 
Bra&ilia - Ao dec!n.,·ar que o 
Pnrllclo Populur ~!-tnr·t'i cm condlçõPs de 
deceldir a eleição, diretn ou indh·etu, do 
próximo Presidente du República em ou­ 
tubrn de 84, o senodur Mendes Canule 
azenlsta que pnssou para o PP, dl!tRO 
quo " o ucesso! do general Figuelredo 
terá do rllscnllr conosoo af! 1:;uaa ldéfaa 
de gnverno antes de ser eleito. 
" A elelç4o dlreta ó rlefendlda pelo 
r•11rtldo PopuhH', mHs o sanador Ca.nole 
ucrerlltn que o PP podPrá influir também 
1:ie .i'or mantida n escolha Indireta: 
1 
Eu pl'1<sortlmenle, niío nc<'llo a 
tse de que o próximo presidente era 
um mllitir ptsana ou um civil fardn­ 
do. Terá, t<lm, de, fl!'r nlgucm com posl• 
çfio bem deflnldn. nl'lm com o progrnma 
do Purttdo Popular. " 
Deixou cluro o senador que u su!l 
p:evlo não significará " uma composl­ 
ç:i n Ylbiológlcn " coru o utunl Governo 
" mas ser! decorrêneia da presenço que 
ter·emos no Pode como um partido for• 
te e que se fortalecerá aind mais nas 
elolções de 82, quando deverá crescer 
no Senado, na Câmura e nes Assemhlé• 
ias, ulêm de conquistar governos . nos 
Estados " . 
"Seril, portanto, uma participação 
no Poder consequente do voto direto e 
soberano do povo brasilslro. Então, au 
tcrrzdos pela delegação popular, fare­ 
mos tnflulr o nosso peso nas m0.it1 altas 
dec!tiões de poder". 
• Se a eh•içllo pre!!ldeoclal f.-ir dire- 
ta, "iremos à batalha das urnas levando 
o nome que coasl<.lerarrnoe mais conve­ 
niente aos altos intere-,ses ns.clonali-1, e 
acredito que teremos condições de dis- 
n E; II 
i! LE- fite 
O ministro Karlos Rischbieter, da 
Fazenda, demitiu-se do Governo Figuei­ 
redo, por se considerar «descoordenado» 
com a estrutur-a da atual admioJslração 
fedem!. 
. A demissão de Rischbieter não 
ohegàu a cu mar· muita 1-mrpresa em 
Brasília, onde, no últimos dies, já era 
tida como certa a saída do ministro da 
Fazenda, p~lo fato dP. não pertencer à 
equlpe de D"U!m Netto e viver em cons­ 
tantes choques com este. 
.'.'IA CARTA OS ~lOTIVOS 
«Em 15 de janeiro de 1980 -- Se­ 
nhor Presidate: 
Subo Vossa Excelência o quanto 
me honra servir ao país sob vossa 
orientação lúcida, firmo e corajosa. Nada 
mais poder!u aspirar, quando sei que 
esta orientação corresponde aos elho­ 
res anseios e srpinações da ação. 
• No propósito de transformar tais 
anseios e aspirsçõeá em conquistas reais 
no campo econôrnlco e ·social, tem rei­ 
terado Vossa Excelencia a necessidade 
de ação una e coordenada do Governo, 
amparada em amplo, aberto e demoorá• 
tico debate. 
Enfatizou Vossa Excelência, em 
recente pronunciamento, qud «coordena, 
ç 11 o s i g n i t i c a • u m a cer 
tu d o s e de renúncia, especialmen 
ta às vaidades próprias, mas ~m beI:!efi­ 
clo do grupo maior:, nc, qual nos integra­ 
mos». 
