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EDllORI 
E Wilson Bntbosn Martin,; 6 o governa.. 
or de Mato Grosso do Sul. O primelro go­ 
mador de MS eleito polo povo. Esperamos 
e n~o se]l o üll!mo, Nilo vamos anallsar na 
1p!co.çllcs dn vltórln do Barbosa Martins, na 
Utlcn bolav!stenso, se bem que essas lmpU. 
uçes existem e dario, ainda, motivos paro 
l]lultos e variados comentários, partindo dn 
premissa de que o PMDB munlclpnl quer mu. 
danças, Quando se !o.ln em mudnnçns, fnln-se 
11,1 substltul~o do prefeito, dos diretores de 
colégios, delegacia regional de ensino, delega.. 
ela de polícln, exatorln, professores, etc, etc. 
Alguns lideres do partido, no munlclp!o, dl· 
zem que tudo nllo passa de especulação da 
Imprensa se bem que, para nós, especular so. 
bre o 6bv!o é mil.Is o reconhecimento do fato 
bnpliclto. lla'en!. mudanças. 
seria o caso de se perguntar, no caso de 
uma eleição pnra pre!e!to municipal, qunI& w; 
posslb!lldadcs do PDS e do PMDB? Quais os 
nomes que seriam npresent.ndos no povo paro 
o Julgamento ~!IS lrnas? será que os nomes 
BRI IGO: 
•• 
110180 
' O l.o secretário dn Assembléia Legislatl• 
a, Ari Rlgo, do PDS, • a prop6sl to de noticia ln• 
lenda nesta edição, em a qual os vereadores ln­ 
ltgrantes da bancada do PDS na Cllmara Mu• 
lllclpal tnnnlfestaram a Intenção de trabalha­ 
tem unidos em pr61 do fortalecimento do par­ 
tido, disse que "o momento exige união de todos 
.!lÓs, a nivel municipal, estadual e federal". 
Bel Para o deputado representante de Jardim, 
vs Caracol, Porto Murtinho, Nloaque, 
Ula Lopes da Laguna e Bonlto "agora somos 
Opo.j • 	' 
d ao no Estado, mas situação no Governo Fe 
era1, Isto unpllca em utilizar sempre o diálo­ 
o entre os próprios companheiros as arestas 
·as dife 	" 
ti erenças,. sempre que surgirem, deve- 
z sanadas .através da conversa franca e ob­ 
Fava" 
• n· . 
Btand isse autda o deputado, erúntizando "a 
e vitória do Presidente Figueiredo, "na im 
a·tend_e 
Vereadores 
Jndicados para nomeaçll-0 seriam eleitos • pelo 
povo? , 
Beja qual for o nome de confiança do ,:,o, 
vernador a ser Indicado para prete.lto de Beln 
VIsta, esperamos que através de tua adminls, 
tração não obscureça o nosso futuro, o futuro 
de nosso munlclplo, contudo, se Isto ocorrer, 
ncredltamos na lnteligênolll e na habilidade do 
nossos polltlcos pnra truncar tal processo cs­ 
clerosador. Assim como o PMDB fez oposição, 
gnnhou o Governo, sem dtlvlda alguma, o 
PDS, no munlclplo (e no Estado) também sa, 
berá fazer oposição e procurará meios de vol. 
tar ao poder. InteressantQ lembrar, neste ins­ 
t-ante, as palavras do John Kennedy, poucas 
semanns nntes de ser assasslnadq em Dallas 
no supremo ao de lrro.0lo110lldado política do 
nosso tempo, "os homens que orlam o poder 
dão Indispensável contribulção grandeza. da 
nação, mas os homens que cqntestam- o po• 
qer,diio contribuição Jgualme11le • lndlspensá- 
vel". . 
Alguns fatos ocorridos, pós s eleições, 
" MOMENTO 
de todos nós''· 
plantação de um regime qemocrátlco, que "a 
vitória também é nossa, do PDS, pois cumpri­ 
mos promessas feitas ao povo brasileiro, que 
reconhecidamente mostrou nas eleições a sua 
aversão pelo radicalismo, seja. ele de onde [Qr". 
"Logicamente - prosseguiu - a bancada do 
PDS na Câmara Municipal de Bela Vista é maio 
ria,. esta maioria implica em responsabilidade pe 
ran~e o povo e perante o partido. A democra­ 
cia ai!lda é o melhor regime, ela proporciona a 
alternancla· do poder, hoje estamos na opcsiçiio 
em nlvel_ estadual• e_ devemos trabalhar, mos­ 
trar ao povo, que temos condições de ser Gover­ 
no, por i_sto é necessário a. uqlão de iodós os 
companheiros". 
Finalizando, Rlgo disse que "estou a dispÔ­ 
slção ao povo belavistense e de toda a região, 
na Assembleia, e dentro de minhas possibilida­ 
des procurarei atender as reivindicações". 
BIRBOSI 
apelos .. de 
Belavistenses 
', "dor Rossvette 1uns Garis, ao PM­ 
,b e_ de sua satisfação em ser recebido na 
~ lei.i Legislativa pelo deputado Jonatan 
~ bcia ~~e dedicou especial atenção aos poli­ 
~- 'lStenses. Vete Garcia em compa:ihia 
s verea4, 	'» 
e do . a. ores Iaelfonso Pinheiro e Calvano, 
na, ~de,nte do Diretório Municip.'.ll do PM­ 
ltlld tutnila Loureiro, esteve também man­ 
e te,~ 
0011
t.atos' com os deputados Roberto Orro 
«te Shimidt 
c." "adores ao PDB toram a campo 
s <. "indicar reparos nas estradas da re­ 
'este particular, disse Vete. fomos muito 
"""'1 l'tcebido 	..., 
e (eu e Cnl:vnno) pelo deputado 
'Baryosa que imediatamente 
solicitou ao DERSUL que enviasse máquinas pa 
ra a nossa região. Isto surpreendeu o vereador 
"pois Jonatan não teve sequer um voto em. Be­ 
la Vista." 
Após visit:irem a Câmara Municipal, os ve­ 
readores assistiram a uma sessão do Legjslati­ 
vo C:ifupograndense, sendo anfitriiio o joven:. 
Francisco Mala, secretário da Câmara. Na capi: 
tal mantiveram virlos contatos com políticos 
do Governo. 
A respeito da sucessão municipal, Vete Gar 
eia disse que " o deputado Sergio CI:11% iiífor­ 
·mou a Idelfanso Pinheiro e €orumila Lourei­ 
ro, quc o assunto é de alçada do Presidente da 
República" 
scrllo, na realidade, uma prova de nossa de. 
mocro.cln. A po.sso do Brtzola, no Rio, talvez, 
o mais forte deles, demonstram chromcntc n 
lnte.nçlo do presidente Fíiiueiredo em !O.zcr 
deste pufs realmente uma democracla., E' pre­ 
olso que nlguns pollt!cos belavlstenses 11albrun 
.realmente o que é democracla, 
Nilo poderá hnvcr clima de lrraclonallda, 
de polltlca - uma delas é substitulr de cargo 
pílbllco pessoa que tenha c:11paddnde e que 
csteJa trabalbandQ - Jste, para nós, é mais 
Idiotice. E' preciso que hajn, por parte da co­ 
munidade Intelectual e produtora de Bela Vis­ 
ta uma determinação para não se voltar aos 
vícios do passado - uma nomeaçã.o contrá­ 
ria aos Interesses de Bela Vista, de ua gente, 
de seu futuro, seria um at.o de insanJdade. 
A Imprensa não especula, e a Imprensa, 
em Bela VJsta, por ser oplnatlva e não apen:is 
noticiosa, está engajada no processo pollt!co, 
desde a sua fundação, há mais de dez anos, e 
este direito adquirido através de exemplos 
vivos de atuação e'eonstruçáo na comunidade 
L 
permn!te-lhe não ficar alhela as dec!sões pol!t{­ 
cas deste ou daquele partldo, deste ou .daque­ 
le grupo. 
O etilo paranólde de alguns políticos no 
servirão o propóstto democr:1ríco cm cur, 
so. E' preclso haver plena convicçlo de que 
somos govem.ados po-r l<'J.s e n!lo por homens. 
Tnlvez al esteja a real !lnalldnde dl1 democro.. 
ela. 
1 
Beln Vista espera. O povo belavistense A- 
guarda as promessas de um futuro melhor, 
i Jomnis nos esqueçamos de que problema! 
complicados só podem ser resolvidos por a, 
nálfse raciocinallzada. Sempre, a qualquer 
instante, a todo momento, a lnslstênclti em 
fnvor da ral!ã.o é a esperança !innl da ocleda­ 
dl! democrática. Finalizamos com um pensa­ 
mento de Mendes Frnce: "A politlca pertence 
a todos". (IP) 
Em Tempo: Segundo comentários o ntunl 
prefeito de Bela Vista não serd. Bubstltu!dç,, Is­ 
to dependerá exclusivamente do Presidente 
João Figueiredo, 
Releio palro'a rvas e 
repara estradas para Caracol 
BANCADA DOPDS 
esta. unida 
Camamuncpol 
na 
Âpós a eleição para a presidência da CA­ 
mara, surgiram algumas arestas na bancada 
do PDS, mas hoje tudo se encontra normaliza,. 
do e os vereadores. a exemplo da bancada do 
partido na Assembléia, está unida e coesa. em 
tomo dos ideais do partido. 
Na sessão de se.,"Ullda-!eira próxima passa­ 
da, sentiu-se que estava em andamento .una 
nova estratégia da bancada, com todos os ve­ 
readores procurando seguir a mesma ofienta­ 
ção. Foi mantidn uma reunião amistosa da . 
bancada onde ficou definida a linha a ser se­ 
guida de agora em diante, quando o- partido 
passa a se.r oposição no Estado. 
O presidente da Câmara, Ivan Afonso da 
Costa .Marques, e os vereadores Sérgio Pe.ron­ 
di, Cássio Acioli, Evilásio Miranda. Claudionor 
Rodrigues e An.celmo Lopes, procurarão o diá­ 
logo sempre que necessário. pois o mnis lm- • 
portante, no momento, é a unliio do partido, 
L~te, após o término das chuvas deu in!do JOt 
trabnlhos de reparação das ruas da cidade e pe­ 
riferia, encascalhando e tap11ndo oi buracoa to 
xlstentes. 
Atendendo relv!n.dlcação dos vereadores da 
PDS, indicação de Casslo Acloly, Dillon e.st4 
atendendo também a rodovia que liga Bela VIs­ 
ta a Caracol, mais precisamente no bairro N. 
de Fátima. ê intenção do prefeito reparar a e­ 
trada até a ponte do rio Firlpucu, o trecho mais 
crítico da citada rodovia. Este serviço era para 
ser executado pelo DERSUL, mas em nossa re­ 
gião é apenas uma sigla, e siglas não traballam, 
A mesma Comissão que foi ao prefeito, ta, 
dos vereadores do PDS, irá também à residen­ 
cia do DERSUL. em Jardim (se" é que funcío 
1 
na, o que não acreditamos) para reivindicar re­ 
paros nas estradas da região. A Iniciativa conta 
com o irrestrito apolo do prefeito municipal, 
Leb: Josino fá·•­ 
est:i tro bolhando: 
O presidente da Liga Esportiva Belavisten­ 
se, Josino Pinheiro, assumiu o cargo e no d1& 
seguinte já estava trabnlhanào. O ritmo da atu ... 
ai diretoria prossegue, após a regularização de 
alguns alvarás, Pinheiro procedeu a limpeza do· 
Estádio Municipal e está reorganizando a parte 
burocrática. 
