EX EL 83 
; 
O rnd; mal da maioria está cm querer 
ser um vcrd,Hki~o i:ucess:> pnra o mundo, com 
o ';pm· r:ri!a: êzes um fracasso para 
ir:5rio. o vima trazer promessas; não vim 
para diviclir c s:-m<car díscérdias; vim para a­ 
tender um impulrn de minha consciência, um 
chamamento de minha vontade de servir, meu 
povo, minha gente. Vim para somar, somar es­ 
forços, idéias e objetivos. 
Dentro de mim a certeza de que o caminho 
escolhido é o certo, pois a noite, no meu tra­ 
veseiro, recapitulando as ações do dia a dia, 
sinto a alma leve e o sono fácil. Isto é sinto­ 
ma de consciência tranquila, do dever cum­ 
prido. 
Viver. com dignidade, é renlizar, fugir a 
rotima afixante, forçar acontecimentos e difi­ 
culdades necessárias ao crescimento. 
Viver é encontrar a paz mesmo na fremen­ 
te guerra criada pelo doentio egoísmo humano. 
Vil·cr é ~er consciente de uma missão e 
uma dívida eterna, para com as leis naturais 
das coisas, saber ser grato, expondo virtudes 
e processando padrões de uma vida digna e 
honesta. 
Hoje ó uma dnto multo especlol, comemo­ 
ra-e O anlversóri::i de nosw querida Bela Vis­ 
ta, gostaria de que todos os belnv!stenzc,, sem 
distinção de classe, uníssonos com o pensamen­ 
to maior, fizessem uma rctrospect!vn do que 
estiio fazendo para o bem comum, qual a coln­ 
boraç.io que prestam para o crescimento do 
município, o bem estar de sua gente. 
É importante destacar que todos siío re;­ 
ponsfivcís pela comunidade onde vivem, não ó só 
o Executivo ou o Legislativo que possuem a 
respcn:-abilidade de criar alternativas, méto- 
dsfestejslaii­ 
erário B, lista 
Pa.a ccmemorar de maneira marcante o 
65.o aniversário de emancipação política admi­ 
n'strativa de Bela Vista, o prefeito municipal 
Afamo Dillo,1 Nunes Leite c:sme: :;u-'>C na :-;ro­ 
gramaç5o d,,s festividade~ a:ufrv2~ a data ma­ 
ior do município. 
Dia 19/7- às 23 horas. baile "o G-mio Pe­ 
dro Rufino, arimado pelo ' Marca Re­ 
gistrcda, de Paranovai. com na rsincas das 
misses de Aauidauna Ar' .+. '­ 
verá a apresentação do cantor Ari Sanches, do 
programa S:lvio S--. 
No dia 20 às 8 horas, natmn'o das Ba- 
deiras Nacional, Estadual uncipal. 
As 8.30 horas, missa solene em praça pú­ 
blica (Praça Alvaro Mascarenhas). às 9,30, a­ 
presentação de teatro; às 10,30, show em praça 
pública com a distribuição de prêmios aos par­ 
ticipantes; 10,45, Gincana Esportiva com a 
distribuição de prêmios aos primeiros classifi­ 
cados. 
Não haverá desfile cívico Militar, isto por­ 
que o restante da programação ocorrerá no 
Parque de Exposições Rio Apa, com a realiza­ 
<:."ío da 12.ª EXPOBEL, a maior feira do in­ 
terior Sulmatogrossense, 
,--·- --~~~- -- _,, 	_ 
! 
Limites de Finaniatenta 
Por Cabe Animais de Corte 
Mensagem to fmt. do to" 
Reg;mento de Cavalar i ~ 
Por ocasião da passagem de mais 
um aniversário da emancipação política 
de Bela Vista, este Comando em nome da 
familia militar, integrante do Regimento 
Antonio João, deseja apresenta.r ao povo 
bélavistense os votos de muita felicida­ 
des, acompanhados de um progressivo 
denvolvimento, dentro de um espírito 
sadio de trabalho e colaboração de seu 
povo. 
Plano 
dos ou meros para se alcançar o desenvolvi­ 
mento, ão, de cada um, somando-se o esfor­ 
ço de todos, é que se chega a vstabilidade, a 
justiça e a melhor distribuição de riquezas e 
opcrtunid.:dc,. 
A minha mensaem. neta dia, é de fé, de 
creriça, de apoio, de oltdsrledade, é também 
de esperança, daquela e.perança que nos mo­ 
ve cm dircç,io n um <lc ,l;no maior, ,,Mlt' os 
homens e encontram. livres, ;renas coraçãos 
limpos e ideiais realizado:, Para f to cu vim, 
para isto estou aqui no cxiste cu'ru c..a!ho 
En1ergencial 
Secretaria 
Depois de analisar o plano de emergf!:1cía 
para este ano, e que será entregue à Secretaria 
de Planejamento até o dia 21, Olavo de Andn,­ 
de, da Pasta de Obras, disse que vários 5ào os 
setores a serem atacados. Destacou O!.a­ 
vo Vilela que "Versul, Enersul, Cohab e Sane­ 
sul serão atendidos nos seus pontos mais emer­ 
genciais, destacando-se os benefícios à popula­ 
ção como um todo. 
Somente na área do Departamento de Es­ 
tradas de Rodagem do Estado - Dersul-, quatro 
pontos foram destacados como essenciais: res­ 
tauração e manutenção de lotla a malha rodo­ 
viária estadual, "asfaltada ou não", atingindo­ 
se a mais de 10.5Q0 quilometras; ampliação das 
estradas pavimentadas, chegando a 1.250 qul­ 
lômetros até o final do ano, com concorrências 
ern 
de 
a n1do ser o da paz, da harmonta, das intenções 
depreendidas e dos propósitos construtivos, 
lo Ano de Administração 
Pr'ENS POVO DE ELA VISTA 
M'n's Felicitação rsrtiel antes da 12.a 
fXl'OnT•:t, 
O vereador, n<lvogado José 
Atanásio Neto, do P1'.itDE de Jar. 
tuum, am os fundadores do Clu. 
lJc do L::iço de Gula Lopes da L'.l­ 
una envia através deste jornal 
·s mais efusivas congratulações 
ao Sinclícato Rural de Bela Vista 
na pessoa do seu Presidente, Ed­ 
i,on Morais. 
Atnáso Neto, integrante d1 
equipe do Clube do Ln,;o de Guío. 
T ()J'JCS. e<;l:1rá em nossa e d1do 
pnrticipando da 12" Exuob.l, 
mostra do arrojo e da fibra d 
;ente belavi:'ense. 
E'sorando que os €xp73't0- 
rs constam atingir os seus ob­ 
jet !vos. o vereador jardinense 
•da r» oportunidade o pc·;o 
bclavistense µela pa!'..:::1g'.:m do 
65 aniversário de emancipação 
política do mu:nícípío. 
José A. eto e Eh)n Morais 
T.EN. CEL. SERG.IO COELHO LIMA 
Destaque 
Obras r- 
de mdeira por concreto, ''que hoje não dão 
mais segurança e impedem o livre escoamento 
de grandes safrDs agrícolas e materíais neces­ 
árics a elas''. 
Na Enersul, CrS 12,265 biLI-Jões serão gas­ 
tc: c.mn a implantação de 723 Km de linhas de 
138 kw; 170 Km; de 34.5 K W e 2 O 
quii&metns 1 3. 8 K W , a 1 é m d e 
mais 13 sub-estações em 13 localidades diferen­ 
tes. São m::üs de 7.856 postes em 78 localida­ 
des co longo do E:;iado. Tamb2m iicou paten­ 
te a preocupação com a zona ru:ral, que será 
/ltendida com 176 quilómetros de linhas, bene­ 
ciando 343 grandes centros de protluçJo agro­ 
pecuária. 
Quanto à Sanesul, afirma Olavo Vilela que 
é meta pr:ioritúria o atendimento de 90 da po­ 
pulação, com água tratada. Para isso, recursos 
da ordem de CrS 49 bilhões será:, necessários 
sendo que, ::este ano, Cr$ 12 bilhões serão gas­ 
tos em :melhorias e ampliações em todas as ci­ 
dades de médio e grande porte''. 
1 
1 
1 
1 
1 · l~ ~7;odi~o de luta e de herois.m~.-~uas terras Íérteis.. sua gente. 
I
·. j ;:;eu p:::ssacJo iJ;_'str~ e sau futuro de .. esperan~. Tu és Bel.a Vista, a Prin- 
1 
cesa do pa. Neste dia que é o ma de todo o bel:l.vistense, a nos1 
l mnsmem vi resumia numa frase: "Serviço é o que o homem tema 
1 
'. que d, , ..io n,unuo. Sern.r :t htunamdude, lazer algo por ela e as3im 
} tudo I:e sairá ±em". 
r -Pct:i11ér,s 'Bela Vista 	Parabéns Ex.:posilores- 
l ,_:: Mariza Modas 
a serem lançadas nos próximos dias. 
Segundo o Secretário, "Cr$ 5,25 bilhões se­ 
rão necessários ao iníc:o de novas estradas 'Í­ 
cinais, num total de ~.500 quilómetros; CrS 13, 
53 bilhões para substituiç:io de velhas pontes 
na 
{

I 1/07 . 41do 
1000- Abertura da 12 EXPODE1, 63, pelo 
r. Eucla o overdor do Eetwdo de MS Dr 
Wilson Iarboa Martin e derali autoridads 
Brlleita e Paraguaia e hasteameto do pa· 
vlhóe Nacional, Estadual, Municipal e do I • 
1t fIJ.d. 
11 ;l() - VI ltn n1J Jl,1rquc 
12.30- Almoço com as autoridades 
14 00 - Abertura do Tornlo de Laço Wolk 
Fernandes Monteiro (Classificação) 
15:00 - Pencas de potros dente de lelte criou­ 
los da rerido 
J0.00 - Abertura d» rande rodelo Internac!o· 
nnl com Show de Touradas. 
2.30 - Orndloso Bn!lc d11 nbcrlmn cln t:xpoly l 
69, com a apresentação de Luis Bordon e sun 
Arpa ParnP,uoin, no Club.! do Lnço. 
22:30. D,1!10 Popu!nr nu nnrracn dn PílONAY, 
onimudo prlo conjunto mu,lcnl ~OM DZG, 
8 00 • Aberturn do Pnrq110 
0:30 • Torneio do Lnço Tnçn Wolkc J.tcrnnntks 
Monteiro 
12:00 • Almoço no Pnrque 
14:00 - Finnl de pencas de potros inéditos 
l 6:00 • Reinicio Torneio de Lnço 
10:00 . Rodeio Intcrnnclonnl e Show de Tou- 
radas 
22:00 - Baile Soclnl no Clube do Lnço 
22:00 - Baile Popular nn lrnrraco da PRONAV 
18/07 • Scguntla 
!J:00 - Abertura do Parque 
D:00 às 12:00 - Horário livre pnra comércio 
13:00 us 18:00 - Horário livre para comércio 
J9:00 - Rodeio Internacional e Show de Tourn­ 
das 
22:00 - Baile no Clube do Laço 
Conjunto musicnl SOM DZ0 
,22:00 - Eaile populor na barraca da Pronv 
Pln 19/07 • Torçn Feiro 
0:00 - Abertura do Parque e hasterunento dos 
pavilhões 
. 12:00 - Pesagem dos animais inscritos para jul­ 
gamento 
12:00 - Almoço no Clube do Laço 
19:00 - Rodeio htemacional com Show musi­ 
cal e Touradas 
22:00 - Baile no Grêmio Pedro Rufino em ho­ 
menagem ao aniversário de Bela Visto. 
22:00 - Baile popular na barraco dn PRONAV 
Dia 20/07 - 4.% feira Aniversário de Bela Vista 
8:00 - Abertura d:> Parque com hasteamento dos 
pavilhões 
9:00 - Início do julgamento dos animais inscri­ 
tos com a presença do Juiz Dr. Dalor T. An­ 
drade (Associação Brasileira dos Criadores de 
Zebu) 
14:00 - Continuação do julgamento 
14:00 - Pencas 	' 
16:00 - Carroce] apresc.,tado pelo l(l.o RC 
19:00 - Rodeio Internacional e/ Show de Tou­ 
radas 
22:00 - Concurs.) de danças Folcóricas no Ciu­ 
be do Laço 
22:00 - Baile 11:i barraca da PRONA V - danças 
do Pi.rlcão e Santa Fé 
1 
' (1 
1 'J 
1 83 
.00 . Alrtura do Farque 
i t do~ ,,nlrr.~iJ 
900 . Continução do julamento 
inscritos 	id 
15.00. Palotra no Clube do Laço promovi"o 
1 J
·'-1ll'1AP/I (l·,1Tljitr.;t Bro•iklra ele l l'S• 
J• ll " I 
quisa Aropecu{ria) 
1900- Apresentação da Escoliha Hipica 1€· 
cinto do Rodeio (Portões Aberto»). 
70.00- Prova Hiptca apresentado pelo I0 o JIC 
[de! (Portões bertos) 
''o zoe de tcuretros de {o lglg em 
'r', 
phe r+ "±»s d Lr 
:o'o r !o/. d P!0A] 
'n) Abertura do Parque com ha t·.nrnentJ 
,,,s povllhõe3 	. 
1:00 . Desfile dos animais premiados 
':00 . /lrnoço com Expositores 
, , :00 . Abertura Oficinl do torneio de Laço e/ 
, .1steomento dJs pnvllhõcs Naclonul e dos Clu­ 
o .s de Laço participantes Taça de Ouro e Ta­ 
a de Prato. 
!!J:00 . Grande rodeio internacional com Show 
de tourndns 
22:00 . Baile popular na barroca da PRONAV 
22:00 . Baile Social no Clube do Laço 
23/07 • S:í l.::1do 
8:00 . Abertura do Parque com hastcamc.,to 
elos pavilhõe.; 
9:00 . Reinício do Torneio de Laço pcln dispu­ 
to da tnça de ouro e taça de prata. 
12:00 . Almoço de confraternização dos laçado- 
res 
14:00 - Torneio de Lnço 
19:00 . Rodeio Intcrnacionol com nprcsentnção 
dos 10 peões classificados, Show de touradas. 
23:00 . Baile de encerramento da 12.u EXPO­ 
BEL no Grêm!o Pedro Rufino com entrega dos 
prêmios aos Expositores 
23:00 . Baile populnr na Barraca da Pronav 
21/07 • Domingo 
8:00 . Abertura do Parque com hasteamento 
elos pavilhões 
9:00 - Final elo Torneio de Laço - Cinco me­ 
lhores clnssific:idos t:iça de Ouro, mais. uma e­ 
quipe de Bela Vista e os demais Taça de Pra­ 
ta. 
H:00 - Pencas 
18:00 - Final do Rodeio Internacional 
22:00 - Entrega de Prcmios aos melhores gine­ 
tes no Clube do L:;ço 
2'.::00 - Baile popular na Barroca da PRONAV 
Três has zzêes 
%,+g gne{à pi pi ge 
&li? üsG ~si&Gi 
OSSOS impressos 
1) Qualiàade 2) Preço 3) Rapidez 
1 
1 
f 
Limite 
Bovinos Registrados pela 
'}J 
llovlnos com controle de fazend ".n I • 
genético fornecido p/ criador até Cri l '· - 1 60 
uballnos registrados ....até Cr$ 41060 
Bubalinosde bom padrúo racial s • ·do 
1
A· 'l r. 
sudo o controle de fazenda até Cr$ 156.4 J l/, I 
Matrizes 
Bovinas registradas pela ABCZ atG CrS 
220.8001)() 
Bovinos de alta mestiçagem até Cr$ 73.200 0) 
Bovinas ele módia mostiçn3crn até CrS G4.100,00 
1 . 
NOTIFIC/ÇiO INCRAtPPJ/GR/Nº 283/83 
Com base no pnrágrnfo único do Arligo 
4º do Decreto .Percrul nº 7G,G9-l/75 •~:mvo::~ • 
mos para comparecer na :;ede do Projeto Fun­ 
diário Jardim - INCRA, à Av. Duque de Caxias 
989 Jardim MS, os Senhores Clúudio Angelo 
ele Souza e Nimh Assunção de Freitas para 
aderir ao procedimento natiflcntóri'l do l rn''· 
vel de sua propriedade situado no Mm+cito 
de Carucol i1S. 
o prnzo para comparecimento e 1:Hr:: 
ESTADO DE IVIATO GROSSO D::> SUL 
SECRETARIA DE SEGURANÇA rúB!.IC1 
POLICIA CIVIL 
Delegacia de Policia Civil de Bci,, Vi::t:1 
AVISO 
O Delegado de Policia Civil do ~t.:un:cir,i" 
de Bela Vista MS, Bel. Lucio Alzira F -=rl'an •:c • 
avisa a todos que por força de D:!i. é t:rmi 
nnntemeni;e nroibida a realizacão de qu:11.wc. 
disputa ou prática àe esporte no perímetro 
urbano. nrincioalmente corrida de ca'!alos, 
coniormê reclâmações havidas. 
