RI 
Nº 467 Sbado e Domingo 2027/01/0 
a□a 
L 
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Sepundo notfcln publlenda no 
cllárlo CORREIO DO ESTADO, coluna 
ílorln Vlvn,"oA u11uátlofl da Viação Motta 
fP<:lnmnm contra o fato rJe 011 velculos 
cl(•Pflfl (lmpr<>i.n, que fazem o percm•flo 
r,nro 8ilo Paulo. l'IAt11clonarPm no pl()r 
retnurunte dn beira du Rodovia, deno­ 
minado V!tor, cujas condições df' at,rndl­ 
mento e hlene 011tilo abaixo de qunl 
quer crftlcR. A Vlnçllo Mottn precisa ler 
mols 'con11ldnnçllo porn oom os seus 
u~uárloR. Sf.> existem outros Iocnls oom 
melhor ah•ndlmento, nada jul'tlf!c! que 
o tH1nto tle nnradn seja em um !ooal 
que e1·n udnilssfve1 há vinte anos paS61l 
ctos" 
Complementamos n not{ola do 
confrade campograndense, informando 
que nfio é apenas o ponto de parada do 
VlTOR que atenta contra a hlgleno e o 
atendimento. No local denominado XA­ 
VANTE. a Motta obriga O!l passageiros 
a frE'QUE'ntarem uma lanchonete que além 
de núo possuir oondlções para talo, "ln-. 
vride" os bolsos dos cllentes. 
E 1'EM MAIS ... 
Quant1o a parada é em Preslden 
te Pruriente, o usuário é' obrigado (NA 
MARRA) a jantar ou almooi:r no res 
taurante da empresa (ou arrendatário) 
locallzad() nn gnragem da mesma, e ali 
o desrespeito chega a ser uma provoca 
ção. 
i 
ti 
e 
O "menu" é um só: comercial 
{e que comerofal...1 e o preo'o faz com 
que o passa·geiro (que ja vem sofrendo 
desde Sfio Paulo ou de Campo Grande) 
sorria, aquele sorriso Amarelo (de raiva) 
e msnlnlmente mande a Motta pré 
aquele lugar ... 
DOURADOS, PONTA PORÃ E B V. 
Umas das linhas da Motta, fnolust 
ve nos onbus está escrito, é São Paulo 
Bela Vista, mas isto é apenas cascata. O 
Dr" Nelson Derzi 
CRM 23-882 -. CPF 41.98.88.33.7.37. 
~•pecializndo em CLlNICA MtDICA na Santa 
Cosa do IUo de Janeiro e CIRURGIA GERAL 
no Ho,pltnl da Companhia Siderúrgiea Nacio - 
oal de volta Redondo. 
!ombro do Colé<'lo Brnsilelro de Cirurgiões 
C:!RURGIA de:varizes, Tiroide, Visicnla, 
Úlceras de Estômogo e Duoder.(), Ginecol6gicaa 
Hérni,1s Abdominais e Trntnmcnte de Vnr!zes 
0llofoa Sta. Cecilla R.va 7 de Setembro 176 
Fones: 431-1924 e 431-2396 
Re,iilência Rua Antoo.io Joile 798 - lo. Andar 
Fane - 431-1014 l'ontn Por& llS 
onihm1 só vai at6 Ponta Porfi, e pra che­ 
gora esta cldede, o mmátio (nu melhor, o 
"o sofredor da rota", é obrigado a pas­ 
sar por situações que purificam a i;ua 
alma e lhe garantem um Iugur no cu 
Após oassar pela "lnochonetE', em Xnvun• 
te, enfrentar o "restaurante" na garagem 
da emprosu, em P, Prudente e pssr 
pelo Vltor, n escalr1 da explüçüo com 
pleta-se em Dourados. O passageiro 
chega na Rodovlflrlu (Rodovlflrla?) e, na 
Marra, é obrigado n esperar o horário 
(Imposto pelos gentis funciooõ.rios) e 
este horArlo, às 'ezes, obriga a dsperar 
até 3 horas (sentindo o suave odor daa 
emanações que fluem do recinto) ai 
chega o bendito onibus (ali se faz bal 
deação, mas nlnguem avisa) e voco 
respira ullvJfldo. vai para Po1,t 1 Por.1. 
Após três ou (é quatro hora. d viagem 
voco chega em Ponta Por e sente·&e 
como um pt>cndor (JU!! p .! nu por diver 
SS prova. 8g o cu destino 6 Belo Vi-•'a .. 
mais um pouco de FofrimeLfo. F11.:ndo 
nisto onde anda o fiscnl do DNE que 
não obriga u Mottn n cumprir o trejeto? 
