l 
NATAL ,. 
f .sta d 
conf rat rnizoçõo 
(p gin 2) 
li 
• 
-±: 
»' 
l 
1 
1 
# 
I 
ã 
Bela Vista (do correspondente) 
Segundo informações da u~sessorla 
do pt·efclto mun!clpe.l d !<t'! cldudP E.ly 
de Araujo Burbosa (foto). uin grupo 
paultta reallza estudos visando a Ir 
plantacllo de oro:> Fat:uldadtt de D1 
reito em Bela VIta. Alguns profes 
RMes, lnlcgrnnles <.le~lll grupo, !llaoti 
veru os primeiro contatos com 
B,Hb::am que i;o prontificou a dur to 
do o upolo necessrlo à tokbtlvn. 
O grupo, com larga exprlên 
ela no >,efor, cooeldr>rn o rnualcíplv 
orn conrliçõcR de i>edltir uma faculdu 
de particulur que utendaria toda a 
roglüo. Pura 0.1 CHf.udunteR d3 Belu 
Vl.~ta, Caracol. Antoulo ,João, Jardim 
Gula Lopes da Laguna, Nicaque, Por 
to ~1urilabo P lio111Lo n notícia, sem 
dv!da ulgumu, é auspiciosa, pois 
nem todos podem deixar as SUliS cl 
dades paru estudarem em Campo 
Grande. 
Barboi;u disse que no próximo 
1 iino darà maiores inrormaçõeR 11 rPi! 1 e!< ndo d• m'.llOrl <•11h•nc.Hnentnn <~om 
pelto, dsse alada que as posstbillda 0 grupo que po,sul diversas focnlt.lu 
dell sUo promissoras. tudo etA depen des em Sã0 Pnulo. 
Comunicamos os nossos 
leitores e anunciante~ que, (levl 
rio UB férias colPtlVBB cJe noBBO!l 
funcionários, este jornal só volta 
rá a circular após o dia 10 de 
,Janeiro. lnform1:1rnos ainda que a 
p,ntlr <lesrn data os 1:1silin11oleõ 
de Jornal de Bonito recebl-rão 
também os demats jornal edlta 
dos pela Rcd . A dlvlsfio grtifl.oa 
contlnu'lrá íuoclonancto normul 
mente, 011 pedldoR de Jmprr,rnos 
deverão ser eocamlohadoR à De 
la Vh>tu 1.1tt·,tVé1, do OdCl'itórlo lo 
Cal. 
A DIREÇÃO 
Comunicado 
. população 
à 
i PAN Projetos e Coostru 
s de Red·s 'Telefónicas Ltda .. 
firma contratada pela TELEMAT 
Telecomunlcaçôcf:l de Mato Uros 
AO 8/A. para construir em Be!a 
Vista a l'Xp.'.!.nsão de 1000 termi 
nula telefônh!os, tomou c!êocln do 
dcscoútcuta mento geral da popu 
lação desta localidadP a respeito 
das tubulações telefôoir.ulõ (Pa 
crão) Queremos deixar bem ela. 
' to que não temvs em coatrato, 
f 
clausul<-1 que diz respeito às tu 
bulações por quanto e1<se serviço 
1 
não ê de nüasa re:ponoabil!dad('. 
Assim como não é de nossu res 
µoo!:lab!lidade todo e qualque SAI' 
1 
v!ço executado pot· uma firma 
denommada AlRAN e outras cons 
tutores de tubulçõss telefoni 
! cas. Afirmamos i. 80 pnrque oilo 
temos com ests firma qulquer 
vinculo coutzetu, !, a esse respeito 
A. Direcü.o 
Ainda temos cartões de Na 
tal para pronta entrega, impresso 
co'ill a sua mensagem. Recebe 
nus uovos cartões, com belís 
sir.:ias estampss. 
GHAFlC.' E EDITORA APA 
Rua Duque de Caxias s/n 
----------------· 
(Publicação feita a Pedido de João Rosa) 
FCSS 
Qae Joào Rosa, brasilefro. 
casado, portador du Carteira 
profissional n° 45.705 - sérle 547 
tr11balhoü ne&t& empresa no pe 
ríoclo àe 01 de Dezembro de l.977 
à 07 de Dezembro de 1.931 exer 
cenáo a runção d Gerente, ten 
Vimos em artigo anteríor como 
nusceu, quul um tlorriao do ~,enlno 
Jesus, no próprio d!u em que se co 
memorava sen nascimento, a mais 
bela c::oção de Nnt1:d: "Stille Naoht, 
Heillge Nai;ht, ... " ·'Noite si11:<nclosn, 
! noite santa ... " '·Noite faliz", dizemos 
1 aqui no Brabi!. 
1 
Vejamos agora como ela se es 
pnll.tou pela Europa e pelo mundo. 
( A. pós comporem, re3pectivame;: 
te. a letra e li mú::11c!l dessa canção 
natulina. o Pe. Joseph J:iohr e o mes 
tre-escola Franz Gruber não se inte 
ressaram em divulgá-la. Contenta 
vam-se em cantá-la quundo podiam e 
nada m:.iis. J'.Ias a canção Ofü:l"ida em 
1818 haveria de fazer a sua própria 
fama. A Providência Divina encerre 
gou se disso. Para tal. atraiu para 
Oberodorf um famoso construtor de 
órgãrs de Zillertal. no Tirol. Seu no 
me: Karl i1auracher, homem de me 
mória prodigiosa A que gostava lmen 
sameote de C8ntar, como todoG os ti 
roleses. 
l.1auracher consertava t:unb?m 
do o mesmo demonatrad o no 
execieio de suas fvnçõea ser pes 
soa honesta, respon:it'.ivel, cum 
pridora dos senus deveres nda 
. ccn:::tundo que o destbone. 
