Ano IX NI89 Quarta-Felr ...... 4 TEI 02/0-t/80 Bela Vhrln LUÇIO DE 1 Nesta clnln convidado a folar vos • nlgo sobro a dutn que hoje transcorr $8se fim como demonstraram OP Inquéritos ou seja mnls um universúrlo da Revon. {e se realizaram após a Revolução de o de 31 d M d 1964. 31 de _Murço, sem _sombra de dúvida. çl e 1 urço • 1e u , procurarei Era 11 11çiln do Punido Comuniua Drueilei- cumprir na medida dns minhas posses o ro, núcleo dominante do todas a declsõe, honroso rncnrgo que recebi. mas o 4omploxo subversivo, abrangia Toda revolução impõe que um dia grande numero de organizações, englo­ oomeçmos u desesperar do presento e bando as "Ligas Camponesns do Jullo, tomamos a decidida resoluçfio do desviar a "Açllo Popular•· e os "Grupos dos On­ nos dele, dti rPjeltó lo dese.nganadamente. ze" de 'Leonel Brfzola que malfadndn- Hà, porem, s pretensus revoluções mente se encontra novamente no Brasil e 11 s r f v o I uções a u te n t i- 1'odos esses integrantes da dfnâml cas. Se ns primeira,. rep1·eseotum simples, oa comunlzuote eram peças de um ma• mente uma rupturu e u Ifo,tóriu teC'.I de- qulnlsmo,. mampulado habilmente segun­ monstrt1 do quo frequentemente elus são o do técnlrn apurada o eficiente que apela prelúdio_ de mudanças para pior, só as parp. tod9s os reou!'sos, deslle a eorrup­ revoluçoes verdadeiras conoillnm '.a ruplu- ção oté a lntlmldaçlio, Jntimaç!io e o te­ ra com o passado e u consciência de ror. que os movlmrntos pollllcos devem desti- Demandaria hc:,ras a fio para dizer uar se ao serviço do homem, corpo e vos todo emaranhado de ações que de­ ulma, e não trnnsformâ lo ~m tieu dooll mandavam conduzir o Brasil a transfor· Instrumento mt~nlpulnndo o como coisa vil. mar-r,e num s11téllte de Moscou. Mas a rupturn dus autênticos !'l'VO· João Goulart estava enredado e luções não é com o pasgudo tomado glo· emaranhado em estranhos comprumlsoe. balmente, mas com aquilo que nele deve A l3 delmarço por sugestão do " "%3"",%% %%...%%%%. e. Rc,is. @iiivis ss &ri@si ã» de antes de 1964 é, a esrn propósito, Brusll e tambe , depois de ali compare. muito elucidativo NPRse sentido pode se c-er e falar. o • residente Mmpareu a u- ma assembléla de cerca de dol6 mil sar dizer que u Revolução de Março nasceu gentos no Au móvel Club. do desespero em· que ª· situaçllo do País • Depois ilsto vieram então dias de lunçara a consciência nacional e que ela cisivos para emocracla. A r~ação aesen como verdadeira revoluçilo, !iigulficou a cade&da co tra o lmperlo da subver­ ruptura c-om a sltu;..çüo então existente. são e dn de rdem. dominante no Brasil 'Crise de novembro de 1955? A cha- pa Kubitschek João Goulart vinha aureo• demom;trou ue grandes reservas mo­ l rais jaziam, " latentes e inconformados, ada pelus estranhas alianças que l.sso- no selo da r·: pulação e, em particular, clavam getullstas, comunietas e velhos no O.mbltó d forças armadas. Desper­ pollUoos, trazendo o 1. e secretários, converteu-se nm silencio- 1964 erg visivel span- ou!sta e s, e desarrumado ambienate. Governo João G.u!att; ex1tua troar±ti! A ffepúblfoa SlndleaiUsta periera Concepço, orist..