Ou então porque u Vi1çilo 1oltP 1.Jo fi,11 
definitlvnamente da Rot, dando la J'.ll' n 
outra empresn que queira re!mente 
servir, o não atc:1fe t•1nto curi:ra O!l 
direitos humano~? Ge,itt>. eu , i, e por ver 
é que afirmo! Senhor, protgel os pobres 
sulmat<•groHsenses ... p:·ir.ctpulmcnt9 os 
da eoquecidn, ID1"rginullza,!u e E~mpre 
hoFpltalelra Bela VJ• ta ( I P ) 
"Não é culpa de Marcelo Miranda 
Bela Vista nõ.o ter recebido auxilio 
dos governos anteriores'', disse o prerel­ 
to Ely de Araujo füsrbosa. fri&ando, ain­ 
da que "a rede 1eldônlco municipal es- 
tá sendo completamente remorlelada, a 
Imagem da TV ~1orena (lnGtalr..ção de 
aparelhagem e torre) foi norr.aalizadfl. 
com auxilio do Governo, o plano de 
obras para pavimentação asfált!ca das 
principais ruas b2lavls{énses foi subm.e­ 
tida a aprerfação do governadnr, que m 
cluslve coluborarã C0JD .ª Prefeitura,..ª 
rede de iluminação pública e e auxilio 
j para o setor de esportes. são conquistas 
1 da municipalidude juntamente com o 
1 Governo do Estado". 
Para o prefeito bela,istense. "o. 
i curto prnzo o belavistense. as;;Istii:s .º 
j nascimento de uma nova cidade: Bela 
1 Vista renovadu''. Disse ainda qu~ :•no 
' setor de seúd,.>, em juJ.ho, '1 Sec:::et~~ro 
' Valtlr de Cai;tro inaugurarfl uma umaa- 
de móvel" e que o ovo "pode Hcar 
tranquilo que Bela Vistu eiitf:i. ingre-ssun­ 
do na era de i:,rosperidade". 
±± ° e 
, i .. 
:i 
' - 
 
Sergio Roberto Peronrii 
CAUSAS C{VElS 
DIREITO .AGRARIO - INVENTÁRIOS 
ESCRl'H)RIO - Praça Alvaro 
Masearenbne 
Bela Viste MS 
Dr Késio Loureiro P1nheirc­ 
AD V O G A D O - 
Rua 15 de Novembro Sf!.il 
Bela Vista - MS 
R. 26 de Agosto, 384 -Ss.la 24 
Fone 06611G - Campo G,·andc Ms 
z. Ncgb Marques Dersí 
Especiafürn em: Diab.eles, ol::es!:!. de, tiréide. 
cresoiment.o, g1~ndol!)J e:idócrina;.• 
l 
Rcra 13 de junho, 651 - Fone; ô:!,J-ll751 l 
Ses, ll. Anionio Corrêa, 1174 • Fone 6'2!-9751 l 
C;impo Gr;inde llito Gros,o. do s , 
Consultório 
G União: 
A 
1 
qronoe 
final 
O I' .1f ,110 "('ttvlo 
'antoura" viver$ numa de 
f,H'f. f,HC!l''l rtrnnâlM/l.il, 
ll' t:, 1lnmlnrro, com u 
relizgo da grande 
finnI do Internclenal 
do Verão, entre o Nautl 
rn o o '1runln Pnlflo. 
S, mn?o o trelnndor do 
Uno, Rberto, "o llnrn 
jognr com elementos 
do Pal V] ta e nós nos 
contontmor om o VI 
ci' C'ltnfl<Oll'i, '· At(> que 
chamos longe". Isto 
Qll('r r'lz•·r quf' o l;nHio 
não colocará em1 cnmpo 
os o.tlPtn" dr ,Tardltn 
dando oportunidade 6os 
elenentos de sen qudro 
de juvenis. É uma politl­ 
cn rríscada, mas ren­ 
der: os remi frutos. J 
o Nnutlco entrará em 
comno com a sua forca 
mnx1m e espera reli­ 
zar um boa partida. 
Srrgin Pernndl, cnrlola 
1ór ia agem1ação, d[s­ 
e ae "c Natico jogará 
como ?mpre o faz, res­ 
peitando o dversrio e 
procl:rendo exibir um 
bom IutPboJ. Espera-se 
record rle renda parn 
est:i pa rtidã. 
lluminocão 
' 
Pública 
En!!ontra-se em Be­ 
la Vista alguns enge­ 
nheiros da ENERSUL 
efetuando o levantamen­ 
to para i1plantação da 
rede de iluminaçtio pú 
blca. 
Segundo o prefeito 
Ely de Arujo Barbosa, 
"deuro de poucoa me­ 
ses a ENERUL entrega 
ri o serviço pronto". 
Parz. o prefeito,.· o Go­ 
verno Marcelo Miranda 
está cump:rlnrlo as pro 
messas feitas por ocasião 
da sua visita, e uma 
delas. u de ilm:niaaçãc 
pública, está em pleno 
aadamento". 
Promcçilo: O-p~rnrio F.C 
Di:1: 02- 02' S0 
Loc2l : I3ehvlsten:;e 
Animação : Zodiac' s 
Reserva de Mesas 
cr:s.:1 D:,n Bosco 
Rua Santo A[o1so 
Bela Vista 
l

SOS ASSiNI CONYÊtllO • C 
ENTIDADES 
Autoriclados estaduais e municipais 
oomp11rc•oer11m no dia Hl de Janeiro do 
corrente uno, às 10:00 horaB, no Gnblno­ 
te do Governador do Estudo de MS, 
p1·eallgl1-.1ndo u solenidade de assinaturas 
rle, oonvônlos, 1·oeultantea do convêolo 
global firmado entre a FUNABEM o a 
8ecreto1·fa de DesenvolvtmPnlo Social 
para nglllzuç11.o do Projeto Kurumln. 
