Ano IX NI89 Quarta-Felr 
...... 
4 
TEI 
02/0-t/80 Bela Vhrln 
LUÇIO DE 1 
Nesta clnln convidado a folar vos 	• 
nlgo sobro a dutn que hoje transcorr $8se fim como demonstraram OP Inquéritos 
ou seja mnls um universúrlo da Revon. {e se realizaram após a Revolução de 
o de 31 d M d 1964. 31 de _Murço, sem _sombra de dúvida. 
çl e 
1 
urço •
1e u , procurarei Era 11 11çiln do Punido Comuniua Drueilei- 
cumprir na medida dns minhas posses o ro, núcleo dominante do todas a declsõe, 
honroso rncnrgo que recebi. mas o 4omploxo subversivo, abrangia 
Toda revolução impõe que um dia grande numero de organizações, englo­ 
oomeçmos u desesperar do presento e bando as "Ligas Camponesns do Jullo, 
tomamos a decidida resoluçfio do desviar a "Açllo Popular•· e os "Grupos dos On­ 
nos dele, dti rPjeltó lo dese.nganadamente. ze" de 'Leonel Brfzola que malfadndn- 
Hà, porem, s pretensus revoluções mente se encontra novamente no Brasil 
e 11 s r f v o I uções a u te n t i- 1'odos esses integrantes da dfnâml 
cas. Se ns primeira,. rep1·eseotum simples, oa comunlzuote eram peças de um ma• 
mente uma rupturu e u Ifo,tóriu teC'.I de- qulnlsmo,. mampulado habilmente segun­ 
monstrt1 do quo frequentemente elus são o do técnlrn apurada o eficiente que apela 
prelúdio_ de mudanças para pior, só as parp. tod9s os reou!'sos, deslle a eorrup­ 
revoluçoes verdadeiras conoillnm '.a ruplu- ção oté a lntlmldaçlio, Jntimaç!io e o te­ 
ra com o passado e u consciência de ror. 
que os movlmrntos pollllcos devem desti- Demandaria hc:,ras a fio para dizer 
uar se ao serviço do homem, corpo e vos todo emaranhado de ações que de­ 
ulma, e não trnnsformâ lo ~m tieu dooll mandavam conduzir o Brasil a transfor· 
Instrumento mt~nlpulnndo o como coisa vil. mar-r,e num s11téllte de Moscou. 
Mas a rupturn dus autênticos !'l'VO· João Goulart estava enredado e 
luções não é com o pasgudo tomado glo· emaranhado em estranhos comprumlsoe. 
balmente, mas com aquilo que nele deve A l3 delmarço por sugestão do 
" "%3"",%% %%...%%%%. e. Rc,is. @iiivis ss &ri@si ã» 
de antes de 1964 é, a esrn propósito, Brusll e tambe , depois de ali compare. 
muito elucidativo NPRse sentido pode se c-er e falar. o • residente Mmpareu a u- 
ma assembléla de cerca de dol6 mil sar 
dizer que u Revolução de Março nasceu gentos no Au móvel Club. 
do desespero em· que ª· situaçllo do País • Depois ilsto vieram então dias de 
lunçara a consciência nacional e que ela cisivos para emocracla. A r~ação aesen 
como verdadeira revoluçilo, !iigulficou a cade&da co tra o lmperlo da subver­ 
ruptura c-om a sltu;..çüo então existente. são e dn de rdem. dominante no Brasil 
'Crise de novembro de 1955? A cha- 
pa Kubitschek João Goulart vinha aureo• demom;trou ue grandes reservas mo­ 
l 	rais jaziam, " latentes e inconformados, 
ada pelus estranhas alianças que l.sso- no selo da r·: pulação e, em particular, 
clavam getullstas, comunietas e velhos no O.mbltó d forças armadas. Desper­ 
pollUoos, trazendo o 1.<ignificndo da heran- tadas pelas àmeaças evidentes, sublima- 
ça emocional de Getúlio Vargas. ram se. 
Depois de Juscellno, a consagração No di 31 de março, levantaram-se 
vitoriosa de seu adversário politico, 0 as tropas d Minas Gerais, comandadas 
Sr. Jânlo Quadros, eleito por e!lmagado• pelos gener is Olympio Mourão Ftlho, 
ra .votação, que empossado em 31 de Carlos Lul · Guedes e· Antonlo Carlos 
Janeiro de Hl61 acompanhado do 'ice Murlcy. O arechal Odlllo Denys, no o 
João Gou1arl, que se reelegera, graçs o bstante enctntrar-se na reserva, unln-se 
apoio dos comunistas e ás dissensões a seus com anheiros revo1ucionárlo11. 
entre forças pollticas dernoort'llicus. Em oucas horas criou-se um Po- 
O exercito. como as demais forças der Revolu lonárlo, entusiasmado e deel 
armadas, mantinha se na espectativa de dido. 
uma solução para os prob1emaa nacionats Os c! fes militares General Caste· 
n.gravados cada dia pela instalJllidnde so- lo Branco,[ Costa e Silva. assumiram a 
ctal e pel8 corrupção pc,lltlca e econômica. responsabl tdadtl de UderanQa do movi· 
O governo de Jíl.nio durou efeme- mento aoo panhados e auxiliados por 
ramente sete meses ou seja 205 dias. antigos camaradas e grandes números 
João Goulart vics e substituto legal de oficiais) 
do renunclante, viajava pelti China Co• A Escolas de Estado Maior do E .. 
