• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº593_06_10_1981

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rl'RIBU
DAFRO
Editor.Chefe: Ivld Perelrn
as x 99 4 1a d Ouro! !i "els "ih "e @ro o e e
1 .. ,
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TT
110 INSUTUCI­
Ollll SEM NU-
MilO
pagina 4
• EU~ iâO DO PMDB RAMEZ TEREI DIZ QUE
f E ; O SICUD!R DELI VISTA''
Sergio Cruz pede mun1çoes para os deputados da Oposição
O PMDB de Bi•la Viela reuniu~
e sbado passado, nu resldêncló. do
vereador Ildefonso Pinheiro, para Ira
çr os primeiros objetivos visando
11 formaçr!.o do Diretório e dellneur
metae para os próximos meses. Esta
reunto contou com as presenças
dos deputados estaduais Serio Cruz,
Roberto Orro, Rnmez 'Tbet; do se
crotrto do Dlretórto Regiona) Juarez
Marques Balista; do ex-secretârlo de
Desenvolvimento !Social do Governo
de MS, Rubens Nunes da Cunha, do
)lresldente do Diretório Municipal do
PP, advogado Serglo R1>berto Pnron
li dl; Anlelo Sulnmene, Oorumllo Lou
reiro, Xlrú Bn1m, Ricardo Melo, Pe
dro M elo, Aleldes Fernandes, Helder
Baeso, Otévlo Loureiro. Darnl Barre
to, Tomes Laranjeira, Ito leite e de
zenas de oonvldndos:
CRITICUS SFLTO
Todoe 011 deputados e lota
grantcs do comitiva fizeram uso da
palavra, enfocando a oorrupç!l.o que
Impera 11m MS, oe abusos cometidos,
ae perst>gulções e os projetos mira
bolantes. Falaram a respelto das
próxlmae eleições e maolft>ataram
conftnçu na reallzaç!l.o de eleh;iões
para prefeito em Bel VIsta, enfa
tlzando que o purlldo precisa lançar
varlos candidatos a vereador e à
µrefeito munlolpal.
Um dos assuntos que mereceu
especial otençilo dos deputudos do
1 l'MDR foi a pavlmentaçllo BFfáltlca,
considerada por Sego Cru "um er
'viço porco e contra os bolos de po
plaço". Para Serglo Cruz, os depu
tados esperam que os companheiros
belavtstenses "enviem munições à
"1 bancada do purtldo no Assembléia,
pois lá existe umu verdadeira trin
'º cbe!ra R serviço do povo". "O senhor
Darei Barreto entrgou a Serglo
cruz vasto material denunciando a
:
1
pnlmentaç!!.o asté.Jllca, o deputado
Promett1u tom11.r provld0oclns, denua
alando os abusod comrlldos contra
0 povo beluvistense''.
O jovem Marcelo Calvano tez
uso da paluvra firmando que os
,. deputados terll.o munições a vonta
de, pois o que nfio raltll em Bela
Vista é lrrt>gulnrtdades a serem
, denunelod11t'. Citou o caso da meren­
da escolar enviada às crianças de
Bella Yleta (Paraguai), para ele "um
erdadelro buso".
t O vereador lldefooso Pinheiro
"-' disse que "o partido, em Bela Vista,
r está estruturado e contu com núme
,tr't ro suficiente para a crlaollo do lltrs
q órlo, o que se torará realidade a
turtn prazo".
ILDEFONSO PIIREIRO
O vereador belnristense sau
dou o8 presentes e disse de sua
satfsfilçllo em Vt!r o Partido surgir
forte e 'loeso, allaerçado em basee
populares e mesolndo d.e ltderaaça8
dR todaH ae Idades. Pnra ele "o
PMDB preencberA os espaços que
existem em Bela Vista e serA, como
em outroe munlolplos, o partido tio
povo".
ROERIO ORO
Urro prevê uma vitória esma
gadora em 82, cltan,o como exemplo
várias retoes do Estado onde o
PMDB conta com lideranças expres
slvas. Disse que o PMDB é um par
tido de homens !otegros, dignos, um
partido que nlio uceita traldore,
psrttdo que ser governo.
Destacou a envergadura moral
dos lrm!l.od htnrtlo3, Ramez Tebet.
Rubens Nunes da CunbR, •'verdade!
ros Idealistas que estão na politlca
para servir o povo ...
Roberto Orro dlbse ainda que
o Governo de MS estt'l "upndrecendo
a corniµçllo está oficializada e mas
acrundo o povo·•. Para Orro "a unl!l.o
da.R oposJções derrotarão a dltadnra"J
Juarez Marques Batista
') Secretário do Diretório Re
glonal agradeceu a presença do ad
vogado Perondl, presidente do PP e
da Imprensa, logo após traçou miou
cioso perlll da organizllçllo do parti
do em MS, afirmando que a vitória
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doe oposl9ões é coisa corta. Ê
preciso s e n t I r o p o v o e
Isto feito, partir para a concretiza
o de suas Idéls, que está impliei
ta tto programa do PMDB. O partido
é o povo. Dl~se que a conjuntara per
mlte um otimismo sereno no tocante
as eleições e a realidade é Indlscutl
vel: ''VENCEREMOS. O povo er
governo•·. Para Juarez a exlloçllo
dos partidos criou novas lternatas
"0 Governo qulz orlar um beija flor
e criou um morcego·•.
Sa próxlm~ edlçllo os pronun
clamenlos de Serglo Cruz, "o homem
sem medo"; Nunes da Cuub&., ''Tnmos
desenvolver o turli•mo em Bela Via
ta" e Romez Tebel "é preciso F!ICU
dlr Bela Vista".
PEDOSSVAN AUTORIZA CONVÊNIOS
COM IBE: LIMITES MUNICIPI!IS
Campo Gaaode, MS • O gover
nador Pedro Pedrosslan autorizou,
através do decreto rúmero 1.265,
publicado oo Diário Oficial, o De
parlamento de Terras e Coloniza
çlio de Mato Grosso do ul Tersul
a firmar convênios oom a Funçllo
Instituto Bra,.llelro de Geografia Es
tat!stlca IBGE, visando a cooperaç!lo
técnica e clenllrlca daquele órgão
federal nos campos da geodésla, da
cartogralla e da geografia.
