Ponto do Vista 
Tígern ck Godoy 
pagina 5 
Guia Lopss da Lguna, aseis Matéria, esclarecendo u popnlaçfio 
tlu surpresa e wnfórlca, o lunçamen o quo pretondo cada oandulato se 
to do seu ,Jornal O Lagunense, jus Eleito Por ... 
tamente no momento em que o Não queremos enaltecer 'os 
prepara para enfrontar a sua mais esforços do üPnullata. Ivaldo fleuolrn 
complexu campanha poJhloa vltrnndo sem antes dest11oar que, nu reallda 
a sucessão munJo,ipal. Nau oumpn- de, (lula Lopes da Laguns já mera 
nhaEJ pasaadaB. tudo era rcsolvld o ci ter um Jornal. Cidade pacata, 
n base do consenso, sem un dispu nu olmria de sua gente qae tr.oba 
IBI! aelrrados através rie oornícios e lha o moela do mtoefro. qut1:Jta e 
palaoquea, coürn. que não Irá uconte culada, mesmo nsoim, jâ não é rnah1 
cer ugora, qu9ndo nadn menos ele 6 umu ctrlade esquecida. Os poderes 
oan~ldatoa a Prefeito, trã('ol dl~putar I públicos, ltraurarat:IHIA d0 implttnlsr 
o com&oõo rlo muniofplo. Daqui para uma oéPle de obras, modlftoando por 
frente, O Lagun0noe Vai Tet Multa corupleto. a Imagem da cidade que 
llmº Sr. Jornalista Ivald0 Porei!a, DD. Direto11 da Rede Belavlsten 
se de Jornais, tdo. Bole Vista . M 
Senhor Diretoi 
Sem surpresa, pois conhecemos o seu espírito empreendedol', mas 
com inriizivel contentamento, tomamos oonheclmento ~o Ian9amento de 
ma!s am jornal desaa conoe~tuada Empresa Jor:ialistloa. Desta vez, para 
o nosso deleite, «O LAGUNENSE», euja follz iniciativa há muito espera 
da não poderll:i partir de outro, ~·endo em viste o seu vns~o conhecimen 
to dos problemas de nossa região e o alto conceito que gozam Q@ noi:. 
so meio tanto V.Sa.{30mo joralists vário, íntegro, tmparctal, voltado sem 
pre para a família, srgamassa essencial à formação àa sociedade, bem 
oomo os clivertH>S jornute oriund(8 de1rna invejável empresa que todos 
nós já acostuma.mos udmirar. 
Sabe V.Ss. que mais uma vez sou candidato a Prefeito deste nos 
so querido .',iunicipio e, se como das outras vezes, merecer a conflança 
de ossos : anícipes, estarei ns Prefeitura Municipal á disposição de 
V.SB.. pai-a ·aceM-lo oomo amigo e oferecer, dentro daa posstbiltdades, 
o intogrlll apoio para que o «O LACUNESE», lançado em tão bou ho 
ra, não sofra solução de continuidade e se con ve1
1ba em orgulho para o 
nosso povo. 
"JORNAL É GULTURA" 
Renolto Pereira da Silva 
perm:.inocau por mata do 20 anot-, no 
maresmo do esquecimento, 
O seu jornal, será o porta-voz 
dos munio!poo e autortdadG& constl 
toldas, qne desejam tornnr público o 
rl1a a dif àa vida do muntciplo. Nilo 
só Q cotldlaoo, ma:i, a vida: oocial e 
os destaques serão tratados pacifl 
eamento pelas colunas de O Lau 
oeneo, eloginndo ou criticando confilrutivn 
mente as ações pruticndna por quem qUl'r 
que sejn. A • vida polític-dminitrtiva do 
município terá como espelho, as páginas de 
um jornal, que n senlço da comunidade, 
prelltará importnnte papel na divulgação dos 
acontocimontos, bn1eados exeluc1vametlte na 
vedado, obedecendo a liberdade da imprt:a 
sa livre 'e construtiva para o bem comum o 
que oe propõe, Qualquer cidadão que_se a­ 
ohe prejudiPado noR seus dtreltos comhtuc,o 
nuio, encontrará ma imprensa, o veículo a­ 
propriado paro protestar e reclamar o que 
lhe pertonce. O LAGUNENSE jamais será 
um jornn l tendeneioeo pois conhe­ 
cemos bem de perto seu Editor Ivnldo 
Percirn. Acima de tudo, n palavra escrita 
noprcPentn o caràtor de quem as escreve. 
Conhece-se o homem, pela palavra. E o 
Laguuen,e ao v:110, nuccu cm nma cidade 
L" çZ 
d Câmara Municipal 
Em eonvenção rC?a lizada do 
min,go pp, oa Câmara Munieip11l, o 
Diretório do PD S escolheu os seus 
eandidstos :l vereador, com apresen 
tação de chepa única. 
Forar:i epresentadog e apr.ova 
do os seguintes nomes: Sergio Ro 
berto Perondi, Evtlásio Nunes de Mi 
rnnda, Marce!tno Cossio Biglta Aeio 
li, Alvaro Pereira, lldefo11so Barros 
Loureiro, Cla.udionor Rodrigues, Ro 
bsoa Gerônc!o Nab11n, Jorge de Sou 
za Rose; Adão de Souza, Ivan Afon 
s0 da Costas Merques, Anselmo Lo 
pe (Peainha), Atonto Silveira Xa 
vier, FioFI Mmano e Lui-z Alei Cam 
1 pos Nunes. Estes candidatos, mais os 
onde a, tre.diçõe8 pt'1rnaneccro intoeta,, eom 
destaque para os Pereiras, os Barbo+as, oa 
Vargas, o» Genbrt, o Barros, o+ Fraga» e 
outras famílias que nos capa no momento, 
merecendo, pot ln11lo, maia eue ~lo n11 cor­ 
rente do deenvolvimento da cidade; Um 
Jornal. O comércio, a lodú!tria, 11 agropecnli­ 
ria terá no seu jornal um órgão de divulga 
ç1io próprio que Irá penetrar em lodo o Eij 
todo o diur <!ae coiBoH boo• que Guia Lope3 
d., Laguna tem p!!ra mostrar Dize~ qnr. 
toraando-fc cada vez mois adulta foha OJ!I:· 
nos suo Comarca Jlara emnnr.ipu.r zc do falt• e 
de Direito. 
N0T.. DA REDAÇÃO 
O LoguneoFe veio pnro ficar zmio 
Godoy, pnrll lutar ombro :i ombro com o po 
vo de Gula Lopes da Laguna. Aradecem0s 
srnslbilizado uas palavras as mesmas ser 
vem de estírnuloe pnro que po,Eamea conti 
nuar a criar jornais por cate Mnto Croeso 
do Sal. Outros virão. Por termos gente co 
mo vooe uo noeso lado é que r.eredltamos 
na força das idéias e no poder da vontade 
Assirc é que ri!Epondemoa aos críticos: Com 
Obras. Enquanto existir dentro de nós a 
chamo ardente do Ideal continuarPm0R u 
Construir e tenha certeza, estamos preparnn 
do o õucesrnr. Ncnca deixarcmoll a pclc~a 
cair. Obrigndo. 
atua!s ver.eadores Osvn!do Turlnl, 
Getulio Lino, Nivaldu de B?.Iros, 0!ii' 
los Centuriii.o e Moacir Pueg Barreto, 
procurarão a p:::.rttr de agorn sens! 
blHzar o elaitoredo vi!-lenclo eleger a 
maioria a 15 de novembro, dia da 
verded. 