A prática ele esportes deve se limitar nas 
áreas inclicaclas ou aprovadas pela Prefeitura. 
Esclarece que tais fatos constituem cri­ 
mes de Contravenções e furtos, pois QUC 
ele-uns ~::::::::;; u:;;;,,,u,1 animais de propriedade 
do padrão, sem o devído consentimento e pro­ 
movem apostas. 
Após a publicação deste estaremos aten 
tos para reprimir e indicar os infratores, le­ 
vando-os a justiça. 
Bela Vista MS, 04 de Julho de 1983 
Bel. Lucio Alzira Fernandes 
Delegado de Policia Civil 
r; 
• 
l •. 
J J. r ,· 
. ( 
:V..:':!. 
E:n !cto mn c. ) 
e ll J. :e 1 1 
5{ t' ,·-- ++r-o+a « +-«;.2! ir 
Em lacta.ao (oms r ) cm r litro (a 
Its/leite de produçao diária até Crg 
;;74 100 í}'J 
o!tiras e o'lhas m registro até crs 
230 400 
oItcirs e novilhas com re;:stro ut@ crg 
2'..U.52fJ O'! 
Notific0ção 
qualquer manifestação por parte de terceiros 
é de 30 (trinta) dins a contar d::i data dest 
publicnçi'io. Findo o prazo tl:ircmo~ prosse.,,"U! 
mento normal ao Proccss) Ratificatório em 
q~c é requerente o Sr. W:,lter dos Reis, presu 
mnindo não haver nenhum óbice ref,irente a ,, 
rcguioriwçáo de J excco,o de :n,9,23 ln. (trinta. 
e ete hectares, ·ovn'a e et: ares e vinte e 
trs cent'ars), crif:do er :aa propriedade, 
M12ri3n Werne ir·!a odrues 
ExCC:!or do Projeto Fundiário Jardim 
Portaria No 277 de 21-09-%2 
Trihuna da Fr11ntt>ira 
(Func.'ad0 f'm 20/2/19',2) 
C.G.CJ,1F. 15 513.203/0()01 
- Registro no Cnrtório de Títulos e 
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Jornais Ltda. 
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1 
1 
1 
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TE IS 22 de JULHO Parque de Exposições Rio Apa 
"A MLICOR E MATO! EXPOSYÇAO LO INTERIOR SULMATOGROSSENSE 
IW!lE!OS PE.!'"C!'S - S30WS - H,ILE~ - E O DESFILE DOS 
1E3.:13ES C.MP;OES 
MARQUE U ENCONTRO COM A :'.t.'..!OR FESTA DA FR.O!ITEIRA 
SUL 
ESTE 
"A 
iNúNCto 
EMPnESA 
t CORTESIA 
QUE SERVE 
DA 
IlELA 
VIAÇiW CRUZEIRO 
VISTA E REGIÃO" 
DO 
cone 
l'tl.en 
sta-

, 
t:r. tn (lntn, qunnclo come;moramo-; o ü5" 
'1rio dr crrinnc!f)nç:lo polH!cu-aclm!nis­ 
r-nJçc.r~ cJi• J3(;ln Vhtn, sentimos-no:, honrados 
1;:iriv~vinr 
11 
no'>sa rncn•,:114cm, que Ginteliz:i 
",4 desse Llslativo, imbuídos dos maJs 
a«"" ~oposttos de contlnunr trllhando a 
/ 
ru,f''J 	• 
1 
. dll rl:1 cr,p'~rnnçn, alJcerçndos no Jcleal 
str" ue o trubnlho permanente o a res. 
off!U!ll '> 	• 
..a i!ldnclc concede nos homens publlcos. 
pon ;1r/U/[,JJO E HESPONf,;/RlLIDADE • 
te biénio está a síntese dos vereadores be. 
DO LEGISL 
r 
Javlsten:;e3, sin C'>e e-ta que nos incita a bon 
rar os; exemplos que nos legaram o:; runda<lo­ 
re:; ac Bela Vhtu e aqueles que lutaram e 
ulnda lutam para o despertar das pot.enc!ali­ 
dades da tc-rra e da gcn!e rrontcirlçn. 
SO:VIOS )'IOVI:i • 0()/0 l'O!T:lf>f)'i que ll('(', 
clnrnm c':lo povo um herança de trabalho e 
dignidade, comungando os " eo;rr10~ ld<:hb. 
ntrontznndo no símbolo d1i Jw,Oça e da Apli­ 
cação das Lels, s mesmas idéias de ontem e 
d e hoje, q u e 	s e mesclaram n a simbiose que 
• f• • r4 
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Sergio Perondi 
eleva e que nos dá suficiente cor 1 •n p,11 
p:-os5:t"'Wr rl'l lu a. 
UOJ.C :IIAlS DO QUE NUCA, a to o 
'!lfllll'lca que dl.JO"-,l 1[ .. !11 • m nos as sua m 1 
vlvs perance deixamos o d afio da boa 
Jut:1. da luta que constroi e Cl.lU oldfrca ti 
verdadeiros ide,is d roerá ieos 
Ao humilde trabalhador, mp1t·,.1r e, ul 
pecuarista. fica a nossa € tz que Tp..st! 
• 
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t.. d ! .- .. 
Anselmo Lopes 
Ir 
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i-%.4. «.,o.r? 
i..........--....-..«...t° 
1. 
l 
ti I l',rnlllhl, dt', 
1 .I'- l • 1 tTilh •• 
. e pora o alto, 
tino qu a Hl,L d.1 
lt•.!., ,:-- 'Al'Hó~PI·llt 
'J !'1l).. 
Evilásio Miranda 
ClRudjonor Roclrigue:; 	Cassio Acioli 
.... _ 
so /
0
s fun~adores de Bela Vista., o nos 
.. 1h econhecimenLo aos aue hoje traba- 
am d•uturnamente par; transformar 
em realidade os sonhos de todo os bela 
vistenses 
lh '. ~-nossa certeza de que o traba- 
%; o,oro da 3:rincesa do Apa 
Ms. os muruc:p1os mais prósperos de 
' Convocamos a todos para comungar 
:~.sco º. mesmo ideal, visando o cresci· 
esta LOdururorme de nossa região, o bem 
r e nossa gente. 
_,__ 	_ 
BELII VISTII 
. Sinto-me orgulhoso em estar aqui 
com voces, vivendo os dias de entusiasmo 
pela realização da 12ª ExpobeI e aniver. 
sário da cidade. 
Em nome do povo de Jardim as nos. 
sas mais sinceras homenagens. 
PARABl!:NS BELA VISTA 
Parabéns Expositores e Organizado­ 
res da 12ª Expobel. 
Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires 
Prefeito Municipal 
-------------------- ~-~---~~ -------- 
Sentimo-nos jubilosos em participar 
da alegria do povo belavistense, na come. 
moração do arüvers:lrio da cidade e rea­ 
lização da 12:1 EXF8BEL. 
Acreditamos que E-:!la Vista, através 
do trabalho cie seus filhos, dos esforços c;_nup...,. IH.i'.'l'ICIPAL DE JARDIM 
conjunto:, ele suas autoridades, pri11cipal• José Carlos Mediros Rc2ha 
mente do Execulivo e Legislativo, atin- 	Pr2.,;idcnte {rDS) 
girá em :;urto espaço de tempo todos os 	I.incy de Va1c Gom!:s 
seus objetivos. 	'.'i:!e-Presi.àe:-ite (PDS) 
Hoje, mais do que nunca, é preciso 	RQm~i!l:lo fü•ito e.! :.füanua 
acre:iitar na terra e no homem, a noss9 	(Secr~tái•io) (P}IDB) 
região está prestes a se tornar uma fon Aliredo Jorge Situeira Ribas ( P::VIDB) 
te de riquezas e de participação maior. C?.rlos iIúrcio }Ionteirn Sá {P}IDB) 
Para isso necessitamos do trabalho con- José Atanásio Lemos Neto (P}IDB) 
junto de todos. 	• F ~ Jose ransci.,, o da Silva Fillul (PDS) 
Devemos viver confiantes e com es- Luiz Afonso Siqueira Ribas (PDS) 1 
peranças, e não viver se lamuriando. A Yi"ilter elos Reis (PDS) 
troe	_ e 
força do pensamento construtivo é fator 
p,imor(:üJ para se alcan:,a: o s·.1~1:sso. 
PARABENS BELA VISTA

1 
Administraçóo: Aronso 
Afonso Dillon e Esposa (Oorlnha) 
Qunndo assumiu a Prefriturn r.1unicipnl ele Dela Vista, 
dln 13 ::lc m:ifo de• l!lll2, o prefeito Afonso Dillon Nunes Leite, 
homem simples, oriundo cio povo, :;0111 um pussndo ele t rab:i­ 
lho e de nmor n sun clclnde, àlzia n um r,rupo de amigos 
"ofC"rccl a minha dccllcnçüo cm pró! de e	la Vista, atingl o 
màximo cm minha carrt'lra pnlitlca, 11:ira mim é uma honl'a 
ser o prefeito desta clclP:lc. N:in frustral'::I nnsrios e lll'lll me 
Iludirei com P.~ vlt6rins. S1í posrn pro me lrr uma r:ii.::~. ilar 
o milxtmo rle mim mes:no. Tenho cerirn1 clt' qttc' o p:n·o s:1- 
bcrá comJH'Crnclr1· as minhas ntitudcr;, 1:ols rnc::rarrl l''.ic 
dcsnfio com muita sericd!lllc''. 
Assim tc.n sido n nclm:nistra::r-o cl~ 1011sO Dillo:1. um, 
sequôncln ele rt0s rc>spons:n'i; e cocrontes com rói 
!ilosofln do homem que se mcscb C'Om o p::ilíti:::o ' r ~(lm·n:s. 
trndor. 
Município privilrp.iado j)O'O on'clrn e- tralJ~Jhrcl'lr. m 1s 
r.lt.amentc exigen·e cm m'ltériris ele co!s~;; oúbl'cns. Dela V's!n 
vive uma !nse de trr.nsiçfio. H0. ne::essicla::1-.s prcmen'es ,10 
campo socinl, mas hn tnmb:!m cxir;~:icins rle ordrm t•rb.1nis­ 
lica que levam o ntual prefeito a se clesclo1:·nr 1wo~urnndo 
sanar falhas e realiwr obrns que o povo tf!nto rcivincl":::~. 
Gcrnlmentc, qucnelo se comemoro o an:,·cr~árb de unn 
cldaclc. o ::hefe elo Executi·o npro"citn-êr elo clima festivo 
paro fazer um rctrospccto de suns rcnli:wçõl'S;:) uma chnmnch 
a suns pretensões. J!: aquele "elho negócio, fiz isto ;:) inrei 
aquilo. Afonso Dillon pensa diferente. 
"N15o h? nrcr <· foi; 15 4; O·to+?3 
sob um prl<:;m: dl' 1·.
0«'1011s~lJPi1l:Hie, ll:; C''i•·-: • .-.,~ r,:r-:: 11 
feitas poro11" nt·pcls:n-vm serem feitas. (, :• r,ºC't•r;;n (l" i:•n 
plvno ele trnbnlho n
1lccr:;n!lo c-;n nossa rea!iclnde. Sem fan­ 
fasi:ls. Sem olimismo barato. iTas cheio de fS. de esperança, 
rlaouclr certrza ele que cslamo:; fnzc.i:,o o c:::rl::i no mom:::;ito 
exato". 
Nurnn :,tihir
1
" rle ror:>r>em sobretudo sem receio de 
ferir Sll."<'et ihiJi0:irlrs. Afonso Dillo:-i Nnn~« I :_,ite Yiu oue c•n 
preciso "rnr cva r· orle:n, reet ·trr toda a sistem:é. 
1ir-?. interna Gn mnni·ira!i1de ara deis pzrtir para r.?:-l· 
lizar s obras +ece:;ri1s". 
"Quem C'l'll':i os ~"!!< nn
1r~('.">;Or<'s n:,10« erros do uresC'n 
to n/lo l"l'("'rpro o l"'nTl"'r. de ;-,:-]rn[ntotrarlor" rl':,:i:i, ele n n'"lSS'l 
rr>nortPPC''11 ","'e havl~ rrros. crn!U pr-lnrin-; r.:is particulnri­ 
clndes lnerPntes :,o morFlo lmnosto orhmdos ela conjunturn 
e mf'todos do u ta!has e desvios" 
Ao mudar a estrutura udmlnistratlva. remanejando, tmns 
ferindo. Sõl'ntlndo esforces e vontades nrocttr1tndo unir e for­ 
tlllecer os aspectó:s positivos exlstentl:'s. • Dillon iniciou n 
/molantnel!lo dê um ,~s'l'lLO. :Esse e~tilo evidentemente, 110 
início, gerou controvérsias e m1l e:1''..':-:c!..!2:,:;, 
O ESTILO DILLON NUNES LElT:€ 
Ao coment"lr sobrf' as divergênc':is existentes no início 
de sua ::,rlrninistracão. Dillon foi taxativo: 
"Trnl10 um nonir' :1 zelar. não soa un, homem rico. o 
r,ue rlt>b:arci a ml'us filhos é vm romne. é u ida clP traba­ 
lho. ~,. " 11ovo de Tolo Vista qr um re"eito rtcdícarlo a 
sr cidade. comrecnlerá todos os menus n'os. tn :u; :,<: mi­ 
phas atitudes, sejam cks tlc caráter políUco eu :!:"!.ministra 
t.ivo". 
E o vendn,;al atingiu !l Prsfeitura de Ecla Vist'.l. 
FUNCION ALISiHO 
um edüicio deve ter um alicerce forte. !":>b pf'na de ver­ 
mos ruir as sun, estruturas._ Assim ~i!ln11 entw:leu. Assim 
f 
, Demitiu vários funcionários "aqui é l:ar para se trah:1 
ez. • 	, • • • p • 1 
, , ,, nomeou outros. trans,enu e rem::meiou. • reciso 'r 
,har ' . •oe preciso de gente que queira re:.ilmente SERVIR 
uma eau1 • ~ ,.. . . . 
VIST
A mas uma eqmoe pree1~,1 ter um CHEFE e res- 
• BELA , 	· • · , 
. . E sou 
O 
chefe. se hom·er erro<; ~,rrc1 o unico a 1{,cl 
pe,ta 
10
• t então 
3 
mlnlla rc-sponsabi.lidatle é maior'". 
gar por e e~t fo~ sempre que não é adepto de improvi- 
O prefeito enI :.,1, 4a.s,3-.5- < +;uejaiu 
- . f 1ÍVf'1 f'jJ!I' !" . --··• •• ,., .. ,,_,, L" l'' ,.~ •. <' 
sações e nem 1n1a! ' 
Dilon Nunes L.eite 
AJTIES KAFURE 
CHEFE DE GABINETE 
Aclmlnistrnr com o povo nfio significa compactuar cm 
nooulismo e dcmn!:!;orda. "'.1s ,·czcs é prccíso d?r um
3
:, palm-i­ 
''"~ 
11
0 filho 11rsolJC'dicntr para que C'le cnmprcC'nd;1, o ~rro. 
... 	• · 1 n' ra··!a 
rsto não siJ..'ltifica que não o amamos. nm1to IJC' o co •· • , • 
;. sinal llC amor'', 
VrrlH!S, SPmnrr Um Problema. ilas Há so! 1çiío . 
Fnln-se n todo instante em crises e mais crisas. difcl 
,'!Jrks nnra se rnpt:ir recursos. nlocar verbns 1:nra ~"al11.~c;i 1 
,'~ 01,rns. Neste nsnr:-to o orcfeito ele Dela Vista 6 rl s ~-- 
rc-clr nur o mt;ndo oxisto. isto o roblm 'o ,.l r'
1
,r• • 
T') () rrhlm 'o rcros ma'orais Tudo o rc·mo do ,...,..,_ 
r-o cncaramos o problema. A nivl de a@mini tr» vi ;_ 
·l, ralmnte. o problema do vorEs é m ronc';sr»to "TI 
t, me: p'ir e rã 1 
37. 0 rcí't1rcn n1n !=;c1n :1.crcsc<'n ar • • , . -r. 
·zrlas mns há desress necessárias. devemos RTAR TT. 