ç2o s±stemutizudu e sua última oportunidade. condução perseverante e clandestina com O Governo Revolucionarlo, de inf elo entregue aos três Ministros Militares como Supremo Comando encoulrou o Pais em verdadeiro 0110s. As forças armadas aesumlrnm virtualmente, a responsabllidnde da dlr ... çilo nacional e prometiam apuração cabal de culpablidsde dos lmpllcudos oa subversão e na corrupção. Dias mais tarde ou seja a 11 de abril de 1964, o marechal Humberto de A [encar Castelo Branco, eleito PrE-nldente da República recebia o !' pesaafi:;11lmu encargo de retite.belccer a order::: em todos os setores da vida nacional que um regime lrresponsavel abalara brutal• mente. Remontemos, agora ao passado, sintese! Bm:1quemoA os grande@ e nobres exemplos, nas lutas, cruentas ou oüo, pe ln defesa do Brasll e de seus bens cul­ turRls e materiais. AI sempr~ estiveram presentes as forças terrestres, como ex­ pressão legitima do noe!.lo po7o. Em mais de quatro séculos. elas hoje sublimadas no Exercito Brasileiro, revelaram o mesmo valor e lncompara vel constância, nu conaulsta e na manu­ tenção dos grandes abfet1vo11 da Pátria, sob a égide dos Valores Espirituais e Morais da Naclonalldada, tradlclonalmen te crlslã portanto JneompaHvel com as Ideologias comunl1.merolnl • Aprário execuçde lnve111l1rio, • Dh6rrlo, • 1•on1ruloo 'T'rhlhlta LocuçõeM. Huna 7 de setembro, 411 Cuixn l'oscal • 91 Ponc.n Porü l1S 1 Dr. Marcus Guimnrãei; Advogado OAB/HS - 4702 - OAB/MT - Cl'F. olo.120.700-00 Rua Pundló Cc1lógerns, 301 - Fone 1563 Aqutduana E CIRNIÇÍO E K Dentistas DR. LTOINDO ASHIS GODOY CIRURGLO DENTISTA €#0-M$ @53 O lil1ólllnr eonhoclmento danei fa­ to3--reencarnação e Karma---é da maior importanei para os esplritualistas, assim como a coe!nela ml xata do resul- • tutlt> llnR op1•ruçõe1, ruentols. s Karl Menir, famoso pslq11!1ltra u firma que a Imalnçlo é mais lmpor­ tunti· IJUP u::1 fatos. Familiarizado com oe <1rnm•1fl do!l dllltúrblos dr. ID(JDte, conhecia multo11 dor; l'feit'lB físico do peasameato nrgatlvo. É mente que crs ou vlabfl'za o ato o url'O ou o ucuto. O fato ó conse• quenci, é resultnnte de forças ninda mul to pouco conhecJjas no Ocidente e só n~orn timidamente entrevistas, com mã vo11tn.de embora, pela chamada clencla oficial. Quo 11 humanidade, apesar de pro palndo desenvolvimento da clenola, é profundamente Infeliz, em c,xtensllo tonto maior quanto mais complexa e torna a vi• da, não se pode Ignorar ou negar. Quais as causa6 dessa tragl>dla humana? Polflloae sociais, econorolcas, administrativas? Fa tores de natureza local no mundo podem oc11r,lonar, manter e agravar tanto oofrl· meato? Talvez nunca tantos tenham sofri do tanto, em toda parte, sem compreen• der as causas ti até com tanta deseepe­ runçn. Os fatores mediatos podem ser de ordem polltlca, soP.lal e AConomlca. Nlío bastam, porem, para explicar os iafeltos doloroso1:1, os padeclmeatos lndlvldu11ta ou coletivos. Esses fatores tem cauea. maior, ainda nllo dectada pela ctenoll a Comulc6rio, R. lllorecbal Mnllet, 742 . Fane 1.338 Rcsídeoero: R. lllnrecbnl lJnllet. 748. l~ue l!).11 Aquldaunnu ·Mato Grosso do Sul Dr. Laucldlo Vnldez de Barros Ci.rurglllo DentJstn ORO • 557 • Clloico de crinnçns e Adultos ntcnde-ec com hora marcada Av. Duque de Cnxine, 508 - Jttrd!m MS PEDIATRIA Dr Serg_io B. Pellegríno CRM 3'11.l PSIQUIATRIA Ora. Solange. A. PeUegrioo €3. 3a38 Doença dos Nervos Rua "M.areoh11l M.allet, 567 - Fane E522 Resldêoola: fone 2107 Aquida.U8M MS 't!1lt .. !!