F.ÇRJBUNA: 
DA FRONTT 
tedtorcneto_1to_Peretra_ _Ao_vIt_No472_ Qua_retr_ o7o2s ,, +, Mato aros«o o sal 
-----------~------- 
OPINliO 
OS CINOIDATOS 
O ministro da justiça, Abi Ackel, 
anunciou, em Belo Horiw:onte, que o Go­ 
nrno é favornvel a reallzo9lio dpi. elei­ 
ções pnra prefeito e vereadores es(e 
ano, mantsndo o calendârlo 11leltoral, 
mas I8to dependerá da oposição. Se a 
oposlçllo quiser... haverá elelçõee. 
A oposlçllo, mais do que 11lng11em, 
quer estas elel9ões, pois tudo lndloa 
que, mesmo nllo estando c,struturados os 
partidos, ( PP, P'l'1! PMDB, E PT) o povo 
mate uma vez dará o seu veredito, nas 
urnas. 
A nivel municipal estilo surgindo 
011 provAvels condldntos ê1 Câmara e à 
l 
l 
J - 
1 
j 
Campo Grande - Ao oflclallzar 
eu Ingresso no PMDB, em reunião rea­ 
llzada terça.feira nob presldencla de 
Wllson Barbosa Martins, o ·'deputado 
Ramez Tsbet reafirmou sua dl~poslção 
em desénvolver "os postulados democrá­ 
ticos traçados pelo partido" e em '·con­ 
denar e combater todas as formas de 
arbitrlos e adeslsmo." O parlamentar 
destacou, ainda. que "de nada adiants­ 
rllo as Intensa& tentaUvss de allctamen­ 
to promovidas pelo PSD, pote a Oposi­ 
ção será sempre mais forte, já que se 
con@tltul no muis 'autêntico eanal das 
aspirações populares." 
Tebet recordou que · M Bo.lsão 
sv.Imatogroesense o governo promoveu 
maoJ9a eampanha de aliciamento, lamen­ 
tando que "tudo teso esteja sendo feito 
com dinheiro do povo." Mas ressaltou 
também que "apesar de tudo poucos 
foram os quê, abandonaram s bandeira 
de luta da Oposlçllo." Afirmou ainda 
que e1tt no PMDB "por ser este o caml 
. nho na!ural Que abriga meus princípios" 
e por onde defendera, •.'Jnhaneigentemen 
te, o restabelecimento das eleições dlre 
tas a todos os nfvels e a extinção de 
todos os ln&trument011 exoenolonals". 
-"O Estado-afirma Tebet- oorre sé 
chefia do Executivo, nh1da som deflnlçlio 
de partido. O povo já comenta que pre­ 
cla haver uma renova@lo nos quadros 
da poHllcn belavletense, principalmente 
na CO.marn Municipal, onde, segundo cs 
entendidos, não se enc:ontram os legftl 
mos representantes do povo, devido as 
clrcunetânclas - renúnclas, etc. Alegam 
quo vereador com menos do cem 
votos ... Não eoncordamos. Por mener par 
cela que represente, i.aeemo assim o 
vereador estará representando um grupo 
de pessoas. 
Mas. com a provãvel reallzaçllo 
quase certa àas eleições muniolpals o 
7 EIEMMONIE 
IZ TEBET 
rios riscos, principalmente seu desenvol 
vJmento econômico e soelal, teso par que 
o govero usa de todas as formas e apll 
ca todos os recursos imagináveis para 
construir eeu partido, sem qualquer es 
crúpulo, pressionar, comprometer e ali 
clar. O governo se esqueceu de admlnls 
trar para fazer polltlc11". 
T.ebet assegura que "com toda febre 
partldlària do governo em desespero, o 
povo se torna o maior prejudicado. Os 
Dr. Nelson Derzi 
CRM 23·882 • CPF il.98.88.33.7.87. 
Especializado cm CLINICA Mli:DICA na Snnta 
Casa do ttlo de Janeiro e CIRURGIA GERAL 
no Hospital da Companhia Siderúrgies Nacio- 
nal de volta Redonda. • 
Membro do Colégio Brasileiro de Cir~r_glões 
l!:IRURGIA de: Varizes, Tiroide, Vmcula, 
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advogados Ivan du Costa Marques o Sór 
glo Perondl; o pecuarlsta Adhem11r Go 
doy; o empresário Atunnxlo do Almeida 
Melo F!lho; o publleltârlo Alvaro Pereira 
e o peeuarlsta Abro Zacartas. entre ou 
tros, já manifestaram s suas Intenções 
de participarem do pleito. Isto é que 
precisamos: RENOVAÇÃO. E esta reno 
vaçílo devoró. sur profunda. De bnscs. 