P"E:S1S fazC"r o m:í•,im0 com o mínim-i ro>~:;:c!. Tr.t) c·:!<;:- 
ccrificios, mas na vida nada se ía7. fC:TI sacrn1c10~. ,e 
t,: Prcci:::-i fris:!r ouc Dilnn ontend e" o sr rr 'n­ 
sareiro" o suas atitudes "duradouras'', ou sei "cu pascarci, 
n:~~ :r. 1:1in!1a-; idé!u:; e n,cus ntos pcrrnonc:cr~
1
0. 
TRII3UTACAO :VIUNICIJ'AL 
ARCENIO LOUREIRO 
Se nào há rccurs:is suficientes FORA DE BFLA VISTA, 
vamos dinamizar, agilizar o setor de tributação • e alcéar re- 
cursos próprios. 	• • ··, - • • •• 
Hou,·c muita celeuma em torno dos imoostos municioais, 
muitos desr,1conlros e mal entendidos, ist:i m:iis por fatcres 
extra administração do que própriame!lte pé>lns mudan~n,: 
cccrridas. 
A nova tributação se fazia nccsíria, houva uma va'xi­ 
za;ão muito grande dos imóveis, hoje a ra'dd> é 'ia 
rr to8). O imost ave vo ra?2 é o pro@r;:o ano ·v. ± 
r-.- ·- t•r;: J111·,icir,:-l de Brla Vis,·1 f. 11m:.i das l'<H.:ca, qu:? 
I 
1C  :-F.l"'S CC'r.íFROiPC::SOS Eil Dli ,. ·1,;,--:i··1 -, J"•:ir 
racinalmcnte os seus recursos, "Se antes não haia @:reio 
. para s obras, hoje estanws nos preparando p::ra in'~iar •1.ir: 
ri e melhoraurentos exigid o' r-:ovo isto ~:. !'!'i !=:-_::::-~.:·- 
• ,,. , ue cs n,rbas CAIA1•l-cl::i CÉU"." ' 
A!:õFALTO E MEL"P.ORTAS 
13.5.89 
r-:..,tro a0 poucC's dias ini"ciarcm:;s as obra,; eh, i::1vir,1"'l'J.- 
·,· - asfáltica do rva Barão do Welgao, terminamos a; c
1Jr.::;; 
<
1
c ,_ cimentação na Praga A]varo Mascarenhas. Isto tudo cm 
recur-os préprios. sem recorrer a::i Governo do Estnd.o. Eá. 
en :mdomento, um plano de trabalho, evidentemente, que 
não se muda uma cidade da noite para o dia. Sempre há· as 
i:rioridades, às "ezes, por força de circunstâncias ;lheias a 
~:;:::ª vontade, somos obrigados a mudar objetivos, de secu-:i- 
1.anos para principais, ou vice-iversa. Nossa administraçi'io 
da mnh vi duas 
tucão onao pref : D 
COMUNAL; PI; O-G 
r.:.:i..rç0, 'a :s ':.6° 
.::.:c.1 :10m1 irt·o; ta Dia ·, i ·:, 
de D1.··.: • e e.!·· l <•
1 
,· ! 
rsit Ec.a e L!a Vi:'a 
r:rr.·;.::,f'..,l~ U. ~~- ''rjr_ r 
c·o•· r:cla 1;opi.!l:.:e~~o. :,:--.", l•:· 
rra :rcba?har ..a ch. 
dr incio ao trabalhe • 
c;tá ~cnd:> f:.:ito. 
r2:ar das chuvas z 1 t 
ramntac ·!+ia + ,V; 
início as obras do "e±porco d» 
cb:-õ': aue serão feitas c --:-.., n .... ~ 
rvicira!idade, ada'rid. .a ..i 
7' i9ti10 de !por 1in 	:,o18, 7ar 
t r	b m as cstradnc:: vicinJi••. n :,i· f ~ i • u 	~ : 	• ·.!' -.., cm ngcci- 
çõcs µara ;;dquirir dois rn:-:,i:1!t,: 	_ 
Cua__r1do assumiu n Prcfritur:i. Dil,:,, X,,,~rs L,:i·r tr:iro·J 
um plano arriado de :,r,ras. ; ••,,-:'. : d 	D i ' = o o Obras 
aue tem a frente o cnen'ir Dr'! C +.1o nrtod 7i­ 
ela ct::1t:: ~::o te,·:-.:!:~Dr a ;;-:.,·!.:-<: ~- - .. ; l"l B:.r.ío 
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lIe.g. .. ço. e tun102:n 1:11 .... nr o .... :"..J:, ~-- -.v- .:e. . 
Além dns obra;; nas rut,'3 elo centro, Dilbn e:;:t~ c.mpen~> 
em agilizar o Parque na prui do Ana obras aue e ii" 
.onC:ni:.c - ... 
:·_::e.a 
s::;o_ q•1ti:. 
ir; rd 
~.,:,·. a(l' 
~- : ... $, m;

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----------------------~-------~~· -------•---- 
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p:,, ,r,u,y e; um·, d. maiorc~ atruç,jc~ turís- 
0 e ... _ino 
fro,,teir.J. t,. um mundo :i parte. Mundo de om, bele­ 
tic, s da 
(
• 
1111
)1, ,. A r :>,t • ;,, lun ·J,, C',1 •. ino .. .i;, um con'i- 
~a,1ues " 
l 
c.-·J 'l' 1. ; ,, r r a permnça ] :,r.t nnuto.,, no.) pnno::; 
e ire" 
.i: t· no jorro da orte. .Ji, d;,:ia o poeta que 
:i:; m.1A LOUCURA 
Nunca um cliente entusiasmado definiu tão bem· o CAS­ 
SINO, quanto aquele paulista que veio a fronteira sentir o 
nlma ardente do fronteiriço, o charmê e o romântismo das mu­ 
lheres, ao definir· a presença de dezenas de pessoas, olhares 
nervosos, mãos ágei:;, palavrns profcridus ao acaso: Ê UlV!A 
PO'.XTO DE ENCONTRO 
Quando o bzlu·istense recebe algum amigo, pessoa ilus­ 
tre, ou quando chega a c;idaàe algum político, ulguma autori• 
RODCLFO PEREIRA 
O dir lor dtsta Casa de :::onhos é o empresário RODOL- 
FO • 
,,REIRA, ela±stense de coração, se=sentino roxo, apre- 
or do bom vin.ho e d:.!s bons coLas da vida Rodolfo Perei- 
ra, hornem ligndo .:i vários negócios na fronteira (armazens., . 
Pecuária . - . . . 
e exportaçao) e pessoa dns mais gratas na sociedade 
,, 
tebviste•isn s 	. 
• e. iemre pronto a colabor::n- com as imcialivas co- 
tnuniiári·'s • 
u está participando da 12.a EXPOBEL 
E o 
f 
---~--------------------- 
dade, o primeiro lugar onde se leva o convidado é ao CASSE',O 
PARAGUAY, ao RESTAURA.1'TTE DO CASS!NO. onde Yocê 
encontra pratos finíssimos e iodo 9 tipo de bebida importada 
* 
 . 
nal ,, ,> .,, ,,! . d 1 .. t'< r crn, !;Ir!,, q1H• 11 1101l,• Jl;:lll'Cl'ITI 
adormecidas no mundo do onhos e du•; 
l romc: •. o C , 11w ,. 11111.1 pt 1 ,•n< ,1 m:,,1,ca, 
LOUCUfü. 
Sim. é uma loucut,1, in briante loucura. 
Quando i·c cr ilicn o JO/'IJ, r,_ sta aquela fr a s e ., e 
tilo comum cm Ikla Vista e na fron r-irn: JOGA QUE,:-1 QU!•,H, 
agora ir no Ca:;:,ino, ao He:,.nur;..nte In_tc:rnacional;_ (!, :,i~al_ de 
bom gost.o e de frequentar a melhor sociedade de Bela Vista. 
« 77 
l • 
1/"" I'/. 
(Wiskis, Llcore;;, vinhos e conhaques). O Rcstaurauf.e do Ca.s,­ 
si.no é o po::to de e::contro <la sociedade belavistense. ali se 
conversa sobre as últim:.cs noticias f.ala-se em altos negócios e, ló 
gicamente, admirar-se as mais belas joV(;OS da fronteira, 
(promove a 'inda d'.l artista Luiz Bordon), i.!lcentiva e parti­ 
cipa de lodos o:; E'e::.b::; esporU-vos, culturais e sociais da ci­ 
dade. Dedico especial carinho a Bela Vista, todos os ii.nais de 
semana es'â na cidndc, recebe os ai-:-iigos no Restaurante do 
Cassino, onde sua presença simp1es, de sorriso aberto, cativa 
os clientes e eleva ainda mais alto o nome de Beia Vi<;ta. No 
Restaurnte Ca Cassino Paraguay as pessoas de bom gosto se 
euc:onram pnra o bzer <-nd.io, o p:wo nmlgo -e.a c.esconlração.

-------------------'- 
O Carnnv! Helavstenso está sendo cons!­ 
(drdo o terce!ro do Estado, principnlmen!e 
o rcnllz!ld0 nn C.:1t-mlo P"dro llutin<l. O cr,n· 
curro cln farta/ns promovido todos 0 {nos 
pela 'ifilDUNl/(;rtf:MJO j:1 :;~ torn,,u (,!lli.o 
J 
SUR/l.i11). GEi.EH.ATE • Em cada ll?llú 
umn funtusin dlierentc, u grnçn, o churmc ü a 
do vi ltn'.l clo c;-imo.v·,I !ro:itcir!ço. 
A dirr•orfr, do Clube e 0te Jornal J4 es­ 
to elho do rormaç» para o SUPER 
e~ ":,V, T, l, 1 //IJ.J •,u ,1·•nt.,r(1 todo, 0<1 <!e, 
m •i. z : ll" ,,.1; ·11.G l:',J'·· Na pauta a contra- 
vele! is ovem pelavitene. Ganhou o Ululo 
!lo "Fwtasla Luxo". r-01 um dl'slaque especial. 
t:cf,;;.o de urn dos me!hores conjuntos do Brasl 
"npr•">fntnçJ.o dl' artl~t:!.!I Q1.nnto ro e- n-:ur'-O 
de fantasias haverá inovações e valiosos prm!- 
0'1 c.m dinheiro Nunc:i ó,drmnls 1~mbr r ori.1.- 
1:,vilho•o carn.-iv~I 113 quando º" foJ:(,c:1 
MARCOS LO±IS IODRIGUE ANTUNT. • O 
grande campeüo dos carnavais belavistenses. 
be'avistenwes dvrm um 
lera e bom roto E. 
fe t,1 n, , 'a f: 1 •• 
do cA 
IG.o» os anos ~aICO 
nalídade. 
da urn sl,ow de orii!  
1 
IliLABIZOLHO • No balanço do samb:i, 
na alegria contagiante, no embalo livre e c1:elo 
de veneno, o bloco Balabizolho foi um grande 
dos campeões do Carnayaj 
198:i, 
Belavistcnsc de 
PREiT,lADO . O Bloco dos "Palhaços em 
Noite de Festa" Braulio e Angela e Cassio Acio 
ly e Dalva. 
/:S :'.!EU:,o,,O:,.'~'-, • /1. su:w!d2d(!, a gcÇ'l  
e a beleza. As Melindrosas : N1aria José Alrr.,i 
da e Arlete Fernandes. 
do 
pr 
.n 
cer 
niu 
BR.ILH.'.1"TE APRE:::iENTAÇAC. ifa;ilcte 
Rodrigues Corréa - todos os anos a mesma 
alegria, a participaçüo, o samba no pé e o chnr 
me da mulher belavistense. 
,..,-,~7"'"--:::::-::;,r:~""'-:"'i;:::;:-"'r.'':.lr-'"-"'.,;:;;iili"~".1il81 .. II •r-◄:&Wõllt'!"''""'""<>-"'"lg-fl&'II.Qlll!l4'!1"!!+'l"J'f.l!l'::..,i:"y':!1~....,__,.,..,u ~-~ - 
• 2." 
»<z 
• J' • 1 
... 
1 
•i 
i 
l 
U, ·.a--.-J 
l 
as.sstid 
OS FRISIRAS • Foi um cspctiiculo a par­ 
te, a magic de um entusiasmo que leva o povo 
a sambar, a cantar e a vh·er a festa do Morno. 
/1. sadia disputa proporcionou um espetáculo 
·" 
. , 
. 
'J. x.,.:.  . 
... _ 1',.. 
tic cores e vibração m!:-squcch·eL Tumb<!m iol 
campeão. OS f1UEIRAS, ficou a promessa: 
Nós voltaremos. 
SDIP,~T!A - O casal Preto e Bernad=:t~ • 
um fl:1grante descontraído, a simpatia e o C:· 
rinho de àois jovens que enriquecem a noSõJ 
sociedade. 
ESTA PJ.GINA ~ UlIA Hü:IENAGEiU AOS ESTUDANTES BELAVISTENSES AOS QUE PARTICIPAR 
LHO E FRIEIRAS QUE DERAM NOVA lYiOTlVAÇAO AO NOSSO CARNAVAL. o cRéMro }ipn« "A Do CARA!A1 Aos INTEGRANTES DOS BLOCOS BALABIZO. 
1984. 	• O RUFINO E ..1.0DOS NóS ESPERA.~OS UiHA PARTICIPAÇAO AINDA- MAIOR EM 
ru 
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I 
,,, 
E l Y IS T 1 
l ATOS IlfSTôlU OS 
:.)I 
Escreve: Jo Joquim Ferreira Souto 
homenagem que prestamos hoje à nos­ 
, BELA VISTA, na data aniversária de rua 
te4@f n cteporia do cidade, induz-nos a di- 
e1?' d 	o 
per rerum!das plavras obre a una h!stria, 
[«ta é, sobre o povoamento de eu solo desde 
pr!melros homens que perlustraram estes 
entes, os seus dominadores ainda na fase co­ 
lnla], s bandeiras paullstas e finalmente a 
lpocn da Jlxnçi:o do homem neste rico t.errlt6- 
rlo, com suas lutas, suas guerras e a sua tm- 
era de brasileiros Indomávels na manutenção 
~
05 
suns conquitns, s11ns rilorlns, t1panúgio do 
estoicismo de heróls que letaram à posterida­ 
de, pinas brilhantes da História Pátria. 
Data do 1524, a primeira incursão do ho­ 
mem c!vil!za!o per este ;t'o, Foram os Por­ 
turqueses os pi ros incurionadores, vindo 
depoi; os E;n±: ávidos de tomarem posse 
da terra para na Cro de Espanha. 
Aleixo Car 'a, {oi o primeiro Portugues 
que pisou o a! '«toroscne e naturalmen­ 
te de Del Me!a qundo, aquele ano, cruzando 
invios rertõ, de:do S5o Viente travessando 
caudalosos rios, chegou ; msrer: do rlo Mi­ 
randa de onde, seu!do-e até o Rio Paramual 
te naveou run: acima e dopo!s por terra, 
sempre na direção Noroste a procura de mi­ 
nns como faz!am na época os exploradores, foi 
descobr!r a Serra de Ln Pinta, nas cordilheiras 
nndinas, hoje Polos!, na Bolívia. 
Em 1531, Pero Lopes e Francisco Chaves, 
também portugueses penetraram pelos rlo'.J 
Tieté, Paraná e de Salto Grande, pelo Cnminho 
do Oeste á procura do lugar atingido por Gar­ 
cia no rio Paraguai. 
A primeira inscurso Espanhola foi chefia­ 
da por Joáo Ayaln cm 1536 que subindo o rio 
Paraná esteve cm nosso tcrri tório, seguindo 
depois para as pingos peruanas. Outros espa­ 
nhóis também passaram pelo nosso território 
mais tarde, dentre eles: Alvoro Nunes, Cabeça 
de Vaca, D. João de Quarai e Domingos Mar­ 
tinez Ilara, além dos Jesuítas que fundaram 
terra. expulsando os Espanhóis para o Oeste, 
jn no ano de 1681. 
F'icnram célebres esses paullstas autores 
do nosso domínio nesta região meridional do 
Estado, pois que, do contrário, os Jesuítas es­ 
panhó!s teriam tomado estas terras que se es­ 
endiam até os rios Tieté e Sucuriú, em cujas 
cercan!as existem vestígios elas ruínas dos es­ 
tabelecimentos que fundaram na Serra dos 
Baús. 
Esses Denodados bandeirantes foram: NI­ 
colau Barreto, Antimio Castranho da Silva, Jerõ 
nimo Bueno e Antonlo Raposo Tavares, que de­ 
pois de atravessar o nosso território subiram o 
Rio Paraguai e desceram pela cabeceira do 
Guaporé, entrando no Mamoré, Madeira e A­ 
mazonas, inào até o Pará, para mostrar a todos 
nós a sua energia e fibra, de descobridores que 
etettvamente toram com suas andanças os cons­ 
trutores do nosso dominio nesta região do 
Oeste da Pátria. 
