ped.ro pcdt cir 
lei 
IJ 
nc página 
3 
Fortalecida a opção regional, 
e%e. 
. , . 
Com a aproYaçilo do "pac?te" eleito. 
ral, aumentando oatnnl'número de vagas 
na Assembléia Legislativa, a eleição de Ely 
de Araujo Barbosa ficou bem mais fácil. Se 
antes o candidato da reglo precisava de no 
mínimo 8 mil votos para e eleger, hoje 
com G mil votos estará com u ua eleição 
tranquila, l•to, 16gicumente, rleptendeudo do 
desempenho do PDS, 
Um dos pouoos cnndfdutoR com ba 
es +ólids Bela Vista poderá lhe dar mais 
do .1 mil ,•otos, llarburn continua merecen­ 
do a lmpatia dos eleitor s da região. A 
cndn_ drn que possa o seu nom'l ~nabo espu• 
o mportantes no quadro político r1:i:looal, 
sobretudo, por entender o eleitor c.clareci­ 
do que. é hum de optar por um cnndiduto 
da região. 
O lonçomculo dus cnndidnturo< de 
Ely _de A mujo Barbo,a. Snulo Queiróz e 
ltalivlo Coelho representam muito paru a 
nosrn reg,üo, 1,ro porque eles conhecem os 
nossos rnoblemus, conhecem na •oluções, eó 
fohanrlo npenna n oportuni<lado de exreutnr 
o• plnnos e projetos n nlvel de Aii,emhléiu 
Ciimi:rn Federal e Senado. Em llola Vi,to, 
Antoaio Joiio, Jardim, Guia Lopes da Lagu 
nn, P. Murtiaho Bonito e Nioaque 6'e 
fola nc,a trê, candfdotu,, potenciais veocc. 
dores nn região. 
Ampliando os seus espaços, a medi­ 
du em que ganha corpo a conscientização 
4.8 $80RE 
das Pirâmides 
Jótis, o .Mngulfleo, eelnvu dc~ustan 
do um figo importado da, ricas regiõe~ cou 
qul,tndos pelas hostes ele Verem li q;,ando 
Rurgiu o negrinho cncnrrcgudo cte' zdnr pc 
lo portão do paraiso. 
-- J6tis, ó J»tis, a númiu se levan 
tou e está a pedir sangue... 
- Hespcltc a minbo di::nidade e não 
levante os olhos parn mim, pois sou Jótis, 
o Mugniíico e não levo nada comigo, a não 
,;.er o meu passado histórico ... '.J que quercs 
dizer? 
- Efü, o Primeiro e único, disse 
que a múmio uüo merece- respeito. está gasta 
-pelo tempo e seu cantor não representa 
nada .•. mn~ o que vamos fazer, meu Senhor? 
- Fale com Verem li, Elis o rei do 
povo, nem sempre está com a razüo, mos 
suas armas ferem e o povo o adora. 
-- Sei o que queres dizer, m•s oun 
ca se esqueça. não se aproprie idevidamen 
te rins idéia. alheios e sumo daqui, meus fi 
gos cspcrum... - 
O negrinho saiu e de cora deu com 
Elis, o rei do povo ... 
- O que fazes, enviado dos prínci 
pes? 
Vim folar c.,m Jótie, o l',Iognffico, 
11 respeito da múmia ... 
- Filho, filho meu. nunca se esque 
• ço: Jótis, o i1agnif-ico, muitas Yezes, diz o 
que não lhe convém, !az o que não deve, jul 
ga o que não vê e acredita em tudo o que 
ouve. E um menino grande... deixe que o 
tempo apesar de tudo otê mesmo dos milê 
nios aiodn vai cmioá.Io a viver. 
precisamos de um r epresentonte 
Segundo informoções do pre 
feito munlclJ1)al, a TELEMAT vai tm 
plantar s'·ls orelhões em pontos e 
tratégleos de os a cldade. Após o 
problema evolveudo o fechamento 
do PS, mais por de:;encontroi-:, do 
que p.or problemas uduinistrativos, 
a TELEMA!1' reabrm o posto e tm 
plantarll. os orelhões. Um beelielo 
que o ex pr(3fo!to muoicípal Dr. Ely 
de Araujo Barbosa relvind'cou e con 
seguiu paro. a nossa cidade. 
Além da iuplantaçüo destes 
orelhões, Bela Vista est recebendo 
ta.mbém melhora-mentos tmpor~aotes 
do govemador Pedro Pedrosslao, as 
falto no parque Rio Apa e Avenida 
Teodoro Sattva, sem folar no slste , 
ma micro on~as .. que andou pregan 
do umas peças - mas que segundo 
iuformaçõee; logo e&tar.& fdnoionan 
do uuraimente. 
Para ver é preciso ter :alhos, 
pai:a ouvh• é preoiso ter ouvidos Um 
pos e sadios, mas para reconhecer 
·que o progresso só e oonegue com 
multo trabalho e desprendimento, é 
1 
pl'eclso ter a alma nobre e vontade 
de SERVIR o próximo. É o que fal 
ta a multa gente. 
do povo fronteiriço e do rndoe,w. da lrn• 
portância de se eleger u1.11 candid~to NOt,SO 
da rezão, Barbosa vê crescer a sua influn­ 
c1a, prorarando •e unir n ,ert,1dott?J. ,,, ron­ 
didatos a prefeitos, apre.ntundo, desde Já, 
um programa de trabalho alicerçado tas ver. 
O partido do f;overno - PDS - em 
noeea cidade cslli trunquilo ,. eoerenre com 
as diretrizes emanadas do ERPE seguindo 
à risca a orientaglo do presidente Figueiredo 
que "a hora é de uni,w. de forçua o de ide 
ias'. Lógicamente que há os que não acei 
tnm a cundit!uturo do ex prc!<'itu municipal 
Ely de Arnujo Clarbosa, por razõc; <JIIC ,6 u 
própria política poderá explicar. mas, estas 
pessoas - poncu • pe~sous - se néio ujudam 
também nllo coose!!uirão impedir n cnruinha 
ela de Ely. 
Quando o atual Cnndidoto u deputa 
do estadual respondia pela chefia do Execu 
tivo belavistense, ndotuu um estilo peculiar. 
nl,nindo o seu gabinete aos menos favoreci 
dos o atendondo diuri•arnente dezena, de pes 
FOOS. Além de uma vasta obra de r.nridade, 
mnls por fultor. não só cm Belo Vista, ma. 
em toda o região,um programa de assistêncl.: 
aos mais carcntr.s, plancjou tombem vllrin, 
obras que hoje ,·ão se tornando reulidaclc·. 
oí está o DOO, a nmplia,;flo da rede de á­ 
gna e luz para diverso, bairros. u pa, iment; 
çiío nsfàlticu (tão criticada, mus lã<> elogiad.1 
quando o chuva transformo oo,sa, ruas c111 
trilhas), a pavimentação nefáltiea no. parque 
Dia 20 de Julho 
Srrio ii +j 
. ; 
Local: 8tini Pelo ffia l 
1 
dadrlrn, .. piruçõe9 popoldrre. Roto no povn 
uo, elri1orc1, lrnb,dhllr, rarla rifa maiu ;.ido 
nível de propaganda mas nível de cone. 
eretizaçio: sé, um canddato da região terá 
[ condições de tender os nossos problema+. 
Rio Ap, o n·falto na avenida Teodoro Sntf 
va, a urbanização desta avenida, a instalação 
de prí"adas nas residên,ius carentes "• o 
mnais importante, <onquunto muitos prefeitu 
ra- da regfao ficam devendo três ou até q:u 
tro meses ao funcionalismo, Dela Vista sem 
pre pagou em dia. Tudo isto o povo reconhe 
:·e. não +ão as vozes discordantes do eshlo 
urlrnfni.trutivo dr. Ely de Araujo Barbosa 
que vão impedir o nossa cidude de querer 
bem um prdei!o que quer bem ao povo. 
O 1:'DS està tr11nquilo, tio tranquilo 
que niio bá di,isõrs internas, há desencoa 
troa. o existe grupos discordantes, hà 01 
qnc optaram por uma nova maneira de se 
tuzer políticn, mas até i~to, no momento 
propícfo. servira para fortalecer a campanha 
de Ely, 
Bela Vista esta em ritmo de progres 
so em Julho realizaremos a nossa Expc,hel 
uma da, mniore• P:i--pusições do E,tado e 
r>Unca é tarle para repetir que u SJadicatQ 
Hum! dP. nosõa cidade a maior força produ­ 
rura e de aglutinação sempre c-oatou cOI:l o 
auxílio de Ely. Isto foi dito por seu presi­ 
dente E.:lsoa Morais em entrevista a TF. 
Quem falou não foi um •João ninguém 
qualquer. foi um homem que j:í realizou 
duas t>xpoaições consideradas a; mdhores 
do E,tarlo. Esse tipo de pess'la mer1>ce o 
respeito ,. ~ coosidernçiio suas orltícas de­ 
vem ser ncntadas cão us daqudes que nada 
fazem por ,.iu cidade· :Ê tempo de dizer: se 
no quer aindar Bela Vista a crescer não 
atrapalhe. ::remos trabalhar. 
