mm+, st1»4 Pz0f1 ·m. Anu, nel sA tom, irh, ' go. - ·, Vete Garcia diz aue "di ·tor do 1 está brincando cono.:. co ,, e cr iti e 3. cC.; , '"' de Wilson" bagunceiros s:os . " compenes . ) FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, COURO CABELUDO, SEIOS ABDOMEM, líAOS E MEliBROS. INCLUSÃO DE SI­ LICONE, PEELlNG CICATRIZES, TU­ MORES DE PELE, QUEIMADURAS, ACJ DENTADOS, DEFEITOS CC'i.Gf:N1TOS (MÃOS, PES, FENDA PAL' ... .:.~NA, LA­ BfO LBPORINO) ÚLCERAS DE MEM­ BROS EMAGRECIMENTO. Campo Grande: Rua Pedro Celestino 1387 Centra, F.one 382-2984 - Res. 624-5445 Diariamente: 09:00 às 11:30 hs. 14:00 às • 18:30 hs. i t:::C~ ~ = ~~ -C:.Q.--- ~ -..:C.t::--- ~ _,,,~ L- - ~ ~ ~ - 1 Pedro Pedreira l í Editor Cher' IVAD) Tt.REIRA -- /nu YT - N'J IH:Õ-rnZ:n(O&/U:J _,.. ., • _ « a.a» o. a. a #g.a.i r tt t, a ,_ --- - --- o ntunl Govc1110, eleito polo povo, cspe, rança de Ma!o Grosso do Sul, vn! so tornando n modlcla cm quo o tempo pn!'iR::t nLunn ver­ dudolm rrustrnçiio. Niio só om Bcla Vista, mas cm todo n rerrffio, o nome de Manue! Rodi­ g-uos do Mlrnnclu 6 conhecido, nclmil'ndo e res­ po!Lado, 0 saber que Manoco scrl-J. nom~ado U..-kr,-ndo, o !)OVO ficou t runqullo. O combate n corrupçiío. contrnonmlo, banclif!smo e, prln cipalmcntc, as !1Jjti.;t!ç11s, tcrinm um ardoroso ccmbn(cntc. Sim. comb!.l.lentc, pol.~ não é de hc-jc que Mnncco procu,u colaborar com a justiço. Homem de possos, pccuarlsta, de trudi­ clonn! fnmilin belavislcnse, nunca houve por parte de Manuel Rodrigues de Miranda u in- tençüo de trabalhar por ambição, seja mnter1- a! ou de podm·, sua int,ençi.io sempre foi a de servir Eslava tudo definido, Miranda serlu Dele­ gado nuxlliar pHrn esta frontelra Jsolad.l, mar­ rrinnllz:idn e esquecida. Smpresn, grande sur­ presa, vai a c.,mpo Grnndc tom:1r posse em seu cargo, e um tir;meu, um ulmoradlnha ele gnhlnctr, um bonrco que não conhece 11.s nos­ sr,s ;dHJc:;ldndc:.i, um pigmeu ncoshunado a. Jldnr com r;;:nle p~qucna, 110 t:umrnho e na hon­ ra, voil. :•tr:íz e tiiz que !! nomc-aç1ío estava suspensn, como se 1Uaneco forse um João qna}gucr a cala de emprego. Deve haver rJzfies para que o Governo do Senhor Wilscn, através de seus "competen ESTÉTICA E REPARADORA • Fosso dr uma de Alce? . • P.:de Aiicc. - Então, neste Governo, quando uma pes­ soa íntegra, hcesta, capaz, muito querida re­ la população, valente, respeitada, pessa de posses e que n~J busca emprego:; e nem mor­ domias, mas sim, servir o povo de sua cidade e da região, quer trabalhar, os "Cignc3, coe­ tentes e l:Jo11c.sfos" sccr;:t~rio!l NAO CONL.'.GR­ DAM? - :f': sim, Alice, neste Gcverro é tudo dife- rente.' .. - QUE l.HAR A V HIHA! QUE nrn.tU. V'!LH.A ! Ué ..... Ul- .... Ué.... ?os-:,,,-0 c:ar uma cfo Alice? - Pa-de Alice - Neste Governo, que se diz oposiçiio, e que re:::psHa o que vale rea:mente n.:i democracia, cT '" • 0:S, nê::i s{io .J!e,odicio.s os pedidos e rei vins iiczc5. " , s de um vereador eleito e que trabalhou Ices ngs e]·6 N, 3 d -. - ·v> cielçves: o invés !isso prccura zaten- aer o· pedid·- d l' • - ... ~ ' • • ., e po.2tcos que não pariicia- r,in d.: higa e que niio !•~m votos? - É sim A'' - • .. • uce. prnziro temos que atender Gs pcdidos do pessoai da casa... - • QUE MMRA!LATA! QUE MARAVILHA! U€.. Ué... U... Posso da uma de Aiice? Pede il.licc. - Quando w:na radia está intransitável, tolando até carro • •• h -' • ·,. ' • v', cO '1D de ünius Sus- }'ensu,, c11i-rus h • guerra&os, rios e mais tics de Atende em: Bela Vista: Rua Antonio Jo­ ão S/N, ao lado da Farmácia Moderna (última 5.a e 6.a Feira e Sábado de cada mês). lama, gente xiugando nté a senhora mãe dos responsáveis (se _bem que elas· não tem culpa); qur.ndo a imprensa denuncia pontes quebradas e transito interrompido, essa estrada está FRONTA PARA O .THAFEGO? - Está sim, Alice, recuperada e livre ... QUE lHARAVILHA! QUE MARA VILTI'.A! Ué ... Ué ... Ué., Ué .. Posso dar mna de Alice? • Pode .,-'!ice • - Olha, quando um secretário manda oficio a Câmara Municipal' dizendo que os pedi­ dos da mesma foram atendidos, no caso de uma estrada, este ofício é lido em plenário provo­ cando ris e mais risos,. isto porque .a citada rodovia está mais para trator, é mentira do se­ cretário, incompetência ou falta de informa­ ção'? - Não é nada disso Alice, é problema me­ tafísico, ou a estrada, ou o secretário ou a Câ­ mara, está fora àJJ tempo, e do espaço. Ê pro­ blema de. dimensão. QUE MARAVILHA! QUE MARAVILHA! Ué ... Ué. .. Ué ... m:i... Posso dar uma de Alice? -·Pode Alice - Olha, neste Governo; quando uma profes- so•ra ou dil'etora, mesmo seudo competente, é demitida por não pertencei, ao partid'o, faz par­ te das "métodos e princípios"? - É sim A1íce,.não impo:rta isto e aquilo, imta saber quem ajudou o partido. • Q'i, ..... MARAVILHA! QUE MARAVILHA! tes" sccrctdrio:; hajam contra os Jn!Hc-:,,~eH .tlo povo. O povo de Bdn VJsta e dn rcgllto, ni'l, uma vez, se surpre;;nde com medida.::; nr..ti poriulnres. Pnrn nós uma. duru lic;ilo, se oi; qu2 dros elo Ph•IDB são i'racos, fn.!tu gente C' pncl­ t2.da, motivando nté comentários que o PMI não estava preparado para a! sumir o Governo, fica uma amarga lernbrnnça de dins p.,ssndo:; quando milhares de "bonecc:;" 1ecebbm do­ ces saldr!os, desde que accil:>si;em :.1:; rcgr:1:4 do jogo. A únlca regra que JJí..ancco .1coilo. :-t da correção, das coisas limpas e claras. Tal'~z ai este.la o motivo de sua não iutlíc?