Depois, já em 1660 a andança de Luiz Pe­ 
droso de Barros que foi morrer no Perú. 
Em 1675, Francisco Pedroso Xavier, que 
entrando por Maracajú, atacou Vila ~lca, no 
Paraguai, levando grande pressa de guerra, 
Muitos outros bandeir:mtcs paulistas segui­ 
ram a trilha dos primeiros, sempre com a in1- 
tenção de prisão de indígenas. 
A última que se tem notícia é a de Manoel 
Dias da Silva, não para aprisionar índios, mas 
para garantir as nossas fronteiras que abando­ 
nadas voltaram de vez em vez os Espanhóis a 
inscursioná-las. 
Embora já firmada a nossa posse os caste­ 
lhanos começaram a invadi-la tornando a Manoel 
Dias da Silva a missão de expulsá-los. 
Em 1750, pelo tratado de Madrid, a Espa­ 
nha, baseada no "utipossedeti", reconheceu os 
direitos da Corôa de Portugal sobre as terras 
conquistadas pelos bandeirantes paullstas, con­ 
cordando com os limites nesta parte dos ter­ 
ritórios conquistados: o Rio Igurei. e de cabe­ 
ceira do rio Apa e por este abaixo, ao Rio Pa­ 
raguai, continuando os limites por outras regi­ 
es que não nos interessam agora. 
Como vêdes, Bela Vista, antes da sua fun­ 
dação, em seu território feriram batalhas pe­ 
la posse da terra entre Portugueses e Bandei­ 
rantes, contra o invasor castelhano que dese­ 
java levar suas fronteiras para leste, mas, for­ 
çados pelas Bandeiras recuaram para Oeste. 
Firmada a 1ossa posse, em 176 foi funda- 
11 N IS T 
SEUS POVOAORES 
da a colonla mil!tar de , tem!, à murem es­ 
querda vinte léguas da sua for, que ervln­ 
do de base s expediçes era uma sentinela 
contra qualquer acomet!da dos Espanhóis, Ee. 
te , _m Outubro de 1777, Invadiram-na e a des­ 
trulram, apesar do conhedrr:cnto de estar ter­ 
minada a guerra contra o Paraguai. 
O tratado de Santo Ildetono, ass!nado em 
lo de Outubro de 177?, porque o convénio de 
E1 Prado de 1761 tinha declarado caduco o de 
1750, reconheceu a!nda os nossos diretos o­ 
bre esta rcgiiio restabelecendo os limites, mas, 
por Igurel, Amambaf, RIo Correntes como era 
então chamdo o Apa. 
Apesar de novas incursões, uma Comls o 
demarcadora parte de Assunção cm 1782, che­ 
gando no morro de São Fernando, em nosso 
território à margem esquerda do Rio Paraguai, 
denominando-lhe de Pão de Açucar, corno é co­ 
nhecido até hoje. 
Em 1801 D. Lazaro de R!vera Invade nos­ 
sa fronteira e ataca Coimbra, sem resultados, 
e, nesse mesmo ano o Capitão Juan Caballero, 
do Exército cspanhól funda cm nosso territó­ 
rio, no mnrgem direita do Rio Apa, o forte de 
S. José, e ali se instala. No ano seguinte, for­ 
ças brasileiras do Presidio de Miranda. sob o 
comando do Tenente Frnnclsco Rodrigues do 
Prado, atacaram, matando o capitão Cnballero, 
aprisionando a guarnlço e arrasando forte. 
Estes heróis, deram fim a luto de conquis­ 
tas espanholas em nosso território durante o 
período colonial, sem o que o Brs!l não teria 
sua soberania sobre estas terras riquíssimas. 
Vieram as fases das Independencias, Argen­ 
tina e Paraguai em 1810 e 1811 e o nosso caro 
Brasil em 1922. 
Nova esperança enche os corações dos ab­ 
negados patriotas nossos irmãos que, desde 
• tempos remotos, por sell.:'I ancestrais firmaram 
a nossa Naclonolldade e novos acontecimentos 
vem seguidamente se assinalando neste rincão 
que é BELA VISTA, facelra e sorridente para 
o futuro. 
_ Não há dados seguros sobre os primeiros 
povoadores deste município antes dos LOPES 
e BARBOSAS. 
Em 1845, de 21 de agosto a 15 de agosto 
do ano de 1847, Joaquim Francisco Lopes, nas­ 
cido cm Minas Gerais e João Henrique Eliot, 
encetavam a mandado do Barão de Antonlna, 
João da Silva Machado, excursões nestas para­ 
gens para abrir, estradas que ligariam São Pau­ 
lo a Mato Grosso, via Paranápanema, Paraná, 
Ivinhcma, Brilhante, Nloaque e Miranda, con­ 
cessão feita pelo presidente de S. Paulo àque­ 
le Barão, pois nós todos sabemos que naquela 
época· Mato Grosso ainda fazia parte do ter­ 
ritório de São Paulo. 
Outras excursões foram feitas de 1849 a 
53 e 57 pelo mesmo Lopes e ainda que, com a 
intenção de posse das terras percorridas, não 
resta dúvida que animou a muitos a se fixa­ 
rem nestas partes do nosso município, pois era 
ele na época ,parte de Miranda que abrangia 
quase todo Sul, depois de Santana do Paranaí­ 
ba. 
Foram pois, os Lopes e Barbosas, os pri­ 
mitivos ocupantes das terras de Bela Vista, 
vindos depois muitos outros. 
Nessa época, surgiram os primeiros sinto­ 
mas de animosidades entre os Paraguaios e 
Brasileirôs; muitos brasileiros eram presos e 
levados para vizinha República, cujas forças 
entravam em nosso País com o intento de hu­ 
milha-los. 
Na Corte, era notória a maneira hostil co­ 
mo eram tratados os nosos patrícios da fron­ 
teira. Em Assunção, o governo de Solano Lo­ 
pes, já se preparava para a guerra que se avi­ 
zinhava, apesar da sábia diplomacia emprega­ 
da pelo nosso Imperador. 
Lopes premeditava o ataque ao solo Ma­ 
togrossense por isso, mandara em 1863, com­ 
prar terras no Estado de Mato Grosso, o seu 
Coronel do Exército Isidoro Resquim, que na 
verdade espionava a região levantando mapas 
para facilidade das suas operações. 
Em 1864, no dia 12 de novembro o ditador 
declara a Guerra ao Brasil, despeitado por não 
ter o nosso Imperador aceitado sua proposta 
para mediador das questões que o nosso País 
tinha com as Repúblicas do Prata. 
Começou aí a dura fase para os nossos ir­ 
mãos da fronteira. 
R 1 1 O 1 P AI 
chegundo os paruios de ocu; r em 1865, A 
fronteira toda inclusive Machorra, Nioaque, 
Mirnda e D	o u r dos, onde começou n 	s é r i e d 
estoicas bravuras dos no s sold idos, 
Só em Setembro d 1'6, vem de fins 
sob o Comando do Cel Joé Antelo da Fon 
ca Galvão, umn expedição com o fim de ex­ 
pulsar os paraguaios e invadir o eu Pais pelo 
Norte. 
Fonseca Galvão, morre em 1o de Janeiro 
de 1867, atacado de fébre nns margens do Rio 
Negro nas imediações de Miranda. 
Assume o Comando do. expediç-.'lo ô <'nt o 
famoso Carlos M. Camisão, que faria, tempos 
depois com seus comandados A Página de Ou­ 
ro da História Militar de Nossa Pátria, servin­ 
do n quantos queiram interpretar Patriotismo 
e Valor as bravuras que praticaram nessa cm­ 
p:inha deslgual em que o inimigo em mnls nu­ 
meroso e aproveita-se da falta de recursos da 
nossa tropa. 
Essa expedição, ocupou Machorra que na 
oc;iriéio era o povoado mais próximo da frontei­ 
ra; neste lugar onde hoje levanta-se Belo Vis­ 
ta, não hovio nem povoaç;io. 
Apenas no Paraguai, o fortim Della Vista 
que a 21 de Abril de 1867, a lendária Expedi­ 
ção-Cami~iio, ocupa no atravessar o Rio Apn. 
N:io precisnmos recordar aqui todos os lan­ 
ces épicos des:n jornadn até LAGUNA e de­ 
pois a evacuação e consequente retirada que o 
visconde de Taunay Legou nos brasileiros de 
todas as gerações em suas célebres narrativas 
escritas com pena de Ouro, tínta de sangue de 
nossos heróis em "A Retirada da Laguna". 
O povo desta fronteira tudo sofreu. 
O Bclavistcnse daquela época, dava, assim, 
cm holocausto da Liberdade da Pátria o eu 
precioso sangue. 
E Taunay, na sua incomparável descrição 
dos feitos mais brilhantes dos nossos soldados 
cm pesar talvez, dentro da sua fulgurante in­ 
tcligéncin, estava contribuindo para a forma­ 
ção de urna nova estirpe de homens da nossa 
Pátria, que acolhem nessa epopéia os ensina­ 
mentos de grandeza e poder de uma raça. 
O Brasil vos saúda orgulhoso por perten­ 
cerdes a este trecho sagrado de nossa Pátria. 
A este rincão maravilhoso que serviu de cená­ 
rio ao maior feito da nossa História Militar, 
que serviu de quadro as mais vís humilhações 
de nossos Patrícios sacrificados, Mas nunca 
Dominados. 
Após esses feitos gloriosos de 1867, Bela 
Vista passou por uma fase de abandono até 
1872, quando recuperando a sua nova fisiono­ 
mia com novos sitiantes, novos moradores, 
constituiu-se e m p o v o ad o e p o s­ 
terionnente com a fixação do limite com a 
República visinha, no Rio Apa, confiantes, se­ 
us antigos moradores retornaram e dentre e­ 
les os Lopes sobrinhos do Guia Lopes os Bar­ 
bosas, Leite, Ferreira, Pedra, Loureiro, Esco­ 
bar, Mello e tantos outros que constroem a 
grandeza desta terra hospitaleira . 
Dessa época para cá, a nossa Cidade tomou 
novos fóros de civilização. 
Assim que, em 1900, ao raiar deste século 
portanto, pela resolução do Estado de 10 de 
Abril, foi elevada a categoria de Distrito de 
Paz, pela lei 502 de 3 de outubro de 1908, a de 
Município desmembrado do de Nioaque pelo 
Decreto n.o 218 de 2 de Dezembro do mesmo 
ano, foi ínstalado a 6 de Março do ano seguin­ 
te Comarca a 20 de Julho de 1910; pela Lei 
n.o 594 de 20 de Julho de 1818, foi elevada a 
categoria de Cidade, data q/ hoje comemoramos 
com orgulho, cidade e joia engastada entre a 
Serra e o lendário Apa. 
Terra de Heróis. 
No primeiro quartel do século Bela Vista 
foi sacudida por revoluções que abalaram sua 
vida social e econõmica 
Em 1906 a revolução chefiada pelo Sena­ 
dor Generoso Ponce, contra o Presidente An­ 
tonio Paes de Barros. 
Aqui, Bento Xavier levantou-se ao lado re­ 
volucionário, mas foi batido pelo tenente An­ 
tonio Gomes e refugiou-se no Paraguai, voltan­ 
do novamente em 1911, para ser outra vez der­ 
rotado. 
Em 1916, levantou-se no Estado, o movi­ 
mento para apear do Governo, o General Ma­ 
noel Caetano de Faria e Albuquerque. 
Começou o movimento com a intenção dos 
componentes da Assembleia Legislativa preten­ 
dendo processar o Presidente, 
1 1 
REVOLçAO 
Os paraguaios atacaram e invadiram Ma­ 
to Grosso sem defesa para impedir a invasão, 
A reado do Governo fel apo!ada pela opo- 
ti ç ã o , c h e f i a da pelo Coronel Pedro Celestino 
Corra da Casta, homem que gozou de real p 
tirio em todo o Estado o qual uniram-se ele- 
tu a nq Vist como: Antonto Machsd 
mnn; .os ae t a s • 
Salgueiro Marlo e Godofredo Gonçalveu Silva 
e mais forens de Aquidauan e Campo Grande, 
sob chefia do Coronel José Alves Ribeiro 
FIIho. 
Em 1924, irrompendo um movimento re- 
volucionário n capital do Estado de São Paulo, 
chefiado pelo General Isidoro Das Lopes, no 
fatídico di S de Julho, também aqui o 'Tenen­ 
te Orlando Leite Ribeiro revolt, o 1Oo RC, pren 
dendo o seu comandante, o Coronel Péreles de 
Albuquerque. 
Os Sargentos do Regimento, fazendo uma 
contra-revolta prenderam os oficiais, pondo em 
liberdade o seu Comandante. 
Houve depois o movimento constituclona­ 
lista de São Paulo de 1973, deflagrado a 9 do 
Julho, no qual aderiu a guarnição de Mato 
Grosso, comandada pelo valoroso General Ber­ 
toldo Klinr,er. 
Dessa vez Bela Vista foi acudida por um 
movimento espetacular dos civis fifs a Dita-. 
dura Varas, atacando abruptamente na noite 
de 20 de Julho desse ano ,o 10.o RC, sem resul­ 
tado deixando estendido morto frente ao quar­ 
tel o saudoso cidadão Saladino Nunes, faz anos 
hoje portonto, esse foto que consternou a socle­ 
dade belavistense motivado pela Irreflexão de 
alguns homens que poderlnm ter conrPguldo um 
acordo já iniciado, poupando assim uma vida 
preciosa. 
Bela V!stn ficou ocupada por forças Con.11- 
titucionalista até Outubro desse ano, quando 
aqui chef(ou o Coronel Gil Castelo Brá."'lco, co­ 
mandando o 3° RCD do ruo Grande do Sul, 
assumindo o Comando da Guarnlçfio, receben­ 
do-a do General Horta Barbosa, chefe revolu­ 
cionário que tinha como Imediato o Coronel 
Francisco Jaguaribc de Matos; Major Silvestre 
Gomes Coelho, oficiais do 18.o BC, ob o Co­ 
mando do 1.o tenente José Snmpolo SlrnfuJ, 
oficiais do 11.o RCI sob o Comando do C::ipll:ío 
Ildefonso Correa, o pessoal da 1.a Cia. do 0.o 
BE, comandando pelo Tenente Moreira e Ba~. 
rias de Campanha e de Montanha de Campo 
Grande, Comandadas pelo Tenente Anton!o 
Ferreira. 
Depois da Revolução de 1932, por cone­ 
guinte a 51 anos daquela data Bela Vlsta não 
teve mais perturbações na sua vida social a qual 
vem marchando a par e passo, confiante para 
o futuro brilhante que lhe reservou o destino, 
motivo porque, merece o interesse e o devota­ 
mento de seus filhos procurando engrandecê-la 
cada vez mais, tornado-a moderna e com 
confortos necessários para sua ascenção 
concerto de uma civilização cada vez mals a.- 
centuada. 
Povo de Bela Vista, vossa terra completa 
nesta data sessenta e cinco anos de emancipa­ 
ção política com fóros de cidade e o subscritor 
deste final de artigo escrito com carinho deste 
os idos de l.o 8 e finalmente 15 de Agosto de 
1954 e nos numeros 16, 17 e 18 do antigo jornal 
da cidade "A VOZ DO APA", pelo estimado 
amigo Joaquim José Ferreira Souto e como 
também nós o fizemos e que se destinou a Ed!­ 
ção de Honra em A Tribuna da Fronteira em 
20-07-1977; como mineiro que sou e aqui vivendo 
desde o ano de 1950 sinto-me orgulhoso de sa­ 
ber que conterrâneos meus tenham os seus 
nomes escritos na historia de Bela Vista, com 
letras de Ouro de vez que com seus feitos cola­ 
boraram por todas as formas no engrandeci­ 
mento Histórico desta cidade,, a vossa cidade 
muito justamente cognominada de A Perola do 
APA. 
Que tudo concorra para torná-la realmen­ 
te numa "urbs" moderna e capaz de receber os 
estudiosos da História Pátria porque aqui es­ 
tão no silêncio dos tempos e talvez na poeira 
dos séculos os marcos históricos da pujança va­ 
ronil de um povo, do povo Matogrossense do 
Sul, que no computo da Nação só tem demons­ 
trado a mescla de um sangue puro, o dos seus 
ancestrais Guaicurus, os primitivos donos des­ 
tas plagas e que na hora da divisão deveria ter 
tomado o nome de Estado dos Guaicurus. 
