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J]I , 
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MS. 
TRIBUNA 
DA· FROi TEIRA 
IS CIUZES 
DE 
BEll VISJI 
página 5 
Ano X N 592 - 25 ll 30 de etombro/1.981 Bel Vista Mto Groso do Sl 
--------------------.----------~, 
, 
iO DE PROFESSORES, EM JARDIM, 
TOMA RESOLUCÃO EM DEFESA DA CLASSE , 
O VII SAAPROSUL (Semtn1to 
de Associações de Professores de M.) 
Qa, foi realizado dia 17 de Setembro, 
tm Jardim, contou com o. ofetlva 
p&rllclpuçlio dos professoros da 28 
M1nlciplos do Estado. Na oportunl 
dade foram dlPoulldoe diversos 011- 
iunloR dti lnleresu da classe, sondo 
que llnalmente foram tomadas as 
1eg11lotee resoluçõeR. 
1-CONTR.TAÇÃO DE PROFES 
sORES 
1. Dar maior autonomia pura 
tt Agentes Regionais de Educaçllo, 
especlalmonle na contrataçno o dle 
pnsa de professores contratados sob 
o reglme CLr. 
2. Dispensa da eatorh:ação do 
Govemudor pura contraio de troba 
lbo, sendo sullclento o visto dos A 
gento11 o dos Diretores dea referidas 
EscoluR. 
li. Esclaroolmenh> a nlvel eeta 
dual pele Imprensa, eobre 011 d1Uoul 
dudes ou morosidade qne ocorrem 
a respeito, oce.slonanrlo esvaziamento 
dus sules de uulus, com pr;,julzo ee 
cluelvo aos alunos. Ou o Gover 
, Ao assumir a Presidência do 
, Rep6bllca, Antônio Aureliano CheTes 
do Mendonça, apesur de formado 
•• engenharia elétrico e meoOnlca 
levará como mor bagagem a sua 
li~ lormnç!io polllloa: três mandatos de 
dtp11tadoe (um estadual e dois Fede 
, !ais) ganho pelo voto direto, e um 
da Governador de Minas Gerais e de 
'$ roe.prosldente da República, pela 
•la Indireto. • 
y Com 62 unos, mineiro de três 
Pontas e rama da ser leal, Iro nco 
' a111Jgo, mas, pem permitir Intimida 
des, Aureliano Chaves mesmo já 
ledo assumido a Presidência da 
' lepúbllca por 2S dl11s n!!.o consecu- 
: llvos surge agora em nova fase com 
, 'uºtlllaQlio polttlca, origino.da no. ex- 
DN e, lnoluslve, tido como o mais 
hlporlante lidar deste antigo partido, 
t Minas Grals, ode se diz que, 
' 4pesar das utuis agremiações par 
tid!rle.s quem ainda oegecla polltl 
! mente naquele Estado o a UDN 
'o ex.PSD. 
Eleito em 1961. como deputado 
tadual, passou a secretário de 
Etucaçll.o e Cultura de Mines Gersle 
' depols, secretárie de Viço e 
Obras Públicas, no governo de Mo 
Uhes PInto. Na pasta de Edncuçl!.o 
te seu trubalho elogiado prinaipal 
Rente por tentar resolver o problema 
rlal dos tuclonArtos públicos de8 
,ea e, em 1964 ao contrário de 
1 tllros seoretàrlos estaduais, nllo te 
seus direltos políticos cassados' 
Ao assnmlr o cargo de deputa 
, 1 da foderal, em 1967, apre11eotou i_m ------------- 
A 	I 
4-=2%!E"- 
, 
portantos dlsonrsos no área educaclo 
nul. Depois de reeleito em 1971 e par 
tlclpndo das comissões de Educço 
Ciência e Técnologlo e de Minas e 
Energia, da Câmara doB Deputados, 
Aureliano Chaves, em 1974 elegeu-se 
Indireto.mente; governador de Minas 
Gereis. 
A partir da dXperlêncla de li 
der do governo no Assembléia Legls 
lallvu mineira, manteve um certo cll 
ma de paz polltlca no Bstado. Mes 
mo udenleta, contemplou o PDS com 
vagas em seu secretariado. F.m 77, 
quando o ent!!.o presidente. Ernleeto 
Gelsl trutava da demissão do minis 
tro d<> Exército, general Sylvlo Fro 
ta, Aureliano Chaves não hesitou em 
participar à Presidncl da Repúbll 
oa o seu apolo. Há quem garanta 
que esta atitude lhe valeu a Indica 
cão para a vice-presidênclu da Repá 
bllco, que ora lhe permite assumir o 
cargo de Presidente. 
(Entrevista e! AureUaoo Chaves• 
pãgleo 2) 
Escritório de ftdvocacla 
Dr. Pedro José Palmlérl 
Legalização de Terras, Inventário e 
cauu.1 criminais (Juri) 
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Bairro Antonio Jo!lo 
no assume a8 responsabilidades com 
a educuçlio ou eeclar'eoa de vêz 11 
popnlaçllo sua lncapucldade ou In­ 
eompetnoia de lotar 111 escolu, pa 
gur os professores e oglr eom hones 
tidade, nclma de tudo, oom a edu­ 
caçll.o, pauo Inicial pera a cultura 
de qualquer povo . 
II. REFBRBNTB A ATRASO DR 
8ALARIOS 
4. Se até o dia 10 de cada 
mos alio forem efetivados os paga 
meotos dos professores enquadrados, 
conoursados, CLT seja lelt& a para- 
PARTIDO DEMOCRITICO SOClll (P .D.S.) 
Edital para a Eleição cia C omissê.o 
Executiva Municipal 
O Presidente da Com!8so DI 
retora Municipal do Partido Demoorá 
Uco Soelul P.D,8. do Munlclplo de 
Sola Vista, MS -na forma do que dle 
põe o ert 58 da Lel n 5.682. com a 
redaçll.o que lhe deu R Lei o.o 6.7157, e 
o art. 38 de Resoluç!lo n.Q 10.785 do 
Tribuna) Super.lor Eleitoral, convoca 
os membros do Diretório Monlcrpal 
do Partido, neste Munlclplo, para a 
PllRTIDO DEMOGRftTICO SOCIDL (P.O.S.J 
Edital de Convocação da Convenção Municipal 
Convenção Municipal do Parti 
do Damocrático Soclal-P.D.S. do Mu 
nlciplo da Bela Vista-Estado de Ma 
to Orosso do Sul. 
