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UtDI 
O advogado Pedro José Pai 
mlerl, ux pretildt>nte do Rotary Club 
1 x vereador, ex presidente da C/l­ 
mnru Municipal. 1-x presidente do 
DlrEltórlo (ARENA), ex delegado de 
Eo~lnn,p pecunrlsta, rotarlano 11dvo­ 
gado dos mais' respt:!ltttdos n~ Mato 
Grosso do Sul, disse hoje à Tribuna 
da Fronteira que "quem eslé. oout·~ 
Ely di:, Anujo flarbosa està oonl~a 
Bela Vista". • 
Enfooando ''a alma e a nobre 
za do povo belavlstense··, Palmlei,I 
disse que Ely "é a esperlinça dl'I 
8>!111 Vtda ter o seu deput11do, uma 
peso que receberá a •. odo1;• semprA 
com um sorriso e de braços aber 
tos". :,oaanto as criticas que surgi 
rom ultimamente contra o x prefei 
to, Palmlerl dlsae que as mesmas 
"são na lura!s, próprias de épocas de 
ele leão, quando mufws interesses 
estão em jogo, mas o brlavistansr, 
de um modo geral, nl:io vat deixur 
de vobu fim Ely de Árt:11.Jjo Barbosu. 
Ele terá meis d.t:" 4 mil vetos em 
nossa ~ldaoe". 
O advogado, peRli1oa reRpeita 
disslma na :sociedade bel&vi~tPnse, 
afirmou que não só ele, mu-. .. toda a 
sua tamllla vo~arilo e trubi,lbarão 
pela oandldatura de Ely, "g-ente ti.OS 
sa, gente daqui, que ·c,rnhece O!l nos 
sos problem~s e que pos .. ui &:.>nslbl 
dude • para atif>nder os unselos do 
povo da região''. 
Finalizando, Palmlerl manifes 
tou sua connancP de quti "túdos os 
lideres políticos de Bela Vi-ta acor 
darão para a re'illdade que há multo 
tempo se faz necessàri'l: prl."clsamo., 
Urgen!em~nte de um Deputado na 
C!!.uital. A oportunidn de é 15 1e no 
veinbro O homem é B!y d"' Araujo 
Barbos1,.". 
MUTIRÃ.0 COMUNITÁRIO 
Na mesma oportu!lldade, Peàro 
Pt.!mleri disso que foi realizado um 
muUrlio visando a •arrecad::ç~o <ie 
Dr. Pedro J,osé Palmiérl 
Le,go.ltzação de Terras, lnvent,ários e 
causas eriminais (Juri) 
Rua IS Je Novemro 160 
Pone, ,!J9.U3'! Bela Ví,ln•i1S. 
Documentos perdidas 
Sirnl ~Uvelra de Barros 
extra v.lou os seguintes documen 
tos: Carteira de Ilentidsde, e 
Reglsro de Perrn de Arma, 
Publlc!i~ão que i;e faz pa 
ra 1:1btenção das 2ª vl1:s. 
Bela Vist-a 82 
fundos para tfetu11r mt1lhorla11 na 
eadel1:1 público, l!Jio foi feito e otJ 
reoultadoe s1:11lsfatórlos, ontem foi /j 
luauguruQão das mathau e mtilto 
ainda eerà feito. 
A lnlolaUva, d&eso Palmlert, é 
uma eol11bornJllO tlo J)OT'O belavlsten 
De uns tempos para cá, o po 
vo de Bela VIBta vê suceder uma 
Rérill de acontecimentos anormais, 
que ao passar dos dias vão se trans 
formando elI' r,uspeita de que estilo 
trabalhando contra o m1:1nlclpio. 
Primeiro foi a tram:mls~ão da 
abarturn do Mundial na Espanb11. o 
belavistense não asslttlu f)elo. TV, 
mesmo com a pwpuganda rio Gover 
no (IDE'3UL - TELEMAT) divulgan 
do que ,havia Imagens para a nossa 
região. Após a deoepção na aberlu 
ra do mundial, o3 fatos forem se su 
cedPodo, era a lm11gem està nítida, 
um pre:iente dos céus, de r.ipfnte so 
me e o dHundido sistema micro oa 
O vereador Osvaldo Tnrlnl, a 
tual µreF-tdente àa Câmara Muntclp1il 
disse onem a TF que a 0t1nd1datu 
rs do ~x pr:-feito Ely de Arujo Ber 
bosa a derJuado esta.dual foi «uma 
lnicl11tiva que proporelonac8 d.lvicten 
doe para o povo beiavit,tense.» 
«Lógfee que estou com Ely» • 
rtlstle, 08'0 só eu' mas todos os beia 
vi:,t011,,es :iue espernm vu úm mr:nt 
cip! mals próspero, mais hat'monlco 
wais 11tua.nta e, tH>brPtudo. mais re!' 
