A 
, 
ODE EVERBI 
Pu ni ante na 
monte de Ders, Dr ds 
pchi ascer to h{te 
do malnba mle 
Para certas pese0na 
o mil não velo pela ho. 
mv opatle cu lopatla 
dos outros, mas pela 
antipatia proprla. 
• 
f 
1 
! 
i 
O prefeito municipal de Bel11 Vista. Ely 
d" Araujo Barbosa, Informou ontem que conse­ 
gulu junto ao governo do Estado, um auxilio na 
ordem de um 1,5 milhão de cnzelroA pura aten­ 
der o setor de obras da Prefeitura. Alem desse 
auxilio, Barbosa disse que Bela Vista terá uma 
9gencta regional da Saude, que atenderA os mu· 
nlolploe de Caracol, Porto Murtlnho e Antonlo 
João. MuHo entusiasmado o prefeito belavlsten­ 
se aUrmou:"Eu não disse. Tudo era queetilo de 
tempo e de sistema de trabalho. O governador 
Marcelo Miranda dnrà todo apoio no povo bela vis­ 
tene e nós retribuiremos com muito trabalho vl 
sando a construçilo de um estado forte. O slogan 
do governo .Conqulftnmo11 um Et1tado, vamos 
contrui-lo no é uma utopia, mas uma r,rnlldu 
de e Bela Vista trahalha pra Isto. 
Delegacia R. de Ensino 
O prefeito belavlstenoe Informou tambem 
que "a permanência da Delegacia RE1gJonal de 
Ensino em Bela Vista é ponto pac1fico. Ela uten­ 
derá o;; munlclplos de Porto Murtloho, Caracol e 
. .ntonlo João". Serà. Instalada ou~ra DREC em 
,Jnrdlm, atE1ndendo os munlclplos de Guia Lopes 
Nlo11 quE' ~ Bonito. "Agora tudo fteou delineado e 
no seu devido lugar, disse o prefeito e as posai 
bllldudes de crescimento. prosseguiu, 11ão alenta 
doras''. Flnallzanrto, Barbosa tllsse ainda que 'na 
próxima sena estarão em nossa cidade o8 en 
genhelros encarregados do levantamento para. 
Implantação do asfalto comunitário". Ê outro so 
nho dos belavistenses que a atual Administração 
concretlzarã. 
V-isita de Valter de Castro 
O Secretãrlo de Saúde de MS. Dr. Vclter 
de Castro estará em Bela Vista na próxima 
quarta feira, juntamente com os seus principais 
se8sOres. Na oportunidade, visitará o Hosoltal 
São Vicente de Paula e verificará qual11 as âuas 
necessidades mais p~ementes. Segundo fnfcrma- 
ções do prefeito Ely do Arau]o Barbosa, a ecre­ 
tariu do Saúde concederá um verba pura ten­ 
der as relvindicaçõss da diretorla do hospital. A 
vletta de Valter de Castro é do uma i.portancla 
pois uqul será Istaluda uma gencia regional 
de Saúde e o ecretrlo ver[lera, ''In loco" as 
condições de Bela Vista, teus problems, o quats 
as soluções paru os mesmos. 
1 
A0S LEITORES 
Carnaval Belavístense 
Na edição de quarta feira pnbli­ 
caremos as fotos do carnav>1l belavls. 
tense de 1980. Está sendo frnpressu ,em 
Campo Grande, umencarle especial com 
4 paginas com os principais destaques 
do cnrnnval. Reserve o seu Exemplar 
da Tribuna da • Fronteira de quarta 
feira. Serão publicadas as fotos da 
rainha do carnaval, foliões mais ani 
mados, pr.inctpals fe.ntaslas, etc. 
Geisel se declara feliz com progra­ 
ma do ros e acredita .no sucesso 
Porto Alegre-Em jantar com e, 
Governador Amaral de Souza e deputa 
dos ei,itaduats e federais gaúchos, o ex­ 
Presidente Ernesto Geisel afirmou estar 
"muito satisfeito" com o programa do 
PDS, pois ele reflete a preocupação do 
Governo em atenoer as aspirações popu 
lnres, e abre perspect!vas de sucesso 
ao seu novo Partido de apoio. 
Depois de ouvir um relato do Go 
veroador sobre a adesão macfoa dos 
ex arenlstas gaúchos ao PDS, o General 
Geleel disse ter ficado entusiasmado 
tambm com a participação de jovens 
no Partido, e comentou que o trabalho 
de areglmentação política fica facilitado 
quando a aoão do Governo e o progra 
ma do seu Partido "estão voltados para 
as questões soetaf11''. 
Dr. Nelson Derzi 
CRM 23-882 - CPF 4198.88.33.7.37. 
Especiolizudo em CLINICA MÉDICA na Santa 
Casa do ruo de Janeiro e CIRURGIA GERAL 
no Hospital da Companhfo. SiderúrgieB Nacio­ 
nal de volta Redonda. 
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões 
GIRURGIA de: Varizes, Tiroide, Visicula, 
Ulceraa de Estõmogo e DnoderA>, Gioecol6!!icaa 
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Ses. lt. Antonio Corr~. 1174 • Fone 624.-9751 
Campo Grande Mato Grosso 
O Ministro da Fa­ 
zenda, Ernane Galvêas, 
revelou ontem que os 
banqueiros de Nova 
lol'que, em seus contatoa 
com ele e com o Minis­ 
tro do Pianejamenta, 
Delfim Netto, indi::go.rarn 
"por que o Brasil oílo 
recorria ao Fundo Mone- 
• tário Internacional" para 
satisfazer parte de suas 
neces5ldades de emprés­ 
timos externns. 