çüo. ~uc Vergonha ... Nór; do jornal, que apreuuemo~ a conví·~r com as idéias plurali:.:tas, ·que convivemos 11:!ul Os Vereadores Marcelo Calvano e !delion so Pinheiro defenderam, na Câmara, a linha política do PMDB, afirmando ser o mesmo uma "frente democrática por isto sujeito a várias filosofias, tendo por basa a democracia, em nosso partido todcs tem o direito de ma­ nifestar livremente as suas opiniões". Idelfonso pediu ao companheiro de parti­ do, Vete Garcia, "que procurasse averiguar se realmente o chefe da Ciretran, Aires Cafu­ re, havia se filiado antes das eleições", para Idelfonso, "isto ocorreu depois". Defenden::l.o . o Presidente do Diretório Idelionso cJJsse is anos t. ".Ada.i do paro, es distas ' r r_ is.s vi te' ias de "e:nedhi tas e l:' 'Cano n? ter1os comprsi sns no te ~uén, seja há de que par'do for, tiro. cus?r ar aos ta»d0 O erros e 0 t« ..uno .y0 2 quem Cs, Ss o Cex no dc pudor fan oa o {G0. veno éas aras,mos tamiéu: e mcr.1omas, «',,a.'g eCs n s ..,€:s G!svn:, es te iníci, está nos parendo um ;oerno de is.r:.tni, coma !uns }oco, pa comer o cio, antros dcrep ato; aros ma1s ind: se pt por a'nu: da URRICE, O:... • ·e sa!e d> coi .le, para me li;cr, é a cspeng dc todos : ó .. que "ele e:s~á nJindo de acordo com us regras e métodos ó.o pnrtíclo'', Jô. o vereador lVInrcelo Calvano disse que "respeit:m10s as opiniões c:l.o nobre companhei ro Roscvelte, ele deve ter suas razõzs, pro• curaremos atender os seus ju.,,,to? anseios". Cain.no criticou mais uma vez o prefeito Mu-. nicin:il enfocando a demissão dfls urofessoras nuni. ato de persisguiç§.o que não ~;,) justifica,' sobretud.o agora que o de:::em:,r::eo está sen do combatido em todas as fremes. Disse Mar~ celo que o prefeito "pecou, nSo r,cr ne-gligên, ci~, mes por incompetêncl:i.". CHACARA 15 Ha. i Vende-se chácara 15 Ha. 110 Serradinho, desma tada con Esteira, cercada cor1 57.. do córre •·l, go Candelão, Barracão paro Suinocultura 20x12 de F.tcrnit em funcionamen!o, ':i.'rat;,u- !1'3 nÍl:i. I Dcrõo do Triunfo 313 Fone .439 • 1230 1 BELA VISTA Claucionor Demissão Protesto O Vereador Glaud:ionor Rodrigues, do PDS, protestou contra a propalada demissão do Chefe da Ciret.ran de Bela Vista, Aires Ca• fure. Para Clauclionor Rodxigues é "inadmis­ sível o PMDB cogitar a substituição de um funcionário integro; capaz e qualificado; e ain da por cima um elemento do partido". Segun­ do Clauclionor, "Aires é filiado no '.f)artído desde o inicio de novembro", para ele "foi umr. grande surpresa saber que o Diretório do partido cogia substituir o competente che- CHACARA 13 Ha. - - Befla Vista PREÇO DE OCASIÃO ~~ --~~- 1 l1S. ~ . 2 • ' nisto L ,lu., 1 fe da Cetran". 2olfcitando um aparte, o VC!'..::~d01· Rosse­ velte I 1no Garcia, do Pi'.·.GB, confirmou as denúncl:ié' de ,c~2.udicnor:, Pgra - ::ceu o seu apoio e fez uzn vibl·ar,ré p:·c:,ê.,nclan:ie.nto (Lefa na ?11glna 2}. Na mesrr.a oportunid?.de, o ,~7:::a:c.l.ar C!au­ dionor scliitcu informações z.eito Nu. nicipal a respeito do funcionalisrzo, quer sa­ ber o número de funcionários e rspecivas ±unções. Vende-se uma chá@ara 13 ha. local no Serradiho desmatala com esteira cercada, Açude pomar e banacão para Avicultura par a 250() c::.heQns em f11u'1tfo:na.m::nto. Tratar 11a Run Barão do Tritrufo 313 Fone: 4B~ 1?30 MS. 4 SEEEI7RIS (ID JID P.M.D.D., na são rlizada na Câmara Mu­ niipal, segunda feira, usou da 'Tribuna para cic-nunciar oLo,; de iucom;J(Jt,:ncfa ele nlguns Sc­ crctúrio:; do atual Governo. Bastante revoltado aps a leitura elo o(icio enviado i, Câmara pe­ lo Diretor do DERSUL, 1maldo Percil·a de Souza, cm o qualfjrmava que a BR. 000, tre­ cho Jardim a Bela Vista fora n•parnúo e esta­ va pronto para o tráfego, o vereador Lino Gar­ cia chamou o Sccrctârio de Wilson de "men1- Uroso e incompelente'', Disse o vereador que "o ?.irctor do DER· SUL t,stá !, rincando conosco, dcsrcspcilaudo esta Casa de Leis e os vcreu,Iorcs, todos nós sabemos que hoje u situnçiío da estrnrla é las• tim:ívol, a Cruzt•ito ,lo Sul JHlrOU a sua linha o até carros pcep1e11os niío podem passar. Na l t 1 t [ t ' . ; ! 1 '-i - { ; l .:.,,.._ __ .:~ ... '~ --- .. _....., O vereador Rosevclto Lí:io Gnrcia, do DR. FERNANDO 1JE' FREl'fÀS 'E!Ulf.S Médico - CRM 351 Clúúca Médica e Cirúrgica Rua, Guia Lopes, 826 - Fone: 42!>1270 BELA VISTA- MATO GROSSO DO SUL 5 mv AFONSO DX Cosi üR@üEs" ° Advogado Causas Cívels e Cl'lminais ln'lentárlGls, Desquites, Divórcios e , I.egallzação de Terras. Escrit.: Rua Antonio lfuria Coelho, 428 Fone: 439-1395 Residência: Rua Culabá, 468 BELA VI~TA - MS. J O'' QUE €C Fernando Freitas Julião de Freitas A,rlete P de Freitas Gilcleide M. S. Alves ADVOGADOS Rua Maracajú nº 961 els. (067) 624-4380 (Q67) 624-7087 Res.: Tcl. 624-7021 Campo Grande Mato Grosso do Sul. Escritório em Jardlm: Av. Mato Grosso S/N MANOEL RODRIGUES NEGRAO Advogado -.a. e+-;-2! Rua Tenente Bernardes, 2558 CEP 79.240 - JARDIM . MS E'sêRITólt lb J UR:CDI-'C'O­ Ne!son Chagas Advogado Causas Trabalhista, Criminal, Comercial, Civel (problemas-família) terras, inventários, cobranças, e'tc. Rua Dr . .l.ry Coelho Oliveira, 660 Fone: 2I2.1 ........ ·J.MIDTh1- :M:S. Adv;ogaâo OAB - MS - 1579 Aveniàn D:uque de Crudas, 780 caixa P.:ttal 31 - ,:fA:RDIM: - MS. Dr. Pedro Jósé Palmlérl Legalização de Terras, Inventár!os e Gausas Crimma!s (Jüri) Rua 1-5 de Novembro, 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. Advogado Oausss Cfve!.s, Criminais, Prob1emas de Ten:as, Irrventários. Rus Ciiiàbá, 350 BELA VISTA - MS. DR. Fl'ORI DIIJRANO Médico Clíme:.i de Senh-orns e Criaiu:ns Operador CRM 35-g - Fõne: 439 1264 - CPF 003820351 /.:'.:~IN•l•~=R~~~-.