r.t: g R G:o do ±s- no6n 4 --- ... -- , ~ -----··,--·....- ' , o Cln:l.!,IO de Esportes d Dclll Vhln j: 6td mo~cccodo culdnclos por parto daqueles 11uc ~o rcspon!):1bUlz:ir:1m por suns lnst:ilnçõss, t1111cionnmcnto o nt!vldndes. Tribunn dn Fron­ tc!l a, antes de min ln:rn~urnçüo, sur;crlu que rc torm::ss~ uma Comlss!lo oncarrcr,l'cln ele zc­ lnr pelo patrimônio o promo:;õc!l csportlns. Isto mio !oi !cito o os rcs:ilt.:ldos nor..ntlvos jd te começam a sntlr: matagal, vltrôs quebra­ dos o apnrolbngcm c!c Gom cem dc!ellos. Sem l~l :r na cab!no ela Imprensa, 'lntes de ser utl, llzMn Jtí com problcmns. Niio é uma "obra1Jnha" de nlrruns mllhn­ trs de cruzeiros, mas umn gr:mdc obr:i. de m•.tltos milhões. Niío p:irtence n clubes, entl­ ddes ou pessoas. pertence no povo, foi cons­ truldo com dinheiro do povo. N~o csui h. dispo• o de grupo3, sejam eles quais torem, está n dlspo5lçrlo do povo. Quo soJn formndn, com ur3êncln, esta co, mlssio e quo p.-~soas responsáveis sojam colo­ ~ndas n frenta da dlrcção. Nilo se ncimlto Jorrar futebol de snlão sem cs redes protetoras ntr6.3 das t rnvcs, mcdld.i comum cm outros 3in6.s.los. Não se ndmltc que yJ.nd~los destruam vldroças e Jnslala;õcs, ol­ auCm deve :.clnr p1ilo Bin~...:;lo, Não 6 um pcd.1- ,, 1 e.to, n!lo d um' ~lvlndicnç1'io, 6 um nlcrtn: CuJ. ~cm elo Glrws!o de E.sportcs. As promo:;1!~1 csi;ortivn:i 1sr.o ncc::ss:'l:ts. h'i poucos e.tias foi realizado um tornclo co:n rrmndo vuccsso, acontece que n:10 está J::l·cn­ do critério, i:e:;:undo um prorcs5or. E Intenção ele um nrupo de desportislns e .ccluc:idorcs rnC:l.m!nhar !:l Clmnro Munlc:l, p'.ll uinn rctvlndlc:i:;:io no i:entido de :::e fomnr uma Comissão pra administrar o Ginásio, - Por mais que:e quebram juslltfat l@­ mas decls~s tomadas pelas autoridades d:i área económléa federal, não deixam de causar espécie c 7 rtas mc~ldaJ e co_ntr_a-mcdida,s que, cm curtos espaços de tempo, a ~o;:Jcdad~ é le­ vada a aceitar: Tanto ó assim, que se u,.i. dia, na posteridade, o )3rasil dos nosso:; ài&s for in­ terprellldo pclos-cxeg(?tns da época, p:,d2rá ccr comparado a um laborntórfo ele cllmcnséc3 co~- tinentals. Vejamos porque. 1 Mudou-e a lel salarial, Teve qu 5udar fut~micln, 1 e stm, vlolênc!n. nn.o, 6 umo. porque aum:ntava .n rotatividade no em-,rc"o rcnovncão dos nnelos da lgl'elo. cm ra~or da: dos tro.balhador03•de salários mah baixo;, P~- ·.: Jllt e da concôrdla, contro. todns ns termas de nalizava as cm!·re~:ts_ no:; seus custos. Era um • 1 V!o!ne'a. ' Num:i c!poca em que n cscaladn da vlolôn- foco lnflnclonário, nlem de Inibir ·a criação de ela nlC!'T1<;.' ,contomos lnquletàntes em nosso novos emprego~. ·Rcsurnbdo, era· uma lei qu3 Pn!s e n'.l mundo. o tema proposto parn este feria leis Mskns da ciênci~ econômica, porto.:1- nno é multo oportuno e atual. to, sabia-se quals, as ·consexiuêndas -que --dvl' l;:m no~:1 comunidade; a Beln Vistn de riam ·quando foi promulgada: QuO:.."tto tempo ~tlls hlstôrlns, conqulstos e exomplos dlgni- • ' f1~les de trabalho, o tema se cncolxn como esta lei vigorou? ~cs anos~ :e : muito. pouco Um!l_lura. Isto por-iue cll:rlnmente temos vis- tempo para que uma medida, de tamnnho .. al- i~ e,çemnlos de vlolêncln prntlcndas contrn n cancc soda! soja sub:;titulda cm-tão pouco tem ll SSô:1 humana. Violência nllo 6 apenas abu- po. sa.r ~a !orçn.. tlslca ou .dns amcnç:is contra os Os gastós • do gbverno aumentaram: Havia· =fracos.Nilo e! usar o abusar do poder do pressa por rc=.'.· nr_obi_ns.·c prógrnnia, dz dese:1'. &ro para fazer prcvn!ecer a vontade E­ !ds:e um:1 !arma de violência mais süt!l. ~ais 1 . volv1!_ncnto com!)_ativels com. um ''Brasil p~- ft 0 1vente e, talvez. até mais cruel. ~ 8 vio- . têncla'!, Que resultado poderíamos obtor? ·Sim nela moro! e espiritual, com reflexos no t.rn- , • • · • balbg. no lazer e. sobretudo, na vida política. 