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-- .i'i,1lur;;ilmcntc, no íntimo, eu posso ter 
o meu cnncUtlnlo, mas esse eu nunca rcveln• 
fro :io 
" LA1ENTAVEL so todos os aspects a át. 
visão no PlIDB belavislense, caracterizada com 
> aju:licção da no!a a:icial 'o DivetCrio a res-. 
pcit0 dos pnnuricínmentos do vereador Rose­ 
vclte Lino Garcia. 
A VE.RDADE é que está havendo precipi­ 
tação, desencontros, o :l:>llDB ó umn frente de­ 
mocrúticr:, com políticos ecléticos, diversas ten­ 
c1,;ndas e isto, gera, evidentemente, choques de 
!<lélas. 
RECONHECER que Rossevelte Lino Garcia é 1 
dos mais atuantes vereadorro, talvez o que te­ 
nha apresentado mais indicações, seria o pri­ 
meiro pnsso para uma maior aglutinação das 
forças do partido. 
A FOUTICA tem dessas coisas, nem sem­ 
pre a razão guia os passos dos homens, mas, na 
política, a razão passn a ser fabr de obrev.­ 
vência quand, está em jogo, não interesses par- 
ticulares, mas defesa dns idéias. • 
ESTA FALTANDO- coordenação entre ve­ 
read:>res e membros do Diretório, se ban .que 
é r:rcciso consciência de· que os vereadores fa- 
12..tn em ncme do p:>vo que os elegeu. 
COlIPRCVADA A CRISE n~ PMDB belá, 
,,istense, caracterizada. repetimos. pela publica­ 
ção da NOTA OFICIAL, resta. não só aos eme­ 
debistas. mas a todos os políticos de ·Bela Vis­ 
ta. refletir sobre o FATO. 
rel A Naço . n!irmou o Presidente João Fl· 
guelredo, cm Nnt.al (RN), a respeito do pro­ 
blema sucessório. 
o Pi-csldento da República manteve uma 
reunião com os governr1orcs do Nordeste, 
"uma .conversa. tranca, l1t1f;t,.nto 11roveítosa, 
e que vnl deixar, sem dúvida, um sal!!o JiOSltl• 
vo para a regiiio", assim os governadores nor­ 
destinos classificaram a reunião que tiveram 
com o Presidente. 
A respeito da sucessão. F.lguelr3do reite­ 
rou a sua posição manifestada através de ou­ 
tros pronunciamentos, segundo a qual "o can­ 
dldato ser r.quelc que reunir as melhores 
_qualldllAes, n:io só para vencer a convenção 
como tnmbém para continuar o processo de 
aberlura que estnbelecl no meu Governo". 
. O Presidente insistiu que o candidato a 
O problema das professoras demitidas pe­ 
lo pre.feito Afonso Dilon Nunes LeJte, ainda .não 
foi solucionado. Essas professoras, num total 
de vinte e três, participaram de um movimen­ 
to reivinclicat6r!o por meTh::>res salários e equi­ 
paração salarial, entrando em greve e com isto 
gerando a aplicação do artigo 482, da CLT, sen­ 
do despedidas por justa causa. 
,; 
Imprensa é imprensa. Seja na televisão, rá­ 
dio, • jornal ou revista, :o· profissional que mi­ 
lita na imprensa tem por obrigação e dever 
transmitir fatos e atender os mais justos an­ 
seios da comunidade. 
Há um problema, em Bela Vista, não é de 
hoje, algumas pessoas ainda não entenderam 
que há uma Legislação especüicá para punir 
os abusos cometidos pela imprensa, se bem que 
estes aQusos são raros, são mais fantasias cria­ 
da_s por 'pessoas que ainda não entenderam a 
real missão da imprensa. 
O programa O POVO NA RBV, sob a res­ 
ponsabilidade do vereador Marcelo Calvano, é 
um bom pr.ograma, de audiência, leva o povo 
a participar dos problemas da comunidade; in­ 
dependente das posições poh'ticas do titular, 
O POVO NA RBV vem atingindo os seus ob- 
jetivos . • 	• 
AO LEITOR 
edmnis ma! t ais 
r opto' 1o 
a cutsr anulmn 
Prerao or Prof sores! 
P Intermédio do prente 
mmico Ao genh;« pro{eso. 
r gorara?os à etu aros de 
k;é orara n 01i2/08» 
qu seus direitos referente a rs. 
cisiio de contrato de trabalho, ._....._. 
cOn!:m-se n Seu dio desde o 
dla 09 de m!o de 1983 nesta 're­ 
fr-it ur:t. 	. 
Va!homne do ensejo para re1 
terar meus protesto de elevada 
estima e distinta considera4o, 
tdrnrlo<..nrnrnk 
Afono Dlon Nunes Leite 
Pzx-fcito Jlttnic:lr,11 
"g.zoar.traz. a. 
' 
PLIS IC 
JORGE RONDO·N DE O:LIVEHIA 
ESTtTICA E BEPARADORA 
sccscão será qvele que tiver "m!s possibl. 
lldades de dl:llognr com o povo, no :::P•1t'1)o 
de normal!zar (democraticamente 'viua do 
pn,ís". 
l'REOCUPAÇAO CO:l'i: O NOR!>ESTE 
O Secretário de Imprensa e Divul3a.ção 
da Prcsidnc!a da República, Carlos Át!a, 
disse que o Presidente Fir,ue!re:io agrndcceu, 
durante o encontro com os governadores, a 
exposição que todos fizerom, destr.c:mclo su~ 
permanente preocupaçfio com os prob!3m!:ls 
do Nordeste. 
Segunde A.t!la, o presidente lembrou que 
desde o início do seu eoverno tem feito um 
esforço multo grande no sent!dó de e.polar os 
Não entraremos no mérito da questão, mas 
Ee o m)vimento reivbdicatório foi justo, a gre­ 
ve :c.ão o foi e provocou desdobramento, houve 
injunção política e se aproveitaram das profes­ 
soras para obterem lucros políticos. Deu no que 
deu. 	• 
Para nós não importa as cores partidárias, 
m~lto mepos desdobramentos políticos, impor­ 
ta sm, a situação das professoras, principal­ 
mente as que ficaram na rua da amargura. Uma 
delas, mãe de· seis filhos, com o esposo doente, 
está atravessando maus momentos. É de se per­ 
guntar: onde estão todos aqueles que apoiaram 
e incentivaram a greve? • 
Ontem uma comissão esteve no jornal, in- • 
formaram que o assunto foi debatido com o 
Secretári:J de Educação, Leonardo Nunes • da 
Cunha, com o professor Euzébio, da Feprossul, 
que levará as r~ivindicações das professoras até 
Biadlia, 
Na verdade, o movimento das professoras, 
no início reivindicatório, justo, coerente, foi 
áproveitadq por políticos que no final nada de 
concreto fizeram, muito pelo contrário, colabo­ 
r;u-am na .bi;mação de um clima de revolta, ge­ 
rando. por parte do Executivo uma tornada de 
posição radical. E foram despedidas. 
PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCR.A'i'I• 
CO BRASILEIRO Pi'r!DB 
DIRETôRIO l!UNIC:PAL r,z BELA VISTA· 
O Dire~ório Municipal do Movimento De­ 
mocráticJ Brnsileiro - PMDB, em reunião rea­ 
lizada no dia 24 de Maio de 1983, por decisão 
unânime de seus membros, resolve, de públi, 
co, manifestar-se frente as atitudes assumidas 
peb Vereador Rossevelte Lino Garcia em ses­ 
são realizada na Câmara Municical r:os dias 
16/t.3/83 e 23/05/83, publicada peios jornais da 
Rede Belavistense de Jornais, o seguinte: 
1.°) Acatar incondicicnalmente, sem restrições, 
seu afastamento (REP'ODIO) de seus compa­ 
nheiros de Partido e principalmente do Presi­ 
dente do Diretório; 
;-'ACS ORELHAS. PALPEBRAS, NARIZ, Atende em: Bela Vista: Ru{ Antonio Jo- 
COURO CABELUDO, SEIOS ABDOMEM, 5o S/N, ao lado da Farmácia Modema 
• J:,".)S E 1TT-;T1rBROS. INCLUSÃO DE SI- (última 6.a e 6.a Feira e Sábado de eada 
!AO:, PEELING CICATRIZES, TU- mês). 
: o::i::s DE PZ"LE QUEIMADURAS, ACI l 
)E~·:TADOS, DEFEITOS GCNG~OS E?ampo Grande: Rua Pedro Celestino 1387 
r..:fi.GS, :}!':S, FE~mA PAL&'::INA, LA- Centra, Fone 882-2984 - Res. 624-5445 
nro L::PCl:
1~XO) ÚLCERAS DE MEM- Diariamente: 09:00 às 110 hs. 14:00 às 
:S R)IAGRECIMENTO. • -----1.8..,J ... ijO_ps._~ • -iiiiiii-;,-.----Õiiiii;---:11 
-- 
2.
