F.ÇRJBUNA: DA FRONTT tedtorcneto_1to_Peretra_ _Ao_vIt_No472_ Qua_retr_ o7o2s ,, +, Mato aros«o o sal -----------~------- OPINliO OS CINOIDATOS O ministro da justiça, Abi Ackel, anunciou, em Belo Horiw:onte, que o Go­ nrno é favornvel a reallzo9lio dpi. elei­ ções pnra prefeito e vereadores es(e ano, mantsndo o calendârlo 11leltoral, mas I8to dependerá da oposição. Se a oposlçllo quiser... haverá elelçõee. A oposlçllo, mais do que 11lng11em, quer estas elel9ões, pois tudo lndloa que, mesmo nllo estando c,struturados os partidos, ( PP, P'l'1! PMDB, E PT) o povo mate uma vez dará o seu veredito, nas urnas. A nivel municipal estilo surgindo 011 provAvels condldntos ê1 Câmara e à l l J - 1 j Campo Grande - Ao oflclallzar eu Ingresso no PMDB, em reunião rea­ llzada terça.feira nob presldencla de Wllson Barbosa Martins, o ·'deputado Ramez Tsbet reafirmou sua dl~poslção em desénvolver "os postulados democrá­ ticos traçados pelo partido" e em '·con­ denar e combater todas as formas de arbitrlos e adeslsmo." O parlamentar destacou, ainda. que "de nada adiants­ rllo as Intensa& tentaUvss de allctamen­ to promovidas pelo PSD, pote a Oposi­ ção será sempre mais forte, já que se con@tltul no muis 'autêntico eanal das aspirações populares." Tebet recordou que · M Bo.lsão sv.Imatogroesense o governo promoveu maoJ9a eampanha de aliciamento, lamen­ tando que "tudo teso esteja sendo feito com dinheiro do povo." Mas ressaltou também que "apesar de tudo poucos foram os quê, abandonaram s bandeira de luta da Oposlçllo." Afirmou ainda que e1tt no PMDB "por ser este o caml . nho na!ural Que abriga meus princípios" e por onde defendera, •.'Jnhaneigentemen te, o restabelecimento das eleições dlre tas a todos os nfvels e a extinção de todos os ln&trument011 exoenolonals". -"O Estado-afirma Tebet- oorre sé chefia do Executivo, nh1da som deflnlçlio de partido. O povo já comenta que pre­ cla haver uma renova@lo nos quadros da poHllcn belavletense, principalmente na CO.marn Municipal, onde, segundo cs entendidos, não se enc:ontram os legftl mos representantes do povo, devido as clrcunetânclas - renúnclas, etc. Alegam quo vereador com menos do cem votos ... Não eoncordamos. Por mener par cela que represente, i.aeemo assim o vereador estará representando um grupo de pessoas. Mas. com a provãvel reallzaçllo quase certa àas eleições muniolpals o 7 EIEMMONIE IZ TEBET rios riscos, principalmente seu desenvol vJmento econômico e soelal, teso par que o govero usa de todas as formas e apll ca todos os recursos imagináveis para construir eeu partido, sem qualquer es crúpulo, pressionar, comprometer e ali clar. O governo se esqueceu de admlnls trar para fazer polltlc11". T.ebet assegura que "com toda febre partldlària do governo em desespero, o povo se torna o maior prejudicado. Os Dr. Nelson Derzi CRM 23·882 • CPF il.98.88.33.7.87. Especializado cm CLINICA Mli:DICA na Snnta Casa do ttlo de Janeiro e CIRURGIA GERAL no Hospital da Companhia Siderúrgies Nacio- nal de volta Redonda. • Membro do Colégio Brasileiro de Cir~r_glões l!:IRURGIA de: Varizes, Tiroide, Vmcula, U!cenn de E1tômogo e Duodettt>, Ginccol6gicu Hérniu Abdominais e Tratamente de Varlzes CUnlc& Sta. Cecllla Rua 7 de Setembro 176 Fone,: 431-1924 e 431-2396 ReaidEneia Rua Antoàlo Jole 798 - lo. Andar ~•one - 481-1074 Ponta Porã MS +-- advogados Ivan du Costa Marques o Sór glo Perondl; o pecuarlsta Adhem11r Go doy; o empresário Atunnxlo do Almeida Melo F!lho; o publleltârlo Alvaro Pereira e o peeuarlsta Abro Zacartas. entre