1, d -"< bem cômodo gnnlur o plío nosso de ca-1 fC ll • - • íl • fr' • • ., ±±z±e2si#nc#s éteirês a ia tg:tiva gizais!ense com os problemas alheios? Pra que inda«ar ';' ié± !' êiB? : este ou aquele pai do ramma está gnnban- O_ presidente da Liga Esportiva Belavisten- l pE:Ü.s U!!l nome ~e ::presentou como candidato, .i ~"liU!iclente parn viver? Prá que perguntar I se, Sergio Roberto Perondi, expeàiu edital con- tr.:.ta-~c do c!c.;portista Raul Oscar FernnndeJ, ~s ~enino, aquele menino que passa todos vocando os clubes filiados a eleição da nova di- presidente do Grêmio Esportivo Unliio; é o nos- em frente a sua casn. sempre com o • . " · · olhar assustado anda 1 . !d ! i b • retoria da LEB, a sr realizada nesta proxima o cznddsto e está prepara:fo para assumir a lnen•-ct ' r ep 0 • 0 em ª · • f • • 9 3 1 G • • Pcd '-'"d d d ! d "' o, vai pr:i escola ou vai andar a ton. qwn.a eira, ns 1 : O 1oras, no rerruo ro rc.:r,ons::u4.i :: e e continuar a azer o fute- Fr:! Que? i Iluíino. . . . . . • . boi bclavistcnse o melhor da re,,;ão." E . .,. b::ires mu~~ cômodo sentar nas mes.-is dos I Segundo Perondi, 'este ano vamoJ inccn- s~rgío Rob~rto Perondi, otrnvés deste jor- r'2" vuat ae semana, ou nos clubes, be- 1 tivar os jovens vnlores dando prioridnc!cs ii nnf cc:1·1ida o t::dcs 03 desporlistns para com- ~ . n gostosn cerveja gelncla e crltic:11' as • · • - ' • • - nut?ridades econômicos do p . 1 ültlma pratn d:1 cosa, com a realizaçao de um campeo- i::arecerem dia 3 -quinta feira • às 19:30 horas, dl'<':sõcs ( . OIS pe as s t ,. . . ·t l:, • d .. 1 _,_ • mi, impostos, juro 3 , etc). na o cmarruco e r:1u1 o :im org:uuz:. o . o a- 1 no Grêmio Pi'u.io Rufino, e .issistir= a eleição "e Fá que a nossa é@oca esta chamada tu:u i:,c:úlen!.! à:i LEB disse -cuc •'oté ;:,.zora a• 1 d:l nova diretoria. .,,~ 1 ~ o r.Q.uárlo", aceita às p~ssoas cômodas? - • ç Que estas pessoas estão realmente vlven- l 6 - . . • º· . ' São sombras que pascmm pelas esqul- ~as e~ vidn, sombrns que apcrms vislumbram t o m, pas rc'-:r ~dcim vida? Multas perguntas. Poucas !_. r:.i.· g}_f:ti~ tp •r:ú • ~ fu 1 • 1 ~-J stri s. Talvez a resposh maior esteja den- 1 4lati, {tgl , ro te nós mesmos. :ir:, pois é cu ocredito no I g l;J t,;!,t, t-• S Palita t16soro. naquele que pergunta o por -· - l.:i ' q ~ dos fatos e n:i.o apenas os relnl:l. como ex- r,cctn.dor indiferente t d NAaF°RATE?.NIDAlJE SIM. vrcL~' cs juros elevados descapitablliz:i.­ rno as cmi;resos, os preço:; não cstsblll=a:n C CJ ê;i~!t:::s ~xtcmos não entraram coruorme o ~ i""~vi'io. ~ esta:; consequências não cri'.L'tl t..:io r rc•.~.:i.cl,, ;:o menoJ i;cderi.:>m ter ·sido cogi­ t2d1=, : rogramas nucleares !oram Idealizados ~r:t u':::-i ::i:mcnto de euforia, com lnvestimen­ ;o; p;~v!s!Ol d~ SQ milhões de dólares. Pouco, e com rOZÕOau -- ( º'' ('( ' 'º •. : h : , I ' l l •pc r- -e, 1O to d .s a pa. l1 h, te!0« r,i dC'I cdsds 1ta Vta, 23 ds fevereiro r'.. 1 903 Dr. S l'I • 1 nol,. 1·u.1 1 rnncll ?, .·1:1. n: c 1 ,1 LI.ll Vi,emos tempos difíceis. O p::-êço do di- !'..!lci.-c cs::..i so tcm::dào ir:tolcr:ivcl Os ju­ ; rcs são crimincscs. A ,1to. dn m:i.t.éria ,>i"i:rln. l a Cüdn di:1 que !J:l!:S."l, se torna um des:úlo ooi:; ' pequaos comerciantes e empresários. Viv3. i rros t~·mp:ro c:!ilicals. f O com::~clo behwist.c:ns-~. por si, já fr:!:O, } devido ::i u:n:i s~rie de !ntores, vem se.nth1do : • atl.ta] crise e se dcsdobranõc nJ_r-.l m:mter 1 u."U:i ~rt::i dir.-.:idllde. As queixas- s5o de todos, d.:i todos os r--..,_'7los. e csch di:l é um clh :i m:iis ; p~.r:i S!! nnnter .. Tá nc.o se blo. enl rr:!nh:rr is­ o.3,1as cm pagar cste ou .aquele com- p1russo, ' - Eta Idéia foi uerlda por nds antes da lnnu­ uraço, mas acontece que, MA vzes, as boas e cencrmn para frutificar, Antes tr'e éo ('t:O ;m,:cn, r m rc:•,,!!nr que no é a real.z;4o de Jogos do futebol de alio qu cst! provo- 1 c·múo cr1t1ct111 005 ntunla cncarn.:c1clo,, e l fali' Cr: cu•tlr.103, Vi1rl:i~ p::s,e:1,, rC~, c<,tl;,c;mn cm no...so. 11.::l.r.:;:io o r~ qll!!::~:·:.m c!.1 m.-.nclrn corno" :n ccndo cil• r!g!do O Gin4&!o de E3p07t€3, rasrn J, Vllnr nr:os depois, ~~o desacelerodol. Sobra c:ic.rgln, ~cm todavln ter enlrodo a usina de Itüipu c:n funcionamento. Após tantos testes cxecu todas neste lme.n• to foboratério salmo:; imediatamente õ, procura de um culpado: o Governo e sua tecnocracia que o envolve. Pcde ter. Mas, pode ser trun• bém que sejamos tcdoJ nós, que nlnda 11.10 es­ tamo:; co=ire:.entizados de que o dcsenvolvlmen. to pode ter gr:i:is e époccs paro. que seja ativa, do. Em tudo exlskm opções, e a nossa, tudo le­ va n crer, não era crescer desbrogadamente neste:; mon:entos. A posição cõmodn de trans­ ferir r.ara terceiros a culpa dos rcssos males, parece te:r = atitude pueril, um:i vez que admitindo :i culpa por noS!O! :onhcs mlrabo­ lanle!, zlno.l de que a_prendcmo, c:o:n OJ reve- Culpar o Go,·erno d2 Jnépcl:i? Com'.) faz~ lo re n6s mesmos c..,chíazr.o;; o ;:"11:o para dizer que érnmo.:; os únicos a cre~cer cm u~ mundo cm recesso? S3 o Gove:no tema parta d> culpa, e..