I to Jro o do Sul 
e « 
O Slndlonto Rural de Bela Vleta 
reuniu-se dia 13 pp, no Club Belavlstense, 
pura tratar de dlver•rn~ assuntos e dell­ 
nour motas visando dlnnmlznr as suas 
utlvldudes. O presidente 'do Sindicato, 
Edson Mornos, conolamou à unllio da 
classe pecuarlstu e, no fn!olo de sun 
euudaçllo nos presentes, afirmou que "o 
Sh1dlcato repre~entn a claese e todos 
devem procurá-lo pura resolver os seus 
ptoblemat.1". Pura MorsfB, ''a presença 
diminuta dos associados", mostrou o. 
"falta de coosoleotlznçilo e de espirita 
slndlcall11ta·•, ma~ 1:110 noredlla numa 
Il'Udança "a curto prazo rla menlallda 
de do belavlstense'', pois hoje, mais do 
que nunca, "a unH1o faz a força". 
A mcsn dlre tora dos tra balbos foi 
composla pelos pecuaristas Edson Mo­ 
raes (pres!dente ), A brO.o Zacarias (Tesou­ 
reiro), Deocleoiano Vasconcelo 1 (Secre­ 
tário), Lulz Aldl ( dele~~do. junto a 
FAMA SUL) e G e n til V ar g as da 
R o s a (1 s e c r e t a r I o )pre• 
senças dequase quarenta eócios, núme 
ro considerado diminuto pois o quadro 
social abr11nge mais de 170 sócios. 
Na oportunidade fonm debatidos 
o aumento da menselldade, a atuação 
do FUNRURAL, exposições e objetivos 
do Sindicato para 1980. No tocnnte ao 
FUNRURAL, Edson Moraes disse que "o 
Slndlcato :trá constituir uma comissão 
para um contato frnco e objetivo com 
o diretor da FAMAS UL e se for preelso 
até com o ministro dn Agricultura vfsan- 
1 do agilizar o seu attmdlmento, que em 
Bela Vista é precário". Até a verba da 
11 mil e poucos cruzeiros não está sen­ 
do entregue devido a divida do Slnd!ca­ 
to para com o INPS, divida esta de 169 
mil' cruzeiros. Moraes dlssE ainda que a 
situação financeira do Sindioato Está 
"feia" e que "sem dinheiro nioguem faz 
nada". 
Aumento das mensalidades 
Após diversas sugestões, aresen­ 
tadas peloe associados Roverval Borges, 
Lulz Gonzaga de Araujo e Epaminondas 
Escobar. a diretoria chegou ao "consenso" 
e o aumentt> das mensalidades foi apro­ 
vado. da seguinte forma: O associado 
que possuir 100 hco. pagará S 100,00 
mensalmente; de 101 a. !500. S 200,Uo; de 
501 a 1.000 $ 500,00 1.001 a 5.000 hec, 
S 1.000,00 e de 5.001 em diante, pagará 
S 1.200,0u. Essa proposta foi aprovada 
por unanimidade. 
RETROSPECTO 
Após traçar um retroapecto da 
atuação do Sindica.to, o presidente disse 
que está havendo uma "reestruturação 
no funcionamento do meBmo A qu11 mul­ 
ta coisa será normalizada" Neta reunião 
foram entregue as novas carteiras sociais 
e debatidos a s s u n t o 8 atinentes 
a realização da próxima EXPOBEL. 
O Gremto Pedro Rufino que reali· 
zará " o C.RNAVAL FANTASTICO", 
animado r,elo conjunto OS VTJLTOS, 
com mais de 14 figurantes, está embala­ 
do ao ritmo do sambe e da alegria. A 
atmosfera nos 1;alões do " glorioso" é 
vibrante, e a decoraçâo já está pronta. 
Mais uma vez o mestre Antonlo Lopes 
e a Chlca, auxiliados por Adelfa !l Clau 
dto, demoatraram o seu bom gosto, e o 
Gremlo encontt·n-se engalanado para as 
quatro noites de loucura. no reinado 
de MONO, soberano e único. 
Restam poucas mesas e os eonvl- 
Dr. Nelson Derzi 
CRM 23-!!82 - CPF 41.98.88.SS.7.87. 
