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A Cr.pll.11 do Rio Gr;;:1dc do Xortc ~ctlJc.,u, 
há pouco tempo, o XVI Congrc,!J de Pn­ 
fessores de Ensino Médio do ilrasil. Foi uma 
reunião impor~nc, u quJ ocorrcr.lm 3200 pro· 
Escreve Pedro rcdrt'lr:i 
Dia 20 de fevereiro de 107:l. Em o inicio 
da escalada. O "chc!e" tem manln ele arquivo. 
Tem também a mania de escrever diários e 
progromnr objetivos. Mas nõ.o gosta do !es­ 
tas (isto qunndo ele tem n obriga~ào de reall• 
ro-las), mns ncls, nqul na Rcdn~o. conheee­ 
mos o eu jeito, as suas manias e os defeitos 
(cheta núo tem virtudes). 
Nos arquivos da TF tem um "livro ver­ 
de", nll cst!io registradas as conquistas, os 
d.esn!lor, os "pepinos". ns metJs e os propcl· 
sitos tia necte Dclnvlstense. J,'! colsn multo da 
secreta. Apenns n D. Esteln e C' Gilson sr.bem 
das "Ioucur" do hom3m. Süo loucurns que 
ccnstrocm. Tlpo dcssn que o Firmino ele Dar­ 
rr.s, c1c O ,10RNAL DE BONITO. m,mdou. nn 
ultlma edtçllo: "vumos criar -o JORNAL I)A 
BOJJOQUENA. Vocô topo? O homem nlio dis­ 
se ruido, ,apenas sorrlú e mandou o rcc:i.do 
paro. o Firmino "segure os pepinos, drible os 
chatos que gostam de cobrar contas e mela 
os.oeltos, .o JORNAL DA BODCQUENA já e- 
ldS!E:!'..:-' .. PÜo,matér!os", • 
~'ô "llvro verde" está escrito, "é. precl­ 
o p0laborar pra o desperar do homem. Es­ 
ta é ,nossa mlssüo. . . nossa meta, o nosso 
P!'QP,ós~to maior". Está escrito - também "a 
nossa atuação na imprensa é de vital lmpor­ 
tfmctn. '?-."uncn devemos nos esquece? disso. 
Temcs, uma responsabilidade histórica e a­ 
lém .do .111nls ht1 a quesUto do Kamia". Essos 
pol~'l'tl.$ !~mm prorerldas. em 197il, 
:-fiãrji entender. n ·co.mÍnhada do Jorat e 
! c~~Quente crl.4çi10 dos outros Jornais. da 
"'e~11 .- .Porto. Murtlnho - Jnrdlm - Bonlto 
- A'!)tonlo João. - Gulà Lopes da 'Laguna :? 
ngQ_rQ,o . .Jornnl de Bodoquenn - é preciso 
ccl}hecer o .homem, m!slurn de at)o e demô- 
nio, . 
Nilo 'ldÍanta se !alar nas resnonsab!lldn­ 
des l11erentcs no Jornalismo, Nem- se falar na 
cria<:l;lo da empresa. Rã. ala-o de má!PCO nas n­ 
tlvld:ides dos Jornnls Interioranos. ~ coi~ d:? 
b1;1'"'· Jom:il no Interior não dá. Jornal no 
In,erlor 6 deficitário. Enl.ão porqua criar 
mnls Jornais? A resposta é prá doido ficar 
nlnde ruais pinel. 
r1.---:- -;- - . -· - .- - 
Eu nasci de uma con.sciéncb C:str::m'!Uh­ 
da por preconceitos, tnroda prá ·se livrar~ d:lS 
telss de aranha presas no mundo d:is idéias 
Sou a I'cspostJ. nos gritos de um::i lntell~.!n­ 
cln:- ;1"crp.mta. e des.'l!Jo de uma 6pocn. Con­ 
trc.d1(;!!0 ~e si Il;eSlJ1'1. Q penso, 101;0 e.>:lsto, 
pata mir:i n5o e nxlom:i e muito menos ::úlr­ 
mn.ç:,9 cnrlcs!~n" de uma tcori:.1.. NU:nc::i po­ 
de.,;Ja existtr e existo; n minh:i. camlnh.:idll ~ 
che!n .de espjnhcs e :io mesmo trmno um; 
passarel::i chn!n d,: ros:is e perfumes, - 
Na.busca incessante do encontro do Eu com nl 
go ~perior, :is vezes rn~ perco nn camii,J1nd.1 ,:i 
retorno :,o ponto de p:u-tid!t. Estou scmnre bri­ 
g:-..indo comigo mesmo. As vezes procuro ecre­ 
nar um::i peça teatral e me perco novamente, ao 
ver que_ os }X'rsonagens mudam no s:ibor dos 
:-c:::mt<:c-uncn!os. 
N'[!o _procuro sc.r melhor n~:n µ:ar, p:-O• 
que seu 1nsuport!S: vele 1 odos me detestam1. 
curo opcn.is ser difernte. Hi dias aue des. 
!i:o cl:1nro,o C' todos me querem;· h: d,; 
No ter}:o rescstas. Tenho ergnntas 
E::it: :ln,,:a oc• m~ explicar . ..; a :i.n.,,i.:J. cl., 1 ,l 
espírito indômito que tolos os clJ'.b ,x) rC,'10 . 
cm busca de noves pensarnentas, sempre em: 
ousca do Santo Graal, talvez nisso stia a 
mi2ha fra, minha otade de lutar, a mi­ 
nl4 sina de ser, s .. n1pr0. {otios o~ t11.1s. ::-. TRI­ 
'BPX. 1'.:  'fRCNT!?IRJ 
Carta· 
... 
a 
O veterano e experimentado poUtico, Jos.: 
Joaquim Ferreira Souto, secretário do Diretó­ 
rio Municipal do PDS, em vibrante êorta ;, Re­ 
dação, fala a respeito das eleiçõês_ dr, 1:'. '5:J. di­ 
retora da C.1mara Municipal e comenta a "trai­ 
çiio" de Ivan Marques o Claudionor Rodrigues. 
"ao partido e nos ccmpanhcircs". 
Para o conhecido Jota Jota "Ivan e Clau­ 
dlonor tralrrun e tslüo sujeitos as punições di­ 
tadas pela Lei". 
Em cuna carta Jota Jota diz que "consum::i­ 
do o ato lesivo ao PartidÔ por· iníantil l.J?vian-· 
d ode. de elementos que nào souberam valor!wr 
Redacão 
) 
e e 
fisiona! do magistéro, tl.Js qu.,;; 1800 n:i e-o::• 
diçJo de d<•lrt;~do1 e: c·,'.h:doJ y,da:i rntlcfod.; 
do pro!c=r~:lo < m <li!crc:1'.cs E:t.-:dol b, .. - 
ilciros, O Congresso aproou uma extensa pAu- 
p3 votos receb!do3, tr:1lr:i:n tn:nbé:n n con$dên­ 
ti:i daqueles que c!ep.:i;;itaram-lhel os votos de 
confiança, julg:indo o~ home!'..!! e'.! bem, sem 
que n Corr.lssiio Exc.cuth·:i opin:,..:;c:.c pela puni­ 
ção dos infratores e<>m n e,·~' açã.o éos seus man.­ 
datos como impõe a L'.!i, resta-nos a esperança 
de que o no'J Prc:üden:~ d:: c:.r.-i.:.ra eleito cn• 
1 piciosamêr.tc, cumpra suas cbrlgaçées de:itro 
l 
da3 normas legais, sem conveniências pessoais, 
lcv;i.ndo cm consic!er2çê.o apenas o í.nteresse do 
1 i;c-.·o e õa correta odministraçiio de seus bens... 
• (I.El.'> ::-l, ULTDtA PAGINA) 
, Nesta edição publicamos duas ctrtas à !svereadores do PDS, manti·eram um acordo 
Red:iç:lo ~~·olvcndo o mesmo assunto: eleição_ids cavalheiro:, fizeram uma reunião, tudo cer­ 
cl:i mesa diretora eh Càmnra :Iunlcinal. Um1· !· t!nho ... cntilo TRIBUNA nã::i errou. Quem 
do frQf. Stumpí,'mn.ls uma 'CZ íilcsoi1ndo so-' •
1 
c,rou·, Lc!a n carta c!eJota Jota. 
brc o óbvio, a rciut.1ndo a profecia de a 'IF qu~ 
afirmlv:i ser Pcrondi o grande preferido do: [ Agora co romento polítfoo que lltraves- 
compo.nheiros para a presidência da Cimarz; srmzs, muito mais coerente aceitar Ivan Mar- 
TRIBUNA niío errou, caro professor, prvva d!s- Ql!'!S, n!ü1:il ele ~a:ír.cu. • e procurar unir a dcs- 
so esté. na carta do Secretário do Diretório llu- rcàoçad:i. c:mc::cll do PDS na Càxarn :'t!uni- 
nicip;:l do PDS, José Joaquim Feri:eira Souto, cipal 
explicando o porqu2 d:1 derrota de P1?rcntli e a E n:>,frigir d~; oi:o:< tca:os cerreza, cs dois 
'ltôrla c!e ·1~·nn. L·?ndo ás duns =~ n leitor ::.rlicu'i".Ss da TI' v;;o se cncont:-:ir: o filósofo 
, intclii;cntc s:ibcr~ reconhecer que profecia s:ío e o político. :llém de polemista de mi:o cheia. 
1 ícit:is b:iscndo.s cm d.ido,; sólido;. .V.,~ic:1: . cr:i.z:Í Será um: prato. (P ·.rr: 
·MS. 
Projeto prejudico 
Varbs reclin1açõcs <:>~cs:aran ::o jore:i1. 
reterentes a mudança de iti.na-i:io~ do.; onlbu; 
àn "i:1~5.J Cruzeiro do Sul e,:,. Ecl.i Yist:1 .. '."'. 
J Ls ;_ .;i; d!! n~I$.-'l ~ cld..?dl! Lr:l pcl:t A.:,,t~:l De 
{ce. Vila Nova, c/ paradas no Ber1 Gcsto, ±vste 
! 
1rit .. n .te E."c:01:1 Yc.r~ Gcirn::r.=.c~ b:n:!!°!C:ÍJn­ 
ào os moradores desses bairose tzmbé da .. 
1
• ::dj:•i:::•;,ci·.•· {:"::~:r3!l, h,.ce-:1-T~,
1
1 ~ s~~di­ 
nh). mn todos cs passageiros podem $;' t...:- 
~ l· :,r e' .. xL; e « nudmnea do trajeto prejudi- 
1 ('~ 1 (',.i.U1!.:l,1.:l d1.~ ;,::.11_'11·i..:. tll '-,:~-:-:·.-- ,•.::111,-. 
usuàrios 
l 
( ::Jcr1~i:- rc.-~:u~ i; ·~c:ite ~2 :lr..riscn. .1 vi:lj:ir 
pelas estradas da região). 
{ Ons itincr{rio, pe!l Avenida, não veio a 
[±. = 
_ ... ~o:z-i.1c.::1 i:.::nto n.:1 Rc--- 
] dviriz. 
l 
1 . 
1 
. .,. e r eira.r.ar : r::ud..nza, pois conhecemos a 
ti'cuia da d:tão que é beneficiar es suá­ 
rios e rio preiuicu-los. 
orçamento da Unido e Z. dos +4 tos e 
taduis sejam detidos à Educa do, Ar;vou, 
! t::::1•~:n. urr, J,rcf,O't., I.? te.t 1 de que o pi. 
