COBERTURA D Belavistão 82 ultima pagin ' . "'• .,. rt •• o lea ó a e )O ª· 'O lu ' ... perár·o De qnem 6 a culpa? Da diretoria, do treinador ou do8 atletas? De quem é u culpa? O Oporár10, lime que C1t-1;h1m brou Bela Vleta no Bt-lavlt!tao de 80 e ~,. apretH•ntando um futebol jovem, ule grce, malicioso, o "futebol dtscotecu" deu um vexame nn Torneio Infelo, nllo com p11reotludo. A toroldu, oe dldgeott'B, a lm prenu - [alada e escrita - perdoou esu QUMêacltt. GruvPs mollvoi- lmpedlrflm ti par'teipaço do «futebol d1scote» no Torneio Inicio. M11s II OPERÁRIO. lnex pltcuvelmente, desrespeitando no só os eu toraedore, ms o publico que pn gou iogre11so domingo passado, a 1mpren u - erlta o falada- que compareceu uo Estádio Muntclpsl, os dirigentes do E8SENTA, time que la fogr contr o Operário - oe dlr .. torea da Liga E!i!)Or tiva e os clt!mal& dlrlgentea das agreml açõee que di<1putam o S.elavlstfio 82. não compareceu ao Estádio e o se justifl O<,tl. Nâo há moUvoe 1>.bD"e. Os dlrlgentes devem sentar na me sa das negocla~ÕPB, o futeiol belavl8ten se é multo grllnctoe p>:tra eebeçae peque DAS v~mo11 penaar rrande, Ullpellando o põbllco. as normas elementares de uma boa convivéncla. afinal ESPORTE é CUL TURA. O Operário. em re1;,elto 110 PÚ BLICO, dt'Te ie expllear. AeredltsmoB que o fHOB, afinal. eetA em jogo o nome •1 a tradlfãO do clube. , ' POBRE PUS, DE IDEIAS E • OE PRINCiPIOS Este cometárlo, é para 01 hei> nons que integram [inegram?] o parti gulndo nllo a aarltlba cto prseidt-nte João que pede a b:1,1rmoola, mle t1 oarttlha doe Ttttdoeoe dos invejosos, lutando entre si e ptoen hndo, cada um, vencer o outro, não no eampo dae ldêlas II do!5 prlncip1os, mas oo !!ampo de luta, onde vale tudo: ofen der, brIg:1r, caluniar. mentir, enganar, dE:turpar. lludlr ~ &eme11r a dlvld.o Inter na. Pobre PDS. que a nivd 11aclona!, até estt1.doal, possui hoens íntegros, eultoe, educsdo!!, leais, mas que a oivel muotelpal parece mais a hidra engollacro prtnciptos e ldétas. Não há ideals de par Sessenta X Obsenaçllo: O Sessenta ganhou oe poo tos porque o Operário, fnexplleavelmente nlo compareceu. da.ndó um vexame, não só i sua ~orclda, mas tamb.etll aos de mate desportistas que compareceram ao estàd10 munlctpal, á lmpr,ensa escrita e falada presente para co brlr a partida e aos demais clebes que participam do Betavl11são Sl, foi um papelão. SESSENTA O tlme de AbrAo Zacarias, de uni tlelp119ão, nllo hl prlaelptos 6Ueos, há os lnteressee particulares, o povo (pobre povo) aeslstP e eomenta oe atos, atitudes e palavras dos ioteguntes do 'PD::i. Po bre PDS. ReImentel, o jorpal pão tem fdeo logla polilf ea partidário. e livre de lnfh, ,acias de grupos 011 de partidos, mHEi en as tenho e dJn:o nunea fiz segredo. Acho qoe e:-té 11a hora de mv.dar, o Brasil Ele moertico