ftodatot: Chtfe lvnldo Pereira 
----. 
. 
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TE -~-----.::=:.____;:.::=:::::..._-=- 
Ano JX 
O <'Pporte nmador cm 
Bela V!&tu pl'lnclpalmeoto o 
futebol, apreRentou um crt>A· 
• cimento vnUgínosn n'J!:l ulll 
mos tempos grn:,lufl o. lr.!clu 
tiva pl'lvad». A <füetoda du. 
Liga Esporth·n BelavistenRE' 
e dos clubes filiados, esto 
trabulhando com dedlcncão 
vhmndo det!envolver nnda 
mulfl o tRporte brelfio. Ne1-t1• 
sentido. todofl os domingos 
sllo reHllzadaA pllr!idas no 
EEtàctlo Municfpul. º" VPz:>R 
cotlJ tiquipes rl,~ outro~ muni 
clplos e org•rn!znn,10 promo­ 
ções com n flnn!idarlo do 
angarir recursos. O cspte 
arníldor <'m Bl'l>i Vista pn•cl 
sa de um n~xíllo rlo 
I 
Gover. 
no do c!ltaúo. muis pr, ci.sa 
mentt:> rlrt Srcretaria ól' Re 
·cur:,os Humnnof>, cnjC' secre 
tàrio Dr. Rubro$ Nunrs rhi 
Cunba em olversas opnrtunl 
dades wostr0u lntPresEe DPlo 
as8unto. Contamos com o Dr 
Rubeos Nune-i chi C'unh~ no 
sentido de auxiliar Liga 
fü.portiva Reli. v istens,·, p·, ri! 
u !mp!ln,taçào de um nlam 
brado no Estádio Muolripal 
e ampliação dus tirquib•int.:u 
das. 
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jJ, , . ., 
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a28 
%e s.o. 
Um clube belavlstense, o Nautico, 
, irá participar do campeonato Amador 
Est&dual, e receberemos a visita de 
equipes dos outrN, munic!pios, aqui se 
realizam parttdus internacionais, partici· 
paru do nosso campeoato clubes ds 
cidades de Cll.racol e Antonio João. en­ 
fim, o nossa potencial jú merece • uma 
melhor assistência por parte do Governo. 
Alem do futebol pratica-se em 
Bela Vista o voleibol, futsall, natação 
[não temos ph,cines, ni1damos· no Apa),' 
-·--------------- 
ingresso do Fa­ 
ker no PMDB 
basquetebol, enfim, aqui a juventude 
gosta e pratica , esportes, não temos é 
condições ( quadras, campos e piscinas). 
Com 11 pal!!.vra o Governo. 
Drª Nelson Derzi 
CRàÍ 23-882 .: CPF 4L98.88.33.7.87. 
Especializudo em CLIN!CA MÉDICA na Snnta 
Oaea do tUo de Janeiro e CIRURGIA GERAL 
no Ho~pltal da Companhia Siderúrgies Nacio­ 
nal de volta Redonda. 
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões 
CIRORGIA de: Varizes, Tiroide, Viiicula, 
Ulcera~ de Estômogo e Duoder.lb, Ginecol6~ua 
Iléroias Abdominais e Tralamente de Vn.ri::es 
CIilca Sta. Cecilla Rua 7 de Setembro 175 
Foue~; d.31-1924 e 431-2396 
Residência Uua Antoiiio Joãe '798 - lo. Andar 
Fone - 481-1074 Ponta Pori!. MS 
Wilson faz seu primeiro 
comício após 1 O anos: 
Cassilândia 
Em seu primeiro discurso em pra. 
ça p6bllca, apó& ter seu mandato cassa 
do e.cn 1969, o ex-deputado foderal Wll 
1.'0ll Barbosa Martins reconheceu u •·gran 
de moblllzaçllo d1:1s cfosses Boclulti do 
Brasil'', destacando, r-:obretudo, ·•a l!rni>n 
slbllldade do regime" como a caus~ mo 
tora dessa mobilização. O atual presfden 
te da Executiva Provlsórlu do P~mB ra 
glonol falou pura oeca de J .5C0 pe1:<sous 
que o eRcutnram atentamente sob urnf! 
chuva lnl~rlJlltente. 
Na concentração público organlzi. 
da pelo PMDB estiveram vário represen 
tantes oposis1anlstes daquela região do 
8olsão. Vereadores, lld~r1,noas muntcl 
país, políticos e opostlonistas cassllan­ 
denses aplandiram o:; orudores P~•t>n;e 
deblstas. Além de Wilson Barbosa Mur 
tins, falaram os deputados Levy Dlas 
(federal). Sérgio Cruz. Ramez TPbet, ílo 
berto Orro, One·,aa de Mattos e Alberto 
0.ubel (estaduais). além do veri>adnr e 
ex prefeito campograndense Plínio Bar 
bosa Martlni,.. 
O cnmicfo. oorl>.m. foi abe~to por 
J alr Bocl Cogo. li der polftlco da re1;ilio 
eleltc naquele mesmo dia pata a prPsl 
dê!lcia da Comissão Provisória ~lunlclpal 
ele Cassllândla. D1-1 [oocêncla, Paran::iiba, 
Aparecid11 do Tabuado, Três LE.goas e 
Costa Rica ei-:tlveram líderes pe, emede 
btstu!', entre os quais muitos vneedores. 
