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O prEf0Uo m!'.lnlc!pnl de Bela 
Vh;ta, b:ly de Arnujo Burboi,a (foto), 
afirmou outem que "o governador Pe 
) 
,<iro Podrostiiíln rupondl' i:o orillcns uo 
sou Governo eom obras." Pa.ra o pre 
feito helaistenso, "ao obrns lnnçudu.s 
receutemen1'e em Jnrdlm e Guln Lo 
pos da Loguns, G u raiiposlu do go 
vernador aos descrentes, aos que da 
vidam, aos que lnolstem cm duvidar 
1 
do óbvio". A. esi;e respeito dls11e nln 
da que 'o desenvolvimento deve e 
J burmonloso p!1ra todo,; os municípios 
' sul mtogrosenses, e isto ot ocor 
• rendo. Todos oc municípios -,bi:ln rti 
1 
ccbeudo ,,s beneiíc!os dos arrojudos 
·e5 planes de Pedrossiun, inclusive Bela 
VIsa. Nossa cidade recebeu o ire 
ceher ainda mais o aux10 valioso 
do Governo do Ectado. Nós tetos em 
pleno undarueato o Glilás!o de Espor 
tes; a rede do energla elétiea foi am 
e pllada e reformada· cm vários aeto 
ló as; a amplação da rede do ubnsteci 
meto de água; a implantação do sis 
tema DDD: melhorln o aumento da rti 
de telefónica com a implantação do 
n!ais apan,ll.w,•; u Fuculdact:! de Fé 
O rIes; a instalação ds pivadas em ta!s 
de trezentas resldêneius; a rede de e. 
nergia e)(}Iricu pCira o parque de Ex 
Dos1ções; a construção da estrada do 
Bonfim• urbnnlz!ição da avenida Teo 
r doro S~tivs· auxílio para a pavimen 
tnção uofáHtca e, urnu série do medi 
d&l5 que visam minimizar o soirimen 
j to àos mais carentes". Quanto B este 
prr,b)ema, Ely de Araujo Barbosa ma 
nlfeotou a sua oonílança de que 
j 
....... j 
que trabalha 
"malE cedo do que re pensa, nós atra 
vú'l ele Ul!Hl políllcu rc,cl:.l !Jumnn11 o 
w• • t·sló. 1Jtrndo fl'llo pe!J pro:;ldeate 
lguiredo • ucL.br-remoa coe1 os liol 
sões de pobreza e as gritantes desi 
gutidades social". 
DESENVOLVIMENTO Rl!:GIUNAL 
O prefollo b!;IU'hlemie ocredl 
ta que u nOsu rglão, com 03 prc•jo 
toa do Governo Pedro Pedrosslun, 
!efxa de pertencer ao vale do esque 
t.:ilOl!G'.o, iar,ressando, desta forma, 
entre os utciplos mais prósperos 
do Estado. "No há preferência ul 
gurna do senhor governador por esta 
ou por uquele munleipio, existe, Isto 
üim, um plano dd obras obedecB□do, 
lógicamente, prioridades. 8G ca: Ré'la 
Vl!:ta bú um Gcrviço perf.3lto de á­ 
guu pura que rtlvlndicar outro? Se 
exlBte boas ei.trndus vlcln:ti,;, para 
qué relviudlcar outras': O oerto, o 
coerente, é p!eitea1· aquilo qu0 não 
, ,crnoe, aquilo de que o povo pn,cl 
1 sa··. Enfáticamente o pr0felto da fron 
1 telra d!z que "só os que nüo quecem 
ver é que teimam em alardeur cri 
ses e erroo. Grises e errns c-xlatem 
quando se cruzu os braços e qaando 
está em jogo não os interesses do 
povo, illBtl de uma minoria" 
Barbosa ucvear.entou alndu 
que "o progresso não se alcança 
uos saltos, ninguém é cangura para 
viver saltando, é preciso huver ums 
slstmnt!ca e um progrnma do Govt-r 
lh) allcerç11do em bases sólidas, atra 
véo de U!1l r·ealhir:::10 obj~tivo sem u 
toplt:1, mufl coudize::ite rom us reall 
dades reiceis. Nós, ruas do que 
niguén, destacou - sabemos o que 
fü,lü Vit.ta prechrn., quanto preolsu. e 
como conseguir o que se precisa, o 
que r.úo podemos fazer é admin!s 
trar bnseado em sonhos de fantasistas 
COLABORAÇAO DA INICIATlVA 
PRIVADS 
ProGsegulndo, o prefeito E!y 
disse que este. empenhado em "um 
programa de obras que visa atender, 
sobretudo, n populaç!lo muis caren­ 
te". "fot~ r:üo loplica, diz ele", ·em 
r6fegur a 11egundo plano as ouras 
urbao[stlcal:l, nós procuramos, dentro 
de oossos recursos, executar um 
programa racional. ~ preciso tara 
bém que a inicie.Uva privada com 
proenda. que a sua participnção é 
de vttal imp-ortâncla para o cresci 
rnento de Rela Vista; nós precisamos 
crescer. Precisamos d9 nov::i~ €apre 
gos. É preci130 que todos nós ~e­ 
humos em !!lante que o deeenvol 
viroento acelerado exige n part!ci 
pação de todos. Precisamos crescer 
eom; uma cer.a rapidez, e isto exige 
de todos nós umn mobilizaç,lio maior. 
ela Vista poderll reivindicar móis 
quando produzir mais. E no tocante 
u produção, essa tarefo. pertence a 
• iniciativa privad ". 
'Não estou aqui para dar 
aula de ecoomia e muito menos 
e a voz 
!!---------- 
Dr. Pedro José Palrníéri 
Legalização dé 'Terras, Inventários e 
camas crirnionis (Juri) 
Hut1 15 ,!e Novembro lt!O 
Fonc- 235 Bela ViHa-MS. 
dttRr eátudra para u tndústi-ln, pe 
cuárla, comércio ou lavoura; ,1 m~·I1 
tnliz119ão dt> objetivos 6 cto vHal 
lmporrfincln, é preciso que lrnju e~st1 
meutallzuçüo, mus ô preciso, o.clmu 
de tudo, que Re trub::llhe e se ~ruba 
ihe muito vlr,ando ntrnglD objt1ivoa 
dt:llnt'udos. Só mentallzr no reol­ 
ve, o mundo e+á chelo de sonhn 
dores e do profeias, 01..&!'.I fnllando 
executores. E fe.cll pedir maiG p?'o 
~res':lo, mal11 justiça tiOClul, mais dls 
trlbu!ç/10 de renda, o que é dlrlcll, 
multo difícil, é lnlolor a reforma 
dentro de casu, dentro de sua p, 6 
pria empresa, disse BarboEu. 
Pro!!FPguindo disse "Bcia 'lista 
p~eclsa de muts lnóústrla!i, um comúr 
cio raal,; ágil, maior prod11çil.o, lDull 
Isto não é !.arefa do 8xccnHvo, nós 
pt·eparnmos o campo, nlgnérn preclrn 
Gemt::&r o colher. O progresso do um 
munlciplo é reflexo du part!c!µaoilo 
lle todos ao segmentos da socleclude". 