Dr. Pedro José Palmiéri 
Legalização de Terras, Inventários e 
causas erimioai, ílJuri) 
Rua 15 ile Novemb.ro 160 
Fouc, -1-39-113"!. Seio V'L:ta-MS. 
s 
10 
leia na ulima pagina

p 
Código Tributário 
.0 795/81 DE 23.12.81 
Jnstltul o Código Trlbut6rlo do 
Munte!to do Bela VItu MS 
O Prefeito Mualoipal de Beln Vista 
Faço Saber que a Câmara Mu 
nlelpal aprovou o ou onnolono a so 
utnte Lili: 
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR 
Ar. I E«to Có.ligo dtselplln a 
,:,.tlvldndi:i trlbotârla do Munlclplo de 
Hel VIta e etableee notmns e 
ris e eomnplamntarna de direito tri 
bulllrlo u ela npllct'lvclt1. 
Llvr,, Prlmclr•> 
Part» Gerl 
TlluloH 1 
Das Normas Gorats o complementares 
Cnpltulo I 
Da Llco TIbntri 
Aort,. 2 Sómente- u 11::'i pode es 
tsbelecer. 
1- a ln1<tllulção de tributos ou a suu 
extloçllo: 
li- a ruojoraçãll ele tributos ou a sua 
reduçUo: 
rn o definição d,o fato geradol' da 
obrigsç6o tributála a principal e 
de seu sujeito pnsIvo. 
JV. a fixação da 01íqu,,t~ do tributo 
e du sua base de cálculos 
V a lostftulçü.o d& pemilldude pam 
as ações ou omissões eontrArlas 11 
seus disposlUvo11 ou pura outras fn 
fraçõPs nela dc.>flolrtas 
VJ nshlpôte!le,:.; do suspensão extinção 
e exeluàão de crédlYc>fl tributàrlos ou 
de dispensa ou rt1duçiío de penuHda 
das, 
$ 1.o • Equipar-s a mnjornção do tri 
huto n modiíicnçfio da sln base de calculo, 
que Importe em tornn-lo rnuis oneroso. 
§ 'l,o - Não constitui mnjore.ção de tri 
buto, pnrn os efeitos do inciso li do artigo 
anterior, atualizçb do valor monctúrfo dn 
respetiva base de cálrnlo. 
§ 3.o • A atualização a que ee rdcre 
o§ 2.o deste nrtigo será feita anualmente por 
decreto do Prefeito. 
Art. 3.o - O Prefeito rcgulnmcmauí, 
por decreto. c quando nece•Rárlo, ns leis que 
versem sobre motérin triburiirln de compe 
têncla do Municipio. ob,ervando: 
1- as nor'mae constitucionais vigente,: 
1). as normas gerais de direito tributú 
do estabelecidas pelo t]ódi~o Tributário Na 
cional e legislação complewentar: 
111 • at disposições deste Có:ligo e de 
leis municipais, subsequentes. 
Parágrafo único. O conteúdo e o ai 
cance dos regulamentos restringir se-üo nos 
(lu leis em função dus quais tenham sido 
, xpcdldos, não podendo, em especial: 
1 • dispor sobr"' matéritt não tratada 
n lei: 
11- acrescentar ou ampliar disposições 
legais: 
111 • suprimir ou limitnr disposições 
legaie: 
lv. interpretar a lei dti mod" a res 
tringir ou ampliar o alcauce dos seus dispo 
itivos, 
Art. ,J.o - São normns complementa 
rss das leis e decretos: 
1 - os ato e norma ti vos expedido~ pe 
l II autori,Jades admlnistrnti,·ne. 
li - as decisões do~ 6rgilos singulares 
ou eoledvos de jurirdfção :idwinistrutiva, u 
r1ue • lei ntribun eficácia. normativa. 
lll • as prhicns r.iitentdnmeote obser 
vada11 pelas nutorldndes odmiOlblratiYas. 
ly - os couvi'nio, celobrados enDre o 
Munidplo e os governos federal e ou esta 
dua.l. 
Art. 5.o'- Nenhum tributo serA cobro 
do, em cudn exercício finaacoiro, sem que n 
lei que houver iusfüuído ou aumentado este 
ja em vigor untes do inicio desse exercício, 
Parágrafo único· Entrnm em , i??Or no 
primeiro dia do exercício seguinte úqurle 
em que ocorra a su~ publicuçào. os disposi 
tüoa de lei que, 
l • definem novas hipóteses de inci 
dênciu. 
II extinguem ou reluzem Isençó 
es, salvo se dl ;µufl1::.rem de maneira 
ma!s favorawel ao ontibuinte. 
Oapitolo !I 
Da Administração Tributária 
Art. 6.o Toda-s as funções re 
ftteotes a eadast,amemo, Iançamea 
L DE BE 
do Municipio de Belo Visto 
to, cobrnnça e fiscallzaglo dos tr!­ 
butos muolclpalo, npllcaçilo de san 
ções por Intrcaço à Ieglsla9lo trIbu 
tfirlo. do Mmllc!plo, bom como as 
modldus de pr<'venção 0 r2presario 
s Irando, serão exercidas pelos 
órgllos fa
1
zendàrton o repurtlçõos a 
ole h!orrqules ou funcionnlmen!e 
subordlnadao. segundo 83 atrlbotQOJB 
constantes da lel de organização 
ndmlolslrutiva do Mun!c[plo e dos 
reapl'ctlvoH regimentos lntornoR. 
§ 1.o .l'rrt, órgãos reftirld'oa 
neste rtgo reserva.e a denomina 
9@o_de "fisco" ou ""fazonda municl 
pol . 
§ 2.o - Silo auhorldadllB fiscais 
nquelas cuj11R oompetêno!iN esttlo de 
finldas om Lets regulamentos. 
Art. 7.0 - Os órgilos o servido 
res Incumbidos do lançamento cobran 
ça t1 flo;;c111lz<tçfio dos trlbvtos, sem 
prejulzo do rigor ~ vlgllânela lndls 
pensàvels &o bom desempP-nho de 6D 
11s atividades. darllo ass!stênala técnl 
ca aos oontFlbuintes e rPsponsávelc1 
prestado lhes esclarecimentos sobre 
a loterpretacíto e fiel ob9Arvanc1a da 
IEglsluç!ío trlbutllrta. 
Ar. 80 É fucultadó a qualquer 
Interessado dirigir consultu ás repur 
tIções competentes sobe assuntos 
relacionados com a Interpretação e 
aplicação da legliilaçli.o trlbutàrla. 
8aràgrafo único. A con:mlt.6 
deverà ser formulada com objetivtãa 
de e clovPZ!l e somentA poderà foca 
llzt1r dúvidas ou clrcunstâoctus aU 
nentes à situação. 
l do Mntrlhn!ote ou respón 
savel; 
li de terceiro, sujttado no ter 
mos da legls!Jção trlbutària. ao cnm 
pvlmanto da obrigação trlbulat·ls.. 
Art 9.o A autoridade admlnls 
trutlva darà Rolução à consulta no 
prazo Plxado em regulamento. con 
tado da data dA RUfl apresentação. 
§ 1.o A solução dada a con&ulta 
traduz uoloflmente a o::.-ientação do 
órgão, sendo qve a reposta deslavo 
ravel ao contribuinte ou responsAvel 
obrlga o, desde logo. ao pagamento 
do tributo ou da penalidade pecualA 
riu, e se for o caso, lndapandentemen 
te do recurso que couber. 
$2o 4formulação da eonsulta 
não terá efeito suspensivo na 
cobrança dos tributos e penalidades 
peoun!Arlas. 
§ Sº Ao contribuinte ou res 
poneável que procedeu da contormi 
dade com a solução dada à sua con 
suita, não poderão ser aplicadas pe 
nolldaàies que decorram de decisão 
divergente profordda pela insM.oela 
3Uperior. maR HoarA um ou outro o­ 
bigado agir de acordo com essa 
dlilCi8llo, tão togo ela lhe eeju comu 
n!cJda. 
Canitnl III 
DA OBR!GAÇÃO TRIBUTARIA 
SEÇÃO I 
DAS MOD .LIDADES 
Art 10 • A obrlgacão tributâ 
ria é principal ou acessória. 
$1? A obrigação principal sur 
ge com a ooorrêoola do fato gera 
dor, tem poi: objsto o pagamento de 
1 
tributo ou ds peoallrlode peeunlárla 
a exfü1gue-s0 juntamente com o crê 
dMo dA!a decorrente. 
$ 2?A obrigação acessórla de 
corre da legislação tribu-tár!!i e tem 
por objeto a prálea ou a abstenção 
de atos nela revistas, no interesse 
da arrecadação ou da fiscalização 
dos tributos. 
$3° A obrlgaçílo trlbutàrla 
acessória, pelo simples fato de sua 
111observâncla, convorte-ee cm rio 
cpal, relativamente à penalidade P% 
caolJi.rln. 
SEÇÃO II 
DO FATO GERA.DOR 
tt.rt. 11 Fato gerador da obrl 
gação principal é a situação defini 
da neste <'.lódlgo como neoessrla e 
sufüllente para justifica!' o Ianç men 
to e a oobranç11 de cad1 um dos lrl 
butos de oompPtôoolu. do M,mlciplo. 