O Presidente da Comlss!lo DI 
retora Mnnlolpal óo ParUdo Demo 
crãtlco Social (P.D.S.), na forma da 
Lei convoca o8 senhores sleltores 
fllados ao P a r 1 1 d o (30 dias 
ante■da Convençl!.o ), pera a Con 
venção Munlclpal, a realizar-se no 
dia 4 de Outubi:o de 1981, à Roe eel. 
Dias, s/n (Câmara de Vereadore,) 
desta cidade, falelando-se às 9,00 
horas da manhã e prolongando-se 
pelo tempo necessarlo à votação 
dos eleitora~ que cherarem ao reala 
lizagão geral em todos os municípl­ 
os do Eatado. 
5. Semana de moblllzação do 
Magistério Estadual de 12 a 16 do 
outubro Independente do rectblmnn 
to ou o!!.o do11 ealArlos, senslbUlmn 
do a classe e o populeçllo. quanto a 
necessidade d:; reajuste solarlnl de 
93%. como complemento do. rei 
vlnd!caç!lo de 108% feita no Inicio do 
ano. 
6. Que os professoro n!Io ae 
umem 8 aulas excedentes obrlgan 
do o Governo a contratá-los. 
Loteamento do ano 
Jardim Saeta Mô1ica 
Local Prlvlleglad<>, Area 1111bre de 
Bela Vista. Luz, Água, Telefone. 
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ou lillltom Roea. em saa resldêaola. 
Rmpree11dlmento1 e ImobllUrla Bela 
Vista, (em frenta ao Bradcuo) 
Poucas unidades a venda 
reunl(lo que se realizará no dia 4 de 
Outubro de 1981, à Rua Cel. Dlae s/11" 
(Camara Mnniclpal) ás 17 horas, nes 
ta cidade, par! eleger os membros 
da Comlssao Executiva MnnJclpal do 
Partido. 
Bela Viela/Ma., 23 de Set de 1.981 
Elaslo Nunes de Miranda 
Presidente da Oomlsslío Diretora 
Municipal 
to até às 17 horas. 
A ORDEM DO DIA SERÁ A SE 
GUINTE: 
a] elelço dos membros e dos suplen 
tea do Diretório Municipal: 
b) oseolha do Delegado e do eu 
nplente, à Cc;u.venç!lo Regional. 
1 
Bela Vista/Ms., 23 de Se» de 1981 
Evllaslo Nunes de Miranda 
Prestdente da Comissão Exeeuttva 
e 01 voe a çi e 
O •ereado, ldelfonso Pinhel 
ro, do PMDB, convida, os slmpatl 
saate■e Integrantes do parúdo pa· 
rs uma. reunJll.o a ser reallzada 
em Bila residência. no próximo do 
mlugo, dla 27, às 8 horas. 
Na pauta. discussão de assun 
tes atl.nentes ao parUdo. assim co-­ 
me cleUneaçl!.o de metas vlsamdo 
as aUvidades-!)ara os próximos me 
Se. 
Leia e lssie 
Triuna da Fraleira

IURELIINO GIRANTE C .1' 
NO MESMO .;IMINHO QUf JOIO 
1 
O vlne-pr ewldento da Rept'lbll 
ea, Aurellnno Chares, no chegar nu 
B11,u3 Allr.-n de Flrnslll11, concedeu u 
seguinte entrevlwtu, divulgadn pol 
Seerelrln do Imprensa da Plelo 
do Plnnnllo, 
Pnrn lnlch1,, quero dizer o Ptl 
uinte; e e o etou recebondo 
11qul ll como umn tlemonetroolo de 
npreço que <'U tenho pela tmprenSB 
do meu PalN. O que tu tinha de dl 
:zor j! foi dito: nno :M fato novo, 
por '71o ,do 00081 quêool11, no.o hà pa 
!vr nova. Eu espero durante esto 
curto 0Rp1100 ele tPmpo que eu vou 
wbstltulr o Preldento Figueiredo, 
por ouja sa(ld~ todos nós estamos 
elevnndo nosus preces, que eu 
ooesa mnnlM um rPloclon11mento no. 
turnl com os homens de tmprenFo., 
NóA lemott d,weree .oomuns com re 
lac;!lo ao povo e, por Tia do aonse 
quênola, eu pretendo manter e110 
contato notur11l oom oe senhores, pa 
rn que a~ lnformoções flusm oom 
naturalidade o com oorr~l1o. Ene é 
o meu objetivo._ 
Pergunta. 
- Dr. Aureliano, lom alguma preoeu 
pa9ão especial durante eeaea dol11 
meses? 
PrHldeote: 
- No. Multo obrigado a vocês pela 
presença. 
Pergunta: 
- O senhor teve algum contato pee 
Tribuna da Fronteira 
l FuaOado em 20/%/12  
G. G. C. MF 03.201.266/0001 
Rt,il,tro Titulo o Documento, n.o 1066 
Redação e Admini11uçlo: 
Rua Duque de Cuia, a/n 
Oflrina: Rua Duque de Cuia, t/n 
Bela Vi,ta ~ M.S 
Diretora: 
Maria Rstela Velasque Perelra 
. Editor-Chefe: lva)do Pereira 
Departamento Jurldlco: 
Dr. Serglo Roberto PerondJ 
ASSIN.TURAS 
Anuo! (Beln. Vi,111). _ 
Demai, Municlpioa _ 
eoal 00111 o preal•eute'! 
Prealdent11: 
- No. Eu inda no tire contato 
pessoal com o presidente. Vou ler 
ee contato pessoal tão logo ele 
eJteja recebendo vlsllue. 
Pergunlo: 
- O aeu Goblodte eetaré. sempre 
11berto A olne110 polllloo durante 
esses dos me? 
Preeldenk!: 
- Sim. Sou urn homem oriundo do 
leglelo.11'7o .. A mnlor parcela da mi 
nha vida, da minha modP8lo Tida 
pollllca, eu n fiz em runoões legisle 
tivas: ex-deputado estadual, depata 
do federal. 
Pergunta: 
- Dr. Aureliano, vai ler algum en. 
oontro hoje com o mlnletro Lellil.o 
do Abru? 
Preldente. 
- Eu jA conversei com o mlnlstJo 
Lellliu de Abreu. ~ provãvel que 
tenha relo dom ele mas já acer. 
tamc,e tndo. Eu pre1endo aproveitar 
o dia de hoje e parte da manhã 
para meditar um pouco. Emboro. se. 
