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Pe 
,..,,.., 
.tJ 
X 
utico 
.,. 
sera construida 
-prct<1 ,;oc!al, procurando orlar nos 
t, il l't. 11 o,i JÇiívH vll'ur1du formal' 
au. ·Iro de lideres pura atuação 
1111 ' l 1 (h pl1.nos n, 0br,rn por 
,. ,·, e lll<'. 111oi-:, t- lc•four.,1, eni,r 
e! tica, urbanizçlo e psv!mnen 
,, . , l ,l•!c1 . t.id1•s f'm rltrnu do 
, . 1 • I· nr•i-r_ :d No tocante a pllvt 
1 a láltrea n puralizaçlo des 
oras d corre das chuvas que e!ram 
O prefclto EIy d Arrj (»t ), 
roltou de Cmpo Gunde, a#ó varios 
ontutos mantidos nu capital, :--,.,, 
rnus forças !'tcdobmd !~ " ,, • •:· e A 
'llí1 nuur.u imbuido &os p 'vp ±0° 
,l'lhol'nr aiud,1 Ia}S O @p12e/ +0"° ). 
rbano-cnlt1m,1 ul' ! •h '! ·,·r. 
É intenção do pieis i . 
r~nse dE-se;,ni!Yt•r, :. p:.' e!. • • 1. 
l o, uma estutégla mais dià gie n; 
em Bela Vista 
ultlmsruent1:-, ma1:1 Jogo i;erllo rdnkla 
dae. 
MlB, a grande novldu.de, é quo 
13orboe durf, lokto, dentro <:rn br 
vo, n con truçlfo dr. uma nrnd rna bl 
blkltoca r• musou, segundo wuar-. p~la 
vrns, prC?cl:ltimo!l legar ao íuturo a i 
muaorn an ela Vta de ontem o de 
hojo, somos uma cl<lurt~ histórica, pi 
eamos um bOlo herólcu, u nof.l-;t•. blbll 
vl, La 	,j.,:., 1!s b q:! 
p cl...., v". 
o 
nova bt 
do do s 
tuno a P I 
<dCTB. 1Ul'., 
l vro . <1t1e , 
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lllrtórk ~ r·r~ ,1 
3Im e a, mn · , o mui ll. 
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O presidente Figueiredo ee. 
miuhou 'ao C ou gT ,, ,; : ,) u Jll' • 
jeto que trot.1 das zelr.s I ;o 
a!s, para aprowv.gão em1 ti.. e d 
urgência. Consta, (-Uti(! cut:.:.; ,· ,' 
dldas, insulação de vetos de ',, 
redor até Governador e u vb.gc 
:, doi- p-.!ril<!_o., r>oW1c,:.: r:,: ·,,:· 
1, tem cb-io ,., ..:L:;.·, ·!a,,.,_ 
Sgund pzláv as do ministro 
da Justiça Ab!-Acks! " 0p0!og 
queria noti coioenr n•i p '!','dé'. : 'J: 1 
Jodo qt:':l o n0!3ilO pn:Udo nJo p.:::- j 
1 
1 
··-~ t 
i Loteamento c'o 
cal 1.h•ivhlcgi0<.:0, Airn nob- ds 
ele ista, Lz, Agua, Telefone. 
"Oxto a "gola V ra Ctu dos 
nr illo, up,;;l':lle!"cado f.>r.... tio.; • 
lú e Centro E portivo de Bela VL e •. • 
--otes financiados em até 
20 meses 
·ocure: Em reendimentos e Imobi 
•rto.-·"ela Vista, I, : ureom o Gssro 
~Utom Ros:::., ei;i su:: re;:;idc'lclD.. 
opr er:d-· .ntos e I.ooLIL.:'.!!ü~ Jaln 
Vista, ( em rrenu LO Bkctc~cc] 
Poucas unidades a veuda 
Além da afinidude que exls 
t'nt,•.: n B,·c11-il e o t'nraguny, mao 
! tot,os com u vizinhu Nação diversos 
:i ,,g.- llWli ussintenct2lê e projetos em 
. t: m ·J•t<,s, fXC:illi,lo de Itaipú. Aqui 
freira o mos uma só famíllu. 
B. iliros e pafllgunios convtvendo, 
ltai!I!Ü,1icum2ntE-. E comum o cuso.men 
Ui o cotando das ações. O projeto 
i a iivmv será aprovado, quen1 vi 
-.·. _. '-'"!. ". Po:c out:·o !ado, o senedol' 
T .Ido eves e o deputado_ lJ]ys 
·-e:- Gui::unrJes, PP e P:1D8, resnec 
tive;ente, já 1iciarum entendimen 
•.:: • y;,-,,n.,:1 a l'.ormqção ct·e uma 
, t:. ;_ .. ' úntcu das opo.::içôes para curu 
bser o que elos chamam "mais um 
eusuismo do Governo para ganhar 
O voto ,inoula eo foi defendi 
do pr.!o~ pr!ncipuii, lideres do Go 
'-'•:l'CG a p:-i::- vários governadores, 
e, ,TIO Í'l'il..:ce-lino Pereira, de Minas 
C 'r!'.L,, dizendo que a medida ó 'coe 
l'c :.:u, 0 :leitor deve • votar uo b.o 
m ,:71 e !'O partido, nas ie!.éias e pro 
g,·.,□~s du.; par!idos··. 
'í□culaéo o voto de vereador 
até Governador. não resta a menor 
CÚ'-'Ül:l que fiesré ma!s difícil a vitó 
, L C:is vpo1;içõe em 82, Isto porque. 
sob. "tu 1.) no intcrloi', o eleitorado 
1-:.0 3cornp..1nhe. psrtidos e sim can 
cid±tos. 
Nu CL'50 do Mato Grosso do Sul 
a . :.1.·1çITo sB complicará para as 
c
1,c,,i.,:õe,,_ re.srnrá um único caminho 
:, FUSÃO. 
1 
to de brasllcHros com paraguaias e vi 
~ vcrGa, oumn lntogrnção raclul que 
forja o homem forte. Nlio Gomos oocp 
tos dus teorias arianas de purezu. Pa 
ru nós 11,to nos parnce col3U dP pa­ 
ranóteci. 
Há p3ucos dias o JORNAL DA 
PRAÇA, edHado em Ponta Porü, pu 
blloou uma interessante matéria a res 
peito da merenda e•colur. Ln, como 
aqui, bruslleiros e p aguaios convi 
vem colllO Irmão:.. E Ponta Poro se 
gulu o -exemplo de l -c1la Vista, o e­ 
xemplo·_do Pi:efelto Ely de Araujo Bar 
boo,- que doou maré'ncta escolar para 
erlaoç2s de Bello. Vista (Paraguoy). 
Atruvés do. Cumpanlla Nac10 
al de Alimestas Bs0lar, CNA. es 
colne de Pe<i.ro Jmrn Gabullero est11o 
recebendo 2.150 quilos de alimentos. 
Segundo lnformaçílo da super, 
visora tla CN All, Neide E~guib, no 
pró.Ximo ano serà asalnado ~ovo oon 
vênio objetivando assh,tir cer,ca de 
600 alun'ls cum a merenda esctJ!ar. A 
recies~& de alimen!os é feita trimss 
tralmente e os gêneros são: arroz, a­ 
çúcar, charqu8, canjica, leite em pó, 
macarrão, óleo de soja, caojiquinha e 
iuba. 
Quando o prefeito de B. Vist!l. 
reivfnõieou ( e foi a~endido) junte ao  
Governo do Estcdo para a alstribui 1 ;
1 çüo dn merenda ~m Be--lla Vista (Pa 
1 
ragu::iy) surgiram olgumas crlMcas. 
Poucas, mas surg>am. Hoje, repito, 1 
novumonte, palavras de D. Helder 
1 
Câmo.rn, o bispo que considaro a mn-1 
!or poronr.ialldad!i' religlosa-soc!nl do 
B r a s !l: "Gente grande. Gente i- 
lustre. Perà •em se cansei deoepç o 1 
e espante t • quecendo os grandes ps 
----------- ---- -- 
ra conversar, um Instante, eom os 
míuéos ... 
Criõlo ni"io 1.li..::,,<J <,:.:. oao f: 1tra 
no céu quem o e Aze peqeto 
como us crianças""? A!!tem. 
TRIRU'.A DA FaO~'TfüRA, m ·Is 
11ma ·,;,z, o quv j:1 se tc.r11!, t '& 
atçãu, {..:;B e0!.:.t!:lcdo in!czr..n 
6s jaato ao coméne!o, Indús- 
tria, t..lSISOOi&QÕti:i.. pro!iE-iCD ÜG 
I!heris, o p±ra stz .ãe ca8 
Iras s pessoa qu: D2as se 
cessucrm cm =ls ta no 
ccrrP.ntu a.no. 
Ur<itíl fdt:-. h2Vlr~ : OU 
homenagem especial. pblle: re 
mos umZ1 repot•t3geo, coo: f· !os 
e biog afie doA h:-:menee-ee.·'.ea, 
reg!strando assim o ~rao, lho 
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11 
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er a opl!lo pdbllen: Atorluron 
'ª t1uhu·llll tlfilOUII 11!'0 put1,1, ªº 
úpo,-Jçíl.o, o Ml>B. Al(&l'fi oo 1 ontn 
ltJVII de pt1.rlldo11, n or,onlc.tlo ro11t10U 
nas b 80ll o o (JUO ó mofa (ftr1V(I, l'O 
m!Vlcou i,o om torlun oo onmndoo oo 
clnll1, oom n únlou flnolldr,11!0 d ser 
conln1 uo purtldo do aovovno o 
l'US. Mevmo som nH oollguQÕtiB nfio 
vm oo m>11 lludli•. vom-so oootra 
mesmo oom n Rlr.11mlla polo ooudl 
11nlo, 
T g rna k 
Oo purlltloo elo opoolç!lo, polo 
mt-nOll ao norrno Estado, nüo foat!lo 
d<.'vldurnrnt(l oslmtorodou. Jpouuo o 
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Tribuna da Front h'a 
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on Fadl corno aonll1d11to u o 
ror der. 
o PlWB cornoçu o. tnlr<,dur.!1' 
o Dep 1wmez !febi,t orno nrn cun 
dld. to eap L 
, c;o Y .. rt•, 
nosso ver, li,e 
r . f c•nqalat 
Por fim, 
gover e. lnve··tt1 
lJ do1 }>et1ro P 
., -:' º' ·r.ilS. 
ser d!date 
e 0 poMlg va! ta 
Se o 
<.1r1u,el'1!, n!l 
la!:&, rutll np 
zar b:atnnte, fl 
cartn. 
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r. J m s l it' ra 
Gr/537 
Forte: ➔3!-3625 
Pretcrlciiu do óruloi; • lanieA df' conta10 
T~nlnmt>DloA rliniooP 13 ofrúrgieos 
Urgência+ 
Comuhórlo, Av. Prc•ldoole Vnqros, l29 
Fone: 131-203? 