ou tros, já manifestaram s suas Intenções de participarem do pleito. Isto é que precisamos: RENOVAÇÃO. E esta reno vaçílo devoró. sur profunda. De bnscs. Precisamos mudar, prlnclpalmento G o&pl rlto do pollllco local, Ele deverá agir e atuar pensando mais no povo o adotando a fllosolla do SERVIR, do que defender seus interesses prticulares. Vamos v.pol ar estes moços. Voltaremos ao assunto. eélarlos se atrasam, o atendimento soei ai entra em ma!or deelinJo, e os preJut aos se avolumam". Por outro le.do, o deputado contlnu11 recebendo Inúmeras manifestações de apoio Tindas de bases de polilfcos sul matogrossense9. Na terça leira, antes do se reunir com a Provisória Regional, Te bet esteve em Camapuã prosseguindo o trabalho de consolidação de bases parti diárias e ainda esta semana visitará re g!ões do Bolsão, atendendo sollcltaçõ~s de llderanças polltlcas que o acompa­ nharam ao PMDB. Ele consh)e!'a q;10 é a melhor forma de atender as popula ções é "fa7er oposição, fiscalizando os atos governamentais e anunciando as irregularidades, ao mesma tempo em que exigimos, com força da presEão po pular, a retomada de todos os_ princípios de direito. liberdade e 1ustloa . PREÇO ESTE EIER e s 5, Escritiril de Advotacia Sergio Roberto Perondi ' li 11 ,, . CAUSAS CÍVEIS DIREHRO AGRARIO - INVENTÁRIOS BSORIIO&IO -- Faça Alearo] Mascarenhas MS Dr Késio Loureiro Pinhein­ AD VOGADO - Rua 15 de Novembro S/N Bela Vista - MS R. 26 de Agosto, 384 -Sala 24 Fone 0564o - Campo Grande Mg .i>r. Nagib Marques Derzi Eapeci«lina em: Diabcu:11, obesidade, tlrc6idc, crescimento, glí ~alaa end6crinaa. Consultório Rua 13 de junho, 651 - Fone: 6248754 Sea. R. .A1uonio Corrêa. 111,. Fone 62'-9751 Campo Crando Mato Grso O seoretrlo da Fa-. zndna, Paulo Fagundes, conflrmon quo realmen­ tc falou qu o cnnlrt­ bundo t:·ns 1wnd1nios p!Lru o ogrloultor. pol • "elo pt>tmlt.;1 quo o pro­ dutor receba um pa4· monto is elevado pe­ la u produção", mas lez questão de frisar quo "nfio se quer quo haj o contrabando. Mao ele acontece, Ind. pon­ dentemente de no4sn vontodo. Hesaltou que o re­ colhimento do ICM, mal do que utn•l obrlgaç/ío legal. "6 uma obriqu.çllo moral", poi•1 é de!e que nnscl• n possllJ,lldude do Estado se manter. Ler brou ainda que o "Esta do eRtll. Impedido de ro prlmtr o contrabando pois esta ó una ação do Governo Fedo:al, quo já vem tomando provi­ dênclas a este respeito". O gecret4no Paulo Fogunde.s frlsCJU que o contrabando pode ser, dlmtnuido, . mus nlio ell~ minado, e que teve no­ ticias de que o mlnl&tro Ernane Gelves, du Fa­ zenda, aprovou um plano que irá de!inlr o credito do agricultor para o próximo plantio; atrav6a da eonferêoola das nota.o flseals emitidas pelos produtores. Ressaltou ainda que "essa seró. uma das mneiras do Governo Federal contro­ lar o contrabundo", (SECO/MS). A liberaço de re cursos do r:!NH e do BNDE para diversos pro gramas em !plsn:ação no Estados, inrJustve os da res de Prcjeto CURA; a busca de meco. nlsmos que compensem a zaauenção em Mato Grosso do Sul, das ta xae de juros equlpura das às de outros .Esta dos ji dcsonvoividos; um Jalanço do desempe .nho do Purt!do Dsmo crátlco Social em sua fase de implantação, e um encontro com a. dira toria do Baco Cantzcl e com o presidente de Caixe. i!eor!oroicn Fede ro.l ,Gil Macieira, para definir é liberação de recursos iorum oa prln­ clpai:S contatos roam.Idos pelo govern:idnr i'J2.!C:> lo M.lrundn, na ücma»..a passada em Brzsllis, JUVÊNCIO ICUSI DELEGADOS DE RESPONSÁVEIS POR ATRASOS