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G:o do ±s- no6n 4 
--- ... -- 	, ~ -----··,--·....- 
' , 
o Cln:l.!,IO de Esportes d Dclll Vhln j: 
6td mo~cccodo culdnclos por parto daqueles 
11uc ~o rcspon!):1bUlz:ir:1m por suns lnst:ilnçõss, 
t1111cionnmcnto o nt!vldndes. Tribunn dn Fron­ 
tc!l a, antes de min ln:rn~urnçüo, sur;crlu que 
rc torm::ss~ uma Comlss!lo oncarrcr,l'cln ele zc­ 
lnr pelo patrimônio o promo:;õc!l csportlns. 
Isto mio !oi !cito o os rcs:ilt.:ldos nor..ntlvos jd 
te começam a sntlr: matagal, vltrôs quebra­ 
dos o apnrolbngcm c!c Gom cem dc!ellos. Sem 
l~l :r na cab!no ela Imprensa, 'lntes de ser utl, 
llzMn Jtí com problcmns. 
Niio é uma "obra1Jnha" de nlrruns mllhn­ 
trs de cruzeiros, mas umn gr:mdc obr:i. de 
m•.tltos milhões. Niío p:irtence n clubes, entl­ 
ddes ou pessoas. pertence no povo, foi cons­ 
truldo com dinheiro do povo. N~o csui h. dispo• 
o de grupo3, sejam eles quais torem, está 
n dlspo5lçrlo do povo. 
Quo soJn formndn, com ur3êncln, esta co, 
mlssio e quo p.-~soas responsáveis sojam colo­ 
~ndas n frenta da dlrcção. 
Nilo se ncimlto Jorrar futebol de snlão sem 
cs redes protetoras ntr6.3 das t rnvcs, mcdld.i 
comum cm outros 3in6.s.los. Não se ndmltc que 
yJ.nd~los destruam vldroças e Jnslala;õcs, ol­ 
auCm deve :.clnr p1ilo Bin~...:;lo, Não 6 um pcd.1- 
,, 1 
e.to, n!lo d um' ~lvlndicnç1'io, 6 um nlcrtn: CuJ. 
~cm elo Glrws!o de E.sportcs. 
As promo:;1!~1 csi;ortivn:i 1sr.o ncc::ss:'l:ts. 
h'i poucos e.tias foi realizado um tornclo co:n 
rrmndo vuccsso, acontece que n:10 está J::l·cn­ 
do critério, i:e:;:undo um prorcs5or. 
E Intenção ele um nrupo de desportislns 
e .ccluc:idorcs rnC:l.m!nhar !:l Clmnro Munlc:l, 
p'.ll uinn rctvlndlc:i:;:io no i:entido de :::e fomnr 
uma Comissão pra administrar o Ginásio, 
- Por mais que:e quebram juslltfat l@­ 
mas decls~s tomadas pelas autoridades d:i 
área económléa federal, não deixam de causar 
espécie c
7
rtas mc~ldaJ e co_ntr_a-mcdida,s que, 
cm curtos espaços de tempo, a ~o;:Jcdad~ é le­ 
vada a aceitar: Tanto ó assim, que se u,.i. dia, 
na posteridade, o )3rasil dos nosso:; ài&s for in­ 
terprellldo pclos-cxeg(?tns da época, p:,d2rá ccr 
comparado a um laborntórfo ele cllmcnséc3 co~- 
tinentals. Vejamos porque. 1 
Mudou-e a lel salarial, Teve qu 5udar 
fut~micln,
1
e stm, vlolênc!n. nn.o, 6 umo. porque aum:ntava .n rotatividade no em-,rc"o 
rcnovncão dos nnelos da lgl'elo. cm ra~or da: dos tro.balhador03•de salários mah baixo;, P~- ·.: 
Jllt e da concôrdla, contro. todns ns termas de nalizava as cm!·re~:ts_ no:; seus custos. Era um •
1 
V!o!ne'a. 	' 
Num:i c!poca em que n cscaladn da vlolôn- foco lnflnclonário, nlem de Inibir ·a criação de 
ela nlC!'T1<;.' ,contomos lnquletàntes em nosso novos emprego~. ·Rcsurnbdo, era· uma lei qu3 
Pn!s e n'.l mundo. o tema proposto parn este feria leis Mskns da ciênci~ econômica, porto.:1- 
nno é multo oportuno e atual. 	to, sabia-se quals, as ·consexiuêndas -que --dvl' 
l;:m no~:1 comunidade; a Beln Vistn de riam ·quando foi promulgada: QuO:.."tto tempo 
~tlls hlstôrlns, conqulstos e exomplos dlgni- • 	' 
f1~les de trabalho, o tema se cncolxn como esta lei vigorou? ~cs anos~ :e : muito. pouco 
Um!l_lura. Isto por-iue cll:rlnmente temos vis- tempo para que uma medida, de tamnnho .. al- 
i~ e,çemnlos de vlolêncln prntlcndas contrn n cancc soda! soja sub:;titulda cm-tão pouco tem 
ll SSô:1 humana. Violência nllo 6 apenas abu- po. 
sa.r ~a !orçn.. tlslca ou .dns amcnç:is contra os Os gastós • do gbverno aumentaram: Havia· 
=fracos.Nilo e! usar o abusar do poder do pressa por rc=.'.· nr_obi_ns.·c prógrnnia, dz dese:1'. 
&ro para fazer prcvn!ecer a vontade E­ 
!ds:e um:1 !arma de violência mais süt!l. ~ais 
1
. volv1!_ncnto com!)_ativels com. um ''Brasil p~- 
ft
0
1vente e, talvez. até mais cruel. ~ 8 vio- . têncla'!, Que resultado poderíamos obtor? ·Sim 
nela moro! e espiritual, com reflexos no t.rn- , • • · • 
balbg. no lazer e. sobretudo, na vida política. 1, 
d -"< bem cômodo gnnlur o plío nosso de ca-1 fC ll • - • íl • fr' • • ., 
±±z±e2si#nc#s éteirês a ia tg:tiva gizais!ense 
com os problemas alheios? Pra que inda«ar ';' ié± !' êiB? 
: este ou aquele pai do ramma está gnnban- O_ presidente da Liga Esportiva Belavisten- l pE:Ü.s U!!l nome ~e ::presentou como candidato, 
.i ~"liU!iclente parn viver? Prá que perguntar I se, Sergio Roberto Perondi, expeàiu edital con- tr.:.ta-~c do c!c.;portista Raul Oscar FernnndeJ, 
~s ~enino, aquele menino que passa todos vocando os clubes filiados a eleição da nova di- presidente do Grêmio Esportivo Unliio; é o nos- 
em frente a sua casn. sempre com o • . " · · 
olhar assustado anda 
1
. !d ! i b • retoria da LEB, a sr realizada nesta proxima o cznddsto e está prepara:fo para assumir a 
lnen•-ct ' r ep 
0
• 
0 
em ª · • f • • 9 3 1 G • • Pcd '-'"d d d ! d "' o, vai pr:i escola ou vai andar a ton. qwn.a eira, ns 1 : O 1oras, no rerruo ro rc.:r,ons::u4.i :: e e continuar a azer o fute- 
Fr:! Que? i Iluíino. . . . . . • . boi bclavistcnse o melhor da re,,;ão." 
E 	. 	.,. 
b::ires mu~~ cômodo sentar nas mes.-is dos 
I 
Segundo Perondi, 'este ano vamoJ inccn- s~rgío Rob~rto Perondi, otrnvés deste jor- 
r'2" vuat ae semana, ou nos clubes, be- 1 tivar os jovens vnlores dando prioridnc!cs ii nnf cc:1·1ida o t::dcs 03 desporlistns para com- 
~ . n gostosn cerveja gelncla e crltic:11' as • · • - ' • • - 
nut?ridades econômicos do p . 
1 
ültlma pratn d:1 cosa, com a realizaçao de um campeo- i::arecerem dia 3 -quinta feira • às 19:30 horas, 
dl'<':sõcs ( . 	OIS pe as s t ,. . . ·t l:, • d .. 1 	_,_ 
• mi, impostos, juro
3
, etc). na o cmarruco e r:1u1 o :im org:uuz:. o . o a- 1 no Grêmio Pi'u.io Rufino, e .issistir= a eleição 
"e Fá que a nossa é@oca esta chamada tu:u i:,c:úlen!.! à:i LEB disse -cuc •'oté ;:,.zora a• 1 d:l nova diretoria. 
.,,~
1
~ o r.Q.uárlo", aceita às p~ssoas cômodas? 	- • 
ç Que estas pessoas estão realmente vlven- l 
6
- . . • 
º· . ' São sombras que pascmm pelas esqul- 
~as e~ vidn, sombrns que apcrms vislumbram t o m, pas 
rc'-:r ~dcim vida? Multas perguntas. Poucas !_. r:.i.· g}_f:ti~ tp •r:ú • ~ fu
1
• 
1 ~-J
stri
s. Talvez a resposh maior esteja den- 
1 
4lati, {tgl , 
ro te nós mesmos. :ir:, pois é cu ocredito no I g l;J t,;!,t, t-• 
S Palita t16soro. naquele que pergunta o por -· - l.:i ' 
q ~ dos fatos e n:i.o apenas os relnl:l. como ex- 
r,cctn.dor indiferente t d 
NAaF°RATE?.NIDAlJE SIM. vrcL~'<CIA e s á se queixa n _ o,• 
inst ' ~ma r,:ir:i ser utilizado em todos os 
• de syx vida. E por que não na poli­ 
" G Gue volerc:a maicr esta de nos querer 
,, nome. saja ele do PDS FMDB PI' 
,., ' e omros- Ps da vida. ' ' ' 
cr _For que não dar ao povo belavistense o 
,re,to de escolher e seu p.re!eito? Impor um 
nem:i tnrn•-•m ✓• vi l·'- • 
litc u=. e tolenc1a. Ao invés de os po- 
ccs ficarem nos lr.lbinetes discutir..do no­ 
mcs, deveriam era lutar pela reil emancipa- 
çao Jl~lit!c;:,. de Beh Vistn. • 
_ . Am,fa é tempo de se i11icl.-ir re:ilm.enLc 
y+ nov.era politica em nossa cidade, b:3- 
1apen:s que lt:. ' 
rí,,,. "cs roliticos meditem a rspe!to 
rr. N~O F'RnTER:-:i~.'DE SI!Vi, VIOU::N­ 
·+.Até a próxima IP), 
O cndevido.mento externo d.lspnrou. Assim 
pen12te em permanecer ao redor dos 100 por 
c:nto e que custará enormes sacrifícios i::ara 
que atinja, no ano em cur;o, 78 por cento. 