1
. fO ~~!,dul d,H r,;?f{ ,.<,rc, r~j1 r,x, :lo ~ 1' ,.rti 
vezes o salitlo minlmna reglona!, 
! i'iJ•i th<· . ..:a. a F.cr ur,.:., ;c!':,.,d .. t·u,_._., Lr,1
1
.{. 
4 c'os., est última, Aquela remunerção d sl. 
} cada. á por um nmero ponderável de trba 
11.,::dcrcl quo!l!Jc. dos um varios tares da atl• 
vidade econ'mlcs. É, porém, uma !vindlcçíq 
e:trmnamcnte pertinente e que, cana te:dl. 
d.,. rrcduzlrá um outnt{ 1luso na enina 
Lra!tiro, dsrericrda laje de uma leg!o de 
d:etcs extremamente mui remurerdu1 
Quase ao me.mo tempo em que se rallz· 
l'll o Ccr.i:rcsJO de X~:al, Fun:b;.:i:i JBGE da. 
va a conhecer o3 dados do Censo 0 relativos 
,, nmur.croçáo co ~crrJstérlo, dc.co:; c,!:CJ quo, 
!ndx agora, o Mir!stérlo da Educação ent sub. 
metendo ao Fundo d~ lnve:;U::1c.--:'.o.Sod.1l (Fin• 
~cela!). Segundo t:ó clerr.~:1~0~. !1,3',; do3 
prof sores de primclro g:rau d, país rcce:bem, 
hojC', um oitavo de sali'irlo !"!lir:!mo. 5', entre 
um citavo e um quarto; ' crtr um quar, 
to e rr.etac!e tl e u m s:ilário; 7~: entre! 
melo e três qu:irtos e 13;, entre trêJ quarto1 
e um ~:il..r!os. Ou seja, em c:d:i grupo de 100 
pre-fe:zores, 40 recebem um talilrio mfnlmo 01.1 
menoJ. Nn folx:1 entre um e m"io salí,rio mínl• 
1 
mo s
1tulm-se 18'."i dos docm'.,cs; nJqu1.Ja entre 
u.on e melo e dcls sallÁr!cs, 13r;. Ar,cnns 28 pro­ 
!c ~~ores, c::n c=d:1 grupo de 103, co!l.!cgU!!ffi ga, 
rhar mais do que do!s salárlos mírJmo3. 
A má rer.-:uner::çJo com·h'e cam ur::i h1l,:o 
r. ·el de qu3liflcaçs.o dos c,,ccn!c; cm rr.u!toJ 
nros do po.;s. No Noroeste h.i 42 , de orofos. 
,cres !elgos; a :;'.vel r..:i~oO.'.l!, a l.:lx;:i de pro!e.s- ( 
cres no hab1utodo!: e da ordzrn d.e :io~~ , 
::'lfas a hab!lit3;ão no significa, rezes:ar!a. " 
mc.r.t ~- melhor prdrão de v!da dos professores 
hnb•lJtadoJ, GJ~, ganham menos do que do!s !a­ 
I::rl::s. 
REmunerar adequado.mente O p:o-fessor não 
6, c.:r'..1,meot.e. o úc.:co proc!em::i im,::iortante da 
educ.:,çJo ro Brasil. 2tas é, no 1inir.o u:a dos 
pcb!eras mui!s Importantes. 
E-:: -c-cr::t. pois :l rn.1n.:stra da Eduec;o, 
pro!a. E;:e: de Figuz!rcdo Fe:rz. quando e,.. 
!- a valor!zaçl do rcgst:lo 'a n:irrelro 
grau· ju1tamente ccm a a±inantaço escolar 
eacducço pré-escolar - como um dos cco­ 
nentcs do g.r:!nde projeto da ech:c::::-::o l:::í:;:ca 
p:iro este ano, reivindicando para sua izp!e­ 
mcntaglo recursos do Finsocial Convergem, 
nescs cazo. as i:terces do NEC e as re!vfndí­ 
caçoes do magistério-o que é, relo zen< ±s 
l:: 11 	·-····->....m 
om s.!'l: (P!na) 
r:. i,;nis ,· ... 
Tedro Pedreira fala arspe.:o doc:.nava! 
tia poli'ca bel:vistense. Pi r9 ;

, 
1 ENTINOO 
l 
L 
r:,wm t·t, .r·; .o 
l' ,,n• , <' i 1hu ;, d±u de:ses, pernoitaram 
en pi» p o, 1 charar na Vip's, jantaram 
o , hr te encerrrm n noite com um 
elr n.no na te!d'ela do casal Elio e 
per a@ai, 
oo:{--XoO 
DAVID CARDOSO 
, , i..ali», d+eram h Sra, Marlene que 
!curam neen'aios com o povo belavistenso 
ll Qll' ! :,•O (.:lt:) o IOa•ll'.:l l).'ro conhc<..'ôl'~m 
! ,.,,., ... ;:'. t;:1 • lÍ 11 Uô' a hxnobel, em julho, F­ 
mts votos que venhm. 
oox-xoo 
QUINZE ANOS 
!', o d!s 12 pp comemorou suas I5 prima­ 
 e:amazn!a -- moça Patrlcla Loureiro O­ 
ter!, I!a 'O ! Fdurdo e Ama Marina O­ 
C,l'I ·, 
ôoX-XoO 
o Pl':LlC!OSO JANTAR 
Acentce! na bonita residência dos llVÓS 
tli.' l:'.ltlc.:.: 'l'lnt E OLlMPlA LOUREIRO 
DE /',Utl':ID.. 
OoX-XoO 
. Cl!J':.!OU ATEi"iÇAO 
etc, et>nvl:lnc!os n l1nt!n dccoracno do. me­ 
i,,:,, do clot•s. que ficou na snln de estAr, tnm. 
b(m multo hcnlb. 
OoX-XoO 
AS !l!ESAS 
n:1r: os cmwlda,los !ornm esp!llhedns no 
jnrdim c!n l'!'c'Mnch, del,m.'ldo os presentes 
vontade pra um bate papo descontraído e 
tr.uilo ~om. 
oox-xoo 
A ANIVERSARIANTE 
P:trirln us:wn nn or:ismo un: lindo mode­ 
lo branco, r,ssitn como os s.'lpatos e mela.<; fi. 
ns tambmn brancos, para receber seu con­ 
vlcl~rlos, prlnclp:ilmrnte n gcraçüo p:'.lo-com­ 
coc:da. 
OoX-XoO 
O JANTAR 
Qu~ lf,•o m,út:is !rutns na dccornc:ío. te­ 
,,e como chrrr Ro:'ol!o Loureiro e espos.'I. Aro 
llnrln, n mJ.e de Patricla e n Sr" Aglnt! tizo. 
rom os ~cliclosos docinhos, bomboll! rcchcn, 
do1 e o bolo. 
ENFrn, 
n !est: de Palrlcl:l mereceu elogios, pois 
foi orr,ant:.nda com bom nosto nos mfnlmos 
dcblhes. 
OoX-XoO 
OoX-XoO 
AOS A?.r'ITRiô'E:S 
Eciuardo e Ann lhlia (pais) Tibl e Olym. 
, ln, (n--6s) nossos pi.rnbéns pela nlcgre e des- 
--co:ltrnldo. rcuniio. 
OoX-XoO 
À PATRICL- 
deselrunos um monliío de felicidades por 
~'I ld.!dc tnn.r:1,llhOS.'.'l, Idade dos sonhos .. 
. . . . da beleza.. , . . .. . e do nmor , . 
Parabéns, 
rnr 
Um cnn:w:il dn multo s..1mb,, multa mu 
lhct l)oniln, nh .:11n, <' C> qur. ó Importante 8E'm 
b1!7.13 
OoX-XoO 
05 24 IROFI.US E 1 ME.DALIAS 
dados os vencedores do II Concurso de 
fnntasla~ rornm p:itroclondo, por: B<lrgto n. 
r,,ronell, Elias n 1rb0sa, Unnco elo Jlri,~11 S/A 
nn prs•o.1 de seu Rerente Vervl de Ar!Jo Cas. 
tlltos, Ju:dr Dcl:tvl5lé1Ue ti~ Jomnld Ltdt1, 
Gt+fica e Editora Apa e Atonso Dtllan Nunes 
L<'ltc ( l'rrtctto). 
OoX-:X:oO 
TAMD1'.M 
foram dados lém dos lrotéll! nos 1.•s 
lugares luxo Icmlnlno II masculino e 1."s lU• 
•;ares orlglnalldnde masc. e tem. odulto .... 
10. 000,00 pnm cndn pelo O.S.S.P.R. e 10.000,00 
lnmbérn doados pcl!l Bout!quc Pnyol 2 dM 
cmprcsdrlns lld11 Maria Murnno Bol'l!e! e 153• 
bcln Mornes. 
NO"SAT 
de Ftri!a notei a lezAncla dos presen­ 
tes, pnc!!m:ente das vós Olympla e Irm, 
das tis Suely da Rosa e Ledn l':llrnlcrl e 11:l 
Fn:'e Ana M3r1, 
OoX-Xoo 
SOLICIT.MOS 
nos fOmndds de 82 dA Esc. Joaquim Murti­ 
nho cv pagem os conites confeccionadas 
n• G ·.'fü-n e F.clitor;,. Alla. Nós fizemos os :?40 
cr±!es no r'o de 01 000,00. '.Entrcg:irnos. 
O 1'.'r<''c·.-or Ello_ Ma.;,soco.to, respons:lvel pelo 
reido d convites, de!nos um cheque de 
! 000,O, no di? I4 de dezembro e até hoje 
n?o coso'mos receber, ele alega que o 
chique cstá sem fundos porque a mniorln dos 
:.--.1U.'1Cõ r.":n r,-:-:t:irtm os convites_ Ai;llardnre­ 
mcsruis uns dias, caso rio saldar a divida 
ub!czrzmos a relzclo dos nomes dos forman 
dos que rio pagaram. Afina!, Já passarmn 2 
messe t'cora mad. Entregamos o serviço 
qvureos RECEBER. 
OoX-XoO 
A  <;SOC-LC'AO 
dos·sdine E!istense, cue fez a 
D" o puma 0sherde Oilr José e que 
n. to por motivo de doeç na amilia. 
:meses,% 
Cn • •• 1 .. .- ..m: as com: a mlta recebi­ 
da rol rio c..pimento do contrato, multa 
« roa; emprsr:o. 
O X-XoO 
O JURI 
que participou para a elclç!lo dos vence- 
1ores nn cnlegorln Infnntll e ndulto foram: 
Sgto Ncrcl Redln, José Oarlb11ldl do. Rosa Ne­ 
to, Ten. ClnudJo Alves, M' Estela Veln!quez 
l>ere!rn, tone Loureiro IJmn, Helth Mnrla 
Uclvnlles. e Sonln Forttlra. 
oox-xoo 
O PRIMEIRO 
Trabalho desse Jurl foi escolller as prln• 
cesns e rainha que receberam ns !alx!lS nn se­ 
'rtllldn noite. Após multo trabalho elegeram 
11rlnccsns: Jussara Ramos o Mnrlsteln Floren­ 
tlno e rainha 11 bonltn e slmpdtlca Mônlcn Ro• 
a Pinheiro. Entrega.mm as Iabms as prince­ 
sas do carnnvnl 02: Kátlo Santana Varas e 
'E:llzetc Loureiro o a rolnha 82 Beatriz Heleno. 