Dentro desse espirito, julgo de 
meu dever expressar a Vossa Excelência 
o sentimento· de que a continuidade de 
minha presença como lnlnletro da 
Fazenda de vosso _governo gera embara-­ 
ços à unidade de orientação da política 
econômlca. Peço, por ·tsto, que me dls- 
ortldOG -por, 
putr com todos os o!r0%,, 1eend 
@e eriam+.r%,J2"3,"%a ac asir+és 
r1gorosamenta aiina 
da socleade". remos de Opos!- 
"Ganhando, passa 
1 00 
uaclo• 
1o Governo também no !!' pro­ 
nul pela vontade do pov~, p om a von­ 
grnma de ncã.o sintonizo " e 
tode popular''. AFIN ~DO 
• HOMEM ' ,, 
se triida, a éier&to tdlr"%; 
o Prião Popular ter4 cond/%;",,i 
influir puro que o flUCes,wr do g com 
Figueiredo "seja u,Tfl bomem nfinadCl 
o nosso programa • 	l· 
"Mesmo que no cons4gamo,, %4 
cançor nas eleições parlamentares e 
a mitoría o coiio'fiéitorut_ini!r9,%? 
rtslctentl', teremos uma posição dec s va 
~orque o "Arenllo" não estará tranqullf" 
Alguém duvida que a nossa tendênc a 
seju a de crescer em 82 e, a do Governo 
a de reduzir a suu força?·. 
0 
Colégio Eleitoral, que pela Cons- 
tituição escolheria em 15 de outubro de 
84 o s11uessor presidencial, é formado 
polos senadores, deputados federais e 
delegados das .Assemblélas dos Estados. 
As Assembléias devem Indicar tres 
delegados e mais um por cadu grupo de 
um mllh1í.o de habitantes no Estado. Os 
delegadon das Aasembléias serão indica­ 
dos pelo partido que nelas tiver a maio­ 
ria, a ser eleita em 82. 
os políticos 
talam 
p iiã do encargo que, honrado, recebi 
d m 1os de Vo:.sa Excelência. - 
Estou convencido, • senhor presl- 
• deo.t°i, que a Nação brasileira superará; 
e< mo em tantas outras vezes, as dUlcul­ 
daues presentes e 'que Vossa. Excelência 
continuará a receber a cooperação de 
todoz. os segmentos da sociedade. 
. A eolhlariedade . nacional, diante 
dos grandes desafios, marea de nossa 
form&ção histórica, • permitirá veneer a 
etapa difícil e chegar, no congresso de 
Vossa. Excelência, â construção de um 
país economicamente mais fo.rte e social­ 
mente mais justo. 
Queiram aceitar, Vossa Excelência 
e Excelentíssima famille. meus sinceros 
votos de felicidade pessoal. 
Respeitosamente. 
Karloti Rischbieter'. 
o dono da 
Verdade 
O DONO DA VERDADE 
"Ele se considera 
dono da verdade, e quem 
tem u corngem de dlver 
Ir como estamos fuzen 
áo • tem que estar pre 
parado pura sofre.r todo 
tipo de ngressllo. Bri:.i:ola 
nllo pode sentir-se pro 
motor e fulz da conas 
ciência pública do Rio 
Grande do Sul e querer 
condenar aqueles que 
dele divergem à execra 
ç0o pública". 
Senador Pedro Simon 
(ex MDB RS) 
o CUMULO DE IMBECI­ 
LIDADE 
"Até agora nos 11ml 
taroos a ser contra l11so 
ou aquilo. Vou dar um 
exemplo: o MDB tem no 
seu programa a defesa 
da. llberoade de organl 
zaçllo partidârla. Quan 
do O Governo se abre 
para issó, a Oposição 
luta pelo b1partida.r1smo, 
tomando uma posição 
até mais radical qu'3 a 
de Brasilla. 
A Oposição Biia po­ 
de rejeitar as propostas 
que ela mesma !ez, só 
porque:oooverno as a.oel­ 
tou.%Isso é o cúmulo da 
imbecilldade. E as ·eofsas 
estão astiim. Vou dar ou­ 
tro exemplo, dentro do 
movimento slndleal. Os 
aumentos atravée da 
produtlvidade são ! lllla 
velha reivindicação dos 
• sindicatos. Só porque o 
Governo os· colocou na 
nova lei de réajustes 
semestrais, muita gente 
ficou contra.Ora, nós te­ 
mos que definir o que 
queremos, • Qaal o tipo 
de democracia que de 
sejamos? A de 62, a de 
58? 