Jo. um eepeço multo curto em que 
ou vou substituir o Presidente Fl 
guelredo, é u:na responrnbllldode 
multo arande. Por vfa de couRequêo 
eln, 01:1 preciso medUar UII' pouco. 
Pergunta: 
- 0 senhor pretendo representar o 
Brasil na reunião de Cau<"un? 
Pre,ldeute: 
-- Eu oio posso dar nenbuma r<>e 
poetu. A rnlnbo predl~poslçlio ó de 
ulio fllz11r Tingem no exlerlor duran 
te esse período em que eu vou eu 
bstltalr o PreRldente Jollo Figueira 
do. Agora, eu nllo posso afirmar 
porque eu preciso ter umn r,iunl!lo 
ainda com o uhanceler Ounrelro 
para fazer nma avaliação. 86 depob 
QU! eu fl:r.er 11 avollaçD.o é que vou 
definir a mloh11 poelç!lo. Agora em 
principio pretendo nllo viajar para o 
exterior. 
Porguata: 
- Ae Tlellene no 1!raell serllo poe 
sfvels? 
Prer,ldeote: 
- Sim, algumas deltts serllo poe 
sfvels. 
Pergunta. 
- O que é que um pre&ldente tem 
porárlo pode fazer fCl ,dois meses 
no governo? 
Presidente: 
- Nl1c,. O que ele pode Iazr, », 
o que ele deve zer. 
Pergunt ,; 
- O que le deve foz •r? 
Predent; 
- Cmlnhr na mesma dlreço 
no mesmo sentido Que o prc,Jdtn~ 
que ele euhstllul. Multo obrlg'.l.do. 
1 Dr. Itamar da Silva Outra 
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da Santa Rita, que a verdadeira f• l 
llcldade eelã no céu o que é " rl
0 
11 
rloeo prêrolo dae almas fiéis a uuo e 
senhor J.C. mas pão esqueço que foi e 
Jesus Cristo que 0011 aconselhou • r li 
orarmos com fé o a pectt:mos a Deli! ti 
a fim de recebermos do Pai CeJ,,W 
graças. de acordo com o noeso JII' ;:· 
re<'lmento. Cheio de fé eu vos rf %, 
sede a medianeira entre mim perJ o 
dor e o mlaerloórdla de Deus pars . p1 
que me seja concedida a graça (pe !-a 
d Ido). 	Jt 
ff bt 
Gloriosa Senta Rita, ós S, ej 
tantos flagres tendes realiza4%,, Si 
cuja Intercessão junto a Deus 
I 
bc 
merecido tanta• graças. ao@ T0
81 do 
devotos, sede favoràvel à mt12hll p,1 I ~~ 
plica e alcançai de Deus nosso lr u 
e Juiz a graça que TOS peço. A da 
seja. 	dL 
Santa Rita. oral por mim : 
Santa Rita, Protejel-me ~1 
Santa Rita, Socorrei-me qu. 
ºª 
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A Cflmarn Munlolpnl de llola 
VI«t, Estudo de Mnto Grosso do 
ul, Deoret e Eu, Dr. Ely de Arnu 
Jo llorho11t1, Prl'!~lto Munlclpnl, 811n 
clono n gulnto Lef: 
AUTIGO 1 o) FIM1 o Prefeito Munir! 
pal de Bel VIt MS., autorizado a 
Dour uo Estado, para uso da :Seorn 
tnrlr. de Bllucuç!o e Cultura de Ma 
lo Oroseo do Sul. parto do Loto de 
'l'orrooo Suburbano d11lermlnodo nob 
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crlQllo, D~lrro N'osoa Senhora Do 'fá 
Uma, com ns srguluh•s oo.rctetletlcae: 
Purtlndo-!le do Marco (MP,I), 
cravado em comum com n Rua Aem 
denomlnnçllo, d:il, APgue-so por uma 
linha reta em ur mudo, confroDlan 
do oom a Mfi.f;,12, numa dlst11ncla 
de loo,oo metro, no rumo magneU 
co de 26213 SE, até o Marco (M-11). 
• dnl, segue-so por uma lloha rt>ta em 
11rnrno.do, oon!rontnndo com Oren re 
muoe.icentc, oomn dlsta.nola do 100,oo 
matroo, 110 rmno mngncUco do 38 50 
SW, até 11tln1Jr o Marco P1-!ll), dnl 
llllj?UO r,e por IIDll linha reta em nra 
mnllo, confrontando c,om a área ro 
manecente, numa d1stancla de loo,o0 
metron, eo rumo mnguctloo de 20.oJa 
NW, 11té ntloglr o Marco (M-IV), 
dnf segue-se por ums lInhn rera cm 
11ram11do, conrrontnndo com n Rua 
sem denomlnaçlio e o Lotll D.o 89!), 
numa dirtunela de loo,oo metros, ao 
rumo mognelloo de 36V fio NE, nté 
atingir o t)farco (MP·l). tombõm po11 
lo do loch1.1mcmto. Llmlte11 e Conrron 
tnçõe&. Ao Norte; com a MS ll.U Ao 
Sul: o Leste: oom a 6roa romnnoa 
ocnte Ao Oeste: pelo Itu11 BPm de 
nomluacao e o Lote n.o 399. 
ARTIGO 2.o) ReverterA nutomâtlca 
mente no Munlclplo. se DO prn:z:o de 
02 Cdole) unos; nlio forem efernndo, 
us Obras 11 que se deallna a presen 
te Donçllo. 
ARTIGO 3.o) Eito Lei entrarâ em vi 
gor no data de Pua publleaçllo; revo 
gndas as dlsposl4õe11 em contrário. 
Ely de, Arnujo Bnrboso 
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verubro. O 10 RC fez+o representar 
por m ooull11gonh1 n pé,um grupamen 
le cavalo e pela primelr vez apóe 
m•tto11 nnos, renparcco o elemento 
111oounlzado. O li1·1lbun1lsmo da Paru 
da 11 quo sltlmoa, deveu.se oxeu 
slval'lt1ntl1 no enfo.rço conjuulo da }?re 
rellurn, D11lcg11cla e SC'crelarla do Eu 
sino do ruunlclplo. O füg1r:nento An 
tonto Jolo agradece a oportunidade 
que tove cm preslnr suna colnburaçio 
duruote os Jc-utejoe da aewuna d" PA 
lrlu, tendo em vir.la que a responsa 
bllldde legal de tal organzaglo per 
tcnco à PreMluru Municipal. 