Salve Bela Vista a Pérola do APA. 
Bela Vista, 20 de Julho de 1983. 
o.s 
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Prof. Srmpt

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'iz;·41 , ±q.15ç70 Recuperação de Máquinas na -- 
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_ • :· .o, too !lo Nunes L .. ?te-, 
1 . : 1L,--·,- • • ,', , .. __ ,. • ,'tt',.'o E,p;1rg1dor (Así:ilto) 
2- Aquisição de um Rolo Compactador Pé de Carne!ro 
3- quisiçio de ·ua Ro!o Compactador Liso 
<I - Aquisição de um Tolo Cornpoctador Pata Curta 
5- Aquisição de fora para fabricação de Tubos para dre­ 
no de 0,30 Cm 
6 . Aqulsiçüo tle forma pnro fabricnçiio dc:: Tubos tle 0,40:'.II 
7 . Aquisição de fôrnm fabrlcoçüo de Tubos de 0,60 m 
8 . Aquislçiio de 20 (Vinte) sapatas para fabricação de Tubos 
para dreno de 0,30 m 	_ _ 
O . Aquisiçiio de 15 (Quinze) sapatas para a fabncaçao de tu- 
bos de 0,40m 
10 . /quisiç5o de 10 (Dez) sapatas para a fabricação de tu- 
bs de 0,60 m 
11 . Aquisiçiio ele 02 (Dois) Tanques de At.;o com capacidade 
de 20 (Vinte) Tonebtlas e 15 (Quinze) To:icladas respcct1va­ 
mcnte. para o armazenamento de emulsão Asf:'iltica. 
!2 - Aquisição de uma m:íquina de Solda Eiétric::i 
13 - Aquisição de um Compressor com motor, para lavagem 
de viaturas. 
1-1 - Aquisiço de uma Ectoneir.i 
J 5 - ,quisiçào ele Cnrroç,1o para transporte de Guias , 
15 - Aquisição de Retro--Fscav@de!r {530-H, marca Case ) Km! 
Secretario 
a) Heest:u!uraçiio no Serviço de F,:ducação 
b) Leventame:ito e Cadastramento dos Imóveis do Município 
c) Auxílio ao Asilo dos Velhos 
d) Donção de Remédios 
e) Transporte de Pessoas Doentes para Campo Grande - Mato 
Grosso do Sul. 
1 - Repasse de Curso do Cartilha Regionalizada efetuado em 
Aquidauana em 1982 
2 - Reforma da Escola Municipal ele l.o Grau Prefeito C!óvis 
de Oliveira em H!82 
3 - Reforma da Escola Municioal de l.o Grau Irmã Hildegar- 
de cm 1982 	• 
!- _Refo_:ma de Iluminação da Ese. Mun. de 1.° Grau Prof.:i. Vera 
Gu,m:iraes L:mre1ro, 1982 
5 - Reforma de Iluminação da Escola Municipal de Lo Grau 
Castelinho Encantado, em 1982 
6 • Jnauguraç~o da Biblioteca Pública Municipal, em 1982 
7 - JJanutençao da Faculriade Campus Avaucado em 1982 _ 
1983 	- 	• ' • e 
8- :Ianutenção da Merenda Escolar no ano de 1982 e 1983 . 
todas as Escolas do Municíoio. 	em 
9 • Fcrmaçno de Professores do Projeto Logos U tid 
lo Município em 1982 e 1983. 	n.an 1 o pe- 
10 - Curso de Educat;5Q Física na Escola Estadual de 1.o Grau 
e o 
IVunicipol 
o do um 
cl . 
de 
Esler Silva com partic:ipaç5o de Professore, elas E~co!as , 1u, 
nicipais Rurais, cm 1983 
11 . Implantação de 07 Salas de Aulas do Pré-Escolar cm 
Convénio com o :;,robral, em 1983. 
12 . Construção de um Pavilhão de Merenda Escolar no Ter- 
reno da Prefeitura Mu.'1.icipal. e.rn 1983. 
13 . Reforma da Escola ).Iunicipal de l.o Grau Jarbas Pas• 
sarinho em 193. 
11- Fundação da Azoiçã» de Pais e 2!res ma: E:colas 
:Iun:drais, cm ,?83 
15-Prc:cão de Fcsts Ju.nas n E:'c ..urina ! 
P.G. Marconds are: de :i.. s. !.....-. ..P..i- 
ho. EM.PG. C:s:!h, : , .. ' •. _:;_ ;, , : ::i 
Cu.mraries Lo:rei;o Tz:::' .e . c • d •••• 0. 
1€- Reforma da E:cola Nu:: --.'r ... s:.n. .:;_,. 
cnnt~.c' :J. e :--.1 1923. 
!'i- Curso de rez'r4'±:a;:.. 1.±lo c. '+ao 
Gra:e con Ui;c. c.2c...:...d:e.:e.: Ceai- 
r,...-~~~-~ ~---~~-~ ------,-.-~: ·:..-.- .... :~-r-v·· .... _.,,.,. 
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Biblioteca , lunicip::il 
cipal de Educação de Bela Vista no r,cricdo de 27 de junho 
a 01 de Juli-1:, de 1983. • 
18 - Curso de Alfabetização de 25 C 30 il de 1983 
• 'o c ae ri e 56o. 
f, 
ODILA llüSCARElTHAS SALA'.',íENE 
Secretaria de Educai 	a... ,1 
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A vÃTr,i-:í,.d J lA - ----------------------- ---------------------- -~--------'--------------------- 
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Contlnua,çrío 
Administração 
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i "°'~:ss,lt'"d' "" Bela Vista conta com estcul,ca pa,a 
~romoções nos c::im;ios da cultura e esportes e que a Prefel- 
1 
lura p;;derá contnr sempre com as forças vivas da cidade, pa­ 
ra realização desa natureza, necessitando apenas de um tra­ 
j balh? de ~onscicntização, o prefeito Afonso Dillon Nunes Lei- 
/ 
te dinamizou o Departamento de Esportes, entregando a che­ 
fia ao jovem Jorge de S. Rosa, desportista e integrado as inicia­ 
tas do gero. 
As F)moc;ôes realizadas pelo Depto de Esportes, através 
de um trabnlho din5mico de Jorge Ro~a. além de proporcio­ 
narem lazer e recreação do povo. permitiu a obtenção de re­ 
cursos para efetuar algumas melhorias no Ginásio de Espor­ 
tcs. Enumeramos algumas das promoções realizadas pelo De­ 
rte. de Esportcs da municipalidade. 
Cbescn·a-se, ·portanto, que as oportunas iniciativas do 
prefeito Dillon, no setor de esoortes. tem como objetivo ver o 
garoto, o adolescente e o moço. e t?mb.ém as garotas. agrega­ 
dos num clima de total confraternização despertando valores 
e eriqecendo o esporte amador de Eela Vista, 
Vista 
li MUNI 
ilNDO 
. Pc1· c,ue temos que pagar uelc erro, pela 
,n:,oi-:1~nê,:c.i:1 aC:ministrativa - daqueles que 
A:i;1a11 0 dinheiro dos Outros? Essa é 
'.tri-,a in;en;igação que me assola o espírito e 
ve ±e :Cac3, :o encontro explicação. 
Ieizmcnte o inac:·editável acont:::ceu. 
C31tais &o BNF, o fantasma dos donos 
d cazs ;inarcazas, zentiram na pró>ria car 
T.e 
0 
3b»do reajuste de 113,40% mas sua! 
pestes. .. 
ta~· Pela p'.:meira vez os aumentos nas pres­ 
... ,.~es devidas ao BNH supera o índice de 
rezjus. 1, • 
.. ~•e s .ar.ia! fi;·ado pelo INPC que sofreu 
Gmn ac.' ' 
• 'resci!o de 118, gerando no bolso do 
utu? 
:il'lo uma defasagem de 11,60%. 
_ Aparentemente uma diferença de 11,60% 
nao represent:i muito mas na· conJ'untura 
atu.1 • ' 
• " em que o INFC é exourg,ado e que não 
1'€pr • 	• 
. esema o reaJ aumento do custo de vida 
e utn vcrdadeiro alent.ado contra a economia 
,,,,,, 
nao 
Dinâmica 
DEPARTAMENTO DE ESPORTES 
FR 
popular. Todos os que recorreram ao sistema 
para financiamento de suas casas o fize­ 
ram porque os aumentos nas prestaçées a:;5 
então, não ultrapassava o percentual do re,1- 
juste salariál. 
Nenhum mutuário do BNR posrul:l um 
enriquecimento ilícito, todos quere;n a justiÇ'l, 
isto é que os aumentos nas prestações se m'.m­ 
tenham dentro do limite do reajus·e sa':ni<tl 
O sistema apresentou resposta pal'ati­ 
vas aos devedores que na verd:·,.Je niio a - 
sam de mais um engodo da· adm:nistração 
pública contra o indefeso adquirent~. 
Se o reajuste ora ensejado é cons qun 
eia da falência do BNH a culpa não é dos 
mutuários, não foram Qs a:iqulre,ntes de 
imóveis financiados que não souberam admi­ 
nistrar e aplicar os fundos do sistema. Por 
que terão que pagar por algo que não deram 
causa? 
s condice climáticas o permitam. 
z to lo, qa, terrenos baldios e a recuperação do sfal-. 
limpem 	a, t-«. 1 f 
'' +do pela administração anterior também faz parte 
1 1 ecH'(orado de Urbanismo, endo que a limpeza dos 
• •• in ' n 	f • • 1 ,. - d 
,. , ,, • 
1 
iJ,!,, , pera ,, prc .' 110 fCJrt uma couboraçao los 
t r r. . o suo devem enjar e nos propót 1 os de se cons­ 
"e Vi •: cr,m ;, 1 cclo mnis dig 10 de suas tradi­ 
H 1/r Ili 
3ti, do Pitio da 'feitura 
p moi, irias iniciativns do fJJ l'Íetlo Dillon Nunes Lei- 
D 111 • ·' • .... 
" do Setor de Obre, l' tá a mdel çi'io e amp'.la. 
e a""},l., ro tio i' ro da Prefitura Municipal. . 
e d" » tis » de estruturar melhor os setore ; da admi­ 
",' tio editiceu rrto do quartel da Policia MAL­ 
ris!"cal pata funcionar o depósito de máquinas e equi­ 
ar: +" p rniiuldde, Hoje os equipamntos da Pre- 
1 n ~,, 
1
•• 	- 	r 1 
f 
11 
• • J e, ,: . rvJ<I<: • e pronto, 1;nra c·n'.rar cm une ona- 
ttura o 	t 
, " sempre qu recesaI 10. 
ih 
i'ild·!·T O ESTIMULA liIPLANT/ÇAO DE 
JNDt'.lSTnIAS NO MU lCf PIO 
Beln Vist,1, com0 os demais cidades da regiiío, njo possui 
um mercado de trabalho condizente com necessidade de cun­ 
tenas de lra'balh dores, isto em falar n s jovens que !ocln· 
os anos são o b ri g a d o s a procurarem outros c r t 1 ' tr. b 	, .1 
do emprego tão neces vário. 
nos 
rias que pretendi e 
' t. ' 	li l :t., l Tt>'I 
do t 	nlilk. l;1 ., firn J~ 
. J, 	pela 1 ( j"[ ., Cv,IJII 1t11r.1 ,. • 
ll'iC,, 
Os Dentados da área - Federai e E'aduzi4 UbaMl 
n.,rcm (' S11ilo Q., ir,,1. - ,n Rigo e Gandi Jamil - poderio 
itrceder no ventid da criação e implantação de mndtutr'a1 
1 ., !11lllit'1! lO. 
Se o Projeto Bela Vista sensibilizar os politicos que tam­ 
h ni :l< ,111nir,l!ll ( ( llll!'OlllÍ· () 11n~ p]. l11C l cnm o l l o bla­ 
vistnse, evidentemente que a iniciativa será coroada de êxito, 
I - lV Copa Morena de Futebol de Salão, com sede em Bela 
Vista de 27 a 29 de agosto de 1982. 
2 - Quadrangular de Futebol de Salão realizado cm: 16-10-1982 
3 - l.o Torneio Aberto de Futebol de Salão realizado no Giná­ 
sio de Esportes: De 21-01-83 à 06-03-83. 
4 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Sessen­ 
ta E. C. e Operário FC de Campo Grande. MS. 
5 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Se3scn­ 
ta EC e Comercial de Ponta Porã. 
6 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do S::~­ 
senta EC. e Fazenda Itamarati. 
7 - Amistoso de Futebol de Salã:> Feminino, dia 05-03-83; 
8 - Amistoso entre os Gordos e à Rádio Bela Vista, dia 06 3-83; 
9 - Dia 12-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as 
Equipes: Sessenta EC., São Geraldo FC. e as Equipes Campeã e 
Vice campeã da IV Copa Morena de Futebol de Salão. 
!O - Dia 26-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as 
equipes: Nishikawa EC., S.o Geraldo EC., e duas equipes de 
Jardim (MS); 
11 - Dia 02-04-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as 
equipes: NishikawaEC., São Geraldo., ABC (Paraguai) e Uni­ 
ão Ba..'1deirante; 
12 - 09-04-83, Amistoso de Futeb:,l de Salão e Voleibcl entre 
as Seleções de Bela Vista e Jardim-MS.; 
13 - Dia 21-04-83, Amistoso de Volei Femininô da Seleção de 
Bela Vista contra a Seleção do Paraguai e Seleção de Volei 
Masculino contra o 10.o RC.; 
14 - Começaram no dia 02-05-83, introdução de Handebol e 
Basquete , 
15 - De 12-05-83 à 25-12-83, torneio infanto juvenil inter-cole­ 
gial; 
16 - Dia 15-05-83, apresentação ao público do jogo de Handebol 
e Basquete; 
17 - Dia 22-05-83, e.'1contro de jovens de Igreja Santo Afonso. 
18 - Dia 28-05-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as 
equipes: Nishikawa EC,, São GeraldoEC., Sel, do Paraguai e 
AABB, 
li'"""' 
tsportes 
r 
ab que e te e um 
N., .. h,1 Ctll) 
to maniepio, 
!' tl, 
omprot! rido 
nd o o o De- 
1 d I llllllh'lt Ili l , 
l'l - Di"1 01-C(i f3, Sl•lq:iio dl' Volcl Feminino contra Sele­ 
ção do Paraguai e Basquete entre Oficial:; e Sargentos do 10." 
RC.; 	. 
20 - 0;:i l l-06-03. 'o'.ei Feminino e ).Tascu1ino entre or. cole- 
gios Ester Sóva e Cr,~tclo Dranc:i.; 	. 
21 - Dia '.:1~C6 IJ3, de:;rcd:da das aulas do semestre do Coleglo 
Ca"ldo P.. anca com p6o; inter-classes; 
22 - Oi.J; 02-03-t' 1 de Junho em Guia Lopes cllmínatórla da l.a 
Ccpa Morena do Voleibol onde sagraram-se campeões; 
23 . Dia; 2.;,'.?.3,'.:(; 27.28 de Ju.nho cm Campo Gra'.1dc, finais d::i 
La Copa :ilorcna .de Voleibol :vrasculino e Feminino. onde a 
equipe Feminina sagrou-se Campeã do btcrior e Vlce-Com- 
pci! c'.:i J ª Copa ;forcna de Voleibol. 
24 - Dia 10 07-83, 1.o Qaadrangular de Futebol cic S1lão Fe­ 
minino, com distdb:.iic,:f.o dos produtos da Coca-Cola Grntu!­ 
tame:ntc; 
25 . Neste f.cmest:c que passou todos os Colégios ele n 1sso 
lJun;cír,io tivPr.J:n !ívrc acc:;s:::, ao Ginásio de Esportes, para 
treinamento de seus alunos; 
Melhorias feitas no Gin:ísio de Esporlcs e Estúdio Oclávic 
• Fontcura 
01 - Aquisição de materiais para a prática de Volci, Futebol de 
Sal.ia. Handebcl e B:1squctebol; 
2 - Compra de materiais para uso de nossos atletas que reprc. 
: ·:.. i ..or.', o:o M: cí' , 
3 Co!cação Cu rde d: ro'egão at:ás dos o}. par maior 
-gar:ga dc; torcdr."; 
4 - Trcca de todo m:airal danificado cm nsso G'ní:,) de 
Esportes, ccmo: Vidros, dijuntores, cana1ctas, cano:; e várias 
melhorias em n::;~~o Ginásio: 
5 - Colccac,:ã:i de Cortina no palco e chuveiros elétricos nos 
alojamento; 
6 _- Venda dos espaços ·a1ios Fara propaganda do comércio lo­ 
cal, r-ara um rr.e:lhor viEual do Gin:í:;io de Esportes; 
7 - :-.Ianuter.ç~o e Em,eza ôo Ertádio Octavic rontoura, para 
melhor prática do Futeb:,l de Campo. 