Mnscnrenhas, entre muitos nplnusos. 
OoX-XoO 
EIS OS VENCEDORES 
d.o segundo Concurso de Fsnlaslas do Cnr. 
nnv:11 MARAVILHA 83 
INFANTIL 
BLOCO MAIS ANIMADO 
;s F:ms do Juruna 
ORIGINALIDADE 
llnsc. t.
0 
Roberto Marques (Pnlhaço) 
Masc. 2.• Albenlr Echeverria • 
Fem. l.º Llv!n Costn e Sllvn (Chnpéuzlnho Ver­ 
melho e Noiva) 
Fem. 2,• Perln Loureiro 
OoX-XoO 
LUXO 
Fem. t.• Ivann costa Marques (Fadn Madrl• 
nha) 
Fem. 2.• Glsslc Leite Lino (Rumbelra) 
'.M'.as. Emlllo Jnrn 
OoX-XoO 
DESTAQUE ESPECIAL 
Ana Amélia Gelellnte 
(com fnnsla Margarida e Pierrô) 
OoX-XoO 
DESTAQUES 
Vivlane B:u-ros (Bailnr!na) 
Renata Pinheiro <Plerro) 
Thnls Abelln Fcrttlra (Indln Estilizada) 
hdtinnn Lino 
Mary Crislinne (Bailarina) 
VMnno Lino de Almeldn (Russo.) 
Rodrigo Bnrros 
Flávin Ocariz 
Rosemnry Ramires 
Marcelo 
OoX-XoO 
• '·> G.S S-.P R., !ci suL-...!C'io­ 
~ .... : e !!;::., c.:""CO ::c .. tr... .­ 
. rse em psqu.s: f. 
:s<0 d Sv! perde'o só- 
oox-xoo 
ADULTO 
Bloco mnls Animado 
BALABIZOLHO 
OoX-XoO 
BLOCO MELHOR APRESE..'ITAÇAO 
OS FRIEIRAS 
OoX ...... XoO 
FANTASIA ORIGINALIDADE MASCU­ 
LINO 
11:tARCOS LORIS 
AMAURY CORREA 
1 
OoX-XoO 
FANTASIA LUXO MASCULINO 
JORGE FLORENTI.,'<O 
AMARII.DO COruttA 
OoX-XoO 
FANTASIA ORIGINALIDADE FEMINI­ 
NO 
MARIA JOSE DE ALMEIDA E ARLETE FE&­ 
NA'KDES E NEUZA VIEIRA 
OoX-XoO 
FANTASIA LUXO FEMININO 
SURA'.IA GELEil.A TE 
MARILENE CORREA 
OoX-XoO 
I:ESTAQOE ESPECIAL 
OS PALR:lÇOS (CASAIS BRAUUO E SRA E 
CASS10 E SRAl 
OoX-XoO 
CASAL rOLLO 
CES,ill E RO&KE LOUREIRO 
FOLIAO 
~Cl.10 D!óR!O 
OoX-XoO 
rouA 
(-'">LL'C E:':COB.t' 
DESTAQUE.S 
DLOOO DADY l'A?·•tTASIA c:1AMT::>L t 
EDY -- ADAO CATlU)<;J 
MAll!A Al'Alll!:Cm. rrmr:oso 
JOSr RONALDO E LEA 
MAnILl.1"tE )lôl)HIQUJ;!;l connt A 
FATIMA I.ô'tUi:$ 
MAHLEY LINO Ll!:lTI! 
o0X-X00 
os 'BLOeO.9 
Prtelm e D:1lablzoll10 toram a leria e íi• 
nlmnç!lo deste nosso carnaval. I'o! bontto ver 
n d!puta dos do!s bloco. 
00X--X00 
PARECE-ME 
que o publico gostou dog r~ult.ados ntl 
cnlrc~a dos tror~us: Dnlablz.olho o bloco ma!s 
nnlmndo (era o melhor no b:ituque) o Frlel­ 
?11.s o bloeo eom melhor npresentnç:lo. Foi um 
bloco que encantou o :pllblJco pelo vsua! ltn» 
<llislmo prlnclpalment.e nn illtlmn noite onde 
toda., s patas participantes usaram bel{ss!. 
mas t1111taslns ( a mnlorln dolrui odqulrldn3 n11 
boutlq,ue PAYOU). Foi sensaelonalllt 
ESCLAiiECIM~ 
Orig!nnlldnde mllSCUllno, 2.
0 
lugnr que 
coube a Amaury Corre:1, mereceu o troflu 
porque pnrtlclpou com ns tantnslns po.lhnço, 
Preto Velho e Baby Chorão, s6 que nn hora 
de 1'1!Ceber o troféu jd estnvn sem !antasln. fot 
uma pena mas ele mereceu com justlçn. 
OoX-XoO 
SURAMA GELEILATE 
ganhou o l." lugnr luxo remlnlno com to­ 
dn n Justlçn porque realmente suas fantasias 
mnravilhnrnm os olhos dos presentes, princ!. 
paimente com a !nntasla usada nn 3.ª Feira 
Aranha Real. As demais !oram: Espanhola, 
Rainha dns Serpentes e Princesa Leopoldina. 
OoX-XoO 
MARCOS L()RIS 
Foi o vencedor como em todos os anos 
nn categoria originalidade nuscullno, :seu 1.º 
lugar !oi merecido, o povo aplaudiu e vibrou 
com sua vitória. 
OoX-XoO 
MAS ... 
O povo não gostou quondo o troféu do 1.º 
lugnr luxo masculino foi dado n outro. Eu 
p:irtlculnnnente, também tenho a mesma o­ 
plnll!o: o Marcos merecln ganhar também o 
1.° 1ugar luxo mnscullno, a!lnal, não tinha 
quem competis.se com ele, merecia os dois 
l.ºs lugnres nas duas c:itegorlas, que dessem 
nele os troféus. mas nllo !oi assim ... vamos 
ver no próximo carnaval ..... né Marcos? 
O o X-X.o O 
NO CONCUSO INFANTIL 
'Onico comentário que !aço, discordando 
dos result:ldos rol qll3nto a linda Vivlnne IJ. 
no de Almeida. !nntas!ada de Russa. merectn 
um tro!éu. ela estnvn maravllhosal!!I 
OoX-XoO 
GOSTEI DE VER 
Um grande numero de casais que anima. 
rnm o n0550 ca=val., Moacyr Ba!one e leda. 
Bn.stião e Gersy. Salrunene e Odiln, Pedro Pat­ 
mlere e Ledn, Carlos Rennoers e sra Bnzan 
e Srn, Evilá.slo e Elpld.!n, Garib:ild! 'e sueif 
:tvnne Graça. 	• 
OoX-Xoo 
T A.'-'ffiÉM 
Snmbaram pra valer 
Chico Maia • Maristcln, Cuco Godoy H 
tenclo Escob.lr, Mag:,.y Ramos Verõnt~ -vr .. 
ra, Lais N:izareth., Rezuto ~ques ( ei­ 
' clnha • t d estava 
t.nu g:ra ,es I o de mulher) Antoni 
Gnbln!o, Ana Lulza Escobar e Fát:imâ Bul 
0 
qul. 	amar. 
OoX-xoo 
A RAINHA 
do cnmá 83 Mônlca cxi'blu lindas 
sl:is. Jaq,ucllne de Bnrros multo lind: !llI:ta.. 
!nntnsb de Jnponcs:i.. em sua 
OoX-Xoo 
OoX-Xoo 
ANIMADISSIMOS 
1
. tnmbém notei e anotei Sérgio Lim 
. Iene. Gcnit - Enoly, JOSé Geraldo 1:1 - 
de Campo Grande os manos Osn , • Be:_triz, 
Yes, Nilton Ferreira e N ells, de ~. e Renc Al• 
jo,·em Alexandre qu:rn:umu e =
0 
P:i.Ulo o 
Ci 
• • 	m e:i=~"-~­ 
v11 que veio conhecer a DOSs.1, !est:i°-~ 
Morno e curtir com a n:uno"'U!;i, F1 do Rei 
qucz.. 	• • ora 'eb,;. 
OoX:-Xoo 
OoX-Xoo 
LINDAS F,'I.NTASIAS 
exibidas pelas garotas dos Bloco4 , 
&labi=olho: A:,a S±ia Base, , reiras e 
. • ... e, '""ª 5.-:,,_ 
Crt,oq;u Loureiro, Ia Lino, Cr ua, "Gene, 
"'·· d 	tu:a±a C2..- 
ora e Ariana Pedra, Reare C±..,,."sra, 
ne Delvalhe, Isabel e Patriea , Iuie. 
P;a'elro, Neire Gonula +,,"e, Eear;- 
• • ,., .u.ll -e -'~'• 
drea Lima, Carla Ni±are±h, T;"" ·wsis, An- 
-; p, 	·nina,Roe--, 
as, Eliane Silvana Almraa ' 'ar 
por Nuncy 
 
Not=ficação 
COM MIO 
Samba mo pé e e,#s mn do alais:. 
Sartwty Zoerin' Pn! ra. Rbentinho Lune 
ro, V!u Rrt. «, lua Rna Velas o 
Tubtsno e Kit!a Vr,, to e Rosymry Gar. 
ela, Juan Lho e Eduardo Pinheiro, Preto e 
lJ.e!'l.rtl..,:<>, ~ rr- .... e Ate!y, FIuvlo e J=ira, Za 
a Loure!ro, Bruno e Simone, Janto Sartory, 
oox:-xoo 
ASSIM FOI 
a testa do Fel Momo Eelvlstene, multo em­ 
ba no Fé, muita leria e deccntraç'o, Ter± 
c!nco no!tes que de!xarm saudades...+ 
;lrtf'FA AI,tGltJA 
As primas Adrane e Putricla, esta a r.a, 
morad-o. do Guto, passaram um carnaval ma 
rnvllhOso em De!a Vl!ui. 
Plltrlcln la !Jxar res!dlncln cm no~;1 cl, 
ele.de, mns devido n prob!em!l.5 de cstud03 te, 
tom11 li cnpltnl d:i gnro::i. Prometem voltnr, 
ENTflE NôS 
O empresá.rlo Orlando Luvizarl, velo bUS:.. 
car 11 esposo. e filhas que cstnvam passando 
umn temporada em Belo Vistn.. Orlando é CU• 
nhado do jornalista Ivo.Ido Pereira. 
1 nero 
Pf J / CG / Nº 007 /82 
Cem base no po.rágrn!o 11n1eo· do Ar. 4° 
do Decreto Fedem! n.
0 '70.694/15, convocamo• 
Para comparecer na sede do Projeto FWldlá• 
rio Ja~ - INCRA: !ito h Av. Duque ele Cll< 
idas n 989 • Jard!m MS. o Sr. Jo~ Marcellr.O 
da Silva e o Sr. Clnudlo .Angelo de Souza ~ 
:'1 aderir ao Procedimento Rntl!leatór!o ao 
,móvel de vossa propriedllde g1t1llld.'.15 no mll­ 
nlclplo de Porto Murtinho MS. 