munl~ta numa pseudo missão fraternal, . xéroito e a Escola superior de Guerra 
mas inquietante pra o pais... converteram-se em· centro de ação revo- 
Brizola oo Rio Grtrnde do Sul com lucionária. Inúmeras uuidades, em todo 
oorrelfgtonários associanoo extremistas e o pnis, denlaram-se rebeladas e, á medl­ 
agltadorAs clamavam violentamente pela da em que as horas se passavam a 31 
~lla pos!.le- e preparu.vam se para a luta de março, processeu·se avalassadora a 
armada. Governadores estaduais, reunidos desão das forças armadas, oontrãrlas as 
propuseram uma solução de compromisso: violações da disciplina e da hierarquia. 
a insatuição de um regime "'parlamenta- Os lideres comunistas, leram presos ou 
rlsta'·, visando a reduzir substanciolmen~e pGslos em fuga. O dJBpClsltivo do Presl_ 
a capacidade de decisão presidencial. Con dente Goulart fa 1 h a r a Integralmente 
corlaram os chefes mili!ares e Goulart Quando seus ascecls e demais 
pôde, finalmente chegará presidência, souberam que João Goulart, fugira, em­ 
Abria se novo cspituJo da ht,,,tória brasi boroando, às pressas, num a:vlão que o 
leir. Como e epersva, o prlementaris aguardava no fim de pista do Aeroporto 
mo falseado a inadequado u mentalidade Santos Dumont, toda gente que o aeom­ 
braslleira, mostrou .se ineficaz, t3 a cam panhara naqueJes momentos cruoiaia, 
panha do plebiscito par a sua extinção entro em pânico e abandonou o paláoio 
serviu prppt cnurists que se precipitadamente, de sorte que, em alguns 
valeu pura mtpvl:r us Isas era to minutos, aquele edifielo, onde pouco an­ 
do O pais. • • h'fl <:;,. !lgttavam ministros, perlamentàres 
As vesperas da Revolução de Marco d> e secretários, converteu-se nm silencio- 
1964 erg visivel span- ou!sta e s, e desarrumado ambienate. 
Governo João G.u!att; ex1tua troar±ti! A ffepúblfoa SlndleaiUsta periera 
Concepço, orist..ç2o s±stemutizudu e sua última oportunidade. 
condução perseverante e clandestina com O Governo Revolucionarlo, de inf 
elo entregue aos três Ministros Militares 
como Supremo Comando encoulrou o 
Pais em verdadeiro 0110s. 
As forças armadas aesumlrnm 
virtualmente, a responsabllidnde da dlr ... 
çilo nacional e prometiam apuração 
cabal de culpablidsde dos lmpllcudos 
oa subversão e na corrupção. 
Dias mais tarde ou seja a 11 de 
abril de 1964, o marechal Humberto de 
A [encar Castelo Branco, eleito PrE-nldente 
da República recebia o !' pesaafi:;11lmu 
encargo de retite.belccer a order::: em 
todos os setores da vida nacional que 
um regime lrresponsavel abalara brutal• 
mente. 
Remontemos, agora ao passado, sintese! 
Bm:1quemoA os grande@ e nobres 
exemplos, nas lutas, cruentas ou oüo, pe 
ln defesa do Brasll e de seus bens cul­ 
turRls e materiais. AI sempr~ estiveram 
presentes as forças terrestres, como ex­ 
pressão legitima do noe!.lo po7o. 
Em mais de quatro séculos. elas 
hoje sublimadas no Exercito Brasileiro, 
revelaram o mesmo valor e lncompara 
vel constância, nu conaulsta e na manu­ 
tenção dos grandes abfet1vo11 da Pátria, 
sob a égide dos Valores Espirituais e 
Morais da Naclonalldada, tradlclonalmen 
te crlslã portanto JneompaHvel com as 
Ideologias comunl1.<tus. 
Há nesse camlnho hl@tórJco uma 
voz que fala ao coração dos brasileiros, 
ao coração dos sohlados brasileiros. Po 
derlamos ouvi-la Nos Guara.rapes. em 
Tuiutl e nos brados da Revolnção de 
1964. 
As mudanças das épocas não alte • 
raram as visões, as reggões, as perspec 
tivas e os desígnios traçados - A Grcan 
deza do Brasil. 
Palestra Pronunciada pelo Pro 
fessor Gamallel Stumpf, na Escola de 
Artes e Oflclos. 
Comissão 
. .. 
proviso- 
na do PDS 
Palriunio claralt 
as ira {e restaura- 
A Diretoria do Pa. 
tr1m0nlo Cu1turnl do De­ 
parimento Estadunl da 
Cullurft da Soc·re.turlt1 do 
Desenvolvimento 'oclal, 
representada na ocaslo 
nor HUn Dlretorn o um 
Técnico, visitou oo lo­ 
eals onde estão rendo 
reallzdas as obras do 
rcoupccnç!1o do pré-dlos, 
consldnndoR como bens 
pntrimonluls do Munlol• 
pio do Cnrnpo Gran:le. 
