IRIBUN o fRONTEI f@ir-Chefe: fvaldo Fréirs T] 7 do arco de 1.982 Be! ta :.:..:----..:..---..:.-=----.....:...-..:,._-=:::: --------------------- _, talcáre bloea o lhor rroto r o { Prod to d lt Qu Ud d t • U tnho - Iseritórlo: . . Jrdi Dour uloa· F a ra Alves, "Nó er ato (Griso do Sal e e 4 1 i s p T orturom e ameaçam ... enquanto isso BILH OR, ESP C M, caranguejeiros roubam mais um carro o 3'TA Iat; Iet; :a, COllJ dos, 3B, $ dsten. erlm cal. Va ' poh • COl!I • Ni 888 coo 8uges •s pau •• Voe! 5ee ! ! local rega d: e Bor bali i.tl. Roo naquek eloiú 1o M y Lelk r 0ti '± Mel da pro .. entre -s dellol•i tamber tderss 1e r sos l za traM '-811 for de t m e extt ia di O marceneiro Rlgoberbo Adrl ano Velasquez, pesou por demals eonheeida na comunidade belavla tense, Irmã.o da diretora desto jornal tol preso domingo de madrugada por uma patrulha conjunta do Poli olll Mllllur o do 10 RC, por desa auto à autoridade 11endo bárborarne.1 te espancado pelos Gúldados PMs Adll!lon Aotonlo Cardono e Hamlltoo Cortez, sob os olhurna complucenli6 do oomnnduote da potrtJlhu, Sargen to Ubulcto, do 10.o RO, ilaquanto a Policio Militar procura do todafl as formas obter n simpatia d11 colotlvl dado sul matogrossense, través de ações positivas e de cnmp1ohaa peln lropreosn, dois Indivíduos, cm poucas boms, deturpam, flUjam e procuram oeetrulr um trabalho que vem sendo r-eito !Já maio de dois anos. Chega a a BfD paradoxal, o ,Jornal de Aoto nlo J o!lo, em sua edição de sábado traz reportagem e}oglaodo o traba lho da flill nu frontelru, quando esta procura limpar a região de marglnal:.1. A lMPRlENSA respoosõ vrl, des veulada de grupo ou sistemas, elo gla quando elogiar é preciso, mas critica quando a critica serve para aperfeiçoar e melhorar as nossas los tltulções. Se foi justa a prisão de RI goberto, mais conhecldo po Tito, ln justo desumano e cruel fo~ o massa ore sofrido no Destacamento, O jor ' nal DIarto da Serrs em sua odlç!ío de domingo, publicou uma reporta gemi a respeito da "Realldlade da Po llola". onde os comandanbes da PMI anallsam a situação do corporação em no~so Estado. Segundo o Cel Jo Ré Maria de Pula Perdo ''falta com preensão da população á PM ~ lamentàvel que a corporação, na maio ria das vezes, não receba nom mes mo compreensão". Ja para o Es~ado Maler da PM "a nossa Policia é no va tem apenas dois anos de vlda em Ma1o 6rossu du Sul. e devido a isso não possui ainda suo estrutnra o que •raz como principal consequência o desempeaho as vezes eom falhas em sua missão" Proféticas palavras. Se por um lado o comando da PN pede mais oompreeosüo por ouro ela mesmo reconhece ser a corpora ço talha.O Incidente eom Tito Velas quez nos leva a perguntar: s~ com pessoa oonheoid11 na cidade, propr!etó. rto de uma marcenaria, fazem isto, o que núo estarão fazendo com hnmll des trabalhadores? O pior disso tudo, que realmen te nos defxo apreensivos. é que a paaesdarla e a torburn foi assistida por um militar do Exéi:cito "rindo'' segundo palavras de 'l'tt-o Velasquez Pensávamos que a éi,oca da tortura e do sadismo havia passado PRESO PORQUE 'OFENDEU SOLDADOS Os Fatos Segundo o relato e depoimentio de Tito V~Iasquez, de iestemunhas e do presidente do Opera rio, Tadeu Marques, Tito estava no baile sàba do à noite, realizado naquela agre miação ouando surgiu um incidente envolvendo dois soldados, um par iiclpanie da p a tr u I h a é outro que se encontrava ãançando Para Tadeu Marques; presidente do Operário •'Títo, melo embriagado. se doeu pelo soldado que havia recebi do um'.'.'.'.murro e passou as comentar os que com ele seria dlterents. Kou em voz nlta e neste Inter!m o ar gcnto Ubalóo so uproxll'!)ots o fioou coovErsando com ele. Daatnnte rcvol tado, TJto dizia que oom ele 11erl11 diferente, quanto se uproxlrna os dois soldados da P 1 e puitsom a d!A cutlr, pedindo Inclusivo que Tllo fulo mais bnlxo. nüo lovunle o dedo ao folar com urun autoridade. sltuuciio vai sei tornlndo lntoler!'