ex!ge uma partieipção mals efetiva do povo nse decisões maiores. Não me sentiria tem no melo des&e PDS que briga entre el, qnf' ae dlTlde, e qoe não tem idélas e nem prlr,ctploe. Hâ um tem po para tudo, para plantar e para co lher, para semeai' e para adubar; há um tempo para falar e para ealar. É TEMPO DE FALAR. (IP) Operário forme novo, entrou em cempo no horA rio estipula.do pela LEB, bateu bola. por quase Ylote minutos e depois fel trocar de roupa. Ganharam dole pontol!, mas ff caram chateados pdla ausência do Ope 1 rài:lo. O Hme ào. t;essenta, que j('lgarhl cem o Operàfllo, seria o seguinte: Sérito Zeoa, Edvaldo,Caçepava e Magrlça; Uaniel l e Nado; BeUoho. Alemão, Sldrooio e Othon. Escritório de Advocacia IJr. Pedro Jl()sé Pal.miérl Legalização de TeNat, ln•en:t.Ario, e CSUHI orimioai1 b o n.o 4 (quatro), Quadra n.o 28, ,etor n.o 2 da Kul Gen& ral Soares da Rocha, nesta cidade, medindo dita parte 15.00 metros de frente por 30,0() metros ao1 funios em ambo, os lados, com frente para n. Rua General Soared da Rocha: Lado Direito com o remane1cente do mesmo lote n.o 4; Lado esquer d'o, com o lote n.o 2 da Rua General :Soares da K'Ocba e Fundos, com o remanescente do mesmo lotr n.4, distante 45,oo metros da esquina forma da oom a Rua Eduardo Peixoto devidamente re gisrado sob o n.o ol da Matrícula n.o 3l40, do livro o2, avaliado por (;rS ~50.000,r•o {duzentos e oioqoenc.a mil cruzeiros) valor por quanto .erá le vado à praça. para ser arrematado por quem maior lance der acima da avaliação. Ca&o e ,bem não al oaace fa.,ce superior à importância d1 avaliaçio, desde já fioa designado o di11 :(0l09/82 para a sua: Yenda a quem mais der, sendo a venda feita à Til ta ou mediante fiador idônco pelo prazo de três dias. Do, autos niio cGnsta exitêcia de ôaus bem oome recurso pendente de julgamento. E pa ra que ninguém poua alegar ignorância determl nou o MM. Juiz que ,e expediuc o presente edi tal que será publicado e afixado na furm1 da lei. dado e p111sado nesta cidade de Bela Vüta Esta do de Mato Grouo do Sul aos 05 dias do mês de ju lho do ano de mil novccento, e oitenta e dois Eu Pedro Virgilio da Silva Escrivão Judicial o suhscre vo Jonas dos Santos Pellicioni O Juiz de Direito 1 DR. RICARDO REGO Advogado Inventários Legalização do 'Toas Antonlo J0ao - } ' (ditai da segunda primeira • praça (sJ 5 dia. le/9/$% • Designada para os a.s 2o/ofttM2: li • • J • li• O Dr. Joas do Santos Pellleieni Ia , Direito da única Vara Cirel desta Comarca e Bilia Vi•• B11ado "• Mato Gro110 4o Sul, 11 • (or .. a d■lei. F A z S A I E R a todo, que • pn esse ·ái i·r. os dl@;J,p"".,2;7,7% 1 n(' foram m■rcadu 01 dias lo'o! 2 o O o ,, 13,3 horas para a reallzaçio da_praças da+z nadu 001 aoto, N.o 74/81 de Açio Exacwçao qu• Jrmh• Marini move contra Paulo Jun Y~ao refe