O trabalho de res­ 
taurnçiJ.o da11 retcridao 
obrno, eató. ílendo leva­ 
do a efeito, por melo do 
oc,nvenlo flrmnclo anlro 
a Secretaria do Desen­ 
volvlmento Social e 
Prefeitura dfl Co.mpo 
Grande, ntravés do qual, 
· o munlciolo 'ecebeu N• 
cur@0R rtirnncelroa ;.'paro. 
a recupnaQ!lo do Museu 
"Jo!lé Antônlo Pereira.", 
da "Igreja de So Bene­ 
dito" e- do "Coreto do. 
Praça CulaM". 
Verificou-se nn ooa­ 
slão da visita, que a 
restauração do Museu 
"J<Jsé Antônlo Pereira", 
j em estágio final, 
apresenta resultados sa 
tlsfatórios, visto que fa­ 
ram c-onservados cs as­ 
pectos arqultelônlcos da 
antiga construção. 
Ressalta-se, no local 
a nbra do artista José 
Carlos - o índio - ,que 
está esculpindo a figura 
do casal José Aniônlo 
Pereira, demonstrando 
T'11is umu vez o excolen• 
te Dível de suas escul 
turas. 
O projeto da recupe 
raçíio da "Igreja de Siio 
Benedito" já está sendo 
efetuado, bem como a 
restauração do Coreto 
da Praça Cuh1bá. 
Ontem: com a ·presença do chefe 
da Casa Civil do Governo do Estado, 
Leite Schimdt dos deputados estaduais 
Getulio Gldeão e Londres:Maohado depu­ 
tados federais Ubaldo Barem e Ruben 
f'ignelró, pref&lto municipal Ely de Arau 
jo Barbosa, vereadores e uma dez9na 
de !!ldadãos foi formada a comis3iio 
provisória do PDS. 
Segundo Leite Schimtdt "o partido 
em Bela Vista já nasce forte, grac,as a 
harmonia e a coesão que existe". Todos 
lev.aram ótima impressão da atual si­ 
tuaço politice em nossa cidade. A Co­ 
missão Provisória ficou ssim constitui­ 
:da EIy de Arujo Barbosa, Eilásio 
Miranda, Getullo Lino, Odilen Nunes 
Leite, Carlos Ceàturlle, Ello BBitilanf a 
Ivan Af tnee da Costa Marques. 
Protánreas enli- 
«ia 23.2000 la en 
Campo Grande 
A região PastorII de 
Campo Grande, tão logo 
seja liberado o P-rogr:a 
ma de Aprove!tamento 
de Várzeas ltrigãvets - 
"Provárzeas" terá apro­ 
veitada um tntal de 
23.600 hectares, principal 
mente para o plantio de 
arroz. 
O governo estadual 
já enviou a Brasílla um 
estudo sobre o aproei 
tamento de várzeacs em 
Meto Grosso do Sul que, 
segundo a previsão, em 
cinco ano tigirá apro 
ximadameute a 100 mu 
heetares.

1 
t 
lORE MOCfl 
Paulo Borges Macado 
pr volt do uno 1950, despertou 
n teneu· dos crlndores de Nelo;e P'a 
drio n existência de mmnts mocho em 
flt'lll' rebnnht ri. E do couhec,mrato dos 
peurlstn, os problemas ocas/onado 
pela existneia o chilres nos unimi, 
dIfieultnto o manejo e sendo constta 
do eomn fequrenela u qubru do me 
mos nos bretes no embarques. Em 
caso ds brlu utre reprodutores, o por! 
go é grHndomPntP aumentado poclondo 
até ocnslonnr n morto ou a lnutlllzução 
de um deles. Hoje não tem mnls ontido 
defender a exlt0nela dos chifres nos 
bovino como defesa contra os unimul8 
predfltórfos, dadas na condições de egu 
runça ofereoldus pelus fazendas. E pre 
ciso coni-lrleror lambem. o perigo que os 
eh!fres constituem pru o vuqueiro e seu 
cavuto, A Inexistência dos mesmos re 
presenta tranquilidade puo a lldu com 
os nnlmala. 
Goslorlo de lembrar que os cria 
dores de Nelore Mochos, foram rldlcula 
rlzudos durante olguns unos pela sua 
pretenso de tentar Inovar dentro de um 
esquema tradicional. O pecuaristas rle 
Mocho começaram há 30 anos atra6, em 
Inferioridade de condições dada a pe­ 
quena expressão racial das primeiras es­ 
pécies obtldtlB. Foi realizado um traba­ 
lho paciente e criterioso de seleção, vi­ 
sando o objetivo final de transferir a8 
oaracteristlcne e o poder genétloo dos 
Neloree P.0.1. à rnça Mocho. Os resulta­ 
dos deste esforço comum, estão hoje 
demonstrados pelas conalções de raça 
Mocha que tonto quanto os Nelores de 
Tribuna da Fronteira. 
( Fundado a 20/2/72 
Rcgistro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.201266/0001-90 
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Redator • Chefe • lvaldo Pereira 
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"Os conceitoe emitidos em artigos 
oesin11dos não exprimE'm, neecuariamcntc, a 
opinião do jornal. 