8odoquana der!vactos de 
Petróleo Ltdo. 
fil)~ 
OR órgãos da região. E quando o da 
Igrejinha de Oberndorf apresentou pro 
blernas, foi chBmado a examiná-lo. 
Em apenas um buraco no fole. Con 
serto simples, após qual convidou o 
organista Gruber a experimentar o 
i n s t r u m e n t o. Gruber to Em Leipzig, acabaram sendo 
cou a música "St!Jle Naohf' e o Pe. convidados n cantar para o próprio 
Mohr, que ali se achava, cantou Rei da: Saxônla, ôCaGião em que ficou 
com ele a nova canção. consagrada a fama ca "Cttnçã.o do 
V construtor de órgiio ouviu Céus'. Deols desse sucesso, os ir 
encatitado. Pediu paru repetirem. E mãos Strasser viajaram p0r outras 
gravou em sua memória pl'odtgiosa regiões, aempre cantando a ''StUle 
a nova melodia. Perguntou quem era Nacht", Inclusive em Berlim. onde 
o autor. Os dois sorriram, sem res um músico da corte prusslne incluiu 
pender. 	a nova canção oo r .. pertórto do co 
Karl Mauracher partiu canta ro da catedral da cidnde. ;'.fas, a es 
rolando pelas montanhas até chegar ta altura, o esplríto mrnt,n dos pn1s 
ao Z!llertal, onde as eols.nças já O stanos bem como as sucessivas r-epro 
aguardavam, pots sabiam que ele sem duções, já haviam alterado completa 
p-re trazia de fora 1:1lguma canção no l rnent:e ';1, melodia e a letra ortgmal. 
va. Num instante, 08 aeordes do E fo! só com a exigência de_ Prederl 
"Stille Nacht" estavam nos lábios dos co Gmfüerme IV que &e segurn a pro 
melh::>res cantores de Zllertal: os li." vlciencial hi~tória que narramos ante 
Dãos Strasser, dois meninos e duas riormnte, conferiado o sabor origi 
meu!nas. Eles cãntavam como riauxl nal a "13tille Necht'', ou 'Noite feUz". 
nóis, diz!a Mauracher. 	(Agência 13oa lmp!."onsi:1 ABlM). 
A fam!l!a 5trasser, por longa 
trad1ção tra nsmitirla de pai a hlh1>, 
fobrkava e vendia ótimas luvas de 
camurça. l'.l os irmãozinhos Strasser, 
oara ss distraírem cantlivam eoquan 
to of'-'reciam seu produto. Percebe, 
sm logo que a nova cs.nção apren 
dida com Mlauracher trala particu 
larmente as pessoas, que faz!sm roda 
1 
para ouvi-los. 
E assim foi 80 tornando C'Onhe 
cida ;:io TiMl a "Cançfio do Céu'·, co 
mo a chamavam. por não saberem 
quem era sen autor. E logo a ruelo 
dia chegava a outras partes dn Aus 
trla e da Alemanha, poia oa Irmã.os 
:::itcasser passaram a vl ·ltar anu11hnen 
te a feira lntern-acionbl de Lepztg, 
na Saxónia a fim de li venderem 
suas lu7as. 
Esriiri 
Dr. Pedro José Palwiéri 
Legai::.:a,ilo de Terrus. ln,entl'.lrios e 
causas criminais (duri) 
Rua i5 '~ NovemDrO 160 
Fone. 235 el Vta-S.

Notol 
()11,• n lu/. • •lt 1 • N tu} penetrem em 
«e corço e [urtet todos os dtvs do 
JIO. 
[São os votos de; 
1 
Anton,o Silveira Xavier e fa­ 
milia. 
"T h ,, 
01 i'ln O 
! l 'J 
l!z • i 
V • t , < ln ' 
festa p091/r b nt! ira 
pvquen cl 1,111 
n: mrAl, onde e pr 
trdlções, e0IIr . e o I 
dIvera. man·ir.», d corto e 
caracteristfeas da região. ão npt 
entado o bumba-meu bol, b±-e l 
hn, cheanças, marujadas ou fendan 
g0o. partor! , eonadas ou cPgot 
re[sados Geralmente emw dtvertienn 
1 
to1:1 públicos preceder "M!Isa do 
Galo'', qas é realizada n m ·ta.nolte. 
Até tIns do século XV'IH, hava 
representação dentro ds igrejas. 
Dsde então, as representações são 
reali-zudaa Pro palco~ armnctos ao ar 
livre, em frente as igrejas, onde são 
cnceriudos os autrs nalallnos. 
O hábito dr. dur presenter1 no , 
Cine São José 
Agorcr com nova direção 
Os últfmos luucarn011tos dos prlncipuls produtores 
Nnclonals o Intemacionals 
Anexo: Bar e Sorveterio Bossa Nova 
"0 ponto de encontro" 
Bela Vista Ms. 
Joelson Martinez Peixoto 
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E~critório: H11,1 l.o de Maio, 357 
Jurdi111 .iatn Gru~;o do S_u) 
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Festa da 
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e 1 
• : na 
i ioelh, 428.Fcne 210 
I __ 
Itesideia: Ra Cu±ab, 468 
--- 
T:dbuna da Fronteira 
t Fundado em 20/2172 1 
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Editor-Chefe: Ivaldo Pereira 
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Filiado o A'BlüJO.P.l e .DJOR1-M:S

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Que os nossas emoções redobrem ao soarem os sinos que anunciam o ncscimenio do S nhor 
e o limiar de um novo tempo. 
Tempo de paz, osporança, e confrat-arnização. 
Tempo de pensar cada vez mais em um mundo melhor. 
