ef+is e criminais, 
d torras, inont4. 
_ , 	, ..,. 
r 
':lo 6 tempo , e promessas. Não õ 
tcmn» de hipótese. É tempo ele certeza, 
de :' rmação. 'O yvo e:tá fe!Iz. E eu 
sto: fellz com o povo. 
'esta data, 0ando o muniip!o co- 
Aldo de Queiroz 
E11 sou .i cidade. 
Nf:o estrutura, 
N/  o C3('Jttclcto, 
nr.o us CCISi.lll, 
111  0!J ruuo, 
nüo os occos ... 
E Ou [ cidade, 
mas t c!clntle sonora! 
que pulso, respira, 
que !:O[!'C, SUSJ!rn. 
na dor ou na glórll, 
Eu sou a cidade, 
o. cidade presente 
no pranto que vaza, 
ue filtra da dor; 
.ia mão que afaga, 
na ânsia contida 
que move o perdão ... 
Na criança que nasce, 
na velhice que chega... 
no trem que apita, 
na bola que rola, 
no olhar Já cansado .. , 
No, mão estendida .. , 
No grito de gooll 
Eu sou a cidade 
. que ri e que sente, 
humana, vivente, 
presente na alma 
• de um e de todos. 
Nas cores dos clubes, 
no n!torra coo!ar, 
no azul macnc5.o. 
Eu sou. a cidade 
que é suma de tudo, 
de tudo e de todos. 
- O meu amor é tão grar.:.:::-, 
tão grande e tão forte. 
que nem mesmo a morte 
consegue apagar, 
Poro6éns Por1o 
Mo nos<nos ueridas, 
por mim piei.1ias, 
não morrem jamais. 
Eu vivo de glórias. 
Eu amo no temno. 
Eu n:oro nn História. 
Meu amor é et.erno, 
no tempo filtrado. 
Meu prêmio é a glória 
que a poucos consagra. 
Aos eleitos reservo 
rEgistro na História. 
mcmor:>. mnls um nnJversnrlo, a mlnh'l 
mnsem pode ser santida atrv do 
poma baixo de Aldo de Qeiro:, ele 
espelha bem a tera. a rcntr. a c'dde c o 
meu amor por Porto . ,urtlnl1o, 
O Prefeito· de Porto Murtinho, Everaldo 
Alves da Rocha disse oue o Secretário de Saú­ 
de do Governo do Estado. André Puccinelli. 
" uma verdadelra aberração". A respeito da 
demissão de seu irmão, Eriberto Alves da Ro­ 
cha, da Unid.2de Sanitária de Porto Murtinho, 
e que mereceu críticas do deputado Roberto 
Orro de que o mesmo era "fantasma". Eve­ 
raldo disse Ô ,seguinte: "Repudio veemente­ 
mente a atitude do Secretário de Saúde do 
EstP.do, André Pucclnelll, demitindo ~umthia• 
mente o meu i.nnão do cargo de motorista do 
Estado. Não é uma questão de familla, é 
uma questão de justiça. Porto 1-lurtinho intei 
:ra sabe que Erlberto trabalhava. E 'trabalha• 
Vl'> multo. Muitas pessoas devem sua. vida à 
sua ded.icaçso e c;,.pzcitla.de profissional. Ser 
mctonsta de am::iu1:1ncb é ser um secialis 
(a. E Eribi!rto erl!. fo...!ee-t~ o se::lhor Secretário 
de Saúde, supremo inq_uisi:ior do Esfado, 
q_u:!stõe::; de tipologia de L°rJdude Sanitária. 
Ora, Fcr!o urtirho, tm, cu dever'a ter, 
uma Uni&ade S:nitíz±2 tiro B, e seu organo­ 
grm71a prevê cargo de motorista. 
T:do foi mo:ido por questões políticas. 
Fersegu.;1_;ão, em !;u...rna. Cot-ra. coisa: Porto 
urt:na±:o tem znbircia, e boa. Quem ainda 
rão a viu é cego,cu não quer ver. 
Finallir.ndo, Everaldo diz ainda que "a.eh.o 
a1e o nosso Governlor deveri ser mais cri 
tf..rioso na escolt::: do szu Sçc112tarizdo. O da 
saúde é um aberração", 
CEDEC 
Mas o meu alimento 
é a seiva da vida: 
o suor do trabalho, 
a ânsln da alma, 
o firme ideal, • 
o sangue gerado, 
a fé sem limites, 
o amor e o perdão, 
Eu sou a cidade 
que está em voce. 
N, suo irança 
n sua infância ... 
no filho que ama ... 
no innão que ampara ... 
no morto querido. 
Eu sou a cidade 
qua é obra sua, 
ex/enã a rol 
Em 	vo, 
em mim que sou arte, 
em mim que sou obra, 
resumo voce. 
Ev, sou o palco, 
arena da vida. 
- Da vida e da morte. 
Eu sou a cidade, 
Eu sou a cidade, 
Eu sou a cidade! 
espera não ter mais 
. em Murtinho 
Campo Grande . A Coordenadoria Esta-du 
?'de Defesa Civil informou que, depois_ de 
_aixa do rio Paraguai registrada no último 
finai de semana em Porto Murtinho de 8,05 
Para 7,95 metros, há, agora. uma chance de 
70 ' ' <>::, ' 
de.por cento ,tjas águas não entrarem na cida- 
• Segundo o Coordenador do órgão, Ma.Jor 
problemas 
Carlos Soares, a baixa das águas foi decor• 
rência da parada das chuvas que vinha cain 
do constantemente naquela região. "D, • -')ra 
em àiante -- disse - as águas dr , ir 
baixnndo lentamente, contrariando i • as 
previ!:"-•; feitas anteriormente. "Com isso. a 
Defesa Civil espera este ano, não ter mais 
. problenra-'S em Pótto Muttinho. . 
:i:; sempre bom aproveitar a oportunidade ee ca..,+...-..l uun povo bravo e der;temido. 
Uma cidade que serve de exemplo as demais. O rurnl2nse soube, cm fé, ousadia e perti 
:.6~.:i, vencer desafios, luta: contrn as forças da natureza; lutar contra o imobilismo, ven­ 
cer . épto3 e conquistar espaços. 
r,01;.) lllURTINHO . foi com trabalho e • • mi;mo que o seu povo cresceu o se farto.'~ 
.:eu forjando uma têmpera de aço e um cará 
0c: e;-; i~rro. 
Naua meihor, na data de hoje, lembrar as .ua, cs sacrifícios, para se ter a noção e ..­ 
ta das potencialidades de Porto !viurtinho e de sua gente. 
E apesar de tudo estamos construindo a trajetória e o progreso, a estabilidade, a 
justiça para tcdos, esta é luta de todos. Por isto est2mos aqui, através deste jornal, envi­ 
cn:!o 
O nos~ abraço, as nossas felicitações, poque nós também acreditamos no otimismo e 
no trabal_ho para enfrentar o futuro. 
UM ABRAÇO PORTO :vIURT1:-THO, 
DEPUTADO AP.l RIGO 
1.o Secretário da Assembl±ia L@'s!ativa 
Recebemos do Major Abilio Pimenta, do 
9? Grupo de Artilharia de Campanha (Nioque) 
a seguinte carta: 
"Por ocasião de minha saicla de Nioaque, 
por força de transferência para o 17° B. Log. 
em Juiz de Fora, MG, envio um abr:!;;o de 
despedida ao amigo, agra-rlccendo a d.isti.n;:'.::.o 
que fe! proporcionada pel: Rede Belvistense 
de Jornais na pesslfa do seu dirctor e tendo 
certz que tcdos os seus leitores sentem·se 
OIr:i!a. -o13 «rande seriço prestado pr 
ssul?z35es. 
sr de homens dinâmicos 
cor1~ o 
AO 7o. 1 nta votos de sucesso em 
susn s s. Continuaremos a remeter 
os nossos jensis. é uma honra te-lo como lei. 
tor.

e 
por Nancy 
ENLACE 
No dI 04 pp, ns nove horas, uniram e 
em mtrlmónlo os Jovens 'Tnla e Roberto, 
FIn Ih d Onorato Emilina dodoy, ele 
filho de Geraldo e Jorelin de Souz Rosa. 
A IGREJA MA'l fll7. 
de Santo Afonso, Iindnmente decorada, 
recebeu os padrinhos, convldndos e noivos. 
'l'l'NTJ 
Adentrou a passarela da Igreja Matriz, 
xlblndo pracloso vestido branco seguindo 
01,<1 o nltnr, onde n esperavam o noivo o pa­ 
drInh1os. 
APóR A CEnTMôNTA 
relipiosn os convidados foram recepclonados 
com suculento churrasco e muita bebida na 
F'nzcndn Sfio .Toüo do proprlcdndo dos pois do 
'Tnia, 
AO .TOVEM C/FliT, 
noborto o Tnnln dcsojnmos um mont:1o do 
felicidades, Aos Anfitriões Onorto e Emillnna 
nossos pnrnh6ns poln honltn, rostn. 
Prtlelpantes do TOINEIO ESCOLAI 
DE FUTEHOL, DE SAL AO, promoção Setearl 
e Prefeitura Munleipal. 
Falxa e'ára de 7 10 anos -- 10 a 14 
nnos 
Caros professores, queridos alunos e au­ 
xiliares. 
Venho como mãe de alunos da Escola 
Ester Silvo prestar uma simples homenagem 
a Enoly. 
Não poderia nesta hora, me omitir e per 
mnnecer em sllênclo, visto que o momento é 
triste pnra nós pois que acompanhamos há 
anos o trabalho silencioso e nobre da nossa 
Ulo querlcla diretora Enoly. 
Toda despedida gera nngústln, provocada 
pela separação, ainda mais se tratando de vo­ 
ce Enolv. em quem conliúvnmos nela ~•m no. 
breza de aço, pc:que vocc :mais usou sua 
posição em benefício próprio, porque senti­ 
mos e sabiamas seu pulso firme- em resolver 
os problemas desta escola com a maior lucl 
dez. 
Porque não em autoridade, voce nunca 
representou nenhum papel, mas sim uma au­ 
toridade amada e respeitada por todos com 
quem convivia, pela sua dignidade e respeito 
ao ser humano. . 
Há curso para preparação de líderes em 
toda parte e eu tenho certeza que voce não 
os frequentou porque é uma líder em poten 
cial. 