Lis Inácio da SII 
va,o "Lula" , • 
SUGESTÃO ' 1 
A titulo de colabo­ 
ração, sugtr.o 110 Brizola 
que dê. ao sea partido 
o nome de Partido So­ 
ciallsta, porque o PTB, 
quem representa so 
• eu". 
Ivete Vargas 
de sua Resldencia • depende dà eseolha da pessoa E@pecializada em Deeoração 
C O N S U L_T E e escolba as pess.oas que entendfm do assl!Ilto: 
E lTDI 
Uma empresa que ajuda. voce o. escolher o que vuce gosta:. 
r yete! • Ceias - Boxes - Tapetes ·Almofadões etc 
Decorcdores à serviço das pessoas de Hom Gosto 
1 'l'RlZ: fü:..: )lur;!c,1iu 595-Fone - 624-0510 Canpo Urunde M S Bre'emente representante em Jardim 
.,-c-:--------------------- .......... -.. ..... s.;.s .......... iiiiiii"""""iiiiiiii_..iiiiRii~b

.. la Vt11ta MS 
n 	±ilmTddr	h 
INDICADOR MÉDICO 
r. Kmato Filão 
'CRM 479 
Doenças Pulmonares: Bronquite Asma 
Clrurgto. de Tornx ' ' 
OONStJLTORIO: Rua Pedro Celutlno, 1641 
Fone ·624-056i JtESIDENOJA: 624-93111 
Campo Gr11nde 	M 5 
Mariza • F. 
€C3Ma s2 
DOENÇAS NERVOSAS 
CONSULTÓRIO: Rua Pedro Celeetioo 1641 
Fonr 624-0561 RESIDENCIA: 624.9397 
Campo Grande 	MB 
Ora. fonlão 
Dr. Fernando de Freitas Elias 
MEDICO • CRlf • 750 
Cllnlca Médica e Clrórgloa 
Preven9llo Câncer Glnecológtco 
Rua Antonlo Maria Coelho, 889 -· Fone 247 
Bela Vfata Mato Groseo do Sul 
O F TAL MO ( O s·1 S T ft 
Dr .. James Leitum 
1 
Clinlca de Olhos 
' 
- Médico Oculista 
Adaptação de Lentes de Contato 
CONSULTÓRIO: Avenida lfll!nchal Floriaoo, 307 
,..e - Fonr: 4.al-2032 -1.o Andar- Saln 4 
RESIDtNOIA: R; Tiradeotes n.o 979 Fono 31-1420 
Ponta Porl Mato Orouo do Sul 
GERIATRIA 
TRATAMENTO ,ESPECIALIZADO 
Dr. W. Penafortte 
Êx-Residente du ClrnJca Geriátrica 'ruiíJk 
Máttar - Slio Paulo 	• 
Cbcck-up do fdoeo· • lleallllitaçno 
Rua Dom Aqn(no 1687 Telef. 6244367 
CAMPO GRANDE - MS 
DE IDOSO 
ENDOCRINOLOGISTA - 
Dr. Rogério Fernand~s Neto, 
Dinbetea • _ 1'ireoide • Obesldnde 
Glnndulna End6crlooa 
Consulta com hora marcada 
Rua Padre João Crippa • 1438 tone 6U-88ô0 
Capo Grade 	M. 