0
) Crer que, diante dos fatos ocorridos o ci­ 
tado Vereador, Rossevelte Li1o Gareia 'tenha 
EDITAL 
Por wn lapso da revisão, no Edital da 
SETEAGRI, com prazo de 15 dias do lo­ 
te~mento Primavera I, o ·mesmo 'foi pu­ 
blicado sem o número da matricola. Este 1 
número é R/1 matricula 4.308 Folha 4.308 
------ 
; 
Pcvernos nordestinos e nto! quo o C0. 
vo !dera! e a Nação em tá, : m 
7± cr'ss prolongada de in!lação, de ar;o 
e p nto,do poucos rcurss, ms i: 
a!n: retende fazer um esforço reobrado 
poracctrar mcios e mnciras d dar esse 
e7.o o governadores e o povo da rei!o. 
O o1vz do Palfclo do Planalto, con• 
c'!a !irmando que o pre!dcnte comunicou 
aos gorndores s suus pretensões: oav!r 
t irrias, idcntiflczr opiniões, prfrénc!as 
!'(' u•nti.do de ir pouco a pouco, çomo Já do­ 
cl; rou publicamente, ormano um juizo so­ 
brc r.s tendências que o leve a indicar, a suge­ 
rir à Convenção Nacional do PDS no próximo 
no, o nome do candidato que o partido lova. 
rá co Colégio EleltoralH 
~egundo uma dos professoras elas "acre, 
ditam (!!1~ e PMDB, o Gov::mo do Estado, Ir 
cc-:1tratu- as vinte e três demitidas e s coloca­ 
rá à ciliposição da Prefeitura", Há promessa 
neste sentido. 	• • 
• Há informação, também de uma professem, 
"de que há possibilidade de um acerto honro­ 
so, desde que ambas as partes cedam," para es­ 
ta professora''n6s conhecemos o prefeito há 
muitos nnos, ele não é pessoa de perseguir, 
muito pelo contrário, é um homem. cristiío, quo 
prticip11 êos movimentos da igreja e nUllcn 
tcmaria atitudes redicais, houve qualquer coisa 
que fugiu ao controle normd da situ.ncib". 
Enquanto não se resolve o caso, que pro­ 
voccu inclusive a lmpetração de um mandado 
de segurança através das adv. Vera Lurziro e 
Vilma indeferido 'in li.>nine' por falta de ampa­ 
ro legal, fica patente, no final de tuo, que fal­ 
tou orientação as professoras, classe injustiça­ 
da, que ganha pouco e que ainda vê-se obriga­ 
da a viver fatos dessa natureza Tudo isto é mui­ 
to lamentável e go.;tariarnos de ver a situacão 
se n:Jrmalizar. Nunca é demais lembrar, tam­ 
bém, que às vezes, inocentes paga_m pelos pe­ 
caCcrcs, 
a nobreza de, oficialmente, conclv.ir seu ato de 
Tepúdio, encaminhando a este Diretório. com 
a máxL'Da urgência, seu pedido de desligamento 
de nosso quadro Partidário; 
3.
0
) Declarar qu.e o P.A...RTillO DO MOVTivT...EN­ 
TO DE::vIOCRATICO BRASILEIRO. Pi'I-IDB 
Municipal está unido em tomo des"a:; dedsõss 
e continuará sempre unido e vigilante em de­ 
fesa dos pri::icípios partidários; • 
4.
0
) Não admitir que elemento alS!Um use de• 
nosso Partido para se autc-promo~rer. e ma.is 
ainda, tentar s:emear a discórdia enfre no.s.sos 
companheiros; 
5.
0
) Hipotecar total e incondicional apoio 
à S. Excia. o Governadcr Dr. Wilson Barbosa 
Martins, que com capacidade e responsabili­ 
dade, vem admL'listrando este Estado. toman­ 
do em realidade, o grande sonho de todos nés 
que é tornar Mato Grosso do ~ul. " grande Es­ 
tado Modelo. 
• A Comissão Executiva do Partido· Democrá­ 
tico Brasileiro - F:MDB. 
Corumila Loureiro Almeida - Presidente 
Josino Pinheiro. Vice-Presidente - Ricardo de 
Vasconcelos - Secretário - Marcelo Calvano - 
Tesoureiro - Ildefonso Pinheiro ~ Dele~do

1 o u o 
A (;lm.im 'd11111•;Jp•1) <1
11 r,, l't Vi I n 4 Ui11: 
das msi dinlmtr, e ta Ta!za de Fronteira 
e iuto porque o {r. ver+dores acreditando 
tcomo creditam, na abertura de Joio Figuv!­ 
,,do, dh11lr..i1 e ti tem certos de q1e e­ 
to s .iO.f{O, penas, ums prerrogativa ine. 
ente e intrsaluei do regime democrático, 
NSevs4o do Dia 23 
No compareceram dois vereadores, en 
rio que um ele lc ,, e presente, de ucordD coJn 
comentários, teria aquecido n Sv:siio ele rtl• 
{lllrl'o /;ll!ll'' l r1r/·rJlwlt. 
IltJ qualqI1,,r forrrm a Su;siio niio foi 
n a d a f ,· i a e nes s a demo e; ró t J e a 
tonto c.iC c:Id(}r, p(•rc,·hia ;;a o lnt11llo ele <'!lcl:1rc. 
C('l', <IC pôr 11 vorclndo Jl() !.r>ll devido llliSlll' u, 
prJ11clpnlmc11W, c-rn criticai' um Pstaclo de coi­ 
l'>ll!J qun, nu v1•rdnUo, no~ r-nvor~onhn: o ('Studo 
de nossns estradas e, prJnc:1p:1!monlc, a da 
etrd.a do I" cla'lt.c, 11 rm .. ooo, trocho Jurdlm, 
)Jr.la IJ8líJ. 
Povo, polftrcos e autoridades da i r e 1 es­ 
Lí1o 0titnç,pmcto II pcrctor ti pociéncla com 
ESTADO DE MATO anosso DO SUL, Comnrcn. de Bc.Jn Vista, Cart6r)o do lº Ofício 
,. 
... 
1 
o 
b 
o que lhes prece ser "Insensibilidade" do 
briú";:O (;hr (() rJ:1 CF:P.-3 P do nobro Dint'>r 
do Dcrsl que, por infelicidade, respondeu 
olfdo r!JL<.11Clo ,; t1Mcrro r..<.m pw!i!r•tr1'l"1 rc• 
ferindo-e uma estrada "interditada" por 
feito das últimns chuvas!!! 
O nom,, do p-:cu.1ristri Miincco Mirnn1a 
velo vi!a, um vez que esse cidadão, um 
(lo•; •·JobO'i 1.1grac.l<l'i" dr; .. ln r,lmp1tlc:i. cid;!dG, 
teria s!do colocado em situaçlo de p:ofundo 
con:,tmn:!,lmC'nlo por l.1p·o o ·'Jnoompdlndn" 
de ncesores do eminente Governador do Es­ 
tndo, Dr. Wl.l:,an I:Ja(hO'.;t Murt,ns. 
Dissencio no MD 
O ~1obrc vereador Roosevelt, LJno Garcla 
criticou, de modo cnndente, o "modus fas• 
clrndJ" ele 11m c::so político (Cbefin da Cire­ 
trnn) e rasgou o verbo ao c1escrevcr fJ.S condi­ 
ções clJs estrndas, uma vez que dom1ngo úJ. 
ttmo, no dlrlgl.r-se para Sfto Carlos teve de 
voltnr e en!rentar s!tuaçüo lclêntica nos BRs 
060 e 2ü7. 
JOS11: AVELINO E SILVA~ Oficial do 
Cart6rlo de Registros de Im6veis da Comarca 
de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, 
na Forma da Lei etc .. , .1 
FAZ SABER aos que o presente edital ou 
dele conhecimento tiverem e de acôrdo com 
• a Lei Federal nº 6.766, de 19 Dez 79, combina• 
do com as disposições da Lel Municipal nº 
690, de 7 Fev 80, pela Sra. Selma Regina de 
Barros_. bras_ileira, casada, comerciante, pro­ 
prietária da firma Seteagri Empreendimentos 
Imobi11anos CGC!vlF nº 003.201.3240001/ 
86, 1:1scrição Estadual nº 280.592.34/5, Esta­ 
belecida a Rll.l Antonio João 900 . em Bela 
Vista MS, me. foi requerido o Registro do Lo­ 
teamento denominado "Jardim Primavera I" 
aprovado pela Prefeitura Municipal desta cida 
de Confor:11e Processo nº 295/83, de 04 de Ma­ 
io de 1933., elaborado nas Quadras nºs 168 
e 19, ambas localizadas na Primeira Circuns 
criçao, comp~eendidns dentro do perímetro­ 
urbano da C1dnde, as. quais, após Loteadas 
ficaram subdivididas em 26 (vinte e seis) 
quadras numeradas de 1 (um) a 26 (vinte e 
seis) e que estas quadras, por sua vez, 'foram 
~bmvididas em 232 (duzentos e trinta e dois) 
. tes dl: Terrenos Urbanos, destinados para 
~ns~ residenciais, perfazendo uma área total 
e :1:
318
•
00 
~
2 
(setenta e um mil trezentos 
e quarenta e oito metros quadrados) situados 
nos segumtes larutes: NORTE· Com o 1 t 
mento Itnpor:1 e a Q.uadra nº i10. SUL· ~ ea­ 
us quadras nº 167-A e 168. Leste: Com a~ om 
dres nºs 183 e 10.1 Oli'"'"""· e qua- 
º - •• """"""· om as ouad as 
n s153 • 153/4 • líi3/9 • 153/10. O Imóvel ira 
€ 
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cri1 
p 
3 
essa 
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N 0pin1o do nobre vere dor Roo!t, 
o problema dus iradas fogo quilo u se 
poderia chamar "da astre por efeito do con. 