A partl.::lpaçlio do lBOE Doí!
estudos realizados pelo rerrasul se
rã Importante principalmente nos le
vantameotos que estão sendo feitos p/
regularlznr 011 limites terrltorlãls dos
munlc!plos e encaminhar a elahora
çlo da primeira carta ollela} de Ma
SALDEIRMI DERRZI IEELEITO
VICE-PRESIDENTE 011 OMT
O S e o e d o r Saldanha
Derzl, Yloe-Lider do PP, foi reelefto
parll mais um per!odo como VIee­
Preslden1e da Orgao!zaçfío Mundial
de Turismo, em assembléia realizada
na 4a. Reunião Anual dos Membros
Afiliados da OMT realisada em Roma
no mes de setembro.
Saldanha Der:z:I que é Presldeo
te do Grnpo Brasileiro da Associa
çlo Interparlamentar de Turl8mo ·re
torna ao Brasil na próxlm terça-fel
ra. após uma permanência de um
mia no exterior, pra onde Tlajou
acompanhado de sua esposa e presl
dlndo ll Delegeçao Pllrlamentar Bra
sileira à reunto da O0MT.
Escritório de ftdvacacia
Dr. Pedro Jos6 Palmlérl
Legalização de Terras, Inventario e
cauu.1 crimioai1 (Juri)
Roa 15 de Novembro l6o
Fone. 235 Bela ta-As.
to Orosso do 8ul. "Independente dos
cornios a serem assinados lnfor
mou o diretor-presidente do Ter
rasul, Otávio Augu,ta Carneiro o
llfüE já nos presta preciosa coli:bo
raçllo nede e&tudo".
A contratação dos serviços
técnicos e clent!Ilcos da Função los
tltoto Brasileiro do Geografia Est11tls
tlca seré. formada brevenente, segun
do o diretor-presidente do TerrasuI.
O ncompanbsmento de técnicos, do
IBQE nos ePtudos que o Governo do
Estado vem realizando em reláçil.o
às divisas municipais apressará in
cluelve a homolog11ção lmedlatit dos
limites, cuja competência é d(I pró
prlo órgão foderal.
Neste período o Senador 8al
danha Derzl manteve frfq11.ente1 con
tato11 telefônicos com o 8enac!o, acom
panbando dessa maneira a t<ltuação
pelíUca nacional Inclusive o episódio
da doença do Presidente Figueiredo
e eua snb,tltulção pelo Vice, AurelJa
no Chaves.
Loteamento do ano
Jardim Santa Môtica
Local Prlvllegiadl', Área nobre de
Bela Vista, Luz, Água, Telefone.
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l!Arla-Bela Vista, falar com
O Cls.1.do
ou MIltom Rosa, em ena residécla.
F.mpreendlmentos e I.tnobWiria Bela
Vista, (em freate ao Bradesco]
Poucas unidades a venda

Deputado exige informações
SOBRE GASTOS POLITICOS DA EHEiSUt
O oputdo Srio Cruz, Ildcr
tlo PMDB, npro11c,nto11 requerlrrwnlo
de Intoruçe n Aombéa L
lsltlv olleltando eelurecimento
do Governo do Estudo uoerca do»
nstos d Ernprrsn do Enetglt1 Elfl•
trien do Mto Grosso do Sul !NER.
SUL com YunolonárloH prlvlh•glr111<-~
o upnnlQundoH pollllcoo, 11egundo
xllçóes do próprio parlamentar
que baseou u Indngaçlo em de
nôncl!HI cl<' 1111rvldnrcs du nulnrqula.
No reauerim nto, o purlumen
tur luz o 8egulnte lndug11çlo: qunl u
dfH!HlPU mensul da ENERSUL com
pessoal'? E sugere ainda que se[um
unexda esns Informações as
Tribuna da Fronteira
(Fundado en, 20/2/72
e. G. e. - MF 03.201.266/000
Rctl■tro Tholo e Dooum,ntoa n.o 1066
Redação e Admioi,tração:
Rua Duque do Caxi•• e/n
Q(lein,: flua Duque do Coxia, 1/u
Bda Vi,tn .MS
Diretora:
Morin Estela Vela'!quez Pereira
Editor-Chefe: Ivaldo Pereira
Departamento Jurfdloo;
Dr. Serglo Roberto Perondl
folhas de pagamento dos fane1onó
rlou du c.mpreea oorrcspondentes aos
milBCH de junho, julho o gosto des
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O lhler do PMDB juettrlca o
reguer)ml!11lo Informando que a
ENERSUL, por ser emprefa de utl
vidade monopolista, es sujettn à
f!Ecull:r.nçno da AssemblIa Legisla
Uva. "Com efeito diz Sérgio Gruz M
denúncias de que n EN ERSUL foi
transformada em cablde de empre
gos, a parllr do golpe polftleo que
levou o sr. Pedro PedrosFlan no
Governo. A percusclente nlle das
lntormaçõee requeridas proplclnrâ, a
este P11rlamentv, e à opinião pública
conolusõt!B ptirn legitimar ou denun
clar o empenh,, a que o Governo ee
trtbut na upota contenção de
deeptieoe com runolonnlsmo."
ndlonte, (risa o parlamentar
que "com 11(elto, é simples ldenllflcur
Ora. Glaci Vieira nutra
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rentes órgãos elo E tado. ralos rol
norlas que percebem ver#adira
fortunue e que normalmente &ün
desconhecidos nos Jocols onde de­
eram pelo nenos slnar ponto. A
grunde maioria, ee1 vldored humllrlt a,
percebe uma verdadeira mle!:tJa,
multas vezes lgnor..1ndo quti !'OU
eetorço dlll~lo está cunlrlbulndo para
o enriquecimento o 11 obesidade de
parasita alojados nas raças do
predestinado."