.l.vel, nno há ogressõcs, apenos pulnvrot1 ásperas. O comandante da patrulha. Sargento do Exército, Ubuldo, dá ordens pora que os soldados prendam TIto e nlu da grita "se algum se intrometer po deru descer a borrucba". No caminho para a eadeta o sargent0 ubaldo comenta quo Tito é metido a macho, a bravu, quo cor ta vez havia surrudo ctoh; soldado11 agora ele queria ver i,e realmente ela era macho. Os policiais mllltares Hamilton e Adllsoo, no 0uvlrem este comentário. ddzem: "81e eRtà acoE1u mado a bater em soldados? Deixa co oosco". Ao Invés de o lavarem para a cadela pública, pararam no desta ca mente e ali mostraram o que aoon tece com os "valentes" e desrespel , tadores da autoridade. APANHOU E FOI TORTURADO Alado segundo palavras de 'il to Velai;quez. ao chegar a delegacia Adllson e Hamlltom corne(ilal.'am a lhe dar socos e pontapés. Em deter minado momento Tito desmaiou. eles o reanimaram jog110do água em seu rosto reiniciaram a "sessão". Fize ram-oo beber âgua, catar petroléo (8 pura quem não sabe, o preso ó obrt gado a se agachar e ficar cutucan do o chão OOIII o dedo enquanto is to os policiais lhe dão pontapés} TI to gritava, chegou a oferecer o seu carro para que eles parassem de bater, "pelo amor de Deup parem de me ba ter eu dou meu carro para voces''. Mas os soldados queriam apenas sur rar. torturar, e tudo Isto sob os olha res complacentes do eomandante do patrulha, sargento Ubaldo. _ Repetimos, mais uma vez, nao somos contra prender desordetroo ou pessoas E,IDbrtagadus, ou que estejam provocando incidente!'!, SOMOS CON TRA B LUTAMOS PJ...RA ACABAR COM 1TO 6 a brutalidade, o sel vage-ria, a lnjustll;a: MAL EDUCADOS E AGRESSIVOS Por volta das 2.30 de domingo sabedor do 0aso o jornalista lvaldo 1 Pereira e o advoga.do Sergio Rober to Perondi, acordados em suas resi dências sairam a prooura de Tito Ve lasquei. O motivo desta procura. nã~ era no momento soltar o preso, que riam apenas verlf!eàr o estado dele, pois de Triste lembrançe, um fato o corrido no Grémio Pedro Rufino, no. carnaval de 1979, quando um jovem morreu 011s mãos da patl'uilla do 10% RC acidentalmente, Disse e om a n d a n t b da patrulha • na quela ocastão, mas morreu. Rs~e fato de triste lembrunça, motlivou a ida cio jornalista a procura do preso. Cheaando perto do destao"1mento, on de ora o advoaado, ouvln-se os gri - tos de uma pessou, mas nao se pen sava que poderia ser de Tito sotren do nas c!ios de seus algozes. Até acordar o advogado demo raram-se algens minutos, ff'lram os louiot'I mais torrlv Is qm.' TUo pnM sou e, Bt vJ A. Dopol , jõ. com o dvoito no ourro, o rupo foi nt o dcstocameoto. O veiculo (lo qu rtrl stav saindo sab IA Deus para on do, quando o curro. d;; jornal parou ao Indo o podJu que caporru,! m um pouco . .Ele mio purnram, Hl•trmn e ro rum em dlreQio n cudelo. Segundo Tito, o enrgeoto Ubuldo mnníou to onr, ol'lo ern puro esporar nlnguom. Depoln ele Cllrlu uo ndvo1Jndo quo ''não bovln conhooldo nom o curro e nem os scull ocupantes". Ohoguocto o delegacia ulogoom, nem o militar, nem os soldudos qul soram dar loformaçõe11. Quando o advogado perguntou o rtomo do aol do.do dn PM par poder conversar com o mesmo, ele respondeu: "lileu nomo é soldado do Pollcla Militar". Elo r-1r rou. Ele não pode ser soldado da lo rlosa oorpuraQão. O sargento Uboldo mandou oooUnuar o serviço o om so ~utda ealu com a sua patrulha, en cnrregada de "zelar" pela ordom o tranqu!Udade da populaçfio que, afl oal ele coe tas. é QllEM PAGA. OS SEUS SALA.RIOS. PALAVRAS DOS DIRETORES DO OPBkÁRIO E A. COMPROVAÇÃO D.J.. VIOLENCIA Nesta altura dos acouteclmen tos, o jornalista e o advogr..do pro curaram clarear as ldélas. 'fito ha• via sido espancado ou mlo? Investira contra os'soldados? Estava armado'? O que realmente havta acontecido? A resposta estava no clebe, no Operfl rio, e para lá seguiram. Conversando com o preslden te do olube ele contou que Tito, em brlagado, se doera por, um solôado que havia apanhado e entrara em bate boea coJ:::1 Ubnldo, mas sem vlo lência. Xingara em voz alta, mas em momento algum hav!a ameaçado qualquer elemento da patrulha. Pol quando se aproximaram os dols PMs e a coisa ficou feia. Os soldados da PM pediam que Tito baixasse as mãos e calasse a boca. Deµols segundo ainda o jovem Tadeu. presldeatP. do Operarlo, eles levaram Tlto preso, por ordem de Ubeldo. 