A 'yrrtricas deras •• J• r 	, r.t: ... !10 
e«correadi ter da "irrespom! Mi)!dde e 
da incomne!nela". ic) 
Iuns Imagens, epli mm rom segurança, 
O ~JCI:5"m~nto r)() OJ-:'CC](1.r llúO',('/''li: 
---- r.m um bura o, rw loc l ú~·r:or:-1in'lll0 
Sta. 'Terezinba, podem ser alojados todas s 
ptróis o tratores do C,1:;tt 'l: 
-- Fm co de emcrén hHlca. o E'r­ 
cllxi Nt>rion;,l urinn·m•crr·rh c
1rl!do. nfolnclo 
ro B'R·0h0. ft, <:IJO .Tardim-r:,,
1
-, Ví•,t:i. 
A reneii, t P?reovo!! 6 c!ente p- 
ra rs croniete r !ifrirns drrrem de [alo 
O Pt!:fPilO o nrrem riin n nmrnnha em 
prol ele e~tmrln,:; õir,nn,; (ln ronfí'ln;:r1... 
Aro;o!totn n pcan do temo aue dis­ 
punha n ""Orc1nrn tlo TJh''. o ver<":1rior Hoo::c­ 
] nroorou oslnror men1 posicionmen­ 
to e et-.mcrou-~e na clef<"'"- elo Sr. Airc, R'.Muri, 
Clwff1 rio Clretmn ~1" n,,tq Visto. diz:cndo-0 
víl lmn. rlri ltm "complô pollt!co, no runbito do 
PMDB loc::il. 
Outros A 5untos 
Jnf·,..rp.<:si:,rlo<: nn ~nh1rJin dos problemas 
Quo ,,rlJ11pm o i,nvr helnvlst.ensc. os nobres 
vereadores nbordnrrun: 
- O eterno problema da TV, atuo entra 
e sa.l rlo nr. 011~ndo hcm ns,c:tm o entende. 
Neste nartlcular o vereador ''Peninha" 
alee-rou i<fltr~ i,,1.res. 110 informar. na qualidnde 
dfl "ex-lfr!er c:lo nrPfPito". 01;e um nrP<;fativo 
e romnntcnte snrl?'Pnto do brioso 10ºRC. de­ 
vidnmente ;:,utorlzaclo nelo sen Cmt .. lrfÍ. de 
norn em diante. prestar assistência torre 
'"levisívll. como A)ll n merecP 
- Concerto e reforma de E'>cn!n foi sol'ct' 
trrl11 rnJo vere~dor Clnudíonor oue slee:ou 011e 
um ··+oa pode desabar, pondo em risco os 
alun1y; P '1. nrofessora. 
P~vil"""nt::i~ão asfríltica de 'uma rua me.. 
receu n at"-".iÍO dos Srs. vereadores e espera­ 
se our, o f:r Prefei!.o arregace as mangas e 
entre no asunto, sem demora. 
loteado, se encontra devidamente Registrado 
neste Cartório de Registro Imobiliário, sob 
o nº Matrícula nº , Folha n"' , do 
Livro 02, do Registro Geral, em Maio de 1983. 
Juntamente com o requerimento, me foram 
l , 
apresentados e autuados neste Cartório, o 
Memorial Descritivo, Planta e demais docu­ 
mentos exigidos pelo Artigo 18, da nº 6,766 
de 19 Dez 79. Os Lotes de terrenos urbanos 
ser-ão colocados a venda tanto a VISTA quan 
to a PRAZO, observandó-se para tanto, nas 
Edificações a eles relacionados, as prescriçõ­ 
es dos poderes públicos. E, para que chegue 
ao conhecimento de todos os interessados e 
que ninguém alegue ignorância, foi expedido 
o presente EDITAL ;que será JfL"Cado nesbe 1 
Cartório nos lugares de costume, publicado 3 • • 
(tres) vezes consecutivas no jornal de circula 
ção local, podendo ser apresentado qualquer 
impugnação dentro do prazo de 15 (quinze) 
dias, a contar da data da última publicação. 
Dado • e passado nesta cidade e Comarca de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul 
aos 12 (doze) dias do mes de Maio de 1983 
(Hum inil novecentos e oitenta e tres). Eu 
José Avelino· e Silva, Oficial do Cartório dé 
Registro de Imóveis o datilografei e· assino. 
José Avelino e Silva 
Oficial do Registro de Imóveis 
N dobe'nte os 
eso Odin4ris « ro' 
te Ian da Costa Msqv 
urancz os trab!tos, n 
::r:r·c- nmr. cu<:JJ,;,do JX.'- • 
cataram, democraticamente 
Ma, demonstrando, outrossu . 
"Cobertura do Regimento Itero" n 
podera deseambar para o cos".. 
D! J?k o 
1511555 0a +57G ' 
(t'u11C:odo cm 20/2/10í2l • 
C.G.C.M.F. 15. 513.203/0001 
&Jl'·tro no Cnrt6rlo do Tlt11!05 o t 
Documcnlo!l n.
0 
35 - 
Dlrclor-Rl.'spon..<:;vcl: Ivnldo Prrr!r:. 
· (Jomi,l.bta Prcrisslonol. J).,fotr!cub 
llITPS n." 140) 
Admlni..slr:içilo. ncdnç::io e :r>nrqu.c Gr:'lf!co 
- SEDE PTióPRIA ·- 
Run da Rc.>públ.!cn s/n - Hcb Vista • '!-.'!S :1 
Fone: (067) 4:J0-1110 - Cnbm Postnl 23 
Diretora: Marla Estela Velsqez Perctr i 
Gerente: Gllson Silva .Snntos l 
Dcpto. Circulnçúo: J.forl!enc Ma:rin j 
REDATOR-CHEFE: Ivnldo Pcrc,irn 
ASSTNATl.JRAS 
Bela Vist.n: onunl G.000,00 
Demais Municfpios , .. 0.000,00 
FUNDADOR: Ivaldo Pereira 
Um órgão dn. Rcd0 Belavíst.ense de 
Jornais Llda. 
Reprcsent::içilo em Si'io Paulo e Rio de 
Janeiro: TABULA VE!CULOS DE COMU­ 
NICIÇÃO 8/C LTDA. 
Rua 7 de Abril, 2!l2 - 5.º Andnr 
Fones: 255.2579 e 255-3492 
Filiado à ADJORI e ABR/i.JORI 
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lTAPORA; ITABORAI, ESPIRITO SANTO, PRIMAVERA I e 
PRIMAVERA li. 
·É·isto mesmo, tudo o que está escrito acima é uma realidade. 
É Bela Vista ingressando. na Década da Decisão. Esta é sua 
Grande oportunidade, de investir e criar o seu patrimônio agora 
PRIMAVERA 
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V«redor Claudionor Rodripa - PDS 
Requeiro Ma ouvido plenário na for­ 
mn regimental que seja enviado expediente ao 
Exmo. Eenhor Pfeito Municipal solicitando a 
continuidade da pavimentação u:fáltica das 
principais ruas de nossa cidade, considerando 
que os moradores e comerciantes dessas ruas 
estão de pleno acordo com a continuidade des. 
a obra, 
Sala das Sessões da Câmara Municipal do 
Dela VLtu-!VIS., 23 de Mnlo de 133 
Verendor Cledionor Rodrigues • PDS 
Requeiro u Mc~n ouvido o plcnltrlo na forma 
regimental, para que sja enviado expediente ao 
r~irmo. Sr, Secretório de Estado de Educação de 
Moto Grosso do Sul, solicitando urgentes pro­ 
vJd{lncla:i com refcrênclns ao prédio anexo três 
da Escola Estadual Castelo Erunco onde funcio­ 
na a Escollnhu FROAPE. 
O referido prldlo necessita de reformas, 
pois qnconlra-r.e até mesmo em perio de desa­ 
bamento, precária n instalação sanitária, e o 
teto com vários vazamentos causnndo perigo 
os professoras e até mesmo as crianças que fre­ 
quentam aquelu escola. 
Sala dns Sessões da Cumnrn Municipal de 
Beln Vista-MS., 20 tlq Mnio de 1983. 
Vcrcnclor Claudionor Rodrigues • PDS 
Requeiro n Mesa ouvido ao plenário na 
forma regimental que seja e:wiado telegrama 
em caracter de urgência ao Senhor Diretor 
Geral do Fundação IDESUL,, solicitando pro­ 
vidências com referência, da retransmissão de 
imagens de TV. 
Considerando que a semana proxima pas­ 
sada n retransmissão da televisão deixou mui­ 
to a desejar em tôda a nossa região, 
• Sal:l. das Sessões da Cumara Municipal de 
Bela Vista-MS., 23 de Maio de 1983 
4-.~'f'Claudionor Rodrigues - PDS ' • 
tueiro a Mesa ouvido o plenário na íor­ 
m48egimental que se oficie ao Exmo. Senhor 
'l1residente da COHABsMS sol_icitando informa­ 
ções da situação atual em que se encontram 
as Casas Populares deste município, que até a 
presente data não foram entregues aos mutuá­ 
rios inscritos para aquisição da casa própria. 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores; 
Como é de conhecimento de V.as Excias., 
essas casas já se encontram praticamente con­ 
cluídas a meses, e até a presente data não te­ 
mos uma definição da COHAB quando da entre 
ga das mesmas. 