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10° 
Campo trote;o o regimento., Apert 
dmi tn1ilFtl'nte~ pedldoe, at.õ o prnen 
te momeulo, nudu foi det.lnldo e o ae 
roporto pePmnnecc proprle.iiada do 
102 RO. Entretu11to, o Reglr.ne-nto An 
tonto ,Joõo, seuta-e~ satlslelto i-m po 
der co)llborllf com a pop•ttlaçfio civil 
do Bela Vlata ll da rcg-1!10; permll1n 
do 11 ullllir.uç!lo do referido aeroporto 
por neronuves partlculare•. 
TnOFEU OUAICUllÚS 
ReMntomcnto, a equipa aa bl 
piemo do R.J (Rqzlmento Antonio 
João) dealoen-ee para Campo Gran 
lia onde foi dloputnr 11 (eroolrn etapa 
do Trofóu Gunleurun 11/81. Jpós nclr 
rndoo cncoulrOG o Regimento eonae 
gulu nm honroso segundo lugar, d:, 
vldo apenus à diferença do nm gol 
num dos jogos de pólo. Esta classlfl 
RC 
COM LEITÃO DE ABREU, ANALISE 
DA POLITlCA • 
Durante seu encontro com o 
mln.lstro-ch!!fe da Casa Civil d11 Pro 
i-ldllncla da Repúb!lc&, o govern:idor 
Pedro Pedrosslan disse a Le1tilo de 
Abreu que "M!ito Grosso do Sal é 
Ul!ll terra onde todoi; estilo preoca 
pados em trabalhar", acrescentando 
que os tumultos que certos po!ltlcoa 
quo ee dlstunclaram de> povo quP. 
rem fnbrloar nllo afa9tarão o Gver 
no de sua d!>termloação d e Jevar. 
ante seus projetos e snai: obras 
que haverão de fazer a consolldn 
c!lo politlco, eoctnl e econômica dt> 
Mato Grosso do sur• 
Segundo Pedro Pedrosslan, o 
ministro Leitão de Abreu mostron--se 
visivelmente lnterespado com o pro 
jeto global do Governo que vem se 
do desempeohlldo em Mato Grouo do 
Sul, procurando lntelrar-Re de det.6 
lhes das diferentes nções governa 
mentais. 
OUTROS CONTATOS, TAMBBM 
IMPORTANTES 
RI O govl.'rnador Pedro Pedros 
::o. i°onelderon, lguJlmenie "multo 
"PJ"U"os e proveitosos" os écotres 
Ui: N ~anh,ve eom os mlnlstTos Dei 
dr e 
0
, Elb.eu ResendP Mário Ao 
,j?"a e Dano ver@rli, co » 
~bam:!atou em separado, do encami 
O.mb!t Jº de dtlerentei- eoluções n'J 
ºp 
O seu programa de Governo. 
de 
8 
Infra Pedrossian, a reaeptlvl!la 
demo erePse que os clnt:o m!nlsll'0S 
, ?à;}?am is sãice ão+ @itere? 
s sai]??s d±, pouca. socll 
Sul, algnllt ª Vtt. d,? Mato Groi,so do 
contta;ê, ",""m 'a reotirg;ao da 
no ambtctcsº POTo desta &tado e 
que Hl!Ull 
O 
Pl'ojato de Governo 
Paldo a,,,%ecitando com o res 
• _ "" 
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0.. 	~••c•uo. ~ ~ l!L.tl.ü. 't 	a~:-: 
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Campo Grande 
r 
e 	tb ~ 
ampo Grande - o governa 
dor Pedro Pedrosslan considerou 
extremamente p r O v e 1 1 0 8 0 1 09 
contatos que durante dois d.las man 
teve. em Brusilia com ctaoo mlnlslroa 
de Estado, com quem tratou de dUe 
rentes aspectos óe sua admlnlstraçli 
Além de uma demorada audieí 
que manteve com O mlulstro-chef 
da Casa Civil, Leilão de Are 
quem tratou não só de BHnntos 11. 
mlnlstratlvoa, mas le:r. tan.l:ém detad 
lbads antl!ee da eltnação poUUca do 
Esiado Pedro Pedrosslan encont 
se também com os mllllatros M~ou­ 
Audreazza. do Interior Delfim N rio 
ão anejeo. ii±eu R,,7}? 
doe Transportes, e Daullo ·veaturn:; 
do Gabinete XIUtar. . • 
eço, no entanto, nos dá a op::rt, 
nldade de ma possível csq'stu éa 
trolu por ocas!lo da dlputa da ] 
tIma etapa, a ser real/zda e 
vc-mbro próximo no 11° RC Pen! t 
rli. 
co ll68ÃO DE m.,EçAo D8 
CON!:!ORI8T08 
A ooclsafio de af!)P-tlló do 1r.1 
RG. Infeloa seus trabalhos no dia l5 
do sgiisto do corrento o.no, ern fü!i! 
Vista, tende-se deslocado em egut 
da para a regllio de Dourado@, vf~n 
do á eeleçlio do contlogenta dn iol 
dadoo pnra 1982, para lncorpcr11ção 
no 10° RC, Aqueles que n.lnda nllo fo 
rnm lospeelooudos, d0vor1'.ío coCJp'.l 
reecr ao 10· Rfl nos dlns no e :ll de 
outubro pare. exame mMleo.

IS CRUZES DE BELI VISTI RELÍQUII 
OI RETIRIIDI OI LIGUII 
Tenonte•Coronel de Engeohurla o Estado-Valer 
Roglnoldo Moreira de Miranda 
- Especial para La tu■Hl Marcha- 
Na HIiwtria militar do Ir»ll pouco» 
~
i,Ml,,. 1r rovc,tern do hcrolrnw e do ~ran 
a d letirada dn Laguna, E mesmo, ne»te 
s»o» tempo de fria Impessoalidade d 
querr, uo cunamo, com profundo rerpei- 
10 anlo li momórlo daquele, brn1ileiro•, bo, 
ens e mulheres, soldados de linha e de 
policia, voluntários, liberto, comerciante», 
kefanados, vandelr, Índios ete, que, na 
u fragllidnde de ·re humano, fulguraram 
elo herofwmo e pelo pnlrioti,mo. 