8e ele fol preso por desai:ato ou porque estava perturbando ordem no olube ou porque xlngára oe sol dados, nfio importa. não entre-remos no mérito se foi j11sta ou injusta. Se mereceu, ndo bem. o que nao admi tlmos e nao justtfü:amos é a violência o barbarismo eoatra sua. pessea. Ele não resistiu a prisão, não estava a mado, então porque uiear de-vlolên_sla? O LAUDO MéD!CO E A VERSAO DOS MlLIThRES Domingo pela manhã, o advo gado Sergio Perondl, em companhia ct-o jornaltsta lotem a1 cadeia: AH conversaram com Tito. No inic10 ele não queria contar o que sofrera nas mãos de seus algozes, depois de muita insistência ela eontou. e mostrou ..• A reg!ão do tórax e BB. 'costas estavam ~arca.das com hordvais manchas negras, as ealças eom si nals de Chutes de botas e suas rou pas . todas rasgadas. Ele contou ... suas palavras deixaram todtls que ali estavam reroltados, ele foi sr -rada, torturado (Jazef beber Agua na marra para nós chama-se TOR­ TURA) ele eatoa petróleo. foi amea­ gado 'se contar que apanhou vai levar eineo tiros na boca". Após salr da edela Tito foi levado ao Hospt tal, all os má l4os Fern, ndo d Frettas k!tas + Garlo Alberto Oea rtz tostaram s 1ol nefan e oa maus tratos olrtdos. O ludo li pldo como a gu da font««, 'TIto Velt.1 qun !l fr u o diabo nas m1 os dos "homens", Segundo verso do omn nn te da patrulha o dor poli@lata, 'Tito meruoou a prtão por Deeato a autortdad, por purturbr s dure peltar a ordem e apanhou no Desta camento porque invtlnu, l dontro, contra os pollelals com uma darrn ra. Seguud,o clco 'TIto quebrou uma garrafa o procurou uga la oont-rn 08 "soldados". O.t-.wm quo .chcp;ou u eortar um deles. Havia 'uuls do eln oo mlllluroG Tito pl'ocu,ou lutar 0011 tra olon (11l0 ... ). Perguntamos a ele, se era ver dade, desmentiu, disse qu a garrafa caíra de uma mesa e quebrara.se sozinha. Mesmo se fosoe verdade, mesmo se Tito reaglse, não a pr» são, mas a tortura, pontapés e mur roll Isto seria novmal mus se gundo ele não hove nada disso pols se eu realsse stla plor eles pe dlam que 1:1u roagl. g(l folo.vam se eu erl ruacho µnm reP.gü". ROVINCIAs A POLICIA MILlTAft R AO EXt:ftCtfO RopeUrnoo mala 1111m vez. nllo discuurnoo a ju·tça da prisão, &o elo desacatou a utorid de, provocou desordens (o que no ocorreu, e­ guodo o presidente do club'l) e me reeeu a prlsüo tudo bem. O quq ni<, se justifica é a vloOoolu, o a bso da autoridade e a violação do a grndoo direitos do um eldadáo, que mesm.o émbrlagoào é um cidnd o. . Domingo mesmo foi collclado providências ao Comando da P .i:, o Cel. Carúoso. chele do Estado ifotn· àa Policia Militar, respondendo P-elo comando disse. que abrirá r!gor-ose slndlcànoia e os elementos envolvi dos serão severamente punidos, p0ks na gloriosa, PM não se admite mar glna1':l. Acreditamos nas providências pois nós, do jornal, so::nos os ma.lerei, defensores da corpovação, lutaraoll pelo re1peito aos policiais, elogiamos 1. _ sua luta, o h,.ro!smo e recoubecemos que nao 6 fácil o combato aos marginais. Aos margi­ nais, bem entendido, O conuodant? '1 di tre. toda fechada, pomar fom:rado e úndo. Tratllr cotm o Dr. Godo Rol.' horário comercinl a rua Nioa ue. i SETEAGRI - EAPREENDINE Nivnldo Lote em até 40 meses sem e: nos loteamentos: Itaporaí: 60.000.00 a vista Itaporã: 150.000.QO a vista Nsa, Aparscida: 75.000.00 á vi! Sta Gertucres: 40.000.00 á vista Primavera Esgotado . Efiplrllo Santo: loO.Oo0.00 a vir Esta 6 a vez de adqu1rl Imovel. SETEAGRI R: Antonio Jo5o Anunele nos C!assi!lcai Rede Bela vistense de Jornais. anúncio atinge sete mun!c11 mais de dez mil Leitores. Ele serido nos Jornais Tribuna d~ telra, .Jornal de Bonito, Jorn. . Antonlo João' @crrelo Jardirit Tribuna Murtinhense. Preços lares . I . ----------------------------------------------------------------~ Banco L5 ''CONFIAHCA HA TERRA E GE''TE!" ., O .Fdnanetal está apto a resolver os seus problemas -:- converse eom o gerente No Fin,ancial tudo 'é resolvido na hora O Banco que eonheee uossa terra está trabalhando por Mato Grosso do Sul. Teme uma alltude inteligente: Abra uma conta no Finanelal RÁFIA E EMITIA MA =COMUNICADO= Ao Comércio, Indústria, Colégio e Profissionais Liberais Informamos aos nossos clientes, comércio, indústria, colégios e profissio. nais liberais em geral, que a partir do