rence, 1 01 ben• penhorado■ao, ■uto3 ■cima mca oion■do, abaixo caracterizado,: 1). Parle do lote de terreno urbano deter minado ,oh o n.o lo, da quadra no 4l. setor 8, d■rUll Bacio do Ladário. aula c1d■dc. medindo dlt■parte lo mt, de frente por 3o mts. da frente ■oll fundoa em ambos o lados limitando-se ao Norte, coa o lote de Evilasio Nanes de Miranda ao Sul rom o lote de Gregorio Cniza, ao Lratc com o 'tote de Joio Oouçalve1 e eo l'oent.e com o lote: a rua Dario do Ladàrlo, distante. 80 mt,. da erquina formada rom • rua AlY~rca Cabral. com as seguintes edificações ol prédio em construção de destinação residencial, construção do tijolos cobertura de eternite, assim distribuidas: 2 quar toa, ol ula de vielt ,, um■cozrnha, p1rn1 vetrifi cadot, um banheiro de azuhejo, •ell! "rdaçio de mu ro cm frente à coastruçião, o referido prédio acha ,e em f■ec de acabamento (' obras para!ir.adu, avaliada em Cr$t l.000,000 oo ( um milhão de cru• zeiroa), valor por quanto erí lorado à Praça p_ara ecr arrematado por quem maior lançe der acima da naliÃçilo. Cu1> nio haja licitante desde já fiea desigoado o dia 20/09/8', l l3:3o hora, pa ra a sua venda acudo a venda feita á vista ou mediante flarlo; idôneo pelo prazo de três dias. Do1 Auto• coa•ta que o referido imóvel encontra-se hipotecado em prime1rae espeeial hi poteca, em favor da Cuxa Econom1co. redera!. E para que ninguém poua alegar ignoran eia, determinou o MM, Juiz ,1ur. 1e n:prtlu•e o presenlc edital que será publicado e afixado na forma da lei. Dado e passado nesta cidade de Brla Via ta Estado de Mnto Orouo do Flnl, ao1 16 dlu do mês de agosto do ano de mil novecentos e olten ta e doía eu Pedro VIrgilio da Silva o ,ubacrevo. Jo'oae doa ~anlos P ellioloni O Juiz de Direito .. crit6ric, e a eei dêneia Rua Coronal Pence, na 234 B»la Vista Meto Grosso tio liltl -----------------~· Telefones Delegaela da Policia AAl {Servigo Autónomo o») Prafeilura lihnioip1l C.âm■ra Mwnl, ip1l Ho,pital 51c> Vieute 10.o Re{iroento d• Banco do Brult Bradueo Baneo Fiwaaeial Caiu J:i!MoÕ1Dic11 Fe de energia elélrica sob sua guarda, com o objetivo expresso de diminuir o consumo. E esdarece: 1 . que à Empresa, e !Jo-somente a ela, compele manipular os equipamentos de mediç3o de sua propriedade, sob guarda e responsabilidade do consumidor; 2 • que a a,nstatação, pela Empresa, de alteração efetusda em medidores com o objetivo de burfar o ainsumo. constitui FURTO, o que sujeita o inlralor a sans!o penal e responsabilidade civil para ressarcimento dos prejulzos causados, bem a,mo ao pagamento de energia a,nsumida irregularmente; 3 • que tal ressarcimento de prejulzos à Empresa. lmplica em aplicação da larila vigente na data da constatação da ocorrência. calculados sobre o ma,or consumo havido em época de medição normal, acrescidos de 30% (trinta por cento) sobre o montante, pagos à vista; 4 . que nesse cálculo, também sao incluldos a tributaçao do Imposto únia, e/ou Empn!stirno Compulsório; . 