Fundador e Diretor Responsael 
lvaldo Pereira 
chllree lo descendenta do reprodutores 
Importados, oferecendo ssim ums Igual­ 
dude roeful. 
A evoluçflo da raça Nelore Mocha 
é p0derosu e lrreverrlvol e Isso poderfl 
er comprovado na 42% Expolção que a 
ACRISSUL val promover em Campo 
Orando à partir de l 2 de J.brll. A esta 
mostra devtrilo comparecer ttlguos dos 
runloreA criadores de Nelores Mocho do 
Pais, entre ellld Geraldo Ribeiro, Ovldlo 
Miranda Orlto. Francisco Jacinto, Rui 
E SIGHIFAL 
1 
A 
CERIMONIAS 
O conhecimento no slgnlflcaco das 
cerlmônlns no tempo de. paixão pode 
ajudar a nos prepararmos para esses di­ 
as, em que devemos nos unir aos sofri 
mentas de Nosso Senhor. Desta forma, 
prepnrnmo-nos para a fulura bem-aven­ 
turança e ressurelç!!.o de modo análogo 
à Ressurreição do Redentor da humani­ 
dade. 
Com o Domingo da Paixão, lnlclase 
a terceira fase quaresmal de preparação 
pura a Pál'!coa. A Igreja concentra toda 
sua atenção em Jesus, que padece, e 
o acompanha em seu caminho de dores, 
que, pelo ódio e pelati hostilidades doi; 
judeus, conduz até o CalvArlo. 
Embora Deus, Jesus Cristo, tende, 
assumido a natureza humana. Sofreu in­ 
dizíveis atrocidadeil físicas e morais. E 
ó8, com toda o confiança que temos 
na vitória UuµI, não deixamos de abis 
mar-nos nos padecimentos de nosso 
Salvador. Este sentimento deve aumen 
tar em nós a dor por nossos pecatlos, 
que-lhe custaram tantos sofrimentos. A 
lgreja omite nesses 15 dias todos os si 
nals de alegria; devem ser veladas as 
Imagens nas igrejas, em sinal de tristezi: 
Durante a Semana Santa, a Igreja 
se aprofundu mais e mata nos lnsondá 
veis mistérios da Paixão do Redentor. 
tJ,tlnglndo a tristeza o seu mais alto 
grau nos últimos rês dias. Os sinos se, 
calam, os ultares são despojados das 
toalhas. 
No Domingo de Ramos. recorda-se 
os últimos dias da vida do Divino Mestre 
aqui na terra. A bênção e a procissão 
de Ramos é alegre e triunfal. Nela acla­ 
mamcs Cristo, Rei e vencedor. As ora­ 
ções da bênção dos ramos exprimem 
muito bem o seu simbolismo: a paixão 
J 1 
1 VJceote 
Terra, João Hberto 4oaqu! 
Priii cunha e ?"" quo cs criadores 
Tenho ceteza ~d para 
4e N«orei o»+ egg "{{#3 
d t
rar ao seo Ol'!l" 
emons l t balho de seleção e 
v[altantes um blo rui 
evis&j@ d r! 2%%" are toco 
Conch!Jnçt,, ur m 12 
é gunhar nu bteria esportlva GO 
pontos. i 
(o}tum Acrissul) 
DE 
de Cristo 'é também lmogem da vida do 
cristã.o de eeus combates e virtudes, da 
paz e' ~n misericórdia de Deus. Além 
disto, às palmas constituem l!m sacra• 
mental que recebemos das mil.os do sa­ 
cerdoteà, e devemos guardar religiosa­ 
mente. Durante o ano, lembram elas que 
somos d Rtlnados ao combate, á lula com 
Cristo. 
N Quinta Feira Santa, a Missa é 
festiva. oro paramentos brancos. Canta 
se o Gl ria, tocam os sinos, para emude­ 
cerem d novo até o Glória da Ressurrei­ 
ç!lo. Po ' as ocasiões há no A no Litúrgi­ 
co tão Jru raselonantes e comovedores co­ 
mo esta para o coraçüo do fiel. Pois na 
Quinta f .Ir& Santa se mesclam alegria 
pela lns( ulçã.o dn Santiaalma Eucaristia 
e profund tristeza pelo , que sucederia 
pouco de' ols da Última. Ceia realizada 
no CenAc lo. Depois da procissão o San­ 
tlsslmo S cramento não permanece mais 
no TabernácJlo. cuja porta flea aberta. 
Apaga se~ a lâmpada do Bantisslmo e 
pt'ooede• s! ã desnudação dos altares, 
slgoifican pesar porque J esua se afas­ 
tou. 
Na S~xta Feira Santa, a Igreja não 
celebra o anto Sacriflclo da Missa. Tu­ 
do recorda a Vitima que Se imolou por 
nós no Cal ário. E dia de luto universal 
em que n sso8 corações compasl'-ivos 
devem con,erter-se a seu Deus e Salva­ 
dor, preparando-se, deste modo, para a 
Ressurelção na Pascoa (Agência Boa 
Imprensa A 1M). 