Especinlizado em CLINICA MÉDICA na Snnta 
Casa do tUo de Janeiro e CIRURGIA GERAL 
no Hospltnl da Compnnhla. Siderúrgiee Nacio - 
nal de voltn Redonda. • 
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões 
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Edson Moraes criticou ainda a pal 
ta cobrada pela Secretaria da Fazenda 
dizendo ser mesma "inflaclonria o 
que "contraria us dirPlriz.rG do !!l>YC:rno 
em combater a loflnçllo". flnullzanclo pG 
dlu a "união" e oomunlcou qu0. '•1.1 prn, 
blemu de energia elétrica e de Aguu pu 
ra o abusteclmento do p.irque e1.tá a1::n­ 
do soluclunado". A e,p(lrancu de todos 
que compareceram a r~uni:1o, é 11 rle que 
a clusae pecuurlsta e lavourelru ss cons­ 
olentlze da força do :-,jnrJtc,tto 11 pre~tl­ 
gle n nova dlrctort:t, poi::i 1ütnol oe con· 
tas, " eles estilo traba !hnndo pelo ber 
de todos" 
tes, diáriamente, estão sendo reqult:ilta­ 
dos por inúmer0s visltarites de Campo 
Grade, Jardim, Aquldauana, São Paulo, 
ete. que vieram passar o carnaval em 
Bela 'iAta, um dc,s melhores carnaval 
do. fronteira. 
A diretoria do Gremlo val eleger 
na segunda noite do carnavnl, domingo, 
a ·Rainha do Carnaval de 1980. sendo, 
qut- os critérios para esta eieiçilo serão 
fantasia charme animaçãe, logicamente, 
beleza. Será formada uma comissão jul­ 
gadora e o reinado de "roais, mais" Irá 
até o Carnaval de 1981, quando ela eu­ 
entrega-rá a coroa á 1ma sucessora. Na ul­ 
tima noite serão eleitos os caeai& m!ilt:: ani· 
mados, o folil:io, a folícna o bloco melbol' 
fantasiado mais original e a fantasia mais 
luxuosa. TRIBUNA DA FRONTEIRA co­ 
brirá o carnaval deste ano com muitlls 
fotoe e registran~do a alegria e o "em· 
balo" dos IoBões. Tudo está preparado. 
Vamos ao CARNAVAL FANTÁSTICO DO 
GREMIO PEDRO RUf.INO. 
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nlstro d Jstiça, Ibrulm 
Abi ekel. d!se que no 
h motivo para qualquer 
reforma urgente dn Lel 
do Remurança Naclonnl, 
embora " não deserto 
possibilidade de so 
pensar numa modifl 
caço dela, porque toda 
lei, mn te, acompanhn 
o N,p!tllo rlo nm tempo, 
especificam.te o f6to 
de haver um só preso 
politieo no Brasil", no 
momento, 
O l})infstro nfirmou 
quo fl•'ll Ho!Rtérlo exu~ 
miou. nLu•dménle os tex­ 
tos do novo Código Pe. 
uul e do projeto do no, 
vo Código de Processo 
P1•nal, p,,ra submetô-loo 
ao Congresso, em breve. 
Aboi Ackel destacou 
a lmprrtânclt1 d,> fortn• 
lecer o policiamento os­ 
tenslvo para que o povo 
se Hinta seguro. 
MAX! 
NO DI7 QU 
PA- 
li 
$á0 S- 
17000S 
O ,ministro da Mari­ 
nha, almiraute Maximiano 
Fonseca, disse após pre­ 
EJ!Jir a possa do aimiran­ 
te José Celvente Aranda 
nó cargo de Diretor-Ge­ 
ral: do Pessoal. que "es. 
tUo distoreeno" sua.s 
paJavrns sobre "os .. teses 
socialistas do PDS • 
_ Não foi bem isso. 
Ef,tilo semp:e distorcen• 
do. o q:ie estão dizendo 
é que o programa do 
PDS rem pinceladassoclii­ 
listas. Dizem. O que, eu 
disse é que o socialiso 
tem coisas boas. entuo, 
v"!mos aoroveJtnr. Nllo 
von eoumerá-Iai;; p0rque 
não as tenho na cabeça, 
mas o homem participa 
ma.s, d;stib5ui u!hor a 
riqueza etc. Disseram que 
o PDS ter pinceladas 
comunistas; cu disse: é 
e12ro que mo que ter, 
pois o socialismo tem 
coisas boas.

RIIVI BOYINI 
Extraido da Revista "Ã Granja'' n. 382 
Aprenda n conhecer e prevenir esta doença que caur grandes prejuizos ao nosso rebanho 
Oração ao  
Divino Espíri 
to Santo  
A ralva é produzida por um vfrus 
o tom como prlnolpul tranemfi1eor, no 
Cll60 dos bovinos, o morcego Doamodua 
rotundus, quo se nllmenta por meloa de 
nnimnts de sangue quente, domestlcodo8 
ou elvgen8. 