Segundo informações do presidente, sete clubes 
irão disputar o Belavlstão 83, entre eles o G:6--, 
nuo Pedro Rufino que montará um esquadrão 
de resp.el to. 
Visando arrec::.dar fundos e iiltegrar o ce>­ 
mércio local nas atividades esportivas, Josino 
est:ii vendendo espaços publicitários aos muros 
do Estádio, mais de dez empresas já adquiriram 
o direito de anunciar no Octávio Fotoura, en­ 
tre elas o Posto Ipiranga, Construtora Gelella­ 
te, Gr:i!ica e Editora Apa, Rede Belavistense de 
J onmis, e outras. 
Tudo•. indica que no próximo mês a c:a­ 
sa estará em ordem e a LEB iniciará o Belvis, 
tão 83,

ETADO DE MATO GROSSO DO SUL 
PODO JUDIClJ.1110 
COMMCA DE BD.A VISTA , 
CAllTOftlO JUDICIAL 
EDITAL DE primeira e qunda praça(:) 
delgada pAr 14.0303 € 24.03.13 
O Dr, Jonas doa anta Pelllln! Julr do 
Dlrelto da Vnrn Cvel denta C o m	re de Dela 
VLuta Estado de Mato Grosso do Sul, n forma 
da lel, 
FAZ SADEhtodn que o preento 
dltnl virem ou dele conhecimento tiverem 
que toram mareados o dls 14.00,) € 24.03.03 
is 13,00 horas para n rellzaçío ds praças de­ 
lpnadas nos autos N 67/0 de Ação Exe. 
ruço que Atacado SA, move contrn Mrlet 
Machado Gonçalves referentes os bens penha 
rados nos autos acima mencdondoa balxo ca­ 
Jor.tcrlzndos: 
[) Um bale!o frigorltleo (trezer), marca Re-. 
lrlnrt. do 110 Qv • 60 hz, Elgln, nvallndo por 
Cr$ 80.000.00 (oitenta mil cru,el•os); ?ºl Um 
congclndor tnnrcn leubll, nº 104609, série Oõ/ 
79, com ~pocldndo pnrn 320 litros nvallodo por 
Cr$ 50.000,00 (dnqurnto mil cruzeiros), vnlo.r 
por mnto serão levados praça, para serem 
IIN"l'mnt.ndoa ror quem motor lnncc der acima 
da livnUnçao. Coso bam nllo olcnncc lance su­ 
perlor lmporl6ndn do nvollnç!o, desde Ja fl. 
cn .dcslgnndo o dla 24-03-83, par n sun venda o 
qurun mais der, se.ndo a venda feita à vlsto ou 
J:ncdlnnte fiador ld6neo pelo prazo de trds d!­ 
ns os autos nllo consta exlston~lo de õnus, bem 
como recurso pendente do julgamento. E para 
que n!nguem possa alegar lgnorancln, determi­ 
nou o MM. Julz que se expedisse o presente 
edital que será publicado e afixado na formo do 
lel. 
Dado e passado nesta cidade de Belo Visto Es­ 
tado de Moto Grosso do Sul, nos 23 dias do mês 
de Fevereiro do nno de mil novecentos e ollen­ 
ta e três Eu, (Pedro B. do Vale) o subscrevo, 
O Juiz de Direito 
Tribuna da Frontei11J 
(FJndlldo em 20/2/1972) 
0.0.C.M.F. 15,513. 203/0001 
Registro no Cnrtórlo de Titulos e 
Documentos n.• 35 _ 
Diretor-Responsd.vel: Ivnldo Pereira 
. (Jorruillsta Profissional, Matricula 
MTPS n.
0 140) 
Admlnlstração, ~açio e Parque GnWco 
• - SEDE PMPRIA - 
Rua da Reptlbllca s/n . Bela Vista . MS 
Fone: (067) 439-1410 - Caim Postal 
23 
Diretora: Maria Estela Velasquez Pereira 
Gerente: Gllson Silva Santos 
•• Depto. Circulação: Ma.rllene Marin 
REilATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira 
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Demais 1'f'unicl ·" .. • .. • • .. •· .. 4.000,00 
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CONYÊN O DE 20 MILHÕES 
ENTIE I PREFEITURI E GOVERNO 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
f'llàC1REllARIA DE EOUCAÇA8 
CONVtNIO N.Q 00/13 QlJEl ENTRE SI 
CELEDRAM O GOVERNO DO ESTADO DE 
MATO GROSSO DO SUL. ATRAVÉS DA SE 
CRl1'TAntA OE EDUCAÇÃO E A PREFEITO· 
J!-A MUNICIPAL OE DELA VISTA - MS 
COM A INTERVENfl:NCIA DA SECRETARIA 
OEl PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO Ot­ 
nAL, DESTINADO >.. EXECUÇÃO DO PLANO 
OE TRADALHO PARA O ANO DE 1083 
Aos 07 das do mõ.'I do março de mil nove­ 
centos e oitenta e três, o Governo do Estndo 
de Mato Grosso do sul, doravante denominado 
simplesmente S&MS, neste alo representada 
pelo Excclent!sslmo Senhor Governador, 
Dr. PEDRO PEDROSSIAN, ntravts da Secreta, 
ria de Educação de Mato Grosso do Sul devi, 
drunonte !nscrltn no COO MF sob o n ... 
16.412.257/0017-95, doravante denominada 
simplesmente SE-MB, neste o.to representada 
por seu Secretário de Estado, Dr. FAUZE 
SCAFF OATIASS FILHO e n Prefeitura Mu, 
nlclpal de Dela Vlstn - MS., devidamente ins­ 
crita no CGC/MF sob o n.° 03,217.916-0001-90, 
doravante denomlnadn simplesmente PREFEI­ 
TURA, registrando os recursos do Orçamento 
Prefeito Munlclpnl, Sr. AFONSO DILON N. 
LEITE, com n lntcrvenlêncla da Secretaria de 
Plnnejrunento e Coordenação Oeral-MS, dora­ 
vante denominada simplesmente SEPLAN•MS, 
neste ato representada pelo seu Secretário de 
Estado, Dr. WAGNER BERTOLI, consubstan­ 
ciado no Inciso XII do artigo 58 dn constitui, 
çl!o do Estado de Mato Grosso do Sul, resol­ 
vem celebrar o presente Convênio, sob Cláu­ 
sulas e condições seguintes: 
CLAUSULA PRIIIEIRA - Do Convênio 
O presente Convênio é um Instrumento de 
programnçl!o dns ações a serem desenvolvi­ 
das no corrente exerc!c!o, através dn PREFEI­ 
TURA, registrando os recursos do Orçamento 
da SE-MS, no financlrunento das mesmas. 
CL,{USULA SEGUNDA - Do Objeto 
Este Convênio tem por objetivo registrar 
os termos em que se processará a assistência 
técnica e financeira do ESTADO para a manu­ 
tenção e o desenvolvimento da programação 
de ações educativas, culturais e desportivas, 
cuj11 execução seja do Interesse ou que tenha 
repercussão no munlclplo. 
CLAUSULA TERCEIRA - Da Implemen­ 
tação dos Recursos 
A aplicação dos recursos far-se-á através 
de repasses nos Elementos de Despesa especl• 
ficas para a execuçl!o de cada Subprojeto. 
CLAUSULA QUARTA - Das Obrigações 
1 - Do ESTADO: • 
colocar b. disposição da PREFEITURA, a.­ 
través dn SE-MS, os recursos financeiros ne­ 
cessários li execução do presente Convênio. 
II - Da SE-MS: 
a) repassar à PREFEITURA os recursos 
recebidos após a assinatura do presente Con­ 
vênio· 
b) prestar apolo técnico às ações propos­ 
tas neste Convênio, e 
c) acompanhar a execução dessas ações 
mediante visitas e relatórios periódicos, se­ 
gundo a sistemática ndotada. • 
m - Da PREFEITURA: 
a) executar a programação objeto deste 
Convênio, consubstancladn nos Anexos I, II e 
Ill, parte integrante deste Instrumento; 
b) manter o ESTADO permanentemente 
Informado. nos termos da alínea "c" desta 
Cláusula, Item Il; 
c) apllcar os recursos recebidos única e 
exdµsivrunente no que propõe a programação, 
Isto é, dentro do respectivo Elemento de Des. 
pesa,e 
d) oferecer, dentro da possibilidade, re­ 
cursos de contrapartldn, de !onna a garantir 
a lmplementnçio e continuidade da ação pro­ 
posta. 
CLAUSULA QUINTA - Do Valor 
O valor deste Convênio é o· constante do 
anexo, parte Integrante deste instrumento. < 
CLÁUSULA SEXTA -- Das Liberações 
A hibernações das parcelas serio de acot 
do com as Itberações do MEC. 
CLAUSULA SETIMA -- Da VIgCnc!a e Pu­ 
bl/caço 
A vgdncla do presente Convênio r.er1 nu! 
31 de dezembro de 1083, tendo seu extrato pu­ 
bUcodo no Diário Oficial do Estado, podendo 
ser nlterndo ntrnv~s de Termo Aditivo ou acor­ 
do das po rtcs. 
CLAUSULA OITAVA - Do Inad1mplc, 
mento 
Ao Ilnnor o presente Convênio, rus porte, 
se obrigam o cumprir sem restrições todns as 
Cláusulas, resultnndo sua demlnc!n pela inob­ 
servância dos mesmas, 
CLAUSULA NONA-Do Foro. 
Fica eleito o Foro da Capital do Estado de 
Mnlo Grosso do Sul, para dirimir qualquer 
dtlvldn oriundn deste Termo. 
E, parn !lnneza e validade do que pelas 
, 
p:utcs •firou ccmv<·nelo:1:.dn, !!rmou ~ 
0 
,,,. 
ente Instrumento m uma única rts, na 
ença de 02 (duns testemunh que 
bém o subscrevem, para que produz4 os4 
v!dos e lega!s efeitos. 
Campo Grande MS, 07 de março de IA 
PEDRO PEDROSSlAN - 
Governador do Estado de Mato Grosso da 
AFONSO DILON NUNES LEITE " 
Prefeito Muntcipl de Bela Vsta 
Dr. PAUZE SCAF!-' GATTASS FILHO 
Secretário de Esmdo do Educaçéo 
Dr. WAGNER BERTOU 
Secretário de Eiitodo de Plane"jru:nen:o e 
COordcnaç:lo Go.rnl 
RESUMO DOS VALORES DESTE OON'V!ITTO 
ANEXO I 	Cr$ 1s.oao.ooo.~ 
ANEXO II 	Cr$ 5.0eO.OCO,¼ 
TOTAL Cr$ 20.l&D.000..(ll 
(Vinte milhões e cento e sessenta m!l crua 
ros). 