PARTIDO DECIDIDO 
O núcleo principal dos dlscuri,.os 
oposicionlwa.s rE'ferlu-se ao PMDB como 
'·um part!rlo maduro e dE-cidido". Nilo 
faltaram, tambt-m, criticas e alaflões se­ 
vera!> ao ''adesismo de polí.ticos menos 
conPistentes'' e aos métc:dos de alicla­ 
nento partidária empregado!! pelo gover­ 
no. Os deputados fizeram uma sérle de 
acusaçõeR contra o governador Marcelo 
Miranda e o chefe da Casa Civil, João 
Leite Shlmldt, responsabilizando-os pela 
catástrofe nos cofreEJ públicos estaduais 
. A tese da frente das oposições 
também foi defendida pelos oradore., 
que destacaram a mobilização expontânea 
das populações em torno das legendas 
oposicionista~. "Isso - &egundo o d-epu­ 
tado Roberto Orro - mostra que o regi 
me está desfigurado e perdido. A po 
pulação está insatisfeita, e não poderia,. 
ser de outra forma, com tudo isso que está 
havendo. As oposições brasileiras estão 
aanallzando os movimentos populares, 
e QU?. preocupa, e multo, o governo 
que hoje só 11obrevive graças à grande 
máquina aliciadora. da que dispõe." 
Durante a concentração foi insta 
lada a Comissão. Provisória Municipal 
do P.MBB de Gassllândia, senJ.o eleito 
para a presidência o sr. Jair Boni Cogr,. 
[scrira de ±ireczcia 
Serio Roberto Perdi .,,. 
CAUSAS CÍVEIS 
DIHF.11'0' At:RAHIO - 11VENTÁHIOS 
E5CllliROBIO - 14:l<aç,n ,],aro 
Mascarenhas 
MS 
Dr Késio Lon-reiro Pinheirc­ 
AD V 0 GADO - • 
Rua 15 de NoiVe,mbr.o SfN 
Beta Vis:ta 
R. 2,g de Agostaí 384 -S!ila 24 
Foro 05&40 - Oam,po Grande 1i"6 
.ur. NGtwil, Mazquos D0rzi :j 
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Bapedaliu.a em: Diabetes, obesidnde., tírc·61do, 
creaolmento, glí dulas endócrinas . 
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R'Ua 13 de jllll.ho, 651 - Fone:· 6:.!4-875-1 
Ses. R. Antonio Corrêa, 1174 • Fona 624-9751, 
61.•p,o &rude 
Considerando ntI- 
tade m "gesto que re­ 
vela eonse1nein e a 
preep@o democrAt!­ 
es ds wm politles cnpz. 
e letdo", o deputado 
Sul:a Ra«slan aplaudiu 
o Ingresso oflc!al do ve­ 
redor dorsene An!z 
Faker no Ptido do Mo 
vime nto DamoezAUo Bra 
lleiro. Fker «st ve em 
CnmpoG rnn<1:e 
qufn•!o ammolot1 nun t!o 
cisão ao presidente reg/o 
nnl do p•1nn, Wllr,on 
Bnrboirn. M:nHnµ, rcrnnln­ 
do-:,u  oflle1·to:-m!?ntr1 com 
os deputados Sultan Rs­ 
alun o nevnt do Mutta, 
O N1ccntro entr<> on 
polfttco.s Iol 
peln mnhi, na Assem­ 
bI'ia LgIs!tiva. Faker 
inferno qw naquela 
mesmnn no]t formalizrln 
o bloco pt1rlomr•ntnr do 
P,1DB, n;, Cümnrll de 
Dourndol•, onde até ago 
r& é o único rrpresen 
tnnl<" opo:.il'lon!!lfu. 
P,Ha Su!tn Rslan, 
a caprict<bdr polltlra dP 
,kuer e+ti dimensionada 
"em !'l"ll c:11·:Her integro 
e na condut..i. democrátl 
ca que rlc•~envolvP na 
vida pública. ''R
1J!tau 
observa inãu que "essa 
atiturll• <i"mon:itra n gran 
de mol.Jillz·1çáo <la,; !orçaE< 
popul:lres ero torno da 
legenda opos1clonist, 
enriquecendo e qualiti 
canr'o o~ quadro'> •PPI 
emedebistas em Mato 
GroB'-O do Sul." 
Ao anunciar sua 
,_1 eci,lio, f ,., ker atl!:'ioalou 
sna dispo:!ção em "par­ 
ticipur decididamente na 
t:i1,·f.l de róohíllznção 
popnl:ir promovida pelo 
P:'11Do", salientando, ain 
da, que cumprirá ª" dl 
retrizes estabelecidas pro 
gr:•waticamen~e pi:·lo par 
tido. Eh· acrescentou. 
também, que sua deds/i.o 
foro apoluda planamente 
pelas bases municipais 
que represauta, destacan 
do quo sua atitude é 
eompo.tfv1:l com as o.spl 
ro.l}Õe!3 dcm0orática,s do,a 
cor!lpanhci.ros 0 eorzell 
gí.onários. 
Tudo indica qtie e&­ 
te ano Bela Vista pnrtl­ 
clpará do eoncurs,o M.lse 
l'l'.ltato Grosso do Sul, . 
uma inícietiva dos Diá­ 
rios Afl5ociadcs.-· Um 
grupo de senhoras, da 
nossa soeiedade, estão 
irobuíà::w do propósUo 
de organizar, o commr.:so 
e neste Ren?'lfo já inicia 
ram conbtos com váztos 
clubes visado a apre. 
sentação de candidatas. 