Poeta Poril 
o HOS 
r ª Joi ti11 
'- ~n/0:i!l 
Foe: 451.230 
Câmara 
IJITfíl 
rtfoto Gros10 du ~ul 
unieipol de 
N" 133 Sessão 
Aos dezesols .dias do mês de 
nov3mbro do ano de hum mll. no 
vecenoos e oitenta e um, na sola 
d!is seEJsões da Q'âmara Municipal de 
Bela Vista, Estado de Mato &osso 
do Sul, sob a preodQnata do Vovoa 
der A5uso Ilon 3nos Eolto, tendo 
oomo seereM,rt0 o VoJi'oadov Moo.qyy 
Paes Barret~, pli'aoente os aanbol'es 
Vereadores; Ido[onso ihgizo, do 
tulio ],1u0, Ctwl!:ai czontúv!ae, T!:."lfvefe'to 
de Danoa, .tooá mrovHoto dli Qoota 
arquos, e Osvaldo Tui!, fol oa 
llzndn mnlo nma seaoITo õ11dtnôrla 
d0st(J) 1oatslaf:iv©. Entendo no heri'i 
rilil li'Off!□o:!11al e he.v,rni!l'!.l "qCtQl!OW" 
o !isv. }lgo0SC~t1fo 01:i ruo□o -da "Douo", 
do~ §.)017 ubo11to 00 fro't,nTh,06 doo~ 
sassie, sichaima2to ta) latta Ie!fura 
da zt das sszao aRtaxla, que pesa 
em oago fol aprovado paz anl 
mld:ado. o a:xpoe!oo.tc oon:o.roo ooa 
segnlutes mutôli'irio: ~.irb Cl UnHl::, 
dos VeliaaóeL'G!il de Mat© 0~--osso ào 
Sl, iformando qo a Carteira de 
Identttica99.o do Vesaador encontra . 
se pi'Qnta bastnndo resebev· as füihes 
de oad:a Vei'ondou devidamente -:ne 
enohidas G.lonfo1ime rnod©lo anexo a 
emtg oarba; Oi:""S/N do Banco ?lnan 
oial S/ A, eomuntonndo a P.BeFJsftnra 
das looollõudes qil.6 rep1esent1Im .e 
as Prefoltmas que e> fü. 002:!U' WEJes 
reposenta e q110 tom sono ·valores 
t.amiferldos pov nosso intermêdlo: 
6astn do Ministérjo da Fa:oE>nda 
oornnnioando que foi constatada ~ 
omissão na entrega da Relação 
Anoal de infol'mações Sociais (RAIS) 
e dlsa1HDO que es!a omissão exclui 
os i>rnpregados d11 partletpação nu 
distribuição dos recursos do Funde 
Prn/PASEP; m. n.o 207 /81 do Rxmo. 
Sr. PrefeHo rlnniolpal, respondendo 
solicitações, em atenção ao Ofício 
n.o 214/81 deste MglslaUvo. 
ORDEJ'.1 DO DIA: • Requeri 
mento de antorla do Vereador Oar 
elo V#e 
Ordinária 
los C1?ntuvião qüe envie .expedie: 
ao Exmo. 8.r. Prefeito Menlclpal, ~ 
Uoitn r.rio p2lu se[Ionàa vtn a !'GC ;' 
su ria oópta do €!onvõnio füro:~ 
coro nutor-làndes Po.raganlas. qu~ p· 
to em dbouso5o o spro-vaeUo, t 
aprovado por unanimidada. F! p74 
em sogurrda votaçlo e dlscuse4! 
Pvojoto de J,<31 n.o 13/18, que tdlr 
sabre a compra de um teneno r 
bano nesta eida&e, seno± apor4 
p mato»la simples em 2° (gz 
dtseusso. 
Nn6"a mai:1 havenl!o a tratfil 
Sr. Pvesidente em nome de ''Bêíll 
d-su pov encerrado os trnbnihos d-. 
fa sesl'lão. 
Aprovad-0 por unnnlmld!' 
e.m eessto _õr;i dia 23/Il/81 
'J 
Cfü).ica f.16dica - Doenços de 
Senhozas Partos - €antro! 
-CâiiceF Gm-,.cuottigieo 
Atendimanto de segunda a sesta [i 
lDant,ã: 8 bs 1s khs ard«: 14 3s 1&,3ol 
nua Coronel Ponc4', ·33-1 Dela YiSIJ }S 
. . . .... 
,-- 	......,...-_ 
} ioeiso Kartinaz Peixol 
1 • - ADNOADO - 
l !i:scritório: H.u.1 l.o de lfoio, J~
7 
1
, 	• • a l 
1 
J:irdirn .lato Gro=·'º ....._ _

Científico - Religioso - filosófico 
PERSEVERARAS 
Persistirás no bem. Ainda mimo qur 
ouças prodígio» acerca dos que we laurear 
fora dele, perseverarás... Ainda mesmo que 
os migo mais estimávels te convidem a 
abandoní lo, sob o pretexto de que pode 
ser bom simplesmente nlo fazendo o mal. 
Fundndo em I.' de Muio de 1975 	1 P11bliraçã11 Meugal - l.ooo Exemplare• 
!""US	O,_A VERDADE E A VIA" ESvS cI'' 
Editor: lvnldo Pereira [ Ao vl [ N.o 36 [ Novembro 1. BELA VISTA - !11S. 
' 
04/8 
A 
Bela 
e 1981 
Âf004 
O. Helder Câmara 
'isltnndo uma área pobre, fiquei {diz vendo que 08 
Pohre, conheclum polo nome e snudnvnm com carinho o Pndrc 
rlnqueln Paróquia ... Quando lhe expliquei meu contentamento, ele 
comentou, com humildade e fnteli~i:nrin: 
"Con1entuwenlo o Sr, devcrin ter, não porque eles sabem 
meu nome e me conhecem. Contentamento o Sr. deveria 11•r se 
eu soubesse o nome dos meus Pobres e conhecesse a história 
de cada um deles .. ," 
Mas eu logo senti que elo conhecia casa a cas, e co­ 
nheciu os problemas de eadn Fnmllia, já estva estimulando cu. 
da Família e n Coruunidncle toda n enfrentar os problemas do 
ccd11 nm ... 
''Ali mora o Bastião. Tem rinqueDLn e dois anos. Niio 
nrranjn mais emprego apesar de ter snúdc e ser forte. Mas Bas­ 
tfll.o ,e vira pra trazer comida prn farullia numero,;a. A,1ui '.!ID 
volta, bá três feiras; ele aprece nas tri:s e faz biscate, corregn 
peo... Vnltn Sempre com nlgo de comer para a esposa doente, 
puro a mãe, velhinha que mora com eles, e para uma filh, 
nbaudonndn pelo marido com três filhos menores. 
Naquele l:locnruho, com omn banda derrubada, moro Mãe 
Benta. Foi parteira durante quarenta e cinco noos. Hoje, está 
entravada e cega. Mos dá gosto ver como não falta nadn à Mile 
Benta. niio são ns mães ricas cujos filhos ela aparou nn horn de 
nAscer. ,ão 119 mães pobres que foram acudidos por ela na horn 
do parto.. 
••Seis mãca pobreP, que moram neste Alto, se revezam e 
do pouco que têm nilo há perigo de esquecer Mãe Benta ... 
"Quando ela sai, com sna varinha de oega • e ela eonhe. 
ce te caminhos todos! - é um ronsolo Ter como é bom, como 
é bom ser bom ... 
•'Ali nnqu..Je mocambo dn oltüo mora D. Francsca, uma 
esposa sofrerlora. O marido chega bêbado pelo menos duas vezes 
por semona. Aí a ,·lzinltança n:io pode dormir com o barulho 
que ele fuz espaucando n mulher, e quase matando os filhos de 
tanto bater, .. " 
• E assim, meu Irmão Sacerdote que nasceu longe daqui. 
identificou.se de todo ~-0111 nosEa ~ente conhece sua paróquia palmo 
a palmo, pessoa por pessoa.. 
Digo. meio brincnudo e muito de verdade. que naquele 
Alto até os cachorros o conhecem e quando ele passa e eles la­ 
tem parece oté que o estão eira mando pelo nome ... • 
Como te entendo, meu Irmão. Tu te dás o todos: pobre 
ou rico, ninguem bate cm vão cm à tua porta. Mas como Cristo. 
vindo paru todos, foi morar com pescadores e não tinha sequer 
umu pedra onde reponsnr n cobt·ça, vir.~le morar com os pnbres 
mais pobres de tua Paróquia. Quando a água chega pela madru­ 
ada, tu a esperas, como tua gente a espera, E vai com tua 
lata apanhar tua água, como todo mundo faz no teu Alto. E 
niudn njudn a carregar uP latas das pessoas idosas e das renho­ 
ras grá v!dss. 
Já ouvi dizer quc fazes turlo por dcrnagogln. Demagogia 
que atravessa meses e dura anos! 
Compreendeste o~ TEMPOS NOVOS. E rnbes qne mais 
do que nuucn a boa nova, o EVANGELHO, tem que ser R~e­ 
gado com n VIDA, nntcs de sei; anunciado cem PALAVRAS. 
- 
E 
do 
J 
Impressos de alta Qualidade Em uma ou mais Cores » Notas Fiscais s Talões de Pedidos s Duplicatas •• 
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JARDIM: Correio Jardinense 
Tribuna Murtinhense 
• e Eficiência 
Bela Vista - MS. 
BONITO: Jornal de Bonito 
Antonio João: Jornal de Antonio João 
o

1 ,. 
-· ·- 
O CAMINIJO 	Brio Vi,tn - 1S. 
(História de Legaria) 
aundo é terra, pedras e folhngcm. Seus 1cntldo
8 Icvum-na ce­ 
gamente m direção aquilo de que necassita como nlimentn. Seu 
{1111co l111pulso 1ncontrolovel é o ll!)f'titr insucilivd. Além do•rn 
limitado nlcanco ~e consclênciu. oadu mni• parn n lu:.:urln eJ<istc 
Se por um breve lnstnnte pudé,oemos, por um milagre, 
nOI ~onrnmcor com a lugur1a e. dizer-lhe que cm din muito 
próximo ela criaria asas e voaria num mundo de luz e Iinrln, 
flores jamais voltando a +e arrastar nu tt'rro, ,ohrc 
08 Pedro,, 
,,ntrc ervas daninhas e ramo«dos, que além dessas coisas ncimu 
de sua n•bcçn hav10 11111 mundo co111plcta111cntc diferente. um 
uudo que Jam its havia visto, e que para esse mundo ela em 
breve tugrara como uma gloriosa crintura ulndn do utmo,frru 
prtior, poderemos_Imaginar qual eriaa observação da lugra! 
•· oce, ,l'•tao louc ,,! E➔.111 ob,crvu,iio nàu seria muito diferea- 
1c du que furin n ruódiu drts 
pcsrnnH hoje c-m tlin. Eb continunrin •e ulimcntnodo. muntendo.sr 
absolutamente despreocupada, e totalmente alheia : mo:.:ulfi,·u 
transformaçao que a natureza platejara para proce,sur dentro de 
pouco tempo em sua vida 
se o hoem tives:e de nnuliiur n SIJU própria escala de 
consr1cnciu poderio surprc,·nclcr. se cm nela eni·ontr.ir ~runde pn· 
rufo e com a cala de con•clêncin du lurgurtu. 
Nosso univrerso parece vr uma incomensurável vastidão 
que • ., projctu 110 infinito sem fim. Todnviu, que há além des­ 
ta extensão de treva«, dessa infinidade de e,trclas. plo111·Lu8 e 
sistc111 H ,obr,,,? U111 uu1r11 1111111 fo. po-•ivclmeote uma outra di­ 
mentão na quul pos-amu•, np.), no;s.1 úlu,11a e final trun,iç,io 
de-te plano terreno, penetrar em algum estado có-mco magni­ 
fico que tenha eu complemento o muad inferior, com a l'ri 
salda da lagarta, e on le nós também nos transformaremos em 
cres superiores para receber as usas de uma cousei@aca intei­ 
rnm.-11tr nova num 111untlu que jumnis ousarno~ sonhar pudesse 
txtir? Ou enterraremos a cabeça nuas trevas de noiso univer­ 
.., 111ini1,tur .. c,11110 uu, u,·e,truz, nfirmnn!lo que isto é impossível 
sintplt:,mcntc µor que, como o lngnrtn cttja visão náo ,·ai além 
das ervas, não somos capazes de ver ulêm riu; edlrela-it 
O hom,•m nindn não atiugiu o ponto cm ,ua e,·oluçào cm 
que pos,a a[iriuar que conhece a respostas para todas ns col­ 
as. 3oment pode .er gu111do pela! coi,as pdo; quai& lhe tern 
~ido po,,h-el • ., urir11Lar, O C6,mico, ele muitas maneiru,a, ma­ 
nif,sro o l?i • ~ssim como é 0111 cimo é em baixo", e por melo dessa lei, 
tenta dar ao homem iutro-pecça» em ,uas atividades, ouxilinoclo 
o oaem a compreender que se manifestam nas reglos mais ele. 
vadas também têm seu complemento nus regiões inferiores. A 
lnguta é completante incapaz de perceber que E'! truasfor. 
11r..1rir cm l>"•rhnl.-ra .. 'ião nb,tttntc, ns duas ,uo u11111 ,6 st•pnrnda, 
npcnus pelo l'coôrnc110 que teve lugar na crissalida; todvia, u 
durnr:1o dt> viclt1 ,fo lnaart~ e clu borbol,•ta 3ama1s fot 1111.:rrum• 
pids, apenas modifiezdá. No houve morte apenas transição. Ris­ 
"º vemos u muni[.:, t •~·ão de u1uu granude lei. 