~;"I_:-•~~-s~~c 5 -1=1-:=.:--:~ ... [ on. soetso arroz eo %j l s.2 z Advogado 1 • ~critório: Rua 1. 0 de _Maio, 357 1 JARDIM - Mi-lf.I'O GROSSO DO SUL i _____ .....,. DR. RICAROO REGO Advogado Inventários - Legalização de Terras Antonio João MS. ES DE" A:DVOOA'tfri Dr. Sél:gio Rob--erf.o Perondl Advogado Os.usas Cíveis - Direioo Agrãtlõ Inventários Escritório: Praça Álvaro Mascarenhas -=- = BELÂ VISTA - MS. - verdade. o atua! Governo, pela irresponsabili. dade de aluns secretários está se torando ma grande iius@o. li reeito de cr'tics publicadas por te jornal, e Hdas na ráCi, ZP 23, pele r+alista Ancclm.o Lo,: Vs d..ce "que é pio cri. ticar mr'rio, u ar todes o mias, talos os jor­ mais, todns as rádios, talvez assim os hemvns do Govrus riem vergonha na cara' Prosseguindo o vereador manife toa con,rança de qu Wi!on "slerá dmitir os incanpetctes, os secretá­ ric, que uadz faca e sé dizem mentiras." "N,io me í,;tncs~~- sii:r!a p:1niHh'l - ri; e Ve- essa bnunca e , e de. respeito, É preciso par ordem n Cas, seba com a badema. F'stá tudo errado no PMD' Finalizando, Vete Grela disse que "repu­ di.o os meus companheiros de partido repudia mais inda o presidente do D ire tório, pla desconsideração, no querer ·ubs. tituir um elemento competente, do partido, e rFp,Hlio o otual ,tirclor do DEISUL que mia ofícios mentlro;:u1<., J'iro,·ocnur'.o risos dos presen­ tes, e renovo a minha intenção, se a hunea continuar, terminarei o meu mandato sem sigla partidária, mas defendendo os verdadeiros inte. rcsscs do povo hcJavi5tcnsc. Qunnlo ;is crític:1~ kit.as no prefeito Mu. nicipal, por sua administração não correspon. cler ns espcclativus e por ser de competência do st'nhor Presidente <'1:: R<>púhlíca n uomenção de outro prc.fcilo, só ele p Nnl'!on--.1, nrredito cm ouo lsl·0 nfío nossa vir ac ontncor nor fnlta rll' nccsc;o pelas rodovlns. sabrndo ainda que 1oh Vistn tem ncsso nel DR-060. a qual c~trt :mb 1rspon<;rbil!clade do (loverno 'Peclernl. 0 nur n mesma para nós 6 011e ('ffi nior con­ rliriío de tráfeo se rncontrn. Senhor Gover­ nnrlor. vu Exolo. como resnons6.vel peh, rli­ reco de nosso P.slado. e1 oue cu tenho n intelrn confifln:;n em sun 11clmln.ii;traciio, esnero de vós Jr,11:,r no ronhrcimento c:Jn nosso tõ.o P.rnn­ cle iJ11<:trP PrcsldPnt.P. da Reptíblica. o nroblema da BR-0R0, nois trsn}'ln ru. convld;:1 certeza aue r!f! com sua intellgencin intelectual irá qtprrlr n eott nnol nnrn (nm n nu rlno Holn Vista fazendo assim .. que o trecho de Jardim t6 Fel Vist do PP.6n os navimontdn nols nó; i (dos1o 1071 cnrmo; ae seja feita n nvimentnoo dn rHnrln R'F?.. T'IOIS ouon­ do T('cebemos n v' ita do Senhor Presidente d~ Repúbllcn Gen. MccUcl junto com o Gen. ,mJlr.:.AnOR ROSSEVELTE LINO GARCIA Reoueiro a Mrsri. ouvirto o rilennrlo na sendo suspenso até o ônibus da Viação Cru- formn regimental par:. o sina envindo c6• zeiro do Sul, que fazem linha de Bela Vista a nio da Ind!cnriio n.o 028/83 n0 F.,::mo. Senhor Campo Grande, Bela Vista P. Porã sendo assim Go,·emndor, ao Exmo. Senhor Presidente da peço aos nobres colegas aprovação deste re• Remíblica. no Exmo. Senhor Jliretor elo Der- querimento. sul P. ~o Êxmo. Senhor en,1. da CF.R-3. para Sala das Sessões da Câmara Municipal fins de conhe<'im('•it0 d!l clüir.uldndc a qual de Bela Vista MS, 06 de _Maio de 1983, se encontrn o novo sudoeste mntof(rossense, por falta de acesso em nossas rodovias. nols sabemos que quando chove fica intransitável VERF.AnOR MARCEW CALV ANO Indico no Exmo. Senhor Prefeito Muni- já ter contribuldo com 15 (quinze) .bolsas cir.al nara ouc ::,qi!ize a coloca:;5.o de bttP.iros de cimento· para execução do devido serviço, na R11P Ant.onio .10?.O na esquina com a Rua e ainda- informou-nos ainda que os bueiros de Industria ele Couro "B'.1rrim1 Verde''. para já se encontram no local, pedimos a VaExcia. que seia sanado o nroblema dn passagem de que atenda a esta nossa indicação se possivel v:>iculos nanuele local. for no mais curto espaço de tempo. Faco esta indicacão. poi<; segundo infor- Sala das Sessões da Câmara Municipal maces do 1ronrierio da Tnnstri de (Cot- de Bela Vista MS, 09 de Maio de 1983. ro fü,rriga Verde, O Sr . .Antonio Hor;-in 9Je~a Marcelo Calvano . Vereador líder do PMDB - Requeiro a Mesa ouvido o nlP.nrhio na forma re!!iment.al. cme s 0 oficie ,io 8r Minis­ tro das Relcões Exteriores no (antido 'de informar esta Casa o7nt0 n ovist6noin do Im COnvênio Tnt3rnciOnnl nnrn for·cimento de Merencfa F.scol.11· a Rt:mública do Paraguai. ,JUSTIPICATIVA: Devido .a 'informacão de ftmciomírio du Receita Federal, localiznda <10 Ex,1r<:il.0 Alfrcclo Slroesncr pata inau~urnr a pontn do rio apa que faz divisa com o Paro.• uai, eles firmaram convénio que a BR-0O f0se n PR ove )irri Assunão h Brasilia, )Of"O rm U!"l!i() ,·in"n ;1nnc; a r!lnrl:i HR /;Nlfl onvi­ mentn'n est:mos nrovimndo nr aunse 15 (quinze) nn0c; P. :-i. nn.? e n no; rins 25- tvn som enrijo l tráfrn, deve nnda (y :r,:)(r,i;, rrrl:-irPrcr no Sr>nhor Prc•sidnnt.c eh Reoühllr,•• 0111' no :;e tratnr clr. :"rr>:i cl,i S~f!ll· ranc Nocional todos os munieínios dn rron• tc!ra clrw•m ter livre arcs,;o nor s1rns rodovhs e nio vir ncr,n 1ecrr clP. ffc<1r nnvnmPntc ll.ha• dos, pol.s nosi;::ic; autoridades rcsnonl'ávr>ls pe• Ia seiruranca fn7,em o 11so dec:tns rodovias pa­ ra atender os r~tos doi:; contrabnnrlos 0110 cos­ tumnm ocorror nesta frontclrn. nuero o!ndo. es clnrecer a Vª Exda, que parn llP.