5 • que embora a especialidade da execução de fraude e/cu desvio de eletricidade esteja afeta a pessoas inescrupulosas, não M como eximir o consumidor da respon­ sabilídade porquanto aquele somente realiza o trabalho mcd,anle autorizaç3o e retribuição financeira. Face a esses esclarecimentos, a ENERSUL solicita o aimparecimento imediato. em seu escritório aimercial local, de consumidores que foram iludidos em sua boa-fé. perm,­ tindo a alteração do medidor de energia elétrica por pessoas inescrupulosas. A apresentação espontanea do ainsumidor fará com que a ENERSUL conceda-lhe facilidades no pagamento. , Se. ao aintr.irio, a ENERSUL conslatar a fraude da enerl!)a elétrica através de ,nspeç:lo técnica, o pagamenlo da energia consumida lrregularmemc será feito à vista. acresc,do de 30% (trinta por cento) de multa. uma vez que prevalecerão os efeitos de uma aço legalmente a,nligurada por •crime contra o patrimõnio-. Campo Grande. agosto/setembro de 1.982. Leia e assi1e f l.{l f .• ; 1 l?u 1 ri 1 r • ,·t l o Otl taç o3 o3., o3. 02. :J.o :J •• o3 o3. 3.o 3. ». o 3c 3 o (, 0'3 3 3. o o (J 01 o 3 3 3 3 t 11D ::, o- I'- ~ CI 3 I'- ,:s2 IQ 1) .... C:1 Q.., e, l: 3 o (O - ,uA I! ... -;; :a - ±e .: ... f:I CD ... «) .... C) -« > • CD ft9 a • 3 e.a o e> • s "' c::a E -; -c:,-<11 ... as > o= CIIS - - o ... E €o • o [Jl .. ,torn d Trlhun11 ,,n Frnnt,·lr1t PREFE UR Decreto Bel11 VlstÓ M8, 23 do julho de t.982 Sr. Arõnso DIH,n N'unti!I Lj.-tte P1·a fdto Munfclpsl de Btla Vllütt, R~tado ti f.1to Grosso do ~ui. n11R atrlbutçtJes que JIJ; HM> oonferidnA por Lei ato. DE RETA: Artigo 10 - Noli tNU'lúff dn Lel Mu 111clpel o o 724/81 de 02 de Dezembro de J 981. • Artfgo"4° 'ltl"m lll, t1011 "'llbert,, ~ffi (·r1:cl1to suptt,m"ntar uo lfalor ria C $ .i.0(10.000,00 (Quatl'O Milhõ ~fl dt• e, UZP i 011) a Ser Coni-11gnado ua,i se11n101ell Do taç0 ·s Qrç4me!ó;tas. o3_ AH~· tof11t1·tiçUu P PJáht j1)rot>.oto • o3.o7J 't CÍlfllnlr;triiçllo • '◄ , • , o3.o7'.(i 1 1 • ctmlof-,tri1ção Geral, • : 02.,l Go.blo-erte do Pr~felto :}.ooo 0r~Ríl,Elflti6 Cor.rt•Jll08 ~, • ,.,, 8.18:.! Qütru~' Hbl'Vi~OIJ ti EoOll!I!º 1 •, • 1 • 1 ••• :, 5~oLooooo 1 + 03 Secretla 'de Amlnfwtrçhos+% o3.ol G11blnl-'te do Seoretarlu 3.oocz .Di:,0p13sas Cvrrentt'~ ,. 3 111 P' l C 1 " 2'' .r . r es1:1ou tvJ ·, .. '.. .. .. ,rqq,.oqo,oo 3.132 .Outtba borvlç00 e Eooargot1 • • • f -· • ' ~ ~00:000,00 • >, ') :- o3.o2 Dep-art.o Pesst al 3.ooo Det Admloi,traciio da l'lecelta. o:1 u3 l.)Ppart.o rlE> f'".z.