Pau o Henrique Chaves 
 
/ 
Ferram 
: vi tos!ruir ou retorar, enfio dê a chegadiha na FERRIMAIS. 
• 
Na 'per: 1s" voce rncontra tudo para sua constraçã-o, como Telhas, Lajotas Coloniais, Tintas, Azulejos, cimento. cal 
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Mato Grosso do Sul

TE riso OE 9. 
SSORES 
O ~ovet·nn!lo.r ltnrcelo ~~llran!la 
nunelou emn seu abinete, ou]e teve 
r
eun(11<, c1 Ili 1i•·i ,1,t •rit,,. (},, . ., . 
• 	• • • - '"'.f'l 'l'I)·~ 0 
de professores ds q1ao toá f , 
) J 
1
•• L.f o 
que a partir de mul piso }e ia] p,' 
'I 	' '
1
• .J 1:1 ( OH 
profonsores - nivcin N l {elat,so ll); N-t e 
N-2 í;lnase .), P-{ e P-5; PP-3, PP-4. PB-1 
e Ps-2 - qoo rocoberfom meooe de 9 000 
cruzl'!roR, ter·üo piso salarial nesse v~lor 
O beneficlo nlo será estendido, poréO-: 
us professores leigos on lntP.rlnos, por­ 
que eles passaráo a perceber o piso 
O sonhe tornou-se Realidade 
Agora om íleJ11 Vlsfu, Exir.te umu Cll 
esposa, Seus IIhos, sus a±atgo "}}TPQcarls onde você poderA levar sua 
·'-' " ' SE n r-se realmente em sua própria ea.s11 
'~ruJ 
/r:a7 
j»«+.sa algo mais 
-1 
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Veja 
Churrascaria 
mm9 2,Jyp7 E1p 
.r s.si) &iillf lll ) 
Bu»De e Cf»_ 1o lle do @isto Estadual) Pela "de 	NSJ 
,----------"------ 
em 
Cortesia da Prefeitura Municipa I de Bela Vista 
as F o e 1 dades: 
Cobertura cem por cento. 
- -Se-m exlgêncla de utllizução de sementes melhoradr.s e outros iosumos. 
- Oitenta por cento do financiamento liberados na assinatura do 
contrato. 
- 0isp0nsa de vistoria prévia. 
- Peço ruí:limo de CrS 793,20 a CrS 975,60 o saco de 60 Quilos. 
- Propvslü, contrato e dinheiro da primeira parcela, tudo no mesmo dia 
Procure os escritórios da Empaer ou as agências 
do BANCO DO BRASIL. 
salnrlnl apenas a purtlr do euquncJrnmon· 
to, que poderá er assinado no dia 16 
de outubro próximo, Dia do Professor. 
Marcelo Miranda esclunc,·u, 11fr1
1lu. qu. 
os professoreo ccncnn;a<ios o l'll!livuüo:. 
estarão ooquudrudon dentro d0 no má­ 
ximo 60 dlao, pt1i;soodo a recl'I.Je:· vend­ 
mentos lntenrnis retro&Hvos a jn1wln,. o 
que em síntese, slgulfica que será paga 
uma grande diferença HO!l que forem oo­ 
quad.rados. 
A rennlllo com os rPprcs~ntílntcs dali 
nssoclaçõea e tumbem da Feproiml, tevo 
a participação, ainda, do secretrios 
Juvênclo Cezar do. Fonseca, de Eclucaç!lo 
e Waldir dod Santos, Perelrri, ele Adml 
nlstraç.ilo, bem como assessor jurídico 
Ci.rlo Falcão e da secretnrla adjuutc1 
Marla da Glórla, além do deputad<, Lon 
dres Machado, prePldl·nte na Assembléla., 
que entregou ao governador o m11utfesto 
dos professore& contendo várias relvln 
dlcaçõee. 
Alguns presidentes de nssocluções 
reclamaram do piso de 9.000 cruzeiros 
beneficiar apenas deiermlnadoi; profepso 
res mai, de um modo geral o anúncio 
agr11dou: "reeta apenas saber se o go 
verno vai cumprir essa promessa", des 
taca va o presl.!ente da. Feprosul, Euzéblo 
Garcia Barrloi:I. As informaçõeP prebtadas 
pelo governador, após a reunião foram 
levadas para os Jdemal& pr-ofesc;ores 
concentrados na FUC.1T e é possível 
que ainda existam proteRtos, já que ai 
guns pres1dente11 de as11oclações não 
gostaram da.s decisÕE.s o que até certo 
ponto criou um clima conflltante, com 
alguns professores achandü ótimo, -:mtroe 
que não r e s o l v 1 a nada (pelo 
menos, para ele). 
O governador tambãm anunciou 
que qullndo d11 reclassificação. todos os 
professores serão chamados a exercer 
suas funções, deixando de cnmprir fun­ 
ções meramente burocráttcab: sã~ apro 
ximadamente 10.000 os profes;sores es 
taduais e pouco mais de 7.000 leciomrn 
do. Ei;sa deeieão, agradou todos os 
verdadeiros professores, mas certamente 
vai preocupar aquelet3 que não estão tra 
balhando e que a SEC nem sabe on1e 
estárlam lotados. M1:1rcelo ~1íranda anun­ 
ciou, ainda, que em janeiro serão inicia• 
dos os concursos públicos que promove 
rao os professores a cargoe publieoa, 
efetivando-os e dando-lhes plena estabi 
lldade. 