Rubens Nunes da Cunha, Secretário 
do Desonvol vtmento Soolal, useinou oon­ 
vônios com: 
1 - Albino Coimbra FIiho, titular da 
Prefeitura Municipal do Campo Grande, 
no vulnr rle CrS 6.066.270,00 com o ohje­ 
tlvo de bendlolar 1.U30 menor11e e 625 
fumfllus de 23 vilas que circundam os 
Balrrvs Santa Fé e Vila Nat1cer, através 
do programe.e proflsslonallzontee, atlvl• 
dodes ocupacionais e oreohe cusulo; 
2 1 Leão Neto do Carmo, Presidente 
do Tribunal de .Justiça d MS, 110 valor 
de CrS 271.920,00 com o objetivo de ad­ 
quhil' equipamentos e material perma- 
SISTEMA TELEFÓNICO DO MM1EO 
INDUSTRIAL DE CAMPO CRAN'DE 
Serã Inaugurado o sistema telefô 
nlc_o do Núcleo lnduslrlal de Campo 
Grande. Na inauguração dessas novas 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a . 20/2/72 
Regietro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03,201266/0001.90 
Insc. Est. 130592343 
AÕministrnçllo -Maria EsteLi V.l'erein, 
Redator - Chefe • Ivaldo Pereira 
Dep.utamento Comercial • Alvaro Pereira· 
Redaç!io Administraçlio e Oficinas: Rua 
Duque de Caxias / Bela Vi«ta MIS Cx. P. 23 
- Beia Vi&ta, (anual) 
Demais Municipioe 
ASSINATURAS 
!nst3laçõe.s estarão pre'ieotes o gover 
nador Marcelo Miranda, o Prefetto da 
Capital, Albino Colm bra, dlretor~s da 
Codeul e Telemat, secretários e asses 
sores do Estado e do Munlclplo. 
O novo sistema de comunicação 
do Núcleo se compõe de uma central 
de DJscagem Direta a Distância - DDD 
- o que possibilita às empresas jã los 
taladas e as que virão no futuro a 
montagem do sistema de telex e ainda, 
agrega para comunicação Interna do 
NICG dlverBos ramais de lfgacão, . 
Segundo o secretário Nelson Na 
1 
oblf, de Indústria e Comércio de Camoo 
• Grande "a importante contribuição dda 
o desenvolvimento da Capital e de 
todo Estado"' foi realizada graças ao 
trabalho conjunto da Godesul, Telumat 
.Ind.eCom. do Munlclpio e empresários 
do setor industrial, que, a exemplo da 
Fertisul, que doou parte de sua área 
para instalaQão· da Ctintral Telefõnica, 
deram sua pareela de contribuição para 
o estágio em que se encontra o NúJleo. 
 
Cr$ 800.00 
CrS 1000,00 
"Os conceitos emitidos em artigos 
assin>tdos nlio exprirnl"m. necenarlamente, a 
oplniilo do jornal. 
Fundador e Diretor Responsavel 
lvaldo Pereira 
mente para equipar o Julzndo da Me­ 
nores· 
3- Joo Batlsta Pereira, titular da 
Secreturla do Segurança Pública, no va­ 
lor de CrS 400.000,00 com o objetivo de 
adquirir velculos para equipar u Delega 
ela Especlallzada de Menores; 
4- Alvaro 13anduccl Presidente da 
Seleta Socledude Caritativa e Humanitá­ 
riu, no valor de CrS 40.568.H14,00 com o 
objetivo de edeflcar, equipa e adminis­ 
trar um complexo de assistência uo me 
nor carente, de acordo com o projeto 
denominado "Centro de Iategruçllo e 
Desenvolvimento do Monor-CIDEM", 
projeto esse' analizado e aprorndo pela 
FUNABEM; 
5- Maria Edwirge Horges, Presldente da 
Casn da Criança, no valor de... CrS 
102.920,00 com o objetivo de permltlr me 
lhores concilcões de atendimento a 140 
menores e 35 famíllas, através da cons­ 
ruço de um Berçário. 
Os oonvêntos assinados pela Se 
LEIA ASSIRE 
TRESRA DR FNOTEEI 
cretaria de Desenvolvimento Social % 
tldnde« aclm citadas, total!zm 
$kcs +ris@i7siió • 4aro mato 
res con11çõrs ,!e atendimento aos meno­ 
res carentes de Campo Grnnde. 
Nu oportunidade, o Desemborga­ 
dor Letlo Neto Carmo falou em nomo 
das entutdades conventuds, _parabenz9 
do o Go-verno do Estado de MS pe o 
empreendimento que so desenvolvT 
na Capltol. .1- Seguir, o Governa or 
Marcelo MIrnda resaltou a tmportãnola 
dos convêolos assinados, acentuando, ll 
dedleação do Secretário de Desl'nvolvl• 
rnento Social, junto aos órg[os das esferas 
federais para cc.nsegulr os recursos que 
proporr.lonarllo o deslanchnmento do re 
ferido Projeto que vl.ea valorizar a pes 
soa humann. 