.peitllfl<-. Nós precisames rle um rep-ce 
Ben&a.nte nt: Assembléla Ely é o no 
mEi cer,tO>), 
O vuldo Turii, provàvt:lmente 
serà um dus vereadores mai::. vota 
das a i 5 de novembro, não EÓ por 
soo hàerança, mas tambtm por seu 
. eeFírlto eiv11Jo, de~prt:en<llmento e 
condições de SERVIR. Já ~e disse 
que o povo. não é besta, vê. sente 
pressente quan<io um poHtleCI tem 
se ajudando tat1bf': o GovHuo do 
Esado trvés de uma ação com un! 
!Arfa. Pslm!nl lnf<H·rno11 t mbPC Qt'ú 
outros mu!lrõ.:s serão frt: a, p<,I, o 
1 
povo {qu»ndo chamado a participar 
nunca se n< gou. "Em mInh cp!ni 
dlsse, é Importante a ntvel de purli 
das pas6a a ser cpenas «ondu». E 
toco !l ftiL,r com Dourados, eom Cr,m 
po GrandP, com lntonio .Jcüo. ;:.té 
com os donoR do poder. E nada. 
O interessnte nisto tudo é 
que a bendita lmegun s~mpro (•s•à 
boa em Caracol e em Antonlo João, 
menos em Bela Vl11ta. E o povo, ao 
tes culpcndo o órgf:io do Govrnc • 
IQESUL • pa!HlOu a BUGsurrar e o 
suseuro agora é gr:to. Um grito s,1: 
SAl:!OT:.GEM 
Segundo ·oomentár!of: que gns 
eam na e1dadt1, !! campanha (,;abo,é. 
gem o.i sEja lA o notn:.! que tiver) é 
movide por Inter±ses contrario5 u 
IDEAL. To.ria! é um moço de illbsda 
'N!pUtacão e o SERVIR pa.rn ele é 
guia diário. 
A respeito do problema da irna 
gem da._Tv.:oavaldo Tarini 1,gou o!l 
/9aço 	Dos problem 1 
. , • llJt:lt 	JIÓ P' • ( R r, 9 
:') l' i t d rum p reet. 
•,n ;- úl to bem ,, g .. l", <. 1 
1 
.. co!n:, 1:)io fiea fü. I!. n3.o H ·f1 
.,vi,,; .J r·• -(1<·!0 f-TlVl,.f ,Thí os pi 'H 
s aadela em J urdl.rn. 
I 
.J~L '!1 tu. E o pior de tudo. cot? 
1 ,;1 o. • le1çil.n •lo r_ t< .. , e Lly e ~ 
: .. ujv f:L, bo,•L f.. l. .i••;:.,.l).,,. L g• !t 
uva. E«do tr.b:!h:to conrs a cI 
ddstura de B. bsg e pzjdscon!o 
[ela Vista. 
Quanto à 10E3UL. ftca t,m.b1-ro 
o nos&o protesto, depois de muit ) 
tr-f,,fo en.;r.e:. P"c!M< s t.:. o órg .. o 
t>nv{11 um «tec;:ucc» i.: H!llt:. Vbt&. 1j 
eeico este que te gera, aré r,;ell 
~OIDvl!to. càu f<!b,·lveu o prc.blt rr. n. 
1 :'!J.o DO:i ia cresa, e tão in1teres +, ,. 
.
1 
µovo, <h,scuiµ as greto e daquilo. Qu u.. 
r;ã1, te::n ccmpetêr;c1 qm: ró, i,e e-'.• 
1 ta bd!::!ça 8É u .tt g-rc1. 
1 
tem tara Dr.unnn1s e r c>:>carreg {o 
(.:hõf.:?) ca lúEuUL ll .qn ,ln e!d.a '1 
disse que o belavistens Assistir o 
jogo âc Brasil cotra a Argenir.1 
{ Deus que?a. 
Aguenta Coração 
gJ/] J 44 py r+, ;2r: 
ili, Ri ,# Sôll. k 	±, 
Se o ldesulITelema1 niio rle- mane .. 1 ra:u e, n•r:: a Italia. procurar gnahnr na bc 
da, como das outras veze:>, o belavistense as la e no tspa. 
sistirá pelo Gl,,bo o jogo do coração: Menot fel untan não vai mxer mnty 
ti (papudo} x T.:lê :'(o oiineiro t:ranqui
1
<}. 1 ~,,_r,j " s•,~:rn". qut hi,tou u io-a z~bn· 1a •n· 
Não vai sei: fe,cil, 05 portenlio, enilo mordi roda: V:i1,]1r. 1.e~odro r~u t.dc•n:d .. j, Use-.:~. 