O povo inscrito para aquisição das mes­ 
mas muito vem reclamando, e, reclamando com 
razões, e nós como represe!ltante do povo be­ 
lavistense nesta egrégia Casa teremos que lu­ 
tar para que as casas populares sejam entre­ 
gues na maior brevidade possível. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal de 
Bela Vista-MS., 20 de Maio de 1!.'83 . 
Vereador Rosseveltc Lino Garcia • Pl'IDB 
Requeiro a Mesa ouvido o plenário na for­ 
ma regimental que seja enviado cópia das In­ 
dicações n.o 031 e 032/83 ao Exm. Senhor Go­ 
vernador do Estado de MS. e ao Exmo. Senhor 
Diretor do Dersul. 
ala das Sessões da Câmara Municipal de 
Bela Vista-MS., 19 de maio de 1983 
Vcrcdor Rossevlte Lino G»ria - PMDD 
Ind.co ao Emo, Snhor Governador do Es­ 
tado de Mato Groo do Sul, Dr. Wlon Bar. 
bosa Martins, com cópia ao Exmo. Senhor Eng 
Arnaldo Ferreira de Souza, Diretor Geral do 
Dcrsul, que referente ao meu repúdio contra 
no ofício n.o 241/03 - DGE, enviado a esta Ca­ 
±a de Leis, explicando-nos que os trechos da 
BR-0G); havia sanado a problema e que esta­ 
va cm perfeita condição de tráfego, sabendo 
n:ís, que <le!:dc o d!n 15 elo corrente ms té o 
dia 19 Bela Vista não leve Hnhn de ónibus de 
Bdn Vista à Jardim por estar lntrao .itvel 
pequenos trechos da DR-060. 
Esperamos nós, junto com este povo que 
seja solucionado o pr:iblcmn com urgência, e, 
quero deixar bem cl_aro oo Sr. Diretor do Der­ 
sul e demais rcsponsúvels que para sanar o 
problema deste pequeno trecho, pntrolar so­ 
monte niio resolve no contrário íica piar, prin­ 
cipalmente quando chove, acreclito cu, como 
V.n Excia., bem sabe que é t5o pequeno o tre­ 
cho que necessita fazer levantomento com cns­ 
colho e somente ossim solucionorá o problema 
de nossa BR !icor Intransitável, 
Senhor Governador e S<;nhor Diretor; nós 
como responsável de atender o direito do bem 
estor desta comunidade, estomos supntando 
críticas pelo que ocorre dentro <le sua odminis­ 
traçiio e por pertencer a esto alu parti1.ária 
não quero ouvir críticas contra o Governo tl:? 
Wilson Barbosa MartL"ls, senc!o este o primeiro 
governador eleito com vc'.o direto de nosso 
povo, e sabend:i que V.a Excia., como nós te­ 
mos uma série de responsabilidades com este 
pov sulmatogrosseme, sendo assim espero que 
. seja solucionado com urgência os problemas 
dos trechos ele nossa BR, que vem causando re­ 
volta a e-t;: povo belavistense. Sala das Ses­ 
sõ'.'s do Câmara Municipal de Bela Vista-MS., 
19 de Maio de 1983 
Vcredor Ros«evehte Lino Gtia - P.'lDU 
Irdico ao E:mo. Senhor Governdor do 
Etndo de Mato Groo do Sul, Dr W:!en Dar­ 
bosg Martins, que em repúdio meu o Senhor 
Presidente do Diretório quero deixar bem cla- 
ro a Va. Excia, de que nós Vereadores eleitos 
cem o voto direto do povo sentimos despre­ 
tigiados com ente governo na medida tomada 
em que deu d.ircilo de somente o Presidente 
do Diretório de todos os municípios de nosso 
Estado solucionar o problema de funcionários, 
pergunto cu, a V.a. Excia., como ficaria a res­ 
ponabilidade de cada Vereador com o povo 
quc confiou fazndo assim seu voto mn nossas 
canclidatura; n:is un:r,;; de l'j dê! 1-::vcmb::-o p.p, 
pcr{unto a V.na Exeia., quando estes humildes 
elcit.orc:; se dirige a ezte Vereador que é res­ 
pon~ávd com cquelei:; que o confhram e que 
fica sem ação alguma de resolver os prol2. 
mos quero deixar bem claro a V.a Exeia., que 
o Preõldente do Diretório tem compromisso 
com o partido, e, nós Vereadores temos respon­ 
sabilidades de atende:r os direitos de quem em 
nés coníiou, Pergunto oinda o V.n Excia., será 
que o Presidente d:, Diretório desde ou qual­ 
quer mu'1icípio, se ele condidatasse a Vereador 
ele era eleito com voto do povo. Pergunto ain­ 
da, a V.a Excia., porque foi tomado esta decl­ 
süo per parte de V.a Excio .. , nssim como V.a 
Excia., tem compromisso com o voto do povo 
queremos que pelo menos seja aceita nossa 
reivindicação a:> Preside:nle do Diretório, pois 
este humilde Vereador quando reivindico e ln­ 
dica sempre encontrou desprezo. Sala das Ses­ 
sões do Câmora Municipal de Bela Vista-MS., 
19 de moía de 1983 
Vercnclor Rosscvcltc Lino Garcia • Pl'lDB 
Requeiro a Mesa ouvido o plenári'o na for­ 
ma regimental que seja enviado ofício . com 
urgência ao Senhor Cmt. da CER--3 com 
cópia ao Senhor Diretor do Dersul, homens 
que chefiam os órgãos responsáveis pelo aten­ 
dimento de nossas rodovias, levo ao seu conhe­ 
cimento que a BR-060 há necessidade com ur­ 
gência de ser feito reparos no aterro que devi­ 
do as fortes chuvas· na altura da fazenda S.ta 
Terezinha houve erosão deixando um pequeno 
espaço para trânsito. de nossos veículos, ficando 
o lado direito da BR um enorme buraco que 
por falta de obstáculo para alertar os nossos 
motoristas poderá causar acidentes a qualquer 
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hora, quero esclarecer a V.as Excias., que a BR- 
060 para ter Úvre acesso à.o que seja sanado 
• o problema de Bela Vista ficar isolado p/ falta 
de acesso p/ nossas rodovias, é necessário fazer 
cascalhamento no trecho A g u a A m a­ 
rela e d e m a i s pequenos t r e e h o s 
críticos n a n o s s a BR-060. P o i s Vas. 
Excias., já estão conscientizados que fazer sim­ 
ples patrolamento não dará a esta BR acesso 
p/ trânsito, ao contrário fica pior, espero assim 
compreensão de V.as Excias., no atendimento 
do referido ofício. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal de 
Bela Vista-MS., 23 de maio de 1983 
Vereador M.:rcclino C:1ssio B. Acioli • PDS 
Indico ao Exmo. Senh:>r Prefeito Munici­ 
pal na nece_::r•..1ade ce mandar fazer reparos em 
frente a residi!ncia (':, :::r. João Martins, da es­ 
trada que demanda a cciras, pois causou na­ 
quele· local enorme buraco impedindo o trân­ 
sito para o mon:dores daquela rc-,.,;'i". 
Sala das Sessões da Câmara Municipal de 
Bela Vista-MS., 23 de maio de 1983 
ma regimental, que se oficie rente a IDE'SUL 
para ranr as constantes interrupe de ira 
gem de televiio em nossa cidade, bem cor o 
informar concomitantemente, da possibilid de 
d tranmt do de imagem da TV-CAMPO 
GRANDE TV-CAUIÁS de Dourado, para e tas 
comarca de Dela Vista.-MS. 
Bela Vista, 23 de malo de 1903 
Vereador Sérgio Roberto Perondi •PDS 
Rcquciro à Mesa, ouvido o plenário na for­ 
ma repgimental, que se oficio urgente ao dire­ 
tor da DERS.UL na Capital do Estado, para 
que este infonne esta uusta Casa o porque, 
do p:n:ilizaçiio compl<'la da obra cln estrada que 
lir•n Carncol à Siío Cnrlos, pois :. mcm1:-i cm 
face abandono total, vem ocasionando sérios 
tr:mst.ornos nos propr!ct{Lrios daquela teglúo, 
que cst5o impossibllitndos de trafóg:'1-]n. 
JUSTIFICATIVA: 
Constnntcs rcclamnções de proprietóriog da­ 
quela reglfio, bem como de Dela Vista, e•;ti.ío 
l'evoltodos cm face nbondono total dnqucln ohrn, 
que inclusive já !ora iniciado, pnrando nulOmó­ 
ticomentc, após posse do nov.i governador dn 
Estado. Ressolta-se, que já são de rrrnnde mon­ 
ta os prejuízos aos moradores e proprielúrios 
daquela região, pertencente à Ccmarca de Be­ 
la Visto, justifieando-sd pois, inteiram.ente o 
pedido de informações do órgão competente e 
responsável, o por que do parallr.ação da obra 
bem como, requerendo o imediato reparo do 
mesma, ao menos p/ que haja trá(ego em con­ 
dições mínimas. 