Precisamos mudar, prlnclpalmento G o&pl 
rlto do pollllco local, Ele deverá agir e 
atuar pensando mais no povo o adotando 
a fllosolla do SERVIR, do que defender 
seus interesses prticulares. Vamos v.pol 
ar estes moços. Voltaremos ao assunto. 
eélarlos se atrasam, o atendimento soei 
ai entra em ma!or deelinJo, e os preJut 
aos se avolumam". 
Por outro le.do, o deputado contlnu11 
recebendo Inúmeras manifestações de 
apoio Tindas de bases de polilfcos sul 
matogrossense9. Na terça leira, antes do 
se reunir com a Provisória Regional, Te 
bet esteve em Camapuã prosseguindo o 
trabalho de consolidação de bases parti 
diárias e ainda esta semana visitará re 
g!ões do Bolsão, atendendo sollcltaçõ~s 
de llderanças polltlcas que o acompa­ 
nharam ao PMDB. Ele consh)e!'a q;10 é 
a melhor forma de atender as popula 
ções é "fa7er oposição, fiscalizando os 
atos governamentais e anunciando as 
irregularidades, ao mesma tempo em 
que exigimos, com força da presEão po 
pular, a retomada de todos os_ princípios 
de direito. liberdade e 1ustloa . 
PREÇO ESTE EIER 
e s 5, 
Escritiril de Advotacia 
Sergio Roberto Perondi ' 
li 
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O seoretrlo da Fa-. 
zndna, Paulo Fagundes, 
conflrmon quo realmen­ 
tc falou qu o cnnlrt­ 
bundo t:·ns 1wnd1nios 
p!Lru o ogrloultor. pol • 
"elo pt>tmlt.;1 quo o pro­ 
dutor receba um pa4· 
monto is elevado pe­ 
la u produção", mas 
lez questão de frisar 
quo "nfio se quer quo 
haj o contrabando. Mao 
ele acontece, Ind. pon­ 
dentemente de no4sn 
vontodo. 
Hesaltou que o re­ 
colhimento do ICM, mal 
do que utn•l obrlgaç/ío 
legal. "6 uma obriqu.çllo 
moral", poi•1 é de!e que 
nnscl• n possllJ,lldude do 
Estado se manter. Ler 
brou ainda que o "Esta 
do eRtll. Impedido de ro 
prlmtr o contrabando 
pois esta ó una ação 
do Governo Fedo:al, quo 
já vem tomando provi­ 
dênclas a este respeito". 
O gecret4no Paulo 
Fogunde.s frlsCJU que o 
contrabando pode ser, 
dlmtnuido, . mus nlio ell~ 
minado, e que teve no­ 
ticias de que o mlnl&tro 
Ernane Gelves, du Fa­ 
zenda, aprovou um plano 
que irá de!inlr o credito 
do agricultor para o 
próximo plantio; atrav6a 
da eonferêoola das nota.o 
flseals emitidas pelos 
produtores. Ressaltou 
ainda que "essa seró. 
uma das mneiras do 
Governo Federal contro­ 
lar o contrabundo", 
(SECO/MS). 
A liberaço de re 
cursos do r:!NH e do 
BNDE para diversos pro 
gramas em !plsn:ação 
no Estados, inrJustve os 
da res de Prcjeto 
CURA; a busca de meco. 
nlsmos que compensem 
a zaauenção em Mato 
Grosso do Sul, das ta 
xae de juros equlpura 
das às de outros .Esta 
dos ji dcsonvoividos; 
um Jalanço do desempe 
.nho do Purt!do Dsmo 
crátlco Social em sua 
fase de implantação, e 
um encontro com a. dira 
toria do Baco Cantzcl 
e com o presidente de 
Caixe. i!eor!oroicn Fede 
ro.l ,Gil Macieira, para 
definir é liberação de 
recursos iorum oa prln­ 
clpai:S contatos roam.Idos 
pelo govern:idnr i'J2.!C:> 
lo M.lrundn, na ücma»..a 
passada em Brzsllis,

JUVÊNCIO ICUSI DELEGADOS DE 
RESPONSÁVEIS POR ATRASOS DOS PA<iAMEHTOS 
Campo Grande-O Pro,?reseo-1'rlhuna 
Fon - O Hocrotllrlo Juvênclo Ceear da 
a,,""", d Educço, acusou os dele­ 
p«í, ensino do serem o responsávela 
d 
O 
utrnso do pugnmento do alrios 
O professores,u exemplo de Pontu Porá 
93/e mals de 40u edücndore passam 
'
1 
lculdu<lna docorrenles da falta do 
pagamento. 
n, Segundo ele, o traso do paga. 
ento está correndo porque ulpumas 
Dolegactus de Ensino nfio eo org11nlzur11rn 
om tempo hbll razão porquo •·uegllgên• 
olu o lnortclêucla de lguns delegados­ 
rect~l>erlio rnodld11e udvquudns por parte 
du Sooreturlu". Eulrn ei;tae medidas 
uuaogurou - eslà. u demlssllo do todos 
aqueles delegados dfl ,msluo quo forem, 
oomprovdd!lrnonto, looapazes parn o 
cnrgo. 