Nesta época do Paz e contratern.zação, nós estamos mais feli-zes por termos um am,go como 
Yoce Par esejar ií il e isas boas. 
Que o seu ata! seja o melhor pt ssível, que cada n it d seu Ano Nov seia 
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i. :. .. 
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a .. ··•·- - _.b,., ~ ... ,.. .. 
Vereador Getuilo Lino. 
Vereado11 José Simpliclo 
da Costs Marques 
1 .' 
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Verea<l.or Afonso Dllon Nunes Leite 
Presidente 
fetosa Pinheiro 
sal!o {urii 
tfoacyr Paes Marreto 
Carlos €Catião 
Vereador Nivaldo de Barros 
Vereador José Joaquim 
Fe:rreira Souto

,-- 
(, 
Edso, Morai 
O Ntal n etudo de m 	n 	e l P? 
e harmonlu no convivi àqi 	b 
t <li trth111<, •n 'P (!li· rJ11 	iJ 
geton de /; >IJl<J(','1'11 o, enrl 
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Qus o s2nu Matl eju e ·!m. 	d !a do próximo uno 
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Zacaria 
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• tul ,bor ,ç· o ri e r!u&a 
e contn.os co 
cpropa 1'..ltl em arnl~ 
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I 
,llVOGADO 
Pn,alrknl,1 
'I'esouretro 
_________ __ .. ,.._ 
PAZ NA TERA O 
DE BOA VON 
• l 
Qua a oternn alri h 
blte cm sen cornçilc, quP o sor 
rlt!o srjn consl1mte rm sua 'ace, 
e "que "telteidnade deste nutul 
perdure por todo!! os outros 
365 dias dD noo qe~ vnl n11scct·. 
Feliz Natal 
e 6fim 
no Novo 
São os nossoo slocrros 
desejos ao povo b·ú'vistense. 
Bela Vista lis. 
1 1 
! • 
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1 
-------------._ 
..... 
 
IERE 
Aos nosso~ Ir.mil.os no trubulho, qu 
conoscó labutaram mais um uuo (.'ID 
• 	frentes diferventes de uma mesma lu 
slacAros votos do um Ielt:r n!ltr:l e 	' 
proveitoso "Ano Novo" 
Corumila l_oureiro 
PMDB 
Belu VIRta 
----------------·----------·---- 
Foi concedido plo Governo Fe 
dera! atravé, de qudtro d
0cretofl.Jeis 
assinado pel.i Pre--idente d-1 Republi 
ea, iseoçtio de muHtt e juros dJ mo· 
rn p1:1ra os contribuintes em débito 
com a Fazentl!.l Nuclonul, que ef'!tUil 
rem o puglim ·nto à vista cie suu dí 
vida até o ól?i 31 de m,nço de 19S;:; 
coocessifo dl:l fncetivoR f1~cn.ls para 
as Ampre stts que exporturn manu f1:1 tu 
rados brasileiros e que uinda uúo re8 
ceb2m beuefrcio • a exportação, isen 
çi:lo do Irnp11:it,1 de Renda das p0ssoas 
jurídfeas u venda de beus imóveis, 
registrado em seu nroblario ute 3! de 
dezembro de !978; e redução de cin 
co por ceoto para 3,5 po1· c:'nto do 
Imposto d•• Hendri das pequenus ern 
presas que optarem pelo sistema d•: 
tribU~'açüo ~tmpllficada, com 1euda 
bruta até 100 mil ORTN;;. 
- 0brígdÇÕeíl Renjustáwls do 
TesoHro N!lcional Crf t45 rnllhõ~s do 
396 mil. 
üs decretos foram assinados 
pelo presidente João Fignriredo t' d1 
vulgados logo c.1 st:guir pela Receita 
Federal. Uma das propostas havln s! 
rio aprov .dn na 1·eunJJo c
1
1) CuYJC<'X 
Conselho Nacional de Oomércio Ex 
tcrior. na sema.r-a passada. O decre 
to úéi quo ioE<enta os devedores da 
Fazendu Nacienal do Pllgamento de 
Multas e juros de Mor, se e2taarem 
! o r,'Fgate do título até ~ dia 31 de 
1 
merço do próxlco ano, cancela tam 
1 
b~rn o pügmkrito dA lítulos de Vl:llor 
inferior ::i Cr$:12 ruil. füta medida vi 
su, sEgu,:1L·o !! ml;rnta de encaminha 
rncnto o nú!!lero 389, do Minii-tério 
d<1 Fazenda, rt"dUzir o número de pro 
cessvs submetidos a apreciação do 
p0de1· jucticiúrio. O objetivo da deci 
filo, segundo o .Ministério d Fazen­ 
da, é adotar «diversas medidas de ia 
csntivos u urreco.daçilo federal. visan 
do eau'cllr rêcursos 1.10 Tesouro Na 
c1opal, para fe.z~r f,1ce ás despesas 
orçar!!entárles e extra{)rdináriai., mor 
ente eousiderada u. atual conjuntu 
ra coo qnt} se depara o erárto». 
Nesta pausa de festas clevmos bem alto os 
vossos corações e pensamos com carinho o admiração 
em todos aquelee que cooperaram conosco no ano 
que passou 
1 
$ 1 
A melhor maneira de entrar em um novo ano 
ainda é entre amigos, festejando com muita 
alegria 
Nada mais gostoso do qne eatar no meto de amigos. 
E isto, ternos a certezc1, vivemos rodeaáos. 
Nesta data, quando as mãos amigas se unem, 
desejamos e todos tuda a alPgri'.a 
trazida nas luzes do Natal. 
BúAS FESTAS! 