1 
O prazo para comparecimento e para 
CI.UaJquer manl!estnção por parte de tercelrOS 
ó de 
3
0 (trinta) dlas l1 COnt:lr da data desta pU. 
bllcação. Findo o Prazo daremos prosseguln".en 
to norma} ao Processo rntiticat:drio em que é 
=rente os Srs. Paulo de Táss!o GodoY, Gil, 
não Achcar e Ublrajo.ra Godoy presum;!ndo 
za _ haver nenhum óbice referente h regulllrl· 
ção de um excesso de 271,6521 (duzentas e 
5
etentn e hum hectares, ~ ~ e clncO nres e 
~~um cent1ares), -reri!lcado em 514 prQo 
1fariano Wernecke llllranda Rodrl(Ud 
Executor do Projeto Flnd.lárlo Jardíln 
Portnna n• 277 de 29 09 8~ 
Tribuna da l<'runtrira 
CFundado em 20/2/1972) 
_ .,,.:_,~-C.M.P.15.513.203/0001 
4
~ tl'O no C:utório de Títulos e 
s..#2psi is - 
(Jon,+,_?Pcnsível: Ivaldo Perelr» 
• .....,,"' Proiiss1ona1. Ma~ 
Adn:únis MTPS n 140) 
'Taç0, Redação e Pare e Gráfico 
- SEDE PR « "- 
Run da Repúbli I PRIA - • - 
Fone• (067) ca s,n • Bela Vistn. ,-, 
Dlrot~rn- ~ !l-H10 - Caixa Postal 23 
Gt>.rcn::e: • Gils Estela Velasqpez P.ereJrl1 
De to . on Sil'"=l S:mtos 
gj? Creu!o: ifrui 1a+ 
•-c.uATO"'cu.,..:._ ,ucne ,, :m:,. 
r-.r±TE: Ivaldo Pereira 
Bel ,. ASSINATURAS 
D • 1sta: anual ' 4 000 00 
~au 1!unic:h!o~··············· •• • 
l"UNn mo s.000.00 
t7:n órgão • .,_ It: lv:ildo Pereln .. 
...,. Rede Belnisrense de 
Represe-,, _"oras Lda. 
±is%7@,2,ss@e_e e es 
NlCAÇ,Q s;c L~CU'f..OS DE COMO- 
Rua 7 d A. 
Po e Abri1, 282 - 5 º Andar 
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1- 
ClliNAVAL 
. O c:nnnvnl no Gromlo Pedro Rufino está 
tendo cons1c!ero.do um dcs mellores do lnte- 
1ior. O concurso de iantas:as, uma promoção 
Grêmio o Tribuna dn Frcnlclra, u cndn ano 
que pnssa melhora e se solldlíica como uma 
das ·grandes atruçócs. O I.o concurso contou 
com poucns !antns!as e os prêmios foram lem 
brançns ganhas no comércio local; o !Iº Já 
melhorou, foram distribuídos troféus e 50 
mirem dirfüe!ro totalizando quase 210 mil GXU· 
A solidão é uma das muls ooresslvas ex• 
perlênclas que o ser humano pode enfrentar. 
Pe!xn-nos desolados coroo se um vent.o ô.rido 
nos tivesse ressequido. ~ aq_uel.u perda de 
contnt-0 com tudo que normalmente dá sentJ. 
do 11 vldn. ~ uma sensação de abandono. 
Contudo, n1io estamos ábándbn,fõos. • Se 
nos tivermos preparado anteriormente, de mo. 
tio adequado, seremos suficientemente !ortes 
E 
PJo - l olba d.o S:J.o Pt,ulo - 't'nbun, d .. 
rrontdrn) - O 1rv,ernador Llci!o IL'D:,cJ 
Dr.zoln, ão PD'f, dHrnúcu a tnst.aurr:i,!!.O <lú 
uma CPI, nc Cont,rc~.;o N~c!on-.l, p:ira im _ 
. t;r,nr n'l nl.ívlda!l!"I do SNI no P,iís. E rto 1, • 
n!rcstnr sun "p: ocupação e pesar" diante das 
recentes dcnúncis publicas impre a, 
.cspccia.lrncnto o ••c,::-0 Ulurn:;:<.rt.c:i.", e:,, f :,. 
rantrn: "N:10 prnlc:,ido ficar dll braÇJl. c.run, 
úos se verllic, r qun II cvo!uçüo de Ludo 1., ;o 
representa uma ameaça o	s die!tos e 	l f r . 
dnde do DOS$() povo". 
1I 
Sogunl!lo llrlzola, que retornou de uma 
víngcm de duas emanas a 'róquio o n Nova 
Yorl!, "~manhã ou cicpo!~ pcuert surgir r:l, 
como ocorreu tanlns vezes na. Argcntinn, um 
grupo d!::cm!o quo <l preciso 1.t.C,lli:ir com e. ·n 
ordem de CCl!s:is pra salvar o bom nomo dn 
&•voluçlío do 0-1. E, mals um vez será o po­ 
vo brasllelro quem '!!.i pn6ar o puto. N'áo po. 
demos permitir que Isso .ncon-t.cça. O lmportan 
te em todas essas denúncias é que sejam fel­ 
tas com propósitos claros a !!m de nã.o tur. 
var ns águas". E grrematou: "Porque em Ú· 
guas tunrns só o povo n!io pescn". 
A elucidação do "caso Baumgarten", de 
acordo cem o futuro chefe do Executivo Plu. 
minense, deve ser feita através da Justiça: 
"Não cabe CPI para !ato3 determinados. 
Quem matou quem, quem é o responsável por 
nJgum &salto :1 armuzém no Nordeste, ou ou­ 
tros episódios semelhAntes. A CP! deve inves­ 
Ugnr situações e, ai s!m.co.beria apurar os 
motivos que Jevarum alguém n assaltar arma- 
Participe da vida que brota a seu redor, 
pois a curo da solidão está em todos os o.lhos 
que !itamos, na mús!Cll sublime de todas as 
árvores e no riso de todss ns criança~. 
Síntese do Artigo 
"CURA PARA A SOLIDAO 
de Margaret Ross 
'Extraído da Revista 
O ROSACRUZ" 
.. de dezembro de- 1974 • 
para esses embates com n solidão. . Ai:evlst1uia. Ordem Rosncruz - AMORC 
A sclldão não é um estudo mórbido ou é uma publicação bimestral distribuída a seus 
doentio, mas um'l condiçiio agr:1dáv.il e neces- a.ssinant<>...s e ·estuc1nntes, contendo àiversos 
s:iria, umu condiçiio que todo.s nós temos de artigos ve:rsahdo sob!-.? ciências, inistic!s'.rr:o _e 
en.rrentar e r,ad~mos supcr.u·. • an.es. Ela é editsda em se.is iãionus e Uda por 
A cura C?. sol!dão cti na mrne de vi- 1 L--entr·.= de mi.llz!.r.?S de pessoas cm todo· 6 
ver. NO mio de IM@ co.± s iil:nos !mundo. 
ncziyas, ln:tio-nc' à vida, ora. .: .. i. nos 
p:u-lc intq~:ront~ ck:a. 
i..,( t-'  J .e.. '· 
{!Ui(I·, (l"" t((-..!1 ;•, e 
',/ nt te!"', t . .' .. - !..Lftl <,•r•• i ;{J f:'.'"J 4 ,o 
4
7'!,L{lr 
05 speçcs de Iberdsd crqs. d pelo po 
vo br.'t;o, o longo dno !)!C.' ...... ) c
1
c :ili!"-rt.1- 
ra demcratta. "L quando te :1a de abertu­ 
Jn, p-rec:lf,nr:1os JH c!'n v• a n palavra do pre­ 
i-"ldcnte I·i<1
1tcircôo, eompron:cLJcl.) com L s.i 
Iccesc. Ati;r por conseguinte sua utc. 
ridade, dergst-la, no creio que corresponda 
:w.3 inU>.1=~~ n:.cicn:.l
1
; •• ob• rvcu. 
Ao mostrar-se preocupado cm que o che!o 
elo govõtno Sl'lu pre~rv:1do no cb;;cnrol..ir <l-.i 
"tontas rúvolr.çõe; c,oc~b~os.:.:;", JJrVoh jll."· 
liflcou: "Será ncce~s'.!r!o i;c-•iJ:-:ir tx':noro u-; 
cols:tS, n1im dz quc>, mnu!to mais do qué n lm-►, 
1 
gem a.o P.ree::!àcnt,•, o~ •;cu.1 C.'.::n;,ron-J~os !:). 
jnm mantidos". 
COM TANCREDO 
S0brn r,olltfca partldnria, Leonel Brlzola 
rruml.festou a Intenção de. pro::ur;1r o go·.-e:rni,­ 
cJor eleito ele Mi= Gerais, T,Y.lcrec!o Nev~ 
{PMDB) para "um prowito:.O diálo3-o'' e a.­ 
presentou restrições u teso do consenso nnclo­ 
na! .dcfenàldn pelo pol!t!co mineiro. 
Para Brfaola, consenso significa "u esco­ 
lha do futuro Presidente através do eleições J!- 
r:·::.:; Ic, ? 
! 
cr.ccr,' n,. 
Mos na p7.'4 i 
t:i cor,, o 1'D'.r, 
z(n no Nord 
),
1
~ll '.• J  J ll 
d! ·.1
1 cc. .' .h r 
tr .... 1 , ' fl ~ ;.. 	· 
ç
1
;il h v.d. ,, . ; 
que pode.' 
++ 0 9rat 
!hl•tc.; ~ M 	• ,, •• "1 
, :11 :1n1p!!a1 ..... ... 	. r~ .._ .;. 
Riu En:ola, u 1! 	Cs «o 
F I .:i n•: c~n .ido ro,· 1o r.e·a 
f!.,"T, 
11r"lro1?1 ta.n~bún !nunc..k;;.1 :.i :nt .r---;fio d~ 
r~:.'.'.!r a r,:•:c
1Jt:r cr.tJn a FI 0"oC!ali%mo o 
mG mino aitrt,O 1am o Ta!s" e sena­ 
urou ave te! "ln: zr1119nos pra 'o!zn. 
d: Ta pro;t2, Pen1; dsnv0!3r 
tmn 'Ir'iate qu tun:: osíc! va '+nga 
em trH de!C&'+s, e runn em :ande tom. 
d·cy7, 
El □g 
1 
íl.UR Gt.:!·. 
E,-;t!'! 
# g ... • 
zefros. P9.ra o próximo ano, caso a. ;itual dire­ 
toria permaneça, ou se ·mudar, mudar pnra 
melhor, o que duvidamos, o IIIº Concurso de 
Fanlasl.a.s do Sudoeste será melhor, multo 
melhor, serão distribuidos troféus, -prêmios . 
em dinheiro. e medalbas no valor de l milhüo 
de cruzeiros. Será um pulo alt-0, Nós gostamos 
de desafios e o Grfünio não dei'..m por menos. 
FOTOS 	. 
As fotos do carnaval belavistense, algun..5 
fü1gnintes, rotos elas !nntasiPS premiada~, ~- 
C'.li'--:i. Fost:2! 307 
B0.000 - Cu.rihb_o. - FR 
/OG7l 431 2230 • Panta Pc:ã 
a ~crda passo" 
Zzdc Uus md !ge Bortta Das cor€s e 
. lJ<':1 :Jjf.t !~.> [:~:JR(• lJ0nUflcor com VôCê 
MS 
O EI0!-~1 OU! P.. ft'scill..HilLNl. ••• 
EXISTE MESIIO 
lllvi SEXO SOFEW:liOR? 