-t:i reside no fato de ter deixado qu1 !o.xm tomnd:i. dcc:isões, cujas consequ::nc!as eram ço­ n!,ecl(:,; i::or antecip:iç5o. Estnmho, pois, este país, que permita ~ej;un fe!tn.s cxperilncl!IS, cu;os rcsuH:::do~ r-0".'cm ~e:r 1 'a priori"' detectado,, com uma rnari;e:n de erro aceitável. Com·crt=os o Br::ãtll. c.-n U."ll lab=tórlo que re não é cstr:inho, ~o ~no; é um:1 aborda,. gen diferent. Menos mal que :ifa,k n1:> d.ls­ r1 93 325 15:00 horas crx primei con,:o::z.cf'l.o e se n!ío hoa,::r nfrm~o le:::al. i'l.s lG:00 ho­ ras cm saznd2 chmzta .. afim1 d em Auc:nb16'a C-", é p;or d.o que o pessimismo doentio. O 1 C!:'ª é p!"'-.;:::;::, e isto cst:i. :;c:,c!o !eito, é ::clmi- 1 rus"..rnr cm {mos do crise,c que exige muitn iaginczc" cu "jzo ds cinfun" segundo ] um lo5.s:a. ! K:! i.t:.-::.! s;::-.1~:;::lc. o q~ p:>::!eria s.1r[tir. 1 c.:_:.1 _ r~flc:ros be:ctíiccs P:ll':l todos, seria n cr~ç;...o c!.J. /~:~:=;t.~ Ccm:-!"C:~l e Intll!s!:rI.al , . ; d2l: veta, uJa diretor.a se znc:rrzaria } i Ses.licita csautorizds. ra cite1, a r­ l h:--::-.::n ac s:ma:".:!.! :e:; e ctn.-sos ele ll , Ac!rn.:r,..:st:-:l;:'.n~ .., ------. Ordem do D!o. I- 'r1orimento as exigências do ::rt. :!O c.:i C:::1S![~<<;5.:, Il - clecar ::i nov:. Dlretori:i p::u-a o bien:o 83-35 • III - cscofoer a cichde p:i.ro o p!'óx:i­ mo Con:;rcsso IV - fbr o ,olo::- ~ ~~=lid:lt!e i:;,...-::! o b:cn!o 63-8.5 • V - r:S:om::i. dos Esbtutos Sociais. D::u7.::los-lli, 17 dz !c-;cr,Iir-O d:! 1.933 Th.rc!!~~!co l..nlz ,·:c}.".1S Prc5!:J::.-nt:.- da ADJOP.!-)1S na nr nm = tií.!í'.' Variedades/ .arte POR DEBIIXO DOS PINOS . ENTREVISTA COM NEY MITOGRUSSO Nío, Ele dlsse que, por er raro e O desgastar na± shows, Você e ufdava para não acabar com neroxla. - Pra mim, ser marro empro fol sino. n!mo de saldo, Pela prime!ra vez eu ouço fa­ lnr que e! doença. Tudo bem, Mas voe! e culda na época d0s Ahows? - Eu emagreço nos shows, é claro. Suo multo o porco quase um quilo por espolllculo. Núo ex:lsto proooupaçllo de engordar nntes das temporadas, Eu bobo mult.n ágUa de coco, to­ mo cloretol.c potássio, mel. Eu me culdo pa­ ro. não perder multo peso durante os shows. A Simone não dá um passo sPm consul tnr o mentor espiritual l14rlo Troncoso, Co­ mo é a sun rclnçllo com ele? Ele entra mais como amigo do que co­ mo mentor. Conversamos multo, ele me am­ paro.. Eu reconheço nele uma capo.cidade ex­ tra, mas no dependo po.ra dar cndo. po.sso e nem ele quer Isto. O Mário ~ contra !nnnUs­ mo o ncha (lUe ns pessoas fanáticos por ele não esUo com nado. Eu procuro seguro.r mi­ nha barra sozinha, no quero depender do nndn, quero acredltnr numn coisa mlnbn, lltns o lnncc dele fazer com que as pes­ sons acreditem em si própria!. -- Bem ... se é Isto, enUo ele é meu men­ tor esplritunl. Olha, mesmo que o Mário não tivesse estes poderes, já !nrla bem nos ou­ tros pelo que d, uma pessoa bon e positiva. E como valo cornçllo de Ncy Mnloi;rosso? - Tá bem. Mas no está apaixonado por ningudm, O belavlstense Ney Mtorosso cresceu, na nrte e na vida, É um cantor de ucesso, um nrtista aue marca na sua presenca no nal o através de um estilo tlc ,·11111:-unr,ln onde o visual é parte importante, É a áula e ao me+­ mo tempo o sahlá... canta e encanta as nla­ télns do Brnsll. llomcm de nersonalldndc Ncv abe o que auer, desde o Inicio de sun cnrrel• rn, com os Secos e llolhados, cio não abdicou de seu direito de ser "diferente", mesmo que isto, ls vezes, choque os mais consen'lldorcs. Scnsh•el e explosivo, Nev, nesln entrevista revista TV Contigo, a qual transcrevemos na Intera, apresenta um pouco daquilo que es­ til. ron DEBAIXO DOS PANOS. Tudo é QUCS• tão de compreender, aflnlll. ,·h·cmos tempos de mudança. e , a · • Ney Matogrosso é um homem de con­ trastes. O rosto é !orte, olhos provocantes, beleza agressiva. O jeito é de menino doce. calmo, talvez Umldo. Di!icll acreditar que já emplacou 41 anos. Ê um garotão. Como um !elino preguiçoso, me recebe para um papo. Franco, sem Interesse em fazer gênero. Afl• na.l. Ney sempre foi sucesso por se mostrnr tal como é! E como é que ,•oc~ lrnnsn uma relaçllo qunndo estd amando? • - Já mudei tanto • já rui npn!xonado