DOS PAerlio rnodld11e udvquudns por parte du Sooreturlu". Eulrn ei;tae medidas uuaogurou - eslà. u demlssllo do todos aqueles delegados dfl ,msluo quo forem, oomprovdd!lrnonto, looapazes parn o cnrgo. A Seot·etnrln c,xfge a effclênoln o nlio pode tolerar folhas como astae quo prejudlO!im um grande coollgeote de pes- 8ous, dIsse o ocretrlo, assinalando que na próxima eema1t(l. faremos uma fnape­ çS.o completa em todas ai; Daleg11ol11s e ndotaremoe as providências quo forem neccasórlas". li Tribuna da Fronteira ( l'llndodo a 20/2/72 Regiatro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 CGC-MF 03.J0126610001,90 Insc. Et. 130592343 Administração -Maria Etela V.l'crein, Redotor • Cheio • Ivo.Ido Pereira Departamento Comercial • Alvaro Pereira • Redaçno Â4ministraç!o ~ Oficina,: Rua Duque de Garias /n Bela ita MS: Ox. P. 28 ASSINATURAS Bela Vista., (anual} Demaia Municipios OrS 800,00 Cr$ 1800,00 "Os conceito1 emitido, em artlgoa a8sindos no exprimem, necessariamente, a opllllllO do jornal. Fundador e Diretor Responsarel lvaldo Pereira HEDUÇAO DE SALÁRIOS O Becrotárlo de Educaçflo negou veomentemento a exlRtenola d" um pro­ jeto visando a rerluQão do n(vel sulurlal dos profeseore11 do 8Atndo recoro admiti do e quo este estria sendo ertudado pela Seoretarln egudo Informou um ronto da SEC no Inicio dcstn somunn em Dourados. De uoordo com a fonte, todos os professores admitidos a parti: deste ono reóobl'lrlam metade doe quo os atuais ganham, ou seja, em torno de 3 mll oru "olroe por 22 boras/aulus mensuls, no caso doe profoesores em lfceoolatura plenu. Enquanto os de licenciatura e lei goe, quo mesmo mlnl~trando 44 horas/ IBRIH - Um doa componentes da ·oomltl va mineira que demonstrava maior entusl aomo oom a posse do Sr. Ibrablm Abl-Aokel, era o Deputado Estadual José Laviola que durante multo tempo fez dobradinha com o tul ministro, recebendo votos prinolpalmente · em Conselheiro Pena, Abre-Campo e Ipanema. - Segundo o Deputado José Lavi ola, um dos mate votados no ultimo piei• to de Minas, o Ministério da Just19a fol entregue a um excelente jurista '3 polltioo que em pouoo tempo terá seus dotes reconhecidos em todo pais. e um deputado da extinta nulas por mês, nl1o receberiam muls ~ue 6 mll cruzelros. Estas afirmativas foram conslderadue "sem fundamento por Ju venclo César que dIsao que n próprl Jel ueseguru 'um piso de 9 roU cruzeiros, e os professores que forem ooquadradoa ató o fnal do ano perceberúo a quantlB da 9 mil e 500 cruzeiros". Ele disso taml>om quo n!Io hl. ra• zão para o professorado fter preocupa do com lnformeti flcolollOB como esse aonsldernndo a dispo:ifçào do govero11<1or Marcelo Miranda "em valorizar o ho roem através da educação e dos mestres alem de que, ele, como prometeu. no dl a de sua posse na EciuoaQll,,, serâ um advogado do professor". Arena sobre a nomeação do Ministro lbrahlm Abl-Ackel: «Uma p1sSb06 com es se nome para eleger-i;,e d&putado federal e chegar a ministro da Justiça. é preQlso ter multo valor» - O jornalista Geraldo Melo Mou­ rllo relactou em sua coluna Folha da Manb! alguns dos melhores deputados de 1.979, entre os quais figurem os Sra.: Antonl,o Amaral, Epltáclo Cafetelrn, Rugi) Nepole!o, Paulo Lustosa, Djalma Marinho, Geraldo Guedes, Prlsco Viana, Célio Bor ja, José Frejat, Edson T{halr, Genival Tourinho, lbrahim Abt-Ackel, João ffer cullno, Audálio Dantat1, HéliG Duque e Alceu Collares (Murllo Melo Filho) CllSll ll1HZILLOT1'1 Do Miguel lanzlllottl e FIiho Vidro,, Ferros, Aparelboa Sanitário, Tubos