Pam Ely, nós vivemos tempos 
dHicels, a nivel roundia 1, rnus n!lo 
adianta cruzar os braços e ulurdeur 
crises, a hora é de trabalho, um tra 
balho motor, pois naçla vence n forç!l 
do trabalho.'' 
POLÍTICA PARTICIPAÇÃO 
A nivel político, o prefeito be 
11a vlotense afirma ser "um soldado do 
Partido"', oua cundldatura a deputado 
estadual nas próxima:s eleições õepen 
de do governador Pedro Podross!an 
"quem decidirá quem será eandtdato 
de que". 
Quunto aoR concorrente~, pro 
váveis oandldauos a condiduto, Bly 
disse que "o PDS é uo partldo abcr 
to, coo. tdéins fortes, e todos ague 
Perondi 
o 
que 
teve 
IJ 
. . li 
critica 
les qe prutendem defender essas 
1déla o bem vindo. E na soma dos 
esforço8 que e consegue resultados 
rtur!ldouror.. A obertun politlea ó, 
11clr.rn ele tudo, das próprlns cllforcn 
cu1:1 r,arllôt'.H-tuR um cliom1aucnto : 
responsabilidade. A próprti erítlea 
roflexo de um poslc!onum •nto r ttiJOit 
sé.vel 03 lrrespontl'lvsl, elo roflet o 
poatrnmenlo du oeu uu!or. É reflexo 
de um polllolonnmonto é prccl@a. 
também saber crttlear. 
G povo j no e engana com 
os falsos profetas, os arautos da des 
graça. O E!ltudo de Mato Oroseo ao 
Sul ó jovem, forte, muo ~recisa u11ur 
a força de todos os seus filhos. Coa 
Pedro1-s!an 6urglu a menh.1ll<lurte <liJ 
que o progresso é função do todos, 
nilo é só o Governo qua pomml. u. 
1 
re:>pooaabllldade de coudu!lll' '1 pro 
cesso de!lon vol vlr!lontlstu, Isto ó fun. 
ção de todos··. 
O oe.ndlduto ela reg!llo à depu. 
tado estadual disse que o "chama 
mento maior nestes tempos é o de 
participar, o de somar: sornar osfor 
ços, idób.s o vontade, pols o momen 
to é propicio para lnv1rntlr. Neoo1, aii 
pec!o Bela Vlst0 é um ocuvite no!! 
eoprealir!os d.s todo o 'Eeta<lo, pois 
nqul o. conjuntura permite o surgi 
monto de uov&s inctfislrlao o novau 
empresas. A minba proposta, 6o povo, 
é a de untr, é a d crescer juntos, 
som ód1os, ra.ncorce ou diferenças". 
F'in1:1ltzundo, Ely do A'ruujo .Barbosa 
disse: "Na adminlstruç:Io pública 
exlae a t::1tlo quo 9rebalha e a voz_ 
que crttloa. A mão que trabalha cn· 
gueu pirâmides para a eternldade; a 
voz qne ct·1tlca levou ~forla Antonie 
ta à gn!lhot!Oll e Ttradeotes ao cu 
dalalso•·. 
atuação 
O dcpl!tadc, foderal Emídio Pe 
rondi - RS - (lrmãc do advogado Serglo 
Pornndi) teve uma atuaçéo destacada. 
e uma po.L'tlclpação muito importunta 
no episódio ctu e.provação do "pe.cote 
1 
pre vlde.o.cíárlo ". Posiolonand O• lle des 
de o lníaio contra o ''pucote", Peroo 
di manteve-se firme e coerente até o 
fim e foi quem conseguiu colocar freu 
te e frente na mesa ele negociações 
os lideres de todos os partia.os, e que 
culminou com o acoi'<lo dus Uderan 
ças par, a aprovação do projeto, 
com algumas ernenctus. Peroedi hns 
cou sempre a negociação, posição que 
era defendida pelo mini1>tro Jair So­ 
ares. 
destaca.da 
ú n I e o s quo oe nanUvorat:l 
firmes contre a o□tas!lo o coe­ 
rentca com suas con ctêacias". 
O jornal "O Glvho", do Rio, 
tiembéI!l destaca a pa.rt1ctpaç.Uo do, 
depGtado Ernlíl!<J Peroncll •·que foi o 
I::lf.:dlador do diálogo entre Oposição 
e Governo". O Jornal lembra que o 
µarlamentar gaúcho foi um dos dlssi 
dentes do PDS na re1elçé.o do projeto 
das oublegsnda& e que agora voltou 
a Uderar o grupo d!ssldente, tendo 
assegurado, hora!l antes do acordo 
Uroado que votaria conira o projeto. 
O Correio do povo, de Porto 
Alegre, no. sua coluna. "BoletiCT de 
Brasília", Yessolta que "Eidlo o 
A atuação füme e mediadora do rondJi lutou desde o inicio contra 
pari: mentar ijuiens~ mereceu dest-. o !}acote e, mais que isso, ioí quem 
qus da imprensa d& capital e do Pais. conseg1.1ln colocar frP>nte a hente na 
1) Cl'Jluolsta Sérgio Oliveira, da Folhn l mesa, os Hde:.-es dê todos os parti 
da Turde, em sua coluna d Br bilia dos". 
(edição de quatta-teita), entre 011lra::i , A Zeno Hora, de Porte Alegre 
coisaR fl.l'i?rna: ••Mérito~, també:n paru I também o.estuca a panlc1pação d~ 
os três valente!-l deputados elo PDS Perondi nas negoelações, junto com 
gaúcho, Calos Chisrelli, Emídio Pe Carlcs Chiarem e Alcebíudes d:e 
rendi e Ale biades de Oliveira, os Oliveira.

1 
1 
. '}. 
Jo o 
.., 
cho 
Perguntando pela enésima vez 
o ra banquefro do jogo de bleho, 
o mlllonllo Cuntor (le Audrndo 1wlu• 
10 com 0r,1m no cortumonto atônHo 
r pórtt>r rl.:.1 }lovlsta VPjn: "/conlec0 
quo 0u ôtgo quo sou hlchl'lro entro 
quatro paredes, na Intimtdude. Mas 
l.:1to nfio ó paro flttr publicado, por 
quo LIU poRPo oolocor voo~n du lrn 
prosn na cadela. Ninguém consegue 
provar qno e11 Aou btrnquell o do bicu o. 
(nº 655, p 21). ,Jf om entrevista à 18 
TO t C1111tvr u0 fez de rogado, mu9 
núo procurou dlrif11rcnr nem um pou 
oo a tn1lrntdado quo mrwtóm com o 
submundo dn contruvonçúo: "Biao 
(oo oontrnventorns) silo homen~ paca 
too, inleroOtCudoa II peno A em ganhar 
dlnhn!ro. Murlel aomprc foi protegido 
peloo oontmventores". (n!! 252, p. 2.6). 