ciumento, npn!xonndoºsem clwnes, Liberal? Hoje, sou IIbdral modero. Já rui dos extremos. NIio deixo mais os ciumes ntrnpn- 1.harem. Antes, n minha concepçlo de llberdn­ do lncluln até ver o outro Indo numa boa. Ho­ je, no quero mais ver. Pennlto liberdade desde que tenha a minha, mas com moderação. No Show Bandido, ,·ocê mudou de roupa cm ccnn, atrás de um mlnlbloml)o de m:ide, rn. No Cancçlio, usou uma calça com uma a­ bertura que dcl" ."jrn4Is DE CONSTRUO JARDINAO Pra rcr atendimento cm ampla ala dtzdx de mesinhas e ca!e!ra Pz.te!s feitos no momento, DE SULHO E , CALóG:!::RiS t.lato Grosso do - gund-, in!o=ções, o PMDB quer que o pre­ feítc :cj.1 um político orlundo do partido, nes­ te co urgem os nomes de Corumila Lou­ rcb:: ::e AL-nclcla, presidente do Diretório Mu. n::::ip:-:; Vc::-e::.dor Idel!Ol'.SO Pinheiro; Adail Ferrdm; Carlos Aiba;-to de :.-Iirenãa (ex-che­ fe c!o INCRA, em Jardim) e Sidney Mnscare­ n1!:is, o.s dois üitlmos com algumas ressalvas, 's não s!o precisamente "homens oriundos C:c partido" segundo um peemedeb!sti trad. c:cnnl. Rl2 verdde, e situaço bclavstense é de­ , .. ra:; p!eccup:mt:,, Isto porque o munlclplo ncc2sc!ta de um prefeito que tnha demons, :cd que p03! cap2c.42d2 para aCm!r!strar cnaécx da crises. Parcs cursos c5tnduais, .rrzdaç70 pdprh diminuta. !ta folha de czar:2nt0, ncc33idades vitais no tocante cc-;;.s ·n•.::ç;,c c'e cst:-c3, dcsvinculado d:s atuais correntes po- 1!cz c &A-±e con3i36zs 3r !raU2lar. ' ' Apreensivo, e até mesmo preocupado, o povo de Belu Vl.3t2. ::.Gsfst:i M disputas cnvol­ vcnclo o cargo de prcl::it'J munlci!)al, isto por­ que comente-se que o o.ti.::.: c:ie!e do Executi• O b2l2V.sn2, Afonso DiLlcn Nunes Leite, será substituldo tão logo assum,1 o Governo o peemedebísta Wilson Barbosa l1arlins. For ser consideraco município de interes­ ~= 0a scgun;nço. nacional Bela Vista não elege 1 ~cu prc:eao, ele é Indicado pelo Governad'.ll' I ~ ~or!'..eecio pelo Presidente d.a Rc?úbllco.. Se- RAIO AO D1' 7 INO ESPIRITO SANTO'' Esp!rito Santo voe~ que me esclaroce tu• '" ouc Ilumina todos os c:unfnhos para que -u atinjo o meu Ide::! você que me dá o àom dl­ ··ino de_pcrdo:ii:. e esquecer o mal que I:lC f.a­ ·om; c c;uc todos os instantes de minha vida ,, ·•ó. co:nlgo cu quero neste curto diálogo ngra­ -l~·er-ll>c po~ 1udo e confirmar mals umo vez ·••e eu nunca quero me separar de você por maJ. n- ciul se!n a UusAo material não será o mínimo vontade que sinto de um dia estar comn você e '"< 1 G·: o.s ,r:-teu; Irmãos na glória Perpétua. Obrl/!ada m::ls uma vez (a pessoa deverá í>'•er est-- o:-:i;iio 3 dias seguidos sem fazer o pd'do. Dentro d:, dias será alcnnçada a graça por r.,als dific!I que seja) publicar ass!m qu!! receber a raça. N1ce da Costa lIlr:mda TUDO PARA SUACONSTRUÇÃO AV. DUQUE DE C.,XLS, 269 - J.lRDiil - i'1S • O Melhor corret!vo ~ o So:o PRODUTO DE ALTA QUALIDADE M.lnernção Bodoqi.:ena L!t!a. Usina: Rodovin. 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Escdt.: Run Antonio Mnrln Coelho, 428 Fone: 439-1393 Residência: Run CU!nbâ, 468 BELA VISTA - MS. ------· .ts S 1,; Íl l 'l' O 11 O 'J U R,,....l"'D~l,..,,,..,... __ ° Nelson Chagas Advogado Causas 'rrnbalhlstn Crlm1nnl Comercial, C1vel (problemas-!a.milla) terras, Inventários, cob,;anças., e.te. R.ua Dr. Ary Qoalbo Oliveira, 660 Fone: 2121- IJARDIM _ MS. Advogado OAB - MS - 1579 Awnlda Duque de Cn:s:ias, ?S0 Caim Postal 31 - JARDIM _ MS. .t:::,t.all'l'ORlO DE AD OCACJA Dr. Pedro Jos6 Pal.m!érl Legalização de Torras, Inventárlos e causas Orlrolba.1$ f.nui) Rua lS de Novembro, 160 Fone: 439-1132 _ BElLA VISTA _ MS. l DR. JOELSON MARTINEZ PEIXOTO r Advogado Escdt6rlo: Rua 1.º de Mnlo, 35'1 JARDIM- MATO GROSSO 00 SUL CL1MICA DE ALERGIA DR. CLAUDlO RAZUK Alel'ltlsla 1 Alcri:13.S tt!;;>ir:itqtins. Dcrtn11to16cicru. O(tnlmol6gicns ., o.llr:,ento.re,, D "Testes Alérzicos ., VndnllS" .. Ru:,, José Antonio 1.25G . Fono 383. 32S0 A (;t1ll'ANIIA A Campanha de Reduço de Perdas na cn111, ita da /,nj,, lJ_;JJ por oujc ttvo bal;mr o !n­ dice de perdas a taxas menores que cinco por cento. 