Art. 12 Fato geado da obrl 
gação ucessórla é qualquer situação 
que, na. forma da leg,lslação aplica 
vel tmpõe pràttca ou abstenção de 
ato' que oonrlguro obrigação grtnol 
pai. 
SHÇÃO !II 
DA COMPETÉCIA TRIBUTÁRIA 
Arb. 13 A competência tributa 
rlli é f[lidelegàvel, sr.Ivo a atribuição 
da função de arrecadar ou fiscalizar 
irlbutos, ou de exeoutar leis. servi 
ç08, tos ou decisões admlnlstrati 
vas em matéria tributária, conferido 
a outra pessoa de direito público. 
Parágrafo único. Não eonstl 
tul delegação de competênela o 
cometimento 11 p e s e o a s do 
direito prlv<ado do e n o a r g o 
ou função de arrecadar tributos. 
Seção IV 
Do Sujeito Passivo 
Subsecão 1 
Das Disposlcões Gerais 
Art. 14 O suj'llto passivo da 
obrigação prlnc•pa 1, pessoa fülca ou 
jurídica obrigada uo pagamento de 
tributos. será cone.tderado: 
l contribuinte: quando tiver 
relação peesoal e dirett1 com a si­ 
tuação que constitua o respecll vo 
fato gerador; 
li responsavel: quando., sem 
revestir a condição de contrlbulnt.i, 
!l:Ja obrigação dncorrer de dispos! 
ções expr1:1ssas d·este Código. 
Art. 15 Sujeito passive, ~e bbrl 
gação aeessórla é a pessoa obrigada 
à prátlo ou a absteoel!o de atos 
discriminados na leg!Rl1:1ção trlbutA 
ria do Munlciplo, que não configurem 
obrlgaeão principal. 
Art. 16 Salvo os cas6s expres 
mente previstos eu lei, as conven 
çõeB e eontratos relativos à respon • 
sabllldade pelo ,pagamento de trlbu 
tos não podem ser opostos à fazen 
da mnntclpal, para modificar a defl 
nlção legal do sujeito passivo das 
obrigações tl'iblitárlas eorresp0nden 
fes. 
s 
Subseçlo II 
Da Solidarfedade 
Ar. 17 São solldarlamenie 
obrigados: 
l as pes!loas expressamente 
designadas nest~ 0ódigo; 
U as pessoas qaQ, ainda que 
não ~xpressamente • designadas neste 
Código, tenham interesse comum na 
111tuação que eonsUtua o fato gara 
dor da obrlgaeão princ3pal. 
Paràgrafo únieo. A soltdarle 
dade não compollta benefieio de or 
dem. 
Art, 18 Salvo os 0as0s exDres 
sarnente previstes em lei, a solida 
rledade produz 011 seguinte!:! efeitos: 
1 
l o !pagamento efetuado por 
um dos obrigados aproveita aos de 
mais; 
li a Isenção ou remissil-o do 
c'r édito ex o n e r- a t o do s o s 
abrlgsdos, salvo se outorgada psso 
almente a um deles, eubshitndo, nes 
se caso a solidariedade quanto aos 
demais pelo saldo; 
UI- a interru-pção da prescrição 
om favor ou contra m dos obriga 
0 ·u ton aos d-emals. 
doa, tavorAoe ou pr l 
sUSEçAO 11I 
. oo .. 11CJLlO 'I'fiIBLlTÁRlO 
",+@. 4o cstriuint ou res 
• é f cuitrido 0,oolhar o lndl 
pons4v2l ,o [azsndria, na for 
@ar reprtl,, previstos em rega 
ma e os pr%" tilio trtbut4rio 
la anato, o ' ,ala entendido o lu 
uo Muntclplo, :
1108 
tisica ou jurldlca 
esr ond;_P?a si@ride. reso 
desenvi I"" ·lgações peranato Fa 
de %%çat atua os 4emt 
zenda • nstituam ou possam vir 
atos qua co lb ta 1 
Mitulr obrigação tri ut sr1a. 
a %"{~. a fit de eleição, pelo 
eontrlbulnte ou respooGàvel, do domt 
cílio trtrntárto, conslderar-se.á como 
tel: 
I- q•Jaoto às peBsous nnturole: 
a sua residêncll hablt11Rl ou sendo 
·ta lnc1-1rt•1 ou desconhecida, o cen 
[ aal do suas attidades: 
11 
quanto à9 pessoas 1urldlcas 
de direito privado ou u.;;i Ytrmas lndt 
vlduats: o lugar de ua sede ou. tlffi 
relacílo aos atos ou ratos que derem 
origem â obrlg<1ç!io tributária, o de 
cada estabelecimento: . 
Jll. quanto ás pessoas Jurldl 
cas de direito público: qualquer ele 
suas pepartições no terrltóri0 do Mu 
nlcípio. 
$ 2°- Quando no, couber a a- 
plicção das regras pevistas em 
1 
quaisquer dos lncl➔OS do parágrafo an 
terior considerar-se-á como domlct 
Ho tributário do contribuinte_ ou res 
pousável o lugar da sttuaçao dos 
b:>ns ou da ocorrência nos atos ou 
fatos que deram ou poderão dar orl 
gern á obrlg•19áo trlbutár1R. 
§ 32. A autoridade administra 
tiva pode recusar o domicílio elt-lto 
quando sua localização, acesso ou 
quaisquer outi'8s caraoterlst!0as im 
posslbll1tem ou dificultem a arrecude 
ção e flscaiização do tributo, apll 
c,rndo tie a regra do paré.grafo ~nte 
tlor. 
Art. 20 O domtclllo tribntàrto 
será obrlgato;:lamente consignado nas 
petições, requerimen ~o!1. cor.snltas, 
reclamações. recursos, declarc1çõe~. 
gulas e quaisquer outros]doeumentoe 
dirigMos ou apresentados ao fisco 
munlalpal. 
g- 
Tribuna da Frontira 
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e. G. e. MF-15.513.203/0001 
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,, o»rio». ir !3"! 
Burros... Outro QUt' gostarJu d1: 
des assumir a prasld@neta inulto 
(lop ""oa I p • u o vena 
.u 
O 
r 188 Borreto (é 
Mue paroce quo »rc ~o) 
paru o T11rlnt ou 
O O 
•
1 
OR ffi'.lls 
ur Ull. 
COLABORAÇÕES 
Pur1t Pfltf Prnmov'il.o o G', êmlo 
conta com ,1R colub•1r,, CÕPt- rta TF e 
de Serglo Perourtl. conrd,-nuado 
0 
lev1rntamer,to de "fundos", b9rr 
mais pes11du. A epres<•ntaçào custnrs'.l 
ª?1 tnr~q de 1, mllhão de cruuiros 
d,nbeir1nho vivo. 	' 
NÃO SÃO ASSUSTADOS 
Mas os hmns ntio são ussu<i 
t1dos, j consegulut 50%/ de grana 
~ o nPgoclo vat aluda mais longe. 
Objetivo: termlnat· (e logo) o parque 
aquâtluo. o reQtauraote e loietar a 
oonstrução das sauous. Parabéns ao 
Kllfe que sabe trabalhar "em equi 
pe e conta com Cfll1-1boradoreR füild 
e atuantes. ParRbêns ta::nbém ao Cti 
zárlo, Sldoey, Nieres. liiiruldCl, Ada! 
berto 8ant' Aun11, e outros que lutam 
lado a lado pelo eograndeclmt·nto 
tio Grêmlo Pedro Rufino. 
R8GISTRAMOS 
Nilo poderlumoi; 1ic.'ixs:ir de re 
glstrarmos as colaborações rereblda~ 
(em grana) dos deputados Valdomiro 
Gn0o)voa, Roberto Orro, Ari Ri;go; 
Oo c1-1na1t!1Ho H.ubeas Nnotis ria Cunh!i, 
do mnrsr!o O3Vldo Posar! (VI 
Qio Cruzeiro do Sul). Ro1()Jfo PPrelrn 
(Casslao Par5guay) e Alfredo Znmlu 
tU Juolor (Banco FJoanolal) e tambem 
pedra p drcir 
FALANDO EM GRANA 
E bom que e «alba, especial 
mente os no ]eftores, que todne 
a matérle Inerlda neste jornal 
(e nos da rede] a respeito de Serglo 
~<!ro
nd
t, não i:fio matfalaa pagas. O 
Jornal fala n reApelto 110 dlnO.mloo 
udvogudo porque ele Merece. Peron 
dl, n/lo dâ urn niquei pura n joranl. 
0 
Uolco se1•vfço que de preRtu ( t· bem) 
é o referente à assessoria juufllea 
(]Ullorlo a~cesuflrlü Eíltarnos f-Xplloa 
dinhos? I+to quer dlzer, quudo ele 
deixar de merec.>r noliclaf!, oío mali­ 
a8 terá... õ óbvio. Não tf>m dinheiro 
3 Jogada. 
AGORA 
Lóglc8 mrint1:1 que a partir cr. 
ag,)l·a Ul.:.Utlo't l!IDOB cont•rlilO pal'a dl 
vulg,1ção ,, 11na ruructerlzada como 
matéria paga. 