dia 15 de março estaremos atendendo em nossa SEOE PRÓ?RIA, à rua da RepúJlica 268, em Bela Vista. A construção da SEDE PRÓPRIA obedece a um plano de expansão onde também está incluída a implantação do sistema ··off sett'', o que ocorrerá a partir do mês de Junho do corrente ano, Estaremos aptos a executar quaisquer tipos de serviços gráficos e impressão de jornais e revistas cm uma ou mais cores. Informamos ainda que todos os pedidos de Impressos superiores a Cr$ 40.000.00 ( quarenta mil cruzeiros) serão faturados 30 e 60 dias sem acrés • cimo. A empresa. indústria ou profissional libsral que entregar os seus pedidos de impressos à GRAFICA E EDITORA APA receberá um desconto de 30% nos contratos de publicidade para inserção nos jornais da Rede Belavistense (Tribuna da Fronteira, Correio dardinense, Jornal de Antonio João. Jornal de Bonito e Tri. buna Murtinhense). Esta publicidade será inserida em todos os jornais na coluna Roteiro Comercial da Região. Venha conosco . O ano é de promoções ... de expansão de conquistas. VAMOS CRESCER JUNTOS GRÁFICA E EDITORA APA Os Melhores Preços - A Qualidade o o Atendimento Observação: Faça os seus pedidos nos escritórios dos jornais: Correio Jardinense, Tribuna Murtinhsnse, Jornal de Bonito. Jornal de Antonio João e Tribuna da Fronteira. .. t o J Eatado de Mato Grosso do Sul Comarca de Bela V.tsl.n Curtótlo do lº OHclo Edital com prazo de 15 dias d C JOSE AVELINO E 81.LVA, Oficio! eº . nr16r,o rio Hegh1rn lrnobil'iário do G 011111 rcu do, Belo Vista, Estado de Mato roo do_5ul na forma da Lei etc... EDl Ji A? SABEH. nos que o presente A 'TAL virem ou dele conhecimento tiv­ {","% /e do acordo eo o Ar 19 d 1ei . e em Il,o 6.766, de 19 0oz 79, pelo Sr ~ehnstlno. Mihon Rosn, e si A1ull,er Dn ~ 'ley Accioly loa, brasileiros casados comer­ eiantes cpf n.o Ol3.098.9ll/15 Hc,idenle e domiciliado na Cidade de Bela Vita Estado ,,2/0 Grosso do s@l io i na @sr@o do 01 no som n.o mo foi requerido o Flogi@­ tro do Loteamento denominado «BOA VIS• TA. 0 J?rovado pela Prefei1urn Municlpnl destn Cidade conforme Processo n O 187 82 de 18 de Fevereiro de 1 982, elaborado n Lotes de terrenos Urbanos determinados sob oa n'.os 240,24l,242,2óU,267,268 e 269, todos locnhzJdos nu !.o C ircnmcriçiio, perfazendo Uma úreu a Lotear de 282,100,0o mi! (Duzen- os e 011!:nln e dois mil e cem metro, qua­ drados)_ 81tunclo Dos seguintes llmiles e con­ front.nçoes: Ao Norte - Com o Lote n·o 270 de Pery_de Almeldo Mello. Ao Sul . Com o Biurro Novu Bela Vista. Ao Leste. Com a lua 11nrilo do Lndário. Ao Oeste • Com II áren r-emnneacente e o Lote o.o 243 de Purifion­ çilo. Garcia Gualber10 Os Lotes encontrnm••e devidamente Regiatrndos no Cartório de te- • É 1 ginro de lmóvris d~rta <:oniarca rnh o 11.u Pi 111a1rkulodo ,ob ,, n.o 1679 folha n.o 1.(,79 do livro 02, em o:1 de Abril de 1970, jun­ tamente com o Hequerimento do registro foram apresentados neste Cartório e devida- mente tudos, o Memorial descritivo e demais docnmen1011 exigidos pelo Ar I8 da supra cilada Lei. O Loteameolo sera com - posto rle 33 (trinta e tres) quadras, as quais perfazem um total de 48 (Quatrocentos e ol'lenta e cinco) Lol,o• para 1101 re ldêncloi, os quais serão colocados à venda ao público em Gcrnl, ohaervnndo-lie pnrn tanto, nas Edificnçõea e obras a eles relacionados, a8 prooai~õee doA podere, l'úhlicos. A Venda dos Lotes está prevista tanto à Visto, quan­ to a Prnzo, porém a prr.ços módicos. E pnra que chegue ao conhecinento _dos interessa­ , os e que ninguém alegue Ignorâncla, foi expedido o presente EDITAL que serh afix,do no Cnrtórlo, no loco! de costume e publicado 3 (três· vezc1) no jornal de circu lação local, podendo ser apruentado qual­ quer impugnação dentro do puzo de 15 (quinze) clins, a contar dn ultima publicação Dado e pnssndo nest'n Cidade de Belo Vista nesta Comorcn, ao~ 19 dine do me, do Fe verclro de 1.982. Eu, José Avelino e Sllvn Oficinl do Cnrtórlo de Registro de Imóveis o datilografei e assino. José AveUno e Silva. Oficio) do Cart. de Reg, de Imóveis Notificacão > Incra Com base no parágrafo único do Are. 4 11 do Decreto Federal nº 76.694/?t, convooamoA para compa recer na sede do Projeto Fundi~rlo Jardim - INCRA, alto à av. Duque de Q:axlas, 989 jardlm/MS, os HERDEI ROS OE MARIO LmTEMEROULHÃO para aderir ao procedimento Ratifica tório do imóvel de sua propriedade sltnad0 no Munlclplo de Gula Lopes da Laguna-MS. O prazo para comparecimento, e para qualquer manifestação por par te de terceiros é de 30 (trinta) dltas PF J/GR/S/N.o à contar da data desta publicação. Findo o prazo daremos prossegulmen to normal ao Processo Ratificatór1o em que é requerente 11 Srª. Leonar da. Gonçalves Barbosa, presumindo não haver nenb::im óbice reforente a rtgularlzação de um exeesso de 16,8694 ha (dezessels hectares, olten ta. e seis ares e noventa e qna tro ceotlares), verificado em sua proprle dade. Maria Odette Pereira Caldas Advogada - 0.A.B. 2404/MS Anual (BolaVieln) Den..i. Muoíclpíos Tribuna da Fronteira ( Fundado ea 20/272 C. G.C.- MF 03.201.206/0002 heistro Titulo e Documentos n o l06 flcd•ção II Ad.miniHrnç1to; lua Duque de Caie» s/n Ofleinas: Kua Duqu de Caxias s/n Beln V.i,tn - Ms Dlretom: Mcma E. V. PereLru Edttor: Ivaldo Pereira Depto .. furfdko: Dr. Serglo Roberto Perondl ASSINATURAS 20( 0.00 6000,00 Fundador: lvoldo Pereira Filiado a ADJORI e ABUAJORI - MS Dr. Fernando de Freitas Elias Médico - CRM 351 Cli::ilco Mécico e Cirurgica Run Guio L'>pc ,. 82B - Fooe 2•17 Bela Vis1J1 ~!ato Gru;;eo do Sul ...__ _ clo l0,o Regimento de Cavalaria Joelson Martinez Peixoto - ADVOGADO Escritório: HuJ J.o de Maio, 357 Jardim r.la10 Grosso do S.ul EDITIL ul , , oi t , 18mt l d ntr O 10" RO. an t orlzuclo pelfl DI ?t:Jtorln do Vetert nrha, vender mediante lelt cão 8 (01t0) cav u los pcrhuoentes li UnJ.dado. Os animal po derão er examl nodoa no dia 10 de março do l082 das 07:00 ás lll:80 bs no 10• RC e as propostas se rfla en(reguos, no mesmo dia ás 10:30 hs ao local de apuração; con tendo preço per animal. nome e endereço do pro ponente, legtvel e em envelope lacrado, devendo estar presentes todos os lnteres aados. No atCcl dia PD trega das propos tas ser exigida a lmportàncla de CrS:560,00( q_ul nhentos crnzel ros) em moeda corrente, cornes pondente a eau çã0 de Inscrição que serâ restitui da ,aos ooncor rentes não vence dores. O Licitante ven eedor pagará 20% da proposta e terá um prazo de 48 horas para 20mpletar o pa gamento e retl rar 113 anl-mals. O não cumpri mento do prazo acarretará rec1 são automática 1;entarem seua títu los e demais documentos relacionados no artigo 3.0 e seus parágrafos, do Decreto 76.694 de 28 de novembro de 1975, pelo prazo de 60 (sessenta) dias oorrldoP, contartos a partir das 7:30 horas do dia 15 de marco de l.982 e até à! 17:30 horas do dia 13 de maio de l.982. A apresentação dos citados do .cumentos deverá ser feita na Sede do Projeto Fundiário Jardim, á avenl da Duque de Caxias, 989, Jardlm-MS. A não apresentação dos citados documentos lmporta?á em restrições de 60 Dias legais relnllv11meate oos Imóvel:, cu­ jos rtoleato'el n!lo eo bablHtornm uo Procei.so Ratlflcatórlo no prezo ncl ma estipulado. MEMORIAL DESCRITIVO Oenomlnaç!.o da Gleba • Primavera Loeallzação - Muntcíplo de Caracol Area Aproximaria • 151.300 HA. Partiu-se do Ponto 1 localiza do na Cabeceira rlo rio C1:1raeol de coordAnada Geográfica de longitude 51:i.o 48' 28'' WGr e latitude de 21.033 58" deste segue rio Caracol ubalxo até o Ponto 2 locall-.;ado aa 1 conrluêocla do córrego Porteita e rio Crncol deste egue pelo córrego Por telrli acima até o poot.o 3 na oonnu 1 ênola do córrego Boeajá e eórrego Portrlra dP Coordeoarln. Geográfica longltudP 57.o 01'37" WGr e Inatttude de 21.059'34'S deste segue com rumo verd,idelro de 59.o57'34"NW e dlstân ola de 10.697 m oté o Pol!to 4 de Coordenada Geogrâflc11 longitude 57 .o07'0l"wgr e latitude de 21.o56'87"s na coofluencla do eór.rego Sanga Bo nlla e, córrego Caro.pé. Segue deste pelo córrego Carapé abaixo até o Ponto fi na confluência do córrego Csrapé e rio Perdido. Segue deste pe !o rio Perdido acima tê o Ponto 6 na confluênclo do córrego Arara e dee;te segue oelo córrego Arara. aci ma até o Ponto 7 na Cabeceira do eõrrego n.r~ra dP. Coordenada Geográ fica Jungttude 56.l>48'59" wgr e latltu de de 2l.o3W54"S segue deste com o rumo verdadeiro de 82.o52'30"SE e distância de 886,00 