---- ..... 
N11nrn prova cahnl de qu•~ o Governo do 
E,tndo l'';t:, nlllldl ,ido (IJ ri!ivlnd!caçõcn d JS po­ 
Jí1icoi b~lnvhtcn ca, nlfn'tJ d.l llÇ:io dinúmlc:i 
dos vereadores Vete U:1rcln e Mnrcclo Col'!lllo, 
11 DEHSUL ,i.í tu1,1ou prllv!dtinclas quanto n T<l· 
r~rllçiío t
1
:i c•strada (jlo llgn llda Vi~tu li Corn­ 
eol, 
Semana pa1andn os dob vtrcadorcs cstlve­ 
rem na capltul, e lú, em contato com os clcpu• 
O Lidet· do PDS nn Asscmblóln Legislativa, 
Pepulado Nelson Trnd, definiu nt1 reunião de 
n pp. ns llnhns r,ero.ls quo nortoarúo o com, 
porlnmento de sun bancada em plenário - 
·vocuçéo paro o dlnloc:o, com tcndi;ncln n ne­ 
n:ccla:;Iío parn o cxcrclcio do decisões nasoldns 
ce uru b::ilnn<:a do Interesses amplos do socle­ 
d!1du" - o criticou .i "lltitudo irrealista do Go­ 
mo que !ul11 t!rn morn)ldade pública, cha, 
tnltll:!o-nos de lmorols; fula cm honestidade, 
~tzcndo-nos de~onestos, mas, espantos!lnlente 
il0s convida para m cstrmho festival elo dlá,­ 
lo:iC' o da concórn.a". 
Nelson Trad iniciou o seu pronunciamento 
ri:conhcc~ndo que "del!n~ia-sc nos horizonte& 
~ no,so Estr,do um desses instant!ls de grave 
npru:::;}o" e chama a aten:;ão paro a neoessl• 
dsde de uma oposição nnalltlca pora o equil(­ 
brio da sistema polltlco que ora se inaugura 
no pais, 
O PAPEL DA OPOSIÇÃO 
"E' de se salientar - frisou - que os me, 
cnntsmo3 p'.lbllcos de critica, de análls!l, ele re. 
visão, num socleddo dcmocrátlcn, b.u31ca, 
rne.nte rtpulsam numa oposlçlío que assegure 
f o!sCUSslo e correção estntég!ca dos mode­ 
os colocados em exccuçl 
11
• 
N'es.se sentlco, acentua que o papel de a­ 
pontar os erros compete não ao governo ou 
u partido, "porque ambos tem sua v~rclade 
e sabzmos todos que, em matéria de assunto 
Público, uma ~ó verdade é meia verd:.ide". 
C!e.ssllicnndo como "maliciosas" as criti­ 
cas que o PMDB fa~ a administração que re­ 
:~temcntc se cnc:rrou, Trcd acredita que 
ess:i '1süo passionnl lhes tem t ir.!do umn lar­ 
~la de r.iclonn:Jc.:idc, umn perda cada vez ·rm.. 
.cr da ,isão elos falos, entregnndo-se n uma 
pcs!ç:o nc;inidst.i. c;u~ n:1ch tem construido". 
Pc> a'dx 3 deter no2t ti;o de compor­ 
l::mcr.to. o l' do PTS afirma que "um b:-.• 
!~>iça das ni-:rr.cilo.:; movimentos dn ex-ooosi­ 
o, apontá sua inzanac!dado para !ltingli- u• 
C!:llo q,uc dc·~r!c. se. o seu objetivo". 
ATITUDE IRR!::!'1.L!STJ E INSINCERA 
- F'nL~-se cm moralidada pública, chn· 
~cta-11os cl.c !.morais; !al.1-sc em honestlda• 
• cil1.endN1.os desonestos; !ala-se em auste­ 
Iiclnde, cstlgmal!z:mdo-nos em vts!on:!.rios, fa­ 
~S<> c.rn proib!clode, execrando-nos como car- 
'::,os. M:is, esn:mtosrunente, os imomls o os 
d~o_nestos, os irarogos o os corruptos são in­ 
c.ttlC1os e convidados mesa dns vestm po.ra 
ln:i !cstlval de diálogo e de coacordla". 
~ "Orn. ó justamente esta atitude que consi- 
1':llnas irrealista - sublinhou o Deputado - 
~insincera e é cla, justmente, que poderá e­ 
. tar os a·JlUlt,-os nC" sEotido de uma .'.í.ín~dad1 
l!C Prop<'.isitos, de ume forma continua nesta 
Jlatbme..rito" 
. Trnd foi· Ero.ié.t!co :io dizer que esta liILlul 
'comportamento dotada plo goverro. "2m 
~ez_ de destraumati= o ambiente, acirrará po. 
-:':'ccs; ctn -ez de cümlnuir trnsêes as int.f-:isi- 
ficar3o" 	'» 
D~.s ratos. dedUz qlli? o governo do 
l'i!D13 "r.:1o c!csejn d:i. opos!:;Jo um trabaibo 
P_e1;>!stentc, continua, de sacrilic:os. de tran.• 
~l:;t,nc:i:is e G.flnn::ções no sentido de, juntos, 
,.ós e eles. tecen.nos o di!ícll tecido d:i com1Jle­ 
a normnlicb(b inslituclan:il". Obsep;·.1 que o 
Poverno "espera que, pela omissio e passiv­ 
d: que i«irais iasilharemos, o poder do 
Jso da oposição se anule", 
tado Roberto Orro, Ivo Cerzsimo e Jonatan 
Barbosa, cspelhnrm a real {tuço de nos; 
cstradar. ;· tr: deputado; e prontificaram1 a 
inte:dr 'unto r:> DF.HSUL e v..-; p O ic!~ntlas 
forma imsd'a'z as riu'rs já c4o traba­ 
lhr:·-lo nn 1cdvia, 
S igunt!u o  crccdor Murcclo CulvLmo, líder 
da FMDD na Çânmn Mun!clpal. "o G-ovcmn- 
.... "Governe 1~cm lnlu-se p.im credibilizar o 
dlâlogo, 
Afirmando que "como homens públlcos 
não temos o direito ele ser ingenuos pnra pen­ 
sarmos que é Uio fácil o encontro dn ordem", 
o Uder do-PDS, Nelson Trad, ressaltou que 
"niio elevemos pcrelc,: a oportunidade ofereci, 
da pelo momento histórico da nova rc!llidadc 
deste Estàdo". 
- E' QOJTl repelir que nunc11 !ornes e nem 
JETE 
lNTENSO 
í 
r 
r 
'----------'--"•._ ---- --- -~ - « 
, dor Wilson Barbos Martins pede penas tem­ 
Í r.o para xeutar ai obras pon ti. O , 
} cesso do moralização tá em curso, a casa lo- 
1 
go estará em ord~m. 1tl c::G'> in:ci:.:-r t/> .. r, 3.'· 
, m!n!strção que o povo tnto csera - e iu4o, 
prosseguiu Calvaro, !enifica que vmo. zd.ai- 
nistrnr ju.1to crm a r,ovo-., 
seguiremos os exemplos de certos homens, ln• 
dustrlals da honra e dn di!!)l!dade alheln, nem 
de !orças nrmncias pela cultum d!! um livro 
só". nsseveron o li0P!" "'C':'c!-e!.s, 1, s!.ntetiz:'.lndo 
l o comportamento da bancada pedesslsta na 
"'im•• •"-'>• •·n mito _;- O505 Pn5270.1. • ~ ..... !...... ,. _., -~-- '-'1-~J ,).:1 ~ . r. .C>..L. ... 
tos aqui expostos, que ballz::rrá a nossa con:lu­ 
tu Je(:!s!.ltura, persee;uirú. :: crb~~llzação =no 
uma vccaçilQ 1::::r~ o <;U.ilcgo, com ~n:!êr.cin 
paro n negoc!r.çé.o pern o cxerckio de declsõ-:?s 
r.o:;cidas çQ tun l]al!lnço d~ /.,rit-?rçs~?!l pmplo!l 
da ccedde c nio de Imposlçcs grus!s" 
Reconhecendo n hetcNgone!d tõc C·.::. for, 
çaS que cCmpC3 o govno stgel, Is ur .a 
qu-J cla"i Mo ••1og;arom uni!'-::c s-eqi~~i :9:rci, 
cr::0.;b!.üzar o ccnvltc ao dlúlogo cc.::,. o a-1· :r­ 
Slir:o". Concluindo, Nelson Trad obser :o::: "o 
clr= elo go,crno ainda con.:Ji.5t.e n'.!l:: , .'.,'.> ·,1c-~ 
der viver sem opos~ção, pob c~m opos!.,·"'.>, -:e 
dcsmo.ncb; mas também não po:lc vi·;el' c~:n 
opos:9:lo, porq_uc com ela não coni-;~rn p:;r 
n;o con:;2gulr ccnt~r-sc", 
o 
O ..-cr;!&dor Rosc·elte Lino Garcia, do FM­ 
DB, ve.-n desenvolvcnda intenso trabalho no 
Lcgt·lcllvo hlavistcnse. Convivendo tliiriame.n 
te cc-n. pequenos proprietário, e p,mn::nent~ 
contato com os bases, Vete estn n?re3entando 
reivindicações de grande alcance sJc!nl. 
Na scssüo de segunda !eira p.p., o ·,Nadar 
aprc.;cntou Indicação no sentido de n Prcleitu­ 
ra mandar li:npo.r os terrenos baldios loco.liz.:l­ 
do~ no ccnt-o e na periferia. Ciente de que a 
municl~lidadc mio possui recursos para n..""C31' 
com esws dcspes:is Vete sugeriu que "se debi­ 
tasse as despesas nos impostos que os propria­ 
tários pagam na Prefeitura". 
A i:1.kiativa mcr~ceu elogio3 de gand 
muloria, c.c:;ntecc qt;c " b:mc:.da do PDS, n:'c) 
1 
r,.r:ro~U a !ndic:iç:io do vtlendor. 
Acreditando que o prefeito Dilon • Nunes 
Leite, con!cicnle do problema., busc:ir:í urr..'.l n!- 
1 
tentativa, nés parab2nlz:imos o vere:.dor. 