1to arante a recuperação médla cJ<, cinco t.:ico', ele soja por hoctaro, numentJnclo cm1•,cqucnt1.menlc a renda do produtor e nr­ recadção de ICM para o Estudo; dlnhdro que poderia ter sido jogado for caso esta r'.1t1pantn, trabalho de t<'cnlcos e produtores, n5o tivl'sscm ocorrido. Nn sa!rn 80-01, por rxcmplo, fornm recuperados 670 sncos no va­ lor cio 560 mllhõcs de cruzeiros p:na os pro­ dutores e 70 milhões do urrocodaç5.o de lCM para o Estado. L HJ.J;(.;0 ÜR~"'E EXEMPLAR CHS4000 (067) 624-'1087 IIIANOEL RODRIGUES NEGRAO Advogado Rua Tenente Bernardes, 2558 CEP 79.U0 - JARDIM. MS DR. RICARDO REGO Advogado Invenbuios - Legnlizaçüo de Terras Antonio João MS. DR. ADHElliR"'GóDOY Advogado Causas C!,-e!s, Criminais, Problemas de Tenas. Inven!'á.rics. R>:ia Ci:ubá. 350 EA VISTA- 1! s ESCRl'l'OIUO DE ADVOCACIA Dr. Sérgio Roberto Perondl Advogado Causas ONels DLreiO Agrário ttit» Escrttótl,o· Pmç::L Ál Hj, Iro Mascarenhas - ...,,,,, VISJ:A - MS. A solução agro REIS DE SOUZA, d: A@Ana de Netas Dr Ma. - - O Dr!l produz 1 400 kg de mlIho por hctre contra ox 5 k/1a , dos Eads Unidos; produzimo 1.39 kg/hA de noz ntr1 os 6 240 kg/ha do Japão. T hem. vcrcl•do que ambos os países p0um e: Jm-a­ ticiar o: conflitos armados e a desordem social :ocrescent2ndo "Não está todo mundo louco''? tiio há uma g:r:::,.de mentira envolvendo toda a r~cicdadc'.? Que acontecerá se o "Jornal Naci<>­ nal rzsquizar, ao vivo, se o brasileiro é faliz? Cu :e zbr.r cspaço para o homem dizer r:::.!· n~nt~ n~ que ele ::,e.redita? Enfim. 0 que acon• tc:::c:-a rc cs m:io3 de comunicação se derein conta da tra ocial que representam e :,.sSÍI1'l abrir um esµço novo, que tenha em coosidcrn­ ço a:ituação de mentira em que vive o ho­ rnem? Vrur.o~ eq,crar o jornn1ismo filósofo ou me lhor • -" ' ' :, Jom=smo-humano. (Plan;,,) f E t; lr~1~ ~ E r l ~ !i~ ,. e ±.1 :..:.1 p!:.:.l :iu p:k:» ust C:-..;:;,,, IJ.O > o SI t:! ±±: y ti q t'.!!1 g e '; lt!'!s; ±4 s±. ...... J NTEIRA Indústria "n o bit ii ;/ ,; d, . . ,tr , tnz, ' , r campo Grande, MS • Sendo Mnto Oras~ li,:,; ~ Sul um P'.stndo com cconomln lnlclptenle, s tanto com um grande potenclal principal " ente na Área de Industriallzaço com base n ;t 1 ;: ,roptcuArln, o Ooverno Pcd.ro Pcdross.lon O• 1nlill!.i ~teu flgnlfütlvns medidos porn crlnr n plntntor U1t1 ~s neccssftfln no processo de desenvolvimento lo e ~e viu, segundo rco!lrrnou v:rlos vezes o go, rl~ rnador, !Tonsformnr o Estado no prande ce­ {U.i, Jro do alimentos da nço. A pn.rUr do estlmu- ar- li produçl!o ogr!coln o que !oi feito com ex- ' - é ,~ progrnmn de transportes Interligando o E1 O~ do de extremo n extremo, o governador Pe­ ~ Pedrosslan criou o estruturn q1111 o 8ttor ln, ng!, lustrll necessita, a Dentro de umn ótica v~ltadn paro o !omen- 0, lo à Iniciativa privada, sem no entonto delxnr ll, je te preecupnr com cs resultados dos projetos f•:Pllr Industriais na área de melo ambiente, o gover• ~· Mdor Pedro Pedrosslan criou, através do Sls• ema de Industria e Comêrclo, mais de 20 pro­ gramas • 17 dos quais estllo em perteltas fase de execução e alguns j rendendo resultados priUcos • paro dotar o setor Industrial de In­ fraestrutura; sedimentar o economia de Mato Crosso do Sul e, assim, reduzir o volume de im­ portaç'es (externa e Interna); permitir o crcs- 1 imento de médias e pequenas empresas ao mes­ mo tempo em que dá também suporte As gran­ des empresas; e, principalmente, garantir a ob­ eorção da mão de obro do Estado, e Comércio: M.S POSSUI ESTRUTURO PARI O SETOR 1 ALCOOL no! , O setor de Industrialização de Moto Grosso do Sul começo a dar os primeiros passos, é ver- l d.ade, mas seus resultados já dão uma pers­ pectivas altamente positiva quando se consta­ ta que na Industrialização do Alcool o Estado começar. a produzir a partir de Julho deste ano ma!s de um milhão e melo de litros por dia, o que representará. para a receito estadual um acréscimo estimado em mais de 2 bilhões de cru U!ros originários do ICM • Imposto de Clrcu­ l;lo de Merx:adorlas, Mas o economia estadual estará. de!lnltiva­ lllt!!le estruturada quando todos os projetos em 1 tTectição • e outros em negociação - estiverem ' toncluídos. O Governo Pedro Pedrosslan criou no decorrer desses dois anos, vários programas eotn esse objetivo. O projeto de Ações Prlorl­ larias. de Indústria um convênio entre Mato Grosso do Sul e o Ministério da Indústria e Co­ lllércio, tem como objetivo básico a Implantação do sistema de imporl e o incremento às export. 