Sala das Sessõe:; da Câmara Munícipal de 
Bzla Vista, 23 de maio de 1983 
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"A ftreduão «land«tina de mercadorias e 
s/eiras +em pgauenuto Ce direito", 
< l lruni, no o caro vizinho do poente, ó uma 
No muito peculiar, um vez se tornou a 3.a po- 
1 i mundial ep.rtdor de Wili em produzir, 
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, '. , 11,n mi'e imo, ou ejs, ura cc·ntírn, Iro cúbico, 
Cr,n :
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ul', <'Orn rel:Jtivu !:ic11i<ladc, rccdltur o 
1 l' : r-rr: dos pi, produzindo 20 mi I t.ons de r,oja 
,, e i,1,01 tnncJo in□i , de üOO n1/l. Com o cof(: dú-,;c col- 
11 ! :1 crido. 
1 
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1 
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F..1r que e;s•·c ítnômcno? 
I ci.pllccçii:J é r,lmplcs. O maior lnecntivador 
do contrn!;:indo, no Drnsll, 6 o próprio Governo, Sr. 
)).-llim Neto que, no ludo de Galveas e Langoni, 
cornpõcn, um trio que Hélio li'<'r:1:mdcs, d:i "Tribu- 
1111 da Imprcnr.a", sob rico, é clur.i, batizou-o sendo 
"Os tr's Patetas", 
folo por c:iusu elo ch:imJdo "confisco",o qual rc­ 
t!t ,1 do produtor sub,lilllcial parle do lucro que 
obtcrln no vendido sob melhore~ condições fiscnlo, 
Com lslJ, os eontr:ibandlstns ocnsionab, episódi­ 
cos ou sazona.Is parn cl"iar um novo verbete, "safra. 
is", não são já estabelcrldos na praça com CI.C e 
CGC, São os próprios fazendeiros, os produtores, os 
intermediários, 
A fronteira seca c;im o Paraguai é grande e o 
número de estnneielros tupiniqulns na "propriedade'' 
ele Strcesncr não é pequeno, torna.ndo a "coisa''. ma- 
Is fácil e m3ls impune. 	• 
"Essn sojn, conliec-i<ln como "brnslguela" - por 
~er ---
0
~: ... -- • 	- - J.., ·-r,-1--- K e----abandeada 
tavés de mnis de 70() km, de. frontcirn seca, prin­ 
cinl:ente no Mnto Grosso do Sul, na rcgiiio de 
Ponta Por, por cstradas que cortem cs i!ois países 
e t·~l.io s~n policlnmwto, No cnlnnto, grcndc parte 
ckssn prctluçüo nem chegr n r.trnvess:u- n fronteira: 
ela é "carlmbnda" no Erndl, com docum:ntnçiío fnl­ 
~!ficr.da, o tra.mpcrtnda pam o porto de Paranaguú, 
r • :e é embarcnda pura a Europa como se fosse Pn­ 
rrgunin". 
"Mas n íraude não se limita à soja, Anualmen­ 
te, os conlrabandJstos levnm ao Pnraguai milhares 
de sncas de café, fertilizantes, gado, colhcdeiras, 
tratores, caminhões e auVJmóvels - produtos que 
normalmente do roubados em Siso I alo. Iasa 
Mato Groo do Sul. Em contraport.d num 
doiro inl< !'"cí.mb!u crlrr,/r.<. u, o Prsilr t r» 
quantidade de drogas (msconha e oaine) urr 
ui;;qu, e d<>lrulnm<:·.,!icr;·, E o e, n m ,
1
~ l' 
operação gravita m torno de Ponta Porá (M). P 
lado brasileiro e Pedro Ju .. n Cahs!lera, n lado ± - 
ragu,'.l.io, cidades que e confundem como e for mn 
uma só. 
Srgundo o Sr. Florisval Sales, agente da Receta 
Fctlcrul dr: Mundo Novo (MSJ, (n Polícia 1-'cd(:'rOI) 
• dlllcllmcnlc Impedirá o co:"ltrab:mdo. 
ScguntlJ ele, 
"·O Govcro brit os olho tarde demais", 
]';) ~emprc as:;lm, qunl!do o Governo abre º" 
olhos, qunr:do obre, Inê~ 6 morta e a vncn j!Í foi p.:t­ 
rn o brejo. Excmp!:i: Ca:;:, Delfim, Ca!.'.> Capcmi. ca­ 
so Lume, 
F.slntfrticns 
'l'ol e qual os tecnocratas e burocrutrn deHinln­ 
nos vam'.ls nos emaranhar no terreno movediço das 
cstntístlcue,, que no Brnstl, suo de falo multo cJnflá­ 
vcls! ... 
"No nuo pnssado, o Dpartamento de Jgrlcul• 
turn dos Estados Un.idos, que fez prevlsées ele sa­ 
frn .no mundo inteiro, atrcvés do 1astremento do 
sntélitcs, estimou que o Parauni tinha produzido 
-600 mil tonelads. Mas, nesse mesmo nno, o Gover­ 
no Paraguaio exportou 8á5 mil tons de soja, das 
qunis 29-l mil pelo porto de Parnnaguá, no Pnr:mlÍ, 
e 561 mil p/ o pr6prio Brasil, no regime de Draw ba­ 
ck (ou seja, exportava soja cm grão p/ o Brasll, im­ 
portando o produto industTializndo em ionna de óleo 
e farelo). Assim ficou claro que aproximadamente 
300 mil tons .de soja Paraguaia eram de origem bn:­ 
slleira, com o Brasil perdendo 70 milhões de d6bres 
em divisas (mais de Cr$ 32 bilhões). 
"De Mundo Nvo a Ponta Porá, há uma estrada 
de 300 kms conhecida por "linha .internacional", que 
de um lado pertence· ao Brasil ·e do outro ao Para­ 
guai. Para fiscalizar todo esse trecho, a Receita Fe­ 
derru. mnntém npenas dois postos, com poucos h·cat, 
que nem mesmo viaturas e armP.s possuem. Em qual­ 
quer ponto dessa estrada é possh;el dcsvicr a !~jn 
Brnsilcirn para o Paraguai, inclusive tlnTnntc o r,a, 
o que leva funcionários tli: Receita" Federal_ n 11ize­ 
rcm que "somente nlío fru: contraba111lo quçn I!l,'.l 
desejar". 
Ums casa de so)e no Brs :! 
e; !izd, no M5. .__ C.'; (:."') l'O!'" 
tagem dic.mm! da ieno dos imnp 
menta ccndcravelrnte o luero' 
do outro halo 
p:cid .<;~o P,1- 
ou- 
rr.plic::l!('.o 
...."Seundo !on Sillas, Diretor da Cooperativa 
Agropiria de Campo Morão (Fasa$) maser 
do Fuí -, o zieu!tr la!leio @«e "portas" sua 
produção tvés do Paraguai terá ums lucro d: nté 
Cr !176 por ±aca, Uma ton de soja está cotzda no 
merendo intcrnncio1:nl em 211 cl6!n:t•,;, o que dá C-r- 
108.022,GO rrnr !ou ou Cr3 C!l'.l:i per ~:i::a. 1h:; FC n 
exportação for fita pelo Ersi!, o produto: trá de 
reccb:. imos!os mo v!o de Cr3 20,57 par saca 
exportada. (Es:adio) 
Vnmcs ::crb:-_!', co:n o ccr.trab::mdo? 
F:ícil, í.'icil, e a primei. a n;edidt1 ~cr:í o Sr. 
DeHim Neto reduzir p:cro 10% e incidência dos hn­ 
postos sobre a S3jn. 
Feito isso, nua fErá necessário erigir um "segun­ 
do mu: J de Ecrlim", rnas uma cerca com 4 fio; de 
arame !arpado e postes de madeira de lei. Rcspeitnr-­ 
se-i!o as estradas e a, passagens de tradição, ma; a·; 
chamadas "passagns livre,", à época adequada, se­ 
rão todos ele:; ccupaclos por guardas armas e bem 
mu:úciados. 
.Fal::i, João Figueiredo, vamos dor uma gostosa 
banana para os contrabandistas recalcitrantc, após 
uma aceitável redução dos impostos de exportação 
de Eoja e café? 
Não custa nada experimentar, já que todo "gê­ 
do milagreiro" d Sr. Delfim Neto é bo.<eado nos 
métodos das tentativas. Esse Génio costumava ex­ 
cimentar a tmfo!, , , 
Di Fiero 
PT Is sr(os 
!! II» IR Is FM 
. < til  , llO ' •, i l)' 1 
f 1. • • n!o 
, 'lon Td Er«sd « , • r Ir 
mar que um n, runc.o o traba. 
l1t0 t' vali fum n.li'a. 
'e, comia e r 4l no tdaAe 
.e., ohr s fot concluudo. "P; a 
mos de todo € , t tudo paro1, o 
nos empenharmos em obrs qu 
st iam lo: /e do o r'hor ut!. 
1cão pr pa/e d 0,ulç1o" 
firmou Fr tirmn'o au 
já se pode vallar também, os 
vários projetos eonclu!dos a com 
caráter, eminentemente o?ltico, 
"em beneffc!os a coltiv ide", 
.Scgunclo o (il: .. tOr Mdhun' o, 
s obras a serem desenvOl!ds 
tcr:Jo urn (lc.-,(•n:1wa'.10 ro:n hl'\, 
or prti!dide tinirá um m;,.or 
n]mero de pessoas necs«!tdaa 
do mcndlmcrno t'scolrtr: "I' tlf'• 
mos observar que os pro]tos 
não observaram uma melhor utl. 
li7,nç:.o do·, rceur!.o n(lllrnl'(, co­ 
mo n IU?, o cl!nn e o 1)róprlo 
tHrcno, o que poc:lcr-li t01mw :l 
C'::ccuç;10 cln obra menos onero. 
sa", explico Teodoro de Farias, 
Nesse sent!do ele reafirmou 
o nron6sito de rcorr::Ilizar ns 
obras do Estado, fazendo com 
que n pcpulnção l<mt.n mo.is .1ccs 
so ao que lhes -pertence e que pos 
sa melhor usufruir de scus be­ 
netfclos. 