V7SlTA JCS POL1UCOS DA CAP!'!'.,U, 
1 .... ltcsc·clt~ c-stevc ht, 1:oncos dia..,; nr c:tpil:o.1 
<l;) !:: ... 1) e li conversou c várias políticos 
1 HfioJ,); ;,o CQYtmo, Aprowil-011 l'Cra r<·i,•indi- 
• cr:~, c."lt nome de Dela Vis!n, v:írlas obras que !!'I Vi;(;: niio será cgvecida, temas é:icsr.3 
; &e f~em ncee.;sária,. S~gtt:1do :::un. palan:n }zen!artes, do ra:ido, gu: 2.---- : 1 % . 
• :·:,::.J lo:ro o Go,•crno c:;t..ibclc;~ prio1icl:i:!ç5, lk• , GS ac:;scs pedido:.", 
O Earviço Autônomo de Aguas e Esgoto:;, 
d~ Bel:: Vista, é muito elogiacb por zr.or:1dores 
da= cid:.des vizinhas. Eles zcham que Bela Vi.5- 
ta é v. d3 c!dai3n qupzzui o m:lho:scz- 
, viço de úgim do int~rlor. 
Acontece qu3, últi::7:te, ária5 c<23 
y!eram a Redação deste jornal rcclmar do 2ten 
~me.nto_ per p:irtc dos ene:i:rcg::d~ 
O presidente do Sindicato Rural de Bela 
Vista, F.dson Moraes, há poucos dias lgu para 
a Rcdzção dz..o qu alue.a devria tomar 
providências. AEc de crltic:ir :i falta d'á_,"U~, 
Etbon disse que "no cscr!té:-lo do SAAE nin- 
O Ses.!cnto. EC, ·Ls:i.,do xr:antar um time 
l cc:nr,ctiU"o, pano d!.i;::ut:.r o bi ~peonato. 
{ ':a reli±d3 ui:ris dsm.s'9o:. J;cu 
i n=a o O-ia a: c--> G'""f!ld2. p.erdeu 
r: : :::: ±eW-a uns cc::te parida 
1 se~do um r-:.reo difícil para os pupilos de Cas- 
1 lhe. Dom:.na Ta-s=do!ia vez do Ce.sei±l. 
E:±2 7% 
las de outras agem.ises o time de Abro 
1 
,ÇU:!I?l ate.r.Ce como de,.;-cr!a se :?~S":.CÍ~~o ~ 1...;..1- 
:3q33Z3 7zl0 ri;3" D:-3'7!-±cu 
~a'.orid::dE::. e a pop!las,o em gerd dcv2.rl.'.!::::: i­ 
ic'ar una movimento viando iran;:zmzoSA 
..'.::: <"M f:-~=::: c::'.l G..:·.c.:::=> <ia :... ·::....:.:. 
-=3-.:/::€s .C!:.E:. 
S5 rios t!zf51zr25. :.:.1 -. ± 
.±. 
tar águz. Cu.ros alega,a que os ser;co; 3-. 
através ao rias stdze s ia4o± , ±i. • 
ca rgiztrda a qt.:eL-..:i, E t.i.:nb:hn a sugc.::t:.o ti.e 
Edson Zrzcs. 
l mo..ürou muita !orçl:!. ?.tl!ou ap~.:s r=:.:.::; c::.::­ 
l tivicl~d~ f:tr.:i o:; ::itnco.n~~ 
!A.2tese 
: "{'i; r:V';"(~ :-n1• .. :o-:,::-. ODzt3. de E-;:r. sa 
vi do probins té/e07, ns t7la>o .'. 
Trit.un~ ci.'l Fronteiru n:.o est.â íun .... ·ci ..,~ .. L:-

- 
CÂMARA M IC PIL DE BEL 
nt::QU.lll:IIC'°- • 
A•itor Vcrt"'<'Cr C' 
ncqucfro 1l r.'- cu.: 
rr.a rc rn n!_;_! e'· "' 
r:lrttor tl'l D!"'.•".1 1 e 
dtrnt'.'0 n n•t:t .. 0 
que Ia Bela V.t A An! 
o cascalhamento dos 
pró:tln:o ao Id e Cmpe're. 
1 
1 
I 
mmmm1t11EN'I'O N.o 017/83 
Autor: Vercodor Scrnlo Tiobcrto Pcrondl 
Requeiro 1 mcsn ouvido no Plcná1 lo nn 
formn rculmcntal que .te oficio ~n Exmn._ So­ 
nhor !'refeito Munlclp11l nil nec~ssldt1do e.lo mun 
dar fazer reparos urgentes na nun Maroolrnl 
P!orfano Pclxolo, com cono;cqucmtc cJs:nlho., 
menta dn l't'!Prlda 11111, pOl!l n mesm!l. encontro, 
fO ~~m r-ondlções ele trárego. Melhor csp?cltl• 
cundo, o t~~r•'l p~sslmo situa-se em !rente a 
residência do s~:-vnto Ivcs, atingindo até n 
esquina dn refcrldn qi.::::l1t1. 
Snln das Sessões dn Cbnnrn Munlolpnl de 
Deln Vista • MS, 2ldo Março do 1.003. 
MOCAO DE CONGRATUL!ÇôES / 
REDE BEL.11.VISTENSE D::'. :~rtNAIS !.TDA. 
Autor: Vcrendor Bcrglo Roberto Perondl 
Pela presente Moçuo, requeiro nos nobres 
pares destn Aui:ustn Clsn de o envio de congro 
tulações a "Rede Bclnvlslcnse de Jornn1s Ltdn" 
em fncc a crlnção o edição do "Jornal dn Bo, 
doquena", cuja edição prbnelrn saiu no din 15 
próldmo pnssado, elevando mais um avcz bem 
alto o nome de Beln Vlstn no Estado, pois co­ 
mo é do conhecimento do todos, n referida re­ 
de edita os seus diversos jornuls nesta cidade. 
Snla dns Sessões da COmara Munlclpal de 
Bela Vlst!! • MS, 21 de Março de 1.983. 
l 
· - -. 1- 1~1- t-"11-::--'·I--:" 
• ' • •• ,il' 
REQUERliIENTO N.o 021/83 
Autor: Vereador JIarcc)lno Casslo Blglln 
Acloll. 
Requeiro à Mesa, ouvido ao plenário na for­ 
ma roglmental que se ortcle ao Exmo Senhor 
Prefeito Municipal, nn n:x:cssld11de de mandar 
colocar urgente Hquebrn-mohs" na Rua Con­ 
de de Porto Alegro esqulna com a Rua Barão 
do Melgaço sendo que nesta citada rua ao gro.n 
de nuxo de crianças que por nll transitam com 
n lmplantução das piscinas do Grêmio Pedro 
Rufino e o Colégio Generoso Ponce, 
Sala das Sessões da Climara Munlclpnl de 
Belo. Vl~l.n , MS, 21 de Março de 1.983. 
REQUERliIENTO N" 014/83 
Autor Vereador Rosevelte Lino Garcia_ 
Requelro A Mesa, ouvido no plenário na !ar­ 
ma regimental, que se oficie ao Exmo. Senhor 
Prefeito Municipal, para que notifique aos 
proprietários dos terrenos baldios Q.Ue se en­ 
contram no perlmetro urbano em mandar fa­ 
zer limpeza. Sabemos todos nós que Bela Vis­ 
ta, principalmente os bairros, estão com vá­ 
rias terrenos que seus proprietários det:nm 
virar matas ou mesmo pastagens, que pode­ 
mo servir de abrigo de marginais ou mesmo 
assaltante. Peço AO Exmo. Senhor Prefeito Mu­ 
nicipal que notü!que nos proprietários desses 
terrenos, através da Imprensa falada ou escri­ 
to., para que tomem ns providências do man­ 
dar fazer llmpez::i nesses terrenos. Caso con. 
l:rorlo, que seja criado um grupo de trabalha­ 
dores pago pela Pre!eltura, e os proprietários 
tel'l!o que fazer o reembolso nos cofres muni­ 
cipais. Pois nós tanto do Legislativo como do 
l::lcecuttvo e até mesmo os proprietários deve­ 
ráo tomar esta providência, pois Bela' Vista 
Pt:eclsn ter um aspecto de cidade onde existe 
bca ndmlnlstrnçlio. 
Sendo assim, espero que o Senhor Pre­ 
feito Mlln!clpal, faça esta notilicaçüo a estes 
proprietários o mais breve possível, para ter. 
mos wn aspecto de cidade aos visitantes e at! 
mesmo Para a nossn população. 
Sala das Sessées da Cllmo.rn '1,-funJclpal de 
Bela Vlsta-Ms., 18 de Murça de 1. 983. 
REQUERIMENTO N> 020/83 
Autor Vereador Séntio Roberto l'erondl 
Requeiro à Mesn. ouvido no plenário na (or• 
mn re:;!mental que s-e oficie no Elano. sr. Pre­ 
f.eito Muni.cipal. na neceSSíciade U!'f,entc de -rea­ 
lizar reparos, no b:i.lrro Agm Doce, nns proxi. 
mldades da rebaixadom cb enersUJ, duzentos 
e clncoenta metros acima, m Rua d,15 Cháca­ 
ras de Mi~l Ba!buena ~CMcura Nbandepá", 
da 'Íúva Pacüica Penzo e João Paim. pois lá 
Existe um violento ntolarlor, impedindo o trnn­ 
sito regular de veículos, obrlg:mdo-os a d::lrem 
uma voltn enorme, para chegnrern em suas 
proprieàndes. 
Sa ln dns Sessõ~s rtn C-.lm:irn l!u:" • 
Bela VIstMS., 21 de Mtr;o de l, G33. 
nr:nn:mMr. ºTO ~..., Ol!)/R'.I 
Autor Vrrca<lor &r,:iO Rohrrto p rorull 
Requeiro h mesn ouvido o plenário na 1.or­ 
ma réínííinist ave e teté ó rro r?" 
f<'ito l!11.i!c.ip·,J, un nr-c .,(l·•dc cl:1 colo,, • 
de obste!Os o! "t+Atuas", nas rs XV de 
Novembro c Conde de Porto Alegre, em m- 
• 	1o 1a Rua Sebastião 
b0s os lados, bem com na tmn 
CrIsplmn do Rego e Duque de Cax!is ta " 
em nmbo; os lados, para que os veículos que 
tru!<'!':1rn lll5 rcfcrlclas ruas dimlnunm su,:5 
mnrohas, cvltnndo, dC}.tarlo, graves aclden.t .. s. 