. - --·-. -- - - -- -- ------- ---- 
=· - ·-. a.t. asa.aos.a..se u: , 
PEDIATRIA 
Dr Sergio 8. Pellegrino 
CRM 341.l 
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Ora. Solange A. Pellegrino 
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Doença dos Nervos 
Rua Marechal Mallet, 56T - Fone 1522 
Residência: Iõne 2107 Aquidauana MS 
Moradores d 
Casilándia re­ 
clamam da Em­ 
preiteira Mapn 
D[versos mnordres 
do município do C· r-. l 
lndla r e e 1 a m aram 
o deputado Sérgio Cruz, 
da empreiteira MAPE, 
firmu do c·onstrucl'lo, 
Informando que a em. 
presa desviou o curso 
do Jeito norml da rodo 
via MT- 48, do Mato 
Grosxo do Sul pra Go 
Is, A firma, recentemen. 
te, venceu a. concrrên 
cla pnra o sfaltamento 
dP 42.õ qullOlll!tros da 
MT.48, no trecho Cas!­ 
IAndla Vaca Parida. 
As loformaçõcs fo 
ram trazidas li cupltíll 
por Jatr Cogo e Lulz 
Gavlolll, morndcres de 
Cassllllndla. Elefl 11ssegu 
ram que "o prejuizo do 
muntolplo é enutmo, 
porque para a economia 
da região a rodovlh ó 
ladlspemável. A gora 
- explicam - tornn-se 
obrigatória. a dupla tra­ 
vessia do rio Aporé, a 
primelra, quando se sl 
para Golás e a segunda 
no retorne ao Mato 
Grosso do Sul. o que 
perfaz uma volta. de 
quase 50 qullometro!l." 
Essa volta final é 
falta Jpelo Estado de 
Goiás. 
Jalr Coo 'e Lulz 
Oa-vlolll lembram tem• 
bem que "como se nilo 
bastasse o péssimo tre­ 
cho da rodovia goiana, 
o caminho de volta para 
nosso Estado não passa 
de um simplf'a cvm!nho, 
oom estradinhas tortuo­ 
sas, sem a mfnima con 
diçúo de trf!fego. Verda 
deiras filas de ca mi 
nbões chegam a ficar 
atolados ali por vários 
dias, sem a mínima as 
slsténcia." 
PROVIDÊNCIA 
Atendendo sugestõe1- 
dos cassllandenees. o 
deputado Sergio Cruz 
enviou documento ao 
governador Me.1 ce,lo Mi 
randa exigindo que ".seja 
respeitado o povo com 
o cumprimento das pro 
messas feitas recente 
mente pelo governo, 
quando assegurou que 
atenderia as exigências 
rodoviárias do 1Bo1Eílo 
sulmatogrossense." 
de sua Resldencia depende da escolha da pessoa fü•peclaUzada em Decoração 
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Tribuna da Frontetr 
',, Ili 
__ _.,._ ~----....--·•---~ 
1 t 
, 
ECIETARIO DE DESENVOL VIMEHTO 
SOCIAL EM AMAMBAI 
Adorais em peral 
Ha l de NMembro, I - Fel its • Ms 
hospedeiro neste ano da Hl80. 
. O Secretário, retC1rnou n Cnrnpo 
Gmncto na monbfl do dia 18 onde estu­ 
dará us poelbtlidades ,de viabilidade do 
que lhs fol f-0llcílado pefo •prefeito N •~. 
tor S!lvelru Tugllur1 e cÔrnuolda1lo de 
Jmambal. 
/ 
/ •·· 
+' 
• 	• ,. .,14 
:; 
t"- ! 
•± 	e 1 
[5 
: ; • • < {2 •• • ', ; , ~• ·.. A Diretoria do Sindicato Rurnl de 
• • • ,. , ' j ~ • • • ' • íleta Vlstn, convoca todoA os seus asso- 
-s;''íh .•?-' cio@os para urna AAsembléla Geral, a 
:'t 	i'.· °. +r' , elt: dl 11 d r 1 
t • • , .• ,' , ►✓, • , •. , , . •, zar-se a e ev~re ro de 1980 
t· 	r ,i% +·° ', em primeira chamada as 19.30 e em se- 
• 1 • , ,/ , 1 , <24, f f / •',· ·? 
. , ., , : ?8,'' «; , • •; I gunda chamada as 20:30, na !!éde scclal 
.. ' ~ ' ' l • " ",,; ~, 
1 
' 
1 
r 
1 
, d CI b B ) 1 t 
, ; - ~ • • • , , ,  , , , ~ 
1 
, • , ' ,i • + » i 0 u e e a v s enBP, para tratarem 
' « tu, 32 •$1, ' ! dos seguintes assuntos: 
." 	,",. 4, 
:4. .'..n....o • )'.N.'o.a..±.t; 
1- Autorizar, na forma do artigo 
42 doe Estatutos Sociais, a. Diretoria a 
contrair, em nome do Sindicato, Unan• 
clamento junto ao Banco do Brasil !S.A., 
Agência de Bela Vista (MS), no va!or 
de CrS 269.261,00 (Duzentos e sessenta e 
nove Mil e duzentos e sessenta e um 
Cruwiros) com prazo até 1 (um) ano, 
valor de&ttnado à cobertura de gastos 
coro a instrução de melhoramento no 
Parque de Exposlçllo Rio Apa. O referi­ 
do. emprestlmo serâ formalizado a taxa 
de Juros a 150/
0 ao ano, obdecendo as 
norm11s vigentes para o crédito Rural, e 
deverá ser cumprida com verba a ser 
destacad11 para a Entidade, no Exercício 
1980, p!!la Secretaria de Desenvolvimen­ 
to Econômlco, ou na falta, com receitas 
normais do Sindicato. 