~r Beln Vista n Ponl.:l Pori'i sfío anenns 120 (cento g vinte) Km. de estrndas QUe não está pavimentada, e (> neste trecho 011P. ou:mdo chove {lca int.ran• F-:ilrivel, Quanto n RR-060. existe um trecho de 90 (noventa) Jio rlP. ,Jar. dim até Nionaue e mais um trecho de 70 (se­ tentn) Km de Nioaque até o Km. 21. Que .iá é suficiente pura litmr todas ns rodovias aue dá acesso a este munlclplo da fronteira com o Para!!llai. sendo assim confiando em s11a administração. eu lhe peco em nome rlo oovo belavlstense aue é necessário e aue sela feita estas paviment.acões nas citadas rodovil.c;. Sala das Sessões da CAmara J1111Túcipal de Bela Vista MS, 06 de Maio de 1983. Rossevelte Llno Gnrcla 'Vcrendor do Pl'lDB Rossevclte Lino Garcia Vereador do PMDB VERBAnOR MARCEW CALVANO na passagem internacional continua a passar diáriamente. Não somos contrários a tal fornecimento desde que haja um convênio internacional. Pedimos aos nobres vereadores que colabo- rem na aprovação deste rea-uerimento. . . Sala das Sessões da Câmara Municipal de Bela Vista MS, 06 de Maio de 1983. Marcelo Calvano Vereador Pl'IDB bem. E o nos priip vl o corou a perceber, pehutinamnte que ctava a t ta de um Hino, onde l vi.u ;.1 tl. ,··1 l'1 .! ' Z ltl !ll po!íl11 ri . ( , r· 1 r • V , , . C q Evan:;elha. Os s&dito militares, a!atado das casernas ocupavam o luga dos civis, e, só n. h'nas vagas, tratavam da egurança do Reino, O: políticos apenas cuidavam dos eus in­ tereses pe. o:•i ,, r·, nas horas vagas, de lazer, ::e oc:uJ.t:tvarn elo Ikm Corn11111. Por ua vez, o Judiciário era moroso, o Mini±trio Plico • ., 1;ozava de i 1drr,cr:dcne:iu, por .fU":1!0 lln•, do aos governnd:ircs da~ Prov:rd:,:;, a tlídtl 1 ( ,;. tcrn:i era enorme e, para culminar com , • ,: grnçJ5 elo TI2ino de 'frc:I,,.-onda, um ~,Ü'c.rc.!cr beduíno, ,'btlul-Bcn-Ylaluf, saquct:tra e pilbar;1 a Fravicia mais rica do puf., àd·w,ndu a :.ir­ rulnada. O cnc:irrcgado d::is Iit:anca$ ni.lcion;•'; era um florentino, '. Conde Delfini, gordo e jetan­ c:lcso como só cle, e que tutlo st:tbia, m:...;: nada resolvia. Quando n,io e:,tt:tva a mendigar em­ pró;tirnos no Extcrlor, o Co:1dc Dclfini, nas Afonso Dillon Nunes Leite, Prefeito Mu­ nicipal de Bela Vista Estado de Mato Grosso do Sul, Usando das Atribuições que lhe são Conferidas por Lei, etc ... DECRETA: • Artig o l.o) Criar o Setor 04 (qU2.tro) em complemento ao Decreto n.o 01/83, de 04 d.c Abril de 1903, conforme descrição no Artigo 4.o deste Decreto. Artigo 2.o) Limitar o Setor 02 (dois) fi. cflndo compreendido entre as ruas: Avznida Senador Pinheiro, Avenida Teodoro Sativa, Rua Visconde de Taunay, Rua General Ron­ don. Rua da República, Rua Alcebiades Bo­ baclilha da Cunha, Rua Alvares Cabral, Aveni­ da Paraguai até a Avenida Senador Pinheiro. Artigo 3.o) Limitar o Setor 03 (três), fi· c?.ndo compreendido entre as Ruas: Continu1- ç-ão da Avenida Paraguai, até a Rua 18 de Ae:osto, até a Rua Floriano Peixoto, até a Rua AfC'nso Pena, até a Avenida-Paraguai. Arti_go 4.o) Limitar o Setor 04 (quatro) compreendendo Bairro Antonio João Bairro de-mera! Costa e Silva, loteamentos e 'os lotes de terrens urbanos localizados na l.a Circuns­ crição. não compreendendo nos set0res 01, 02 e 03 .Artjgo 5.o) Avaliar os lotes de terrenos urbanos localizados no setor 04 (quatro) com área de 900,00 metros quadrados a razã.o de CrS 300,00 (trezentos cruzeiros) o metro qua­ drado e os imóveis residenciais a razão de: 1.o CrS 3.000,00 m2 2.0 CrS 2.000,00 m2 3.o Cr.<; 1.000.00 m2 Artigo 6.o) Os lotes de terrenos urbanos localizados no Setor 04 (quatro) com área aci ma de 900,00 m2 serão avaliados a razão de l. ,, 1) ll l. 1 ' [.Ie 1 ,"! t'' a L JI Y('1LH 1 eL 1). • deste da, e toma :' ~ri!~,! . __ i 1.1e:Ju.Jü..:. o l rí,h.:ipc um hamte.a tr te, e ele e as ra:n felize psr sempre... GAB. PREF. EM 13 DE MAIO DE 1983 r+ t: i d 'ou d l ,l <), [,,. 6 DECRETO N 0013/83 CrS 1000,00 (cem cruzeiros) o me,10:; qu-idru• dos. Artigo 7.o) Conc€der um dc:,conto de 30% (trinta por cento), o CI.P.T.U.) tr1bl.ta00 nos terrenos pertencentes aos • lotc:i.c:!o:cs, como incentivo ao desenvolvimento ins:i' ui:lo. Artigo 8.o) Os imóveis com árca superior a 10.000,00 m2 serão avaliados n raz:_o de CrS 10,00 (dez cruzeiros), o metro:; q_u:v:::,dos tributado em 2% (dois por ccn~o) C.:o valor venal. Artigo 9o) Conceder um clescor,.to de 50% (cinquenta por cenlo), do valor •:~!,r,l n todos os p:..-opriet:irios de imóveis local.cdos em lugares pennnncntemsnte alae;:d' :;o:; in;iepen­ dcntemente sua localização nos díversos sz- 1ores. Artigo 10.o) Conceàcr um o-:.:;c.'.)::ito de 70% (setenta por cento), do ·::lor ._.,,_ • .:t u to-· dos cs propristrios c'.e imú ;e':; 1-::,,::i.iizrid.os margem do rio apa e dos cór: ci;os e ,~ist<:nt~3 r-o perfP.!e:;:::o D":-b::no, cl:s6-c qe.e ::.e, ·'lm ,!'.'.eta. dos p2las encenes ocasionais indpcn'ente­ men:e. c1e sua io;::alimçlio nos cU1:;r~,0.~ se' 0:cs. Artigo 11.0) Rv07ar rt refrznte ao Setor 02 e 03, comido no An:· a ? .o e o F?r2grafo 2.o do Artigo 4.o tudo do Decreto n.o 01/83, de 04 de Abrii de 1903. Artigo 12.o) Este Decreto en':-- ·(: er.c vi• gor nsta &ata, revogando as do'zs cm contrário, ressalvandc-se a 0bicidade de sua ·.:n:1J1ir.::.