. lUS'fifIC!TiVA: 
Scrln de1sneccssá.rlo enumerar o rol do 
rrnvcs ncJdentcs tnt.als, sobjamcntc conheci­ 
dos de t.odn a populnçilo. A colocaç~o de tais 
obstáculos vem de forma cab:il h:mnr tuls a• 
cldentc!i, bem como colocando em seurança, 
Inclusiva at6 os pedestres. rgualmont.o, cm­ 
põem-se tal medida, porque nestes entronca­ 
mentos. o fluxo de veiculas é enorme. 
Sla das Sessões dn C(lmara Municipal de 
Bela Vlsta-MS., 21 de Março de 1. 083. 
REQUERIMENTO Nº OOG/83 
Autor Vereador Rossevelte Lino Garcia 
Re4uelro à Mesa, ouvido ao plenário na for­ 
ma regimental que se orlcle ao Exmo. Senhor 
Pre!eilo Munlclpal, para que seja suspensa 
imedl!ltamcnte o dep6slt.o de lixo da Prereltu­ 
r.-. no balno CostR e Silva. o qual vêem cau­ 
sando mau cheiro Insuportável oos moradores 
da região causado pelos detritos que ali são 
depositados pelC1s caminhões de lixo. Os mo­ 
rndores vizinhos cstüo sotrendo um sério pro­ 
blema pois os lixos são despc!Jndos nns por­ 
t:ls das casas do moradores daquele bairro, o 
qual vêem prejudicando a saúde dns pessons, 
dultos e crianças. Conforme várias recloma­ 
c;ões, as crianças custumam fazer uso de brin­ 
quedos no lixo, que Já causou até a morte de 
Uffil crionça. 
Sendo nsslm, peço a sua Excln., atenção 
por parte do referido requerimento. 
Sala dns Sessões da Câmara Municipal de 
Bela Vista-MS., 09 de Março de 1,983. 
'I ' , 
REQUEntllEN1'0 Nº 008/83 
TH51/+ 
Autor Vereador Rossevelte Lino Garcia 
Requeiro à Mesa, ouvido ao plenário na for• 
ma regimental que se oficie ao Exmo. Senhor 
Pre!elto Municipal na necessidade de mandar 
consertar a Rua da República nas prox!mJdn, 
des da Av. Teodoro Sativa, pois vdrlas recla­ 
mações principalmente dos alunos que vão a 
Escola Ester Silva, uzufluindo daquela rua e 
enfrentando escuridão e buracos existente. 
Sala das Sessões da Câmara Munlclpnl do 
Beln Vlsta-MS., 09 do Março de l, 983, 
ká: att3.4s, 1 
'------------------= 
9.. 
lês boas razões 
Para Vfiltê preferir os 
• oss«;s impressos 
f,1.unJ1dade 2· PrrQo 8 fü1plc'f.'Z 
Tribuna da Fronteira 
(Funêado em 20/2/1972) 
C.G.C.M.F. 15. 513. 203/0001 
- Registro no Cartório de Títulos e 
Documentos n.° 35 - 
Direto.r-Respcnsá'el: lvnldo Pcrelra 
(JorruJ!sta ProClsslonal, Mntrfcula 
• MTPS n.° 140) 
Adminlst.ração. Reda.cão e Parque Gráfico 
- SEDE PRôPRIA - 
Ru.-i da RepubUcn s/n . Bela Vista . MS 
Fone: (067) 439-1410 - Cal= Postal 23 
Diretor:i: lInrb Esteln Vel:isquez Pereira 
Gerente: Gilson Silva Snntos 
Depto. Cir<:ulaçiio: Marilene l farin 
REDA-TOR.-CREFE: baldo Pereira 
ASSINATlJR,S 
Bc!n Yista: :m;u:'1·· 4.000,00 
De.m= llunte1p1c3 : 6.000 00 
Pm'D,lDOR: Imldo Pereira' 
Um órgão da Rede Belavlstenso de· • 
Jonuis Ltda. 
Represcntiç-~ cm Sfio PG.u!o e Rio de 
Janeiro: TABULA VE1CULOs DE COlro­ 
N!CAÇAO s;c LTDA. 
Ru:i 7 de Abril. 282 5.° Andar 
Fones: 255,25i9 o 255-349:l 
--~ n15do  ADJORI º ABRAJORI 
◄ WWW< 	2S4 
Jl', TffJC,TlV:: 
1'''1 •ol'c'I' c'o & fe!t1 em V;t+do de vá- 
1 
• • ' 	• >" t • n , ... rrn•- 
rlas chuvas que vm ocorrentio '. ,. , .. :, 
ttndo tráfego de carretas, cam!n!ô. ô· tt, , .• 
l'.tó mesmo automóvel, prejudicdo "9% 
forma a boa rrcad33o par o noso E - 
do, 	,, +r,1_4g[ d 
Sala das Se«ss da Cmra M" +-? .= 
Bcl:l Vlsla-M.S., lll de Miço de 1,933. 
REQUERIUENTO , •n 011/f.1 
Autor Vereador C!nt'rl'oncr R-d•1r-:.te:i 
ReQ.uelro 11 Mesa, ouvido r.o plrn1rlo rui for• 
ma. reclmentnl que se orlei-: co E:<mo. Sen..;:ir 
comandante da CER 3, E:!.cllnda cm Jirdim-:,S, 
sollcltondo a recupcraç~o Ul'),cnl:i d~. rodovia 
BR 060 trecho que llg::,. Beli Vista M Jardim. 
Solicitando !linda o casclhamento ds 
trechos mais crltlcos próximo 1, ti::un ,'mar.õ­ 
la, que qunnd.o chove fica 5:e.m conillçêzs d.J 
tráfego, • • 
Sala das SessEes d!I Câmara Munlélp:i.l de 
Bela Vista-M.S., 18 de Março de 1. 9_él3. 
REQUERIMENTO N.., OQj/83 • 
Autor Vereador Rossevelte Lino G:,rcia 
Requeiro à Mesa, ouvido ao plenário na !or­ 
rna regimenta! paro que se oficie e.o ExnD. 
Senhor Prefeito Munlclpal em m~nc1ar co1o~,r 
bueiros e acnscalhar a RU:!. Be.riio do r.!lelgl'~:> 
esquina com n Run Alvares CabroJ, nonda '1"..'J 
hd condições de tráfego de ve!culos o até m::s­ 
mo qul.'m !az uso como pedéstre5 encont,.:c:n 
di!lculdndes devido n um mcho que cortn .,_ 
mesm:i ol(;'Jdendo desta forma a vliri:.s T,'<:1:i­ 
mnções do moradores da cltadn rua, prin-:!­ 
palmente dos morndores do birro Co'a c 
SJlvn aue fazem o uso, como tnmb6m cb!.i 
seus filhos que vão ao colégio Jo.-.qulm 7'i,;,. 
tinho e Castelo Brar..::o. 
Peço n sua Exc!a .. Senhor Pr'cfelt ') r-.: :,1,. 
ciP3l, providências urgente P.ll nten;:ão d-:s~:: 
requerimento .. 
Sala das Sessées da Cê..rnara r-.'lunlci',10.'. d2 
Beln yista-MS., 09 de Março de 1983. • 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
COl[ARCA DE BELA VI-STJ 
pr"fl'!'í': 
· stecla Cs por 
n:to d'Água p!a valeta indm 
, c,~:-c.!.:5 do. rnon dcr.::a vlL!nlrn co lo::,j_ 
Sendo as'm, sper:ndo ser atend!1o p 
Va. Fxc!a., com n ;n{.xitr'l urg'n~I1. 
Sal das S2=s0s da Cmara Mvncipa! 
D b VUa-:fS., O'.l c!c MJ..rço de l cn. 
PEOEH1METO N 001/83 
Aul.or Vcrcnclcr Ro55'll'ellc Lino 0';.J'c;a 
Reoue1ro 1. Mesa, om•Jdo ao plan1r1o rn for­ 
ma n-;;ii:r:<'ntal º"º 1-:c ofic!o ''º Exmo. S n.h:r 
Pr!e!to MunfIl, par que cle sol!c!te a 
Eunc. Senhor D.re'or da DE!SUL que tome 
pro!nc'7 urcnts cm myndar consertz: 
ou fazer rearo; na strda aus demanda De 
Ja Visk, 11 Camcol, r,o!s :i mesma se c:nc,r:h'1l 
cm n~slrr.ns .con1Jcõcs de trafego, clJlicv.l!:m­ 
do nos moradores da região e residentes e 
CrcoI, 1i que sobemo5 qu3 até as3!stnl 
1 
médica c·:es éc-nend~m dest'.:! munlc(plo, :10:1- 
, ele ta;nbjm ~"bernos que et.6 os c:l.'ll!nhÕ!S 
' oue lransnort::?m gC.m:ros a!Imcnt!clos p;rl a­ 
{é:o'o municfr'o n7o c{ão tcn1do m+!s co!! 
! çCcs de transitar nest rodovia, 
l 
?--0!!c'tar a!nda do nesmo, que to:7$ 
rcncIs7 d mandzr consertar várias p% 
G á 7!rG AD2-Por6. que foram d:11i.f.c:l-­ 
s e'zsznchte; do; r!o, n qual n1o es 
'r'o condizes 'e passs7ens. vcfctlos c0% 
crra:iC mo cr33 a32n0 d3 morai 
13 &> :c75. dv3o a :rias rccl:maces ir 
[ Cri(d-c-tu:ar; C rio, que fazer12 
! 'O:3E:a. 
: ado sln, 17o i ua Exc!a. Sr. Pré 
} :6to 5te, ·;'nacls c:bf:eis " 
,:zrz7!n3522212c20 2c3te :quer 
r to. 