m até encontrar o Ponto 1; ponto Inicial do presente roietro. O pertmet110 ora descrito é de aproxl ma.damente 151:3oe H. tomando-se ee­ mo rel.'erêocla Crts do SGE n es­ cala de l:loo,ooo eom base no AS1' lo/USAF 1917 e Planta do Munlcipio. CONFRONTAÇÕES: Norte: - Município de Jardim Sul: - Parte do Munlcipio (eleba Carandá) Leste: - Mnnicipio de Bela Vista. Osste: - Município de Porto Murtl nhv. A Campanha da Frnterldade de 1982, promo vlin pel11. confn rõacla Naclon11l Educação e Fraternidade é o tema do Campanha da Fraternidada 82 caclooul brnt-ll, 1 ro. dotudo co mo lema "A Ver dade vos Laberta ra'', baseado no tema 'Educação e Fraternidude''. dos BIspos do Bras!l (CNBB) cooc<-ntrs nest1: ano eu atenção uo aspeto eda PaniHcadora e Confeitaria Esmeralda - Jurandi do Amaral. Lopes - "A Qualidade, o Bom Gosto e a Exelusividde;' Pães - ~tscoitos - Bolachas - Confeitaria "Atendemos eneomendaa para aniversários e Casamentos" Roa XV de Novembro 399 - Fone 439.1268 Bela Vista - MS Dr. Itamar da Silva Outra Ao prJmOr o ma "Educa o e Frul rnlduao" a Igreja etar Indagando em em qu mec11,.a a luculo A cuolrtbulodo p 1 ra a coostruçüo de um: socleda de de Irmãos a­ br:.10genrto os dl versos proceePos educuclonas vi­ vtdos pelas ps sous que tem inl c!o na própria a mllta ~ desenvol ve-se D8 comunl dades eleslal8 1 de baee. nos mo vlmentos popula ra11, nas a saoçla ,__ . çõ:s de b11luos no sIndlc to, na escla, no espor te, nos relaciond mentos do mun do da. produção e do trabalho e na e1-trutura. ão e organtz9çá0 po lltlca dr1 st ele dade, alem u-~ ia clulr os mt·los de comunicação i!OCinl. ADVOGADC OAl:l/MS 2,.j09 Casas Cível» e Crin. ta! Oireho Agd,rlo, inveurnrio , divórcio• e separaçoe Escritório e Kesicléocia Hun Coronel Ponce, o.o 834 Beln Vistn Mot•• Grosso do Sul Gil Marr..os Saut Advogado C1.UbdS Cíveis e Criminais Rua 34 de Fevereiro s/n Bonito MS. Escritório Juridico NELSON CHAGAS Advogado Cuusas: Trabalhista, Criminal. Comercial GlvPl (problemas-Ta mlta)terras, laventárlo, cobran eas, ete.. Rua Dr. Ary Coelho Oliveira 660 Fone 2121 Jartllm MS OBS: Os rumo11 e distâncias . apresentados são aproximados. Jardim· MS., 16 dtl FP.verelro de 1982 Oarlos Alberto Ferreiru de Miranda Execmt0r Projeto Fundl{mo Jardim· Ora. Glaci Vieira Outra CRM -961 Clínica Me.dica - Doenças de Senhoras Partos • Controle Câncer Ginecológico Atendimento de segunda a sexta feira manhã: 8 hs às 11 hs tarde; 14 às I6;3o hs Ruo Coronel Ponce, 331 Bela Vista MS Advocacia Dr. Valdeoir de Oliveira Pectrcso Dr. Rubens DArio F. Lobo Junior Cáusas civeis e orlmtnais I ln ventârio - Terra E@critório: Rua 29 de maio 577 Bonito MS A CNBB aflr na no texto ba s2 da Campa ba da Frateroldado que a. estrato ração indlvldu a l t s ·t a e campetHlva de nossa s·,cietla dP leva 11 busc,1 ao sa ber. da técnl ca e da ecuca cão, como forme de obter stutu. lucro e poder. A mut,vação ctoml na ote é o dese jo de pcivil&gio, sam a d: vida eonsciêocia da sua respon. abill de de social'. J:>o r isso, "a. edu cação é o pro cesso de busca desta Verdade qu: Libra, em toúa a vida ps s1,lii• am 1e«e, "mth ,,""%_'e Ier 4ar os outro I#iço nt1o é u " o que reja ol • 1 mente o melhor: é dar-in'Pi4v ., m 1 • • .. •.o r 11 e J Inetra mui« p ,, 1 1 ,. ,, ' '1 .. { 1 581VI; procuro, com este 1 eomcothrlo, folar, R!nc·, n.ni . 1 ir 1-' eito de um clube que ]"·F cl ••1 " a I• or ao, hIu dia, motivo d . lh d : 'a e 1to ornulho los b·luvistenses: o QRf PEDRO RUFINO, ' " Este clube que congrega e!vlg e mil!tares, vem mantendo '+r,, dos anos uma eondut salut: • td d l • r na (;( mun a o, sto n nlvel de, lu· . . tes n o té ZC ! , ( , , por e d mesmo social, A , ') 1, j J G • tu! l Ci ,r_e,or a, ºªº. Kallte a frente, dia rolzou cm estruturas e P!lrtlu pnrn t _ ma administração _agreslva no q se relero a execaglo de obras. Et4 sendo construido o parque aqutteo jâ se cogita a conRtruçllo d tá com "Quem poupa na ea% ma!s.·• Bala Vista . MS, 04 de , .arço de 1.982. o roo rt • refor no àrml 1 rt r ri, r pune rn 'ia+estrutura soll. nç· 8 prt1vo1• ,1 '"I l lilOVli'I UI' r COMEHTARIO llo qa I ltoj tH' ,, t l'.0:.',le!lldtH1 eto iteração gere €vau «trtas de um gru u .