1 O ?aetldo do Gove:uno, em Be 
la Vista. comprovando rnatérien pu 
l bHcsdas pll!' este jornal. está onMo 
]coeso e pova dtso é que tão hou 
1 
ve nenhum iocioc,ntG Dtl convsnção, 
nura deraonstgão clara de que 
oãc há d1visõe:a, pede haver, e foto 
é natural. desencontros quanto a eat 
1 dtdetos a deputado federal e e:3iadual 
Tornúos de laço, - competições, - Jaçadás, - shows
1 
- artistas, - rodeio, 
bailes diariamente - pencas - leilões - prova hípic.a 
DE 17 A 25 DE JULH 
Promoçio: Sindicato .liural de Bela Vi0ta - Patrocinlo: Governo do Este.do õe ~o.to Grüsso do Sul - Pedro Pedrossian 
Dia 20 de Julha: Baile ao Gremio Pedro Rufino com a presença de ergio Reis 
1

----....._..._...__ =--- 
a,,,, 
·---·----------------------- 
- ... , .... ,.-,----------·----------·-- 
p 
Código Tribut-ário do Município de Bef a 
5/81 23.12.81 
Vist 
1 
Scçllo v 
Da Responsnbilldahe Tributária 
Sub.oçlio I 
Da Responsabiliddo do» Sucessores 
. Art. l O crédito tributárlo refe. 
renaoe ao unporJI'() preninl e tarritorinl nrbaoo 
n Ixas pela prestação de serviços que ra 
vem 01 hena lmóveiR e n contrlhwçõo, ,Je 
melhorla sub-ropgm-se na peso do» rep e 
tvos adquirente, lvo quanrlo conuo do 
títGJo a provu du sua quiratfio. 
Pnr!ir,rnfo <mico. No onao do nrroron 
lnçilo om hasta públiea, n Hlb·rognç!io ocorre• 
sobro o rrspectivo y,reço. 
Art. 22 Slln pcrn,nalm~ntr rr•pnnctil eis: 
, l o ndquirent ou romitente, pelos 
tributos relativos os bens adquiridos o 
ro~lrJ01 Aom quo tonhn h1Lvido provo do eua 
quunçiio: 
. . II o sues+or qualquer título e o 
onyuge meeiro, pelo tributas devidos até 
datu d partilha o ndju<lirnrü:,, linlirudn estu 
responsbilidde ao montante !lo quinhfio do 
1ogndo 011 do mPnçiio; 
llI o e~p6lio. prloN trihlltM clcvidna 
pelo "do cujus" a16 n rlnta dn nherturu du 
FuOeso. 
. Art. 23 A peMon jurfdirn de dirl'ilo 
privado que rcsahnr <li' fusüo, u·nnHformoçfio 
ou rncorpornçlo de outra ou cm oulr-n é rcA 
ponsávol pelos tributos devidos até a dnt-u 
do nto p_elnA pessons jurídicas de direito pri 
vndo fu110D111dno, tran~forrnadns ou incorpora 
das. 
. Parágrafo único. O disposto neste nr 
tigo aplica se aos casos do extinção de pes 
oas jurídicas do direito privado, quando n 
exvloraçlio da respectJ vu athidode sej.i con 
tinoadn por qualqacx: PÓCio remanescente on 
seu eep61lo, sob a mesma ou outri:: raziio 
social ou sob firma individual. 
Art. 24 A pessoa natural ou jurídica 
de direito privado que adquirir de outro a 
qualquer título fundo de comércio ou esta 
boleoimento eemercial iodustrlul ou profis 
sional, e continuar a respectivu explomçiio 
110b a meomu ou outra razão social ou sob 
firma ou nome individual responde pelos 
tributo, devidos até a dutu elo ato relativos 
no_ fundo. ou estubelecimcnto ndquiriJo: 
I 1ntcgralmcnte se o alienante cessar 
D exploraçüo da coméroio industria ou ativi­ 
dade; 
I} subsldiariamente ,com o alienante 
se eBse p11osEeguir na exploração ou 
iinieiar dentro de seia meses a con111r da 
data do alienação, nova atividude no meB 
mo ou em outro ramo do comércio, indús 
triu ou profissão. 
SUBSEÇÃO II 
DA aESPONSAD1Ll9ADE DE TERCEIROS 
Art. 25 - Nos casos de impossibilidn. 
de de exigência do cumprimento da obrign 
ção principal pelo IOODtribuinte, respondem 
1olidaribmeute com estv. nos atos em que in 
tervierem ou polas omissões pelas quais fo 
rem responsáveis: 
l - os pais. pelos tr.ibutos devidos por 
seus filhos meooree; 
II os tutores e curadoDe~, polos tribu 
tos devidos poloa seus tutelados e curafela 
doa; 
ro .. pon ,fl.vat. lwro como ck uulurczu 
o du t'Xt fl, ~o ooa ef< lloti do uto. 
111. :C:8 • a responbllídude é 
pessol ao aguI to, 
i- quuuto àr ldr1.çõdJ ooucel 
tu d pot· ld oorr,ú Cl'lmo.J ou coutrn 
VE'EÇÕ'.:, 1,rn.lvo qn _nclo pratlcad!rn o 
exe :eicJo • <-/?t.!:.~· d admlr.!.;trc:oçll o, 
msndato, fungão, Ca/o ou ergo 
ou no oUt.Jpk'l~Jontn rio ord rn oxp:·ou 
sa omitida por quem de direito; 
II- qunto és infrações em eu 
jn deflstç1 o c.lolo euprnHloo do n 
gente ja elementar, 
, Ill· quanto !'Is lnft'açõoo que 
uc•corL'dm CJt.1 tn o cxclusivumonte 
do dolo especifico; 
a) das ()OflROl¼O i'efolidao IJO 
art. 25 éontra squelas por quem 0011 
Dopdem, 
b) los mnandat:rios, preposto 
o empregador conta seus mandan 
tes, prep entes ou c>mpt::eudorea, 
e) do.-i àlretcroo, p:.lra~tes ou 
reprefJeotuutoe de peoaous jur.ídioas 
do dir&Ho privado cot.fü•a esOaa. 
Art. ~g •. ~ li.'etiµonsabllldade ô 
excluldu pela dunúncin espontaea 
da iofrnçtio acompunhada tio for o 
caso, <lo pu gc.r!l8Dto do fü•tbuao devi 
do e dou jurot.: do mora ou do depó 
sito dn importância flrbfü•nda pda 
uu~orid-udo :-idminit'trattva quondo o 
montante d0 tributo depender de a 
PUl1U()fi>O, 
Paàgrufo únl0o. Não será con 
siderada espon!âaen a dtlnúnGfe apra 
sentuGa :qJós o inicio do qualqtrnr 
proct;climento aàministr11tivo ou me 
diàa de füwal!zação relacionada.e 
com ::i. infração. 
Capitulo IV 
Do Crédito Tributário 
Se:osão l 
Das DisposiçõtiH Cerais 
Art. 30-. O credit'J trtbntàr~o 
decorre du obrigação principal e tera 
a mesma natQll'í'Z.l des~u. 
Art 31° às oirei'.lnstânciüe que 
rnodHio;:i:;:i o ci:édito tributário sua 
extensão ou sem.J efeitos cu ns ga 
rnntillB nu o~ privilégloo a ela atri 
buldos ou que excluew su11 exigibHlc:~ 
de nüo afetnm a obrigação trilmtó.ri 
B que lhe <leu orirrern. 
4rt 32. O crédito tributário 
regularmente conGtituido sómente se 
rnoáiHoa ou se cxsinguo ou ter:i o i:;us 
ex8gibiUdnde suGp:?nen ou lixcluida 
no3caso expressamente previsto neste 
0ódlgo. obedflcldos oe proocitos bá 
glaos no códlgio tributário NBcional 
fora cios quaia não µodem i;er dispen 
flf,dns sub pena de responsebilidade 
funcional ze forma da lei a sun efett 
vação ou as !?tispecavas gm:untias, 
Seção I 
Da Constituição de Crédióo Tflibutúr!o 
Subse()50 1 
Oo Lançamento 
Art. 33 Co pene pr!vatJvarnen 
te á. &uto11iderl admf istrntlv com~ 
ti/uir o crédito zrbuúrio pele lança 
mento, assim entendido o 13rooetH 
mento admfnist?sHvo quo tem por 
cbjGlivo: • 	A • 	• 
]. ver!?lesr g ocorrência de fa 
to geado da obrigeçfo correspon 
Jente: 	_ . 
i li dsteriar a matérie t ibu 
j ttvel; 	. 
l III- calcuis o mun!ante 4o ti 
I bu o devido: 
] lv Idani!iear o sujeito passivo.: 
l v- p:opor, r.t-nd.o o ~aso, a cpU 
l csção da psnz]idade cabível. 