,Voce plantou nesta escola a semente da 
paz e da união e não a do medo e da ira, sua 
liderança foi baseada na compreensão sim­ 
pática, na tolerância e na colaboração soli­ 
dária e reciproca de todos com quem convivia 
fossem alunos, professores ou auxiliares. 
Dando-lhes paz interior e exterior, serenidade 
suriciente para sua total realiz.1ção como ser 
humano. 
Eno!y, olhando para voce não me foge a 
frase "seja o melhor possi·el sem deixar de 
ser quem voce é". 	• 
. Suas atitudes e idéins não se acharam 
apoiadas pela chamada "razão da força", mas 
foram obedecidas porque se apoiaram na "for 
ça da razão". Voce trabalhou Irmanada no 
que é a verdade, e por sê-lo impôs se a nossa 
consciência. 
Enoly, parabéns pela sua fidelidsde à pro 
fissão que voce abraçou colocando-a acima 
de qualquer bandeira visando 'tão somente 
E'scola Ftdual de 1" Grau Ester Silva 
E'cola Etdual do 1 0 2° Graus Castelo 
Htnnc.o 
Escola Estadual de 1 Grau Generoso Ponce 
Escola Estadual de 1? e 2° Graus Joaquim 
Murtlnh0 
Escola Munlclpa! Ver Guimarães Loureiro 
F'scola Munlclp! CI6vis Marcelino de Ollve!ra 
E'scola Municipal Jarbs Passarinho 
E'scoln Munfipna1 Sio Patriclo 
E'cola MunlIpnal do 1 Grau e Pr6 escolar 
Castelinho Encntado 
E«coln Municipal de 1 Grau Marcondes Nu 
nes do Mirandn 
compoõcs: 7 a 10 anos Ester Silva. 
10 a 14 nnos Cnstelo Brnnco. 
FESTAS JUNINAS 
Dia I/6 Escola Ester Silva 
Dia 17/0 Escola Jnrbas Pnssnrinho 
Dia 18/6 Escola Dr. Joaquim Murtinho 
Dln 20/6 Escola Vem Guimarães 
Nüo perca. Multns atrações, músicas, co· 
mos e bobos. Vá Já colabore o prestigio. 
NOfVADO 
Em julho colocnrú argolinhas n' cllrcita 
os jovens Ana Moreia Escobar e Cezar. Tim 
Tim ele felicidades prá voccsl 
DISCURSO 
o desenvolvimento de nossas crianças. 
Obrigado pelo :exemplo carinhoso, paci­ 
êncin e dedicação que teve com elas. 
Sabemos que sem'e da paz e união 
oue voce plantou vingnril. porque o Amor tu­ 
do pode. 
Aproveito a op<'~:unidnde para dar as 
bons vindas a nov diretora Juremn,que ela 
continue elcvrr ·' ~ o nome da escola Ester 
Silva e nós T'='ÍS lemos certeza rlo seu suces­ 
so, oro- ·a s! humildade está a sua forca 
e t--,,.; -:1 porque, por esta Escola ainda ca­ 
•-·nhn alguém que deu tudo de si para torná­ 
Ja um nome respeitado e amado por toda 
comunidade belavistense. 
Marla Amélia de R. Pinheiro 
- 
Trjbuna da Fronte-ira 
(Funcllldo em 20/2/1972) 
C.G,C.M:.F. 15,513, 203/0001 
- Registro no Cartório de Títulos e 
Documentos n.º 35- 
Diretpr-Re!;jlonsável: "lvaldo Pereira 
(Jornulista ·profissional. Matrícula 
MTPS n.° 140) 
Administrac:.iio, Redn,üo e Parque Gráfico 
SEDE PRÓPRIA- 
Rua da República s/n . Bela Vista - MS 
Fone: (067) 439-1410- Caixa Postal 23 
Diretora: Maria Estela Velasquez Pereira 
Gerente: Gilson Silva Santos 
Depto. Circulação: Marilene Morin 
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira 
ASSINATlJRAS 
Bela Vista: anual .. , 6.000,00 
Demais Municípios , , , 9.000,00 
FCJJ'.'l"DADOR: Ivaldo Pereira 
Um órgão da Rede Belavistense • de 
Jornais Ltda. 
Representação em São Paulo e Rio de 
Jane!ro: TABULA VE!CULOS DE COMU­ 
NICAÇÃO S/C LTDA. 
Rua 7 de Abril, 282 - 5.
0 
Andar 
Fones: 255-2579 e 255-3"492 
Filiado à ADJORI e ABRAJORI 
UM AVISO 	(dlas 11 
Somente neste tina! de sema ·4ona 
e 12) o Restaurante do Grmlo no fU,,A 
rá, mas a partir da próxima semana es 
atendendo diáriamente. 
O DOMINGO r NOSSO 	d!o 
sob coordenaco do Sr? Ávila e da I 
1ela Vista no GSSPR & um programa dom7"" 
ueiro sadio, dvertdo par a criançada 
nos 1ovns estudantes. Prd frente e muitos 
sucessos. 
AS DISCOTECAS 
e brlnc-ndetras clnnçantc-s aue uJtimnmcnt:i 
tem sldo renalizadas no Grmlo, está eranlo 
multas reclama.cões por parte daqueles que 
vão nt6 lá para dançar e curtir algumas horas 
do lazer. 
O MOTIVO 
das reclamnções ó o seguinte: Certos "mole­ 
ques" vo até Já só par conturbarem o m­ 
biente, Bebem e comecam a querer "apare­ 
cer" Provccnm discussões o brigas, estragan 
do dessa maneira o Jazer dos outros. 
A DlflETOntA 
do Grêmlo devo tomar medidas enérgicas 
contra esses bnderneiros. nois dessa forma o 
Clube começa a levar má fam e só por culpa 
de uns tres ou quatro "exibidinhos". 
O NEGOCIO J:: O SEGUINTE: 
O próximo zum-zum que houver no Grê 
mie nnb!lcnremos os nomes de todos os en 
volviclns. assim pelo menos os pais dos mes 
mos tomarão conhecimento Ok? 
NOSSOS P'ABENS 
A Nndomia Nacional de Medicina que 
no dia 31 roou em Sessão especial o 
Premi0 Mücio Ath·'de Combate ao Câncer 
A Academia fica no Rio de Janeiro. 
A Direção da Esc. Municipal Jarbas Pas­ 
sarinho, estará promovendo no dia 17 /06/83, 
uma sensacional Festa Juninn, com início pre­ 
visto às 18 horas, Vá lá e divirta-se dia 17-06- 
83, muitas barracas com Quentão, Pechinchas 
Doces e Salgados, e uma divertida dança de 
NASCIE'TO 	u+ 
pe parabéns o casal Ferndinho e Sora 
pelo nascimento da garota Rita Jnina. 
ANIVERSARIOS 
/ Fez nos o Cel. Vieira. Marcou a data com 
' ,{{ 6 amigos em su residência, onda 
1 cun ,, " • d li i 
a anfitriA Neuz, serviu ieitctosos comes 
bebes. 
2
0/
5 
F1alo Nunes, fiIho de Edr e Inez Nu. 
nes e a garota Maria Beatriz (d aninho) fIIh: 
de Geraldo e Nilce Nunes com<'mornrnm n 
data rodeados dos amiguinhos e parentes. 
Entre gostosos salgadinhos, bolos, r {rig 
antes e muitos balões e o"Parabéns a Voe" 
~uvlo o Maria Beatriz np::ignra.m vcllnhns. 
A alegre festinha aconteceu na residcncin do 
casal Oeraldo e N!lcc. 
Quadrilha. 
DR. ADHFMAB 6000Y 
Advogado 
Causas civeis e Criminais, Problemns; 
de Terras, Inventários. 
Rua Cutabá 350 1 
BELA VISTA l'I.S 
PODER .TTIDJCIARIO DO ESTADO 
DE ;'IJTO GROSSO DO SUL 
COMARCA DE BELA VISTA 
EDITAL 
Da Ordem do Excelentíssimo Senh'lr 
Desembarga.dor Milton Mnlulel Correge­ 
dor Geral da Justiça. do Estado do Mato 
Grosso do Sul. 
o Doutor Jonas dos So.ntos Pellicio- 
ni. Juiz de Direito da Comarca de Bela 
Vista. Estado de Mato Orosso do Sul, 
na forma da Lei. etc ... 
Faz saber a quantos o presente Ed!­ 
tnl virem ou dele conhecimento tiverem 
oue a oartir do dia 1° a 17 de junho, do 
corrente :mo. no horário das 8:00 às 
11 :00 horas e das 13:00 s 18:00 horas, 
no cartório Judioiql desta Comarca de 
Bela Vista, no Edifício do Forum, à rua 
Cel. Dias, n.o 948. estarão abertas ins­ 
crir:ões para as vagas existentes ou que 
venham a existir no nrazo de validade 
do concrso. conforme quadro abaixo 
desta Comarca: • • 
FORO· .TTffiTGIAL 
nGO VAGA SALÁRIO 
Ame .Tudlci::irio 02 100.174,00 
Dist. C'ont. Part. 01 49.074.00 
Deo. P. Aval .. Tud!c!ar 01 45.087.00 
7elador (lo Forum 01 35.840,00 
FORO EXTRAJUDICIAL 
C'iRGO ·vAGA SALA.RIO 
Ax. de Tabellonato 02 100.174,00 
Para se Inscrever o candidato deve­ 
rá prencher os reauisitos e aceitar as 
condiçõ:'!s estabelecidas no Regulamento 
do Concurso das Comarcas de 1983, inS­ 
tituido pelo provimento n.o 03/83 da 
Corregedoria Geral da Justiça do Esta­ 
do. o qual poderá ser obtido junto ao 
Cartório Judicial da Comarca ao preço 
de CrS 300,00 (trezentos cruzeiros). 
E para a,ue ninguém possa alegar 
ignorância, determinou o :MM Juiz que 
se ell.1)edisse o presente Edital que Sfrá 
publicado e afixado na forma da lei. ~ 
de e passado nesta cidade e Comarca 
de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do 
Sul aos vinte e cinco dias do mês de 
maio do ano de mil novecentos e oiten­ 
ta e tres. Eu (Pedro B. do Vale) AUx. 