Medltti bem o leitor noo termos 
desas duas intrlunte entreviatn. Na 
prlmelrn, fica morldlaoaro1:Jnte claras 
convfcçllo dou beolutn I mpunldado ex 
perlmentada pela conhectda tlgura do 
tJoçelte oarlocu. Um 1,Jmples telefo- 
Antonlo C. d 
n+ma lhe bastarla para bot r detrás 
dur-i gr,Hfo8, jornull t, 11 lnc(,r odo11, no 
quo fíO 11upó~ Ul •rcô dOli conthlOII 
110LórloH, >sl!{u; que maotilrn cC11,1 
pollcluls, polificoR o ló jnlrc11. Aind 
multl lntrlgnnte ó o trxto d ,. •gun 
ela ontr;;vJi.1Lu: nllo li quem, up68 !ô 
la, no fique com a rensnçáo de que, 
1 
pelt1 munotru com q e Ca11tor se re­ 
roro à "ooutmveaçfio", stu seria al 
go como umu lnflll utcOo consagruda 
0 plenamonto fooort.da no melo uoclul 
do Rio dll Juuelro. Benemérita utõ! 
lnorlvol n sem-cerlmônfa coroo 
tudo ocorre. Os mula Importantes jor 
nula o rovl!itas do Pais publicam os 
nomes de todoti os banqueiros, dor; 
poo!nlo quo lhe dilo guarldu, aunEi 
áreas Geográflca6 de lnrluôncla (quur 
telrü.o por quurtolrão) o ondorcço de 
talhe dos d u o ''f o r t o l o z u s" 
(mu, número, andar), ampl!la fotos 
doo locais de npostao, o nada noon 
tece. Ou melhor, acontece quando no 
Holas de Impacto relaclontdns ao lo 
go de blcho-oocno o asParrnlnato do 
Iv1ot..ir· Campos 
artel-- tanhm as manehter da 
rnd Ipreni 4. Aí, eom multo alar 
de, a polic!a "estoura" alguns pontos 
do jogo llegnul. premi bléhetrot ( 
arrnt .11 m1 idtti;. ó c:.Aro, não o tub 1 
tõ . ) t> 13vtiúE· u:...1 o· outr ·for 
leza'. Depois de alguns dias bem 
treinados dvogados tem todos 08 
ó lido':! do cadeia tudo volta 
como antes no quartel ds Abr 
Fol exatamente o que eonteeeu n. 
semana eegulnto à dn morto de M 
riol. 
O onvolvlmento de poHelrils e 
polltlcou com a contraveoç o já é 
por demais notório. Pior quo tudo 
são oo iodfolos de quo oa tentàculos 
da oorrupçúo tnlum utlngldo tam 
bóm o PoaoP Judlclnrlo, derradeiro 
bustt/io do. 1noralldudo póbl!cn e po 
1 
1Jivolm0nto n ~ltlroa espernnça do tos 
tulca•-se o Jmpórlo da Lel no Rio de 
Jonolro. Se uo trata do om ou oulro 
' d , lo io 1 
mettment t 
(ia nfio <· 
Tudo 1,.. o 
profunda inquiett 
bem. E: quanto ut 
0He é ju!g,,llo e e 
ne contra egur 
µc,rqll,' comµô,1 li, l 
lderada ofen iv a 
:rJo. }uíLLH drJ.c guar 
flllí .. Klm pnl ulo 1 
so no atentsue f'l, 
públ!Cll. 
O Hrar.ll todo enthe -,e 
dignação e nojo ante o qaa 
dor que ucnba do fl r :ltn t do f 
tinua agurdando, Impuefente, G' 
adotadas medidas do xesí' 
 
ao1·_ contrn r1 podridão q11e carn, , 
antiga epital, 	•• 
(Plam1) 
Cine São José 
Agoxor com nova direção 
Os áUlmos lancamentos dos principais produtores 
Naolonals e lnternaolonals 
Anexo: Bar e Sorve teria Bossa 
laiz [lerto Ova 
"0 ponto de encontro" 
Nova 
Bela Vista Ms. 
Otica Científico 
Moderno Lah-0ratórJo Optico 
garante a esecução porfcjta 
de 8U8 i'eOOita de óouro.s 
Óculos • Jóias - Reló-ffioa 
Troféus - Pí'esentes Finos 
14 de Julho, 2-10 Tels:: 82-·2522 
Campo Gmnde - MS 
:l-ti'.DICO 
Cardiologista 
Rsoecinls1.11 em Clfrti~a ~-ca e Ma.ue om Oardlõlo:i.i. poln U Ji p p 
• Professor A8'!tint-:mto de ohtíca Méhd a U F MS 
Doenças do COração e dos Vasos. Pressão alta e sr 
repereussões. Gardop:ntta 6crl:átrica {Doença dos idoses•} 
ELID'RO€-ABD10GRAUA 
Ctetoerorzctria (roa de E»orço), Eletcardigrafia D'ntpca. HIOLTER] 
0eotPO ae ~hooh-ttp e BndooriROlo-gis de MS. 
Rna: Hui Barb-0sa 0.-0 l08 Fone 908 9 8- (Conmltõtio) 
€ompo Grande -MS 
Zihemar êgtoy 
Advogado 
Causas Cíveis, Cí'iôln.nis, Puoblcmas 
de Terras, Inventários. 
Rua 3 de Outubro • 450 
Bela Vista • MS 
.f?tarar da Silva Dutra 
ADVOGADO OAB/:ilS 2.509 
Cnnsaa Cívoh e Criminais 
Direito Agrário, inventários, divórcios 
e separações 
Escrit6río o Residência 
Rua e oroncl Ponce n.o ~ 834 
1 • 
Bela Vüta - : Mntf• Grosso do Sul 
1 
Tribuna da f zontoit, 
t Vun<bdo em 20/'2172 }· 
e. G. e. - MF 03.201,!2;85/00C 
Registro Título o Documentos n.o l 
Redação e Adoioi1traç5o: 
Ra Duque de Cerios s/n 
Ofleins: faa Duquo do @xias s/: 
Bela Viem 	'S 
Doto7a. 
Morto E!lt0la Volnsque!3 Pt!idr. 
Bd1tol:'-Choio: lvaldo Torclt 
Departacat» J ra1d;t6o: 
Dz. Serg'o 3 no Paromd 
AS3EAT PS 
Anual (Bela Vi11ta) _ 
Dcn=io Municripíos _ 
1000, 
2000,l 
Fundador: lvaldo Pereira 
Posto Ferre ira . [I 
Gmrolt.na, óroo Diesel, 6100 Dubrifümnte 
e B'orraobaria 
Atende 24 horas :por dia 
BR 267 Km 55 
Rodovia Jardim a Porto Murtinho 
Posto Leai [I 
Gasolina, Óleo Diesel Óleo Lubrtlicante 
e Bormohm·ía. 
Atende 24 horas Por dia 
Porto Murtteho - 
-:------------------ 
Caan de Alvenaria, próxlon a 
enfermaria do 
1
quartel. Entrada 
er$: t5U.000.00, • :H'8Bt&çõas men 
st:lis de cr$: 9.500,0D junto 4 
CEF. 
Aceito cauo, ete. Tratar 
com 80T Alvar s no 10 JW. 