Campo Oronde-M:S, 07 de março de tíll 
Sorria! 
Você pode ser a 
capa de CAPRICHO 
. e ... ganhar um 
VOAGE! 
t° 	.--. 
- 	6 52 
O creme dental CLOSE UP e a revista , 
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Edição dupla! 
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EP E S I S I G R O S S O L 
2- ABAsrEc AGROSsoL D ('l!RR) Av. Duque de Caxias. s/n 	1 
J . .&tJTO 2QS'ro . E COMBDUS TVEIS LTDA. 	JARDIM - MS. 
i- icicioi. ia.SS??±,g 	co	i irrrvEis i	L 	(Posto) BR 	O 6 O - Km. n 
VENDE .DED raros D FEroLEorrpa. {{PP"? rua Reu4, 1as1 JRbnu - MS. 
s- TArsronranoA acossoL, BE Dsrvanos D ra]E 9g$ DA LAGUNA - -: :a:R 060 - Entroncame:it0 ~~~ 11 l l 
LIDA. 	(Tnao age-- 
··-~ •- - .lv. Duquà de ,.._~ 	.... 
alas, 5/n JARillll - 
o z e sw_ .se_ <zs 	'i,,i'

PREFEITURI MUNICIPIL DE BELI v·s,a M 
DECRETO No 001/83 GAE. PREF, EM O4 DE MARÇO DI lia, 
"--- ATOS DO PODER EXECUTIVO MUNICI­ 
PAL --" 
"E±tabelce a Pauta de Valore Imobllia­ 
tos, bae de calculo do Imposto Predial, Ter. 
rtrll Urbano e 'Trnm!sedes Imoblllrls e 
( Outras Frovld'nelas', 
Afonso DIlon Nunes Lelte, Prefeito Munl. 
dpal de nela Vista. Estado de Mnto Grosso do 
Sul, Usando do5 atribuições que lhes são con­ 
feridas, tendo em vista o disposto no Artigo 171 
dA vi Munlclpnl N.o 7::5/81 (Código •rrlbutá- 
rio), de 23 de Dezembro do 1981, Conforme pa­ 
recr da eomlsslo de valores Imobiliários, 
to t PECRET Ar 
Artigo !.o • Flcn cstnbclocldn n Pauta de 
Valores Jmoblllnrlos do Munlc(p('l de Bela Vis­ 
ta, Estado de Mnto Orosso do Sul, para fins de 
flxaçao do valor vennl, bnsc do câlculos do Im­ 
posto Prcdlnl, Tcrrllorlnl Urbnno, e transmls­ 
es de bens lmobllllirlos. 
Artigo 2.o • A sede do Munlclplo de Bela 
Vlsta-MS., fica dlvld(do em 03 (Ires) setores 
conforme descrlmlnoçl!o a segulr 
SETOR· 01: 
Ruo 13 de Junho até a Rua Guln Lopes, 
Avenida Teodoro Sotlvn atâ n Rua Sebastião 
Crlsplm do Rêgo, Rua Sebastião Crlsplm do 
Rêgo até a Rua Coronel Dias, Rua Guln Lopes 
até a Rua 13 de Junho, os. terrenos do setor 01 
são bcnlflolodos pela pavimentação asfaltlca. 
e 
S!TOR • 02: 
Avenida Senador Pinheiro até a Rua Vis­ 
conde de Taunay, Rua Vlsçonde de Taunay até 
a Rua Barão do Ladárlo , Run Barão do Ladá­ 
rio nté a Run 18 de Agõstp, Run 18 de Agôsto 
até a. Rua Floriano Pelxoto, Rua F1orinno Pei­ 
xoto até a Rua Afonso Pena, Rua Afonso Pena 
até n Rua Coronel Dlns, Rua Coronel Dlns até 
Avenida Paragury, 
SETOR • 03. 
Bairro Antonio João, Loteamentos e lotes 
de terrenos pertencentes fl 1.a Circunscrição 
desta -cidade. 	... 
Artigo 3.o • Os valores fixados compreen­ 
dem, dentro de cada Setor a seguir conforme 
Tabela abaixo: 	• 
SETOR. o1. 
Terrenos 
Construções 
ESTADO DE. MATO GROSSO DO SUL 
Cr$: 1.000,00 m2 
1.a: 6.000,zO m2 
2.a: 5.000,00 m2 
3.a: 4.000,00 m2 
Mussi 
SETOR - 02: 
Terrenos 
Construções 
SETOR - 03: 
Terrenos 
Construções 
Cr$: !l00,00 m2 
1.a 4.000,00 m2 
2.a 3.000,00 m2 
3.a 2.000,00 m2 
Par&grolo Un!co • As edltJenções Industri­ 
ais serlo valiadas a razão mínlmn de Cr$: 
2.000,00 m2. e tributados conforme n zun loca• 
lluçl!o no Setor, 
Artigo 4.o - Os terrenos baldlo: e edltlea­ 
dos, ser1io tributados rc,pcltando o crltérl.o de 
locnllzoçAo dentro do Setor, 01, 02 e 03, e os ín­ 
dices nbolxo: 
n) TERRENOS BALDIOS: 
SETOR • .•l • a razão de 3% e Setor 02 e 03, 
a razüo de 2% do valor lmoblllârlos. 
b) • TERRENOS EDIFICADOS: 
Setor - 01, A razllo de l,l!O% do valor Jmobl­ 
lIár!os. 
Setor -02, e 03, A razão de 1 % do valor Imobl• 
llârlo. 
Pargrato - 1.o - A taxa de conservação e Lim­ 
P.eza Pública serll. cobrada a rwo de 10% do 
(I.P.T.U.), compreendendo todo• os Setores. 
Parágrafo - 2.o • A truco de coleta de lixo, será 
cobrada a ratJo do 20% do (LP.T.U.), compre­ 
endendo todos os lm6vels situados :nos Setores 
Edificados, 01 e 02, onde ser& renllzado este ser­ 
viço. 
Páragrafo • • 3.o - Os Imóveis localizados 
no Setor RURAL, Inclusive na região da Colõ­ 
rua Agricola de DAMACU!:, serão avaliados a 
razão de Cr$: 100,00 (Cem Cruzeiros), por me­ 
tros quadrados e tributados, 2% do (I.P.T.U.). 
Artigo 5° - ,Todos os contribuintes que 
qultnrem seus Impostos de uma só vez goza. 
rão de um desconto Especial de 20%8. 
. 
e 
Artigo 6.o • Este DECRETO entrará em 
vigor na datn de sua publicação, revogando o 
Decreto n.o 0003/82, de 25 de Junho de 1982. 
Gabinete do Prefeito Municipal de Bela Vis­ 
ta, Estado· de Mato Grosso do sui, ao, quatro 
dias do mês de Março de mil novecentos e ol­ 
tenta e três. 
"DESIGNAR NOVOS CARGOS PAl'tA 
F'.UNCIONARIOS" 
A funcionária: JCLIA CôRDOVA, para 
exerce.r a tunco de Tesoureira, na Secretaria 
de Fazenda. Departamento de Tesouraria, a 
rrt'r d 16.01.83. (Portaria n.° 0023/83 
1 
Gnb.~Prot de 25.01.83). • _ ,, 
"DEMITIR. FUNCIONARIOS" 
. O funcionário: IVAN AFONSO DA cOS­ 
TA MARQUES a pedido, do cargo de Assessor 
' .•·•rlilfcc-. em 31.01.83. (Portaria n.
0 0024/83 
.' - C'-"h PrP.f. de 26.01.83). 
+ O funclorul.r!o: BETILDE RAMA.O TOR- 
1 
.,..,._e;_ pnr pedido de.dispense. em 211.01.8!!, 
'""rtnrla n.
0 
0025/83 - Gab. Pret. de 31.01. · 
83). 	_ 
1 
A funcionária: ALBERTANA OR.TIZ, por 
-•••Hrlo de dlsnensa em 31.01.83 (Portaria n.
0 
1 
OC:2AIR3 - Gab. Pre!. de 03.02.83). 	O Mlnlstro da Agricultura, Amaury Sta- 
O !unclonárlo CORmLIO PIRES, por blle. quer que o Brasil Importe cada ez mo- 
'1 !''"d.Ido de dispensa, em 03.02.83. (Portarfn n.
0 
nos produtos que possam imediatamente ser 
---------------·-----------------; , C029/83 -Gab. Pret. de 03,02.83>. cultlvados em territdrio nacional, a exemplo 
1 
A funcionária: 'ERONI FERNANDES DE da azeitona, orégano, cominho, canela, Jnllçã, 
MIRANDA, por pedido de dispensa, em 03. 02. f uva. pera. alpiste, cevada, baunilha. anrs, - a- 
83. (Portaria n.° 0030/83 - Gab. Pre!. de 03. • / meúm. alho, noz, avelã, castanha. amêndoa, fi. 
02.83). 	go e tAmara entre outros. Stábile já formou 
A !Uncionária: CACILDA CANHETE. por um grupo técnico que está estudando as !ór­ 
-pedldo de dispensa, em 03.02.83. (Portaria r mulAs aplicáveis para que sejam reduzidas ou 
n.º 0031/13- Gab. Pre!. de 03.02.83). ' definitivamente suspensas as Importações de 
O tuncloná!'lo: ADÃO FI.ORENTu'iO, por alimentos, entre os- quais se incluem as cor1ser. 
ncôrdo, em 05.02.83. (Portaria n.° 0033/83 - vas (passas de uva, etc) e o azeite de oliva. o 
Gab. Pref. de 07. 02. 83). 	grupo está sendo coordenado por Haroldo 
O !unclorul.rlo: GREGôRIO MORAES, por Bertoluccl, técnico do Mlnistério da Agricul- 
ncôrdo, em 05.02.83. (Portaria n. 0036/83 - tura. De acordo com ele. o gnu,o apresentará 
Gab.Pre!.de07.02.83). 	viabilid:ld.es técnicas e não polftlcas. para a 
o !unclonário: GERALDO AR.CE DA SIL- substituição ou redução nas Importações dos 
VA, do Cargo de Oficial de Gabinete, passando citados produtos. Entre os que podem substf. 
a exercer a !unção de Almoxari!e, n partir de tulr proãutos estrangeiros destacam-se a. noz 
07 .02.83. (Portaria n.° 0037/83 - Gab. Pre. pecã, a castanha-do-pn.."11 e a castanha-de-caju, 
de 07.02.83). 	. 
O funcionário.: CARLOS ESCOBAR. por 
pedido de dispensa. em 21. 02. 83. (Portaria 
n.
0 
0038/83 -Gab. Pre!. de 22.02.83). 
A !uncionárla: ZILDA DENIZ FERNAN­ 
DES, por dispensa sem justa causa, em 28. 
02.83. (Portaria n. 0041/83 - Gab. Pre!. de 
01.03.83). 
A funcionária: ZULMIRA QSSUNA, por 
pedido de dispensa em 02.03.83. (Portaria n.
0 
0044/83 - Gab. Pref. de 03.03.83). 