Judiciário o 
1
datilografei-( 
Dr. Jonas dos Santos Pellic!onl 
Juiz de Direito 
1 
1 
J 
1 
1 
· I 
1 1 
1 
' 
1 
l 
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Rua Brigadeiro Tobias, 721 
• Tel. 227-0022 
ECONOMICO 
----~--~----------------~--------------------------!.. 
DOCUMENTO PERDIDO 
Onorato Godoy Junior extraviou seus do­ 
cumentos. CIC, Carteira de Identidade, Cat· 
teira de Motorista e Titulo de Eleit.or. 
Publicação que se faz para obtenção das 
')'1 • 	• 
-'s as. 
Bela Vista. 04 de junho de 1983 
CLtNICA DE ACIDENTES 
Dr. José Lauro E. Sanches . CRM/MS (50 
Dr. Antonio João F. Neto - CRM/MS 1.111 
Fraturas, doenças ósseas - RX - FisiO· 
terapia 
CONSULTAS - TltA T.il'IENTOS 
Av. Brasil, 3157 (em frente 11 igreJa '!lb- 
triz São José) Fone: 431-2266. 
==uTgHFoj.... _AIS...-

- ,.,.,.. ..,.. ___ 
e 
UNIMO•NOS A6 llANIFES'r/ÇOES COME­ 
' MOitA'l'IV-JS,/  INlV~JíUO DE EMAN­ 
' Oll"AÇ1 '00Lt.1'lC/ tl!r.i'rm MlJNIOtPlO, 
EXTERNANDO NOSSO$· CUMP!ill1lE.."lTOS 
EA A7:AAC DE TEI:TE COM 
; ORGULHO A ESTA. TERRA;. 
ALCIR .NOGUEIBI ,COELHO· 
- 
1 
' 
, l 
brevlvcrn uo tempo. 
O!iGULllOSA,Jf, ·1 C, ATH"'- V-CS 
R.IDENS 1).0 POVO DE l'OltrO '.lUTI.TJ!'~JIO, 
Quando nos lançrunos candic!e.to a vcrea d:ir, eleito po3teriormentc com 03 votos de to- 
• •. • .  .. , 'J~ ~ ,, .,., 
dos aqueles que confiaram em no:so traoalh, oí por entendemos que, através da vida pú- 
blica, poderíamos colaborar com o querido po vo de Porto :Murtinho- • e nfü;>.: cstáv-amos... C!.· 
rnt.!os. E.strunos trabalhando, 
Dizer o que, nesta data, quando o, murti.nh.en:e.·com::mora.Q.dJ).ta.mag:ia~do município; 
Nê.o-há'palavros-~ue possam:espelhar a nos cnfnnça, o-nos amo:rela terra e pela gente, 
• é simples, é• por: demais, simple3, basta· diz.er ~•;p -'.0UJ -ESTOU, aqui foçQ. de meus dias umn 
a-° La.f.- 
sequência de atítudes que visam o SERVJR. -~r--u lHA PARAilENS PORTO J'ItffiTI- 
. NR.O, 
e' h ! !· n. e . ' i i..'.'·'"'· 
,r;·d.. ('Idos 'e Dr0fund s raízes 
hi•L-:'.;r!c:1s. Porto lfurllnl~o c6t:l. cm fosta 
to +rzhnizarmos o povo murtl. 
ronr la agggem (do ma!s tum unl• 
.,.,. ,,; ·., '"" f••1,"•ir·ipnr;!10 pol!llc, do mil· 
,·c·•J 0 r•t;Crí:'l,1r., rnni'i uma VCZ 'l'<'Otlr 
r.•.: : 0 !",,. ,.1 P• o ,cí .lto de contlm,in:pnoii 
trc)o!ando pra um cresc!menta un!for 
me d'.! tod:!. n fronteira. 
Um pno que c:imlnhn. que luta, 
ouc !'.nfr,, mP-s riuc tlcr(?ditn, .e este_ a,cre­ 
c'!' ~1· T''.'"'P nós, 6 motivo pnro. contipuar. 
mcc na luta. 
Àqueles que com seu trabalho contribui• 
• +a 
ram para elevar est-e município ao· Iuga! ~ 
destaque. em. que se encontra, os nossos agra, 
declmentos e.admlr.ição. 
DEPUTADO S.AULO QUEIROZ 
A p.Õpulãção expressamos nosso 
pre_ito de gratidão 
e ·reconhecimento, pois é graças a ela 
que a cidade atinge d.Ja a dia o progres­ 
so. 
B I D U· 
HOTf.l 
1 
- 
Na data em que comemora outro 1· 
• ano de emancipação política. queremos ( 
saudar todo este povo trabalhador e ' 
progressivo. 
• Z 7 
Ah;3t5ri de um ciddc é fzf!2 3e: 
ate 
Reens « n7sss h0me:zens 2 
e'z ar?ra +=yi!e aue e!é @Ons. 
ruindo o rzozrsso deste mleíy.o. 
T

Câ ara niciral 
de Verea ,ores de 
e ista 
MENSAGEM 
No momento em que Porto Murtlnho 
fest!.'Jn seu nnlversnrlo de emnnclpnção 
0 Poder Lcglslntlvo ele Dela Vfst'l 1,1iu,ia 
cf.tslvnmcnte o querido povo que tanto 
tem contribulclo pnrn o desenvolvimento 
do nosso Estado. 
. Aos lfderes, nos pioneiros, a todos 
enfim, o reconhecimento deste Poder Le­ 
glslat ivo que está voltado unica e oxclu­ 
sivamente para o bem estnr ele todos os 
murucfpes e progresso da nossa fronte! 
rn. 
Ivan Marques (Presidente) 
lInrcclo Cnlvnno 
Anselmo Lopes 
do?onso Pinhelro 
Serlo RO'ert Prondl 
Rosevelt Lino Garcia 
Clnudfonor Rodrigues 
Evl.lásfo Mlrnndn 
Cnssfo AcfoU 
---------- 
- ------~---;.;.;;. _ 
- 
T	a .7r 
João F r01re de Ovo'ra Prefeito a 
o 
+ + 
E F 1 TO 
1 a o 
Saudamos ns autoricln.dcs aclmln!s• 
tra!lva e toda a sua comunldadc 11ela 
passagem de outro nno do emancipação 
política. 
----,-.----~------ - 
MENSAGEM 
Ao ensejo da passagem do nn1versá­ 
rln de emnncipnçüo poHtlca e otlrn1nls­ 
Lrnllva elo Porto Murllnho, desejamos 
transmitir nossa cnlorosa saudação às 
forças vivas da comunidade, seu povo 
ordeiro e trabnlhador, na certeza de que 
a unlüo e o trabalho de todos poderão 
fazer com que alcancemos dias melhores 
construindo uma cidade grande, forte e. 
progressista. 
A Administração João Freire deseja 
que a passagem do aniversário do muni· 
clpio sirva de reflexão a todos os inte­ 
grantes c'esta comuna no sentido de que 
hajn uniP.o na defesa dos mais altos 
Interesses. 
Carg 
t 
a 
Campo Grande - Em contato mantido com 
Governador Wilson Barbosa Martins no 
Parque do, Poderes, o prefeito lldlio Bcru:l 
<PDS) do Ladirio, voltou u colocar o seu e. r• 
o a disposição, ratificando atitude tomada 
m março do corrente ano, mostrando se 
determinado a deixar a prefeitura. 
Na ocasião Wilson Barbosa Martins ex­ 
plicou ao prefeito ladarense que a questão do 
bUbStitulçfi,O dOS prefeito:; das cidades !--llU,• 
ctns em área de interesse da Segurança Nacio­ 
na1 está diretamente afeta esfer federal o 
que, no momento não há qualquer disposição 
nesse sentido. 
I "; 'w r 
Aproveitando a udIncia que Ihé fl con 
cedida, Hélio Benz.l solicitou providências a.o 
Governador para a conclusão das obras do 
slstemn de abastecimento de água para um 
conjunto hnbllaclonnl construido em sua c!­ 
de.de, cuja entrega está dependendo apenas 
desse trabalho. Wilson BJrbosa Martins pro­ 
meteu ·atendimento imediato e encaminhou 
o prefeito ao secretário de obras, Olavo Vile- 
la. 
Outro peclldo feito Junto ao chefe do Exe­ 
cutivo sulmatogrossense foi com relação a au­ 
xflio do Fundo Estadual de Assistência Finnn 
ceira .- FUNDAF para que a Prefeitu.ru 
de Lactário possa cumprir com o pagamento 
de dívidas, como salários de funcionários 
que se encontram em atraso e subs!dios paro 
os vereadores. 
1 
1 
Nossa homenagem aos pioneiros 
que, com lul'u e S!!cri.fício, dedicaram-se 
integralmente par 'ue o povo possa 
t
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0
ajr c
5
onufi.nu_idad<;J cdom1mida.d_e que res-1 · 
'a e aruversac•0 e emancipação po- 
lítica. 
$io 
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ri: 
u 
4 
Dourados poderá ter sua Uni 
vers!dacle Federal. Projeto nes'.fl 
sentido foi apresentado às ComlJ 
sões de Justiça e Educação b 
Câmara Federal pelo deputad:'l 
Sergio Cruz PNMDB-MS). N 
defesa da idéia,_ o parlamentar 
oposicionista argumenta que o 
Sul_ do Estado, poiarizado no mu 
nicipio de Dourados, é uma regi• 
ão política e economicamente ín 
dependente responsável pela me­ 
tade da produção estadual e com 
uma população em seus 25 mu 
nicípios estimadas em mais de 
um milhão de habitantes e, dian 
te desta constatação não pode 
continuar culturalmente atrélsda 
ª Campo Grande .. 
Sergio Cruz entende, por ou 
tro_ lado, que a implantação da 
Universidade Federal em Doura 
rados é estratégica, tendo em vis 
ta sua maior proximidade co!Il 
0 oeste de São Paulo e o norte 
rio Paraná. Segundo suas perspec 
tivas. a Universidade transforma 
rá Dourados em grande centro 
cultural do pais. º . 