~ Laboratório de AnAllses 
6» """: Dra. Annmélla Wanderley Xavier, Dr • .Adalberto 
A.rio, Drn. - Leldenl Brnndiio Arão e Dr. José 
Oonçnlna Pereira 
. ExamH, Snogue, Urina, Fezes 
SECREÇOES. Clira e Antibiograma, Alcool 
lmunoflnl'1:escênci11, Hormônioe, Eletroforeae 
Toxicologia. • 
Rua Rui Barbosa, 3244 - Compo Grande 
FONE 388-4888 - Mato Groaso do Sul 
Dr. Fiori Murano· 
MEDICO 
Consultório 7 às 11 hs. • 16 às 19 hs 
TPisMAT e INPS PO~TO DE ·SAÚOE 
F FUNRURAL - 12· às 15 horas 
J3ele. V:ista 	Mato Grosso do Sul_ 
Dr. João Carfos O de :Moraes . 
Ollnlca. Méd.tca e Clrútg1e-a 
Pré Na.tal - Preve,n:Uvo do Ca11oe:r 
Olne.eológJco 
Rua Antonfo M" Cotilho M/'JJ. 
(ao lado do Posto Rio Apa) 
Fono 215 • Belo Vl~ta MR. 
LAC - Laboratório de Anatomia 
Patologica e Citopatologia 
Dr . Maçanori Oda»biro 
Dra. Neuza Nakno 0da+hlre 
Exames de Prevençllo do Cilncer 
Rua Dom Aquino 1700 • Campo Grande MS. 
Fone: 624-053.2 Res. 614-6027. 
FISIOCLJNlCA 
Glinica de Fisioterapia e 
Reabilitação Física Ltdá 
Dr. Pedro Lulz Alexandre Soubhh. 
Creflto 1285-F Fi,ioterapeuta 
Dra. Maria Augusta S. Mad11relra Figueiró 
Crefüo 1158-F - Fisioterapeuta 
Fisioterapia em Orlopedl11, Neurologia 
Traumatologlo Reumatologia, 
Tratamento eob prescrlçllo MMica 
Horário de ntendim.ento: 8:00 às ll:.'iO 
13:00 às 17:30 - de 2.o 11. 6.a -feira 
-Rua José Antonlo, 1371 - Fone 388~718 
Campo Grande , . Mato Orou o do Sul 
Dr. José Oscar de. Souz« 
M:BBIGO 
Ginecologia • Obstetrícia 
Oonsult6rlo: Rua Antonlo M.a Coelho N.o I560 
Resld: R. 25 de Dezembro }2(,8 - iilà Rosa: 11 
Atendimento: 15:001. âs~1s:oo hs 
Clínica tde Olhos 
Dr. José Gilberto Abuhassan 
ellnloa e Cirurgia de Olhos 
Adaptação de Lentes de Contato 
Coosult6rlo: Rua Maracajá, 415 . 
Fone • 624-4545 e 624,9787 
Resldencia: Rua Antonio Maria Coelho, 3191 
Fone • 6:!4 6902 
Onmpo Grande Mato Grouo do Sul 
Pronto 
. Fraturas 
Socorro de 
D. Bosco 
Fratura, Cirurgia Ortopédica intemução 
Consultas. Médicos EspeolaUstas. 
Avenida Brasil . 755 em frente ao posto Tamino 
Ponta 'Porã . - Mato GroBSo do Sul 
Dra. Helenisse Mantevanl de Oliveira. 
Ginecologia Ob,tetrfoia 
_ Cooeultorio 
. 13 de Junho, 651 • Fone 624-9485 e 624-1122 
Residência Fone 624-62-i3 
Campo Grande 	Mato Orono 
Dr 
PSIQUIITRII 
Ciro Loures Macuco 
Pslqulati Ia Pslcoterapla Psicossomá­ 
tlca ( Doenças Nervosas ) 
Cons: R. Pedro Celest!no,1229 - Fone:'624-555l 
&ES: AV, Toniandaré, • -1700 • Fo.-ae 383-3905 
Campo Grande - MS • 
Ora. 
Dr-a. 
RfU 1101' 
Glfpea Médfe heui tolé&ales e 1 ,.; .f , ,, , • 
CRM. M 16 . CPH 73657Is! • 
- Atende-e pela wimed 
- Horrio: ) h« à» l Mor« 
• Mica cottratada ra cadeira de CAtai 
l'!l MMieu /j>,, F , u ,l.it!r ·ltJi 1 11( 
Mato Grosso do Sul 
Cllnrult, H. Atonio • C«lho It3 l. , 32 '0 
Jle,id. H Abrã1> Jullo Hah+ 16l fene 83 44 1 
Campo Grande - Mto Grosso_do ! 