Slnlomue du Raiva nos bovJnoe: 
. raiva paralltlcu que é como e 
rnunlfestn nos bovlnoe, é de ultu fotull 
eludo e ee caracteriza por uma purullsl11 
progresi;lva, sendo estu a manlfeetnçJlo 
m11ts comum d11 doença. Pode ocorrer 
também a forma furlosu com manifesta 
ções de forte aglluçllo, agressividade, 
tendência n cncumr o Investir contra 
pessoas e 11nlmaie. Lambum e mot·dem, 
quando podem, o local da mordedura. 
A eallvnçllo l abundante e os anlmuts 
passam a não se allmcntor mate. Ollor 
1·0 enfruqueclmento, porallsla e morte. 
A raiva parullttca é a ma!R comum 
nos bovinos e o período de lncubnçllo, 
entre a mordida do morcego, pode es 
tender-se de 20 a 165 dlus até qua apa 
reçam CJ!! prlmAlros slmtomns que, em 
ooodlçõee d~ orlaçllo extensiva. Podem 
passar lnadvertldo1:1. 
Tribuna da Fronteira 
( Fundndo o 20/2/72  
Regiitro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.:70126010001-90 
Ine. Est. 130592343 
Admini&trn91lo .lfari11 Eeteln V.l'erein, 
Redator - Chefe • Ivnldo Pereirn 
;, 
Departamento Comerolnl • Alvaro Pereira 
Rednçilo Adminiatro<,40 e Oficina,: Ruo 
Duqoo de Caxias /n Bela isa MS' Cx. P. 2S 
ASSINAT'BRAS 
Bela Vista, (anual) 
Demais Municipioe 
CrS 800,00 
Or$ 1000,00 
"Os conceitos emiti.tos cm artigos 
assi~11doa não exprimem, neccuarlamente, a 
oplmilo do jornal. 
Fundador o Diretor Responsavel 
lvaldo Pereira 
No ontnnto, a observação do ro­ 
bnnho fndlca que oB anlmnlr, atacados 
npresentam a tí'ndêncla de se Isolarem 
dos demais e na doença podo ser notada 
pelo fúto de nllo comerem, se apresen, 
tnm tristes, sonolentos, com lágrima,; e 
ensallvaçllo abundante. Ao final deste 
período enoontram dlfiauldndee pal.'a se 
locomoverem. 
Ao terceiro dia, após a manlfeeta­ 
çllo da enfermidade. jã é vlsivel a Inca• 
paoldade do animal estencler seus mem­ 
bros posterloreti. A. dificuldade, para 
caminhar vai se acentuando até lrnpossl• 
bllltar de toda a oamlohaJn. Se o nnlmal 
é obr!gado u andar. o foz de maneira 
lncoord1madu, osollando de um lado para 
outro, com evidentes eeforQOB para se 
manter parado até que finalmente acaba 
caindo. 
Paralisados, adotam uma atitude 
que chama r. atencão pois Uoum enoo­ 
lbldoR, com a cabeça baixa, as patas 
posteriores para frente. com os onl~a­ 
nhares juntos no mesmo tempo que man­ 
têm separados o8 pé, tentando dessa 
menelra, manter o equllibrlo que vai se 
tornando cada vez mais Instável. 
O animal atacado apresenta um 
aspecto deplorável, expressão anslosa, 
olhos no fundo. Tem aspeoto muito ean­ 
sado e uma boba espumosa escorre da 
boca e torna-se cada vez mate dlfiotl 
para o animal engolir a saliva. A res­ 
piração é Irregular. 
Aos poucos vai e1. generalizando 
uma paralisia flaclda com a perda total 
dos reflexos sensoriais, ocorrendo o 
a morte, aproxf[lladament"' ao quinto dia 
após o Inicio de enfermidade. 
Como prevenir - A condlQlío pri­ 
meira paru a prolllaxla de uma enler 
midade lnflcoloea é n vuclnac;ão slstomf.l. 
tlca e relterr..du do rebanho uscetfve' 
de ser atacado. Esta medida deve et 
Incentivada à proporçllo que numa zona 
sejam detectados casos em regiões 
vizinhai!. 
A vaelnagüo deve, todavlu, er 
complementada com a destrulçao do 
mlor número possível de morcegos. De­ 
ve-se também enviar loformaçobs para 
os serviços oficiais e o próprio produtor 
que pode atuar para o destru!ção slste­ 
mé.tlca dos locais de colôolns de morce• 
gos hematólagos, tratando assim de de· 
e organizar u colônla. 
LEI E ASSE 
TRIBUNA FIO!TE! 