O Grelo Pedro Rufio 
Nautico, Gr.,-ciio Untãe: 
Sessenta e l'll éla M:ii,o, 
de Caracol, sem dúv!da 
.alzuma ap.reaeotarfb1 
candidt.ta:; e o Nautico 
foi o prleuifo clube á 
se manifestar respelto

a.n% 
 repulnridade com que se uce 
dem no calendário da Igreja os vrios 
ciclos do anuo litúrgico, in.perturbáveis 
om u uceo, por muis que o ucon­ 
t0cimento du htstóri humana variem 
m torno deles, os nlto e bnixos dn 
política e da eco, mi eomltuem sua 
cortidn desordennth 6 bem um uflrm 
ção da ele·tal 11111 jtude dn Jgroja 
solmrno<>lrn uo v,11-v m 011prJohouo clm1 
paixões humanns, 
Sobranceira, no porém in%lferente. 
Quando o dlas dolorosos dn man 
unta transcorrem em qundras históricas 
trunqullnl'l o felizei::, u Igreja, como müe 
solíltu, erve-e deles puru revivur em 
11 1m JIIIHlfl n ubneguçilo, o 8eno do so• 
frlmeulo herólco, o espírito de renuncia 
à trlvlulldude ootldluna e o Inteiro dovo 
lamento u ldénls cllgnoR do darem um 
i;entldo mula alto à vida humana. "Um 
s~ntldo mnls nlto", nüo é bem dizer. É 
o único sentido que a vida'tem: o sentido 
crl6tl-lo. 
Mas a Igreja nllo é npenHs Müe 
quando nos ensino ri grande mlssfio uu1:1 
tera do 11ofrimento. Eln tnmbém é Mãe 
quando, nos extremos de dor e urquila 
çúo, ft:z brilhar a uo~sos olbos n luz da 
e11pemnçu crlstü, abrindo diente de nós 
os horizonte i:ereuos que a virtude da 
confiança põe diante dos olhos de todos 
os verdadeiros filhos de Deus. 
Assim, a Santa Igreja se serve das 
alegrlaR vibrantes e castlsllimae da Põs 
coa para fazer brilhar uos nos8o8 olhos 
mesmo nas tristezas da situação contem 
porâuea, u certeza triunfal de que Deus 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado 11 20/2172  
Registro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.201266/0001-90 
Inse. Est. 130592343 
Adminiet.r:>.çfio -Mnrin Estela V.Pereir 
Redator • Chefe • Ivoldo Pereira 
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Redaçllo Adminisr.r:u;ão e Qficinas: Roo 
Duque de Caxias /n Bela Vista MS: Cx. P. 28 
ASSINATURAS 
Pllnio Corrêa de Oliveira 
Bcln Visto, (anual) 
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assinudos não exprimem, necessariamente, a 
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Fundador e Diretor Responsael 
lvuldo Perclrn 
lornm n. r;un i;epul· 
ó o upremo Senhor do todas na collma, morreu, OR Judeu ,, que mandasse 
de que seu Crlsto é o fel da lórla, que tura, pedirrn a ",},] e julgaram 
venceu a morte e esmagou o demónio, guarnece la com O!',i. Em sui Imple 
do que a RUU Igreja é a ruloba de Jmen que ostava tudc lermrnn 
O 
Noi:so (:'enbor 
PU mujestude, capaz de se reerguu de dnde, eles negavam qu ~ de destruir a 
todo11 oB escombros, do dissipar todas fosse Filho de Deus, cu0",,~ E que so­ 
au trevo;1 o do brilhar com mais luzidio prisão sepulcral cm quo jaz ~r dj mor• 
:triunfo, no momouto preciso em que retudo. tosse cnst "%e Pj,a. Nosso 
parecia ugunrd-lu a mais terrivel, a te a vida. Ora, tudo isso ",qer uxIllo 
mnls lrremedlflvel das derrotas, Senhor ressuscitou Bl'm qu i q n penda 
A u]errrla e a dor da alma roeu!- humano, e sob seu lmper 
O 
. lr~f' 
0 
tum neces=flameate do amor. O homem pedra da sepultura deslocou ; Ele 
lle ulPfWl quundo tem o qu~ ama e se rapidamente como uma nuvem. 
entristece quando aquilo que ama lhe ressurgiu. 
fultu. 	Assim tumbem a Igreja Imortal po 
O homem contemporlineo deita to dl' ser npnrenttimente abandonaclu, enxo 
do o seu amor em coisas de superfícia valhada, perseguido. Ela pode jazer, de: 
e por I8o só os fatos de superfície de rotada na uprnela, sob o peso D! 
superfície roais próxlma11 à sua wln-Oscu cral das mula pesadutl provuçoes. Ela 
la pe8oa- o emoo!onam. Assim, hn tem em i,I mesma uma força iot..,rlor e 
presPlooam no sobretudo suas deagra,;me sobrenatural, que lhe vem de Deus, e 
pesaoule e superflelals: a saúde abalada, que lhe assegura uma vitória tunto mais 
a situação financeira vacilante, os amigos explendldu quanto mais Inei;peruda e 
ingrato3, as promoções que tardam :etc. completa. 