2 - Autoriz11r a Diretoria a delibe­ 
rar em assembléia junto a FAMASSUL 
sobre o atendimento do FUNRURAL. 
3- Aumento de mensalidade. 
4;:::- Assuntos Gerais de interesse 
da Classe. 
Bt-la Vista, 24 de Janeiro de 1980. 
Edson Medeiros de Moraes. 
Pre!'idente 
Sindicato Rural de Bela Vista 
l 
Dr. Rubens Nunes da C'unba. 
Acompanhado por colaboradores, 
esteve em Amnmbal dia 17 pp o Secre­ 
tário de Desenvolvlmento Social - Ru­ 
bens Nunes do. Cun.hn. · sendo recebido 
na oca.Pião oor autoridades IooaJs. ·entre 
ela3 o Deoutndo Estadual Zenóblo dos 
SnntoR. o Prefeito Municipal Nestor Sil­ 
veira Tagllarl e o Presl.dente da Câmara 
de Vereadores - Altnl!'o Plnto Sobrinho. 
N1:1. parte. da manbll o Secretário, 
com o Coordenador do Trabahlo e Pro• 
moção Social - Pedro 'de Souza Carnei­ 
ro, o Diretor Geral do pesporto - João 
Batista de Mesquita e demais .outoridades, 
visitou ~ntlciádea ,e órgãos }!gados a área 
social, entre elos o Hospital Regional de 
Amambai e a Escola de 1º Grau Coronel 
Fellpe de Brum. 
A tarde, no gabinete do Prefeito 
Municipal, Rubens N,une,a da Cunha rece­ 
beu vários membroR 'da comunidade 
o.mambaense, representantes de entl.dades 
Iocnie, que lá estiveram. solicitando o 
apvlo da SDS de ordem técnica ou flnan, 
ceira,.'.para as obras que dirigem naque- 
la cidade. . ; 
. Entre as comissões recebidas pelo 
Stcr~tárlo de. Deeenvol'{lmento Social, a 
diretoria do Clube de M!ies. Hderada por 
sua Pi'esldente :-•Wllma MarlJJ Selhorst; 
os'representantes da nascente Sociedade 
Amigos de AniambeJ, tendo a frente seu 
• Presidente ~ Aparício Arnay Matos e 
componentes da LE[1A - Liga Esporti­ 
va MuniclpaJ ãe 1·Amambal - , que ex­ 
puenom à Nunes da Cunha, s~as dificul­ 
dades, inclusive de ordem f1slca, para 
orgonizar os Jogos Abertos Além Fron­ 
tetru, dos quais aquele município, será o 
PREÇO DESTE EXEMPLAR 
e s 5, o 
A-DVOG/DOS 
Dr. Goelo lfrnlrt:'111 notllnl 
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CRO • 557 • CilniCB de crianças e Adul(o& 
atende--ae com hora mara:da 
Av. Duque de Caxias, 5C8 - Jardlm M_!i 
Eleiçoos 
Municipais 
em 89: deci· 
Congresso 
Ir(lia, • O pró­ 
pto Congresso decidir4 
sobre a realização de 
eleleões munteipats eto 
uno, admftu prelden. 
IP d:i <.'õ.nii.r·
1
• clcputn<lo 
Flávio Mar .que pre­ 
vê pro.4ç4o até 
malo do projeto de emen­ 
da constitueonul, de 
atorla do deputado Ani• 
klo r!Cl Souzo (dolós), 
estabelecendo a coice1- 
dência de mndatos de 
prt.foilo11 o vt•1·eudore,; 
em 1992. Pe !ROU!mento, 
o deputad•) FJ(l vlo Jfol'• 
clllo ó f,1vorável uo 
adiamento das elelçóes 
muJJJclpuí , mas acha 
que o governo oão to­ 
mu rá u lufc.lullva d~ 
alterar o cul<'nd:1:rlo elei• 
torai. devendo deixar 
ao Congresso quu.lq1rnr 
dellbcroçao n respcltíl, 
Na op)ião do presiden 
te du Cú.nrnra, a muiorla 
dos porlamenturell prefe­ 
re o ucllamento, "Jnolulll• 
ve a opo,;lçúo, embora 
esta não tenha condições 
pollticus de defendu 
espa teso". 
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OPINliO 
TEIMOSIA 
Um cldnado que nl'l.n conhece mnle 
de perto, o prefeito Ildefonso 8S, não po 
derá avliur quunto S. Ex. é teimoso. 
o exemplo que vamos cltar, pro· 
p!nlnr~ no old11d/lo contrlbulnto murtlnhc­ 
r condições do vnllar em toda exten• 
+são, a que extremos Ildefonso S8 pode. 
r cheur n "defesa"de eu ponto de vis 
tu. 