Epirito Santo oct 
me erglsree tudo qei2"f 
a todos os caminho+ par <] 
eu tinja o meu ideal, roce @s] 
me dá o dom divino de pi] 
donr e tqucer o mal que ' 
faem; • que todos o ,,_} 
tn~tcs <lc minha vlid~ tH4 c:1 
migo, eu quero nste curta dj4. 
. logo, agradecer-lhe por tudo,l 
confirmar mais um vez, qu i 
eu nunca quero me epanu 
,!e voce por rnowr <jhf' atJ! 
1 
'lu+lo material no será rut 1 
nimo da vontade que riu 
de un dia estar com vo 
odos os n.ens irmos na lri' 
Perpétua. Obrigada mais uua 
vez (a pessoa deverá fazer e,t 
oração 3 dias seguido n' 
fazer o pedido. Dentro de ! 
dias será alcançada grag 
por mais diffil que j) pu­ 
blícar aJim que receber 
graça. 
L. B. V. 
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el VIa! .MS 
Tr!bum d Fronte!r 
fll TERHI TIVAS OE E 
Wilson Gabriel da Silva 
Os elovados preços do petróleo 
confinam sendo o punhal na crottda 
dn economla nuclonul. E a sltuaçã,, po­ 
de eompllour,se nlnaa mais com o even 
tual domínio dos poço8 petrolíferos pela 
R	ú s s i a ou u m conrlllo ontre 1:10 <JuuR 
uuporpotênolas. Urge, pois, que o Brsll 
deenvolva com mutor urgência suas 
próprls fontes de combustívels 
'l'uc.lo isto é oImples, claro e até 
elementar pura qualquer cldadllo. O que 
talvez no e]a mito claro é quais se 
Jat us posstblldades de nos livrarmos 
du dependência em que um passado lm 
previdente nos colocou. 
A firmum luns técnicos qua alternativa mni baú 
rata para o petróleo ainda é o próprio petróleo 
Hu veria melo de oumentar a produçfi.o 
nnolon,11? Esforços estilo sendo desenvol 
vldos nesse sentido. Entretanto, há quem 
usten te n!lo ter sido 1:1lndu devldamen 
te explorado nosso potencial petromero. 
A resposta clara, precisa, elucida 
tiva llS0l'po. entretanto, ao homem da 
rua, que fica lmposslbilltr.do de formar 
um jufzo seguro sobra a queRlllo. 
VoltnmoR então às tontes alterna 
tivas. A mais comentada é o olcool. Sa 
be-se. porém, que sua utillzaçlo em 
lurgu escola envolve problemas nlo 
pequenos. 
"Enquanto. o Brasil conseguir com­ 
prar pM1·óleo, mesmo n preços altos, o 
programa do áloool n/lo vai para frente" 
declarou recentemente o coordenador do 
Projeto Álcool do Centro Técnlúo Aeros­ 
pnolo.l, engenheiro Ernesto Stumpf, preo­ 
cupado com a lentidão do Proálcool. 
Trabalhando na pesquisa do alcool des­ 
de a década de 50 Stumpf recorda que 
a situação tlo Brosll hoje é semelhante 
à df' 1951. A diferença é que agora o 
preço alto do petróleo onera os cofres 
públicos muit:> mais do que naquel!l épo­ 
ca. 
"O carro a álcool hoje não seria 
novidade", conolulu. A lmprevidêncla vem 
de longa do.ta, portanto, acresOéntamos 
nós. 
Seja como for, enquanto não cai­ 
rem a8 barreiras que impedem a utliza­ 
Qão satlsfatórit do álcool, será preciso 
estudar outrns fontes, O carvão, por 
exemplo. 
O curv!lo mineral representa 88,7% 
das reservas do energia conheeidas no 
Pnh1, mus, apesar disso, contribui com 
openns 5% do consumo onergétlco. Do 
curvlio f621dl é possível obter todos oa 
derlvudoo do petróleo, desde que o Bra­ 
sll se prepare para deoenvolver um 
grande eE<forço tecnológlcn. Noetlo velo 
cnrbonl!ero vai do aul di> Estado de S!!.o 
Paulo ao Rio Granda do Sul, existindo 
em maior abund9.noia em Santa Catarina. 
Nossas reGervas dariam para um século, 
Lourdes F. Araújo 
Por lnlolutlva da união dos proffs­ 
s!onals de Imprensa· (TJPI), Jlderados por 
seu presidente Carlos Santo,, jornalista 
de grandes méritos e de acentuada ex­ 
periência profissional, foi orlado, no Rio 
de Janeiro, um Museu de Imprensa. . 
Uma !dota de tanta Intellgencla só 
poderia vir de nm gronds profissional, 
formado no campo de trabalho do "jor­ 
nal do Brasil", onde tirou 6xperlênola e 
aprendeu a amar tudo que vem da palavra 
escrita. 