Advogado 
Inventários - Leg 11fu.çã~ de 
Ter:ras 
Ar!3n!3 Jc2o· VS 
rês boas razões 
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A.OS L!!l'T'ORib 
lule! ado l p rttr desta edlgão a eohu 
::ia Cart,.a Doa Leitores cn ,,r fl no~ 
l!fl R.edaç!lo o f.Utl c/trttl t 11luadu 
a mnesn será pblleda ttrm comer. 
tllrfos, Evldeoto que ncsa Intet; 
çlo não é polemizar mas delxur um 
epç0 para vo •ê rnaalteo1,it- e a 
respeito do problemts comunitários 
O IPttor pode no eo cotdnr 0om a 
linha editorial tia 'T ms o quo <'I! 
CoistJs 
1 
t em jogo no é o jornal eu 411 
f!l'll!I diretores mas os proble. 
mnns da ela VIt de hoje. Não pu 
blieremnot curti ofenslvs a quem 
quer que ej e melo menor a que 
tentem; contr orle bom os 
tume. Querei to. ritteas qure 
mos aelmna de tudo Sgentóes pna 
resolver os problemas de Bela VI«ta. 
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la de vento em popa. ComentflV!l 11 
clientela eorn uwl simpatia toda es 
pecral e ollo hiz1n conta dflquelas 
gramntahs a mal!l ... Nu cldadezlabn 
havia outros estabelee:lmentos do 
mePmo gênero mlls o açongu<' do 
"seu" Petrôolo dominava a preferên 
ela popular. 
O movlmP.uto ntlngiu tu) pon 
to que o 1-1çouguelro fol ubrlgnJo 11 
contratar um Iunclonárlo para ojudá­ 
lo e su espo, dona Mariliu, pas 
sou a tomar cvnta da caixa. 
Estava tojo multo bem até o 
dia em que ·•seu" Petrôalo desoou 
llou qtr<! <lona Mo rllla estava com 
multa Intimidade oúm o empregArlo 
Ambrósio. Era uma geotlleza tão 
grande entre os dois que aR mtrn llo 
gu!ls com .. ntavam ua praça. 
Quando chegava ao trAbnlbo 
ela trazta café com 1.-:lte, bolinho I e 
rosqulnh►1s feitas no ca prleho. O prl 
melro à ser atendido em o Amb,·c) 
alo, que na frente do patrão teot5va 
di~farçar, dizendo: 
Que ~ Isso, do;::11 MnrllitJ, 
não preotsava sn. preocupar. 
O "seu' Perôto ja estes pa 
ra explodir mas P.e controlava pen 
sando tratar-se de um lofnodado ciú 
me. 
Para aumeotar a sua greocupn 
cão ouviu comt>ntário que sua mu 
lh~r estava apalxooada pelo empre 
g<ido e ele era mais ch!Jrude qu~ 
as vacas que carneH.va dlarl11menlle. 
Qeando e1,1tava convenetdo que ludo 
era mentira ell, que SUi.'preendeu sua 
adorada Mc1rll!a trocando beijos oom 
o safardana do Ambrósio. Estavam 
nos fundos do açougue aproveitando 
que o mesmo tinha ido ao b'inco. 
Ele viu mas fez da conta que não 
via. Agdentou calado. 
No mesmo dla falou para a 
mulher que n!io precisava mais to 
mar c;,nta do caixa. - Cuida da C'1 
aa que é melhor. Afirmou. 
Ambróslo eheyon no uçouy ue 
co,no de co11tumn o culJ!VII norm l 
mente do!! nf.ivres. 
Q·J 111clJ I U'.:Onlrnv no In!e 
rior da til n,iru f. lgo. if,uu, « ,ou" P..! 
t1ô111n gl'llnu: Ambcó .. lo, venha uqut 
m'"' ajuaar 1 
Eslava deEmerobraodo ll ma 
chado urna bnnda de vacu. Quanrlo 
Ambrósio chgou bem pertinho rece 
beu uu,11 t•·t'meudn maob1Jdud11 no 
melo da testa qne nfio neve nem tem 
1,10 de gritar «ai!». Morreu nll menmo. 
Imédlat,, m2otP «seu» Pelrôolo fechou 
a portu da Irante dn açougue e i'I 
cou sozinho com o morto. Com uma 
faca bem !!fiada. caroeou.o por corn 
pleto e- moeu toda oerae. Gomo jl'l ti 
nha R tempero pronto, colocou l 
vinagre, plw<-nta e misturou tudo 
multo b<>m. Minutos depo!s o rupuz 
já estava traosr:mnado eP.l 11:lgulçu!. 
No dia s~gulote dona Marlllu 
estava novamente Du edd, pols o 
maddo a'.rgou que tinhli dllmltldo o 
ajudun te. 
0.s ganch'>B de pendurar C•Htte 
eatavam t.barrotudo3 com muitos ki 
!'l11 d~ linguiça. !fa po::-ta havlu am 
ontaz com OH ><egulotes ~lzere11: "A 
provelte! Lillga1c1:1 roloelra a cem cru 
zelros '! kflo". 
Foi ua movimento infernal! A 
tal linguiça tnlnelra de,;apareceu em 
poucos minutas e quem comprou vol 
tou em 8eguldu. querendo ma'! 
- Quno dois kilos de. :lugul 
ca mineira. Nnoca vt ama linguiça 
tão bô~ 1,.t,:rn! (Diziam) 
Entretanto, n°m toj<'B ficaram 
s,all!;feltos com a linguiça minelrn. 
Um compdor encontrou a metade 
de nmB- orelha bnmunu Ót'ntro fll'lfl e 
foi corundo dar parte na p•·l!ela. 
Seu PAtrôolo logo foi intimado e dt 
ante da prova confessou friamente 
que tinha. feito 11:Jgalça do rate 
de sua malh·•r. 
"A d ,, 
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Deeto t:oflta, 
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C:BC MT 491 
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Telefone& 02-11 ;2 t 24:: 143.'! 
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---------------- 
1. 
CiM 
Ata 016/82 
"-' Sessão ordinária 
• 
Ao ete dias do mês de junho do 
no de hum mil novecentos e oitcnro f) doi11, 
na ala «das esses da Camar Municipal de 
oh V«t, E»tudo de Mato Grosso do ul, 
oito 11 Huu Cor.oud Doo,, n,o 942, &oh n l'r<' 
viléneia do Vereador Moaeyr Haes Barreto, 
l're,drtnntí' , 111 oxerefrio, tcn,to (H>f11, '.)ecrt: 
tário o Vereador Getulio Lino, preentes os 
senhores Vereadores Carlon Centrlio, Mivl 
,lo d,, Onrr,,s, Jotté Simpliclo dr, Cu,L.1 t,lur 
ques. José Joquim F'erreir outo e O/val 
, o Turini, estando no horário regimental e 
h vendo "quorum" o Sr. PreRideutc ,•111 no 
me de Dens, deu por nhertn os trabalhos 
tlc·eta Scsslio, e autorizou o Sr, Seoreló.rio 
fazer a leitura da At da Snsão anterior, 
que porta em discussão e votação foi apro 
vada por maioria simples, usou da palavra 
o Vereador Soto, dlz,rnrlo deixo de uprn 
vnr 11 r.tn, pois uc,rn ,eos1o foi npro,utlo 
por ununimldnele o 1,11,eccr cl11 (iou,iasüo de 
lei-laço, Justiça e ledaçao Final qaunto 
u Veio do sr. !:'refeito, uo l'rojolo de Loi 
11,0 Qf,/U_. 
vrrnEADOll ~ARLOS 
quero 1111111 explícnç•ao, Porque o Voto foi u 
Comt+são! so a Lei diz qure o Veto tem que 
vollur .i Co,nl.sàu, eulfio eu co11siJ~~o o 011 
rer!'r uprovarlo derrul>ivlo o Voto, o expedi- 
1•atc constou dos seguintes rnut(·rios, lnd1cn 
çllo S['I de nutorin do Vorondor Gcrulio Li 
o» pira que se oficie ao Exmo. Senhor P're 
feito 1lunicipnl, nn necea,idade de mandur 
JlGI ,ur u motoniveladorn a Huu Duc1ue de 
l;uxiuR, nua pcoximidades do local do omhur 
que de ôuibm pnra o Município de Camr.ol; 
Of. n... l2V82 1o Exmo. Sr. Prefeito Munici 
pnl, pr~•tno,lo Informação, qnnnto ao Oficio 
n.o 088/82 desta Casu Legislativa, atendendo 
i.oliclrnçrto do Ver,,udor Curloa C:1·1111,rlfio: 
/Ln de tranemis+to do cargo de Pn ft.!!10 l.'.u 
lcipl: Aos catorze dias do me de Mio rio 
no de 1982, no peço municipal, ito à Hu 
Coronel Dias, 9!2, com a presença dos e 
nhores, Ely de Araújo Barbosa que e afas, 
ta da chefia do Executivo luicipal nre+ta 
data e o Senhor AfouH, IJilou J.'1111e~ Leite 
Presidente da Câmurn Municipal, que as+u 
me II clufiu ,lo lf.xe•·11tivo Municipal. alrm 
de outra autoridades peentes para a trans 
mi,~lo do l'Jr::o ele Prefeito Municipul, ini 
clando on I r.,lrnlhos o Senhor Dr. Ely ele 
Araújo llarhorn, uoou da palnvrn pura nprr 
p1•JIIJC uo novo Prefeito 06 bens tio lfunid 
pio ll ,·omprorni~soa ussirn discriminados: la 
Uen• Pntrimonini• do Municlpio, conforme 
ílalunço Ocrnl de 1.981 no valor de CrS 
IU,4o6.l9•~,69 (Dezoito milhões, quntrocento6 
e •ela mil. cento e novcntn e qnulro cruzei 
r,,, e cmcoentn e nove cenb•os), Dlv(Jn A· 
tiva inscrita até u presente dutu CrS 
:!,670.JUB,5-1 (Dois milhies, seiscentos Retcn 
la e nove mil, cento e oitentll e oiro cruzei 
roH e cinco"ntn e qJntro crntnvo•); Posiçio 
elo divida fundodn lnternn cio Municipio em 
1:1/Mnio 82 CrS 3.998.911 61 (Três 111llhries no 
vcacntoll e noventn e oito mil, nove<•euNH e 
quarenta 0 um cruzeiros e :e6sentn e um 
,·entavoe); restos a pagar inscritos ,lo rxcrci 
cio do 1.081 Cr$ 3.47!l,7o3.61 ITrês mlibõi~. 