1 Pa:égr""·fo único. A ::t!v!da.de 
administrativa do laçaroento é vi 
culada e obrigatória, sob pena de 
:'2ciPOu,.) bHldí... C0 f!..L.ClôD.?.l. 
Ar1.'34 - O lançamento repor 
ta-se á date da ocorzneia do fato 
III os administradores de bens de 
terceiros, pelos tributoo devidos por estes; 
• IV o invental'innte, polos tributos de 
vidos pelo espólio; . . . 
V o sindico e o comissário, pelos tri 
butos devidos pela massa falid:i ou pelo eou 
cordatário1 	. 
VI os tabeliõee eooriYiies o demais 
sanentnários ds offci
1
0 pelos tributos devi 
do, sobre os ntos prnticudo& por eleF ou pe 
ranto ele, em rozão do seu ofício; 
Vll os sócios, no caso de liquidação 
da tBticdado de possoos. . 
Parágrt:fo único, O disposto neste ur 
tigo só so apliea, em ~atemn de penalidades 
;)s de caráter moratório 
Art, 26 São pessoalmente respo~sá 
veis pelo, tréditOs correspondentes a obr_,ga 
,õe1 tributárias rosultuntes de o_ton pr~t1ca 
dos com excesso de poderes ou infração da 
lei centnto aecial ou esfotntos: 
I aa p,rnsoas r2f0titfaa no arH 
go ant?zior; 
II os mandatárioz, prepostos e 
empregaôoi-; 
III oa dtretore , gerentes ou 
reJ)resentanter. de pe6su ·s juridicae; 
de dtle1to privddo._ 
SUBSEÇAO Iil 
DA R~SPON.S 'iRl_LID! DE POR 
rKFRAÇOBS 
Art. 27 - Salvo os cas~o ex 
presamente ressalvados em lei, _ 
responRabilidade por rnfr~çoes a rn 
gtslaçáo tributária do Município ide 
pende de intenção do agente ou 1o 
ge 'ador da obrJgnçilo e rege·se pela 
le! ento vigente, ainda que poster! 
ormente modilleuda ou revogada. 
Pnrà rafo único. Aplfoa-ao ao 
lançamento u legislação que, poste 
riormento ocorrência do fato gera 
dor de obrigaçllo trlbutárln, tenha 
l 
lni!IH11í<lo 1.1ovoR crH6 los de apur Ql!o 
ou prooessos ?e fisellznçáo, amptia 
do os poder<?s do ín.r r;tlgaçtlo dus 
uutoridaàes adrnlrJstraUvuG, ou oator 
ge do ao crédito matored gatuntias 
ou prfvll0gfoo, exceto, nert~ úHimo 
uai10 para o efeito de utrtbulr rN1 
p~noab!lidade tributário.. a tercel::-oe. 
Art 35 O laoçamonto compi.'Crn 
do no oeguioies mocJallàudcr.: 
1 Lonç1:1mento direto, quut'.!do suo 
inic!atlvn corupt"•tlr à Fnzeoda Muoicl 
• pul, rrnndo o t, u&mo 1Jroo~•diào com 
1 bas~ nos dndoo GIJUVü.dOEJ dirdsmen 
te pela 11ep:Htlçuo found!lrlu junto 
ao eoutrlbuiute ou reGponst.. vel ou a 
torcotros que disponha. dlli.,sca dadoo: 
11 Lancum0ntm por llomolog,aQão: 
quando a !Ggiillação ah'lbulr ac sujel 
to passivo o dever de antecipar o pa 
gamento sem prévio exame da auto 
rida.de fazeudária, onerando se o lan 
c:;.mento pelo r. to c que a refertda 
autoI?tdado, t,omnodo oonhec!meoto <ln. 
ailvldade oi;srrn ex;r1·dtia pelo obriga 
do, expreRsE:mente o homologue: 
lU Lanç::iC'.lento por , declaração; 
quando for efetuado pelo !'isco com 
base na chiolarc.ção do rmjeito paasi 
voou de foroelro, qanndo u.:.1 o~ (lUtro 
ua formuá de legislação trihutária 
presta à autoPidade 
fi,zendària ~nformaçõee s o b l' e 
matéria de fato, lnàispensá vel à sua 
efetivaçfio. 
§ 1.
0 
- À omissãn ou erro do 
lançamento, que !quer que seja a sua 
modaHdade. não ex!me o contribain 
te da obi'l[Jação trtbutáriu, nem de 
qualquer roodo lhe aproveata .. 
$2 O pagamento antecipado 
pelo obrigo.do, !!OS t,-,rmo;i do Inciso 
li det;te artigo, extingue o crédito, 
:-ob condição resolutória eh, ulterior 
i 
JloDologação do lançamento. 
§ 3° Nn hlpàtese do inciso . li 
1 
deste arHg10, não influem sobre a o­ 
bvigs ção ~r:butária qua.iaque11 atos e.o 
terienes à homolog;ação, praNeados 
pelo sujeito paf;oi'!o ou por -acrceiros 
visando à extinção total oa parcial 
do créfü~v; tais atos serüo, porém. 
considerados na apuração do saldo 
porventura devido e, aendo o caao, 
na imposição do penalidnde, ou na 
aun grad□aefio. 
§ 4Q É de 5 {oineo) anos, a con 
bar áa ocorrêovia do foto gen,dor, o 
1 
prazo parn a homologação do lrmça 
rnento a que o refera o ineiGO ll 
dote ar!ge; expr do esse prezo 
sem que a Fazondr. Monicipal eo to 
nhCl. pronm1eiE:.do, constdera-s-e homo 
logl)UO o lançarnentio e deftnitivamen 
1 te oxMEiio o Ci'éciHo, Ei&lvo 00 com 1 
1 
provada a oeorrOneia. de dolo, frrnu 
de ou simulação. 
§ 5° No. hipóti;se do inciso m 
dos~e a!tigo, s l'lefü.cacão da. decla 
1 
ração 190D i~iciativa do própi'io do 
r elai'anne, quando vJse n raduzh." ou 
i a excluir H•ibuto, só será admirnível 
' madlgre compuvução do erro em 
que se fonde, e antes de BocifJcar,o 
r; !8'1Qlat:IE!3tO. 
S ? Os crcs cosidos na dacla 
1açC:.o a que se refere o inciso III deis 
e t:.rtfgo, apu ·a.dos quEirrno do seu 
sxme, serão retiflodc de cficio 
DG!a autoridade aámínistrativs à qual 
competir revisão. 
A.ró. 26 Ao nitera9ões t1 attbsti 
. tuiçõea dcs ltmçamento~ or.igh:rn.te se 
1 
!'Üv faltas através (!::, novos lnnça 
mentcs, saber: 
'l, 
I • l11nc;arnento de ofí lc qua 
do o lançamento rigtal for «t",'' " 
do ou tr vlt:1tll f.e c,fl ·lo pela antrlá4a, "eT 
dmln tatIva, n0s t eguites a o±. ' 
1!1) qtn:v1o não twr presa a [," 
clarasgo, por quem do direito, , " 
forma e nos prazos da legisla%is #;' 
buti'.lrlo; 	·uw 
. l 
b) quando a pessoa legalman " 
obrlguóa, emb,:>rJ. tenha presta o é, i 
olaração nos tt;rmos cl:t. ulin ··• at " 
1 
rior, dolxai, 1!1 ui ndor, no prt.zo l ~ 
1
,
1 
ua forme. du kglr l:lção tribut i:la, t. 