Do seu amor pela Imprensa, nas­ 
ceu-lhe a vontade de perpetuar num museu, 
toda a história e as rellqufas do jornalls. 
mo brasHeiro. 
O projeto corajoso desse jornalista 
fez-se realidade pois ele jà é uma verdade 
palpável. 
Nele será guardada a história da 
imprensa brasileira, atavés dos seus gran­ 
des vultos. 
O esforço mlsslonérlo desse devo­ 
tado homem de imprensa, deve receber 
a ajuda do todos que exercem a pr0fís• 
síío de jornallata e literato. 
O patrono deste Museu é o conde 
Ernesto Pereira Carneiro, nome demáls 
oonheoido, grande jornalista que soube 
polo me0os. 
O Inst:ltuto Agronômlco do Cumpl· 
nM estfi pesquisando o bo.mbu, do qual 
80 
poderio. extrair álcool com mulor ron­ 
dimento do que cana, segundo o especi­ 
]lata Antonlo Lulz de I:larron Snlgl do, 
E haveria que ncrescenlor o upro• 
vettamento do gfgante!lco potanclal bl• 
drelétrlco, o. economia do pct!'bko nos 
transportes, desenterrando-se s ferrovias 
sepultados por ·'covelros e utlllzoodo 
vias fluviais -- ABIM. 
tl'auaformar o "Jornal do Hrasll" em um 
6rgão que serve de exemplo p3ra toda 
Imprensa do Pais. 
Não poderia haver escolha melhor 
que esse nome pura po.trono de tão ma­ 
gniflca obra. 
,Tófas do nosso jornalismo são re­ 
legadas ao fundo de gavetas, ou muitas 
vezes desttuldas, por não ter um lugar 
onde guarda-las, para serem depo!s mos 
tradas à posteridade. 
Cria-se museus de toda espécie, 
por que não um de impresa, para aga8a 
lhar ae jótas na literatura jornallstlca 
brasileira? 
O nosso 'passado jornalistlco será 
agora mostrado aos brasileiros e a todos 
os estrangeiros que nos visitem. 
Sómente um jornalista inteligente 
e apaixonado pela profissão que abracou 
que é Carlos Santos, tAria idéla tão bri­ 
lhante e "sul generis": criar um relicário 
para abrigar as nosssa jóias de imprensa 
A União dos Profissionais de lmpren 
sa, na figura deste grande jornalista, 
seu presidente. merece pois o apoio, a 
cooperacão e as aplausos da Imprensa do 
Pais e de todos os brasileiros que sen­ 
tem· orgulho do que é seu. 
O sonhe tornou-se Realidade 
Agora, em Bela Visto, Existe umu Churrascaria onde você poderá levar sua 
esposa, seus filhos. seus amigos e sentir-se realmente em sua própria essa 
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Prezado colega: 
Com l'tlll!ifaçl.io lmenon. 
ontrnmoíl cm oontalo 
com a Tribuna da Fron• 
telru - l:nluarto d1H1 
aspirações dr• Bela Vista 
ou melhor, desRo lmon• 
so Mato Grosso atra­ 
vés da remessa deaso 
interessante formal. 
Vocês oontnm 8 anos 
de luta inccssunto polo 
J.,rogresso dessa cidade, 
progresso que &abemoa 
acentuado. 
Gostaríamos que vo­ 
cês remetessem pnrn a 
nossa biblioteca o seu 
jornal, pelo quttl estare­ 
mos informados da vida 
de Bela Vista. 
Outrossim estamos 
remetendo duas propos­ 
tas de sócios para você 
e outra para seu colega 
de redução afim de aes!­ 
nn-laa e remete-lua 
junto vai também o nos• 
eo último número do 
Boletim. 
Fru ternamente 
Carlos Santos 
Presidente 
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CANOIOITO A PREF 
Ensaia posse e convida assessores 
P. Murllnbo-O candidato ô. prefeito do 
Porto Murtlnho, Nelõon Rrm1!10 Vlctórlo da 
Silva. conhocldo por Rnmüo Garoupa 
escolbldo entre os cinco nos bastldores 
polítlcoq da área goveronmontnl, 1teguu,­ 
do oi; ultlmos c)meotárloi.;, Já ensaia o 
seu discurso de psse e convida asses­ 
soros. É n figura mris propagada entre 
a população murtinhen!le, não pelas 
qualidades de homem probo, roas sim 
pela falta de confiança o capacidade 
administrativa em que se segura o 
conceito dt.1 opiniões. 