gol'onizados. plnsticoe, Tintas bombos pora 6gua, eto· Hua Augnsto Mo.scarenbas 589 - fone 1083 Aquldauana - Mato Grosso do Sul • Oração ao Divino Espíri• to Santo Espírito Santo voe4 as e«ire tudo qui?? na todos <>• uminboa pa.ra l:I'. a si»j o_meu,idaí ;; e di o do divino 4 .' doar e esquecer o mal que ta fazem; e que todo ow h unte» de minha da «u'?] migo, eu quero nu+te curto di logo. agradecer-lhe por tudo confirmar mnu umn Yn:, '{l:t eu nunca quero me epana de você por maior que seja 'luxo material nto será o, nimo da vontade que sínn de um dia eatar com você odos os meus irmos na zlór4 Perpétua. Obrigada mais ma ver (a pewoa dererá fazer eru oraçlo 3 dia seguido ena fazer o pedido. Dentro de di111 aerá alcnnça 1641 Fon 024-056I RESIDENCL: 024.9097 Campo Grande MS GERIATRIA TllATAllENTO ESPECIALIZADO DE ID0€0 ... tQC::: Dr. W. Penafortte Ex-Residente- do Clrn1C4 Gerilitric;i 'l'uf-flk Mdtcor - Sno Paulo Check-up do idoo • Reabilit11çAD llnn Dom Aqulnfl lõS7 ll'elef, 62443lll7 !O G ANE MS ENDOCRINOLOGISTA Dr. Rogério F emandes Neo Diobo101 • Tireoide • 0beeldnde GlandnLu End6crlnaa Conmltn oom hora marcada Rua Padre JoAo Grlpva • l-i86 fono 62J.8880 Canpo Grande -= MS, ) Laboratório de Anâllees Cl.frtloas Qswaldo Cruz Farmac1lutleo1 Bloqulmtc.o'- Dr. Anamélla Wonderley Xavier, Dr. Adalberto Arlo, Ora. Lcldenl Brandllo ArAo e Dr. Joaé Gonçoln.a Pereira Eremss. 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Cllníca · de Olhos Dr. José Gilber10 Abuhassal'I Cllnlca o Clrurglo de OIhos Adaptação do Lente!! de Contato Consultrlo Huna Mnrwaj6, 4l Fone • 64-4545 e r249787 Ho«deocia: Haa Antomio Marla Coelho, 349l t-'ooe , 6%4 0()02 Onmpo Gmnde ~'lato Grt1íirrn('11. Em seguida, empa cote sua mulher e envio parn o prlmC>iro d,, liit ta, areeenundo seu nome cm ólllrno !urrar. Quando o seu nome cuUvPr <'m primeiro ht f!'ll', voe() rcc,,l.rnrll. 10. 478 mulleres, o lgumas delas poderio er Into, ressatíssimas! Nt1o quc•brn ll 001,1 rontc. Um sul0llo f!Ufl• brou-a o recebeu a mu lher do volta! Um 11mlgo mou Já recebeu 18 mulheres. Hoje foi o enterro .:lclo. Tinha nas làblos um flO• rrlso nunca visto duran­ te todu u sun hldn. Mantenbn a corren to e morra contento. Contrnriameote ao:; 1100• aos hábltoa, delxamu1 de criar u fonte porquo dada a natreza da cor ronto, o/io foi divulgada. Serviço Social de Luto Atendemos a qualquer hora - Serviço Completo I Seriedade e Responsabilidade Bela Vista: R. 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Com boa ou mil oafra, com bom ou mau preoo, para 110 nosemelhor nos custos de produQllo doe outros e lnolusl vo para ter direito no seguro do Proa­ gro, o agricultor ó forfado a flnanolor a Javourn. Se usnaeo opimae recunoa próprios ele dlspenderla dinheiro que, de outra forma, J>Oderla delxar rendendo juros. Além disso, arcaria sozinho oom ~venlunlfl perdas ou fraoaeeos. Desta for ma, proctuzlr passava o ser seoundâ- , rio pois, o preço para o produto oc,lbldo, sendo lmprevlsfvel, e a garantia dada pelo preço mfnlmo eetundo, na verdade mais ligada ao emprêetlmo do que à produção, estavam abaixo de n(ve111 que estimulassem a produção, passando a ser Ignorados ou desprezados pela mofo ria , dos produtores. 