A Seot·etnrln c,xfge a effclênoln o 
nlio pode tolerar folhas como astae quo 
prejudlO!im um grande coollgeote de pes- 
8ous, dIsse o ocretrlo, assinalando que 
na próxima eema1t(l. faremos uma fnape­ 
çS.o completa em todas ai; Daleg11ol11s e 
ndotaremoe as providências quo forem 
neccasórlas". 
li 
Tribuna da Fronteira 
( l'llndodo a 20/2/72 
Regiatro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.J0126610001,90 
Insc. Et. 130592343 
Administração -Maria Etela V.l'crein, 
Redotor • Cheio • Ivo.Ido Pereira 
Departamento Comercial • Alvaro Pereira • 
Redaçno Â4ministraç!o ~ Oficina,: Rua 
Duque de Garias /n Bela ita MS: Ox. P. 28 
ASSINATURAS 
Bela Vista., (anual} 
Demaia Municipios 
OrS 800,00 
Cr$ 1800,00 
"Os conceito1 emitido, em artlgoa 
a8sindos no exprimem, necessariamente, a 
opllllllO do jornal. 
Fundador e Diretor Responsarel 
lvaldo Pereira 
HEDUÇAO DE SALÁRIOS 
O Becrotárlo de Educaçflo negou 
veomentemento a exlRtenola d" um pro­ 
jeto visando a rerluQão do n(vel sulurlal 
dos profeseore11 do 8Atndo recoro admiti 
do e quo este estria sendo ertudado 
pela Seoretarln egudo Informou um 
ronto da SEC no Inicio dcstn somunn em 
Dourados. 
De uoordo com a fonte, todos os 
professores admitidos a parti: deste ono 
reóobl'lrlam metade doe quo os atuais 
ganham, ou seja, em torno de 3 mll oru 
"olroe por 22 boras/aulus mensuls, no 
caso doe profoesores em lfceoolatura 
plenu. Enquanto os de licenciatura e lei 
goe, quo mesmo mlnl~trando 44 horas/ 
IBRIH 
- Um doa componentes da ·oomltl 
va mineira que demonstrava maior entusl 
aomo oom a posse do Sr. Ibrablm Abl-Aokel, 
era o Deputado Estadual José Laviola 
que durante multo tempo fez dobradinha 
com o tul ministro, recebendo votos 
prinolpalmente · em Conselheiro Pena, 
Abre-Campo e Ipanema. 
- Segundo o Deputado José Lavi 
ola, um dos mate votados no ultimo piei• 
to de Minas, o Ministério da Just19a fol 
entregue a um excelente jurista '3 polltioo 
que em pouoo tempo terá seus dotes 
reconhecidos em todo pais. 
e um deputado da extinta 
nulas por mês, nl1o receberiam muls ~ue 
6 mll cruzelros. Estas afirmativas foram 
conslderadue "sem fundamento por Ju 
venclo César que dIsao que n próprl 
Jel ueseguru 'um piso de 9 roU cruzeiros, 
e os professores que forem ooquadradoa 
ató o fnal do ano perceberúo a quantlB 
da 9 mil e 500 cruzeiros". 
Ele disso taml>om quo n!Io hl. ra• 
zão para o professorado fter preocupa 
do com lnformeti flcolollOB como esse 
aonsldernndo a dispo:ifçào do govero11<1or 
Marcelo Miranda "em valorizar o ho 
roem através da educação e dos mestres 
alem de que, ele, como prometeu. no dl 
a de sua posse na EciuoaQll,,, serâ um 
advogado do professor". 
Arena sobre a nomeação do Ministro 
lbrahlm Abl-Ackel: «Uma p1sSb06 com es 
se nome para eleger-i;,e d&putado federal 
e chegar a ministro da Justiça. é preQlso 
ter multo valor» 
- O jornalista Geraldo Melo Mou­ 
rllo relactou em sua coluna Folha da 
Manb! alguns dos melhores deputados 
de 1.979, entre os quais figurem os Sra.: 
Antonl,o Amaral, Epltáclo Cafetelrn, Rugi) 
Nepole!o, Paulo Lustosa, Djalma Marinho, 
Geraldo Guedes, Prlsco Viana, Célio Bor 
ja, José Frejat, Edson T{halr, Genival 
Tourinho, lbrahim Abt-Ackel, João ffer 
cullno, Audálio Dantat1, HéliG Duque e 
Alceu Collares 
(Murllo Melo Filho) 
CllSll ll1HZILLOT1'1 
Do Miguel lanzlllottl e FIiho 
Vidro,, Ferros, Aparelboa Sanitário, 
Tubos gol'onizados. plnsticoe, Tintas 
bombos pora 6gua, eto· 
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Oração ao 
Divino Espíri• 
to Santo 
Espírito Santo voe4 
as e«ire tudo qui?? 