Bom cldudllo, não quer dizer um 
Intelectual, mas sim, aquele que adquire 
vivência, equlllbrlo emocional. equidade 
e se torna sensível dentro da comunt'a 
de onde reelde. Analisa sobre o que vê, 
eaeuta e sabe, e decide com ceticismo 
e hone&tldade, quer seja como pesEoa 
em si, quer seju oomo prúflsslonal em 
qualquer atividade dai, a obtenção de 
conceito como retribuição, slgnlfloado@ 
impostos pelo respeito e pela confiança, 
e multua vezes. até pela humildade. 
Esse cidadão eleito vereador a tra• 
vés do prestigio do Sr. Orolrlo doa San­ 
tos e quase prefeito dte Porto Murtlnho, 
não tem curriculum e nllo tem antect!­ 
dentea que o recomende a um cargo de 
responsabilidade, como stijo. o de Pcefelto 
fultando,lhe para tanto, a decencla de 
homem públloo. 
O leitor mala versátil ou mais 
curioso frã perguntar a si próprio, um 
pouco alarmudo, será verdade? Natu­ 
ralmente irá saber mais de perto, e 
partindo do ponto de origem e- depois 
fazendo uma reversão se deparará com 
o reino da dlnamarca em M:aracaju e 
Gampo Grande e, sem dúvida, ficará 
mata surpreso ... 
A população murtlnhense implora 
reclama e até roga a Deus para que seu 
representante político, o seu prefeito 
seja um cidadão atualizado que venh!!.-,-­ 
mereoer a confiança, .o respeito e a 
estima. Seja um sustentáculo de equlll­ 
brio ll dinamismo à frente do ex('loutivo, 
em defesa de causa pó.bllca, capaz de 
entender de desenvolvimento político, 
economlco e social que tanto necessita 
o nos ·o munlclp!o que n5o dlft•r,·nfr• 
dos demais e luta pura sir desse mnrti 
rio conservador do tradielon!smo bu. 
Ivo e caduco, impossivel de neompanhr 
o too! rlcstnvolv1mt·nto brt1,lklro. 
Chieon 
"/, !n.petora da 
Recelta Federal nesta 
cidaio, [forma aos Iate­ 
reusados que a DIRF 
(Deelaração do lutara­ 
cio de Hetnço Fon­ 
te ) dever: ser apresn 
tad Unidade da S0 
eretatla da Recelta Fedo 
ra! que jurísdlclonar ca 
da (·. tuht'lnclmt•nto utõ 
2!l/0'.U81 
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A Comissão Municipal do ~10BHAL Informa que encontra• 
se abertas as matriculas para aliabeUzução Yunclonol. Local: 
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corrente mês. 
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mobral de sua eidade. Voce vi lucrar som isto. 
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TRIUNA D FRONIEIHL_ " 
-----·-------....------- 
Governo 
BRASILIA --- O ministro da Ar!­ 
cullurn Amourl f!tubllo. u nu n e I ou 
s cotnus de exportação de soja pura 
1980. Serão exportadas um milho de 
toneladns em grãos, três milhões em 
farelos e 150 mtl toneladas em óleo. 
eundo Informações de fontes do MI. 
nlstérlo, essas cotas oram fixnudus pre 
llmlmnmcnll'. provendo-se colirn ndlclonu 
lu, o rJrpcudcl' do oomportnmonto da sn• 
Yra. St1,!Jlfp anunolon, também, a flxoçllo 
cluH nllquotns do Imposto cio lmportoçlío 
Nh lU por cento para o grl1:.> ( eru Ia 
Poder ,Judlolarlo - Estado do Mato OrosRo do Sul 
Cnrtórlo do 2° Oficio 
Edital de Citação 
Fixo cotas 
por conto) ; (:?8 por oento para o óleo 
(era 8 p1r couto) e 5 por cento para o 
furolo (era 10 pc,r conto). 
Segundo o ministro da Agricultura, 
trntu~Ho do" uru conjunto de deci 
r. õ o a coerenteo, qao dilo pfetlvnmente 
apoio uo produtor, ao conaumldor, nl6m 
de atondcr àa necessldudes de exporta• 
g1o", Ess de1sões foram tomadas 
terçu-folrn pelou mlnltroa de PlaneJn 
mento, Fazenda e grleultura. 