<los e querem !i.rnr a diferença em cima da Luizin.lo Cunior, Cerezzo Sécr-te-, }alr' Q 
gente. Quem rebolar vai dançar polca, o jo Zico. erzinho e der. t nic üvila é!t 
go vai ser muis pura ambu. pois os gringos andrc, lez jogue Pd rstaste.í 
vao dar cacete que não vai ser mole, "" b10.co, pura qllhl{Jt.t 	'- k,, 
O atnradon:i já se mancou, niío diz fé o 1 .ã'.!r<..l (e t:o p~, 
mais besteira. o )lenoui continua na del<" e 
nós timão do ,;.arnba. e,tnmo, nqo.i e-p~mndo 
1 
pau ver como é que fica (espero qoe fique 
bem). 
Quem está esperando moleza se Dga 
na, os bumtm vão vir b:ihancio e podem re 
pdir o me;mo csti.lo de jogo que n::in:i~i;: 
lE·l' é tu,'.o, r 
m1t p1rm:tic a J:t"D' 
~-nso coor::irio. n1n 
reparando o voca. 
Até e vitót!U ~e l l.1:, 
cor:ç1o. (PP;

la■piil I M ri ita 
P, a moda ntual, ou seja 
eerórlos em ouro trbalh do 
oo■t11ol11H1, llhó1, fcnnj, 11 otc ... 
e vucõ pr..:lf·u fo ndqulllr 
elntos, bolsas, fquta, ele 
•omprld ncrn rn , i11 vn1.lndo11 mo 
delos e eonfeelondos oom mui 
ta fmngln,go bom goto, pro 
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Mate Grosso do Sul Aqttidt nana 
Luiz Augusto Feresin 
Depois de passnr por um grupo onde 
reu melhor condicionamento físico, supcrio­ 
ridade técnica de seus jogndore• r. até me+­ 
mo alguns erros de nrbitrngem proporciona• 
ram as vlt6riut necessárias pneu mnn das­ 
sificavão inegavelmente tranquilo, o scl,·cio­ 
nado brasileiro deparo-se com a prova de 
fo.,o em que certamente se constitUirn a ae­ 
gida fase desta copa da Esparha. 
Comiderondo-se a composição da 
chave do Brasil nesta próximo et.apn Itália e 
Argentina podemos admitir de antemão que 
Tribuna da Fronteira 
Fundado em 20/2172) 
e. G. e. MF-15 513.203/0002 
Regist-ro no t:artório de Tltulos 
Docomentoe o.o 1066 • 
Administraçlio e Parque Gráfico: 
Rua do Repúblic:1, s/n - Bala Vista-Mg 
- SEDE PRÓPRIA - 
NOSSO TELEFONE 439-1410 
Dlretor-Redator-Ohefe: 
Ivaldo Pereh'a 
ASSINATURAS 
Anual (Bela Vista) 2.0b0.00 
Demais Municípios____ :l,000,00 
_ Fundador: lvaldo Pereira 
Um órgão da Rede Belavistense de 
Jornais I ula. 
Filiado à ADJOR,[ e ABRAJORl 
Representação em São Pãulo e Rio 
de Janeiro· TÃBOLA • Veicolos de Co 
mu.nicaçiio SIC Ltda. 
Rua 7 de Abril, 282 - 6.o Anda.r - 
Conj. 54. Fo'nes. %55-2579 e 255-3492 . 
São Paulo 
seu vencedor sern seguramente nm dos fi. 
nalistas desta copa. E, pJ.ra enfrentar com 
maiores chances de sucesso estes dois advec• 
sários hn de se reconsiderar aJ guns pontos 
de vietu do no;:so preparador Telê Sanlnoa. 
O técnico brasileiro mantem no seu 
'Curriculum" o mérito de ter armado, em 
várias oportunidades, equipes que npre•en· 
taram um fatebol b,rnito. veloz, fluente. 
agradavel aos olhos dos cspeccadores, porém 
quase sempre, scID conquistor os títulos 
que estnvum em disputa. 
Este fato tem algamns explicações: 
primeiramente, um tim,· para ser campe.ão 
d_o mundo necc~sita. ulém dos requisitos já 
citados, de um alto grnu da competitividade 
uu seja, a equipe tierá que mostrar nas opor 
tuuidarles que se 
1 fizerem necessárias, ser 
capaz de responder àí rispidez e à violência 
r-ecebidu, Tern ainda, que demonstrar 
uos seus nd vers5rios que cada jogador 
está disputaodo a bola como um 
grupo de famintos !mando por um prato de 
eomid3. Enfim. temos que acrescentar no ní 
vel técnico demonstrado por estes jogadores 
d_a seleçiio até aqui, n dose de garra "e ob• 
t1nação pel:i vitória final 
: Em segundo lognc, Telê precisará nos 
momentos oportunos, abrandar a rigidez n 
npltcnçiio dn sua_ teoria de que a estrela má 
xima de um time nd·er.úrio n:io deve e-ofrer 
mutcGção especiul. Se queremos ir á seroi-fi 
nal, e eeudo Maradonn, indiscutivelmente 
um dos mniores jouaclores do mundo, para 
que correr riscas, no mínimo de consejuê 
ctaF 1mprevisiveis, marcando• o nleat6ri:tmen 
te? Devemos, isLO sim, un.ulá lo, o que é per 
feitamente posivel, por meio de uma perse 
gu1çuo 1mµlucàvel por todu o campo quando 
n Argemina tiver a posse da bola. 