1 ______________ ..., 
Dr. Fernando de 
Freitas Elias 
 
Médico • CRM 351 
Clínica Médic::i e Cirurgica , 
1 Rua. Gu:a Lopce, 828 • Fone 2l: 
~ isi.u - M,1to Gn,?:JO do~

1 ~'..1,:' .... '---- 
E 
Afirmando CJUA apesar dn11 tno 
gtiYelB conqull'tas dos jr)rnHllstaa e 
do sooloda!lo com relação tl llbordn 
1ft, do expresofio multu arbltr1:1rlodn 
do l'lnda ó cometida pelo reglmo 
cora baee na Lei de Imptenau e na 
Lel de Segurança Nacional, o deputa 
do Roberto Orro (foto), do PMDB, 
oon[l'ratnlou-oe oom os lornallstos do 
!Modo na pMoagPm do Ola do Pro 
teto contra as leis de exce{)llo. 
Para Orro, n homenagem gaa 
n Aoooctaçao Profissional Clea jorna 
LIBE 
listas de Mato @rosne do f//ul pt 1 
tou A emór1· tf<• Vl diulr Horog, 
morto web torturus no DOL-COD • 
197õ. foi blllltinll 1l,rulf!11:itl n do 
gran <ie co05ntenllzt1C o do joro! 
ll;i • 11! que ente no &flU cllll·a-àla a 
meça da Lel de Impr ou chi L 1 
de Segurunç Naelonal. 
Vladimir HP1v.og • n!fl'cnoo. Or 
ro- pode ter .:iorrldo, pornn sua Jut 
continuo, o ll metor provu qtte lo 
mos c11eso ó quo os joru' l11tas do 
Bras!l lembram a morte neste dIa 
26, olnda protestnodo oonlrn os res 
qulcloF daquele mesmu polltlcu ro 
presslva e terrorista quo noabou tru 
1 
zendo u morto de Vlado 3 t. unool 
Fiel Pilho denlro de urau dependn 
, 
ra. Glaci Vieira Outra 
CRM 961 
Clínica Medica - Doenças de 
Senhoras Parlos • Controle 
Cfi.noor G1necológico 
.1Hendimcoto de 8Pgonda n ecxln feira 
manhã: 8 hs às li hs tnrik: 14 ils 16;3o hs 
Roa Coronel Ponce, 331 Dela Vis10 MS 
reter, 
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d'> Kx rcl:o. 
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lr . ,, 
ç o 
tort 
que 
Ihant 
b +t pdo-o# 
do• lallmid 1tórloot, 
elulvnonte Impwdt a li 
so de Id {as e informçat 
Quando da nona jv ntude e 
sua despreoemrpçl4o feliz, vi.mo 
sob culdii1os infínlloi;, pro!rç o o 
o,..irlnho daqueles quo nos tro,~xN m 
à vida. 8 mais: daqueles que durante 
todu n sue vida, somente pemaram 
om nos fazor fel!zce e rcnllzildo~. 
Mus, em detormlnudo dia 
Deus os ohnmn à. moraõn Pterna. Cà 
ficamos u lubr o sós, u luta Ir.glória 
du atmdede. sem o prlvllóglo do 
nmor daqueles que p11rtlram. MultnR 
vezes, ,ta.o cedo, ~ue soo.ente recor 
daçõoR vugas nos delxaram e assim. 
tadelêvel0, elas permanecem onoseo. 
Parllrum e dormem nurnu 
mansão do pnz e alegrias. 
Você port!u aeRI□, paizinho, 
como numa vlugem qualquer, cheio 
de otlmlilmo e fé. Decerto coutlaua 
do mesmo modo, em sun nova e 
misteriosa morada. Longe, de nóo 
distante ngorn está. Ou talvez, Hio 
pe:rto, tal cvroo o sinto chmtro do 
oomQ!:o, Iluminado ,;,ela razüo e pela 
Fé, com qoe você me enslon os 
primeiros passoti. 
Por !soo, hoje, com a !nabal~ vE:l 
purang, envio 9ar 
dta dc q dormem eterntuente, 
[men a teraura do meu afet, om 
e ta 'snação no(Algiea da u 
prvseng miga, que tanto mareou o 
meu despertar. E como se, da Est 
çt.o, eu eontluasse de pé, olhando 
o uccntH?do p r vorê, PAPAI! 
Ol dt1 fiinuúo 
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Ürro pede telefone poro Bonito 
Orltlcanclo o fato de Bonito, 
com 11 mil habitantes, contar apenas 
com um posoo telefõnioo, o do!)uta.ào 
Roberto Orro. do PMDB, pediu na 
Asserabléia Legislativa, que a TELE 
MAT providencie a im:talação de 
servlç0 ~elefônloo domiciiiar. 
Segundo o parlamentar o po~ 
to telefónico tem se mostrado insuf! 
olente vara ntenúer as necessidades 
da popul~ção de Bonito, sendo o co 
méroio o principal sPlor atingido pela 
falta do serviç.o tclefônloo ~omicillur. 
Para o parlamentar a lmplao 
tação do telefone domlc!l1ar i.rú re 
presentar um grande estimulo pr o 
comercio e outras r,.tivlàBdaa econô 
rnlcas da região atém de melhorar o 
padrão de vtda da população. 
Orro disse ainda que a menu 
tenção de apenas um posto te}efôni 
1 
co para uma cigade cem um:! popu 
laçiío nurnerc:sa com.o Bonito s!gnifi 
1 
ca pr1Hic!imente desttoar o municip1o 
ao isola□ento do~ demais munlcíp!o5 
e do Pais. 
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o E 
p dro .dr - 
ra 
* 
# 
■■
AHJL'JO-1 
Conversando com o prefelto 
Ely de Arrnjo Bnrbosa, ele nos di 
e que o problema dos proprietário 
m condições de pagar o usfalto e 
rá 11oluclonurto. A Pri,fo,tura Munlol 
pal tinunelará em té 60 lllOllf!A oo 
bn nJo jurns 11.Cl'B!llvelo. rio tocor,to 
,lOíl "rlcon", ofl ohuloa d1.1 granu, os 
tea tem que pagar e psgnr normal 
mrnlo. O quo nfic, podo ocorrer 6 nl 
velnr 011 prLqurunntor,, q11t•rn ó rloo 
t, m quo chlnr, ó 16,rlco, ó jnBto, e, 
tiflndl rtl Oo!!tUH, ter multo dlnlto!l'O, 
hojo om dIn, é Responsabtlldudo pe 
rato a comunidude, 
BNTÁO ... 
",quelcrn" que vvem troean 
do de carros, guslnudo o lulu u tor 
to o o tfl?cllo, goalnodo rtoo de dl 
nh6llro om feot1111, roupa□e oupórfln 
oo o ulnda por clmu eauluncto ouo 
fortuna a todo Instunte, estes devem 
pngnr som ''cltlar''. Ou slo ricos 
mnetmo ou so rleo do caoonto'? MI 
nha filoso!la é t1lmplco: o rico tom 
n obrlgoç!lo de pagar polo pobre. E: 
nquelc neiróclo: tirar muUo do quora 
tom mnlto, tirar pouao de qm·m tum 
pouco o nno Urar onda do quom no 
tem ondn, raulbo pelo oontrrlo, Dur 
a quem nlfo tem. 