_ .. tal, acomoda, evada m"""· ' pada pelas próprias limituç0 d rros do pre en Erros do pasado.,',cnum 0s te-basluam.ontc eum, ta<1uludo, i .; lrill,1, , conflitos o atritos de hoj 'tenda m f < {O (}UH Et' "" ~ , ' cad .. Ja de sofrmenl bem n .. - «cteããe ho4tera. Ca!"";de ,tíJ'· n1 ;- i • cnusa, esta com "N,";', eorrente terno voe e assllli, om orr ve a foro. o coectmento dae tis ,Ç,""{' 1strameio e«enclg! do ""??ntus. 00 e Indlspensavel a08 ",, isso mes pregadores e reformaaores. r or i. livro mo "'esei·amos recomandar um • , t I Giz pou- ex e e l e n t e,- e u j o t I u o ' co, mns cujo texto revela d&mnls, bOb;e ne' uestõee cármlcao o n i·eencarnaç o i.se de Muitas Mordns", de, Gtna Cermra, Edlçao Penssento. rua 'V9P% Jhelro Furtailo, 648. 8. Paulo. O estu!o dos arquivos de Edgar Cayce constitui ram a motlvaçfio do6 largos voôs _de ,,o tudos e ensinamentos da. autora, de forma ção universitária e vasta cultura. Os estudiosos esplrltualfsta:i preci eam eonheoer e divulgar esse livro, por oportuno, excel13nte faclnante nti-. J. Arimathéa .Mourão V.O. óeF. 7reco das? exemplar Moderno Laboratório Ótico a de sua v1sao RUA: Bnrllo Rio Branco, 1228 - FONE 624-6041 Campo Grande - Mato Grosso do Sul ) P. Muterlul Elétrico Tudc, para construção Cimento·- Cal - Telhas Brssiffl - Tubos e Conecções Jardim - MS A v. Duque de Caxias, 269 (t'm fronte a Prefeitura Municipal) Ferragena - Tintas Bela Vista - MS Av. Teodoro Sativa, S/tl (Mm Frente •.. 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H78. 400, 00 (de milhões, efscentos e etonta 0 oito mil, q1rntroccntotl cruzeiros), a Secretarl de Derenvolvlmonlo So­ clnl IIberou 3% parcela resultante do convOnlo firmado Pntre Pste Ór:.?ÜO IMadual o FUNABEM, que dará continutdado a agillzuç1io do Profeto Kuru mi. 011 recursos llbol'll· dos terão como bonofl­ clãrlas, a Prefeitura de Campo Orande o o. Sele­ ta Socleda.de Curltatlva e Humanltfirta. A Prefeitura Munlcl­ pul de Campo G7Unrlo receber um total da CrS 358. 400, 00 (trezen­ tos e cinquenta e oito mB, quatrocentos cruzel­ ros), sendo CrS 115. 6ü0.00 (cento e quinze mil, uels­ centos cruzelroti) desti­ nados 110 Bairro Santa Ft e 242. 800, 00 (duzen­ tos e quarenta e dois mil oitocentos cruzeiros) á Vlla N1.1.sser, beneficiando como estabelece o Proje­ to a um total de a proxJrna­ damente dois mil meno. res. através de progra­ mas ocupaclonn!s, profis­ slonaliZRntes e ereche. A quantia de CrS 10. 320. 000. 00 (dez milhões. trezentos e vinte mil cruzeirosl, ser entregue á. Seleta Snclerlade Carl• tativa e Humanitária. e tem como finalidade dar eont!nuldade a constru­ ção do complexo, que dará assistência ao me­ nor carente de Campo Grande e comprar mate­ rial permanente para o memo. Á SSCH utillzarã CrS 6. !'iOO. 000, 00 (sei;; mi­ lhões. quinhentos mil cruzeiros), para dar pros­ segulmento á.s obras e os reGtantes CrS ... 3. 820. 000'00 (três milhões, oi· toeentos e vinte mil cru­ zeiros), serão usados pa­ ra a compra de material necessário para o func1o­ namento ·_ do complex-o. Restaurante • - Visite Espe€ialiâadás: da Casa Vis.ta Cassino Categoria o Restaurante Paraguay lnternaeioeal Musica - Ambie:nte - s.ervic;o CISSÍIO -- a La Carte Parauy r>armegiana e Frango à Moda IEDID Por Nancy Iler{a a er rlreszecliy la Cor fCasla '.'i ASOIMEN'l'O; Barreto. Uo p.bens o casa! de "papnls 15/3/15 anos elo. Jourlaslma Vanlnh11. coruj1111" Ivo ,. Orey, pela vinda do No clubo Puroqulnl ucontocou n rcunUo baby quo recL ·u o nome de Fernando. dos umigos ,p! comemorarem. NATS: DIs 2 pp tz 1" .ninho o garotlio J o.' lo. Seus pus Helto e Sulete para oomomornr 11 duln l'Ounlrnm muitos um! pinhos de Joséllo para cantarem o 'pnra bens a voco" Foi uma festinha divertd para a petlzadu. 