Galvêas afirmou que 
"essa opção não interes­ 
sava, nem fazia sentido 
pensa? nisso agora''. E 
garantiu que o Brasil 
tem condições de levan­ 
tar os empréstimos ne­ 
cessários ao equllibrio 
do balanço de pagamen­ 
tos junto aos banços 
oficiais e privado.s. .as 
taxas de juros a sei 
meses no eurodólar 
que regula 70% da divi­ 
da externa - subiram 
de 14,75%, para 15.70/ 
' • V 	' ,O·

EDITAL D 
Tr!una_a Fron!!ma 
------:-::::--- 
ZILLOT11 
CITAÇÃO 
Do rn: Roque Bandro Gaún, com» 
przo de 1» dlac, 
Eu, o no11tor Onvn!-lo Hodrlguor, 
de Melo, 
,lutz do Dlrollo rln Oomorcu do 
Bola Vista, E+tudo do Ms, na forma da 
Lei, 0to. 
tu cidade do Bola Vt&t11 M11. 
Crtórlo do 10 Otlelo, nos 06 d1os 
do ms de fevereiro do nno do 1980. 
Eu, (Pedro Vcrglllo da Silva) Esc. quo 
o dalllogrnre e ectbscrovo, 
Osvu1do Rodrigues· de Melo 
Julz de DIrelto 
li
• ti e filh
0 
Do Mlguol Lontl o t 
arelho+ Snit!rio» 
varen, Frrfy,,}?"" ~is.u, Tinta» 
Tabo galvaniza'0,,, etc: 
bombas para gnua 
9 foe 108 
lua Augnsto Mascarenhas 0% " " 
Mato Grosso do Sul 
Aquldauana - 
1 
Faço snbor o ru loque Snndro 
Guina, brsllelro, solteiro, pintor, rel­ 
tlnnlo no Rn.lrro Antonlo ,loõo, TI!'Pla cl• 
dude, filho do Annnis Gnúnn o Eutrz!a 
(l,1rnl11 Q.n.(lon, QUO por C'Ate tluizo o o 
1 
õiio " õii, s iíiéi is [}ity de 
por Rou Promotor lho move os tôrmos 
de uma nço penl como incurso nns 
penas do ruo 121, $ 2%, IV do Cócllgo 
Penal, por delito prntlendo contrn Aris 
tf1l0H Orlls, uo dlo (4 de setembro de 
1!170 Pn1 u rua Volunlnrlos da Pótrln, 
st ldnde, tudo nos t0rmnos da do 
núncln de [Is, 02. 	o Dr. Osvaldo Rorlrlgues de Melo, 
E com o rAferldo réu !lo encontra Juiz de Direito do. comarca de Bela VIs­ 
,,m l1Jgar Incerto ti nllo subido, mandei tu, Estado de Mato Grosso do Sul, na 
expedir o presente editn I com prazo de . forma du lei, etc ... 
15 dias, pelo qunl fica CITADO pra Faz Saber nos que o presente edl­ 
comparecer perante este Julzo' nn sala tal virem ou dele conhecimento tiverem 
das audiências do Edifício do Forum, expedido nos autos de Exeouçflo n.o 
iludo à run Coronel DIas n° 948 no 62/77 em qu é exequente Banco do 
próximo dlu o5 de março de 1980 às Brasil S/ A e executado Rtchardt Kunt 
lri,00 llorns, afim de ser INTERROGADO Bulko, que se processa por este Julzo e 
e responder oos rlemnlR rnrmos da alu- cartório do 2.o Oficio, que em seu cum­ 
did ação penal podendo, ontflo, ou 110 prlmento e ·atendendo aos mais que dos 
prazo de três dias oferecer alegações uutoe conatu, pelo presente edital que 
,~,;crltns e arrogar testemunhas. tudo será afixado nu sede deste Julzo e pu­ 
sob pena de revelia· e de conduçllo bllcado na formo da lei, fica Intimado a 
coercitlva (nrtlgo 26 ho do Código Prooes pesson de .Rlchnrdt Kunt Balko. para 
o Penal). E para que cbegue ao oonbe reaponder os termos da referida ação, 
olmento do referido réu, mandei xpedir sob pena de se prosseguir a suu revelia. 
o presente edital que será publicado Auto de Convorsllo ·do Sequestro em 
pela Imprenso Oficial e afixado na por Penhora fie. 33. Aos vinte e sels dias do 
ln do Forum local. Dado e passado nes mP.s de de~embro do ano de mll nove- 
centos e set~nla e nove, nesta cidade de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso ào 
Sul, em cartório no Edntolo do Forum à 
rua Coronel Dias n.o 944, e em cumpri- 
mento ao despacho de fls. 32 do MM. 