1 htinq americanos. Dentro dele, a Federação do 11 ~dústrlo de Mato Grosso do Sul articula o cria­ i çao do Centro de Comércio Exterior e o pro­ l ~ de adequação de produtos industrializa­ dos os exigências dos mercados externos e in- terno. Dentro desse mesmo projeto, está pre­ visto também o apolo ao programo de conser­ ação de energia para o Centro de Apoio Ge­ tencial da Peque.no e Média Empresa - CEAG. Os Investimentos chegam a aproxlmadamen te 23 milhões de cruzeiros. COMERCIO Tara integrar Mato Grosso do Sul ao siste­ ma nacional de análise, o Governo do Estado C!iou o projeto Análise Conjuntual do Comér- lo, quo permite um Acompanhamento tiel d conjuntura comercial, Os Investimentos no pro­ Jeto otingem 33 mllhes de cruzelros, Um dos mais importantes projetos credos pelo o.tunl Governo é o da Balança comerclal, que estabelece prmetros pra o controle com fluxo do mercadorias que entram e soem de Ma­ to Grosso do Sul, cujo objetivo final é apontar no setor um quadro real que contribuir: funda. mentalmente pra a Industrlallzço, Em slnte­ so, cs!e projeto, que alocou recursos da ordem de 3G milhões de cruzelros, moslrarâ o com­ portamento do Estado em relnçfo ns Importa. çóes e exportações, Internas e cxtcrno.s, Na :rea do turismo, outro grande potencial do Mato Groso do Sul, o Governo criou o pro­ grama SUBIN (Secretario de Coopernç~o téo­ nmtca e Técnica Internacional), que tratará de estruturar através de } cursos a sarem im­ plantados, a mão-de obra para o setor turíst!­ co, O projeto tem recursos de 20 m!lhes do crurelros e visa treinar prollsslonnls cm todas as áreas do setor turlstlco ESTRUTURA ·INDUSTRIAL Poro a estruturaçlo do Núcleo Industrial de Campo Grande, o Governo criou o projeto Implantação de Redes de Aguas Pluvlals, Im­ plantando serviços de Acessos pavimentados e drenagem de águas nas principais vias foram investidos 41 milhões de crw:eiros, Outra melhoria subtancil para a criação de estruturo Industrial da co.pltol é a constru­ ção de um conjunto hbitaetonal do 193 unida­ des no NICO, que beneficiára quase mil pessoas ligadas e classe operárl do Núcleo Indústrlo.l, O projeto está sendo executdo pelo BNH através do.FICAM o est{I sendo orçado em npro xlmndamente 196 milhões de cruielros, O Governo do Estado por lnntermedlo do sistema de Indústria e Comércio . criou também o projeto de Integração dos Serviços Simultâneos com o InsHt-uto de Assistência e Prcvldêncl11 Social • IAPAS-, na área de atua ção da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul, Tnmbém foi !Jrmado um convênio e/ a Federa­ ção das Associações Comerciais e J1JCE..1S p/ o credenciamento aos comerciantes, o que penni­ tlrá maior estabalidade ao funcionamento do co mérclo, Nesse mesmo contexto, o Governo cons truiu o Plen.irlo da Junta Comerclnl e criou o escrit6rlo regional de Ponta Porã, especlalmen te para melhorar o entrosamento do comércio. No Governo Pedro Pedxossian, o J1JCE.'l S implantou também o sistema de Processamento de Dados relativo ao Sistema Empresarial d~ Moto Grosso do Sul e o levantamento do acervo • 1 hlst6rico com o objetivo de captar dados sobr~ as empresas e seus atos registrados ou arqui­ vados nas subinspetorlas da J1JCEMS. Ainda paro o área de Comércio do Estado, foi implantado o projeto para Qualificação de Recursos Humanos do área de Registro e Co­ mércio da JUCEMS, extensivos aos servidores, e aos pré-postos do interior do Estado. lUNEROllETALURGIA O grande projeto do Governo Pedro Pe­ drossion para a Indústria mineral é o de im­ plantação do PóLO MINEROMETAL1'RGICO de Corumbá, que representa a opção brasile!- rn para o setor, diinte de zpans!o do Pr­ que produtor de Gusa de MInAs Gera!s. To Jogo entre cm tunc!onamcnto, o Pólo pocl:-rí ttitazer todas ns necessidades do mercado de Gusa e Ferro de S11.o Paulo, chqu.:mto o de Minas Gera!s poderá atender a demanda zx. temn, O Projete do Pólo M.lnerometaltlriJico de Corumb:1, J:1 com parte do sua Intra-estrutu­ rn ncabodn, prcvô n produçno anual de . . . . 300.000 toneladas de trro-musa; 100. ooo to. nchdo.s de !erro llga; 1. 000. 