A !uncionária: DOLORES LOUREIRO NU­ 
NES. por pedido de dispensa, em 28.02.83. 
(Portaria n.e 0046/83 - Gab. Pre!. de 09.03. 
8.1). 
Afonso Dllon Nunes Leite 
Prefeito Municipal 
lmobiliaria Lida. 
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AtlMINISTRAÇAO DE IMóVEIS E VENDAS DE lO'l'BS 
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Matriz: Avenida Tiradentes, 595 • Campo orancse 
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1a 5.000,00 m2 
2.: 4.000,00 m2 
ll,11 3.000,00 m2 
Afono D!Ion Nunes LI, Pré!e!to Mun!­ 
c!pal de Dela VI«ta, Estado de Mato Crosso do 
u1, u#ando das ntr!butçCes que Ihs to on­ 
ter!das. de crdo com a Lei Complementar 
Nº 07/81, de 20 de Novembro de 1. Olll. 
RESOLVE: 
"CONCEDER FERIAS REGULAMENTARES" 
Ao !Uncloniirlo: ALCID1l'..S DCS SANTOS 
SILVA, relativas ao per!odo de 82 83, do d!a 
24. 01. 83 à 22.02 83. (Portar!a n." 0021/33 - 
Gab. Pret. de 21.01.03). 
A runclonárla: NAZARIA ECHI::VE11IA 
VASQUES, relativos no perlodo de 0102, do 
dia 01.02.03 à 02.03.83. (Portaria n.
0 
0022/83 
- Gab. Pref. de 24 ,Ol. 03). 
A tunelon.1rla: LIBERACY LlNO, rclatl­ 
vns no perlodo de 81.02, do d1a. 01.02.83 h 02. 
03.03. (Portarlrl n.
0 
0027/83 - Gab. Pret. de 
03, 03. 83). 
A tunclonárla: HELENA MENDONCA. re­ 
lativos no período de 81182, do dia OL03.83 h 
30.03.83. (Portnria n.
0 
0040/03 - Gab. Prcf. 
de 01.03.83). 
Ao tunolonárlo: AMADIO SATURNINO 
QUINTANA R.ODRIGUES, relativas no perlo­ 
do de 8081, do dia 01.03.83 à 30.03.83. (Por­ 
tarla n.
0 
0042/83 ,..... Gab. Pret. de 01, 03 .83), 
Ao tunclonárlo: CltSAR GONZALES, re­ 
lativas ao perfodo·de 82183, do dia 03.03.83 à 
03. 04. 83. (Portaria n.
0 
0043/83 - Gab. Pret. 
de 03.03,83). 
1 "ADMITIR FUNCIONARIOS" 
' AdmIttr: PEDRO JOSE PALMIERI, para 
exercer a tunção de Assessor Jurídico. em 01. 
02.83. (Portaria nº 0026/83 - Gab. Pre!. de 
01.02.83). 
Admitir: (ê)DJLA :MASCARENHAS SALA­ 
MENE para exercer a função de Secretária 
de Educacllo. na Secretaria de Educação e 
Cultura Muruclpal, a partir de 08, 03. 08. (Por­ 
taria n.
0 
0045/83 - Gab. Pref. de 08_.03.83). 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
A!no DLOn Nun Le!te, Pret!to Mun! 
cipl de D!a VI«ta, Estdo de Mato Grosso do 
Su!, pelo prente EDITAL, convoca todos 
os Profiss!onts Autônomos, baseando s na 
Le! n 725/61 de 23 de D:mhro de 1 901 
(C6digo Trutdn!o) em eu Art!go I77 Inc! 
Mo II., da Inc!dnc!a e dos contrttutntes cone 
forme segue aba!xo: 
-- Médicos, dent!stas, veterindr!os, en­ 
femmetras: laboratórios de ná!!ses cl!n!c1, 
hosp!tal, dvogados, per!tos e aval!adores, de­ 
pachantes, econom!stas, contadores, guarda. 
I!vros, técn!cos em contabtl!dade, datilogratia, 
enrenhe!ros, desenhistas tén!cos, barbe!ros, 
cabeleireiros, manicures, olfnfates, tlnturelro11, 
pcdrc1ros, carpinteiros, mecànJcos, elotrecfa, 
tas e pintores, pra comparecerem nesta Pre. 
feitura Mun!clpal, até o dia 30 de Março do 
corrente, para pagamento de taxas de local! 
zaçlo e Imposto sobre serviço ISS). 
Todos os contribuintes que quitarem seus 
impostos do umn só vez gozarão de um descem 
to Especial de 20%. 
- Prefeitura Municipal de Bela Vista, ES­ 
tado de Mato Grosso do Sul, aos oito d.IM do 
mês de Março de mil novecento.s oitenta e 
três. 
AFONSO DILON NUNES LEITE 
Prefeito Municipal 
AGR!CUL JURA 
ME/R 
zm immorta;ifes 
~ 	iiiiiiiiiiiiii-a..--~---- ---- ----iiiiiiiiiiiii~ 
"CONCEDER UCENÇA PARA GESTAÇÃO" 
A funcionária: BEATRIZ DUA:RTE. do 
dia 08.02.83 à 0:?.05.83. (Portaria n.
0 0039/ 
83 - Gab. Prer. de 24.02.83>. 
BELA VISTA-MS., 09 de Março de 19.83 
AFONSO DILON NUNES LEITE 
Prefeito Municipal 
STABILE GARANTE: "NA.O V.,UIOS 
1 
IMPORTAR ARROZ" • 
. O Ministro da Agricultura, Amaury Stá 
bile, determinou que não seja importado ar- 
roz durante o ano de 1983. Dapois de negar a 
e:xistêncla a~ nutorizac;io para compras de ar­ 
roz no exterior pelo sistema draw-back, v. 
sando reexportacões. Stábile. atribuiu os re­ 
centes boatos sobre imnortações de alimentos 
a "certas áreas intermediários com nítidas In­ 
tenções de inOulr no mercado". Sobre o ar­ 
roz. ele 1?3rantiu que a produ;ão sera este a,. • 
no su!iclento para o consumo sobrando a.Inda 
quantidades destináveis ao estoque regulador 
e ao mercado externo. Com relação ao futuro, 
o Ministro mostrou-se confiante, tendo em vis­ 
tn os novos culti'l'OS de várzeas, ií:l.iciadõs em 
quase todos os Estudos. No Parã, segundo des, 
tacou. no. várzea sistemntizada às margens do 
rio Cneté, no município de Bragança, os a.rro­ 
::nis já estilo produzindo mnls de 5 mil quilos 
por hectare, sem o uso de fertilizantes,

n 
CâMIBI É NOTfCII· 
f'" 
IUS,lO DO D1A 1'/!l 
Pr-.mÇ11,11 doa vereadore• c!audlonor Jto· 
dr!pus, Ivan Atono da Cot Marques, Roe- 
1ío direta, Marcelo calvano, Ancelmo 
J,o ~ Evlhlll0 Mlr~ndl e Cásslo Acloll. o pro, 
ak fn Atono d cosi« Marques nomeou 
Marcelo Calvano secretário "d hoc pois J. 
deltonso Pinheiro no compareceu ((ol sls­ 
Ur a posso do governador Barbosa Martins), 
. . 
SALA PJRA
1
Am>MNClAB 
O presidente !cmbrou quq ~, indlcaç~ do 
-verend.or olaudlonor Rodrlguci.s;pnro se lm 
lanllr umn snln do nudl~nclns com .o defer, 
ór tltco J4 se econtra em andamento. 
t « 1 	+, 
SUBSIDIOS DOS VEREADORES 
Claudlonor Rodrigues lembrou que os 
aubsldlos·tlóS vere~ores, encontrn-so, ntmsn. 
do, o que "também os vereadores que delxarar 
esta casa no receberam". 
"Se continunr destn forro -- disso Clu 
dlo~or ·- logo t,ercmos trôs.mêscs,de nlrM_?, 
que O pretelto to~e provldênclns n respeito , 
CONSTRUÇAO DE FONTE 
ESTRADAS EM CONDIÇOES LASTIMA VEIS 
l 
O vereador Claudionor apresentou tam 
bém. l'Qdichtão ,., sollolt:ahdo. providências ,· ao . 
DERSUL quanto ao estado lnstlmivel de nos. ' 
sas estradas. Uma comissão deve ser formndt 
paro ir ndJDERStru;::Fól, elog!nlin lo.• 1nlctnUv~ 
do vereador. 
CONGRATULAÇôES 
Moçl1o de congratulações no· novo gover­ 
nn.dor de Mato Grosso do SUl, !nlolaUvn do 
vereador Idelfonso Pinheiro. 
' 
LillPEZA P'OBLICA 
O verendor Marcelo CnlvMo, l[der : 
pr.mn, .saudou os vlsllnnt.es •: ~t ri:.: <i!U! 
possectle wu«on maroa Mar"";'aa ruis. 
"está havendo especulaçio na resp' rta., O 
tltulçlo do si, y«ceio d3? ! 
PMDD quer eleições livres, 5~ colher o 
uer que o povo tcnhn o direito e cs a 
q f 
1
,_ é 
O 
nosso partido contrllrlõ 
aeu pre e w, . d lm1 poro. hal­ 
quolquct' medida que venha "%,,,'a±e novas 
,xo. Disse nlnda que 
O momen ~ 
8 
no~ 
1 ões .M •prioridades que mer 
P??"{k'+o nvs d@ tir a recito 4 su- 
11 
• 	d r um homem hones 
ccMlo. O nosso govema . o ' )l:stndo 
to lntogr<t 11aborá admlnlstrnr· o dm!nl 
O ' dinheiro 110 isovo será bem n s 
• trndo sem obras !nraOnlcns, mns de renllza- • 
ções bcnéflans pnrn o povo.,• , '"sse nn se!• 
o nobre verendor Ance mo ll 
sto ni@ri6r, ge eu tona +"",2"72; 
rei pois qunndo disse que o Estado. a . 
m!ÍbOes, eu errei, o Estado devo 10 Moes. 
Quero· dolxnr bem claro nos colegas.· que . . 
me njudem n nJudar o povo ·eofrldo de Belo. ._ 
Vl.sta •vnmos trnbnlhllr- em beneficio do povo,, 
exemplo esta !nlclatlvn do Claudlonot-,- ·tor- ' 
mar uma comisso para Ir no Dl!lRSUI:i'é:rel1 
vlndlchl' em bloco.'· 
Bela .Vlstn preciso de mal~ as!lstêncln· rné-. , , 
·dlcn hospltnlnr; melhores co
n
dlçes na rede. • 	, " Pará' mellior atendimento com ai:npla 
estadual,-, o munlclpnl de enslno.·Esta. [0 Melhor Churrasco "Rodiri4o" aan .doíicia' de mesinh:15 e cadeiras 
remds·na posse do wtLsort Darbosa Martinsre:: Banca de tira Gosto 
levaremos ntchle·os problemaa de 'Bela Vista. [verduras e Saladas.Frias. 	Pasteis feitos no momento. 