• 1 , nt11<1l poliu a onh e r t l grupo flá dez anos !"erviudo Tt,ADIÇ,O -- PREÇOS -- QUALIDADE Itnpro,,so& Comerciais - Estudantis Cartões Convites Boletins Confecç!Lo de Joranls o l!ev!11ta'1 - :ervlçcs a Cores Brevemente- Serviços c·m ··Off Sett" .. Faça os seus pedido!! de Impressos nu Gráfica e Editora Apu, nfl□al Q~alMnde dos nossos Impressos e e~ preçus i;fio os melhores da regi· o. Lançamos um Des11flo: 1pro cnt~ qualqun orçnmenlo o verifique Os Ossos preço Pedidos noo cs~rltórloJ dos ,Torrrnls Cou, lo Jnrd!u..-nst>, Jornul de Doai J o mal de A ntonlo J oüo e Trlbu□.! . .lurlia hcni:>e. Padaria Caçula lei e o d menttr re I •n 11 1 m0 I CI, e H . (l ll!I p , l Ili . Não ef, ne. quer o ber (J li O solo que eritte.r tunl polltlea da diretoria ou comentara , quo no Or mio, rtvt e, rnllltt.n'• ,·on !em harmonicamente. Será que de veria er de otra tora? O que quero saber, o gostaria d divul'ar se esen 'nall«tas" tizorm ou fazem algnma clsa pelo Or mio. Eu • o povo ~oalnr!nmo do fl11hr.'f. FCQhO, rop Undo l1C81'1C' ''oli lndlvlduns do personollcludt1 tort dovem 0t'.llmlttr que u vldr, â tOflli lulu cnro o 6:lCrlllelo o o d' Mflo, entro os nplau11os ntod do mundo da pFGdn çfl.o e do trabalho; na organização e estrutuução politiea da ooclcdade. A Igreja, colaborando com os dera.alo setore.., noclata rosponsãv6ls, r!ssume a educação sob todas as foroas q:rn leva□à coRsêrnção de n□a sociedde justa e fraterna. A Verdade Vos Libertará. Na promas:1:1 que este lemu encerra, ro corda que em nós e entre nó's há várias for:n:1s do e.5crnvidão d'as quais precisamos libertar-aos. A rizn de todas elas é o pacado i)ossoal e so­ cisl, que ss manifesta nas reulldades concretas. da vicia, marcadas pela nilo fraternidade P. opnessão do irmão. O !Goa t:m1béI:1 l'it"□a ser Verda de que liberta. Verdade que nü.o se reduz a nenhuma teoriu ou cojunta de verdades, 'ClBB que é o próprio Jesus Cristo. ensinar-nos 0 caminho cora sua vida e mensagem. A Ver~c.da torna-se Ubertação para nós, en­ quaptc nossa vida pela superação do egoísmo e pela renúncia ao próprio eu se transforma em vivência ào rneeno Cristo. Torna-se Libertação enhe nós, na medida em que nossa t:onvlvência é tecid.a de autênticos relacionamentos fraternos, feitos de urnor e serVçOs e c i p r o .e o s. Torna-se L i b e r t a ç ã o d a s o e i e da de, s e m pr e que os estmturs.s sociais suo ü·ansfor@adas e□inBtrul:!leatos eficazes de Comunhão e Pa?!iclpaçüo. A Educação é o processo de busca desta 'erdad:e que Llberif>, em toda o vid& pessoal e social. Quaudo desvirtuado, conmdo, este proces so favorece e consolida a domino9üo. 1 Perguihta se: n serviçn de que;n, de que tipo de homem e de _socie dade está a educação? Quis as verdncies por elas vividas e transmitidas? Como estas erdsdes se corurontao com Cr1-to, qu-- é a Verdade? O homem estâ em procesrn de educsçi:.o de auto construçílo. O ho mero é a consciência. da máquina do □undo, co□r,ro!.'letido na constrnçlío de u: sociedade liberta e aberta para a Fraternidade. (Inspirado Teto--Base CNBB CF 82). na"? OUTRA l)lA Oi'fO Agora Ucs o impasse. Será quo no dia oito, os diretores do Dourado e Ubtatan após serem ignorados desta forma, tarilo as sl'.le.!'< presenças? lsto sem contar com o comparecimen:to ou não do Operarlo ciouradense, que a.ada sem otir:llsllio nenhum, em relação ae !utebol pro 1 Ussionat São fatos deprimentes que servem apenas para mostrar como an a que liga .Bela Vista a Caracol. DIsse o vereador que ns lroedlaçoes do N:mca. te, vi a rodovia está intraoslt/1 vel há vãrios meses, l • • com os motorlstt1A sendo obrigados a abril· picadas na mato. Nosta mesu sessão, por uge» tüo do veredor Nvaldo de BarrOS, foi form>du uma (!OCDissfío composta por Afoollo Dllc:n Nuneo Leite (presl dentP da Câmnra), Carlos Centurião, Nivaldo de Barrou e Gt,túllo Lino pa ra Ir ao Dersul em Jardim, e le. soli ' _! o0i° 0 1i tV ,+y' .t. à »l •r:I!