De fato, porem, tudo Isto e seeundãrlo 
para o verdadeiro católico, que cuida Esta a grande llçflo do dia d Ps 
antes de tudo da maior glórlu de Deus, coa, o grande- consolo para os homens 
e portanto da Ralvoçlío do sua propria retos que amnm acima de tudo a Igreju 
alma e da e.Yaltaçüo du Igreja. de Deus: Cristo morreu e ressuscitou. A 
Por Isso, o maior sofrimento do Igreja Imortal 1-essurge do suas prova­ 
catollco deve consistir no condlQlO pre ções, gloriosa como Cristo, na radiosa 
sente da Santa Igreja. Seria um erro aurorh de sua Ressureiçllo. (Agencla 
negar que o apost&s[a geral das nações Boa lmprensa-ARIM). 
continua em um crescendo assustador; 
que u tendência ao paganismo se desen 
volve vertlglnoanmente, mesmo nas na 
ções que ainda conservavam alguns 
requiclos de substância Cl'lstlí. Nas pro 
prlas fileiras catol!cns pode se observar 
n marcha progressiva do neo paganismo 
depravam se os costumes, limitam se aa 
fumlllas, pululam as seitas. 
A despeito de santos motivos dP, 
tristezas, d~ n,otivos que fazem pressagiar 
para o mundo !nteiro uma catastrofe n!lo 
distante, continua a i-sptmmça orlstn. E 
a razlío disso é tinslnada pela própria 
festa da Páscoa. 
Quando Nosso Senhor Jesus Cristo 
De Miguel Lanzlllottl e Filho 
Vidro,, FcrroP, Aparelhos Snnit.6rios 
Tubos ~olvnnizodos. plnsticos, Tlnlas 
bombos para óguo, etc· 
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sue eu

HOS 01 VID 
da Mentira ( ou do 
Paulo Damlani do_s Santos 
mentiroso?) 
.( ISE 
Pin JH'l1J11•Jro do ob1 li ncordel oom 
vontade de mentir, coín que l''ll'OIT)OULO 
me acontece. Peuei do relózlo e t:a­ 
terei-o duna hora, Dela eira fultorla 
pontunlmente todos o# comprqml8808, 
e ±eram outras Antas mentiras pregar 
pura justlirer me. 
:-ic·nl.iulio boi lrnlhur 1•rn n11m o dom 
da Invençio, Inventei nu hora um nu­ 
monto do 97%, em meu' proventos, E pus­ 
eel a ganhar... Essa invenção, de ut!lida­ 
de privadnu, no rendeu dn. E meu Cho. 
que oro, upenr do esforços, continua 
com sldo neativo, 
Em fl<'(fllldn, lt o jomol pnlo uvesso 
dns nollulus. Eritrn laúmnas not!ola!I so­ 
bre pz, harmonlu conprevnso humana 
lerla de vJv(JI', l'ncon!rol (,,urprt-enden· 
temente) uquela dos mnrpinls evadidos 
que voltuvum espontaneamente à prisão, 
doolcn-:rndo qne tinham fugido em estado 
de sooombullsmo, pelo que p~dlím des­ 
culpos e exlgi.1m ae1· mairi vig-ludos. 
Notei quo· não flgurnvn minhu peR· 
soa na reportugem do ••Jnrn:il Nacional'', 
du Rede Globo de Televisão, sobre a na­ 
slnnturu do tratndo de poz unlversul, 
ruas logo me lembrei de qui, ui;slstlra 
1 Incógnito à cerimônla para io despertar 
ressentimentos em ,Jlmmy Carter. 
Como n:- nçÕt!S do Banco do Bra­ 
sil tlnhnrn chegado na vhiperu a CrS 300 
mil cada, telefonei ao meu corretor (os 
telefones já estilo funcionando, viu!) e 
:recomendei-lhe vrndl,t' as 450 mil que 
po:-:suo naquelr estubrlocime1:1to bancário, 
pois não desejo ser exugerad:uneote rluo. 
Talvl.'z estejn mentindo demais, ao 
dt.>ola1nr que li o adorei cinco livros ma­ 
ravilhosos, saído1:1 há pouco, dos quais 
não consegui pa!'sar de melo. pâglnu. 
Mos l!Stou ce:i'to de l}Ue e eus c.utores 
ucredHarllo piami.>nte. ccnv!ctos de que 
nüo fiz maiA rlo que just!ça. É necessàrlo 
ucredllur em alguma coíss; eutilo, 11cre­ 
ditenos no elogio.Fgreit o mesao quun. 
do em disserPm flUe Eista crôn!ca é ... 
crônlca, quero dizer, ge-n!al. 
Menti até l:l notte. Juntei com dii>­ 
Untas damas e cavalheiros, que decerto 
mentiram também, e nilo sei se levei 
vantagem. em confronto com profiosle 
ais experimentados. 
'l'arça-Feiru Fulano ia oela calça- 
da (que calçada?)... • 
Minto. Evidentemente, não ia pela 
calçada, lugar por onde não se vai, nem 
se vem, to menos que se pos~na carro, 
~ estri utllldade nüo flguru em sua de. 
clnrac;no do bens ao Impasto de Renda. 
FuluIJo lu, pois, pela rua, lurur 
hojo mnlfl propicio uo pedestre ... 
Outra monllru. Como se a rua 
hoovl'1m, tomado o po.pel da calçada, 
dcpo!R quo 11 oulçatl11 tomou o papel"da 
rua. Orn, todos sabemos que calo1u1a 
l' rua são u mesma coisa em noésa 
cldndc. 