2I/3/I6 primaveras da jovem Magda CEHIMÔNIAS DA 8EMANA SANTA 3 I, santa: I9 h. Ineerranento da onmpanha du Fr1.1ternld11de oonfiesões. 51. Santo 10 hs. Carlmonla do Lnvu-pés crtanQnB 19 hs. Ultlma Cela Ls.va-péa o mie 81, 21 hs, Vlgllta. 17 VI7O?IA ME TESE 3 Durante a vigllla o Padre estará a tendendo Clonfü;sões. 6ª t. Santa: Viu Sacro. 7;30 crlnr:ças 8:SO mulhore11, 9:30 homonu conflasões durante u vla nacrn. 19 bs: Paixão do Cristo e ProclYsúo de Cristo morto. Sàhado 21 hs. missa de Aleluia. Domingo da reasurref.;úo. Matriz missa às 7 hs. e 19 hs. Cupelu Esp. San to-mlesa 17:30 hs. SAMBA: Me 2 Jogo: Sessenta !! x Amarica (Campo avante NIvaldo perde boa oportunidade, Grande) 3 e o time americano mostra que será 2 2 TEMPO Local: Estõ.Jto Oclávlo Footourn uma parada indigesto. Mae é o Sessenta que marca atravi-s de um gol contra, O Sessenta entra com Toledo, Data: 30/ 3 /80 mareado pelo lateral Arsenlo. Mlklmb11 no lugar de Ramão, e Nado, no de Na­ Juiz: Sartú. ruxlllares: Ulisses e Fer- dà um balão na área, etinho vai com des, o jogo melhorou. E oeste 2o tempo, mino fé, e n confuso Arsenlo manda para o a polca dominou. Rodopiando e jogando Renda: Nfio foi fornecida. fundo 1as rôde de Ortega. É o delírio. A 11 base de toques rápldol:l e com Toledo 1° Tempo: Amarica 2xl. Gols de torolda do tradicional vibra e torce. Mas pedindo lloenca aos 11taeaotea do Ameri­ Arsenio (contra) aos 5 m; Nivaldo, aos I o Amerlco, multo bem postado em oam- ca, Nado segurando o melo campo, o .16 m e T<,olnho, nos S6. po, com o maestro Cezar, um baita ne- Sessenta cresceu. O lime do samba mu- :!2 Tempo; Betioho, de penalti, aos 7 gão àe quase dois metros de allura, im- dou melo mundo, mas n~o perdeu o rlt- m e lrlneu, uos S7 m. punha o respeito à bola e à plateia e mo. Apeons segurando, e mudando o es- QTT D •os· SESSENTA· V d comundava o espetáculo. Gradattva_mente tUo, pois a rapaziada do _tradicional já AI nvAEd' . ld. z ' R ·" (T ª 1 odru): o tlme americano impuaha o seu Jogo e nlío entrava naquela da hoha burra. Aos emao, va 0 , eca e .amao o e O ditava as regras. 17 m, Jorge invade a área e poderia Nades (Nado), Miki~ba 1, ~Jouo Cario&, Explorando IGRlTÓ pela direita, marcar, mas é "sapateado" e o Sartú, Jorge Xlpa,. BetJnho e Hermes (Laucldlo) que venclu todas com Ramilo, o Ameri· que não dorme de touca, ma:ca o pênal- AMERICA: Ortega (Eduardo). Arsenlo ca mostrava ser um tlme competitivo e ti. Betinho, trãnquilo, olha o céu azul, IRlrnuHo), Luiz Mario, _'Cezar e Genileon com muito conjunto, Passando rápido os passarinhos voando, e multo romaoti- - {,Josué); Jorge e Toolaho; Kiritó (Alcldes), da defesa para o ataque, explorando as co dá um toque sutíl e a galera vibra. Nata (Marçul), Nivuldo i. Reoe (Irineu). pontas e &proveilaodo a rapiddez e a Sessenta 2 x America 2. Era o sufoco. . • lnteligêncta de Nlvaldo, e tlme do sambl:l Ai a partida passou a ser equilibrada O.:JOGO la impondo a cadência. Na defesa o m11s sempre dando a impre1,são que ~ O pov!lo estava em festa, as ban. pessoal jogava duro mas não desleal, e time do samba iria dar uma' de ."zé ma­ eiras tremulando, tremulando, e a ,:ix- U!ava muito bem a tática do impedlmen né". E deu. Estragou a festa, aos 37, peotatlva do jogo entre o América e o to, a famosa ''linha burra" e o tradlcio quando lrlneu, manda o Ve.dora buscar Sessenta era grande. O time de Arcllel nal oofria. Aos 16 minutos, numa trama a menina de couro lá no canto dos tres Lageano estava preparado para enfrentar pela direit:. Kiritó, mostra