{ -,·.y,-3sacra Mr!e!g2! is 
fzc-?:± é±é isa 
1 
CATO10 FUEICZA -JUSTA GRATUTTA 
CARl'Omc Jt:DIC!AL 
Edital de Citação com pra.zo de 20 clia:s. 
1
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0 
.,.- O Doutor Jonas dos Santos Pelliolol'l, Ju- 1 Fcrmino Cr:sto!c!o, br~:e!ro go!~d:,:,,. opcr';.,~ 
lz de Direito da Cível Vara da Comarca de Bela resldentc e d,:::i!clli=do :l run Pz:i:::,.::o:u 1:º ·;~ 
Vista MS, na forma da Lei. 	Sa:np:i.!o - S5o Pzulo. O Inventar:do não 
Faz Sabu aos que o presente edita! virem xoÜ dívldnr, O valor api:-oxir.le.do elo bir:i 11 -
3 
ou dele conhecimento tiverem e.,"tlcclido nos ·entnrfar é de CrS ao0.000.00 (trezentos mil Cl" 
autos da ação· de Inventário requerida por Con- zelros), õendo e;te o ,·alor da cnma. 
ceição Cristnldo Vilalba o Inventarfado Felipe Pelo exposto, requer a V. Exa. declare s):El' 
Cristaldo (Proc. !l.O Zll/82) que se pro=ou ta a succ~.:o, nome:i.ndo a re:,uer;?n!.e in,·en~ 
pc?'lnte este juízo e Cartório do Judie. que em riante do Espólio, uma vez que a me.~4 ;,. 
:eu cumprimento e atendendo ao mais na posse e .idmi!listr:iç.io do bem, única he. :, 
V 
- ,.,,~,- 
que dos autos consta, peJÕ presente edital que ra n:,. posse. Out,ossím r(!q_.:ter a . .c.:tn . ., ... ''.l- 
será afL-xado na sede deste Juízo e n. ub!.icad:i n:i digne m:l."1dar expedir ofícios no 118 • Trl- 
.,, ... , 
forma da lci, fica Ci t.'.ldos a pessoa de Fermino n:il Rc,lio!l.?J E lei !=rn.l, u fi:-:i de que o m 
Cristaldo e Outros. Para responder os termo; possa esclarecer o cndereco das herdeir...5 (!•· 
- ,- - 	. 	- ,-~ 
la referida ação, sob pena de se prosseguir à cst;io eu lugar igror:do. Caso a informç"? 
·un revelia, Petição Diz Conceição Crist:tldo necid:i. por ague!e Ti±na! ze'a necaira 
Vi!nlba, brasileira, casada, com João Vi1ala, ci::- Ee:2eia: zitzdcs ;o: Edital. c7 
1:i=ilciro, rurícola, residente e domiciliado no n: :z3sr:.35 !.o elo CPC. Pr:.tctt, ~- 
3airr Nossa Seahora de F5uma, por sua adro- !:5::.±a E:ter±sr do instruneato de " 
-ada infr:t-asSÍ!'lada, "em dizer a V. Exa. que C:o do hz:de:ro Fc:±a!o Cri:a!do. F:rz!e" 
falec.?u ne;ta cid.:d!!; seu pai Felipe Cristnldo, C:c!c: !da c l.::.ven,;.;..-bnça c et..nnpr!lh :;s rorc=: 
l:r:i..<ileiro solteiro, rurlcok. tendo deixado uaa das-!zinque= s;a rufe:da r: 1 
chacarn nesta cidade uma ch:í.car:i e herdÊircs, I " pr.a:en!c a qt:.:tl co::sUtulr:ó ~ :is ;:rJ::n,a!., 
1.-» 	. r . .. ' oi., ·rl,5:j, todo conforme passa a rebtnr; O im·entari:ido ~,--~-,"e . l:'.R.,'., E, ce.erll!l.nto, B ... • ~"· 
faleceu nesta cidade :,o dia 04--08-6!. no cessado 35ir as 1932 ) pra. vim=, 
±EEEEE;E=E±[4%2$±2% 
tc.rm.incdo sob n.3 428, 5t:z5o n 21 Creu:- -. -· , · a + .±la. _ 
::riç5o suburbana dcst.:i cid:C.~1 co, 1 
...i : c a e.a 62 r»Cu:ldo. P r a Que se h b	;Bi t e m no re" 
5 0 m2, tudo caferm: consta na C e r tü d5	o 	• ±'o.3.....s. O 	s	e t e E&it! -si uhl 
traida n Cartério do 1.o Ofio, e nsxo a <:d;oforma d: li e iüxzdo no Frumn la- 
e:ta, sendo este único bzn deixado p/ imanta. r» -..,,_pera, D:do e ±ase43 ee3 " 
miado, Hera±rc: coere ceá vi.n.. dec a í± ...»,ã.e 
brasileira, ca==ds cm Jota s±a +a, c.e•sstores das d±s:s ae ar 
idntes nesta cidade na chearu Nessa Sanha o:é!ir:en.s e citnts e +rg E 
ra de Ftis. ela do 1r. els ruo!s. (cru. 'dor,do vte). Ar: guare±tia, e a"s ] 
dão de c:t..<:ur.<on(o etn n::ie::i); Garcl'r._ C.--:. :..J. !. :.Li. 
1 
do, brasileira, e.tado civil, profissão e crdre­ 
ço ignorzds; Mar=ar;d Crisulds. Lra1_ 
estado civil. prosso e endereo izord&

ff;rnu:tut0Anfr;,1n:m·--=A----------------------------------------·-----------.ne1a f -Mi 
Caos Total nos Setores de Saúde, Segurança e Edacaçãa de Bonito 
HISTRAÇiiJ DINÂMICD 
r 
ROBLEMDS PRIORIIIRIO:S 
flllA 
Don!to, A vlda continua, Novas dlrtrlze assu. 
mem no munlcíplo no Estado, Em bonito 
o prefeilo Darci Dl,guton (PDS) que tnmb6m 
fez a mnlorLn na CAmar, recebe "um abacaxi 
dlfloJ elo dc!lcuscnrl" C. .. o que niío 6 nenhuma 
novldndol), Recebe 1lma prefclbura supor en­ 
divldodn o problomas prlorluirlos que exl;gcm 
provld0nclns llncdltllns, 
A udmlnlstmçiío de Darci Blgulon está 
sendo aguardnd.1 com cxpcctativu, pois uma 
atuação dinmica é a causa grllunte de mui­ 
tos problemas . 
Outra prande promessa é u utuaçüo do ve 
reJ<l.cr Cnr1ot1 Cunrlc (PMDB), "homem forte" 
du oposição cm Bonito. Cont.a com o apolo 
lncondicicnul do Sr. LutUo Coelho, governa­ 
dor, depuladoo c senadores da agremiação. 
Segundo lnformaçõen prestutJus por Nu­ 
talino LOSCS, O TAIM, Iider do l;MDB no mu 
nlcinto devido tcr sido o cani!dato prefe­ 
to mais votado, os d2puta Sergio Cruz e 
Ro	b e r t o Q r r o ctio s e n d o e.rdados em 	B o 
SADE 
O setor de saúde do Donlto eslá anoto. 
do em "vcrm::lho'' na agenda do lld.or do PM 
+B para ser apresentado os deputados, sena­ 
dor e ao governador Wilson Bnrbosa Martins. 
O· que o povo vem sofrendo por causa de um 
mou atendimento, niio cslá escrito no "gibi''. 
Dll-se !mprc:~i.o que apcnns um "senhor feu­ 
dal" manda e dcsmnncla e ajeita tudo a sua ma­ 
nclra e o povo que se dane! Nos ultimos dias 
a rcdni:iio do Jornal de Eonito (oi lnundncla de 
reclamações e somente dclxumos de divulgar 
os relvlnclicaçêjcs de direito porque está bem 
proxima a troca de governo e a denuncia não 
produziria a efeito desejado. 
l 
SEGURANÇA 
Foz tanto tempo que batem_ % mesma 
, ,, 
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4%a. 
! . 
. 
G .. 
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nlto para dlscutirem os planos de trabalho 
para a nova gesto. 
A 
tecla, fazendo soar o som triste e dramático da 
delegacia de pollcla de nozs cldade, que está 
desprovda de viaturas, verbas para gasolina 
e predlo para se lnst41ar, l<'unc!ooa cm cusa a­ 
lugada e rom nluguel cm atraso, amcaçad:i de 
ser despejada ''mais uma vez". Até o co:c.surr.o 
de luz eletrica está sendo paga com soldo dos 
próprios policiais, caso contrario a ''ENERSUL 
corta mesmo!, 
Quando o primeiro bacharel em direito 
assumiu a delegacia de policia de Bonita, o jo­ 
vem pauUsta Dr. Paulo Ccsar da Cruz Sarrace. 
nl, estava com toda a esperança de transportar 
aquela repartição na mais bem aparelhada e 
humana do Estado. Mas devido a !alta de re­ 
cursos tornou-se a mais desumana, uma vez 
que os presos dormem abraçados com a "Mar­ 
gartda" (algemados cm e: colunas), dcv1do 
1 ' 
a Inexlztenz!a de celas, 
l':DUCAÇlto 
O Co1cg!o de I.º e II Grux, Don!talo C2-. 
maro Gomes, o mais concorrido da cidade es 
tá parecendo um casarão mal assombrado, tal 
é o abandono que se encontra. Portas e vidra. 
ças quebradas, instalações sanitarias e hidrau­ 
llcas entup!das, muros caídos ou rachados e 
videnciam a auscncla de uma dinl:.rnlc,1 adml• 
nistração municipal, 
No ano que aconteceu a eleição, "merenda 
escola, éra somente uma promessa para milha­ 
rcs de crianças, As mercadorias que o gover­ 
no enviava para tal suprimento, nunca chega 
ram na mesa dos alunos, até que o candidata 
a prefeito do PMDB, Pacifico da Silv.1 Balt/l, 
tez. uma denunuJa ptlbUcn. 