Na justificativa de seu proj 
to. já em tramitação. Sergio Cru" 
considera ainda a "carêncui de 
centros de pesquisas e estudo> 
científicos, têcnicos e cult.u.r1!J
5 
no Brasil, cujo desenvolvimento 
na área, a mais importante par
3 
o ruturo, tem tornado a nação 
cada vez mais dependente, c0lo­ 
cundo- a de reboque da tecnold 
ia transnacional' • ·,

N A DA HRONHEEI 
ESTADO DE MATO CP..0.S..'50 00 SUi. roDEB n:mC!AlUO 
COMARCA DE BELA VISTA CARTÓRIO JUDICIAL 
pAlta! de Prmoira Smunda Praças desligada Palermo; A Oete com ter"as do Ar?m!nu 
ara 20/07/81 1%/08/83 	Femnsad de Amru Mendo qv dentro da 
' opr. Jons dos Sitos Petllon! Jul d área o ex!ste qulquer benteitor avlla. 
pyre!to da I Vara CIv! dent Comrca de das em Cr$ 5070.000,00 (cinco m!Ihóes e 
3, VLeta 9tado de Mto Grosso do Sul, na tenta m!l cruzeiros), valor«porquanto será 
orm da lel, 	1erda A Praça nos dlas 20/07/83 o 01/09!.JJJ 
.f'llz Snhar n t.odoa qu.o o pi inte Edital Ms 139 horas pa ser arrematada«s por 
trem ou dele conhec!mento tiverem que fo quem maior lnco der c!ma da wallçlo, 
, marcado os dlas 20/07/83 01/0%/3 Ma sendo a venda te!ta A vista. ou mediante tia- 
foras para a realização das praças designsds dor idneo. pelo prazo de 03 dIs. Dos autos 
os autos N 03/03 de Aço Execução que nlo consta nenhum 0mus ou recurso penden. 
",,o do Brasil S/A move contra José Mar- to de jul_gament.o. 
~l!nO dn Silva e r;w1 mulher re!crente::i aos E p::irn que nln:,itm po alc~' iiI)oruncla, 
tens penhorados nos autos ac!ma menclona- determinou o MM. Julz que se expedisse o 
c1os ub:ilxo carncLerizados: 	presento Edital que será publicado e fixado 
1
69 has. de terrrs pastais e lavradlns dentro na forma da le1. D:ulo e passado nesta cidade 
aos umltcs da Fazenda Perseverança om Alto de Bcln Vtsta Estado de Mato Grosso do SUl 
cnrncol, munlc!plo de Caracol, com as seguIn aos 30 dias do mcs de mnto do uno do mil! 
te confrontações: Ao Norte e o.o Sul, com novecentos o oitenta e lros. Eu Pedro Bar 
terras dn Faz. Pcrsavcrançn; A Leste com ter. celos do Vale) o subscrevo. 
ras de Vllal Ferreira de Sou.zn e do Irmãos O JUJZ DE DIREITO 
p 
r".FiNTO Dr FRErrxS Ti.i 
Médlco - CRM 351 
Clinlco Médlca e Cirúrgica 
Run Gu!a Lopes, 826 - Fone: 42!! 1270 
BELA VJSTA- l1ATO GROSSO DO SUL 
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DR. RICARDO REGO 
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Inventátios - Legalização da Terras 
MS. 
ESCR mo DE AD''OCACIA 
Dr. Sér.g-io Roberlo Perondl 
Advogado 
Causas Ctveis - Direito A,.crrarlo 
Inventários 
r,27%ÁS," ,2 mo 
JOS1: AVELINO E STLV A - Oficlnl do 
Cartrlo de Registros de Imvels da Comare 
de Bela Vista, E5tr,do de Mato Grosso do Sul, 
nn Forma da Lei etc ... 
FAZ SABER os que o presente edltal ou 
dele conhcclmento tvercm e do ncôrdo com 
n UI Federo! nº 6.766, de 19 !Rz 79, comblnn. 
do com as dlsposlçõcs da Lei M'untc!pal nº 
690, do 7 Fev 00, pela Sra. SeIma Reina de 
Barros, brnsilelra, cnsodo, comerclonto, pro. 
pr!e'árla da !rma Seteagri Empreendimentos 
Imobiliários CGC!-.1F nº 003.201.3240001 / 
86, Inscr!ção Estadual n 200.592.34/5, Estn­ 
belocldn n Rua Ant.onio Joüo 900 cm Dela 
Vista MS, me foi requerido o Restro do Lo. 
teamento denominado "Jarcllm Prlmovern l" 
aprovado pela Prefelturn Munlc!pal destn clda 
de Conforme Processo nº 295/83, de 04 de Ma- 
10 de 1983, elaborado nas Quadras nºs 68 
e 169, ambas locnlizadas n."l Prlmelrn Clrcun'! 
criçl'lo, compreenclldas dentro do per!metro 
urbano da CldadA, ns quais. após Lot.eadns, 
ficaram subdlvldldas em 26 (vinte o seis) 
quadras numeradas de 1 (um) a 26 (vinte e 
seis) e aue estas quadras, por sua vez, foram 
subdivldldas em 232 < duzentos e trinta e dois) 
Lotes de Terrenos Urbanos, destinados para 
fim. residenciais, perfazendo uma área total 
de 71.348.00 m2 (setenta e um mil trezentos 
e quarenta e oito metros quadrados) situados 
nos seguintes llmltes: NORTE: Com o lotea­ 
mento Itaporã e a Quadra n 170. SUL: Com 
as quad.ras nº 167-A e 168. Leste: Com as qua. 
dras nºs 183 e 184. OESTE: Com as quadras 
nºs 153 • 153/4 • l.S3/9 • 163/10. O Imóvel orn 
EdJtal de Citação Com Prazo de 20 Dias 
O Dr. Jonas dos Santos Pelliclont, Juiz 
ele Direito da única Vara da Comarca de Be- 
1::i. Vista Estado de Mato Grosso do Sul, na 
formo. da lei, 
Faz Saber aos que o presente Edital virem 
ou dele conhecimento tiverem expedido nos 
tos da Ação de Inventário requerida por 
Viclnlvina Viei?as, inventariada Virgilla Viega 
(Prnc. nº 80/80) que se processo·u perante 
este Juizo e Cartório Juõic. que em seu cum­ 
primento e atendendo ao mais que dos autos 
consta, pelo presente edital que será afixado 
na sede deste Juizo e publilcado na forma da 
lei, fica Citados a pessoa de Astúrio Dedé Vie­ 
gas s/mulher Clotilde Viegas e Outros para 
responder os termos da referida ação, sob 
pena de se prosse~r à sua revelía. Petição: 
Diz Vidalvina Viegas, brasileira, solteira, mai­ 
or, lides do lar, residente e domiciliada nesta 
cidade e Comarca de Bela Vista MS que: Fale 
ceu sua irmã, Virgilia Viega, com 61 anos de 
idade em data de 21 de novembro de 1979, 
nesta cidade e comarca, "ab intestato", não 
deixando descendentes e ascendentes, mas, 
somente herdeiros colaterais, e a requerente 
na qualidade de irmã da "d.e cujus", vem re- 
loteado, te encontra devidamente Reglstrado 
neste Cartór!o do Reglstro Imobilltrlo, sob 
o n" 'f'./ l Matrícula n? 308, FOIh n" 4300 do 
L'V0 02, do Rezistro Geral, cm Maio ele  03. 
Juntar .nt com o roquorlm<'nlo, mo forom 
presentados e utundos neste Cartório, o 
MCm1Oral Descritivo, Planta o demais docu. 
mentos ex!g!dos pelo Art!go 1, da n? 6,700 
do 19 De 79. Os Lotes de terrenos Irbnn0as 
serão colocados a venda tanto VISTA quan 
to PAZO, observando-so para tanto, nas 
EdIficaçócs a eles relacionados, as prescrtçó· 
es dos poderes públicos. E, para que cheguo 
no conheclmcnlo de todos OA lnt.orc::isndos o 
que ninguém lemue Lgnorncla, fol expedldo 
O presente EDITAL que ser fiado nesto 
Cnrt6rlo nos lugares de costume, publicado 3 
(t1'es) vezes consccutlvns no jorn'..11 de circula 
çll.o local, podendo ser apresentado qualquer 
impugnação dentro do prazo de 15 quinze) 
dlns, n contar dn data da última publ!cnçúo. 
Dndo e passndo nesta cidade e Comarcn do 
Bclu Vista, Estado de Ma o Gros'10 do Sul 
aos 12 (doze) dias do mes de Maio de 1983 
(Hum mil r.ovccentos e oitenta e trns). Eu, 
José Avellno e Sllvn, Oficial do Cartório de 
Registro de Imóveis o datilografei e assino, 
José Avelino e Silva 
Ofclal do Reglstro de Imóveis 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PODER JUDIOIARTO 
COMARCA DE BELA VISTA CARTÓRIO DO JUDICIAL 
querer abertura do competente inventÁr! 
ha ta visto existir bens, deferl'1do-lhe cons 
au~ntemente o compromisso de inventarian­ 
te e demais encargos de estuo. Com os doe+ 
mentos Inclusos (ób:to, prccuração, certidt 
de nasclmento e escritura), Pede e Espel 
Deferimento. Bela Vis o. 26 de av.osto ele 198-o. 
(a) Dr. Sermo Roberto Perondi. E para q1 
n;;o se alegne !gnori.ncía. foi determinada 
Fxpec!iciio do presente edital com prazo de 
dias nora os herdP.iros: Astúrío Dedé V!ega:; 
e smt mulher Clotilde Viegas; Ezulema Vieg; 
Figueira e seu marido Ary Figueira; Vas, 
Trindade Martins e sua mulher Luiza de No: 
Martins; Vicente Fabricio de Moura e 61 
mulher Ortência Vie~ Martins e herdeir 
ir'!certos e desconhecidos de V'rgilia Viegas 
oara se habilitaram no referido inventário. 
presente edital será publicado na forma da lei., 
e afix.3-Cio no forurn local de costume. Da 
e passado nesta cidade e Comarca de Be 
Vista Estado de Mato Grosso do Sul aos se. 
dias do mês da maio do ano de mil novecenti 
e oitenta e tres. Eu (Peciro B11rcelos do vai, 
Auxiliar Judiciário. o datilografei. 
