A Llgn Esporllva Belnvlstense elegeu n 
nova âlrotorln quo regerá os destinos da ontl­ 
(]nde no blên1o 83/84, com a grandes responsn­ 
billdnde de rentfvar o .Cutebol local. Foi eleito 
presidente o suplenlo de vorcnclor Josino :i?i• 
nhelro, do PMDD, também presidente do Ca­ 
ça e Pesco, 
Segundo palavras de Jos!no "n nossa prl­ 
mc!ra provlclênciu oerá organizar a parte bU· 
r 
rocrátlca da LEB e levantar alguns Alvard.s de 
clubes, isto visando a realização do Belavis­ 
tão 83. 1 Intenção da LEB, de sua nova dire­ 
toria, responsabll!zar-se também do Ginásio 
! do Esportes, promovendo e cu1dnndo de suas 
l
. Instalações, assim como agilizar n pri !ca c'J 
voleibol, !utebol de salão, basqucle e outras 
promoções, tudo através de um departamento 
especlallzado. 
Em carta enviada a este Jornal, o presl- 
e 
uanhog 
A fria. 
9ro 
.J de 
todo 
as at 
nn, 
"1'100 
re. 
ua! 
) 
O diretor do Vloçúo Cruzeiro do Sul ex­ 
plica porque mudou o trajeto dos ôn!bus da 
Empresa cm Bela Vista o diz o_µq "dedico oS­ 
pecinl carinho Dela Visto e sua gmte, 'ie­ 
nhos grandes amigos em Belo Vista nunca me 
neguei o servir os belnvistenses". Diz a!~da 
que a filosofia de empresa "tem como hase a- 
tender os usuários e não prejudicá-los". 
ESTRADAS: CULPADO E O 
FAMIGERADO DERSUL 
Tribuno do Fronteira apela aos politicos, 
prefeitos, vereadores, clubes de servi;os, no 
sentido ele reivlncticai'em ao DERSUL rirovi• 
dente dn LEB diz que "espera integral apoio 
às realizações da LEB, onde tudo faremos pa­ 
ra o engrandecimento do csportc de nos;;a t::r­ 
ra com uma Administração séria honzsta c 
de multo trnbalho". 
A nova diretorll ficou :ss!m const!tnicl.1: 
Presidente: Jos!no Pinheiro 
Vice: Victor Fcl!x Rojos 
1.° Secretário: Mário Euripedcs Mamede 
i,
0 
Secret.1riQ Joüo Batista ferreiro 
; dênclas urgentes para reconstrução de nossas 
estradns e pontes. 
Pergunta: QUE MORAL TERA O DER.­ 
SUL FARA FISCALIZAR l.f:IA EMPRESA DE 
NIBUS, EFRESA ESTA QUE E O1RIGA- 
Casas civeis e Criminais, Pro 
blems de Terras, intentárl0s, 
nua cu:nb:' :150 
1.° Tesoureiro: Odevar Barbosa 
2, Tesoure!ro: Roberto H!rsh! Nish!k3. 
w70, 
Isto qu é preciso mn Del Vista, renova­ 
co dos qudro; dirig::tes, injtnr sngue /o­ 
vo. atuns dai nov mo.ço 1o nosso fut2- 
bOl. F'nauanto a IED ' tbi±:ar &rio, hones­ 
ta o de muito trabalho" ter o anoio d im­ 
mr297a, não I nm prciso licitar csta a­ 
polo, 
0 
o 
1 
at$ 
O 10.° Regimento de Cavalaria, através 
de seu comandante, sensibilizado com os pro­ 
blemas gerados pela enchente do Rio Apa, es­ 
tá prestando assistência aos rlbeirinh'Js atin­ 
gido diretamente pelas enchentes. 
Os desabrigados estão recebendo alimen­ 
tos fornecidos pelo 10.° RC (:'lrroz, feijão,· .n-­ 
çúcar, etc), que instalou uma barraca na qua­ 
dra do Clube Belavis.tense. Os interessados, 
, que ainda não foram atendidos, devem passar 
1 
na Prefeitura Mun1cipal, retirai· um vale e ir 
à quadra do. Belavistense. 
. Segundo ln!ormações, as pessoas e em­ 
presas· que desejarem czaborar com esta ini­ 
ciativa do 10.9, oferecendo donativos de gene­ 
rcs alimentícios devem procurar o encarreg:i­ 
do da barraca no Belovistense. 
Vamos formar. a corrente da solidarieda­ 
de, participando desta iniciativa que vis a­ 
tender os moradores ribeirinhos. 
l 
O pre.Ceito municipal Afonso Dillon Nu­ 
nes Leite, responde críticas feitas à sua admi­ 
nistração, diz que "tão logo as casas da 
CCHAB sejam inauguradas a Prefeitura to­ 
llly-r-á providências quanto ao Mat-adouro". 
l Diz também que não "colocará o cargo à 
disposição do novo Governador, esperarei di­ 
retrlzes do Exmo .Sr. Presidente dn Repúbli­ 
ca, homem elo meu partido, o nosso coman­ 
dante, a ele devo e:-q>licações". 
Página 4. 
A partir de hoje (10'03) a gasolina esti! 
custando 210,00 o litro e o alc6ol 123,00. O a­ 
nncio foi feito ontem a noite, pelo Conselho 
Nacional do Petróleo, mas este aumento não 
J:cl surpresa, pois há vários dias a imprensa 
vem noticiando que haveria o aumento. 
Enquanto os árabes baixam os preços dos 
rris, aqui no Brasil a gasolina sobe. No ca• 
' t- 
Bra~llia • (EBN) O l'vllnlstro Amaury Sti­ 
bile (Agricultura) cm portaria assinada ::io úl­ 
li.m:i dia 1.o (terça feira) decidiu rescindir o 
ccJ1trato com a empresa Agropecuária Capem! 
zra exploração da madeira da área a ser inun­ 
dda pcl represa Tucuruí, após constatar o 
r,r.::::esso !alimentar da fírma e o desinteresse 
c'c outro5 grupos em se associarem ao empre- 
l 
cncliim:nto. 	• 
Apés urna reunião de quatro horas com os 
presicknles do Instituto Brasileiro de Desen­ 
volvimento Florestal, ~1auro Reis, do presiden- 
1 
te do Banco Nacional de· Crédito Cooperativo, 
Byron Coelho, e o coorde.nador especial do Pro­ 
jeto Tucuruí, Roberto Amaral, Stábile devol­ 
veu ao IBDF a responsabilidade pela operação. 
Em nota da Coordenaoria de Comunica­ 
ção Social do Minist-?rio da Agticultura, Stá­ 
bile • esclarece que a Capemi infringiu disposi­ 
çõe:; da cláu~ula 10.a do contrato fumado com 
o IPDF, por imperfeição e inexacugão dos ser­ 
viços sob sua respomabilidade. Considerou tam 
b:-m a ímportancia dos serviços contratados em 
DA /1. SUSPENDER LINHAS, A FAZER MI, 
[AGUES P/1..RA CONSERVAR OS SEUS VE1, 
CUI/JS, A SE DESDOBUAR PARA ATEN. 
CER E3TA REGiiO G ... ?.EJI.TE, ABANDO. 
N/D, E OFENPIDA? 
1 
so do alcóol que não deoende da OPEP (S!C), 
e aumento provocou mu1t'.'.!.s reclama;ões. 
o Governo quer contraiu (e está contra• 
Jando) o aumento nos preços c!e vários produ­ 
tos, mas isto ficará muito ciiI!cil, com o .au- 
mento d., gasolina haverá aumento dos ,fre,es, 
e. consequentemente, !15 rnercadorlt15 Ctsta• 
Ião mals caro. 
GOVERNO RESCINDE CONTRATO COiI CAPEiII fOBRE HAI:Z.!RA DE Tl."Cl
1
1'1.U1 
rc'zçáo zo interesse púbico c a egvrcnça na­ 
c!cnl vulaos ao Prgrama C anle Ca ajs. 
Dan;3 A rc!ão, o Ministro determinou 
ao IDF que promova medidas a&r'ni:trat!­ 
vas neceszarias à completa regalar!zação da á­ 
re:a a ser desmatada e inundadn para a forma­ 
ção do futuro rezcrvatórío ãa hid:elétrlca. 
S:?gundo e:iq,lkações do Ccordenatlor de 
Cmauncço Social do Miristéri; da Agricul­ 
tura, ./uitõnlcr Carabal!o, ao IBDF -caberá ace.i- 
l 
lar propostos de preço de cmress 'ctzressadas 
paro corte, arraste e transporte até os pátios 
l 
de arm.:u:~n2me;;to inc.icado.;;, cb. n::deira c.e va­ 
lr comecial com: 2ar;:triztica3, lealizagão 
e quantidades a serem íi:<adns. tl:- :icordo com 
1 tnstrução es,:ecüica a ser bixnd:i pe!o Instf• 
1 tuto. 
í A madeira extraída será tratada e arma­ 
{ zenada nos pátios e, em seguida, através de e- 
• i ditais públicos, oferecida zo setor privado, que 
e cncarrzrá de sua comerciaiizzcão nsmer- 
l cados intern:;s e c:-:::rno,. • 
i 	o 
MARCELO CALVANO: PERONDI ESTA 
BRILHINTE li PRIMEIRA 
t 
- .. pz::.;:::,sac ?J C:>.!!2 ! ue:c: 
0?A DA 
Página -1. 