, lu.,arta ·~urur: como bel.:za aluda cio 111und11 FuperiO!'. 
Faria Deus menos lo homem, que é supostamente feito á ua 
própria imagem! Parece sto impossivel? E mais razoável acre­ 
ditarnos que o Cósmico,em sua consciência· coaceberia mw U 
plano de evolução uma lei de transforuwtção que mal8 se 8e 
melhe a umn milagre para a lagarta do que se supõe as quali­ 
dades Jivi11:.ts da imc,rralidadc? 
Tuh·e1. pos-utrto, v<.:r na cri_áliua du lagarta um símbolo 
de nosso próprio estado de transição no Cósmico. período de 
repouso entre encarnações, uma espécie ris+lda Cósmica em 
m estado inativo de consciência aguardandoa 
pruaneceruo° "";',, o Cósmico realza nu per;oualid.,d, .alma 
reencaraaeao cnqaa 	• _ 
us udancas necessárias para sua adaptação a um novo corpo 
A 	• • to de novuo coodiçõe• ambientes de modo qu,: 
e a um conjuni · 	. d d is- 
l; 4 Terra, uma vez mais, em esta!o ie cons 
Possa cls reorf ,,k'Eáó, na époá d ilia rap-iças. 
ciencia Ias [esenol '. • '· :q, a, ] 
d 
• • 1·d 1 1.1lmn teriu tran,cend." o toc:os os a~os 
qunn o :i per-ona 1 nt e- 	. • l • 
· 1 • ' ·lhanca da borboleta, emergiria de sua crr. 
t,;rren111, e a, :.i semr > 
1 
• Eb d. d ., 
ál
'd r. ! ,, A abrir as asns em " ono,:n t er u e em um 
S I a .Qsmlca para · " 1 ' f' 
mtm:lo de luz oléro das estrelas e do alcance ( e nossa mui 1. 
nita ., mundana ir.augiuação. 
· ri o d m Rosu cruz AMORC é uma publico. 
A re11<t11 a r e • d cl 
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d-. .
1 
ída 
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sem• os~inantes d e•tU anLes, cont.en o 
çao tmestra 1stn iu . d b .·-nc·icF mi•ticismo cartes. Ela 
d
• • o ,·ersan o FO re cse ' ' • 
versos artgus • , . l'd 
O 
ceoti'nll& de milhares de - 
é editada em seis idiomas e 
1 ª P r 
pe,soas em todo o mundo. 
QUE É O E : 
Quanto apectos do Eu expressa a nossa personalidade! Hepre. 
,cntam ns uosus diferenre• dhpo,lçõu 01110 herança nos gees 
de,de n• elc111ent11res luto• pela vida ntravl·R das eu•, ou é o uo.-n 
personnlidndc uru legado de 11mo outra exiMi-ucia·t Tem o Eu 
(o de.peito tio forma em que o percehamoH) um úoico u•pecto'! 
Ou é o Eu npenus a consciência que reage uos mai» protundos 
e sutis Impulsos psíquicos que provém de no••O imerior't Quul 
o Eu verdudl.!iro·t E ,•01110 porlcmos. clie~nr a conhtcê.lo'/ 
A Ordem i-<orn,·ruz é urn :.:rupu fruterndl, uào Eectt'.lri(), de homl'n~ 
e mulltac, d,·, otorlos á invP~tignçüo, estudo e apltn,ção pr.ítiru 
daR leis natruls e c,piri1uui@. , Ordem e:s.i-te em 80 paí;e~. 110• 
,•itHJO coauncutcs, Utio cltludt: tlu mondo e IJo cidades do l:lrn. 
Ili!. 
f: conhecido intrrnncionulrntntc como AMOHC, ,f/!fu de Anti~.i 
o Mi-rica Orrlcm lioFa e Cru, i,. 
Seu prop6,ito é tornar +us membros capazes d.- , i, rr em lrnr. 
111oain con1 n~ forças criorivaA e ...:onstrutivaa de Lnherr:o, t' 
u~,int olcançareru ::iuúd,·, Fclicidadf' tJ Paz. 
l'ura obter informações .-~crcva paro: 
Escriba Dijor 
Grnucle l.ojn do l:lrn.il-Amorc 
Cun:o Po-rnl • o7 
80.000-Curitiba- Paran{t 
Com União Fica Mais Fácil 
Carlos ,A lber !o do Oliveira 
Gerência de Programas de Ação Comunitária 
(MOBRAL) 
o rio mingo u turrlc. •frpois da reza. algum moradores rlt­ 
uma vilu clrnmudu .luquem, csrnyam no vc>nda do Sr. Joaquim. 
bc·bcado um11 "pinguinhu" e convc:~nndo. Heclumuvam da• difi­ 
culda lcs, dos tempos difícl'iP. "Parece até que uiio rnle mai, u 
penu trabalhar no roça'', diziam ele;. • , cidade fira di•tantc, a 
c,;;tradn t'etá cheio de bura,·os quando chove é um aoleiro +ó. 
Quanru@ veze,i ÍJmos ,·endcr nossa produç:io na cidude e ficú­ 
vumos ntolndos. A:.:orn tem esse moço que v~m de enrniuh.io 
comprur a produção da :.:ente t: Vtnder o <jUC n gente precisa. 
ilns é CU!!rll<;ndo, ele paga pouc,, e nodc l'aro. Até parece que o 
nosso trabalho vale menos do que o do pc,wol da cid .de". 
Enquanto conversavam. chegou o Compadre Antõnio. que 
já morou no .loquem e há uns três aaos e mudou p "ª outro 
,ítin. Foi uma fecitn u chcgndu do compadre • ele é muito que. 
rido por todos, pois é homem de boas idéia- e de muita fala 
abtda Ele quer logo saber clns no,·idades e quando LOIDn co­ 
nbccimenw du situai;ão, como,çu o contar u ,ua expet iêacia: 
Pois é compadre3, nós lá no Riacho Grande, eH:,vamos 
iguaizinhos aos senhores. Alguns até queriam vender suas terri- 
11has e Ir embora para a cid ,dt:. lus, vejurn bem aqui velo me­ 
no, nós temos o arroz. o feijão, n mnnrlioca e as nossas cria­ 
,;õi-,. A no,~a ,ituuçto na citlndt' scri1 beo, pior. Hoje em cliu, 
,ptulqun t-robalho exige conLt:cimt.nLo e o nos,o co11ltccirt'cn10 
é lidar com a t,•rrn. 
Aliás, o nosso saber é Liiu imvorlantc quanto o rnber do 
doutor.;:;,. n(H n:io plantarmo,, o qu:: "PéE,onl da cidade vni cc,wer? 
- Compadre. o quê o ocnhor e,L:i falando é bonito, ma, ainc!a 
não vi a solução paru 11• no,•11• problemas. 
- Calma. Compadn• l,;ptd. agora que c•LOU inicinnrlo. Entiio 
coweça,uu• uno, r.-unir ,. ,liscutir procurundo umu suida. Depois 
de muito di•nllir. ou, ir a opinião de todos, resolvemos fazer 
uma cxperi.'.:11cia. !'ló, mcHno; irlamos à fc:irn na cidade, pura 
vender os no,~os protlu10,. Combi11am1,;: um lugar c<-rtn. para 
nade t•Hlos traziam 11 ,nu prnd11ç:io, Aí é nnotado. dirt:itinbo, o 
que carln um Lrouxe para vender e, também, o que é Para ser 
comprado ,JU cidade, 
- Conq,adrc Antônio. cu acho qne •!~t<•u enteuclenclo, uns do 
para a cidade e! os outro, cont inalim t rabnllumclo nas .u:i;; roças. 
- Ino mesmo, Compadre Diogo. Cada seaana vão dois pura 
a cidurl,:, quando a produçiio é muito gr:inde levam an, meninos 
para ajudar, Olha, compadre,, nossn vaotagrrn foi muito gruudc. 
Primeiro conseguimos vender tu<lo e por um preço 
bem melhor, bero superior ao que o atravessador pagava. t.nrn. 
bém, conscgulmo, comprar o que neces;;itamos pllr uru preço 
rnuis barato, nos armazéns da ciilade. Comprando em grande 
quantidade o preço diminui. Por exemplo, comprando um suco 
do ac;úcar sai mais em Cllola do que comprar nos quilo&. 
.e 
rc d 
J. 
)

1 
- 
Páµinn 2 
j 
1 
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K3 	spor 
)KK	' 	j 
/ Futurologia Ufologia Arcovimatologla Ficção Clonlifica ! 
j Discos Voadores Alravês dos Tempos 1 
i O Apocalipse, A Luz da Vimatologia 1 ! 
1 	- li 	Pnulu llufim 
l Já se pa-oram quase !o0o ano» quando o Arco. ! 
nauta hse a doo o Evangelista: As Coisus Que Breve 
Devem Acontecer... O Tempo Está Próximo... isto por. i 
que é muito diferente o tetapo do céu (cosmos) com o { 
lc111po du l,·rra rnlu11vo uo nosso Ano Solar. Os deuses 
1
_1 
urt·ur)jos ou urc·o11a111us, vindo, de ,li,111111cs µalr.xin,, ro. ! 
nheciam e conhece técnicas aero.dinâmicas que lhes 1 
permite atravessar o espaço cósmteo cm v,•locidadca ! 
oup,•riores u êloo.ooo quilôrnclros por ec:::unrlo. ! 
A 11rndcr11u Pnrupaicolo:::in lt'lll pro,t•ururlo nrrovés i 
d<• co111plicados csrurlns lnboratorini•, 11 • xiF<.:n,·w de umu · 
f 
'
!. 0r~·n IHllall!<'. t' que ptovocu feutim,•ntJ, pnrnnormui, ou 
tetrasensoriais, 	j 
ltcliµiõci; e filosofias eFotfril'ns ela ludin. cnPinaml '· 
através dos V cnrtas ílivros sagrado,) l,á mais de lo.ooo 
unn• <JUc o ,·,p!ri10 humano é imorinl {' n:eoenranr.se 
e, que <Jllnnrlo não está h·cndo na roupagrru rln carne. . 
vi"c nn qunrin dirnens,i1o do Universo Paralelo, mundo ] 
do espírito o nosso habitat natural mesmo que no exis. $? 
tisem mundos corpóre0P corno u Terra, o iJundo do ~YA 
E,:pfrito existiria evidentemento. T 
APOCALIPSE - C..PITULU 1 	11 
9 - ''Eu, João que 111mbém rnu vosrn irmiio (cFpíri10 1 : 
cr.mo todos nós), e companheiro cm bmcn du verdade ! i 
t•,riiri1unl cl,1 r.:ino de O.:us. t'SlaVu nu illrn rhnmndn I i 
' i Patuos por causnu do Evangelho d,· Jesus. (Doa no'a ! i 
que 11n1111ci:1 u i111or1ulidad" dn alma). 
CAPITULO 1 V 	! 
1 - "O11,l'i e eis que estava umn portu nbertn no céu Í 
e urou vuz Ide ulto folantes) disse:- sobe aqui e mos- i 
1rur-tc-ci as coisas que devem acontecer, 	l_, • 
2 - •'Eu Fubi e eutrd por nqueln porra e vi uma pes- i 
,on sentnda llUm trono ou pofl rona." 	i 
;l - ••O trono iluminado do qUt: esta,·a ,cn1ado tinha [:,:, 
muitas luzes <las core~ do. p<·dra de jaspe (vários mu­ 
tzes) e snrdiinicn (mn<riz entre o vermelho e o alnrna· 
jaclu) e o Arro Celes<e estava no redor do lronu e era l 
vr.rdc como n esm,raldn, 	; 
A Vimntolngia explica a porta que ee nbre de uma i 
arc<>nuvc, um ufo, o Arco t,eleste verde ao redor do i 
truno, sionificn que João entram numa sula redonda no l 
interior de um objeto voador. Um objeto que esrnva ! 
parado nu nr, tnl <JUEII o que Eztquicl viro. nne mnr- , ! 
tr:! "CDS do Rio Cobur. (Cop. l Livro de Ezequ,c-1). ~ 
~ ~ - '·Ao redor do trono havia vitr e quatro trono; « 
El sentados neles vinte e quatro anciãos vestidos de t 
}jé branco e com coroas sobre suas c_aheçns," . ~ 
}i Explica se a presença desses vinte e quatro anciàcs 
i como sêndo os_doze filhos de Israel e o· doze Apó+to- 
lo! de Jesus o Cristo para perp tunrem o seu crstuams- i 
à i mo iubem, imeio, Levi, Judá, Zabulom, Issacar,_Dan. 