"UMA NAO, :VARIAS.~S'1'.ElRAS''.. l. RtT~.·MÀ.RACAJU, l'{7 (Fundos)...XN'rnE AJ♦DE jULHQ li: A CALôGERAS 
O vereador Ancelmo Lopes; logo e!l'l se, 	d"' S•·•l ~ 
gulda, dlssa:que calvano nto dtsse "uma bes ;[Campo Grande Mato Grosso 1o U 
telra, mas vdrlas". Defendeu o Governo do Es--. 
tndo ·o· disse. que Pedrossian realizou várias 
obras em,nossa.,cldade, obras de vulto, DIsse 
tnmbém que Calvano "não sabe !ozer oposição. , 
pois só 'dlz besteiros e aloques -gratuitos.'',.• . 
Disse ainda que "prova do recooheolmen-:._ 
to do povo foi n vitória do PDS no município 
com mais de..50 por.cento .dos. votos . ..QuemJa• 
la em nome do povo na.Câl:nnrn é II bancada 
do PDS", , 
O vereador Idelfonso sollcltou também 
provid~nolos no prefeito municipal no senUdo 
de proceder limpem das ruas que se encon. 
tro.m !Ujll!l e com mnu aspecto, 
TOLDO PARA PONTO DE TAXl 
. ' 
O vereador Marcelo calvano solicitou. ao 
p.refelto municipal que inStale um toldo • no 
ponto de taxl n.
0 
1, pois o que 111. havia !oi des­ 
trulçio-:por um caminhão da Prefeitura Mun!­ 
cipal- 
ESTRADA BELA VISTA A CARACOL 
UCESSAO MUNICIPAL 
PASSADOSUWf'.lTO 
No a.uge dos debates Ca!vano dlsse que 
0 
passndo poUUco de Perondl era ~uspelto, O 
mesmo retrueou dizendo que suspeito ct'am o 
passado de alguns integrantes do pnrtlclo de 
Cnlvano (Rachld, etc, ete . .> 
BOSiw.ELTE 
Pediu n Umpen dn.s ru:i.s, nonnaUz;içiõ. 
do t:rtmslto nas estradas e perguntou se .crn 
normal II Prefeitura cobrar para retirar entu­ 
lhos. D!Ase que n Prefeitura cobra l!.:lCO!J dQ 
cimento o "não sei para onde vai es:te5 sacos 
do cimento ,sQ pnrn o engenheiro ou para 
0 
prefelto". 
DIAL<)GQ 
Clnudlonor enfocou a necessidade de diá­ 
logo por parto do prefeito municipal, pois to­ 
tios devem procurar o diálogo • 
IVAN MARQUES 
No final da roun!ão, o prcslcl nto h·c-;n A, 
tri:n!IO falou a respeito d:e como devem e com. 
pÔrtnr ns vereadores, En!ocou, princlp:ürr.m 
te, necessldnde de se pcd.i.r o npo.rtc qu:1r:tn 
necessário e respeitar o vereador que esttvt 
fazendo uso da palavra. 
' .. _, PERONDI 
--------------·.;;.;..__; 	,.,., 
Disse o. voreador Perondl - NIio há espe­ 
culação, há uma realidade, o PMDB está lm• 
pondo um regime. de terror em Beln ·Vista, 
NlngUém está itnmqutlo. no cargo que ocup, 
se há'CSl)eculnções;·elas partem do PMDB, que 
pretende mudar. este e aquele, nqueln e a OU• 
tra, nurnn buscn insaciável do poder o PMDB 
AMA'O PODER.,~E'quer n·Prefeltura·Municl- 
pal. Po.ra:lXllm·o,governador,do.PMDB está é­ 
com medo, só fala nas dMdns.que Pedro de!­ 
xou, oras, porque não encarar de frente e tra- : 
balhar? E' medo, é medo de assumir respon­ 
sabllidndes;•D.lgo :mnts. ainda ao vereador Cal- •. 
vano, quando trouxer :problemas a· esta..easa • ·, 
venha-preparado, procure:se:lnformnr a ·.res­ 
peltQr.O-Glnáslo de Esporµis !ol• construido· 
com verba federal ee. V,,Excla.não 11ablaJique 
sabendo.:Perond! •roltou: nlnda, a reportagem 
publicada em a Tribuna, entrevista de Marce,-­ 
lo, 1; 
?ttARCEU>:CALVANO . .,. ·' 
Classe, Belezà, Conforta e Elegância 
ESTAS SAO AS NORMAS QUE REGEM.A.MODA NA., , 
"BARBARELLN BOUTOUE, 
Rua Guià: n>pes·-an,.Fone (067)''.'431-2630 - Ponta Porã - MS 
" Elegância a cada passo" 
ESTA TRAZENDO UMA MODA ALEGREiE BONITA NAS CORES 
E NOS;llODEilOS PARA SE IDENTIFICAR COM VOCÊ 
BIRUIELLI BOUTIQUE 
0 vérendOl' Rosevelte Lino Garcia falou 
do .so!'r!ménto dol! moradores de Caracol • e 
tambémn dos fazendeiros da região que são o-•: 
brigados a viajar pela "rodovia da desgraça", •.. 
a que liga Bela :Vista a-Curacol. Pede provic!ên-' • • · "Fui convidaâd 11 • dar umn ·entre-dsta, ao 
cias o DERSUL é Prefeitura Municipal, no nobre jomalista Ivaldo Perelrn, dl;etor da ·Re- , 
sentido de fazer reparos e tomar o transito1 de Belavistense, sediada em nossa.cidade, o, 
pelo-menos regular. 	meu pensamento e o pensamento do PMDB 
de eleições livres em Be1a. Vlstn:E' uma ques-. 
tão de lógica que~ se não houver eleições, • se 
nomeio um poUijco do PMDB." Isto ~ lógico. 
Quruilio falÓ 'que o Ginásio é umn obra fnra.ô­ 
n1ca· quero dizer q,ue se deve obedecer priori-· 
dadés, caso da construção de um põsto de saú­ 
de no bairro N. S. de Fátima .o nobre verea­ 
dor diz que as df.vidas do Estado "Jazem", não, 
elas nliO morreram e serão pagas por Wilson 
Barbosa, que tem mais crédito que o Gover . .­ 
no do Estado: Quanto a _sucessão municipal , 
vamos-esperar a aprovaçao-dll emenda Benevi­ 
des, se Isto não ocorrer; o governador 'vai no­ 
mear uma pessoà de- sua wn!lança. , 
Quanto o. veiculação de nomes, é mnis es­ 
pecúlação da Imprensa local." 
O vereador Rosevelte Garcia sollcltou·,a• 
Instalação de um bueiro na esquina das ruas 
José 13onl!aclo e Voluntár!Os da Pátria, assim 
como a rep&ração1ias duas l'WIS. e llmpeza,das 
valetaa a!l existentes. 
REl"ARAÇll"O DE RUAS 
I 
s 
si 
O veieadór Ancelmo Lopes, também soll-. 
dto-q l)l:(Mdêfu:!a. no pre!elto no sentidb de .en, 
cascalhar a rua Guia Lopes.que dá acesso à 
torré de ti'ansmlssão da Rádio Bela Vista. 
Eilr0CÕÍ1 õ estado de a'bàniiono em que se en­ 
contra aquela rua.. 
MESA PARA A IPRENSA 
o vereador ADeelmó Lojies solicitou tam­ 
bl!m qae a Presidência instale uma mesa na 
CArriara para a lmprmSa desmm>lver melhor 
os seus trabalhos. O presidente dlssé que Jll 
havia pensado nisto e que estava tom.z.:z 7o- 
vtdtncls. ·---··- 
ºEVILASIO MIRANDA . 
N"ao estou aqui para .ver debates lntrutf. 
teros, :ver quem vai ou não vai entrar na Pre­ 
feitura. estou aqut para. trabalhar em benefi. 
cio do povo e. acho que os companheiros,. de­ 
vem.procurar assuntos mais sérios, Ninguém • 
sabe nada a respeito, nem o próprio governa­ 
dor, é assunto para se debater num ..fururo 
Assuntos mais sérios exigem a nossa partici­ 
paçjio •• Qwmto a comissão.que deve Ir.ao li>ER,. 
SUL, eu concorüo plenamente e. assiiíi como a 
}ç "e rounr o senhor prefeito muniei. 
Gw e E m awe 
Blocos de Correspon&nc!a, Impressos ~- e· estu~tu; e.:ivelopes, Confecção e Ixnp~ 
de boletins e jornais. .=, 
~IhJnhns, Calendários; ·Cartões de Na'tai, Visitas, convites de casamento, alliVersár'.oa, 
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- 
; . . 
l 
Bradesco, o m 
PRIVADO 00 BRASIL, COM 
Neste ms de março, o Banco Drasilclro tos de trabalho necessárlo. Ho]e, a quase to. 
e Descontos S.A. comemorn quarenta nos do talidade das agCnclas funcionam em sistema 
tunclnção. Llclcr, hoJo, do um con:)unlo <lo cm- operotlvo lntegrndo, ntravts de pr<1cc~samen, 
presas financeiras de Igual destaque, reunidas to de ddos, caro de 1 centros redona!s, 
sob 0 nome Bradesco, o bnnco comercial que 110 :;ubeentros de serviços e dois pontos de 
nasceu em Mnr11Ja, São Paulo, com capital de transmIsso, que recebem ns Informações so- 
dO'b mil eont:os de réis, colocnse no t.opo de bre o movimento diário das agênclas e os 
todo o sistema bancário privado, com patr. transmitem h Matriz, nn Cldndo de Deus. 
mnlo Iiquldo de Cr$ 256.6 bIIhóes, Essa d Intra-estrutura de apolo que ga- 
Cotn essa base de sustentcio resultante, rante n volocldad.e adequada no nroccsso d~ 
em parte considerável, da prtlclpnçlo do clsdrlo e opornclonal dn Organlz:aç!o Brad.e1- 
mals de 3 milhões de clonists o Brdesco co, sob o xsnecto moresnarlal. ms o tam- 
dist:rlbul suas otlvldndes nor todo o território bém e, na verdade, essa é sua tInaldnade bdslca 
naclona!, ntravés do Ruas 1.410 ngnclas. ssegura n oferta do ru do otlc!Ancla exlgl. 