Foi olncla auunclnda 11 revido do preço 
mln1mo da soja, agora fixado em 440 
com 
para 
Comarea do Bela Vista 
prazo de 
as 
20 
exportações 
dias 
Dr. Owaldo Rodriguos de Melo, de fato há mais de cinco SMS, desde 
,Juiz do DIrelto da 0omrcna de Bela VIs- que, pelas clrounstAnclas expostas, ó bu 
li, E~tado do Mato Grosso do Sul, nn manamente lmpoeelvel qua[qaer tipo do 
forma ria lei, eto . . . 	reconstlfulç!lo de vida em comun cora 
FAZ ,SABER nos que o presente sau legitimo marido. Igualmente, requer 
edital v!ram nu dele conhro[mento tive. o V. Exa, a citação do seu OUmplo 
rem que, pelo presente CITA OLIMPIO Morais, através de edital, em ~nce pos­ 
MORAIS, braa!lelro. casado, comerclarlo, sulr pnradelro em lugar Incerto e n!lo 
residente P domiciliado em lugar lnoer.lo sabido, protestando por todo e qualquer 
e~ nilo sabido. com o prazo de vinte (20) tipo de prova, como testemunhal, doou­ 
dias. pnra responder aos têrmo da açilo mental e outras que fizerem • neMssérlos 
rle Divorcio direto nllo oonsensual, que para comprovaçllo da separação de 
Re oroce11sa por êste Jalzo, movida por fato acima mencionada, bem como lntl· 
ELlZA VOGADO "MORAIS, podendo con- mnçüo do representante Mlnlsterlld publt· 
testá-la, 110b pena do revelia, no, prnzo co titular da comarca para participar do 
de 20 dl!!B, que . correrá em cartório, processado. A derradeira, de.ade já apre 
pós a terminação do prazo do edital, senta eu rol de testemunhas, que com­ 
nos termos e d~ acôrclo reoro a petição parecerão, Independentemente de intima 
o despacho a seguir tramiorltos: Petição c!l.o, como sande: a) Clovis Palro Rosa, 
da fie. 02/03. Exmo Sr. Dr. Juiz de Direi- brasileiro. comerelante, casado, residente 
to da oom1noa de Bela Vlsta-MS. 1, Ellza e domiolllado nesta cldade; b) Emille 
Vogado Morais, brasileira, ;casada, Rocha, brasileiro, casado, proprietário, 
lides do lar. residente e dcmlolllada também residente e domiciliado nesta 
nesta cidade e oomoroa de gela comarca; c) Inaclo Ramã.o Pereira Gon­ 
V ist a • M S, e o b m a n t o ct a Qalves, brasileiro, cnsado, comerciante, 
Justiça Gratuita (documentos Inclusos), restdente e domlclliado nesta comarca e 
atraves de udvogado non;ea<lo, vem a oltlade de Bela VIsta-MS D.A.R. com os 
presenoa de V. Exa., propor contra documentos inclusos e gozando dos 
OLIMPIO MORAIS, brasileiro. casado, beoefioios da gratuldade, atrlbul à causa 
comerclario, residente e domlcillado em o valor mlnlmo legal. Espera Deferlmen 
lugar Incerto e nlio !ln bido, AQáo de to Bela Vista, 28 de Janeiro de 1988. (a) 
Divorcio DlreUo n!lo consensual, com Dr. Serglo Roberto P&rondi Advogado 
base na Separação de fato com inicio dativo oab/MT 1.180. Despacho: D.R.A. 
em final de outubro de 1974 (anterior 'I Eixo a de.ta "de 31/03/80, as 13 horas, 
as 28 de junho· de 1977), jâ há m&ls de para a. audiência . de concilia 
cinco anos, artigo 40 S$ 1e 8 do 0/e 0 ã o I I C l t e s s e o r e 
e $ 1 do srtlgo 59, todos da lei n6. querido, via de edital, com o prazo de 
515 de 26 de dezembro de 1977, expondo 20 dias, a ser publloada uma vez no ór 
e requerendo e assim discriminado: 1) gão oficial e duas vezes no jornal local, 
A Sapllcente contraiu matrlmônlo/ coin para nela comparecer, ficando advertido 
o Suplicado, a0s 6 de setembro do ano que a partir daquela data, fluirá seu pra 
de 1974, nesta cidade e comarca de Be- zo de resposta. B. Vista, 28/01/80(a) Dr. 
la Vista - MS. tendo o ato sldo reglt3• Oswaldc Rodrlguas de Melo/Juiz de DI 
trado as fls, 118 n° 2211, livro 8-B, do relto. 