O indlvidomcnto c~~cm'.) c:[3:;arnu. As:;lm 
qu:indo os países mlls rlco:i Lrnpunhnm po.rcl• 
r.ionh cm seuz lnvcstim?ntoJ, n6s, alheios às 
cvidbclas, crcscíamo:; a taxas b:m alllls. Teve 
qu~ haver um:1 guerra no Allím!l:o Sul pnra 
convencer-no:; da r,ossa c!eLl!d:ic!c e de que cm 
temp de crise e pcrl.;cD nnd:r contra 11 cor• 
rmte.- 
Q:; juro:; Interno:; !ora..-n cle,·aC:os -a um 
patamar raior do ·que ,os ju;os externo,. Prc­ 
c~avamo3 c:1ptar recursos externos e esta era 
i:r;:1 for.n'.l de atrn:-los. Corutava dn _e:;tra!~­ 
c"~- .'.n:-:1ún,. uma llmit:ição_..do cre:;cimcmtJ 
lncias:rlal, d3 forma a Inibir os preços, O rc:ul­ 
ta' o! cu> cs juros elevados descapitablliz:i.­ 
rno as cmi;resos, os preço:; não cstsblll=a:n 
C CJ ê;i~!t:::s ~xtcmos não entraram coruorme 
o ~ i""~vi'io. ~ esta:; consequências não cri'.L'tl t..:io 
r rc•.~.:i.cl,, ;:o menoJ i;cderi.:>m ter ·sido cogi­ 
t2d1=, 
: rogramas nucleares !oram Idealizados 
~r:t u':::-i ::i:mcnto de euforia, com lnvestimen­ 
;o; p;~v!s!Ol d~ SQ milhões de dólares. Pouco, 
e com rOZÕOau 
-- 
( º'' ('( ' 'º 
•. : h : , I ' l l •pc r- 
-e, 1O to d 
.s a pa. 
l1 h, 
te!0« 
r,i dC'I 
cdsds 
1ta Vta, 23 ds fevereiro 
r'.. 1 903 
Dr. S l'I • 1 nol,. 1·u.1 1 rnncll 
?, .·1:1. n: c
1
,1 LI.ll 
Vi,emos tempos difíceis. O p::-êço do di- 
!'..!lci.-c cs::..i so tcm::dào ir:tolcr:ivcl Os ju­ 
; rcs são crimincscs. A ,1to. dn m:i.t.éria ,>i"i:rln. 
l a Cüdn di:1 que !J:l!:S."l, se torna um des:úlo ooi:; 
' pequaos comerciantes e empresários. Viv3. 
i rros t~·mp:ro c:!ilicals. 
f O com::~clo behwist.c:ns-~. por si, já fr:!:O, 
} devido ::i u:n:i s~rie de !ntores, vem se.nth1do : 
• atl.ta] crise e se dcsdobranõc nJ_r-.l m:mter 
1 
u."U:i ~rt::i dir.-.:idllde. As queixas- s5o de todos, 
d.:i todos os r--..,_'7los. e csch di:l é um clh :i m:iis 
; p~.r:i S!! nnnter .. Tá nc.o se blo. enl rr:!nh:rr is­ 
o.3,1as cm pagar cste ou .aquele com- 
p1russo, ' - 
Eta Idéia foi uerlda por nds antes da lnnu­ 
uraço, mas acontece que, MA vzes, as boas 
e cencrmn para frutificar, Antes tr'e 
éo ('t:O ;m,:cn, 
r m rc:•,,!!nr que no é a real.z;4o 
de Jogos do futebol de alio qu cst! provo- 
1 
c·múo cr1t1ct111 005 ntunla cncarn.:c1clo,, e l 
fali' Cr: cu•tlr.103, Vi1rl:i~ p::s,e:1,, <lc',port:.. to.5 
c cü!CUC'!>rC~, c<,tl;,c;mn cm no...so. 11.::l.r.:;:io o 
r~ qll!!::~:·:.m c!.1 m.-.nclrn corno" :n ccndo cil• 
r!g!do O Gin4&!o de E3p07t€3, 
rasrn 
J, Vllnr 
nr:os depois, ~~o desacelerodol. Sobra c:ic.rgln, 
~cm todavln ter enlrodo a usina de Itüipu c:n 
funcionamento. 
Após tantos testes cxecu todas neste lme.n• 
to foboratério salmo:; imediatamente õ, procura 
de um culpado: o Governo e sua tecnocracia 
que o envolve. Pcde ter. Mas, pode ser trun• 
bém que sejamos tcdoJ nós, que nlnda 11.10 es­ 
tamo:; co=ire:.entizados de que o dcsenvolvlmen. 
to pode ter gr:i:is e époccs paro. que seja ativa, 
do. Em tudo exlskm opções, e a nossa, tudo le­ 
va n crer, não era crescer desbrogadamente 
neste:; mon:entos. A posição cõmodn de trans­ 
ferir r.ara terceiros a culpa dos rcssos males, 
parece te:r = atitude pueril, um:i vez que 
admitindo :i culpa por noS!O! :onhcs mlrabo­ 
lanle!, zlno.l de que a_prendcmo, c:o:n OJ reve- 
Culpar o Go,·erno d2 Jnépcl:i? Com'.) faz~ 
lo re n6s mesmos c..,chíazr.o;; o ;:"11:o para dizer 
que érnmo.:; os únicos a cre~cer cm u~ mundo 
cm recesso? S3 o Gove:no tema parta d> culpa, 
e..-t:i reside no fato de ter deixado qu1 !o.xm 
tomnd:i. dcc:isões, cujas consequ::nc!as eram ço­ 
n!,ecl(:,; i::or antecip:iç5o. 
Estnmho, pois, este país, que permita ~ej;un 
fe!tn.s cxperilncl!IS, cu;os rcsuH:::do~ r-0".'cm ~e:r 
1
'a priori"' detectado,, com uma rnari;e:n de erro 
aceitável. 
Com·crt=os o Br::ãtll. c.-n U."ll lab=tórlo 
que re não é cstr:inho, ~o ~no; é um:1 aborda,. 
gen diferent. Menos mal que :ifa,k n1:> d.ls­ 
r<no: da b::b1 atm!ca. (Pana) 
ADJORI MS 
+ETA; EE CCNFVOCACIO 
M'~fJ'F -.:';!- CERAL O"'70!N" ,l.'UA 
O 2'3cn1te d1 As50:12ç50 de Dr0- 
te Ge '3n3's do Int!or ida Mato 
G,."-c<:? óo Sul - /,DTC.!'11: _ ?,'(5 - 
uzn109 d15 +1b:!3525 ! Ih conter 
c:7z570s 202 21 d C3ntitu!50 da 
Asscnçã. crvoc: s snhores as­ 
soci30s p2ra s reunir:n1 ma.cdade 
<!e N07:l .4.ndr,õ'n::.. Ru..'l ,T:,-;é D:,mL'l­ 
gc:s. !l!l Reico d J01 D22ste 
&19demrod>1 93 325 15:00 
horas crx primei con,:o::z.cf'l.o e se 
n!ío hoa,::r nfrm~o le:::al. i'l.s lG:00 ho­ 
ras cm saznd2 chmzta .. afim1 d em 
Auc:nb16'a C-<i::-ol t..ibrcm sob::,a a 
szuirtz: 
1 O cti:ismo é muito bom, é o alimento 
1 
di:s grandes ixótivas, mas o otimismo "!al­ 
• e:>", é p;or d.o que o pessimismo doentio. O 
1 
C!:'ª é p!"'-.;:::;::, e isto cst:i. :;c:,c!o !eito, é ::clmi- 
1 
rus"..rnr cm {mos do crise,c que exige muitn 
iaginczc" cu "jzo ds cinfun" segundo ] 
um lo5.s:a. 
! 
K:! i.t:.-::.! s;::-.1~:;::lc. o q~ p:>::!eria s.1r[tir. 1 
c.:_:.1 _ r~flc:ros be:ctíiccs P:ll':l todos, seria n 
cr~ç;...o c!.J. /~:~:=;t.~ Ccm:-!"C:~l e Intll!s!:rI.al , . 
; d2l: veta, uJa diretor.a se znc:rrzaria } 
i Ses.licita csautorizds. ra cite1, a r­ 
l h:--::-.::n ac s:ma:".:!.! :e:; e ctn.-sos ele ll 
, Ac!rn.:r,..:st:-:l;:'.n~ 	.., 
------. 
Ordem do D!o. 
I- 'r1orimento as exigências 
do ::rt. :!O c.:i C:::1S![~<<;5.:, 
Il - clecar ::i nov:. Dlretori:i p::u-a o 
bien:o 83-35 
• III - cscofoer a cichde p:i.ro o p!'óx:i­ 
mo Con:;rcsso 
IV - fbr o ,olo::- ~ ~~=lid:lt!e 
i:;,...-::! o b:cn!o 63-8.5 
• V - r:S:om::i. dos Esbtutos Sociais. 
D::u7.::los-lli, 17 dz !c-;cr,Iir-O d:! 
1.933 
Th.rc!!~~!co l..nlz ,·:c}.".1S 
Prc5!:J::.-nt:.- da ADJOP.!-)1S

na nr nm = 
tií.!í'.' 
Variedades/ .arte 
POR DEBIIXO DOS PINOS . 
ENTREVISTA COM NEY MITOGRUSSO 
Nío, Ele dlsse que, por er raro e O 
desgastar na± shows, Você e ufdava para 
não acabar com neroxla. 
- Pra mim, ser marro empro fol sino. 
n!mo de saldo, Pela prime!ra vez eu ouço fa­ 
lnr que e! doença. 
Tudo bem, Mas voe! e culda na época 
d0s Ahows? 
- Eu emagreço nos shows, é claro. Suo 
multo o porco quase um quilo por espolllculo. 
Núo ex:lsto proooupaçllo de engordar nntes das 
temporadas, Eu bobo mult.n ágUa de coco, to­ 
mo cloretol.c potássio, mel. Eu me culdo pa­ 
ro. não perder multo peso durante os shows. 
A Simone não dá um passo sPm consul 
tnr o mentor espiritual l14rlo Troncoso, Co­ 
mo é a sun rclnçllo com ele? 
Ele entra mais como amigo do que co­ 
mo mentor. Conversamos multo, ele me am­ 
paro.. Eu reconheço nele uma capo.cidade ex­ 
tra, mas no dependo po.ra dar cndo. po.sso e 
nem ele quer Isto. O Mário ~ contra !nnnUs­ 
mo o ncha (lUe ns pessoas fanáticos por ele 
não esUo com nado. Eu procuro seguro.r mi­ 
nha barra sozinha, no quero depender do 
nndn, quero acredltnr numn coisa mlnbn, 
lltns o lnncc dele fazer com que as pes­ 
sons acreditem em si própria!. 
-- Bem ... se é Isto, enUo ele é meu men­ 
tor esplritunl. Olha, mesmo que o Mário não 
tivesse estes poderes, já !nrla bem nos ou­ 
tros pelo que d, uma pessoa bon e positiva. 
E como valo cornçllo de Ncy Mnloi;rosso? 
- Tá bem. Mas no está apaixonado por 
ningudm, 
O belavlstense Ney Mtorosso cresceu, 
na nrte e na vida, É um cantor de ucesso, 
um nrtista aue marca na sua presenca no nal 
o através de um estilo tlc ,·11111:-unr,ln onde o 
visual é parte importante, É a áula e ao me+­ 
mo tempo o sahlá... canta e encanta as nla­ 
télns do Brnsll. llomcm de nersonalldndc Ncv 
abe o que auer, desde o Inicio de sun cnrrel• 
rn, com os Secos e llolhados, cio não abdicou 
de seu direito de ser "diferente", mesmo que 
isto, ls vezes, choque os mais consen'lldorcs. 