-orta 3.oo" Despesas Corrt•O&E's 3.261 .Juuos da Divida 0on9ratada : ~00.000,06 n.o 10 60.325 Limpe«a públle , 6 eeretris de vwçlo e servlg 1 orbu II0 6 ul Deprt.o do serviços urbanos :J.1100 Artigo 1° o2 para, ooberura do pre,rnnt>' cr~dllo 11up!,-m;ntar fof C·HI o~fa1u A, imvortfrncla de A$ 4.000 000,00 (quutro milhões de cruzeiros) nas wsegin li:!S ls 2 000.000·00 -~ ' Toâ>1I 4.000.000 oo A.rUgn· Ii o 3:o 0 pre»ente' 'deoreto entrara. t-ervtços . .e. Eaoargs l 1 «5u!+260.000,00 08 42 ED$1no de J.o Grau . ol:l.4_2.188 Easto Regglr.' / o4,q:2 Ce_parl 0 de Eo~ino da lo 2.o Grau 3 oclo Despesas COl't'e 1 nt'ts·'·• • 1 J.rnt Remuueraçllo de Servlçoi, Pessoais. % ss..e» i 13,75 SbÚ!!e. 13.75.428 AsslstêocJa Médica Sanlhfrfa 05 Secrst!'.lrla de Saúde e Ass1steocia Soeal, ». ea ' 05.ol •Départ. de 1:rn'úd('! 3.ooo desp,,zus -torrent~ti 3.lll pe&soal cl vll lo, ha)lihwão e urbanismo. lo.6~ serviços cte uttl-id6des 1 CulturJ. LA Sl • loo.000,00 1 públicas ' Comissão Perm11e1te de Licit o l m da de Prtçts n.o 0001/82 Objeto: Conserto " reforma gerai 'tóll<' Lluo prt·e1denl~ da. cumlst- o Od'i.M.n Arpe Silva- membro da ou IDlfhÜO Evu FlorljnHoo Fernandes- mt>mD.ro ds Cmisso p e 9 SJE EXE· P 20,00 l !! l 111 'OI 1 ,, sr {' 1 .... I ._. J ~ ~. ,, • 1 ,._ ~ tr .. . . n A operliçâo Mcbra-1/Actso.--· coordti A prngramação elabora'sfuri,:os ·estão· sendo do em vista us necel)s!dades da comun1 lntr grudo~, e para ta rito 011 órgãoi; lo cate dade,,. . . c,>rno. Prl:'f-·Hma, Mun1cipnl, L.B.A, Secre . , O objetivo deste trabalho é pro lllí'Íll de Educnção, Empaer, Sucaw. Rotary, Ma- porcionár' assistêcle o h@miem, obser 'çootitt1; Re'c1'iffü l<'t'óeraih <.J1ntório do 2.o • , 1 vnodo i;;Ü~s nt>ces~idades e a.n11elos e PJlçilo ,r• Qel,-,gaq~~ Reglooi,l do Trab1:1. propondo 11-s solu~õ2s possivats de Sól:'em lhú 'es~~o dH-ndo to_t-} ,éul11_6o'ração: • 1 1 mlnti:niztdas, m11s com propó➔Ho prlncf Et;t.-,--operc1-çao_.co~ta aincfa com a 1-pal.d~ aue a comunidade co!Rbore e cc,n par~lc-Jp,,ção atlv~ .no_s unlvtorsitárlos do t!nue desenvolvendo ou buscando respos E±EEz"== de trab&lh?~ _serão_: 8a~n.las são Clem9nte • l(•~ B:; no dh;trito i'fossa St>nhora de Fàtima Es cola .:-ão G_ertlldo No !j!:!lrro Agull Doce 1 'TT'_ íl~ e E:-1cola Clovl':l Ml'lrce~ino de Oliveira , U U@ atendendo os Bairros S 0rradinho e Cun cha. '' ..... ' i 1 ·~ 1 • 1 ·J. _, 1 I .,: oca .. •• ~U' ar6s; • •• •:• •: •) • ,r ''T'}. & "l.: J - , t, , I 1 ~, l ~li'' • ,., "COI MA N TE E A GENTE!" o·. 'Blnanctal está apto i:!solver a seus problemas - converse com gerente ' No Financial tudo é resolvido na hora .., O Banco que eonhece a nossa terra está traô>1lht1ndo po1· Ma~ Grogsc, do Sal. Tome uma atitude intelJgante: Abra uma conta no Financial 1....:.;.;·~-:;;:-:;:;:-:==:::;..:;;.~•:;r.• :..l•=· .. aãõ ..... ai .:.,_,:_ _ _;___......