~f.o. Frfi'ur Mrici:! de -' 1v±ta s. tdo do ·o COSO do n]. . d;a< ao és dá to éii íe o±e três. AIONSO TI.ON NUNES 'E!TE Prefeito n!e'ga! eTJ'i ri NA ++M!ta 11tiva Mtn T li, fl l mtou ta +r+y (Jr• y L1fl/h /1 tzo, r,.r, Governo do E»ado, "a regula0,+ ') FUHCI • HAL ___ .._ - ~------- r, li "' fl li J) rt íl o 1 l 0RACO AO DIVINO EKPIITO SANTO E· pfr!to Banto você que me cselnreco tu. do que ilumina todos os caminhos para quo < 11 nlJnJn ,, mr·11 iclcnl voe·() q11e nro c.J.l'l o clom di, vino de perdonr e esquecer o ml que mo 1'0- zem; e que todos os instantes de minha vida está comlpo eu quaro neste curto diálogo ara cJcccr-Uw por I uclo e confirmar mnls lllTI!l ·;e•& que ou nunra cpmro me tJCparur do voro por mnior que veja a Ilusão mteril não orá o m!­ nlmo do vnnl'1<1c q11.o r,int.o de um iin cstr com vocc e todo·, os meus irmüos na rilórlu P6rp·tuna. Ol)li,rrl()n mnl:i umn VO?: (u pessoa <.levo. rrí fa.r.cr ota orço 3 dls eguilos som f:l,.. !l.Cr o pedido. Drntro de tlinl.l !lerá 11lc:mçad::i n grnçn pol' muJs dJficJJ que i;aja) publicar ps&m quo rcccbnr a raça, ... REGULARIZA(AO da 'u"o furrior! d dar de um!!% cr!ics um sr • tun«to,@lo, demitidos do Idu! qu té ho. catou obres e a Je no rbcrm as just s Indenizações que tra de sustento d CLT lhes arante, ouvindo, pelo contrário, pi:opr,,L ·• para a ·,,r,,,:cm uco:c.Jc,; 'ic!.3 r.'.o tem o mín!mn repa!do da moralidade". "Fazemos um apelo, até uma súplica, e isso puder enMllizar o Governo", d!se Trad, observando que "nesta eliminação de mão-de obra, nem 'ao ociosa assim, serventes con tJnuo, e humildes funcionários estão sem o alívio que servia'para o sustento da família" No plenário, um grupo do funcionários sitiam o pronunciamento do lider pede ssis ta, fato que "no se reveste de nenhumn con­ t~ticl.o dem:w6cfco", C'Xpllcou o deputado, ma:; 1 cm um rC'lorço n buscu ck 1,oluçUo. ConrC"ntando o clocwncnto dlvul:~utlo nos idos da campanha pelo c-nt:-W c:inclJd;ito Wil­ son Bn1 lJot:a J!Tm tln.s, quando e prometia nf!.o p~r:,c;,ilr por motivo•; politicos, Trad disse que hoje "cJlreitos c•siüo senc.io atropelados e pora, preservar o bom nome e.ln ,idminisrJc;r.o estas situações devem ser regularizadas, de­ s::itnndo-sc w; penJ1oras que acontecem, pondo cm desespero farnlllus inleir.is". Se niío havia dinheiro para pagá-los, que se mantivesse o vinculo emprcgatlcio como um crédito cnpaz de osse(l'Urar o sustento de seus !ilhos, acentuou o deputado, condenando DE Orro: "Estado está DEMITIDOS 'p à boíra do, f ai nc:ia'• f tr O Melhor Churrasco "Rodlziiío" Bnncn de tira Gosto Verdurns e Sa}ntlos Frias Parn melhor atenâimento com ampla sala dotada de mesinhas o ori1tlos) E.i'TIRE A 14 DE JULHO E A CALóEiERAS Carpo Grando ( f I l 1 f !- f i. ... Mato Grosso de Sul O vereador Sergio Roberto Perondi, líder do PDS ~a Càmnra Municipal, a propósito do prormncrnmento do vereador Vete Garcia do PMDB, disse que "o 1obre wrcador teve peito e ombridade para dcntmcíur os qrros e os abusos do Gon~rno, nsslm como as mentiras ncsso 1rnrtido está de 1>ortas abertas aos ho. mens de bem". Para Serglo Perondi "é Incrível, fique[ pasmado com a bancada do PMDB nesta Casa ficou por mais de mela hora lavando roupa • suja, isto não interessa ao povo, e, pasmem mais ainda, esta mesma. bancada quer Indicar o novo prefeito de Bela Vista. Eles se preocupam com brigas internas, com :nomeações, com 'empregos, hoje ificou bem clnro e o povo precisa saber disso: o PMDB s6 quer mesmo é emprego, as reivin• dicações do povo não cii.o atendidas. • Depois da sessão da Câmara, Perond.i pres t_ou algumas informações a respeito da situa­ ção política do município, disse ele, 11 0 posicio nnmento de Vete Garcia é digno de elogios, ele não precisa de empregos, apenas defendeu princípios e endosso plenamente as palavras do vereador Vete". A respeito do PDS, o líder do partido na Câmara disse que nos próximos dias haverá unm reunião do Diretório para se definir me­ tns e t.raçar uma estratégia baseada na realida de política elo momento". o mundo .; e Ida Laura "Eu, Christione, 13 anos, drogada e prosti­ tuída" não é o título de uma pornochanchada nacional, como parece, mas um filme basencb no relato verdadeiro de uma jovem alemã lnl­ cialmcnte usado como rcportage;m em um; re­ vista de lá e transformado em livro, que é um ''bes--:;úllcr" mundial. Na vedade, _a história de Christiane não é novidade para ninguém, e o seu sucesso deve­ se o fa.'J de colocar mais claramente um pro­ blema que quas!:' tFmpre é focalizado pela me­ tade. Certos assunt-.. ·, e-orno os tóxicos e a Má­ fia, nunca são debatidos amplamente, sendo, geralmente expressos, r,r:ncipalmente nas te­ las do cinema, como realidade, sem soluçiio. Eu, Christiane, 13 a...,os não modifica muJto essa situação, mas toca um pouco mais abertam,n­ te na questão, o que é suficiente para garant:r se.u sucei:so, Todo filme que trata da Máfia - e a dro­ ga é um tipo da máfia deixa sempre um final em aberto, :não se sabendo nunca se os mafio­ sos são realmente 1n1encíveis lou se é posssível um dia acabar com eles. O mesmo acontece com os filmes sobre drogas. De um lado mostram efeitos nocivos, e do outro apresentam-se como aulas bastante eficiente obre a técnica de se conseguir experimantar e continuar usando tóxico, o que se verüica também aqui. Parece haver um acordo entre o pessoal que lida com as drogas e aqueles que as combatem sem o que não haveria uma obra contra ~las. ~ sabido que traficantes "apagam arquJvo", ma­ tando sem piedade os que ousam dificultar sua ação. Basta lembrar o caso de Claudia Lessin Rodrigues, a r.l.>ssa Christiane, morta barbara­ mente e cujos assassinos andam às soltas. . Talvez o confronto destes 2 casos C.'.'J)lique as d.