Bela Vista, 05 de Julho de 1983. 
Jorge de Souza Ro:a - pres. da Comissão ~-/Iun. de Esportes 
Se num esforço gigantesco imputarmos 
o ânus ~c;ssa ralênc:a nos mutuários, devemos 
então punir aqueles que efetivamente deram 
causn. 
É lm:n:mGm::.n'.::: i,'71-,iossivel, racionalmen 
te inacreditive: e uri;czmente ilegal O pzr- 
er:tugi st;ui?do elo BNH, impossivel 
pcrque ninguén corsa:irá pagar sem que 
haja uma ral e aeu&ta'a aimninuiç@o no or­ 
ç;:;mcnlo fo.:71]':.:r oil a',é mesmo uma :::om· 
plcia 'nsolvêncla clcsrn mesmo orçamento; 
racirc!rente inaceitável porque no ms 
ment'J em que vivemos a idéia é rejeitada pela 
raz~o. e juri:ii~mente ilegal porque re e os 
pri.l".:::íp!os da equidade e da justiça, 
Tenho ccnfianç1 que a Comissão-institui- 
1 
da pelo Decreto fixados do reajuste, ao anali­ 
sar a situação entenderá que o aumento é, 
nada mais nada menos que insustentável. 
E se isso também não acontecer, se seus 
----------- 
r 
membros tiverem a barriga :::heia e a cabeça 
v2zia. a. justiça carta.mente saberá distribuir 
o seu misLer porque não quero crer em lobi­ 
so;nem. 
Reflitam, enquanto eu lhes desejo uma 
boa semana, 
Itamar Dutra 
PREÇO OES'l'R 
EXEMPLAR 
CrS 50,00 
------- 
1

BEL 
Curiosidades H stóricos 
tr;:11uu N(:A hA l'fll.FEIT 1, 
"Di, 20 de Julho de JIJH , '1,>rdlllo . lv,.l'!l 
Ma!lélll'f't1hn:1 
"H4 %4 nos passados, num dIna como 
c~to, 110b um céu II[bilo, chelo de sol o r 
plnnclcccntc de alelutus no coração da insp. 
nto cidnde . 
... oh m!nha Dela Vista, bendita Canã , 
terra moçn o npot'.tos noiva do sol e das fl )· 
rcs, em 1cu nclo do l<'ito do mel, uooll,o o d'z ,. 
r.t:m ntnv1M. n pror,n rudt·, n trnsc chn. de•. 
n quem ( ntre os que te mm coube n Slfll'C!l' 
tnrnru do te fi'.lud1u· n":,l.:i rtln, pnrr tJ, por t 
dos os titulo, wusp/closo". 
Aslm +ta:;+ tela Vi ta o poet1 D . 
rvIho .e Tol'o, 
Chamom; Marcos Moreno; Acint!no Sam­ 
pio; Joquim de Arruda Rondon; Ab!lio Sá 
(do!s períodos); Demostene Martins; Mario 
<: ,rc lfl; M!llliio Loun•lro; Alvuro Ncvu,; Pedro 
Iope; Ernesto VII«boas; Ma!o da Costa 
M·,n111 ~; Dom Anlonlo MnrJ:.i caporo'Jsl; Perl 
rJ ! M1nf'l:ln Melo; Alvaro cJn Sllvclw !'Aa•;carc- 
11J,·,•, At:•nns•o cJo Alrneldn Mllo; V.iltcr E'lCO• 
1 r Nunes; Dr. FJorl Murnno; O ,valdo Turlnl; 
':. r iio de Ollve'ra; (no+ 290172); 
at l Dr iubn Alberto Abihott de Citro 
to t de A«!{o 3r!o g Afonso i!!l n 
un, Ieitn 
c
1
ct11l'fe re<:<:bc·1 cem 
de um novo e ,r.' 
Surgiu sua pr me,r 
com o ncmne de "Cor 
Com o decorrer do tem 
com,olldnn<i'.> pCJl 
ç0es dos belavIst 
cada urn cJe pt 
lt;l.lllÍÔE'S !.OCia 
•ili mu,tns dn 
od tcntt'i n 
tt;arando 	'· • - 
pereça ! sfiu 
No +nos 	·n O 
±!izz'os T 	t Ir 
ço e tiínt 
Asem o Corina t O':..l f?. ! ,., 
f'± a '!e. 
l ,l 
j , 
UJY /DiH 
11STílAOOn 
Pnlnvrfll' c!o Severino Cnrvnlho ele To'.:i:"o 
n rl'.'spr
1Lo elo pr.:-fo!to Alvnro Mn~cnrcnhos 
"Alvnro Mnsr.nrcmhns. essn firrur.1 hnp'.):11 
ln, que com rosp~llo nl>soluto ns trndições (e 
famlllu, colocou n nobreza de umn raç:1 a:im 1 
de sun vnldndc ou pretensões de mando . 
. Como politíco niio é um intnrnsigcnte p:1,­ 
lícl1frlo, é um técnlco, dando aos seus govcr­ 
nnc:los o que n ciêncla moderna oxlge ele um 
nclministrndor osclnrcclclo, honesto e Jnborlo­ 
so", 
"NHO ANTERO" 
Em 1072 aproximadamente. chegava n 
Beln Vlsta o Jovem Anthero Loureiro àe Al­ 
meida, vinclo do Parnná, em busca de novos 
horizontes. Jovem, com multa vontade elo 
vencer, Anlhcro conheceu Clcmcnt'} Dnrbosa, 
criador de gnclo na regiúo, com o qual nssoci­ 
ou-se na explornção dn pecuária. 
Logo depois vieram os seus pais, que já 
estnvam cm Mato Grosso, Fr .msclsco Loureiro 
de Almeidn e Maria B. também seus irmãos 
e Irmãs: Afonso, João, Mllitii.o o Salvador· 
Ana dn Conceição, Perciliana e Umbelinn. To'. 
dos flxarnm-se em Bela Vista, onde hoje vi­ 
vem a grande maioria de seus descendentes. 
Igreja Evangélica Batista de Bela Vista 
Foi nos ldos de 1936, mais precisament'.) 
no dia 1 ° de março, n crinçào da Igreja Evangé 
lica Balista, cujo inicio dos trabalhos deu.se 
em Belln Vista (Paraguai) transferindo-se de­ 
pois pnra Belo Vista (Brasil). Os pioneiros 
foram dois missionários americanos: Frns'o 
F. Dién e Gullhcrme Sherer. Um dos orime:ros 
frutos foi a famllia VASCCNCELOS dos ou:iis 
o FAUSTO foi o primeiro pastor brnsi!eiro a 
dirigir a jgreju. 
FAHóQU!A 
A Paróquia foi fundada a 04 c'e :>bri1 .··e 
1924 pelo Bispo D. José Mnurlcio da Ros:i. o 
primnro paare foi o m!ssion:irio u::lesi~.no 
José Giardele, 
LEIS 
Em 1953 perdeu os distritos de Jardim e 
Caracol elevados a categoria de municípios. 
• Finalmente em 1964 perdeu o distrito de Cam 
pestre. que juntamente com a Colónia Penzo, 
pertencente ao município de Ponta Porá, for­ 
ma atualmente o município de Antonio Jo:'.io. 
Pela L€i 5449 de 04 de junho de 1983, 
o município de Bela Vista foi considerado de 
interesse da Segurança Nacional. 
PIONEIROS 
As primeiros famílias que se instalaram 
cm Bela Vista foram as do Sr. Tomas d:i 
Abreu e Joaquim da Rua. Todos eles comer­ 
ciantes . .As fami1'as belavistenses tin}1,1m co­ 
mo diversão o cinema de Dona FrnScisca Pe. 
dra, que mudou mais tarde na Rua B:>,·iio <i-i 
Amambai. No clube "Curing" seno o 1º 
conjunto o Tenente Grande Músico. Munue!­ 
zinho da Silva. As festas tradiciona's era as 
do dia os de dezembro no casa da Sr Gransa 
e a do dia 20 de julho na casa de Librnda àe 
canteiro onde atuava os "cambaranga" mas 
carndos dançando na frente do s:mto. 
Relação dos Prefeitos_ i_Itmicipais ~e Be~ Vista. 
1º Prefeito Municipal - Marinho Fernan­ 
dez Tico; Atanazzio Pinheiro Melo; Percio 
llISTóIHCO 
No primeiro trimestre ele 1952 um peque­ 
no arupo de crente;; da Igrej.i Batista clest.i 
cidade, lldcrndo pela Senhorn Clotilde Gon­ 
çalves ele Castro Pinto, plancjou n organização 
dn instituição e, após algumas reuniões para 
trocas de idéins, foi efetivamente, fundada a 
Soclcdnde Evnngélicn de Proteção nos Desam 
purados de Bela Vista no dia 20 do Abril de 
l!J52. Cs presentes àquela rcunlão foram con­ 
sidc-rnclos sócios fundadores coniormê consta 
ela rcspectiva Ata ele fundaçüo, e são os seg1.11n 
tes: 
Clotilde Gonçah"es de Castro Pinto 
Policarpo Medeiros (Falecido) 
Dornlinn Duarte Medeiros (Fnlecidal 
Joslno Pinheiro 
Teófilo Fernnndes Leite 
Antero lVIoraes 
João Mnnocl Rodrigues 
Joiio Jacinto Leito 
Noomin Chamorro 
Elvirn Clrnmorro Rc:::ha 
Hcspieia B Chamuro 
Gcny Felix Leite 
Dralia da Rosa Rocha 
José Vitorino da S. Azevedo 
eiestina da Cunh 
r-roírssorn Euni:::e :E rnnco 
Hc!cna Cristalclo 
(Falecido) 
(Falecido) 
(Falecido) 
CF::ilccidn) 
(F?.lcctda) 
(Falecido_) 
Ncss: mcsm data fo! eleita e empossuda 
a primei tinto:ia e Conselho Fiscal. aue 
flcan:nn D$Sim const!tuictos; • 
Diretoria: 
Presidente: Policarpo Medeiros (F-aleciclo) 
1 n Secretária: Clotilde Gonçalves de Castro 
cida) 
zc Vice Presidente: Josino 
1 Secretaria: Clotilde Gonçnlves de Castro 
Finto 
2~ Secretária: Professora Eunice Franco 
Tesom-eiro: Teófilo Ferriandes Leite (falecido) 
Conselho Fiscal: 
Antero Moraes 
Doralin Rosa Rocha 
Noemi:: de Souza Lima 
João Jacinto Leite 
Joüo Manoel Rodrigues 
(Faleciclo) 
(Falecida) 
(ProP) 
(Falecido) 
.O terreno para construção da sede foi 
doado pelo casnl Franscisco Rocha e Doralio. 
da Rosa Rocha. ambos falecidos. 
Como não podia deixar de ser, este pe­ 
queno grupo, com mcít-a deà'icação, muito 
esforço e boa vontade, mas confiante nas pro­ 
messns de Deus. iutou, enfrentou sérios obs 
t::icul~s, p::irc'.>s recursos financeiros, soube 
com impor cleterminação tornar realidade 
aquilo que nnte.riormente não passava de um 
sonno. e porque não confessar, até sendo cri­ 
_ti~:c1_do pelo. iniciativa. Desde então tiveram 
1;11c_10 as obras que a. passos lentos, suados, 
cheio de percalços, hoje em perfeito funciona 
mento tornou-se em realidade e que por isso 
mes_mo tem despertado interesse e integral 
apoio da sociedade belavistense. Graças a 
Drenus, n gcrero!dado do povo de Bela V n 
e outros nJdn tem f::illado para sua mnnntcn 
çüo. Recentemente com o apoio da Com·enção 
Ilatistn Bras!leim e n eficiente inte;-ferênci:1 
do atual Pastor ela rereja Batista - Ani Abu­ 
chnln' acaba de ser Instalado um Ambulatório 
sob a direção da enfermeira Maria das Dores 
Carvalho, que já se encontra em perfeito fun 
cionamento. Vários médicos da cidade estão 
prestando vnliosa colaboração no nror-rrim" 
ele ntenclimentq Atur.lmente o n-i.rr"'' , ,, , 
abrigados é o seguinte: 3 tres) e: 0e'o:'s 
ô (seis) idosos o 3 (oito) crinn,;-'.ls .:;e.i c·;n~ ,,. 
os que externamente procuram a ud ' 
prc sào a tendidas nu medida c'1 i,- - ~ • .,, . 
Nesta oportunidade apresentamos - u' 
rr.torla e conselho fiscal: 
Diretoria: 
Presidente: Deoclcciano Ferreira <1·° 
1 Vice Presidente: Zélia Pinheir M1o+c'+o 
::n Vice Presidente: Ana Lucia Cr. • :. • 
l" Secretária: Manoela C!o.rinda '~s--n • ! 
Pinheiro 
2 Secretária: l laria Jussara Sim•-•''i 
Tesoureira: Léa Vasconcelos Pinhr• !''.:> 
Conselho Fiscal: 
adi Kirschner 
Irnbel ele Sonza Rodrigues 
Josué Telmo da Silva 
Deoclecieno ele Vas:::oncelos 
AGRAJ)ECil'mi,;Tos 
Fin~ltz:•n1o t•str. nc-r111cno rclntório ou 
h!stdr1co cremos ctrnr rotundos zr.­ 
de'rrznp: w 'ods ; pes?zs € 2ti1ades 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 
COMARCA DE BELA VISTA 
Ed:tal de 
designada 
Prtmeira 
para 
aue emnre nos pr?t!z!:rz1 0 continuam 
nos nrst!ando com suas ofertas e doações 
no só deste municiplo como também os dá 
outros de onde temos recebldo auxílios. Des. 
tccamos entretanto, as entidades que nos tem 
njudndo: LBA, MEC, 10? Regimento de Cava. 
la ria, Prefe:tura Municipal de Bela Vista l"r l l 
jas Messiánicns de Jardim e Bela vs • 
ma 1981 da oitava série de Bela Vista, União ( 
Fem:nlnu ;vr:,1,icn:iria da Assoclnçi'w Sul, Char 
re BOv'iquo e ar::a 2iodas. Para o no 
em curo na?'a recbn; do !:C e LBA. 
Aprove'tmos do eng para apresenta; 
.dccn:'s o Doer dicúo na5 p25 
o-e6, r-.}e T- J:e!reto. Pro.no. 
tor e D2tensor Pü'..co que no tmn p71a1 
c·iorços c:a cs esii.- ca.a su inerl 
r: o.o. 
FI:CTT ·CES 
Com muitr. s.:tis~o.-;ã0 ap:-esc.n'.amos nos. 
5as felicitações pela passagem 'e mis um 
•n:versário de cm:incip::ição politica de Ee!a 
lista. o que fa7C.:,~os nn nesso:1 elo seu Preieito 
ionso Dillon Nl'r.es Leíte e :10 Colcndo Ir-g s 
ativo Municipal. Estendemos essas felicita 
õcs aos promotores e organizadores d.n D.­ 
.obel clcsejando um eficiente trnbnlho em 
: rói· do dcs:::nvol vimento agro pecuário s:ibre 
CJ qual repousa a economia do nosso Munici· 
;!o. 
:> ~b Diretoria 
Dcoclccían.o Fcrreir2 d::i Silya 
Pres:clente 
PODER JUDICIARIO 
CARTÓRIO 
e Segunda 
01=08-83 
O Dr. Jonas· dos Santos Pellicioni Juiz de 
Direito da 1 Vara CiveI desta Come.rca de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul 
na forma da lei, • • ' 
. . Faz Saber a todos que o presente Edi' ':ll 
vnem ou dele conhec1m1::nto tiverem mt"! fo. 
ram marcados os dias lº/08/83 e 10/08/83 s 
14,00 horas para a realização das prarns rle­ 
signadas nos autos N 082/83 de Ação Teu. 
cão Tit. Extrajudicial que Marcelino Cassio 
Biglia Acioly move contra Odil Câmara Cnnto 
referentes aos bens penhorados nos autos • 
acima mencionados abaixo caracterizados: 
01 Dormitório Império Trivelatto, merador. 
usada • · 
1 
• ~ .. a 
a mas em otimo estado de conserva:;ão 
aval,aao·na quantia de CrS 130 000 00· 01 . • 
de co • • • • J0go 
pa ?TIªrca Cnz. também usada e em óti- 
mo estaao de conservação, avaliad 
t' d 	• 1 o na quan- 
1a e CrS 35.000,00; 01 colchão de mola . 
cusnI, em bom estado de conservação av . ae 
na quantia de CrS 25.000,00, Yalor por q~~~~~ 
seruo levados à praça nos dias 1%/08/83 s 
e 
Praça(s) 
10-8-83 
14.00 e eventual segunda praça para o s 
10/08/83 às mesmas horas· -cara serem ar.e­ 
matados ror quem maior la1ce der acilr!'.l 
da avali?.cfio, sendo a vénia feita a vista Cl 
medlante fo>dor idóneo nelo nrazo ele 03 d:t>• 
Dos :m!os ::!i.o :-on~.tn nenhum Õl11JS ou recur"..O 
pendcnte e jvlamer.to Por intermédio d 
prefce!lte f;r,m o Pxecutaào Odi! C:i.mo1rn·C,tl' 
to e S! m]ir intimados das nracos es" 
n·das, merc om vista os mesmos não ter"" 
sido cncontr!os para srem intimados. 