'
!.! j:•· Gnde, Aser, Nuftnll, José e Ben1om1111: os doze falhos 	!,,. 
de J ~có (Israel) estavam ve5tldus de branco e ee apre, 
j i ~ent;rom com coroas como reis da dor.e tribos: Se apre, ! 
• • ,euturnoi como espíritos, usaram a ectoplasmia e logo i 
i seguida nas suas últimas encarnações como: Pedro, 
, • em - ., • • T é B 1 M 
i i 'Tiago, Joio, André. Filipe, om , arto omeu Mateus, 
l
l. _:,_!. riog: Menor. Simão Judas irmão. da Tiago _e Judas o 1_~car1ntt". 
5 _ ,, Dianlc do trono saiam relâmpagos (luze_que i 
dem e ap8
.,11m) vozes (dr silo folantes). e ardiam 
: : acen ' • r d í • d ' 
; 
·::::;, _:_.,,:. ::~íi!?ºde, lâmpadas simbo 1zan o 
1
sete esp rllos dia ':':. 
Ex lfca-8e oa relâmpagos como. ~zes que accn • 
p vam de um painel c,lctromco, t•m <'nnstan• 
am e npoga • . • d'f 	d 1.•• 
; : , ·mbio com os mais liferentes pontos Io coa- 
, ! te Jnterca • . te «c« } 
} j;zii@.ppg:cru.yez.2. 
PI l e 
·Je-dais que de~dc 08 pr1mord1os da :,: 
de a.ne as " º • r· 'd d T 
' • ·1· - terri'coln tem certa a 1m a e com a erra ,!. 
• c1Vl 1zaç.10 • . • • d 
± i 1, • desnecessário dizer aqui, que lesses sete 
}i Pla;"; káj ãsscra, íisei@iiioi • que.faud- ' 
y reI" ,4 igrejas, hoje simbolizadas nas sete rcligioes. El 
+ ram u ■e e • 	.... + 
OOC:J _ ....... ·-····- .. -·•···----·-·---···-··-·-··-·-··-· ---·-·-··--·-ª 
O CAMINHO 
Funtl•do cm 1/5/1975 
PuhlicJlÍO mcnul ds Grafia e Editor Apa 
CG<.: MF: 03 ;0l.tbo 0('01-90 
Redação e A,lminl,lroç;io: l!uo Duqu, ,1, -:'o,;.,. S;N 
Ucln Vista - MS. 
E,litor-lle,pon,.,,d: J'AJ.OO PEREIRA 
-----------~ 
HISTÓRIA DA LAGARTA 
Por Mele A. Allison, P. R. C. 
(Trnn;crito <la Rc,·is<n da Orrlt-111 flo,a Cruz - AMOHC) 
Ministérios da Vida em nosso próprio quintal 
As maiores his<órias de mistério de iodas as épocaF têm 
sido escritas pel,, müe. nnlureza 4ue. por razõt:S própria,, <ao 
deixaao no homem u descoba1a dus re.po,ta, que o Fati,f.ir,;am. 
Sir Ar<bur Conan Doyle escreveu certa ocasião que o 
lugar mais Feguro para R<' esr,rnder um tf'Sourn era coloca. lo :'I 
vista de iodo,. hro é evideutt:mente o que: u mãe-natureza fez 
ao ocultar o miotério da res,urrclçlo ou rt:nascimento ao corpo 
da humilde e pequrna lagarta. E. embora posrnu:o~ pe.quisur 
os estrdas e galáxias por todos os meios ao dispor da ciência, 
verificamos que as maiores leis míticas e princípio!> có,ruicud 
e-1iio oculto,; em nof.eo próprio qu!mal. 
Ali, à vista de todos tiio logo rnibam onde ob.;;ervar • de• 
seorola se um drama <ln vida, trnobiçiio e renascimen10. a míeta­ 
morfo,;e ·da tagar<u <'m borboleta, o ímbolo vivo da natureza 
mesmo para os mais cépticos, de que ndo há miorte, apenas 
uma trans!ç.ao de um es<ado de 1;x1stenc1a pura um plauu de 
cons,·iêncla 1T ai,; elevado. 	• 
_ ~oncentrndn no corpo _dn humilde lagarta há um poder 
arnda nao clescober10, um fenómeno de explicação impossível 
p_clo liomem, o poder do renasc1memo, ou reseurn,ição. Ou se­ 
ra que poderíamos dizer que a borboleta é, na verdade, a !a!l'!lr- 
ta rt:t:UCDraada? 
0 
Naturalmente, se estivermos buscando fenómeno espeta­ 
cufo.r que !e manifeste aubiLnmerite corno algum estranho epec­ 
tro que saísse de uma esteira de tempo qua-iri-rlimen-ional pré­ 
fabricado. af1rmundo que cst.av11 rt°'tornando de um mundo fan- 
1a,ma,. poderc~os •ofrer desnpOnlamentos e dei:ilueõe!; porém, 
se stvermos interessados em fatos que upresentaru 'um fenô 
T0eno verdadeiro que mesmo as nos+as maiores mentes cientí­ 
ficas não podem _tentar explicar mesmo c;,m suas cquaçôr~ 
quodndhuem1onats e su1111 lcorias do quantu 1 
o 9elllimento natural de unido com todas m; _e se posdau rmo• 
d b 
• • d d 
1 
• 
8
! coisas, po cremo• 
esco rt c01Fas ver a e ramentc ,urprcendc-nt d s 
esperamos encontrá las 	es on e meno, 
4o observarmos a nossa pequena lagarta se arrastando 
entre as ervas, um conccitn novo de •eu "d - 
1 
· 
t.i:ncia se no, revela Eta , t f pa ruo tola de cxu• 
• en e om.: teaae ao ~ 1 í . 
e manifesta medo e cautela. . • º· ,a or e a0 r, 
p!lra arrastar-se para as erva:º c~1tar ªulllao humana estendida, 
w111s aeo ledoras que lb í re 
cem segurança alimenlo, Suas reações b. . _ e 
O 
e. • 
diferentes das do hon,cm Qu nt Bsleas nllo sao muito 
b 
·d 	• ª 
119 
veu, temos fu id d d 5 
con teci o para a 1egurança dos conee·, 
1 
b' g 
O 
O e • 
são famili<1rc,? 
1 0 
e amentes que no, 
Por um momento, imaginemo-nos no mundo da lagar• 
ta. Ela apenas tem con1ciência de eu 
6 
- 
íisicaa, de seu bem ou mal catar Se 
II 
prprias necessidades 
al poderia dificilmente ultrapaua~ uo enxerga. •eu alcance Tiau• 
1 
pouco, centimetro,, S,u

O CAMINTTO 
------- 
i.st 
(Ccn!ÍfluJ~Ao de "Com UnlJo Fle:a M,111 F4cll'') 
Corr.parlrc, c11 nclio que a coisa pode dar certo mesmo, 
dr,ilr que totfOH c-oupcrcnr e uutn [!: o probl1•111n rl.1 1•,1m1lu 
como é que os senhores resolveram! Ou a estrada la ja estava boa! 
- ()ut: 11uJ11, 1:ompadre 1lii:ucl! A esrrnrln J;, era umu burn­ 
qucirn so. E,colhcmo& 1rêo repre., 11to111cH pum íulnr con, o •c- 
11lwr prefeito, unlcs rlc comcçnrnros levnr oa nrnnlimclllOb para a 
ftoirn. O prefeiw no, ,·xplicou (Is dificulrlnrles ,ln rnunirlpiu que, 
como sabemos, é de poucos recursos, mas disse que faria o pos 
ivel. Foi ui que urgiu a idéia de se fazer um mutirão, tudos 
ajudando os empregados da Hrefeitura no reparo da etradu. 
F,oi 1111111 h.-lel.n, ,·ornpadrc,! Em pouc·oB din~ u t'-trurlu 
estava prontinha e ninguém e sacrificou. Quem trabalhava de 
manhã na roça á turde ia para o mutirio, Outros faziam o con­ 
talo, Até ns mulheres e crianças participaram, elas cozinhavam 
e o8 meninos levavam a comida tu a genle. 
(.;ompudn:, não vão penar que nós estamos com mnnia 
de grandeza, mas abe, estamos uté pensando em comprar "'""" 
ferramentus pra facilitar o nosso trabalho, da que estamos ga 
nhau,ln 111,1is tll11lrt'lrn, colamo, cconor11izunt!o pura c·o111prnr um 
11r ,do e um pulv,•rizador. Todos ,·ilo Cúrllrihuir e d,·poia, nn horu 
de usar a gente faz uma c-culu. Cada um tcrfi o seu dia para 
u-ar o material que é de todos. . 
E. Corrrp:idn, Antô11io, nós poderemos npMvcitur n cxpc· 
ri~ncia do Rcnhor e fucr o mc,mo UtJUi no .luqul'r11. 
l:do ntt·~u.10, Cun1pn,irc Zécn. Agora, é i111portu11te apro­ 
veitar o cxcm pio e u!{ir <lc ucorJo coru o ;:rupo. Em <'ada lugar 
u- coisu• porl,•m ser porccidus, mos nào ,ão i~nuis • caria um 
t,·rn a ua realidade. O grupo 6e reun!nrln e di,cutinJo é que 
encontrará o caminho para resolver os nus problemus. é im­ 
p,1r11111to quP todo, p<1rlit'ipcrn e dêcm Hlll opllliào. Uoa sorte, 
com uniiiu fic:1 moi; fácil vencer, os ,cnhorc• , ilo ver: 
LUZ 
l 
SOBRE o CHARCO 
Lui:r. Goulnrt 
~íui1ns vezes ns pal.ivrns humurras fiio 10111nJus por divi­ 
nns, :í íorça de serem repetidas. As consnrões sociais e religio­ 
a rum e repetem muitas verdade relativas e ilusórias re­ 
Vl'~tid:1~ de vcr•Jude ... E assim os povos aprisionado .ª , ,trunhus 
interesses, são como que hipnotizados pela monotonia das rep­ 
tições Pois faz se necessário sustentar, ás vezes, fantasias... Não 
c-on,ém q~c o; homens se libertem. Pois nlndn ha muitos c,crn­ 
vucrutus ele idéius dominantes, Disse Plu tào que '•Vão snundo 
frases em loagns di;cur50S Cilm l 'U<OS de hrnuze que,_percuti­ 
dos, cont inunm ,our enquanto não se lhes encoste u m:oo. 
O tempos são chegaJos ... Os povos acorJam o sono das 
trevas da i!:nor,incia e reivind,cam o direito de pensar e annh­ 
~ur us doutrina,; que há séculos, vinham sendo mui •. lll_lPº:~os 
1 
, ,, ·,t·is < cultu·a rompendo ao barragens das hm11oçoes, 
e n que a .... r , • .•• • • • - 1 b 
c-h.
11
nuu às escolas e ás Univer,IJade_s, os ,,_cos •· pobres, rancos e 
o+ retos. A verdade vai-se universalizando horizontalmente, 
ct,l;rindo tcoda u face da 1crra, Penetrando, como. clandude, em 
torlo• os rcrluio,. ela trouxe á luz do +ol os arquivos das cren 
d
• ' ~ •. lon"u d11to vem sendo expoHaS como prrnclp1os 
1 Ct' S C] l. , ti C t:- • ' • _ • ' • 	'" "" . ;;: Í • ... 
religiosos, A verdadeira Ciência, unida á força eterna do e. r n 
': J'b • iuclo U"Orn vai lnvcst1"ondo: e:6 ftcnrn de pé o que 
to, .J·' 
1 
er1o,rcl•dc' -[.; não •cr-io e•t~s os sinois claros, pntent<·s 
e<ll ver 110 YC •• • ' • • 	• f I C 
1
• 1 . d Cristo que - pelos lábios de Jesus assim a uu: o. 
cuvota o , 	l'b 'I" 
uhec.rcis a verdade e a verdade vos 1 <'rlnra. d 
A bum:rnidnJe comrçou u peosnr e o pcm~ment<> a 
1 
• • 1 d á unido ao peo•amenlO - como ener;:;ra total do 
CO t'll'lt ti t: t.'t '- " .. 