Ró. 1orormoçõrs. se,zundo o
deputado, de que 11 ENEíl.:-Ui, obrl
g em seu corpo de funcionrlo
elementud ·'upuofgu11dos psiu empre
gulesmo do cactque Pedro Pedro«+fan
grande pc1rte deleJ ganhando 11t(
1
,
+em compromisso functonal, snalàrlos
superiores u Sl
10 mil oruzell'o:;."
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Campo_ Grande -MS
DENUNCIA:
privilegiados já receberam seus vencimentos
O deputado Sérgio Cruz, lfder
do PMOB, denunciou em plenárlo. na
Asembléla L gilatlva, que os funclo
nártos privilegiados do r. Pedro Pe
drosslu etlo em dia com seus ven
cimentos. Elt> Informou que ''seeretã
rios de Estados, funetonar1os fantss
mas ti apaniguados do IDESLJL nllo
estilo à mingua. Quem está reclamun
do do atraso são os llervldc•res hu
mlldes, porque eles nlío tem crédito
em banco, nlio tem proteção do Go­
verno. Esses &lm, estão rE:clamando·
os únicos que não estão recamand~
ea~ oe secretárloz1 de Estado, os fan
tasmas e os apaniguados. Ou esto
com o pagamento em dJa ou ganhalll
horrores."
e deputado Sérglo Cruz ler
brou, ainda, que "em Campo Grande,
Douradoz1 e Corumbâ, pro(esi;ores re
ceberam às pressas o seu paganie
to porque jt tinham decidido que to
do o dld 10 de cada mêe entrariam
em greve se até aquela data sellli
vAnclmentcs eonttnuassem nm atraso,
Habilmente. o Go,-ernador mandou
pagar esser professore!! para eTllar
a greve. Ele tem dinheiro. O que ~o
qner, realmente, é pagwr em dia.
• Dr .. José Atanasio Neto
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191, combinado com o dispo»to nos wri
o o do DecretoLl no Il, de I8 de
ago,to d~ I.07ã e 5.o du Lei II o 4.947, de o5
de ohril dn t,9(,6, cunvorn, A1106t111ho Gou
alves Pdilha e Outro», Abadia Gome li
brlro, Antonio Ferreira Lim. Arnaldo Oenr
Drw», Anglo Gopçlvea barbo»a (ewpolio),
Mid S0lf Ortinhas, Alzlro Xavier, Alberto
0areia Kphou, Aripino 'amargo, MAdmlr Pe
dra, Anibal Trelhn, Aurelino Lopes Ama
lha Marque Lopes, Antonio de 8ouzn, Anivio
Pereira dos Anjo», Cleopatra Chlaparrn Dr
hona, Carl Mareio Monteiro Si, Cnrlos Ne
i,•ald, Cerlo, de Souza Med11lro•. Crlso Gnr
ela lodrigus Hamiro Cardoso arnnbé,
Durval Rublpi Mar«ura e Jok Rubini Mar
rnra, Dooiirio Sarate LC1pc•, Domiolo SarOIC
Lopes, e Alda Soares Lopes, Emilio Saches
do Andrade, HIeuteria Barbosa, Eduvlrge
de Souza Acosta, Eva Seaff Barboan, Eva
Barbom llouc,, Ed,on Lop~• e C)uudinll
Soarei Lope,, Florcnoio Garria, Florindo De
nltes, Fel,x Cardoso, Geroncia caff Biquei
ra, Gilberu, Darbieri, llelvio llelnnldo Drews
haldo da Cunha Monteiro, Julro do oura
Vieira, Jono de Freitaa C.udelnrio, Jo,ó At11
nhlo Lemo, Neto, João da ::>llva Lobo, Jullo
Ferreira Basto,, Jo,é llodrlgues Jotrann,
Joio Rodrigues de Souza (espolio), Jo+é
Fnnoi,co doa antos, Jo,é Luiz Carvalhi­
obo .Meirinho, Joao Sobrinho Borbota (eepo
lio), Joé Carlos Bresan, Loreta Vareiro,
Luiz Ferreira Gome,, Marcai do Souza N,
eo, Marcos de Souza /ave» llu,rnmoFujiy
Miiloo Porcirn Oomee, llartioho G'ome• Grie
tildo, !tlarcelioo Ferreiro Deoitrs te,polio),
llartlmiono Ferreira da CrU7, Mercrdra San
tbco, Maria Barbo,n Miranda, Maria Ilcleua
arbona Loureiro, Marciano Barbo·a Lourei
ro, Senfin Uorbosa Loureiro, N e 1 • o o
Bubou Loureiro e W a 1 d o m i r •
Barbo,a L o u r o I r o e S e b a ti 1 o
Barbo,a Loureiro, !,,orlo Hon.i Ah·es, Maria
Candida Lopc, Nothldadt Lore• de Souzo,
Nabe Nunes Leite, Owaldo Fernande Mon
lciro, Petronia Salina Vilalb, flomooldo
Apett Cont, Hamlo Soares, Homo Flores Pin
to, Ferino Flores Pinto, Ezldro Flr,re8 Pin
to, Bartolina Flores Pinto, Natalia Flore
Pinto e Melanio Flores Pinto, Ranutfo Rocha,
llocério Rôo Raul Rolou Soturnln• Ferreira
Bwiite», imião Gomes Crtstaldo [espolio].
ladra Lopes Dsrbo»a Palodetto, 3aturin
da Rota, S!millo Maciel, Tadeu Bueno S,lvet
l'a. Vcn,ce,lau úrulho, Woikc Ftrooade,
ldouteiro, Waldo Leme• de Oliveirn, Wihon
dos Santo» Veríssimo, e demais detentores
de thulo, 1ujei10 u ratillcaçao obrnngldns pe
lo memorial deeoritivo a ec~ulr tron,crlto. •
presentarem seu8 títulos e demais documen
to relacionados no artigo 3° e seus parára
1
11
• do D .. reto 76.694 de 28 de novembro
de 1975, Pelo prazo de 60 (sessenta] dius
torcido,, contados à partir das 73o horas do
' Dra. Maria lzabel B. Bispo
- ADVOGADA -

' 1
,)
Rua Alceb!ades B. da Ounha, 1141
els iea Moto Crouo do Sul
di, 16 de outubro de l.081 e ai(> à8 17:30 Lo­
rae do dia I de dezembro de 198l,
apresentação dos citados doeumen
to• devutl •e. folio 11■aede do Projeto Fun
dlárfo Jardim, à wvenlda Duque axia», 909
rnt Jardim - MS.