Portanto, Tele, resta apenas aliar a 
rata movimentação quase coreográfica qu 
voce cou~eguln com todos cs méritos, imprt 
1 
mir a esta seleção, a dose certa de espírito 
de "guerra". que é imprcscindlvel numa co 
pa do mundo. (Pluna) 
li 
r 
I

Alô l2 horae 11nteit t311 j(l .. b r 
, to os trabalhos na Convenço unl 
, cpa1 do PDS de Jardim, penas do) 
c.1ndll'falot1 a canô!rlaloe a P.-r:,f;_,Ho !' 
Vy@o.Prfe[to, era1 os concorrente 
v~m a Cnnvenclio. Na V( pnz•r, l!Í­ 
bido tu nolto portanto, els qo «urze 
na cidade um certo Dt•pnhrlo fütu 
d u n I ,1 prCJcurou n rttcular v , 
} +r azinhos nos bast!dores pl1dador 
rle polftleoA, moFJ, quo nada flzeritm 
por Jardim e sua colettvdnd uté 
hoje. Uma virada do 180 grnuA nos 
politizados convencional do PDS 
proporcionaram o surl,lhl!cmto do a.~ . 
candidato a Prefeito, empunh11nrJo a 
bandeira de Levy Dlos e ct,, r.r,inde 
llder do PDS Vereedot1 Pollcto'7o Se­ 
verino du Roan, quo foi fH'emlndo 
com a lndl01toão dt> VJc<>uPrefrlto 
nu chupfl do Sr. Danllo, functon(irto 
do govt>rnn, a dlPPOi!lção da PrefoJ 
iurtt. de ,Jardim. 
No ctfa da convenção, aberto 
os trab11lhos, Iniciou Ae n ch·tmarla 
partilha do bolo oorupot1to do 31 fa 
tias. LJ mn das faltas, pt>rteucente ao 
" ldmbE>m fuoalooárlo público Arlan 
Carlos Correa dos Reis, esfarelou ne 
durante uma vlogPm cslrntéglco, fl 
G 
<' 1n Jo vfllld • ap • 1 " Jo fnl u. 
T rmln ido o lrtth Jho8 de 
ps d " j). ru de U IJotli" µ.u· vC'r 
~ o r t to do 8' Arl ,, ~c·,al• ela 
foi eneemda a eovençllo e aberta 
1 
~~.~ln;{ ·r:: ~~:nf~::U~l::r·:ol~J~ U(l~ 
Gd. Plr s e C,duc:11 IO votos 
Daulln e Polltioro 9 votos 
1 
O CtL PJrcF qul' O' v(•"'f> •m 
er detentor 'de 15 v:,to11 cum tn 
c!0ncln a chegar os IO votos, sofreu 
os efeitos do jog,, dúpln, onde r.1 
7uns convenclonats, ou prelsamente 
um certo voreador, dl'cldln cnm os 
seu:; dois votos a vltórb de lkron 
cJ,i Santos. Rste mesmo vt>reu<lor. 
que ae dizla adepto ria chapa Plresí 
Clr!ocn, com HUll ml'ntc1 fértil. achou 
por uorn ni;,pJm proct1der. Oerto. Ou 
qul pum frente tudo é PDS. Nlngucm 
Hulu urranhado da cc,nveoçlio, i;ó 
GUO o grande vllorlo,rn, na realldde 
fol o funotonl'lrlo público Dan!lo 
Nunes Nogdelra. Qut>r~mot< na opor 
1unlrtade; rondtir nos,ms homenagens 
oo Sr. Edmllso Brum Eaoobar, ou 
tôotlco nai. ant1s decisões, qut mai!l 
O deputado Roberto Orro vice 
Jlder do PMB na AS9emblcla L'·glslu 
tiva conàenou com veemencir. 11i; i:en 
tença dos Padres Frnncees e dos 
l!l posselros gue vtirinm de oito a 
15 anos julgados no P11rll. no cornçço 
do semana por atentado contra Le! 