üerenças entre Alemanha e Brasil. Christia­ ne teve oportunidade cóncretas para aba..,do­ nar os tóxicos e assim o fez E Cláudia? São poucos os servic,'.>s de que dispomos para com­ bater as drogas. A Berlim sinistra e decadente mostrada dos t , . 1"') OXICQS ( no filme podo existir cm alguns quartclrór, mas aqueles que, como nós, conhecemos a cida. de e nos hospedamos na mesma zona A.rrn Zon descrita, tivemos o contato com urna mctrópJ. le totalmente diferente. A penerali- • q , . • b azaçao e um aspecto da uma ldéta completamente f· I• d BerlJm. ª .,n e Talvez o diretor quisesse mostrnr que p ra Christinnc só existem a d's ,_ a. distribi. uscoteca onde z, is ri wa o tóxico e a legiüo de viciados t :· tes, deprimidos, sufJs e infelizes É :,/'g. d , _ · ' íiCCl1,.:H.:el essa escnçao de um verdade' . f iro m erno 011 que viveu. Mas porque o filme term' b ma rusca. mente sem mostrar a recuperação da ado! - cei1te? o e,. As vezes, tem-se a impres: d t sao e que real, mente a cldade é dominada pelos tóxicos A cidade onde moramos. H " ,, • a pouco tempo b "Jor- nal da Tnrde ' publicou uma lista norm, "p te' n te "e on os onde se distribuem as droc•s E . "poyte .'» ' '49. esse3 n os continuam !unclonand - • rheeld 0 , ape.;.ar de co­ " C1tos, sem que nada aconteça. E continuam rm açao tamb"m tranq 'I • "prlvês" ou não ·_ ui a.mente, as boates, • que sao geralmente verdade! ros centros de irradiação do v' ; ~ E. Q IC.O. uase todos os governos d d , ram, itam 1o mun o tols , respei ou se aproveitam das drogas. A!- guns como a Colômbia tem "chefóes" tr-': tes no pod .u1can- er, outros como a Chi . cultivo cb • . na permitem o opio em suas terras o ocidente ,,, , para corromper • .e, poss1vel peraun•- . , da I • , d , . aI. O mu.ndo e et ou e os tóxicos? CL1NICA DE ACIDENTES Dr. José Lauro E s Dt- Antonio - • ancbes • CRM/11S 450 ~fura Joao F. Neto . CRM/lIS 1.111 terapia s, doenças ósseas - RX - Fislo- CONSULT,S TRAT Av. BrariJ, 3157 A11ENTOS triz São José) (Fem frente ª. igreja lll'.a-1 p t - one: 431-2266 .. -•· _,__,_..; 0 ;,;;n;;=.;a:.;P:.;o::;r;.:ã~-...:::.._.....,J.~!.._ JHS ' - Til ri ter o D ··;, 1:J, 4, usE idas -- íJ• is E.«! inter " +tr'e ....Cl vasa! a4 . ; uIT o!cin 4 3<2 . .alo +1ICO x:ria! a 51O • s. tam : .:;:o S1., e:tn'o e:.•'>., quv !FIG? G.l.B FR. "T:f)Il t!.,-.,-:.o • 'ra!de ' #', •• u.r :cA O P-E ri: ar; • "",. a e:o ( ' . .. ( ':I B,c { • .. ::! E>ttr-. .a25&e do Brasil Para uma La:voura Mais forte PORTO lIURTINHO - Kín 54 Dourados Bl1a J . oaqunn Teix~ira Al:ves 1985 ·-----..____,,_,_ -:-:-- _____ ____________ _.:,__==~::-~------=--=-,.._ _ Na Agricultura está a força e a esperança Calcáreo Bodoquena é a realidade USINA: RODOVIA JARDThI a Escritório: Av Duque de Caxias, 99 - Jardim MS . ' - ,, t D," •O , r,t <_ J':1r.i , i 1-,1 , dh:ta, d. raíz, que!es IJUC ~, .. ,., J,. UJ, ,r.I111 ) , 1, M1DI} de de 195, ou cja, nos ' Í'.lft ah, tempo dificcis d ditadura militar, o sonho sr+,'t ,'.. zelou, pineipalaente aqui no Est:,do. A e,. 'Hugo,, perança, talvez 11Ui111n. é n tl<" CjllC' Wiii.'>n E·ir- ;;1 ~- 1 i • 1:0 ·n Martins eteja alheio os falos que orrem 'cm' r" no i11tc, iur, í to porque, ai da, .ic,-cdilarno;; Iu,, ns boas intenções do r;o.crnndor, cc bem que o pi"" mesmo esteja cercado por oportunitas e in- Oh)n. competentes. -zbdo Ir· _._ • O povo da fronteira está apreensivo e com - • rnz:,a, n:io 11!1 n:1d,' il n.í,•cl de r,cr.:pcclivas que ande -11 posam dar, pelo mc•nos o vislumbre, de ui- no e· 'ah; " umas mud:mças na área, isto relativo n con- ' (' 1 ' los q,, clusão 'das obras iniciadas no Governo untcrior ' r,. :rtclrii{,. flllcld:. ..rin 2o, ::ietr6p~ de ur- 'ata & EFETUA fSJf 1L ~ DEC[tE'I'O Nº OOOG/83 Afonso Dillon Nunes Leite, Prefeito Muni­ cipal de Belo Vis10, Estado de Moto Grosso do Sul, usando dos Atribuições que lhe são Conferidas por Lei, etc ... DECRETA: ARTIGO 1°) Todo funcionário Público ote p:. Municipal nüo especiallzado terá seu venci- _,e!,de s menta integral correspondente a 01 (um) Salrrin Mínimo t?rr,ionnl em Vicrência. .tr-., LRIGO 2°) Tc3o ftmc:onúrio Público füitáw· Municipal que até a vigência deste Decreto :lo E::: i;,2nhur um vencimento além do previsto no bruse. Artigo !ºacima citnclô , continuará com seus adolt.~ direitos nsse111m1dos entretanto, sem fazer ju;; n qualquer reajuste. ARTIGO 3°) To:lo funcionário Público Municinal que teve sua gratüicação de fun­ ç:5.o inc~rporncln indevidamente a seus venci­ r· ·ntos, tnmbém não farão jus ao reajuste do novo Solário 1.1ínimo Regional, permanecen do entretan10, com direitos ao mesmo venci­ mento ., que vinha recebendo. ARTIGO 4°) Tcdo funcionário que asst• . e rez. '.cos. A =' "Jor. :me rl, ' esse de co, nunrn s:,oate;, Idade!, e indef iipão e outra, que se fazem nece:ária. O tll ,te, o mui, triste, r!' caso da frontei­ rn, é a indefinição quanto a permanência ou a .sulntilul,;iio do:; prc[c.ilo:; d,1 :',rcn. !:i·••J muilr,; <' v::irincJo:; C:] comcnt'lrío~, e:n1 r.dgun; 1nunící­ pi0s os clirefório:; e membro., do PMDB e mo­ vimcnln.m di11turnamcntc vi1r:indo wb~tituir JS ntuai•; prefeito;;. Os q11nclros são fracos e despreparados. Se­ rú temerário indicnr pei;soas dcsprcparotln:;, ha­ vcrú um despaste muito grande, políllcumcn­ tc folnmlo. E~TP. iDJS lNTH/NSl'I'/ VF.IS Rt•sfn :ig:;rn ~•n povo dn fro11t.:-ir,1, apelar pnrn o Prc:Jídcntc do P.epúb!íco, pois no Esta- • ndo h' cnds" s de e tcod socorro d popu!ao d+ fronteira Etamos Lo!ds A mr. Vi eiro do Sul upndu vri linh.s na eri­ :o, f,:,r ,cr- :rn!'