Portanto, Fulano no la por lugar 
nenhum, mne este é outro bellsolio à 
verdade, poJs dessa ou daquela maneira, 
sem ser em terra ou no ar, nlo 8 sa­ 
be como, nem adianta s11ber, as pessoas 
continuam Indo, andando, provldenolan• 
do, vivendo. 	• 
Mllagro dos tempcs, Eu vou, tu 
vale, ele vai. Nilo há lugar para nln, 
guórn, fora do casa, oontudo, lnventnmoe 
Iugur-lnventar é a flolu9ll0-e seguimos 
para nossos negócios, nossos amores, 
nossas vadiações, nosso tudo o mais' al• 
gumu c_olsa. 	• 
Ia portanto Fulano-e peço que não 
mo interrompam mais, Isto é, pego a 
mim mesmo para nllo me Interromper 
muls, pois estou cançndo de comeoar 
e recomeçar retificando oe arranhões à­ 
verdade, lei suprema da vida. Suprema? 
Ora, eis-me de novo mentindo e, o qµe 
é mais grave, mentlndo em bomPnagem 
à verdadfl, para atribuir-lhe supremáola , 
que nunca teve entre os homens. •• .. ~ 
Já me perturbo e, francamente, 
n9.o Rei como continuar, se apenas 0o 
mecel (e estava pensando em· escrever 
um livro:) e nem sequer este ·oemeço 
estt aRsentado em terreno sólido, o ter 
reno das aflrmagões indlso11tivels. Bem • • 
1 
Dr 
PEDIATRIA 
Sergio 8. PeTiegrir» 
CIW 84B 
Ora. 
PSIQUIATRIA 
solange A Pelegrimo 
Rna !lat-eohnl Matlet,__ fi!i'J -:: ~ .. 
R.-eeidê.ncl:a: fDW3 2197-Ap4eve Ili. 
' 
f u mvel em 
sei qne FulBnO ó nlgo noo .s elfarncntn 
sua realldado ffslea, sei pe~I terça• 
gue ci 1 de auatayer m,% que 
feira, a algum fim, dele sa o ssa? 
não lntereMB lnYestlgar. Que lnt~~~ P.O·· 
Sel'A um conspirador contra 
11 
no .. ang" 
cledade, será um Integrante da g 
que· ~stA p u x à n d o e ª r r 
0 
e m B e 1 a V I s t a, e 1 e q u o 
toda vida pareoeu,me _ser um ve
rd
a
d
el 
ro "gentleman", temente a D,rns e 
110 
governo cumpridor de devoreR 
8 
parti 
dérlo d~ oonoillao!io universal? Serfi que 
ultimamente ... ? E', tem tanta gente da 
alto. fazendo colea11 tão baixas! 
• Paro e.qul O qne foi fazer Fulano 
teroa-fétrà', nll.o há mais espaço, aom na 
calçada, nem na rua, nem no papel Pa 
ra narra-lo ou aêUvlnhâ•lo. E9ta é que é 
a verdade. • 
Dr. José Atanasi<> Neto 
-- ADVOGADO 
OAB - MS • 1579 
A venlda Duque de Caxias - 780 
ex. Postal - 31, - ·Jardim MS 
O deputado :lexnn.­ 
dre Machado (PDS-RS) 
eritfeou os critérios o­ 
vezna nentais de 0nce­ 
so de empréstimos à 
pecuárla leiteira, sallen­ 
rnudo • que ou orôd1tos 
destinados à rotonçilo do 
matrIzes devem ser rena 
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rar o.os produlorc' oa 
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O deputado Herbert 
Lcvy (<:;P) condenou o 
modelo e<'onomlco brnsl 
lelro PID dois nspC>ctos 
que consttlerfl fundomen 
tals oaru qur, re u lcan­ 
ce o desejado equillbrio 
;ooíal: u regulnu:enluç1lo 
do sistemn salarial, no 
qual O conceito de pro­ 
àutivldade ganh!l dimen­ 
são seturldl 'em' detrimen­ 
to do trabalhador. e a 
fnlttJ. de g%tões, por par 
te do Governo, junto a 
organismos luternnolo.na 
Is p1iriJ. conter o crescl­ 
mento desenfreado dos 
juros adotados sobre a 
dívida externa. 
O Brasil- afirmou 
está pagando n tnf!Hção 
dos Estudos Unidos, vez 
que os juros de emprés­ 
timos até pouco em tor· 
no de sete e melo e oito 
por cento, vem de ser ele­ 
vados para vinte por 
cento, acelerando ainda 
mais a crise que atraves• 
a 0 Pais, fruto de decl· 
sões de uma minoria que 
tnsit,te em marginalizar 
a partlclpa.;úo da classe 
pofülca: 
No tocante à. slste 
mátir.a tialarlal agora re­ 
gulamentada, lamenta o 
parlamentar que ela não 
venha ao encontro das 
tensées sociais que a!ll­ 
gem a grande m11iorla 
de brasileiros, promove 
do como era de se es- 
perar, o r!esapareoimento 
doi- bolsões de pobreza 
extrema cada vez mais 
alarmante e cuja erradi• 
cação constitui deve:­ 
indecliná veI dos que es­ 
tão no poder. 
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lill ICIRIM-NO! 
Do sermões do Dom D[!arto Leo­ 
oldo SIlv. primeiro rceblspo de 
Pulo. falecido em 138, extraímos 
esta roPdll1H.i1lo, pron1111<.:ta,Ii.. cm Hl1U: 
Chegados uo ullo do Calvário, dls­ 
puser o os preparativos pura crucifi­ 
o. Ao chega u este passo dn Paixão, 
{ vanelho é de um laconlsmo +tulur 
e estranho. Duns palavrus unas: Cri­ 
clflxerunt e um! <";rucl[1carum-00! 