SIM, VOCÊ P0')1E 
DEIXAR DE FUFAP! 
BIO.M:l1GNB'.ifl!§.1:'!0: fil1A 
FORCA Qüz ES'i'Á. fà.SUA 
DÍ&l?OSiÇÃ¼' .. 
eAeg2 a$$ 
E RANTENA 2A .<C} ? 
CPESO 
1 
· 1 • Át':lodaD•at,caecta-nosa1:!co'e<;.:lc 
MAN'EOJ!1 
; 
1 
• Modelosmurto ch.~ues[a:::im.ade ta:nzrho 
48) e p;;•a crtan;as !am~m _ 
• Os moldas de ?.o~rt.o MJoJes. 
• Uma ca'ça pa·a et.e. • 
·Asseçóescepe'ezatratshcsnanaise 
q cu'irar.acstão:imasparavcê.narsenpre. 
manequins 
Nas t: ~ .~::s.

TEM OS o 
('.!11At"<f:CP.lTO D. 
".r m {ranja com ps p0sous" p+ 
reco r um tls in s borre!dos problemas 
da hdt pata nqteles ue admitem ter proble­ 
m« !c humanas felizs e harmóntus 
constem, tu verdde, objutlo lopiável pu­ 
ra todas nspe s.1,nominal divergirmos de 
c:.tttJf'•t C'!n n 1 ,Oi t onl·:lo:l <ll.rio~, por(;1 u:.o 
é normal nem necessário nos torarmos n­ 
taonlsts de todas s pessoas que de nós d! 
vrm, O progresso é conquistado e a ver­ 
d de revelada apenas peln instituição de ab­ 
rt•lut:1 1il•1·r,l.1lk d, prn• ·,mrnto. 
IX' modo 1 ral, sentimo nos ntrfd0s pa. 
ra outras pessoa qundo descobrimos que 
com t',1~ :cmo"> 11)!·11111:i cob:i ()m comum ou 
qua11<lo nos (l!'lrltomo'1 rorn 011JO iln1;11h1r 
que ne!as exista. Nosso conhecimento lrans­ 
ronnn se cm nn1l;:..1clc; bCnUmos nlegrlll cm 
com cbe, <.onvi, ?r. Entno, li me<Ucln quo co­ 
nh('C'CJIWS 1nr•1hor ~>l pCr!;Onnlldncle, dcsco­ 
brlmM qu~ llO!'SOS nmlgOJ expressam carae­ 
teristteas difrentes da noss.' mnnclrn de vl­ 
ver e de nos filosofia, Imediatamente, co­ 
r.1c~;, a ~e li v,mlur uma barrclm <lc düvld:l, 
de suspeita, e a desron!innça surr.e pnm nrrul­ 
nr nossa bl am! do, Verificamos que nos­ 
sos E~ntlmrntos r.stno dlvlclldos entre duas n• 
titudes pam com nossos amigos, Que fazer? 
Tcnt,mos o nmor, 
De tempos em tempos, verlflcnmos que 
no toramos "o sucesso nas reuniões" ou o 
centro lia ,1'.c1'1Ç~ol «-. scjnr .. ·., honcsto1, com 
1- o nos tlolcllJmos. :Envoltcccmos-nos e dclcl, 
t1mo-nos cm receber tanta ndulço. Em nos­ 
r;i. vald:idc, começ:1010~ n pensnr que tnlvez 
~c)runos ~.lgo dilcrcntcs, um pouco melhores 
ou mnls traentes do que aqueles quo nos 
clrcundnm. E cntno, prcclsnmentc qunndo co­ 
meçamos n nos regozijar com o nosso cstre­ 
hto, nossos valü-els nm1gos transferem sua 
ndulnçüo p:im umn outra pcssoü. Ficllmos a­ 
turdidos! Os mesmos nmlgos que se nperce­ 
beram. de nos.<;.'.IS qualldndcs sobcrbns e nos 
colocnmrn no apogeu d' popularidade, pas­ 
sam a nos nb:indonar sem umn palavra de 
explicação ou trlsteza. Sentimo-nos nnlquiln, 
dos e Isolados. Que poderemos fazer pnl".1 nos 
recuperar? Tentemos o nrnor! 
Qunso todos nós, cm umu ou outra oca­ 
sllio, descobrimos que nos tonumos vitimas 
inocentes de mesquinhos mexericos, Por ml• 
lbnres de ra:õcs, uquclc" que cSão escraviza. 
dos pel.' lnvcj 1, pelo ciume ou peln inseguran­ 
ça, tentnm compensar fCl próprios proble­ 
mns com o nt:lquc 1>.quelcs que parecem ruo 
entreter css.'S mcmi:is quebms. Ao invés de 
pesquisirem n ~uss da paz por outros eles. 
n-ut:1d:,, eles se es!orç.mio para destruir ess:,, 
pnz e tornar as outros pessoas tão ln!eliz2s 
qunnto cl!l.S mesm:is.. Um:i. mnneira comum e 
covarde de nlc:mçarem seu objetivo é espa­ 
lharem mexericos, cuid idosa e sutilmente. 
!'or r.hri~ n. Wnrnkcn, r.n e. 
l.amrnl,;',._ltn• nll'. dt ddo ninei I i frnqur ' 
Jaun:in,,. o mcx, rico quase sempre lcunça su­ 
cesso em ferir s pessoas, embora talvez não 
c<,nt.cohn um !r,>b'J'tirnto s1•q11t-r thJ wrd,'d,J. 
/,o t~tlrrmos nbs0lutnrn,n1,, couvit·toi dr 
que temos sido sinceros e leals em nossas 1e­ 
lações com os outros e notarmos que eles es­ 
to se torando polidos para conosco e n' 
rnnJs omlgo,i, l'<Jnlll e 11prt>ssJdos ou por de. 
mnts m·upJ<lM pa.m no~ l'('CC!J<'r ou receosos 
de terem vistos junto a nós, e5tarcmos pro­ 
,,nvclmcntc r1;nclo v[t lmns da mc:u'rlcos, Se 
no!..~O!, umlr,o.s p-,s.snrrm II nos cvilnr, !iquo­ 
mns ut.cnl05 contra os me:xcrkos! Que podc­ 
I'f'mos !uzer poro que esses nossos nmtgos nl­ 
cnncem n vlslo cspltltua.l para perceber o ver, 
dndc'I Tl'ntemos o umorl 
Todos os scrc., humnnos J)!l.SS'.Un por pc­ 
rlodos de deprcssr,o ou mcJnncollo. Eles suo 
tfio necessários qunnto o respirar, porém ne­ 
nhum de nós tem de se contentar com eles, 
Apcms uns poucos cstrnnhamente os nprc• 
c!mn. Somente poderemos reconhecer e a­ 
preciar nossos melhores perlodos de alegrlll 
e relicld:idc se estivermos !nrnll!arl1.ados com 
o outro lado cio ciclo, que (! 11 tristeza e o do. 
sõ.nlmo. Quando em estudo de deprcsslo que 
cttnmos sós o que os outros realmente co­ 
nosco nllo so Importam. Podemos racllment.e 
cncontrur Ulll!l. cxpllcnção negativa po.ra tudo 
que vemos e ouvtmos, e suspeitamos de to­ 
dos como se !os.sem nossos Inimigos. O senso 
comum e o rncloclnlo objetivo prontamcn• 
te nos ndvertlrlnm que eatnmos criando n 
conruslo que queremos Imputar li outros, 
mas, ontllo, estaremos apenas pensando o nno 
racloclnnndo. Como poderemos superar t,.ls 
, perlodos de depresslo? Tentemos o 11mor. 
1 
Que é o nmor? ~ 11 forçn que mantém o 
Universo coeso. ~ a mnls pura dns onerglns 
posltlvns. ~ o conquistaclor lnconqutstá,'CI. O 
nmor não é cego; vê multo mais claramente, 
e inspiro compaixão, toleràncln e pncll!ncin. 
O nmor não aceita II desesperança, o desespe­ 
ro. O amor descob:re algo de bom em todas as 
situnções negativas. O amor niio pode ser des­ 
viado de sun meta. nem dissuadido, O amor é 
sempre leal e jamais se extingue. O amor é 
!nvenclvel! 
Pode haver reolmente umn torça tão su­ 
prema ou ó o runor simplesmente o resulta­ 
do de feiticeiros poderosos que nos !nzcm 
ver todas os coisas "através de lentes colori­ 
das?" Somente 11queles que já sentiram o n­ 
mor cm todas as SU3s formos poderão res­ 
ponder peremptorlamente. E eles já se manl­ 
festnrnm! O nmor constitui o iissunto mais 
corrente de todo o esforço literãtio. Na can• 
ção Judnlco-Ctistã SONG OF SOLOMON, en­ 
contramos: "Grande quantidade de água não 
pode apagar o amor, nem podem os Inunda, 
ções exUngul-Jo·. Lno-Tse disse: "li'or contln• 
'eia da farta, um hr mn 1 ,,- .. ' rr 
o mundo durante !um temo, nas pda 
for('l do /rnor , e der dorunir o +urdo 
para todo o tempre" Emnu! eed nbor! 
,.r.crc·:ttl' "O mor, em bl'l I n 'a 6 fovo 
spittul". E o Mestre Gtord+no Bruno: 'E» 
1·,mo~ rocl<':i<lo·, pt"!.1 e l!'rr.!cl• dr <';,•la for•, 
11nl!ic•i,doro uo nmor. f,6 há m centro do 
qunl todas s e pcles emanam, como rnJo; 
d~ mn 1<0I, <' p3r:1 o qual Lod+ q4 srécies Te­ 
tomnm", O nmor é, c.m r<.,11,lwl<". /lldO e to 
(las ns col<ns que a li.'U r<•p~l1JJ ttm ~ido dl­ 
ln.1 o cscrltns, portm não podemos conhecer 
rcu mnrn,·l!ho5o poder antes de tentarmos 
senti-lo, 
O amor é ltruista e bneraço; nada ob­ 
Jctlva gnnhar, O nmor torn.'l-nos parte do CMl• 
tro radiante e lnvl,lvcl n que so ?'<'!t'rlu B!U· 
no, Portanto, vivemos apenas para dar; dar 
amor, dor tellci<hdc, dnr p.-u:, e c!nr de nós 
mesmos 11bundantemenlc! 
Se o nos.50 nmtgo !or dl!<'rcn!e de nós, 
sejamos or,rodccidos. Aprend-unos n nprcci3r 
u diversidade em tod:is os coisas, mesmo n:is 
pesso::is, Comecemos a compreender o in!JnJ. 
to! Amemos to<.la expressão individunl como 
sendo única. Quando nossa eslrola de popula­ 
ridade cotr, 11eJomos prntos por ter retornn, 
1 
p .. 