POLfTICA 
A parth· de Janeiro n oobra 
vol fumar no campo polillieo, com 
três partidos ostrutnzados em Bela 
V1ot11, fn polftlca bolavlotoot10, aa 
11182, vai onoudlr. Quanto n ololçl.l.o 
por~ prefeltti, pcroe-o que o 00000 
nnoleiplo nllo roooberl'l a ontooomla. 
Contlnuarâ esoe orlt6rlo antltlo□o­ 
crl'lt!oo do Profctto Nomeado. Uma 
vcrdnà elra ô nriornalla. Um ntontue'lo 
contra us conc,Jolêoclas. tfomocrlltleao. 
AlJfALTO - 2 
Pesol chega aqul mi Reda- 
ç40 e vai gritando. 
_ o ndoHo 011lfi uma drogu ... 
_ Jauo ql!o oRIA nf nilo ó asful 
t-o 6 1lssalto ... 
' - Rucbou. Rr1chou ludo. Virou 
urnr1 fuzaroa... 	• 
-- Será quo o pesol do asfalto 
penen 11uo u gente ó besta. 
En l'lco 06 oecutaodo. Bsoutan 
do o matutando. Olha, negóelo e­ 
gulnte: O pausou! que estó. descon 
tento com o uslolto dove falar com 
o profelto, apresentar suus queixas, 
aflrrnl o ngfallo 6 pelo sistema oomu 
nlt(nlo, to doo silo reoponsô. vola. E 
nlio ao osquer;inm dos vereadore11. 
Vfio a Ctlmura o gritem, Gritando 
ulguóm ouvlri'l o 000 ... 
UM LEITOR ILUSTRE 
No1rno ooluou é lido, porló 
dlcaGJoato, por um Ioltor lluolre. 
Trtilll·AO do qrofessor Orlando 
Moncrclll ooord~no<Jor eatudunl do 
MOBRAL. Posoou Unu, culta o ol 
ta□onte onpuoltadn, o profensor 
MoogelU sabe doo .::olaao, e conhe 
oo profundsmonte aa dlfteuldadon 
o na det1lgualdaáo6 rog!onaiB de 
MS. 
A PROPOSITO 
Recabemoo do profoaoor Moo 
golll, earta comentando umn notícia 
Inserida na TF de 7 /12 do setombro 
ando ougeriomoo a oria9ão de um 
Conoelho de Doacnvolv1mento. Havl 
amoa dito: 
CONSELHO DE DESENVOLVI 
trnNTO 
(Tribuna àa Frontelra n 590) 
O P0dreira vive voando pelos 
caminhos da lmaglnaç!io e já dizia 
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Construção Ctvil, Obras de 2ste, Pavimenta9lo, Fbrtza de artefatos 
de ci.mGn.ti>, TcrroµbECQOm, ~0111.at..B.mimto, kwl'u e Puma 
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füerit-ério em Bela Vista 	Rua Antenio Jeito, 1011 
meu p:,.l qu 'sonhar 8 o 1e1o de 
se erir colas eonuret»s'. Fleo A 
pensar, e n onhar, quão átll se 
rlll pnra P.el11. Vltl a f o r • ,.1, 
c.1.o de• um C o n 8 e I b o d 
Desevo!l ento, um n á e I e o 
upurtlMu.lo do qual farlam parte to 
das 1111 klteltgênclu e eapaeldades dla 
poa[vols no muu!olpto, Jovantaudo pro 
blernoa, elaborando eGtodos, troçando 
dlretlze8 e oooBoleot!zrrndo o povo. Ks 
60 nócleo poóerta subsldlur dt< mnoel 
ra ohjellva o lotol!gente, Inclusive. a 
uc;llo Leglelutlva e Executiva do mu 
nlclplo. 
CARTA DO PROFESSOR 
ORLANDO MONGELLI 
"Lellores ussfduos da shptl 
ca ''Tribuna da Fronteira", sorvendo-~ 
cm todas as suas matérias c slmpati 
zaotos da coluna: E, Pois é de, Pedro 
Podrclro na edJ~l(o 7 a 1219/81, do 
purou-ao:noo lmpor1onto sugestão, 
coo o mulo; "Consolho cio Deoenvol 
vlmento de Bela Vista. 
O conteúdo ó dos mais expres 
olvo9 o reflete a preocupa~llo do artl 
cullota em sugerir a crloçílo do Coose 
mo de Oeseovolvimente àe Bela Vln 
ta de cunho, oomuoltárlo e aparll 
dárto, que conturba com lntollgêoci 
ao e oapaoldades d!sponivelo no muni 
olplo. 
Ocorre, genhor DlreU>r, que a 
matérln nos chama maior atencão 
pelo fato do que a fllosofla do MO 
l'!RAL está exatamente calcada nos 
motlv-os lev6ntados pelo seu oon 
oel1ruaào jornal, tendo inclusive, entro 
seus diversos Proj6too/Programas, 
um ProffPnma exalu:ilvavente voltado 
à AÇÃO COIUNITABIA, stravés do 
qual, a oomunldado dlagoatlea a roa 
lidado e bo6ca meoanlsmoo de soln 
elo. 
Caso seja de interesse deoao 
jornal deopertar a comusidade para 
o Btloglmanto dessa nobre objetivo, 
colocsmo-nos à dl11poslçãe pars pa 
leatras lluotr11t1vas e a posslblHdade 
de um trabalho integrado com auo 
rldades e oo for9as -vlvao da oomno1 
dade, para <i desenvolvimento de nm 
trabalho eomunltl'.l.rlo em Bela Vista. 
Cremos estar, dessa forma, eo 
laborando eom e! 
tiva, eom s certez 
trn ordinário. 
Stinrio tÓ prna o .:i . ta, t 1 
te rumo, lhe or protestos • ! • 
levada t!ma Pro. Cal n 
"" ,tensor Orlando Monge] 
0ordenador Estadual do Mobra!ryg 
VM10 / Lti'rA l • 
Ollrn. 1,qul m B li'! Vi ta, t'l 
nhwgo els ou et pesos, colereln 
te, Industrlats e prolssionst» lINe1 
que. oom rnullu lulu, cs. o centrtbliln 
do p ra o desenvol•lm nto do 111 iltl 
plo. o pesscus que eram emprez 
1 
e riquezas,trabalha e tabalbu 
to visando queimar et p 11 e co 
tt-ulr algo do du'tndouro. Nlio rteab~ 
ram heranças, não ganharam pa lot 
ri!! nllo receberam dotes e não ganh 
ran na vida "t:cll". So lutadores. 
Estfio enriquecendo trabalhando de 
sol n sol. E oquclo negódo de saber 
administrar em tempos de erlse, Além 
do crescimento lndlvlduol, estilo pro 
porclooundo eruprego u dezenas de 
pesoas e, este prot>lemu-FALTA DE 
EMPREGO-ó urn dos mals graves m 
Bela Vista. 