Dr. Jonas dos Santos Pe!licioni 
Juiz de Direito 
.- - - ·- - - - - - - - - ·- - - - - .;....- - ✓-,-:-- - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - - 
C l l C 
O MELHOR CORRETIVO PARA O SOLO 
Na Agricultura está a força e a esperr.::ça do Brasil 
PRODUTO DE ALTA QUALIDADE 
Calcáreo Bodoquena é a realidade Para uma Lavoura Mais forte 
USINA: llODOVIA JAn..-: ~"! a PORTO MORTINHO - Km 54 
 
'

A 
1 
, 
E 
Ver«dor Mulino Calo I. Aioly • PI 
Projeto de Ll no, 04/01, 
'rins de uma L«ola Muni«ipl de Lo 
rt na região wu zon rural denominada "Mon. 
Jolinho' dote município e omwrca de Dela 
V]ta-MS, 
Art, Lo - Fica crida a E'sol Muntclpal 
de lo pru n Zona rural denominada "Mon. 
JolInho dente munlcipio de Iel VEta MS 
Art, 2o - Esta let, entrará era vigor na da­ 
ta de sua publicação, revogadas s disposições 
cm contrhrlo , 
Sala dns Sesses, 0 de malo de 1003 
Veredor Cisslo Marcellno B, Accloly 
JUSl'fflCJTIVA: 
A regi/lo rural do "Monjollnho" deste mu­ 
nlcí~!o, 6 um lmportnntc reduto dcmoráfico 
desta comarca, e/ nproxlmndnrnentc 100 (cem) 
familins lá resldindo, necessitando urgente de 
uma escola de 1o ru para a!nder a deman­ 
do daqueles alunos, ansiosos pura lnlclorrm rc­ 
us estudos primórlos. Adcmal; nn rer:Flo do 
"MonJollnho", nilo existe cslahclcclme·1lo cs­ 
colnr nlr,um, bem como, trnlllr-~c de umn zonu 
ru_rul de grn.!1clc potencial nprícola, onde quiçá, 
fuluromcntc, surja um distrito pum nosso mu­ 
nicípio, evitando também o êxodo rural <lesta 
região pnra o cidade. 
Assim, sendo, em face existir já demanda 
ele nlunos cm número suiicle!lle, cm fnce cs­ 
ta região não possuir escolas nenhuma nas pro­ 
ximidades, cm fncc ser uma região de grande 
potencial para 11 explornçiio dn agricultura, 
em face também de ser uma forma de evitnr 
4eicodo rural e à derradeiro, existirem no lo­ 
cul, pessoas em condições de assumirem fun­ 
ções de educar, impõem-se, nobres pares desta 
augustn cnsn, bem como, do poder executivo, 
o oprovnçiio deste Projeto Lei. 
i::.:tlu dns Sessões, 30 de mnio de 1023 
R.ossovolto Lino Gnrciu • PiIDD 
INDICO, ao Sr. Presidente, sejn enviado 
O!. ao Sr. Prefeito Mu:1icipal para que ele man­ 
de ínz.er reparo a Rua Marechal Rondon esqui­ 
na com a Alvares Cabral. 
Obs: Quero esclarecer tnmbem que a ne­ 
cessidade de colocar bueiro na esquina dn ci­ 
tnda rua, devido varias reclamações e tendo 
eu verificado que renlmente se encontra intran­ 
_sitáve1, peço a V. Exn. mandar fazer reparos 
com urgênc.ins, 
Saln das Sessões 27 de maio de 1983 
Verendor Rosscvelto Lino Gare.ia • PilDD 
Requeiro a Mesa ouvido o plenário nn for­ 
ma regimental que seja enviado ofício ao Exe­ 
cutivo e Legislativo dos municípios consideru­ 
dos. área de Segurança Nacional, faixa de fron­ 
teira com o Paraguay de nossa região e tam­ 
bem o município de Jardim, Guia Lopes dn La­ 
guna e Nioaque, para que assim nós dos muni­ 
cípios do sudoeste matogrossense u.!1idos pode­ 
mos ter forçn junto ao Governo Estadual, Fe­ 
deral e até mesmo o Ministro dos Transportes 
• e os órgãos responsáveis pelns nossas obras de 
pavimentação :isfá.ltica de nossas rodovias desta 
.região. Pois sabemos nós moradores dos mu­ 
nicípios de faixa de fronteira enquadrados co­ 
mo Aren de Segurança Nacional de nosso pais, 
que é justo parte prioritária destes municípios 
ter sempre livre acesso por nossas rodovias e 
parn que ns mesmas não venham ficar intran­ 
sitável nov3rnente como costuma ocorrer em 
no a relo, quero deixar t;, rn Iro V. Ec! a 
companheiros de tdas bancadus que é nece­ 
rio que eja feita pavimentação ufáltica em 
nos rodo ia, e tenho eu convicta certeza de 
que nós unido: conseguiremos citadas obras 
junto aos homens que dirigem os paos de no­ 
o País, Sendo assim espero a comprcnsão de 
todos os nobres colegas na aprovação do refe­ 
rido requerimento, 
Ela das Sessões da CAmara Munlcipal de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, 30 
do Muio de 1983, 
Vcrt-:11 1• Morcdino Cás,lo n, Jccloll • PDS 
Hcqudro a Mesa ouvido o plenário na for­ 
ma regimental que seja feito expc<lJcnte ao 
Emo. Senhor Dr. Wilson Barbosa Martins 
Governador do Estado, com cópia no Exmo. Se­ 
nhor Eng.o Arnaldo Ferreira de Souza, Dire­ 
tor Gcrnl do DEHSUL e ao Exmo. Senhor Pre­ 
feito Municipal, rcfcrln<lo n rodovia que par­ 
tindo <ln Iocullcludc denominada A, lll Jmnre­ 
ln, dLm,mda a Antonio João (M~ ,,:i:_úlldo 
pclu Colónia Dumnqu6. Esta cstra(. . ,i teve 
cerca de 70 da suu extensão consertada pelo 
órgiio, ugora sob a dlrcçiio de V." Excia., tendo 
os trabalhos sido atacado nas duas extremida­ 
de~ e, ln-:~:plic6.·clmentc, interrompidos hó. cer­ 
ca e 5 meses, justamente quando estnva para 
ser co.1cluída u obra havendo inclusive pontos 
já edificudos e cnrentcs apa::os da con,;ruçiio 
de aterros, à exemplo do que ocorre no Cór­ 
rego Estiva, na alturn da Fenda Monjolinho. 
JUSTffICJTIVA: 
Animados pelo pnpésito de expandir a 
fronteira agricola do nosso Estado; de, através 
do ndequado a pro'> dtamcnto da vocação do 
solo desta rcgi::J, mtegrá-Ja ::10 conserto claque- 
• Jcs já dotr.do.; de inírnestrutur:i b;í.;ica de pro­ 
ch1ç:!o: e:~ i,ropugnar pela minimizaqão dos des- 
11.  e1s regionais do nossa econdmia; de procu­ 
rar situar esta área, do ponto de vista socio­ 
económico, num plano mais coerente com as 
potencialidades de produção existentes, ;pedi­ 
mos vênia para encarecer a Va. Exa. a fineza 
de examinnr a possibilidade de promover a 
restaurnçiio e consequente condição de traílca­ 
bilidade, de estrada que deveria estar a ten­ 
dendo as terras que constituc_m as chamadas 
fraldas e furnas da Serra de Maracajú, neste 
Município, onde a fertilidade do solo vem, des­ 
de há muito despertando o interesse de em­ 
presários em utilizá-los com n formação de la­ 
vouras, especialmente de soja, só não fazendo 
pelo absoluta impossibilidade do csconmento 
da produção. 
Existem ao longo da estrada que se pre­ 
tende rentivar aproximadamente 100 estabele­ 
cimentos rurais, com potencial subapr.)veitado 
por falta de condições de escoamento da pro­ 
dução; Pelo menos 1.000 Ha. àe lavoura de so­ 
ja e outro tanto de outras .culturas, estão dei­ 
xando de ser agregados à área agrícola do es­ 
tado, pela faltn de infraesh-utura de escoarne...'l­ 
to; O Niio aproveitamento dessa região, está 
privando os cofres Estaduais de cerca de Cr$ 
50.000.000,00 cm ICM, só em lermos de tributo 
oriundo da receita agrícola, sem· falar, portan­ 
to no nume.:1to a; arrecadação a ser gerada 
pela atividnde pecuária que, com melhores con­ 
dições de acesso aos imóveis, teria aumentada 
a produtividade, eis que os empresários do ra­ 
mo teriam condições de imprimir técnicas de 
exploração mais eficientes ·e mais racionais. 
Mani.fesl'amos a nossa expectativa em ver 
nado o pro 	a que, pura 
próxima safr: 
h!cido. on! 
tençio de V. •. 
ra rea em que tio, es 
de pm 11,l!Jd·,d de 11. . t{ nd, í 
referidos empreendimentos condicionados ap" 
ns a que fique augurado nos itere dos 0s 
melos que se impbem para o eeso À regi 
Sala das Sedes da CAmara Mun!c!pal de 
Dela VI»ta-MS., 30 de mlo de 1983. 
Vereador Roseve!te Lino Garla • PMDII 
Indico no Exmo. Senhor Prefeito Man!ci­ 
pal em mandar fazer reparos no estrda que 
d/1 acess1 n Fa:z.endn Margarida atÍ' rodovia 
Bela Vist.i-Carncol. auero c.<clnrecer a V.a 
Excla., que por falta de acesso a esta estrada 
Ecln Vista está deixando de arrecadar mais 
ICM e alé mesmo nrm,uennmcnlo d<' produto3 
nprícolas colhidos pelos riu!tores que plan­ 
tnm nn citado fnzendn aue está sendo escoado 
para o município de Jardim, por falta de aces­ 
so pela rodovia que lia a Fazenda Margarida 
a estrada de Caracol. 
Quero csclnreccr que há necessidade ele 
Fe fazer reparos er várias pontes e coscalhar 
pequenos trechos da citada estrada. 
Sendo assim, peço à nicnçiío de Va. Exclas., 
no nlendlmento n estn hdica~ão, pois sabemos 
que é de interesse deste município. 
Sala das Sessões da Cãmarn Municipal de 
Dela Vista-M~., 30 .de Maio de 1983. 
Verc111lor Mnrcclino Cásslo .Acioli - PDS 
Indico ao Exmo. Senhor Prefeito Munici­ 
pal na nececsidade de mandar fazer reparôs na 
Rua 3 de Outubro esquina com a Rua Coronel 
Camisã nos na citada rua encontra-se gran­ 
des erosões delxanc1 completamente intransi­ 
tável. 