A po apresentação dos citados docu
ventos importará em restrlew legais relati
vnn-enle uoo lru6vcla cujos det,ntoru nao
we habilitaran ao Processo latificat6rio no
]>ruo ucima e11ipul11do.
MEMORIAL DESCHITIVO
Hrlero•■a o pre•enle memorial a 6rea
pora llatificação de l!tulo, na Faixo do Fren
telrae, tuada no Munlclpio do Jnrdlm-MS,
denomiua,!1 "01,lrnA CIUARDINJJA", de con
formo;lo irregular, branendo uma área
aproximadamente de 94.778 ha., e»ando lini
lada ao Norte com o Uio Mirando e Muni
clpio de Cuio Lope, da Lagunn,}IS ao Sul.
com Municiplo de Bela Viu.MSa Leste com
Serra de MnrocaJÚ e um o .l'unlclpio de
Poata Porl o a Oc,te l'elo divi,or de 6gu01
dos Córregos Prata e Guardinha e €6rrego
Lageadinho com a Olcba Prata (parte do
muaic!pio),
ROTEIRO
Partindo do ponto I do Coordrnada,
Geográfica Longitude de 56,0 07 41 WG, e
latitude 21.0 33 59 S locoliz-oda nn margem
eequerdo do Rio llliraoda, segue Miranda a
cima até e ponto n.o 'Z de Coorden,du Oeo
grife longitude 55.0 48 48 WGr e latitude
21.o 53 23 5, ,sndo o Rio Miranda limite 1Ju
nlclpal Jardim - Guio Lopes da Laguna. Do
ponto ao. 2 ergue no acntido Sul pela serra
de Maracay que iene do limite M'unioipol.
Jardim-Ponta Por4 Bié encontrar o
ponto no 3 de Coordenadas Geográficas
longitude 5.o 56 33 WOr o latitude 21.a 69 59
S dai ,eguo p,!o limite Muolcipal Jordim
Bela Vf,tn olé o ponto o.o 4 de Coordena
daa Geográficos loo::-itatle 56,o 17 38 WGr e
latitude de :li.o 39 40 S, ,!ai se,uo pelo divi
eo1 de ~gua doo Córregos Guordloha o 6a
cboelrinha, que +erve de limite das Glebas
Guardlnbn e Pro1a (parte do MuoiclpioJ até
o p o n t o o.o 5 de C o o r d e n o d a ,
Geogr»fie»s de 56.0 08 35 Wç, e laitu
de zl.o 34 12 '•S, da segue pelo Córrego
Lediah abaixo até encontrar o ponto
o.o 1, na burra oo Rio Miraocln, ponto do
po.rtida do prc,cnt& roteiro.
A área contida ao, fimltu ora de,
cri101 é de aproximadamente 94. 778 ho,
tomando-«e como referêcia o» Titulos Defi
nitivo» e e artas do S.G.E.. DB escala do
l.100.0úO editadas cm 1973 e planta do
Municlpio. •
CONFRONTAÇÔBS;
ORTE-pclo Rio Miranda com o Mu
nicipio de Guin- Lopee da Laguna.
SUL lluniciplo de Bela Visl•.
LESTE pela Serm de Marocaj6 com
o Mnnicipio de Ponta Porl.
OESTE peln divisor de ,guu do,
Córrego, Prato e Guardiaha e Córrego La
gcadiobo com a Clebo Prato (porto ao Mu­
niolplo).
Jardim -!JS., 0:-t de Outubro de l-98).
Cario• Alberto Ferrcirn de &Jlranda
8,ceoutor • Projeto fundiário Jardim
Joelson Martinez Peixoto
AO'OGADU
Escritório: Rui lo de Maio, 357
Jurdlm Mato Grosso do Sul
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Yoce vai conslnlir oe
clregadiuba
refruar, então
ta FERRIMIS.
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_-.E:SE
Anexo,
Cine 5- J ,
ao .. ose
Agora com nova direção
Os últimos lançamentos dos pric!pals predutores
Naclonals e Itera!ona!a
Bar e Sorveteria Bossa Nova
"O ponto de encontro"
Bel11 Visto. Me.
O VARÃO QUE SUSTENTOU A KGREJA
Fausto Pinheiro
A 800 anos do nascimento de
Silo Franc,leco de Assis, 11bre-se o
Ano Franciscano no dia .( de outu
bro próximo, data em que faleceu o
santo, em 1:!26, e também da ceie
braço de sua festa litúrgica.
É bem conhecido o deeposórlo
de Silo Francisco com a "lrmll po
brezo·•, asetm como o altlselmo grau
de euue virtude,, a ponto de ter re
cebldc como prêmio de eeu amor de
Deus os estigmas da oruz.
Há no entanto um aspecto
multu oportuno de se considerar nes
ta comemoraçllo dos oito séc11los de
seu nasclment::i. E o que veremos.
-- '·Francisco, não vês qne a
minha casa t'Blá caindo em rulna,?
Vai, pois, e levanta-a".
- "De boa vonttade o farei,
Senhor".
Assim respondia Bo Francisco
maravilhado, à voz que partlrkl do
cruclllxo diante do qual rezava, Jul
gava, no entaoto, que Nosso Senhor
s11 referisse à pequena e velha lgre
ja de San Damlano em ena oldade
natal, Aasls.
Em Roma, porém, o Papa lno
aênolo m via em sonhos outra lgre
ja que ameaçava desmoronar: a Ba
elllca de sao J o ao de Latrllo, que é
a própria catedral do Papa. Suasten
tava-r. sobre os ombros um -Yarão
humilde e cheio do espirlto de rruz.