Gin.ecologia - Obstetrícia 
Dra, Dalva T. Furuguem 
Dr. Paulo S. ruruguem 
Fone l1e,idi'nrit (,:11- h(/J 
Eterilidade Conjuzl - Mas+tolo±ta - Pr.Natal, 
Partos e Cuurginc 
Horárlo: das l is I8 E»s. • Gon•ultór-!o,; (hm1o•) 
A• . .-(0010 Pena 2303 f/onc:- :l!l.1 :11~1) 0.11'~ l 
Campo Grande -- ~lnto Gro, -o r!,, ~li!. 
GINECOLOGIA: OBSTETRICIA 
Dr Edson de A. Alvos 
Katia Dutra A. Alves 
CDRDIOLOGISTII 
Dr. Gerson Novaes 
Elefi'ooardJogrsama de Esfor-ço 
Reabilitação Fislc~ 
Consultório: R. Jo,é Antonio, 972 - Pone 624'-3120 
Bes., R. Bario do R. Branco, 1426 • ,Fone 6Ua.01Si 
Gampo Gr.ande - Mato Gtosso do Sãl 
<l>r.topedia hlog:la 
Atenft,[fflento ijotlmlo 
F.ono fie Bte a& Cmtàs 
irurzig • recontrutivg Membro Roda Nautica 1ção Cervical 
titular da Americano de Cirurgia- mem- Goniultório: R. Jo•6 Antonio 9':ZZ . Fone 6213120 
llro o !J3ndlelro de tltfiirgtB 
1
'. Res1ik R. 11 de Jnllio, 858, c/3 . Fone 62it-490S 
2;,,," zu, _ tons +ç2 caro Grade - Mato Grosso do Sul 
Pré-Natnl Oineoolo/,!la iolontll 
Prevenção do uncer GfnlcolóJ!irO 
Coovrolo Banco do Bra•H • Un!r11t•d 
R, Pndre Joo Crippa 1852 
Comultorio. fone 624-9703 
Re,idencln Cone 62.16H26 
Campo Grande - Mato Grosso do Sul 
Clínica de Olhon 
Dr. Celso M. Arakakl 
Clínica e G!rnrgia de olhos 
Dra. Angélica M. F. Arakakí 
Oftalmologla Infantil 
Adaptaoâo de Lentes de Contato 
Cona . .lvenida Mato Grosso, i150 Fone 6'.2963-50 
Res. Foue 6244618, Campo Grande ~L5 
Gastroenterologia 
Dr. Douglas Chlnem 
(Tratamento Cllnlco e Cirúrgico do 
Doenças do Aparelho DlgPsttvo) 
Raa Antonio Maria Coelho, 14-13 • Fone 357.2979 
Campo Grande - Mato Grosso do Sul 
Dr. José Roberto Oliva: 
Doenças de Senhoras e Parto 
Atendimento: lJiáriamente. Horúrlo Com2rci-nl 
Rua. Moracàjú • 499 • Fono 624.5-6 46. 
CampD Grande Mato Grosso do Sul 
CLARA Estilo em Modas e Pratas 
GRANDE 
Liquidação 
Calças, CamiFtlS, Blusas, Batns, Je"lns. 
Do CLusico ao !lescontraido. Para ele e 
Ela.. E 1111 mau belo, Joi~B em Prot~ 
Av11nida Afon~o Pena. 2362 - CLARA 
Fone 383-3088 • CEP í91CO 
Campo Grand_e 
Umi.. font 
Casos 
de 
"A clireç:1n rwrlonal 
dos partidos r empro 
G!:ill hJll·• li-•(';_ O'i, uma 
vez que, à exceção do par 
t!do do governo. não há 
aii:>l<> 
1
,. for.; 1 d 1 autorl. 
dado para dlgtrib1i pos 
tos e funç. No princ­ 
pal partido de oposição, 
a Ju!u e eboea ente de 
pu!aios e senadores, à 
margem da luta Ideológl 
cn, quo p.:"cura lnr.l11lr 
os "otàvel' na direço 
do partido". 