.... • •. J 
Deputado Zenóbio 
dos Santos 
1º Secretário da 
Assembléia 
L 
. 1 . 1 
·egts ativa

.... 
1 
Que o homens j m lrmivs, qu 
amem o pró4mo, qa nas leia 
e trAtezas olhem cos fé p- 
l'fl <) firmamento grade­ 
orno a Ele pelo eu 
1cri'ielo 
--------------------------------: 
Que n, noite 
de natal 
tenha a .ua vldnde 
dos mals puros sentimentos 
o o calor 
do verdadeiro afeto 
A 
GEM 
E SEU#E 
Selo. Vista 
□1T 
PI•@ RUF-2 
Mato G1;osso do 8ul 
Qu neste Natal s los s um:m 
os eoras0es e eontrem mim 1ó 
0ensameto de puz, amor e fraternidade. 
F Ilz Ano Novo. 
Panificadora e Confeitaria 
Esmeralda 
BELA VIS'.l"A MS. 
Deus amou ao 
deu seu filho 
que nele 
vida eterna 
A todos nossos clientes e amigos um i'ellz uatal e ótimo ano novo 
Escritório de Agrimensura 
N&lo Diário (Agrimensor) 
LE T U DO 
' 1 
mundo de tal maneira que 
unigênito, para que todo o 
crê não pereça, n1as tenha a 
Jo 3.16. 
Rua Gulnbá 180 Belo. Vista - Ms. 
f [IDWJ[fil 
A libertação iutegral nê.o se es ~-- 
gota no quadro de nossa existên 
ela temporal.Ela se projeta na ple 
na comunhão oom Deus e com 
os irrnllos na eternidade, comu 
nbão QUEl já procuramoti -realizar. 
embora irnperffHamente em nos 
sa vida terren!:l. r 
A educação libertadora contribui i 
para a formução dc homem to 
tal, tornando o acessível a plena 
participação no mistério do GRIS- 
TO ressuscltado. E' o Mistério 
Pascal que marca o momento de 
clsivo de. nossa libertação pelo 
Cristo. 
o cristão é o cons • 
trutor da paz 
Neste Natal faça umu análise pro 
funda e veja o qu~ está fazendo 
pelas comunidade. 
F8LIZ NATAL 
Prefeito Muni:!ipal t1e Porto Murtin ho 
;,,.._----------------------------- 
Lcnbra-te do teu Cdacior noa 
d1as da tua mocidade, antes que 
venham os maus rtlus. e cheguem 
os unot-J dos quuls dirá-; Não e 
nho neles prazer, untes que se 
o cureçbm o Aol, a luu e aP es 
trelas do espleudor d tua vlda, 
e tornem a vir ns nuvens depois 
do oguacell'O; no dia em que tre 
merem os guardas da cau, os 
teus brnços, e SE' curvarem os 
homanc;, outrora forces, as tua~ 
pern s, e cessar+m os teus moe 
dores da boca, por j:í. serem pou 
cos, se escurecerem os teus o­ 
lhos nas janelas; e os teus lábios, 
quais portas da rua, se fecharem. 
no dia em que não puderes fa 
l 
lur em alta voz, ~e levantar·es l 
voz daR aves, e todas as hsrno 
nlas, filh,rn da música, te diminuí 
rem; 0orno também quando teme 
res o que é alto, e te espantares 
no caminho, e ttl embraoq11ece 
res, como floresce a amendoeira. 
e o gafanhoto te for um peso e 
te parecer o apeute; porque vais 
à casa eterna, e os pran~eadores 
andarão rodeando pe!a praca; 
antes que se rompa o fio de pra 
ta, e se deo:pedace o capo de, 
ouro, e se quebre o cântaro jun 
to à fonte, e se desfaça a roda 
junto ao poço, e o pó volte a 
terra, como era, e o espírito vol 
te a Deus, que o àeu. • Vaidade 
de vaidade. diz o Pregador, tudo 
é verdade - Eciesiaste 12:1-8. 
Biblia Sagrada. 
FEL!Z NATAL 
. ' 
Osvaldo 
Coimbra 
. ' 
Tivemos 
Feliz Natal e 
Grubert 
 
1 
-------- 
e prazer de tê los 
como amigos durante estes 
doze meses, fortalecendo 
noesos laçus de amizade, 
desejamos-lhes um 
BELA VISTA 
sincero ... 
Próspero Ano Novo 
HS.

6 
E 
NI L. F E 
São os votos 
,.. 
'I, 
', Se deixarmnos 
'4 ]que o desamor, 
} / .. comoot1ção o 
rivalidade tomem 
{ conta do mundo, 
'>- 1 03ta2n103 1azedo 
'/com que 
e,:3 ri!/cio 
i; 'enba sido 
_./  .,;r, ' e. 
Façamos valer csto 
1 
sacrifício! 
Quem não goRta de receber PresentN? Presrntes lnesquecfveis. que realmente tocom Ol'! flbraEI mais r!ellcndflR de noni:io lntl 
mo, suo aqueles que falam mulH pelo Rlgolflcado. pelaR clrcuoriUlnclas de teILpo e lugsr, do que pelo valor materinl. Todn a 
lembrança veUl envolta com a fitinha róseu da ah•grla. com o selo rubro <10 amor. Por isso nenhum preHc>nte superu, em sim 
bollemo e afeto, o presente de Natal, revestldo deu legrla esp!ttuul, fr.to da !:mbllmidade transcedtntol do evento. Nstul 
é a ftitllu que oáo se r.enova. E não tie renova porqulj eernpre é oov1.J.. Falamos em "Ano Novo", mus não fulamor1 e~ '·Na 
tal Novo" ... O Nut.ul é sempre novo, sempre utual. 