1 
e 
pedido de escJ1:1reclL.unto fotrnuluct., 'ra' 
peln nutoridade ndmlr,istrat vu, reeu 
i;e-Ge u prestá-lo ou nüo o pr ste 11 .. u· 
tíefutórl:.imcnie, u Julzo doquola au :rn; 
tori ade-; 
Ire 
E 
~) CJ'urndn r e• com provnr fuis! ca 
doct.-, nro ou omli-,füo que.o to o qu:il mi.,• 
quer elemento d flnlào oa !e i. 
gielução ~ributáriu o o P.1 o ses', 
do de dt'0l1m.1ção Obl'lgatórlP.: 'dl 
Iça 
d) quando ee o ,mpwvc ornt; JM 
eão ou toc.xattdüo, por parte dia pes 1L 
soa tgalnete obrigada, os casos3 
de Jonçament0 po~ hornoloJaçllo: D 
o) quando se co::nprove açt'ío ifa. 
ou ornl&Gâo do sujeito paszivo ou de±nt 
tercelrc kgnimenêe obrigado, que ~?.t' 
lugar à uplicaçs do pegupiria; fu 
fJ quando se comprove que os 
sujeito peE.iivo, ou terneiro em bene ou 
fiel o daquE•l •. :..gio oom dolo, frM1ce do 
011 cimulsção; 	2o 
g) quando deva ser apreclad!l te. e 
fato não conhecido ou nfio pr1,vudo Wf' 
por ooaslão ao lançamento unt'°r101; l '-'- 
h) quando se comprove que, o d 
no lançamento antertor, ocorreu f.rau.~{.H 
de ou foltu í'uncionul d-: autol'idade, Rc 
que o efetuou, ou omi95i:;o, peta meEJ 1 
ma auforiduàe, cfo nto ou formalttrn le L 
f!e essenciBl; 	lles 
l) no dem4is casos eXre&4s, 
mente de1J!gonào~ neste Gódtgo ou has 
em lei subsequente. 	vr 
11 lançamento aditivo_ quan~o >, 
o Iançumento original 0ons1goar d11e lel 
rença a □enor oonlra o f;aco, endn1e 
corrêocio. de erro de iato em qa l se 
quei dais suas fases àe 11xecução; pi 
I!! lançamento substitutivo as 
quudo, em décorrênci2 e.e em> <!i> :le , 
fato, houver necessidade de aul%do 
çüo do lançarDento orígiD.e!, cuJO• •'O.b: 
defc?itos o invalidam para todos 
05 
:si 
fins de direito. 	O s 
'B a 
me 
174, . 
------------7Ja, 
o 
,_ de 
tça 
{5-nu 
la 
lpe, 
l
·nte. 
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19il!!.i1 
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Tribuna da Fronteirc 
@sss.s, 2;y?5%as 
C. G. C. MF---155l
3
- Tratos 
Registro no Cartório de 
Documentos n.o 35 
e Gr.ífieo: 
Administração e P::irqn 
9
,,
0 
ViEtn-.MS 
Rnn ela P.epública, s/nó;Rl ~ _ 
- SEDE PR . • 
.NOSSO TELEFONE -!
39
•
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110 
Diretor-RedJ tor -Chafa: 
ialdo ereis 
AS5INATUAÁS 
Á11ual (Bela V,ista) --­ 
Demuis Munielpios ---- 
2 eco.e o 
:i,000,00 
1
da Pare!ra 
Fu:tdoc.far: )Vc:i I3 J:i,risten,e de 
Um órgão àa Redi: ,. I.~!a. 
Jor1-i:1r. !ll 
I 
ABRAJO 
Filiado à àDJOB 	. 
- o fJulo e füo 
Represcn!::i_ç:io et::1 Su 'cfculos de Co 
C.:e Janeiro· TABULA • 
ruuni.c:.1çi:o SIC_Ltd.
0
-., _ 5.o Andnr_­ 
Run 7 de Ahril, f·,
15
79 e .256-3402 • 
Conj. 5.J,. Fonss. f o-- 	_ 
S:io Paulo -·-• ... ------~ 
!------

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Estado de Mto Gror • o do Sul - Poéi r lndlolárlo 
Uonarei de. Hela VIvt -- Carl6.r1o .Jo<il l'!l 
ditai dt; citação com prazode20dias 
(O dautor Jon dos Santos 
elltelon! juiz do DIrefto da Vara da 
agre! de Bot Vista Estado de 
Grosso do Sul na torma da 
t
i,, trAZ Aíll.m no,1 q1H• o pruan 
n {[tal virem ou dele eonheef tento 
erem xpedldo nos autos da açio 
o Buprimento de Consentimento 
' }rttal requerida por Rosa Ninfa 
a , ,ueverrlu do GonznJos contl'U tilmlon 
ae {ardo Gozales Rodrigues (Pro0. 
.r1 18/82 que processou perante es 
julzo o Cartório do Oficio quo 
cumprimento e tendendo ao 
to 4Is que dos auto consta pelo pre 
lo te dita! que será flxudo nn so 
nto d('ute julzo o publton&o nn forma 
o fel ffea citado s pesoa de SImi 
ti, li B!ronrdo Uouz>ileu Rodriguez 
iiu1t
1 rll rrspondm: 01:1 termos dn refert 
cu • uçllo, oob pena ele ~e prosseguir 
e u (sue revella. Petição. 
nu mil Sr. Dr. Juiz tle Dlrnlto da Co 
re de Bela VI-t (MS) Rosa Nin 
Ei·heverrla de Goozalc&, brosllci 
.. Bi d 
ousa a, !Jdvt; do lU1·, reoldonte e 
1al h!lltada sHo u. rnn Ur:muoduba; 
la , npto. n!l 121. na cidade o Coroar 
oe- ds S. PauJo-1-J. Pnulo, vla de pro 
ador, mandato Incluso, vem a prs 
ça de V. Exa., re 1p.eitosameute 
lh uerer SUPRIMENTO DE CONSBN 
~es 1ENTO MARITAL oontru Bf>U ma 
asos SIMION BERNAflDO OONZALE$ 
DRIGUEZ. de naofonalidnd._ pnra 
o la. casatlg, profüiaüo ignoraoo, re 
do nte e domio!Hado em paradeiro 
rtJ {lê rto e desconhoctdo, pelos fatos 
unrtsmentos, asalm arHculudos: 
FATOS. 1 - quo a Suplicante 
me u com o roquerirlo Bimton B6r 
ude [o Gonzs[os Rodriguez em data 
6 do outubro do ano de 1954 
do a cidade e comarca d0 Bela Via 
~do lS), Livro 4-B, fls. 08, sob o nº 
rrior; do Reglstro Civil, conforme cer 
que, [o de ca.sumento Inclusa; 2 • qae 
~ya,a_ quarente, com a morte de sua 
dade Rosárla Ecbeverrla, cujo lnven 
mes tramlta por este Juízo e corna.r 
tl!da E Bela Vista, é herdelra legal 
esma, erri parte Ideal de 108 hea 
,esa . , dentro de uma árro. malo11 de 
on has e 8.780 rn2, de terras pastais 
rt1dias, denti·o da posse «Santa 
, munioipfo de Csraool, come.roa 
ela VIsta (MS), conforme se de 
nde dos documentos juntos; 3- 
seu casamento teve curta dura 
..,,o; pois jtl no &oo de 1956. qmrndo 
ivo as !)08!-lUía um ano e nlguns me 
de {e casada, inopinadamente, seu 
ala do tomou paradel?o incerto e 
jus ·nb:do, 0!ilando até os dias atu 
oS 1n lugar desconheci:lo, Duu@e 
o sequer 11 mini: notíc!s; 4 • 
s a requerente, pela morte de 
{le, ocorrido em 23 de janeiro 
74, na qualidade de herdeira du 
---: a, nlmojn supt•fr o consenti 
o oorHal pam r o n. l i Z T 
. 
de s u quinhf:o Ideal na supra 
ça. descrito no !tem 2 desta lnl 
1 5-qut• prov:1rA sobejante a au 
qu se trintenària cu ma 
Pelo depo;meoto peseoal da ro 
Pnte se necessário e testemunhas 
~s lluiio bem conbaoem o fato mi 
1saroento sendo: )Daniel Floren 
1 
o 
.do 
• dife 
mn de 
qual 
T;.Jt n, <la #ronhilra ·.;.;;;. 	_ 
Hno Duui, casado, ele luncJo»âl'1 pú 
blleo Federal aposentado ela lides 
do lo.r; b) Carlos Centorlllo bras, oa 
. findo paomu-, to, o) Aurélia eh ver 
rlu Broe, solte:rn mulor do lar tod s 
116 teetr.munbos r Gldentes e domto1Ua 
das nesta e!dado e Comarea te Bela 
Vhit~ (MS) onde desdo jà comparec 
to em juizo para serem ouvtrlne ln 
dependente ente de qanlquer intl 
IDl!lQ o G) 00 DIRBlTO encontra gun. 