Juiz nos autos de Execuç!ío n.o 62/77 e 
ajulz.ada por Banco de- Brasil S/ A contra 
Richardt Kunt Balko, converto o eque8- 
tro em penhora dos seguintes bens: Um 
trator marca V a l na e t, 86ID 
m o t o r MVM d e 8 O H P, 
D2264 TV a nl! o. 226. 04. 10193, sistema 
Sequestro 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a 20/2172  
füogistro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066 
CGC-l1F 03,!'0126610001-90 
Inec. Est. 130592343 
d 
M lo Grosso do Sul 
Poder Judlclflrlo - Estado !%,, ã 2 6reio 
Comarca de Bolo Vletu - ar r 
0 
Intimação de Conversão 
de Penhora 
Administrnçlio .Maria Euela V.l'ereirh 
Redutor • Chefe • haldo Pereira 
Departamento Comerclal • Alvaro Pereira 
Redação .Administrnçllo , Oficina8: Rua 
Duque de Caxias /n Bela Vista MS C. P. 23 
ASSINATURAS 
Beln Vista, (anual) 
Demais Municipios 
CrS 800.00 
CrS 1000,00 
"Os conceitoa emitltlos em artigos 
osaiuisdos nlío exprimc>m, necessariamente, a 
opinião do jornal. 
Fundador e Diretor Responsavel 
lvaldo Pereira 
do 
elé*rleo Booh pneu dianteiros 750x18. e 
trazelroe 18. 4. 80, de 6 Jonos; Um tan, 
que de Flber-Glass. moroa Fatrltol. equi­ 
podo com 2 pneus 650x16 de lonas () 
capacidade para 2.000 litros, que encoD­ 
tro-se furado; Um arado bfdraullc~ 
marca l:laldan. tipo super tatú de 3 
dlsoos de 18. Do que para coni;tar lavrei 
o preeente termo, qua val rlevldnmente 
assinado. Eu, Goethe Escobar Nunes, 
esQrlvfio do 2º Oficio datilografei. subs­ 
crevo, nsslno. O Escrivão (a) Goethe 
Escobar Nunes. Despacho de fls. 32 
D e r l r o o r e q u e r I m e n t o/ 
de fle 31 via de consequenclo, lll.vre-Be 
o termo de conversão do sequestro em 
penhora, intimando-se. edltaliclamente o 
devedor. B. Vista , 20/12/79 (a) Dr. Os­ 
valdo Rodrigues de Melo. Juiz de Direi­ 
to. E por esta e na melllor forma de 
direito expedlu-i;e o presenle edital que 
será publicado e afixado na formn da 
lei, e o seu prazo transcorrerá da pri­ 
meira publicação assim pnfeita a lntl­ 
maçllo. Dado e passado nesta ~idade de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do 
Sul, aos vinte e ! seis dias do mes de 
dezembro do ano de mil novecentos e 
setenta e nove. Eu. Escrivão do 2º Ofi­ 
cio, fiz datilografar, subscrevo 
Dr. Osvaldo Rodrigues de Melo 
Juiz de Direito 
O sonha tornou-se Realidade 
Agora em Bela Vista, Existe um1:1 Churrascaria onde você poderá levar sua 
esposa, seus filhos, seus amigos e sentir-se realmente em sua própria cnsa 
MEU 
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A qu@lava.na 
Telefones: 1699 
0 1006 
Mato Grosso do Sul 
----

Estado do Mato Grosso do Sul Comarca dé Bela VJ&t& 
Cartrto do 2° 0ti@lo 
Edital de Citação com prazo de 20 dias 
Dr Onoldo nodríg11e« de Melo, Jui1. de 
Dlrello dn:,comurcu rlo íleln Vi,tn, Esv.ulo do 
Mato Grosso do Sul, n forma da Jel, ttc. 
PAZ SABER aos que o presente Fdital 
vJrem ou dele conhecímeoLo lívu,•m ,, inV'rt's•nr 
poun que por purto de 3lt:-/AIAH MONTElHO, 
foi movido uma Aço de Usurupin<i contra 
EDHA HAMOS J A<'QUES, eumo Pnrontrn•~0 em 
Jugur rr,cerro e no »bldo, tnmbm prn rus 
ausente, incerto» e de+conhecido, expediu-se o 
pre,onle fülirnl de citaçlo, com o prazo de vin­ 
ie (20) dias, por intermédio do qual flam o 
mesmos citarlo,, por todo o contt"ú1l0 dn pet./çno 
e dospuoho do teor wrulnte; Exmo Sr. Doutor 
Julz do Direlto da comrca de [ela Vikt Ms 
),flnomur Monteiro, brn,llelro, de,qulla,lo, pecun 
risrn, rr.«ídente á ru BAo Geraldo, 33. em D.-ln 
Vist.J,Me, portudor do C:ó<lul11 de Identldode Hg· 
n• 1130.882 (S·S.P/Mt) e cic 11, 006.'104.101-41. ~em, 
('Offl o devt.lo respeito pernnto V.E,ca., via ,eu 
advogn<lo que ee10 aub~crevo, ( mnndoto nnexo, 
doe. n. 1), propor cootrn Edrn Hnmos Jooques, 
brosllelrn, dePq1111ada, com proflsA50 o domicilio 
Ignorado, a presente Aço do Uwucnapião de ter 
rne pnrticulnr, com fnndumrnto nos art•. 61í0 e 
seguintes do C6digo CIvll Brllelro e 04l e e­ 
guintes do vigente Código de Proceuo Civil, e 
pelo's (atoe fondnmentoa n seguir aduzidos: r, 
Ocupa, o requerente, desde o ano de 1951, "nni. 