I

-	--►- ------ -	- 
1)( llr
~''º"' ruo J</J.'1 '.'lf rd; C,1,1 AI. •• L.,~ 	! 
' , .... ,... . . • ,, p~---r,,.') 
"N'A crd!tum; mn !'o Cro" D <'.o f,ul rrlnr,p ta.a i • l 
waa o. o «o ia -., •• ,, --- 	~;~ 	:_r- 
 
~11· . .:o, J • 	-~~ 
o . ,,: 	,:,1J 
+ ,h: 	c! 
c!o va d 	u 
r, do t ·Mi ! .o 	no 
ta hAIit: .a!e. 
" 
Cllni:::1 :11'.!!r:. , ílrÍr'.!lr:1 
run ou± toes, n26 -- Fone: 2% 1270 i 
DEJ.A VTRTA - MATO r:r.osso DO SUL 1 
~-------·-·-------·--- 
a Fosso co s sz. 
Advogado 
Cnusus Clvc!~ e Cr!mln:us 
Invcn:trlo~. Dc5q11llc;;, Dl'órc!os e 
r .ccnl v.nção 'e Terras. 
E"ticrlt.: nun Antnnlo i'ín~h Coelho, 4?! 
Fonc: 439-1395 
nes!clôncln: nu:.i cu!ub:, 4G0 
BELA VISTA - MS. -~~-- 
f! ::i e it 1 'l' o 1t 1 o J u 1TTD 1 e o 
., ' 
Nc.lson Chagns 
Advo;;ooo 
Cnusns Trllbnlhlsln, Cr!mlnnl, 
Comerc!nl, Clvcl (problcmas-fnm.llln) 
terrns, inventários, cobrnnçns, etc. 
Rua Dr. Ary Coelho Oliveira, GGO 
Fone: 2121 - JARDIM - US. 
l
~'°;Õdo-1-'rcltl'1·-~- ,. - ~-- ~ • ft 
Tulli:O r'~ l-'rt.i!U9 
1Atlclc P (!::, l"rciln3 
•
1
Gl!clcldc M. S. Alv('.1 
,'DVOG1DO!.; 
Rua Marca!f 1° 61 
T<'!!l. (067) G21-1:JCO (OG7) G2<1-7087 
Rc;:;.: 'fel. 021-7021 
Campo Grande ato Gr03o do Sul. 
E~crll6rlo cm .l:rdlm: Av. iI:lto Grosso :--/N 
t a t.to • + a.. 	..e. 
lLNOEL JtODIUGUES NEGJUO 
Advogado 
nua Tcnl'nlc Dcrn:ircles, :>:í,.O 
ESCIUTCfoO DE ADVOC11.ciir"'- 
4 
~ 
j 
_j 
I 
l 
/· 
Advog:i.do 
OAB - l.~ - 1579 
Aven!cln Duque de Cnx!as, 780 
Galxn Posml 31 - JARDIM - MS. 
1 
 Co.usns Crlmln:i.!s (Jurl) 
• Run 16 de Novembro 160 
! Fone: 439-lln -- BELA VISTA - MS 
o voa.ata. reza.o	ra.a. . narre a uarcar.a ia 
1 	l 
,r.-ccc..s- 
 
Advogado ' l 
Escritório: Run l.º de ifu!o, 357 
Dr. Pc:Iro Jos~ Pal..-n!ér! 
Lognllznçüo de Terrns, Invent!l.r!os e 
JARDIM - M:ATO GROSSO DO SUL 
CL1NICA DE ALERGIA 
Dit. CLAUDIO RAZUK 
L 
Alcr:pstn 
Alcrgins res,pirntqrins, Dcrmntol6gicns 
Oftnlmológicns e nlimcnlnrcs 
"Testes Alérgicos e V:idnns'' 
, .Run José Antonio 1.256 • Fonc 38.1 • 3290 
DR. RICARDO REGO 
Advog:ido 
Inventiú-los - Legaliz:i.çii.o de Terras 
Antonio João 	M.S. 
DR. ADHElLU GODOY 
Advogado 
Causas Cive!s, Criminais, Problemas 
de Terras, Inventários. 
Rua Cnlab:í, 350 
BELA VISTA - i18. 
ESCRITóIUO DE ADVOC:lCIL 
------------ 
Dr. Sérgio Roberto P:!rondl 
Advog::ido 
C:msas Cíveis - Dl!-eito Agclrlo 
1 
Invent:5.rios 
Escritório: Praça ÁI:aro Mascarenhas 
(' BELA VISTA :W.LS. 
, aaas a roasa...ar tua.a 
Ivnn Afonso dn Costa iIurqucs 
Sob a presldênci:i. do vereador Ivan Afon­ 
so da Cost:i. Marque, do PDS, o szcr.::t::ir'.1 
Idclfon!:O Plnhelro, do PDB, Seio trn. 
corrcu n:•m clima do intenso entuslnsn:o, cor:i. 
os vereadcres desejosos de apresentarem !!1- 
nicações, rc(]uerimentos e propostas. A:,ós a 
leitura da At~ dn sessão 1nterlor, a de no,s.:: 
dos ver~edores, em a au::il constou o dscu­ 
rn proferido pelo v:-reric!.or lIarce!o C::ih·:i:1'>, 
e presidente procedeu :l. vol.:lç:.o dns Comi,s:3- 
cs Permanentes. 
co:.msso::::s 
A votação foi secreta e teve momsnto:; h!­ 
l~riantes, mais pelo esplrlto descontra!clo rlo:; 
vereadores do que por n1?,Umos í.:i.lh:<; (r, ·--:-­ 
n:als). O presidente, Ivan Afonso, [a!o 2 rz­ 
peito da "responsab!lick:de o elas oori:::nçõ~:; 
inerentes s Comissós", n2dindo a c'a ver­ 
dor que vobsse nos trcs inte~nnlss d:! C(::-'·~ 
sé.o. Perondl lembrou ave, serundo o r23imn7- 
tc inter0, o nr55dente, o ic e 0 1? 53c:+­ 
r'o eram inclegi;eis. "2uito bem lembrdo" 
disse o !)residente. 
?-<: nr!rr.cir:.l vot!:!<;5.o houve emrote, atc:c­ 
c:_rnco sugcstii.o do plen:io, segundo o Regi­ 
mento, procederam nova eleição, repetindo-se 
o empate sendo que M,;rcelo C::üv<mo foi vo­ 
tcdo na prlmelra e na semmda eleicão com 
ouatro votos, os dois outros integra.nt~s da 
Comissão Perondi e A:nce1mo obtivera.rn qua­ 
tro votos respectivr.mente, ficando :i.ssim 
constituida a Com!ss:Io ele Leglslaç5o, Justiça 
r Rec7:-.ç,,.o nn:!l: Presidente • Serg!o Perond.l; 
Vlce: l'lnceL-no Lo,:::s e i-!c..-nllro l!arcelo C2l· 
,ano. 
 
: 
l 
jl DEBATE6 
Vários debates, entre Marcelo, peron11, 
li Ancelmo e Idelionso destacando-se a de!e,a 
de Ancelmo Lopes quando Marcelo Cah·ano 
• disse ser o Ginásio UIIIB obra íar2ônlca e que 
1 n.5.o obedeceu prioriclade. "Bela Vist!l prec[sa 
de obras de interesse vital p:lra a popul2.çáo, 
I c:i.so um Posto de S;iúde". Criticou o Go,erno 
do r::st;:::io e AQrelmo I.-0:,~s. agrcs:;êvament.e, 
c1efem:Jeu ;is inic?.2ti
1:1S óc P.!tlrossi2.n. 
Foram debate;; norm:lis, próprios de jo­ 
,ens t::Oliii~cs cic•1tcs ele ouc o n::ivo 0uer re­ 
presentantes vbrn!ase isto, ém d±ida ak 
Z:7:.'2....2c:a1Li1atura. 
Zc5!2ia & elogios a atua;o C> 
l ----·o.. .--7.»Marques na Prcidé 
e e reir± ri± á ser@ri. 
Reg'stromo: cs przençs. na rime"a 
+-<5o T-relativo, do Jornalista Ia.do P>­ 
reira advogado Adhemar Godoy, empresário 
1 :. ::;.-o :,:_ .::11'l, c..,-;,o::estrio Goetha Escob:cr e 
I.Orid Bn:tez. 
~···.·,,~i 
."aa 
• •. - ',..:ij 
) 
1 
1 
l, 
PAGUE SUAS C01'.'TAS 
Cada vez rn o i s perto de Voe

"», 
· , 
ld? 
4± l 
:t-, 
·a ,, 
r 
t 
ta 
4 
Cru! 
h 
la v, 
lu, 
es, 
no­ 
te 
10 
.0ls 
lhas' 
( 
J 
ORAÇÃO AO DIVINO ESPIRITO SANTO 
E«pfrlto Santo você que mo esclarece tu. 
do que ilumina todos os caminhos para que 
eu atinja o meu Jdcal você que mo dá o dom dJ, 
vino de perdoar e esquecer o mal que me fa­ 
zem; e que todos os instantes de minha vida 
está comigo eu quero neste curto diálogo gra 
decer-lhe por tudo e confirmar mais uma vez 
que eu nuncu quero me separar de voce por 
maior que seja a ilusão material não será o mi, 
nlmo de vontade que sinto de um dia estar 
com voce e t.odos os meus Irmãos n'.l glória 
pérpctua. 