Quando So Franc!sco compa
receu diante do Pont!fü:e pedindo-lhe
a aprovação da Regra de eua Ordem
Religiosa, lnocênclo III, tendo consl­
deradc a sabedoria daquela Regra
e a sentldade do Fundador, concluiu:
'.'Em verdade, esta é o varão ull­
gloeo e santo que apoiava e aust110-
tava a Igreja de Dens".
O que 11lgnlflcaTB esae p11rlgo
de desmoronamento ne lniolo do
século XIII. quando fulguravam e
havertsm de fulgurar sóis da Igreja
como Santo Alberlo Maguo, São
Tomás de .~quino e Silo Luls Rei de
Franc;a? E quando, por outro lado,
a8 pedras se compunham harmoniosa
mente para erguer magulflaa1 cate
drale?. •
Na realidade, os esplendores
do século XIII vinham do lmpitlso dos
ste11.los anteriores. O extraordlnirlo
Pap11 Silo Gregório VII, as Cruzadas,
os grandes abades santos de Cluny
promoviam o afervoramento geral da
quela Ew:ops alnJa semibárbara; em
la.ta contra os sequazea de Maomé.
Porém. a decadência da Crlalandad.e
medlenl, a ldadr de oure da lgnja;
ji havia começado. O processo que a
desencadeou é descrito c11tm preelsle
pelo Prof. Plln.lo Corrêa de Oltvelra
em aeu ensaio "Revol11.ção e Centra­
Revoln~o" (Parte l, 6, ·•CatoUclsmo··
Campos, 1859).
Em duas palanas. os hoinen■•
eomeçavam a eaquece:--1.e de De ...
levados pelo amor de 11 •esao,, aua_
tendonclas se Inclinaram prepondo
rantemente para os bens de terra.
"Os corações Be doRprendem
gradualmente do nmo, oo saorH!olo,
da verdadeira deroço Cruz e das
aspirações C:e Tida eterna" ( o p. clt.)
Na raiz dessa, tend~nclae, duns molas
propulsorus: o orgulho e a eensuall
dade.
Tais eraw os "capine" que ame
açavam fazer ruir o edlffclo sagra.do.
Plra eombater tais vícios, a Provi
dencia s usc l t o u Sllo Franolseo,
possuidor, em grau heróico, das vh:­
tudes opostas, ou uja, a humildade
e a pobreza a pureza e o amor A Cruz.
Tudo no "Porverello" de AI8
remetia para Deus, para o sobrena
tural. Assim, por exemplo, quando
saiu com uma de seus frades dizendo
lhe que Iriam pregar à populaç!lo de
um11 cidade próxima, percorreu-a em
Ellênclo. Interrogado por aea comp11,
nhelro a razie de não haver pregado,
respondeu-lhe o santo que não eram
neceseârlae as palavras, pois n pra
aenc;a de ambos j~ falara das bem
aventuranças celestes a todos os qoa
os Tiram.
Ou então aquela visita ao caa
talo Je Savurmlano, onde· São frau
cisco orden(IU As nndoclnhae que ce
sassem seus cantos até qu.> tivesse
pregado. Os pássaros r,bedeceram e
o santo falou cam 141 fervor sobre o
desa.pt>go do mundo, que todos os
homens e mulheres queriam abando
nar o castelo e segui-lo. Foi precleo
que o próprio São Francl.sco os lm
pedissem, pensando ent!io em eonstl
!ulr uma ordem terceira para 08 lelgoe.
O leitor ou leitora vê em nos
soa dias algo de parecido? Nota esse
rte■apego e untldade, por exem_plo,
nes magotu organizados por comu
nldade ed-eslals de baee que .vêm ln
vadlndo a propriedade alheia? Ou
nos sacerdotes e bJapos que os
respaldam?
ô tempos! Se a Igreja no século
XIII ameaçava desabar, é coerente
Imaginar que v!Yemos hoj,e em rulnas.
Rulnas, contudo. sobre 88 quais su
b&lete a promessa do Divino Mestre:
"As portas do lnlerno não prevaJe
cerão contra Ela" (MT.16, 18}. (ABIM)
Ora. Angela Maria C. de
Barros
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ral Ol'leel, a llherddu foi r.aur 10m
pahla vcr,liído DO fuado ,. Ulll
poço, li nno om11rfZIU d11 li, 11lnda
sim n princípio tlaldnmente, untes
que um cvnleiro ndanto, com nrPfl
do espadachim de opu o espadu, a
ru!lsllldHB do abertura e ne compro
m11l<111R" uoamorudameole a 11,ll(en<lê
la 11tod11, quo tlveut' que prender e
nrrchenhtr,
M,ultu gente, eu mesmo, do llU
tro lldo do mundo, em l'Xlllo temporã
rio, prorerlo usperur pura crer. Como
eu, a maioria acabou crendo e voltou.
A ltberdude nesso País [ teve seu
poel6 (Castro Alves). ª"u m(ulco
(Pedro 1), sua lllUti& tt-dentora (I9ahcl
D'Eu), st·u fllósoto (Eduordo Prado
de Mendonça) e tó muitas samblstas.
Faltt1va,llu oanltilro anduole. Do(
11urglu o "seu" Jollo o urropon,se
de Quixote e .~taoou exórcltue fao
taemogórlcoa e ftll1:1nges reale que o
dhtt1nclllvam de SPU alvo. Acabou
girnh,rndo ~ maioria doa oombate0,
t-mbora levaes11 eventualruenle ums
ou outras pbzadaa. de moinho de vento
trastorado em gigante pelo bruxo
Totallturlllo, Inimigo morllil dos an
dantes democratas e eoo11.nlador mal
razejo da, Llberdad11 Duoloéla.
No dla em que o llOBSO berót
11lllfreu um11, carga t>Xlta, disfarçada
·' 110b a forma de eofa~le, nllo bou•e
oooterrlineo e compatriota que nllo
M•~sRe sentido um friozinho no eepl
nhaço e um engulbo no estômago.