na todos <>• uminboa pa.ra l:I'. 
a si»j o_meu,idaí ;; 
e di o do divino 4 .' 
doar e esquecer o mal que ta 
fazem; e que todo ow h 
unte» de minha da «u'?] 
migo, eu quero nu+te curto di 
logo. agradecer-lhe por tudo 
confirmar mnu umn Yn:, '{l:t 
eu nunca quero me epana 
de você por maior que seja 
'luxo material nto será o, 
nimo da vontade que sínn 
de um dia eatar com você 
odos os meus irmos na zlór4 
Perpétua. Obrigada mais ma 
ver (a pewoa dererá fazer eru 
oraçlo 3 dia seguido ena 
fazer o pedido. Dentro de 
di111 aerá alcnnça<ln a graça 
por mais diffeil que eia) pu. 
blicar arim que receber 11 
graça. 
O. A. L. 
T alõe·s de Nota 
Fiscal extraviados 
Delfim Mercantil 
Triunfo declara que ex­ 
traviou oe talões de no• 
ta Ilsoal série D1 núme­ 
ros 001 a 050 s 6érle B2 
números 101 a 150. 1 
Jardim 28 de janeiro 
de 1980 
Anderson Delfim 
-· Preço deste 
exemplar 
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08.02.80 
Operarlo F. C. x Açouguolro~ E. e. 
Sociedade E V. Nova x Sessenta E. C, 
11.02.80 
Clube Allelloo Nautleo x AABB 
• Banal) Financial S.A. x Gremto E. Unl!io 
13.07..80 
Banco B. Des. S.A. x Açougueiros E. C. 
Prof. Llboruls x Sessenta Esporte e. 
20.02.00 
Sociedade E. V. Nova x B. Flnnnclal S.A. 
Operarlo F. C. x Clube AtleUco Nautloo 
22.02.80 
Sesseuta E. C. x Gremlo 8. União 
Açougueiros E. C. x AABB 
25.02,80 
Banco B. Des. S . . x Clube A. Nautlco 
Prof. Liberais x Sociedade E. V. Nova 
27.02.80 
Operarlo F. e. X AABB 
Banco Financial S.A. x Sessenta E. e. 
29.02.80 
Sociedade E. V. Nova x Gremlo E. Unllio 
Açougueiros E. C. x Clube A. Nauttco 
0S.03.80 · 
Prof. Llberalo x Banco Financial S.A. 
Operarlo F. C. x Banco B: Des. S.A. 
Regulamento do torneio •aberto· de 
Futebol da Salão, organizado ·.pela Liga 
Esportlva Bela vlstanse: 
1 O torneio aberto de futebol .de 
salíio, organizado pela Liga, Eeportlva 
Helavistense, será denominado: Ely do 
Araújo Barbosa. 
2 Terá inicio no dia oe .de feverei­ 
. ro, com prazo para lnscrfçãa até o dia 
06/02/80. . 
3 A taxa de Inscrição -será . de 
Cr_S 500,00 (quinhentos cruzefrog), 
4 A distribuição da renda ser de 
50%. para a Liga Esportlva Belavlstensa 
e 50% para os clubes que par.tlclparem 
da rodada. 
5 O numero de inscrições por. cada 
elub é no maxlmo 12 fnscrfções. 
6 Os olubes lnserltos, deverão 
apresentar os arbiros, que comporão o 
quadro da Liga, para futebol .de salão. 
7 Classitlcaçlo - erá classiftcado 
02 (dol) elubes por cada chave, obedo­ 
cendo os seguintes critérios: 
A Pontos gnnboo 
B Holdoo de gols 
C Números <lo vltórlaP 
D gols averaje 
8 Participarão do citado torneio 
as seguintes equipes: Sessenta Esporto 
Clube, Sociedada Esportlva Vila Nova, 
Banco Prasllelo de Descontos S.A., 
Açougueiros Esporte Clube, As8ocl4çlo 
Atlética Banco do Bl:rnil, Operntlo Fu­ 
tebol Clube, Clube A tletlco Nautlco, Pro­ 
flsslonnl11 Llberuls, JJanco E'inanclal S.A., 
0 Grcmlo füportlvo Unlüo. 
9 O Clube que não comparecer 
para u disputa de um jogo, estará suma­ 
rlamentfl e1fmlm1do do torneio. 
10 Inscrlcúo de ei,trangelros, pode· 
rá ser no muxlmo de 02 (dois) sendo que 
só poderâ figurar npenas 01 (hum) jo­ 
gando. 