Obrigada mais uma vez (a pessoa deve­ 
rá fnwr esta ornçúo 3 dlas seguidos sem fa­ 
zer o pedido. Dentro de dias será alcançada 
n graça por mais dU!cll que seja) publicar 
assim que receber n graça. _ 
L. I. V. 
,.""'~lff"M.T"-:i'm-;:-;:-;-;"7";7,'::-"_...,....., __ ..,. •-----------------·--------------------------- ...... --.------:l~'. -.'.-:1~:--1 -:-,..~ 
ILI!IA 15A TONI LT 
;._-----------------------------------------------'- ....... ----------- 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
PODER JUDICIA.RIO 
COMARCA DE BELA VISTA, 
CARTORIO JUDICIAL 
EDITAL DE primeira e segunda praça(s) 
deslgnda para 14.03.83 e 24.03.83 
O Dr. Jonas dos Santos Pellicíoni Juiz: de 
Plrc!lo da Vara Cível desta Comarca de Bela 
Visto Estado ó Mato Grosso do Sul, na forma 
da lei, 
F A Z S A B E R a todos que o presente 
edital virem ou dele conhecimento tiverem 
que foram marcados os dias 14.03.83 e 24.03.83 
às 13,00 horas para a realizo das praças de­ 
ignadas nos autos NO 87/80 de, Ação Ex­ 
cução que Atacadão S.A. move contra Marleta 
Machado Gonçalves rc!erentes nos bens penho 
rados nos autos acima menclonndos abaixo ca­ 
racterizados: 
l º) Um balciio frJgorífico (freezer), marca Re­ 
frinrl, de lJ0 Qv - 60 hz, Elgin, avaliado por 
Cr$ 80.000.00 (oitenta mil cruzeiros); 2º) Um 
congelador marca Reubli, n 104609, série 05/ 
79, com capacidade para 320 litros avaliado por 
Cr$ 50.000,00 (cinquenta mil cruzeiros), valor 
por quanto serão levados à praça, para serem 
arrematados por quem maior lance der acima 
da avaliação. Caso bem não alcance lance 'su­ 
perior à importância da avaliação, desde já fi­ 
ca designado o dia 24-03-83, para a sua venda a 
quem mais der, sendo a venda feita à vista ou 
mediante fiador idôneo pelo prazo de três di­ 
as nos autos não consta existencia de ônus, bem 
como recurso pendente de julgamento. E para 
que ninguem possa alegar ignorância, determi- 
• nau o MM. Juiz que se expedisse o presente 
edital que será publicado e afixado na forma da 
lel. 
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista Es­ 
tado de Mato Grosso do Sul, aos 23 dias 'do mês 
de Fevereiro do ano de mil novecentos e oiten­ 
ta e três Eu, (Pedro B. do Vale) o subscrevo. 
O Juiz de Direito 
·/ 
NI BOCI DO POVO 
a levantar (de novo) o futebol belavistense 
ele que foi eleito para presidente da Liga Es- 
Sr: Redator: 	portiva Belavistense. 
"Gostaria de saber quais as providências. O nosso futebol no pode ficar à margem 
que a Prefeitura Municipal íríi tomar pnra pro- dos demais do Estado, vamos dar força para o 
ceder a entrega das casas da COHAB. Pergun- Joino e elevar bem a!to o nome de Bela Vista. 
to porque o Matadouro ainda se encontra ins- Saiba Sr, Redator, que o povo está cansado de 
talado perto das casas, gerando uma série de ver políticos e envolverem com nosso cspar- 
problemas, tais como sujeiras, moscas, mau te. Chega de política no esporte, (JAB) 
cheiro etc. E dai, como é que fica, dizem que 
as casas deverão ser entregues antes do dia 15 
deste mês. Nos, mutuários da COHAB, seremos 
obrJgados a aceitar tuõo passivamente? Eu é 
que não." (H) 
AÇOUGUES 
Alguns açougueiros nbatem em châcaras ou 
fazendas, mas o fiscal ou seja lá o nome que tl­ 
ver, do Matadouro, depois passa cobrando ta­ 
xa de abate. Isto não é normal, como não é nor­ 
mal nbater fora do Matadouro. Outra coisa, pe­ 
ço à Secretaria de Saúde do município vcrHl­ 
car ns condições dos veículos que transportam 
a carne do Matndouro para os açougues. Las­ 
timáveis. Alguem precisa tomar providências. 
(H) 
ESPORTES 
Esperamos que o Sr. Josino Pinheiro consl- 
C/S/L'{ DA COIIAD 
Tribuna da Frontéira 
(Fundado em 20/2/1972) 
C.G.CM.F. 15. 513. 203/0001 
- Registro no Cartório de Títulos -e 
Documentos n.º 35 - 
Diretor-Responsável: Ivaldo Pereira 
(Jornulista Profissional, Matricula 
MTPS n.° 140) 
Administração, Redação e Parque Gráfico 
- SEDE PRóPRIA - 
Rua da República s/n - Bela Vista • MS 
Fone: (067) 439-1410 - Cabra Postal 23 
Diretora: Maria Estela Velasquez Pereira 
Gerente: Gilson Silva Santos 
Depto. Circulação: Marilene Marin 
REDATORrCHEFE: Ivnldo Pereira 
ASSINATlJRAS 
Bela Vista: anual .4.000,00 
Demais Municípios 6.000,00 
FUNDADOR: Ivaldo Pereira .. 
Um órgão da Rede Belavistense de 
Jornais Ltda. 
Representação em São Paulo e Rio de 
Janeiro: TABULA VE!CULOS DE COMU­ 
NICAÇAO S/C LTDA. 
Rua 7 de Abril, 282 - 5.º Andar 
Pone: 255-2579 e 255-3492 
Filiado à ADJORI e ABRAJORI 
.,, 
EDITORA 
Blocos de Correspondcncia, Impressos fiscais e estudantis, ê:ivelopes, Confecção e Impressão 
de boletins e jornais. . • 
Folhinhas, Calendários, Cartões de Natal, Visitas, convit.es de casamento, aniversários, 
etc. 
Serviços de Linotip:igem e elicheria. 
Editamos livros e revistas. Traga o seu original, venha conversar conosco, os melhores preços 
da região, 
PARA PEDIDOS ACIMA DE 40.000,00 co:i.ceâe mos PRAZO. 
ENCAMINHE SEU PEDIDO À GRAFICA EEDITORA APA 
S/N - BELA VISTA (MS) 
• RUA DA REP'l'.)BLICA 
Padrão de Qualidade, pl'êço e rapidez ... O ANO E DE TRABALHO, E DE ECONOMIA, FA 
çA UMA OPIO INTELIGENTE, IMPRESSOS ± COM A GR.AFICA E EDITORA lü'A. 
,, 
E 1 
Pedro Pedreira 
CAMARA MUNICIPAL 
O meu informante esteve segunda-feira na 
Câmara Municipal lógico que camuflado. Sem 
ser um 007, mas vivo pcas, colheu umas e 
outras. 
Prefeito 
o futuro prefeito de Bela Vista. caso se­ 
la do PMDB, será Idelfonso Pinheiro ou Co. 
rumila Loureiro ou Sidney Mascarenhas ou 
Adalr Ferreira ou, ou, ou ... Quer dizer: nin­ 
guem sabe. não tem nada definido. 
Incoerência 
Negócio era lutar pelas eleições. esse ne­ 
ócio de nomeaco é bom para o PDS. Aíin:i 
o PMDB não defendeu sempre as eleições li­ 
vres? Que incoerência ... 
Sinceramente 
Nesse negócio de nomeacão seria melhor, 
nara o partido. que se escolhesse um nome 
oriundo do campo de batalha, ou seja, das e­ 
leições. De preferência um vereador, aí Idel­ 
fonso Pinheiro surge como o mais cotado . 
E O MARCELO? 
Não o Miranda. mas o Calvano, vereador 
mais votado no município? Segundo os "ana­ 
Tistas" ele não pode ser o prefeito porque os­ 
t4 há nouco temoo em Bela Vista. Cruz cre­ 
do. o homem casou aqui, tem dois filhos nas. 
cidos aqui e logo logo vai falar guarani ... 
quer dizer: por que não? 
«o e 
Por isto 
é oue digo: seria melhor uma eleição, o 
povo escolheria o seu candidato e acabaria 
com este "dilema" de se nomear este ou a­ 
quele. 
Ps na boa ... 
O PDS está na boa. com seis vereadores 
na Câmara Municipal e tranquilo no tocante a 
missão que irá desemnenbar este ano. Ser 
onosicão é bem mais fácil do que ser situa: 
cão. Já dizia o velho Zuza "é mais fácil cobrar 
do que pagar". 
Crise 
Não está fácil a situação, muita gente re­ 
clamando da falta de dinheiro, comércio para. 
no, só quem não reclama são os bancos. ES­ 
tes sim. nadam em dinheiro e os lucros au­ 
mentam, aumentam e aumentam ... 