Velhas histórias d!!. mula sem cabaça
Ivan Afonso da Costa
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do que de câ, lmaglo que deve ter
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mo. de Manoel Bondelra. LA, a velho.
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Pedro enfarruscou e em VO~ ~-v ~~
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Imploro a Deus que, qnando fale
Já que no pude li. sempre virer,
Boa minha alma no sertão do eé.
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'EIRÁ FACETO DE LEI QUE
IHSTITU~ ELEIÇÕES EM DOIS TURNOS: POPULA,R E :PARTIDÁRIA
O Deputado Ruben Figueiró (fo
. PP/MS . apresentou Projeto de
!estabelecendo eleições em dots tr
·,, 1 primeira dti cnróter popular,
que todos os eleitores votam, e
gegoodo ~ômente os lnscrJtoo nos
'tldos que vencerem as eelções
primeiro turno.
Em sua justltlcutlvu dlHe Fl
EIÓ:
"Embora tenhamos oonheçldo
tios sistemas eleitorais, ainda nllo
coatramos um que fosse pel'felfo.
Esta t, a prluclpnl rn:r;llo pela
1 utamos propondo umn nova,
lemática para nossos futuros plet
eleltornls, a rim de que eejn mo
t apuradu a vontade popular e ai
ada uma represent-açlío autêntica.
Conforme proposta a pr. sentti
J , ação para o art. 86 do Côdlgo
Eleitoral, aceita e 11anelonad11, tere
ruoo 11m no,o tilwtema eleitoral, me
diante escolhll popular o pnrlldérla
doe cundldatoe, o que democrl.tlcn
mentu fortull'cerA 1h1 Purltdo~ Polltl
coa, sem ubrli:, mão das trndlçõs bm
s!le,lra~ 11 rPspelto. E' que 01 manda
toe pllrlen11em llOII Pnrttdos, Jogo 011
votos devem ser conferldoa aos mes
moe.
As eleições eerlio Jendne a
efeito em dois turnos. No prlm,lro,
, ) eleitor optMA por um doe Partidos
O ,trngundo a reepe1tl1va sigla. No se.
1
't •ndo, cada ogremlaçlln polltlc11 eAoo
li '11 •rA, atrnvés de Convenções Munlcl
p
1 ,h, Parlld6.rlas, aqueles que 11 re
pr u enh1rllo, ocupando os cargos coo
qu, 'el odos no turno precedente.
Pura oe cargos de Governador
e V1 'e,', Seoador e Suplentes, Prefel
to e V. Ice, pr!'valecendo o principio
major lt. rio ora vigorante, a elelçlio
s~rá p o. r simples maioria dos votos
dos co1 n•enclonals. E para Deputados
Federalh 1 , 9 S!tnduals, e Vereadores,
1 e11c:olh a ~erA entre 8A roais vota
doe, co??.e·o. 'lnle n percentagem de vo
toe obltdo,I pelo Partido nn elelç11o
de prlmelM> turno, mnntendo, conse
quentementá também o atul sistema
proporelonl.
NoR Convenções Munlclpale
Porlld()rl11A só 011 eleitores derlda
mente Jnscrflo11 terllo direito do "º
tor. E eumentc a ela,1 conconer.'.io
os candldato11 que forem homologa
do&, com obedlõnclu 0011 preceitos
du Jeglsluçüo orn vlgoruoto.
Assim, o eleitor Inscrito no
Parlldo gozl da prerroratl,a de ln
dlcar seus rcpre&entantee para aguo
les aros que o Partld enqu!atou.
Cem Isso., evitará o cnlb
li:mo ora eerrente na ele!çóes,
O processo eleitoral ver-ae A
sobremuueira Implifteado. com a
votuçl'lo, em prlmi!lro turno, ápi•uan
dn.s 11lgln1 putlddrl110.
O forlnleclmenlo d!ls orrromln
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ra a rl"uotão ·pública em comemora
ç!lo ao8 eu tres mees de fundação.
Nesta oportunidade temos a sa
tls!oção de apresentar-lbee no,;eas ex
perlênclas 11trovés do programa de
vida que AA nos oferece.
Certos de contarmcs com vos
aa distinta presença., tle vital impor
t!l.nola pura nóe, agradecemos.
A Coordenação
DATA: 03 de Outubro de 1981
(Sàbado).
HORA : 19.00 Horas
LOCAL : Salão de Catequese da
Igrej11 Santo Afonso BPla Vista MI!'.
OBS: Em todas ss suas relações
oom o público, ALCOÓLICOS ANÔNI
MOS, tem por objetivo ajudar o ai
ciólatra que ainda aofre. Acreditamos
que Isto pode ser letto levaado ao
conhecimento dele, e daquele■que •
querem ajudar a nossa pr6pria exp&
rlêncla como lndlvlduos • coao Ir
mandade.
PENSE
HUMILDADE é o silêncio perpé
tuo do cora,;â11. É estar sem proble
ma Ê nunca eshlr descontente, con
trarlsdc;, Irritado ou ofendido. É nlio
se surpreender c; qualquer coisa fel
ta contra mim,· mas sentir que nada
é feito contra mim. Fli::nlflca que,
quando eu for reprendido ou despre
:t!ldO, eu tdnho um lar abençoado
dentro de mim, onde- eu posso entrar
fechar a porta ajoelbar•me em frente
ao meu Pai em 11egredo e estar em
paz como num profundo mar de cal
maria, quando tudo ao meu redor es
lá aparentando agitação.
Or. Fernando de
Freitas Elias
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OrlS 02.048.466.000,00 (oltenta e do!s Dos 50,4 bIIhões reccltr1do1
blbõ~" 1ielCl'ntos e quurentu e oltl p a r 11 0 8 ó r g o 8 d o
mllhõas e quatrocentos e seepta e [atado, Secreturla de Obras Púbtl
cts mll cruzeiro), incluldas as reel
tus JHl'Vldtall para llft órgàoo do Eela oas dútétn a maior parte, quti slgnl·
do que ero te 0r$ 504
75
.