L' ui, cr o! 	• • • - f 1 "d J 
F-rnmo· habirnndos n lamcoror ae: tnJUst1~a• e ns u s1 nc es 
d 
.. _ . cc
111
tru os fr;ico:i dcscn<o do,; ricos pelos pobres. 
dos po "' o,os • • • d , 1 M d a 
. . los dnt!ntes, dos felizes pt!los es.;raça, os... us, um 
dos ao> ", 4 e disso nus nlt·"rlltnos: hurnaolchde_ acorda 
coisa estamos eri +s	r' 	·h d. .:. t 
" ,·dade ji começa a iluminar os c rnrco, ::i~ mentiras. 
e o sa dI ver 
Pariir Só 
Sem re se está partindo, não apenas por ir ou para ser 
lcrnbrodo; s~mpre se vai, lcvu,se de bagagem uma mula de co- 
quem sabe. 	fr • 	hos 
ragew, Olha-se 
30 
poente e umNpoF
1
so :1 rente_ vc-ee novo or. 
, com" IJ a <'air. 1
1
0 1onzau1e ve-se um muro, o 
zonte. A cbu,_a tlbo e bnte e rebate na sombra ela mente. Aí 
u,uro é um cop 
I 
q olid·io unrrú,tin tristezuF. Turno a olbor 
cl 
0
n vcuU> •· or " ' ' "' ' • f f 
tu o pai, tes me via obscuro, mus agora rue vc•Jo uce a ace 
uo eepdlrn qu<:: a' ,ua a cair mais fort.: ucrora e a chuva canta 
 buvo con .m • • "' • d 1 • 1 
c . t· 
0 
vt'liio <·ou.tum: voltar nao 1nr e r emars 
fito e agrganf, 	·d .: 
uni pni "r' pelos caminhos e os covar cs nunca partiram 
pois os fracos morr"._ça do 6uturo. nem a au~êncil do poun· 
o «ou TZ e miubada do partir, do partir, ;,6: o 
d S 
o pre-ente, 
1 
• 	• é • r· 't 6 • 
o. ou . e!.. ara seu interior que 10 101 o e s G.l!lm 
caminho vai iretu p 
1
11 
,
3i seni!r pri·•ença de ,ori'- mesmo em voc,·,e 1udo ,i• lrao,­ 
formará cm pJz ,. uJ111lr. Ildlrrn.  ale a J>t'na. Gil-011 Cuv:uti/ 
DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÁ O - 16/10/1981 
Celebremos o Dia Mundial da Alimentação todos o anos ma todo mundo, ate 
que todo• OJt 1liru de toJot 01 nos Meam dias de alimentado para todos em 
toc:lu o muuJo. 
io dia 1iJ rle Outubro úliirno o munrlo l'clehrou o pri­ 
meiro Dia Mundial da Alenta4o, in-tituido pela Cunf.-r[,ncia 
d,e 1979 d Organização de Alimentação e Agricultura das aço 
Linidas, Obj·tvou esta promoção de âmbito planetário despertar 
u atenção do público para a natureza e a dimensões do pro­ 
bl.-ma ul,rncntnr 1111111cllul e fomentar a H,litlurlet;ode na,·wnol 
e intcruu..:,01wl na luln rorr1ra u fome, n ,ubnulr11,úo P "pohr.-za. 
J'ruticu,nenlc rodo. os pnhes c~:ehror&ro ,, l,ia .1luudiol 
da Alimetacão com diverras atividades ,. inidati,a•. E,ta~ Co­ 
memorações não se centraram obrigatoriamente no dia 16 fie 
outubro . que funeionou como centro de gravidade de toda 
uu cadeia de tidades.mas e expalharam por todo o uno rle 
1981. Ucscl.: janeiro 'Í:111 ,t: rcali:r..1odu promoções de ,úrio• tipo•, 
<lenlro do mareo do Dia Mundial da ,limentnçiio, como ewi•­ 
sõ.:s de selos e mcwrl.,s, erlições de suph,rnentos eep~ciois de 
jornais e material infonnuti, o ,·u_riadu. coacurrn_i;_ e pro, o_, esco­ 
Jare6, pronunciume111os de _nuton_dacles ,e r_euawe- téc!'rca,. _E 
0111ru, prumoçcie, c•J:io prel•tn, 0111du ate o f,m do ano. :o Hrnnl, 
por exct11plo. curnpriu-b<" e hegut em nndamento. uzna. progra .. 
muc;ào tle eYcntos tJUe inclui, expoeiçôes foto!!ráf1ca,. me.os n:­ 
donda,, opre,cntoç:10 de [rimes rnbre ºl!ricultura e oliw.-otnção 
e campanha• de ruo1ivoçào pupular !ltruvt'.:~ da inrpren•o, do 
rádio e da tt:lc, i-:io. 
, totalicluclc doM naÇÜt!S rnbernaas que integram a FAO, 
ao instituir esta nova data do calendário ofteial int,•rondooal, 
fizcrilnr·nn coincidir co111 o 1rnn,curso do anher,:írio dl' funda­ 
ç:io du Or,.,111,z11ç5o de Alimrnrnção f) Ae:ricul1uru daa i'iações 
Unida". C;nstituidu ufici:.rl111t•11t1· cru Quebee, l'.acadá, a 16 de 
outubro de IA45, por 4:2 Nações-entre elas o Brasil a FAO con­ 
lU lroje com H? pu(~e. em seu quadro, No !:i1stema das Nuçoes 
Unidas corresponde 11 }'AO a ru,pomahilidade de forll;ulur e 
execuar projetos de assistência técnica no setor da agricultura. 
da pecuária, das florestas e da peca nuos paises em desenvolvi, 
mcnto. Lumpri I u FAO em 19.:>::1 sua prrmerra décdc1o, e dela 
diziu P. Lum:irtinr, Yutes. ,i,u priuripd bistoriMlor; "!'ía medi­ 
da em que o, p!'ssou, st: lancem resolntameotc e lutar é próprio 
ria nn1urezn lrumun.i no sentido de aumentOr as riquezas da 
terra, de bu,cJr uo,·us e maiores oportunidadl'!< paro os mcuos 
favorecidos e de encontrar parlicipa,õt:s mais jmtus eulre ns 
naçõt>S, podemos e,l!lr ,eguroE qué um org,n_i.rno como a F , O, 
coru tucto quanto representa a todos os sernços que propor­ 
ciona será cuda vez mais necessaría". 
' A FAO, a primeira entidaclr internacional a ser criada 
logo após o término du ::ieguada Guerra Mundial, é u maior 
anência iatcrn.1c1oaal do Sistema dss ..a~õc~ Uaida•, o uma 
semana mais antiga do que a própria OU. o Brasil trabalham 
atualmente, quase meia centena de especialistas Internacionais 
dr.sta Organização, di,iribn,dos por 17 diferentes projetos e es­ 
crttórios cn, !i uuidad&s da Fedcraç,,o. 
.., 
.. 
l 
O Mundo Pouco Conhecido 
Quão vasto é o mundo cm que vivemoi! Ele está li mi tudo pelos 
nossos ciaco sentiJoR reccptnres. Tudo que sabemos ela realidade 
nos vem u1ruvés desses cinco cuuais. !,e perdermos ou enfraque­ 
cermo, uma ou mais dessas faculdades seusoriai;, o nosrn mundo 
exterior se estreitrá Qu.,I. p0rém. a realidade, a exiFtência m:iis 
plena, que cssá uléru d:.: 11 ,. - .- cinco senudc>s'! l'os!'.uimns oolrns 
faculJades. pnrcinlmeute <l,•-:) -rtas, que nos propiciam um via­ 
lumbre ocasioGal de uma , ,. lidadc mais importante. Podemos 
desenvolver essas faculdade- para alcançar perctlpçào de uma 
existência mais eompleta, uqui agora. 
, Ordem Hoencruz é um grupo frnt.:rnal, não s'!Ctário, de ho­ 
Ínen; e mulheres d.:,,otados à investigação, estudo e npliooÇliu 
prática das leis natorlÜo e espiritua:., A Ordem em ?O paí,es. 
nos cinco continentes, 860 cidades do mundo e 130 cidades do 
Brasil 
f; conheci ria interoac;onalmente como .-'MORO. eigla rle Antiga 
e Mística Ordem losae Cruci. 
Seu propó,ito é tornar seus mew bros capazes de vier em har. 
monia com us forças criativaa e construtiYaS do niYer,o, e 
ussim alcnnçurem Snúde, Fclicidnde e Paz. 
Para obter inforruuções escreva para: 
ESCRIBA DIJOR 
GR..NDE LOJA DO BRASIL-Mi:IORC - CAIXA POSTAL 37 
80.000-C URlTIBA-P .ARANA 
1 
Bua Pe.tlro Alvm~;; Cubro!, -t93 - Hoai1

PREFEITUR MUNICIPAL 
DE RELI YISTI 
PortarJa crt.o 138/81 
Em 7 do Novembro de 1.94 
Dr. Lly <to A.mujo ílarbo11a 
prefelto Mutclpal da Bela v+' 
&its4o 4e Maio Grosso a '{ 
usando das atribuições que lhes ti 
eonferldu por Lel: 	1o 
RESOLVE.» 
:brlrt Inquorlto Admlnlstrotl 
para apurar o fato da oao» 
em que elo envolvidos os funelo 
• MS 
ndrlo. Andh Carvalho aln,, [4- 
clo a ed&e de l!otllH e rau t!.u 
Cardoso da IIlv, entre quelr 
apresontzdu J)olo f nolo!lblo fl!Jer-nllo 
Porelru B mbll. 
O U M P tt A - B E: 
Bela Vlate• 1,, 7 de More 
bro do 1.981 
Dr. Ely de Arnujo J3.ar esn 
Prefeito MHlelpal 
Lei n.e 723/81 de18.11.81 
"Dlflpõo sobro a compre do um 
Terreno Urbano neta CIdde." 
A CO.m11ra Muntclpnl 11A B.ila 
Vfat.11, 8Rtado do M,110 Grottao elo 
Boi, promulga Eu, Dr. Ely do lrnc­ 
Jo Barbooa,- ProfoUo .Muuiclpal, 
6611 
oloDO 1i1 soanlntl' Lei: 
A rtlgo 1.o) • F"Joa o Podor B­ 
xeoutlo uutorlzado a adquirir 
O Loto 
à~ 'l'erreno Urbauo n.o (H, Quadro 
n.o 19, ôetov n.o 01, da ROB 'Cutabll 
polo valor de Cr$: 600.U00,00 (Sets.­ 
OllíltOfl Sal! Cruzeiros), rteatlnado o 
oxpanllfio ela garagom dn Ptofoltura: 
Artigo 2.o) • Para nqslslqfio 
,ro i:eri'eno const~nto no AvUgo 1.o, 
flen o Prefeito auto~lzado a n!llh:ar 
recursos orçameaMrtou e oxtra or 
çnmootflrloo. 
Mtlgo S.o) • Ilsta Lol onbard 
em vigoz na dutu de eua pnblla11çlo. 
Artigo 4.o) • Revoganse as 
dlspooIQõeH em contrlrlo. 
Ely de Araujo Barboou 
Prefeito Munlelpal 
lir::1 1!) de Noveol)ro 1.981 
Afenso Dllon Nunes Leito. Prt' 
sldente da Câmara Munolpal de Be 
la Vista, 8etado dt Mo.to Orose10 do 
8nl, no uso oe snns atribuições Le 
gata: 
R&SOLV 
Coneder fézlas'regulamentares 
Crdiologiste 
e 
ELETROCARDIOGRA 
Cieloergmttia (dr» de Fforg E!tu 
(Cm«r d, C, ek-up e E»doer d 
Hua Hui M rbor no l l : oa.- !lfl 1,1 , 1•: ••t:!',,,  
mwpo Gr ,1, - :, 
,. , " f! 
portaria n-o 04/81 
à fan<?lonO.:! Nalr de So 1 L J)fl • 
l'( ferent • ao pl ri do do 80/81, a oon 
to:- do <J!a '.!IUl 81 a 23.12.81. 