} medíocres 
nec ;r mext 
to. amos, 'Ten as 
sol1 problemas para q 
elas possam sr flLs, Dispense 
tnço especa! e ;.mor liº"'· (.~ltn t • 1• 
Mi!id.de, io é presamente o que lhes falta 
s. n:.rno r;o, de": ··n·r··w!loi? B1it;q,lernos ma~ 
f.'i )Jel<•C~S p:JJl' ::m:r e COlllI)l'C'lnrtrr, l' _ 11- 
quemos sufe!entemente ocupados pra evitar 
a tristeza. Quundo tudo o mais falhar, tente 
roos o ::..mcrt 
A revista da Ordem Rosacruz - AMOHC 
11 uma publicação bimestral distrib!da a seus 
assinantes e estudantes, contendo diversos 
ortlgo'i vcr•:u:do sobre' clfncL'!s, mi;Uclsmo e 
artes. Ela é editada em e!s idiomas e Ida por 
a:nl.<'nas dr nulh:ir!!s de pes,0::.1 cm todo o 
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('l~"".' :'t'.!. " ::- ...±o, muita cri4tu.dde 
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cocdiçõcs d~ ,·id:i p...ua todos; 
m::tis: cn:r:r<-scs) rr:elhores ~1.irio..'l. nui.! 
.1.lln::eot~. ~-"Ctcnci:i n-.éd.ica e 
r;rc·."':clcnC!~ ~.-cbl. 5.J:{Jde. c-:1.s..1 p:ror:ri:i, 
c:"."CO!:?.J, h!~ t.!~tric,. . .!lgu:i, esgotes e 
t:-:in.::ro:t.:s cnlct:'◊.5. 
l-kJ<'. cxp.c:t..,r n-:~ ~ t:.:'l?!n !..lcil. 
~!J..$ cc:n c!êtrrm.:n.,çJ~ c:ri:ttividade 
e CG:-:':.?'--tc.nc:i.J µcc! ... mos ca.:quL br 
e m:::-::t-r rr:trci::dos. 
GEEI 
COM OS 
C:- 1....;.:; ... , i:.~r..._ ... !c.c::L 
A:muntar a excreio é fundam:tu! 
peta rn:ter cri':o de 
O Presidente 'Figuclrc.do enca-'-'-o 
++in ' a0 
Congresso projeto de lei q_ue ac:,ba com os a- 
testados de comprovação de vida , r"5idenci:,,, 
r,obrc:z:n, depc.ndenc1a econõmica. homoními:, e 
bons ontccedentes, b:m.:indo apc.n:i:; declara:,5o 
dos inU>res.ndos. 	• 
Em entrevista coletiv:i_ 0 mi,i,:tro Rêlio 
Eeltrao, d:i Dcsburocr:itizaçijo_ n!inr:ou que res­ 
tabelecer a con!i.:inço nas rebc-ées socfai,; e 
principal objetivo ao anteprojeto. 1 
0 
- 	• ,, • "->'!:is com 
provações segundo .i minut:i, serão feitns .. 
slrr.ples decla.r-Jç5o c!o il'.leros;;~do ou ,., por 
c:umdor e não mais at:r.wés dos rr->..d.: . eu pro- 
17rtdos. O ministro fez que.tão de i/
10
nais ~­ 
lc de irnprens..i. do Pal:ício do p~t, ~o COn,.j. 
1 
plicar os efeitos be:iéüeos da m •,d = n­ 
teida, que re. 
duz, apenas no âmbito da ,dministraçiío [.ede­ 
E, era ae o mses de atestados. O fi 
os ata?stndos ::.tingirá t.::. bê a.rtir ~ D· 
):.ro,-:,ção ' . rn m. ::, p . 
l 
., o projeto, as repartições do Leç,­ 
a ... ,·o, da Judi • • . 	"' 
tod _ _ . cano e da iniciati·a Fri••od:i. er 
Fíé'~ º" ru~-els: fecier->..I. cstaà112.1 e mun!cip:tl. 
:i a.{"gio procurou &secar ±cise. sr 
pre.. o pesscsl só !'15o ter.J v:rlid:.de p:.r!l 
+ 'aem processas pcnais e. cuando ficar c 
provado 	' /«+· 
t fi •. que 
O 
doou,r.cuto 6 f:.l.so, o dedJ:rs:,· 
e icará sujeito a sanções civis ai.strti"° 
e Criming; 	"» a,ai.++ 	, 
RQ,>, 'S previstas mi lei o m,níst..-0 pé)iO 
°" uuo consid - • • 
i)o:s '' . ercu a medida rcvoluci~n:.ru- 
eia,_," varrer a desconfiança d:r 'l.icb ~ ,0:- 
<ue em geral. 
o alpão 
O Melhcr Charrue "Radie±;· 
Rlr..c: d~ tir:i Cc.::t::, o.l 
"cràuros e s.,:oci:.,, !"l-:;u 
RUA llARiCAJU. 1 ;- (F, , 
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Meu caro Redator « amlgo, replico e con­ 
testo: no aspecto polfr'o "deveriam existir re. 
•r:is e método~", j,", qur n PUfü ck!inlr,:,.0 de 
~olitlc:, dt• ''SEH A /~nn: DE GER!n O ESTA• 
JJO SEGUNDO ·r'nINC!PIOS DEFINIDOS. 
REGRAS MORQI, LEIS ESCRITAS E prhc-1- 
ralm~nle 'fRl~!ÇOF:S HESPEITAVEIS'', nun, 
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-------------- 
1 
tl foi r1bida J,do; qu(' 11:n u lattm, )ill• de H'· 
rlam obedecer e seguir, mas egum 6mente rc · 
r,r;i~ pnrtidári~·{, rr.,firrno: •em bu c:i ,10 ' ,,,.,. 
dentro de outras normns, as das mi brilhant ; 
inconsequencina, esquecida de que nada deveria 
~rr 1110!-; eminente pelftlco, 11 .. fcrrr..1 <l., J • ,. 
prla palavra, debfxo do cé • que u sobre«!a 
; Lvtiva 
1 
f .nJ.; O : . . 
Muito bem, o povo n7 e! m3. 
'f C? l'vr q .:: r.,: ! • e, ele pova e: ta u • 
1 nr e. r.· ... r:I..! ~:d,,s Peb r'-ri. u,,' 
rcnnlÕP3 rcpil0: "secretas, conchavo c0!. 
JfoboJ cl,e rcuh; • vir a tons edr , J, •<; ~'.} 1 '.l 
ato d~ r:o· ,,, 11quc!e aspecto de ver±de DO 
MOMENTO, camo lgal que é (qualquer efa 
o rcsultedo), ti tudo já u!I,,;1, r?:;.fí.r.co '~-'.rc,. 
de combinndo'' o n :o dc;.i ce1~~ ... cerro uns qt::iu 
tos dc::ejavílm, 
Mo é lL•dibiM n f6 pi'.;
1.!~Cú, e, c.!J p!'.ib:lco 
que li estava, pelo protesto de varias dos eclh 
descontentes... e porque? o poder maior nio fi 
cou com o prttdo?, 
Isto é firmar que n Ví:rckrle: é fiJhc do t, r.1• 
po (Vcrltt1s tcmpor!:; ft!i1), sb d:i •·tt:r.?O de­ 
corrido em que nos próprios ESFIRíTOS, ELA 
SE MODIFICOU PARA PIOR OU :'lffLHOR", 
segundo os conceltcs daquclc:i qoe ü qucd r.1 
diversa do que !oi, dando-lhc3 cnsl.'jo a ll':t~rn 
a protestos... t.cdnvin, kmbrcm-se todo3; E­ 
LEIÇÃO (rnbstantivo feminino) mo~tra de qurm 
do cm vez sua cnrnclcrhtico !e.nlniru: ccmo a­ 
firma Vlrgllin na Encid:i, (Liv. IV, 5G:l - 70) 
Vnrlum te mutabUc i;cmpcr Ictnln:i"; a !l'.ulhct' 
é sempre coisa mudável e vorHvcl" ... 
O "to be or not to ." e S-.:hakcs;;icJt'' (: 
nlndn n chave da questc; na formz de C1lmo, 
. a partir t::.11na c1ciç:lo o exerc:c!o da libcrd:dc 
l por. clcm!'.otos de um m!:.>-:no p::rt!do que, ao 
1 
que se vé c oberva, está em dc6di:ncl:! !nter­ 
na, decidêncl:i esta, que é fru~o de doutrín:i..s 
que hoje cmr,cst2m e desonram ela pratica 
1 não de ur.ia DE),!OCR:'.C:.: 'iERDADEIRA, 
j 
mas pelo nco1himento da "R~llgi.:io do Poder", 
quo só procura conzegulr seus objetives, por a- 
te. d;: arbítr!o, ~cm rc,pdt.u- !ront,,..ir::s • as 
l 
e!-, ,;:reito hurnano,a partir dnqueks que n~o 
s;·?o "irmiío: da mesma cep:i." 
Espero que apesar dos pesares, haja ou n::o 
+ai aias "um e deis" no FDS Bel3visterc2 ou 
:!J PI!DB. que todo3 os que os formam e con­ 
: 1ucntcmcnte constltu~m o reduto "dc.s cdi;" 
tnfc!pais. ESQUEÇAM suas siglas, c, km• 
1 
·1m-se única e tão smcnte, de que "a s-,bcn- 
ll ·-g -:-e:ide se:nµre -ele direito ou de f.lto, bll'.l· 
__________________ r''el e r~-conl.ec!é!lmentc no POVO, nz Por• 
• j ~(·lo; dele que os cle~u "por essa ou :.!'<uela" 
: r~ tt ~da p;,rt:dá.•i:l, de vez que, é preciso a:1tes 
_,!n tu:lo: Pc:lstlr, Agir Trabalh::ir e Re:illzar Tu• 
'd, ror Bela Vlst,1. 
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Escritório: Rua 1." de. Maio, 357 
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I ,. 
1
• • DR. RICARDO REGO 
. . 
Advogado 
IJ:?-ventáríos - Legalização de Terras 
Antonio João 	MS. 
l:': o que cspe:a deles. o; muieipes que cs 
c:~5:.:-r.1::1, o.índ1 que per vctn vlncul!ldo (v.:r­ 
d· de:ira aberrnçB::, em se tt:J:!a.11do de prL~!p{os 
1 
T::-!!C~RATICOS), ou· tldos cc:r,o tais. 
O POVO lhes entregou a chave da cas.:1 e 
de cerfa formo, em parte - o chave do ·•cor,e 
! ' 
1 !':')'.i)[ 
1 Q,:r. -..1. 	ln• 
1 d.cniq ~"H : .:1 	rl,-1), 
Quem vive ( 
íJ ccr.:iJ .,, vn, 
sela «ora t 	E 
DA C.MARRA. r. 	1 •.1 !1- 
lho da 'Terra, um 	r .,:.o: 
da zaczi!icsd Ez! 
- Que já teve M!douto, • zg 'o tem.. 
- Que je 'e.e A!e de Rt±s N!na!s 
vindo aru! e agoz nc vem ris. 
• Que !á teve un:s E ala do gabti!o do 
Cc!alo San!» A'azo, no tem mz!s Isto. 
CJ,"o e 1 Gut' ! .1:.i.n L ~- V , :..:i~~: n.:.:> EOU 
cztilcc, no :ent!do d apantéllco Rmn!.. 
1 · Ca]a Ponte Inter3'o±I, ert cheta de 
1 arcla, cem ill pu~r~~s ::;;drceez:i!~ o corroídas 
[ pel ferrugem e minguem faz nada... 