Os "negocistas" 
Os ministros "negocistas" do Brasil de­ 
veriam pensar em reformular a nolitica ban­ 
ária, ao invés de buscarem dólares e mais 
6lares. pcr aue não fortalecer o mercado in­ 
+orno, investir mais no homem? É dose prá 
leão.• 
Mudancas 
Os jovens vereadores belavistenses deve­ 
riam ler os ultimos pronunciamentos dos 
ESTRADAS 
Quem vai e doer pelas dores do povo be. 
lavistense, Digo isto porque está e tornado 
impossíel viajsr para Jardim. Ponta Iwri e 
Campo Grande, As condições de nossas ostra­ 
das e tornam motivos de piadas... só de car­ 
ro de boi ou a cvalo pode e chegar em Dela 
Vista. Quem irá tomar as providências? o povo 
espera que os politicos assumam o que ptea­ 
ram nos palanques, (RCT) 
,,,, 
E Jl • 
grandes lideres de seus partidos, cm BrnsfU::i, 
e verlflcar que há uma regra a ser seguida: II­ 
nha política. A nível federal, estadual e, so­ 
bretudo municipal. 
Ouanto aos pedessistas 
Fica o reglstro aos nobres adeptos da fí. 
losofia construtiva do "faço .depois pnr,o" (se­ 
undo Pedrossian) a política é a .arte de [a, 
zer de amigos aliados e de inimigos, amigos. 
Dá prá entender, vere'.1dorcs? 
E Agora? 
Esta informação é de um peemede. 
bista roxo: tão Jogo Wilson assuma o Governo, 
o PMDB vai substituir todas as diretoras de 
colégios. escolas municipais, delegada de en­ 
sino, delegado de policia, exator, professores, 
etc, etc. 
Quer dizer: vai hver um limpa geral. Al­ 
uns nomes já são conhecidos. sei de vários 
deles (depois eu conto)_ ~ a pol!tica, o que / 
fazer ... 
ADJORT MS 
EDITAL DE CONVOCACAO 
ASSEMBT.ÊIA GERAL ORDINÁRIA 
O Presidente d Associação de Dire­ 
tores de Jornais do Interior de Mato 
Grosso do Sul - AD.ORI - MS - 
usando das atribuições que lhe con!ere 
os artigos 20 e 21 da Constituição da 
Associação, convoca os senhores as­ 
sociados para se reunirem na cidade 
de Nova Andradina, Rua José Domin­ 
gos, 98 - Redação do Jornal D'Oeste 
-·dia 19 de março de 1.983, às 15:00 
horas em primeira convocação e se 
não houver número legal, às 16:00 ho­ 
ras em segunda chamada, afim de em 
Assembléia Geral tratarem sobre a 
seguinte: 
Ordem do Dia 
I - dar cumprimento as exigências 
do art. 20 da Constituição 
II - • eleger a nova Direto.ria para o 
bienio 83-85 
III - escolher a cidade para O próxi­ 
mo Congresso . 
IV fixar o valor da mensalidade 
para o bienio 83-85 
V - reforma dos Estatutos Sociais. 
Dourados-MS, 17 de fevereiro de 
1.983 
1 
TbeodGrico Luiz ViC,J?as 
1,- --Prcs--id_e_n_te_da_· -ADJ--OR_I_-:_l_s ..; 
EMPIESIS IGROSSOL 
1- AGROSSOL DIESEL LIDA. (TRR)AV. Duque de Caxias, s/n 	JARDIM - MS. 
2 - ABASTEC AGROSSOL DE COMBUS TÍVEIS LTDA. 	(Posto) BR 060 . Km. O 
3- AUTO POSTO AGROSSOL DE COM BUSTIVEIS LTDA. 	(Posto) Rua Pilad Rebuá, 1391 
4- AGROSSOL REVENDEDORA DE DE BIVADOS DE PETRÓLEO LTDA. (Posto) BR 060 - Entroncamento 
• 	GUIA LOPES DA LAGUNA - MS 
5- TRANSPORTADORA AGROSSOL DE DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA. (hsp ortadora) - Av. Duque de 
JARDIM-MS. 
BONITO MS. 
Nioaque/Maracajú 
Caxias, s/n - JARDW - MS . 
u a os 	rtee 	eremerece 	l

i ----- ---;;;;---- 
[o qu é@ nr? 
Mo ança 
'' 
e tuas Ilclatlas, nunca me passou pela a- 
O diretor da VJnçllo Cruz.rlro do Sul, em ,, prejudicar o qurldo povo de rela VI«. 
prerlo 0saldo Possam, t!tonou para n r " 
rfnç!o do n Trlh1111t1 da Jl'ront-efrn, Jnformnnd~ • • A PROPÓSITO 
a repetto da mudança de Ittnertrto dos O' mdtcaçdes nn CAmara, blxo assinados. 
tms dn empresa no perhnetro urbono do Bo tetetonemas, etc, etc, multa celeuma cm torno 
VJ&tn. 	d d trnJcto dos ônlbus da Cruzeiro do Sul. L6· 
Os ntbus que chegam de Campo Grnn e o e ue tudo d válido, mas fica uma in- 
roa roga_ou«ao rm 19,3!9JJg" []?I"aio as irri6i@ i ri«oiís 
rio a aventas reodoro satt per9$,,",2?" eles das pessoas responsávels pelas co!sns pd- 
trajeto do entroncamento até n no ov r 
11 
em e cio bem estar do povo. 
15 minutos, no nnt.crJor demorava que meta "l,,{ +o enviar +átso as«tna4os, car­ 
ora. Dtsso rossrt que_ "um mnrtr," "" ~,ánák, comtss6es. ttramas, ·t«. 
resa teve em ela VIsta e procedeu o le- 	a%, «te ramlzerado DETSUL. Esta ver- 
vantamento, tez ums «ple de pcsqutsa, n· """,,}.'~_dkcarrecada de zelar por no:. 
controu receptuvldade e nós atendemos os pe. onhI" 	4tes. Por que? 
, dl u "n sns cs rn as e pon s. , 
r!lclus", Pros.~~gulmlo, Possnr, • ssc q e Que MOilAl, terll o DEflSUL para llsonll• 
filo ofla da empresa tem como base atender presa de ônlbus empresa estn oue 
os wrw4ntos c nas rcldtcatos. amo "",," ""!{" ir íris. + t@er iií»- 
novumcnl<- o Inspetor e ap6s no0° ";"";",, para conservar os seus veículos, a o 
t r cn.so voltnremos no e o ,n-es u • • 	, _ a, 
mcn os, se or o • N Psti II. desdobrar para atender esta relão carente, 
antigo, ,,Jn Agu: ~~cc, Vila ova, os o p bandonada e ofendldn. Que MORA_!,? , 
rnnga e flodovlarla , 1 1 da p • N'io existem estrn.das na rcg.lao, .nito J1, 
SnJbn.m osóbola.vlsltc1l1sc11,J~ srn/ f dade. o:· 1 assistência o povo dn fronteira e sudoeste .es- 
rarI, que dedlc, especlai carl ho c 	' em vlll 
II 
e vtnJa ,multo, 
.7r:.% a%..-. .«- 
Quantos spectos do Eu expressa per. 
sonalldade? Representam as nossas dife­ 
rentes dlsposlçõcs uma herança nos genes. 
desde ns-elementares lutas pcla,vida atra-. 
vés das eras, ou é a nossa personalidade 
um legado de uma outro existência? 'rlllll 
o Eu (a despeito? Ou é o Eu apenas n cons 
ciência, que reage aos mais profundos e 
sutls Impulsos psíquicos que provêm de 
nosso interior? Qual o Eu verdadeiro? E 
como podemos chegar 11 conhecê-lo? . 
A Ordem Rosacruz é um grupo frater­ 
nal não sectário de homens e mulheres 
devotados à Investigação, estudo e aplica­ 
ção prática das leis naturais e espíritas. 
A Ordem existe em 80 países, nos cinco 
co'ltincntcs, 860 cidades do mundo e 130 
cidades do Brasil. 
É conhecida internacionalmente o­ 
mo AMORC, sigla de Antiga e Mística Or­ 
dem Rosae Cruscls. 
Seu propósito é tornar seus membros ca­ 
pazes de viver cm harmonia com as for­ 
ças criativas e construtivas do universo, e 
assim alc'ançarem Saúde, Felicidade e Paz. 
Para obter informações escreva para: 
Escriba Dijor Grande Loja do Brasil .. 
AMORC Ca±xa Postal 307 - 80.000 - Cu­ 
rltiba Paraná 
I 
Atenciosa.mente 
JOSif'iQ PINHEIRO 
PRfil!IDENTE 
o úlhmo· 
Ida Laura 
Nós, brasileiros, habitamos uina terrn que, 
do ponto de vista dos encantos naturais; é ma­ 
is bela que os cenários de A Lagoa Azul Entre­ 
tanto deveríamos atcnta.r que, antes mesmo 
de se colocar dois jovens inocentes, à maneira 
de Adão e Eva, em uma praia deserta.. é pre­ 
ciso lutar para que esses mares, praias, monta­ 
nhas, plantas e bichos. não• sejam destruídos pe­ 
la gan.incla multo real de certa parcela da po­ 
pulnçiio. 