mus «dominus", wem interrupção ou oposição, pu­ 
blicamente e 1ern viulêncln, umn gleba d11 ,~rrn 
pnstnie o lnvrndiua, com n nren de 479 hn 
2"752 mts2 (quntro.!entoe e •ctenta e nove 
hectnree 1 o i e m 1 1 setecentos 
roa e sceeuntn e dols metros quadrados), da 'Fazen­ 
da Touro Mouro, eitunrln nostc niunicipio e 
comaren de B. Vlua Ms
1 devidnmentc trnnscri1a no 
Reglalro de Imóveie local, em nome do requeri­ 
da, com n nrcn do 600 bn, lqulnhenlos hec111•e~) 
sob no 1.d26, fl@. 39 livro 3-U, em data de 12 de 
srtembro de 1950 (doe. n.o 2 anexo), 20) r ira 
ocupado pelo n•querente ó perfeiromenle delimi· 
todo, conforme se vô pelo planta e memorinl de­ 
critivo nne,cos (documentos n o 3e 4). e extrema· 
da por tlruites bem defenidos, isto ó, cercas de 
aramo liso, com postes de madeiras de lei, tendo 
como conrinnntcs, no Norte, o Rio C!lrocol e terra 
de Heitor Tienigno TorreA Snnches, ao Sul, eom 
terras de Italivio Alves Vedovato, no Leste 
com terrna de propriedade do requerente, e no 
ÜdSto, com terras de Marcelino Oodoy, 3.ol Que 
a ocupação da globo do luras, pelo requerente, 
com a intenção de apropriar se. teve como ponto 
de pnrtido <' foto dn requerida, logo após de,qui­ 
tar-,e e haver ~e desfeito de parte de seus bens 
tocou rumo ignorado, deixando o imóvel que veio 
o aer ooupndo pelo requerente, totalmente aban • 
donudo sem prcpo~tos. detentores ou administro· 
doree, 4.o) E, as~im o autor sempre posrniu o· 
o imóvel como verdadüiro e único dono, fazendo 
inúmeros benfeitorias, tnii como cerc48 divhórins 
internas e pastagens, exteriorisando clnrnmente o 
animo de domínio .e tornando ll posso sempre 
públlcn o incontestável, por tempo superior o 
vinte (20) nnoe, sem qun Lquer inttrrupcão, 5.o) 
Nestas condições, o autor preenche perfei1amen• 
te todos os requisitos exl>{ldoa pelo art. 650 do 
Código Civil Brnslleiro, para qu:: se declare, por 
sentença, o domínio do Imóvel notes referido, il 
favor do requerente. Diante do expo1to, pedem e 
esperam que V. Exa. ao digne: n) deslgnnr 
audiência preliminar para n justifiençAb 
da· posse, cujo rol de testemunhas vai nbniico, os 
qnllis comparecerão em Juízo independenttmente 
de intimação (b) mondar proceder o oltnçao, VJB 
Edital e de conformidade com n lei, de Edra 
Ramos Jacques, brasileira, desq~itndn, profüslla 
,. rlo,ofdlio l~norado•, em euj.o norne e,IA tra'!1&• 
crfto o imóvel, c) mandar proceder a eltaçlo do 
confinante: Heitor Ben'gno Torre Sanches; Ita­ 
livió Abu Vedovarn e Marerlino Cndny, bra,i­ 
efro, casados, pecunri+ta, residentes n«te muni­ 
dpio e eomnron, rrn 10K propri,.fiade rnrnil! 1/ml­ 
trofew com n Fnrenda Touro Mouro do rque. 
rente; h) mandar expedlr editais de clraçllt>, nlém 
ela pe,eoa ,,u,, eará sranscríto o imóvel, Sr-11 F..dr11 
Hnmo» Jacques, também para os rn« ausente, 
incerto e derconhecido», com o prazo estabeleci­ 
,Jo no n rt 23(!, fiem IV. do Códlgo de Proeeso 
Civil: e) mandar cientiHcar, por rarta, o repre­ 
ntnntes da Foundn Publicn da Unio. do Hsta 
do e rio ~fonicipfn,' 1) intimar iloetre ltepre,eU", 
tonte do Minlstrrio P6blíco' para abompanhor 
.-m todo• o~ seus termos II pre,ente nçno; ir) afi­ 
nal, julgar procedente 11 preente ação, em todos 
oe seu lermos, declarando o domlo,o do autor, 
H•bre o imóvel ohjrto da presente, ordenando a 
oxpedição do mandado competente no Reghtro do 
Imó,•ei• local, pnrn que regí11re o imóvel em no, 
me do autor, após satisfeita» n obrigações fia­ 
cai. b Outrossim, indica como meio» de pn,du­ 
ç11o de provo,, além das j produridas, a doeu­ 
mentnl, 11 tutemunhol, n perlclnl e demi permi­ 
tidaa e admitidos em direito; Dá-se à preente o 
valor de Or5 50.000,00 lcin11uenln mil oruuiros), 
para os efeitos fiscais. N. Termos P. D~ferlmrn• 
to! Belo Vi,to, 17 do agosto 'de 1978 (ui 
n.o 1036 (principol) CIC n.o 0!I0.S!l8.44J.53 
Dr, Ioohon lfnrtlnez Peixoto- OABIMT 
Hol de testemunha: para na audiencla de Justifica 
çilo. 1-Aureo Pires Piagetti, brn,ileiro, rneado, ta. 