(Firmino de Barra) 
,, 
COMUNICIDO 10 PUBLICO 
A beneficencla Hospitalar de Bela Vista leva ao conhecimento do po­ 
vo que mantém convê:úo para atendlmento hospl talar e ambulatorial 
com as seguintes lnstltulções: 
INAMPS • CASSI • FUSEX • CAIXA ECONôMICA FEDERAL 
PREVISUL • ENERSUL e com o FUNRURAL sómente atendimen­ 
to hospitalar. 
O horarlo do· ambulatorio do Hospital é das 0i:00 às 11:00 horas e 
das 13:00 as 17:00 horas nos dJas de 2.
11 as 6." !eiras. 
Os casos de urgência isl!.o atendidos h qualquer hora do dh ou da not 
te pelo médico que permanece de sobreaviso, em carater de colaboração 
com a comunidade 
O nómero de atendimento pelo INAMPS é limitado em 1296 consul­ 
tas do ambulatório, mensalmente, 
O número de ntendlmento de clientes fica a critério de cada médico 
e será no mfnimo 10 (dez) cllentes por dia. 
O nómero de Internações permitidos pelo INAMPS obedece à segut, 
te qualificação: 
Clínica Médica • 60 d5entes 
Clínica Clrurglca • 15 doentes 
Cl!nica Obstétrica • 36 partos 
Os pacientes do INAMPS que optarem por Internação em apartamen­ 
tos e Suites do Hospital ficam sujeitos ao pagamento de complementação 
das diárias hospitalares e complementação dos honorários médicos de 
acordo com a tabela da AMB (Associação Médica Ero.síleira) publicada 
com a portaria do Presidente do INAMPS em 01.05.82. 
A prestação de serviços ao beneficiário que escolher instalacão hos­ 
pitalar (apartamentos e suites) de padrão superior a bclicada pelo 
INAMPS, dependerá de ajustes prévio, por escrito, mediante documen­ 
to onde fique, expressamente, CO!lSÍgnada a limitação da responsabili­ 
dade do INA!'1PS correndo por conta do Beneficiário o custeio do:; e.xce-: 
dentes utilizados. 	' 
Os curativos feitos aos pacientes de clínica cirurgica e clinica obsté­ 
trica serão por conta do Hospital sómente durante a internação os de­ 
mais serão indenizados pelo beneficiário. 
Quaisquer dúvidas dos Beneficiários serão dirimidas rui Secretaria 
do Hospital São Vicente de Paulo. 
Dr. Carlos Alberto Ocariz 	Dr. Ely de Araújo Barbosa 
Diretor Clínico Chefe do ambulatorlo do INA."'d:PS em Be1a Vista 
BRIZOLD ilDMITE IR RO FF DUEPR 
NO CISO PROCONSUlT 
Rio - O govenador eleito do Rio, Leoncl Brtzola, manifesou-se in 
teressado em "colaborar com a Justiça Eleitoral no que ror posslve! 
e.o seu partldo" para a apuração, até o fim, da suspeita c!e frnude na 
totalização dos votos pela Proccnsult. Dsse que zé poderá depor no 
mquento aberto pela Policia Federal, caso seja convocado pelo pro­ 
motor Celso Fenu.ndo de Barros, encarregado de acom'P3.!lhar ·O caso 
pelo Mín:istétio PübHico. 	• 
A viagem qtre Brizola. !ar.ia à Europa, onde pretende reunir-se 
com os principais lideres da Social Democracia. fci adiada por prazo 
mdefinid:, dev:rdo sua necessidade de permanecer no Rio p:tra definir 
a equipa de governo da próxima admini:stràção bem co:no moViirun­ 
tar o proje•o de unificação das forças trabanus'tas atítllrnente dlspe:r- 
535 no PDT, PT e Pl'B. 
Quanto 11 !omia;ão dã equipe de governe, Blizola tem recebido 
muitas pressões. mas 11linnou ter se aoostumaào a ela nos últimos 
18 anos. Ele lembrou que a a época em que governou o ruo Gr:mêie ao 
Sul agiu sem pressa na escolha do secretariado. tendo de!ifürlo os 
nomes quase s vésperas da posse, numa experiência que considerou 
vem sucedida, -." . . • 	• , ' ' ' ' ' .

fl(ftM1A DA 1'1 !'íTtfflA 
S. O. S. 
Clube Belatistense: 
BELII 
Desafie para 
YISTI 
homens de 
() Clul,., f. po[ll1 P.· h 1 ·,,, • 1 .Li ): ~ •• 
fq,do, 011 j  111,1.r1( P r<''t· i rrhd fl,',, f: 
htdad<', o J rirr:Ci.Q CJ,.' r ~-' !.l)t,·t~ultlo crn 
pela Vista fol entregue ls troças e nos n,tu,, 
(') prédio está desmoronndo, os vidros das Ja­ 
nelas quebrados, tem mesa; e cadelras, buracos 
por tod11 J'M i", i.té n qu di"a ::e t-r nrformr,1.1 
um reduto de tapus e cobras, com o matagal 
JnvMlil'lclQ tucto. 
Um potrlmonlo de füh Vl,h Jorm!o do ln­ 
{lo corno J;C fora pnpcl velho. O prédio ci.tá lo• 
colrnd1> no centro tl11 cldt1Clc, com Mfolto, !Ull 
~{lUII e vntc JlUltos m!lhik; tlc cruzólro,, L'.lm 
!nlor no vruor hhtodco, 110 rc51:1.lo li seus tun­ 
(lodorcJ que com (ncrlllclo.1 c:m~ti uiru111 n cede 
ioclol. 
Sei;umlo éomrnt.orlo.1 "nem todo o dinheiro 
de JMn Vlstn conrcgulrà l~1·nntor o Bdnvls!cn· 
e", Não, o problema não é dinheiro, ó eleger 
uinn dirctorlll, cJm HOMENS que procurem !:c:1 
rlblllz.nr u comu11ldnde, 
Onde rnao o, ~6cloJ !undndorcs7 05 lTº(tos 
devem cst:u- nrib:do do ~l~:n1 o~ ·ivon, surpre• 
tos e até mesmo Incrdu[os, cam a situação do 
Çlube. 
O Clube Esportlvo Belavlstcnsi, nõo per, 
lense n grnpo3, grupinho. 01.1 pessoas, perten­ 
e a Bela Vlsl3, 11 nn acntc, 
Não falamos em fazer do Belnvlstense um 
grllllde clube n çufo ~rozo, talamos em recr­ 
guélo, lepnmcntc, orgonlzor o quadro social, 
d J C,1J' T( 1,•,,i•', ', ri• 1 • 
Jl ir,; 111 P'• ln 1 pln! ·, J,,, cr,íi~', •' r 
quele que já foi a "coqueluche" d alta sol- 
tlodu kcnl. 
Não temos pretenso de, a curto pro re­ 
petimos, querer o lmpo•s(wl, rn.,s ol';'l pr,cl:a 
· ~ar feito. 
i11"1:>.rno; tos clos fundadores, ao senhor 
Prrlctto Uunlclp11!, ooJ vcrcndoreJ qu~ tornai 3a ! 
pcs~e neste dia l,º de Fevcrclro, no1 homem do j 
bem. Rcnlmrntc, t<'t'rgucr o Dcfavlltc.ns;) 115:i 1 
6 ttircfo fódl, ma~, tcrno3 ecrtez.~, Belo Vhta 
conta com pe,!OJB que n/io te furtnr5o n d-lr 1 
uma ajuda, vamos aceltar este dezafto, 
Aqueles que pcu~nm que wn cluba cocfnl vi- 
ve npcnns de bniles o dfrcotccns, cstdo CJl(1)1• 
no tios, J.sto, tudo 6 consequcnclo, hâ vlu-1~ oµ. 
çócs pro. se utl!Jznr 11s lnntnloçóc.s do Beluvls• 
tcnse. Após orcnn!zar o qundro socbl • que 
ntio existe esse tipo de promoção poderá ser 
lelt~. A Pr<'fellurn Mitnlclpnl, através do prc• 
Mt<1 Afonso Dlllon, um bclnvlstenso que viu 
nMcer o clube, poderá ut11lzor n sede, lntpll • 
tndo ll Hlgumn secr,,tnrla ou eoordc1rndorh1, 
zelo1•do pelo p11trl111onlo nlé que se forme uma 
ürelorin. Ou II Cimsra Munieipl, Por que no? 
Ali podcrln funclounr r Cõ.marn llluni~ipal, o 
lmportnntc 6 quo nlgucm ou nl:;o zelo pelo Plh 
trhnonlo. Slío sugctões, .. , , , , , , 1 , , , , ttt , 
1 
.... O lmporlnnto é quo nlgo seJ11 kltQ, de lmc, 
tlinto, otó que seja fonnnda n dlrctorln e Q clu, 
be esteja fundonnndo, (Volt,mmo, AO ossunt9) 
O (l'{;I': r,W"P. ~U/:0-00 i',,'O('l:! (!LI I! 'f-,; f,.i!':. f' <·o••r 
MUNO TA,ABE' QEI VENDI MA «' 
'J() 
' 
' 
!I 
Ve1dcr noS3C5 produto1 p,ro. outrc5 
paÍ!:CJ JI :1'.10 6 L1o teci! como 
::intlgnmcnte. A. cr!Eo mundJnl tornou 
os mercados externos ma!a fechdce, 
crlondo novas b:u-refro, e dlí!cu!dnde., 
p!!r.:i 01 produto;; br:i5ll!?lroi. 
Rccl:unnr r;ouco ndlantn. 
Ersc dcrnfio có podcrtl. ~r vencido 
com multo trabalho, multn crllltlv!dede 
e multa eom!)elcncla. 
Aumentar a cxportaç5o ~ 
para manter o r!tll)O de 
fundamental 
Mesa 
deva!!nento do PA!s, 
De:v!vim:nto lgt:'ca me!hre 
c:d!çe: de !da par todos: 
ma!: cmprgct, melhores sal4r!3s, mz! 
l.mcnto:, risten!a médlc o 
p:e!enxcl o!!, zaúde, caca rrria, 
e:c!as, luz !'tr!a, égua, eng0tos e 
t:np:rt1 c>!:t!o7. 