CU PRA-S 
Dela Vista• S.. Hl do ~ov Wl 
bro de 1981 
Afonso Dllon Nt:rnee Leito 
Presldente 
CM1 
Empreendimenkls Imobiliários Ltde. 
Oonsn'uç&o CivJl, Obras de arte, Pavteta9o, FADre de artefatos 
de eimf3nto, Terrn~lenagem, Déamatamento, Areia c.'.l Pedra 
Construçi'.lo de Aeroportos. Açudes, -~ beMnras de Estra-das 
José Colderan - Aparecido A. StLvc - Paulo Cafdaran 
DfRETORES - CHEIA 2~'ll8lõ:o 11. 
Rwt. Felicio Tarohay 824 • e,.. Post:il, 37-IJ 
Fonrs: -2885 • 22-590 • 22-5089 • 22-5109 
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nua Antonlo Joilo, lOJI 
Ivan ãonso da Costa 
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Causao Civeis e Criminais• 
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Escritório: Rm: Antonfo Maria 
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P r n e Churr:iscario oom A1e11dimento Pcrsonu!i:z:ado • Ii:stncio.iamento Pr!vat,vo 
Guio Turfimco 
hospedo•f,e ov Hotel €a.nal, um_ do, mdho_ros do interior €LASSE "A" 
. 	Oategol'lll l11terouc1onal 
Pirad Rebuá, lí296 	Bot1:Uo 
Agora íicou mais f~cil construir a sua ca:a - MAT:Sul envi:i o 
convite: Venha convor,ar cono9co. T.:mos tudo p:mi cona!Tuções. 
Comuna ou Reforme Com Economia 
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C oudiçõe, Especiuis - venha cono~L'O ... 
Constru:-. a Sua Oo9a . . . Vüii-e 
Ifoa Pedro ,'1.mm,, Cobro!. -,95 - Bonito • 
:lA'l'SBL

1 
Q Etholuee o Hoglaaonto 
Itere da dhmna M u n f c l p	! . 
() Pret'ente da !Arara mun! 
e'pal de Hl VI»ta Esta4o d M Ia 
r, .h,,r m11
1 a 1'.dlll<lat.lfl, or:i A"- l!o Pie 
nu I, provou e L'U pwmulg-o r. rw 
utnte reolugo legtlutlvu: 
Oborvago. Aprovudo por uns 
nlmlllado om prlm0IN1 Jloou',?do o 
vot,1çJ'It). Em 20/10/81 
F/r1O 1 
DA C, 1All1 •.'tJl');ICIP!l, 
Onnftolo 1 
Dlif3 [,'tJ~Çõim f)A oA J llA 
A.tUD A Ollmavu Mtmlolpul oom 
posta de... Vurodores, é o órg!o do 
Poder Leglslutlvo locl, exercendo 
funçõon l<
1f?lül11tlvBR espPcJflou1,, do fhi 
ullzaono Ununcolru e c'.lo controlo l'X 
terno <lo Exôoull'O, desemp<rnhrrndo 
ainda uu utrlbul('l'ie11 qut1 lhe t>fio pró 
prlao utluontes tl gestilo doi- ammntoB 
do fl□u eooll-Omlu lntornu. 
Al't. an Aíl funoõoa loglslafJvafi 
du CClrnara ,.1unlolpal consistem na 0- 
laboruçllo <lo Joia, decretos )(lffl@latl­ 
voo o resoluçõos sobre quulsquer mn 
télla!! do compernacm do Munloiplo. 
A.llt Sll As fuooõoa de flsooHzCl 
çfio financeira consistem no acou.pa 
nhllmcnto das ativldude:i rinuncerns 
do Munlolplo deseevolvlcht8 pelo l!:xe 
cutlvo ou pela próprio C~mura e no 
julgamento daa ooutns do Prefeito, ln 
tr.gradaa estas daquelatl da pr6pr!a 
Gilmnra sorn~ire meclfunt@ o :rnxlllo 
d-0 Trtbunul {lo Coatas do BJg~atlo (oo 
ôr!}tlo oqulva!on1o). 
Âilt. <lº .Ao funoõos õe ecntrolo 
extono da OOmero Lmplloum a vlgl 
!findla dos negócios do Executivo cm 
geral, sob os7prismns da oonsUtuclo 
nulidade, da legulldude e du ética po 
lítloo-ncfmf!ll8tratlva. uom u toruadu 
das mxedldan sanatórtas que se flze­ 
rem nrceHi:l'lrlaQ. 
; rt. 5º .- g;. stilo dos assunto8 
de Nionomla iotnn.i da Câmara ren 
lizo-se atrav~il da àlscipllna i-eglmen 
tal de suas utividades e e.la estrutmu 
ç.:!o e odmlu!straÇ)ão Ja seui:; servlços 
auxiliares. 
0.ipttulo U 
DA SEDE DA 0ÀJARA 
Art. 6.o A G'âmarn l.lunlt!ipr.l 
tem suu r.ede no prédio o.o 924 dn 
R,ua Corouel Dias no DIRtrHo. sede 
d'o Muruc1plo. 
Art. 7.0 No recinto àe reuniões 
do Plflnárlo..,não podarão ser afixa­ 
dos gll3fsguev slrnbolos, quadros, 
fnixue, carl3,zes on fotograflss quo 
pliquem pvpagada polft&sa-psr 
tl ll111:::, 1~oc;,l6[flcc, roltglcrm OCT de 
0ulo pzmoloal do pessoas !as 
ou oo eofl~ades tle qualquer navure 
26. 
Parág1'81o -0.nleo: O disposto 
neste artigo não se aplica à colo 
onoão de brasão ou bendotra dt1 
Naglo, do Esf:::do ou do Mnn!cfpro, na 
forma da legisln9üo epltoóvel, e bem 
essllil de obra artístios que vise prv 
servne a momórtn de vulto ern!ncrnto 
ds histórlt> (lo Pais, do Estado, oD 
do filll-rnlrup!o. 
Ai'b. 8.o Sómente _pol dalibllDa· 
cão d0 I?lenárlo e quaedo o tnterao 
se pnbl!eo o e-ruglF tnrfJ. !1.0. XUI) 
podarll o r cinto do FSB.nlõea d 
Câmara ser utillzado p.ur..i. fins es 
traohos à sua flr.rnttdaàe. 
upHulo J1I 
DA INSTALAÇÃO DA CARA 
Art .9.o A Câ□r,re. Municipal 
instalar-se-é, em sessão especial, 
ãs ... bo.vas de dia provi to pela Loi 
de Organiza(}ilo t1an!olpal como de 
ifeio da log!sltura, quando será 
prostdlE'.!a pelo Veree.dnr m11is idoso 
eo~re os presenbes e. cnso egsa con 
di
9
ão seja comum a m<'JR de I (urn) 
Projeto de 
Resolução nº 
Vereador presldl la-Á o mais vota/o 
duntr llJeti 
Parégwfo úr:.'co. A l11Rl l:t,,.l'l.e li 
osá adlda pnr: o dia reguinte, e a 
ui uce@lvnm ·nte, o à sessão que 
lho oort", llf)Ortrlor ni1o houvol' o corJ 
p reo!manto de pe!o menos } (lré } 
Ver adores o, so essa situuçás per 
fstlr uté o ultimo ctt do prazo 
CJtll! se rrõfor.- o 11rt. 11, a prtlr 
deste n Instalação será presumida 
p!:!rl1 todo!l oo Oft'!loi; lqplR. 
Art. 10. Os Veredores, mutul 
doll do re!lp0cUvo :ctlplomu, tnmur:io 
posr,o nu At'fi ·ilo ào lt:stnlnçáo, po 
runte o l'r03ldent.o prov1fório u quo 
o rfere o art. 9.0, o que será 
objeto do termo Iuvrado em I!vro 
próprio por Vozeador Secretário ud 
boc lw'1cndo pn1· aquele, upóu hu 
verem t dos m:rnlfestudt>, unlt>oonu 
mcnto, compromisso, qlJli Rera. lido 
pelo rurü?J jovem dentro olcs, o quDl 
coue~tlrá □n seguinte fórmula: 
Prometo l'XCrcor, com dfgndu 
dndo o düd1cuçlio, o mandato popolur 
quo me foi conffndo. observando a 
<lom,t ulç.1o o as lots do Pais e trn 
balhundo pelo cngruntlcclmento ~o 
Munteiplo de Bela Vista MS, e paru 
bem geral de seus lwbltantefl. 
~ 12 ImcdletuC'.lente npós n p.os 
se, os VcroadürCtJ apresentarão decln. 
raçüo csuritn de bens, que oa treuo 
OIJovorá na utu da sassáo do lnst>aln 
0110 ou on dnqual3 em quo se empoa 
ll!lV o Verosdor rctnrdatsrio (urt. 11). 
$ 2 Cumprtdo o disposto no 
§ 1°, o 8rosldonte provisório fooultn 
r-á a palavra. por 5 (cioco) rnloutos 
u cada um dos Vereadores indtcudos 
pel respectiva bnuolida e quuli,quer 
autoridades pi'esentes que desejarem 
manifestar-se. 
§ 3(1 SE1g-t1it'-se-á às oruçõee a 
eleição du Mesa (urt. 14) nu qual sb 
m0uto poderüo votar ou ser votados 
os Voroadoros em pus!.:ia dos. 
Art li.º O Vereador que nüo se 
em posrnr no prazo prevlsto pel!! 
Lei da 01 gunlzeçúo :.1unicipal, e ne 
estu for omlssn, üontro de ló (quln 
z2) dias após a sessão de instalago 
não mu!i- poderá. faze-lo uplictwtlo 
se-lhe o dlRposto no art. 82. 
§ 1º O Vereador que se empos 
sar nu forma deste artlgo prestará 
compromi:::so indlviclualmeute, utili 
zndct u fórmula <lo urt. 10. 
§ 2.o O Vereador que se en 
coJtrnr em simnçilo iocompotivel 
com o Gxercicto do maudato não po 
der empossar-so sem prévia compro 
1 
vaoa0 da dos1no0mpatlbllíz:içflo, o 
que se dará, impretorivclmonto, ao 
prazo a que se rnhre ast é o.rtigo, 
se outl'o não for indiearlo pela Lei 
de ÜP~rnlz'.içüo Municlpal. 
'l'lTULO II 
DOS ÓRGÃOS DA CA.MARA 
MlJNIOIPi--L 
Capítulo I 
1 
IM. l:íESA ~à CAMARA 
Seçào I 
Da Formaçuo Da Mesa e Suas 
1 
odHicações 
Avt. 12. A :Yfosa do. CâITJtua 
3ompôs-oe ó0n CMgC6 de Prestderne 
! vica-Pre:;làoate e Secretário, aum 
mandato de 2. (doiG) uGoa. corronpou 
dando à primeira parte da Legislatura 
§ único. Huver~ am suplen 
te de seorotá?io, que somente se con 
s!!:<erará !N-egrante ela Mesa. quaudo 
en efetivo ex.e?cício. 
Art. 13. Findos os rnandatoR 
d,.es meobro_ du Mesa, proceden-se-6. 
à renovação desta pura os 2 (dois) 
j a.nos aub .. «quc,n~eg, ou eegunào. pa:: 
1 
e da leglt?le.~u ·::i. 	. 
Art. 14. Sn.lvo disposição em 
Resolução 
12/81 
- 
0otrárlo d Lel d Orulzç!lo Yfu 
lelpul, elolg4o dor membros d 
N, I' hr·U'-tt. J)!'( !i'ilh: li tll .. Í rl& - 
bsolu! do Ver dore 11, nc. 11N1sr-,:, da 
lodel cio dil ltgh-lntura, pôr t.l
1
11lorta 
! m n	l s	, asreurando-so o 	di r e	t o 	d 
voto Inclustve os candidato cu 
gos na M&r.!l e utlllzrrndo ec µ .... rii 
votnq"o c~ául H únlcaíl de pr.p l. dl 
tIlo!rafadas oa impressns, as quis 
c;crflo re<Jolblclas em umu urna quo 
ciroular/i p{)JO Plenário atravl'.'a do pr 
funrlon:'irlo da Onsu exprt•tiMmcnte eri., ,, 
designado. 	do+ » 
Prgrnfo Unleo, A vtalo mos 
far-e·á pela chamadn, em ordem a! 	qu 
fabl'!fon, dos nomes dos Vereadores 	l!ou 4 
polo Pro:;ldenlo t'm exerc:clfl. o qar.l Pote!to s A 	rumn 
procedorú ! con~urrom áos voto!i o e de rep. "· - u ... , to, Ce li 
procl.amação doo oh:ltos. 	e.-Pref!to o • da C4 l 
..rl. 15, A elolção para a rn<lo r.L 
vnoilo da Mesa (art. 1) realizar-sou 
nu última serrnfio ordlaarla dn prlruot 
ra prte da lollatnra, apllaando 6o 
o disposto no nrt. 14 a se'tl pI1rttgra 
fo único. 