!: esde li primeira referência o Brasil tem si 
do descrito como um luga.r parasidíaco. A car. 
ta de Pero Vaz de Caminha, no instante do des­ 
cobrimento aS6im a descreve. Nós mesmos, ao 
procurarmos o Rio, GuaruJá ou a imensidão 
da Praia Grande estamos confirmando isso. 
E importante que o Brasil, visando a me­ 
lhoria das condições de vida de seus habita­ 
tes, busque o desenvolvimento econômico. Ina­ 
ceitável, porém, que esse desenvolvimento te­ 
nha como preço a destruição do "habitat" na­ 
tural, como vem ocorrendo. 
Será que uma represa, que dentro de certo 
número de anos acabará sendo inútil e desati­ 
vada justifica o desnpa.recimento de Sete Que­ 
das? Lembro-me que no Japão, há alguns 
anos, fui levada li visitar Ulilll riqueza do país.. 
Não se tratava de uma mina de urânio mas de 
uma pacifica queda de 11.gua. que escorrill entre 
pedras, Os japoneses a contemplavar; quase co- 
Carta à Redação 
LIGA ESPORTIVA BELAVISTENSE 
Ofício n.
0 
002/83 • Em, 08 de Março de 1983 
IInio Sr. - 
IV ALDO PEREIRA 
DD. Redator Che!e da Tribuna dn Fronteira 
Nesta, 
Prezado Senhor: 
Slrmcime ·ao 'preseqte para comunicar a 
V s•. que em. Eleições realizadas nessa Entl• 
dade, ti&ou assim constituida a nova DIreto. 
ra da LEB: 
Presidente - Josino Pinheiro 
VJcc-Presldentc .....:·v1ctor Fellx Rojas 
1.° Secretárlo - Mário Eurfpedes Mamede 
2.
0 
Secretário - Joil,o Batista Ferreira 
1.
0 
Teso,µ:clro - Odevar Lopes Bnrbosa 
2.
0 
'I;eEoÚreJrô -=- Roberto Hlroshi Nlshlkawn 
Servimo-nos também para solicitar vos-1 
so integral apoio as realizações da LEB, onde 
tudo faremos para o engrapdecimento do Es­ 
porte de nossa te,rn, com umn Admlnlstra. 
ção séria, honesta e de muito trabnlho em prol 
: do Esporte. 
Paroiso 
mo uma obra religiosa e era maravilhoso ver 
grupos: de crianças de sete e oito anos, levadns 
pelas escolas somente para olharem a água e o 
milagre de sua existência. 
Quando. pensamos que no. pantanal mato­ 
grossense milhares de animais são sacrificados 
pela cobiça dos caçadores, e que isso não nos 
abala e nem nos tira o sono, como - o que é pi­ 
or - tão pouco incomoda os responsáveis pela. 
manutenção de nosa fauna e nassa flora, vê-se 
que, ainda, não sabemos avaliar o que Deus ou 
os ciclos da terra nos of'erecem. 
• O cineasta Zefirelli disse sennos nós "o 
ultimo povo feliz do universo. Apesar de nos­ 
sas dificuldades, ainda o somos. 
Mas acontece que t:unbém habitamos "o • 
último pa.raíso" e este está sendo. diária e gra­ 
dativamente destniíao diante de nossos olhos. 
Por que não incentivar ainda mais nos 
meios de comunicação esses aspectos? Por que 
os cineastas brasileiros insistem só em sexo e, 
rar--..mente, em política, esquecendo-se que tam­ 
bém é agir politicamente o lutar pela defes: 
do ambiente que nos cera? Os jornais noticia­ 
ram que o Iraque espera armas brasileiras, de 
alta potência, capazes de pulverizar os inimigos. 
Por que não busca.mos um meio de pulveriza! 
1 
através de um:i legislação adequada, aplicada 
com rigor e eficiência, os interesses que :ISSll}. 
tam, ctrupam e estrangulam o "último p:iraí. 
lso" sobre a terra, o nosso Brasil? (Plana) 
a prestação de paga 
Olicnto Amigo, ARDIM LTDA. lança O eclu3!vo "SDV" (SIstma Dom&stlco do 
A IMODILIARIA J I um excccnte lucro extra, através ds quitação de uas Vendas) vJ.se.ndo lhe proporc onn.r 	' 
prestações! 	de terreno sabe do excelente negócio que é Investir Em 
V, que comprou seu lote. o. tran ullidnde do futuro nllcerç;o.do cm base3 sólldas. 
tema. Alerm,9"22gç • .os suas »rsés átravs do sv. Melhor que o ,. CAI 	'·-» i 
COMO FUNCIONA O SDV te amigo ou vizinho lntercssado em n.clqu.lrlr um lct.c 
V. nos np-resenta um paren • ~dim ara cndn lote venclldo, a- IMO. 
nos melhores e mais valorizados loteamentos d";z?"$vãs, «ir4 se±rime­ 
BlLI.ARlA JARDIM LTDA atrnvc:!s do Sistema Dom CO 	én g 
1 - ara você. AI seu amigo nos aprsnta outro amigo e t:unb .,.... ...... 
t.e uma prestaçao P el 80• V 'Ai O amigo do seu amigo nos apresenta outro e,., um prestação paga pelo . , 
IMOBILIA.RIA 1AROJ.M LTDA. 
CRECI 161.J 
Rua Tenente Bernardes, 100 - Jardim· l'rtS. 
VALE C:-5 , .. , , , , , •·, 
A'ravés do sov• (Sistema Doméstico de Vendas) 
como pagamento d.e preste.ção(ões) do 
I.Dte Qu.ad.m Contra.to . 
do Loteamento , , 	• , . • . • • • 
. .... ./ ..... ./ . 
DATA 
seu lote 
1 Este é O vale que lhe dará direito a quitação de sua prestação. Ao nos apresentar 
seu amigo, entregue este vale para preenchJmento. 
O preieito de Bela Vista, Afonso Dillon 
Nunes Leite, apesar dos boatos que dão como 
certa a sua substituição, não está preocupado 
cm saber se vai ou não continuar a frente do 
Executivo. Ca:itinua trabalhando. 
Nesta edição, na coluna Na Boca do Povo, 
algumas perguntas são feitas ao prefeito, a ·res­ 
peito das casas da COHAB, matadouro Muni­ 
cipal, estradas e ruas. A esse respeito, Afonso 
Dilon disse à nossa reportagem que "com chu­ 
vas não podemos utilizar as máquinas, tão lo­ 
g0 o tempo favoreça iniciaremos os trabalhos 
de recuperação das ruas bclavistenses. Quan­ 
to as. casas da COHAB, sinceramente, não sei 
ATENÇAO PREFEITURAS E 
CAMARAS MUNICIPAIS 
Estamos aptos a corifeccionar livros 
especiais, relatórios, Regimento Interno, 
Orçamentos, cartilhas, Programas etc, pos 
suimos um setor especial para atender 
Frefeituras e Cimaras. Os melhores pre­ 
os da r2gião, condições de pagamento e 
qualid:ide. SER1ÇO LINOTIFÃGEM D.:I 
GERAL, Consulte-nos sem compromisso. 
Faça o seu orçamento e comprove: os me­ 
lhores preços. 
GRAFICA E EDITORA AFA 
(procure o l'Seritório deste jornal) 
o dia de inauguraco do conjunto. o que sei 
e é de minha responsabilidade, é que tiio logo 
seja inaugurado já temos plano para a mudan­ 
ça do Matadouro Municipal Existe n:i Preíe:i• 
1 
tura, um projeto de minha autoria, visando 
captar recursos e construi: um novo matado±­ 
To. O problema de asugues, para mim não 
l existe, acredito que todos os p-ropriet:írios são 
] homens de responsabilidade e caso houver fa­ 
{ lhas na questão de higiene o usuário deve de­ 
] nunciar a Secretaria de Saúde, através do pos- 
to local. N5s nio te.os caminho transportador 
de carne, os próprios açougueiros é que fazena 
esse transporte. 
Frc=seguindo, o prefeito disse que "muita 
cois3 rode ser feita cm Bela Vista, discordo 
deste jo:rnal (!Urir.do diz que é difieil zdrinis­ 
tr:ir a nossa ci<'.ade, pela fulfa de recursos. di­ 
fieil é pegsr o Earo pardo, quando ele está 
1 
e:ndnr.do, ,1u melr-~:r. n:a-egando. tt:c'lo é bem 
mais fácil, Realizmos uma completa reestru­ 
tura;5o na Pefe;tu:a Municipal, isto levou 
tempc, a míqcins esií preparada para traba- 
lhar. Agora é mos à cbra. 