qnntroocnto; setenta e oito mil, scl~Ccntos e 
três cruzeiros e scsscnlu r uru cen1a,·,i•/; 
Despesas cIpenhndas a pagar até 13 
,1,, Maio de 82 u iu111011âncla de Cr$ 17. 189. 
382,83 (OezB,s.-te mi hõc~ cento ohcntu e no 
vo mil trcz.inlOB e oitentu e •lois cruzeiros e 
três ccntnvos]; vulor dos débitos de tesourariu 
(Imposto de é<endu retído no fonte LA. 
Ata n.o 017 /82 
Aos catorze dios do mês de junho do 
ano de hum mil, novecentoA e oftentn e ,loi, 
nu saiu elus scssõe• da Ciimara Municipul de 
Belu Viun, Eoetado de Mato Grooso do Sul. 
+ob a Presidêocin do Vereador Ildefonso Pi 
nbeiro, tendo como Secretário o V crcndor 
Getn] io Lino, presentes o• senhores Vercn 
,!ores, Carlos Ccnturi!lo, Nivuldo de Burros. 
José Slmplicio dn Costa Morque•. José Joa 
quim Ferreira Souto (' Osvaldo Turini, cs 
tuudo Do horitrio rcgimentdl e lu,vendo 
"qnorum" o Sr: Prefidentc em nome de Drus 
deu por aberto os trubnlhos desta ses,ão, cm 
,egnidll nutori!!anrlo ao Sr. Sccrct,lrio a fazer 
1.1 leitura do Ata da Sesüo anterior, que J>06 
to em discussão e votação. foi aprovndn por 
11N1nimidudc; ,·orre•ponclênclus cxpedidus, 
Of. o.o 092 82.C, ~l. cnoamlnhnndo cxpedien 
15 ao Exmo. Senhor Prefeito Municipal, l . 
Vereador- Getulio Lino, solicitou ao Prefeito 
Municipal, pura que mande passar a m<>Joni 
,,e)aclorn o Hua Duque de Caxias, na• proxi 
midndeR do local ele embarque de ônibus pn 
ru o munidplo de Cooacol. 
:!- VEREADOR CARLOS CENTURIAO 
Solicitou as scguintCff informnções do Sr Pre 
f
0
Íl<> Municipal a} Se o Prefeito possuc bens 
móveis na Colõnia Dnmn·Cuê, e ee existe 
naquela <Zolõnia u Chocará que foi reserva 
da para o matadouro, público, b) Que direi 
to tem o Ex-Prefeito Dr. Ely, em usar o cnr 
ro da Prefeitura, cm até vi.ag,•ns para Campo 
Grande, sendo que o mesmo não é reais Pre 
feito e até quando vai esta mordomia e) So 
licitou ainda para que mande reformar o tn 
buament.o do coreto da Pruça Alvura Masea 
renha,, que se encontra em péssimas condi 
ções t· dando uma má impresão aos vis1tau 
tes, Jndicuçüo S/N de auturin do Vereador 
José Joaquim Ferreira Souto, parn que se o 
ficle oe Sr. Prefeito Municipal. providenciar 
1oeio@ para u limpeza e eucaEcalllamento das 
ruas Visconde de Taunay e da Hepúb!ien, 
nos trechos a purtir dn rua Eduardo Peixoto 
até a av. Teodno Sativn, por serem vias de 
aCeESO i.o centro da cidade aos eolénioM Pro 
fessora Vera Cuimarües Loureiro ; E,1or 
Silva, ambas com tráfego elevado de veicu 
los e pedest>es, além do acesso também aos 
E,t.idio coberto e Mujor ):'ontoura, vias essa& 
rm péssima~ condiyõee de uso, Vereador Tu 
rini, estamos sabend;; que o PS da Telemot 
não estit Ítlncionnndo ,solicito ao Sr. Prefci 
to que nos informe a esta Caa Legislativa 
quais os pro:oidênoias (]Ue tomou quanto a 
ee,e fechamento. 
VEREADOR NIVALDO, gostaria de 
con,ignar meu proti-sto, foi, eublicado na 
Trihuna da Fronteira em seu último número 
uma nota da l'demat, e e o atual Prefeito 
au1orizou o kchamento do p:;, a de ver meu 
pro1esto junto a Telemat, que deveria ter to 
,nado esea providênefo com notec.-dêocia sa 
bendo que o Dr. Ely iria se afa:;tar do car 
go e também procurar entrar num acordo 
Documentos perdidos 
Saul Silveira ds Barros 
Axtrnvlou os seguintes docuruen 
toi;: Cat·teíra de Identld&de, e 
Rcgisro de Porte de Arma, 
PubUca~ão que se faz pa 
ra ubtecção das 2ª vius. 
Bela Vista 82 
P. l,S, r1 .. p,),i1
1 rln Tc•!en101 no , slor do 
6.0lli,7."ií/,'J (3is mnflhós dezoito rail +t 
te,,.. dn,·oenta P tiH<''> < rtl/' lc'' '4 e• Pt· •• rutu 
centavos]. em vegnida foi nptoado o bol 
ti111 ,ln teronr aría do dia 13 de t11110 do evr 
rente ano apreentonu os guinter valote 
disponiveis d Cr$ II3 63ll Quatro milló 
cento e treze til #eicento e treze cruze! 
ros e onze eentavos) usim dl»erinindos 
em c,.ixn moeJn c•orr,.noe ,lo P,d• ., ,mp.,r 
t@eia de C+$ 3571,07 (Três tnif quinlll'nl<,~ 
e setenta e um cruzeiros e +ete centavo ) 
contados pela senhora Tesoureira na pro 
reaca de todas em Banco: Banco do Brail 
S/A a importância de 'r$4.081.93{9I (Quatro 
milhões oitenta e quatro mil novecentos e 
trinta e quatro cru,t.Jiros e no,.;ntn e um ren 
111voa), Banco Dra,lleiro de Descontos S/A 
n lmp3r!âucia de CrS'!.821,15 (oito mol 0110 
centos e vinte e um cruzeiro• e quinze cen 
1uvos: Danc·o .Finunl'ial 8/A. 5.909,71 [,·i11co 
111 il novecentos e nove cruzeiros e retenta 
um ccntuvog) e u Caixa Eco11i,11dcu Fed,·rul 
u importfinoíu de CrS IO. 17ú,27 (,Jcz mil Ire 
zentos seteata e eis cruzeiros e , lnte c 
~,:ti' crnlovo•l: to,los ,Ir ucorrlu com u conl'Í 
1i,1ção hancftri>l ,. cxtrotoíl npu,entaelos ne8ta 
data. Em seguida foi prerentdo o balance 
te mensal do mes de Abril do corrente ano 
e d,·rnnis pe,;ns com ilhei~ que o cvmpüc, Ap6, 
u verificação dos documentos presentados 
o Sr- Afonso Dilon Nunes Lcit,• ro:ccbr·u tn 
das as peças a cle entregues dando quitação 
no prefeito que: oro sr nfastn. Nada mu1H 
hrl in a trili ar e para con•tar cu E, a Floren 
tino .Fernand-cõ Sel'fct/iriu L a v r e 1 
a presente Ata, que npóB ►er lld« e achnela 
confol'me, vul usslnudu por todos os presen 
tce. Prc!t·ituru ;Junicipnl de Udo Vi~tu-M:->: 
com o atual !:'refeito. paro não prejudicar o 
povo, pois nem todos tem telefono cm sua 
residência e quem ficou prejudicado com i 
lo não é a Prefcit ura e sim o povo, 
VEREADOR CARLOS CENTURIÃO 
gostaria também de falar nesf.le as 
unto, não é a Prefeitura e nem a 
'Telemat, quem està sofrendo coI 
'sto 6 o povo, e quero saber quem 
é o responsà vai por tudo leto. 
ORDEM DO DIA. 
Requerimento de aotorla do 
Vereador José Jo11qulm Ferrsira 
Souto, pura que se oficie ao Exmo. 