CARLOS C,STELO 
DRKCO-,Jornul do l3ro~n 
IGUAIS PERANTE A LEI 
"E, há ainda rls e maís 
gravo :doí deses [ornis 
fornm j· fo1·mnrloo direta 
rrH•nta ;iel() pr6pl'io DeI 
f!m ::'!elo (i:11bro r.. dcova• 
Joi-1z,..çilo do crur.elro) 
sob alegação de que 
tinham dividas unlerioreG 
coofrad,1s T1!1 exterior 
pelo slsteta 63, e quo 
nãa era justo que tives 
em su situação ara­ 
vada. E e" oufro'J empra 
as que tmhem devia e devem 
no .--xkri.,r 1>·10 foram 
avisadas per que? Por 
ouc uü.o gozr:m ó e infü:l 
éncía no Pian1o ou 
por o serem jornals?... 
Mas por que algums bra 
r;ilel:::·e;s e;,t2 1sento:.1 de 
correrem o Tísco dessa 
maxidesvalrização. o 
são avisados antecipada 
-r:::i.t"! paru qur cessem 
tacadas ensaciona!s estocn 
do paPe! csprsdo dólares 
fazendo depósitos de todas @s 
mnneiras de uma medida 
que Dr us outros, O 
cnum dos mortais, era 
metida totalmente em 
sigilo?" 
Hel!o Fernades"Tribuna 
da Imprensa" 
- 
- 
Visite 
Musica- Ambiente- serviço 
o 
rze 
Carie 
Especialidades: 
dá'. easa 
Bella Vista 
Parmegiana e Frango à i".oda 
ar

TRIBUNA n FRONTEIRA 
LEITORES, SIM; LEITORES, NiO 
Sérgio Medeiros 
16e17/01/1980 
Eleiçoe 
Municip.ais 
Bela Vh1fa tem umn quantidade 
Hufirlento do oleUoree pnra atrair, em 
época de eleições, umn cambada de 
palradores, os candidatos, que nessa 
época lo penas desesperados caçado­ 
res de votos, e por fsso mesmo, todos 
iuals, cnbendo ao eleitor a looomudldo.• 
de do não aber em qual votar. Mas 
1rnrP.::o que, por outro Judo, ainda nllo 
temos n quantidade auflolente do votan­ 
tos par que, depois de eleitos os no­ 
vos deputado, eles e lembrem da gen­ 
to. Mas <'llflm, aoostumr1mo-nos a Isso. 
C11iundo 011t11moR deflnlllvumente deacren· 
te !ales, um parente nosso longinguo e 
necsttudo recebe uma minguada bolsa 
do estudos, o volt !lmoe a prometer que 
votaremos nas próximas lições em 
fulano o olor11110 ... 
Mas o trAglco é a n11sênola de 
ll'itores nestll cidade! Digo Isso lolhtian• 
do o llvrc, de reglstro de leitores da 
l>Jblloteoa pública: uma calamidade, não 
tem quase nomes assinados nes Jolhfls 
destinadas aos leitores deste mês. E não 
h ruotivos para leso, pelo menos dentro 
da biblioteca. Ela está todo dia aberta, 
limpa, e tem um estoque razoável de 
toda espécie de livros. Por que nllo 
u . .urrul-la? Os romances podem ser em­ 
prestados. 
Eu pelo menos, costumo ftequen• 
tar a blbllotec. E sempre descubro coi­ 
sas dellcloeaa para ler. Ainda agora es• 
tou com uma ontologia de contos poll­ 
clals de autores Ingleses e americanos. 