'rodos os outros mlmeros referentes àS do pelos clientes. Pesdobra.mPnto maJs reoen• 
operações e estrutura ornnlzaclona] do Bra- te dos usos convnlonys d Informática e 
desw t~ll' d!menslío nltldnment.o dl!erenoindó dn eletrônlr.n é o Brn<111soo Jnstont~nco, uma 
rn, tombém, n comecnr pelo saldo de depósl- rede, em mro do 197 ronstitutdn por 67 
tos a vsta, da CrS 510,0 bilhões, equivalente, agênclacs lnterl1gadns "on-line", com 2. 678 ter- 
no tinal de lll02. n aunse 18 por cento do to. minais de computador. que permitem ao usud.- 
t do sistema bancário. Adlclonnndo-se os de. lo pessoalmente renllzr um srt de opera- 
p~sltos a prazo, têm-so Cr$ 650.6 bilhões, o . ções, com il utlllznção de um cnrt.fio rnagneti. 
que se corresponde n 11 por cento do saldo zado, sistema que. mais umn vez mostra o 
lobal daqueles dois ativos, em todo o slste- Bradesco como pioneiro cm serviços bancá- 
ma_ .. f1nanC!;ll.ro. Considerado o conjunto rios. • • • 
do banco ccmerclal e ns empresas flnancelrru Em Jnnelrol83, também. entrou em fun. , 
sob sua liderança (banco de Investimento, fl• clonamento, na agênrJn Nova Caoltnl. no CO• 
nancelra e cinco sociedades de crédito lmobi- ração da Capital Paullstn, o prlmeiro.call<a au- 
l!áno), o saldo de recursos do plbllco era dâ tomll.tlco do Pais (ATM - "automatlc teller 
ordem de Cr$ 1,20 trilhão, em dezembro lllU- machlne"). Está orol(ramadn a instalação de 
mo (ns Qperações ativas chegaram a Cr$ 1,12 100 dessas unidades de atendimento nutoma-. 
trilhão). 	. tlzado de cllentes. aue. assim. noderllo contar 
Anenas no -banco comercial, tinha-se em com os sérvlços ·do banco mesmo fora do horá- . 
dezembro, um saldo de ar$ 413,5 bilhões em rio hnbltual de expediente, pois o equlpamen- , 
operações de crédito; dos quais crS 105,2 bl, to estarll.-dispon!vel externamente lls agên• 
lMes no segmento de financiamentos rurals cla.s. 
(mais 106 por cento em relacão a dezembro .O equipamento do Bradesco Instantâneo 
de 1981), área em que o ;eradesco atun, constitui a representação do material de to- 
Tradlclooat e orlorltarlamente. desde os do um esforço de pesciulsa e desenvolvimento,· 
J)rlmelros tempos. Afinal, as oróorlns origens no setor de ln!ormátlca e eletrônica, renUzndo· 
do banco estão no melo rural e nl.i ganharam na própria Organização J3radesco, exclusiva- t 
corpo suas raízes. 	'mente com o propósito de aperfeiçoar os ser- 
Na trajetória destes qunrenta anos, o viços oferecldos nos cllentes . 
maior banco prlVl' ··, brasllelro foi pontilhan- 
do o sistema financeiro ~e seltUldns lnlclatl- · Essa organização de hoje, de presença 
'11.S pioneiras, seu traço caracterlstlco mais marcante em todos os segmentos da atividade 
Importante, talvez, o estimulo e a captação da flnancelrn, continua em Marilln, mas também 
]leqUena poupança é um exemplo, no Indo das já está em Nova Iorque e Grand Cayman, com 
formas Inovadoras de· gnrantlr apolo credlt!- ngênclas próprias, e ·em Londres, onde tem 
cio aos pequenos e médios agricultores, assim escritório de·representaçll.o. A economia bra­ 
como aos Industriais e comerciantes. o Bra- sllelra cresceu e transformou-se, exigindo es, 
desco também foi nlonelro no orereclmento de ses novos passos. O npolo aos negócios de ex. 
livre acesso dos clientes no gerente. E mais: portação. consubstancleu-se no saldo de CrS 
a prpria expansão da .rede de agências sem- 74,5 bilhões da conta de "adiantamentos so­ 
pre teve um claro espirita de plonelr!smo, por, bre contratos de cAmblo", por exemplo, re­ 
llteraimente ajudar n desbravar rrontelras e I gistrado em dezembro passado (mais l?.4 7 
ainda hoje ievar oportunidades de progresso i por cento, em doze meses). Ainda na área ln- 
• ~ tnals longlnquas regiões, Instalando 481 a, 
1 
temaclonal, o banco foi bastante ntlvo na cap­ 
g!nclas pioneiras do Olapoque 110 Chuí e 59 1 tacão de recursos para repasse no Pnls; as 
pastos avançados de Crédito Rural. "Obrigações por empréstimos e.-cternos". npre- 
. Pouêó antes de completar a metade des- sentaram saldo de Cr$ 172,4 bilhões (mnis 
'as quatro décadas, durante as quais compa- 149,7 por cento). • • • • 
, .~~~--perto as principais mudanças na es- { com mais de 3 m!Ih6es de acionistas, o 
. econOmlca-!lnnncelra do l'nis e delns . ! . Bradesco constitui uma das- maiores socleda, 
!Zg""ou attramente, o Brades@ foi Igual- , l des de capital aberto, em todo o mundo. Seus 
1 
te plonetro, entre todos os bancos, ao e<>- .  quase 6 milhões de depositantes em cadernetas 
d:X- em funcionamento o primeiro ~mputa-- : de poupança, são números que tem muito n 
~em 1961. E isso aconteceu na._Cidade de ver com os dois plnclplos fundamentais que 
llla , outro exemplo de Iniciativa impar, to- sempre nortearam o crescimento do Brades- 
~: ainda na década de clnque_nta: ali, no co, por inspiração de seu fundador, Amador 
, lo de Osasco, perto de São Paulo, foi Aguiar, ho)e presidente do conselho superior 
• 
0
talac!a a sede administrativa da Orga.'liza- de ndministração: estimular a poupança e 
~ com parte substancial, ainda hoje, de prestigiar o acionista. Aqui, • também, um 
lllals de 90 mil funcionários. exemplo de pioneirismo: o Bradesco !oi o crlá- 
Ase Marilia, o número de clientes mul- • dor de um sistema de distríbuição de dividen­ 
'1 cou-se Inúmeras vezes, a diversidade de • dos pagos mensalmente. 
d tv!ços _ampliou-se Ininterruptamente. A mo- . 
,.,;~Çao da sociedade brasileira e a sofisti- A Fundação Bradesco é o braço social da 
....,..o· de suas exigências trouxeram novos e Orgnnização. Entidades sem fins lucrativos, 
~_!Uidos desafios às empresas .financeiras. O tem recursos •graças às doações feitas por to- 
iTdesco manteve sua liderança, Investindo das as ·empresas do grupo, mais aqueles pro­ 
continuamente em programas de elevação do venlentes dos resultados do Top Clube Bra­ 
!vc'. de eficiência. A lntonnátlca e a eletrônl• desco, que os obtém com a veqda de seguro 
l.riatu fornecer grande parte dos instrumen- de vida e acidentes pessoais: • 
1 
Em 182 Fundação pode em.prezar um 
' total de Cr 1, bilho, pro!medamente, ps­ 
ra beneficio, por exemplo, de 21 escolas s!tua- 
das cm regies crentes de recursos e seus 
22 .100 allmcs, cm c1ir.,o•; /Je primeiro e e 
undo grau o profissionalizantes, Também d 
dn Fundação o curso de formação de técnicos 
cm inseminação artificial, vsando ao npri. 
mornmrnto genético do rebanho boino nacio­ 
nnL 
A Fundação mantém, inda, o Centro de 
l 
'frr'.::::.rr.r:.'.O C ro.rr.:·~o l"ro!:.~•! ".'l Ol'lU'I 1141 
denv!vem c recuro humanos teces . 
rios As empren da Orpan!7ação. NO Ano pss 
to, frequentaram ns alas do Cem!refor cem­ 
} ca de 30 m!! funcionários. vindos dos ma!s d!- 
veTO pontos do P!As, Além do mlcleo central, 
1 
na cld.1<'e c'e D.u~. o Crntrdor m:,.n
1
t
1
?rt rx, 
tensões regionais no Interior do Estado de São 
Pulo e ns Capita!s do PrA, Go!Ás, R!o G n. 
de do f5u!, ± Mm!uco, Ito de Janeiro e Is. 
ht, 
VALTER PEREIRA E CONTIA NOMEACIO DO FREFEITO DA CAPITAL 
E DAS AREASDT SEGURANÇA 
CA-1ll'O GRANDE: - Em sess!o ordinár'a Perevides e do deputado federa! AImundo P! 
reelizadn na Assembléia Leg!s.la-Uvn, o deputa- nh~lro, quo visam restabelecer as 0le:!çõe1 ê.l· 
do Valter Pereira, en!atizanclo que o progr- retas nas capta!s bras!letras e áreas de tez- 
mn de seu partido, o PMDB "é contrario as rança nacional". ' 
Indicações feitas nos porões dos Palácios", Aparteado seguidas vezes, o deputado Val- 
propõs que o governador Wilson Barbosa Mar. ter Pre!ra, teve oportunidade de expllcar da 
ttns, não indique através de mensagem ao !e- tribuna. su.-i atitude nllo poderlll ser cons.ldé­ 
gislntlvo o futuro prefeito de Campo Grande rda como lnsurre!ção a poss!vel atitude de 
Pnrn o parlamentar poderá ser mnnt1do governador eleito Wllson Barbosa l1'.nrtins, já 
no cargo de chefe do executivo dn capital, o czeno momento o mesmo ainda nt.O .havia to 
presidente da Câmara Municipal, vereadora i prcnunclado oficialmente .a respeito da su­ 
Nelly Elias Bacha, até que o congresso naclo-1 ce.55llc do pre!elto .da caplta.l. 
nal "devolva às capitais ns prerrogativas de "Nlio faço nenhuma restrlço quanto aos 
escolherem seus prefeitos pelo voto direto. Es- nomes que tem sido especulados péla J.m. 
sa é uma posição 1Jessoal", frisou o deputado . prensa como prováveis candidatos n preteltu­ 
demonstrando não estar !alando em nome da · 1 ra de Campo Grande, pois reconheço em to. 
. bancnda do PMDB, "pOls acho que esse com- dcs, homens de moral ilibada . e capacidade 
portamento deve ser mantido até que sejam comprovada", prosseguiu o deputado peeme- 
apreelados 115 proposições do senador Mauro debl::ta em seu pronunclamen~. 
SE VOCE QUER RECEDER o J o R N A L EM SUA CASA ou EM SUA EMPRESA, NAO 
SE ACAllo"HE! 