rldu tal pedido de auprfment,o no 
urtigo 251 parágL'&fo óolco item IV 
do oódfgo olvll,; 7 Da Jurleprudênelu 
Suptlmooto De Ounseotlmento Murt 
do ausento Outorga Clo Alvará Des 
oeooseidnde da reserva da nun men 
ção Inteligênela e aplica@ãc do art 
251 parágrafo úfeo n°IV do 06dlgo 
C1lvil IlT/412/182 RT/412/149 Do Pedf. 
do dostorte requer a V.Exa a alta 
Qllo do seu marldo vlo edital confor 
me determinada a lei pr.oc0ssnal cl 
vil em faue poosulr paradair,o dtwco 
l 
nheotdo por quo.ef' trinta anos, para 
contestar v. presente, que:endo om to 
rtoo os aeus termos; b • oltiva do rol 
de testemunha já descriminado, lodo 
pendonécmente de qualquor intima 
çílo, bem oomo protesta por todo ti 
po de pnova ad□ltldo em direito; 
o - No final julgudo procedente o pe 
di<lo do Buprlwunto de ConsenUman 
to Marital, determine a expedição do 
oompe~ente alva vá de Outorga pura 
os fins noqtrnrlàos; d • Do pedido, se 
ja ouvido o M.P. com os documentos 
lnelusos e dando a presente para efei 
~os fiscais, o vAlor mínimo legal, eope 
ra deferimento. Bela Vista 30 de junho 
de 1982 (a) p.p. Sérgio Roberto Pe: 
rond-1 • OAB-MS/2.041-B. DESPACHO 
Cite-se na forma requerida. Praza 20 
dias. B. Vbsta, 01/07/82 (a) Jonas d1Js 
Santos Pellieitmi. Para que nllo se 
alegue tgnoYânoia, foi det1,11mlnaàa a 
expedição do presente edital, com 
prazo de vinte dias, atrav·és do qual 
FIOA CITADO <il referido Simlon Ber 
navdo Gonzalez Rodriguez para eon 
testar o pedido, qaerendo, cujo edl 
tal será publicado na forma da lei 
e afixado no Fórum loeal, no lugar 
de costume. Dano e passada nesta 
cidade e Go□arca de Bala Vtatn, Es 
tado de Ma~o Grosso do Sal, ao prl 
1 
melro dia do mês de julho de ano 
de mil aovecentes e ofhmta e dois. 
Eu, Pedro Verg.flio da Silva, Escrivão 
Judicial; o datilografei. 
Dl'. Jonas dos Santos PelUelont 
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Dia 17 • Sá.bndo. 
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Dr, Pedro Pedrosiun, com presençw de Autoridades Brasileiras e Paragutyas, hasteamen. 
•• iio Pn~rlhilo Nucionnl, Eund11ol, l'.tunicipnl o Pnvilhílo do Puraguay. 
Uu,o - Visitn ao Pnrque. 
!%100 - Almoço com Auroricludea rtn Clube do I,nço. 	. . 
. 13:oo -. Aher1urn do torneio lnrernn<"lonul do Laço com hnetenme,,lo doa Pnv1Hwes, 
dupuuu JM!ln foro do Ouro, 'fn911 de Pr111n e Cnmprão Individual. . 
19:oo - Inicio do grande odeio Regional, com Tourvendas e Shows rnu,ioa,s, 
. :Z2:oo • Dnllo Bocinl de Aherrurll dn 11 u F.xpobrl, no Clube do Lnço, ooimodo pelo 
eonjunto 'Zodle", 
22:oo • Dnile Populor de Ahcrtur.n da 11,n Expobel, nu Bortucu du Pronuv, 1rnimttdo 
pelo conjnntu "Blnek Show", 
Dia 18 • Domingo. 
8:oo - Abertura do Parque e hastemento dos Pavilhão». 
()j3o • Torneio do Lnçr. pnra clnssi!iruçíio dnlJ 5 Equrpoa finnllstn• e lndiviclnul. 
12 oo - Almoço de Confrntemizn~üo 1Jng Equipes de l.nço pnrtioipuntee. 
19 "º . Horlclo Ho~ionnl com TourcodnH e Shows muPicais. 
22 oo • Onile Sncrnl no Club do Laço e Baile popular na barraca dn Pronnv. 
Diu 19 - St"r,andn-Fdro. 
8 3o - Abertura do Porque, 
9 oo - Torneio do Lnço, cloRsi!lcu~ilo de Equipes e Individual. 
10:00 - Pesagem dos animis inscritos, pura julgnmento. 
12:00 • Almoço no clube do Laço. 
13:30 • Reuoi1lo do Torneio de Lnço. 
19:oo - Jnlcio do Rod~io Hcgional. com tourondua e shows muaicnis. 
22:oo • Balle Social no Clube do Loço e Baile populur na bor.rncu dn Pronnv. 
8:oo - Abertura do Parqu'c. 
9:oo • Final do Luço para disputa da Toça de Ouro Taça de Protn e oampcão 
indlvlduol. 
12:oo • Almoço no Clube do Lnço. 
JS:oo Finnlfseiwn do Laço· 
16:oo • Salto ornamento} da Escola Civil de Pnrnqucrlismo 
19:oo - Provo bipica apresentada pelo 10.o Regimento de Cuvalurfa e Shows do Tou 
readas no recinto do rodeio com portões abertos em comemoração ao aniversario de Bela 
Vi»ta. 
Dln 2o • Terça Feira 
22:oo Baile Soclnl no Clube do Laço 
22 oo • Bailo Social na Barroca da Prouuv 
23 0o • Grande noitada Soelal no Grêmio Pedro Rufino, com apresentação do can 
tor '!Sergio Reia". 
8.oo Abertura do Parque 
9 So Inicio do julgamento de animais inscritos com a presen9a do MiniHro da AB€Z, 
Dr, Mario C ruvinel Botgee, 
• 14 oo Continuação e.lo julgomento 
19:oo - Grandv Rodeio Regional com LOnreadas e Shows musicais, 
22:oo - Concurso de danças folclórioaa no clube do laço. 
1!2:oo - Baile popular na Pronav. 
Dia 21 • Quortu Feira 
Dia 2::! - Quinto • Feira. 
8 oo • Abet'tUra do Parque, 
lo oo - Apresentação do c!lrrossel, pelo 10• regimento de cavalaria 
15 oo - Desfiles dol5 animai~ premindoe. 
19 oo • Grande Rodeio Hegibnal pura cltissificação dos melhores ginetes, Toureadas 
com Show■musicais; 	. 
22 oo - Baile Social no Clube do Laço e Bailo t)Opulor na Pronov, 
Dia 23 • Sexta-Feiro 
8 oo - Abertura do Parque. 
lo oo • Concurso do mini Peão. 
12 oo • Almoço com os Expositores. 
15 oo. Torneio de Polo, participação do clube do laço e lo.o Regimento de cavalaria. 
19 o9 - Grande Rodeio Regional Toureadae e Shows musicais, 
22 oo • Baile .Social no Clube do Laço (Concurso de Polca) e Bile popular na Pronav. 
Diu 24. Sábado. 
8 oo Abertura do Parque. 
10 oo Leilões daR pencae, 
14 oo Pencas 
19 oo Rodeio Regional Com Ginetes cloRsificados, toureadas e Shows musicais. 
22 oo Orando Baile Social de encerramento no Clube do Laço com entrego de 
premios aos -expositores. 
22 00 Doile popular na Borraca da Pronav. 
8 oo Abertura do Parque. 
lo oo Leilões de pencas. 
14 oo Pencas. 