O Prefeito murtlnhense após nalgumns 
elocubrooes chegou concluso que. 
pen os hunos dns Escolas Mul 
cipnls tem o direito a merenda escolar 
csllpendlaclo pc>lu Prefeitura. 
Os nluno dnas Escolns Estaduuts 
pelo +implex fato de cursarem coleglo 
que alio <'Bifio i.ob n odmlnletroção de 
S, Fx. o Prefeito per do serem mvr 
tinhene, uperr de eu pais erem 
contrlhulntee do9 cofres municipais, não 
tem direito n umn sopinha ou biscoito. 
Como explicar Isso u um criunç, 
e, espoclolmente, a uma criança com fo 
me? 	• 
É justo priva-la de um pouco de 
alimento, Infletente embora, por que o 
Prefeito lld<-:fonRo SS nllo quer gnstar a 
bngutela de Cr$ 50.00o anuais que pode 
riam ser, perfeitamente, retirados do FPM 
(Fundo de Participação doe Munlclploe)? 
Esta claro que estamot! .uos referin­ 
do ás orlancas carentes, pobres, que 
precisam de qualquer alimento. 
E se fosse só Isso 1 ... 
O ano passado, como publicamos, 
o parte da merenda não foi dlstrlbulda, 
de modo que feijão fôl jogado fora, e 
os biscoitos estragados foram oferecidos, 
como sobremesa, para os felizes porC?os 
do Vereador Jonas Amarage que, é mi8 
ter acrqrnentar, não tem, diretamente, 
nada a ver com o assunto. 
Se Porto Murllnho dispusesse de 
Veread<"ree afeitos à luta polittca e à 
defesa dos direitos impoetergá veis do 
povo fato como este nunca poderia 
acontecer. 
Mos, lamentlvemente, alguns 
VereadorcR fazem po.rtti de uma nefasta 
"punellubu.'' e o resto quo se dane ! ••• 
Cruças ficam sem biscoito por 
fuHa d~ dl!;trlbulçllo. Com o tempo se 
estrugnm e acabam servindo de repasto 
pura a eulno-onltura oltadlnu. 
O µovo, de há multo, vive l,atendo 
na madeira, vive com os dedos fazendo 
figa, Indo a terrelros espírits e de ma- 
• - I> 
PONTA POR? TERÁ ENTRO SOCIAL. 
URBANO 
A equipe tcnlca da Secretaria de 
Estudo de Desenvolvimento Socltil, Agen 
te Gestor do Prcgrawa Nacional de 
Centros Sociais Urbunos, realizou levnn• 
tumeutos na cidade de Ponta Porã com 
a finalidade de formar o "Conserho 
Comunitário" para a Integração da co­ 
munidade que se beneflulará com a ios­ 
taloçilo da Unidade Física de Centro 
Social Urtiaoo. 
A formação do referido "Conselho" 
ficou a cargo do Sr. Pedro Ribeiro, es­ 
colhido pela própria comunldlide, para 
representa-la. 
Além do Sr. Pedro Ribeiro, assina• 
ram, também, esse Termo de Compro 
misso, o Sr. Orlando ;fonde& Gonçalves, 
Agente Gestor Municipal e o SecretárJo 
de Desenvolvimento Social, Rubens Nu 
nes do. Cunha, representado por seu 
Assessor Especial para Assuntos de 
CSU, llva Borges BittelBrunn. 
o sonhe tornou-'Se Realidade 
Agora em Bela. Visto, Existe um11 Churrascaria onde você poderá levar sua 
esposa, seus filhos, seus aralgos e sentir-se realmente em sua própria casa 
MEU 
» 
RIINCHDD 
Aquele • algo mais em Churrascaria 
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cumba, fazendo tudo paro ver se o 
Prt>felto Ildefonso destrncornu ! ••• 
E os Verendores, calmos e trn­ 
qüilos, sem oposição, no fazem nada 
por nlo terem condições de enfrentar o 
Alatolá lldtfooso. 
Nas próximns elelções o povo val 
falar e ai então é que a porca, vul de 
fllto torcer o rabo •.• 
(Retirada da Laguna) 
E Bela Vista, Governador? 
Qual o motivo de o Governo Es­ 
tadual esquecer-se de Bela Vista? O 
que onda ocorrendo nos b11etldoree? 
Todne,mse todas as cidades sul mato­ 
grossens.ie recebt>ram auxilio do gover­ 
no, e Bela Vista até vgra, só promes 
888 ... Há pouccs dias, fnte digna de 
crédito, lnfol'mou em "off" que a ambu­ 
lància "que seria entregue" à prefeitura 
de Bela Vi@ta ePguiu para Ponta Porã. 