CONTAS TELEFONICAS 
DA GOVERNJDORIA 
Dli.UNUE:'11 
Camno Gr::md.e • De acor-do 
com !n!Ôrma.çóes da CqHa Civil! 
houve uma redução de "lç?ti na!I 
contas telefônicas dll Go1ê-rhado· 
rla do Estado relativas nos me, 
ses de mnrço e abril deste ano, 
Os gastos com telefone em teve­ 
reiro (que são cobrados em mar. 
ço) somaram CrS 769.274,00 e a 
conta referente ao mês passado 
somou CrS 414.519,00 
No escritório de representa. 
ção em Brnsilia as despesas ver! 
ficadas no mesmo período, !OTam 
reduzidas cm 613. A conta do 
mês de março foi de CrS 
609.946,00 e ,a de ubrll atingiu 
Cr$ 237,708,00. 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
DECRETa Nº '014.183 • 
Afonso Di.ilon Nunes I.<:!Ite Prefeito Mu. 
lliciPal do Be!a Vista, Estado dé Ma!o Grosso 
'o Sul. usando das ntribuições que lhe são 
Conferidas. de Acôrdo Com e Disposto Em 
o Artigo 120 da Lei Complementar N.o 07 de 
N0vembro de 1981. 
_c:;:;cnETA: 
Artigo l.o) Ncs termos da Lei Municioal 
n"' íS4/fl2 de Lo de Novrmbro de 1982, Artigo 
~-e, It~m II!, fica aberto n.'TI crédito su-ole­ 
in~nt~r no valor de CrS 2.500.000.00 (Dois 
rm!hces e quinhentos mil cruzeiros) 
1 
ser con­ 
s:~1:idos nas ~e:guint"?S Dotações Orçamentá- 
121s: 
0105 • Sec/ de Educncão e Cultura e Desporto. 
3.000 - Desp~sas Correntes. 
1.100 • I:espesus do Custeio. 
3.131 • Remuncrr.ç:ilo de Serviços Pessoais CrS 
• • • • • • • • , · · .. , · . . . . . . .. . . .. . 1.500.000,00. 
tl !O:! • Sec/ Mun~cipal de Transporte. 
• , GC·l • - Desp&sus Correntes. 
::.lCJ - D~9esns de Custeio. 
PREFEITURA J'IUNICIPAL DE BELA VISTA 
GAB. PREF. EM 16 DE MAIO DE 1983 
3.131 . Remuneração de Serviços Pessoais CrS 
. . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000.00 
Total: 	CrS 2.500.000,00 
Artigo 2.0) Para cobertura do presente 
Crédito Suplementar foi cancelada a impor­ 
tância de CrS 2.500,000,00 (Dois milhões e 
quinhentos mil cruzeiros). nas seguintes do­ 
tações orçamentárias: 
0102 • Gabinete do Prefeito. 
4.000 • Despesas de Capital. 
4.100 - Investimentos. 
4.110 . Obras e Instalações .. CrS 2.500.000.00 
Total 	CrS 2.500.000,00 
Artigo 3.o) O presente Decreto entrará 
em vigor na data de sua publicação e afixação 
revogadas as disposições em contrário. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista, Es­ 
tado de Mato Grosso do Sul, aos Dezesseis 
Dias de Mês de Maio de Mil Novecentos e Oi­ 
tenta o Três . 
AFONSO DILLON NUNES LEITE 
Prefeito Municipal ' 
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"Gr . o Estado aprisiona inocente em vzr'ateir ai 
O vcr+dor Normno Gonçalves, do PDS, de para u Clara, cometeu a malor Injust!a depyrov!do até ds mnls Indispensáveis mob;- 
t,ntrmlo Jo 10, ,,-ncumrnhou n nossa rndnç:io e 
O 
maior ato desprezível, vininnvn contra um lias, como ums cama psr dormir, Na cidade 
,n'1tfrf,1 (l('nunuanclo por:}c;{ulç[ío polltlca do inocente atlranclo-o num verd:iddro campo de no existo hotel, restaurante e multo rr.t:'lO" 
Cov;;;no elo E ,l:.do. :P.i~; n:1 Integra o pronun- concentração nazista, pois nu Exntorla <lc u.mn rr..odc:;rn p::.ns·:o. o:.de mn filho de Dus 
cí:mwn o do vcrearlor: 	,A~ua Clara não existe condições de scbrevi. possa saciar sun sede e sua fome nem pa. 
''f iov,·rno do r::·,1,,c1,, AJ>l'lf,iona Inocento vilncia para qualquer 1>er humn.no. E<;le mo.;o g-;mdo a peso de ouro. 
m Verdade!ro Campo de Concentração Na, por a.to de vlnr~ança o per5€guiçüo de um ho- repugnante saber que um homem que 
1bt.1':. 	mem desalmado, hoje •vegeta cm p6~sirr. .l5 a~ut!nou a m:l.loTi.::: cln cou!inn;;:'I popubr, }10- 
ó GovPrJ.Jo do F>,lJclo, ao trannferlr o fun- condições do viela, sem alimentos, s~m pro- Je mostra sua verdadeira face de persgu!dcr: 
clon:'Írlo W1l!,Cll Gonç:1Jvcs d:! Antonio João teçüo contra as intempóries, num cúbico vingativo e lnju:;to, 
Pode::mos clmH!r l.utn, pollt :c.."ls co11lm 
políticos mllitr.nt<:s e pnrlld6.rfos, mo.s:. n:lo 
podcmo3 :1dmítlr pcrscgui;;ócs a pc$!>O:ls ino. 
cenLe:i que nunca levantaram tua voz con!ra 
quem quer que seja, e hole ver-se sob o gunn­ 
tc per&egu!clor. co:no bode eXiJ:2t.6rlo, de uma 
inoporfmcla, uc um•1 lr.comr;::v:ncia o elo um 
clcsprcpuro. toléil para cxcrcer o Gmrcrno do 
- Estado, como o esclcrosa:.:o que pa.ssou mnis 
de 15 nnos alicn:1dos elo:;; srns direito-; poll­ 
t!cos e hoje graiece a abertura com atos de 
persegulç:lo contra um povo qtto v2r;;on.tio,;:1, 
mente cnganndo o elegeu e no tem condições 
ele dirlgtr 1;eus próprios compt:nhciro:; e mul­ 
to menos um Estado como o nosso. 
Prcocti.p:mdo-se única e cxc!usivomento 
em gnstar o cUnhelro dos munlclplos esqu<!c3 
se cl3 que as Ex:üorias precis.1m dnr condi­ 
ções para quo os exalares possnm de::empe- 
nhar suns funções com melhos restar1os, 
cl'>'.fglndo ceies apenas a cobro.nça dos impostos 
como se fossem rcbôs a seu servi;o. 
Além disso. esquece-se, deliberadnmente, 
de que as parcelas destes impo.stos (ICM) de­ 
vidas ao município arrecadador sã.o re:;ursos 
fundamentais para a vida dos municípios e os 
• gasta, a. seu bel prazer, alimentando a Máfia 
dos secretários conforme denúncias anterio­ 
res, quando da exoneração do 5ecretário de 
Planejamento. 
Um moço que prestava relevantes servi­ 
ços ao seu município, apenas por ser filho de 
um homem que dá liçõr;;s de homem público, 
sendo inéditamente eleito pela. maioria abso­ 
luta dos votos durante 4 LEGISLATURAS de 
vereador, fci condenado a viver na mais com- 
pleta desolação. deixando em seu lar, uma 
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eDc'a inconsolável e um ti!o cus definha 
dia dia pel fa!ta do feto ' +no. Uma 
crinnç Inocente que nem sequer be que 
rx.btr um TIRANO no (governo, que condenou 
injustnmnte. 
Sl'u p:11. r~M morH"n:lo p:,kc!6;-Jc:.mcnto 
pela fa!ta daquele que O pds no mundo. 
' Este homem, Wilson Barbosa Martins, 
tnh'rz nunca tenha s!do pal, por que se ti '!l• 
se s!de talvez se condirln do sofrimento de 
uma cr-!nnçn CtUC ,o, "Deus nos Livre", ver a 
falecer. no sentirá o mínimo de remorso PC· 
lo hcdicndo ato criminoso. 
E..;tc, c::H'S cst,lO c.com:·:-:-nrl:l cmn tnUl· 
tas f(
1
mUJ:., no Esto.do. 
- OnLic C"i~O 03 r!0;;. .. 03 ticpul ,uc.,? On, 
de estão aneles que muitas v .b'·j eh' prnm 
até a implorar um voto? Hoie embevecldos 
com o cargo de deputado, bnh1ando-se 3m1 
mordom!as o bajulaçês de acessores, esque· 
cem daqueles que neles depositaram sua 
ccnf:ir., ..... 