Natal é a fosta de alegria e_ gratidão. Mas. em quantos Jures, em quautos corações, o homenageado do dia é t-aquectdo! ••• 
Faln-se tudo e de todos, menus !'Ele que é o c<1ntro cta festa. Presentda-se a rndos. menos a ele, o nntve1·Rurfaot& do dlB. 
Alndn boje JeAus não encontra abrigo como o· noite de seu O!iHCimemo em Belém. É que os homena não tPm tempo pan 
preparar-lhe um berço. Encontram tempo m. para orourneotar o pmhelrlnho, para d1slr:bulr presentei:; e fellcltaçõet:l, para 
snimgr cantos e sfnot1... Este bDO não ei-queça de ornall!0ntar o preséµl.o ae seu coração. 
da Prefeitura Municipal 
Bela Vista 
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elos próprio erltdss", 'Tal 
tg5o da mtorta dos eut 
1 f• 11 1 J.I 110 ll't l!fJHI. 
ps tem um tempo certo pa­ 
q prop6lto. Ele sabe o melhor 
to de utervir nos neóc!os 
I 
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mi•n~ .. r, lni foJ corn ,l vlncl1l 
"4as. Assim será com a voJf,i 
4.M0. 
', ap111·('r1lo dPmora d'l vo1t
11 
puto tem dudo murem a epe 
s ns mnul« diverns, Como jfl 
i «, Pedro, "nos últimos lllaH, 
1 
o&CilPDtlCl'dO'f'08 corn OA íll:-UR 
los, unhando segundo us suas 
rfJ6 pnfxocn, o dizoodo: Ondo 
h promesn da 8u v lndu'? por 
dl'~d~ quo e H pais dormlro.rn, tto 
g cola permanecem como 
fo o pd11dplv 011 crluçilo". 
A eateo o opóstolo 1·osponde: 
retarda o Soobor fi Sua promes 
eomo luns a julgurn demora 
pelo oontllárlo. Elfl ó longfinlmo 
1 0,;nvc,nco, uü.o querendo que 
bum pe1 e(Hl, Ren!lo que torlos 
guem 110 arrependlmento". E ad­ 
te: "Vlrl'.I, entretanto, como luclr!lo, 
111 do Senhor, no qual os oé□u 
16r:ío oom estrepltoeo (•otrondo 
1 uleruenóoG An dosfo.rüo abrasa­ 
• também u terra o us obras que 
; existem se1·l10 atingidas.·· li S. 
ro 3::.J, 4, 9 e 10. 
Outros, po1
1 deslnformoção ou 
uma n1:1ce~sldade do nosso tem• 
so oµegum ou i;eguem o primei 
'measias que se apresente. No 
sll, como em todo o mundo, eles 
,:ipre existiram, ou surgiram e de 
r:ireceram, passageiros como tudo 
!- mo ela canç
7 o de atai 
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Ora. Maria izabel B. Bispo 
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jl) Hl ,,, • li 'J. 1 
um /yun Ma 
reurdo ! , por 
µur -ç J, li· •J'l•' ,., JJ • '1 • 1 .: 
1 
e omura o tanto que Re foram. 
f apenns um quotáo de t rupn. 
Como já llssemo, DEUS tem 
uma tempo crrto para Neu propóvl 
lOF! .. , 1 (J'J Yf 1 » um da, no tempo 
r<,rl(I par,t pi/' f0',1o1, ou pdo ne:10!! 
n mÍorIn, que O gunrdavam pera 
11111 ~r.!mpc• lr1ct•l''.O ... Vindo a plent.11 
de dos tempos", dz a Eseritura. O 
Isco de uma surpresa, hoje, com a 
volta de Crlsto. uilo e menor do qu 
o foi M qullsu vluto séculos. 
Olonte disso. volt11moi; à adver· 
tcncfa de Siío Pdro: "Mus o dia dn 
IS~obor virá como o larlrào de noite". 
Mas nós, segundo a na promessa­ 
lou: or..i o apóstolo -- apuardamos 
novo1i céuti o novu terra, em que !rn 
bltu a justiça". E ucrescentu: "Pelo 
que, amudoR. uguardanrlo oi:,tus co! 
sua, procurni quu dEle Rl'jl.l!B acl1a 
dos !moeu lados e lrrepreeDlli veis em 
puz'. Que seja esta a sua grande cs 
perança. Fe!lz Natul!- I.P'.O. 
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ilnnant111 e tia ben poderia 
ser cofsa dor meninos do eoro, pen 
"OU o me11!rt••e. <'Ol,1 PrPnn, ll'iet•r. L 
resolveu ln@ar mão de um estrata 
gernn para ver quom NllJVl e:-n·lr "li 
,to pns11urinhos u cantar a "Stull 
1 
, acht". 
Prenet2iner era ele memo 
um prodigioso imlt dor de pássaros. 
Nu prlme1r.1 oport unldudo, po. tou-so 
j,mto à janela q'.la duv! pu_ra o p 
tio do col( gío dos meninos e, do 
hdo do fora, Imitou um pt1osarlnho 
0110tando' u "St!lle Narl:!t'' ou "Notto 
fl!Jlz". 
Nfio demorou multo e ouviu­ 
um garoto quP. dfza: "Esoute. RE:U 
paBsarlnbo voltou!'' Em poucos lns 
tunteA, Anla correndo para foca um 
menino de 9 anos, cujo desupc,ntu 
rm•uto e 1:1usto não foru!Il pc:iquenos 
40 p<:,reeber que calram numa clln 
da. 
- Corno é seu nome? pergun 
tou o professor. 
- Fellx Gruber. respondeu o 
menino. 
- Onrte ó que voce aprendt.:u 
esta cançã.o? 