Hoje, exportar no é tare!a fácil. 
~.'li?.!: c:,r., é~tam.!nnç:'.:0
1 erlatlv!doc!c 
e c::-1:.1r,e'.1•:-!cb ;;c<l~rr,~ conqui:{.:l.t' 
e mantzr 1rçdç, , 
E ro,n·.w.110. 
·' 
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#. 1 
1

- 
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. l 
D 
Tadeu era um moço cheio de Ideal, En. 
r ,ri·m n poiltlr,o como 1} /TIO elo r;ervlr o povo. 
verdade, etva no PD.S por forçn de tra­ 
o de es pais, ms no tinha prt!do. P-. 
ele o quo importavn mesmo era tender os 
1 
rlldos dos mordorcs de R-ochn Grande, um 
{cncíp!o perdido nos confins da erra da Do­ 
quena, Ger imon!e ersm pcdldos simples, 
l'fllJJrono pnt'n o niilhtl<lo, um carninhüo de ca!l­ 
d.hO, umn oort:1 <lo n)!'C'>COL,Ç}o o p::qucnos 
cmprtstlmos, coisn pcc1uc1m. A todon Tocl!'itt o, 
tndia com um sorrlso o muit boa vontade. 
A O~maru M'unlc!pol do Roch'.1 Oro.nela ti• 
ph cinco vereadores: Carlos, 'Tadeu, M,muel, 
Jcmn.lo, e Pedro, mau conl'eclclo por Pedro• 
• Carlos e Tadeu eram do PDS, os outros 
lleS elo l'MDB. 
Rocha or.mde nto linha n::idu de dl!eren­ 
te da grande molorln dos mun1clplos do inte. 
riN, o prMlo da Pre(elLurn, Çllmaru, a Igreja, 
;i Praça e o oompo do futebol. Ah, Unha tam- 
ll(m um c!nCJUí'I o um cluhc. O 1daldo RG 
'l'i:nls Clubu. O que dl!cronclava Rocha Grande 
dos demais mun1clplo:; da rog!üo ú que o pre­ 
fell o üa cldatle eru na verdac:J.e a prefeita. Nla• 
rrucm sabla expllcar como Enelda conseguir1 
vencer as eleições contra o poderoso Cel Po­ 
rou, Udo e havido como o chefe pol!Uco do lo­ 
cal. Eneida era d.o PMDB. 
O povo dlzin que n sua vlt.órla for-a por 
o,msa da s!tu·1çfi.o do -penúria e de mlsérk1, qu'.! 
grassava em Rocha Grande. L1 não hwla c.lo.s­ 
sc médln. ou eru ;1c:o 011 ern pobre. E pobre é 
o que nüo !ultavu nn cldlde. 
Ter uma prcfella. no interior. J:1 6 uma no­ 
vidade, mas ter uma prefeito ele 2J nnos e umu 
beleza do dclxilr puracalo fnlando russo, é no­ 
vidade alndt1 mator 
Encldn, fllht1 do fnrmncêutlco Jollo, estu­ 
dara na capital, vler:1 pnra Rocha Grande, 11- 
tendendo p~dido do pai, chefe da opos.lçifo no 
Iugnr. Trow,ern na bacnaem o dlploma de ba- 
Dll.. n:nNA:--1DO DE FREITAS ELIAS 
., .• M&dlco.-- CRM 351 
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ESCfll'l'OlUO 0.1:: ADVOCACIA 
c!are cm CIr±s Jurtdlus e Sccla!s e rou. 
pxs que delvamn os homens de Rccha 3rr­ 
da "ccgos de admirçlo", te,ando o f!6scfo 
do lugar, mis conhecido por Ventn!a. N..1 
cmpan!a polfticn, cu :ndo nda pelos 2is­ 
tr!tos e fazendas, Ene!da usava cal;as compri­ 
ias, !to para não chocar os mi conserva :fo­ 
res. Mis n cldde a )±!dr!a era outra. Usa. 
va uma mÍri que provocavam1 ns matronas, 
chegando so ponto de uma delas dizer que "­ 
cutlo era cc!sa do DhlJo''. 
E Ene!d venceu as ele!ç€as. Sem ddv!d1 
teve ma!orla dos votos masculinos do lu;pr. 
E das moças ma!s avançadas. Rocha Grane 
tinha uma mulher na P.rc!eiturn. 
"A prefeito. estava trnb:ilhnnclo. Arrumnn, 
do rms, cstr:ic!as, construindo colégios .e m.os­ 
trnncJ.o os pernas (e outras partes) onde quer 
que comparecesse. Os homens enlouquedn:n, 
11s mulheres cocblcnvnm. El Rocha Grnnde r..e­ 
gula a sua vldlnho. de cidade do Interior, nu! 
que um dla ... 
Tndeu n!'.o..ern chegado a frras. Moço nin­ 
tla solteiro, de vez em quundo visitava as pri­ 
mas no bnixadflO, mns nem namorada Unha. 
Quando visitou a prereitn, Tadeu quase mor­ 
reu de palxúo. A mulher estavn em sua casa, 
multo 11 vontade. Com um min.úsculo vestido 
que quando foi servir o ca!é apareceu-lhe os 
fundilhos dn c-ilça, Tndeu endoidou. Ficou o,. 
pruxonado. E deu em cima da pre!eltn. 
A corte era decente, cartas, bUhetes, olha• 
res, mas, Eneida, ria do vereador, daquele cal• 
pira da roça. Só não lhe mandava as fava~ 
porq_11e preclsavn dele na C:'mam . 
. • A paixão de Tadeu aumentava, tornou-sc 
obsessüo. Ele queri,1 aquela mulher. De qual­ 
quer jeito. E Eneida, 11 prefeita, ria de Tadeu 
e comsntava com 115 amigas mnls chegadas. 
- Precisa ver, é só mostrar um pedaço 
de minhns c.1Y..as que ele fica louco. Não tira os 
olho.1. O homem está completamente domina­ 
do. Com este fe.ço o que qulset·. Pnclso de seu 
voto, pois o Jei:Gmlas está afim de me dar o 
i;o!)Je r..aquele negócio da construção da pon­ 
te. Ele é contra só porque Irá beneficiar um 
Ir!m!go politico (dels). 
• ·- ;.... Cu.klado, Eneida, com paixão louca des­ 
c !elt no sc brinca. 
• O ver€:idor mudou o seu comportamento . 
J:t nEo atendia os tJedldos de seu correligioná­ 
rios. Tratnv:i. todo mundo com grosselrla e dia 
!'. r:la de!inhwn.. O pobre homem estava enlou­ 
t1mc:do ele nnior pela prefeita. 
Até que T.1dcu criou coragem. Precisava 
falar com a prefeita, contar de seu amor. Oras, 
<clP_ nt6 que ãavn bola. Também estava queren- 
1o, no!s ammhs vezes náo o recebeu só de ca­ 
misolas. E sem nada por baixo·. Negócio era es 
queccr a timidez e ir em frente, pensa,-a Tn· 
c'(';l.l . 
F-ol na s6gunda-!elra a noite. Tadeu tomot1 
11mns e outns no bar do Galego e !oi n casa de 
Eneldn. E!a o recebeu com um sorriso. 
- Boa noite, vereador, vamos sentar. O 
que é que o traz aqui a estas horas? E' algo de 
ESTADO DE r.IATO GROSO DO SUL • 
CARTóRIO DO Lo OFICIO 
EDITAL 
JCS2 AVELINO E Sll.VA., OFICIAL DO 
REGISTRO DE IMôVETS DA CÇ>i.__1ARÇA, DE 
BEL... VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO 
DO SUL, NA FOR.t'd.. DA LEI. ETC.. 
FAZ SABER nos que o presente Edital vl­ 
remn ou dele tiverem conhccimzsnto que, de 
acordo com a Lei n.o 6.766/79, camb!nad con 
a Lel Mll!llclpal n.o 690/80, pelo Sr. _fRANCIS- 
-, CO EMANOEL ALBUQUERQUE COSTA, bra- 
sileiro, solte.Iro, motorlst.!, =idinte e domlci- 
1 
liado nesta. cidade, irucrito no CFF. sob o n.o 
200.471.691-68, fc! requmdo o registro do dez- 
1 mcmbrrunento de-nomlnacb "SIO FRANCIS­ 
I CO", :lfro'élCO pcl:i Prcleiture Municipal des- 
1 to. cic!.ede, comcrme pro~s..•o n.o 1.082/82. de 
20 de No·erebro à.:- l.C32, elaborado no lote de 
terreno suburbano detc."Ininado ~ob o n.o 139 
(cen!n e trin.a e nove) d l.a Circu::i.scriçiio su• 
burbam ds!a cidde, com área de 14400 ms2 
j (quat:rze mil e quatrocentos m~tro.s quadrnd:is) 
1 ciE..<roem::ado ~:,i 29 (·inle e no .-e) lotes., para 
t 
êi~ e~dasiv.:m-:nte rC:iclenda.i3. Que o m:sn­ 
c'cndo Iz!s cl:ase deidamnte matriculado 
neste Cartório do Registro Imobiliário sob o n.o 
1l 	- -- 
·._. 'n•!a? 
I '!'.ar1 ':"l ,:1 CCH', 	, J. 
d ttara de sun .1. C·nt' 
p0. A% per. __ •.)• t, Ç':;'-_ O I
1 
llltl'. 
-- Eu qurl 'dr com voe 
--- Oi±x. t'o rpm 0s m tra] 
cstava {ttdo Rir' ±ca, eu foer .'ei 
tes do Jantar. E' um: ve!h1o cm+. 
--- Ora, de'xe d! 0... 
1 - Ma«o que d? 
j E 'l'ad.<U, urdorclll'.m:ml.e :s;:, <ls
1
"l:<l~. ·..-- 
Iou de sua patxr.o. J4 ro dormita No o ', 
{ v!ta pnsardo c.na E'etd. Que els des r'o 
1 
menoa um.1 cspe1 an;,. 