âãia~ 1' FE ,nt: d' 1) ;ae f6{ ;e I'T .m 31 0 ... Grémio llio, a máquina, dá exi ição e J No faltou ritmo de jogo, no fal toa raça nem oportunidades. ma, faltou esquema Mtfoo ao tltUe do Ca9ll ., Peeca P • r a t • r m I o a r a partlde em condleõe11 melbor&1. O Gr6mlo, em alguns instantes, permitiu o Caça um mdbor domfolo do jogo, mue 1110 era parente, quando la u frente o time de Cfl.acto cb.,gava 111A com fucllldade ao gol de Afonso Mlirlo. Fez t1tlt1 ~ pode ria tar fetto dez ou doze, O Caça não meroo-,u t'Pso resultado - 6:x t . Dão eó pe lo espírito de luta, ma sobretudo, pelo que mostrou durantP. "lgunll minutos. prrn etpulm ante no 2 tetnpo. Pote-se também dizer que o golel ro ao voçu não estavia "no seu dia", dei xou pasar algumus bolas tacels, e u de fatia não se fechava quando os perigo llOB e veloZPs atacantes do GremI0 tnva dlam a âtEHI. Put· oulro Jado, 11 óefeaa. do Oremfo Uotão P.stE>v~ Impecável com ~ t dlnto e Wtlsua soberanos na Are a e Jgando por mú,don. No melo campo, Ba tista, Cabinha e SIIvérlo jogavum sôzl nho~. pois. toexplicu-vt,lmeote, o tlme de Josio uúo guareclu o setor, valendo upeua1 o edorco de N11oeu. O Caça .., Pf'ilCB, demonstrando u­ ma raça iacrfvel, jogou do iguel para 1,iu11l saoar o lime d1t Raul, o que, coo venhamos, pó os vinte minuto de par Uda, no15 pareceu SemerArlo. Faltou ao tlme do Caçu e Pesca mslhor f'etrntura çilo tAttoa ~ mais algumM defloléncla11 técnicas, no st"tor defensivo. setor este que é o caloaohar ae A gulles do ttme. JA o Oremlo União mostrou porque ga nhou o tiLulJ do 1'ornelo lnío)o, bttm ort etado, com uma zaga forte, um meio campo produttvo e um ataque veloz. sempre se revezapdo, explorando s pontas e com jogadora!'.! que chutam mui to bem. - A estratégia usada paio Gremio, msts c1ma vez. provou ser a certa, colo cando Afrâolo no miolo da zaga, soltan do Cabanh11 e Silvério para coordenr as jogadas de ataque, o time joga por música e nowlna qu11nd,o quer e co mo qalser. Os gols sairiam fáceis, mas o ra.:lnltado, slntJeramente. não eapelhc,u reulaente a luta e garra do tte de do i-lno. O f'laço, e Pesca oafu, mas caiu de. pé, lutando e mostrando que fatf boi é tambem ooragt-m e dddlcação. OS GOLS Aos 2 minutos, Batista, de fora da área, manda vm tirimbaço que pega Ma rin desprt-veo1ao. OremiP;, lx0. 1 · Aos 3U minutos. Prado, Iivrg-se de eu marcador e busc!3. a llnhu de fut do Cruza para li área e deu sorte. a bola val ao gol A é o 2.'. Gremlo 2x0. Aos 84. M,ro. no rebote. diminui, gol do Caça: Grem1o 2 x Cça !. Aos 36 m, TeófUo, falhou a defesa do Caça, entra solto e faz ó 3.