11 O torneio obedecerâ os a eguln­ 
tes horarlos: 
1l! Jogo 20.15 horas, com tolerância 
da 15 minutos 
2° Jogo até aa 21.30 horas. 
12 Para efeito de disputa será obe­ 
decida dunas chaves, com os seguintes 
clubes: 
CHAVE"A". 
• 01:ibe Atletice N:iutlco, Opera rio Futebol 
Clube, Banco Brasileiro de Descontos S.A. 
A,;iouguelroi i;sporte Clube, Associação 
Atletloa Banco do Brasll 
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Vll!i Nova. íloncu Finunclaf, Grrmlo 
Espertrvo Ulo, S@senta Esporte Clube 
13- Os cos de expulso e Indisel­ 
plinas, obedecerão a Legtslaço do Des. 
potlo Urosllc lro. 
14- 0s easos omisso, serão resol­ 
vdos pela LIga Esporttv Belavistense, 
ou os representantes dos clubes purtlcl• 
pontes so for o ouso. 
Edor Nunes Ilomc1ro 
Dopurt:imento Téonko. 
PRISINTR DE 
GREao 
Mulher empurrando 
eArtInho de beb' com a 
coberta rrlad: "Este ó 
o conversível que elo 
prometeu m dar depol 
que nos casssomo , 
(ol. tio H.O. do Pr<• 
Rideato Bornardoa SP-. 
01st. ,12 t l 
AO P DA LETRA 
O bêbado Invetera 
do entra no eon«tório 
médico gemendo, deses­ 
porndo: 
-J11 Ali AI! Gomo 
dói, douto" .. , 
O médleo apalpn o 
nlJdomem do Indo esqU!'f 
do, e o bl'.'lbado lwrrn: 
-Auaunaollll! I: bom 
ni doutor, 11aoulll! 
O mdleo, orruncu 
do encura o homcn: 
leso 6 fígado! O se­ 
nhor bebe pinga? 
E o bêbado depressa: 
-Vou celtar um 
gollnho, doutor mas ó 
,um pouquinho. 
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19 - Pro@ura oomproendor o próxl 
mo como querei! que te compreomJum. 
Seja a tua compreenso um campo aber­ 
to, em que teus emelbantes descubram 
n clar!dade"de uma alma livre 
29 -- Nlio te vanglorleo do bem que fl 
zeste nem cio que te propõe n fazer· 
Sorve sllenoloenmente como a folha e a 
rvore que, oelebrnndo a volta do. prima 
vera, florescem para oobrlr-se de enxn 
moe. 
30- Tudo será harmonia quando o ho 
mem eque0op o ou ogofRmo e perdoar 
cordialmente 011 mal-entendido. 
4.º Excita o que é bom e olvlda 
todo o mal e seràs prematuramente 
exe.ltado mais tarde. 
liº Se nada foree na vida, nada 
exijas nem oenures. Se deeoonbece todo 
o osfori;io, nllo comprenderée nunca os 
esforc;ioe olbeloe, pois o esforço volntá 
rio é um g'1rmen de energia moral. 
6º Faz da fidalguia do sentimento, 
da honradez de teue atos, a parte sagra 
da de tua vida. Por ela, tua palavra te 
ra força suprema da lei. 
72 - Se nllo podes arrancar do teli 
corpo Interior selva daninha do resson­ 
timento, lembra-te que, quando chegar o 
dia da eolldllo e abandono, Me de pedir 
lndalgênofa a ti mesmo. 
8? Mo peças a ninguém a moeda 
da esllm11, se nllo podes levar em .tua 
consolnola a moeda dos cavalheiros. 
A.qutduuana 
 
Mato Grosso do Sul 
Dr. Lauoidto Valdez de Barros 
Cirurgilo Dentista 
CRO • 557 • CUnics de criança, e Adnltos 
atende-se com hora marcuda 
As. Duque de Caxias, 508 - . Jord!Jn MS 
Dr. José Cieraldo Loureiro 
Cirurgião Dentista 
Cllnlca Geral - R-X 
Rua Guia Lopes, n2 810 
LEIA E ASSINE 
TRIBUNA DA FRONTEIRD 
ITITUDES ROTÍR 
Djalma Antonlo Vaz da Cos
t
a 
,. 
Aviso de Convocação 
Beneficencia Hospitalar de B. Vista 
Sê dlgno da vida para que tua obro. de 
bem eja moeda valorizada. 
99. Procura Iazer da amizade a 
tua segunda rellglilo. So o oonaegu_l_res, 
ters apre@ludo a beleza majestosa do 
ttomem. 	1 
toº _ So no Jardim do teu lnlrn go 
cn!am a gua e as crianças, n casa 
dei; reina a bondade. V I buscar 
concórdia e o desejo do ser bom. 