Entre eles está Chesterton, um doe meu11 
autores favorito&, contendo uma eatorla 
surprendente. Os outros autores o me­ 
nos oonbecldos. mas excelentes. Por 
exemplo, o autor 'do dlY,erlldo "O homem 
que engoliu um cavalo . só para guçor 
a vontade e curiosidade do leitor, vou 
contar do que se trata o conto. 
• Eru uma vez um psiquiatra e um 
pacle::ite com uma ldéia fixa: de que en­ 
golira um cavalo. Pensava, inclusive, 
que só se curaria se tosse operado. Sua 
esposa então indloa•lhe um peiqul&tra. O 
pobre homem, que sofria do coração, 
vai consultá lo todo esperançoso, pois 
Wilson Silva 
Companhelrlsmõ é, sem dúvida, a 
base da vida e um Rotary Club, onde 
. se pugna pela mais franca oompre~msllo 
e fraternidade humana. · 
O Rotary, antes de ser um grêmfo 
de comensaftl, faz· o milagre de juntar 
homens de diierantes atividades, credos 
religiosos ou parados políticos, num de­ 
nominador comum, para a vigência cor­ 
dial do oompanbelrlemo. Na. expressão 
feliz de Tagore -. o Rotary aproxima 
na disttlóclaa e faz de um estranho um 
irmão. 
Esta npttdão de conviver como se 
fora uma grande família é o que cons­ 
titui o companheirismo, apoio atetivo, e 
por isso substancial, para a vida de um 
Rotary Ulub. 
Companheirismo não é, ainda, 
amizade, mas pode e ·deve ser o primei. 
r o p a s s o, u m e a m i n h o 
aberto para uma duradoura • e sincera 
amizade. 
Desde 1905, ano da • fundação de 
Rotary, dua.s grandes guerras abalarain 
o mundo, produzindo cataclismos que 
reviraram o globo terrestre, aniquilando 
países, governos e vaJor~s morais, 1rans­ 
rorrnundo-o num " Meltlog Pot" sob es­ 
tas torças constr.ang,ed·oras e troptacA­ 
vets. 
O homem, este eterno desconheci• 
do, passou a produzir tranquil'zantes em 
toneladas, na iluelio de aplacar o seu 
sofrimento moral deooneate de sua su­ 
prema Inquietude . 
O mundo nunea :necessitou tanto 
de R'>tary, pois Rotary é confraterniza 
ção universal. Mas, se os clubes rotArios 
ficarem carentes de oompanhelrJemo, 
tudo estarA perdido, porque esse é o 
aglutinador que aproxima e inspira ami 
zade e oonfianca. 
Nick Wells, ex-presidente de• R.I., 
certa vez po:ntmoou em discurso: 
Havia um sonho de que, algum dia, 
os homens pudessem alargar a base do 
companheirismo. Havia unia esperança 
de que, algum dia, os homens pudessem 
crer.no altruísmo. havia uma prece para 
qus, algum dia, pudessem os homens 
Ignorar as rrontelras cfe cor, de credo e 
de nacionalidade, entendendo-se mutua­ 
mente. E esse sonho, essa esperança- e 
essa prece se eonverteram em ROTARY. 
Necessitamos de mais companheirismo 
em nossos.clubes, de .mnlor ap.roximação 
rotârla, de maior oolabo:ração em nossas 
campanhas, porque. como afirmou Rafael 
Domingues, ROTARY é uma instituição 
de seleção. Seu próprio ideal, que é 
SERVIR em todas as fórmulas da. vida, 
exige que cada um de seuR me.mbros 
venha armado de cért>bi'o, co!'aça.o e boa. 
vontade. 
queria ourar-se. 
ouvir o caso, 
O pslqulutra, ao . Jeva 
O 
pacléD 
resolve u«ar de um 6fd,4,, opítca 1te 
te para a sala de opera equena Inclso 
anestesia, faz Ihe uma "fite _acorde 
na barriga e, antes g!], entro da ela 
ia si .e'.2. i s ii, e o 
de o%°%"?are inéatamente. 
o cava o 
é 
,, do de tê-lo 
O psiquiatra cus' ;fria do 
aseaet1lnado, pois o homem 1 do 
coração. õstiijatrs detende89"E,,~. 
que não sabia disso. ~as isso n o ue a 
vence as ispeir, @e 4eg,%%%7%; %a 
esposa do falecido e o pe qu cerra o 
mantes. Quando o caso se en-. 
delegado pergunta 60 inRpetor. 