Scnsh•el e explosivo, Nev, nesln entrevista 
revista TV Contigo, a qual transcrevemos na 
Intera, apresenta um pouco daquilo que es­ 
til. ron DEBAIXO DOS PANOS. Tudo é QUCS• 
tão de compreender, aflnlll. ,·h·cmos tempos 
de mudança. 
e , a	· 	• 
Ney Matogrosso é um homem de con­ 
trastes. O rosto é !orte, olhos provocantes, 
beleza agressiva. O jeito é de menino doce. 
calmo, talvez Umldo. Di!icll acreditar que já 
emplacou 41 anos. Ê um garotão. Como um 
!elino preguiçoso, me recebe para um papo. 
Franco, sem Interesse em fazer gênero. Afl• 
na.l. Ney sempre foi sucesso por se mostrnr 
tal como é! 
E como é que ,•oc~ lrnnsn uma relaçllo 
qunndo estd amando? • 
- Já mudei tanto • já rui npn!xonado 
ciumento, npn!xonndoºsem clwnes, 
Liberal? 
Hoje, sou IIbdral modero. Já rui dos 
extremos. NIio deixo mais os ciumes ntrnpn- 
1.harem. Antes, n minha concepçlo de llberdn­ 
do lncluln até ver o outro Indo numa boa. Ho­ 
je, no quero mais ver. Pennlto liberdade 
desde que tenha a minha, mas com moderação. 
No Show Bandido, ,·ocê mudou de roupa 
cm ccnn, atrás de um mlnlbloml)o de m:ide, 
rn. No Cancçlio, usou uma calça com uma a­ 
bertura que dcl"<ava o bumbum de fora. o 
que yocê pretende com Isto? 
. - É provocação pura. porque as pessoas 
tem estn bobagem de que o corpo deve ficar 
escondido. Eu discordo. Eu não nasci vestido 
e gosto de mostrar meu corpo. É um lanco 
natural. 
Você está no nuge nos 41 nnos de Idade. 
Como é que se sente como auarenl:io? 
- ótimo. Eu só ouço fnlo.r em crise mas 
não tenho conhecimento deln. Estou me sen­ 
tindo jovem, muito ágil ainda. Pode ser que 
slntn esta tal crise nos 50 nnos. Por enquanto, 
não. 
E niio mudou nada? 
- Eu acho um barato ter esta id'.lde. T 6 
diferente, melhor como ser humano, mais 
complncente com as pessoas. Artlst.Icamente 
acho aue tó cantando melhor. Cantar & umi 
c...:erdcio. Nos Secos & Molhados, eu estava 
multo cru, multo verdinho ainda. 
A sua modmenl:ição em cena é um lance 
ensalado ou simplesmente acontece na hora? 
- Eu ouço o som e tento reproduzir com 
o corpo o que ele me inspiro no momento. Po 
de v:u-iar. 
De acordo com a reação do púbUco ou 
com você? 
- Tudo junto. É um estimulo constante 
do conjunto. As tlnlcas marcações que 
existem são em função dn luz. tenho que es­ 
tar onde ela estiver. Agora, o que estarai fa- 
• 
1 zendo é comigo, na hora, e nem eu mesmo sei. 
Quanto você pesa? 
Agoma, estou com 57 quilos. Antes da 
excursão, estava com 59. 
O cndocrlncloglsla Jorge Bnstos Garcin 
nos disse ... 
-Ah! Eu lL Ele disse que cu ec:tc.- •-m 
uma doença, n€? 	"·- •• 
. - - --- 
estranho que estranhem a m!nha nudez. No 
tem nada melhor no mundo do que curtir 
sol e mar em nada n pele. Na C:réc!n, você 
vd Jovens, velhos e crianças, todo mundo nu 
nas pra!as. E ninguém tIca tarado por causa 
disso. 
E por que o Brasll nío entra nessa? 
- Eu acho até que a cabeça ds pessoas 
acompanharia. Se lfberassem uma praia pra 
nudismo, la ter quem !requentasse. Eu esta­ 
ria lá. Claro que plnt.nrll.o os doentes, que vão 
olhnr tipo escondido. Assim como foi com o 
Top-less, que os carns faziam ruro no jornal. 
pra olhar peito de mulher. Hnja saco! Vai ser 
ntrnsado nsslm no Inferno. 
Fisicamente, o que mais te ntral numa 
pessoa? 
- Não sei tem gente que me atrai fi- 
slcamente e não d nada do que cu pretendia, 
Jovens a 
Nll.o d um lance de uma parte do corpo. Tt:.-:i 
que ter ma!s. Mesmo n atrçAo fitca, de v4 
querer transar com pessoa, no pode ter 
Isso, Porque ! ttca muito vazio, em Era, 
E tá dItell consezulr IM«o? 
<Ele dá um Jnrj!o sorriso e desvia o 1), 
Ihar.) No. Pra mim não tá. 
r # 
l . • 
k 	- 
Você Ji pensou em mudar o visual, u:1 
cantar de rosto lavado e roupas simples? 
- No. Eu gosto dele. Eu sinto que tar­ 
Mm !o.z parte do. minha formo. de me comur.t­ 
car com ns pessoas. Mudar seria um lanee de 
ir contra o que é natural. No palco, eu quero 
tudo a que tenho direito. mo pretendo qua 
ninguém se molde ou viva como eu. Quero 
que as pessoas fiquem felizes e eu sinto que 
elas suem alegres dos meus shows, l!; bom v~• 
ler a pena, 
procura 
SINAIS: DECALCOS, PLAQUETAS, DISTINTIVOS 
Pesquisas revelam que em tempos Ji idos 
usavam-se amuletos como proteção contra 
maus csp!rltos. Snbemos também que entre 
povos primltlvos dos nossos dias continua vl. 
va a tradlçllo de pintar o corpo a fim de es­ 
pantar lnlmlgos. Todavia, pouco se conhece 
até agora sobre o que nossos tllhos - crlnn, 
ças e adolescentes pretendem expressar a. 
. lrnvés da slmbologln (lUe hoje adol:im. Por 
lncumbblcln da Shell da Alemanha, o Insll• 
tuto de Pesqulsas de Mercado, Assuntos 80 
clnls e llidJa I'sydnta, com sede em Frank. 
furt, empreendeu pela primeira vez a tenta.li• 
va de aclarar pelo menos alguns aspectos de 
ta sltuaçllo, 
Se apareço eom uma plaqueta dizendo 
"Discoteca - não obrigado!" logo encontro al­ 
guém (lUe discorde ou um amigo (lUe diga• Le­ 
gal Isso ai, heln", diz Peter, ti!. do uso de 
0
pla­ 
quetas, um dos muitos jovens entrevistados 
pelo Pro!. Jurgen Zinnecker da Universidade 
de Marburgo, dentro de um novo estudo so­ 
bre a juventude, sob o titulo "Acessórios" o 
depoimento permite entrever o que os jovens 
pretendem enfeitando suas roupas ou as pare. 
des de seus quartos com tmagens e escritos 
que, em larga escala, escapam !l. compreensão 
dos adultos: q_uerem chamar a atençlo de­ 
c1arru;-se partidários_ de determinado grupo, 
~r.mentar n reaçao dos outros, ·provocar 
discussões. Zlnnecker entende esses distintivos 
simples_ de linguagem explicita menos como 
expressao da segurança dos adolescentes (a 
plaqueta "I'm the boss", por exemplo certa­ 
mentc tenciona superar um sentimento de fra. 
r,ueza) do que como tentativa de •·se conven­ 
cerem a si mesmos e as pessoas !l. sua volta 
com posições abruptas e ousadas" Assim 
para os jovens, Imagens e slmbolos 'adq~ 
o caráter de trajetória a percorrer na. busca 
Ca própria identidade. 
A tendênch no uso desses pequenos en­ 
feites do dia-adia, não expressando alnda de­ 
termmadas convicções, se manifesta já aos 
~!to, geralmente, porém, a po.rtlr dos onze a­ 
nos de Idade. Nesta faixa, as crianças gostam 
ele imitar hábitos de colegas mais velhos 
ferindo motivos dn área de esportes • pre­ 
decoração das roupas ou do quarto para a 
~ doze anos o primeiro plano cabe aos 
can : o poster de uma pantera de boca es- 
.d?" "2;; mto. smata aos a4atos. 
mais . comigo, sou muito m:úor e 
renta.pengoso do que minha juventude apa - 
de Identidade 
, ' • • - - • • Mudam os interesses mudam lma 
&z @si$2hhz, 	A fase seguinte nomi as: agens. 
-«» ":z:.-.--s ·.---s ]as da música pop. Em S:ntc é a dos slmbo- 
- 	i@vens sã@r@rei i o&, "p,,ç,gemum os 
E o choque dos ipais cnretas? m~ expressão_ da vontade de p~ =• co- 
.. .$$% é@±e., ':.% %j.±SE ±psi.%; 
ninguém. nao sou diferente de velmentc a primeira os que se manifesta visi - 
· 1 ciente. É quando os j'::~ de po
5
içao cons- 
Então, o lnnce é tod d 	vocar o diálogo com • dispõem a pro- 
do numa boa? o mun o nu, encaran- seántes estranhos ,BP's, professores e tran- 
Eu h 	co • r que os adolescentes re- 
a .G ho até engraçado que no Ro a ~,:"gesta linguagem de simolos? zennee- 
pensem o contrário 	exp ca que, de um modo -• 
22s estão cada ez mi "_Porque as pes. das imagens tende cada Sal, o mundo 
- 	" 	o nuas nas pralas, E nar avida dos vez mais a deter!- 
s nossos dias e, para os jovens, 
plaquetas, emblemas e distintivos trequentb 
mente constituem o 1lrllco melo de chamarem 
a atençlo sobre si. Além do que, a tendencla 
a um comportamento mo.is franco reduz o ris­ 
co que adolescentE:s correm de manifestarem 
abertamente gostos e opiniões, 
Hotificacão 
p F J / 
1 N C R A 
861 / 82 
Com base no par4grato !nico do Art 4" 
do Decreto Federo.! n.• 76 694/75; convocamo' 
para comparecer na sede do Projeto FUndfA. 
rio Jardim-INCRA, sito !l. A. Duque de C 
x!as n• 989 - Jardim MS o Sr. João Scnrd!I!! 
para aderir oo procedimento rat!tlcatório d0 
imóvel de sua propriedade sito no mun!dPIO 
de Caracol MS. 
O prazo para comparecimento e para qual 
quer mnnl!estação por parte de terceiros é d! 