1 
CN.i p:~':l:! q~~ "rn~r;:•r.a•:.:m o Aiia com 
• , .. ; .• ".,.,,. f:...,,r i r .. - , •--. :,.. .,.. '" 
crc. _ __, ·-''• ... '-- ,e:..5p/da5 c is h ... 10 m..a. ... 
..... 1 r-f'•i:,.:,. 1 
] .1.C,.., H>C ..... ,"4-,,., 
1 I Isto d, ;;or l:c:c é só: •· dt" a cnrg~ é um 
l d;relo tu, contestar, re;;is:(ainda que de. 
pend:do de tuJ o:óem n:;~=-.1 qucrídn ''Tribuna 
da :fron!elra) é rr.cu. • e d dclxard <!e fazii­ 
lo qlcJnc!o n:1o rna:5 tiver crr;;..mcnto~ para cor,. 
Y~r.crr o; (lU::i ;:or·:cz;tur:: n~c hcnr=m cem cua 
oten,;.o e ,eit:.1ra, <lt! vez ,
1
,1?, fleo cm mlnhJ 
nor.T.1 e cm meu lo:-ia r,c,scal: 
- •·U!,I sn;:--.1PF, r,u(!l;::.1: ::AS JA!,IAIS 
~:: COBRARÁ cu CURVARA, b. lcl d.i força, 
r·:.:•~ C0:'.1.:0:DA OS ATOS APEITRAR!OS", 
1 
J;esc:1lp!?r.:c os que cm!go n!o con:or:fo. 
rcm p.:.ls r.rn: :'i."l!o d2. cjo, EASTA-:.1E a ço::s• 
f dénci1. trJ.~qi..dla d!! qu~, n:e t..:.to e ll'i~c:~J s:?-m• 
pre, ccm honra pela verdadeira justiça venha 
donde vier, té mesno contra r:'m. 
Pr:. S!urzpt. 
A;c!'çs d:s mesa: dr!a:as da Cr:a- 
1 
r:'-: ~!::...~:c!~.i!.ÍE, /.,'.;:;::!ll;1éí;u, :_ .. ;-i !o.t!··.lS e Se,. 
±.2$o rr.czivzs de; parle:en!±;e, no 
1
-  4 ~ ••. ~• --,.- (! ... ~ ....... 1- 1' -··r... t' 
.. _ '"' . -J~.c -- _...'.) 0 0V. , .. > r -4ia -s mar; ,+ 
: itJ: ~ .:: ... (,! ·i_::r: ... r c.:1::ci' . .J::~o;: -~; co :r:..:.s. 
1 
ds. ±.: nulo dizes "S.um! eia nas hrzgcz 
ds Z±:r'a" e si, "tua! dar.l:". 0o:lga­ 
do Fe!os clszis. - 
DR. ADHEIIlR WDOY 
Advogado 
Cnusas Ch-e!s, Crlmlnals, Problemas 
de Terras, ln,zentárlos. 
Rµa Cldabá, 350 
--..;.._.;BELA VISTA - MS. 
ESCRITÓRIO DE ADVOCAC 
V ""':" • I • 
Dr. Sérgio Roberto Perondl • 
• Advogado 
c.,.us:is Cíveis - Direito Agrár!o 
In'-!!!ntários • 
Escritório: Pmçn. Álvttró ?-t.'SCS.re:-.:!;ns 
BELA VISTA- MS_. . 
O Melhor corretlvo i;::m o So!o 
• PI!ODt:TO DE ALT.l CH.' . .U!DADE 
:;Il::ierr,.ção Boi:o(!=, Ltcb.. 
Usin::: Roc:ovi:i J!U'di:n n Porto Mu:rtln::o • Ko Si 
~critério: A-;. D.:quc de Cax:i:E• !l9 - J:m:L-n :,3 
Dourndos.: R~ Jo:i.otúm. Te:z-,irn /1.l,::s. !NIS 
"Nós ::áeciitnrnos e:n M::.to Grosso • do Sul e c::or:an:cs t:"::!;:~11rr::o 
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Cada vez íll O i S perto d Voe e

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tomnda por M•J'J comprinhelt'O'< ,nqucle "ncor 
elo de t w.,lh•·iro·,'' que 1111111 lll:th cru bCOJO 
11 diretriz traçada pelo órgão partidário, neste 
cnso o Dlre>órlo l1lnlrlpal. cuJo prr~l(kr:t(l 
f11i.iu p.ulo oo u<X>rdo, o nl<lb o~ '"ºllJ3 ~:1do; 
u teus dversários (trs votos o vlee, l e 2 
sccr,,lArlos) por BI 56-i J; : !o su[lei;;ntcs p.'lri 
a provddncia das cassações dos teus manda. 
tos, tto c:nro e•! nr<to dlspo:;!llyo legal. 
D!zer-se que  ralç:J.o hourn de nmb:is M 
partes (defesa de Ivan) porque Perondi o 
comonnhl'iros tnmblm voturrun no ndv1!rsórlo 
Veto·, 1nm vice, prcslcltnle du Mesa, é mera 
desculpa para deslar a atenção do público 
1 nh~ u e~cabrnso cuso de lntldtlidn.le pnh• 
dúrlll protlcJlln por aquele~ dois trnu5tugaa, 
nüo por lnlcres&e de 1tdesa de qunl:iuer direi• 
to conslllultlo em Jrl, mng apenas por nmbl• 
ção pe sal para salgarem posições de dCSL'l­ 
que, quiseram <lar mostras de pout!cos sabi­ 
dos na lngenuldndc elos atos reprováveis e 
colocnrnm o PMDB a cnvnlelro paru manobrar 
com mnls amplidão, como fez, deLxando o can­ 
dld11to de Ivan n Vice, Claudlonor :i bater 
r-almas no escuro, sem os votos dos ndvcrsú. 
rios ravort>cldos. 
Os votos elndos pelos qu:nro vereadores 
fiéis no v!ce do PMDB núo toram mals que 
Justos, legais e ncccssúrlos pnr:i ga,antlrem 
n reprcsentaçi10 dn minoria no Mesn, além de 
respeitnrem os princlplos cstabolccldos pelo 
6rglio partidário, como prevô o Item V1 do 
nrt. 12, do Estatuto do Partido Democrot.lco 
socbl. Esses votos dndos aos adversários, não 
foram, por conseguinte, de trnição, na concep­ 
ção do Ivan (perito em cfütorcer assuntos e 
divergir), apenas um voto de cacln um deles, 
mas Ivan e ,,í,clo deram três votos para or­ 
mução dn Mesa pelo PMDB, o que caraclcrl• 
za ::• trJição cmnrttcln, cnrolvt'ndo mais nesse 
ruidoso caso o Interesse pessoal de ser o pre. 
sidentc clé C,imara, custasse o que custasse, 
mesmo com a rulnt e dcsmornllzação do pró- 
Senhor Rcdntor 
Depois dos comenlários de vosso jornal 
F0bre o uopc e tr.i.!çfo solrldo pelo PDS do 
Den Viria 11,t-c n lnciliclntlc com que o ndvo­ 
godo Ivon l1.ir;iucs sou companheiro encon, 
traram para esquivarem-se do "acordo de ca­ 
,·alhclros" untes conflnnodo entro os eis ve­ 
rendorcs do Pnrtldo; do pronunciamento dos 
4 vereadores !iéis no compromisso nssumldo 
e ele outros pronunciamentos, na ccli,i!o ele 5 
!1 11 dc,tc m~, da TRIBUNA DA l'RO!'fl'EIRA, 
pig.-5 V. Sn. per1,,unto: l'!ln e Clnudiouor trol• 
mm o partido? Com a resposta o Dlretúrlo. 
((lo PDS). 
Cerno essa resposta nno surgiu de quem 
dô direito nté o pn'scnte, tro.tondo-so àe coso 
de surnn i,ravldude que nio poderia p,ssar 
sem as mediclus pun<liva,. de ncordo com n 
nossa legislação pertinente, como Secretário 
do Diretório Municipal o por ml.nhn Inteira 
responst1blUd2àl!, vl,to que por duns vezes so­ 
licitei n reunl'..o dn Comlssno Executiva p:.ro 
tratnr do momentoso nssun:o, nmb:is untes 
clll poSEc e eleição da Mesn du Càmnra; a pri­ 
meira, p~!d:i com o presença cios O vcre~do­ 
~s elelto, pelo p:i.rtido, neln já nlo compare­ 
cendo os dois citodos por V. Sa. e n segundl, 
sem resultnclo n:1 provlóêncln da punição re. 
f?U)runent:ir por ter n ma!oril achado por be.m 
evitar prcjulzos maiores no partido. 
An:illsemos os fntos: 
QU!u:ldo um cidndüo lngr,::ssa em umn or­ 
i;,ml~~ç:l.o po1itlc:i., ele Jl tem ns umlclo um 
compromisso de horm, de prcstigbr e dcfcn­ 
dc_r par todos os meios <l cm todos ns oc:islões 
o lntcr<,,sc do PnTtltlo que escolheu, pois que, 
devera antes conhecer as obrigações, deve. 
rs e direitos adquiridos por essa decisão sua 
través do que preceituam as lels igentes, 
A !1llJ,;:lo r, u1:i partido polillco é n olir­ 
m.1ç~.o 'C!'tb(ldm d,• l(I e C0!'.!iunç;i. dn e.xequl­ 
!tidade do seu programa de ação, respeito 
ds suas diretrizes legitimamente estabelece!d1s, 
elo seu códii;:o tlo e: lcn e todo mols uq_uelcs 
principies que tão bem estão delineados cm 
seu Estatuto. Aqui, a q_uestuo mor:il puromcn 
tJ adcqa!lCL'l a dd..!dlos hor:estos, co1~-;cientrs 
des seus compromsos assumidos, principal. 
1n~nw ~-C!U1.:!..:s ql!.3 pr-ctend:tn c:lrf;os c.l.eti'OS. 
Mi que haver qualidade de caráter e intelra 
Justia em scus cometimentos. 
Varcs açor ao que d:z a Constituição 
Federal. a lei de Organizo dos Partides e 
outras. com as suis pro.blçdes, para pr02r 
cemo toram ingénuos aucles vé±adores que 
t.--a mm: seus cC::p2:1h±e:r0se 0 próp.:0 parti-­ 
do, para se ele::n por me!cs ilicitcs, mano­ 
bruni cm o apoie da opcsço.dando a es. 
1:1 !11:i. 1: <';_'J..::1
1
1-0. do c:e:-: :-~CT::ü~r..:.m. 
Ort.2526c.Federa!, sobre ; o:aniza­ 
cão e funcionamento dos partidos polilicos, 
taz cerv.zão obre o seguinte principio: 
Ienu • 
1
scp:a partidária; Im VIII . 
pre.s.ço decoles partidárias por conse­ 
gu:n:e. pre:biçio tamzbin de quilur con­ 
chavo particular de seus participantes. é ló­ 
g;col 
C seu pari;rafo nico e mais a'roe 4te 
e cistvo: Herderi e mnd:to no Senado Fe­ 
der:. ns Crura is Do-u@os, nus Assem­ 
b!e...s .S-Tas€n C .... :-r:. aras Municiasts 
ta:< 
,.=r,.-~c.-, d.! d :-- ... 1_· o J;.1ruJ ... ..1 o: ' .: ... ar o ar 
! (.;o :: h C' ~. 1• :· ........ l .1 4 ::> 'f' 
o. , a atue toma por Ivan e c' U· 
c:onr sord a.o s ta ) .. , .. !:•;.:. :--., 
n 
e 
Estamos cm plenn quaresma, logo vivere­ 
mos os dins da SemCl!ln Santa e com do n uti­ 
liwção de '[)Cixes e bocolhou na cosinha. Apro­ 
veitamos paro dar olgumo.s receitas de Alidta 
Furnz que mntém umn coluna Culinnria no 
Jornal Folha de São Paulo, 
o 
prio partido, como licou prov.,do li l~!> l'!'n<,Ul 
nações, neoclats e manobras Infelizes <l • , 
es dois polll!cos novnt<r; qu~ Jd <s1Ao mnrc.1• 
Jo~ d,· -do J<.. pr 1,1 opinllo pú!.Jl!cCI, b:i•.toda 
na leviandade por eles praticais, por mb!lo 
pessoal, nada ma. 