Venha, escreva, mande recado, telegrafe, ache um Jeito .... basta dar seu nome e endereço 
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O novo estilo de comunlcar está aqui 
- ... ~ .... -~-----· ..,. ---- -------------=,-,.-,--- 
Incra convoco proprietários 
codastro· opresentorr-.;m 
Bresilln (EBN) - O INCRA - Instituto • , R. Vieira da Silva, nos tlltimos anos "tem ha,vi • 
N~clonal de Colonização e Re!orma Agrária • do uma melhoria qualitativa em termos da:S : 
comunica que vai até o dla 31 de março o prazo j informações cadastrais e uma preocupação 
füml nara que os proprietários rurais de todo i maior por parte dos proprietários rurais dia 
o pais apresentem, as retificações cadastrais j,melhor ft.Ulr a sua declaração~. . • 
relativas às modi!!cações realizadas na explo- O dL-etor do INCRA: informou que, em 
ração de seus imóveis. Assim, todo produtor 1980. o Ir.stltuto recebeu um tota! de 600 m!l 
1 
rural que ampliou sua área de cultivo ou au- . !ormulárlos contendo retllicações apresenta. • 
t mentÓll a produtividade obtida com a utiliza. • das pelos proprietários nira!s, • mlmero que - 
! ção de seu imóvel deve comunicar o !ato ao ór.- caiu par:i 400 mil; em 19!ll. O prazo de recebi• 
gão, fornecendo todas as alterações registra. mento das Jnfonnacões relativas n 1982 se en- 
' das. Com isso, ele poderá ter um desconto subs cerra no próximo dl.a 31, e o INCP.A espera 
, tancial no Imposto Territorial Rural em receher c:m:a de 300 mil retl!.!cações. .• • 
1 l. 983. . 	. Segundo o diretor de Cadastro e Tributa- 
i . 'A atualização do cadastro rural poderá ser 
I 
ção. "a queda re!;istrada significa que com a 
1 
!elta nas unidades de cadastramento ou nos • mudanca de legislação, em 1980; havia um nú­ 
i postos do INCRA nos Estados. mero muito grande de declarações mal !or, 
Segundo técnicos do Instituto, a atualiza- i muladas. Isso, basicamente, !ez com que os 
l ção das informações relativas a imóveis cojos impostos crescessem e, em função do !ato. os 
' proprietários deb:aram de tomar essa provi- . proprlPtários passaram a procurar o INCRA 
dência há alguns anos permitiu a obtenção de : pám alterar seus dados-cadastrais dentro da 
um desccnto de at.é 90 por cento do ITR devi- • realidade do iínó·~ À medida em- que um 
do. 	• . ' maior número de proprietários tez a corr.eclo 
De acordo com o diretor do Departamen- : devida, ho-q.-e uma queda natural e esperada", 
to de Cadastro e- Trl);mtação do INCRA, José· • - 
• • ... 	4. 
AGORA TAMlttM OONSTRóI A SUA CASA, UTILIZANDO OS .MELHO_RES MATERIAIS E DANDO O PRAZO QUE VOCE ACHAR MELHOR. 
DO ALICERCE AO ACABAMENTO, TODO PARA S'0'A CONS'I?.UÇ.!O, vo~ ENCONTRA. EM 
MATERIAIS DE CONSTRUCAO 
• > 
'liODO . P:m:A SUA CG.N'S'IlRUÇÃO 
AV. DUQUE DE CAXIAS, 269 - JARDIM - MS. 
LTDA. 
2F5FF -.::.:.zsdh» ~ - Z DZUWCVtk A E ZC 
• '

lltlUII U F 1 
J •• 
• 
WIISII: Yamas 
c■inhar cam 
traem e vencer 
o furo 
Nn solenidade de sua pose, no Clube dos 
~tvldores, o governaifor Vlfüon Dnrhou Mnr­ 
tins proferlu o seguinte dlscurso do improviso: 
l)e-u-mc conhecJmonto ollclnl nesta rnenh!l, 
o Sr, Pedro Pedrossln, de que postaria de usar 
a pnli,vrn. Seria n dorr,i(folrn mensngom do Co• 
verndor que se despede de Mato Grosso do 
S,11. O protocolo não cogita de discursos nem 
P IR E S 
egos bem mula esclareclda - o demagogos, o n. 
to o povo, s!mplemente por terem A ,, dicais e os incapazs. que apontam, par com 
os redres livres e não estarem o altura . de 	" , l 
comprecnd&Ias, de nsum!r as reaponeabtl!da. plexos problemas. OIçes imp!tas e la 
d
es co.,.,.,,uente! e d.e aeél.tar o O-n11 que de- dequa.das e que, desorientados, ho]e se com 
T"?i' 	prazem em caluniar e enxovalhar a honra de 
• Ias advém.. 	" -·"•'llc 
Nossa d!menlo polltlea atultoue, lustres homens p2i 0. 
no Amblto externo, cm consequência natural Senhor Pre!dente: 
da adoço de umn ILnha de «obredde e coo. Reiteramos, nesta oportunldade, nosso 
rCnc!a, em pertelta consonncla com reall. condlclona! apolo A prande obra que 'Vona 
dado e o Interesse nclona!s e as tradições Excelncla intc!ou e está determinado entre 
... sd J · -'rlo gar, conclu!da, n i;eu, weessor, em r,ro ,g:u. 
que cultuamos det 1e o Imp 	, mcnto da busca dos objetivos da reolygo 
oomo cm todos Oli outros palses norms Iu(O ai 	+40C 
&!lo as nossmi dlliculdllde no campo eeqnõ- março de 106~ .. JteV'oluçã.o cujos prlr.clplos a 
mloo, maior ntndn d a determ1na-çl!.o d.o. ~ tn~D.o sem:pl'é pr.es.e:ntes no processo evoJt;1l, 
vemo 
8 
de Vossn Ex;celênclA par.a ven.e~lns.. vo ,dn nnç:lonnlldlldc e que sei:1lo :re.rolÍta.'nlr., 
os seguidos esforços para ajustar o adap. te defendldO!! pe.l6s verdadeiros e d1í(nos d!!a. 
tar n politlcn econômica aos inconstantes ven- dos que amam a su pátria. Cremos, comio 
tos dll conjuntura mundial e fazer trentc fn- Vossa Excelência, na vtab1Udadc do !'stera 
versn.o das tendências que se vinham m.n:nten. democrático e na governab!l!dade da democr. 
do· por várias décadns, só não são compreen- cla, 
clldos pela !ngnordnola ou má campanhas de: Acreditamos firmemente que os lnvesu. 
vaclnaçll.o )evadas a efeito em todo ter-r!tódo. • mentos que esto sendo realwldos no homem 
nacional, o mecanismo criado para n aquillf... , bf!lSllelro,, para__melhorai.- suas condJ.çõ-<.,s da 
çllo. de casa própria, visando atingir as cama.. vida, resultaro, dentro _em breve, em exct!en. 
dlls mals necessitadas da população, a demar- tes dividendos .. 
cação .de reservas indígenas e o investimento, Apesar drul.dl!Jculdades do momento, vis 
como nunca fôra feito antes, na importante 1umbramos um futtiro .rndloso para o Pals e 
área da Educação. • • temos a certeza de que dias melhores não tar­ 
Fruto desse trabalho produtivo, 11 Ne.çl!.o,. dallão,, pois estamos plenamente conv:l.ctos d.e 
tem podldo gozar de invejável paz. interna,, e que. as diretrizes de Oovemo, e:m:ru-.a­ 
serena estabilidade polltica apesar da,sl_tua-i, 'dos,de VpssaJ:xcelêncla, são as mais cori;etas 1 
çi'lo econômica mundial adversa, com profun-. e as mais adequadas conjuntura. 
dos reflexos em-nosso Pais, ,O amplo. e eleva- ; Pode, Vossa Excelência, estar certo d.e 
do debate hoje posslvel - 11 que todas as ca-. que a Naçi'lp já, respondeu "presente• ao cli:n. 
macias da sociedade tem ·acesso, sem distinção jm.a.mento de participação na cruzooa de will:o 
de credo ou ruça - é !ruto, por certo, da l!- -de esforços para caminhar na direção d:l re. 
herdade de expressão alcançada, sem preca-. tomada do.,desenvolvimento. 
dentes na nossa história·; e ·do· aprimG~JltQ r ' Snlba, caro :Presidente ""João Figueiredo, 
da educação .do p0vo brasileiro, que somos categoricamente contrários às cri­ 
Seria ocioso continuar a percorrer a lon-. •tlcas_ln!Undadas dos que só sobem dlvldi.r e 
ga lista de sucessos obtid.os no decorrer des. que permaneceremos coesos e preparados pa 
tes quatro anos. São frutos de um -- trabalho ,ra trilhar, oom determinação, os caminhos• 
1 
patriótico. honesto e produtivo que desar- pontados pela sua c;oncreta e c!eçlU® f)dmm­ 
mam,. perante_ a . opinião publica. agora ça, 
Coube o mlnlstro Walter PIre«, do Exdr. 
clto, audnr o Pre!dento Figueiredo na ole. 
nJdnde tOlltlwdn no Paláclo da Alvorada, quan­ 
do il'ornm comemorados os quatro anos de 
Governo. A integra do pronunciamento é a s%­ 
(l'lllnte: 
••Cabe,me, neste morncnt.o, ll elevad11 hon, 
ra de 111i:11dar Vossa Exceltncla pela pnssa,gem 
de mln um nn!versárlo do seu poverno e o f- 
• ço com -ncentundo orgulho, componente quo 
11ou destn, equlne que V:ossa Exeelêncla lidera. 
Foram quatro n,nos de Jut:a~, vltórlM, Uu- 
6eS o deslltmõe.s. Po.r vezes, foi necessário 
corrigir n rota trnçnd.n lnlclnlmente. Neste pe­ 
rfodo sucederam-se , rapldlimente fatos da 
mlllor lmportllncln parn a vida n.nclonal. O 
1 
l3rnsll de hoJe é sem dil.v!da, ba&tonte diferen­ 
te do Brasil de 15 de março do 1.979. 
de nulorldode;'" que so despedem, nem dos que Sob a seguro. orlentaçno dé vossa Exce­ 
te Instalnm no poder, Elll:retnnto, nt:cndendo : l!noln, o processo de aperfetçonmento demo. 
os nne'os de sua excelência, achei justo que erát.lco !oi, desde cedo, conduz;ldo com objf~ 
e despeça do povp de Mato Grosso do Sul. Nilo vldade e pert.lndcln, levando a Nação a resu 
• _ 	dos que surpreenderam oté .mesmo ou mais 
trouxe o meu dJscu.rso escrito, mos trou. ex.acer}llldos negntiv~taa •. 
:xe. aqui a minha palavra e vou, tnmbém ou 
mo dlrjglr no ·povo. 
• lw.ccbo das mãos do Govcrnndor este car­ 
go, mn.s nn verdade este carro tem profundas 
ra:(zes;que gcrml.nnram dos articulações pol!Ucns 
dif:fcefa, -que toram -crescendo nos comícios, que 
fécundnram n terra no dia 15 de novembro. 
Raízes 'Partidas do coragão do· povo nesta 
retumbante vltórln de 15 de novembro. Tenho 
bem presentes as responsnbllidades que pnlram . 
sobre mim, sobre meus companheiros de govor• 
no, dé partido, sobre o povo de Mato Grosso do 
Sul nesta hora. 	' 
Mas estpu tranqulio, estou seguro de que 
estamos à altura do grnnde desafio desta hora. 
Pesaflo não apenas no âmbito estaduol, mas no 
campo nacional. 
' OPDB, através dó governador eleito de· 
Mato Grosso do Sul, diz às altas autoridades e 
ao povo brasileiro e matogro.ssense do sul que de 
iejn umn solução Imediata para 11 crise naclono.l. 
Convoca para Isso todns as ·oposições, o po­ 
vo, todos os segmentos da soclednde, a parl.lcl­ 
par de um grande programa econômico, pollti­ 
co e social capll.% de salvar esta PAtrla. Inaugu­ 
ramos, nós do PMDB, uma nova época nesse 
Pais. 