Ene!da, Jovem, formda, mather c!± % 
, emancipada, penou: vou manobrar e..a 
,e conseu!r tudo o que quero, 
- Olha. Tadeu, n:1o tenho co>n::Jrotr.l o 
ccm: n!ngtem. Mas d um choque saber que o 
ce me ama. que me quer todo custo, e 1) 
tern,,o p:i,;•n pensar. 
E o tempo passou. 
Tudeu lnsls!ln e EnefdJ ln lcvrnuio-o r'l. 
conversa. Passaram-se mais.de seis mszs, tS 
que um dln u notíc!u (lJl.d..'1 pelo sccr:Li.fa (1:, 
CAmara. 
l -A prefelt.n vai se casar, O noivo é <1:1 r:.:1- 
pll'J.I. 6 um médico. O cas:uncnto est1 morc'.l, 
do para o dia 4 do ms que vem. M!ta ±gente 
1 já recebeu convites. O homem enlouQurc::•J. 
NO bla o que fazer. Ficou !oro. d:? r,I. De!.!, 
ran1. Procurou Eneldn o !alou tudo o que sen. 
1
, tln, por que ela havia !eito n::iuilo? Por que o 
enganara? Por que? 	.. 
Ao Invés de acalmar o pobre Tadeu, explJ . 
, car-lJv:: a !!ltua;áo, Ene!dn disse: 
- Oras. Tadeu. sa!b1 o seu Iuear. Eu nl!o . 
qlier!a lhe magoar, mas voc 2cha que cu po­ 
cl.erfa me casar com você? Me esqueça, eu mm­ 
ca mc co.saria com Ulil pobre coitado comovo­ 
cê. 
O 2mor vJrou ód.Jo. A polxJi.o !o! se trans­ 
formando Ao invés de querer c.quele co.rpo, 
Tadeu pensava, pEnsova. pen;ava .. , • 
j Ko dla do cas.a."llmto, Rocha Gra.11cle este­ 
a em fest2. A Igreja lotada. Muita gente da co.­ 
pltnl. Os noivos dlstribulram mn.!s õe mil ccn­ 
v!tes. Uma !est.1 nara ficar na hlstóri'.:! d.!! cr.0- 
nica social da cidade. 
Eneida e Marcelo, j cas2d05, 5:7n 
de da Igrejn., qu:mdo giitos e correr-!,.~ ch2.-. 
rr-"1rnm-lbes ::i atenção. Um homem ·,!r:.'1' e:::·• 
rendo, barbudo, sujo, grltnncto. crt' .•.i~~to .. r:;n- 
, tando .. , 
- Sem vergonha, d<?sgraçad:!, ,;ro~lt1;u:'.l, 
se vcc? não quis ser minha no :2ré 'e J's 
1 
nlng,·rm. 
Küo deu tempo. Ele !e! rfol<1o. ~ ::wn.~;i( 
, entrou !l'nóo no pe!t.o ele En<"ld::!. n ~~•:,,.-•e 
' manchou o est'do branco. Enz!da 7r-+' 
' msmo. Tadeu fel preso. Cs g-c.1:i~,l;:s rb. ·o,- 
queri..a cadela de Rocha Gr:ir.ie d'.zem que ele 
fala a tdo instante. 
Desgraçada. Prostituta. nác u's sr 
minha, nf10 ::er:: ele mais nín!l1,l;;m, 
COMARCA DE BELA VISTA 
569 fl3. 5€) do Livro n02. Juntante c. ors 
querimsnto fora apresentzdos de:ante 
e.utunc!o.; neste Co.rtóri::>, o j,Ie::::ior!t=-1 ri~:>.:tl.ti-- • 
vo, Flarta e demais dccumsntas cizdo; pelo 
utlgõ 18" de Cite da Lct n.o 6.773, 0- 1'e: ±e­ 
rã.o co.1ocnc!'.l.3 ,·e;nc!a ao püb!co em: geral, 1an­ 
to á vista ccmo a prazo, cbscrvanlo-se ara­ 
tanto nas cci'Iíco.;ões e obas a cleo; re:.:.cfo.n::- - 
nadas, as prescriçãzs e exigências dos poderes 
. públicos ccmçe'entes. E, para que chegue aco­ 
nhecimento de todos o iteres:dos e ar2 12 
ringuém a'nue ignorância, fci cçc±do o nrz­ 
rente EDITAL, o vl s:ri a(lao neste Car­ 
térlo, no lugar de ccstume e publicado por c3 
(três) dias ccnccutivas, no5 jornais de cru­ 
lação local, podendo zcr presentda quzler 
irnpugn::-ção dent:o do prazo de 15 (quize) 
dias, a contar d2. ú:!tlm:,. puhhc:eç:;.o. D::-C:O e p::.s­ 
ado nesta cidade e comarca de E±l: .st7, 
E.s:tado de Mato Grso do Sul. aoz 9 ±ias do 
mês de Mrço do ano d 1.933. 
Jo:é Aviins e ;3 
Oi5e! da Registro !s Invir-Is

TRIBUNI OI FRONTEIRI 
.. 
Grêmio apresenta ao p , biice 
ESCOll DE &TIÇÃO 
.... 
Quando da inauguração do Farque Aqui- 
o do te Pedro [ufa», o pretd·t> do 
iul, João Kulile, hva dito que: a fin'i'yle 
ds pt/cios no eu penas o lsrr d, aoci .. • 
dos, mas tn!'m, a de ftunsr atltas, a de for-. 
mar nadadores para compe''qõce, 
Una das primeiras provtdns, da dure!3- 
riu foi contratar zs ervigu d; w r»exior 
de nt«çie, pceo comi qualificados não te-. 
nlcas, mas robretudo culturais, pesaa que faz­ 
mria tletas g para Isto era preslsa ter pel!n­ 
cio1' elogia p/ llr ma mentes jovens, em 
(ermaso, ., a quttdde tetam cncntreds 
O pro!e,sor /roldo Cnlmnr Rochn doserwol 
vc vlrlos trabalhos em Psl Vista. Pra um rne­ 
lhor conhecimento os leitores publicamos um 
retrospecto de suo, otivldadcs cm 1902, junta­ 
monte com rnn compnnhc!rn de trabalho, pro• 
fessora Marta Harumi Chlda. 
1
110 prókSqor de Educrçlo Fi.it~, Arnldo Cal­ 
mar Rocbn. 
O )'Nlc.,•or Araltlo Jni.clou o ,.eu trnb:üho, 
l 
for:im mutrlcu!Jd03 W Jovc:i,, rw faixa i:t:íria 
das 'los 1? anos, Passaram-se vinte dis, Araldo 
desenvolveu excelente traballo, domingo pró­ 
x!mo passado ele apresentou ao público os so­ 
us jovens nadadores. Foi uma apresentação d1g­ 
lltl de elogias, as meninos se comportaram a al­ 
tura e do grupo poderá surgir os futuros repre­ 
t~ntantes do Oremlo em compollç(ies intermu• 
nlclpnls, 
Porlidplram da dernonstrnçõ.o 03 Joven, 
0FE7SOR 
1 
15 - QUADRANGULAR DE VOLEI FE­ 
!IUNINO - 5de dezembro de 1983 ..•..• , . 
Re(.lli;mdo nt1 qundra da Escola Ester Sll• 
vn, entre as equipes do Juventl.13, Ester Silvt, 
Castelo Bronco e Sessenl:i, 
Gustavo Lourelro da Rosa, Evndro Cubra! da 
, H.osn, F..duardo MnsCilrcnha, E>:erton :M.atLO.l, 
Critian Omniz Ortuz., Ivaldo Fereira Junior, 
Marcelo Corta Miranda e Luciana Corra Mi­ 
rnndn. Estão matriculados outros jovens, mas 
niio compnreccrru11. 
r: fntcni;üo do Grêcmh Pedro Hulino -· d­ 
mlnhtroc,ío João Rali!e - gilizar o seu depar­ 
tamento de esportes, studa-se a possíbllldadc 
de entregar este departamento para o professor 
Araldo. Sri uma excelente iniciativa. 
I1felismente muitos pais oa responzüvels 
DRllDO CIIMDR 
1 - JOGOS nt INVERNO - 19 de Julho 
de 1.982 
Renllz.ndo no Grémio Pedro Rufino, nas 
modalidades de Futebol ele Salilo e Vololbol 
masculino e feminino. 
2 - IV COl'A MOnENA DE l.'UTEllOL 
DE SAL. -FASE REGIONAL 11, 12 e 13 
de Junho de 1082. Local G.S.S. Pedro RU!lno. 
3 - CMlPEONATO INTEU•MUNICit'AL 
DE FUTEBOL - t• de agosto de 1082. 
d- CURSO DE RECREAMO - 14 de a 
gosto à 11 de setembro. 
Curso minlstrado para. J?roCessores de 1 • 
11 4• série e lllunos do Mag1stérlo. Realizado na 
Escola Ester Silm. 
5 7 DE SETEMBRO: Destile, Corrida 
Pedestre (10.000mts) e Gincana de casal e 
Torne.to de Voleibol masculino e feminino 
G - ENCONTRO BIO PSTNl F1SICO SO. 
CJAL- 19 de setembro de 1982 UAI 
Po.rtlc!pantes: Alunos li pais ' •• 
At!vldndes desenvolvidas: Palestras, jo. 
gos de tutebol de salão de 11olelbol, xadrez, da­ 
mas, tênls de mesa e televisão. Horário Inte. 
grnl. 
Local: Escola Ester Sllva 
7-- JOGOS DA PRIMA VERA: - 30 de se­ 
tembro de 1982. 
Realizado no Grêmio Pedro Rufino nas 
modalidades de Futebol de Salão e Vol~lbol 
masculino e feminino. 
8 - TORNEIO INTEGRAÇAO - 2 de ou. 
tubro de 1982 
Locn!, Ginásio de Esportes. 
Futebol de Salio (Bela Vista x Jardim) e 
quadrangular de <olet masculino e feminlno 
entre Ester Silva, Castelo Brnnco, Jardlm e 
Pn.roguai. 
9 - AMISTOSO DE VOLEI - 7 de outu­ 
bro de 1982 - entre as Escolas Est.er Silva e 
Nossa Senhora do Perpétuo socorro <Para­ 
guai}. Voleibol masculino e femlnlno. 