Indagado a respeito de sua substituicão, 
Dillznn foi taxativo: no vou colocar o cargc 
à disposição 'o nove governador, esperarei di­ 
retrizc-s do E'.."1110. Sr. Prl':Sidcnte da &cpúbli­ 
co, hcmem do meu partido, o nosso comandan­ 
te, a cie dero explicaçGs",

O Molhor Churrn3co "Rodlzlllo" 
Banca de tlra Go:;to 
Vrrduras e Snlndn3 Frl!L~ 
l'A/J,nJr(ldo nt) ver n m:tfrln Jn;:cr!dn crr. o 
Crrelo Jardinenre, cdlçião do dia 7 proximo, 
pesado, cm a qunl o vcrcndor Scrglo Pcrondl 
teve corem estapafúrdia cm dizer quo o fu 
(µro NDír,lto rJc nela Vir.ta deverá ser do PDS, 
conte5to 0•1 nun~ pnlnvror; o nlirmo quo ele cs­ 
ps Ira da realidade política", dl:se nos re- 
portarem o lfi.lcr do P:'-,1DB na Cmra un!­ 
clpal, vc,ro"!.d:..r Jforcclo Calv.:;.no, 
Proeuindo, Marcelo dise que "o verea­ 
dor Perondl diz que o PDS ganhou cn Br.ln 
VIta por uma lra margema, e que isto lhe dá 
ccndiçdes de lod!cnr o prdclto''. "Perondl e:­ 
tá urprendendo, pois entendemos ter ele !n- 
--~---·--·-------------- ----------------- 
I'orn melhor alendlmcnto cem amplo 
~nln dotod.i de mesinhas e cadeiras 
Pnstels feitos no 1nomenlo. 
UA MARACAJU, 177 (Fundos) ENTRE , 11 D!:: JULHO E A CALôGERAS 
Carnpo Grande - 
Mato Grosso do Sul 
ltElAÇAO DE PROCESSOS FORMALIZADOSNO PROJETO FUNDIA.RIO JARDIM· INCRA 
Perlodo: 01. 02. 83 à 28. 02. 83 
A presente publlcnçfio tem por objetivo dnr conhecimento ao público dos requeri­ 
mentos dirigidos ao INCRA conforme relnQll.o abaixo para que qualquer interessado venha 
no prazo de 10 (dez) dlas n contar dn data desta publicação manllcslar seu desacordo com 
n pretensno dos requerentes npresontnndo suas justl!lcatlvas: 
A) RATIFICAÇÃO 
047/83 - Antonlo Jolio do Oliveim 
048/83 - Rodrigues da Costa 
040/83 - Vnlentln Mendleta 
050/83 - Joalr Gamarrn de Cnmargo 
051/83 - Apnrecldo Pereira Bueno 
052/83 - Aristides da Costa Leite 
053/83 - Anastaclo Azevedo Correia 
054/83 - Francisco Djnlma Bertolettl 
055/83 - Maximiliano José da Silva 
058/83 - Guilherme Rodrigues dos Santos 
059/83 ..:.... Joio Caprlotnno Maclel 
0G0/83 - Reglnn I!rnn 
064/83 - Adão Avelar 
065/83 - Antonlo de Freitas Dornelles Filho 
0GG/83 - L!ludelino Chagas do Vale 
067/81 - Marla de Lourdes Leite de Souzn 
068/83 - Napoleão Garcia 
069/83 - Adelclo Pereira dos Santos 
070/83 - Ramonn Matos Ollvelra 
071/83 - Horlzontina da Silva Rocha 
073/83 - Horlzonllna da Silva Rocha 
074/83 - Darlo Moreira 
075/83 - Horlzontlna dn Silva Rocha 
076/83 - Severino Martinez 
077/83 - Ramáo Cuenca Valdez 
078/83 - Arlsteu do Nascimento 
079/83 - Irlneu Gonçalves 
llB0/83 - Elias El Daher 
081/83 - Hermes Pereira da Silva 
082/83 - Dalmar Godoy da Silva 
083/83 - Domingos Tadeu Valdez 
085/83 - Bernardo Durand 
087 /83 - Antonfo Mnthias 
089/83 - Santiago Trelha 
090/83 - Santiago Trelha 
091/83 - Ocídio Pavão Flores 
092/83 - Anunciação Aristlmunha da Costa 
1 
093/83 - Albano Rios 
094/83 - Jacinto 1firanda (Espólio) 
095/83 - Izabel Martins 
096/83 - Maria Vicenta Areco 
097/83 - Joaquim dos Santos Veríssimo Fi- 
lho 	1,1353 Ha. Jardim-MS. 
1 
• 098/83 - Emestina Rios e Alvano Belmontes 
ruos 
B) POSSE: 
072/83 - Papinlano Antonio Souza 
084/83 - Dirceu Campangnolli 
Jardim-MS., 07 de março de 1983 
30,0000 Ha. Jardlm-MS. 
1,0020 Hn. Jardim-MS 
2,3359 Ha. Jardlm-MS. 
1,5967 Ha. Jardlm-MS. 
21,2784 Hn. Jardlm-MS. 
0,8028 Ha. Jardlm-MS. 
4,0668 Ha. Jardim-MS. 
4,7589 Ha. Jarclim-MS. 
14,6587 Ha. Antonlo João-MS. 
7,9292 Ha. Caracol-MS. 
4,0005 Ha. Caracol-MS. 
5,6795 Ha. Caracol-MS. 
6,3577 Ha. Caracol-MS. 
50,2496 Ha. Jardim-MS. 
5,2721 Ha. Jardlm-MS. 
16,5840 Ha. Bodoquena-MS,. 
6,3384 Ha. Carncol-MS. 
5,3062 Ha. Jardim-MS. 
5,3665 Ha. Jardim-MS. 
5,5233 Ha. Jarclim-MS. 
5,4772 Ha. Jardim-MS. 
5,4292 Ha. Jardim-MS. 
5,6332 Ha. Jarcilm-MS. 
5,7088 Ha. Jardlm-MS. 
1,3952 Ha. Jarclim•MS. 
5,4337 Ha. JardJm-MS. 
5.3780 Ha. Jardim-MS. 
5,5828 Ha. Jardlm-i-15 
64,0225 Ha. Bela Vlsta-MS, 
1.000,9974 Ho.. Caracol-MS. 
488.4746 Ha. Caracol-MS. 
11,5872 Ha. Miranda-MS. 
10,5655 Ha. Miranda-MS. 
218.7394 Ha. Jardim-MS. 
812,7104 Ha. Caracol-MS. 
50,0000 Ha. Guia L-opes da Laguna-MS. 
24,9347 Ha. Jardim-i-15. 
2,0059 Ha. Jardim-MS. 
2,1933 Ha. Jardlm-MS. 
1,0027 Ha. Jardim-MS. 
0,1233 Ha. Jardim-MS .. 
5,5164 Ha. Jardim-MS. 
354,4536 Ha. Porto Murtinho-MS. 
1.618,2195 Ha. Bonito-MS. 
te!Ir'ncla tff' te tr se'ta? um !1to In- 
, questio±4vel, o Govro do Fado é do no o 
prt!do, é do FMDB, e ro de prete!to de De-. 
la Vista e de confina do Gov rn dor. Isto im 
6 uu-íi m'.n·l •. 
Para o 1der do pa.tldo na CAmara Mun!­ 
elpa! "adi!re me multo o ver+dar Scrglo Pe­ 
rondi querer conturbar um proczo de euo­ 
lha onde o FDS no tem e nlo trí rh'do° 
para oferecer. Está mais do que provado que 
administrações pedes!stas nda flzerm por 
r.os•n cidade, dcmocrccl:l propordo!'l: a nlt(r­ 
nnela no poder para que o povo possa julgar 
ns oltcrr.ntlvns e os métodos. A hora agora é 
nossJ, é hora do PMDD mostrar o povo os z3- 
u métodos, ns uas proposta3, Isto dm, Pcron­ 
dl deve accllar". 
Enfcczndo a "precarledade das obras ee- 
l 
/cnder nossos produtos pnro outros 
aíse já io é ti'io foc!l e-orno 
mtlg::iment.:-. A cr!~c mundial tornou 
·s mzcados externos m!s fechados, 
·riondo novas bar:-dras e d!flcu!d:ides 
f· l ·' PtO • l .. • .'~i h.l• 
los. tm cber tnor!!+de«, Marcelo 
dtac "o plano de trabalho de Wilmn Dar- 
b Martins que irá executar obras obedece. 
do critério, ms ntvs deve zalcar a ta.a em 
f ordem, que o PDS dexoa bdrrsda." 
{ Q:..i"'?ito .1 r .... r-"' ç."':, l? .. 1 1:i--,1: r~r",tt:,, ;t ... r--­ 
] celo entend que'pós o dia 1 de Março o par­ 
J til!'..l :... ..... :·l =' t.:n'r c .. 1 tl r•11 c!'.J 1:n 11 ... nl:" q1 .. t" 
, reúna n preferenela do povo, caso no haja ele!- 
1
 çó,,". 
Final!ndo, Merce' Calvano m It' ) 
l 
a 1a "erc dg que o PDS, ou melhor, e,:, e­ 
, readores do PDS, abro te mn 2rter cor 
dignidade, trabalhando a favor do povo, não {rn 
cando o prcccro de ctah!!ização económica e 
ola! de D:la VI#ta, objetivo maior do PDI, 
1
0 QUE PAZEii qÜANDO VÕC!~ QUU& 'vj';,i,.Y,'Eft".1.>"l:-Ü.111•J;;~lt.,~t. ü;::;-t.'(.i":t~,_: ~i.,._ 
MUNDO TA!BEM QUER VENDER MAS A AO!A AO QUI:1!. CO.'f Pf',.Jlt? 
... ,. ' 
Itcsposta : 
Trobalhnr cem crl::ith·!dn<le e compct~ncln! 
Produto nacional .Exportar ó superar barreiras. 
de::mvol-.·lmcnto do Po(s. 