'Eu, começo• do 1067 o Coron,I de 
ngenhrlroa Oorloe de Morae, Comi,ao, Co­ 
andant do Corpo Expedlcion6rio de Meto 
ro .. o, decidiu invadir o norte da lloptíbli- 
do l'arogu,i. Em 21 de ubrll II Core• bru- 
1,ira o.traveuou o rio Apa e continuou 
ançando em território paraguaio, em dlrc­ 
o à Etncia da Laguna onde esperava en­ 
tntrar gado para al1mentaç!lo. Ena 7 de maio 
a brasileiros chegaram à Laguna e nada en 
alMtllll'; tudo utovn incendiado e deslrui 
,. Em região deaconhecida, aem poder ob­ 
r m,ios de 111bsletêncln, vivam,nte tombo 
doa pelo Inimigo conhecedor do terreno, 
t bra11lciro• ,6 restou o rcouo par, a rr­ 
ilo do rio, Aqulduunnn e f>llrand1, onde 
eontnriam C.zendelro• amigos e, lndlo■•· 
ado,, tcrcons o gualcuru,. 
A Retinda do Lngunn comoçou em 
da maio de 1867 Illl localidade paro~uola 
uo lhe deu o nome e torminon cm li de 
nho ■eguint~, no Porto do Cauto, mar­ 
m do rio Aquldauano, Ao lodo, 1rlnta e 
o.e l~guu dolorosnmente percorrida, cm 
rln1a e cinco jorAOdo, de marchas a pi, U­ 
• verdadeira epopêin, magi1tr11lmcnlc rel11- 
da pot Alfndo «.'l!iicragnolle Taunay, Te­ 
aente do Bngenheiro, e lntogran1e da coln• 
•• em eu lanoso livro "A Retirada dar La 
una", Cercada por inimigo implacâvd, 10 
tndo os horrore1 da fome a da ~de, dizi 
tnada por doençaat atrA'etundo campos in 
e,udiodos e rios perdidos, o força broaileira 
que ch,gou no extremo de abandonar ■eu■
doentes à própria sorte, no pcrmhiu que o 
imigo tomae1e uma só bandeirn ou um ó 
anho! A coluna que invadiu o Paraguai 
tinha ml seicento e oitenta homuena e termi 
nou a Retirada com l!IOmentc iiietcccnto11 •.. 
O herolamo doqucha braeileiro■é t!lo lm 
ressonante que a obra clássica de Taunay 
"l• ,f•i largamente dhtribulda 110, eoldodoa ican 
1 eeau que, durante a la Guerra Mundial, 10 
1 friam • opa,·orontc guerra de trincheira. 
J O combate m6h Importante dn Re 
O tirada ocorreu em li do maio de 1867. Na, 
1 
e!•mêrldea d1 • Guerra do Triplice Allanç1 f 
1 atado pelo, bruilclroa como combate do 
J Rio Ap11 e pelos paraguaios como do Nhou 
i# iep5. ou Nhandipó. 
/IJ Lo~o apb■tnn,por o rio A pa pelo 
r •nu do Pauo doa lllncaco,, a unganrdn 
.~ brasileira 1ofren violcntle,imo ataque. 
y omdodo pelo Major M1rdm Urbietn, 
! Ofielal de valor, reunindo todas suas forças, 
principalmente de Cualorin, valendo-e do 
pt htu, @urpr-e.sa, fa,·orecldo1 pelo terreno, 01 
uaranis lançaram-ao furiosamente sobre os 
il hn11lciro1 que, de acordo com a tática dn 
G' época, rnpida.mcnto formaram grandes qua 
O 
I 
dnlo, e l0111nco• dcfen,i,·o& oom II quatro 
i boas de fogo, canhões La Hitte calibre 4 
:,ftl tolocados noa floncoe m,ia exposto■. Bobcn­ 
do que a Cavalaria brasileira estava desmon- 
• atl la1o, 01 paraguaios colocaram tropa de ln­ 
I' fanaria, no valor de um batalho, emboca- 
1
1i!J da cm umo dobra do terreno no margem 
direita do rio, mascanda pela vcgctaç4o e 
que no foi observada pelo nosso esclare­ 
oedore1, Jn11to o uma logoo, o o•mbote 
começou pelas onze horas da menb4 e em­ 
bora de curta duraç4o, pouco meno1 de um 
quano de horn. !oi da maior violência. Com 
/ l" su•ro ""'" bm;l<i,o, b•••'• o, 
e] 
,«' 
+ 
alncautet com fogo cerrado de gr'lnadn■, um 
objetlvo evidente dos paraguaics era a cap 
tur ou destruiço da» ban e doo lrent 
de erra, trn#portados em oartetas e 
peudos curroçõce trllciouadoe por juotu 
de bois. O, pora~unio• alncarom com o maior 
arrojo, ignorundo o fogos de defesa. muito» 
tomborom J'uoro ile uoun11 linhna de nllrodo 
re, alveja(os curta distância ou abotido■
a baioneta. Cessndo o ataque dinante da 
rc,htêucio braullrlrn, duenu de bowbatcn• 
lc■mor101 o elevado número de íeddo,. O, 
pare~u•lo■obtiveram, na verdade, umu grnn. 
ile v11111Dgem. A. boiada de corte quo ali 
mentava a coluna brulleira, ,,auuada pelos 
grito, de guerra, toques do corneta e troar 
da Artilharia, utonrou o !oi d,pola locllmcn­ 
tc arrebanhada pelo pconoda guarani. Al/,m 
de perder sua principal lontr. de alimoDtaçlo 
o• bra■ilciros foram, no mesmo dia, cerca 
doa pelo iocendio da maccga tendo pelo 
inimigo· 
O lornl do combale do Nhandip& 
ficou 1a.ioolado pela devoção rellgio■n co 
muo ooa doi■no povo■• terreno onde foram 
Rcpultado■01 paraguaio, foi lc•antada uma 
oito cruz de Broeirn, tendo nua lorgos braço, 
voltados na dircçAo gcrnl do paraguai, ai» 
orlç4o: •·La gnrnici6 .. do Bclla Vis1a a loa 107 
heroes muertos ecn este sitio el II Mayo I867 
eu dclcazn dr lo Patria". No atualidade, 01 
resto deas cruz estão circundados por 
obra, de nlvonErlo n o conjunto eonllttui 
um marco hi,16rlco da cidade bra■ilcira de 
Br.la V.i,tn - o Monumenlo do Nbaodlp,, 
onde o povo ■implce costuma piedosamente 
colooor flore, frescas o aocndcr ,ela, vutl­ 
vo,. No lugar anele foram Bepoltado■cerca 
do cinquenta bra,ileiros crguernrusc dcze­ 
nas de cruzes, tambem da resistente aroeira 
onde foram gravados, a ponta de faca e 
como derradeira homenagem de seus irmao, 
de armas, nomz» de humilde, filhos de 
diver,n, pro'iDcine do lmpõrio, na maioria 
do Sno Paulo, Mlnne Gernis, Mnto Grouo, 
Ooli, • Paran6. Com o pa,ur do tempo, as 
,cpultura■deram origem ao atual Cemitério 
lllunicip,l de Belo Vhta. 