30 (trinta) dias à contar da data desta publl• 
cação. Findo o prazo daremos prosseguimen'? 
normal no processo raillicatôrlo em que re 
querente o. Sra. Leonida La Rosa Balbuera 
presumindo não haver nenhum óbice referente 
à( regularlzaçlo de um excesso de 462,0319 h11 
quatrocentos e sessenta e dois hectares ,tré 
ares e dezenove centiarcs) veri!iead.o em sua 
propriedade. ' 
Mariano Wemnecke Miranda Rodrigues 
Executor do Projeto Fund!ário JardiID 
Portaria nº 277 de 21 09 82 
lrbuna da Fronteira 
(Fundado em 20/2/1972) 
C.G.C.M.F.15.513.203/0001 
- Reg!stro no Cartório da T!tulOS e 
Documentos n.º 35 _ 
Diretor-Responsável: Ivuldo Pereira 
(Jornalista Proüss.lonal. Matricula 
MTPS n. 140) 
Administração, Red2ção e Parc;.ue Gráfica 
- SEDE PRôPRIA - 
R ua da Itepúbllc3 s/n • Bela V ista - 1S 
Fone: (06il 439-1410 Caia Postal 23 
Diretora: Mana Estela Velasquez Pereira 
Gerente: GHson Silva Santos 
Dc;,to. Circulação: Mnrllene Marin 
REDATOR-CHEFE: lvaldo Pereira 
ASSINATJRAS 
~ y15ta: anual 	4.000,00 
= Municípios 6.000,00 
ryJNDADOR: lraldo Perclra •• 
Uc orgão da P..ede Bel.!lvistense da 
Jomru.s Ltda. 
Representação em S:io Pnulo e Rio de 
Janeiro: TABULA VEICULOS DE COU­ 
NICAÇAO S/C LTDA. 
Rua_7 de Abri1, 282- 5.° Andar 
Fones: 2552579 e 255-3492 
._Pado2 ::c::: :±rzõrr 
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~Sec,retários do 
Gove-rno Wilson 
latosa Martis 
cnsl Civil • Plinlo rtoclm 
ca~11 Milll11r • MnJor PM Carlos Morel­ 
rn sourc:J 
Planejamento· Luiz Antonio de Albu­ 
querquo 
Adnilnlstrnçüo • Antonio Mendes Canalc 
Desenvolvimento Soclnl o Trabalho • 
nosdrlo congro Neto 
Educação • Leonardo Nunes do. CUnha 
Sadde • André Pucinelll 
igrlcullum e rccuúrl.i 
Câmara 
Indüstrla e Comércio • Ernldo Moreira 
l. t li. 1 . 
Obras • Olavo Vilela de Andrade 
Joí10 (Tot.ó) da 
Ju1lç11 • Juarez Marques Batista 
Segurança Pibllcn • /loixo Paraguassu 
Neto 
Mtlo imblcnle • Joiío Cuthi Dias 
Procurador do Estado • Joiice Viegas de 
ArllJo 
Procuradoria Geral da Justiça • Harley 1 
Cnrdoso Galvllo 
Audllorln Gerr. do Estado • Gilberto 
Congro Bastos 
Em pau'n!a o menos, a t!v!dite [or. 
nalfttca 6 bastante s!mple de ter cxerc:da 
O trabalho do Jornal!sta envolve, fundamn. 
ta!mente, duas operaçes: a coleta e te!ço 
dcs dado relevantes, ncca de tum fato qu1!­ 
quer, de interesse coletlvo, o a transtonnuço 
dos fatos eleclonados num relato d/n!m!co e 
ntrnenle, capaz de conquistar e prender a. 
tenção do leitor. 
Mas essa simplicidade esquem4t!e, Ap!1- 
C'veI a qu!quer pro1isso, d cvldcnt.e:ne:1te 
cnannoso. Lcmbrn um pouco n recelta para 
escrever um "bcst-se11cr" que o escritor vlto, 
rloso tronsmltfu no Iniciante, Interessado cm 
coplnr-lho o exemplo: um nomcvo ntmcnt.c e 
um fina! movmcntado o surpreendente. A sim, 
pllcldade se csval, por<!m no Instante em que 
ncresconln uma cxlgêncln ndlclonnl - que, no 
caso, tonto valo pra o livro de ucesso como 
po.rn n reportancm honesta e bem conslrUldn: 
no melo, hd quo colocar t.nlcnto. 
Esse tnlenlo no garimpnr intormnçõcs, no 
separar o dado valioso e necessário b. com­ 
preensll.o do conjunto do pormenor almplcs­ 
ment.c sensacionalista e dlspensável, o jorna, 
lismo brnsllelro vem demonst.rnndo 11 soc!eda, 
de, nestes ü!Umos tempos, nn lnvestlgaçllo de 
uma série de acontecimentos de Interesse pú• 
bllco. Assim, o trabalho do Jornal do Bra!I, 
acerca da atuação da Proconsult nas eleições 
do Rio de Janeiro: as reportagens da revlsln 
Veja sobre o caso Baumgarten ou o trabalho 
dn Folha de S!Io Paulo acerca das negociações 
entre n Del!ln e o BNH que culminaram com 
o recebimento, pelo Banco, de terrenos estJ• 
mados segundo seu "valor potencial". 
Ocorre que esse tipo de trabalho Jornalls­ 
tlco costuma despertar reações compreensivel­ 
mente negatlvns entre os que são alvejados 
pelas dcnüncias. Ainda agora, ante uma sa!rn 
lamentavelmente !nrtn de nconteclment.os que 
de alguma forma envolvem organismos gover­ 
namentais não falta quem busque detectar, na 
comunldade jornalistlca, uma preferência 
mórbida pelos acontecimentos negativos, Já 
houve mesmo quem asseverasse que estava 
em curso uma ofensiva para "queim::ir" os no­ 
mes de passiveis cnndldntos à succsslo do 
presidente João Figueiredo. 
Isso porém equivale a culpar n jamla 
ela felura da paisagem. Bons profisslon:ils 
~o Jornalismo não vivem à c:ita de csc!}.ndalos 
I.R, E DESCOBRE QUE TODO 
o QUE FAZER QUANDO VOCf: QUER""vl:NDER E COlllPit..! QUER cor,IPRAR? 
MUNDO TAMBEM QUER VENDER MAS A MAIORIA NAO 
Resposln : 
Trcbnlhnr com criaüvldado e compelcnclo! 
• 
6 
crar b nrrclrns. 
Produto nacional ,El(porl:lr S1lP 
desenvolvimento do Pais. 1h res 
lvimen
to significa me o 
Dcsenvo 
condições de vida para todo:~os mn!s 
. empregos, melhores sa ' 
m:ns . édica e 
alimentos, asslstenc!a m ri 
. dencla social, saúde, casa prop a, 
prev 	± esgotos e 
las 
tu:: elétrica, agua, 
esco , 
transportes colet!;os. tarcla fácil 
Hoje, exportar nao é:I criatividade 
Mas com deterrnlnaç o, ui lar 
e competencfa podemos c0nqlS 
e manter mercado-- 
n..as de fatos d Inter p»lo, Não 1s 
cnbe culpa e, cm «dado monto, d' 
ç d ocortenriss d nti, 
num. tr,te rot!na. O zoe e h dst , 
a0s sim, no é tp.a.t a t,'a N 
diant do!d de vidros rdyoa na u 
Campo Grande 
1
0 Molhor Churrnsco "Rodlzlúo" 
Ilnncn de tira Gosto 
1 
!Verduras e Salnd,u Frln.5 
RUA MARACAJU, 177 (Fundes) ENTRE A H 
.'l. 
Vender nossos produtos para outros 
Pníses já ::ião é tão íacll como 
antigamente. A crise mundial tomou 
os lllettndos externos mais fechados, 
triando novas barreiras e di!iculdndes 
Para os produtos brasileiros. 
Reclamar pouco adianta. 
Esse desafio só poderá ser vencido 
com llluito trabalho muita criatividade 
" muita competencia. 
Aumentar a exportação é fundamental 
Para manter o ritmo de 
-
..,!EXP~~O~R;!T~AfÇA~0~-:.----------- 
1983: llAIS PRODUÇÃO, llA_!!_ 
=---------~= os MELRO RES MATERIAIS E DA.i.',"I:O o PRAZO QUE VOCE ACEIAR }l"í"'T FOR. 
UA c;,SA, UTILIZANDO 
R  TAMBÉM coNS'fRÔI A S • 	..,.nv-, PARA SUA CONSTRU(:..-1.0, VCCJ:': ENCONTRA EM 
AGO , 	AO ACABAMENTO, TU 	> 
."jrn4Is DE CONSTRUO 
JARDINAO 
Pra rcr atendimento cm ampla 
ala dtzdx de mesinhas e ca!e!ra 
Pz.te!s feitos no momento, 
DE SULHO E , CALóG:!::RiS 
t.lato Grosso do 
- 
gund-, in!o=ções, o PMDB quer que o pre­ 
feítc :cj.1 um político orlundo do partido, nes­ 
te co urgem os nomes de Corumila Lou­ 
rcb:: ::e AL-nclcla, presidente do Diretório Mu. 
n::::ip:-:; Vc::-e::.dor Idel!Ol'.SO Pinheiro; Adail 
Ferrdm; Carlos Aiba;-to de :.-Iirenãa (ex-che­ 
fe c!o INCRA, em Jardim) e Sidney Mnscare­ 
n1!:is, o.s dois üitlmos com algumas ressalvas, 
's não s!o precisamente "homens oriundos 
C:c partido" segundo um peemedeb!sti trad. 
c:cnnl. 
Rl2 verdde, e situaço bclavstense é de­ 
, .. ra:; p!eccup:mt:,, Isto porque o munlclplo 
ncc2sc!ta de um prefeito que tnha demons, 
:cd que p03! cap2c.42d2 para aCm!r!strar 
cnaécx da crises. Parcs cursos c5tnduais, 
.rrzdaç70 pdprh diminuta. !ta folha de 
czar:2nt0, ncc33idades vitais no tocante 
cc-;;.s ·n•.::ç;,c c'e cst:-c<lns. cscofos e crecuÉo 
Ce oras prloritár!a3 :lo de tios que cxig! 
1o mu'ta c3p2cá2de e a'to cspir.to público. 
No duvidamos qus os Ind!cdos pelo PMDB 
tchan: c3as cc:dizes, apenas nos antecipa­ 
r:.cs cu:nto choradeira. Se & par1 nomear 
vr: prelo aue v!reri reclamando da situa­ 
czocchcrzndo ±s portas dos abnetes em 
C'?ffi''IC G;:cnde. 3i?m pro::urar alt:irnativas ou 
r.~t'.):'.o:; r..'.!is d!r;:un.Jccs, é mei.hor indinr um 
tr;>3, dcsvinculado d:s atuais correntes po- 
1!cz c &A-±e con3i36zs 3r !raU2lar. 
' ' 
Apreensivo, e até mesmo preocupado, o 
povo de Belu Vl.3t2. ::.Gsfst:i M disputas cnvol­ 
vcnclo o cargo de prcl::it'J munlci!)al, isto por­ 
que comente-se que o o.ti.::.: c:ie!e do Executi• 
O b2l2V.sn2, Afonso DiLlcn Nunes Leite, 
será substituldo tão logo assum,1 o Governo o 
peemedebísta Wilson Barbosa l1arlins. 
For ser consideraco município de interes­ 
~= 0a scgun;nço. nacional Bela Vista não elege 
1 ~cu prc:eao, ele é Indicado pelo Governad'.ll' 
I ~ ~or!'..eecio pelo Presidente d.a Rc?úbllco.. Se- 
RAIO AO D1'
7
INO ESPIRITO SANTO'' 
Esp!rito Santo voe~ que me esclaroce tu• 
'" ouc Ilumina todos os c:unfnhos para que 
-u atinjo o meu Ide::! você que me dá o àom dl­ 
··ino de_pcrdo:ii:. e esquecer o mal que I:lC f.a­ 
·om; c c;uc todos os instantes de minha vida 
,, ·•ó. co:nlgo cu quero neste curto diálogo ngra­ 
-l~·er-ll>c po~ 1udo e confirmar mals umo vez 
·••e eu nunca quero me separar de você por maJ. 
n- ciul se!n a UusAo material não será o mínimo 
vontade que sinto de um dia estar comn você e 
'"<
1
G·: o.s ,r:-teu; Irmãos na glória Perpétua. 