}o ;•Í :d tr .. n. 11 •r F<::a:, c·trad.l.. que já se tornaram inclusive risco Ce vidas para os mais afoitos. Estanos czn dos de ver carros , caminhe, ibus atolados nus entradas que á não cferecem nenhuma condição de (r;'.ifr :.,. / i::.:lução é parar mesmo. Por rc:r faixa de frontira, zona de segur .. 1?­ ga nacional, Bela Vista, Porto Murtinho, Ca­ racl, Antonio Jcão e os demais municipi03, mereceram maior atcnçio por purte do Gm-rr­ Jl.O Federal, porque não podemos cotar coni v1 ffil :: L· f5 e: :'.J ( ,Mando de Is, a dwids .. :1 .~, .1 nas.. ± pecio mvder, e todas J .... ~. n o­ só estratéia como h mos do atul movero, ob rena de vermo dilui no espaço a esperan­ a de milhares de sul :nstzro: cus que cle­ gm os candidatos d PMDB ias álim: li­ çês, e hoje já se reruam: esses Menus estavam preparos pata sir o Ge »? ?, fa4.s estão a it de w±o. A re 'o GJB. PR.r.:F. EM 25 DE ABRIL DE 1983 mir cargo de confiança, deverá ter anotado em sua Carteira ele Trabalho e em sua Ficha Funcional a Portaria que o nomeou para o Cargo a Exercer e a gratificação de função a receber, conforme Decreto nº 0009/83, de 25 de Abril de l!J83. ARTIGO 5°) A gratificação de função não poderá ser inco11_'.lorada no vencimento .dos fun cionários, devendo contar da folha de paga­ mento separadamente. ARTIGO 6°) Todos os funcionários Públi­ cos Municipais citados neste Decreto, estão regidos pelo regime C.L.T .. 1 ARTIGO 7°) Este Decreto entrará em vigor a contar de 1 ° d~ Maio de 1983, ressal­ vando a obrigatoriedade dê ser publicado . Prefeitura Municipal de Bela Vista, Esta­ do de Mato Grosso do Sul. aos vinte e cinco dias do mês de Abril de mil novecentos e oi­ tenta e três. E3! : rrr--o AFONSO DILWN NUNES 'LEITE Prefeito Municipal EDITAL Nº 008/83 GAB. FREP. EM: 13 DE M."10 DE 1983 "EDITAL DE CONVOCAÇÃO" Afonso rmon Nunes Leite, Prefeito Mu­ nicipal de Bcl Vista, Estodo de Mato Grosso. do Su{ no Uso de Suas Atribuições Legais: CONVCCA O Prefeito Mnnici'pal de Bela Vista, MS, convídt aos Srs. Professores, abaixo relacio­ m 1dos, a como:irecerem na Prefeitura Muni­ cipal õe Bela· Vista MS, com suas Carteiras de Trabalho. ou para recebê-las, a·s que .iá fornm entregues no Da-cartamento de Pessoal, para as devidas anotações. 1) Eva Félix de Souza 2) Clemencif! Brites 3) 1if2rly If.ran Montes 4) Maria Neiva 5) Alice Pne-z: 6) Joaquina Rodrigues 7) F.nir G.:ircia 8) Loroldin Iino Moraes 9) Cleide Rosana Vieira 10) Inês de Souza 11) Erenice Lino Moraes 12) Leonor Hazime 13) Eliznbet)l Loureiro 14) Noely Nunes 15) Soma Brites 16) Clenir G. Laranjeira 17) Secundino Cabreira 18) Cleuza Maria Cardoso Vieira 19) Geraldo Acosta 20) Ediltrudes Clarindo da Silva l'ffl/=t-::;1 ' ! • • • 1 1 • 1 • •• r--:i:r· !' • BelaVista MS, 13 de Maio de 1983 :AFONSO DILWN NUNES LEITE . Prefeito Municipal Projeto de Lei, apresentado na Câmara dos Deoutados, concede moratória de 180 dlas à dívidàs pessoais de desempregado, demiti­ do sem justa causa. O autor, deputado Sergio Cmz (PiIDB-MS), justifica a proposi­ ção afirmando que "constitui uma das mai­ ores angustias do desempregado, as dívidas assumidas durante o período de emprego e a falta de perspsctiva para pag1-las", compa­ randc: "se devidamente empregado o trab:1.­ lhador é muitas vezes, constrangido a ver seu nome nas listas do SPC, imaginemos a sua situação quando atirado ao idesemprego". A proposta do deputado Sergio Cruz visa atenuar a desesperada transição do trabalha­ dc, entre um emprego e outro, quando, ator­ xr.entaco por intuneráveis encargos, vê-se obri­ gado a dispor de tudo ou parte do que adqui­ riu, para saldar compromissos ou para sobre­ viver. ' a 1 ., .. , 1---· . ....,_ 1 @%9 ,.E:gràfa:cr editora Três li.nas mzães Para você preferir os nossos impressos t ·©uRMdadeida 2-PreJo S·Rapfdez Blut'0S de Corresponàencír.i, Impressos íir-cais e estudant,is, ~~vnl.crJP,, C • +' e: "es, Confecção e Lmrsio c!e boletins e jornais. • ' Folhlnhas, Calendários, Cartões de Nat:i.1, Visitas, convites -'~ etc. Ge 2szm2ent0, !:23, Serviços de Llnotipagem e clic.beria. Editnmos livros e revista_q, Traga o seu o:dcinal h ·- . e, • • , ven. a couv2rsa:- da rcg:iao. PARA PEDIDOS ACIMA DE 40.Õo.o,oo CO!lcedemos PRAZO. ~CAMI~tiE SEU PEDIDO A GRAFICA E EDITORA APA -. Si'N • BELA VISTA (MIS) ~ . __ , __ -- ---~----- ....... ~ • z 2 .5 n •'E ! r. DA Padrão de Qualidade, prêc ·id o A • , ''O e rapi ez., • NO '.É DE TRABALHO. É DE EC0N01vUA. F. li. , ÇA UMA OPÇAO INTELIGENTE. IMPRESSOS It COM A GRAFJGA E EDITOR: AfJA. ..- AGORA TAMBE:M CONS'l'RóI A SUA CASA, UTILlZANDO OS MELHORES MATERIA!s E DANDO O .,.,,., • .,. 0 Q . • .. ~ • UE VOCft ACHAR MELHOR. 00 ALICERCE AO ACABAMENTO, TUOO PARA SUA CONSTRUÇÃO, VOGl!: ENCONTRA EM MA,R/NÃO MATERIAIS TUDO PARA SUACONSTRUÇAO AV. D.UQUE DE c:AXIAS, 269 - JARDI1I _ MS. - C!