-- Fotlcmos dlzcr quo hojo r;d!itcm npo­ 
nn,; 1 dcoutndos nn Asscmbé!:i.: Oan'.lt. Gactn, 
D.lolmc e lVLuúrctlo. Homens que <'sUo dizen­ 
do o ouc c<if 13.o rnzr>ntlo na isscrnbléi.1 e O.'l 
outro'.l? Onde cslúo? • 
- O Frr.sldente Füruc1rcdo foi claro no 
dizer, "Aln:la r.ou e cepitiío àc,te Timo". não 
me esquecerei dos govcrn-1ctorc~ qu:.1 pr0judl• 
carcm elementos do meu Pnrtldo. 
- Na hora que o PrcsidcnLc souber o quo 
está occrrendo, tenho certeza de que ele ag'I, 
rá com o pulso firme de sempre, npllcando 
a .1ustlça que queremos e que sempre soube 
aplicur. 
- Lanço o meu repúdio n essl'! hediondo 
ato criminoso e tenho a certeza de que conto 
com o apoio dos meus companheiros e de to• 
dos aqueles que são pais amorosos e que dese­ 
jam o melhor para seus filhos. 
• - Se o Governo tiver capacidade, que in, 
vista contra mim que sou seu a1versário, ma:(, 
que não levante sua mão criminosa contrà 
inocentes pessoas do povo. 
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Fl mnrcado com letra e dlvortldo Chá 
do Panl: para a nola Lliann Godoy Bz. 
z1no, J reunião da mu!tas arias de Lllhna 
foi na rei@la dn a futura cunhada J­ 
ntce Mehto. O tinl dn tarde do dia 21 pp fol 
bastante alegre e divertida, Não fol LlJi;ma'/ 
I ESTA IUNISA 
Todo o pessoal da Escola Ester Silva 
alunos, país de alunos e a diretoria da AP2) 
movimentando-se com cntusismo para a roa 
lizaoiio du Trndlclonu! P ,stu ,Juninn no pró­ 
:rlmo dln 11 do Jnnho. Colnborn o p;:irtlclpe, 
: cr/lo m11llri•; JS brlncndo!rns, barracas de Jo• 
no.-i e dcUeJosos comes o bebes. 
MERECEI:O ELOGIOS 
A nLunçilo do C.::1lro Cívico Prof. Eras­ 
mo Mede.Iras eh Ego, Castelo Brunco. O con­ 
to Civico quo t,cm como prc:;!:lente n Sra. 
/llmcdndn Sona BrJtc?s e os dcmnfs membros, 
estfio lcrnbn!lundo com dedlcaçüo, realizando 
dessa maneira, vários melhoramentos na Es­ 
coln, como troca de vlcll'os quebrado:;, colo­ 
cnçfto de corlJnas. pinlurns cm algumas Sdlos, 
enfim é um trnbnlbo que está sendo pioneiro 
nn Escolu, portanto merece nossos aplausos 
e Incentivos. 
E O Gltíl:iUO PEDRO RUFINO 
Realizando todos os domingos /almoço. 
Vá e comprove, só o Grémio oferece almoço 
variado e delicioso. Também serve marmita. 
ANIVERSARIO 
No dfa 21 pp o nosso funcionário RUDEL 
MOTTA fez anos. Para comemorar a data 
. reuniu os amigos para uma deliciosa tort~ 
e muito .som. 
O GATAO 
dos .. olhos verdes Renato Miranda Silva ba­ 
Jr.:1,rrorln os corações e.las gatinlms da Cíty 
Cuidado Galão, 
C.âmara Municlpal 
Muitos elogios para o presidente da Câ· 
mara, Ivan Marques, pela maneira como vem 
dirigindo os trabalhos. Sempre que se faz ne­ 
cessário, Ivan lembra aos vereadores de suas 
obrigações e deveres. Quando os ânimos estão 
acirrados, o presidente sabe contornar situa­ 
ções àificels e botar ordem na casa. 
Pedro Pedreira 
De Cara Feia 
Alguns peemedebistas .olhando de cara 
feia para este mortal que não teme cara feia; 
na jogndo, outros pedessistas; me xingando 
mnls que torcedor do Flamengo quando perde 
parD. o Santos. Isso é muito bom, muito bom 
mesmo, • 
Dôa a quem doer 
Muita gente ainda não entendeu que a TF 
não tem compromissos, estamos circulando 
há mais de dez anos, e ainda temos de repetir 
o ób<io. Olha, é muito bom aquele persona­ 
gem saber, se o Governo do Estado ou o Go­ 
verno Federal resolver programar os jornais 
para veiculação de Cfu"11panhas, tudo bem, se 
isto não ocorrer, tudo bem (azar do governo, 
porque aqui na fronteira somos ab;,olutos 
sempre há a questão eia credibllid,1.de). Entüo; 
r:n:a nus, que m:n·avilha quando algum des­ 
hunbrado dlz assim: "Pode debxar, vou a Cam­ 
po Grande pedir pros homens cortar verbas". 
Como S'G dep211d.êssemos de verbas ... E olha 
tem mais, a nossa experiência com Govemo 
ao Est:.do é deveros grntüicante ... (sic). 
Pi'1DB de Bt'la Vlsta 
Segundo um elemento do "Diretório'' 
o partido nfto tomnr:1 posições rP,dicuis con'. 
tra o vereador Vete Garcia, apenas vai isolíí-Io. 
Não é de se perguntar: 
Como wn 1~.1.rtido vai isolar um vereado,r 
eleito pelo povo e que já provou possuir LI­ 
_DERANÇA? São as coi.sas da política. 
A Pl:opé:;ito 
Conversundo com o Vete, ele disse que 
"r5o repudiou todos os companheiros do par­ 
ti.do, ml!s m:fuele-s que não estiio 2finudos 
com o programas do MD, com n linha de 
moral implantada por Wilson " " 
Fiei! de se enteocler. 
D 
' 
A grtido é própria do homem que valo­ 
rizn os dons recb!d05, 
Jl;iulto JoU·ável a ntHudc d comunidade 
da EEPG E·,l.er Silva qu.o csle'O mob!Jlznrla 
no dla 16 pp. para prestar sua homenagem 
do grutidilo fl. Professora Enoly Lourelro c:::i 
ssis, que por ete anos esteve A frenta da 
acJmini1,trnç(lo dn E:;cola, 
A homenem fo! rc:i.llzailil. nos trts tur. 
nos, com o objetivo do poder conlur com 11 
prc:,;cnçn do todos os alunos, professores e 
runclontirlos dn Escoln. 
Na ocusi.:3.o os pais se fizerum ropTesen• 
tor pela Sra. Mt1ria Am{11::i Rosa l'inheiro, que 
falou cm nome de todos os pais. - 
Em suru; palavras expressou agradeci­ 
mento pelo "trubnlho síloncloso e nobre da 
c.llrctorn". 
Testemunhou seu rcconhecJmento com 
estes termos: "Voco plontou nestu escola a 
Denominado "mago das finanças", por al­ 
guns; culpado pela crise, por outros; em 'nên­ 
cln parda, por adversários do atual regime, e 
até mesmo "gordo louco", por lavoureiros per­ 
didos nos confins do Brasil, na verdade, o Mi­ 
nistro Delfim Netto é uma inteligência privi­ 
legiada e artífice da política econômica do Go­ 
verno. 
· Em exposiçiio feita no último dia 17, no Se­ 
nado Feder' 1. o ministro disse que "a polítice 
ccr-·•-,:~.:1 do Governo Figueiredo continuará 
n rci:lizar modiCícnções estruturais quo pcrnú• 
PROFESSORAS 
o mandndo de segurança impetrado pe­ 
las professoras demitidas pelo prefeito Dillo~ 
foi indeferido por falta de Amparo Legal. 
As professoras recorreram aos políticos em 
Campo Grande, também 'não deu certo. Fico 
multo triste com isso, pois um· dos maiores 
problemas do Brasil hoje é o desemprego. Na 
verdade, o que houve, foi má orlentaçii.o, as 
professoras foram mal orientadas. Seria o ca­ 
so de os responsáveis, aqueles que incentiva­ 
ram o movimento, agora arrumassem empre. 
gos para as professoras. O prefeito Dillon se 
manteve irredutível, para ele "houve desres­ 
peito à autoridade e quebra da discipllna"- 
Sessão 
Na Sessão de segunda feira passada, hou­ 
ve troca de palavras ásperas entre os vereado­ 
res Vete e Idelfonso, ambos do PMDB. Assun­ 
to da discussão: Ainda Aires l{afure e falta de 
consideração. Vete Garcia, novamente, criti­ 
cou métodos e regras da política belavisten­ 
se (do PMDBl. 
Claudionor 
Pediu providências quanto a entrega das 
casas da COHAB, para ele está na horn do Go­ 
,,erno enh·egor os casas. Ciaudionor criticou 
também o problema da escola da PROAPE . 
caindo aos pedaços. 
PROBLEMAS POL1TICOS 
Os pronunciamentos de Vete Garcia es­ 
tão desgastando o PMDB em Bela Vista mas 
são pronunciamentos coerentes, ele defende 
idéias e cwnceitcs, e não empregos. Defende 
Aires Kafure por entender que não se pode 
mudar um bem funcionário, por outro que 
não tenha pred'icados. Para Vete to~Ia Bela Vis 
ta conhece fatos, e contra fatos não há argu­ 
me.ntos. Q.uande critica as estradas e 
O 
desca,. 
so do Governo, Vete tem o apoie de Bela V,i,s.. 