- A canção? Eu a aprendi 
com meu put. Foi do quem a com 
pôs ... 
Surpreso com a resposta, 
Prenn:::teine' convidou o peqn°ao 
GrubeJ.1 a levá-lo a visitar seu pai, 
qui, vivia numa aldeia da região: 
OberndJrf. 
E lá encontraram o jâ idoso 
Franz Xaver Gruber, em sua vida 
simples de mestre t'SColo. Preonr,tei 
ner. pôde. afinal, esc:rever ao envia 
do cio Rei da Prút;sla que estava 
descoberto o autor da famosa can 
r,ião. 
Entretanto, nern tudo estava 
explicudo. Franz Grubr,r era real 
K]ra. Angela Maria C. de 
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lzburr. ·nn. Gruber 
( t • ?. y ;i • - O f;O l 'r I li 1 
ta 1os canção talfa. E prove 
1ou este paia corri,ir ti lneo1há ei 
Iterações, q e ao Ir.li J de J;; 1100 
/ Iull lca j4 h via fel lo 
peregrinação trtufl pel aro. 
Em u t•l. !o, Gr h, r lc 1hr  
eomo a/cera na eqena aldh de 
Oherndoyt, nos Ale ustrfseos, a 
"!lle Naeht". Recordamos com ele. 
1: , é-}I< r,, de Nt I A peque 
na Irej ,, tod: branca ecm sm torre 
ve,mdhn, éoml a as casa, de telha 
d'Jli ingrf'1,w,,, •:owo ri ,:,llinll QU 
proteje seus pintlnhos. A pais. gem 
está eoberta de neve. Na casa par 
qulal, o .Ve. Joseph Mohr, eom '.!:'l 1.1• 
nos apenas, estuda o Evangelho, r 
paranct11 o II rr 1, o < aqu I noll . Du 
tfàaR u Jlort quebram i't'U recolhi 
uwnto. É uma camponesa que ch.ma 
o vigár1o pura 1Hlslt1tir u umri. crluncu 
que nascera nqueh dla. Salu então 
0 jov0Gt pároco, HUblndo a pó a roon 
tunha coberta de neve, até chegar 
uo alto, à choupana do casal de cam 
poncses que naqllele dlu ganhai' um 
ftlho . 
Volt•rndo sozinho, t-ob r, t~nuo 
olat idudo das eotrele R rcrlelldu nu 
bruncuru da nav(I, o Pc. Mobr mecll 
tava obre a ceou que acabara_ d8 
vn. Aquel•: menino, aquele uurnl du 
cumpour>i.;es, 1:1quelu oboupunu, o bn 
vlt1m lmpres8lonado. Lembravam-lho 
outro Menino. outro Casnl, outra Chou 
paou, em Brlém rte ,J uó[l. , 
Depols da Missa do Galo, o Pe. 
Mohr nüo cnnsr O'Ula dormir. Cocnpô~ 
então lllil poenHr f.l letra do .. St!lle 
Nacht" que até hoj,, f'CLa n!ll! n~l es 
de Natal, em tantas línguas e Pa1ses. 
Nu rnunbã ePguinte. dlcl de Na. 
t;:~ de JR!H, r; jovem vlgúrlo procu 
rou eu amlgo, o mestre-escola Franz 
Xuver Gruber, de 31 no. Ambos 
aos ta vam de eaotar juntvs. F.ram Ofl 
~essúas mal3 in'3truídu'l de. aldeia. 
Logo que Grubd viu o poema, exolu 
mou: 
-Padre, estf.1 é 0xatali}P?1te a 
cancão de Natal df:' que procis~mo5! 
Louvado seja Deus! 	, 
E no rnei:;mc dia eoropõs a mu 
slca boje un!versalmant ~ conhecida. 
A maneira como se espalhou 
pela Europa cnnstltu! outro capítulo 
cheio de colorido e sabor, que Drr: 
remos no terc~iro e últic:.•> arl!go 
sobi:e a mais bela canção de Natal. 
< Ao-ência I3o& lmpreusa , h.BIM) 
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/(:,,lllE'f•f•tJ o 11·•1 l <Ju ,•r .,- 
T}J T)f-,'', com nlmaçio do Grupo F'O 
L' AGEM no +uão e festas do Grd 
mto Pedro Iufmn. 
Entre os presente destaquel, 
os Jovens: Iv&te, Z Luz, Llcu. J111 t! 
Lulz, Flora, Lórs, Mula Apareci4, 
Pula, 'Zul+leu Palt, BIbs, Mlzn, i à 
tlmu, Tutló ., Wd1JtJ1l. 
NA ALA DOS ASAI 
E'estuque, Ovuld» e Rosita, 
Mrio Vrgas e ôaíu, Oto o I6tla 
8uot..inu. 
T1MBEM PH'.-'.SENTE', NO O,ILE. 
'!'flnla Oodoy, ,Juqtll'JlOtl úti Hal' 
roH 11cunip11nll,1dnH por .JullnhJ Mm-u 
no o Tooc 1 u 81H bo1rn. 
ANOTEI PRfü,E!'!ÇAS. 
Prof. l•tltlnrn. P1.1scualn Hlos, 
Kélll, Lfluzu l!run ia. 
G.T.G.R. 
A peça teutrol "NlNHOS DE 
LOUCOS" upresei:tadu pelo Grupo 
Teatral Glauco Rt>cha no 1.fü1 11 dt':3 
lti, nn C!ne 8. Jo,ô coutou com a pro 
Rençu do povo Bela vlstense. 