19 oo Finol do. Rodeio Regional, 
%2 oo Entt:.ega dos prêmioF nos melhores 
Lago, e baile na Barraca da l'ronav, 
Dia 25 Domingo. 
ginetes da fiegião, no baile do Clube do 
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st!t:1ada em Cr$ 6 milhões, oUo pro 
e Latentes do que o Programa de 
a;jt.mvtJ!vlmento do Cooperatlvlamo, 
rJudo 1.1u Governo f'edro Pedro11sfan 
--- bojo uma I'fü!lldud0 em Matlo Gros 
S 
o do Sul, estimulando o homem do 
QU}ump» u se ftxa e a pMduzh• mais 
• om 1.1 garnntla de vender seu produto 
or um pr0c,:o justo, 1,rnm a presença. 
1c i11t-1rmedlórlo que foi eliminado 
Criml elo Proj~to GUATAMBlJ . 
,"l Na semana do cooperativismo, 
' "omeruorada z todo o Pais, Mato 
3. Erosso lo ul se posiciona na hon 
osa po@içilo de aev o terceiro Esta 
o onrlf' o setor cooporatlvlstu mais 
e das2volveu no último ano, estru 
j furando u _parte pesquolra, que esta 
ia nr.1:1 mãos do intermedtár&o, ex 
andlndo a bacln leiteira, até então 
ttbandoneda, H dando condições U 
mmcelras, TJécnlcas e gerenoinla pa 
?ador nr11 que novas coopP.rativas fossem 
fimdRdaR ou l'eativadai.,. Hoje, graças 
,a, ~o apoio do Governu Pedro Pedros 
Bion, o Estndo oonta com 41 coope 
~~ · •atlvas em frunoo desenvolvimento. 
- Fazem purte do Programa 
ntegrudo de ,Oosenvolvtmento do 
ooperattvismo em Mato Grosso do 
~ ul - informou o coordenador de Co 
!B v,.perattvismo da Secretaria de Agrl 
euHuru e Pecuárlu, José Margenato-, 
•t"J--e-.iHdades federais e 18 entidades 
.anaistaduats, todss dentro de suas ati 
·ios, dhVidadea eapeeiflc.1s procuranfo um 
objE>tlvo único que é o desenvolvi 
. manto sbcio-eeonômioos do produtor 
nci ilém de pusslbllitai" ao próprio Esta 
n.o s5ào uma arrecad11ção maior em IOM, 
660 
c'□ia sonegação baixa a limites míol 
~ :_mos, não devendo atingir a 10 por 
. eento, <> que não ocorria até 1980, 
,_-quando a participação das ~oopera 
, 4llvas na processo de produção era 
LO JEfimo. 
lsLlJNANDO O ATRAVESADOR 
O s e t o r pesqueiro s ul 
- tatogros~~nse i o i- u m d o e 
flis beneficie.dos com as aÇÕflS 
óllo Governo do Estado, que apoiou 
t 
ocJe.ção ~e brêR cooperativas àe 
ias "ses em Aquidauana, oxim e 
. orumbâ, co!h urna 1,rodução menstll 
,? o 150 toneladas de peixe, meib.o 
ando a codlção de vida e profls 
ional do pesoador que, mHHas vozes 
reduzia par pagar o lnterm0diári0 
oje eliminado. A estruturação da 
eis leiteira oi outro ponto alto 
) 
EL 
,uá 
M 
.6 	T5la a Fio»ir 	H 1 V7a . 1VR 
,, 
• o pe 1 
L 
do programa, fundamentado 11a flloao 
fia do Projeto GUATAMBU, garanth1 
do av produtor a aqnMç:lo de a,ui 
produçlo o dando.lhe condleóes de 
melhorar seu rebanho. 
Além das três C<ioperatlvmi 
de pesca, cuja produção hoj1t abns 
teoe o consumo interno e de outros 
Beta.dos, como Sll.o Paulo e t1inar.. a 
fundaç!lo da Ooop0rsttvn Central de 
LeUe do l'.:leto Groeoo do Snl OCLMS, 
hoje prlorUárla do latlafnto de Cam 
po Grande, Dourados e Eldorado, foi 
fuodamental pata aumentar a prod1:1 
çílo, é.te entno inslgnlfümnte, pora 
60 rnll lUtoo/dla. Estimulou ao tam 
bém, a organlzaQllo doe produtoraB 
de cana de ugúer de Navirsf e 
Aquldauona, o da agrolndáslrla, fun 
dando e estruturando cooperativas 
em Camnpun, Nova Andradlna Igua 
temi Q Eldoràào. 
l'foja oltenfla J)Or cento da raoja 
silo produzidas pelas eooperatlvae, 
totafüzmnda mata de 760 mil t.onela 
das/ano, sem contar outras 0Hltura11 
como o algodão, que hoje tem 60 
por cento de sua ooIDoreiallzação 
por conta do setor -com 2,6 milhões 
de anobae aoreooentou o agrônomo 
José Margena1o, responoavel pela 
estruturaQfio do cooperativismo sul 
mat0grossense. ''Além do controle 
hoje da prod.nQão", expllnoa o dlrl 
gente, ''as cooperativas distribuem 
tnsumos modernos e de qualidade 
aos produtores, afa.stando os da expio 
ração a que eram vit'mas". 
PRODUÇÃO 
No seto agroindustrial, três mil 
produtores de treze coopepatlvas 
hoje são responAáveis por 6,6 
tonela dns/ ano de algodão pluma; 
22 m i 1 d ú Cl 1 a s/d l a d e 
0vos; 25 mil kg/dia de farinha de 
mandl()oa; 60 mil lltroe/dl8 de leite 
pasteurizado; 3 mil kg/~ta de produ 
ios lácteos; além da previsão de u­ 
ma produção de 150 mil litros/àta 
de derivados dt, Mcool a partir do 
pilóximo ano. Na área de produção 
agropecuária, também treze coopera 
Uvas, com selEl mil sôelos, já oontre 
Iam as produQão de soja, trigo, ar 
roz, leite, algodão em caroço, peixe. 
feijão, milho e amendoim. Olneo co 
operativas de eletrilf g&ção ru1:.1al, 
aom 1.500 cooperad@s, Implantaram 
2.600 qnllômehos de rede. 
Ger.ea de oUo ~ilhões de cru 
zell:'os foram lnve,ntàes na. executão 
dos principais projetos e programas 
- beneficiando I7 mil pequenos pro 
1 
àotores de leite, pesea, algodão 
gl!l.'íos, álcool, e farinha de mar.idtoea. 
nlém da eletrlfioa9ão rural. «O Pro' 
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"Elegância a cada passo 
Está tr&zen:lo uma mod& alegre e I3ontta. na1 eôres e 
nos modelos para se lllentlftear eom Tod 
IARIIIELLI 
A 
IIITIQUE 
jato OUATA 1BU, com seus objrtlv s 
totalmente vol:ndoa no bomon do 
oampo, e si á l'I r •ln d de 
base spoto âe 41 cooptrnUvaa e n 
trvldades no Estado prfn-ctpalmento 
nos setores do assistênela técnica 
Crédito rural treina ento parn for-­ 
mago de mão.de-obra e nuletêncl, 
eooial, disse o coordan dor de assfs 
tência no cooperativismo. 
O Gu1:1tnmbu criado pele go 
vnnaclor Psbro P drosslnn deu o 
suporte nece0eárto para a estrutura 
ço no setor cooperativista de MS 
Uma grande festa com trio elé 
trleo; passoata, sbvw de arélstas lo 
calt1 e a presença do Presidente Ia 
clonai da PMOB, Deputado Ulisses 
Guimarães, mareou a ConvenQão Re 
glonal do Partido qne sacudiu a cl 
dade n Câmara Monteipal de Campo 
Grande no úlUmo sã bado. 
Os trabalhos de vota~íl.o s6 
aconteceram após ums. interrupção 
para reunião da Executiva, que cwe1 
dlu a ohapa completa de candidatos 
à AoSJembléia Legislativa. e a Oâma 
re Feiteral. 
No fim da iarEle, enquanto ar 
tistas tazis um show do lado de lo 
ra da Câmara, a11unolava-s0 a chapa 
completo com o lider do PMDB no 
DP. Dali o Ooe-ta 
Contador C R O M 854 
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que até a p o 
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d a 1ccntro às nect" ho 
me do cm npo. O 100 o h.o 
je ó um realidade q o 
b oa prtnolµ l.n nt , o 
o grande celeiro a, s.a 
eonsolldação eeeó. ive. 
aflrmnção de quo  gru 
pal é ald de que ter 
em ato Groaso do eu xc 
pio mals legltlmo. 