Obrl/!ada m::ls uma vez (a pessoa deverá 
í>'•er est-- o:-:i;iio 3 dias seguidos sem fazer o 
pd'do. Dentro d:, dias será alcnnçada a graça 
por r.,als dific!I que seja) publicar ass!m qu!! 
receber a raça. 
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(hl lodtJ () F'tudo, o trabalhos deevolvi­ 
dos pelo Gov1o r, clro 1',·rlro•,·,ian, través 
da cretatia de Ar~cultura e Pecuária, 1o 
1 rntlclr, do orlentar os prodnutres sobre re­ 
pulgem c)o rolhrituctrha. Nc,ta i.u!r,1 11211:1 
s cultura tradicionais, espeet ±lmente de 
to[a, Já :e encontram próximas ao ponto d 
cc!heita, npesnr do at1aro no plonllo <'lll 11111- 
ao de Up!ante4 hIas qu> +s3 +o)y 
f,111 eh Mio o 111h ct,1 ele:< 111l.Jro, /. : •·10 <ln ··J 
Ihettua, no cao da ola, J4 e Inlclou cm algu­ 
m(l'l I.VOUh!~ O deve: Ir d!l O 111(!:J (lo m·llo. 
Neste tentide Enpresa de Pesquisa, A» 
M'nela T&nica e Extcnlo Iurl de Mto 
Grosso do Sul-- EMPAER cstd realizando 
trabalhos que envolvem a Campanha de R2 
chiçtío tlo rorcn•; na Oolhcltu ctn soja ntrnvlls 
ele nt ,vldndc~ (lo:; E~<:rltórlos Locnls que rca­ 
Jzam cursos, cxcurs<:cs o rounlõca com de. 
renstaçõcs do métodos sobre como regular 
11 t:>lhclllld~lra. Um destes cursos foi i-caliz:i, 
do cm Ponta Poni no:; dl(l!i 23, 24 0 25 dcslo 
mCs .Outro curse wbrc o mesmo tema será 
rellzdo nos primeiros dias de março no Mu­ 
nlclplo de /lrnl Morclrn, com Inicio previsto 
pnro !1.s O horo~ o purlicipaçé.o de 20 produto­ 
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Alcri:13.S tt!;;>ir:itqtins. Dcrtn11to16cicru. 
O(tnlmol6gicns ., o.llr:,ento.re,, D 
"Testes Alérzicos ., VndnllS" 
.. Ru:,, José Antonio 1.25G . Fono 383. 32S0 
A (;t1ll'ANIIA 
A Campanha de Reduço de Perdas na 
cn111, ita da /,nj,, lJ_;JJ por oujc ttvo bal;mr o !n­ 
dice de perdas a taxas menores que cinco por 
cento. 1to arante a recuperação médla cJ<, 
cinco t.:ico', ele soja por hoctaro, numentJnclo 
cm1•,cqucnt1.menlc a renda do produtor e nr­ 
recadção de ICM para o Estudo; dlnhdro 
que poderia ter sido jogado for caso esta 
r'.1t1pantn, trabalho de t<'cnlcos e produtores, 
n5o tivl'sscm ocorrido. Nn sa!rn 80-01, por 
rxcmplo, fornm recuperados 670 sncos no va­ 
lor cio 560 mllhõcs de cruzeiros p:na os pro­ 
dutores e 70 milhões do urrocodaç5.o de lCM 
para o Estado. 
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Antonio João 
MS. 
DR. ADHElliR"'GóDOY 
Advogado 
Causas C!,-e!s, Criminais, Problemas 
de Tenas. Inven!'á.rics. 
R>:ia Ci:ubá. 350 
EA VISTA- 1! s 
ESCRl'l'OIUO DE ADVOCACIA 
Dr. Sérgio Roberto Perondl 
Advogado 
Causas ONels DLreiO Agrário 
ttit» 
Escrttótl,o· Pmç::L Ál 
Hj, Iro Mascarenhas 
- ...,,,,, VISJ:A - MS. 
A solução agro 
REIS DE SOUZA, d: A@Ana de Netas Dr Ma. - 
- O Dr!l produz 1 400 kg 
de mlIho por hctre contra ox 5 k/1a , 
dos Eads Unidos; produzimo 1.39 kg/hA 
de noz ntr1 os 6 240 kg/ha do Japão. T 
hem. vcrcl•do que ambos os países p0um e: 
Jm-a<l'.1 e,rp<:rll·nci:l n,;qu<:'.C.5 ru:Urn-; c tl.:n 
proc:undo r,prlmomr cada vez mal as reS­ 
pctivns técnicas o rentabilidades, principal­ 
JTI<:nto porque um é grande exportndor ôo cc­ 
real e o outro tem no nrro:1 o prlncip:11 prato 
de con,;umo dr. sun populnçno. It«'~tu J)C'rgun, 
lar: o que faltn no Br11SII p:tm ncom:v:inlt:ir o~­ 
tros povos no que eles fazem de melhor, po:s 
n ruclltdodc com que adotamos habitos noc!­ 
vos 6 bem conJ,cclda7 Na re:illd.:idc, em que 
peso no~n economia rcr,ousnr no binômio n­ 
TO-pecuário, n!o temos, com conscténcla, u­ 
rr.n ment.nllelld0 voltada pnro 03 assuntos da 
tcrru . .Até pelo ccntríl.r!o. Os esdlndalos na 
itren &1o víl.rlos ( vida cnso da mandioca), n 
produço.o cnl quantllotlvamcnte o temos ch~gn 
do oo nbsurdo de Importações de lub~rculo~ 
e de oorenls, 
No nno 2. 000 seremos mais de . . . , • • • 
200,000,000 de habitantes o conforme dl• 
culos do IBOE, somente 29,51 estnrüo no cam­ 
po en!rcnt..'.lndo n batalha de levar comida no 
lltornl. Dos 300 mHhões de hectures ela área 
11urlcult.urávol do pais, estamos 11provcltando n 
pen 1/6, ou sojn, 60 milhões de hectares pa. 
ra lbnstecer os muroadOll consumidores na­ 
eionals e para fornecimento de divisas neces, 
~l,rl11~ b.s aquisições de bens de produçflQ. lê; 
oportuno assinalar que não somos, proprla­ 
mente um povo saudável e bem nutrido, ates 
Jornalistas 
José Tcóillo 
Desde o seu surgimento oficial, no sec. VIII 
A, C., a filosofi11 se definiu como a busca da 
verdade!. No decorrer da hlst6rl11 o perfil dos 
flloso!os 6 clorarnente Identificado como o de 
homens que gostam de pensar, que passam a 
ESTADO PE llATO GROSSO DO SUL 
PODER JUDlCIARIO 
COllARCA PE BELA VISTA 
CARTORIO JUDICIAL 
EDITAL DE prlmelrn e Segunda pra;a (s) 
designada pra 20-03-83. 
O Dr, Jonns dos Santos Pellicloni Juiz 
de Direito d11 Van Cível desta Comarca de 
Beln Vlstn, Estado de Mato Grosso do Sul, 
na forma da lei, 
FAZ SABER n todos que o presente edi• 
tal virem ou dele conhecimento tiverem que 
foram marcados os dias 09-03-83 e 20-03-83 às 
13,00 horas para a realização das praças desig­ 
nadas nos autos N.
0 
167/82 de Ação Execu­ 
ção que Antonio Cezar de Souza move contra 
Dlon!zlo Lino Garcia referentes aos bens pe­ 
nhorados nos autos acima mcnclnados abai­ 
xo caracterizados: Uma pnrte do lote de te.r­ 
rcno urbano, determinado pelo número 04 
(quatro), na quadra 28 (vbte e oito), setor 02 
(dois), da rua CeL Soares da Rocha, nesta ci­ 
dade medindo dita parte 15 x 30 (quinze me­ 
tros de frente, por trb.ta ditos da frente aos 
fundos, em ambos os lados) dentro dos se­ 
guintes limites e confrontações: Com frente 
Fara a rua Ce_L Soares da lliicha, lado direito 
com o lote n. 
0 
23 da Rua Cel Soares da ~ 
eh:,, Lado Esquerdo e Fundos, com 
O rema­ 
nescente do mesmo lote n. 
0 0-1, distante 30 
(trinta metros) da esquina formada com a 
Rua Eduardo Peixoto, nesta cidade, sendo que 
d~ntro o. imovcl acima, não existe qualquer 
~-nfeiton:i, que avalio na quantia de Cr$ 
►S0.000,00 (duzentos e cinquenta mil cruzei. 
-ros) • valor por quanto será levado à praça no 
din 09-03-83 e 20-03-83, para serem arrematado 
Por quem maior lance der, acima. da avalia­ 
ç~o, sendo a venda feita i, vista, ou med.ia:ite 
fiador idôneo pelo prazo de 03 (três dias) 
Dos autos não consta nenhum ônus ou recur­ 
so pendent:, d:, julgamento. 
1 
ci E para. que ninguem possa :ilegar ignorm­ 
a, deternunou o Mlf. Juiz que se ec.xpediss 
prese..,te edital que será publicado e n!~d 
0 
na forma da lei. 
0 
Dado e passado nesta cldnde de Bela Vís- 
tn, Estado de lfato Grosso do Sul, a:,s 07 cUas 
do mes_ de Feverelro do ano de mil no,·ecen­ 
tos e oitenta e três. Eu. ( Pedro Barcelos) 
subscrevo. 
0 
Jonas dos Santos Pellicioni 
O Jul~ de Direit<l 
pecuaria 
t·óo, c.r.1 pr.n'/0 p'a !/A :+a d l'.'.·­ 
dd 1r.tar!!l, pela id:de m&d± de ex i" 
sileiro e plo fato de que o Hril€o. 
das multincicn's de remédios. " 
Centistas politicos e so ts, coe 
e tcnicos tm procurado mn@biliar o 
verno para um atusçiio mas td;e 
com a no realidade O atui! equera 
fomntr um d«no!mno 
mn prime!ro tab!cer uma mnté,l 
ra agropecuária d@nvo!vtd e uto z, 
te, incrementando o com&reto otriar 4, 
bfns d<: cor.'5uroo, tem • !clo o r.r .. •1cii'- 1 , , 
co dos Governos de Gelel a Fgue!redo 
bos adotam o mesmo modelo ('(:On(,m, ,; C7 
seja a cartulha de!ftntana) e o rr u: do
4 
n!: o cancelamento de projetos que custice: 
bIhes de cruzeiros, um atraso ststemnt 
no aprimoramento da agropecuária, ug} 
queda no quadro do Produto Interno Drt1·o e 
um retrocesso na renda percap!ta e no pada 
de vld:i do brJsilclro. 