Terminado. a Oucrrn do Paro,:uai, o 
Governo lmpcrlnl, dominado pda ari■tocrn 
eia rural cecravoCTnto. e opoiodo pelos uume 
ro■o, coronbi, da Guardo !'laclonnl. procu• 
rou anular a pnrtlnlpação do Exército na 
"Ida 11ocionoi. Aa arbitrariedades, injuati~•. 
mana trato, e humilhnçõc, qne o Exêrci10 
■ofreu apóe ll Guerra do Pnrógw,i derom 
origem ao lncidcnlc, dn chamada Quc,túc, 
Militar, nmo dne tnosaa Imediato, do lmplnn 
tação do regime republicano. O, -.ct<ernno■
do Paraeuai nao forom dcvldamento valor! 
zads. E u rcloç4o do, oficiai• dnrdo 
ree à. Fazeodo. Nacional e morto• na Guerra 
do Paraguai, Anexo Letra U ao Relatório do 
Scnedor Mlni■tro do Guerra de 1874, con 
tam os nomea de doi, oficaia de roérito,, 
morto■na Retirada da Laguna: Coronel 
Carlos de Moraes Camisão, devendo 84 mil 
réu, e Tcnrmc Coronel Jnvencio Manoel 
Cnbrol de Menezes, devendo 68 mil e 750 
rH, ••• A, cinco primeira■edições do livro 
de Tunay foram publicadD1 cm lnocês 
Iniciativa para serem prestadas a 
devidas homenagens aos heróis da Laguna 
começaram a urgir mente na época[do 
lo. Ccn1enArlo da Independência Tc,c gran 
de repucu,.4o no ljfo de Joneiro a confc 
r~ncia pronunciada a re,pcito, no Clube Mi 
htnr, pelo coronel J o e é F e I i eia no 
Lobo Viana na noite de 29 de maio de 
1920. Na me,ma época, a Companhia Con■- 
trutora de Santo■, trodo como prc■idente o 
Ilustre "brasileiro Dr. Roberto Simonsen 
conPlruiu dinrooa qnarúla para o ExéN!lto'. 
inclusive" 110 Sul de Mato Urouo, onda o 
administrador du obro, foi o Dr. Armando 
do Arruda Pereira, Engenbtit'o formad• llol 
E»tado Unidos e membro da uni» fina o­ 
ci«lade pauli,l1, EotU■ÍllBla du l.rnrliçôe■
mllitares sul-matogrosene», sobre elus o 
Dr. Arruda Pereira publicou algun, trab•lhoa 
inclualve o folheto "Heróis Abandonados 
- l'cregrlnaç6o 101 Lugarce lli11óricot do 
Sul do .1,1110 Gro,1a", lmpreuo em IY'l5 
peln Jorunl "0 Eacado de São t'1ulo" • onde 
aprecem as cruzes históricns de Bela lta 
Aliá,; pretcoteado com du11 bala.a de canhão 
La Hitto, encon1r11da, no local do e<>mb.Ce 
do Nhaodlpá muito anos depol, doon uma 
dtlos uo Museu Paulista do Ipiranga. 
Em 1977, o eerviodo no 9.o Buralh1o 
de Engcohuria de Combate ■ediado em 
Aquidnuana, teve o autor dule artlgo duu 
oportunidade, pnra rever II ernzc1 blstórica, 
de Delri Vi,111, na companbi1 amiga do .Major 
reformado Gama liel Stumpf, cultor de noua■
trarllçõe, rullitnrcs. .8 e o m o ., e • t e 
a vi■ita 10 Mooumenlo do Nbaodlpá o ao ce 
mhhio com ■UJU crótca enlaçada, por deli 
cdas tiras de fino pano branco conforne 
tradicionol co■lume paraguaio, 
Em oar&ter de urgência, devem ••r 1al 
os de completo desaparecimento os re»to« 
qut oinda cxietem doa cru••• hhtóricas de B. 
VI+ta, e/ seu imediato recolhimento a uma t­ 
eu Militar e substituis4o por simulacro. O 
ve+tipios matrais da Retirada ea Laguna 
tão quase inteiramente dersparecidos, AMm 
do cruzes de Bela Vista, re»tam w)mete o 
Cemitérlo doa Coléricos em Jardim e, na 
velho e tranquila rnça de Miranda, o ta 
marineiro secular, caido e rebrotado, cuja 
som'r, segundo a tradição, o Major Hequim, 
ehele Parag·ualo, orunrrou Jtl «valo. Fow­ 
grafla« recentes e colorida» desa pouca» 
reliquias origlaai eonotam, com outras de 
monum,nlo• i:audernoa e locol1 hi,16rico• da 
região, do excelente liro "Baia do Parguai 
-G,ogro.fia e Hls16ri•'> editado 11elo Miuis­ 
lérlo da Edue,çfo e ~ulcura rm l9ill e de 
antorlll do dí6tinto hi,1orlarlor Milirnr G,ne 
ral Médlc,o reformado Dr. Ll!clo Gomes de 
Souta, re,idente eru C,,rumbli. 
Salemos os restos dus velhas cruz .. 
de Dela Vhu! 
E ia»imos e noswo aplo, pestes 
nouo, dlu rm que do publicado, no Brull 
tino■contendo 1n«rdade1 lnj6rias 001 gran 
de■herói■e àa dezcou de milhar•• de Brn 
1ileiro1 tnOrto■na Guerra da Triplice Ali•nça. 
(Letras em Marcha). 