VAMOS A LUTA-2 
Crta ao professor Monge!H 
é um estimulo, nós nceUamos o con 
vlte e desdc1 jú agradecemos. O CON 
1 
VITB A LuT A foi aceito, profe~soc 
Mongelll, vamos realizar essas pales 
tras. Varno,i conolamor os bolavisten 
ses Ilustres a kcharem eonosoo na 
busca de soluções, na procura de alter 
nattv&e, na luto. comum que é u lnta de 
todoo. Para Isto eontf'S.mos com o RO 
'i' ARY, sempre e □penhado nu delesu 
dos nltoo inleress~o da B. Vlata, com 
a Aoooela~lio de Pafg e- Mestres; com 
os oenhoros vereadores, prefeito mu 
nlelpal. comerc!Rntes, industriam, pro 
flsslonuls Hberais, presidentes da 
clubes, enfim, onde tiver um cldad!l.o 
eonsolonte de suas respomiablUdadea 
perante a comunidade, o chamamento 
esM. feito. VAMOS A LUTA? 
Voltaremos ao assunto. Por ho 
ja é só gente e não se esqueçam: 
Trabalhar sempre sem o propósito 
de aer ou pa:i:ecn o maior ou o me 
lher an~ Ofl demais. 
[I 
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Lutz Alberto Ovando 
&pecinlisti em Cllniu MédiC!JI e M°',is. 
tre em Cardiologia pela tJ.F.ilr. 
E 
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comunitário pr + M' ,,.,,.., d 
» 
cen,ro 
Coophomot 
Injusta 
f 
d 
. - 
CISOO da 
O Doput1.1do Ary Rlgo (foto), foi 
autor de projeto de lo! quo dr.clt1ra 
do Utllldndo Pública o Oentro Comu 
nlttirlo ''Proc~ldente Médlcls", da Coo 
pbnmat, do Campo Grunclo juotlrloan 
u do 
fie; 
o con 
, 	1lenc 0 
dependLte de ra!{v.. 
POSTO DE EXATO;A FAZENDA 
RIA E.· CURVELO, EM PORTO 
'TINHO 
'fllí,11.JAm d uutorh do Deputu 
do Arr Rlf{O. lndlctç.'lo ao sr. Go 
vcrnudor elo E hdo. rt>fvlndfcando 11 
ln!iléllaçllo df' um Posto f·1,;cnl du 
Exatorfa da FuzondH no Distrito de 
Cu~volo. município de Por to furti 
nllo. Em sua. justificativa 11c~nuou 
o parlumentar ser a medida necessá 
riu dlonlo do elevado potenclul eco 
tiôrnlco que npre110nta u localldarle, 
rr o•c(i da grund' produçfio ogr-foola 
fl J.' cuárla desonvolvldu nos últimos 
anos, e;ujo tributo, ICM, por oiío poo 
slr n 1 ,cullrlado uma posto de nr 
recudo9ão, a moama vem sendo reco 
Ihtdn em Extorls o Posto Fiscals 
do outroo muolclpluu, gerando sõrlos 
prejulzoo para o aeu cnutJlclplo, ou 
seja Porto Murtinho. 
E, A 
E CAM i 
O senador Mendes Canale (PP­ 
MS) previu que o oongresRo, a partir 
de 82, teró poderes para funolonav, 
Jafolalmente como Assembléla Naolo 
nnl Cfomil
1
tulnto, para dotar o Pais de 
uma Constltnlçüo que traduza os an 
selos da sociedade, "ao contrtlrio dn 
ntunl, outorgudu por umu junla mill 
lar". 
O fortuleclmento elo Congresso 
pela poslçfio que tomou rejeltundo a 
extensão doG sublegend&s à eleição 
de goverouJorns e revogando os ar 
llgos do "pacote'' da Previdência con 
tr!lrlos as interesses dos upoGentados 
ou oplnl!io do :ieoadar, poderá Beõr re 
vitalizado u pn rtir do próxlmú pleito 
com a renovação_de seus quadros. 
Essa é uma questuo; Eegundo 
Mende0 Conale, que poderá ser resal 
vida ató meados do ano que vem. 
kals urgente e Importante no momon 
to atual, no sen <>ntender é a oomple 
mentsção do quadl'o dns Blterações 
na legisloçáo eleitoral. 
"Temos que definir -asstaalou­ 
os pontos que ulnda precisam ser r.l 
torados, pura votll-los antes do re 
cesso parlamentar, porque a justiça 
Eleitoral necessita também de tiempo 
para regulamentar as possívets alta 
rações." Esse assunto, segundo Men 
de3 Cnnale estará ua pauta du reu 
nlão que o Partido Popular reallzorá 
nos próximos dias em Sras!lla. 
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Alta Resls!énela o Duzabllldade 
Bonito 
Bra«flla - Analisando a dee[so 
da Diretoria d BNKRSUL que des­ 
pedlu ruoclonArtos com reprnseotnçrio 
Slaàlcal, dl!!~" o Deputado Ruben 
FIgueIr6 (teto). PP.S: 
"O exercfclo do manclato eln­ 
dlcul turobém envolvo ccrla9 !muni 
dades, sem as quals perdor1n 1,lgnt 
flcoção. colocando o representante 
eoh u coostnnto 11r:ieo.9n do perda 
Prefeiturc municipal de Bela Vista MS 
Portaria n137 /81 Sec. Adrn. cm 30 de 
Outubro de 1.981 
Dr. Ely de Araujo Barbosa, Pro 
feito Municipal de Bela Vista, Estaclo 
de Mata Grosso do Sul, usando de 
suas A trfbolções qne lhe são Çooferl 
das por Lei. eto. 
RESOLVE 
A parter de 03 de Novembro 
de 1.981 os horó.vlos de expediente 
da PrefeHuru Municipal de Bela VIs 
o 
Aprova o Orçamento-P!'cgr-amu 
do Serviço Autônomo de Águe e 
Esgôto de Bela Vista, Estado de 
ato Grosso do Sul 
O Pllefelto Municipal ãe Bola 
Vista, Estado de .fato Grosso do 
Sul, no uso de suas atribuições, e 
c-om base no artigo 1o7 da Lei Fede 
ral nl2 4.320, de 17 de □arço de 1964, 
DECRETA: 
Artigo Lo: Fica aprovado o 
orc;iamento-programa do Serviço Au­ 
tônomo de Água o Esgôto de Bela 
Vleta, para o exercício flmmcelro de 
1.982, cuja receita foi orçada eru 
CrS 13.622.244,00 (Trezd Milhões, 
S:;isoentos e Vinte e Dois Mil <! 
Duzentos e Quarenta e Quatro Cru­ 
zeiros), de confcrmidade com e, ane- 
l xo n,o 2, e a _despesa. fixada em 
j 
MS. 
Zaboratorio de ná­ 
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Dr. Antonio Braulio de Barros 
CRF/20 - 269/77 
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Bela Vista S 
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e,:. oll . 101111 tln"I 'l' 
na ndúetrlas Urbun 
Gro 110 cto ui, mbo 
ex/rciolo do mnndato S 
E ere»cento. 
"Até gora no fc ndd 
o pelo d O f nllt1 di..; S i I de 
Cru:npo Grnn,tr que m:rnl tn•!'!l'I 
ontrrh o uto Iníquo ·tido 
d read lo dos lidere. indleal, 
que bu , na justiça, a alvguar 
da dos direitos, quando o 'º 
quBdramcnto do p s<1onl vem aendo 
retardado bó quase dolri UMli! pola 
Enersul. 