0olhendo bem, o empreetlmo ere pago e conforme o pre­ QO do produto haveria maior ou menor sobro. Colhendo mal, 0 emprestfmo seria coberto pelo Proagro ou teria, o venci manto adiado para. a próxima safra, fa zentlo-se, então, novo ompreettmo para o próximo plantio. Ailslm, ano após ano, o agricultor eomum se condicionou mate ao cumprimento dos compromissos do que a colher mate. A eliminação do sulJs[dlo tende a transferir o risco ao produtor transforman­ do-o realmente em empre11árlo, o que é benêfioo na medida em que ele poseu oontor eom a garantia de preçoa e1tlma lantes e com um seguro ligado ou não a qualquer empréstimos. Mesmo assim, nas Areas pioneiras, onde por meto· de • progrnmlls especiais como o polocentro, para os cerrados, os, • juros dos empréetlmt>e rurais são ainda menores, dificilmente o subsidio podei.-ã er eliminado com justiça para o inves­ tldor. Alem dos pesados gaeto11 na mon tagem de uma estrutura de produção (tratores, colhedelras, galpões eto.,.Jos custos de manutenl}llo destas estruturas e doe insumos são mais altos que a média devido a maior dJst1mcia dos centros comerciais. Somando-se as dtflculdades de armazenamento e transportes de pro rluçlio, residAncla11, escolas, mão-de-obra tl.cesso, comunicação etc ... , temos um to tal de desvantagens para o desbravador que, não sendo compensadas por um pre ço delirenclado, terão de ser beneficia das pelo orédlto mate generoso., A elim1naçllo ou redução substan­ cial no subsidio 110 crédito agrfoola nas regiões tradicionalmente produtoras e FUa manut(lnçlio em determinados pro­ gramas especiais poderA, inclusive, re­ presentar um incentivo ele investimento na abertura de novaa frontelra ou na produção de al.lme11to1, Da resto, com garantiu de um bom preço, e com a orl glo de seguro sobre Imprevistos cllm­ ttoos o ngrlcultor terá n ugurança e a motivação para produzir mals, elevando o emprugo de tecnologia dlspoaivel. Quem sabe assim, comeoomH a derru• De repente aoonteeeu o Ivoroço na praia do Apa no lado bro11lleiro: uma garota multo bronoa e multo gorda apare@ou de topless. Imediatamente _fol rodeada dt1 curiosos e as xeretas e "ollmpus'' eram aolonadas sem parar. Os mais jovens aplaudiram a audaoia e a­ soblaram; o reto do pessoal benzeu-se e la11tlmou a juventude corrompida. A pobre garota sem a parte de olma do traje de banho eli!tava estupefa. ta e até amedrontada. Parecia não com­ preender a ituaço dellcadíssima em que se encontrava. Inesperadamente agachou-se e apanhou um pedaço de madeiro, a fim de esfarelar os mlolós do primeli:o agressor. Foi devidamente valado pelo11 curiosos que formavam a sua volt& um clroulo perfeito. Foi então Como parte do Programa de Sa6 de Mental desenvolvido velo governo Marcelo Miranda. o cretàrlo de saúde Walter de Ca11tro, r e z a entre g a, em seu gabinete, de, cheque ao valor de Cr$ 1.740.000,00 ao Sanatório Ma.to Gros so, referente a oomplementação de eon vênh> assinado anleriormente e qu~ visa proporcionar melhor aseistencla médica­ hospitalar aoa paolentes encaminhados pelas Unidades Sanitárias. • O oovênio total é de 2.240. lJ00,08 e estabelece 15 leltos/mes a dlsposi9âo dos pacientes com doenças mentaís, no as eletldos da Previdencia Soclal. Graças a a ção da Secretaria de Saúde de Mato Groe eo do Sul, que vem dando todo -0 apoio financeiro e de recursos humanos, aquela entidade bentroiente atualmente vem prestando uma asslstenola qu~ ullrape.s sa as expeotatlvas. Segundo a diretora-· geral do sanatório, Maria Edwirges Bor ges, mais de 30 leiloe/mês estão seDdo destinados àd pessoas inscritas no Pro­ grama de Saúde MeD.tal. - Com o. apoio recebido do eore- »r • os @,z %;Ç;","}; res Áreas cultivaduz do dla das menores produtlvldades na I rranGes cuJtura1L Jorge Kuh Noto. o Estado do f:S!lo Paulo. TOPLESS NO