11- No te entristeças pela ventu- 
ra albala, e nem te alegres com o Infor­ 
túnlo de teu rival. 
122 - Se queres e. luz Interior, nbre 
tua alma ao júhllo r dos outros o leva a 
tu& fé eonsoludora para os tristes. 
Agilização de 
para a 1 
de 
s 
preparativos 
Feiro Nacional 
Artesanato 
Pra ttcamente definidos os prepa­ 
ratlvos para n participação da Mato 
Grosso do Sul na I Feira nacional de 
Artesanato, que acontecerá do 9 a 13 
de abril, em São Paulo. 
A MS-TUR terA Importante partl­ 
O1paço nessa Felra, com a Imcumbéncia 
de divulgar o Est11do, através de filmes 
e cartaze& alusivos às riquezas artístico. 
culturais. 
O Nnoleo de Arteeanato da Secre- 
tarla de Desenvolvimento Soolal de MS, 
tendo a frente, seu titular, Amir Ferna. 
des, Informou que a base da decoração 
do "stand'' tle Mato Grosso do Sul será 
a "peouãrla", ~roou'rando mostrar todos 
os utensllloe usados pelo "homem rural" 
retratando assim a economia de MS. 
As Casas do Artesã.o de Campo 
Ficam oonTldadoe os senhores só Grande, Três Lagoas, Corambá, Sela 
cios da Benefloenoia Hospitalar de Bola Vista, Dourados, Paranaíb, Anastácio e 
Vista para se reunirem em Ae6enbleta Aquldauana já confirmaram o envio de 
geral ordlnarla: As 7,80 horas do dia to peças, assim como, Ivlnherna, que mes 
de Fevereiro de 1980 .na Sede do Hospl mo mlo possuindo Casa do Artesão, 
tal nestl cidade à Rua gal Soares da enviara também seu artesanato. Somen 
Rot.ha 616, para eleição de nova direto- te Ponta Porã devera confirmar o envio 
ria e o conselho fleeal pera o blenlo de material para a exposição, ainda , 
1980-81. 	nesta &('mana. 
Na falta de número legal, os se No encerramento de evento, have 
nhoree sócios e11tlio convidados para a ra desme de trajes típicos e duas coum 
segunda chamtlda que será as 8,30 horas ba~nse, residentes em São Paulo, repre 
para se proce.der a tlelçllo com o nu- sentarão o "Vaqueiro do Pantanal" 
mero dos soclos que eompareoerem. • - com suas indumentarias usadas no 
Avisamos alnde. aos socloe que dia a dia. 
desajam efetuar o pagamento daa suas Amlr Fernandes, finalizou i:afor 
mensaUdadee, dlrfjlr-11e a eectrarla do mando. que a deMraclío eRtara a cargo 
hospital diariamente das 7 O O as 11 O O dos" Técnicos da SDS e Artesões de 
e das 13 as 17 O O horas. Cormba e que ja foi contatado e existe 
B. V. 28- 01-80 Pedro Palmierl grande poeelb!Udade, da partlaipaçEio, 
Presidente. 	nesta Feira, do Grupo ACABA. 
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ore vai costrir o reorar, enfio dê uma cheadila na FEIRAIS. 
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478 mulleres, o lgumas 
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ressatíssimas! 
Nt1o quc•brn ll 001,1 
rontc. Um sul0llo f!Ufl• 
brou-a o recebeu a mu 
lher do volta! 
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recebeu 18 mulheres. 
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dn eliminação grndual do wubsfdlos ao 
erédlto rurl, dolo so sobressaem, ) 
primeiro ofelto, d!reto, ó obro o empre­ 
po Inndequdo, para no dizer ll(clto, do 
1.!lnhclro páhlloo, no que, por sua vez, 
carreta mais dofs erros: dinheiro glran­ 
do som produzir causa lnflnçllo; a con• 
trnprntlda (?ovornnm11otol poderia estar 
nendo npllondn cm outros eetoreo tom 
bóm cnrentos, de roourooe. O eegundu 6 
o pnternullomo quo o 11lstoma lmpos. 
Com boa ou mil oafra, com bom 
ou mau preoo, para 110 nosemelhor nos 
custos de produQllo doe outros e lnolusl 
vo para ter direito no seguro do Proa­ 
gro, o agricultor ó forfado a flnanolor a 
Javourn. Se usnaeo opimae recunoa 
próprios ele dlspenderla dinheiro que, de 
outra forma, J>Oderla delxar rendendo 
juros. Além disso, arcaria sozinho oom 
~venlunlfl perdas ou fraoaeeos. Desta 
for ma, proctuzlr passava o ser seoundâ- 
, rio pois, o preço para o produto oc,lbldo, 
sendo lmprevlsfvel, e a garantia dada 
pelo preço mfnlmo eetundo, na verdade 
mais ligada ao emprêetlmo do que à 
produção, estavam abaixo de n(ve111 que 
estimulassem a produção, passando a 
ser Ignorados ou desprezados pela mofo 
ria , dos produtores. 0olhendo bem, o 
empreetlmo ere pago e conforme o pre­ 
QO do produto haveria maior ou menor 
sobro. Colhendo mal, 0 emprestfmo seria 
coberto pelo Proagro ou teria, o venci 
manto adiado para. a próxima safra, fa 
zentlo-se, então, novo ompreettmo para 
o próximo plantio. Ailslm, ano após ano, 
o agricultor eomum se condicionou mate 
ao cumprimento dos compromissos do 
que a colher mate. 