<le Segurança Nacional. Oito 1100s de 
prisão pnra lavrador Rem terrA~ e 
tiem segurança é como funciona a 
aberturn polit!ea promt>t'<la pPlo Pre 
Pldente Flguelrl'dO na p.râtlca 11flrrn0u 
Lembrando que os assasi0os 
do advogado João Norte das Neves 
moro hà um 1.100 no centro de Navl 
rol e dl11orn de multaR test 1ouohae 
.,(/• ainda não foram enconlradr.1, e pu 
nidos Roberto Orro considero abr 
E rapte o uso de dois pesos e duas 
,,: medidas pelo governo. Os posseiros 
do Pará que e uniram paru tentar 
lrnproctfr um deflpfjo lojuPto que os 
1
•• tiraria das terras que pluotava.:n e 
ocupavam bá ano;; foram conu .. 011 
dos 1:1 prl11ão eoqusnto q ui? o~ nrn ta 
« @ores dos lavradores do Muto Gros 
so do Sul e do País tttro cot nu 
um seltoi- e sPru pnniçã o. 
•·· Pdr.a ele a ioteuoã'o do gover 
w 	I 
no foi a ae ame11ç.,r a greja e a 
população paru qu-e abram mão de 
'seus direttos. Mas as seote11ças pesa 
das dadas aos posseirM e aos padres 
f usstoalou o deputado Roberto Orro 
não consegul!r-á que us b asl!Ekos en 
I 
guiam i;Pus desrjos de democracia 
e de lulu pelo6 direitos que são seus 
aflrmou alnáa gue a resposta da so 
eiedde a este foto vlrà nas·elelçõPs 
quando v povo m o s t r a r á que 
tiabe <11:lUagu(r os que e a t li o 
na políllca para arrum11r a casa, dos 
que eostumam prender e castigar 
os que trnbalbaUl e previleglar e en 
cobrir os que roubam e corrom;Jem. 
uma vez, ho: m 
u qu rld 	1 
Hs E«eobs 	o, « 
tt..ldiçü ~ do 	r lú11 
Ct1lo. Eimtlson . 1 11,,l 
co:;q :.ic!orrnl 	11 '. 1;,., 
y 
Advog do 
Cuusu'.l C1vcl , Cr,mln 111, Prohh'm1u1 
do Tcrr , lnv .. .--. ü, . 
11un 3 de O;it 11.Jrn • 450 
ela VI ta • MS 
Advoc eia 
Dr. Valdecir de Oliveira Pe<1rcso 
Dr. Rub ·ns D rio F. Lobo Junlor 
Cousus civelll e criminais 
lovantàrto - Tcrca 
Eacr1tórlo: Rua D de mJio 577 
Bonito 
l R. enlata he Oliveira 
%eno 
Advogado 
Causae CIVfili;, • - Crlmloal!! 
Inavetarlos, poble 4s de terras, 
Assuntos de i'anullias 
Kua 7 de Setambro - 250 
Fone 4S1-t062 
Pouta Pot'ã·:11;'.; . 
Escritório .Jurídico 
NEL'iON CHAGAS 
Advogudo 
Ca□sas: T.:-aballit,tu, Cri?::1iniil. 
Comercial CJ"·el (problemi.s-fa 
m:la)terras, laveptário, cobran 
as, etc.. 
füua Dr. ArJ Coelho Oliveira f-i60 
Fone 2121 dar±la MS 
m osm4as tradições: votou no Cel, 
t',r ,, C1d1, • o r.o, nh,r ,ll'l.lt•:1 ('.t 
, 1 h I t0 f• 1 u. •,. u a d , r ,, r; 11 ~ 
n. H ,, li 1 
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a/ahada a, ora é espe /ltiea eada 
uta pura 11, 10110111 íh•lil PL}, . 
Gil Morr..os Saut 
vo o 
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06 
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o BaoC;O qne conhece a n-0ssa farra está s-aballlando p-01' Mato Gross<, do Sul. 
Tome umB a.ü.tLt;j,e ~ntcl'ig.a.zltB: Ab ~ uma -:onta no PIacll 
TE E" 
1 
1 
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0 ex-pettto d. Belu le,tr,, 
0eil d resrv d» no o g!roo 
Exón;tto nncto111,J, 1t1l'<llcu (<' de B 
bun.-), jornnllrln, eo.crltor JJ1omfud1, 
homem pobre, mus pr,tludor dn malr r 
rtquo:rn que um "fJ••r'' porlr• lcViH' 1
1
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pro outro lado, bodude de cor 
cno e o ol:lplrHo tr1111quUo do'i:, que· f 1 
b,1m pMdo1tr nl<'.' m<•:stnu Oh mr,ttc m: 1 
do0 e m,,11quJ.r,llJ11 lnlmlgovi c,u l , 
vejott09, podo w, eomettdo liun r 
1'08, QIWITI nfio l)ll COllli'tl'? M11n d• ! 
xar_no "at" unw acunuçilc, 11,rLm,1 rle 
t pr,oprlnyllo Jnrt(>hll11 é emnt .. che 
.gd u parecer um de+erga mentul 
de quem lt:va DO OOl"po, llÍlO ('flJllllll 
çé5es ele urn !)crl r I lor, ma. tulds 
negativos de un pinto criado 
no btlxo astral. 