•; , O'. ,, , il 1 ,; , up da' -===COMUNICADO===- Ao Comércio, Indústria, Colégio e Profissionais Liberais . Informamos aos nossos clientes, comercio. indústria, colégios e profissio- nais liberais em _geral, que a partir do dia 15 de março estaremos atendendo em nossa SEDE PROPRIA, à rua da República 268, em Bela Vista. • . A. c?nstr_ução ~a SEDE _PRÓPRIA obedece a um plano de expansão onde ambém está incluida a 1mplantaçao do sistema "off sett", o que ocorrerá a partir do mês de Junho do corrente ano, Estaremos aptos a executar quaisquer tipos de serviços grahcos e 1mpressao de jornais e revistas em uma ou mais cores. Informamos ainda que todos os pedidos de Impressos superiores a. cr$ 40.000,00 (quarenta mil cruzeiros) serão faturados 30 e 60 di,as sem acrés- 1 cim?. A empr_esa, rndustna ou profissional liberal que entregar os seus pedidos de impressos a GRAFICA E _EDITORA APA receberá um desconto de 30%, nos $0/atos de publicidade para inserção nos jornais da Rede Belavistenso (Tribuna b a ronteira, Correio Jardrnens_e.. Jornal de Antonio João, Jornal de Bonito e Tri­ una Murtrnhense). Esta publicidade sem rnserida em todos os jornais na coluna Roteiro Comercial da Região. Venha conosco . O ano é de promoções ... de expansão· de 'conquistas. VAMOS CRESCER JUNTOS GRÁFICA E EDITORA APA Os Melhores Preços A Qualidade e o Atendimento. Observação: Faça os. seus pedidos nos escritórios dos jornais: Correio Jardinense, Tribuna Murtinhense, Jorr.al de Bonito, Jornal de Antonio João e Tribuna da Fronteira. .J -- . ·-- ·- • -· .. ' ELY PAR.A. Dl$PU1'ADu BSTA.Dl' ' E FEDERAL ... ? . ' Getúlio Lino, um dos verea, • res mais votanos no último plflilo, r;e à TP q-ue a candldatmo do Ely para deputado estadual é lrre slvel, ele "fecha com o prerelto •. · .'. • • espera a 1;ua eleição, pois o Dr. · está multo bem em todas as elda --.. : / _,...., · da região. ;i' No que se refere a candldat · ·. ' .~;, a deputado federal, Lino disse g . i atnd" não se definiu. espera i • • '. oportunide.de pura indicar um cap dato f.OO seus eleitores. Para ele , ,· caadidatara de Saulo Queiroz é -=..é. to simpática, mas preferiu aguar 1 cltar µrov:dênclao. Esta comissão )O. mais um p.ouco para depois •· rec voltou o, segando Ltno, t,1dos os nos com Saulo ou com outro candldat sos pedidos foram atendidos. do PDB. A obra revisão de Lobato: que Estava esqueoiJa a velha polê mtcrn entre o padre Frunctsco de Sa les B1.iasll e Tristão de Athayde &O Dre a posição dos católicos porante a literatura infantil de Monteiro Lo bato, quando a revista paulista Por que, oº 3, trouxe o eosunto novamoo te à baila. Como estamos às vésp~ ras do Ce,ntenério de Lobato, a refie xao sobre su obra não deixa de ser extremamente oportuna. Que Monteiro Lobato jamais entendeu a mensagem bibliea e cris tu disse-o multo bem o crítico Ho mero Silveira, ao constatar que Lo bato "deprezara com ardor o CrIs t1anismo'. No finul de sua vida o r,rrndor do Sitio do Rica-Pau Amare lo''teria, tido simpatias pelo comunis mo e há quem avance mais: oorla sido comunista". Que tenha sido notável contl-s ta_e que seus personagens infantis deixaram toda uma geração sob o seu fascínio ó inegavel. ConU'o, os llvros de Lo ~ato jamais puJ ram en trar na Afrios portuguesa po sues alusoas à negna b2ii:;uda'' "preta como carvão", "ignoranêe ~ burra" {a ompregadn tia "Anatnácie."). Há um racismo spenoeriano, pelo menos inconclente, no tratamento pejorativo se uma . ..., 1mpoe Gláudio de Gicco contínuo, que, allts, nüo aparece nem poderia aparecer - na adat ção para a TV. No O Sacy, ae: discussões tre o diabinho e ''Peàrlnho" condu zem à conclusão de que é o que cria as religiões. Na IDstórlt . Mundo para Criança& a origem universo é narrada por "Dona f ta" em'termos pão e!acionistas, ! pela hipótese (aí dada eomo t comprovade) da evolução cós panteísta. Em A Chave do Tama. "Emília" humllba o "Grande Ditad {Hitler). mas na flistóri11 do Ma a era stalinlsta é apreseutada oc sendo "novo sistema" e que "ai é cedo para julgar os russos", qi do todos sabiam o que 13stava ot rendo na Ucrânia e refugiados i faltavam, lnelusive trabalhando lavouras em nossos Pais ... Logo, nossa admiração por bs.to, dentro de uma visão crlstll, ve ser cautelosa, mesmo porque uma personalidade contraditória, do e.o mesmo tempo paclonaUsta 1 admirador lncondlclonal dus amef nos (que nos colonizavam eultu mente), moderno e contrário à "S& na de 22". Em suma, uma. Ug1ra 1 uma obra dtscutivels. {Plana) ) l