E rara cue nine6m nossa alear ignri? 
cia. determino o MI Juiz are se expi5 
o presente e&it+! que será publicado e afixa? 
na forma da lei. • . 
Dado e pesado nesta cidade de P%; 
''ista. Estado de .fato Grosso do Sul nos - 
dias do mês de .Junho do ano de mil nov~ 
tos oitentu e três Eu (Pedro B. do Va!el 
subscrevo. 
O JUIZ DE DIREITO 
Jonas dos Suntos Pt'llicioni

., 
HISTORICO 00 10º RE 
"REGIMENTO 1 
CRIA AO 
0 
J(i? Regimento de Cavalaria "Reglmen- 
Antonlo .Jo5o" tem como prlmltlvu orl{f.)m 
+1o dos Hussardos. aqui introduzidas 
'.n !7GO prlo Cnplt.Ilo General da Capitaneea 
j Mato Grosso com a finalidade de combater 
s espanhóis qw» frequentemente Invadiam na 
Jfnhfl dotermlnoda polo mercdlnno de Tordc• 
lhas. 
porém. constderada como origem mais 
crtodn elo nrr~fmento a Comp:rnhla de Cava­ 
{ia de Meto Grosso com sede cm cuiab4. 
rida pelo Decreto n? 30 de 22 de fevereiro 
de 1839. 
lItm/.NÇAG DE SEDE 
Inicialmente :ua sede foi Cuinbá. 
Em 14 de fcverr.-lro de 11347 mudou-se de 
culnb:1 pnrn Viln Maria atualmente São Luiz 
de crtccrrs, lornl dcslgnaclo para sua nova sê- 
de. 
Em 1 ° de mofo de 1058 trans!erlu-i;e paru 
NIoaque (Vila de Nioaque), sua nova sede. 
Nos primeiros dios de l!l03, marchou para 
Vila de Miranda, sua nova e provisória sede. 
Em 10 de dezembro do 1906, chegou cm 
)3eln Vista, sua atual sede. 
i1UDANÇAS DE DENOlIINAÇAO 
Fm 22 de fevereiro de 1839 era donomt­ 
r.~do comnanhin de Cnvalarla de Mato Grosso. 
Em 1043 passou a chamar+e Primeiro 
corno Fixo. 
Fm 1844 passou denominar-se Primeiro 
como Fixo de Cavalaria. 
Em 22 de agosto de 1846 por Decreto ctes 
ta dnta, assou a denominar-se Esquadrão de 
Cnvolnrin Lfgeirn. 
Em 09 rlc> ianelro de 1849 por Decreto des 
ta mesma dnta. teve a sua denominação mu­ 
dada para Primeiro Corpo de Cavalaria Ligei­ 
ra. 
Em 10 de abril de 1851 passou a chamar­ 
se Primeiro Corpo de Cavalaria de Mato Gros 
so. 
Em 09 de dezembro de 1865 teve a sua 
organização e denominação mudada para Pri­ 
meiro Corpo de Cacaclores à Cavalo, por Im­ 
perial Decreto de nº 3556. 
Em 01 de fevereiro de 1871 passou a de­ 
nominar-se Primeiro Corpo de Cavalaria con 
forme Decreto n·
0 
4572 de 12 de agosto de 1970. 
Em 18 de agosto de 1888 o Decreto nº 
10.015 dá nova denominação: Sétimo Regi­ 
mento cle Cavalaria Ligeira. 
Em 04 de junho de 1908 por Decreto nº 
6971 tornou a denominação de Terceiro Regi­ 
meato de Cavalaria Independente. 
Em 31 de dezembro de 1919 em face do 
Dcreto n° 3916 de 11 de dezembro do mesmo 
ano p:S':Oll a chamar-se Décimo Regimento de 
Ca':.1lnria Indenendente. 
Em 1° de julho de 1946 de acordo com o 
Decreto Lei nº 21.134 de 16 de maio de 1946, 
psssou a chamar-se Décimo Regimento de Ca­ 
valaria. 
Em 23 de abril de 1947 tendo em vista 
passar a ser sómente um esquadrfw, teve sua 
denominação mudada para Primeiro Esqua­ 
drão do Décimo Regimento de Cavalaria. 
Finalmente em 31 de janeiro de 1948 vol­ 
tou a denominação de Décimo Regimento de 
Cavalaria, conservando-se até a presente da­ 
ta. 
PRil'IEinO COMANDANTE 
É desconhecido o nome de seu primeiro 
Comandante, mas é porém, considerado Co­ 
mandante n 1 do Regimento o Ten Cel Pedro 
os@ Rufino. 
Participaç.5o cm Acontecimentos Históricos 
O Regimento participou da Guerra do 
Paraguai, tendo iniciado sua participação no 
ano de 164 terminando, aproximadamente, 
Por volta do dia 19 de outubro de 1867. 
Na Revolução de 1922 o Regimento des­ 
locou um esquadr-ão para Aquidauana, o qual 
ve ordem de regressar assim que chegou 
r
iq~ela cidade. O Comandante deste esquadrão 
O! tun Canitão 
. Na Rêvolução de 1924 das diferentes 
~latniçôes de diferentes Estados, que aderi­ 
fªrn ao movimento revolucionário de São Pau 
~- destacou-se o 10º RC (então 10-0 RCI) onde 
ª rn.inds oficiais prenderam o Comandante, con 
Gno o • 
regimento a se bater pela causa do 
0 
Pilulo. No dia seguinte porém, um mo- 
vlmcnto de contra-revolução, prendeu os re. 
voltosos no próprio Quartel, reempossando 
o seu Comandante, marchando em seguida 
para Aquldauana, aquartelando naquela c!­ 
dndc. Em 01 de agosto embarcou para Campo 
Grande onde foi organizado um Destacamento 
composto de duaa Brlgo.clas Mlxtas e uma 
Brigada do Cavolnrln, compr cndendo o l(J'' 
RCI. Em 10 de agosto embarcou para Trds 
Lagoas onde chegou a 11. As 14:00 boms deste 
dia 0 2?Esquadro do Regimento teve missão 
de ocupar o Porto Independcncla, no rio Pn­ 
raná. Atacado a 12 por forças revolucfonó.r!a-; 
(uns 300 homens) travou-se um combate onde 
morreu um soldado saindo outro ferido. No 
dia 14 regressou o 2° Esquadrão do Regimento 
para Três Lagoas. 
Na revolução de 1930, seguiu com destino 
n Ponta Porã, a fim de Integrar uma Brigada 
Provlsórla de Cavalaria, o 1 ° esquadrão do 
Regimento, regressando no dia 30 no momen 
to em que nesta cidade se tinha notícias do 
tr!W1.!o da Revolução. 
Na revolução de 1932, no dia 21 de julho 
o c;iuartel !ol atacado por elementos civis que 
se chocaram com a resistêncla oposta pelo 
Oficial de Dia, travando-se combate. Tendo 
sido preso o Comandante do Regimento em 
sua residência e sabedor da notícia, o Oficial 
RUT 
Entre outras grandes vantagens, a abertu­ 
ra político tem contribuído para desmistificar 
pessoas e teses., às vezes de maneira inespera­ 
da. A passagem recente do governador do Rio 
de Janeiro pela Comissão Mista do Congresso, 
que examina proposta de emenda constitucio­ 
nal, que dispõe sobre as eleições diretas para 
Presidente da Repúbllca, foi rica de ensina­ 
mentos. Em primeiro lugar, há que d.:.stacar 
a denúncia do maniqueísmo cultivado por cer­ 
tos politicos, para os quais as suas convicções 
(e por vezes não mais que conveniências) são 
a encarnação do bem contra o mal, que é re­ 
presentado por todos os que pensam como eles 
pensam. O alvo era, é claro, o PDS, "materia­ 
lização do mal'', Houve certos segmentos reli­ 
giosos que, durante a campanha eleitoral, pas­ 
saram a identificar nas três letras iniciais do 
partido governista, o "Partido do Satanás". E 
aquilo, que se nos afigurou simplesmente ri­ 
dículo, acabou dando dividendos altos em á­ 
rea de politização mais baixa e nas quais, gen­ 
te coa e crédula, ouvido essa condenação da 
boca de quem a nós, católicos, cabe absolver 
nossos pecados, fugia do PDS como o diabo da 
Cruz. 
Já o PTB da senhora !vete yargas sofrera 
as diatribes mais duras, porque se aliará ta­ 
ticamente ao PDS. Agora, era a vez de apeli­ 
dar traidores os pedetistas, especialmente a 
figura do governador fluminense, por ter feito 
o acordo do Rio de Janeiro. O governador fu­ 
giu do vocabulo acordo, para abrigar-se no eu­ 
femismo: "entendimento", feito às claras. 
Certo escritor inglês escreveu que quem 
não tiver sido incendiário aos dezoito, não po­ 
de ser um bom capitão de bombeiro aos trinta. 
- Com o governador do Rio, a metamorfose 
se deu tardiamente, pois incendiário foi depois 
dos trinta e a coronel de bombeiros chega na 
casa dos sessenta. Daí porque é de um sabor 
todo especial vê-lo pregar uma união ,1acional 
que, outra vez por amor ao eufemismo ele 
prefere chamar de "amplo diálogo Nacional, 
para se fazer uma grande reflexão sobre os 
nossos problemas, em busca de soluções para 
superá-los". Evidente é que uma colocação des­ 
sa natureza estimula reações contraditórias. De 
um lado, um deputado que lutou ao lado das 
tropas legais contra os guerrilheiros do Ara­ 
guaia, assinalou que" o namoro do governador 
do Rio com o Presidente de República está 
criando clima desfavorável nas forças arma- 
de Dia abandonou o quartel aos elementos 
civis que também não permaneceram no r 
cinto, indo acampar na invernda, tendo aban 
donado o local no dia 27 sendo a 29 alcança 
dos por uma patrulha. O Oficinl de Dia já tu 
nha reunido os efetivos que dispersara e re 
constitutdo o 10' RCI que aderiu a R voluço 
Passou então o Regimento a constituir a re­ 
serva móvel de fogo, até sua dissolução em 
consequência do fracasso do movimento r. 
volucionário em 24 d outubro. Vindo de San 
ta Maria Estado do Fio Grande do Sul, chegou 
a esta cidade o S' RCD que prendeu e desar. 
mou as forças constitucionalistas desta guar 
nição, fazendo desaparecer por completo o 
10° RCI quo deixou de existir de 24 de outu­ 
bro a 30 de dezembro de 1932. Com o fim de 
reorganizar o Regimento, assumiu o comando 
o capitão .João Maximiano Serra que em pouco 
tempo o conseguiu aux11i,1do pelo comandante 
do 3 RCD que permneceu nesta cidade té 
11 de janeiro de 1933. 
Ocupação dos Atuais Aquartelamentos 
Os atuais aquartelamentos foram ocupa­ 
dos no dia de sua chegada nesta cidade: 10 
de dezembro de 1906. 
Criação de Destacamentos 
Parque histórico colônia militar dos Uuurad•>F 
O Ministro do Estado do Exército criou 
g A 
' 
L 
o Parque Histórico olnla Militar dos D »t­ 
rado em Portaria Ministerial n' 3179 de 19 
Dez T8com o objetivo de preservar e divulgar 
o Património Hitrieo Cultural do Exercito 
particularmente a Epopeia de Antonio Joio 
subordinando{ administrativamente ao 10 
RC a quem caberá a guarda, a manutenção e 
o desenvolvimento. 
CAA OL, 
(E; VII Corr&) NI n' 2E3 de 20 jun 
59 da 9 RM «Reservada). Com as finalidade 
de vipilncia, guarda, ação civilizadora e in 
formações. 
Criado pelo Comandante da 4 DC (Of 
n" 4-E3 de 20 jun 59 da 9 EM e/ base na 
NI 2-E.3 de 20 jun 59 da 9' RM. com as final!­ 
ddes de vigilância, guafda, ação civilizadora 
e informações. 
das." Desfavorável a quem, não foi dito. i1as 
o governador minimizou a declaração ao re­ 
darguir que se tratava de "uma inconveniên­ 
cia do deputado,.. porém acrescentou que suas 
conversas com o Presidente, tirante os assuntos 
administrativos, restringiram-se a reminiscC:n­ 
cias. Ora, precisamente essas reminiscc'.:ncias 
devem constituir o motivo fundamental da 
preocupação do deputado. Por outro lado, um 
Senador de primeiro mandato, que se tem no­ 
tabilizado pela linguagem insólita e desafios 
à cadete do Gasconha, interpelou o Dr. Brizo­ 
la se ele seria capaz de reunir-se com o Fresi­ 
dente Figueiredo e com os ministros da área 
económica, Aí já era a mistura do maniqueís­ 
mo com o patrulhamento. Foi edificante, en­ 
tão, a revolta do governador contra o patru­ 
lhamento, invenção e neologismo que se ficou 
a dever a Cacá Diegues. 
Nesse ponto, a esquerda radical encontrou 
afinal quem tendo sido guerrilheiro à distân­ 
cia, carbonário aposentado e sofrido no exílio, 
pudesse reagir a esse "dedurismo" que não pou­ 
cos tem cultivado, especialmente cm São Pau­ 
lo, e abertamente recomende que, finalmente, 
anistia significante· esquecimento em favor da 
pacificação da família brasileira. 
A grande dificuldade que o F:VIDB tem, 
ao provocar o Sr. Brizola, está precisamente 
no fato de que, bem ou mal, c/ resíduos de cau 
dilhismo ou sem ele, sincera ou aparentemen­ 
te, ele construiu um partido, que, tudo indica, 
será o embriií.o do futuro Partido Socialista, 
enquanto o PMDB é uma frente e, como toda 
frente, heterogênea e incaracterística. Assim 
como à Revolução de 64 faltou uma doutrina, 
limitando-se a ser um somatório de fateres an­ 
ti (anticomu:úsmo, antipelcguismo, anticorrup­ 
ção), as::im igualmente o PMDB é um comple­ 
xo de antigoverno, com uma fauna tão varia­ 
da que levJu o Sr. Jànio Quadros, não aceito 
em seu seio, a denominá-lo "Arca de Noé" .... 
Sem nenhuma preocupação diplomática, o go­ 
vernador do Rio arrematou: "Aliás, por ser 
uma frente ; que o P. IDE está condenado à 
cxtinçiiJ". 
Fazer previsões é arriscado. Lembre-se que 
Marx. a despeito de sua genialidade, desacre­ 
ditado ficou pera,te a Histéria, quando se ar­ 
vorou a scr profeta. No sei, pois se o PMDB 
é uma espécie em extinção em curto prazo. Ou 
a médio. A mim se me parece claro que, na e­ 
volução histórica, restarão os partidos que tem 
SERGIO PEDRO COELHO LIMA 
Tcn Ccl Cav Cmt 10ª RC 
proposta eleíinidn. O PDS, gosta o presidente 
Sarney ele chamú-lo ele "parli<.lo de centro". 
Não consigo, por meu Lurno, orientar-me pela 
topografia, quando se trato de doutrin;; polí­ 
tica ou social. Enlendo o PUS co,no uni p:lrlido 
reformista, e assim identifica o seu programa. 