r·,i,lou ,,, n você e áo abro 
''burc!v,u Jlnht," .. fJ'"'l wla me cll ,má 
lo, cm todo , r, Hp<·ll<>, o ··1>111 rlgu 
tllnbo''.,. rurto que eta tua barriga 
11i1r, é relo de •,1,lfl lJ rrigats che 
IU!l de vaidud s e de almntos fo 
meu doa por aves do rapinn que pu 
Julttm p ,· ',L. rnlvP7. . F<tn tu11 b&.rd 
ju reserva que o Cri+dor !he 
Ô( li flt,lll ,,U,Jlltta,· UtJO• (-1 U.IlOd do 
penúria, quino alimentuva Ires 
bocut e outras mente... sua fama!lia 
l> grunde zneu amlgo ... mo forn!Ua ê 
o POVAO, ti' í V 
B ,l V l t, 'J L l • o 
VC fJ V,',i.. (;l:.J 'lu 
J ruuld11ú1.1 <Jl ! 11ç. o. , 
o dos falsos do hipó 
Quem um ala dia 
VI tu <• um, c.:Id·,: l:üL 
rece vlvt r ne t.i t, ~,·,1. .. 
V!i:10S (: IUll!!l ., ((1I 
co: de afio. I!a <,t.lr 
r hos ainda v!o, d±«tr 
tnes, ceuls carrete!o, 
deira-1 rt • rort, , woo Ji.t ,, • 
u dia os homens chguem u vd 
cluo de que é preciso mudar radl 
culmentti, µ&rn que ci,lb dl:;tdbuiç:1o 
O de@envolvimento de Bela 
Vtstu é uma reH!ldtl dt:? Quer dizer: 
. elo existe ill('SIDO ou uüo pa~i,;u do 
umn gran!le m1~nt!rti'? E-;te ussunto 
é flsclnnnte, é muls do que loto, ó 
um des1>f!o a pena do Pectrdru. Mns 
'fica par.a nó,;, para a R.-dação, res 
pondê I u. 
Hé. poucos anos, 011 nossos jor 
n11ls, de vez em quando, pregavum 
peças - nl:10 elrculava1u no dia ceu 
to - Isto porque a rnPrglu :•!Ptríca 
não oxl81llu • nu mi>lhor • baviu um 
moto e o problem do óleo e isto 
;, mais nqullo. As ruus rlcu vam e a 
escuras. hoje, se u t<ituução IJâo es 
Lá totulmente reo~(IJvida, j:1 m!norcu 
e mutto o o!r!mento do belvlten 
se. 'I'c•u;os àgua (dit l:)·,b), eo~, glu 
t>létrloli, telt>fooe (Bel1:1 Vil:,tu fo~ U· 
filu d .. J prme!ras c!dad<'B da região 
a ter o DDD), asfalto (não o suf1cien 
t •. mas u ~urictente bustaotE para os 
moradores da- Area asfaltada dize 
rem que ''os outroa" í!JOl'BlD no tJU 
húrblo, O Governn do E3tado, leia 
BA. Pedrosstan, lovi;e!l-u e e1,ta laves 
tlndo em Bela Vista. EE<tt Uh fllltan 
do o parque de l'Xpostçõe:i, a u veni 
da Teocoro Saliva, consu·uindo o 
·Ginásio de Esporteil. deu verbul:l pn 
-ra o Sindicato Rural. pura e, .Rospt 
hl, implantou a Pttculdad de Fér:us 
(hoje atravessando dtfiocldadss) «ga 
9s» aos «bons elavis!ne», os 
que pregam moralidade não pai. 
sam dt> sepulcros calado .. E:>tamcs 
receb-'!ndo, !ndm:manente, •·e1!'ios bl:! 
neficlos, ca:;o elo A !1 APOf,:--', cujo tis 
falto, i.:ão começ 1u ém 9?Iu Vista, 
prlnclpalmen.t1:1, por eu desses 
mesmos ''bons bPl&vl t<>11il s'' que 
teimam em adotar um-:l po 1·tca su1a e 
contrária aos intereses eu comuni 
dade. Aí esto e ASAS POPULA 
RES. que h!lo bc;- ,eflciar ma!H de 
!50 famfllns e tr-rmtnondo "SEas Ci3 
sas mota 200 v,rár: n mi 3el~ Vista. 