, que ersus duas pulavrus dizem 
tudo o quu de mal!i honivc,J pod)a Jma­ 
gloar o pruZ~!' do homem pelo sangue 
do homem, esse deleltur e no sofrilmen 
to ulheJo, que é o traço mals uvltante 
dn hesllalldadl• bumuna. 
Amarrado com duras cordas ou 
, nxaclo por mele, de longos crn,os ou pre 
gos, que aumentuvum as torturas do 
pclente, permanecla o cruclfleade à bel 
ra de uma estrada, exposto uoe Jnsulloe 
dos vlundnte, enquuuto os l11lmnl8 fe 
rozes, malll humanos do que os homens 
acuso lhe nlo apresavam morto, de 
vorando-lhe as entranhas. 
Trespassados os pés o as mllos 
formando chagas hediondas, ó fArll lma' 
gim.ir o sofrimento que lhe advinha da 
clrculaçn o do r.anguo profundam..-nti, ai 
tuad~. MaR a atrocidade particular deste 
suplicio, dizem os autores que estava na 
possibrlidade de . permanecer o paciente 
três ou 4 dias ne!:lse ruartfrlo lnomln!1vel 
cie tal sorte que os cruclflccdos de mal~ 
robusta complelçfio só vinham a morrer 
extenuados pela fome. 
O pensamento cruel que presidia a 
flete gênero de suplicio era, prtnclpalmen 
Cortesia da. Prefeitura Municipal de Bela Viste 
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dades: 
Cobertura cem por cento. 	. 
- SE>m exigência d.e utilização de sementes melhorad&s e outros insumos. 
- Oitenta por cento do financiamento liberados na asslnalura do 
contrato. 
-. Dispensa de vistoria prévia. 
- Preço mínimo de CrS 793,20 a 8rS 975,60 o saco de 60 QulloS'. 
- Propost&, contrato e dinheiro da primeira parcela, tudo no mesmo dta 
Procure os escritórios da Empaer ou as agências 
do BANCO DO BRASIL. 
te, a mor-te a[ronto!íl, n humllhnçtfo ~x. 
trema. EIs porque costumava ministrar-se 
no condenado certa mistura do foi e 
vlrmgre, ou untes de mtrr-u e vinho forte 
e genarosc,, quo produzlndo-1111l umu 1:r. 
pécle de embriazus e onol%reia, pro 
lopgava-lhe a vida utumentando.Ihs u 
capacldnde de ll0frlmento. 
Mas havla uma dor quo teimosa­ 
monte eobrevlvln 1 lnseni-lbllldade fülcn: 
era a nfroolL, u vorgonhtl rlo rmrllclo. 
Reservado aos escmvoi; e bandidos de 
marca conelul piedoso utor ele punhn 
na frente do condenado um ostlgmll do 
desonra. Maldito de Deus e dons homens, 
nada lhe restava da dignidade bumunu. 
Tudo era permitido contru a sua aponla­ 
exceto a compalx!lo que so figurava 
Inoportuna e quase digna de censura. 
E o mlseràvel assim pc>rmaneclu 
esquecido, dando zitos a que só respon­ 
dlam vltnpérlos. Indiferentes ou horllls, 
passavam os vl3n'1antes. Este lhe dirigia 
uma praga. Aquele lhe atirava uma pe­ 
dra. E as horas pasaovam. E a noite 
desela pavorosa. E o martlrlo se prolon­ 
gava Interminável. E o morto não vinha. 
E quando o sol se levantava no horlzon• 
te, ele ai estava ainda, vivo sempre, PO· 
frendo, amaldiçoado. 
Tal era o suplicio que 08 n08s08 
pec11do!:' mais do que a maldade dos ho­ 
mens reservava ao Filho imaculado de 
Marta Santlsslma. 
Onde estava ela? 
Chegada por fim a hora extrema 
do sacrlflolo, é Jesus Inteiramente des• 
pojado das suas vestes, como a quam já 
na terra npda lhe restava de seu. Vendo 
o t1.llslm de todo nu, adlanta,se uml', mu· 
lher e, tirando da cabeça um véu que 
ainda hoje se venera em Alx 111 Chapelle 
cinge o corpo santlsslmo de sau Filho 
adorável. Era Maria! 
A tradição é cultorlzada por Sã.o 
João Damasceno, e eu confesso que me 
sentiria esmagadc, diante dessa cruz, se 
ali não estivesse esaa Mãe alquebrada e 
dolorosa, por isso mesmo imensantt! uoa 
e compassiva. 
Vendo-me também nu. despido de 
graças e de virtudes, sobra-me a 08pe. 
rança de que Ela~sempre-me] há de pro­ 
porcionar um véu de amor e de arrepen• 
dimento, com que me cubra diante do 
eterno e Inexorável Jolz (Agenoia Boa 
lmprenea ABIM). 
Oração ao 
Divino Espiri 
to Santo 
Fpirito nto oc 9a 
e eelaree tudo que ila­ 
na todo o« caminhos para q0 
ru tinja o meu ideal, você qoe 
me dá a dom divino de per­ 
doar e quer o mal que te 
fazem; e que todos oa iro­ 
untei de minha ida est4 o­ 
migo, eu quero nzste curto did­ 
logo, radever-lhe por tudo e 
confirmar mi« uma z, que 
eu nunca quero me »epar..t 
de você por maior que eja a 
'luwão material mio er o rf. 
nimo da vontade que into 
de um dia estar com você e 
odos os meus irmãos n glóra 
l'erpta. Obrigada mais una 
ez a proa deverií fazer esta 
oração 3 dias erguidos eu 
farer o pedido. Dentro de tl 
dias será alcançada n ry4 
por mnis difícil que eja) p 
blicar rim que rreber n 
,;ruça. 