Jrt. 16. Pura as '(-'Jelções a qao 
oe rofere o art. 14, obsepvar s~ &, 
qunnto a inelagib!Hliade, o quo dl~ 
puser a l·egh,laciio, podendo concor 
rer quaisquer Vereadores titulares, 
r.iuda que tenham part2tpudo da e 
flU da lPglslnturu precedente; pura B!l 
elolçõt>s u que se refere o art. 15, é 
prolDida a realetcl!io pnra um mesrao 
cargo no Mesa. 
Art. 17. O supler.trn de Varon 
dor oonvoeado eó□crnto l')odora sor 
eleito pnrn cargo do Mesa quando 
núo boja possível preenchê-lo da ou 
tro modo. 
Art. 18. Na hlpóte&e da im~a 
lação prosurntào da Câmaro n quo 
se reforo o parágrafo úntco do art. g•, 
o único Vereador presen~ sera:c(rn 
sid-erndo P.mpoesado ,1utomaticamen 
te e a.ssumtrá n Pre:-; lênetd da Gà 
mnra, com todas as J' errogativas lo 
r.ai&, cumprindo-lhe proceder em aon 
formidade com o disposto nos arta. 
83 e 85 e marcar 11 ele!cão para o 
proeuohimento dos divers~s cargos 
da Mo8a. 
Rrt. 19. Em caso de empato 
nas eleições para membro de Meca, 
proceder-se- a tlegundo esc:mtfolo 
pnrn. desempate e, se o empate pen 
slstil', a terceiro escrutínio, apó6 o 
qual, se atodu não tiver haviào doYi 
nlção, o concorrente m1:1is vote.do 
nas eleições municipais será p;.·oela 
mo.do vencedbr. 
Art. 20. Os Vereadorea eleit'Ds para 
a Mesa ser:io cmpoFsados, mediante termo 
lavrado pelo ScC'retário cm exerc!cio. na 
sesslío cm que F' ,talizar r~ua eleição e en. 
trarão imediatamente em o:erddo. 
Art. 1.H. Somente !>e modificará n 
composição permnnente da Me:n oeorceodo 
vaga do cargo ele P.-asidente ou de Viec­ 
Fresidentc. 
Parágrafo único. ·se a "ª"ª Ior do 
cargo dr Sccrerário, ,,-su.mi-lo-á ~ re.pecti­ 
vr. suplente (art. 12, p:irágrafo énieo). 
ArL J?t. Ooasiderar-se-á vago qualquer 
cargo da Mesa, qu:rndo: 
l --:- extinguir-se u mandato "poli!co 
do respccu ro ocupante, ou se este o perder; 
11.I - li.:cucinr.se o membro da 'hles:l 
d_o mandato cl • V arendor por _prazo supe­ 
rior a l?0 cer to e vinte) ooas: 
, 111 - l• rnver renuuc-i-0 do cur[!O ela 
Mesa pelo SOi! t'itu la!' com aceil!lçiiÕ do 
Plenlírin: 
IV• for o Vereador destituído tla 
ll.l:oEa per ded.são do Plenú-io. 
Art. li:3. A renunciu pelo Vereudor ao 
cargo que ocupa nu Mesa será feita me 
dinn.te Jns1 iftcaç_ão escrito. aoresentad!:l ao 
Plenário, que u uceitará ou não. 
. • Ar . 24. A destituição de membro 
efetivo da Mt'sa somente poderá ocorrer 
q_un,do comprovadamente desidoso, inef 
ciente ou q_unndo tenha se prevalecido do 
cargo p:irn iins llícir:os, dependendo de deli. 
heraçüo do Plenfirio pel'.l voto de '2/8 (doi. 
terços) dos V tirendorea, acolhendo represen 
1 
t e 
n 
I! r0por as resoluções soe 
slrs ds tau9s fczt@ sena, {{ 
Pref{to aos V; adore, 
Ir Iabrr prp+a orçaman 
tàia da amura use oluflu si 
çsmento co 'uafeip!o. 
v re str e Dei da A 
mcn, ju ,tÔ é:.o;; P,,e,na d Un!no e 
do E.tc. 
rl orn!zur cronograma de da 
6embolse das dotaçõzs d CAare ra 
enladaen{e ao tep.as trltra] 
d.J.:.: '.,],•, ..:-·· pt<l<, hxc.: tlvo. 
vi roecder d vigio Te 
souaria d. Pefettur± e llo de 
ca!xu ex!tente aa CAn Ira 4o !hrnl 
do 0tdt1 ·-xv:· íob. 
VI!! nv!zr ao Exeutlro, - 
pocu própria. as ontss do Legllati 
va do cxeito prece1ente, para s 
u Incocrução as cotas do ia! 
cipio. 
IJ~ ::. 0ecdcí :'.. ro<Lç:'.:o fln!.!l·'.tas 
resoluçõé da@tas !sg!z}:!rs. 
::_l.bsrsz sobro conscsf 
do ses6e ·xtsad!:ázl de CAma 
ru. 
D:. 
Fei.cs

1 
Rua An-,on'o 
.. .. _________________________ _, 
Júlio Cése.r Gonçalves 
PoP unnnlmldntle em itua úm 
mn rounllo, o Consolho de Po![!Ia 
Boonllmlou o Oooiul !'.ln Oonforlnraçllo 
l:íoolouol élu Iadóstrla oonululu qno a 
~olltlon rnbirlal. uliunlmclllt11 om vlg<>r 
uDo a-ovo sor a?toradn. I} o m!nlstro 
r;1arllo l1aoedo ncnbou, usslm, rr,rntmn 
do am po'1ePotw aHodu paro umn tê 
80 que ole vem sondo obrlgado n rlo 
fender quaao Que oozlolw: n do qoo 
8 lol oaln.tttul nllci é lnflo.oloal'l.nn nem 
reocaslva e mnlto menos desemprega 
doro. 
As preasões pBra que s0ja 
• 
,e li.is 
t rt r 
. Labo11eiro-t.io -de Anó­ 
lisos CLiícas São 
Lacas Lt:. 
• M:intomos oonw!nio ~cç,;u: li'-,'il'l!PS 
llanco <lo füasil, Fusm,, Früfriill 
Exames: Bioquinica, Eziuna, ·Cultura, 
1ntibioquim"ic11, Ih!m:iClTTutµh. Sec.re~es, 
Baclcrioloi;i:i. lmuuôhtgln_ Parn<11to1ogin 
Dr. Jntonio .Br;JUlio de Burros 
CRF/20 • 269/77 
Rua Guiu LQlóOS, ,026 - fono .247 
Bela 'Vista MS 
foHa umu rovlsüo acsau pol!tlco tf!ru 
o9efdo nos últimos tempos. II) Cl P'o 
ch,r•,ç/lo dt1R ludfü•trluo ~. Silo Puulo 
a Fie,-,,, oncnbeça o rnovlmonto oon 
trtalo u. lc1Jlfllt1QtO ntunl o quo tom, 
no govvruo, ul1;u11G ulla4os boolanto 
poct(.'ro~os. como o mlolnt.:o Dellim Ne 
to, do PluooJumonlo, 
O quo os oposltoroo da lel quo 
rorn nllo é o Um dn semestrulh1n~ 
li stm indlces meuoreo do reojustoi.. 
'nts do que isso, eles desojum acu 
bor com 10%/ sobre o INPC que bcue 
1 
fld11rn oo ::is1rnlarludo0 que rruahom 
,ontro 1 e 3 mfnfmos, sob a alo~ctlo 
ao que tul indico ó e:xlremamontc G· 
noroi;o na folha do pagamentos dn0 
ompresas. Um argumento incapaz do 
roslollv n roalldodo dos númoroa: cm 
bom 67% dos nosolarlado~ esanhc□
até 3 mínimos, eles particlpgm com 
upaoos 30,5% do totul de ealtirtos pa 
gos pelas empresas. 
Os 10% além ào INPC repre 
tl<>nt::irn, no final, um :rnmento real de 
c2rca ,to 7% nos ordenndos de car5ll 
trabullrndor, onoram-no om 2'íb apc 
oafl a jolhu d,a,- empresas. Em sinto 
se, o 1-1rgurnento ut!llzodo não díspõc 
du menor base lógica. 
Quer se mudar a lei porQue 
quer se mudt1r a lei. E_com Isso llqul 
dar com u□dos pouco~ ina~.rnr:aentloa 
quo t>enefloloram os trabalhadoroo oo 
bulxn renda nos últimos anos, 
- JnPandi do Amaral Lopes - 
·' . . QuuUdad.o, o .Bom Gosto e v. Exclusividade" 
Pães .- •.illscoi~s - BelochnR - í".lnnfeitul'la 1 
"Atend~mos -enoomendo.s paro o.;:iversàrios .e Casamentos'' 
Bua XV de .Novembro 399 =-::ne as_1 D_e_1a_'_!li_s_ta_-_M_s __ 
X: cu.: =sso:. <- c:i= 
s e.n 
a •t • r.• l' 'a Lu! 
lrif ~ trav.s.h, " • lll 
! es Ms Ía da ria Xav'r da 
'Talo «w a p.t na cu 4 A.a• 
vedo, dcs po, e mala nv/me 
tados per'gusos • no posado trnst 
to la yl l. 
La!xihe, que j4 mervou enda 
e»ruços pele seu zele e abpe 
tore se la, oro pula Miotr bo 
llusor •~ - • att espalh. huu· e • 
qe áess: 'peuh as duro feto. Atá 
zz!n!/c{a sls tem. Já o vi rárias 
Yezss aterroper bltzaet s teor 
r .1t11 d11 1rU•1-> coa 'Wl'J I t.t:h, l• 
pto par du JtaH&ff l'l ~ ~•! o 
elcladio, ju·nte cnitn <, qi:io, mo .an 
100 oateo, t. .. a • n atnTu1ar oom • 
alonl fcoh11.d• r,aro. Jt•dHtlH. 
aos oamo º'"º• Lulzltl.bo o o l.xa 
per e s. cl!ama na teuç o do tt ll 
scunte a cto ii Jlldil!! e l>Tlnud•I 
ran, Iudaando-Ih se está eo: prss 
11 . Oo o n rHJIH1i'!. 6 po~ln ' o po 
l!r!'1al proporctoníl ao o ubula!o ol 
d.1dlo o pNv!l6f1o '10 11tnn•oaa r 110 
zluho n fnlxr.i cl-e seguronçn' t'lob vn 
lns ueruls. 
~as nllo faz multo tt□JilO Lnl 
zInho acabou so metendo em eocren 
ouo. Uma mnHHir moUdn n bao.lull, 
dossas que comom banana pr de 
pelo arrotar caviar, fleeu furlo1m com 
UfJ brlno::ido!ras do aunrdn. Deu. lbc• 
uo oelono ponra13ô na perna ooquor 
dn, apóa oGbofotcd-lo coo a oenhD'11 
da oxpre::süo: ''O aonhor snbl? eem 
qno□01116. fllkmdo7' K 0 caao foi pa 
rnr no dlot:rlto pollot~l. 
A oxproaallo ó das maio un 
ttrraa. nnlto comm:i o.m Porhigal o 
Ifopanho,borçoa Cln ao11co aulturn. MBB 
ooo vo□11ogtctraro o qt1~ n!ío deixa 
(lo oor clntoolitloo on obraa qao regls 
trnm oo !oeu~õos braallel!ras, cono 
bcmi obnervn o antropólogo Roberto 
du ~~t:i, nu~or do um orlghlalfoslmo 
capftnlo Sl)bro o toma em oco livro 
"Carnaval, Malandros o Her61D". foto 
13orquo elo. , r e t1 u z UB:l dog id<inlfi 
maio nrrn.lgudoa n0 povo brollllolro, 
embora dlflellmento admtttdo:. a 
hlor3rqulímção das pc,5lçõcs soola!o. 