Senhor Prefeito Muoicloal. detl'lrminar 
u Secretária de Faze.nda, Informar 
com urgência a esta Casa Leglslati 
v1.1.. em que foi empregada a quantia 
de CrS 3.000.000,00 (Três mllhõ·es 
,te cruzeiros), referentes a Lel n.o 
726 dA O~ de março de 1.982, que 
autorizou o ompréstlmo daquelu 
qunntla: posto em di1,cus11ão e vota 
çtío foi a.provado por unanimidade. 
VEaE.DOR souro 
gostarta que enviasse à Rádio Be 
11:1 Vist1, a moção na qual dei entra 
da nesta Casa ha a.lguruas semanas 
atrás, pois agora foi ofielado t1ua 
ina uguraçJ.o. 
Vereador Carlos, gostaria de 
sebar _ c;obre a convocação do Sr. 
Secretluio de A dmlnistrt1çllo da Pre 
í'eiturn e qual o d!a que pol!eremos 
acertar a vinda det1stl Secretàrio a 1 
esta Casa. 
VEREADOR SOLJTO 
a Comiosã.o de Legislação, Justiça e 
Redação. deu e11t1·uda neste requeri 
ment-:: fêlzendo a convocação dess'e 
8ecrP.t!irlo, ne qual foi r't'jelta~o pe-lo 
Plen&rto, mas e11tA direHo ~ós tt>rnos 
e uqul não será só esta Se0retário. 
que será convoca.do e slm de mui 
tos outiros Secretário. 
Sessão ordinária 
que será coavacado e sim de muitos 
outr,>s SPcret!:trlot:i, 
O Sr. Prei.ldente, daixou ~ pa 
Jnvra Hvve, e não havendo mai 
uada 11 ti'atar, em nome de Deus, 
deu por encPrrado 00 crabalh )is des 
ta Sessão. 
Sala das Sessões da Câmara 
d; do mês de maio de 1.9s2 
11 Ceuwne 
108 
108 
,e oitenta e• do!<). ,h: 
Ua mil. nove" pi D, Fl de Araujo 
D~lon Nunes ee. 'r. " 
on·o ",, frentio Ferade: ,A 
tsrboa e ta ° lll os CEil uRI o 
vrEO;;,,á i ier usa erunta 
~ou 
O 
"• i fora. Sr, Vereador. o Ur. 
que fszm ""{"}i? a disse n4o: ma 
}· y ida é r<: do f'n feitura e nt • 
eco «ele ·a9",ao ieow para 
m«·o 9"0"%""««i@ das @pertidade 
r ,r:ipo Gni!ll I', . ir Jo vc rhal, pura qu" 
l
i 11a r~l'•'' UUlll 
11
! iclnç,. "r"ftllo i'h111icip·1l 
• 1' no pen o s ' 
o1gi%_"",ii,, iforms;ao., poi· pelo qur o 
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11 
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L)r f'ly oindu (: o 
, 1 folu udJO qu,· • ' 
I' '•'º·.' ' <l j eota iuordo111la. 
ivr«efeito, e sé ao" '{o 1 
UHDE1 .'' 
u· • e,ito de autoria ,lo Vere,dor 
.. equer11u 
1 
.. 
arlos Centurião para que e ohce ao 
Senlior !:'refeito Munle1pal. on. nei:t's, 
!} a- iísr»sr s coto se 1ril+4 
E l
• ,
0 
po,illle alodn bens ru(,v~• 
+ o xecutIv 	: há 
+ cosi D»os@e, • •• 31"" ,}$?"" 
f 
• re•ervadu ·paro matO ouro p ,cu 
qtc <>
1 
- 	,, f • c·odo u 
ola 1 ·nlüniu ou ee )" 
0
• nt,J!O 
1 
' 'I " 
+4'., discussão e votnçüo foi uprovodo 
no»t0 e a 
i• ,r unanimidade. 	._ 
Nada mais havendo u trutor o • r. 
!-resldt:utc, cm nome de Deus. deu por en 
cerrado os trabalhos desta arsão' . 
Sala des Sessões da Camara Muni­ 
pal de Bcln ,
1i,t:i, EAtado rle ?.1oto Grosso 
do Sul. ú7 de 1,982. 
.l oui:yr Pal'S Barreto 
Presi,frnte em i,;i.erdcio 
Getulio Lino 
i,o Secretário 
Muo·cip,il de Bdo Vista, Estl:idO de 
Mato GroeFO do 6ul, 14 de junho de 
1.982. 
Ildefonso Pinheiro 
Presidente 
Getullo Lino 
2º S;,cretá rio 1::m Exercício 
Anexo: 
Cine 
Agora com nova di:reçào 
Os últimos lançamentos dos principais produtores 
Nacionais u Internacionais 
Bar e 
Bela Vista 
Sorvo teria 
"0 ponio de encontro" 
Uteis l 
VIST. - iIS) l 
439 1410 1 
439-1279 
de .ÁJ!Ua e Es 1 
-139-!483 i 
439-1041 
-139-5581 
d.: Paula 43!1-1221 
Cavalaria -139.112 
439-1301 
489-114! 
Banco Financ'ial 	4R9.ll!.41 
Caixa Económica Federal 4391447 1 
Grêmio Pedro Rufino -!39-1,39 
1:artório do l.o Oficio 439-146.J 
Telemat 
Sinditut.o fü1.ral 	J39.I'.!90 1 
Receita Flderal 	.J.39-11;;[ 
11 
Vi.ação Crazelro do S.u. I ~39 LN5 
Forum 	430-1353 1 
------------~ 
Telefones 
(BELA 
TRIBUN à. DA FRONTEI8A 
Delegacia de Policia 
SAAE (Serviço Autõoomo 
gotos) 
Prefeitura Municipal 
Câmara Muni ipal 
Hospital São Vic~ntc 
10.o Regtmenro de 
Banco do Braeil 
Brudesco 
Bossa Nova 
MS. 
r~------------. 
Godo Rodini 
ADVOGADO 
Escritório: 
Rua Vereador Romeu 
Medeiros t5a. 
Jardim • MS 
-------...J 
lEH! E ISSHIE 
IBUUR BA f lUINIEIRD

r 
IOOR P 
LINICA 
Dr. James leH m 
Crm/5!17 
Potto: •131·!!625 
E OLHOS 
Dr. J1f o 
Crm /058 
Fone: 431.3300 
Irosoriço do 6cnlos • lente de contato 
lratatentos elficos o fr, ,: 
o rurgeog 
Uré neia» 
Consultório, Av. Presldete Vargn 429 
Fnuo: 431-203:l ;J 
CÍII 
!'onw l'or:l. 
cwa wna ia 
CRM 961 
Clfnlca Me.dica • Doenças de 
Senhoras Partos • Controle 
Cilncer Ginecológico 
Atendimento do B!•gundu u scxtn feirn 
maal1n: 8 lis às li hs tnrdr: 14 às I6;
3
o hs 
_nna Coronel Poncr, 331. Deln Visto MS 
Ma.to Gros,o do Sol 
1 
Advog 
Cansas Civels, Criminal«, Problemas 
de Terras, Inventários. 
Rua 3 de Outubro . 50 
Bela VI«ta . 1 
s e 
M!ANAL - 
2 
SP. NHA 82 
í 
VERGONHA! 
A lmpDenea europ·éla, princi 
paimente a espanhola, orUlcou aape 
ramentt' as equipes da Alemanhn e 
da Áustria pela apresentuçfio vergo 
nhos que fizeram. O tlme de Hu­ 
mmenlgue venc1m por 1 x O, com a 
Austrla eo1reg;flodo o jogo. O empa 
te classlfioarla a Argélia. A mutreta 
foi reoonheolda por todos. 
BATISTA INSATISFEITO 
O jogador Batista, do urêmlo 
de Porto Alegre, não está satisfeito 
com a sua candlç!io de reserva diz 
ele: "estaria menttndo se dtsease' que 
estou contente com u condição dP 
reserva, já que 1 intenção de todos 
os que tistão aa Seleção é jogar e 
participar de um& forma mats decisi 
va da campanha do tlrne. Vou tor 
cer para que esse gru!)O l!Clnslg;a 
mala vltóriae pana o Brasil e espeoo 
ten a chance de entrar no time, mas 
QUA não seja por. causa da contU6ão 
de alguém". 
LEANDRO 
O lateral do Flamengo está 
contundido, com posslbllldades de se 
recuperar até o primeiro jogo das 
quartas de f!nals. mus, n11 verdade, 
o bom zaguelro • não estA jog:aorlo 
tudo o que sabe. Edvaldo está em 
melhor forma, deveria entrar no ti 
me. Isto poderá acontecer,.. 
SERGINHO 
Muitos eomentártos ~ respeito 
de Serglnho, mas Telê cntanu fol 
&axati"t"O: i!Vou repetir mais uma vez: 
o Serglnho desempenha um po pel ln 
<ltspensável ao esquema às vezes 
ohegando ao sacrifício. Normalmen 
te, ele atrai a marcação de dota ou 
três nguelros e nem sempre pode 
estar em condições de concluir as 
joga.das. Pot iss;o rnão vejo motivos 
para e!lpeculaçõea, é o titular. Já o 
Pulo Islcioro é uma opçã:o do ban 
co para tedaa as posições do ataque.» 
Falou. ... 