N:lo somes um povo Inepto ou Ecm <!'~l­ 
liflcaçõcs devido li mlscigenaçito cem o; i...~ 
gcntfnos Jd procuromm nos npresc.nt.ar - é 
n.s demonstrações do 1;énlo brnsltelro cs 1o A 
vista ele todos, nos quotro co.ntos do mun'.!o, 
Apenns uma teimosa crença de que "em se 
plant.ondo tudo d4" tem detenn!nado a n.~l, 
cultura 1nclplente e incapaz de allme.ntnr a 
populaçli.o dentro de seu poder :iquis1U;-o. 
Deixar os projetos mirabolantes (agora mes 
mo um tecnocrata o(icinl pretendia constrtl.:l' 
20 usinas atômlcas - e partir para a rc:itidJ,, 
de, E o que precisa o pal!i, 
x filósofos 
vida em renexüo e antes de morrer escreve 
seus testamentos que são os tratados de rnetn• 
!íslcn, lógica, ética cosmolosJa, polltlcn, ct:, 
São eles solltár!os e sisudos, de convlv!r.• 
ela restrita e n!!o gfio homens de grande parti• 
clpaçlio soclal; sempre vivero.m cm pequeMl 
grupo3, à volta de um líder, geralmente cha4 
do de filósofo ou sátlo, que se distinguia pelo 
!ato de ter construído uma doutrina ou filaso 
fio. de vida. Por exemplo, na Antiguidade ha, 
via o !l16sofo Epicuro e a sua escola; hoje, hA 
os grupos exlstenclo.listas que estudam e vivem 
estn filosof.lo, Fica cloro que o ''como vver" d 
preocupação de filósofos, e que para eles a 'Í1~ 
é um problerno, e por Isso pensem bastante, 
O jornalista é o homem da ação, ti o ho­ 
mem que encarna o. realidade atual A vida a! 
está, els o "homem fazendo hist6rla", cabe, po,, 
Is! ao profisslonnl do jornalismo, po!IUco, eco­ 
nomlco, esportivo, clentí!Jco, etc, Jn!onno.r ~l 
realizações de tantos grupos e setores ,ocí~s. 
Para ele importa o mundo_ exterior, que é 
noticia, os !atos e fotos que dão ao conheclmen• 
to pübllco as últimas novidades. o jornalista 
nao tem vida interior, pois ele geralmente a 
sacrifica em favor de uma realidade social e dl· 
nâmica, que é o importante, que é manchete. 
Em compensação tema variedade copios4 
de relacionamentos e contatos com pessoas e si· 
~uações, e isso lhe dará um senso prático m.-e­ 
jável e jogo de cintura para responder aos c;le­ 
saüos do dia n dia. 
. Mas o que acontecerá se, de repente. o jor 
nafumo começar a perguntar pela sua real !i· 
r.alidade? Se duvidar do sentido das m:mche­ 
tes? S e n ã o der t a n t a importanci4 
~o ~port Clul: Corinth.ia.'lS Paulista• Se n<>­ 
ticiar o: conflitos armados e a desordem social 
:ocrescent2ndo "Não está todo mundo louco''? 
tiio há uma g:r:::,.de mentira envolvendo toda a 
r~cicdadc'.? Que acontecerá se o "Jornal Naci<>­ 
nal rzsquizar, ao vivo, se o brasileiro é faliz? 
Cu :e zbr.r cspaço para o homem dizer r:::.!· 
n~nt~ n~ que ele ::,e.redita? Enfim. 
0 que acon• 
tc:::c:-a rc cs m:io3 de comunicação se derein 
conta da tra ocial que representam e :,.sSÍI1'l 
abrir um esµço novo, que tenha em coosidcrn­ 
ço a:ituação de mentira em que vive o ho­ 
rnem? 
Vrur.o~ eq,crar o jornn1ismo filósofo ou me 
lhor • -" 	' 
' :, Jom=smo-humano. (Plan;,,) 
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NTEIRA 
Indústria 
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ii ;/ 
,; d, . 
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r campo Grande, MS • Sendo Mnto Oras~ 
li,:,; ~ Sul um P'.stndo com cconomln lnlclptenle, 
s tanto com um grande potenclal principal 
" ente na Área de Industriallzaço com base n 
;t 
1
;: ,roptcuArln, o Ooverno Pcd.ro Pcdross.lon O• 
1nlill!.i ~teu flgnlfütlvns medidos porn crlnr n plntntor 
U1t1 ~s neccssftfln no processo de desenvolvimento 
lo e ~e viu, segundo rco!lrrnou v:rlos vezes o go, 
rl~ rnador, !Tonsformnr o Estado no prande ce­ 
{U.i, Jro do alimentos da nço. A pn.rUr do estlmu- 
ar- li produçl!o ogr!coln o que !oi feito com ex- 
' - é ,~ progrnmn de transportes Interligando o E1 
O~ do de extremo n extremo, o governador Pe­ 
~ Pedrosslan criou o estruturn q1111 o 8ttor ln, 
ng!, lustrll necessita, 
a Dentro de umn ótica v~ltadn paro o !omen- 
0, lo à Iniciativa privada, sem no entonto delxnr 
ll, je te preecupnr com cs resultados dos projetos 
f•:Pllr 
Industriais na área de melo ambiente, o gover• 
~· Mdor Pedro Pedrosslan criou, através do Sls• 
ema de Industria e Comêrclo, mais de 20 pro­ 
gramas • 17 dos quais estllo em perteltas fase 
de execução e alguns j rendendo resultados 
priUcos • paro dotar o setor Industrial de In­ 
fraestrutura; sedimentar o economia de Mato 
Crosso do Sul e, assim, reduzir o volume de im­ 
portaç'es (externa e Interna); permitir o crcs- 
1 imento de médias e pequenas empresas ao mes­ 
mo tempo em que dá também suporte As gran­ 
des empresas; e, principalmente, garantir a ob­ 
eorção da mão de obro do Estado, 
e Comércio: M.S 
POSSUI ESTRUTURO PARI O SETOR 
1 
ALCOOL 
no! , O setor de Industrialização de Moto Grosso 
do Sul começo a dar os primeiros passos, é ver- 
l 
d.ade, mas seus resultados já dão uma pers­ 
pectivas altamente positiva quando se consta­ 
ta que na Industrialização do Alcool o Estado 
começar. a produzir a partir de Julho deste ano 
ma!s de um milhão e melo de litros por dia, 
o que representará. para a receito estadual um 
acréscimo estimado em mais de 2 bilhões de cru 
U!ros originários do ICM • Imposto de Clrcu­ 
l;lo de Merx:adorlas, 
Mas o economia estadual estará. de!lnltiva­ 
lllt!!le estruturada quando todos os projetos em 
1 
tTectição • e outros em negociação - estiverem 
' toncluídos. O Governo Pedro Pedrosslan criou 
no decorrer desses dois anos, vários programas 
eotn esse objetivo. O projeto de Ações Prlorl­ 
larias. de Indústria um convênio entre Mato 
Grosso do Sul e o Ministério da Indústria e Co­ 
lllércio, tem como objetivo básico a Implantação 
do sistema de imporl e o incremento às export. 
1 
htinq americanos. Dentro dele, a Federação do 
11 
~dústrlo de Mato Grosso do Sul articula o cria­ 
i çao do Centro de Comércio Exterior e o pro­ 
l ~ de adequação de produtos industrializa­ 
 dos os exigências dos mercados externos e in- 
terno. Dentro desse mesmo projeto, está pre­ 
visto também o apolo ao programo de conser­ 
ação de energia para o Centro de Apoio Ge­ 
tencial da Peque.no e Média Empresa - CEAG. 
Os Investimentos chegam a aproxlmadamen 
te 23 milhões de cruzeiros. 
COMERCIO 
Tara integrar Mato Grosso do Sul ao siste­ 
ma nacional de análise, o Governo do Estado 
C!iou o projeto Análise Conjuntual do Comér- 
lo, quo permite um Acompanhamento tiel d 
conjuntura comercial, Os Investimentos no pro­ 
Jeto otingem 33 mllhes de cruzelros, 
Um dos mais importantes projetos credos 
pelo o.tunl Governo é o da Balança comerclal, 
que estabelece prmetros pra o controle com 
fluxo do mercadorias que entram e soem de Ma­ 
to Grosso do Sul, cujo objetivo final é apontar 
no setor um quadro real que contribuir: funda. 
mentalmente pra a Industrlallzço, Em slnte­ 
so, cs!e projeto, que alocou recursos da ordem 
de 3G milhões de cruzelros, moslrarâ o com­ 
portamento do Estado em relnçfo ns Importa. 
çóes e exportações, Internas e cxtcrno.s, 
Na :rea do turismo, outro grande potencial 
do Mato Groso do Sul, o Governo criou o pro­ 
grama SUBIN (Secretario de Coopernç~o téo­ 
nmtca e Técnica Internacional), que tratará 
de estruturar através de } cursos a sarem im­ 
plantados, a mão-de obra para o setor turíst!­ 
co, 
O projeto tem recursos de 20 m!lhes do 
crurelros e visa treinar prollsslonnls cm todas 
as áreas do setor turlstlco 
ESTRUTURA ·INDUSTRIAL 
Poro a estruturaçlo do Núcleo Industrial 
de Campo Grande, o Governo criou o projeto 
Implantação de Redes de Aguas Pluvlals, Im­ 
plantando serviços de Acessos pavimentados e 
drenagem de águas nas principais vias foram 
investidos 41 milhões de crw:eiros, 
Outra melhoria subtancil para a criação 
de estruturo Industrial da co.pltol é a constru­ 
ção de um conjunto hbitaetonal do 193 unida­ 
des no NICO, que beneficiára quase mil pessoas 
ligadas e classe operárl do Núcleo Indústrlo.l, 
O projeto está sendo executdo pelo BNH 
através do.FICAM o est{I sendo orçado em npro 
xlmndamente 196 milhões de cruielros, 
O Governo do Estado por lnntermedlo 
do sistema de Indústria e Comércio . criou 
também o projeto de Integração dos Serviços 
Simultâneos com o InsHt-uto de Assistência e 
Prcvldêncl11 Social • IAPAS-, na área de atua 
ção da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul, 
Tnmbém foi !Jrmado um convênio e/ a Federa­ 
ção das Associações Comerciais e J1JCE..1S p/ o 
credenciamento aos comerciantes, o que penni­ 
tlrá maior estabalidade ao funcionamento do co 
mérclo, Nesse mesmo contexto, o Governo cons 
truiu o Plen.irlo da Junta Comerclnl e criou 
o escrit6rlo regional de Ponta Porã, especlalmen 
te para melhorar o entrosamento do comércio. 
No Governo Pedro Pedxossian, o J1JCE.'lS 
implantou também o sistema de Processamento 
de Dados relativo ao Sistema Empresarial d~ 
Moto Grosso do Sul e o levantamento do acervo • 1 
hlst6rico com o objetivo de captar dados sobr~ 
as empresas e seus atos registrados ou arqui­ 
vados nas subinspetorlas da J1JCEMS. 