"Vecô ootle com quem ootfr. 
folondo?" ovldoncla um forto pon 
tlnooto autoritário, ooraowisHcrn do 
CJUO□oc julgo. ntlngldo e lnferlor!~a 
ó.o no i:Hltl onhrn soalnl por quem 
1 
l' 
ntre 
to. 
' ·,1 	vol- 
.,. •• e ft! 	01.I , m 
todas os d!as. 	r 1ao 
qts 	pelo 
uorlslço. 	1o 
plan d 	rflHr.a 
seel11l, 	• •· 
tostante! to &1fere!dor, qe o0e 
:11 lln ac eu n u l te do tot 
13011 &odo .. n "geut1 h " flt r.o "7.6- 
l)OTlaho',. Q:.&e t l traoe.r.:nt>t o oôfltO 
•·su be ooru quQm 11t. f:l lirndo?" pe­ 
lo oxprusll.'l com qu2 o, oaet-e-ame 
r:otrnor, o-0elum11m c1ut
1
1r,r 011 qtH·, 
lnjo,t11.'oad11mento. ee ·ten por t111 
por!ore!i: Quem vod ret:1ça qU{l é?', 
~ta. Ai:f;tia :'1c.ria C. de 
Barros 
Ciru,p,, Denti•ta - CR.O ·108ti!3 
Cli::iioc inbn1il 
e s 
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plng.ill .. 
BAILE DA DEBUTANTES 
endo ngurdndo com multa 
xpcttlv Vamos prestigiar, po!s o 
Gremto e+t com multtus promoçona 
p,u·n ,.,,,,, 111111( <lo une-, 
PI·ou largo ou apertado" 
L rpo. 
8atllo dlt. (JUC ecoih. 
A MUl,HhH 1
1
/0 !J RIOO 
- Quo é que vuo preler, que 
r1c.k/! MulhAr t.wnlt "· mullun· lnt li 
gente' 
-- Nem; uma nem outra, você 
110 be q o HÓ r1oslo de, n..cê. 
por 
PISCINAS 
Voco prestlglndo as prorna­ 
maços do dremlo tará colborun­ 
do pura u construo das obras !e 
Pteei vm que od ri u Dll'OlOl'lu 
to 'Iube est wunperhxd. 
CARTÕES DE NATAL 
J temos eurtõas de Ntal pa 
ra prontu entreu. Fna logo en 
fHl(11do, Nílo •1clx•i pi,t·u' últimu hora. 
E,-tarnruus tr:bulhando só tó o dln 
2S dti dezembro. 
Ocpols ... +ó em janelro, 
Dr3 Dk3 
NIVER 
Comi>moron mala um ano do 
vida dia 20 pp. na garota Surama 
tielelate, Parabéts. 
DEPAltTAMENTO DE. 
PROMOÇÃO SOCIAL 
Da prefeitura de Brla V!11ta, 
nonsegulu 10 cuctetrns do roda□p•Ha 
serem dstribuids às pessons delas 
neeessltudafl. Parabéns Dr. Ely e eqal 
pe por mal essu v1tórln. 
,l. ClRCuLANDO NA CITY 
A Jovtrn Jacr:,•111~ de Burros, 
veto passar as férl as com seus pais 
S:ml e Elzn. 
RONALDO R LÊA CARDINAL 
Sã.o os joveo-., que atrnvés do 
mn!rlruôn!o, P6tarílo se uTllndu no 
próximo clla 18 de Dezewbru nu lgrn 
j'i ~fatrt,z de Santo Afom,o. Ele filho 
te Robervul e Te!lú, ela f,lhit úe 
Olimplo e Edrn.J.. 
MODA 
'e a_;>roxirnH. o fim do ano e 
muiras fe~f'ls êlCoutrcerH.o, e !l mod!i 
st$ a9s 2ôes, oaue as mires 
1.1sam salas tt.rnpii..ll, ou calqns ma!i;. 
curtas, com tecidos leves e frescos 
!:!orno linho o ulgodilo em mesdn : 
unroE- qne Sl-l toronm íniiiRpensávellil 
aos guarda-roupas. As côrer1 da mo 
.Ja sã') e~sM; Caqui, dourado ( e:stllo 
astromta), o preto e branco. 
< c3 
AGESSÓRIOS 
o sem dúvido !H, peças que 
todas 86 mulher' s de haje devem 
usar. Cordões, Joncos es~umpados fül. 
Cêibeçs, ciacos com dt'!alb.Es na cor 
dom-Jtia, pul~elrlls e braceletes bem 
1 
larg s trans ,')['rnam to!b.lmente o as 
pecco das roupas. 
;)IA(, ;)f,G 1 
HUMOR 
O fIiho do alfaiate chega psrg 
o pai no fundo da loj2. e fala com 
ele: 
ai, tem um freguês que quer 
>ID[H'ai' ague!!:' terno de llstrlohP.s 
narrons. Ele quer saber so d1>pois 
lavado, o pano encolhe ou Dão. 
Ele jó experimeatou o terno? 
Já, sim senhor 
Com a painvr 
o Professor 
Colegas 
PuradofJ eomo lgunus estão, 
ontmrlo em nosso fazdl , abfarlo 
, cr!ancu nüo percebe, d.1 
Imediato, us rrnmclht.nç,1s e dlforon­ 
cuo entre os objt•tou. 8" preci:3o que 
o ad11lto, palR ou 1·esponr,2vets, pro. 
t!quom oow ui.; m,rnmus, ativloarlBB 
que u levem a sentir +s8as 8ne- 
11.luoons e d!fcrenouo. 
Uma forma de bom efoltn é a 
do jogo do diferente e do Igual. Po· 
ra lllt:111, bt:10 OOOt:8BArios d!VOJJSOS 
()bjetos pequeuoo, oumo: bol1oha0, 
aementes, pe.Ja9os de g~. ela., que 
110 dlferenr.1!em clnrarnvnto eatre sl. 
oeja pela cor, pelo tacnnhQ, polo 
foru ou pele tate, soro ao@os 
f"árlos tombem ulacrna tavólacros, 
como saoos de matér!n plâsh-oa ou 
de pano, ouixluhas, vl<lriohos para 
guardar os objeto!l escolhidos. 
Brasileiros há, que desoonhe 
cem n lrnportâncla de uma dteta e 
quillbrada, parn se manter nítida a 
v1são. 
Os olhos, corno os demais ór 
gãos do corpo, silo alimentado!;! poio 
sangue, cuja qualidade é determip 
da pelos atlment'O!il qne ingarime:i. 
Se à nossa aUmen~-fH;ite faltam ,05 
elementos nglorte n@os&ris, e 
e6Jt11Hbn.o flalológloo {)e omng-&e é ol 
l3p2de o ?odo o oratso se res­ 
sente. Os olhos tambAm... 
Sube.se, por exemplo, que o 
ffgaào está afetado quo.ude os olho!:! 
ficam t1mare los. Se um rn 2mbro fot 
grnvemente atingido. o efelio espe 
lha-se nos olhos. Hoje, já se vfl a 
miopiu como efoito de um eõtado de 
suóde geral bastante deflolente no 
pe1-fodo da 1r.üâno1a. 
A dlfiouldade de enxerga!.' à 
noite é o resultado rta oarenola éie 
CAUSAS CÍVEIS 
T'IRElTO AGRÁRIO INVENTÁ- 
RJOS 
ESCRITO IUO Pracu Álvaro 
Mascarenbsc 
Bela Vista. 
·--------J 
v e vu:& nli!> 11:z .os :-<A 
DA,_niso pi dlzr nda A. A- 
NUA. 
Lela... edite .. 
(d« Malakow»ky 
N, pri Ira oft 
H']es e lpro;,::tmo 
B 001!1
1:m uma flor 
Oo Jlo11:;.c j:mHm 
H to dizemos da 
Na segunda nolte 
J A n11..e 10 C8COU lll 
Pisum 011 Uores 
l'Jfalqzn nosso cfío 
E Mo dlzemoo nodo. 
C .S 
li 
A} e s ., 
Numu !Hlm,ilca c,tapu i;i.io rnotl 
t~udos os obji>trn para ns crl1111ças 
e Jogo apôs alio ot1 roesm•1s arruma• 
dos pav11 que -pothiam tHH' utlllzndos 
no rnowento c9rto. "fodoB 011 objat0H 
do mesmo tipo devem ficar numa 
mesma embalagem. Nesse IuGuento 
n!lo se leva em cont& a cor, o ta 
manho ou a forma. 
A palllHl' de enlão, todos as 
orlangas devoüo tntar separa os 
o'Djeloa, oobosntto.oo □t'B roalp>ontoo 
nos mCl□entoll er:~ qne no Jholl (]ovo□
sr [a!tas po7gatas zsbre os mssmos 
e porqoe eles ati Iornrn colocaitos. 
1 
VePli'Jca-@e se as cr1ancea co 
looarMD ou objetos correwmento oo 
nilo. Apunha-se um objeto qnnlquer 
vitamina A, qur E-e encontra em 
r:·and~ quantidade na cenoura e nas 
tolhas verde'! doB vegetais. 
bom ftoar de olho nas ultera 
ções que possam ocozrer em nossa 
visilo. Neste caso, é conve::lente con 
soltar um rn é d i e o que entenda 
de nntr!~no. Por cedo, ele frá dar 
P ub!icações 
/-/inistério 
A Secretaria de Recmsos Na 
turals, àrgílo da Secr11taria Naci::mal 
de Produçilo A.grope~m'.nta do Minls 
tér!o da Agrloaltara. acaba de publi 
Jai' sobre a consel:'vaçào do slo a­ 
grkola três psquoos livros e sollol 
ta-nos que demos notfela deles. Os 
j seus titulos slo: 
- A experi~nela brasileira no 
coBtrole à e:rosào mral 
- .Medlçflo dlrota da eroslo la 
mh1ar pelo méoodo das hastes met 
lieas 
- Agoa, solo e vtrla (um me. 
nual para 'a escolas do 1" e 2º graus 
mus que é úctl também aos l&'V.rndo 
• resJ. 
Os int:ressaos receberão, grn 
tuitmente, estes pbliegões, bastan 
Até qu di! 
O 1 
Rn o 11 
Ro l 
Co 
1
> 
Arr n 	11 
E porq1 o 
.Uuop o . 
AIIO 1 
Prgle «ores 
e p 1e-sn à crlançu que tambh.1 
11
, 
nhe outro IA'13,.l ou dlfert!nte. F.m et 
pa. po1-1terlov, outras atlvtdBdoa POd 
rão R'-'r rowtdíl l!m príltlca: 
-Coloci: r <la olho1:1 fochodos ll!Jl 
determlr«ido obj.ito no reol)'HCnt • rnr 
re6Pvndente, utravótJ do talo, sua Lr 
ma etc:. 
Mostrar crlanc:a um ohj to 
qualquer e coloca-lo sobre uma me, 
sa, onde j estão os reeip/entes, e6m 
objo!ics lgnuls a com objelos dilertn 
tes. 
B peq~un.tnr "om que reclplene j 
deve 3er coloo11do este ol.J!eto?". 
1 
Foute: ··vamos Trab11lbar coD 
Crianças", publ!caçào do Nócleo de 
Desenvolvimento lofunlll - MOBRAL. 
nrienhiÇÕN, quanto à alimentação 
que teremos de obeervar. 
Uma alimentação equ!llbmlJ 
na qual se encontram, ~m quantlda 
des adequadas, !rutas e saladas ver 
d.es, á lrnprescind1vel para que se 
possB tl-r uma boa visão 
oferecidas pelo 
da Agricuhura 
d'o recortar esla 'nota, juntameot, 
com o titulo des!e jornal. rernetend•J 
os para o 8egninte endereço: 
Se~retuia de Recursos Naruroií  
G}fi,N 3êlã Bloeo € -loja 80 2.o sds! 
70 737 • Bre.sfüa-Dr l 
O correto e!lderecn da in,eres 
saci.o é naturalmen~·indispenssvel. 
1