3
20.000 d} lena qual de 11,4 bllbõee de
cruz11lros locluldo t11.mbem neste
e org.10ldmos da Ao.1m1str.;llll Iodlreltl moutonle 11 pnrle cnblvel 110 Depafl
t'lom pr1,1lslio de Cr$ 32.173.146 ll00,Q0. tumeolo de ubrne Públicos. No dia
A pl'opoeta orQ>tner.tàrla para trlbulçlio dlecrlmlnnda ao setorce
o ono que vem tol .. utrt>gue 1,0 pro
sldente d1 A«smbléla Lglsltlva, do Estado, a prevlslio é a seguinte:
deputado Vultotro aoçlves,_pelo Assembléia Legislativa, CrS
silOrtitórlo de Plirnt'jnmeoto e Coor• 919 792.1100 oo; Trlbnnril de Conte 11,
den11çdo G.iral, Hugo Romflm, dutnn CrS 41 331 uuo,00; ·rrtbunnl de Jne
te reunlllo duhcoutrulda, oom a por tlçu e, S l 1J4!l 0:>2.000.0Q; Governado
tlclpaçllo de prlamentare e lido ria, CrS 'if19 Gli1.000,00; Secrelnrlo de
re do pnrlldos polltlooe. A menea. l'lno• j"rot>nt,, e Coordeoaçllo Geral,
gem do O o v e roo d o r Pedro C,$ 850.119.000,00; Secretaria de Fa
Pedrosslan doverá ser Ilda dur,rnte z~nJn, CrS l.:!-10.044.000,00; Secretaria
a 8 e 8 s 11 o pela Mesa da At1 de A 11nlni6traç!io, Cr$ 872.173.000,00;
sembléia Lgl lntva e, poslerlormen Secrt1,,r111 de Desenvolvimento So
te, euoamlnhada à Comissão de Fl alai, CrS 1.656.365.000,00; Secretaria
nan9as Orçamaolo. O prnzo mâxlmo de Agricultura e Pecuária, CrS
par et v o t a d a e devolvida 2.938.?t;J.ooo,oo; Secrel11rla de Obras
6 de 45 dta, conforme prevê dispo Pübll@as, Cr$ II429.900,00, Secre
ellvo regimental do Legl~lutlvo es tarlu de ..iustlça, Crs 3oo.3lo.ooo,oo;
tnduul. l:)porelfula de Segurança Pública,
Cr$ 2.719.098.ooo,oo; Secretaria de
Eduoaçl!.o, CrS 6.406 950.000.00; Secre
tarta de Si1úde. CrS :!.492.-tl9.ooo,oo;
Procuradoria Oernl do Es,ado. CrS
51.916.ooo,oo; Procuradoria Geral de
Ju•llç11, CrS 232.534.ooo,oo; f'ecre
tsrn1 d" Indústria ll Comércio, Cr$
SBo.607.000.00; ecret1nla Especial
do Melo Ambiente, CrS 156.143.ooo,oo;
Eo<'.Rrgos Gerais do Estado; CrS
9.563.153.ooo,oo; e, Reserva de Coo
llgeotes, C,$ 6.000.0000.000,oo.
RECE11'A E DESPESA
Na oonvarsn com oe deputados
estaduais. o secreràrlo Huito Bomllm
assinalou que a receita orçnmentá
rla para 1.962 •·não é uma prevle!lo
ollml'lla nem oonversi,.dora", pois po
dPrá ocorrer uma UutUliÇllo no setor
de agrloullura. Baseadu na receita
de 1.981, o orçamento programa do
próxlroo ano, da admlnletruç!!.o dlre
ta, solreu ore11clmento de 01,rca de
131,2 por cento, já qm, em l.981 o re
celta !oi de CrS 21,8 bllhõ.,e, enquau
te, a de Ul82 prnê 0r$ 50 4 bilhões
ou de 8,7% sobre a reullzço preris
NOTA. OFICIAL
A. As8ocl8ção de Jol'nnls do Inte
rlor de Mato Grosso do Sul. AOJORl­
M:s sollddrlo. ao Clube de Imprensa
de Dourados - CID. em nota oll
elul dlvnlg,ul& nePtu data. !presenta
8eu desgrudo e codeua o conporta
mento auti proftssloal do ar. Luiz
Humberto Aspesi, relações públicas
~a Coordenadoria db c..>:nnnlcaçll.o
~oclal do governo de ~ato Grosso
do Sul, qu,,ndc o relerhlo cldadll.o
tentou obstrulr o trabalho de repôr
teres D serviço de órgos de comnol
caçll.o do lntl!rlor do Eetado os quais
9"4ma e pleno ex«refio profls
8 r•na.
D1111radoe, 01 de o•tubro de 1981
Theodorieo Luz Viegas
Presidente da ADJORL-MI
Jamento Hugo Bom11m, o percentual
maior do •·bolo'' foi Hrrecadado do
sotor ügropecuArlo que, dl..-ldldo em
sub-setorflil da Bgrfculturn o pceu4rla
onde está assentada u estrutura eco
nômloa de Mato Grosso do Sul, rende
47 por cento do nrrecadaç!io, enquan
to o setor do comércio, lodlvlduulmen
te, contrlbul•J com 40 por cento. O ee
tor lnduetrlnl porllelpou oom 13 por
cento. '
Do total do11 Cr$:50,4 prevlatos
para o setor de admlnlalraçllo direta
Cr$: 41,2 bilhões originam-se dt1 recol
ta própria de Mato Grosso do Sul. ln
clulndo nesse montante Cr$:7,2 bilhões
oriundo de operações de crédito pre
vistas. Segundo o previsão de despe
sne do Estado para 1.982, montante
preYlsto deverO. ser dlstrlbuldo em
Despesas Correntes quantia do
Cr$: 25.056.037.000,00 Despesa de Ca
SETORE:3
egundo o secretório de Plane
UE O
Apolando-sa em manlfeetuç!!.o
do CONSELHO NACIONAL DE f?AR
MÁCIA, o Deputadc. Ruben F'lguelró
e r I t I c o o da Tdbuna· da cama
ra o Prujeto de Lei do Deputado Can
tldlo Sampaio que permite aos ''prà
tlcos" fazerem parta· como membros
do clt11do CONSELHO SUPERIOR.