'Gol di 
maio 
5 d 
A TV'olkswngen já 
está ppnrnando n [est 
(IA l 'rterto do novo 
mo;elo da empresa o 
1::U o Gol-. (li!•• ,;( ,, 
tot!tento fabte.do na 
un! iade Iadu ttal d 
(~nltll'!TTl. no Munloplo 
de T'aubaté. Com ee 
modelo, a fbrica epe­ 
ra obter êxito em toda 
a década 4o 0 A festa 
ô" hwç·:mento et.Ul 
marvad para o dia ó 
de :nulo, em 'Tubaté, 
C(•lJ .t prl t·:1<):l elo Pre 
r,irl• 11h l )f'll.-i, d.11.l. Alón1 
do lançumento do novo 
carro, a Volk Inaugura 
ri'.a. OÍ!CHilWC llll', GULI fú­ 
brkt: m construída às 
mugens da Vi Dutra 
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tendo o mnJg 11boolulo 
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tunti· IJUP u::1 fatos. Familiarizado com oe 
<1rnm•1fl do!l dllltúrblos dr. ID(JDte, conhecia 
multo11 dor; l'feit'lB físico do peasameato 
nrgatlvo. 
É mente que crs ou vlabfl'za o 
ato o url'O ou o ucuto. O fato ó conse• 
quenci, é resultnnte de forças ninda mul 
to pouco conhecJjas no Ocidente e só 
n~orn timidamente entrevistas, com mã 
vo11tn.de embora, pela chamada clencla 
oficial. 
Quo 11 humanidade, apesar de pro 
palndo desenvolvimento da clenola, é 
profundamente Infeliz, em c,xtensllo tonto 
maior quanto mais complexa e torna a vi• 
da, não se pode Ignorar ou negar. Quais as 
causa6 dessa tragl>dla humana? Polflloae 
sociais, econorolcas, administrativas? Fa 
tores de natureza local no mundo podem 
oc11r,lonar, manter e agravar tanto oofrl· 
meato? Talvez nunca tantos tenham sofri 
do tanto, em toda parte, sem compreen• 
der as causas ti até com tanta deseepe­ 
runçn. Os fatores mediatos podem ser de 
ordem polltlca, soP.lal e AConomlca. Nlío 
bastam, porem, para explicar os iafeltos 
doloroso1:1, os padeclmeatos lndlvldu11ta 
ou coletivos. Esses fatores tem cauea. 
maior, ainda nllo dectada pela ctenoll a 
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400, 00 (de milhões, 
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oito mil, q1rntroccntotl 
cruzeiros), a Secretarl 
de Derenvolvlmonlo So­ 
clnl IIberou 3% parcela 
resultante do convOnlo 
firmado Pntre Pste Ór:.?ÜO 
IMadual o FUNABEM, 
que dará continutdado a 
agillzuç1io do Profeto 
Kuru mi. 
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dos terão como bonofl­ 
clãrlas, a Prefeitura de 
Campo Orande o o. Sele­ 
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e Humanltfirta. 
A Prefeitura Munlcl­ 
pul de Campo G7Unrlo 
receber um total da 
CrS 358. 400, 00 (trezen­ 
tos e cinquenta e oito 
mB, quatrocentos cruzel­ 
ros), sendo CrS 115. 6ü0.00 
(cento e quinze mil, uels­ 
centos cruzelroti) desti­ 
nados 110 Bairro Santa 
Ft e 242. 800, 00 (duzen­ 
tos e quarenta e dois mil 
oitocentos cruzeiros) á 
Vlla N1.1.sser, beneficiando 
como estabelece o Proje­ 
to a um total de a proxJrna­ 
damente dois mil meno. 
res. através de progra­ 
mas ocupaclonn!s, profis­ 
slonaliZRntes e ereche. 
A quantia de CrS 10. 
320. 000. 00 (dez milhões. 
trezentos e vinte mil 
cruzeirosl, ser entregue 
á. Seleta Snclerlade Carl• 
tativa e Humanitária. e 
tem como finalidade dar 
eont!nuldade a constru­ 
ção do complexo, que 
dará assistência ao me­ 
nor carente de Campo 
Grande e comprar mate­ 
rial permanente para o 
memo. 
Á SSCH utillzarã CrS 
6. !'iOO. 000, 00 (sei;; mi­ 
lhões. quinhentos mil 
cruzeiros), para dar pros­ 
segulmento á.s obras e 
os reGtantes CrS ... 3. 820. 
000'00 (três milhões, oi· 
toeentos e vinte mil cru­ 
zeiros), serão usados pa­ 
ra a compra de material 
necessário para o func1o­ 
namento ·_ do complex-o. 