JOGADORES OPINAM 
Pesquisa feit9. entre os jogado 
res que disputam o Mundial na Es 
penha. para se saber qual o maior 
destaque na. copa, uté agora o so vlé 
tlco BIokhin venceu, mas a opinião 
generaUzada é de que não hà mui 
tos destaques individuais. 
ftpQf o Conlabil~i ade 
fscrilório 
SOAUE!S & S0ARE8 
Contablltdadeo em geral, declara­ 
ções l,R., Serviços de fotocópias. 
Ruu Goronel RPbuA s/o 
Bontto MS. 
THATCHERi 
Deolaração da prlm<>lra-m!nls 
tra Inglesa Margaret Tbateher, dlan 
te da Câmara doa Comuna· 
-- Espero que nossos jovens na 
Espanha sejam tão bons represen 
tates de nosso pais COlliO nossas 
forças aradas o foram no Atlântico 
Sul, 
A julgar pelos estragos que os 
torcedores ingleses já causaram em 
bares, discotecas, hotéis e no próprio 
estadlo J OBé Zorrllla, vai ser Igual 
z!nbo. 
CRITÉRIO 
Sabe-se quais serão os oríté- 
1 
rios de deRempate no caso de dois 
aspirantes à mesma vaga iarminarem 
a:prlmelra firne da Copa iguais em 
pontos; 
1 - A diferença de gols. 
2 - O maior número de gols a 
favor. 
3 - Se-ainda houver empate 
sorteio. 
Devia parecer multo Imprová­ 
vel a ocorr{}ncla do Grupo l, que 
poda acabar empatado de verdade 
entre Peru e Oamarões, porque nilo 
se decidiu a forma de sorteio a ser 
adotada: untdunltê, cara ou oonoa ou 
mesmo par ou ímpar. Já da para 
imaginar o corretor de apostas de 
Londres com a pistola encostada na 
testa, €'6perando que a moedloha 
cala. 
PRESENTE 
Os jogadores da Seleção lto. 
1 
!fana. receberb,m um presente que 
oode muito bem teJ.1 duplo sentido. 
A ctdade de 6uibbl'O enviou a cada 
um deles uma das renomadss atira 
deiros fabricadas na região. Abertos 
os embrulhos, ficaram todos com a 
impressão de que se tratou de uma 
clara alusão a falta de pontaria dos 
craques que, afinal. só marcaram 
um gol em duas parUdSS. - 
GIULITB AGRA DEeE 
O presidente• da Confederação 
Brasileira de Futebol e da delega­ 
ção (do Brasil na Espanha. Glallte 
Coutinho, disse em 5evllha, que o 
apoio 
1da torclaa loeal contribuiu 
bastante para as vliódas da Seleção 
naquela cidade. aouUnho aflrmea à 
Agência Franae Press que ••a cordial 
acolhida do povo sevilhano fol ex- 
dv e e 
Dr. Va.ldeclr de Oliveira Pedrcso 
Dr. Rubens Drlo R. Lobo Juo-lor 
Cnusus civels e orminafs 
lovontõ.rlo • Terra 
Escritório: Rua 9 de maio 577 
Bonito 
traordlnãrfa'·. 
ALEMANHA. O MAIS fDIFlCIL 
Para PaullJ Isidoro· o tlme da 
Alemanha é o mais difícil, e que 
ainda não jogou tudo o ,que sabe. 
Já o Dn Sócrates disse que a sele­ 
ção do Brasil é a melhor do mun 
dtal, pode não ganhar n copa, mas 
é a melhor. 
NÃO TEEM OS ARGENTINOS 
Os jogudores brasUelrcs não te· 
mem a seleção argentina, muitos che 
garn a dizer que o treinador Men 
noty "fala demais" e o Maradon&. 
1 
um excelente jogadc,r, mas ·•multo 
vaidoso". Vamoc1 ver no campo. 
TURISTAS PERDIDOS 
Alguns turistas~ brasileiros foram até 
Tanger, na Ál'rlca, para urna avan 
tura "noturna" e Iá ealram no con~o 
do suadouro. FicaDam quutro dias 
desaparecidos e segundo eles: 
"Tânger é uma cidade perigosa 
oté de dia l-maglnem <la noite". 
Quando voltar.aro para o navlc Fre 
derico C, em Cadlz. estavam feridos 
e bastante chateados. Foi preolso 
mobilizar a polícia pai'a encontrar 
os aventureiros. 
ELEGANGIA DOS ,JOGA.DORES 
DA NOVA ZELÂNDIA> 
Os jogadores da Nova Zelârl 
dta, após o jogo contra o Br:1sll, dis 
saram que aprenderam mu!to, prln 
clpalmente as jogadas de calcanhar, 
a fluida rápida da defeea para o eta 
que 6, prlnolpalmente, o te~ue de 
bola dos «mágicos». Para (:Jes o Bca 
sil é uma «maravilha. 
ITALIANOS ELOGI -MO BRAFIL 
Para Ofl itaIIM!.O!I o lime lJrasi 
leiro é o favorito pare ganhar o mun 
rllul. 
Eles estás felundo muito nisto 
cuidado qHe o Eozo Bearzot ti mol 
to malandro. 
Escritório .Jurídico 
NELSON CHAGAS 
Advogudo 
C : 'I'rnb lhl ta, Crt: nl. 
I CIvnl (problemnw-ta 
i' , Hs, laventrlo, eobran 
o, 0.. 
Fone 2121 lardl 
Dr. Oliw ir, ' 
g 
Advogado 
Causas CIvis, -- Cralnala 
Inventárlos, problemas de terra, 
AssuntoB d Pumlllas 
tua 7 de Setembro - 2õ0 
Fono .:131-100:l 
Ponta Por-MS. 
r. {amar da Silva utra 
ADVOGADG 
PREÇO DESTE 
EXEtfPLAR 
ORS 20.00 
Cnn•nB Cível• e Crimloale 
Direito Agrórlo, iqveut.ários. éHv6rciog 
e reparações 
Escritório e Reaidência 
Rua Coronel Ponce, o.o 334 
Belu Vi,ta M-:111• Grosso do 
Gil Marr:os Saut 
Mdvpals 
CáUi!d!l Cíveis e Cr'imloals 
Rua 24 de Fevereiro s/o 
Bonito - MS. 
lralter e72lr3 
Advogado 
Roa Padre J,oüo GPlpa, 8G9 
'..:. elllfone 624.fl559 
Cc.ropo Grande MS 
Dr. José tanasio Neto 
' ADVOGADO -- •• 
OAB -M- 1579 
A venlcia Duque de Caxias - 780 
Cx. Postal - 31 - Jardim MS 
Joelson Martinez Peixoto 
- ADVOGADO - 
Escritório: Rua l.o de Msi0. 357 
Jardim do Grsso do âl 
1 
• 1 
1 
l

, 
F'1S1't.S ,TUNli'IAG 
A APM da Esa de to e 2%gr. 
Dr. Jouqulrn Murtrnho no rHa 20 pp 
ronllv.on umu alegro o oonoonldt~ 
festa j1111lnn. Nas barcaoas dcnotooou 
cooooe o boboo, moita múslon o vArl 
ns brloondolraa para 11 garo,u{Ju, 1311 
tevo nimdislmo, Parabéns os or 
ganllrndoren. 
ES0. ílSTi!!R. SHN A 
Também rsullzou r1 Hll!l jó tra 
dlefonal e bem organlzada Fosta Ju 
11tnn, qunclrllhu, danouri fololórloug ü 
lnúmeru11 brincadeiras unlmururn a cd 
nnç:Hla e tnmMm Oíl ndulton. A dlro 
Qo du cal agradece em nome 
dos aluno e professore uo eomér 
cio o tumbóm u toii•,H 111:1 p-:sR0»1:1 
que do urnn f Jl'll11 ou our calabo 
rnrllm p ,rct o SU d F. t·,. 
ANIVERSÁRIO 
No dia 12 pp r,>I comemo:·ndo 
com multo 1-deg-r,11 o l.o r: □lnho rln 
grota Vivi.ne Barros. us pls Dr 
Bulio e Dru ela reuniram o 
mlgLtlnhos de Viviane paru umuu hlo 
gre fcRl!nlrns e o trt-lllolonnl P11ro 
bê1s. Além dos umlgatnhos tumbê a 
presente os voa corj paternos 
e nrnternor. À foflcba ft'llcldudell 
pelo Lo o nloh •J. 
ENLACE 
-conteceu uo dia I9 pp o en 
lace de Elza e Wfdter na C;1tddt1:1l 
Metropolit1taa da • Jos em Cumpo 
Grnnde. 
Blza é fllha de João Paulo e Jouna 
Palva e WaHer de Walter e Lec!I Man 
sour. Multo elogiada.a elegu:1ola da 
nolvu, sI•u lindo vestido levou a grlt 
fe do Twlggy e fo! ponteada pelo ca 
.----------~-------- -----· --·- --------- 
ESPi I 82 
1 Dia 28/6 
l/7 
4/7 
Dio 2916 
217 
'J/7 
Dia 29 7 
27 
5 7- 
Dia 286 
1 7 
47 
b-elereiro Sllvlnho. 