Vartos jovens duqul participaram da 
peça, entre eles: Leu Garr.ía, Trnn 
Card1nal, Plstunho e Marllone. A peça 
motitrou como é a vida dos Loucos 
num hoAphitrl P~lqulútrlco. Foi um 
RuceRso! Parabéns ao G.T.G.R da oo 
)una Ela .1 Soclndade. 
NOS DEIXOU 
A nossa umlgutuba Msgda Cae 
fano partiu delxundo E-UUuHdeii. Ela 
foi puru Porto .JegrJ (-RSJ onde vai 
morar e estudar. Sucessot- em s~us 
objetlvl)s e que muto breve faça-1uos 
uma vJ!llta. 
DICAS PARA O LAR 
O Sapato Apertado. 
Se o seu sap ,lo nuvo está um 
pouco apertttdo, 01 da mala prático 
que antes de culçá-los, N,fregar um 
sabonete E.ecu nv:- uás. nos loculs 
onde eles aperto rn ·e o problema es 
tá resolvido. 
A. LIMPEZA DO OPRO 
Suas peças de ourJ ficarão fa 
cilmente limpos depois de esfregadas 
coru um pouco de pasta D~ntrífica. 
Para evitar o apodrecimento 
ôe trutas. 
Coloca !le u'l frutalra dentes de alho 
cntados em do!:-. 
REGEBEF):3 E AGRADECE~lOS 
Os votos da BJa Fésta8 recebi 
do&: Dep. Gi!sun úe BaíTOS, Sen. 
SalJanha Drz!, Tgernck Codoy, 
Cíce!'o Prado. DJrivd Sézar Quiotn 
na. Dep. Vul1omlro Gonçalves, Dep. 
João Câmara, Dr. Sérglo Perondl, 
Dap. Leite Schimidt, CeL Periandro 
Motts, Jc.tin l arl.os VdaFquez, Dr. 
Carlos A. F .. 1lrdntfo, Irmão Chico, 
Munir AIl DArrg>. Migas! Dlvn 
lhe .. lot1é C traeiro Junior. T.on!a!,o Xu 
vrer, Franrle <la Silva Coutinho. o~,It g 
Reg. do Trabalho de ... S, Dr. Roberto 
de fouza Pinto, Cârnard Munlclpt1l 
de Br-la VHa, Ary H,,,rbosa de Ü"US, 
Augusto flávlo V!:01du, Dep2.11ta 
nento de areedscão do banco Ri 
naoc!al de C!lrnpo • Grande, Sl>r·gio 
Z'.l.nardn, Dlt'l'toriR do Gremio E9por 
tlvo Uoião, Di•p. Lonàres I111.chM0, 
Ten. Coronel Alvurn Vieira Femsn 
des Ag F? !ichria Frnç Lda, 
Esfran e Yunclo:HH'ios, Silvlo B~r1'!, 
Dc"p. I/Vrnfr'edo norc·e ., Joalherlil Fe 
roldi, Sudf'CO ~JS, E!ca t.> At!Ol'DO, 
Alberto CubeI. freftnto l,.Itevi1· Alen 
,:ar, Pedro DlMio e flía, !'f!ltoo Ta 
deu Pereira, D±p. Osvaldo Dutra, 
Dep. Roberto Orro, Coordenaç[io Es 
tad~ ... i do Mvbi 
111 M.;;, Nilton Gomes 
da S!!va (diretor ral tfo poll •
1 
.} 
OE l•'?..HlA. 
SeP,ulrum vhgP.m, puro um d s 
cano o caul Perondi o Cristina e 
o Iilhos Dalel e 'RAtal. Depois de 
Sete Quedas e 8auta Catal'11H1, k"pul 
rio até Porto Alegre o outras 1d 
dea do lntrrlor rlogr,rnclcnsn e d(l lfi 
pretendem r até o Uuguaul e Asun 
lou. bom dosc:an o p1rn vocea. 
ENLACES 
DI p, aconteceu o cerlmô 
nla cio catmmenlo do Eolr, fllhu de 
E!vlo e Oonh' V:m.mge!rn 1~ ,Joaquim 
flho de Jwao Klnoghlta Tuyoku. Após 
a cerlmonlu religiosa foi ofe!'eo!rlo 
aos convidados um delicioso jElntnr, 
imcul.>nto churraRco e muHu bebida 
nu residôncl11 du nolvn, quo por· si 
uni cFttava multo grac!osn <!ffi seu 
diu 
11
D". Ao oasul fcllcl<ludea. 
No dia 12 pp uniram.se perun 
te Deus ts oB homena: Helena e Aãulr. 
Ela, filha de Coprluno n Nntlvldadfl 
Arce, elo, de CassIm!ro e AImerIn!a 
Hlbelro. Helena linda cm seu truje 
tle oolvu entrou n;1 lgrf"j,1 :!atriz ie 
vnda pelos br;;ço:1 de, pai e <lm,~ gin 
clo!'las dumas de hoor-J. Os presen 
tes foram convidados paw um ~ucu 
lento churnasco na rer.!dôncla da Sra. 
Elza Barcelos do Vale. :lui~a música 
e muita Skol geludlnha alegravam o 
ambiente. 
Também no dfa 12 pp, em Buu 
ru SR uniram-se pelo matrimônlo os 
jovens Lli;ta, filha de Albino e Nair 
~ouza e Levy, filho de Lourenço e 
Euàoxla Pe!eliokar. Uma vida a dois 
de D.iulto amor; compteensão e feUct 
dades é o que lhes deAejamos. 
Rita N0emia e Zderlao, filhos 
de Diooor e Lulza. e Carlos e Cepria 
nà, disséramjo SIM. dia 19 pp., no Igre 
ja Mutriz. A póR a cerimônla houve 
recepção aos convidados. 
No dla 19 pp. cas:arnm·i:;e tam 
bém os joveofl :.,:rndra e Emllto. A 
eles um montão de felicidades. 