A eliminação do sulJs[dlo tende a 
transferir o risco ao produtor transforman­ 
do-o realmente em empre11árlo, o que é 
benêfioo na medida em que ele poseu 
oontor eom a garantia de preçoa e1tlma 
lantes e com um seguro ligado ou não a 
qualquer empréstimos. 
Mesmo assim, nas Areas pioneiras, 
onde por meto· de • progrnmlls especiais 
como o polocentro, para os cerrados, os, 
• juros dos empréetlmt>e rurais são ainda 
menores, dificilmente o subsidio podei.-ã 
er eliminado com justiça para o inves­ 
tldor. Alem dos pesados gaeto11 na mon 
tagem de uma estrutura de produção 
(tratores, colhedelras, galpões eto.,.Jos 
custos de manutenl}llo destas estruturas e 
doe insumos são mais altos que a média 
devido a maior dJst1mcia dos centros 
comerciais. Somando-se as dtflculdades 
de armazenamento e transportes de pro 
rluçlio, residAncla11, escolas, mão-de-obra 
tl.cesso, comunicação etc ... , temos um to 
tal de desvantagens para o desbravador 
que, não sendo compensadas por um pre 
ço delirenclado, terão de ser beneficia 
das pelo orédlto mate generoso., 
A elim1naçllo ou redução substan­ 
cial no subsidio 110 crédito agrfoola nas 
regiões tradicionalmente produtoras e 
FUa manut(lnçlio em determinados pro­ 
gramas especiais poderA, inclusive, re­ 
presentar um incentivo ele investimento 
na abertura de novaa frontelra ou na 
produção de al.lme11to1, Da resto, com 
garantiu de um bom preço, e com a orl 
glo de seguro sobre Imprevistos cllm­ 
ttoos o ngrlcultor terá n ugurança e a 
motivação para produzir mals, elevando 
o emprugo de tecnologia dlspoaivel. 
Quem sabe assim, comeoomH a derru• 
De repente aoonteeeu o Ivoroço 
na praia do Apa no lado bro11lleiro: uma 
garota multo bronoa e multo gorda 
apare@ou de topless. Imediatamente _fol 
rodeada dt1 curiosos e as xeretas e 
"ollmpus'' eram aolonadas sem parar. Os 
mais jovens aplaudiram a audaoia e a­ 
soblaram; o reto do pessoal benzeu-se 
e la11tlmou a juventude corrompida. 
A pobre garota sem a parte de 
olma do traje de banho eli!tava estupefa. 
ta e até amedrontada. Parecia não com­ 
preender a ituaço dellcadíssima em 
que se encontrava. Inesperadamente 
agachou-se e apanhou um pedaço de 
madeiro, a fim de esfarelar os mlolós 
do primeli:o agressor. Foi devidamente 
valado pelo11 curiosos que formavam a 
sua volt& um clroulo perfeito. Foi então 
Como parte do Programa de Sa6 
de Mental desenvolvido velo governo 
Marcelo Miranda. o cretàrlo de saúde 
Walter de Ca11tro, r e z a entre g a, 
em seu gabinete, de, cheque ao valor de 
Cr$ 1.740.000,00 ao Sanatório Ma.to Gros 
so, referente a oomplementação de eon 
vênh> assinado anleriormente e qu~ visa 
proporcionar melhor aseistencla médica­ 
hospitalar aoa paolentes encaminhados 
pelas Unidades Sanitárias. • 
O oovênio total é de 2.240. lJ00,08 e 
estabelece 15 leltos/mes a dlsposi9âo dos 
pacientes com doenças mentaís, no as 
eletldos da Previdencia Soclal. Graças a a 
ção da Secretaria de Saúde de Mato Groe 
eo do Sul, que vem dando todo -0 apoio 
financeiro e de recursos humanos, aquela 
entidade bentroiente atualmente vem 
prestando uma asslstenola qu~ ullrape.s 
sa as expeotatlvas. Segundo a diretora-· 
geral do sanatório, Maria Edwirges Bor 
ges, mais de 30 leiloe/mês estão seDdo 
destinados àd pessoas inscritas no Pro­ 
grama de Saúde MeD.tal. 