Ainda paro o área de Comércio do Estado, 
foi implantado o projeto para Qualificação de 
Recursos Humanos do área de Registro e Co­ 
mércio da JUCEMS, extensivos aos servidores, 
e aos pré-postos do interior do Estado. 
lUNEROllETALURGIA 
O grande projeto do Governo Pedro Pe­ 
drossion para a Indústria mineral é o de im­ 
plantação do PóLO MINEROMETAL1'RGICO 
de Corumbá, que representa a opção brasile!- 
rn para o setor, diinte de zpans!o do Pr­ 
que produtor de Gusa de MInAs Gera!s. To 
Jogo entre cm tunc!onamcnto, o Pólo pocl:-rí 
ttitazer todas ns necessidades do mercado 
de Gusa e Ferro de S11.o Paulo, chqu.:mto o de 
Minas Gera!s poderá atender a demanda zx. 
temn, 
O Projete do Pólo M.lnerometaltlriJico de 
Corumb:1, J:1 com parte do sua Intra-estrutu­ 
rn ncabodn, prcvô n produçno anual de . . . . 
300.000 toneladas de trro-musa; 100. ooo to. 
nchdo.s de !erro llga; 1. 000. 000 toneladas de 
mlnérfo de ferro; 400.000 toneladas de rnlné­ 
rlo do mnngna~s. Somenui os divisas oriundas 
de !erro-gusa representarão poro o p:iís o vo­ 
lume do rccolhlmento, através da receita lndl­ 
reta, da ordem de 60 milhões do dólares/ano. 
Outro projeto Implantado no área de ml­ 
neral !oi o de Pesquisas Mlnerals. Esse pro­ 
jeto permitiu, por exemplo, que o Estado i­ 
dentl!lcasse a potencialidade econôm1ca de 
Mate Grosso do SUl na área de gn!lth e ou­ 
tros minerais e localizasse as regiões dos re­ 
servas. Segundo o projeto, há grande quantl­ 
dade de grtlth em MIranda c Don!to n4o ter. 
roos em DON!tO e Aqu!duna; D.am mntes cm 
Ccim e ruo Verde; MArmare m1 Demito; e 
D!Aorta, m1 Aparecida do Tabuado e Parna! 
ba. 
Na ccmp!ementaçio dos projetos para a 
área de strutun :ç4o de N!cleos Industrlls, 
o Governo do Estado JÁ in!!ou limpeza o ter. 
rap'ngm no D.strtto Industrial de Campo 
Grande para pavtmntaç'4o do local. H!! tam­ 
h,,m o i,rojc(o de Plano Diretor p:irn lmr,!o.n, 
t1ç0 do DI de TTs LA#g0A. 
ournos PROJETOS 
Ex'stzm Inda ma!s quatro projetos quo 
o Sistema de Indústria e Comércio está ne,o­ 
cl:.nc!c com os oqµnl!:mos do s:lor corno por 
exemplo, n po.vimentnçSo <lns vins do t-<ICO, 
ove custnn1 cerco. de 280 mllhões; construção 
de galpões multlfnhr:ls, com prcv!r.Eo de in­ 
vestimentos de 42 m!lhes de cruzeiros. Está 
prevíst.:> f'lmbém o projeto do B:ihnço Encr­ 
ét!co Estadual, com previsão de lnvestlmcn­ 
toq <h ordem de 26,7 milhões de cruzeiros; e 
a.inda o Progrnml integrado de Desenvolvi­ 
mento Comercial , 
M 
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ESTAS S,O AS NORMAS QUE f.EGEM A MODA NA 
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J>ru.::;u no vcs!lhulnr do Dlologln nl Unlvci-1- 
dndc: l'(dcml elo s~nll Cnlnrlnn II Jovem Mn:;• 
da Barreto Cactano filha do casal O:til e La!­ 
cy Caetano A vo Magda desejamos um mn­ 
tão de tuccvos em teus tudos, 
NASCIMENTO 
Feliz ... multo lelh o cal Robinson e Vaia 
Nobhnn com o nn:dmcnto de uma linda saro­ 
ln que recebeu o 1101nc de Curolln~. 
ANIVllRSAnIOS 
24/2 Edcr Sllvn Neto 
24/2 Margoth Jacquellre Velasque: Berry 
24/2 Cnrlos Tndeu MnmM~ 
Tnmbcm rlternm nnlversnrlo cm fevereiro: 
Snndrn Loureiro, Bcntrlz Pinheiro• Serglo Ro­ 
berto Perondi e Dnn1c1 Perondl 
• 12/0!~ 1.
0 
nnínho dn enrola Tinque.l filhn de Ál­ 
vnro e Snndra Peri!lra. Pnra comemornr o da­ 
ta féus pais o!ercccrnm um delldoso jnntar com 
multa bebida e multo som. Loco ápos, cantaram 
o "PARADENS n VOCt" e Raquel apagou a ve­ 
linha de seu 1.o aniversario. Parnbens n todos 
os anlversnrlantes do mes. 
Alô ... Alô ... 
Departamento de obras dn Prefeitura: n Rua da 
Republica está necessitando de umn pntrolada 
pols a chuva, cm !rente no prédio do jornal n­ 
brlu uma enorme valeta; Realmente está neccs­ 
&ltnndo de solução com urgencla, assim como 
0 
matagal o Indo do mesmo prédio, que estií 
umn wrdndeln1 Oorcsta. 
ERRATA 
Em nossn coluna na edição nnterlor, saiu como 
vence<lor do l.o lugar luxo masculino, lnfnntll 
o nome de Em!llo Jara, o certo é: Emlllo Char­ 
les Gelelfote. 
N'OPCLS 
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} 
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.o 
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c:m 
1 . 
3 st« 
• ít 
te 
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Aps n 
crrlmonló rclir,lc•o, o, prc.:ntcs !ornm rcccp­ 
cinados com urn !orlo o tklkio,o Jnnlor, re;;J• 
tlo do rnultn btl,lda, nu Grtrnlo Pedro nu.Cin~. 
no om de IIndas múslcas. 
A Decoração 
do Clube estava l!ndfs,lmn, muitos ~omnmbnl• 
s e crisântemos, n distribulção das mesas, as 
lembranças (vasinhos de porcclr.nn plntodos cm 
alto rclovo) sendo que o salão !oi todo cortina­ 
do: Parnbcn~ no decorador Antonlo Lopes. 
Ap63 o Jnn1nr 
o muitns rotos foi corhtdo o l,olo com o ,•!sÍt• 
ai multo bonito, e subor ddlclo:;o. 
Ao l1enrlr1tto F'fovlo o Jozln.110 
desejamos !cl!cldndcs no vida que ln!clnm. 
Aos Anl!trllles 
Antonio e Nair, Dlogenes e Edellrn nossos pn• 
rnbens pcln arte de bem servir e receber, 
Notei 
a elegdnc!n do Nair, Ml!c dn noivo, nsslm como 
os padrinhos e madrinhas. 
Ln tnmhém 
estnva Pntrlcla Ocarlz e o love, vinda de As­ 
suncion ltlguel B:uzano 
lllttitos nmlgos 
e parentes de outras plagns fizeram-se presen­ 
tes, ossim como rnuitc,: c:mvldndos de Bella 
Vi3ta Pnrnguny: Bazzono e Nllda e os illho:; 
Tony Gnrccte Nidia, Sonia Coronel, Marln Ra'. 
que! e Cintia Ocnrlz 
Fotogrnli113 
Já cm nossas müos algumas fotos do Carnaval 
Os Interessados deve:n procurar rv. Redação: 
A !ato é cm preto e branco, 800,00 (oitocentos 
cruzeiros) cada, 
BELEZA 
Foi iiiiinà que!ltc, mas estrelada noite âo dia 
vinte e seis pp. que Jotiane e Henrique Flavlo 
unlrnm-se em matrlmonlo. São filhos de: An­ 
tonio e Nal.r Lopc3 e Dlogenes e Edellra (Koki) 
Escobar. 
'A IGREJA llATRIZ 
Santo Afonso foi decorada com multo carinho 
e bom gosto, pelo papal da noiva, Sr. Anta:úo, 
que colocou sua criatividade funcionar para 
uma ocasião tiio especial ' 
Muitas samambaias e crisântemos lindamente 
distribuidos, a passarela branca que ln do iní­ 
cio da escadnrln até o altar dnndo um toque cs­ 
pecl:ü ao ambiente. F'oi nesse clima de multo 
:romantismo que adentraram a Casa do Se­ 
nhor, o noh·o e sun elegante mnm5e, os pndrl­ 
:ihos, as d:r.mns e por fun a noiva levada pelos 
braços de seu pai. 
As damas 
dcrom um colorido especial a cnlrada da noi­ 
''3. Usaram um clcg:,ntc modelo-, cores modc:r­ 
nas, na cabeça um nrrnnjo de peque.nas Oorc; 
e faça.rotes dnndo cho.nne n trança jognda de 
Indo que todas usavam. Lc,·aram tnmbém um 
:u-ranjo de Oores nas mãos. As bani tas e ele­ 
g:mtcs dam.r.s foram: Adriana e Dom Pedra 
Nunes, Claudia Naglis, Rosann e Zair Lourei­ 
ro, Luciene Gallo. 
A Noh-a 
Joziane, entrou b!lSUlntc sorridente usando bo­ 
nito Ycstido, onde o d.cst:rquc era o corpo todo 
trnbalhado com strass. Também lindíssimo o 
arranjo da cabeça cm Str.,ss ter.d:, como acaba­ 
mento um longo véu Joziane cm seu d: '3" 
estava linda . 
QUADRIS PESADOS 
Esqueça ns saias e calças justas, se você tem 
quadris muitos largos e bumbum volumoso. 
Prefira as roupas soltinhas. as salas largas Ugei­ 
ramente franzidas na cintura com babndos no 
corpo. As pregas suaves também são indicadas 
e o chcmisiê (sem cintur:i.) é uma ótima solução 
Evite também os cintos que apertam a cintura 
ch:unam a atenção ainda mais para os qladrls 
Shorts, bermudas sào peças proibidas em seu 
A CURA DA BRONQUITE 
NÃO J! MAIS SEGREDO 
Senslbll!zando-se com ns mllhares rlll nes­ 
as que o tem procurado. r.om os !Pleton1J. 
y,,n,; e cnrt.as 0110 trm reCAhldo do Pnls todn. 
nds n dIvulaco lo notfcla sobre o xaror 
l"'ed!clnnl de e11cnlloto pnrn o tra!.'lment.o rh 
hmnaultc. José Caetano da Ct'l7, decidiu. dl­ 
vulirar o modo de preparar nauele remédio r.a­ 
f'l'lro, "a minh! inlencão lnJcl:Jl" - exnlk.! 
Caetano - "!oi mnnter n exclusividade rlo x>1- 
rne para Ape de Indnlntubn. aue f< vem 
rlfstrlbuinrlo o medlCllmento e recebrndo a,; 
rlriacões dns pr.s,nas hPneficlndas. olé ou'! o 
r.ovemo ou um l1boratór!o se interessasse ne­ 
lr1 lndustrlnllzaçáo <lo remédio. Como Isso n:b 
nronteceu e n nressão das pessoas pobres e 
rl'st..~ntes que não podem se deslocar ali! In­ 
dalntubn aumentou. cu resolvi mostrar como 
so fn7. o remédio n todo o Pais". 