Ressalvando a extraordlnArla
contribuição que. no curso de nossa
formaçl!.o cullural, tem dado o farma
cêullco prático à Comunidade Social
sobretudo do Interior" Imenso do Pa
{a" 11 habllltaçll.o em Curso Superior
de FarmAcia é um requisito essencial
CRISE EM MATO CiROSSO DO SUL:
ECONOMIA RURAL VIA! MEL.
• pllnl Cr.S: 19.4 Hl.2&3.000,01 e p,na 111
serva de O o n t l f & n o I a Cri,
6.000 ooo.ouu.oo.
PRIORIDADES
Na ?I'ensagem enonmlnhad& 101
deputados, o governador Pedro P
drosin expltca o esforço de seu G
verno "em canalizar º" ttcursoa ,o:
soantas As prlorldndc.:s que bu,eam
responder aot! unselos d11 popula.çh
do Estado", justiticando os xpresul
vos vnlori-a destlnodoa ao desenul
Ylmento econômico, compreendido p•
las funções DeeenvolvlmH1to R•rtooal
Tr11 na porte e Agrlculturo. que reté
CrS:16.8 bI!hões e ao desenrole
tu social oomdestaquedos funçõn !
ducaçllo e Cultura, Sat'l-lê, Saneamu
to e Seaurançn Públlca com CrS: 119
bilhões.
.,
l DA 10 COM
A
OS FARMACEUTICOS
No Gran·de Expediente da
SP>selio do último dia- 18 da t:âmnra
cios Di;putaaos, o D11pntndo Ruben
Fignatró (PP-MS) deplorou a polillca
credlllcla adotada palo Governo Fti·
deraul pura a Agricultura e Pecuária
que, segundo ele "atingiu lrontalmen
te Mato Groo do Sul, orlando eérloe
empoc-ilhos para o desen..-ohlmento
e economtu rural a m11.la Impor
lante do Estado".
O Deputado Ruben r'lgudró
para fazer essa denúncia, leu, a car
ta que o ex-SeorelArlo do Desenvol
vlmento Econômico do Estado Saulo
Garela Queiroz, fez,ao Governador
oe Plantlio de seu E~tado, quando
exonerou-se do Cargo.
A questll.o dos juros dlferen
cladcs que pera:.ltem a Mato Grasso
DdS cpt:raçõts de custeio e Unancla
mento ogricolaus serem de no m4xi
mo 26% em Mato Grosso do Sul
estes juros serem de 45% até 70%/
consttiue "uma idisfarsável dls'
mlnaç!!.o à MS" ao querer o Governo
Federal lgue.lar l!t>U Estado aos Ea
tados mais debenvolvldos como São
Paulo e Paraná, que. por serem
desenvolvidos podem pagar juros
caros' disse Figueiró.
... Fez mmbém o Deputa.do Ruben
i-tguelró umu anállee sobre a situa
ço dos rrendutários "soldados à
vanguarda de nosso desenvolvimento
agricoa'·, dos problemas da expan
são agricola em vârlaa áteas de
terr11. a conquistar para o proceuo
produtivo; a flxaçll.o do hometa à
terra que "só será ellcaz e acom
punhada de cedidas governatetuis
que ofereçam ao melo rurl os r ..
qul@ltos bà~lcos parll competir com
a atração que li!I "facllldadts" daa
cidades exercem sobre os desajusta
dos descootP.ntee ou desempregados
pelo campo".
Concluiu Flgnelró manlfestan
do eua esperança de que "hé. de
surgir alguém na alta cúpula adml
nlstratlva, que tenha 08 olhos aber
toa e 0s pés no chão e que com
compreensão e bem 680110 ' slllb
Orientar 08 ÓLg!iOS gonrnamentat!
no senUdo de qu.- eles possam ore
recer a cada Estado, a cs.da região
e a cada clfudll.o a ajuda e a atea
ção de que ele9 necasattam e a que
têm dlre~to, eoneedendo-lhee O apolo
necese~Plo para que cads um tenha
condlçoea Justas para trabalhar
trabalhar mala, con1rlbu1Ddo com' :
fruto- lie eua atlYldade produtiva
para o verdadeiro progne88o e desen
volvlmento da Nação. econômico
llnanoelro, técnleo, social e educa
cional", " ..
pra que o FARMACÊUTICO Itwgr%
o rPLFNARIO DO CONSELHO OI
FABACIA, pois se outras rzóe»
não exlstlsem pelos menos ama ft'
esltarla a vulo~lzaç!!.o do farmaeê.ntl
oo formado em Curso SupMlor eoD
elulu o [-et,Utado Ruben FJ1r11etr6".
Oração ao Divino
Espírito Santo
it
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Ra
M
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Escritirio te Advocacia
Sergio Roberto Perondi
CAUSAS ClVE:15
DlRElTO AGRÁRIO - INVEl'TÁ­
RlOS
ESCRITÓRIO Praca Álvaro
Mascarenhas
Bela Vi11a ld.S
Espírito anto roe que e ercsr
tads ai ilo·oi@s, todo o. risbo,P""Ç
•? ~lrnJa o meu ideal, você que me d • r::•
dnrno de perdoa, e esquecer o inal que-~
fazem; c que todos os isante· de !í,­
vtda c11t.i com1go. eu quero nctLC eurt-0 •
go, agradecer-lhe por tudo e confir.,..r ~
uma. vez que cn nunca quero re ,ep
d_e você por maior que ·«ja s i!nus "",
rial no +ri o roteio da voaude 4ui,
de um dia estar com roce e todos o"h
trm3O1 na ~16ria Perpétua. Obrig,cà 1%1&1' J
ma rcz (a pesa derá fazer nu_orai"",
dias erguidos ·em fazer o pedido. De",g.
dias será alcançada a grsça por ma
eil que seja) publicar assim aue rrcc
raça.
Nice da Costa MJrandA
Dr. Ricardo Brandão
Dra:. Olga Brandão
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