O ano· de 1981 em Bela Vista 
1 
na ala dos enlaces, encerrou com 
um grande estilo. EHtou falando do 
enlace de Lêa, filha de Olympio e 
Ednai Cardinal e de José Ronaldo, 
Ulho de Roberval e Teilú Borges, uea 
liz.do dia 18 pp. 
,TOSÉ RúN A.LDO 
O noivo, não f.ícou pol' menos, 
estava muito elegante. em seu tbrno 
br,rnco, assim cc,rno fel dest&que r.. 
el·gancia dos pis dos noivos: OIyn 
pio e Roberval de terno claro, e Ed 
na, exibindo um Ghiquérrinho conjun 
to vermelho, aselm. eomo Teilú um 
lindo conjunto bege. 
APÓS A BONI1'A 
Cerimonia religiosa, os nnivos 
recepcíocarti!Il seus c01wirladoe, com 
flní3srmo jantar no Grrmro Pedro Ru 
fino. 
.. DECORAC_:-- O 
Do G:.;;mlo an !l.ncou dos conv1 
dados &dimiração, também pudera, 
foi colocada cortinas em t das as ja 
[ nelas. Sumambatas, crisântemos e p! 
melr .. nr tur tic r-mhelei!!lvam o • 1 i• !li onde o brilho. r l 
lo que mals parech uma amph s perou niqula bontt j 
l oc.: vi 1la11. 	l• ElIC[l), ... l)t'i.,; 
Nos p!lares, enorme cadela 
" ,'' decoração, que 	Ao noivos e e 
!JroR c,,mp i. YnT 1 1 ,, , a 	± t B , 
'ol. f itu por decordore d no•, a nn, H1 w, •• !>< i ,r l Im ·, 
1 
• 	ta m rnde esttlo 
cnp. 	... 
O BOUFFET 	NADIA MARÇOLL, 
Ficou cargo do famo.-o e ja Aconteeu n 
C
l 	wc·e_ 
coolH .. cld'J dos Belavl Ll'nE : aneru. pois fot madrinhu e us 
De parabéns el e sua equipe, pol auérrlno vesttdo az! 
o jantar estava delicioso, aliás n 
·' 1 "i ll Vl 'l', '. lll,_11, 
iantt, r no som áe líoutlfl r:::n• Uú • 	1:. 
S0CIEDJD13 
De Bf•Ja Vista e Belln Vista 
assim como pun•o· 
convidados de ou 
marcou preaenÇ!i 
tos dos noivos o 
tra plagas. 	Na als de eleante 4 
ENFIM I l' r rculur+m, +notet: O! 
F +te de multa elegi Zaerlav, Sundrlnha Salomt 
0 
uruu. "{4iram lindos trca via Urbteta B·rudez. ' 
cio, as mulheres 
A IGREJ.A MATRIZ 
De Santo Afonso, lindamente 
ornamentada com s1:1mabaias e crisân 
temos naturais, muito tule branco 
nas laterais da passareia que também 
era branca plastificada 91.,tgalanou-se 
toda, para receber oa noivol:l e seus 
padrinhos. 
Léa adentrou a pa~sare1a da 
1 
IgrejR. Matriz levada pelos braços de 
seu pai. Foi um momento de multa 
expecfaHva, pois ela er~ ali. o ceu 
tro das atenções. Léa estava lind, 
seu vestido, os arranjos tudo muito 
delicado e bonito. 
O deputado RobM·to vlce-lí~er 
do PMDH pediu, atrnvés de exp_eá1en 
tB encaminhado pela Assem bléia Le 
glslattve, o recapsanento asfalttco 
e dernalR obrus de reparação da BR- 
262, rto trecho Aqutduuuna Cmpo 
Grande. alertando que u estrada eo 
oontr.se 'em lamentável estado de 
abandono, e que há 8DOB não_ são 
r➔alizadas obras do conserv&çao de 
reparo". 
Afirmando que n estrada aprt, 
senta trechos onde o revestirnecto 
asfáltico simplesm1:,nte loexlsta, o 
O prefeito de Antonio Jofuo, 
João Fre!rf', e,.itá desenvolvendo in 
1 1:enso trabalho visando acelerar o 
1 orooesso deseovolvimentit1tó do ruu 
Ôicípio. Frel:re procura, também, e 
está .::oosegulndo, tlioa.rnizar o P OS 
incentivando o surgimento de novas 
lidern;:;ças. fato que está dando maior 
for_ça ao partido do Gcverno. 
No tocante uo mbients poli 
Esnobando umn tina 
no vestido ettlo eigi ," 
aritte da senhor KoKI,'' 
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dldas urgentes " sob p nn de 
da se tornar lntraUBltO.vel eco· 
pes+sr do tempo aumentar o 
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teu em prejuizos du própria L 
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Segundo o parlamentar o 
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todos i:quehs que delf:I. b1: u:.::.
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ti:;anquilo e.não há quaisquer sre~i., 
1 que possam provocar n}ptura • 
1 stual sidtemática polittca do murí. 
pio e isto é rru~o rlo tra bolho ;• h 
prefeito que matem ótimas rel%f 
coa todas as correntes peliticss 
Escritig de M uai@ 
Roberto Perondi t  
CAUSAS CÍVEIS 
DIRElTO AGRÁRIO INVE~TÁ· 
RIOS 
Sergio 
i Advogado 
Causas Civeis, Criminais, Problemas 
1 de Terras, Inventários. 1 
" 3 de Outubrn • 450 • . 
. Bela V1stu • ~S Bela Visto. 
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ESCRITÓRIO Praga Ál«ar 
MuscarenbeS 
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