Esperamos q e Ofl outorlctnde11 
uperlores, tomando oonliaclm •nlo 
densa denúncia, convença a 'apresa 
Estatal Mato/'rossene u cumprir a Gel. 
ta-M8 passar"o a ser os seguintes. 
Periodo da Manhã: 
Das 07.00 Boroa as 11:00 Horua 
Perfodo da Tarde: 
Daa 13:00 Hora!l us 17:00 llora!l 
CUMPRA - 8 E: 
Bela V!stn-"1S., 30 do outubro de 1.981 
EIy de Arnujo Barbosa 
Prefeito Munle!pl 
6/81 
Cr$ 13.522.244,00 (Treze ifühõos, 
Setecentos e Vinte e Dela ~11 e Du 
zentos e Qunveota e Qoutro CYozol 
ros), conforme dlscri□inaç~o <!os 
anexos l e li (quadros ''a" e "b''). 
Artigo 2.o: F1oa o Servlço Au 
tôi:tol:!lo do Agua e Hsgôto àe Bela 
Vtsta, autol!'izndo s efetuar a aber 
tum de oródltoo snplcmeota:'P.B às 
11otaçõ.ls deste ori;iumento até o llmt 
to de 40º'
0 (quaranta por cente} du 
rêceUa eíitfmado, observando o diíl 
posto no artigo 43 e seus prgra 
tos, da Lei Federal n.o 4.820, d 17 
de março de l.684. 
Artigo 3.o: 1ntegrom este De 
czeto os anexos menciono.dos no 
artlgo Lo, bem como o;; dom is ins 
t>ltuldos em Leí. 
Artigo 4..o: Este Decreto entra 
1 
r em vigor na data de l.o de 
janeiro de I.982, revogadas às dis 
1 
poslçõe~ em contrár1o. 
Prefeitura Municipal de Bel Vt3ta, 
23 de 1O/de 198l 
Ely de Arsujo Barbosa 
Prefeito Munictpal 
Ora. Angela Maria C. de 
Barros 
Cirurgis Dentista - CRO 40878 
Clioien Infantil 
Hu Gui Lopes, 826. Fone 247

Colaboração do Governo do Estado e Pref eiturQ Municipal 
A dlrC'torlo tlo Sln,Hcoto Ruwl 
ac B&ln V111t rounln-ue ontem, nu 
sede próprlu du. 
1·11tlclu<h. com u 
proi;crnoa do prefello municipal Ely 
do Jrnujo ílurbosu; pr1111l1foote do 
indlento Edson Medolros de Moral; 
tesoureiro Abro rIo Zacarias; 
neor Hortênelo Escbur e dos 
weumntes eóclos: Flori Muruno, Tdol• 
foullCI PfnhPlro, C1,rumllu Loureiro, 
Eito Butllirnl, Marlo Lourl'lro, Ilenrl 
que Escobar, Antonlo Urbletu e 
Jrlht>llll.11' Gndoy, p 1r11 trat.ir de na 
BllíllOA alltwnlee l TIOVC•tl lnvefitlmt>,: 
lOA no Pnrque do ExposlçõAs Rio 
Apa. 
Seundo palavra de Edson 
MorulR, ''o Slndfoato :pretende cons 
trulr novos currnls no parque, poh1 
oc; nxtstPntC'f1 jt. nfio oferecem con­ 
diço?s devido ao uso prolongado 
(dnnos) e aumento gradativo dos 
1inlma!A nua exµC1s!çõuia, a· oada ano 
Ruperundo todtttl us expeetutlvafl. 
Parn F.rh;cn Mor 1fs, "alf>r.::i I! t18f 
problemas, exIsto o da quuliánde do 
ttolo, provocando em d!uw clmvo!1o 
novu,i cJlffcultfadotJ, l"l'U folur uo 
dosgnste do :uum do", 
e fntençfio do Slndlcnto Rural 
conPtrulr oluq:wntn o !rês currnl@, 
com copncldade peru vinte anlrnnl:i 
c11t!n, :ntlllzando-c:a mttdc·lro (uroel 
ra, jatobó. ou lpl!) e ol.Jode«endo 1:1e 
a um novo crHéTlo de dfRtr lbulç!lo, 
proporcionando maior uglL!zaçflo o 
fun.:lonulldude ao& expo81tor"'"· Foi 
E1ollcltado estudos à Calux que· já 
enviou o nte-projeto para o prefe! 
to muolcfpul Pncamlnhur ao Governo 
do Estudo. A obra terá um custe, 
aproxlrut1do de 4 milhões d~ cruz...! 
ros, Inclu!dos os serviços de terra 
plangem e elaboração do projeto. 
RECURSOS 
"O Sfudfcuto Rural dt' Bela 
Vistu rão possui renda própria; parn 
uxecuhn us reformnt1 no patque, coo 
h t•r,r I nuxl!m do govern dor 1' dro 
Pedro an, e para Isto onv!damos 
o nhor prtetto munlctp l Dr. El 
para rvtvldtear junt ao govert 
dor mala este auxílio", di. ora1s. 
Pro guindo munlfe tou a su "cen 
ll .. nçu. no Governo do Er::tud<• e pd 
Prel't.Jlurn. qo, 1nmc11. He fnrlnram a 
auxiliar a classe peuarlsta de Bela 
VIsta'', o pefeito muntepl respon 
deu que Irá pur. Campo Grundt' 
amunhü (hoje) e prccurará Pl'Tll !bili 
zur o ,,ovurn 1or no locante rw PJ 
d1do d sStd!eato. 
Pura o prt:felto "e xlste n pos 
lllbllldudl! de p,,t1ros611rn auxlllur muls 
umu vtz o :Sindicato Rur!" e se com 
prumotl·U u co!Jbornr com a lniclaH 
vu. concedendo uma vtrba de 600 mil 
cruzelroH. P1.1r,1 elt> ··a rltunçúo do .És 
tudo, este ano financeiramente, não 
e~tó. boa mas no Inicio do próximo 
uno tudo' estaru norlliullzado". Olr.se 
ulnda que "Pedro Pedross!an, um llo 
mem de viso, aber 
forço do St ac9to 
lnil•i • 
iptar u 
f 1. U 11 
t ' o dinhetro d 
o, pois não ex 
t/va. e Pedro+alan 
forreu n .. o 1rnlrá, fo 
Edaon Moral. 
Na oport r.ldncfo 
O r,r 
1 
nuneiou e nteto das o,, 
mentgço aetAltte no par, 
teto do pró4mo ano ií,,' 
da d!versas obras que está 
cuçllo ( m Btlu Vletu, ~ • 
• Flnalizuodo n. rcuui:io 
agradeceu u presença de to4 
xundo uo Dr. EIy a mMs«Ao 4' 
uir junto ao Governo 1 ; 
sa de liberaçao da verba .." 
paro a rcfJrmu do!! currab. 