Pnrn encerrar o provut' nlncll m·1i1 u trn!• 
ção de lvn e eu Mdclo, citemos ma!s algumas 
lnc.ldtnc!ls de proibições exbttntc, rn 1,,g,,. 
1:,ç~o pnrlldclirla o cstJtudr!o, rn:i5 com o cu_!. 
dndo do lovnr ao conhtclmcnt.o do povo i;uo 
nGo lê e Mm conhece lúl obrlri:içõc~ n que cs, 
tdo expostos ou sujeitos eleitores e candida. 
tos cargos elettvos, consequentemente suas 
rcsponsnbllldade.~ depois ele eleitos: A I.A.'l 
682, de 20-01-71 (Lei Orbr!lnlcn dos Partido~) 
cm seu nrt. 27, diz que M ori:ilos do p:lrlldo 
JlÚO lntervtr!lo nos hlernrqulc:imente ln!erlo­ 
rt'S, salvo pnra: Inciso IV - Impedir aliança 
ou acordo com outros partidos, sob qonlquer 
rormn, com flnalldade eleitoral. Inciso V - 
preservílr normas eslaluárlns, a ~t!ca partl1a­ 
rl11 e,u a llnbu polltlco-1>art.lclârln IL~nd<1 pe­ 
los Dlrrtórlos Nacionais ou neglonnls .. , 
Trntnndo da vlolaç!lo dos deveres parti­ 
dários, o nrt. 70 diz: Cs filiJdos no Partido 
que !ultarcm n scu,s deveres de dlsclplina, n 
respelto nos prlnc!plos progromatlcos, !l. pro. 
bldade no exercido de mandatos ou lmçdo 
!)artldliria, !icnr!o sujeitos hs seguintes me­ 
ciJdas dlsclplínares: Inciso IV - e.,cpuls[lo, 
Pnrágra!o 3?: ocorre a expulsão por lnobser. 
vê.nela dos princlplos programatlcos, in!raç:io 
u.s disposições desta Lei ou qualquer outro 
em que se reconhecerá extrema gravidada. 
(~ o caso do Ivan e seu s6cio.) 
Tratando-se du perda de mandato por ln­ 
fidelid de partidária, em seu art. 72 transcre­ 
,·e lilernlmente o disposto no parágrafo úni­ 
co da art. 252 da Constituição Federal acim:i 
citado: ainda o par:1gra[o únlco do an. 72 em 
:ipreço, diz: EqulJ>arn-:;e li renúncia, para c:­ 
rclto d> com·oc,çiio do suplente, u perdi de 
1 
rões e cubra tudo cem o restante dos ovos ba­ 
tidos. S-a!plque bostante queijo ralado, enfeite 
com galhos de salsa, rodeios de tomate e leve 
ao !or.:10 para asso.r, tampando n vnsllha com 
papel de aluminlo. Sirn bem quente acom- 
,:anhotlo de arroz bronco, 
BACALHAU, SE:!PRE BD.! - VINDO. 
,LICITA FERRAZ 
. , .. Cam,rõcs, b~c1lhnu e filé de garoupa são 
pratos de {úcil preparo e sempre bem vindos 
tanto numa refeição comum q u a n t o 
numa mais rc-quintnd.~ Substitu2m.. :i carne 
com ,·nntai;cm e podélll ,·a.dar o c:irdâpio diá­ 
rio, 
FnlGlDElRA A~!EUICANA DE 
c,nLROES 
D.GREDIEl'TES: lim kg de camarões: 
duas colheres (sop;i) àc cnldo de lim5o; sal; 
pimcnt:a do reino; du:ts colheres (scpa) de mG..'l· 
teig;i. um copo de crcrr.c de leite; seis ovos; um 
dente de alho amassado; duas colheres (sop:1) 
de cebola ralada; circo tomates sem pc.1e e 
em ementes; meia xiara (café) de ccahaque; 
duas colheres (cpa) de azeite de ded&; um 
viàro de leite de coco. 
~L!l.'l:In. DE FAZER; 
Retire as cabeças e cases des amares 
limpe, lavaos bem e deixe-cs meia hora tmpe­ 
r-3dos C'Om ~nl. cald.l d..: lim:-.o e pimcntJ. do 
rdnô. 
l 
Dour~ o., ... t:::!'::!té.c.:.s n:1 m3:1t_L:i. fbmbc-­ 
s cm o conhaque e retire-os da panela, Na 
resma n:..nsteiga frite a cebola, o ::ilho e os to­ 
r.1:i·.t•, p.,....ên~ o 4 u :i 'n d o e :"i ti v .._~ 
rem bem desfeitas junte novamente cs cam.a- 
ris fritos. Deixe ferr um fV..?Oô e: •-<=c::::-ccn­ 
te o leste de coco, o creme de leite, o azeite de 
dendée vcritique o tempero. 
Bata as claras em neve e !;..:..zr.pre b:neu­ 
do adicione as ema uma uma. Unte un: pi­ 
., . c- cm ma.sn4vi, , e'oqu um p.·n..:t"i) d..-,.:; C"0$ 
1 me a.cs o creme dos cana- 
BACALHAU A ESPA.t'"HOLA 
INGREDIENTES: 600g de b:ic:ilhau; 600 g 
de b:itata; quntro pimentões vermelhos; uma 
xícara (café) de a2eite; duo.; colheres (sopa) 
de cebob rnlada; três tfon!c,s de alho amassado· 
cinco tomates sem. pele. e sem sementes; uma 
colher (eh:) de farinha de trigo; duas colhe­ 
res (café) de pimcnt.'.l.-do-reino em p6· salsa· 
coentro; um:1. folha de louro uma coo da 4gu 
do cozür.cnto do b:ic:illiau; farinh:i de rosca e . 
zal se tccessírio. 
~lA .. 'ffiffiA DE FAZER 
·...Lave bem o bocnlhou. corte em pedaços e 
deixe de molho de urn di.1 par:, o ouu-o.. 
A I e r v e. n t e, tü,e a pele dos 
imentes, ccrte-os e:..'11 ti:-as e pohill:e--os co. 
um.1 colher (cnfé) de -pimcr.t:i-do-rebo •. 
• a Da 
D:mrc a ccbob ~ o ;ilho e.:> :rzeite., junte 
03 
tomates picados, salsa, centro e a folha de !-. 
ro. Regue com o caldo do cczimer:a d3 bea. 
lh-::'lU. :tdJcione n. pimenta restante e deixe {e-. 
ver dur:tnte dt::2. tr-J:e:tt~s.. En:;r~ cor:, ,.2 r .. :; 
ha de trio. verifique o ssl. passe per a.., , 
neu:i e re::a---en~c.. 	P 
.. 
mandato que ·e refere s«te {lo. 0 art, ?l 
Mm a+umpr1menta 
dlr;: Corsldrerase tami n ·tableta 
de dtretrlurs lezfttmmn" pta VI .. 
p<,r org.fo !'.l• rUrtç.1o p:,d1u~ri;,. '- IJ•d lf (l 
fr alara ou corto tom os fé!"? 
outro partido. (ta fnldnta mais 9 rt. 
70 1mia dado, ·ão contundentes nas 7A 
da falha e trilo cometlda por Ivan e eu 
compmnhante).... ., ., 	. 
Po cit1,c•:.O, !oi~- !?.td.lt0r, e mais n..s dl._. 
posições do Estatuto, que Ao calcados em 
prtnc!p!03 éu:cs riu tn:ielcrl1,Hl..1 tri,lçln de 
Ivan Marqur, :,, reu~ coniplnhclro~ e no pró­ 
prio Partido. 
:g a rMp-0sb cnbh,d 11 O!S:i pergunta que 
ufo t.-,·e ti do Dlrt:16rlo Mu:,lclpiJ.I e de1nfa 
te-ln. 
consum:ido o nto lesivo a.o P.:irt.ldo por 
Infantil lc'lond:i.de de elemcntts que n5o ,ou• 
btram "alorlvr o, voto1 recebido,, tralmm 
também 11 consdt:nda daqucks que deJ)otllJI• 
rnm-lhes o voto de confiança, JuJ~nndo•0~ ho­ 
mens de bem, sem que a Comls..rio Executiva 
opinasse pela punição dos Infratores com a 
=:sação do! seu.< m,,11dato3 como lmpile a 
lei, resta-nos a espernnça c!e que o no·vo pre• 
sldente dn C.lmarn elc!lo e:,pfclo,snmrnle, cu.rn, 
pra SUJIS obrl;:-açOrs dentro dos nonnll.:5 lego!.'!, 
~cm convruienci:i:. pessoal!!, Jev1ndo em con, 
sldcrnçüt npenas o Interesse do povo e da cor, 
rda aclmlnlslnç;io elos seu, bens, e que nio 
se met:i noVllmente em outras !ru!'toções co­ 
mo a que o alljou d.o Drle:;ncla de PoUcla anos. . 
atrás. 
É bom revfrer os assuntos, parn evitar.ou. 
tros e ldmtificar seus prot.:lgonistas. olfuj ne­ 
le correligionários. 
É a respo.sta positiva, Sr. Redator, que. 
ofere;o. 
José Joaquim .Ferrefra· Souto 
Secretário do Dlretúrl<, llunkl11nt do PDS 
PEIXE EMBAIXADOR 
Ingredientes: Um kg de filé de garoupa; 
wn copo de vinho branco· 
wn copo de vinho oranco ~eco; 2-00 li ée chàm-­ 
plgnon cru; 120 grs de ma:iteiga; um" colh.er 
(sopa) de farinha de trigo; duas ge:nas; sru; pi­ 
menta do reino em pó; uma colher (soca) c!e 
salsa picada; queijo ralado; dois copos de al· 
do feito com cozimento da cabeca e espinhas do 
peixe cem temperos (sal, coentro, ur:a cebola 
pequena.. uma cenour;:, um tomate, wr,a folhA 
de louro, pimenta do reino). 
MANEIRA DE FAZER 
• ·, • Lo.,·e os files de peixe, retire cs espinha's. 
~mpe.re-as com sn! e piment:1 do. reir.o. Colo- .:; 
que--os terr.perados e.-n u:n3 :1s:s;,deirn :::n~d:i 
com bastante manteiga, espalhe os ch=oig:oo::.s 
ccrt=dos em fatias, regue co:n o vinho e o c:,L 
do.. Cul:r:i :t ::lS.s:ldeirj cem p:ip-el de :.~-:::b.io 
e le,·e ao forno por 20 n-:.lnutos.