Reteria-se ao ex-governador à situação eco­ 
namlco-ttnnnéelra de nosso Estado. Devo subli­ 
nhar que· as responsabilidades nesse setor são 
realmente pcsadàs para n6s. Pelo que me foi 
dado a concluir do relatório da comissão de 
transição, pelos dados existentes na contablli­ 
dade do Estado, o total da dívida de Mato Gros­ 
so do Sul é de 150 BIHes de cru?e!ros, aprox:l­ 
mudamente: Dlgo isso não pau trazer desânimo 
e-alarmar, ou mesmo para nnntematlzar-. Quero 
fazer frente ao povo, um balanço sumário do 
que está nconb!cc!ldo: vamos pagar essa dívida, 
estejam com nosso Governo. DMda que não 
vence daqui a oito anos, não. Divida que já es­ 
tá. vencida, que está se vencendo, que vai se 
wnc:er todos os me,ses, que terei que pngar men 
salmente aos bancos que estiio batendo nas por­ 
tàs do. Governo. D!vidns que vão onerar essa 
administração do 'Primeiro ao último dia. N"ao 
digo Isso para trazer desânimo, acredito na vi­ 
tálidade d.e Mato Grosso do Sul. na capacldad 
e Inteligência do seu povo. Vamos reordena; 
a situação financeira de Mato Grosso do Sul 
vamos eamlnhar com coragem e veneer o dea. 
flo do futuro. 
A. metas a que me J?ropon'ho foram. pro­ 
.rn.,e-tidas pe:r:ante o próprlo povo, nos comícios: 
n:ao quero levantar palácios, quero :resolver o 
ptolilema do povo. E fundamental nessa hora 
em que se fala em tréguh, ;;e lembrar da fome 
que assola os brasileiros, dos problemas de or­ 
aem. ~ habitaclona:1, de .saúde e educação 
que estão a desà!dar o povo brasil •. d Ma- 
fO Grosso do Sul c, ero, te - 
. =m um a um. os compromis- 
os assumidos com o povo de n.os:sn terra. 
Mazi;terá o nosso partido relações 
113 mais 
cordiais com outras poderes de respeito com 
118 
demais partidos politiccs, partindo do diá­ 
logo, do entendimento, as soluções da grave 
àmjuntura que enfrentamos. Eu os saúdo cotn 
meu ftatenial abraço, neste gnnde espetáculo 
dv.ico em nossa tem. O ilia de hoje e o 15 de 
novembro marcanun uma nova época, umn r.... 
l8lúada de espttança, de confianca. a 'h 
do, - - .-. ..., o:,rn. 
Paulat;!namente e firmemente, a. NllÇão 
chegou a abertura pollt:lcn. sendo resolvidas as 
complexas questões referentes à anistia, n ele­ 
glbJlidade de pessoas que o.té então !nelegivels, 
a· reallzaçlo de,eleições llvrcs:-1! .diretas e, II­ 
nalmente, a posse dos· eleitos, nwna nutêntl- • 
ca tentativa de· conciliação nacional. 
Tais progressos são reais e só puderam 
ser alcançados graças. a determinação de· Vos­ 
sa Excelência, que contagiou o Pais apesar 
das criticas improcedentes dos que, por- con­ 
veniência e Interesses escursos, transforma.­ 
rnm-se em eternos Insatisfeitos, que tentam, 
por todos os métodos, mlnJ.mjzar a Importân­ 
cia das conquistas alcançadas. Aqueles que, 
mais clamavam pela democracia e liberdade 
são os que hoje contestam as atitudes liberais 
e dernocrát.lcas tornadas pelo Governo de Vos­ 
sa Excelenola, e procuram desacreditá-Jas.jun- 
CRISE. 	-A 
REALIZAAÓ DA COPA DO MUNDO DE 86 NO BRASIL 
. Brnsllia • O Presidente Figueiredo, após O estudo- apresenta-, um balanço compara- nos setores de Previdencia Soelal, Educaço t 
examinar o parecer da Secretaria de Planeja- tivo de custos com a realização-da Copa-,no Br►. S!1,id_e,,priJlcipalmente, 
mento da presldencia da República (SEPLAN) sll e. os gastos que o Brasil· teria para enviar a-- ''Tendo_ em visi.;_ os elevados riscos de paD· 
decidiu que a Copa do Mundo de 1986 não po- Seleção Brasileira ,ao Exterior. Assim, a reali- lização de horas de trn'otllho adicionais e a lll:' 
dera ser realizada no Brasil, diante da atual zaç/í.o da· Copa, no Brasil- e não no. Exterior ' coveniêneia de reduzir os dispêndios nos seto- 
conjuntura econômica. 	d vista 	• 
. . . 	•. eve ser , como ,um-projeto, de substitui-. res sociais, que seriam prejudicados nos testeS 
. A decisão foi tomada no último dia 10, du- çao de importações e de barateamento do custo, especiais. não se recomend; llzaçlo do e- 
:rante uma reunlã ministro D lflm N t d 	• ' , _....., ·• "' ..._ . a .. a re11 " o;, • 
. o com os s e e e acesso ao espetáculo para os residentes nos-- . vento no Brasil" - conclui álJ 
to (Planejamento), Leitão de. Ahreu (Gnb!ne: grnnde centrps 	• 	a an se. 
te Civil), Rubem Ludwig (Gabinete Militar), A análise procura avaliar-os resultadas .po-. 
0<:távio Medeu-os (SNI), e Danllo Venturinl sltlvos para a sociedade brasileira como um to- 
• (Assuntos Fundlíuios). 	do, e são_ apenas a economla que seria. produzi- 
, O DESPACHO 	da,para um reduzido número de pessoas • - , O CLUBE RECREATIVO ESTRELA pi:) 
:e ª seguinte a íntegra do despacho presi- precisaria viajar ao E«ertor pra .,]]" " AA - ae ca». Pesa, T • Acampame:nl!! • 
dencia]:. 	jogos. 	• st a0 convoca os seus associados. para a Asserabléi4 
"Tendo:em vista o parecer da Secretaria de- . . O balanço tomou·;por base nue._o Brasil•te- Geral;Ordinária que.deverá.rea.llzar-se dla v!n- 
Planejameneto, considero que, na conjuntura n 	"" 	•• 
a.um.custo liquldo.paI:a.patr.oclnai:._a, Co= .,_ te-e dois (22)·do corrente mês de março, àJ·,.: 
atual o governo não deve assumir n responsabill Cr$ 400 bilh" 	,...._ "-" 30- ho 	tôcl 
dade decorrente da eventual escolha do Brasil '' @es, para uma economia de divisas '' 9ras, na residencia do Presidente Ant"" 
de 200 milhões de d6lares (cerca de Cr$ 76 -. Sil,veira Xav;ier, na. rua Antonio Maria Cel 
para sede da Copa do Mundo de 1986. Entre· ~~dl), A pnralliaçaô da força de trabalho o, { 206para o fim de eleger a Diretoria e 
O 
Const" 
ns clrcunstànclas·que•concorrem: para esta de- ._.,_.,. ( 	lho as (uma hlp6tese) representaria, um-cus- , Consulti:vo para, 0 próximo exercício. 
cisão, destaco: 	to doméstico de geração.de divisas de cerca de N5o havendo número legal na primei" 
a) O ônus financeiro l.mpllcará deslocar, pa cinco 	"" " 	r +y.30 
ra atender ao empreendimento, verbas. qµe se d vezes ª taxa de câmbio: "Esse.resultado convocação será procedida a segunda, às 1.~- 
destinam a programas sociais do Governo· ecocre ~rinclpnlmente do. ele}'adq custo,qqe a horas, quando.então.a Assembléia será real+ 
b) O -alto custo dos ingressos. é inco~pati~ P~ çao ad1cional de_ t?:ês dias, adnutfda. da com qualquer número de Sócios presente> 
vel com o poder aquisitivo das classes mais <:a.• hlpotcse acima, impõe à economia. 1· Bela Vista, MS, lS de Março de 1983. 
rentes; 	Além. do problema puramente econômico, Antonio Silveira Xavier - Presidente 
e) Ai ahlal situação econômica. do. Pals re- ~:ou-se~: consideração a realizaçãQ 
i r	# si 	e • a..s fgp3 nãg $gr? cos; 	própria CBF prevê um gasto aproximado a 	l ] 	a 
d) A incerteza quanto ao volume de entra- ~ ~=ã: para cada um dos doze estádio: 
da de divisas proveniente do movimento turís- exi • e ser adaptados para atender às no Brasil 
tico; 	gencias da FIF'A:; o que em cruzeiros 
se.'ltaria 380 milh • ( • repre- 
. e) A con:vcnlência de não' cn:i.r ônus ªVi• . oes cambio oficial.hoje). Ades B 	=- 
tá l Í 
~ pesa total __ .., d T-=~ 	rasilia • Após ...,.._,-n-- p~-- ·~ da =. 
veis pnra o uturo Governo, sobre o qu-• - b!lh" """''ª e- US 12 milhes ("-" -'·6 ..,,. •"N -- =·-• ditl 
alre- ões, de 	T i6 Ihdl ,O presidente João Figueiredo deci' 
cairia a l'eSp:Onsabllidade de l:llI'llntir ·. a preços le fevereiro de 1983). que a Copa_. do Mundo de 
1986 
não :__.,º.,{ 'Jt1 
zação da Copa, , ª reali- A forma de SlWl'lmento desses Tl!.CUmos, ~ ~ 110 Brastt, diante da atua:! ~ t,#ll 
Brasllia, 10 de Março de 1983 Propostas pela própria CBF, seria a realiza • eeon ....... ea, 
Ass Joio Fuelrsu 	Se de= testes especiais da Lena E»ar"< 4 decisão-foi tomada durante reunião c" 
OS MOTIVOS 	longo dos próximos quatro anos, d , ,+, 	Netto, do Planejar", 
.,, ..... w,, 	forma• a Is 	...... -gumte 	,.._ .,,,.,,.._ 
Na análise econômica os pontos aue me " ' " testes em 1983; dois em 1984: +a 	Gabinete Civil, #",,g 
Pesaram dizem respeito à parai-,, ,"ais em 1985; e três em 1986, adicionais s 	:Militar, Octávio Me9,"] 
lho n.os di' d J "Fia4o do traba- especi ai • • 	' aos lestes 	• 1ri- dás assuntos nnd 
as le jogos e a inconvenic» ·3. a _ _"s Já programados (Cruz VemeeIH_ 0, 
i!r ....... .,_ 	.encia e 'redu nute 01 1 	..,....., ....,.. 	... _..:.1 o 
·•·=""" aos setores sodais; com a realiiã . - unp co e a Própr.ia CBF.) 	do despacho presidencial 
de testes especiais da Loteria Espo • Ç1IO ~ claro diz a análise - que a realização des 	• • lléàrli élêslacar. para ji/!J!1I-' 
ms sussus as contara,a ,"?]",2,j""" ss teses esreests ateste s 	z; 	diss ás yer ss d,ç, 
tebo.1, • •. • eira . e r-u• qlllYâlentê cara uma rêdução e- 	SOCiàls do góverno. ~élll-~ 
na parte dà receita all!ei-!dã pelo tê- crus:to dos ingressos é incompatv 
5ouro, e que é aplicada de acordo com a Lei, ,PUo poder aquisituvo das classes mais car 
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