- Com o. apoio recebido do eore- 
»r • os @,z %;Ç;","}; 
res Áreas cultivaduz do dla das 
menores produtlvldades na I 
rranGes cuJtura1L 
Jorge Kuh Noto. 
o Estado do f:S!lo Paulo. 
TOPLESS NO IPD 
Sérgio Medeiros 
que • • Fiquei eu eelupofatol Aquilo era 
lnaoredltâvel. Aquela garoto. bro.noa " 
gorda era um rapaz de tangai Eu o re­ 
conheci pedeltamente, apesar dos óculos 
escuros e do boné da praia. O equlvooo 
&urglu do fato dele ser exceestvamento 
gordo, a ponto de poi;sulr seios quase 
rerolnlnoe, e tambem por ser Imberbe o 
nll.o possuir pêlos no peito e nns pernas. 
Nessa altura dos acontecimentos já ha­ 
via o rapaz compreendido o engano e 
imediatamente procurou a maneira mal8 
~onvtueente de !limpar a sua barro: des­ 
piu a tanga e exibiu sua mascullnldado, 
allás, suposta masculluldnde. 
Houve gritos, desmaios, apupos ... 
Decididamente. não estamos uinda pre­ 
parados para o battomless! 
Sanatório Mato Grosso recebe 
1, 7 milhão ·da Saúde, 
târlo Walter de Castro - explica a dl 
retora do Sanatório Mato Grouo - ,já 
temos condições de prestar todo tipo de 
atendimento. Anteriormente, erámos 
obrigados a enviar o& pacientes com 
doenças crônieas para Cala bâ, o que não 
foi mate poesivel após a crlaçlio .lo nos­ 
so Estado. Hoje, felizmente, o Governo 
Marcelo Miranda, atravét1 da Secretaria 
de Sa6de, tem contribuido decisivamente 
Da ampliação da assistência eferAclda 
pelo sanatótrlo, evitando o deslocamento 
dos pacientes para outras regiõ11s. 
Por outro lado, foi firmado conYê 
nlo entre a Secrett.ria de 8a6de do Es. 
tado e o Hospital Pslquiàtrlco "Adolfo 
Benedito de Menezes", de Paranaibir, no 
valor CrS 50 mU, para suplementaço de 
medicamento, através da Central de 
Medioamentoe l CEME). Os medicamentoo 
serão destinados à população sem re 
cursos, em especial as gestantes, meno 
res de cinco anos e nuktzes. O convên!o 
foi assinado pelo secretário Walter de 
Castro e a diretora do referido hospital 
Adelina Tiago Dias. 
JÁ liberada 
parela roferente a 1ssg 
resultante do eonv@, 
global, IIrmado entre j 
nabem o Secretaria dal, 
tado de Desenvolvlet 
oclal, tendo por objetfr 
n agllfzçlo do prof4 
Kurumin, parcela esta 
no valor do Cr5 12.QU 
097,00, reparada á 
Governo do muuklvlo , 
duas eptldades aslstez. 
ol.:.lo. 
Para a preleltun 
do Campo Grande lol 
feito depóstto no nler 
de CrS 2. t2.'l879,00, quan­ 
tia que deYer& atenCer 
menores e famlllae d, 
Vila Nns!20r(CrS 1.695, 
574,00) e Bairro Santa F 
(CrS428.305,00) 
A asu da criança. 
recebeu CrS 192.920,00. 
verlH1 destinada é coa. 
plementaç!lo de constru­ 
ção de um berçário, que 
atenderá 140 menores e 
35 famlllus. 
A Seleta Socieda. 
de Caritativa e Humaat• 
tárla, já tem à sua dls­ 
posição o montante 4• 
CrS 10.319.198,00, dest­ 
nado a dar Inicio a cona, 
truço do complexo, que 
dará asBlsiêncla ao 
menor carente de Campo 
Grande. 
Lei de Imprensa 
entra en pala 
O Governo tem a 
Intenção de reformular 
a Lei de Imprensa em· 
bora não exista prazo 
ptevfsto para a medida. 
Fontes do Palácio do 
Planalto admitem ser e1- 
ta uma tdéla antiga vln· 
da do governo Geisel e 
que o falecido ministro 
Petrônlo 1'ortella co·me· 
çara a estudar. Entre 0% 
pontos considerados U· 
gurarla o de retlrar da 
Lei de Segurança Naclo- 
nal os chamados crtme.a 
de imprensa, que seriam 
situados na leglelsçãe 
própria. Um dos mott,os ,:,..._ 
determinantes dessa 
orientação seria o 4 
compasso entre o ai4l 
rigorismo fundamental 
na legislação de segura 
ça. nã.cional ~ a abertura 
política que contia! 
sendo a meta priclpAl 
da administração. 
Banco ••• 
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