DaHiel Furtado de Moraes 
Carvalho 
Engenheiro 
CREA-29UID 
Projetos, Cálculos 
Cronogramas 
Ci•il 
REG 90-!4S 
Orçamentos 
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-COREMIQ 
Coasertoe e Man11tençllo ele Miqalnae: Eecr-enr, Somar, Calc11lador11■Bletrõ11leas, !leglslradoras e Dapllca.doras. 
Máquinan e Equipa me n4o s p ar a Escritório 
Av. Duque de Caxias n.• 397 	Jardim MS

TRIBUNA OI FRONTEIRA 
E L D: 
LY BOUTl()Ti 1~ ~er uma due Dez mais de Bela VIsta. 
de Jnrdlm, npretentou dln 13 Pra quem no uho, Nelde voste-se 
pp. ua coleçio pulmnvera - vero, om Marlza Moda. 
nqul om ela Veta, no Clube Belavl 	a, 
h-ut!ll, 
AS MANECAS 
Jr!iene, ulm como l1 
maus beluvt n-e (Lela·se: NIlz9, ISnu 
ílrlnbu, Putrloli,, IHubullu, Vuldlrune u 
TltlliH8) l'Xlblrum flracloaos modo 
101<. /r.~lm como rupllZ!'B Jurdlnenees 
desfllarum em trvjes de banho e 
Jens, 
A Sra. Ll:-JEY 
proprletllrla da Boutlqu.i fez 
pressentwçlo dor trufes o ugrude 
ceu preençu de itúneras pessoas 
que foraUl pt·L•etlglur o ucont<'clmen 
to. 
ENTRE AS TANTAS ... TANTAS. 
que por ló. clroularum foi dee 
tnquo o (1borme e eleganola da Nel 
de Pereira, que usuva uma linda cal 
Qt1 culole no oor vermelha, blusa pro 
t oom detolhes dourados e um bla 
zer branco, mas n charme todo esta 
va num moderno chapéu, que flceu 
em Nelde uma graça. 
ceo ceo 
l: lss6 ai, a Nelde faz juz a 
escolha feita por esta colunMa. em 
1 SOCIEDI 
E POR FALAR 
em Mnrl:m )todas, a Sra. Ana, 
proprlt•ll'lrla da Boutlquo, aelstla 
o deBflfo trajando um »o brio oonjuolo 
marluho, assim como a Sra. Coqlll, 
(uma das Dez mal) tnmbem é Ir 
radiava simpatl o muita elega!la. 
NOS INTERVALOS 
do desfile, o bullarloo Jardl 
nense José 6armono apresentou três 
ooreogroflas. e foi baslunte aplaudi, 
do. 
NÚPCI-S 
uo dia 20 Flora, rllha do caFal 
crooy e Ely dti A. Barbosa e Ro 
gérlo, ltlho du Nllz11 e Aldo Sofflottl 
estorno unlado,Pe em matrlmon!o 
na lgrt'j li rlo Prlnolpe dos Apóstolos 
61o Pedro ao Rio de Janeiro. A ele3 
os votes de felicidades desta coluna. 
MARIA DE FATIA 
!Ilho de Gumercindo e Hllda 
l"ernandes, no dia 13 pp. casou-se 
oom Joeé Geraldo, fllho de Mª da 
Conoel~o e Apro Puga, na Igreja, 
S. Francisco, em Campo Grande. 
Que u vida que ora Iniciam l'PJr1 rc 
blt,lo do !ellolUJt!a ... 
C(;O ... 
RECEBEMOS E AGRADECJ.rno:_;1 
convite para a oelebraço o 
IV Ccntcn:irlo dt' nnPclmento de S. 
Vieente de Paulo o homenngens o 
Unquenten,hlo da chegada 11011 Ir 
mns Vlcentln&s n Bela Vista. O even 
to serA no dia 4 de outubro rio Jgre 
ja Matriz lle So nto Afrnao. 
c@Q• 09:i 
ANlVERSARiúS 
dia 19/g anlversarJou o gorotlio 
Cnrllnhoe,~fllho do Sr. Carlos e Slrley. 
20/9 Jullo o Verôntoa Melo, pais 
de Fie.via Augusto, lrnjé. e Judite 
Lou~elro pais de Otavlo, orgoolzarum 
uma alegre reunlllo para comemo 
rnr o na dos gurotões. Muitos aml 
gulnhos doe anlverenrtantea foram' 
cantar oe Parabene à Voce ... 
23,/9 KAtla V-elasquez fez 14 nnlnhoe 
Nessa data lambem, trocou de fdnde 
o jovem Manoel Rodrigues. 
Aos nnlverearlantee, nossos elo 
oeros Pornbene! 
P:'lOAPE 
Voce jó. deu n eua colabora 
ç!lo? A Proupe corta com você! 
ceo * 
NASCIMENTO 
E 
por Nancy 
O casal GIuona e Marta " 
z° com a chegada de um gatl,/­ 
no dlu 24 pp. Prubens. 
# ; 
CASA DA AMlZADE ! 
0om nova diretoria. Faz­ 
parte ns Srns. Marta das Gtç4 ] 
M.rques PrelJenta. 
e"<, - 
A ex presidente Dra. A! 
Ocnrlz e equJpe os, ogradeelaotu 
pelo lrnbdho realizado em pró! de, , 
necessltades. 
E O PREFEITO 
Dr. Efy, a pós o caamento d 
filha, no Rio, darA uma oltca4a 
té Brneilla. onde manterá contato/e 
com os "chefea•·, 11 fim dP. oooserutr' 11 
mais nuxlltos para Bela Vlãta, dm 41t 
Jamos-lbe Sucoosos!!! 	1 
M 
VOCES JÁ VIRAM '.n, 
como o prédio onde fll!lclona R~t 
râ a Telemat eatt. lindo? A relors 
valeu a pena. 
t 
" e. 
2e 
E O NOSSO ASFALTO ,re.