um passo paus. Era S x 2e uma brilhante vitória aguerrida e coes equipe do America. (para nós desconhecido), a furiosa do do Amflrlca. Vitória indiscutlv11l e justa. O estádio Octàvio Fontoura estava p&r- America toca um sambão do Martinho e Foi um belo espetáculo. No time do cialmeote .tomado, e embalado ao ritmo Nivalrlo, gingando, escolhe uu caoto e samba destl!camos Luiz 1Iario Cezar do amba quente da torcida amGricana. Vadoru não _vê, mas nós, vimo&, a me- Toninho, Kirltó, Nivaldo, Jorge :e Alei: . torcida alegre, descontraida e vib1ante nina fui mouer lá no fundo do barbante. des. No Sesi,enta, o menino de ouro ZBC do America, surpreendia os belavfsteoaes, Era 2x1. Houve uma quebra de ritmo, (Excelente), Edvaldo, João Carlos, Mikim­ e a sun escola de samba (uma verdada!- por alguns instantes, mas a torcid_a, dos ba (um gigante). ffermes. Toledo e Jor. e ra escola) prop0rcionava o ritmo do ba- dois times, Impulsionou. A polca eontra (multo esforç.ado e oportunista). Res1a lanço e de giga. Esse time não pode o samba. E o partit.io mela alto falou dizer que logo no final da partida 0 parar, o Ami:l'ica vai bo~or prn quebrar... bonito. Aos 36 minutos, o excelente To Sessenta perdeu o gol de empate at~a­ e foi nesta ritmo, neE:te balanço, dosam- ninho, pensa que a bola éeua vai dl- vé& de·Xlpa. quando João Carlos fez de lla, da gioga, dn rnulíole, que o tlme biando chega lá no pedaço, onde o Ze. tudo, só faltou o gol. Mas valeu . 0 es- campograndense eott·ou; l!m campo. ca estava barbarinndo e oonRegue as petáculo. ÔBA ÔBA s<>vlar o "Chega Mais" e a redonda vai , •• descansar nu cidadela de Vadora (que Logo no iníeio da partida. mais estn va invoclldo). O prl.ntiro tempo precisamente aos 5 minutos, .o centro termina com 2x1. As 20,80 horas quinta-feira, dia 27, salão Nobre do P, Munlclpa 1, numa pro g0o conjunta do Dp4 tameoto Estndual e Cultura dn Secrcturln d Deseovolvlmonto Soei de Mato Grosso do s e Secretaria de Tunsma, da Prefeitura de Camup Grande, foi aberta a Ex posição Retrospectha de Iga es Corrên ~• Costa. A abertura conte com a presença do Se cretârio d':l DeseavolT( meato So::lal. que fnto~ na ocsslüo dos mérlto1 da renomada artlst plstica que é Ignes da hnportO.ncla pura formação cultural do po vo sul mato-grossens, de eventos como nque le, citando ainda, o lote rese do Governo d Estado. em cada ve-, mais, ampliar sua ação cultural. A Exposição, real mente digna de nota pela qualidade e harmo nla dos trabalhos apre sentados, pern::aneoer! aberta até o dia 04 de abril. Oração ao Divino Espíri to Santo Espírito Santo você qu me cseLue.:e tudo qu~ ilalll na todos os cDminbos pa1'11 Q1l cu atinjn o meu ideal, você me- dá o dom divino de per doar e eaquccer o mal que fazem; e que todos 0r 1D tantes de minha vida tscl '!' migo, eu quero n .:sto curto dii logo. ngrndceer-lhc por 1ado confirmnr ma.is uma vez, eu nunca quero me ep de você por mnior qur ,eji luso material no erí o r nin::o da vnntade que· sint de um dia est:nr eomz oc odos os meus írmi101 na &1 6 Perpétua. Obrigada mas vez (a pessoa deverá farer ora'o 3 dis seguidos e fazer o pedido. Dentro de dias será alcnnçula a ,ri por mais difícil que ej) F blicar arsim que rerebe graça. ,O.A. L. ffln O BANCO QUE CON·H,ECE A NOSSA TERRA O Financial está apta a resolver os sous problemas, converse com o Gerente . No Financial fuilõ é llesollliia na Hor.a. Tome uma atituds inteligente abra uma conta no FINANCIAL oco Fi erg"-r CD