Saln das Sessões da r.,;mara Municfpal de 
Bela Vista-MS., 30 de Maio de 1983. 
cm contT'.ir,o. 
Sala d. i fi ...v<'S, 
JUSTJí'IC/ÇAO: 
Tui pedido de isenção da Lojn Maçónica 
Estrela do Apa n.o 9, prende-se ao fato de que 
a mesma exerce atividade puramente filantró- 
. lta~do -•nda como é de conhccimen- 
pica, rcss.a "'' il-1 , 
to de todos, que a referida cusn maçónica, estli 
cons ruindo seu templo pr6prío, com grandes 
di(iculdodel', ondr então, tratando-se d~ ins_tl­ 
tuição filantrópica pode goznr de tal isenção, 
cspcrondo desta casa de Leis, a aprovação des« 
te projeto. 
Saln das Sessões, 30 de Maio de 1983. 
d 1963 . 
a99.2 
7rês bas razões 
Para você referir as 
n0$$0 m,Jr0$$OS 
1) Qualidade 2) Preço 3) Rapidez 
E MP R E E ND I M E N T O I M O B I L I A R I O S 
Crecl_ -:-. 1.418 
LOTEAMENTOS IMPLANTADÓS 
ITAPORA, ITABORAI, ESPIRITO SANTO, PRii'T.AVERA I e 
PRii'IAVERA II. . ( 
É isto mesmo, tudo o que está escrito acima é uma realidade. 
É Bela Vista ingressando na Década da Decisão. Esta é sua 
Grançie oportunidade, de investir e criar o seu patrimõnio agora 
-JARDIM PRIMAVERA II - 
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1 •• - ~ r -"• _ 
-- ....____,--_ -~- 
#".qll7"Fel7 	« ar 	g 
" 	....,_ 	B,,,a. Vht .. .,., 
~ 	~- ........ ------------------------ 
rADO DE MATO OROSSO DO SUL 
15 
OnM.Pro.hm 2 de A'rt! de ! e3 
DECRETA: 
tono DIIIon Nune I!to, Preto!to Mu. 
e Bela VI»t, Estado de Mato Gr- Encrrezdo d 
%/,a, Usando do Su: AtrIuNç0os quo 
d 'v Lel, 4 
P"a Conferidns por ,etc.., Encarregado 
p",o 1o) O; Funclonrlos PüM!los Mu. 
",,4e exercem funçes de Cargo 
"T",,, e d exclutvtdade, terão uas cis. 
'544 e vencimentos conforme descrtm! 
ç 
{à »to: 
t ' fturrlr!O . , . ' , - ....•.••• , . ' •. , . , . . . 
a 02 Salác101 Míolmo:, 
, 
1 
02 , 1.5 Snlóno Mfnfrao 
«{v] o .+· 
' .:rnhf~tn : 02 Sa.l.irlos Mínimos 
{4cos 1vrnsos: 
operndor do Máqulnll!.l Pesad.n!l . 
02 Sali:lr!os Mlnlmos 
rador de M,1.qulnns Leves 
OpC 	l .5 Salário Mfnlmo 
fo
torlsta ao Comlnhilo o ônihus . 
l 	U Salárlo Mintmo 
trista de Carro Pequeno .. , . , , , , , , , ... 
pODElR JUDICIARIO DO ElSTJ.DO DE MAT~ GROSSO DO SUL 
COMARCA DE DELA VISTA 
o Dr. JonJs dos Santos Pell!cloni, Juiz 
de Direito da varn da Famllla e Sucessões da 
cornnrca de Bela Vista, Estado de Mato Gros­ 
•o do sul. no uso do suas atribuições. legais, 
considerando os normas contidas nas 
vis complcmentnrcs nº 07 de 07/09/70, 00 
do ·03/12170; 26 de 11/09/75; no Decreto nn 
78
_276 de 17/0:J '76; nn lei n'° 6.050 de 24/11/80; 
no oecreto nº 86.845 de 20/03/81 e no Item 
14 
(lo capítulo II dn Consolidação das Nor­ 
mas da corregedoria Geral da Justiça do Es- 
tndo, 	. 
considerando o grande numero de pedi- 
dos Judiciais de alvari:ls, desnecessários, fren 
te a0s dJsposltivos legais vigentes, que auto­ 
rizam o procedimento aclmlnlstrat!vo dos sa­ 
qus; 
Considerando que esse costume burocra­ 
Uznnte, além de sobrecarregar os Juizos de 
FamHlns e Sucessões, prejudica os próprios 
iateressndos pelo retardamento nos saques a 
que tenham direito; 
Considcrnndo que alvorás expedidos ln 
devíd{l!11ente criam ctificuldades junto n Caixa 
EccnõntiUJ. Pcrleml e D:mco Ili.o Ilru.sll S/ A 
Gestores do PIS/PASEP; 
Considerando Idêntica liberação conjun­ 
ta dos Juizes das Varas da Fnmilla e das Su­ 
cessões da Comarca dn Capit:al de São Paulo 
e idêntica providéncln dos Juízes de Direito 
das Varas dn Familin e das Sucessões da Capi­ 
tal de nosso Estado, diante dns providências 
solicitadas ,pelo Chefe do Jurídico Estadual 
tlll CEF nnquele Estado; 
RESOLVE divulgar as seguintes informa­ 
ções, orientações e instruções para liberação 
dos-saldos do PIS/PASEP, nas contas de par 
ticlpantes ·taiecidos; 
1) Os soldos dos fundos PIS/PASEP 
existentes nas .contos de participantes faleci­ 
dos süo pagas em quotas iguais nos dependen 
tes habilitados junto à Previdência Social. 
Distingue-se, no caso os dependentes, dos su­ 
cessores. Estes são os herd((ros, enquanto 
aqueles são ns pessoas designadas nas leis 
da Previdência,quer dlls vinculadas a CLT. 
quer dos Servidores Estatutários; em muitas 
hipóteses, os dependentes não são sucessores 
e os sucessores não são dependentes; 
O1 'Ar!o MI:..mo 
TUrrr: 1 . . . . . . 
13S 4r!o M1n!mo 
de Manutenção . . . . . . . . 
1.5 Sal4r!o MIn!mo 
Mocâ!lJco Chr>fo .. , 0?. Sal~r!o,i M.ln!r.-to'3 
AUX!lla-r cJJJ Mectn
1co l .!i Sal:'.. o )1ín'..mo 
Cnrplntêlro , 1.5 S14rto . 1ínimo 
Pedreiro , l .5 S lário :'.ilo.l:-:io 
Pintor 	1.5 5:ilá:rlo !>1!n!mo 
Vigia , 1.5 Salário lVU:tlmo 
Jnrdloel.ro . , , , 01 Sal4rio Minimo 
Servente , ,01 Salllrlo Mlnimo 
Lixeiro 	01 Sa!:trlo Mfnir::lo 
Almoxarilo 02 Salários Mínlmos 
Prefeitura Mun!clpal de Bela Vista. Es-. 
tado de Mato Grosso do Sul, 0s 25 (vinte o 
cinco) dias do mCs de Abril de 1983 (mi1 no 
veccntos e oitenta e trõsl. 
Afonso Dlilon Nunes Left.e 
Prefeito MunfolpAl 
DELIBERAÇÃO 
2º)3 O levantamento pelos dependentes é 
feito admlnlstratlvamcnte. sem necesldade de 
autorização judlclal. bastando que aqueles 
façam a sollcitação Junto à Caixa Econômlca 
Federal. no caso do PIS, ou junto ao Banco do 
Brasil S/A no caso do PASEP. Mesmo haven 
do dependente menor, a sol!cltaçiio é feita 
sem a Jntervend10 1udlcinl. mas as cotas atri­ 
buldas aos menores flcnrõ.o dcposttadns em 
Cadcrnet:J. de Poupança, <lrlsponível npós o 
menor completar 18 anos: 
3º) Se requerido pelos sucessores, o pedi 
do deve vir acompanhado de prova da inexfa 
têncla de dependentes habilitados perante a 
Providência Social. caso em que o alvará é 
expedldo com a menção de inexlstlrem de­ 
pendentes habilitados. 
4°) A condição de dependentes habilito. 
do é declarado. em documento fornecido nela 
instituição de Previdência a que estava vin­ 
cu.lado o "de cujus'"'. Idem, quanto a declaro. 
çii.o da inexistência de dependentes: 
5°) AS quotas atribuidas à menores fica­ 
rão depositadas em Caderneta de Poupança 
e só serão d1spon!vels após o menor comnle 
tar 18 anos, salvo autor1zacii.o jud!clnl para 
fins de aquisição de imóvel destinado á resi 
dêncla ou clispêndlo necessário à subsistência 
e educação do menor, devidamente comprova 
do; 
6º)0 disposto nesta Dei. aplica-se lts quanUa.s 
devldns pelos empregadores aos empregados 
em decorrêncla de relação de emprego; aos 
saldos das contas do FGTS; as restituicõP.s 
devidas peo Imposto de Renda; aos saídos 
de contas bancárias. cadernetas de poupança, 
fundos de investimento, desde que não ultra 
passe 500 ORTNs e não existam na· sucessão 
outros bens ·sujeitos a inventário; 
7°) A partir dn data da publicação desta 
os requerimentos formulados por dependeu 
tes ou sucessores que ostentam também a 
qualidade de dependentes serão indeferidos 
liminarmente porque desnecessária a autoriza 
çao Judicial nos termos da Lel n° 6858/80. 