Restaurante 
• 
- 
Visite 
Espe€ialiâadás: 
da Casa 
Vis.ta 
Cassino 
Categoria 
o Restaurante 
Paraguay 
lnternaeioeal 
Musica - Ambie:nte - s.ervic;o 
CISSÍIO 
-- 
a La Carte 
Parauy 
r>armegiana e Frango à Moda

IEDID 
Por Nancy 
Iler{a a er 
rlreszecliy 
la Cor 
fCasla 
'.'i ASOIMEN'l'O; 	Barreto. 
Uo p.bens o casa! de "papnls 15/3/15 anos elo. Jourlaslma Vanlnh11. 
coruj1111" Ivo ,. Orey, pela vinda do No clubo Puroqulnl ucontocou n rcunUo 
baby quo recL ·u o nome de Fernando. dos umigos ,p! comemorarem. 
NATS: 
DIs 2 pp tz 1" .ninho o garotlio 
J o.' lo. Seus pus Helto e Sulete para 
oomomornr 11 duln l'Ounlrnm muitos um! 
pinhos de Joséllo para cantarem o 'pnra 
bens a voco" Foi uma festinha divertd 
para a petlzadu. 
2I/3/I6 primaveras da jovem Magda 
CEHIMÔNIAS DA 8EMANA SANTA 
3 I, santa: I9 h. Ineerranento da 
onmpanha du Fr1.1ternld11de oonfiesões. 
51. Santo 10 hs. Carlmonla do 
Lnvu-pés crtanQnB 
19 hs. Ultlma Cela Ls.va-péa o mie 
81, 
21 hs, Vlgllta. 
17 
VI7O?IA 
ME TESE 3 
Durante a vigllla o Padre estará 
a tendendo Clonfü;sões. 
6ª t. Santa: Viu Sacro. 7;30 crlnr:ças 
8:SO mulhore11, 9:30 homonu conflasões 
durante u vla nacrn. 
19 bs: Paixão do Cristo e ProclYsúo 
de Cristo morto. 
Sàhado 21 hs. missa de Aleluia. 
Domingo da reasurref.;úo. Matriz 
missa às 7 hs. e 19 hs. Cupelu Esp. San 
to-mlesa 17:30 hs. 
SAMBA: 
Me 2 
Jogo: Sessenta !! x Amarica (Campo avante NIvaldo perde boa oportunidade, 
Grande) 3 	e o time americano mostra que será 	2
2 TEMPO 
Local: Estõ.Jto Oclávlo Footourn uma parada indigesto. Mae é o Sessenta 
que marca atravi-s de um gol contra, O Sessenta entra com Toledo, 
Data: 30/
3
/80 	mareado pelo lateral Arsenlo. Mlklmb11 no lugar de Ramão, e Nado, no de Na­ 
Juiz: Sartú. ruxlllares: Ulisses e Fer- dà um balão na área, etinho vai com des, o jogo melhorou. E oeste 2o tempo, 
mino 	fé, e n confuso Arsenlo manda para o a polca dominou. Rodopiando e jogando 
Renda: Nfio foi fornecida. fundo 1as rôde de Ortega. É o delírio. A 11 base de toques rápldol:l e com Toledo 
1° Tempo: Amarica 2xl. Gols de torolda do tradicional vibra e torce. Mas pedindo lloenca aos 11taeaotea do Ameri­ 
Arsenio (contra) aos 5 m; Nivaldo, aos 
I 
o Amerlco, multo bem postado em oam- ca, Nado segurando o melo campo, o 
.16 m e T<,olnho, nos S6. 	po, com o maestro Cezar, um baita ne- Sessenta cresceu. O lime do samba mu- 
:!2 Tempo; Betioho, de penalti, aos 7 gão àe quase dois metros de allura, im- dou melo mundo, mas n~o perdeu o rlt- 
m e lrlneu, uos S7 m. 	punha o respeito à bola e à plateia e mo. Apeons segurando, e mudando o es- 
QTT D •os· SESSENTA· V d comundava o espetáculo. Gradattva_mente tUo, pois a rapaziada do _tradicional já 
AI 
nvAEd' . ld. z ' R ·" (T ª
1 
odru): o tlme americano impuaha o seu Jogo e nlío entrava naquela da hoha burra. Aos 
emao, va 
0
, eca e .amao o e 
O 
ditava as regras. 	17 m, Jorge invade a área e poderia 
Nades (Nado), Miki~ba 1, ~Jouo Cario&, Explorando IGRlTÓ pela direita, marcar, mas é "sapateado" e o Sartú, 
Jorge Xlpa,. BetJnho e Hermes (Laucldlo) que venclu todas com Ramilo, o Ameri· que não dorme de touca, ma:ca o pênal- 
AMERICA: Ortega (Eduardo). Arsenlo ca mostrava ser um tlme competitivo e ti. Betinho, trãnquilo, olha o céu azul, 
IRlrnuHo), Luiz Mario, _'Cezar e Genileon com muito conjunto, Passando rápido os passarinhos voando, e multo romaoti- 
- {,Josué); Jorge e Toolaho; Kiritó (Alcldes), da defesa para o ataque, explorando as co dá um toque sutíl e a galera vibra. 
Nata (Marçul), Nivuldo i. Reoe (Irineu). pontas e &proveilaodo a rapiddez e a Sessenta 2 x America 2. Era o sufoco. 