D.G. S, 
Pecuária 
l_eiteira 
A polltlca "dlscrlml• 
natórla" e injusta a que 
e!!tão Pujeitos ou produ 
tores de leite e deriva 
. dos Iol crlUcada peln 
deputado Renato Aere 
do (MG), ulndn que se 
admita uma limitação da 
remuneração assegura• 
das aos produtores. 
No se concede, 
e o n tu do, segundo 
salientou, é que, ·parale­ 
lamente, se permite a 
dança altista das rações 
dos meclir.amentos, do 
arame farpado, dos pos­ 
tes rle cerras, das horas 
de trabalho dos tratores, 
das inseticidas, da ener· 
gla elétrica, do transpor­ 
te e das emente8. a que 
veio se somar a fixaç1í.o 
ebut-lva dos juros na 
base de 38% para invea~ 
tlmentos, mais o aumen 
to e a progressividade 
do imposto territorial. 
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Estw r na reocbl a vlslta do 
vr'o r· llgiosn, '[« bnti«tas, um cató­ 
l«o, trd espiritws. um budlstn, duns 
te·ttzhus de Jove um umbndista, 
um du 1reja PrnaIl parn Cristo, outro 
protestante e mnt ulgnum do crc•do livre, 
ou mrlhor ci·J..:tlíon llvr('A. 'l'odofl vieram 
prenr n plvra do Senhor. O Deus do 
Komnlnl, ó o mPArno DeuH do Cnl'fer, oó 
o norno ffUO mudo. O Deus de Brejnev 
(me+mo ele no crendo) ó o mesmo De. 
nus de Snmozn, Ouvi esse psol fa[r 
cltt Rlblln, rlao r,rof(
11:hrn. elos ultlmnH dl• 
as, Após tres dIs do mr!lltnçfio (i-ou ll· 
<!opto dn yogu, e podem rir ... ) cllf•guei o 
conclusão que o mundo está totn]mente 
l.'1rrudo Por our p6trhui e bandeiras? Por 
quo Ismo o b:lrrismos? Interessnnte, u 
terra vista do espço é um imenso e 
mngnlflco [?lobo 11zul. 
1
) russo, uquele 
elo Sputlník, sei lá como se chamn, disso 
qul niln encontrou OPUS no espaço. Coi­ 
tado do cara. Por sina] ele se esborrachou 
ao cAil' de um uvlllo. Acho que ngoru e­ 
le sobe onde está Deus, Olha, leitor des 
tr. coluna, a meditação é um coisa 
multo Importante. Suba como descobri 
Deus? Vou so.rudlr ... 
Estava ssntndo, na rede de minha 
casa, quP. por sinal jé. está completando 
<lez ano,, não a minha cna, mas re­ 
de, a.drolrado com o cresclrornto da11 ba 
mmelras que eu m~~mo plantel. A coisa 
mais bucnna é plantar uma árvore e 
colher os frutos. Atunlmente como bana• 
na que eu plantel. E eu vou chupar me. 
lnncln.s. lnrnnjas, poncfís, et<>. Ê !!IBO o!, 
plante que o João gnrante. Mos voltan­ 
do ao us@unto. Fiquei observando a mi­ 
nh gutn, a Miucbo, em ed!antado esta• 
du de gestuçüo. No Instante em que Yia 
a Miucha esprepuicnndo, lambendo os 
restos de um dcurado, um beija flor 
pousou na bananeira e começou a su­ 
gar n selva. Fiz uma comparação entre 
a Miucha e o Beija Flor. Pergv.ntei à 
voz intima: 
Será que tudo isto aconteceu por 
fl.Cf!IO? Será que existe uma ma ,uete da 
vida? A vósinha intima me ·respondeu: 
Busque o efeito e encontrarás a 
causa. Sei lá. mas nesta hora achei que 
deve existir algo superior a tudo e a 
todos que age sobre tudo e.> sobre todos. 
Vejo Deus diariamente, D3 natureza. nos 
homem:, mas vejo . Deus sobretu­ 
do quan1lo olho as estrelas. O ritmo e 
a harmonia celeste. O sempre incita a 
meditar. 
Gostaria de ser poota. O • poeta 
snbe mmtar ns belezas da vida e ao 
mesmo tempo sabe cusr os desvios 
desta mesma vida. . 
Pasei dias e dfus meditando a 
respeito ctüs visitns dPs Nligloaos e 
cheguei a conclusão: 
A r~rtilidadc do Nilênclo germina 
a cnço universal e eía canção eatôa 
o nome do Criador do Universo. Este 
..:tJõuclo questiona: - O diu em que os 
homens encontrarem outros homens do 
espuço, que respostas serão dadas' DB 
perguntas? Olhando ns estrelas e a bur 
monla cóomlou, ;quilo pequeno nos pare• 
oe afl ambições e as filosofias dos bo 
mens. E, pois é, este Cotidluno ttimbem 
lodnga o por quó de tudo, mas questiona 
ptofundnmento o por qué dus dlforen9as 
entro ou homena e ns r<11lglões se o 
principio e o fim são os mesmos, Nesta 
Pedro P0dreira 
Jogando amistosamente, domingo, grande figura da tarde foi o centro avao­ 
nu Oló.vlo Fontoura, o Vila Nova conr.e- te do Vila Nov11 BARRIGA murcaudo 
gulu uma bdlhante vltótla !rente o 1 de quatro gola e só oilo fazendo chove. 