Dc,cnvo:-,lmento sl;;nlflcn mclhorc3 
condiçõo:; c!e vidn para tcc!o~: 
mx!s cm:regos, me!hores alárlos, mals 
alimento·, s!stencia médica o 
•nrn OJ produtos brasl!eíro.:i. 
l1cc-in.ll!nr pouco adiünta. 
1 
,jsc desafio só poderá S(!r 'enddo 
:om r.mlto trabalho. multa criatividade 
!
' mu·1~ co:n~etcnda. 
·ncn'ar exportação é fundamental 
{a monte: o ritmo de 
1 
l----22 NNS PI9P EO.2S .T e. 
Mariano Werneke Miranda Rodrigues 
Executor do Projeto Fundiário Jardim 
Portaria N.
0 
277 de 21.09-82 
prcv!denri n scc!al, tnúde, casn proprlll, 
c;colc.s, luz elé:trlc;::, égua, esgotoJ e 
transportes coletivos. 
Hoje, cxport::r niío é tarefa fácil. 
Mz, ror:1 detc:-:n!naçi:o, criatividade 
e cre;oncia poder.os conquistar 
e I:a'er rcrcado:. 
i . 
Classe. Beleza, Conf , Fuâsci 
ESTAS SAO AS NORMAS Qt:E l1EGm!. A }lODA NA 
Rua Guia Lopes 871, Fone (057) 4312230 Pnta Po:á- MS 
- ''Elegância a cado pcsso ., 
ESTá TRAZENDO UMA i'IODA ALEGRE E EO!"IITA NAS CORES 
E NOS MODELOS PARA SE IDE.ITEICâR con1 YQGf; 
AGORA TAMBÉM: CONSTRóI A SUA CASA, UTILIZANDO OS MELHORES MATERIAIS E DAl'IDO O PR.iZO QUE VOCl!: ACHAR MELHOR. 
DO ALICERCE AO ACABAMENTO, TUDO PARA SUA CONSTRUÇÃO, voc:i:: ENCONTRA EM 
e:::, 
JARDINAO MATERIAIS 
TUDO PARA SUA CONSTRUÇ.1.0 
AV. DUQUE DE CAXIAS, 269 - JARDI:i - MS.

CONGUJU,O DONTW, VIVA 03 
A C de Amlzade cm oonjunto eom o 
Rotary Club está promovendo o concurso Do. 
nccn Vivn 03 e um dc~fltc do rnoda_,; ln!nnUl, 
O CONCUTlSO 
E o doRfllc i;orlO no dln 21 de t1hrl b..~ 1<l 
hors n sede da AABD. 
AS CANDIDATAS 
JII. começaram a vender votos são las; 
Anr1 Amé!i(; GC!ICllntQ
1 
flávlu Arloltu Ocntlz, 
Ana Cnrlt1 l'lnhclro Dnrbosu. 
Por Nancy 
r 
OS OrtGANIZAD:::JHES 
dessa promoção bcne!lccnto contum com 
n colabor 1;;!10 clu povo cm 1:cral, prlnclpalrn~n- 
10 ;s marniíc:;. colcc:m:lo seu~ p!mpollios P-•· 
ra dsfilar, dando dessa forma mulor br/lho 
no ucontcclmc.11to. 
F:STUDANTJ.1'..S 
E'tiveram m nosa Redçío n!uns es 
tdantes pedindo nosso apolo no ent!do de 
Interceder junto t Agnte de En!o Sra Dor­ 
valIna Dou!edar para que fosse aberta ma!s 
uma ala de ula para o 2° rcu no pcrlod:> 
noturno. 
FOMOS RECEDIDOS 
n Agencla de Ensino pelas Sras Dorvall­ 
nn Doulellnr e A.ritonla Mlllo ns quais prontl• 
!lcnrnm-1,0 a soluclonnr o prob!mnr. de ínll'.l 
do vaas, a noite no contndor, prlncipnlmentc 
nos olunos quo. lngrcssnrlam no 1.º uno e !I• 
cnro.m sem vngns, por que os doL5 l •
0 
onos, 
lol~rnm o o~ 11lunos nüo tinham outrn opção, 
pois 11 maioria deles trabulham durante o cln. 
A SOLUÇAO 
encontrada, fol brir uma sala de auh na 
E'se. Castelo Branco onde funcionar o Curso 
 
JJ:l~lco com Infeto pr,:vl•to l j)Ul't ~ próxima 
HCJ"n'.IJ1l 
1 
• J 
Ténia em #rinensaura e.lerá #arei 
saiais Koperr'fio. 
.1 
l O Deputado Ruben Figueiró (PMDB-MS) 
apresentou o seu primeiro projeto de Lei dn 
atual legislatura que íacultn no técnico cm 
Agrimensura a • 'i-enliznçüo de levantamentos 
topográficos. 
Diz o parlamentar que o projeto de Lei 
visa reparar uma grave injustiça que vem sen­ 
do perpetrado contra os técnicos cm Agrimen­ 
sura. No meu .Estodo, o Mnto Grosso do Sul. cs­ 
ltío eles sendo proibidos de rcal!znr lcvanta­ 
m-cntos topogrn!Jco, e, consequentemente, de 
ns'sinnr os rcspecllvos Jnudos. Re!cridn proibi• 
ç.10 se devo no foto de o Conselho Reglonnl de 
E~gcnharla, Arquitetura e Agronomia (CREA), 
onde os técnleos em Agrimensura cstiío Inscri­ 
tos e pagam anuidade, ter emitido circular 
Impedindo os menclonndos profissionais de se 
rcsponsnblllzarem pela dlreçi!o dos trnbnlhos 
reolizndos, reservando esses cll.rdtos :,. proflsslo• 
nais de nivel superior da mesma área. 
~ de se ressaltar, todavia, e ní a lnjusUçs 
agrava-se al.nda mais, que, conforme denun­ 
elas já formuladas, os serviços de agrimensura 
vem sendo entregues a pessoas sem a devida 
ha~llitn?ão nesse campo profissional, as quais 
estão vinculadas a outras atividades junto às 
Empresas, autarquias etc, sempre sob a reson­ 
sabilidade de um profissional de nivel supe­ 
rior da área, sem que, entretanto, o CREA ve­ 
nha a co.'lSidcrar ilegal tal procedimento. 
Como se tudo isso não bastasse, é preciso 
lembrar tnmbém que a disciplina "Topograíin" 
DF..SSA ron.MA 
OS lun0s para o 2? ru que tlcaram sem 
var;o,, tlve:-nm wluclcr.r.do o problcm.i. r: 
rds qu! do Jornal e!olmos as medidas to 
madas com rap!dez e tIrmema pe!a Agente de 
Fns!no Sta. Dorvllna e Eu nu{l!res d!re 
ta4. 
REUNiôES DE PATS E MESTm:s 
No dia 5 pp houve a 1." reunlllo ele Pais e 
Mestres do ano lellvo dn escola Estcr Stlvn. 
FALARAM E EXPLANARAM 
Os pror,rnmos pura o nno letivo a direto• 
ra Enoly Msls a Supervisora de Ensino Da. 
triz Loureiro, Também professora Ana Ma, 
rla Ocarlz falou a respelto das obrigações d05 
pals na Educaço dos filhos não ~cndo só a 
escola n respons:vel por essa tarefa e a Sra 
Maria Améll 1 Pinheiro proferiu um pequeno 
coment:1rlo sobre rclnçno "l'ro!e.~sor - Alu• 
no". Sendo que o professora) só deve dar 
multo AMOR tis crianças p:i.ra compreende-la 
e ver truU!lcar 6eu~ enslnamento!I, 
ANIVERSARIOS 
No dia 8 pp !et. anos nossa tunclonll.rla 
Clelde Lino Leite, Parabérui 
NATAÇÃO 
As aulas de n'ltação já começaram a todo 
VAPOR na piscina do Grêmlo Pedro Ru!ino 
sob coordenação do Pro!essor Araldo Calmar 
Rocha. 
faz parte do curso Técnico cm Agrimensura, o 
que vem reforçar, ainda mais, a pretensão des­ 
sa nobre classe profissional. 
Queremos salientar, por fim, que o prcsen• 
te projeto resultou de sugestão que nos foi apre­ 
~entnda pelos._Técnicos em A:;rimensura de 
! Aquidauana de outras cidades de Mato Grosso 
. do Sul através da pessoa do Sr Cauby Morettinl. 