◄ 1 3' +0 9 II A t)J),,)f do3»1 .; r,lh !;l_/)J)},o /O l'IT',m lia foi ervido suculento churrasco para o pa- Hrinho:i 11 no mais iatims na ede d» AABD, cm cllmn uc ,nultn dczconlrn~ilo, 0 CASAL ,lo nolvo:; irr:irliavn fclicidndC':; no dln dn ccri­ monln nnsi,n como os tios da noiva, com os qun­ Js cln mor.ivn: Vil,.rn (Gnucho) e Vitoxlna ArtlllJO, AO J0VEM casnl cles~jamos mpa vicia de muitos íclicicfodes e comprecnsiio. ANJVEilSARIOS 10/5 - vanete Lino Viclrn 17/5 - Rigoberto Adriano Velasqucz (TITO) 23/5 - 2 ::minhas de Adrlnne Vclasquez 18/5 - Mírio.n Bazznno NA SEMANA passada a Ese. Castclinho Encantado sob n di­ reção de Carmem Turini, realizcu uma fccti­ llhn cm hon:enagem às Mães. Foi uma tarde nhigre, wirins nprcscntnçõcs e muitos prescn- tinMos às Mães. Parabens pela realização, I ruJ Apesar das críticas, das divisões, acusa­ ções e incompetência de alguns secretários, eu "ainda" acredito no Governo do P.M.D.B., no Governo de Wilson Barbosa ?viartins, O que está ocorrendo no partido do sempre coe­ rente deputado Srrglo Cruz, é a fome de al­ guns emedebistas de última hora, impostos no Govemo por ''dever eleitoral", ou seja: trabalharam pelo partido nas eleições, e hoje exigem cargos e mais cargos, Até mesmo vereadores, e em Bela Vista está o mcior exemplo, não "Só vereadores mas até mesmo suulentes se acham no direito de comandar a máqu.lna administrativo; outros, políticos só VtÍO a Campo Grande levar pedi­ dos, fofocas e indicações bestiais para não dizer burras. Falta tato e o que é pior, ma­ nmdado e experiência polfüca. Tudo isto é n sede do poder, é a 'Ontade de mamar nas tetas do Estado, se bem que estas estão ma­ gras. 'pois Pedrossian '.deixou uma herança malcfüa. Gernuncnte, quando se trata de reivin­ dicar empregos ou posições, a primeira coisa em que se fala ou se pergunta, é se o indica­ do é pessoa do p:1rt.ido. Nesle caso. quando se pergunta se esta ou aquela pessou é do par ticlo. se fnz neccssnrio, anui em Bela Vista colocar as pessoas certas nos lugares certos: Eu, pessoalmente, só conheço um político que há muitos anos vem militnndo na oposição, como vcreQdor, trato-se de Idelfonso Pinl1eiro este sim, um emedebisa de r:i.z, de tradição: de luta. Nos anos duros, ·o;; anos düiceis da di!'.:l­ dura, poucas vozes se fazl,.m ouvir em Bela Vlsta, em bem mnis f:ícil e mais cômodo dizer OBA OBA. Nós não esquecemos o passado, não guardamos mágoas e nem rancores., nem t·emos o espmw re,unch1sta, mas temos os nossos princípios políticos. sempre fomos da oposição, por entendermos que as reformas prcg:>.das pelos maiores do partido seriam as :respostas aos anseios do povo. ~ús o que vemos boje é a luta pelo emprego, pe' '3si ções. e o pior é que ::s indicu:;óes não co· . .:s- TRANSFERLNIA DE 10GO O jogo no Estado Otv! Fo+t para turrde do dia •I 1 : ,, • ido p r·· , l t-- rl:1 ti:"•• to bu 8 hora,, o Previdente nheiro, conta a sua pr a,d A APM ...A d :Fse Bstcr Sllva contn corn n cobbor:i<;,:o e 03 1 t.· ,] +» O 1ue nlunos pai~, e do povo em gerai psra s • , < 1o dia I! de iunhe. d Festa Junina que scrn n ' _ • "Accitnmos qualquer tipo de coluJmuçJo". 1 r:sron:m A o.a Sfric da Esc. Ester Silva, promover no dlu ZI, às 19 horas, no Centro Esp. BclH~stcn­ re, ~rnsocional p~rtida de Valei cntru ns cq111- pes: Fernlnino: GSSPRxSclcç5o Bcllu Vi•;tn Paraguai; Ester Silva x Castelo Br:rnco. lla,­ culino: GSSPR : Juventus e Iasquete: Sele­ çio 10.o RC x Juventus. Não percam, npcnas 100,00 o ing c:ê:> BELEZA CABELOS SECOS O leite puro pode ser usado para enxaguar, amaciar e dor brilho, Se quiser uma misturn mais consistente, bata o leite com um pouco de abacate bem maduro e faça :iplicoçáo de toalha quente durante meia hora. Depois é só enxaguar bem com água fria. QUEDA DE CABELOS ;s folhas de babosa são ideais para o trn­ tnmento de queda de cabelos. Corte as iolhns e coloque-as no liquicliíicr.dor, cem nma ampo• pondem as qualificações exigidas parn os car gos reivindicados. Respeitamos todos os políticos, sejam eles do PDS, PMDB, PTB ou PDT, mas res­ peitamos mais ainda os· deveres e obrigações que temos perante a comunidade. E, evidente­ mente, respeitamos os nossos principias polí ticos. Sim, eu acredito no Governo de Wilson, mas para que esta crença se torne realidade, o governador precisa abrir os olhos, colocar as pessoas certas nos· lugares certos, é muito mais importante qualidade do que quantid2de; Antes ter poucos nos cargos de chefia, mas competentes, do que ter muitos, mas incom­ petentes. O Governo é de quatro anos, precisa mos fortalecer os quadros, criar líderes, pois o maior problema do PMDB se chama gente. Nós não temos pessoas a altura. Precisamos lutar para que o governo do povo não se tor­ ne uma grande mentira.Veja o exemplo dos chamados "radicais", eles permanecem 'f)Uros, ainda nio abdicaram de sous principias. E quando se fala "radicais", não me venham com essa história de comunistas. porque qual­ quer cri:mça de grupo sabe que o comunismo não é resposta, e sim, uma negaç:io da pró­ pria vida. Seria interessante os jovens 0liticos b­ lavistenses lerem os documentos· da CN.BB. 'as idéias das Comunidades Eclesiais de B:ise'. os discursos e os comentários dos gr .mdes líderes do partido, partindo daí conseguiriam alicerçar as suas idéias , pois o qte de pior poae existir, sobretudo no político é a fPlta de_ idéia~. Isto senti_mos no PMDB,' de hoje. seJa aqui em Bela Vista ou na ca:oital é a a!. ta de idéias, de planos, de objetios. Ias ae­ sr de tudo, ainda acredito na oposi:;fo, pos­ so, hoje, não concordar com alguns homens que csti o n: oposição, mas acredito nas idé-. ias oposicionistas. Para limpar, p::!i."n rschi·e­ T, p?"a Sacudir, para voltar as origens es­ tamos dispostos a tudo, esta edicão é um exemplo. (IP) , , . . . . . . . . . . . Tas que.n te ·., l ' los c.l r . .lo nl é cm c!ar de ovo bem tida lera cabe- h cztnhs e pretos, gema batida. O impor- tarte é 1ae a ir bem uma ve! Ir sumuna. Pen d·mal.secar cs cabelos quebradiços (evitando aquele drama) o melhor é usar ei­ ta loção ceita: Misture urna colher (cb:1) de ó!zo de Labora, 2 colhers (sopa) de rum 1 co­ J',e:r o.:: ( 'lp:,) .!<' f(i.T·1;:,, da L'rral. Ug umn pente de dentes largos, tendo o cuiú::da ,kn:io