10 - GINCANA ESCOLAR - 1.2 de outu­ 
bro de 1982 
Realizada na Escola Ester Silva para Alu­ 
nos o professores. Gincana de casais por esta­ 
ções. 
11 - TORNEIO ESCOLAR ERAS110 
llIEDElROS - 24 de outubro de 1982 1 
Realizado pelo Centro Cívico Erasmo Medeiros 
dn Fsco!a Castelo Br.:inco, com as mo<blida­ 
des de Futebol de Cumpo, Futebol de Snlão e 
Vo lclliol rn:rsculina e feminino. 
12- GINCANA CULTUIAL l:."S.COLAR - 
12 de novembro de 1902 
lre:i.liz:Jdo no Ginásio de Esportes para a­ 
lunos de 52 8série da Escola Ester snva. 
Caç:,. :10 'Fesouro. 
13 - QUADRANGULAR DE VOúElBOL 
FEll'INlNO 0 de novembro de 1902 
Realizado no Ginásio Municipal de Espor­ 
tes entw ns equ1p~ do Sessentn Espono Clu­ 
be. Escola Ester Silvs, Escola Castelo Bra . 
co e N1shikawa. 	n 
I!- CAMPEONATO PARAGUAIO 2O 
de dezembro de l:S8'.l 
Realizado no Ginásio de Esportes Silo Ge­ 
raldo Paraguai). Futebol de Sal5o, Voleio! 
masculino e !emuuno. Puttlcip3ram equices 
do Nautico, Souza Rosa, Nishl:a tu 
entuS, Ester sr,vn e Ouras mais, 
nlo prestigiaram o aeontecimenta. O ptl4 
foi dum!muto. 
Além de dinamizar o etor, o Grnlo f 
mará o eu corpo de natação, visando fute 
cmnetes. O primeiro passo foi dada, torrar 
jovens, orienta-los, lembrando as palavres d 
professor Arnaldo: " não nos interessa apenas en 
Minar a nadar, queremos fomar atletas ta 
mos colaborar cm a iniciativa, lembrando qa4 
O'.J crn,:reúrio~ pt;dem muílJ bem s e g u I t 
o kma ''ADOT:FJ UH A'fI.f.TA. Beln Vis.ln~~ 
nossa juventude só tcm a ganhar. 
ROCHA? 
QUEIROZ 
O deputado !edernl, Saulo Que!róz, do 
PDS. representante de nossa região na CAma­ 
ra Federal, ntendendo retvlnclJcações da clas­ 
se 'produtora e do sofrido povo da fronteira a 
sudoeste, enviou monsngem no ministro dos 
Transportes, solicitando a !meclJtnta recupera, 
çlo da BR 267, no trecho entre MarncaJü e 
Gula Lopes da Laguna, Informando o precdrio 
est9.d.o daquela rodovia. Além de estar preju­ 
dicando o escoamento da sa!ra de um grande 
mlmero de agricultores o estado lastimável 
da rodovia está parallzando até mesmo as 1- 
nhns de ônibus que servem a região. Els a in­ 
tegra da mensngem: 
"Sollc!tamos V. Exa. medidas possiveis 
sentido recuperação Imediata BR-267, princi­ 
palmente no trecho Mnracajü-Gula Lopes da 
Lngunn, atualmente sem condições de tráfe- 
go. . . 
Informamos sr .. ministro que o citado tre­ 
cho dquela BR serve região do Estado de Ma. 
to Grosso do Sul com próspera a!!ricultura e 
por ele deverão ser escondas em Üima de 150 
mil toneladas de soja, L-wouras Já em colhelts, 
PREFEITURA llUNICIPAL DE 
BELA VISTA • !IIS. 
2 EDITAL N.
0 
0002/83 • Gnb. Prtl Em OS de 
lInrço de 1083 
AFONSO DILON NUNES LEITE, Prefei­ 
to Murudpal, de Bela Vista, Estado de Mato 
Grosso do Sul, pelo presente "EDITAL", co.n­ 
voca a todos os Profissionais Autõnomos, ba­ 
seando-ze na Lel n.o 725/81, de 23 de Dezem­ 
bro de 1981, (C6di"o Ttibutntio) em . • 
uf ll - o 	• seu capi- 
t 
O 
Seçao J, da incldêncl.n dos conttibuin. 
tcs conforme segue a baixo: 
Médicas, dentistas, veterinários, enfermei- 
ros, laborntonos de análises clíci h . 
sl, savos4os vos • vota.."; t 
tes, _ 	:-., espachan1 
e cconomlEt:is, conbdores, guarda: li 
desenhistas técnicos, barbeiros. ,_ "Tos, 
t: t . 	, man._uras, al- 
t ~~. ~s, tini~':°;;, pedreiros, cnrpintelros, ele­ 
nc1s as, meCD.nJcos e pintores, "ara 
n.-cc- ;? 	,: • comp:i- 
30 deem nesta PrckJtura Munidpnl, a,t<! o dia 
. e março do <::nttnte. pra pagam2nto de 
1
"""'..s de lmr,o:;to sobre sen,iços (!SS), pullli- 
cado novamente por ter saido com incorreção. 
. l'rl,!c:,ura lllunicipal de Bela Vista, Estado 
de Mato Grosso do Sul, acs oito dias do m.ês de 
Maro de mil novecentos oitenta e trés. 
Afono Dlon Nunes Leite 
Prefeito Munlcpal 
16 -- JOGOS ABERTOS DE FUTEBOL 
DE SAI.AO - 20 de Janeiro de 1983 
Realizados no Ginásio Municipal de Espor­ 
tes, 
produção que representa, observadas as ntunls 
cotações do mercado Internacional, cerca de 
33 milhões de dólares em divisas para nosso 
Pais. 
Os agricultores estão desesperados ante a 
perspecUva de grandes preju.lzos, que serão 
Inevitáveis se a rodovia não tor recuperada 
imedlntnmente, Jli que não existem con:Uções 
de secar e armazenar n produção a nfvel e pro­ 
priedades, 
As prefeituras de MaracaJú. Jardim a Gula 
Lopes da Laguna, apesar da boa vontade dos 
srs. prefeitos, não dispõem de recursos para i 
promover n recuperação da rodovia, cuja coo- 
1
1 
servução, diga-se a bem da verdade é de res- 
ponsabllldade do Governo Federal. ' . 1 
Fomos Informados pela Diretoria de Obras 1 
de Cooperação do Minlsté.rlo do Exército - 
que através da CER-3 - Jardlm (MS.) respon- 
de pela conservação daquela BR - que não 
foram alocados no p.resente exerclcio, pelo 
DNER recursos para a manutenção do trecho 
Maracaju-Gula Lopes da Lagun e que uma 
verba em tomo de CrS 50 milhões seria sufi. 
ciente para aquela CER-3 colocar a rodovia em 
condições de tnifego no referido trecho em 
caráter precário, é verdade, mas solucionindo 
o problema Imediato. 
Os números são expressivos, Sr. Ministro: com 
apenas CrS 50 milhões deixar-se-ia de compro- 
1 
Notific.nção / L~CRA/PFJ/GR/N.o 05i/83. 
Com base :io paragrafo • único do Art. 4.o 
. do Decreto Federal n.o 76.694/i5, COn'o=os 
.Para_ comparecer na sede do Projeto Fundiário 
Jardim • INCRA; à Av Duque de Caxias, 989· 
Jardim l:tS, 
0 Sr EM1LIO Af."J..A, r:ara nderk 
ao procedimento Ratificat'5I:io do imóvel de sua 
propriedade situado no Município de Caraco!­ 
MS. 
O prazo par:i comparecimento e para qual­ 
quer manl!es:tação por parte de terecii:os e de 
lO (trinta) dias a contar da dat.'l de;ta nublicn­ 
c:ão.. Findo o prazo âurem.os p1·ozs~~e.nto 
normal ao Processo Ratificatério em que e .,..,_ 
qu.srcn.tc o Sr. Domingo:; To.deu Valdez, presu­ 
mindo n1io hnver nenhum - ob:?ee reie:rente à 
regularização de um excesso de 64, 3423 ha. 
(sesse.nta e quatro hecl:l:rcs. oitenta e quatro 
ares e vinte e quatro centiares), verificado em 
sua propriedade. 
Mariuno emeke Miranda Rodrigues 
E:,ccutor do Projeto 11mili:río J:i..~m 
Portaria Na 277 d Z1.09.53 
17 - CiINCANA INTERNAClONAL - M 
de Janlliro de 1983 
P.du.zada nn Aven.!da Internaclomil Tt:~• 
doro Saliva. caça·e;o Tesouro. 
e	la V I s t a , 1° de m ar ço 	d e 1. 9 8 9 , 
$i 
. d#% 
- ··-. ,_,.;-:, 
meter o esco:i.mento de uma produção cujo va­ 
lor estima-se em 33 milhões de dólnres ou crS 
I b!.lbi,o 320 milhões de cruzeiros. 
Estamos certos que V. EKa. sensibi1JzStá 
cem o problema e buscará resolve-lo com a 
urgência que a situação requer". 
\1LSON IRA 'IRATAR TODOS 
OS PREFEITOS COil IGUALDADE 
Campo Gr:mde - "Plz uma visita de cor­ 
tesi,i, lso!::da, e não pedi nada; vim apenjl5 
ps:rabeníz:ir o governador Wi!'sOn 1Barbosa 
Martins pela posse e volto contente pela JD'!· 
ncira cordial como fui r.ecebiào",.sfinnOt: 
0 
nrcfei>o àe Coxim. Jcr.-.é Raimundo dos S: 
tos.. êo PDS, aoós ter mantido audiência s 1i 
borns com o Go~cmndor do Estado . 
eguado o prefeito - que disse Dáa s.~· 
ber aue havia sido recebido pela manhã c' 
1 
tro administrador municipal de seu Pari? 
.durante o cncontro ele entregou umn r:.T 
roa z±tu;ão do cu municipío expondo 
aspectcs d regizo, carente etn alguns setons 
principalmente no viã.rio.