81 
vai Indo de vento em põpa, '» 
cidade está com outro aspecto e lD 1 11: 
do mundo contente com a novo •'!J !ti' 
chada" de nossas ruas. 'tu 
3a, 
PONTO DE VISTR 
C'J 
o 
_., 
na 
Basta se aproximar qualquer 
t>lelçllo a nlvel municipal ou esta 
dual parll que oa polltlcos se mo 
vlmentem a procura de amparo elel­ 
torelro. É chegada hora doe abra 
co, tupinhas nas costas, sorrisos 
ltugoe, multa~ promessas e até 
alguns cruzelrlobos para animar 
0 
eleitor mais esclarecido, dono do 
mela dúzia de votos. Querem a todo 
custo tornarem-se Hderes pollllooa 
huruanos, benMtoua, prestativos'. 
trabalhadores, honestos e até um 
enviado do além para Falvar a pá 
trla. 	• 
Campo Grande, capthsl do 
'Selado e r.entro convergente para 
todos os 64 munlclploe llsladuals, é 
palco pura os homens se libertarem (e 
ulgumas mulheres) de todas as quall 
rlades mereoedoras da eonrtunç11. pa 
ra algum cargo eletlvo. Chega um e 
dlz que em muntciplo tal, detem 80% 
do el<>ltorudo em outro mais !i0% do 
outro muls 45% em outro mnls 40% 
e assim por dtante. Chega se a con 
luso de ·que some.das as cb11nces 
o digao cdrdo já está elelto e 
1
11:rnsta :mfll~ um ou dois, l11to quan 
rlo trata ~e de candidato a Deputado 
Estnduul. 
Outro caso típico é do já de 
tsntot: de um cnrgo ell"ttvo. Tome-se 
por ex·emplo um Deputado Estadual 
ocupante ntualmente de uma cadelrll 
na ~ssembléla Lt>glslatlva. O Depu 
tado -elegeu se, emprt>go: sens cu 
nlnchas, d!strlbulu mordomlat. a a 
ler e nada fez pela sua região. Cht> 
gado o momento da movtmentaeã.o 
politico, uchsm eles que lo donos 
los votos que o elegeram e querem 
garantir a todo custo uma cadeira 
canva na Assembléia. Nada disto. 
Terllo que eofrPntar de Igual para 
Igual. com oovoe valores, nevas 
mentalidades. novo11 lideres, porque 
assim manda a <lemocracla. A esoo 
lhe. é livre. O eleitor que votou em 
1.978, jó pen11a de form11 dlft>rente 
agora em 1.98t. Vamos trocar para 
melhorar. Como exemplo, basta os 4 
anos que agora chega ao seu tér:i 
,, 
e 
Tigernack Godoy 
no. Salvo pouqulsslmas exçeçõee 
dos IS Deputa<los Estaduais, contll 
se penas um número reduzido doe 
que merecem a confiança do eleitor 
pra uma reelelç!!.o. ;Foram os cvne 
tllulntee e depois Deputados que nl!.o 
rnuberacn valorizar o parlamento 
sulmatGgroEsttnse. Nós os eleitores 
mais politizados, floamos, como 
UM 
8 certo que 011 '.p-equenos her 
darão o mundo de amanhll ... , maa 
me pergunto: "aerà que restar! al 
guma coisa para ser herdada ama 
nhll?" Para que hsja alguma coisa 
o basta que os pequenos sejam 
ducados, mas que os grandes se 
conscientizem de que r.mor e har 
monta e sensibilidade nunca -eatram 
ele moda. Mas que se no tomarmos 
cuidados, no trdaré chegar uma 
época em que 1t única coisa fora de 
moda que habitar! o planeta será 
o Homem. 
:ilster .se faz que nos coosclen 
tlzemos da Importancla de se Tiver 
em harmonia cm a Me Natureza, 
servindo e sendo servido por ela. 
B o. Arvore é o &lmbolo, o ai 
gno perene da vida. E, tillvez, o 
mais perfeito exemplo vivo do "dar- 
81! na llotallílad&'' e permanec .. r re 
pleto de essênclu e pronto s sem 
pre "dar.se". 
A Arvore é a Mãe, a Amiga, 
a Companheira ... , talvez até o único 
abrigo, para muitos ... , com quem 11. 
gente brinca e ama e cunta eegre 
doa e tambem, machuca e desabafa 
as dores do mundo. 
... Quem, menino, que fosse 
n!!.o teve (ou quis ter) uma árvore 
amiga e por ela subir numa "tu 
zantce·• sadia e alcançar os céus 
ou mesmo galopar por entre seu~ 
galhos numa ·•zorreada" gostosa, 
qual um berol do Telho oeste ame 
rlcano?! Quem?! Talyez fosse (ou é) 
este um sonho saudoslta de um 
pussado onde o "arvoredo" era uu:a 
rulldade e não quase que 116 ficção 
eomo hoje em dia, onda· as proprlae 
crianças, como se não bastl', aem os 
adultos, se incumbem de ceilar 
0 
que 11lnda resta. 
A Arvore nllo nos pede poesias 
ou um docnuoentarto para ,er aos 
trado aa • posteridade ... , mas que rt-• 
conheçamos nela e valorizemos a 
graça maxlma,'de conseguir existir 
ti 
1a 
,,--uni 
'lo 
hlr· 
ed, 
meros expectadores observande 
1 
~;~ 
atuaçp da Assembleia Estadual. A ... 
D 
ia P11g 
o eleitor perguntar: temos epu • + 
dos se preocupando Cl)m a sttuaç .. -0 D 
das cõmudldc1des? Vamos ter ell!I ei
1 
senhor. Depois das eleições de t.982· h~ 
elegendo novos valores. v,u
1105 
Jic 
aguardar. 	tia 
·j 
• 
ALERTA EM PRÓL OI ÍRVORf 
l!tt 
te 
t 
·~ 's 
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r 
h+ 
na conturbada era em que a sal':!' ti,, 
za em geral encontra-se em I' 
tr
~ a tu, 
renha batalha de defesa eon .. 1Q ~ 
depredação prc>vocada pelo hOlli ti 
1 
E sim, apenas, que: "PLANTE U t.tJ" 
ARVORE e preserve-a". 1·"l' 
Plante um pé de esperaP~ 
para que os herdeiros do muDdo ~ i"-,, 
amanhil possam comer, os seas .ffll
1
1J]J 
e Ir banh!lndo-H o corpo e a ll . 
de "beleza pura"...e torém a pla"É, - 
completando o ciclo natural até q:o 
as geraçõe.P gerem um Per que li 
11 
necessite mais desses frut·o•. Pf,. 
este trará e serA em sl tmesm%!, 
proprla '.!sperauça .... , que faz •!}
1 
mens bem melhores do que ·"; R, 
"Plante uma Arvore aumente o re 
de de nosso planeta pois ele reR", 
senta a es-perança como cor e el
11 
esperança para a vida". 
Colal::oração: • Llona Clube d: 
Jardim • Comissão Soetul • JJ
0! '­ 
Clube - Presldepels da DIrlso "· j>