J • 
Somente a Expansão to fritar: 
. ' . 
dela ths lros 
No segundo Pronunclament; d D t ., -- • • • • ~ • • 
do Ruben Figueiró dn Tribuna da ~a~'ái8: 1 financeiro, so~rarla a mercadoria - dlnhel· 
se ele que a Nação esperava que o Preside "9 Js prateleiras dos bancos privados. Isto 
nnunCiasse no seu Discurs . . ? . s orc;ana a bruxar tambem 0:1 3uros em a- 
politlco•udministrativas cn~~dt -:
8 
~idas tenção à milenar lei da oferta e da procura. 
talizar o Povo-para- iisr a as$.,}' 2"g; aros ses«eis e nódicos restabolcceri:! 
se económico- financeira que +a '},," T t a stdc de nossa econota como um todo: 
Disse mais o Parlamentar:" maior produção, maior c::rpacidadc de empre- 
O Presidente João Figueiredo, poder 8% de mão de-obr, maior demanda de mzr- 
dentre outras medidus _ 
1 
., ,g » 1era ca º• ~'llS runnclro cm circuJa:;:ão. • • 
d 
. 	an.,ar uma que re. D!rio. pcré: "ef±: • 
UZlSSe as taxas dos juros banc?rios . : {1" i, os inefáveis tzenocratas: :i. 
causas ele as sabe de sobeio ,'_3 pois 1s cxpansco monetária ucureta.ria a élevação do 
de, _ -l me us1ve porque ruvel da inflanão 
'e ter em suas muos, o resultado da CPI so- Pode . ' • 
bre 'S causas das altas taxas de juros . _ )?~ -. -:-• que srm, pode ser. que não. A 
cujo Parecer do ilustre e com. etente no Pais, concetividade que se estabeleceria, com o 
mista Depurado Herbert ievy,áiii .[,,, umeto da cpeidade produtira de todos os 
Governo, foi aprovada por unanimidade f%PP'9s económicos, no aumento do capi- 
la Câmara dos Deputados em 1982. 	2e giro, forçosamente baixariam os preços 
Para mim, entendo que o Senhor Prest. saiias e os serviços. 	• 
dente João Figueitedo determinasse a imedi- { 3 entretanto, sc ta1 não acóntecesse e a 
ta e."qJar.são do crédito peh Rede Bancária O. 'zao sccorresse cs tecnocratas da reccss5o, 
!iclal, Banco do Brasil, Nordeste Crédito c. ac:dito cue a Nação preferi juros ncessl- 
· 	» veis área de produ. ·id 
operativo, Amazónia. etc n juros de' n- ""' cio e 1o consum: or dos 
tos menores dos ave boie corem no mreé "!${",<,","ireis de oi «us 1eram o Pais 
Govern'J 
6ilhões 
GINASTICA 
TmLm }4 no Grm!o a Professora Sonha 
Ferreta d4 nu! de Ginastica para Mulhera 
cuu;MlllA 
PEIXE CAIPIRA 
Ia; de pele; I IImlo; 2 galhos de coen. 
tro· l xJc.'rn (cl1:1) c!e !llrlnM de rmndioc:i. 
erua; I pimenta vemm!Ha 0to. Corte 0 
pclxo cm postas, do 3 dedo de largura, e po. 
nha a mnrnar no tempero formaóo pelo c.:lldo 
1 
de llml!o, coentro plcad!nho, a pimenta bcrn 
am:1.SS:i.d.'l e o sal. Dele tomar bem o {0to 
pelo menos por mela hora. Na hora de fritar 
clelxe escorrer todo o llqu!do e p:i ~r- rr.ullo 
bem pla farinha, posta por posta. Fr!te em 
' 61o bem quente. Sirva em seu.da. 
1 
OJtAÇiO AO DIVINO 1:Sl'llll'fO RASTO 
Esp!rlto 5Santo voc que me esclarece tu. 
do que Ilumina todos mi cominho, pnra quo 
· eu ntlnJa o meu Ideal voei) que me dá o dom d! 
, vlno do perdoar e esquecer o mal que me [a» 
zem; e que todo5 os Instantes de minha v!da 
1 
esl:1 eornlr,o eu quero neste ourto dlálogo agra 
deeer•lhe por tudo e contlrmar mais urna vez 
' que eu nunca quero me separar cfo voce por 
maior que seja n llusfo mat.crlnl n!!.o serd o mJ.. 
nimo de vontade que sinto de um dia estnr 
com voce e todos os meus Irmãos n:i glôrltt 
Nrpetua. 
Obrigada mais uma vez (n pessoa deve. 
rá !az:er esta oração 3 dias seguidos sem fa, 
zer o pedido. Dentro de dias será nlcanç:ldn 
a graça por mais d!ficll que soja) pu'oücar 
assim que receber a graça. 
Nice da Costa Miranda 
é atingir 
de 
Delfim Netto, ao fazer uma análise da si­ 
tuação das contas eJ..1.ernas do Brasil, disse 
que as estimativas indicam que a balanç:i co- 
~ mer-cl:l,-no mes de fevereiro. de-erá apr<-..sen­ 
lar um superávit semelhant.e ao de janeiro, de 
1 
1 
U:S ~5~-~ilhões. ,E _acrescentou_:. . . •,. 
Não só do lado das importações há al­ 
r.umns _c01s3s, con1o pr.eço do petró1eo caindo, 
como ao lado das e.XJ.)ortaçées, a desvaloriza. 
i cão do cruzeiro deverá ajudar as exportacões. 
1 O déficit em contas correntes, que vai ficar 
em tomo de USS 7 bilbões, já est.á financiado 
com os acordos que foram assinados no exte­ 
nor. 
Para o ministro do Planejamento, a prin­ 
cipal restrição que o Brasil tem hoje no que 
rfcre zo ccscimento e óferta de empreao 
esti no balanco de. p:igs.mentos. "Por exemplo 
- ,._ss.in3lou Delfim - estamos proc.urmtlo 
realizar o supervit com .SS 17 htlhÕl'S di! 
uns 
Supercv:t 
6 
Brasma (EBN) - "O comércio exterior 
1 é hoje a válvula para o emprego e para o cres­ 
cimento. Isto é que é decisivo". Com esta a­ 
firmação, o mlótro do Planejamento, Delfim 
Netto, resumiu, em entrevista à EBN, a preo­ 
cupação do Governo em atingir o superávlt 
comercial de USS 6 bilhões. 
r;»L{ +++' " 
l 
· Delfim Netto disse que na hipótese cÍe o TAXA DE JUROS 
Brasll ter frustrada em USS 1 bllbão . a sua ·l Segundo o ministro, a: queda da taxa de 
projeção de superávit de USS 6 bllhões, a al- . juros no mercado interno "é !nto que vai a, 
ternativa do Governo seria negociar com os I contecer naturalmente", em c'.2corrêncln da 
banqueiros internacionais. .a !lm de coose!rulr entrada dos recursos referentes aos acordos 
diferença. "Mas não há nada que índ.i°que • assinados recentemente com banqueiros Inter• 
que isso venha a acontecer .. Pelo contrário eu nacionais. 
::>cho que as indicações são de que vamos con- Sobre as'especulaçóes de que os juros se. 
seguir o superavit", acrescentou o ministro do riam tabelados em 20 por cento na aplic.ação, 
PlaneJamento. _.. .. . . 
1 
. e nao na captação, Delfim respondeu: "Isso é 
· 	um pais de especuladores. Especuladores em 
Na entrevista, Delfim Netto afirmou que todos os sentidós. Especula-se sobre noticias, 
o tabelamento de Juros não está fora de cogi- especula-se em tudo quanto é canto Uma col• 
taçiio. Assinalou que o Brasil vai retomar 
O sa é certa:. vamos reduzir a taxa de juros, iS­ 
seu ritmo de crescimento e de o!erta de em.- so é um !ato decltlldo, o pres.idente tomou es­ 
nrei:os tõ.o Jogo sejam concretizadas as metas r:i dccis2.o e temos a obrigação de cumpr!-1a". 
de balanço de p_ngamentos e apresentou as li· Ao comentar os efeitos da max:idesvalorf• 
nhas gerais da ajuda que o Govemo vai dar zaçúC', I:ellim afirmou que os preços do petró­ 
às empresas, com dívidas em dólar, que to- leo e do trigo serão absorvidos lentamente. 
ms.rnm prejuízos, em decorrência da maxides. "Devemos - disse- ter uma redução exter­ 
valor!zação. do ~rµzt1iro. 	-· na do preço do petróleo da ordem de 15 por• 
cento. ~~endo se faz uma correção de 30 por 
cento na ta.xn de câmbio é obvio que os derl· 
-ndos não. crescem 30 por cento, porque en­ 
tre o b:i.rri.1 de petroleo e o derivado exist..'>!Il 
~andes ,ciumes de gastos e de custos que 
Sl'C p-agos cm -cruzeiros e que -não têrrr nada- a 
ver com a desvnlorização". 
Aqui também é preciso que as pessoa, 
pensem um pouco e não se deixem levar por 
in:crrna:;ces ::ú~1tas, por informações que sím· 
pl~smente deseJam :i. inquietação. 0 Governo 
vai absorver lentamente, n.o preço do petró­ 
",9e o rio, os etetos da ma4desvaloriza 
- O ministro informou, ainda, que. em Ce 
correncia da ma.'(idesvalorizaça- 
0 n ~ . 
to oas .,.
1 
t , . , o or.,,am.n 
El • • ~ 2 ais sera :ijustedo o. nova reali:lade. 
F"" 9lsou que as dividas externas das esta 
exigiram obvuunente maiores recurs:>5 
~::;: scr~m pagos. "As estatais que podem de­ 
. destinar uma parcela importante de sun.s 
atividades à exportação, como é o caso da Si: 
t•erbras. para diminuir o feito sobre as fi 
narz3" 	e 	·" .v "v 
' 
lmpcrtação e USS 23 bilhões de exportação, 
Se pudéssemos realizr esse superáyit com 
USS 20 bllhões de importação e CrS 2.6 bi• 
lhões de expo~ão, só isso criaria um volU• 
me gigantesco de emprego Internamente, afu­ 
daria de !onna extraordinária o combate à in• 
fiação, porque facilitaria a oferta interna".