Disse inda que s ecretarias estão 
divhlldas por éréas de Influência ... Olha, 
polftlcos e homens do governo: nós pas­ 
saremos a cobrar as promessa@... os 
jornais Integrantes da rede TRIBUNA 
passarão a Informar o povo fronteiriço 
d1:1s • mequlnações conchavoe e preferên• 
cla ... eetamo@ l:la turados. de ouvir pro­ 
messas e mais promessas ... O pessoal do 
governo._ ou melhor, os articuladores do 
PARTlDAO terão uma resposta à altu­ 
ra .. , .Serà que Marcelo Miranda sabe o 
que esté ocorrendo? Cremos que não .. , 
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a toda ow vinhos para qu 
e tinja o mana ih »l, vw que 
o di o dom «'iin lo per-­ 
,f rr, •!  t r nr-•·-1 qt-:f• t:ic 
(,, ,~rr.; t• ,,• • t lo os ina. 
a t • e oiahr vda tí eo- 
mnio, nu quero r te ur» di. 
lo erg}er.lhe por tudo 
e r mv o un a et, qe 
eu mun a muro mr reprr 
, 	per m, íor que rja a 
:{ l ú r ,} no ser o m( .. 
ris d optde qne pinta 
ti• t ... 1 t « tar nora o 
r«!e, meus irmns s o]ria 
Erg't s. Obrada u ais uma 
ver!p roa dever fazer eta 
r,r } dia seguidos em 
f : r ,, 
1 
l'di,l,,. J),•n:ro ile :l 
dias r 'carrada a mzrça, 
p : • sais !ií!e! que eja) (a­ 
h!iene rim que receber n 
f'(,:r_".!. 
S. S. V. 
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Von?e.e casa na 
rUa coronel Dias n 827; 
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n 291 0 a da rua nto 
!o Maia Coelho 1° 350; 
Tatubmn a chcana No- 
i;:, :;.- "Ü1')
1;:i ;parecida 
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guna con 35 hs e 9.492 
1n2 t04a fo. mi: de cie je 
raguu, colonião e bra 
q•;.:f' 1 .n. a :?cc.1 uc::. do 
que nela passe. 
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=."'nznL::c :.:urg::irlda. 
Especialidades: 
da Casa. 
Bella Vista 
gr ega 
Co. "" 
1 
1 
Ca:rte 
Parmegianz. e Frango à Moda

QUEM NiO SE C 
20 01/1980 
••• 
Q 
Prefeito Ell de raujo Barbosa 
Está ocorrendo, entre n Prefeitura 
Municlpul e o povo, aquilo que usual- 
mente se cham"desencontros", Isto por 
que o prefeito Ely de Aru[o Borboa 
não posaul urnu At!tH
1ssorla de Irnpr PDM, 
O povo bela vistense critica, e pe­ 
de orltkas uo jornnl, no tocante auxl­ 
llo do Governo. Alrgarn que B<•la Vista 
não esta recebendo nado ... Isto nlo cor­ 
responde a verdade pol, ontem, em con 
tato com o pref<1Jto tomamos conheci 
meotoe de vàrlos melhon1mentos que 
forum e Ilerão Implantados em Bela Vis 
tu. 
DIsse o prefeito EIy de Araujo 
Barbrllla quo "o nosso município é um 
dos que estão recebendo assistêncla m­ 
oiça do Governador Murcelo MIrnnda" e 
que "umu das mulores aspirações dos 
beluvlstenses, o asfalto, 11eré Implantado 
ainda eate ano, Inclusive com a ajuda 
do Governo do Estado". "Espero, olsse 
Ely, que o povo compreendn que existe 
um esquema para tudo, e o meu plano 
de trabalho e1;1tó. Integrado 1
1
0 plano de 
trabalho do Governo". Finalizando, aflr­ 
mou "assumi um compromisso, n!lo só 
R nu4 o 
ESE MAFRA 
Há poucos dl~s esteve em nossa O otimismo é a -· riqueza do bo 
redaç!l.o um empresArio, e na oportunl- mem Acreditamos no poder de reallza­ 
dade comentou a atuação das agências ção e acredito mais ainda nos homens 
banoArias locais e o trabalho desenvol- que orlam riquezas empzegos oportuni 
vido pelos • gerentes no tocante à flnan- dades. 
ciamentos e incentivo para o comércio, A missão principal de um banco 
indústria e pecuArla. Não vamos citar é "vender" a sua mercador!a e esta 
nomes, pois cometerismos injuatlças, e a mercadoria ê o DINHEIRO. Ele vive e 
ocasião não·· é propicia para julgarmos ganha para isto. O dinheiro não é pro 
atos e alltudes, mas fica o reglstro: em priedade dos gereatese o bacico,segundo 
Bela Vista existe o que se chama ''gru- . nossos parcos conhecimentos de econo­ 
pinho ou panelinha" e isto é sumamente mia DEPENDE DO CLIENTE. TRIBUNA 
prejudicial ao nosso desenvolvimento. DA FRONTElRA este ano, Inicio da década 
Que estes homens encarregados de gerlr procurará agilizar todos os setores da 
as administrações das agências bancárias comunidade, mesmo que para isto seja 
locais façam uma autcritica e usem a necessário atrair olhares Irados e 
carapuça quem quiser. 	murmúrios. Nós não tememos a nada e 
Não interessa o que fulano diz a a ninguem, tememos apenas a voz da 
respeito da!! potenclalidudes de sicrano censclência, e esta nos obriga a falar. 
ou das futuras posições de sua flrmR, neste momento importante da vida bra 
lavoura c•u fazenda, o que interessa e o silelra. Este artigo e simplesmente (P P) um 
que ele oferece como garantia e. posslbl• introito a respeito da ação dasagênclas 
!idades reais de crescimento, isto real bancárias em Bela Vista. Na próxima 
mente e o que interei-sa. Aqui em Bela edição voltaremos a falar do assunto e 
Vista, ainda, por l.ncrJvel que psreça, acreditem, multa coisa existe para ser 
inda persiste a politlca económica do comentada e _comentaremos... 