O caaul recepolonu cus eon 
vtdados com fino buft.t no olube Su 
:nlam. Foi uma noite de multa elegâu 
clu n muitos brlntles fl follcllJade do 
011Ao.l. Frllcldudos pru vooês. 
RUAS 
Runs? j não exlsocr:n mala, o 
qur exls~e ail.o enorcnt>s valas. atolei 
ro, buracos. 'Tà todo mundo reela 
mondo. ao1Jotqce que desta vez o sr. 
prefeito nào pode fazi•n nada. Chuva 
e mais chovo. O que se pode fazer? 
Quem •C lcmbrn da peça de Nelrnn 
RorlrJrrueA. "f.n1,:rnçndinhu, mos ordinária", 
sabo dif«••uciar um pihutra de 11111 cnbotl 
ao e mentiroso luluorte de lei• o morai•. 
abe também rc,·onbcccr 11 111ítmis, do vereia 
dclro ~lmhnlo c•otérico dog fara6s. '::nbc, uci 
ma de tudo ver na negritude da nlmu de 
um p:irlu do tcnobrorio mundn das rnrnhras 
umn réstcn de luz que um dln uindn vai bri 
lhnr. 
O passado é um exemplo vivo ,lo 11- 
tos e comédias viddoF por pscndos defenso 
res dn lei e du moralidade, hoje revestirias 
de vestes puras como se oa outros, todo& os 
outros, foserm in::ênuOi viventes de um11 
crn prrdldu nu noite dos tempos. C hegn n 
ser gozado. m3~
1 sobretudo, cbegn a ser cõ 
mico, ver o réptil tentando EC levnnlnr roo 
trn n ordem dus colsaf ditad11s pelo Altíssi 
mo. O mesmo Judas que vendeu Jesus por 
trinta dinheiros, reencarna no espírito nn 
gustisdo de um sem alma, para troçar cou 
GRUPO A: 
Poli,aia' x Bélgicn 
Perdedor do jogo 1 x f? os~ia 
Vencedor do jogo l x Ru,sin 
GRUPO D: 
Alemanha x Ioglntcrrn 
Perdedor x Espanha 
Vencedor de jogo 1 x Espanha 
GRUPO C 
Argeollna X ltáli11 
Brasil x perdedor do jogo 
Brasil x vencedor do jogo l 
GRUPO D 
Áustrií x França 
Perdedor do jogo I x Irlnnda do Norte 
Vencedor do jogo I x lrlnnda do Norte 
PAR 
Salve 1982 que põe em desta 
que, um aconteciu:e.nto feliz Ptl'a 
Bela V1t1ta! 
Sim, num destes dias a Belii 
Adormecldn despertou radiante. e 
sorrindo apresertou a - tortos mais 
um p!Jssante meto de ccmuoicaçãu! 
E nós lhe dizemos parabéns Prince­ 
:z:lnha do Apa, ct1nta a sua guande 
Tltârla! Sim, cnts a grende veura 
de possuir a eua Rádio Emissora! 
Alegremo-nos e agradeçamoP 
a Deus por nl"D ter l:iado pessoas 
inteligentes qus idealizaram e con 
eretlz&ram um beneficio grandioso 
.-parti nossa comunidade! 
Já aontamos com a Tribuna da Frzon 
telra; o telefone, a TV e outros ciue 
,e ■eem no mesmo objetivo de levar 
a todos a comunfaação, que . é um 
melo indispensável para manter um 
povo na unidade. 
, todoi; que dedicaram para a 
reallzgção deste grande !deal. os 
nosso!l efusivos parabéns! Alegrem­ 
se porque a semente· plantada com 
amor e sacrifício, germinou, e pro­ 
daz!rà muitos fruto11! Vocêa jA pensa­ 
ram qne com os Aeus trabalhos vão 
transformar a humilde e escondida 
Prloetzlnha, na grande Princesa do 
Apa? 
Que Deus abençoe os seus es 
forç.os com muita cuoperaeão do 
bom povo de Bela Vt,,.ta. 
Viva a Princesa do Apa! 
Irmã.a Vlcenilnas 
VnmoR o!ipPrnr c'lm ccJm:i.. Os ulunoe 
do pero:o noturno ao os 6l 
p,rejuúfcadus. E uma pana, mne va 
mos aguardar o tempo melbcrur. 
NAT 
DIa 13 pp. Marco Aotonlo Ve 
Jadques comemorou seu G.o aninho 
com muitos amlgo3, onde não faltou 
balões, ptpocas refrlgernoteo e urr: do 
Jlcloso bolo, feito pela sra. Cristina 
Perondl. Ao anlverR!Mlaot·e felicidades 
tra pessoas e fatos, enganando não só aos 
omros, como a ele mesmo a hmcn tardn.: 
de um posicionamento que há muito se + 
zla nocesárlo, mas que por ser ele emissá 
rio dns sombras, nunca roconhec[do. O pas 
ando é pródigo em lições, n merntn m.lo que 
deu l00 exigindo 300, hoje pega no lápi, 
rnnldito e escreve us letras mortas, refletlo 
do n dor e o lamento de uma ulmn em ago 
nia dr morte. 
A vida, Pómente n VIDA, cheia de 
sol pode levar o e,pHto, ap6• atravesrnr os 
umbrais dn cortino, a stntir n paz e a quic 
tude d'nlma. S6 recebe a vldn quem a leva 
desde o berço, presente do Criador, com a 
alma limpa, pureza das idéias e das inten 
ções. 
5J 
pedra pedreira 
Fala.se em escândalo, fula-se em rou 
[l 
r ....., 
O vereador O1vt1ldo Turioi do PDS 
foi eleito presiclente da Câmcra em eleição 
realizada Se:!uodn feira pr6i.ima passada re 
cebendo quatro votos sendo que Carlos Ceo 
turião e Nivaldo de Barros receberam Lrê, 
'e um volo rcspecti rnmente. 
1 A eleição de Turloi ern esperada não 
s6 por suas qnnlidndes de liderança mns a 
. Aqu! estamos tentando agra 
deoer a querida familla Bt>lavisbtlnse 
que tanto se esmera para al!mentar 
a o.oesa feHctdade! 
Qu&emos expressar slndera 
mente a o.osso. gratidão pelo earl 
nhoso acolhimento r~cebldo, ao en 
trarmos em nossa nova nealdtência. 
Sim. sentlmo& o calor humano 
desta gente amiga. e queremos pa 
gar amor eom amor! 
1 
Como sempre, vamos conUnuar 
e ampliar cada v~z mais a nossa 
união. 
Que nosso agradecimento se 
estenda por esta Bela '1tsn11, levando 
a todos o nosso •'Deus que lhe pa 
gue". 
Oentamos com a presença en 
grandecedora de Jesus sempre ali 
mentndo s nossa amizade. 
GOS TI DR VER 
Dla desses a linda Mar#zet da 
namororJloho a Tiracolo. O Iellzordo? 
ALI ... é o Osmar (da E:npaer). 
o i:torco Lórls 
Eatá Izendo qualquer trabalho 
em couro tals gomo; cinto, Jquetas, 
X les, o2lça comprida, bolsns, taptl 
i} pche cte. tudo trabil4 
d com fra.oi ,e, tuch'lll, tlhófl etc. Os 
feres=do só proeurA-lo em seu 
Ateller a Rua Voluntarios da Patrla 
574 Fone 439-1079 
bo, fal-se em pobres, fala-se até mesmo 
cnutrfl um principio. e, não fôssemos nós u 
fi·i«entres firmes ns fé na doutrina, diria 
mo« que o falizno chegou pura abis coitar 
u alma do mundo, 
O Judas está de volta. Nem a 'Lei do 
Kurma. nem a "ul,lime rerl_enção con S•·gniu 
brilar o espírito do admirador das ireva, 
é preciso vigiur e orar, Vigiar muito o orar 
ainda mris, O Maligno e-te diversos traje 
não é fácil reconhecê-lo . .elo eugan~ ~té me; 
mo os seus mui, ferrenho• adv.,rHa.r10R. A 
sua conversa é fuil, a sua moral inatacável 
i•ive rond-,ndo tudo e a todos em huoca d~ 
alimento para seu espirito embrutecido, Po 
1 
d?rrll até ;er cnl!ra,;udo. S! .n·'>O fo,ye ord1 
Dario, 
IDJ 
1 
oimn de tudo por seu equilíbri<>. O momentu 
está a exi::lr uma pessoa séria e respon;il • 
1 
vel frente a presidência da Câmuro para coor 
denor os ll'abalhos e principalmente pua o 
 
rie.ntar o~ que ainda pregam umn filosofia 
derrotista e deHespeitosa, . 
Osvaldo Turini sem dúvida algumn 
saberá levar a bom termo a sua rni•são, 
 
Com maito ermho abraçamos 
todos no coração d. Jesus, p2din 
do· lhe que os faça fellzes! 
·'Deus lhes pague"! 
Suas !rmãs Vicentinas 
• 
"- 
Estrilório de Advocac-ia 
Sergio Roberto Perondi 
CAUSAS 
DIRElTO AGRÁRIO 
RIOS 
• ESCRITÓRIO Paga Álvaro 
Mascatenbos 
Bel.i Vista MS .f 
CÍVEIS 
INVENTÁ- 
mlei 
( ){ ' 
J 
pi 
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G: 
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Z!i 
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