peceiro, resideotfl nestn cidade; 2-Jono Manoel 
Rodrigne1, brasileiro, cosado, induatrial, residen• 
tn em Bela Vl,tn-MB; li-A tonocildn Ercobar, bra• 
«ileiro, ca·ado, fane. publico aposentado, residen. 
te em Dela Vhta M,. lestemonhu que compare• 
cerio na audinci deignda independente de 
intimnçi'lo, DESP.CIIO DE FIS 46v·.RealmeotP 
auhte rnzfto no iluetre uprePrntantfl Ministerial 
no que concerne ãe frregolaridodes do preernte 
feito. Entretanto, entendo nlio eer o ca11 de extin 
guir o pr-ocf'~so, e sim chama.lo a ordem' para que 
na irregularidndu sejam devidamente rnna 
das. Assim é que: a) em face da, irregularidades 
d-n citacilo edital, anulo-o. via ne comequencin 
determino seja n mesma renonda. poblioando-ee 
o edito! uma vez no órgão oficial e doos vezu 
no jlrnAI loco!, c~m o prezo de vinte di111(art.232 
III do;'CPC); cite-se o confinante ltalivio Alve1 Va­ 
do,•oto por carta orecatório para a comarca de 
Dourado,, neste E,tado· onde re,ide, conforme in­ 
formn a certidúo de fie 17v
1 do Sr. Oficial do Jus 
tiçn. fornecendo o A· o respeotivo en,ft•reço. c)de 
verá o Sr, Escrivfio cumprir o estabelecido noin 
ciso II do li.ri, 232, do CPC. lntime-4e, Bela Vh• 
to llS,21/jnneiro/1980 fn( Oavalbo Rodriges de 
Melo-Juiz d.i Direito. E, para que chegue no co­ 
nhecimento dos intereuodos e ninguem posso B· 
legar ignorancla, mandei expedir o presente edital 
o; forma da lei, Dado e paesodo ne1ta cid11de de 
Bela Vista, fütado de 'Mato Grosso do Sul. aos 
trinta diaa do mes de jnnelro do nno de mil no• 
vecentos e oitenta. lu,Floriodn Benltu auxiliar 
judicinrio, o dntllogrnfei 1ub1crevo. 
Dr. Oavaldo Rodrigues de Melo 
Juiz de Direito 
Jeratas Gloriosas Erérci 
(35° Alversrlo dos feitos da FEB nos 
campos da lllí.lb.) 
CASTELN 
Após a conqulsia de Monte Cas­ 
telo, prosseguiu a ofensiva do Plnno 
Encore. Euquanto os amerlcuuos IUVC'íl• 
tl3m CustdD aluno l' ,fonte Delln Costel· 
lana, u FEB atucnva as poslçõei; Inimi­ 
gas de Monte Sopravso e Castelnuovo, 
boluarte1, óltlmos de nazistas dcbrnç:1do.c; 
sobre a estrndu de Pl .. tólu parn/ Vorgato. 
Soprassasso, um sullente cm rocha 
viva, eoqul9tado em 001:Hia1-1 lt(lhOH, flzc1- 
ra nossas maiores perdaR nos lrJAteR 
meses ao Inverno defensivo. Cnstelnuovo 
completava. u!'slm, o pnpi'I c!e Monte 
Castelo nessa olenslvn limitada com quo 
o IV Corpo buscava alturas, observató­ 
rioa, lfohas de partldu, p1 rparnudo u 
grande Ofenlva da primavera. 
A manobra consl1,tlu no Isolamen­ 
to do ponto forte de SoprassasFo e no. 
convergéncla db dois ataque8 sobre> Cos­ 
telnuovo: o prloc1pal dl>ebordava o Sexto 
no lombo das cristas - c,utro, lançado 
para frente. pelos mineiros do Onze, 
atraindo cuidados e fogos do adversàrio, 
para de1.1afogar e soltar a ação de cima 
e, depois pelas banda:! no estA, envolver 
o lugarejo e cortar a retirada ao defen­ 
sor arrancando do chão. 
NJo cbstante o valor combativo 
do Inimigo e a excelência de suas posi­ 
ções, o ataque a Casteloouovo desenvol· 
veu-se com segurança e relativo econo 
mia de Yldas, executando-se destemerosa 
menta a mais bem cc,ncebld& ação tátil 
da campanha brasllelra na ltãlla. 
Pisando o chão rudentemente coo 
qul11tado, ainda p,:msando nossos reridos 
e arrebanhando os prlslonelroR, o pracl 
nha foi encontrar, nas antigas posições 
germânteas' uma crnz singela e esta sl 
gela lnscrlção:Aqul jaz um herói brasilel 
ro". Era a sepultura do companheiro 
numa ação de patrulha. a quere presta­ 
va homenagem o anônimo e valoroso 
11oldado alemão. 
Eis o belo lado da vida castraen 
se pura, praticado pelo Inimigo, que nos 
lembra o Duque de Caxias, nos feitos 
antanh?, sempre pronto à reconhecer o • 
valor do lnlmlgc. 
Hitler e sua nefast&. politlca nada 
tem a ver com isto-o soldado ale>mão 
e seu comando como tambem os nossos, 
rP,presentam o aacrlffclo pela Pàtrla-a 
e'átrla de cada um. 
Stumpf 
Major reformado 
Solicitoçêío 
A Sra. Fliz Garcl 
Barbo.a, sll!ta com 
uthencla a ptesença da 
Sra. Mar! das Neves 
Senwald em Ponta 
Por - 4s. 