É, as "eandi:h :s" prs·um o der 
roUsruo. ma;; DI I ta 1:1 E .Pü8EL82 
Edson ll oraPs à frente, ur , cttta mu 
iores amosra '· osso fedo. VA 
las indústris estão e vtas de se 
fmpllnterem no rnu
11icip1o. Jli exem 
plo ,:iil CBRÂi!ICA JA TE V). ·gcran 
do inpotos e rquzss. Gal u um 
terrl:'DO e dPn uo1a tndúr1•r!a peru ·u 
cidade. Qun venh11lli ruti't:IJ, rnr :-mo 
contrarlfl.:ido • r z eg.A'va de€ que 
nilo acreditar : eru Bd.l Vlatx. Se 
existe umu cof,;a que nr deixa ma 
luco11 é «gente» tcabulhar coritru BP 
la Vista e andar pelas ruus da cida 
de. Esse povo não merec1:: pisar ee 
H ebão hJstérleo, 
E porque não dizer: aqui ti&tá 
a Rode 8elavl6tenAe dl:' Jornal!! Ltda 
e a Grú[lca :Ed!tor.1 !µ.,, l::du trla e 
empresu jorualístcu e&ltando elu€o 
jorumG, l:' a Radio fü1la Vii;tu, '' A 
voz do Apa", nvlanlo mensagens 
ul1m1Atr.s, crio-cdo l'tquezus. iufor 
rn1:1odr, dlvulgbndo a boa rnúslcu, Atl 
cn.ndinhus não acrdltav11ru, mus es­ 
tavam lá, vil Jn.,ugurução, pelo me 
lJOll em "SPil'ito {6é: '.llll' ;.;CUI-U 11 
tsm] talvez to1cndo pela qu1ma do 
tram,m!tEo,. 
Nüo,'tneu auigo, caro l •ltor, 
não entre no jogo sujo do>l IJ~S5irnb­ 
tas, eles nõo ucredltt1m ~nem nu fü,. 
perança, üo {os. que pregcm o fim 
do "mundo ,, tc,do 1natan1.i. Nos.,,: 
pecuál"la é puj,1nltl, nui-eo povo oobra 
e Vllloroso, temos tra.dições, f.nnílla:1 
de muls de 50 anos morando em 
Bela Vista, temo11 ploceh-os (novos 
e velhot<) temcG gente bon, muHo 
pssudo pura honurur. Não devemos 
p?rro-itlr qut• jof!Ulm lama tlobre a 
nossa oídade. NUNCA. 
E tti!D mnhi: aí está o nosso 
Estlidto Municipal. com um dos me 
lhoretc alam brados do interl0r (força 
Pl:'r.)Ddi), tc>mos o Som,entt>., exemplo 
ID>iicr de trnd!çíio. com sua sede 
própria, beleza. !JNf.odo rivHlidade 1 
sdles e oferecendo churratco de 
pt!m1:>!ra. tPIDúfl o Urêmio Pedro Ru 
f-ioo, batulhando, constl'llindo pisei 
011s, s1:1unas, restaurantes, etc. Ter;:ioa 
nossas iadústias pequenas (per en 
quan~o) mas tn.:b!!llrnndo muitos nos 
so cvmérc{t', nost,os cinemas, nosso 
Clube do Laço, atuante t' exemplo 
1 para outroi- clubes. 
Oh., temos o A prr. noSf'!:l pra 
íe, te::nns o La Bemmca, o Lulz 
com aquele jeHão; o l:i,!UCbn, o Bl 
gode, t{-1:nos a AiBB, nmro t!'Egnlfi 
ct> exempH> de uoHlo de forcas e de 
ldélas. 1Pôxa! Temos tet!tl coisa boa 
para rnogtrn. porque aeeHsr que 
tês ou quatro t,amPm COt!lra BelL 
VMr,'? 
En B-!a VLtu +perum quatro 
agência.:1 ba;;c~ri.1G: Cslxa, 8"D-,1esco, 
Financial e B:!l e tdos estão 
tMPitoti (com Ct'i.,,.. s todo). 
E temos gis riady: a nossa 
ma! r t'qu,-zu e.;ta p1Jvo ill:..:avilho 
RO que qu<.ndv é ebamado a co!:l 
bor-cH'. cem qtrn lqu-,r íniciativ:, com u 
rnté'. ·Ju à!z 51'.J. diz bt-m ulto. TPtnO.i 
tudo isto e poceos t>r mais amdu, 
f 
multo mfis. podemos tt"r <1té rn~smo 
um D-puudo Est'ua! dfendendo 
1 OEI OOS.:,OS intH'0Sô€'(l. LutnnC!o por 
f 
cós. ~1:1.;ta upenab qne a· g, ... nte i-e 
conscioptize de qua Bela VMa po 
derá ter aíurla mais quando 1:>]Pger 
my de A!"(lujo Hurborn. Tudo é 
quesUí0 de bom e, oso . 
Qlh;!, lntf', trr:b; lbP, Ni11CJl?"', 
brlgue, mo+tte iz0, as upclo 
_;oJuçõPtL :'ào calunte. Nüo ot~q.;f'. 