Hi1 pouco mnls de um mês oue Indafatu. 
b, uma pequena cidade entre Sorocaba e 
Cnmolnos. se transformou num ponto de con­ 
vA.~l?êncln das pessoas aue serrem de doen<;as 
brônoulcas. Essa verdadeira romaria foi oro. 
vacada por 'Urna noticia anunciando a desco­ 
bcrta de um remédio caseiro que se vinha re­ 
velando 100 por cento eficaz no trotamento 
dn bronquJte. O· movimento !oi tão f!TOJ1rle 
que a C!ISn de José Cnetano, responsável oela 
preparação do xarope ITT'lltultamente, tornou. 
se pequeno, além dos problemas que começou 
cnusar à vida da familia. Foi dnf que todo o 
ntencllmento !ol transferido pnra a Apae de 
~daloluba (Alameda das Críanças, 100) para 
ar.de estavam_ sendo encaminhadas as do1- 
çõas .das pessoas ngradec!d.ns pela obteng 
do remédio. 	Ia0 
1 
O XAROPE 
O xarope de eucalipto medicinal é elab0- 
No decorrer do ano de 1942 o Bris11 rom. 
pe ns relações diplomáticas com os pnlses do 
Eixo (Alemanha, Itália e Japão) devido no 
torpedcam.ento de navios mercantes brasilei­ 
ros em nosso próprio litoral. 
Ccrc:i de 25 mil jovens brasileiros deixam 
sc_us lares pra constituir a Força Expedicio­ 
narin Drnsilell'!l (FEB) e cumprir o seu de­ 
ver com n pátria. lutando contn os exércitos 
totnlitárlos de HiUer e Mussolini: 
A FEB reuniu jovens de todos os rincões 
l 
do Brasil, que !lc:u-,..m concentrndos na Vila 
Militar, no Rio de Janeiro, embarcando para 
3_ It4la cm qutro escalões. O primeiro é. 
1:!o pnr,m em - de julho de 19-M e 
O quart 
em 8 dc_rcvereiro_ de 1945, entre eles médico 
0 
en!cnnc.,rns e ass,stentcs religiosos. s, 
Oher;ando ao destino a FEB encontra 
povo italiano dividido em dois blocos: um r o 
vorável a causa das Nações Uniclns • a- 
alli,.do à Alemanh:i.. e o outro 
A Força Expcdicion:iria Brasileim i 
1 
corpomc!:i ::-.o V Ei.:~rc..:to nmcr·r~~ é n- 
1-........uo, COtnandn, 
do pe'o general Mark Clark, én ssíi; 
a :i!gumo.s Ol'lsoes nort~:uncricanos qu r'º 
rom deslocadas para a França. A . e <>­ 
cm comnb±te. conquistando FEB entrou 
e:: · ,~, suo.s vi tó nas 
m71308, 21onte Frn.o, Forael, Gj. em 
• 1 • , l 1cano e 
punrda-roupa. Você dve usar abuzr dos de­ 
talhes ns molas, nas mngs (amplas, para cqul 
librar silhueta), e dos decotes. 
TIEFLF.XAO: 
O: cus mostram n lrla de Deus, e nun­ 
cloro o que ele tem kilo! 
Um d.in fala desa p'orla o dia squlnte, e 
uma noJtc rcpc-tc Ji..o o outrn noite. 
Não h discurso nem palavras e no e hou­ 
vc nenhum som. No entanto, n voz do cu se 
csp:r.lha pelo mundo lnldro, n sua mmsagcm 
lcança a terra todn. 
Deus nrmou no céu uma bnrrnc~ pnrn o sol, 
o rol, que é como um noivo que sal correndo do 
sun casa, ou como um atleta nMlo;o para co• 
mcçar umn corrida. 
O caminho do sol vai de um ao outro Jad,:, 
do céu, e nada Ee pode esconder do seu calor. 
!Dnrgn. 
! . rill.S a principal vitóría !oi obtida em 
:t0n e Castelo, que dentre outras elevações 
r.rn _uiueln que tinha dominância sobre a ro­ 
', º':3 
6
4, 1:º n?rte de Forreta Terun. Esta ro­ 
e _ovm c'.c vib:ll unport:lnch, pois era o itinerá­ 
rto para ;Eclonln, e objetivo dos Aliados Sem 
"- po= cc Monte Cast::,Jo não se norua che=~ 
: Bolonha. 	U+ 
t 
1 
- Cs ~.ois Primeiros ataques a Monte C:ls­ 
e!3 couberam às forças amer 
da; p2las tropas brasil±, "r.canas, apoia­ 
+ 	- ul.Tas, mas n:o.o obtíve­ 
l ...m_ &;.:to. Coube ent;;;o aos bmsileiros a .. 
mazia dos pró:imcs ataques coma 
O 
oõj ~ 
d desalojar os :r!emães e vO 
__ . '? trio, a c!mva e a lama dificultaram 
05 
sumos ctacues, porém o objetivo foi atin­ 
&O cm 21 de fevereiro de 1945, 2s 1730 « 
11
epois do l:? horas de comb•te ' mm, 
..à,9"g s s@fio »s e- 
e e seu comandante Marechal 
Muscnrcnhas de Morais n:i ltili . . 
P
time' • 	':l, pois foi a 
eira grande batalha em que atamos 
cs feio=trdo o ator de #sé:ze 
r.. --ê.os ~-ielc<; exércltos que Já esta, - • 
quelcs so!ac.dos Yindos de um país ~~~ 
cnf'rent:1r::r.n1 a chuva, a lama, o frio e :i ne,-e 
cm temperaturas de até 18 --aus r3att 
rdo com cn de Im'o T.A + , 
de= ! 10 iram de a cu d 
Un!d1d<); 123 mm d8 c"h:e d, 
mdic!n! (c!trodora), um u!no de , 
c/nco IItros de gw para produto de 
I!ATOS O mlO de xArop. 
Para e prparar co!'oce o dar: » 
uma vas!lha juntamente com1 s cana 
m:io bE:n la,·c.d:i5. lLiv:ir ro to;:o e l'' ,. r , 
por!o a!d cue o dr tau dourd o« 
ramelado. Em z!da colocar cs cinco !+ 
de gu e as to!hAs de eucalipto bem lrds 
de!xndo ferver porço durante uma ±n 
mexendo-a eor.st ntemente para o tot! z2 
vcitamcnto dos Inzred.entes. Pronto o r; 
ele de.e ser csfrJa.do e coado ntes de er ma 
garra!cdo. O produto pronto deve ur m::.ii:!, 
do om :-;elndclrn ou local bem fresco, pois 
centrorlo corro o risco ele !cnnent:ir, ff.7.:, 
rondo como se fosse uma cho.mp.10h ,. 
1 
Como o remédio r:! m:mtJdo cm r.c!Jtl!'!:;:. 
ele deve ser levemente oquccldo nr.tes d~ sn 
mlnlstrc.do, npenas n porç~o qtto vnJ ser t:;:e. 
rida. Para crianças recr:!m-rnscldas nté u.11 a. 
no, recomenda-se uma colher de c:l!é três -~ 
zcs ao dia, crianças de um n quo.tro anos.. U.'111 
colher de chá; de quatro a 12 anos um:i co:t::: 
de sobremesa e para adultos uma colher de 
sopa, sempre trs vezes ao dia. José C:lefa~ 
recomenda que esse tratamento seja mant:d 
num pcrfodo de do!s a cinco meses, variaç~ 
que r:! de ccordo com a tdzde do doer:~e e o 
estágio da doença. Um do:; 5.lntomns l'C"1c::d?­ 
res do medicamento é o seu grande poder de 
cxpectoração Jd na primeira scm:in1 d.e trn, 
lamento. 
Enquanto estiver tom:indo o :nr()j)!l o 
doente deve evitar beb!dns geladas, bar!s 
!rios (chuveiro, mar e piscina), chuvas e lr'..!• 
t;em de !crma geral. Este rer,ime, deverá pr 
longar-ce até uma semana após ter p:indo li 
tcnar o medlco.rnenlo. Encerrado o per!~ 
de tratzmento (do!s meses u:rra cri~nçn.s d 
Quatro anos, três C CJ.t.!:llrO meses para C1'ÍP 
ç:is de quatro :i 12 :mos e de quatro n ci!'.eo 
rr.ese:; para adultcsl, as pessoas poderão re­ 
tornar os suns atlvic:bdes normais, sem qual 
quer restrlç1ío, (0 Progresso - )Journ.dos) 
PRODUTORES DE 
ARROZ E M#.HO 
. - 
'ª 
podem 
paro a 
vender 
CFP 
/t 
A CFP (CompanbJa'de F!nanclamenlo dn 
Produção) lniclou a compra de arroz e n:l· 
lho dos produtores rurais que est2o entre 
tando problemas de comerclallzaçào. ?<"IJ!l!!l 
Primeira etapa estão sendo comprados o"; 
roz e milho produzidos nas regiões de froni,e,· 
ra agrícola de Mato Grosso, Goiás e Rondo­ 
nia. Ao todo já !oram ativados 59 postos de 
compra de CFP. A finalidade é evitar que, 
por precariedade de ln!ra-estrutura de O"i)JlS­ 
porte, armazenagem, secagem e limpeza n3S 
regiões distantes dos centros consumidores. 
cs 2~icultores e S.!2S coooerat!vas ven}la1ll l 
negociar com cs atrnvess:idores. 
A CFP está pagando pe1o arroz em CSS­ 
c1. co:n até 13'.o de u.u-i.!dade CrS 2 mil 880 
Tc: szco de G0 qu.los; pelo mesmo arroz, m15 
crmidedc cntre 13,1%3 e 15° estão senda 
r;~os Cr.'- 2 mil 700; ~ o arroz com ll.llllde­ 
cc entre 15.I •.:, até 18'.o a CFP está pag::uldo 
CrS2ri1 460 por saco de 60 quilos." Pa."1 ° 
t::.iiho há = tinlco p.:-e_.o, de ers 1 mil 660 
r-or s:i.co C:c 60 quilos. pe!o grll.o com nt.é . · • 
1!: Cc umidade. Além de receber o ralo 
C_d o:a, cs agricultores serio indeni- 
7c5 teia s2cara tus2da. quando esta estirer 
oc ~c.-,rrlo cem os oaàrõzs estabelecidos pela 
P S6rio reccbrá indenizçio o pro:­ 
tcr czna'er oarrczeomnilho em sacs 
r.cc:erva'cs. 
. .
1
: !:=:a C:e juta e mclvn, qu;:ndo nov::i, 
s. '-' to,clc;,iz:-.dn cm CrS 205 a unícbde. PnI'!l 
o:co de juta e mulva, usado, mas em P? 
c:tnoo. reatiliz::h-eJ. seráo == CTS I.20.-,0 
Pwde. dsds que teniah peso minamo 
G= =i0rrmns. ar2o saco usado para emba­ 
l-:
0ml0, co pese minimo de 360 gramas 
i:5nizq5 5cu cstbelecida em CrS 180 
0 
nc-rn o ele e:-s 110,90 pnr:r o usado. Se for 
Ce p0li:c!no, só ser5o aceitos sacos no­ 
Tos, pele; quais serão pagos CrS so por uni· 
de. Tara_a sacaria dê algo±io serio pagos 
l 
S 16 ne· n±date rosa e ers 56 pela us­ 
d. Os pra·vg oi7 ·ccberio oiuda 
1 
t 
ç-,.., 
tt:i, 
..... 
!.--.t ! 
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