Leg!+lativo, D3putdo 8erglo CrUz 
e~indo candii1ato à Câmnra Federai. 
Uller-es Oulmr.rües ao lado d(i 
Wilson Barbosa Matine, Ramez 'Tebet 
11endee Cannle e Mnrcelo .... tmndu, 
homologados para governador, Vir.e 
e Sen!lrtc,res, f ol parn a rui: onde o 
povo já et!pert1va píllos comla11100. O 
Presidente Nacional do Partlào pediu 
a união de tcdos ressaltando qul-l é 
preciso Urar dos Palâcloa dos Oover 
nos, eo~es inquHinos lndesejfl ,eta. Ao 
final do dit;curao afirmou ainda que 
dlrioilrnente o PMDB perderá estas 
elefçges, mesmo que o governo Fede 
ral use de suas tradtelonala nrtlmc 
nbas para continuar I.!lajorHàrlo. 
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Carlos, ftho do 09amo DInah Yo 
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Joo d cabaça o mão. No tdt,u o onpoi ,~ 
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MUITO ELOGIADA 
a doooracno da lgrtija. qut, ttolrn to 
dos os arranja eu pavoarel, ssir 
oomo o altas em detalhas branco e 
votmE"lhu. 
APÓS A BONITA 
Cerlmônl11, íl.r>trnlbe n LuJz CnT 
los, rooopcton-i.•,tm aJUli eC1nvit!nrlor 
na reoldênci,l d<~ Hmwlhe, com t
1el! 
cioso jamnl' 00,11; ttLmbem chamou 
atenço a deeoçlo do mbiome on 
de aoontoeoa u rouepoao. 
AO CASAL ANFITRIÃO 
NnlaHc!o e FronclHcn, pnra be 
nlzsmo9, p.-1lu ngradáv1 l reunião. 
AO JOVEM CASAL 
LuIs Csrlos e Ruf>Pll..1t:i des(·ju 
mos felicidades n vida que orna 1i 
ciam. 
ALCETJ 
filho de Heitor Tonea Sanches o Es 
ther, no dfa 3 pp. oasou-ae com Ivo 
ne, fllhe. de 'l'olenUno e Live.·clm 
Arantes, E>m cerlruônlu reaUz!ida nn 
Oat6dral 1-óC>oEropoUtaw.1 do S. Joaé, 
em Campo Grti.nde. Vat diqul oa nos 
soa votos de muito amor e ale!Zl'hl 
para o Alceu e Ivone. 	~ 
A IGREJA S. JUDXS TADEU 
em Campo Grnnd'e no dl~ 10 pp., fot 
paleu de uma b0n!ta cerimou!a, on 
do realizou.ge o lace du Dalv 
(nossa colunfota ecctal do jornal Cor 
rttio Jurdln':3n!:l~) füha de rranciaco 
e Sifla Gaedes e dB Carlos, Hlho de 
José e Bal!nc Cuf.ire. A vooea, um 
monmo de felicidades ... 
RECEBI UM ALÔ 
Da minha t1rnlga Telma Lou 
retro, que abrJu um mi;darno Snrn.o 
de beleza, que 1 vo o nome de Re 
rtnéa CabelereJroa, flce. ria Gulerí11 
lJna. Neta, lojs 18 FontJ: 62432-t15 em. 
Umpo Greade. Cab2los, aquilagens 
:.lstéttca Foaial e Oorporal é com 
tefnée Cabelereiros. 
su 	ln· 11 L,tc 
to fü,l,11 1, ' ! , r. M 
1Jo '/u 	lu u <·ll!go, 
l)f) ~, . COLO muH ~ .;l •ltl O!i 
e logo 	o juntar no 
a. ,1.. io . 
1  JlX Vil.LS1Ufü../1'íl DO ·,o l'ARY 
vr. lv , ,;,1 .. tl' Mt·t 
<JU("I O Elllll 1 . (:.r,, Çl>, < X•pri, 
1 !durtti ( a U fz de, ')J808 
elogio pel ora entram. 
NAT"3 
Fnblulto e Forh'tndo, oo dia 8 
pp. fü:emn: auon. 6,•l.'.o pt.lo, Né!lo Dió 
lo e 8onda reuniram alguns amigul 
rhos dos uiversar!antes, para o ira 
dJ•do1rnl Pt-.1•ui>énu l4 Você. A voe •s 
fdlc;dutlt:t,. 
1 
Ft':aIAS 
Pau alguns dia de desenso 
111' dly a. n,,~ .. u qvlda professora 
Cl«de Medelo., que atualmente te 
t,itlo em Dou••5do.J. 
NO nlA 10 PP 
A ft"Kl'tj:t Mi.:trlz de:> Srmto Afon 
1 Rú esteve reµlet de convldodoB P' 
1
. r  M t tirem o nlt CL' d J1,
116 
Mor 
ela, fths de Ub!rufara e GuJornu: 
C pos 6 Edmo.r, filho d ' D ... ICJLf e 
JuH mo God sy. 
JAN MARClA ,. 
ulto llnd m '"u dta, "O 
foi l •v.tla utó o ul a.r p1--Jo1 brr90 
de seu 9ui, lá a sperava elegante o 
j<>vcr.1 noivo.e Ol!I padrinhos dt ambos. 
APÓS A CERIMONI& . 
religiosa, os presentes foram eonvt 
dad s p uarem ao Clube Puroqul 
&l, onde foi aervtdo óellc1loi0 juut· r 
o logo após urn r1ostoso bolo. 
1 AOS ANFITRlÕE~ 
NOliSOG '(Htllbéos pela agrndá 
Vdl reunmo. Ao novo o~eel felioiá11de11 
mil. 
JOSS CERTlLBl 
o Olella SIlva, pnis do Fatia Marta 
e s e b sti ti o e Alexaodrlnu 
Zac.iri o pais rlíl Anbon1o João 
no d'ia 10 pp. reuUzarum uon bonttu 
f 
r~copçüo na Sede isooinl do SoflBt'l.l 
ta BBpor6c Clube, pnra oor.oenrnrarem 
oca 
JoUo. 
m nto de Fntlm11 P 
AfoG:.;o D1lo"1 :.J'unes Leite. Pl'0 1961/1982 a partir de c6 o7 82 a 
1 1
• '+ " • • • 1 d n • V P • 	2 8 G b 
1 
1(1,.0 u1l,.Jt0:}Jd l:l v!:ltti l.,~a. lSS.LU
0 o4 08 82, (Portaria n.o 80/ ? a 
do du '.,!~tu Grosso dt: Sul, Uac.ndo Pref do o7 o7 82), 
da8 tJbgõ. s que ihe confere o '·ADMITIR F'UNCIONARIOS" 
deet'tl~.> L,.1 1.
1,cnt:.:il n.o 5.452/-1~1. de Lucas Ajala. para exl3rcer a 
l.o dtl .'.lt.~o Je 1 943 	funçáo de P1·ofessor na Esuola Muni 
R E 8 O LV E: cipal de l!l Grtio Professor Erasmo 
"COth)EDim FERIAS Medeiros, a partir de 01.06.82, (Por 
REGULAM~lTARES" tM'ia o.o 2!0/82 Gab. Pref.:de 29.07.82) 
A ~uvoiclltl'~t:: Ramona 8an lldo Areco, para exeroep a ftm 
cl.H'8 .,_urqut•!:--, refe}:ente o p::ríodo I çfio de trabalh0do1' Braçnl, na Sec. 
i de 1.981,1982 parti do 2806.82 a j de Viação ,a Obras e Servlçoo Urba 
27.07.82. (?:n+.r·It1 n.o 20918?. Gab. 