Não raça fofoc.,s. ?roenre vp.r To:los 
No inicio foi uma i::érie d'.' a1 H 
gos em jornais du ciipital acL~tln .o 
o prefeito de Bela ViBtll. Depo!s acu 
ações de apropriação indébta, pore 
quPm não sabe de Roubn. E por uí 
afora rtcou patente entre Dó µesso.,e 
esclarecidaB, as de esptdto e conci 
ênclo, que está ha..,enóo urna c11mpa 
uha contra o pre'/eito de Bela Vsta 
n:lo por :,,uas c;_ua;1dader•, ou êdei•os 
mas por ser ela um líder pepulr e 
querido paio povo, Cl'.lndide.w ;i. d2r:,u 
~ddo estudual. cGm ch1rncPs de 6t' e 
legeP e trabalhar ·t:cfetívamPnte u ftl 
vor, não só do povo de Bel11. Vista, 
mas (16 tocia a região. 
Ar.nsar o Dl' Ely de At·aujo 
Barbosa, atu
1Jltnenle. 8 acu::ar o po 
vo de Bela Vista, pois rnctos nós ~::; 
tamos empenbudos e tirar a Prin 
cesa do Apa do rnurnsmo, oo t<fisterna 
escleroeado em fuvor de umu dinâ 
mica, onde a uss!i;rnncia social e 
Oracão ao 
Espírito 
Divino 
Santo 
l 
 
OR L&ur,t,, do _pt'Oblerna ... e lt!Ve 1 
c!:ld.i vtH·eaoor (elfHo p<::lo povo), 
8
1-u problema, man Nur.ca se Esqm, 
cPn<!o. anrel'< de tudu, hClms de tud 
Apesr de Tudo, nossa luto é p! 
tklti Vt,;tP.. Ela rutereee até we~rr 
1-acrlfí.cl0s. VaU100 lutai·'? 
execuçã > rle obra:;: devPm camlohn 
de mãos juutt.s. ~ QuPm ei-tá ccntr, 
ür. Ety e aU contrn Bela Vista,» é 
voz geral cidade. No sonos nó 
que estem vs ailzmurdo. é o poV 
Nilo são d,l!c1ateçõ?s oalun[2sa!l e l 
via oas Qi u e til rão 8 D0 
su cldsde lt.:esçer, é trabalhando. 
pr-odoz!ndo. é gerando riquezaB B ir 
posto-.. E at11i.andr. em ::!troo a-e M 
i g:g~nte, hu1:;ce1ndo o seu lugar bO íil 
[ uo cenér!o 'leste Brasil que vt-i eh 
! gar là 
1 Qmrni.o aos maua belavíate 
1 
s~s. a s qua cagam o ódio. a frl 
tPf!ção, o d sspEI to e a Inveja, o pi 
vo dr> Selu. V!ot&, ato só o hum!l 
des. mas tambzro a d!t~. pedem q:; 1 
1 
sa ~s:;i,·em, que d.;txem os que que 
1 r e m t.~balbar. Pe. maneçP.m co 
1 
rendo seuB ódios e su~s frue~r0ÇÕ9- 
É hO!"ã de deciE<ão. E hora de guem 
E hora de Bela Vis±s acordes pi' 
uma re~1lidad,?: enqu.1nto não t!vr 
mo:< um RE?RESENTANTE em Cem 
po ?-:-~ocit, ficaremos oa dependênc'. 
ne fevore~ cte políticos de passag.:Iill 
Espirito ato oucc qu me esclarece 
tudo que ilumina todos os raminhos pars q.e 
eu atiujA o men iJe.al Yncê qn~ mt' ci:, o dom 
divino de perdour e cs,1r:ece,r o mal ljtlt n,e 
fozrm: e que todo, o, ins;n:ne• •lc minl,:i 
vida está comigo cu quero neste cnrto diio­ 
o agradecer-lhe por t!o e confirmar tais 
umn vez que eu nuca quero ue separa. 
de voc por maior que reja ilz-o mst·. } 
ria) 1dn -crá u IOl'.11m•J c.!a "nnlcrle qua ,;.0;
11 1 CAUSAS 
de um dia eFtar cnn, você e toos os ±cera DIREITO AGRÁRIO 
irmüos nu ~lóriu Perpétru. Ob:·i;:·•'.t; n·.·i;: ,,. ,. R10S 
ma vez (a pessoa deverá fazer e,i oração 3 	[ 
dias se guidos sem fazer o pedido. Dentro de I ESCR1TóRlO a..ª"ª Álda,O 1 
dias será alcnnçuda a ;?r:,,;.1 por mni, difi. 	,-., ,. • 
cil que seju) i;ubHca1· :1ssiro -ine r,-c ~cr ~ 
1 
._ M_a_sca-re-n•b•2S..;_ __ , _.
1 
g-raç-..1. 	Bela Vist~ MS 
F. 'T. S. 
, (s mõrie e üdvocacia 
Sergio Roberto PeroAdi 
CÍVEIS 
L-ivENTÁ·