4J,. Nao se trata de política. E fica bem claro 
quanto estiver defendendo os interesses do 
iRuricipio, atendendo as mais justas reivind1. 
ouçces, o vereador VETE TEMI O APOIO DA 
llIPRENSA, p:ira e que der e vier, afinal são 
raros os politicos que se preocupam com a 
comunidade, é bem mais fácil defender em­ 
p1·c.gos e posiç.ões. 
• 
E1 
Felizes Os que Dizem Obrigado 
emncnte d p:u e cl."I tL--:ku e rtlo a do medo 
e d ira, ua liderança foi b ... sead na com:pre. 
enso simpática, tolerância e na colaboração 
f.ol.i.!:U.r! e reciproca de todos com quem con­ 
vvia, fosem iunos, professores cu auxilia. 
rcs .. 
Parabéns pela sua fidelidade profissão 
que braça, colocando-a acima de qualquer 
bandeira, vindo to somente o desenvolvi. 
mento de nossas crianças. 
Origd pelo c.xemplo crrrinhm.o, pa::!• 
&ncia e dedicaçio que teve om e!s", 
Alguns alunos derama scu recado de car!­ 
"'lhn. Fnhrnm pelos col:_ps: 
Lucinna Confia Y:Jrnnd.u, !rnldo Parc.lrn 
.T11nJor, Elmo Cu<:-vM I.au1'.J(;t, t rcn· •• :;tlrn:Ji• 
rO Finhciro Filho, Katiucia Sczória, Mara 
Conceição E:CObr, Rosne de Sou7a Batista, 
Rnmilo Jun:or Bobcdllha Bento e Glt.c!uru Do­ 
badlllm Bento, 
• tiri'ío no Brasil sair mais forte da crise atual, 
:reduzindo o. dependência _das fontes de ener• 
gin e criando condiçées de um crescimento GU• 
to-sustentável e m benefício de parcelas 
<T~scc!1tcs d.:: população lm1silcira". 
S:m descartar o papel da poupança inter­ 
na e "elo trabalho duro'' de todo5 os brasileiros'' 
o Ministro disse. que a poupança externa teve 
importancia fundamental na transformação do 
Brasil nns três últimas décadas, qu,ndo c!cbro­ 
mos pra trs a madilha do subdesenvolvi­ 
mento' e nos tumsfo·- -•mos na oÜavà. cconomin 
munclil.'ll". Ele c::msidera .correto o. Erasn ter 
recorrido aos recursos ext,mos, tanto em fases 
em que a economia mundial encntrava-se em 
expansão quanto nos períodos de crise. 
O MJnistro referiu-se a membros da Opc<­ 
ção, que defendem o não-pagamento da dívida, 
• afirmando qu·e não· sê pode esquecer que parte 
importante do ac"réscimo ·dessa dívida decorreu 
da necessidade de buscar recursos para conti­ 
nuar as importações de petróleo, aos novos pre­ 
ços decretados em dólares. 
ALTIVEZ E PRAGMATISMO 
Diante. dessa situação, acrescentou Delfim 
Netto, o Governo do Presidente Figueiredo fez 
o que devia ter sido feito: continuou a recor- 
• rer aos fina."lciamentos externos, ao mesmo tem 
po que procurava ampliar suas eirportações. 
Mesmo diante da difícil• situação econorruca 
mundial, ressaltou, o Brasil conseguiu manter 
um bom desempenho de suas exportações e ex­ 
pandiu, de forma surpreendente, seu mercado 
interno. 
Na opinião do Ministro Delfim Netto "o 
ptoblema de pagamentos dó Brasil somente se 
tornou crítico a partir da elevação desenfrea­ 
da das taxas de juros no mercado financeiro 
mundial". A essa elevação, se.gundo o Minis 
tro, somaram-se os efeitos do alto preço • d~ 
energia, al_ém dos altos custos de sua importa­ 
ção. Disse que, com a alta dos· juros, o Brasil 
perdeu importantes parceiros comerciai5 e teve 
sua dívida externa elevada a "valores quase 
Por N, ncy 
Estes do'ls irmos homn earam En o! 
com um pen, mandado cOmor es, 
me.nu_, ara daa. 
o tina! da tarde, das 17 Rs 1 hon8, pro. 
1essores e funcionros reuniam e € co , 
panhla de Enoly par um batpapo '.(lr,, 
traldo ao sabor de um delicioso choca!t 
Houve entre os presentes troca do lmbaz 
I'ol um dia carregado do moço • 
r.crn.o c carinho. 
O acontecimento esteve sob a ccordera 
çJ.o da atlu1 dm:torn Ju1-01n. 1..oubq i..:n, 
que dc.:dc já c.Jrl s!na] de nobrz de stu 2spt. 
rlto o promr·te lcvur em frente a filosofia da 
scola e dr continuidade no trabalho atg 
:.qtt1 rcnHzado. 
PJrabú~ / Enoly ptlo carinho qu sou. 
be semear; parabéns a todn comunidade da 
Escola Ester Silva pelo tão nobre 1,· . .I~•. 
Em!dl L Penha 
lnsuportúvels, 
Afirmou, cm seguida, que o "Governo do 
Preside:üe João Figueired:i enfrentou a tem. 
pestade com altivez e pragmatismo", lembran­ 
do que a ndverlência feita pelo Chefe cb Na. 
ção na abertura da Assembleia Gemi da ONU" 
abriu o cominho parn a rencgociaçiío dos termo~ 
de paramento do Delfim Netto acrescentJu que 
o Governo Figueiredo tem consciência de que 
"está realizando a única harmoniznção possfrel 
ao nível da comunidade .financeira mundial. 
preserva:ido um ritmo de ntivid:ide económicn 
de modo a garantir o máximo de emr,rego cos 
lirasileiros e preservando o crédito futuro para 
novas etapas de c!'::?scimento". 
Segundo -ele, apesar das dificuldades qu~ 
ainda virão, ·:i país deve continuar buscando zs 
três m e t a s q u e garantem s u a in• 
dependê..'1cia: o a~oio à agricultura, a pro.c;ura 
de novas !Jntes de c-nergia e o estímulo s ex­ 
rortac;ões. Observou quq ns exportaçõ2s tem 
rnresentado a melhor demonstraç!í,o de vitali­ 
dade do empresariado nacional e que o; su­ 
peravits de marco e abril mostram que, "traba­ 
lhando com redobro esforço, nós mesmos ests­ 
•mos criando, aqul dentro, as condíções para 
atravessar a crise". 
O Ministro disse ainda que deve-se con­ 
tbuar amparando a pro.duc;ão agrícola, pois a 
agricultura foi o setor que aprecentou a melh.:.r 
resposta à crise, eliminarldo a dependência de 
alimentos do exterior e criando excedentes qu 
tem sido fundamentais para a realização do~ 
SUperávits comerciais. Afirm )U também qu ~ 
deve-se prosseguir com esforço da producã 
interna de energia, a começar pelo petróleo, 
além de se manter a p,rodução de álcool. Além 
desses três mecanismos, conclu.iu o NJ:tlstro 
Delfim Netto, "o Governo age persistentemente 
para aprimorar os mecanismos de redugo de 
sem próprios gastos, a fim de conter a jpJ!a­ 
ção, cujos l"iveis ameaçam frustrar todo o e.."­ 
forço de recuperação da economia nacional". 
. •-1 
! 
IAGRO prepara vocínoção 
Contra Febr~ Aftosa 
Campo Grande - A Secretaria de Ai!l'icu:1- 
no • Fiis @ii.si.si»is "%2,/%27.%1. 3.22.5 
mento de Inspeção e Defesa Agropecuária • lA todos os setor.es ligados a classe nrodutora ni 
GRO - já está ultimando os preparativos para 
o llllCIO da segunda etapa de vacinação contra ra:l bem'cmmo O apoic-do::;.méàicos ivet.eri.niri· 
a Feore Aftosa a ser realizada 1-m todo 
O 
Es- os e dE.mais técnicos ligados 2. área, 
tado a partir de lo de junho 	CA!"ACiTAÇ.Ji.O PARA C.-llTI'ANHA 
Cumprindo as exigências do Plano Nacio- Com o propósito de se capacitarem sobe~ 
hal de Combate a Febre Aftosa e atendendo Spectos estratégicos operacionais do uso > 
as n2c :. d 	v vacinas para controle ê errndic1--õo rln feàr-l 
- . ess
1
a:aues e contro'lar a doença em Ma- t 	=. u 
O Grosso do Sul, o Iagro, através de seus 3ftosa, médicos veterinários do 1agro par: 
€.critérios rc'onais pretende acompanhar ciparao em Cuiabá de curso promoilo pi 
vacinação anti.ar+ 	a Secretaria de Defesa Sanitária Animal, do 2. 
. -. ..,.. •·•·=•0sa em trinta e nove mun·- • • . ' = >"ll!.l.l~ 
cipios. 	" rustér10 da Agricultura, tendo como instr 
A vacinação será feita em todo gado b . torss 
0 
c?:.?º. té~nico tio Ctnt.ro Pan-Amerirc· 
"O:._n0.da.Fere Aiosa.. . 
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