Be1a Vista MS n de maio de 1983 
Jonas· dos S!)ntos Pellicioni 
Juiz· de Direito 
T DO D 
n,
1 ·,1··. 	C: 
JOll!' (: :::!, 
FAZ SABER a todo que o 
virem ou dele conhecir nto na s fo. 
m mrzdos os dias 2806-83 e 0t s 
para a realizaço ds pracse desig­ 
nd s auto S.o 167/02 de Ação Execução 
que. ...onlo Cezr de Souza move contra Dio-. 
nisio Lino Garcia referentes aos bens penho­ 
rndos nos autos acima mencionados baixo ca­ 
racteriuldo,;;: 'Cm parte do lot• de terreno ur­ 
bano, determinado sob n.o 04 da quadra 28, se­ 
tor 02 da rua Gal. Sores da Rocha, r.e,ll cl· 
dade, medindo dita parte 15 0) metros de fren­ 
te por 30.00 metro:; de fundos em ambos os ln­ 
dos. dentro dos seguintes limJtcs e confronta­ 
õez: FRENTE: para a Rua Gal. Soares da Ro­ 
chn. lado direito com o lote n.o 23 da mesma 
rua, lado esquerdo e fundos com remanescente 
do mesmo lote n.o 04, distanl::! 30 metros da 
esquina formada com n rua Eduardo Peixoto, 
sendo que dentro do referido lte encontra-se 
construfdu parte de uma casa de alvennrlu, co- 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 	DECRETO N 0015/83 
Gab. Pref. em 17 de Maio de 1983 
Afonso Dillon Nunes Leite, Prefeito Mu- Artigo ·2.0) Todos os Funcionários Públi- 
Dfclpal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso cos Municipais citados neste Decreto estão 
do Sul, usando. das Atl'lbuições que lhe são regidos pelo regime da C.L.T. 
con!er,idas por lei, etc. 	Artigo 3.o)-Este revoga o Decreto nº 0009/ 
DECRETA: 	83 de 25'de Abrirde'l983: 
- Artigo l.o) Os Funcionários Públicos Mu- Artigo 4.o)· Este Decreto Retroage a 1° 
nicipais nomeados para os Cargos de Confian de Maio de 1983 revogando-se as disposições 
ta, tais como: Oficial de Gabinete, Secretá- em contrário ressalvada a obrigatoriedade de 
ato de Adm.inistraç&o, Secretário de Fazenda, sua publicação. • • • .. ·-98135 
retário de Educação e Cultura e Secretá- P.refeitura Municipal. de Bela Vista Ms, 
Ili<> de Obras, etc terão seus vencimentos re- as deze.ssete de maio de mil novecentos e oi- 
anos pelo presente Decreto e serão iguais • tenta e três. 
06 (seis) salários minimos regionais vigen Afonso Dlllon Nunes Leite 
Prefeito Municipal 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
EDITAL 
Afonso Dillon Nunes Leite, Prefeito Mu­ 
nicipal de Bela V!sta. Estado de Mato Grosso 
do Sul usando dns atribu:çées lega1s previstas 
na lei n.o 725/81. de 23 de Dezembro de 1981, 
comunica a todos os contribuintes do (IPTU) 
Imposto Preclial Territorial 'e Urbano, ) 
ainda não pagaram seus impostos referentes 
CLUBE DO LAÇO 
COMARCA D HELA VISTA 
C':TITólUO Jl OIC'LL 
dr 4gdp •e 0s0783. 
berta de 	a quantl de C 
4 	ol mil cmurei- 
r 	s 	ál o à praça nos 
d 	e tua! 2a praç 
no dia 0.07-3, as mem.s hora, para r Ar- 
rmsataao por quun mior lance der rim d 
vlia », sendo a vendi feita à vista, ou medi-. 
ante fidor idóneo pelo prazo de 03 ds, Doa 
autos no consta nenhum nus ou recurvo pe1- 
dente de jul mento. Por intermédio do pre- 
nt, fea o Ex utdo DIONISIO LINO GA­ 
CIA Intimado das praça deslpzadas, tendo em 
vista o mesmo nlo ter sido encontrado para sr 
i:'l.timado. 
E para que ninguum possa alegar Ignorância, 
dct rmlnou oMM. Juiz que se expedisse o pro­ 
ente edital que será publledo a flxado n 
forma dn lei. 
Datlo e passado nesta cidade de Dela VIst ,, E9-. 
tado de Mato Grosso do Sul, aos 07 dius do 
mê·, de Junho do nno de mil novC"cPn:o, r ol, 
tenta e tres Eu, (Pedro B. do Vale) o subscre­ 
'O. 
Dr. Jonas dos Snnlos Pelllclonl 
O Juiz de Dircllo 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
Nº 010/83 
ao :mo de 1983, que Prorrogou o prazo do 
pagamento destes Impostos, até o d!u 15 do 
deste mes e ano para quitação nlndu com 
dcscont,o de 20% qules quo pagarem todas 
ns parce!J.s de uma só vez. 
Prefelto Munleipul 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
EDITAL 
O Patrão do Clube do Laço atendendo o 
que determina o Art. 31° do Estatuto do 
Clube, convoca os senhores Associados nara 
reunião que fará realizar no dia 22 de jÜnho 
do corrente 2110 na sede do Sindicato Rural 
de Bela Vista /s 10:00 horas. Afim de eleger 
a Nova Diretoria pum o período de Junho 
de 1983 a Junho de 1984. 
A!-, c.-h,,p:is dos candidatos devcrio ser 
apresentadas no Sindicato Rural. 
Bela Vista 06 de Junho de 1983 
Oswaldo Miranda de Melo 
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Agradeço ls autoridades qul presentes, o 
E:. DIIlon Nunes Leite- Frfeito Municipal, 
Sra. Odila Mascarenhas - Secretária Municl­ 
pl de Educação e Cultura, Sra. Vereadores 
Ivan da Costa Marques - Presidente da Cma­ 
r . PDS, Anselmo Lopes - PDS, e Sr, Jklc­ 
fcn Pinheiro, PMDD. 
O mot!vo desta reunião ó para reatarmos 
l'l8 nc!(oclnçócs entre os professores demitidos e 
Adminlstrçdo Municipal disse, a Sra. Emí­ 
clln Penha, Presidente da JJ.,oc!r1ç,10 Dcluvls­ 
tense de Professores, e que o interesse da ;- 
oclaço é dar apoio necessário aos professores 
drmltidos, 
rimeirmente gostaria de ler alguns artl­ 
os do Estntuto do Magistério Estadual e Mu­ 
nlclpol. Art. 56 - diz que poderão ter nssoclu­ 
ço de classe pnrn defender os direitos d.i c!Js­ 
sc e cm defesn dela, 
O Estntuto local diz no Artigo J.o que é 
pnra promover a união do magistério, defen­ 
dendo os interesses da classe e colnbornr com 
o Estado paro o bem estar da clusse. E aqui 
estamos mais uma vez para tentnr reatar as 
negoclnçõcs entre os professores demitidos e a 
Administ.rnçiio Municipal levantando proposta 
coerentes, e peço a Sra. Cleide Rosane Vieira 
para ler o relato e colocarmos cientes nossos 
colegas que não estão inteirados dos cntei­ 
mentos, e que este relato não refere-se a sua 
pessoa Sr. Prefeito, e peço desculpas se assim 
o interpretar. 
Passada n última semana do mês de março, 
• sem que nem mesmo o pagamento referente 
o mes de fevereiro houvesse sido pago, teve 
início os protestos dos professores, partindo dn 
zona rural, que, entretanto, precisava do apoio 
das Escolas Urbanas, pois o salário era de CrS 
12,500,00. 
Esse apoio mútuo se concretizou no dia 
04.-04, quando nos encontramos na praça para 
que resolvessemos qual o primeiro passo a ser 
dado. Visto que era segunda feira, dia de se­ 
ção na Câmara, resolvemos procurãr um ve­ 
reador que pudesse levar nosso problema i 
Câmar:1. Fomos assistir a citada seção e nota­ 
mos uma certa surpresa aos presentes quando 
ncso problema foi exposto. 
Após a seção, ficou resolvido que no dia 
seguinte, dia 05 daríamos aula até a hora do 
recreio, e nos encontraríamos às 09:00 horas 
para escolhermos uma comissão para ir falar 
com o Prefeito. 
 
05-04-83 - Primeira audiência com O Prefeito . 
Nesta visita não h:JUve acordo. 
N" ao era possível aumentar o salário dos lei- 
~os, nossos salários atrasados não tinha data 
fixa para ser pago. Par:ilizamos. 
08-04-83 - Segunda audiência - Levamos 
um oficio com nossas reivindicações. Não pu­ 
dem_os, digo nao hom·e condições para diálo­ 
go. Paralizrunos nossas atividades. 
lS-04-83 - O Presidente da Câmara, após 
ter falado com o Prefeito nos procurou. Disse 
o Fres. da Câmara que o Pref. prometeu q/ não 
haveria demissões, haveria a ·stad 
. _ • reqws1 a a e- 
qu1paraçao salarial. ou seja. um professor lei­ 
go passaria a ganhar um salário mínimo. ln- 
. clusive, ficou prometido também que • d o mes e 
abril seria P,ª~º já com o reajuste (30.000,00) 
e que os salários atrasados seriam pagos até 0 
dia 20-04-83. 
14-04-83 - Voltamos as atividades escolares. 
19-04-83 - Saiu o pagamento re.ferente ~,-,e­ 
reiro. 
25-04-83 . Saiu o pogomcni~ referente o março, 
27-04-83 - Demitidos tres professores. 
01-05-03 - Entramos cem um manifesto, atra­ 
vés ela Ctun11ro, que comunicava nos intcrcs­ 
ados que e os professores dcmitlelos não fos- 
1;l'm rcodlmitldos, t•nfim que todos as promes­ 
s no fossem cumpridas, haveria uma nova 
paralização a partir do di 04-05-83, visto ter 
sido o Sr. Presidente du Cilmoro, avl$odo que 
se as promessas no fossem cumpridas prlnci• 
pnlmentc se houvcs~c demissões, ocorreria U• 
mo nova represália, 
r3-05-03 - Não havendo nenhu: :1 provi- 
dêncln tomodn, paraliznmos. 
0!J-05-03 • Demitidos mais vlnle 
IVAN MARQUES 
professores. 
No intervnlo do, negociações, foi !cito u­ 
ma reunião com o Prefeito J1un!cipal e ele 
mesmo nos prometeu que não huvcr!a demis­ 
sões cm mosso. 
No estnluto da Ass. Be
1
. de Professores • 
disse Emidiu Penha - somos contra as injusti­ 
ças que sofremos, e nino contra o Estado, pois 
se nssim fosse, as greves dos professores do 
ano passado scrb co::trn o Governo de Pedro 
Pedrossian e n~:; greves de hoje seriamos con­ 
trc. o governo de Wi!son Barbosa Martins. 