1 
nos, Departamento de Servlçcs -Urba 
P:1•et de 29.06.82) 	~, nos a partir de 01.07.82 [Portaria nº 
A Fund..,11~1·la: Emflla Cruz 211182 Gab. ?ref. de 29.06.82] 
Silva, reterent8 o, perbdo de l.981/ Hugo Mancoalho, para exeroor 
1.082, u partir Je ol.07.82 ó. 30.07.82. 1 a função de Trobalhndor Bra~al ns 
(Port'1ri:.1 n.o 222/8g Gb, Pef. de Sec. de Vi11Qã.{1, Obras e Serviços Ur 
RECEBEMOS E AGRADECSMOS 1 7 82) 	• b i;;> t • S 
I 
U b o o . . I anos, uepar ameiho erv1çoa r a 
Oon'llte en.viado pela Oomisf:ão J'.o Faocion(ndo: S.::basfüio Cor no!:l, em 28.06.t>~. {Porto.ria n.o 2í4/82 
de Festas da Capela s. Podro de I rGa. T!ndade, elerets ao período Qub. Pref. de l:!9 07.82) 
Jat
2
f .MS, para 
08 
festejos de se ds 1.981/1.982, s pertirl c6.07.82 à . Clemencia Brites,· para exercer 
padro
3
ho que oi;orreu nos dia.R :.m, o4.o8.82. (Po::-te.ria n.o 228/82 Gab. a fancfio de Vrofessora na Escola Mu 
27 e 29 pp, aendo qua no dia 
29
, Ptt:t de ol -:ô.82). 	ntclpal de 1º Grau São Clemenia; ;i 
noon~eceu 
8 3
-á tradicional quei 'ª A Fuelonár!a: So!ange B!mnet par~tr de Ot.05.82. (P'o11terla n• 281·:~2 
d 	~ Vure~ro, !:for-,:nte ao period{l dA 
I 
Gab. Pref. de 07.07.82) 
o ioguelrã de 7o metros·, cou raja 1.981/1.982, a p~i'tir é:e o6.e,7.82 à ''DEt1lTIR FUNCIONARiO'' 
das de fogos de arHficio. 
o4 08 82, (Porarls n.o 224/82 Gab. Rosa:ie Rossi. pou pedido de 
1 
Pref. de ol.c7.82). 	dispensa, em 20.07.82, (Portaria oº 
Ao [i'uncionát'io. Gevorh:iuo 212/82 Geb. Pref. de 29.07.82) 
Bruaet, re?erente ao período de Rooilda Azce, por p<:sdido de dls 
' 
1.981 1982 à pnrtfr de 06.07.82 a pensa, em 30.06.82., (Per~arin n° 213/82 
o4.o~.82, (Pr•rta~L .. .o.o 229182 Gab. Gab. Prof. de 29 07.82) 
Pref. do o7.oc7.82). • 	flose Iliary Flores Mart>ine.z 
i ~o Pun.c:onóriio: He!'roes Gon pou {JlispenBa sem j::sta cam;ia, em1o. 
çolvo ., referente so período de 07.8.f, [Portsrk, n.o 215/32 Oab. Praf. 
O OELIC!OSO 
Almoço serv do, m 
glos d convidados preso 
dos 'l'ipes de frutl'l st l d, 
IDf'Otavam t! ,.._.PPD, Olld('I t 
fa1t ram dt•Hcloflo no•, hr '• 
u 
O I para cC'rnple r 
churrasco, tudo tsso regado, 
@otch, cerveja e refiger 
APÓS O AL 10Çn 
Fot e.:rvldo gostor,o ,, 
HclorJos dGclnbos seeo11. 
PARAilEN!ZAMO& 
Qg enfHrlÕtB pelos d 
aomPs•e-beb1:-b oaslm como b . 
te Atendimento. 
iA Ir tTl -r A MARIA 
,. Aotonto Jouo dtt. 
ume vid, de mui!o anor o eoi 
s4o Felicidades. 
 
<. 
Se,sio Roberto 
CAUSAS 
Dii.El'FO AGRÁRIO 
mos 
, J ESC:RNóaJO ~~a Áf voro. 
Mase.renh:;s 
CÍVEIS 
INVENTÁ- 
Bels Viste. 
Percndi 
M5 
! 
. 1.,, 
Em 25 <lt! Junho de l !lS2 
,Estnbr lec.-: a t-':rnta tk Valore-e Ir::iobitiárioa, bato da eálculo do lmposto P~e<lial e 
1 
Territorial Urb::.1..0 e dfi oumia providênci s•. 
Aionao l)i!on NuneJ Leite, prefeito Municipal de Belo. Vista, Ilstado de Mato Chos 
so do Sul, usundo _dcs ntri_bui.~õa~ qu~ lhes süo conferidas, tendo em vista o disposto no ar 
1,go .o 171 .da Lei M.unlc1pa1 n.o 72:,/81 da 23 de dezembro de l.98 l 
DE: ü I'? ETA: 
A '1T!GO ].o) fica est_ab~lecid:1 a Pauta de V a.leres Imobiliários do Município de Be 
Ja Vi,tn MS., p,rn1 fios de fixa,::5o do Valor V ~nal, buse de cálculo ,do ImpoHo Predial e Ter 
rltori:ii Urh.:.Hô" 
,
• TE· iU:.NO3 :i:SÃO EDHilOADOS -'CrS - :S0,00m2 
'fipos on Gater.orirui de Construgões: 
; ALTO 	NORMAL 	MÉDIO 
Í 1.ú.JO,00m:t 	800,00□2 	60l>.0Qm2 
.4.aTIGO 2.o) Rcv.)~rmdo o D,~crato II.O 39/81 de 28 de Dezembro de 1981 
P.·efeiu.m ,úuuicipal d.e Helu Viste - - I.S, 25 de janbo de 1082 
Afonso Dilon N unei Leite 
Pr<"foj,-, !11uni6pal 
Cl 
de 30.C6.82) 
Jofi() Rodrfgu.19, por dli, 
sem jus#a causo, o1 10.0682, {i 
ria n.o 216/82 Gab. Pret de J,. 
Hcrmlnlo ~1arth,l r1os S 
por dispensa s+ma justa cs1t». 
io.os.s. (Portegtg v ui@sf;" 
i?ref. de 3o.(,6.82) , ,;. 
Florentina P!e!t«s, por d! " 
oa sem jo9ta cau;J,., 0u1 lo.-06.8! '­ 
taria n? 219/82 Gub. P.!.'d. ol.:.7.i É 
1 
Ge!laa Domingues. po , 
s2 sem justa causa. cr tá8! 
tarie. :'.l' 220/&2 Qab. Pre?. di OH :.~ 
Wanderly Miranda 3cai ". 
p0r Gisp0a8a ser juia e» • 
10 66.82, (Psrtria n· 221/% " 
Pref. de 01.ú7.82). 	t 
Ac foncic,né!'lo: Dor!val 
1 
5antos. po?' p2cHdode dii,veoas.e: -;:; . 
07.82. (PoYrnría oº 227/ &2:de 05.9i ~, 
«DESJGNAí1 1'0-~-os C.-'RGOS ;, .- 
1 
FUNCIONARIOS» 	o 
O Funclouárlo Anastac! 
nal pera exe,cor tango e!',· 
nuo na Sec. de Edüceção e Ct ., • 
i:Junicipel. Dep:;u·tament9 de Er - 
ente e Cultnrn, a partil-' de 0lJ 
(Porlaria uí! 225/82 Gab. f!éÍ 
06.07.82). 	vo 
A fnucioaária: Idellonia 
nhoneo, para t>xeroar o funfl: 
eontínna os 8e,c. de A.drninls~ 
Departamento de Expediente " 
níeação a psrtb· de 01.07.82. lt 
rla n° 226/82 ,Gab. P:ref. ade 6 
"GONCED8R LICENÇA PARA 
'i'AÇÃG" 
• Coneeder 12 [doze) seme" 
Ticença pnra gesta çS o á ff e:ól 
Zenai@e 'Gczáls à per!,,"sé 
à 01.08.82. ;Portsr!3 o
2 
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Pret de 0!.07.82) . d de dr 
Estabelecer a Obrigatot!t1 ª·ctp&I 
j siiigses ±is fie%?i@« 
Estabelece O?_ 4t 
dos recolhimentos das tx8 " 
ais, diretamente os +n%%, 3} 
as Agências ast@beleed4_,$,fã 
dade, F.tr-avéR àe documen ) M 
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