Pretende a reforma da sociedade, anulando­ 
lhe as hjusti,;;as ainda presentes e fazendo én­ 
fase niiJ rn.1is só nos direitos fundamentais 
clássicos, mas nos direitos sociais. Não se deve 
ter vergonha de haver optado pela livre inicia­ 
tiva. pela economia de mercnclo e pela proprie­ 
dade privada, segundo a concepção genial de 
Ju. o Fulo II, quando disse: "Sobre cada pro­ 
p.risdcde privada pesa o gravame de uma hi­ 
poteca social". Esse é o nosso programa; esse 
o na,·o fanai. Há que ter, porém, pertinência 
e ,;crag;;rr. para imple:nrn.th.-lo. Há, neste País, 
cai'aii:ta envergonhados de o ser, porque a 
mola é ser socialista, c2mo se fosse um axio­ 
m:a cssa bobagem que se vive a repetir de que 
"o mundo marcha para a socialismo". Qual 
ccialismo? O dos países como a União das Re­ 
r,úolicas S'.}cialistas Soviética:; Mas esse é o 
socialismo que Comus primorosamente definiu 
c:::mo ·'concentracionário·', referinào-se aos 
ccrps de con:::entração, que o gênio de Sol­ 
jnitzi descrevcu, para estarrecimento do mun­ 
do, inicialrne·1te no "Primeiro Circulo'' defini­ 
tivamente no "Arquipélago Goularg". Também 
não será. por certo, o socialismo dos satélites 
soviéticos, ou o da China ou d::i Imperador do 
Caribe, esse senhor Fidel que faz apodrecer 
nas sórdidas :;nxcvai.; cs se:u.s préprios compa­ 
nbe:ros àe revoluçã). 
Com alguns intelectuais, para explicar o 
fracasso do modelo soviécz, abrgam-sc na 
tese de que Marx foi traído. resta considerar o 
socialismo marxista, que pretende - se compa­ 
tibifr,ar e estado com as liberdades fundamen­ 
tai::. C:de s~ encontra? 
O Sr. :.li!ierrand prekntle construi-lo, to­ 
mando por base uma França de estrutura capi­ 
tlista. Enredou-se nas nacionalizações. 
Vale dizer, na estatização das grandes em­ 
j'.lrern.s e béinco5. A julgar pelo que ocorreu 
neses dois anos de governo Socialista, as es­ 
perancas dos socialistas devem urgentemente 
transferir-se para outro País ... 
E ai é que entra o socialismo do dr. Bri­ 
zola. Quem ousaria defini-lo?

Rotar 'Huh tm nova I'« idnte 
1 
l 
Foi mpo. da a novo diretoria do Rotar 
C!uh de Dela VI«ta pra <111 J ,ll' (n detinos d 1 
clube no Li&nlo (/1, A nova diretorl f. 
tmpossada em rcuntd Jentr ocorrido quint 
fd1 n no C.(l,n:o 1'11lr,1 ft11(!110. 'l'•lln<ilt pi, 
corno l}rt,l J, n:~ o 1 ,·r t·,1 t •· •h ;,::tnc:a loc ,t cl , 
DnHco f11a:,nd.,I, LUIZ ('/ li! OB f( HtL, l ''f 
to des mls prals ua oldads b:]viste#e, 
fku vlr·r l•I'~ • e! 11 r  o ::1.1,h.', n !'· n•,11 
ele Bnnco (i3.1n",> eh l!ru, 11), V 1,:HVJ d,· t.HA ( 
JO CASTILIGS, err'o o sdvos«do l'.t 
mr da S!va Tu.ra e le oureiro, Artonio E: 
tban Dan.no, Asdm t	a u cant.'a,'o o n 
vo .mnsclh» Dr.tor. 
PAL/ VT!AS DO l'HESJDENTE 
r,-- 
Companheiros, Esposas e convidados 
Hoje, o Rotary Club de Bela Vista, enga­ 
)rurndo, recebe distintas personalidades do 
mundo cconômico, socinl e político de nossa 
cidade. Se11timo-nos jubilosos cm ,·cr que to­ 
dos os companheiros se fazem prc,cntcs, cm 
companhia de mas e,pcsas ~ convidnc!os. 
Rotary é vida, é vida pi na e cheia de ide­ 
al, pois tem como guia a pai vra SERVIR, que 
n;io só representa um conceito, uma filos1,iia, 
mas também, sobretudo. um farol iluminnncio 
caminhos. 
Foderiamcs en!c,cier ROTAR"::' c~"10 
rupostn à, pcrgu:itus que todo lnm2r.1 f·:z: ::i.­ 
rn criar um mundo mhcr, o que fazer? - tr.­ 
:vez esteja no SERVIn a resposta. L~m
1,ro-!'l:t: 
neste i•lstante ?.S palavrn· do ex-governador 
do Distrit:> 460 (Benedito Olcg.irio XoJUcir:-i de 
S'i); " o ntariano, a nosso ver, deve ser um 
homem de aç::.o. um ,·ert::dciro o:rntc d: i.1- 
tervenção e mudanças na comunidade". 
Neste contexto, companheiros, distintos 
convidados, não vejo ROTARY e nem rotnria­ 
no como uma prese.'1ça indiierentc; vejo RO­ 
TARY e o rotariano como uma força viva, que 
atua e transforma, que opera desde os mais 
corriqueiros ntos até as iniciativas maiores. 
Hoje é um dia de festa. :.1ario Vargas, 
transmite o cargo de presidente, não há mu­ 
danças de base. haverá. evidentemente, mu­ 
danças àc métodos. mas a conlinuid:::de na filo­ 
sofia, nos propósitos, é a mcrnia: SEílViR HE, 
LA VISTA. scn·ir o porn de E:la y;~la. f:::zcr 
deste ser'ir cnurn maior pi:rn n no,'" prf.;_o(fa 
evoluç5o. 
Quando se fala aue ROTA n }h3 
de serviç:i!', é um cJu:e de l:dsr:i-,r. fn';,-~::, 
na responsabilidade que c ri rl ;i r,t~ -;~. 
tem pcr~nte h prépri:. e :Tt:rni • 
ano 
dade, e mais, a responsabilidade pronto o 1e- 
gado de Paul Hnrri,. Rotary é uma idéa viva. 
É umn forçn que gera motivaçõe:; e nos 
incita a pensar e a viver em comunidnde. 
o rolariano. ass}m entendo, deve cr como 
urn ja.rclim, espalhando n seu redor o perfume 
e 
O 
néctar das ílores. ?,!iic se admite um rota- 
polar8 do 
Foto:; 
rtno irradiando nemattvismos, Par ROTARY, 
<(Ili ( u,11 e lulw cl idélns, mprc· h:í fnlv~ól' 
l r;, <>1 prr,bl, mnas, quando o diálogo e o com- 
1 .. •nhtld mo norteiam as nossas atitudes, 
Crn.Jmcnlo, c1unndn 11lgU1T cornpnnh<'lr 
,,,.<;<" rn1 dúvl:!a u íorp ck rtOTiI:Y, é pr­ 
<, li" ente compnhro inda n conezuiu cp­ 
l r II verrl cl, lr;1 r~, ncl!I do ílO fATTY. 
1.• mbro outro rotor!an» tlu.te, Arquime­ 
' Te!ro, ex G ., <. rn~C:or, "a v~, da'..lclr[l 
fo a do Ra! y te.d n auu!'! de seus 
l±e:s e tdo na om de vlors tn'erids 
+,'° €!3 po u rn. l'r•.cb 1w1s r.J, e.'~ g••nicn 
e ur homns, m a de hcmnen", 
cor;uns, tocados pe!'o ren:o de sua ulili­ 
chrle, 
1 
nru fa,er coi o~ r,ni··'c:. qu" con;tit•Jam 
na, n:,:J'.r:içõcJ mnís lcg'.limas dn humnnidudc, 
mo ver o mor prolam+d, o pio distribuí­ 
t!o, a fé dil'CrJificnd:i. A alegria com;-i:1rtilh:i­ 
da, a dor minorada e o méio respeita lo". 
~into-nv.! contc-ntc, rcr r.H :·e c.:cr :i co11fiun­ 
ça de meus companheir s, não vr:!o para trn­ 
zr promessas, cstou aqui para tentar cre:;cer 
om nc,;·1111Y, E:I ROTARY e PELO TIOTA­ 
tY. illinha p!atnformn de trab:.ilho cstú r.o nú­ 
mero l de no boetim. O Mvsçr;3 
1.  ninha mensagem, nesta noite, é a men­ 
m w eu ataria que ficasce cofno um 
de·afio maior dcsa t;estão ue hoje se inicia: 
r: -1:c-c,<irio que hn 'a nçii0. É prcc•so que ha_ia 
luta; bo:i. luta. no sentido de serm".ls respcit:i.­ 
rlros. nó.,. rot:irianos, nê-o p~lo que temos, ou pe­ 
lo que omos, mas pelo que fazemos cm bcnc­ 
!icio da comunidade. 
'amo.; unir nossa:; forças e njudar nos<o 
~cmclhantc; companheiros; nindn é tempo, dê 
sua parcela, contribuir para nossos irmãos no 
Sul, do nosso País. 
Quero agradecer a todos nquelcs que co­ 
JabJraram com os flagelados, vítimas das en­ 
chentes que vem ocorrendo. 
Levo também ao conhecimento de todos 
que n Vinçiio Cruzeiro do Sul, encontra-se a 
disposiçijo par::i lransport.:r as doações até nossn 
C:ipital. 
Para finnliznr quero pedir o npoio de to­ 
dos os Compa:ihcir:is p/ que juntos consig:imos 
rc::ilizar ns metas transcritas neste BOLE.'TIM, 
;gradcccmos no Jornnl:sta Sr. lvaldo e sua es­ 
} osa Maria Estela, pela ajuda e pela claborncã:i 
dêstcs folhetos e Boletins. 	• 
prctocclo 
Vervi A. Castilhos 
Nesta no!te memorável em que a novos 
companheiros é outorgada a missão de gerir 
os aestmos do nosso Clube, a nossa manifes­ 
tação primeira não poderia ser outra que não 
a de regozijo e alegria pela presença desta 
plêiad_e àe tão ilustres personalidades, repre, 
sentadas pelos nossos convidados aqui pre­ 
sentes e pelas nossas esposas e filhos. 
Este colorido, este clima de festa, este 
cunho solene, não assumiram a amolitude e 
a dimensão, que estamos a contemplar, sem 
o concurso ae todos quantos estão a nos hon­ 
rar e prcstigi_r.r com as suas presenças neste 
evento. por isto que manifestamos a nossa 
s::tisfação, o nosso agrado em poder comoar­ 
tiiL'.:.r com octos vós deste momento marcânte 
na vld.'1. do nosso clube. 
Momento mareante porque o ato que 
cvJm·nará com a posr;:) do novo Conselho de 
:r:nistrx7o, atest: o exercitamento pleno 
C"<; :1,-rc:::,,os consar.-,· dos pelos nossos esta- 
1 ;f rs <:: m:::is elo (!Ue !sto, indica n cada Con­ 
ho que asme a reafirmação dos ideais 
rctários que constituem a centelha, a mola 
mesr:·a do nosso clube. 
. . _No lim'ar ciJ nova gestão que hoje se 
imci::i. queremos e,'{pender o P..osso agradeci­ 
mento pei~ _compreem=;io, pela atenção e pelo 
companhemsmo que sempre estiveram presen 
tes no ensejo dns nossas interven;;õe? como 
e e 
Antór'OS om...., 
diretor de prtcolo rio e' ' 
0 
'." .. e: 
(l• !)('do. r: p 1 .. rnc II tr r do !iram: for1 
l 
I t)p •1t1 } f:1 
t r ib u td o para o dequ 1o !' " • ll , 	, l /1, 
nhamento da p r o lcl ·ª '1U • (. • 	u .. 	• 
n no I inrumV·nr !'l w, C"T o ' • 
c.oufíedn. 	«e o do 
De qualquer forma independem rr. • 
ldo positivo que posa eventui '111 
ldo c .. r,!Lnli: do t m pró! da meta em que 
t. tivemos cmr,< nh· elos. e :x .r..r•:. o mi t r ~ x 
tremamente gratificados pela agrele fe­ 
txpcrilnc!a. 
A pnrlir de hoje, então, outro cmp 
nheiros estarão aSsum!ndo Os Scgmntcs q: 
compõem a estrutura administrativa d. n: ' 
cn:idnclc. A todo, decj .rr.'J. p' n, l::' to '' • 
CC5CQ na funçíio C' pecifica inernts a cada 
CPl'l',O. E'it3mCS certo.; q ·.; ft)d:·~ rc.; p:'-/'lt:; 
csl:lo muito hcm IT'p,, n• . .r'." 
Destaque e v "l:11 h i qu • ;- p'>, nJ; (r, 
cl!nado a novo nroto~olo rt", 1 •n C'Jtn'1 ! 'l 1 
o companheiro Pedro M<$ P+l.11 ç.'2 c 
tamen!o fará enéa r.'n t!xço p!a d 
fi n u r :i ctl' tr:itairwn'o, P' !a f, cil d·,:• .. cl l o,::'cí 
tória, pela sua imp2tia e csy.ri!o dc ·ontrai'o 
e nlegrc. 
PREST:N':'.hS 
No jai do Ioiiy iaioüo i4o oie,aio 
Pedro RuI:no, rc~islrumos ,1:; prc::rnç:is eh 
Ten. Ccl. Scrgio Lima < Com:m'.lante do l!i' 
RC) e Ione; Dr. Cat:Jlino Lopt!z Zarza; (Jui, 
de Direito de Bclla Vist:1 Parnrr-.uil; cmprc~:l• 
rio José Geleilate, espo::a e su;i f•lha Sur.ima; 
David Jovani e Elizário Terr::i ~ercnt:.! e sub 
gerente do Brndesco; prefeito munic,r:al Afo.1- 
so Dillcn Nunes Leite e esposa (Dorinh:t); 
engenheiro Ricardo Scvza R2Sa e Sua =p3s1 
Tati; pecuarista Edson Nedeiros d± Mo:35 
e Cecília; padre Lorcnzo Piras; jom'.ll st:.i 
Ivaldo Pcreir::i. sua esposa Maria Esl:!la, sua 
müe Alice e sobrinha Adri:me; dezc~'.!.:ô de ro· 
tarlanos em companl1ia de suas cspJs~s e 
convidados. 
Parabéns ... Princesa do Apa 
Parabéns EJ..-positores, sucessos e mais 
sucessos são os votos de todos nó3 da TT.!de 
Belavistense de Jornais. Bela VisLa. a terra 
dos cantos e encantos merece tudo isso e mui­ 
to mais, que este povo e de outras plagas f::?.­ 
zem e fizeram por ela, Bela Vista, é o nosso 
Sonho, Esperanças e ser:i a noss::i rcaliz.::ição. 
Após Qu;tse 
1 
dois meses de um torneé pela França, India, 
Tailândia, Hong Kong, China, Japão, Hawai e 
Estados Unidos já entrn nós o cmpres:irio 
Elias Blrbosa que voltou com ânimo redobra­ 
do para continuar sua batalha frente ao Posto 
Ipiranga. 
Ch:i ele Cozinha 
da jovem Jussara Ramos, aconteceu no Clube 
Belavistense dia 2 pp. muitas amigas de Jus­ 
sara compareceram para animar com muitos 
"castigos" a reunião. 
Em!2ce 
no dia 9 pp. a Igreja Matriz, toda engalanada 
recebeu os padrinhos e grande nº de convida­ 
dos para o matrimõnio de qussara, filha de 
. .  
Oue foi a rainha do Carnaval Blavs'ens3 
de 1983, etari neste fir/l do mns comemora 
'no ss cun:a riras. Na pu'a da an 
vc:sr:aro r 	s'a pra r . c	p c c	r 	o s 
em!gcs € ccnv.'.dzs 
Ar.lvers::.rios 
8 '7 Fizim:rn n~os os irm5.os F íbio e Fernando. 
Seus pa's N&±o c Snia ornizramn uma fes 
tinha para c> cs anivrsar:antes apzasszm 
2lIE!::s j:r.to c : cs arguir:s. P	r o ? n s 
. ·;,scim'""nto 
D::! o:>rabén!' o cas'.ll S:lvio e Jacqu~l"ne, n·c; 
cu no di 10 pp. em Camno Grande o prl· 
meiro filto do c'.'.sr.l, um:i linda g:irota. 
Parabcn:zarnos os anil·ers:irhmtcs do :lê; 
Luiz Eduardo C. :Cscob'.lr. F1tima 1.irn3 
Rodrigues, Palo Romucldo Amaral, Carl.te 
V
elasqucz Erik'l. Narl:3. Brites. Jose LUlZ !'iU· 
' 	-><<.) 
nes, Aspir::in:e Eim::i. Carlos Zarzeke e o n .... 
funcionário G:lscn s:1,.-:a S:mtos. 
maravilhosas que nqui encontrei. 
- o nome <liz tudo • 
MEL 4TIL 
Boutique congratula, juno c-0rn ° 
de ,.-i-!i .!• 
povo Belavisten.se, por mais um ano 
nova desta cidade, aquele '1braç-o às pe,;;o; 
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