Si que as repressões contra as greves são 
reflexos de 1964, pois em legalidade não há na­ 
da a favor da greve, mas é legítima, pois nos 
dá um direito. de defesa de certa forma, e a 
greve é uma parte da democracia em que es­ 
tamos chegando, pois é uma maneira de asse­ 
gurnrmos nossos direitos de melhoria salarial 
se cm caso não houver diálogo. A partir 
deste momento, está aberta a seção e passo a 
palavra a quem estiver com propostas dignifi­ 
cantes, soluções maduras e conscientes, para os 
nossos problemas. 
A minha maneira de ser eu sou contra as 
greves, pois quem são prejudicados são os alu­ 
nos e não os professores ou a Administração 
Municipal, e estou ciente que o sal:írb de vo­ 
ces é urna verdadeira piada, é insignificante e 
juntamente com o mnobre vereador Ildefonso 
Pinheiro, líder do P!vIDB, levare~os à Câma­ 
ra um projeto de lei para que possamos lutar 
pela melhoria salarial de voes, que é justo 
ganhar mais. E as primeiras dispensas dos 
tres funcionários foi só por problemas de in­ 
disciplina e não por causa da greve, e desde 
que passou a ser por indiscir,lina fugiu da mi­ 
nha alçada, eu sou de uma opinião que a gen­ 
te vai até onde termina nossos direitos e co­ 
meça os direitos dos outros. 
E as soluções que levei a voces foi fruto. 
direto e sincero que mantive com o Prefeito. 
E pelo que me consta com a greve voces 
não saíram vitoriosos e sim derrotados, pois 
voces viram o resultado de 20 professores de­ 
mitidos. 
- EMIDIA PENHA 
Sr. Ivan discordo de suas palavras que fo­ 
mos derrotados, não. . . não fomos derrotados 
fomos sim, vitoriosos pois desde que um f ' 
. . 	~ . un- 
cinário oprimido levanta-se para dizer NAO!!! 
ji é uma vitória, independente de levar ou 
nao o t.rofeu para casa, isso é uma vitória in­ 
dependente das consequencias. 
O Sr. Prefeito disse que as professoras • 
foram pedir "diálogo" para ele. nao 
Levantou a Sra. Cleuza Vieira e disse: 
Pedimos diálogo, o fomos ameaçados pelo 
Senhor, ameaçados de dispensa e depois o Sr, 
não cumpriu com sua palavra, pois deu rua pa­ 
lavra que não iríamos ser dispent idas por 
causa da greve, e fomos dispenados. 
O Sr. nüo cumpriu com sua patavra Crliou 
mls uma vez a Sra., Cleuso. 
Emfdio Penha dir-sc que o momento não 
ern propício para levantar cinzas passadas e 
sim para levantar propostas coerentes e pres­ 
tas para serem levadas ao Sr, Prefeito. 
Pediu Sra. Odila Mascarenhas alguma 
proposta: 
1o... Não tenho propostos disse o Sra. 
Odila, pois r.ntc-, ou depois ela. greve ningucrn 
foi procurar-me ningu,n me considerou corno 
Secretário de Educação e Cultura do Mu:i.lcí­ 
plo. 
A Sra. Emídio pediu ao Sr. Prefeito algu- 
ma pNposta. 
· Não tenho proposta nenhuma pois de mi­ 
nha prte iá está solucionado o problema. Já 
demiti as prof e não volto atrás e quanto ao 
salário, eu pc,,:uei um barco corrciido de dívidas; 
não sou eu qum elaboro, é uma lei federal, 
e no momento não otou em condições de me­ 
lhorar o salario de  ·~•. e eu nunca procurei 
recusar de dialogar com Yoces, pois sôu homem 
de diálogo e fiquei mais t'':'lrndo abda quan­ 
do o promotor me disse que • om pro­ 
curá-lo dizcpdo que não .receberia· nlng.!·m, 
e que voces estão cientes que eu recebi voccs 
e são pessoos que me conhecem multo bem e 
que nunca modifiquei o meu modo de ser e 
que voces aceitaram minha proposta, inclusive 
pediram para levar no conhecimento de outros 
professores e que mais tarde voltaram me di­ 
zendo que dariam "UM VOTO DE CONFIAN­ 
ÇA" e no dia seguinte mandaram um ofício 
sem assinatura dizendo que iriam entrar em 
greve e voces sabem muito bem que eu cum­ 
pri com que eu prometi eu paguei a 
voces antes do dia vinte de maio. Mais 
precisamente dia 19/05, mas paguei somente 
o mes de fevereiro e não paguei o mes de 
março porque não compareceu a tempo o ma­ 
pa na administração da Prefeitura, mas que 
no dia 24/05 se não me engano paguei o mes 
de março.· O- jornal errou dizendo que são 23 
professores demitidos, são somente 20 pro­ 
fessores por causa da greve e 3 professores 
por indisciplina. 
- No seu entender não há problema ne­ 
nhum no caso dos professores? (Perguntou 
o vereador Ildefonso Pinheiro. • 
. - Não, não há. Respondeu o Sr. T)Ulon, 
pois os problemas que a aclministração tinha 
Jé. fo1 soluc1cnado com a demissão dos profes 
sores. 	- 
- Mas com a demissão dos 23 professo­ 
res gerou ur.n problema social - Afirmou a 
senhora Emidla Penha. . 
. - Não. Não ge~ou problema social ne- 
nhum, pois'no lugar das 23 professoras demi­ 
tidas eu_ Jª consegui outras 23 professoras 
bem mais competentes e a minha posição é 
que já demiti e eu não vou voltar atrás readi­ 
mitindo as que demiti, isso.eu no abro mão 
e_ que daqui pra frente em minha· admirústra­ 
cao nao havera mais greves, pois os professo­ 
re:, irao r~ber o que merecem (salário) apesar 
de que voces -ou um jornal de jardim quizeram 
12ç,,E3P+ svmp@o ave eu ia votar s eer- 
r . . a proflssao antiga de fotógraf 
me orgulho de minha profissão, 2, 9 eu 
r..ao terei verg~nha nh , . e voltar 
mente. e e a.",gg,emano 
çoes de voces. Ob • d ' deço as aten- 
- rga o e saiu repe::i.tinamente 
te mostrando total desinteresss. pela cla:SSe1 
O Sr. Ildefonso Pinhelro tinh uma pro 
posta a fazer ao Sr. Prefe!to o qual nlo to! 
pos!vel pela maneira que sa!u, ua propos 
erta de levar um projeto para a CAmar pr 
que todos os professores letgos pganhassem o 
menos o «a!4rio mínimo, pois o salário atual 
de 12.500,00 é uma verdadeira ptida. 
A S± Glse!da M. Balta 'evntouse pedln. 
do a palavra. Ela disse que quer!a falar na pre 
scnga da Sr OdIla Mascarenhas e do Sr. D! 
1on, mas que Isso nl o fo! posslvel, ela e ma/s 
duas toram dispensadas de suas funções dev. 
do a Indisciplina e ela queria saber que Indls 
clpl!na pois o nico problema urgido no pon 
to de vista dela foi que queriam passr 
elos tros para traz portue rornm escolhidas 
pelo Sr. Presidente do Mobra!, Ivan da Costa 
Marques a fazer um curso cm Campo Grarda 
e queriam mandar outras pessoas, e nôs trC"l 
professoras fomos procurar o Sr. Iv n para 
saber se !riamos ou não paro. Campo Grande 
e o Sr. Ivan que está aqui de prova, pedtu 
no coordenador do Mobral. Sr. D!omedes p/ 
telefonar no Sr. Prefeito o qual dl!.se que não 
dispunha de dinheiro no momento e nós dis. 
semos qu.e iríamos mesrr o tirando dinheiro 
do bolso e quando nós chegamos de ·campo 
Grande encontnmos nossas cartelrns de Tra. 
balho já assinadas com as demissões, 
. . O Senhor Ancelmo Lopes (Peninha) pe 
diu a palavra, disse que em hipótese n!6',lim 
eu e os vereadores tanto do PDS como do 
PMDB fomos contra a causa de voces, e sim 
a favor. Aquele dia que voces me vaiaram eu 
fiquei bastante chocado, pois sa! para dizer 
à voces não fazere:n aquilo pois eu ouvi dz 
próprio Prefeito que quem estava na segunda 
greve !rie, ser demitido, .e isso eu não queria 
que acontecesse com voces, apesar das valà.s 
que voces me deram eu não guardo rancor 
e podem me procurar que estou sempre a dis­ 
posição de voces. 
O Sr. Ildefonso pediu ao Presidente da 
CAmara, Ivan l1arques para que na primei 
rn r2ção da Câmara resolvessem em Ordt,n 
do ~la o problema salarial das professoras 
pois não acho direito elas ganharem 12.500,0O 
O Senhor Ferraz perguntou ao senhor 
Ivan. per que ele como Presidente da CAma­ 
ra, não def
0ndeu o exôdo dos professores por 
parte do Prefeito? 
Eu defendi áissc Ivan • ele mesmo 
prometeu-me que não ir:~
1 demitir nenhum 
prcfessor, isto foi na primeira greve e o erro 
dos professores foi de dar ao prefeito esse vo­ 
to de confiança como disseram alzumas prof 
seras foi a segunda greve que feriu-o e e-.i 
não podia fazer nada, pois estav:i fora âl 
minha alçada. 
• •• A Sra. Rita É: Caivano perguntou se os 
nove vereadores não fizeram nada para mu 
dar a opinião do senhor prefeito?, 
: . - Mas ele prometeu-me que não iria de­ 
mitir nenhum professor desde aí não havia 
necessidade de reunião para modificar a pl 
nião do prefeito disse Ivan. 
Quais os outros canais 
poderemos recorrer? 
Peguntou o senhor Ferraz. 
competentes que 
Desde QUE:_ o prefeito está intransigente 
com sua oplniao, acho que não há outros ca 
nas para se tentar um acordo disse Ivan. 
A senhora Emidia Penha disse que quanto 
aos professoras demitidos eles irão procurar 
outro• can • 
• - S a a1s competentes para resolver s.eu, 
·b! 
problemas e quanto aos prof. em função deve- 
, nam • 
• continuar a luta para obter melhores 
salário= isto 
- vs com conversas francas e com o 
acio de vereadores que •• • " s se prontificaram a 
apoiarem. 
FRECO DESSE 
EXEMPLAR 
.-- 
CrS 50,00