Cartório do Registro CIil desta cidade, E para chegue ao conhecimento/ 
nontorme r,ertidão em anexo; 2) parado- dos Interessados e não possam de futu. 
xalmente, / conviveu com o Suplleado ro alegar Ignorância, expedi a presente 
por sómente um (1) mes, tendo o mesmo e outros Iguais que serão publicado e 
abandonado o lar 	afixado na forma da lei. Dada e passado 
conjugal no final de outubro do ano de nesta cidade e comarca de Bela VIsta 
1974, sem qualquer motivo justo ( doou- Estado de Mato Grosso do Sul, aos vinté 
mento incluso ). 3) Dest11 .:éiebre anião e nove dias do mes ee janeiro do ano 
oonjug!!l, não adveio nenhum fHho, não .. de mil novecentos e oitenta. Eu, Florinda 
existindo qualquer !movei pertencente Benltes auxlliar judiolârlo, datilegrafei 
ao casal, nada tendo portanto para par- e subesorevo. 
tilhar; 4 )Do enunciado, a suplicanto, nos 	• 
termos do artigo 40 $ 19 e8°c/c e 19 Dr. Oswaldo Rodrigues de Melo 
do nrt. 5
2
, todos da lei n 6.515, de 26 Juiz de Direito 
de dezembro de 1977, vêm requerer a V. 
Exa o Divórcio com base na_ separação 
da soja 
cruzelros a saca de 6 qullos. Anterior 
mente, o preço taín!mo estava fixado 
em 315 cruze!roa. Segundo Stab!le, o 
novo preço curoclerlzu-Fe c•orno um 
" piso de proteção ao produtor que In­ 
depende de qualquer oscilação ", O pre 
ç0 que está sendo praticado no mer 
eado está om torno de 470 cruzeiros, 
que par Stablle 6" um preço perfeita 
menta coroputivel com o dn mercado 
externo, de 260 d61urea''. 
O mlulstro Stubl!o lnfol'IIIOU, ainda, 
que fica assegurado o preco de varejo do 
85 cruzeiros, para lata de óleo de soja. 
A conolus!lo advém do conto to montldope­ 
governo com indústrias e comérelo ure. 
jlsta8. 
O ministro Amaurl Stabll~ garantiu 
que o trigo terá novo preço e nnvo VBC 
(valor Básico de Custeio) até o final des­ 
ta semon. 
E=obre o aQão governamental ante 
os eonllltas de terra, Stablle dls11e que, 
"nas àreas de conflito, há uma priorida­ 
de naturul de ação do governo. E sobre 
essas áreas que o governo vai executar 
ua polltlca com prioridade." 
Biliyia quer jg 
ir:ir em la tl 
1 
LA PAZ-- ) pret 
dente da Federação B 
IIlana, Edgar Pe4 
vai propor ô CBf? ti 
reallzuç/lo do prlttH.>1ril 
jogo entre Brasil e Boi! 
vla, pelas ellmlnutórla d 
Muadlal de 82, em LI 
Paz. Ele chegar4 o Rn4 
no próximo dla 24 e lar} 
a mesmnu proposta à 
Venezuela, o outro pal 
locl11!do no Grupo. 
Edgar Pena qua ' 
propor também o jogo 
revanche seJu 30 dln, 
depois do primelro, « 
anunciou que u sele;o 
boliviana serõ. convoca 
do. em breve para Iniciar 
os preparntlvos. O téenl 
co será Hamlro Blacut 
que dirigiu a Rollvla na 
Copa América e canse 
gufu derrotar o Brasil e 
a Argentina. 
Processos Rati f icotórios 
• Formalizados no Projeto Fundiário Jardim 
Periodo: ol/01/80 à 31/ol/8o 
N2 PRO~. INTERESSADO 	AREA MUNICIPIO 
001/80 Amilton Obregaa 82,4694 Ha O.L Laguna 
002 80 Sebastião Zacarias 4.534,1193 H B Vista 
003 80 Ramão Obregan 82,9480 Ha G.L. Laguna 
004 80 Beatriz Miranda C. Gouvea 2.144,5615 Ha Jardim 
005 80 Ary DomingaeR Vieira 183,5021 Ha B. Vista. 
006 80 Farlza-Cia Nac. Fertllzante fi.302,7170Ha P. Murtlnho 
007 80 Léo Maria Nunes Ronaão 516,ooo6Ha B.Visia 
008 80 Vlter Gels 	161,223ê Ha G. L. Lagu» 
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Despesa cantina: crS 480,0o 
Despesa bebida: crs 2.290,00 
Tota.I: 	crS 2.770,00 
Renda liquida: 
• Casa da Amizade: 
Paróquia: 
crS 36.274,00 
crS 18.137,00 ' 
erS 18.137,00 
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Suely Loureiro da Rosa 
Pres.Casa da Amizade' 
Obs: A Diretoria da. casa da Amizade e a Paroquia agradt 
cem a todos aqueles que de uma forma ou de outra eolabor 
para o êxito do Bingo-Deus lhes pague. 
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O Gerente 
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