Oração ao 
Espíri- Divino 
to Santo 
Espirito Santo voe que 
m esclarece tudo que iluai­ 
na rorlo• u• t•,,miuho• pml <Jlll 
eu atinja o meu ideal, você que 
me d o dom divino de per-­ 
doar e wqureeer o mal que m 
fazrm, e que todos os in­ 
tant» de minha vida está co· 
mniygo, u quero oeste curto diá­ 
logo, gradecer-lhe por tudo o 
coníirmar mai• urnn va, que 
eu nunca quero me epar»t 
de você por maior que +rJ4 
'lu»lo material não »verá o uf. 
nimo da vontade que sinto 
de uw dia "•tnr <'0111 vorii ., 
odos o« mus irmlos na glória 
Perpétua. Obrigada mais uma 
vez (a pessoa deverá fazer e»ta 
oração 3 dias seguidos em 
fazer o pedido. Dculro de :1 
dias erá alcançada a graça 
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tando muclçumente a obtenção de 'ca· 
fée finos•· segundo M exlgênclfHl l11ter- 
111tolonnle.' De exportador ou auto-fluffcl­ 
ente de produtos alimentres, o País e° 
tá pnsando a dependente da importação 
desses produtos. Enquanto confisca n•a• 
ls de 50%/, do valor do curti exportado, 
concede ubsfdlo nos alimentos Importa­ 
ctoe cu cm outras palavras, deeutonde 
neeossldade do @xportdor nnacional 
e atende às exJgênolas do produto e8. 
trangeIro. Sabe·e que o conflsco deses­ 
tImula o o subsidio ajuda. 
Ninguém aonsegulrA válida e sen; 
eatamimte allrmor que o homem poderu. 
libertar-e~ de sua dependência direta ou 
indireta da terra. Ainda não 110 dcrnohrlu 
qualquer melo que torne dlspe'laávelll os 
produtos da terr. Mesmo O!l animais ~09 
mares, doe Jagoa e dos rios vivem na 
dependência da grunde laboratório Insta· 
làdo no solo. lnfellsmente, o conheclmen• 
to deste, verdade fundamental é subesti­ 
mado ou esquecido, havendo multa gente 
que, durante anos, nunca ouvf·1 falar 
leso uma vez sequer. 
Quase cem 'por cento de tud_o quan­ 
to ee ou:rn e ee lê em jornais, revistas, 
livros, rlldloe, televisões e outros meios 
de divulgação Ignoram ou dlio a ld~la 
de Ignorar oompletamente os questoes 
agrfoolee. Tão gra-nde Jhel?0U u ser esse 
rtescat-o. quA a juventude urbana, em sua 
grande maioria, não eE1tà, entendendo e 
&entfo,dn a realidade e a lmportânola 
deesae questões. Parece mesmo que o 
surgimento de tantas carreiras profissio­ 
nais, para euja habilitação se 'crl8m 
tantas f a e. u. l d a d e e, concorre 
para 6 g r a v a. r a s u b e s t !­ 
mação ou a Ignorância do problema. 
Todavia, é preçlso retormer o OI 
mlnho dos campos' {esJahelec.?'r a Impor 
t().n<?la das atividades rurais, rever a or 
dem vigente dos valores eoonomlco soei 
ale, s~g_nndo sua slgalfleação para a 
vida tndlvtdual e coletiva. O grito dos 
estômagos vaelos s.obrepõe-se e todos 
oe demais, porque. comer é o direito 
natural· Irrestrito. unlversalmante acelto, 
e ,a o b te n q ã o de a l l rn e n t o 
é a primeira m.otlvaç~o dos seres vivos. 
Esta. realidade biológica é verifi 
cada sempre,- como primeira condição 
de sobrevivência. Todas a comprovam e 
ninguém tenta ni>gá-Ia. Entretanto, a 
constância desaa ,•erlflcaçílo está levan 
do o homem a sub.estimar o valor lmen 
se de sua slgntficaçao. Dai, por certo, 
TURI 
0 
meno prezo 11 que está sendo relega 
<ln u produçúo-. . 
Poaem parecer descabidas esta3 
cons!derações, principalmente num su 
plemento e#peclaulmente dirigido a ugrl 
eltore e crladore. 
Entretanto, vendo-se a crei;cento 
Influência dos recurso prumoelonals dos 
centros urbonoa e o grunde atraso em 
que se encontram os melos ruruls, sente. 
se que há urgente necessidade de rea. 
cender o interesse pelas attvtdades ugri-. 
colas, como Imperativo da sobrevivêela 
e como o grande recurso para arrancar 
o País da perigosa situação em que se 
debate. De fato. os homens da terra 
têm de sentir que são lndlspensé.vels, 
porque suas atividades fornecem, antes 
de tudo, o8 Jndlspensâ. vele alimentos. 
Tudo Isto é eobejnmente sabido, 
mas foi passado para segundo ou tercei­ 
ro plano, tornando-se neceesárlc um 
verdadeiro trabalho do consclenllza9:lo 
que abranja todos 11s camadas soclals 
cta Presidência da Repôbllca nos male 
humildes trabalhadores, Joro. e ulém de 
toda e qualquer dlst1nçilo. porquti Dilo 
bá quem sobreviva sem comida e não 
há comida sem atividade agr[cola. 