Mnlu, de Caracol, por 4x8. A equipe da O 111 de Maio de Caracol jogou a 
vila fomosa os~á se prepor11ndo para base do "entuslaemo" e ficou patente a 
disputar o Bfllavistilo 80 e mostrou no falta de preparo flsico da equipe dlrfg1da 
jogo contra os caracolenses que reóoe. por Ivan Nelso: Segundo os di,lgente>1 do 
umplas possibllldade1:1 de se cl11!!slfioar Vila Nova, esta foi 11 prlmelrii. partiria 
entre os primeiros. 	realizada após o término do fü1luvlstíio 
O jogo agradou u pequena platéla 79 e o lime 11fnda não se en,'.ontm en­ 
presente, prlnolpelmente pela movlmen- t:-osado, m11s poderà cre~ct>r muito. 
tuçilo e gols forom marr.ados sete. A 
l· 
-----..:. 
{ 
Nautlco 1 
está prepq 
rodo 
2 E2E: 
II CE&a 
MI CEEE­ 
A ESTIO 
Conforme Informes da capit11l do 
fütndo, o Campeonato Amador do Mato 
Grosso do Sul que será promovid,, pela 
Gremio Pedro Rufino elege 
nova diretoria 
O Gremio Pedro Rufino um <1os 
mais tradicionais clubes da relo, ele 
geu a l!Ua noi-a 'diretoria que responderá 
pelas atividades no corrente ano. Foi 
eleito pPes!dente o ~argento João Kallfe 
elemento que goza de grand& . conceltÓ 
no meio militar e civil. Uma das 'metas 
do recem eleito presldepteé dinamizar 
o setor de promoções sociais ~ partir 
parn uma política arrojada em termo 
de obras, visando, principalmente, a cona 
truçüo da pii.clna, uma das mais antigas 
aspirações· dos associados. 
v1d11 o lmportrrnto é quesUon&r. Sempre, 
boje queRtlono a própria vida. Não basta 
apeoa.s viver, 6 1mportucto snber porque 
vivemos. O hom<'m quA acoita o destino 
prudentemente, vão é homem é umu fo­ 
lha levada dr1qul para 11'.l pelo verto da 
fatalidade. 
Federação de FutE>bol estadual, deverá 
contar com participantes de aproxima­ 
damente 20 cidadets, ou 1:10 menos estaf'I 
se .mostraram ioteressedas em disputar 
tal competição. • 
Segundo frisou Darcy Lira Ribeiro 
superintendente da FFMS, o Campeonat~ 
será dlsputad~ nas regiões con•üderadas 
series. Reunioes para tal estão sendo 
realizadas constantemente em Cnmpo 
Granàe e a intenção é organizar um 
bom campeonato técnicamente compen­ 
sador, para suprir as deficiências do 
certame profissional. , 
.. As cidades que teriam se munifes­ 
,ado favoráveis à participação no Cam­ 
peonato, -são elitas: . 'Dourados, Rlbas da 
. Rio Pardo, Ri,o Brilhante, Três Lagoas, 
Fátima do Su,, Amambai, Navirni, Ponta 
Por&, Porto Murtinbo, Bela Vista, Nova 
Andradina, Angéllea, Nloaque Jardim 
SIdrolndia, Rlo Verde, Camapuü, ara- 
cajá e Coxim. 	' 
O Clube Atl<'t' 
Nuutlco, ''o pnpilo 
titn!os", está ptepar 
para sacudir o publli 
desporlf,.,tu de Bela v 
ta, oegundo palflvt:i:; ( 
seu pre8ld11ute S rgt 
Perondl. O ndvo•,n• 
() - 
que recentemente e+te+q 
em Rot'nlmu, voltou a· 
posto arregaçar ' 
mangas visando prepar4 
o eu time e consegul 
mais um tttulo: o·BsI, 
vl!tlilo 80. Peroudl %te: 
mou que o Nantfco 
realizar, ml:ll9 uma ve 
bela campanha e Cllsp; 
tar o A:nudor e o mur 
olpa1 e pata isto cou; 
com todos os eus jog 
dores. 
Oração ao 
Divino Espir 
to Santo· 
Espírito Santo •oci- IJC! 
me esclrece tudo que ilui 
na todos os cminhos para q 
eu atinja o meu ideal, você çe 
me- dá o dom divino de pt1 
doar e e~querer o rnnl q·ue rr.ilf 
fazem; e que todos os is 
tantes de minLa v,dn e,t! t!>' 
migo, t'.U quero oeste COftO c[il, 
logo agrndecer-lbe por tudo te 
confirmar mais umn vez, ']1!t 
eu nunca quero me sep 
de você por mni<>r que sep J 
:Jusão material nno será o m!. 
u.imo da vontade que sintt 
de um dia estar com vote r 
,odos os n::eus irmãos na gl6rb 
Perpétua. Obrigndt1 n111.ís oo 
vez (n peuoa_deverá fozer ei:r 
oração 3 dias seguidos t­ 
fazer o pedido. Oentrt> de t 
dias será alcançada a gra 
por mais diíkil que seja) P 
blicar arsim que rereber 
graça. 
Nice da Costa Mttand5 • 
. PREÇO DESTE 
EXEMPLAR 
CRS 6,00 
co