"diz que diz" e isto nos surpreende. 
com o povo, mas, clma de tudo, com% 
íi conéci@ci e tudo fr4 %"%,{ 
zer da nossa querida cldnde um mo 
1 j44tudo" Acreditamos no prefeito. 
r t .AI • v 
Quem viver,verá .•• 
$ala vai solicitar mais 
rzersos para 
royanas de 80 
Com o que coube a Secretaria do 
Desenvolvimento Economlco, do orçamen 
to estadual para 1980, multo· dos progra­ 
mas previstos nilo poderão ser executa­ 
{)os, caso o governador Marcelo Miranda 
não aprove suplementaço de verba 
que será solicitada pelo secretário Sau­ 
lo Garcia. Qu!!lroz. Principalmente no se 
tor de agricultura. são diversas as me­ 
tas da Secretaria de Desenvolvimento 
Econômlco para estll ano. 
Uma das metas p, ementes da Secre 
to.ria e que visam maior ai-slstencla ao 
produtor rural'é a implantação de 10 novos 
esorltôtlo~ de Empresa de Pesquisa As­ 
slstencla Técnica e Extensão Rural-EMPA 
ER na região de Dourados. Esse é um 
plano do secret~rlo Saulo que, no entan 
to, somente serà possivel executar se 
receber a verba suplementar para este 
e.no. 
Outro programa que o secretario 
deseja agilizar e incentivar é o da im­ 
plantação das patrulhai: agricolas no 
interior do Estado, principalmente nas 
re'es de maior prcdução, tambem vi 
sar•dn uma maior asslstencla e um apo 
io aos pequeuos e médios produtores 
rUrs. 
O secretário Saulo Quelróz, no 
entanto, está confiante de que o gover­ 
no do Estado aprove seu pedido de su­ 
plementação de recursos, e já reuniu-se 
com os titulares da EMPAER e da AGRO­ 
SUL, determinando que eles planifiquem 
e ·organizem-se para que,, assim que 
obtenham o recurso, possam agilizar a 
lruplaotaoão dos escritórios e das patru­ 
lhas agricol11e- mercanlzadas. Segundo se 
apurou tambem é pensamento do secre­ 
tário elaborar um orçamento pluri-·anual 
com vista a dar maior apoio ao i,etor 
agrícola, que é de sua responsabilidade, 
bem como aos demais que estão sob sua 
alçada, como é o caso da inspeção sani­ 
tária animal, o controle ambiental, 0 8e­ 
tor de terras. 
Sérgio 
Foram duas ter tt! 
vas frustradas de ss f. 
zer teatro acut e 3eh 
Vista: priuelro, o tentou 
a montem de um 
ednytr ção do Injetor 
Gerul, mui; não eG eoo- 
seguiu fvzer ver:hum ' 
ensaio. ns ''atorti-.'' nfto 
comp,uecerum; Ultlt, ha. , 
vla três ou quuiro inte­ 
ressadoi::, de fortnfl que 
se fez outra ten ti.tiva, 
desta vnz utillz11nclo um 
texto feito especlalmen- , 
te para a ocasrno, dBno- 
1 
m!tudo A Gang dos I 
Quatro. A coisa p.nec!a 
destinada a um final fo. 
llz, o novo g,·upo lt:ll o 
texto e concordou em 
montá-lo ainrla uest!l 
verão. Houve lgumas 
leituras cm grupo de 
peça. De repente. tudo 
desnda. As pressas, 
novos elements f ra 
convocadcs, porque os 
ditos in ter essa c1 º" .. não 
tinham interesse nervhun 
e deram adeus. Jui':Jou- 
8e novo rlclo de leituras, 
mas a coisa não foi Dlém ' 
dlllSO. 
Mas eu havia con­ 
fiado demais nas peB 
soas que convidei para 
essa experiência, tanto 
é que sai por aí notl­ 
clando.u, inclusive jor 
nais de Campo Grade 
publicaram notas sobre 
a atividade do grupo 
Beleza fura, que, pode 
se agora dizer, nuca 
existiu. Porque não f.?Z 
absolutamente nacl1.1 que 
justilicasse a denomir 
ço grupo de teato. 
Uma ftustração e t1..nt< ! 
o nosso mal é que não, 
apostamos no rncesso 
apostamos I!O fracasse. 
Temos uma maliíta di­ 
posição de espirito que 
faz crer qne tudo sej 
euforia mnmentoea, que 
nada durará até amanhã. 
Uma mania mórh!da e 
cruel de matar ideais! 
••• 
JU1l 
O BANO QUE (CONHECE 
a 
A MO·SSA TERRA 
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