IPD Sérgio Medeiros que • • Fiquei eu eelupofatol Aquilo era lnaoredltâvel. Aquela garoto. bro.noa " gorda era um rapaz de tangai Eu o re­ conheci pedeltamente, apesar dos óculos escuros e do boné da praia. O equlvooo &urglu do fato dele ser exceestvamento gordo, a ponto de poi;sulr seios quase rerolnlnoe, e tambem por ser Imberbe o nll.o possuir pêlos no peito e nns pernas. Nessa altura dos acontecimentos já ha­ via o rapaz compreendido o engano e imediatamente procurou a maneira mal8 ~onvtueente de !limpar a sua barro: des­ piu a tanga e exibiu sua mascullnldado, allás, suposta masculluldnde. Houve gritos, desmaios, apupos ... Decididamente. não estamos uinda pre­ parados para o battomless! Sanatório Mato Grosso recebe 1, 7 milhão ·da Saúde, târlo Walter de Castro - explica a dl retora do Sanatório Mato Grouo - ,já temos condições de prestar todo tipo de atendimento. Anteriormente, erámos obrigados a enviar o& pacientes com doenças crônieas para Cala bâ, o que não foi mate poesivel após a crlaçlio .lo nos­ so Estado. Hoje, felizmente, o Governo Marcelo Miranda, atravét1 da Secretaria de Sa6de, tem contribuido decisivamente Da ampliação da assistência eferAclda pelo sanatótrlo, evitando o deslocamento dos pacientes para outras regiõ11s. Por outro lado, foi firmado conYê nlo entre a Secrett.ria de 8a6de do Es. tado e o Hospital Pslquiàtrlco "Adolfo Benedito de Menezes", de Paranaibir, no valor CrS 50 mU, para suplementaço de medicamento, através da Central de Medioamentoe l CEME). Os medicamentoo serão destinados à população sem re cursos, em especial as gestantes, meno res de cinco anos e nuktzes. O convên!o foi assinado pelo secretário Walter de Castro e a diretora do referido hospital Adelina Tiago Dias. JÁ liberada parela roferente a 1ssg resultante do eonv@, global, IIrmado entre j nabem o Secretaria dal, tado de Desenvolvlet oclal, tendo por objetfr n agllfzçlo do prof4 Kurumin, parcela esta no valor do Cr5 12.QU 097,00, reparada á Governo do muuklvlo , duas eptldades aslstez. ol.:.lo. Para a preleltun do Campo Grande lol feito depóstto no nler de CrS 2. t2.'l879,00, quan­ tia que deYer& atenCer menores e famlllae d, Vila Nns!20r(CrS 1.695, 574,00) e Bairro Santa F (CrS428.305,00) A asu da criança. recebeu CrS 192.920,00. verlH1 destinada é coa. plementaç!lo de constru­ ção de um berçário, que atenderá 140 menores e 35 famlllus. A Seleta Socieda. de Caritativa e Humaat• tárla, já tem à sua dls­ posição o montante 4• CrS 10.319.198,00, dest­ nado a dar Inicio a cona, truço do complexo, que dará asBlsiêncla ao menor carente de Campo Grande. Lei de Imprensa entra en pala O Governo tem a Intenção de reformular a Lei de Imprensa em· bora não exista prazo ptevfsto para a medida. Fontes do Palácio do Planalto admitem ser e1- ta uma tdéla antiga vln· da do governo Geisel e que o falecido ministro Petrônlo 1'ortella co·me· çara a estudar. Entre 0% pontos considerados U· gurarla o de retlrar da Lei de Segurança Naclo- nal os chamados crtme.a de imprensa, que seriam situados na leglelsçãe própria. Um dos mott,os ,:,..._ determinantes dessa orientação seria o 4 compasso entre o ai4l rigorismo fundamental na legislação de segura ça. nã.cional ~ a abertura política que contia! sendo a meta priclpAl da administração. Banco ••• JU1l O BANCO QUE· C"ONHECE A NOSSA TERRA Financial O Financial está apto a resolver os seus problemas, conver.se com o Gerente No Financial tudo é Resolvido na Hora. Tome uma atitude inteligente atira uma conta no FINANCIAL