000 toneladas de mlnérfo de ferro; 400.000 toneladas de rnlné­ rlo do mnngna~s. Somenui os divisas oriundas de !erro-gusa representarão poro o p:iís o vo­ lume do rccolhlmento, através da receita lndl­ reta, da ordem de 60 milhões do dólares/ano. Outro projeto Implantado no área de ml­ neral !oi o de Pesquisas Mlnerals. Esse pro­ jeto permitiu, por exemplo, que o Estado i­ dentl!lcasse a potencialidade econôm1ca de Mate Grosso do SUl na área de gn!lth e ou­ tros minerais e localizasse as regiões dos re­ servas. Segundo o projeto, há grande quantl­ dade de grtlth em MIranda c Don!to n4o ter. roos em DON!tO e Aqu!duna; D.am mntes cm Ccim e ruo Verde; MArmare m1 Demito; e D!Aorta, m1 Aparecida do Tabuado e Parna! ba. Na ccmp!ementaçio dos projetos para a área de strutun :ç4o de N!cleos Industrlls, o Governo do Estado JÁ in!!ou limpeza o ter. rap'ngm no D.strtto Industrial de Campo Grande para pavtmntaç'4o do local. H!! tam­ h,,m o i,rojc(o de Plano Diretor p:irn lmr,!o.n, t1ç0 do DI de TTs LA#g0A. ournos PROJETOS Ex'stzm Inda ma!s quatro projetos quo o Sistema de Indústria e Comércio está ne,o­ cl:.nc!c com os oqµnl!:mos do s:lor corno por exemplo, n po.vimentnçSo f'lmbém o projeto do B:ihnço Encr­ ét!co Estadual, com previsão de lnvestlmcn­ toq A • RUA DA ItEPúilLICA S/N • BELA VISTA {MS) Padrl!.o de Qualidade, prêço e rapide:: ... O ANO É DE TRABALHO. E DE ECONOMIA. FA ÇA UMA OPÇÃO INTELIGENTE, IMPRF.SSOS É COM A GRAFJCA E EDITORA APA. ••• 5 PAGUE SUAS CONTAS E SEUS IMPOSTOSEM UMA DE NOSSAS AGÊNCIAS Banco Financia Cada vez mo is perto de Voe e TRIBUNI D l E por Nancy ,,... Dri l'AllAnV.NS 11 Jovrrn Udilhetto Jurncy rilho de .Jo~o JCnlifo Lenlt Suzana que talu vitoriozo no vetlbu­ lr pra engenharia Mecanlcn, Multo Sucessos em nova etapa de estudos, TM1fil'.M J>ru.::;u no vcs!lhulnr do Dlologln nl Unlvci-1- dndc: l'(dcml elo s~nll Cnlnrlnn II Jovem Mn:;• da Barreto Cactano filha do casal O:til e La!­ cy Caetano A vo Magda desejamos um mn­ tão de tuccvos em teus tudos, NASCIMENTO Feliz ... multo lelh o cal Robinson e Vaia Nobhnn com o nn:dmcnto de uma linda saro­ ln que recebeu o 1101nc de Curolln~. ANIVllRSAnIOS 24/2 Edcr Sllvn Neto 24/2 Margoth Jacquellre Velasque: Berry 24/2 Cnrlos Tndeu MnmM~ Tnmbcm rlternm nnlversnrlo cm fevereiro: Snndrn Loureiro, Bcntrlz Pinheiro• Serglo Ro­ berto Perondi e Dnn1c1 Perondl • 12/0!~ 1. 0 nnínho dn enrola Tinque.l filhn de Ál­ vnro e Snndra Peri!lra. Pnra comemornr o da­ ta féus pais o!ercccrnm um delldoso jnntar com multa bebida e multo som. Loco ápos, cantaram o "PARADENS n VOCt" e Raquel apagou a ve­ linha de seu 1.o aniversario. Parnbens n todos os anlversnrlantes do mes. Alô ... Alô ... Departamento de obras dn Prefeitura: n Rua da Republica está necessitando de umn pntrolada pols a chuva, cm !rente no prédio do jornal n­ brlu uma enorme valeta; Realmente está neccs­ <nndo de solução com urgencla, assim como 0 matagal o Indo do mesmo prédio, que estií umn wrdndeln1 Oorcsta. ERRATA Em nossn coluna na edição nnterlor, saiu como vence1- rne para Ape de Indnlntubn. aue f< vem rlfstrlbuinrlo o medlCllmento e recebrndo a,; rlriacões dns pr.s,nas hPneficlndas. olé ou'! o r.ovemo ou um l1boratór!o se interessasse ne­ lr1 lndustrlnllzaçáo ­ cm comnb±te. conquistando FEB entrou e:: · ,~, suo.s vi tó nas m71308, 21onte Frn.o, Forael, Gj. em • 1 • , l 1cano e punrda-roupa. Você dve usar abuzr dos de­ talhes ns molas, nas mngs (amplas, para cqul librar silhueta), e dos decotes. TIEFLF.XAO: O: cus mostram n lrla de Deus, e nun­ cloro o que ele tem kilo! Um d.in fala desa p'orla o dia squlnte, e uma noJtc rcpc-tc Ji..o o outrn noite. Não h discurso nem palavras e no e hou­ vc nenhum som. No entanto, n voz do cu se csp:r.lha pelo mundo lnldro, n sua mmsagcm lcança a terra todn. Deus nrmou no céu uma bnrrnc~ pnrn o sol, o rol, que é como um noivo que sal correndo do sun casa, ou como um atleta nMlo;o para co• mcçar umn corrida. O caminho do sol vai de um ao outro Jad,:, do céu, e nada Ee pode esconder do seu calor. !Dnrgn. ! . rill.S a principal vitóría !oi obtida em :t0n e Castelo, que dentre outras elevações r.rn _uiueln que tinha dominância sobre a ro­ ', º':3 6 4, 1:º n?rte de Forreta Terun. Esta ro­ e _ovm c'.c vib:ll unport:lnch, pois era o itinerá­ rto para ;Eclonln, e objetivo dos Aliados Sem "- po= cc Monte Cast::,Jo não se norua che=~ : Bolonha. U+ t 1 - Cs ~.ois Primeiros ataques a Monte C:ls­ e!3 couberam às forças amer da; p2las tropas brasil±, "r.canas, apoia­ + - ul.Tas, mas n:o.o obtíve­ l ...m_ &;.:to. Coube ent;;;o aos bmsileiros a .. mazia dos pró:imcs ataques coma O oõj ~ d desalojar os :r!emães e vO __ . '? trio, a c!mva e a lama dificultaram 05 sumos ctacues, porém o objetivo foi atin­ &O cm 21 de fevereiro de 1945, 2s 1730 « 11 epois do l:? horas de comb•te ' mm, ..