. • 	lnteligêncta de Nlvaldo, e tlme do sambl:l Ai a partida passou a ser equilibrada 
O.:JOGO 	la impondo a cadência. Na defesa o m11s sempre dando a impre1,são que ~ 
O pov!lo estava em festa, as ban. pessoal jogava duro mas não desleal, e time do samba iria dar uma' de ."zé ma­ 
eiras tremulando, tremulando, e a ,:ix- U!ava muito bem a tática do impedlmen né". E deu. Estragou a festa, aos 37, 
peotatlva do jogo entre o América e o to, a famosa ''linha burra" e o tradlcio quando lrlneu, manda o Ve.dora buscar 
Sessenta era grande. O time de Arcllel nal oofria. Aos 16 minutos, numa trama a menina de couro lá no canto dos tres 
Lageano estava preparado para enfrentar pela direit:. Kiritó, mostra um passo paus. Era S x 2e uma brilhante vitória 
aguerrida e coes equipe do America. (para nós desconhecido), a furiosa do do Amflrlca. Vitória indiscutlv11l e justa. 
O estádio Octàvio Fontoura estava p&r- America toca um sambão do Martinho e Foi um belo espetáculo. No time do 
cialmeote .tomado, e embalado ao ritmo Nivalrlo, gingando, escolhe uu caoto e samba destl!camos Luiz 1Iario Cezar 
do amba quente da torcida amGricana. Vadoru não _vê, mas nós, vimo&, a me- Toninho, Kirltó, Nivaldo, Jorge :e Alei: 
. torcida alegre, descontraida e vib1ante nina fui mouer lá no fundo do barbante. des. No Sesi,enta, o menino de ouro ZBC 
do America, surpreendia os belavfsteoaes, Era 2x1. Houve uma quebra de ritmo, (Excelente), Edvaldo, João Carlos, Mikim­ 
e a sun escola de samba (uma verdada!- por alguns instantes, mas a torcid_a, dos ba (um gigante). ffermes. Toledo e Jor. e 
ra escola) prop0rcionava o ritmo do ba- dois times, Impulsionou. A polca eontra (multo esforç.ado e oportunista). Res1a 
lanço e de giga. Esse time não pode o samba. E o partit.io mela alto falou dizer que logo no final da partida 
0 
parar, o Ami:l'ica vai bo~or prn quebrar... bonito. Aos 36 minutos, o excelente To Sessenta perdeu o gol de empate at~a­ 
e foi nesta ritmo, neE:te balanço, dosam- ninho, pensa que a bola éeua vai dl- vé& de·Xlpa. quando João Carlos fez de 
lla, da gioga, dn rnulíole, que o tlme biando chega lá no pedaço, onde o Ze. tudo, só faltou o gol. Mas valeu . 
0 
es- 
campograndense eott·ou; l!m campo. ca estava barbarinndo e oonRegue as petáculo. 
ÔBA 
ÔBA 	s<>vlar o "Chega Mais" e a redonda vai 
, •• descansar nu cidadela de Vadora (que 
Logo no iníeio da partida. mais estn va invoclldo). O prl.ntiro tempo 
precisamente aos 5 minutos, .o centro termina com 2x1. 
As 20,80 horas 
quinta-feira, dia 27, 
salão Nobre do P, 
Munlclpa 1, numa pro 
g0o conjunta do Dp4 
tameoto Estndual e 
Cultura dn Secrcturln d 
Deseovolvlmonto Soei 
de Mato Grosso do s 
e Secretaria de Tunsma, 
da Prefeitura de Camup 
Grande, foi aberta a Ex 
posição Retrospectha 
de Iga es Corrên ~• 
Costa. 
A abertura conte 
com a presença do Se 
cretârio d':l DeseavolT( 
meato So::lal. que fnto~ 
na ocsslüo dos mérlto1 
da renomada artlst 
plstica que é Ignes 
da hnportO.ncla pura 
formação cultural do po 
vo sul mato-grossens, 
de eventos como nque 
le, citando ainda, o lote 
rese do Governo d 
Estado. em cada ve-, 
mais, ampliar sua ação 
cultural. 
A Exposição, real 
mente digna de nota 
pela qualidade e harmo 
nla dos trabalhos apre 
sentados, pern::aneoer! 
aberta até o dia 04 de 
abril. 
Oração ao 
Divino Espíri 
to Santo 
Espírito Santo você qu 
me cseLue.:e tudo qu~ ilalll 
na todos os cDminbos pa1'11 Q1l 
cu atinjn o meu ideal, você 
me- dá o dom divino de per 
doar e eaquccer o mal que 
fazem; e que todos 0r 1D 
tantes de minha vida tscl '!' 
migo, eu quero n .:sto curto dii 
logo. ngrndceer-lhc por 1ado 
confirmnr ma.is uma vez, 
eu nunca quero me ep 
de você por mnior qur ,eji 
luso material no erí o r 
nin::o da vnntade que· sint 
de um dia est:nr eomz oc 
odos os meus írmi101 na &1
6 
Perpétua. Obrigada mas 
vez (a pessoa deverá farer 
ora'o 3 dis seguidos e 
fazer o pedido. Dentro de 
dias será alcnnçula a ,ri 
por mais difícil que ej) F 
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