- Mas por que o homem morreu 
ao ver o cavalo? Se ele pensava que 
tinha engolido uta, não deveria se sur­ 
preender nem um pouco. 
- Sim, exato. Mas o cavalo que 
levaram pra sala de operação era bran, 
oo e o cavalo que o homem pensava 
te; engolido era preto! 
EUROPI 
ENFRENTA 
FRIO - INTENSO 
PARIS ;_ O inverno tem sido rigoro­ 
so na Europa este ano, mas ápeear das· 
baixas temperaturas - em Lorena,. na , 
França, já atingiram 12 graus abaixo de 
zero - a onda fria ·não é excepolonal, 
segundo os meteorologista. A navegação 
fluvial oontlnua, mas na região de Mosela, 
no leste francês, a falta de calefaçtio 
obrigou oe 60 habitantes de uma aldeia 
a passar a noite num hotel, por conta 
. da. nmnloipalldade. Multo frio tem sido 
sentido pelos espanhóis, nos três últimos 
dias, e as geadas já causaram prejuizos 
à lavoura .. A neve lnterromp·au o 'trânsi­ 
to para os Pirtneus, e em Portngal ne­ 
vou ao Sul do rio · Tejo. Em Li'sboa • 0 
frio chegou a quatro graus abaixo 'de 
zera .. 
Proolamado Pl'tlt 
dente do PMDB em ri. 
da reunUto re.alltada ~ 
15 pp o dAput&do Ulltae, 
Gu{mares, na sua p. 
melra fala aos comu. 
glonãrlos, apontou eo111o 
meta imediata do par. 
do a luta pela rellzag 
de eleições munlolp1111 
este ano, depois, falindo 
aos repórteres, fez q1191. 
tão de enaftlzar seu ln 
teresse quanto a unldads 
das oposições. 
- Estão falando e 
adiamento das elelçõea, 
e Isso não vamos aceitar, 
Vamos denunciar esaa 
manobra em todo o pala. 
Há prefeitos honesto,, 
mas também há 'multo 
pre!elto eorrupto, ladrão, 
Incapaz, ( •.. ) O adia 
mento seria uma inJola 
tiva Indigna, Indecorosa 
e desonrosa. ma, 
devemos estar prepara 
dos Entendo perfeita 
mente exeqoivel dlspu 
tarmos as elel9õea, an 
tes mesmo de termos 
o oo@rn regls,ro deflol 
tivo. • 
Laura 
Vicufa 
yD 
I" 
de 4 
toar 
hV 
fei! 
m 
Vt 
p 
o 
la· 
AI 
te 
1 
Z 
tt 
d 
P 
si 
n 
pl 
c' 
Laura, eu preciso ie 
voce ajude-mel 
Peça por mlm ao 
Senhor! 
Eu oonflo _multo na 
sua intercessão. 
Necessito de ..• 
Meu Deus, Pai, filho 
e Espirito Santo, dai 
conforto tambem aos 
que ch.:>ram; Infundi _ea,, 
perança. nos cora,oes 
descrentes. 
Dai-nos, Senhor, a 
fé, a aonflança, ·a e1pe• 
rança de Laura! 
E fazei que seja, 
quanto antes, declarada - 
a sua beatificação para 
vossa glória e pars O 
bem da juventude! 
Publlcaçãe por uma 
graça. Alcançada.. 
H. G. O. 
... ,. 
T! 
0 BANO 
I 
A 
1 
• TERIA 
O Financial est 	ierente 
Tome uma atit 	FINANCIAL 
- ' 
a■DD 
. . . 1 
IB&Blla 
-