à,9"g s s@fio »s e- e e seu comandante Marechal Muscnrcnhas de Morais n:i ltili . . P time' • ':l, pois foi a eira grande batalha em que atamos cs feio=trdo o ator de #sé:ze r.. --ê.os ~-ielc<; exércltos que Já esta, - • quelcs so!ac.dos Yindos de um país ~~~ cnf'rent:1r::r.n1 a chuva, a lama, o frio e :i ne,-e cm temperaturas de até 18 --aus r3att rdo com cn de Im'o T.A + , de= ! 10 iram de a cu d Un!d1d<); 123 mm d8 c"h:e d, mdic!n! (c!trodora), um u!no de , c/nco IItros de gw para produto de I!ATOS O mlO de xArop. Para e prparar co!'oce o dar: » uma vas!lha juntamente com1 s cana m:io bE:n la,·c.d:i5. lLiv:ir ro to;:o e l'' ,. r , por!o a!d cue o dr tau dourd o« ramelado. Em z!da colocar cs cinco !+ de gu e as to!hAs de eucalipto bem lrds de!xndo ferver porço durante uma ±n mexendo-a eor.st ntemente para o tot! z2 vcitamcnto dos Inzred.entes. Pronto o r; ele de.e ser csfrJa.do e coado ntes de er ma garra!cdo. O produto pronto deve ur m::.ii:!, do om :-;elndclrn ou local bem fresco, pois centrorlo corro o risco ele !cnnent:ir, ff.7.:, rondo como se fosse uma cho.mp.10h ,. 1 Como o remédio r:! m:mtJdo cm r.c!Jtl!'!:;:. ele deve ser levemente oquccldo nr.tes d~ sn mlnlstrc.do, npenas n porç~o qtto vnJ ser t:;:e. rida. Para crianças recr:!m-rnscldas nté u.11 a. no, recomenda-se uma colher de c:l!é três -~ zcs ao dia, crianças de um n quo.tro anos.. U.'111 colher de chá; de quatro a 12 anos um:i co:t::: de sobremesa e para adultos uma colher de sopa, sempre trs vezes ao dia. José C:lefa~ recomenda que esse tratamento seja mant:d num pcrfodo de do!s a cinco meses, variaç~ que r:! de ccordo com a tdzde do doer:~e e o estágio da doença. Um do:; 5.lntomns l'C"1c::d?­ res do medicamento é o seu grande poder de cxpectoração Jd na primeira scm:in1 d.e trn, lamento. Enquanto estiver tom:indo o :nr()j)!l o doente deve evitar beb!dns geladas, bar!s !rios (chuveiro, mar e piscina), chuvas e lr'..!• t;em de !crma geral. Este rer,ime, deverá pr longar-ce até uma semana após ter p:indo li tcnar o medlco.rnenlo. Encerrado o per!~ de tratzmento (do!s meses u:rra cri~nçn.s d Quatro anos, três C CJ.t.!:llrO meses para C1'ÍP ç:is de quatro :i 12 :mos e de quatro n ci!'.eo rr.ese:; para adultcsl, as pessoas poderão re­ tornar os suns atlvic:bdes normais, sem qual quer restrlç1ío, (0 Progresso - )Journ.dos) PRODUTORES DE ARROZ E M#.HO . - 'ª podem paro a vender CFP /t A CFP (CompanbJa'de F!nanclamenlo dn Produção) lniclou a compra de arroz e n:l· lho dos produtores rurais que est2o entre tando problemas de comerclallzaçào. ?<"IJ!l!!l Primeira etapa estão sendo comprados o"; roz e milho produzidos nas regiões de froni,e,· ra agrícola de Mato Grosso, Goiás e Rondo­ nia. Ao todo já !oram ativados 59 postos de compra de CFP. A finalidade é evitar que, por precariedade de ln!ra-estrutura de O"i)JlS­ porte, armazenagem, secagem e limpeza n3S regiões distantes dos centros consumidores. cs 2~icultores e S.!2S coooerat!vas ven}la1ll l negociar com cs atrnvess:idores. A CFP está pagando pe1o arroz em CSS­ c1. co:n até 13'.o de u.u-i.!dade CrS 2 mil 880 Tc: szco de G0 qu.los; pelo mesmo arroz, m15 crmidedc cntre 13,1%3 e 15° estão senda r;~os Cr.'- 2 mil 700; ~ o arroz com ll.llllde­ cc entre 15.I •.:, até 18'.o a CFP está pag::uldo CrS2ri1 460 por saco de 60 quilos." Pa."1 ° t::.iiho há = tinlco p.:-e_.o, de ers 1 mil 660 r-or s:i.co C:c 60 quilos. pe!o grll.o com nt.é . · • 1!: Cc umidade. Além de receber o ralo C_d o:a, cs agricultores serio indeni- 7c5 teia s2cara tus2da. quando esta estirer oc ~c.-,rrlo cem os oaàrõzs estabelecidos pela P S6rio reccbrá indenizçio o pro:­ tcr czna'er oarrczeomnilho em sacs r.cc:erva'cs. . . 1 : !:=:a C:e juta e mclvn, qu;:ndo nov::i, s. '-' to,clc;,iz:-.dn cm CrS 205 a unícbde. PnI'!l o:co de juta e mulva, usado, mas em P? c:tnoo. reatiliz::h-eJ. seráo == CTS I.20.-,0 Pwde. dsds que teniah peso minamo G= =i0rrmns. ar2o saco usado para emba­ l-: 0ml0, co pese minimo de 360 gramas i:5nizq5 5cu cstbelecida em CrS 180 0 nc-rn o ele e:-s 110,90 pnr:r o usado. Se for Ce p0li:c!no, só ser5o aceitos sacos no­ Tos, pele; quais serão pagos CrS so por uni· de. Tara_a sacaria dê algo±io serio pagos l S 16 ne· n±date rosa e ers 56 pela us­ d. Os pra·vg oi7 ·ccberio oiuda 1 t ç-,.., tt:i, ..... !.--.t ! •