º. Gtê mio x 3xl. Aos 17 m do segundo tempo, Juee . l!no avança pela àireua. deu uw presen te para Soares que marea o quarto gc 1 do G,rêmio• 4xl.. Aos 20, Teórtlo, nov,a,mente, rece be de SIlrérlo e toca de leve para o fundo das redes: Gralo 5xl. Nos 25 8llvérlo fez t11do, driblou, deu de calcanhar, toeo11 • ,e ltTe ea&re gou para Cabanba fazer • 1e11: Grêr:alo Gxl. Oe lnetaate1 finais da partida moa trarem o Caça tentando fazer o eegando gol ainda mais afob11d0, faltando um obutarlor. O tlrue melhorou com a entra da de Marinho, mas não fol o sufJolento para Hfrentar 8 Máquina. Lógico que 6xl não dtilxa margen~ para duvidar do polenclttl do· Orêmlo, mas o resultado foi Ingrato para o l.lma de Jostao que lutou os 90 minutos e caiu de pé. O Grêmlo lnlilou o Belavtstão com forca total, em dlrecão ao lltulo. ,Jogo: Gremlo União 6x Caça e Pesca 1 Local: Otà vlo Fontoura Data: 22/8182 Arbitro: lves de Oliveira Brlto - re gulttr atuaçã(. Deixou de marcar dois penultis, um eontra o ChQB e out.ro contra o Gremlo. Não lnfloenctou no re saltado. O jogo na parte dleotpllnar fol tranquilo. au:,rllfade por U 111 e e• e Joaolr, este com a]gamae falhas, mas não eomprometeo, Renda: 15.000,00 • c,cnslderada fraca. • Gols: Prado, Batista, Soares, Oa banha e Teófilo (2) para o Gremlo e MIro para o Caça e Peca. r QUADROS Gremto união - Câoclo, Jaoelino (Wiildemtr), Wilson. Atrâoio e NIco; Ra tista e Cabanha; Pr~do, Silvério, Soare6 o 'Teófilo (farlo Serglo). Caça e Pesca - Afonao Maria, Or l1:1ndo, João e Torree;· Nfloeu e Ltco. Jatme (João Ca12agrande), Cebolinha, Miro, Batah1. e Geraldo (Marinho). OS MELHORHS Afrsnlo, WJlson. nt tista, Sllverlo, . . Cabanha e Tt of!lo, no Gremlo Uni.to e Escritório de AJ1voc1cia Sergio Roberto Perondi CAUS!S CÍVEIS DIREITO AGRÁRIO INVENTÁ- RIOS ESCRITólUO Pr.aça Álnro. ' .Masoarenb8' Bela Viste 1 us • Orlando, NIleou, Cebellth, Etata, Mdgy rl1.1ho e Miro, no Caqa e l'e11cc. 3ele ?er 99te No final do campeonato TRlBU =•• NA DA FRONTEIRA dará uma me l111:1. dalha ao atleta que mais se destu an car em sua poelção. 1• • ol GOLEIRO 10m Cânclo (Grem10} 8 pontos foã A. Main (Caça) 3 » » Z!OUEIRO aol Orlantlo (Caça) 7 pontos ,or Juticellno (Gremlo) 6 > > •açt CENTRAL ne Atranlo (Gre mio) 9 pontos ' 0 João (Caça) 9 » , pro lo, QUARTO ZAGUElRO l11s Wllsen t 6x-emlo) 8 pontos Torre9 (Caça) · 6 » > LATERAL ESQUERDO Nico (Gremlo) 6 ponto11 la Llco { Caça) 4 » » ,nt VOLANTE 101 Batista l Gremio) 7 pontos a Ntlceu (Caça) 5 » >» PONTA DIREITA Prado (Gremto) Jaime (Caça) MEIA DIREITA Cabanha {Uremto) Cebolinha (Caça) Gentro Avante Snares (Gremlo) • Iro (Caça) Mel& Esquerda $llvérlo (Sremlo) 8 pontos Batata (Caça) 6pontos Ponta Esquerda Teofllo (filremlo) 8 pontos ,a Geraldo (Marinho) Caça 6e7 po.atos Artilheiros do Csmpeanato Tribuna da Fronteira dsrâ JJID troféu - ao ArtIIhelro do Campeonato. 1, Teófilo (Gremlo União) 2 gol 2.o Pradn,Batista,Soaree e CabanbB (Grem!o União) d Miro (Oafa 1 gol Golelros Menos V&zado8 Lo Canelo (Gremto União) 1 6 go} 2.0 Afonso Marin (Caga) go 101 8 pontos 1ue 6 » > 101 e u, 8 ponto4 Ili 6 • > ,r, r 7 pontos to1 ó pontos is