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sr: Redator • Chefe: 
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Extua esposa D Estela, 
pelo 0xtto legado à 
frente do D!rio que ho­ 
)e, pelos, relvantes ser­ 
viças testados à comnu­ 
nidade, podemos dizer 
jli wr t, , con ·tllul<lo c•ru 
glória e patrimonlo eultu­ 
ral de Bela Vi ta. 
T!livrlçfl Laur·•!ro <k 
Atelda (Bela VI»ta) 
Sr: Redntor 
A pussagem do 89 nnl• 
versArio de fundação da 
TF que lnÍ!n't su em seu 
t1no !.l, no lniolo de1<tu 
década, seguudo suas 
palavras: "década da 
deIso", é motlvo de 
orgulho não eó dos be­ 
lavstenses, mes do povo 
sul-mato4rossense. Trl­ 
buna da Fronteira ó 
exrmplo de trabalho e 
do dedlcnçilo. Purabons. 
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Luíz Carlos SUva 
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do Sul companhu o participa do orna• 
emento de Mnto Grosso <lo Sul, o em 
prerlo Ovldo Poxsarl, diretor-presl 
dente du empresa em entrevista a 'TF 
di+se que "atuulmento os miores proble­ 
Ians que Impelem mlor dinnminçlo du 
empresa são as condições du estradns 
tl-mato~roxonse",' ms ele reconhece 
o ·forço do DERSUL, em proeuror "m!­ 
utmnlzar o problemu." 
"O Ektnudo do MS et em fase do 
implantação, estamos construindo renal 
mente um estndo modelo, disse Possurl 
o todos estão consclentlzado de que a 
tnrofa exlge e exlirá esforços conjuga 
dos", Pru ele«, "o DERSUL tem pro@u 
rlo tender todos os munlclplos, moe u 
role vlárla sul matogrossene possul 
nil'nos rlt- .200 Km pavimentados e Isto 
ncnrreta lnúml'ros problemas. Mas den 
to do possível o DSUL está colabo 
ramdo." 
Frisando, t>empre, e necessidade de 
4
'coojugéir esforços", o diretor da Cru 
zeiro do Sul que é tambem presidente 
cto Sinctlcllo dos Proprietários de Empre 
me do Onlbufl, afirmou que "a polltica 
POOnomlca dn empresa para 1980 é a de 
nmplinr e uprlmorar os seus. t>ervlços." 
Atrazos e Rodovias 
A respeito dos atrasos dos onlbus 
qus fu.zern a linha Campo Graade.Bela 
V 1alu e Campo Grande-Porto Mur Unho, 
ele afirmou que Isto "decorre das condl· 
çõoR das eetrndae, e multa11 vêzes por 
ouu1H1 do nvarlae noe voloulos moo dei• 
xon bem claro quo a sua empresa "é 
uma duH q1Jo possui a frota mais bem 
conservuda e operando com onfbus no­ 
vos". E ldéln da Cruzeiro do Sul, ti.lo lo• 
go ne estradas o permltem ooloor onl­ 
bus monoblocoe no linha e oferecer 
ulndn maia oonro::to nos usuárloe. No 
tocante a ccnstruçlío de rodoviárias !.'m 
Jardim, Bela Vista e Porto Murtlnbo, 
Poesarl Informou que "o prefeito de Jnr­ 
dlm Fernando de Freitas Irá construir 
uma rodovll'lrla'' e que "a Cruzeiro ~o 
Sul vai egunrdor unia nova leglslaçllo a 
respeito do assunto para Inteiar a cons­ 
truçllo da Rodoviária de Bela Vista". 
Com referência a de Ponta Porü ele dls­ 
se que nnquele munlclplo eerA construido 
um terminal Internacional e a Oruzelro, 
lógicamente, ocupnrA o Reu espaço, nlío 
Secretário de Desenvolvimento Social em 
visita à Casa do Artesão de Courumba 
Acompanhado por algumas das 
autoridades que o recepcionnram, quan­ 
do de sun última Ida a Corumbà, o Se­ 
cretário de Deeeuvolvlmento Social, vlel­ 
tou a Casa de Arteslío daquela cidade. 
Nu ocasião, acompanhavam o Se, 
cretárlo, além de seus iss~ssores, emre 
cs quais Almlr Fernandes-Chefe do Núcleo 
Mini Usinas de Alcool em Bela Vista 
comunidade, poderemos ultrapassar esta, 
fase e Ingressar. realmente, num perfodo 
desenvolvlmenUsta". "Não estamos de 
braços crm ados, aguardando as tntcfati­ 
v11s oflol11ls - prosseguiu - estamos 
buscando alternativas, ti essa busca oon­ 
tlnuarA até que sensibilizemos as liutorl· 
Segundo Edson Moraes, o preslden- dades". 
te da Famto ainda não se manifestou, "Nosso Sinrlicato, afirmou Edson Moraes 
cialmente, a respeito, mas deu a enten- é uma entidade dlnàmll!a e procurará 
,:er, num conta to pessoal, que hã viabi- atuar na comunidade em todos o8 eto 
Jtdade p-ara o projeto. Disse ainda o res, vivendo os problemas e buscando 
presidente do Sindicato Rural de Bela 1,oluções para os mesmos. O nosso obje 
Vista, que precisa haver por parte do tivo não é realizar apenas exposições e 
~~ovP.rno estadual um Interesse a respeito festas, m11s participar ativamente dos 
pois as condições do solo para o plantio problemas belr..vlstenses. Elaboramo3 
de canaviais silo excelentes, assim como diversos projetoe, Inclusive o da instala 
u receptividade junto aos fazendeiro locais. ção de mlul usinas de álcool em Bela 
Para EdsoD Mordes. "o momento Vista, e estes projetos s·erão dJvulgados 
ue atravessamos é difícil, tudo decor- através da imprensa esorlta e falada, 
rente das ultas taxas de juros bancários, para un maior conhecimento não só da 
L1lla de finan-::lamentos e situação inter- nossos associados mas de toda a oomu 
Daclonal mas somando esforços, unindo a nldade". 