.J 
d 
Visando a 'rnolor lntegracão 
rlos jornais do Interior do Pais, bem 
como a bm1ca de i;oh:tções a aperfet 
çoamento para seus assuntos comuns 
estarão reunidos em MarfngA, no Pa 
raná, nos dl-as 27, 28 e 29 de novom 
bro, diretores de jornais de vérlos 
Estudos brasileiros, no 2> Congresso 
Brasileiro dos J ornr is do Inierlor, 
sendo que paralelmerte a este e 
vento, ei-;tará se rt-Hllzundo o 1º Con 
grasso Anual da /J djorl Paranã. 
Os dois congcessos terão oo 
mo anfittlão o jornal DIArlo do Nor 
te do Paranã, cujo diretor· Franklin 
Vieira da Stlva, é também presiden 
te da Assoe!leção dos J orneis Vieira 
da Silva, é também presidente da 
A~soclação do Jornais do Interior do 
Paranã - :djorl - PR. 
AO1AÇÃO BRASILEIRA 
O 2° C'Onf!'?!:',o Brusllelro dos 
Jorra's uo ler.or é promorido fipe 
Is A: 30claç.'.iJ Bra:::iL.!irB .dos Júrnals 
do Interlor - Abrajorl, entidade que 
regresenta l.020 jornais do interior 
do País. 
A Abrajorl foi fundada em no 
vembro de 1980, quando da realiza 
ção do 1 ° Congresso Brasileiro dos 
Jornais do lnterlor, em 'ovo Ham 
burgo, Rio Grande do Sul, oportuni 
dadt1 ern que estiveram reunidos di 
retores de jornais de 17 Estados bra 
sHeiro, ouma conscientização de que 
Sergio Roberto Perondi 
CAUSAS CÍVEIS 
DIRElTO AGRÁRIO INVENTÁ- 
RIOS 
ESCRITúfUO Praçu Álvaro 
Mascarenhas 
Bela Vista. MS 
juntos, poderiam e n e o ntr a r 
s o l u e õ e s para o desen vol 
vlmento da lmprr>nsa do lntnior, tro 
cando experiênclas, comungando dns 
mesmas cuuas e bm;cundo o uperfci 
çoEmento dos veiculoe de Informação. 
A prtisidêncta da Abrujorf está 
a cargo de Mário Alberto Gusmiío.di 
retor do Grupo Editorial Sinos, de No 
vo Hamburgo; Rio Grande do EIUL 
PRESENÇAS NO CONGRESSO 
Além dos diretores de jornais 
de varlos Estados brasileiros, estão 
convidados a participar repreE>eutan 
tes comarci!!is dcs veiculos do interior 
fornecedor6s de máquinas de impres 
são e cte rnátérla prima par!i os jor 
nais, bem como autoridudee; entre 
elas Oarlos Atila, assessol' de Impren 
sa e divulgação da presidência du. Re 
públiea, que p::ofertrá palestra na Se.s 
sS.o Solene de abertura do congres 
00. 
Também o governador do Es 
tado do Paraná, Ney Brc.ga, já c1mfir 
mou presença na Sessão Solene do 
dia 27, em apoio aos jornais infierto 
ranos brasileiros. 
 
Oração ao 
Espírito 
Divino 
Santo 
Esplrito Santo você qe o:!C eschue.:e 
tudo que ilumion todos os cc:::iinbos para que 
eu atinja o meu ideal, você que me dá o dom 
divino de perdoar e esq11eoer o mal que me 
fowm; e que todos os insraotos de :ninha 
vidu estlS comigo, eu qnero neate curto dtilo­ 
go, ngradecer-lbe por tudo e ooofirmar muis 
uma vez que eu_ nuncu .:iuero me sepnrnr 
de voce por mor que seja o il-nsão ma.te­ 
riu1 não será o mínimo da vontade que sint<, 
de nm dia estar com vorê e todo<- os meu8 
irmãos na glória Perpéw_a. Obrigada mais u. 
~a ,,ez (_a pe !:'-Oa devera foz ·r e,1·1 orarão 3 
dws eegmdos sem fazer o pedido. Demro de 
diar. ser.i_ nlcançarfo u !!íRç.tJ por mais d i fl_ 
cil que seja) publicar n •,im que receber a 
l;'l'UÇU. 
O. A.-L. 
A CIOADE SEDE 
Marlngá é uma das prlnclpata 
rtdades do e:~t.!.do do Paraná. com 
aproximudawente 200.000 habitanteb. 
DIetnte cerca de 40 quilómetro8 
de CurHlba, capltul do Estudo, Ma 
rtngó, nesta época de ano tem uma 
temperatu:a méd'ia de 28/30 gr11na 
centígrados e org1:Jha-se por ser 
uma de.s cidades mais &rborlzadas 
do País, possuindo duas reservas 
florestais em pleno centro da cida- 
de. 
A cidade é aorvld.a per vt 
diretos de ~ão Puulo, ou por lb~ 
d!retaa de Curltíba, pela Rlo-t· 
alé!:! de li!:1has normels dG ó:'.i:.. 
orlundtls de vários pontos do E, 
<lo. 
O eervlço de b otéls e re:ti· 
rantes é multo bom, bem oum 
comércio e demais serviços béE!: 
oferecidos aos turistas. 
. Os bancos passam a cobrar 
CrS 2.86,;oo pon cheque devolvido 
duat> veze2 13or insuficiência de fun 
àos, multa correspondente à metade 
do mu!or valor de rafc:rêricta, reajus 
tado ontem para CrS 5.733,oo com o 
novo si.l.lãrio mínimo. Ont1:m, fontee 
do Baucu do Brasil informaram que 
O sanudor Saldanha Derzl 
(PP-MS) pediu provi-<lências ao minls 
iro da Justiça Ibrehim Abi·Ackel 
contra a onda de aventados de que 
eatao sendo vitioas políticos do Par 
tido Popular em Mato Grcsso do Sul 
·'todos na mira de pistoleiros pugos 
pelo govevnedot Pedro Pedrossiau". 
O mais recente otentado RE' 
,guudo reletou Derzi, foi pratlcado 
coot:-a o l1der do PP na Càmara dE 
Vereadores de Corumbá, Augusto 
1 
Gaeta, "emboscado p los pistoleiros". 
O vereador rec beu um ttro a quei 
em 1982 começa a ser irnplnn'.: 
em BraBilla o cartllo magnefü: , 
pora transferência de fundos, !' • 
1
,. 
que será depols esiendida a te: 
cs bancos, em todo o Pls; e 
permercados, l'armacias, lojas a. õ 
tros locai,:;, o cartão deverá su: - 
tuir o talão de cheques. 
ó, 
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EPIT 
i 
O S (ll 
u 
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5~% IRS 
i;:i ; CEI 
1 ' ti se 
i,-;) 
1 
ma-roupa na perna, qua lhe cr.o: 
fratura no fêmur. 	t 
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"O pior co m&ntc u o púrl~:~ l 
tar viria fl ocorrei' mais tarde, q._  
do a polícia ehegou ao loco!. ~-  
• conseguindo prender o autor doº.: 
tado, . .delmo Selvino de Lima, P • 
rador regional da Justiça, qu~~ , 
gou a sua condição ce autor:-'·. 
Horas depoie, o procuro.cor fel f·· 
uma emissora de rádio e oeu~ou • 
membros do PP de formara::i 1;,, 
i covil de ladrões".