O - p r e s 1 d e n t e do Sln· 
dicato Rural de Bela Vistu, pecuarlsta 
Edson ~foraes, afirmou em recente reu­ 
nião do Rotary Clube, que ~ncamhthou 
u Famato projetos para a instalação de 
mini usinas de âlcool em nosso munlcl• 
pio 
neco~sltando construir n sua rodovlârla. 
"0 setor de turismo será agUlzado 
ainda este ano e provavelmente será 
Implantado uma linha para AssunçO 
disse Possarl e que "a empreaa possui 
onlbus novos para excursill}". 
Finalizando. ele firmou que velo pura 
'Mato Grosso do Sul olío parn vencer 
lna vldn,', mas colaborar para o crescl­ 
mento do Estado, pois em Araçutuba 
poesult1 empresas dlnamlcos e progreflsle 
tas. EofAtle9 dlAse "gosto de deanflos, 
de luta e construir um Estado exige luta. 
E um desafio que me apnlxonu". 
do A r t e !i a n a t o cta S D S. os 
srs. Breno Apto Bezerra, Jolío Quln­ 
tlllo Ribeiro - Vereador, Nelson Dlb­ 
Vereador, Ubiratan .C. de Campos Vere­ 
ador e Presidente da Liga Esport!va de 
Corumbá; Satlro Manoel Coelho Presiden­ 
te da SSCH de Porto E:iperanca e Oa• 
man Antunes da Costa Presidente da Ca- 
sa Macôolca Caridade a Silêncio. • 
Na Cuea do Arte!>ão, Rubens Nu 
nes da Conha foi. rcoebldo pela Delega 
da - Hortência Rolon Aguiar, que acom 
panhou-o durante 11 visita, mostrando as 
instalações e discorrendo sobre o arte 
sanato da região, OA objetivos já alcan 
çados e suas lllmltad&s poeslbllldades. 
O Secretário Inspecionou também, 
na própria Casa do Artesão, as obras 
para a Instalação da Mini- Usina de Fari 
nha de Bocaiuva, que estará fun.:ilonan 
do plenamente, portanto produz!ndo, em 
<lata próxima, dependendo openae da 
Jnstalaçlio das mâquinas, que já encon 
tram-se no looal, aguardando a vinda 
de técnicos da ICMA - Camolnas. 
Até o presente momento, a • fari 
nha é produzida em peauena escala e 
de forma artesanal, para· consi;mo local 
e dae demalA Casas do Artesão do Estudo. 
PREÇO DESlf f 
CR$ 
EXEMPLAR 
SJ~I 
(Vitória) - Neste 
ano, as plaquetas (sobre. 
placas) a serem Utiliza. 
das ncR veículos do Ea. 
plrlto Sauto 11erão em 
homenagem à Maçonaria 
Universal. A esfinge se­ 
rá um Esquadro e um 
Compasso. O objetivo é 
dlstlngnir os feitos hls­ 
tórlco da Ordem no 
Brasll e no Mundo. A 
lnsplraçll.o fol do Sr. 
Jorge Deveus, diretor. 
geral do DETRAN-ES e, 
seguudo ele, ··procu­ 
ramos preetar uma ho­ 
menagem mais do que 
justa à Maçonaria, ba­ 
seando-nos na sua alua 
ção de junelro para fe 
vareiro deste ano, quan 
do nosso Estado pa11sou 
por uma grn ve crli!e de 
enchentes. A Institnição 
maçônica lutou, lado a 
lado, com outras_ organi 
zações religiosas, de cu 
nho ma ntróplcos e elu 
bes de serviços•·. - "Na 
qualidade de muçon - 
continuou c alto funclo 
nArlo do DETRAM não 
poderia perder ll opor 
tunidade, já que na mi 
nha própria Loja, a Do 
mlngos Martins, l}bservel 
0 grande trabalho desen 
volvido naquele momen 
to em que nosso Etitado 
era assolado por um 
grave estado de calam! 
du de "pública". l!lformou 
ainda o Sr. Jorge De 
vens que os simbolos 
anuais para as sobre 
plactis afio eeoolbidoe 
sempre em torno de ai. 
go representativo, como 
por exemplo, "Ã Freira 
s o Fradé" (Cachoeiro 
de tapemti). e "?g2; 
vento da Penha" ("Ala 
Velha) etc. E conoJuJu. 
''Para. evitar o cgréter 
regional é que penssmo8 
no Esquadro e Compasso 
qu:? pão uma representll 
ção Universal da nossa 
sublime institu!9ão. Po 
der-se-ia ter tide a M.éla 
de simbolizar a homen 
gero com qualquer .Gutro 
instrumento maçonleo, 
mas não atingiria tão 
precisamente aos an· 
seios gergn_ a m!!e%;; 
sociedflde". (Agência e 
Notieias Erasílls). 
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