EX EL 83 ; O rnd; mal da maioria está cm querer ser um vcrd,Hki~o i:ucess:> pnra o mundo, com o ';pm· r:ri!a: êzes um fracasso para ir:5rio. o vima trazer promessas; não vim para diviclir c s:-mC na :-;ro­ gramaç5o d,,s festividade~ a:ufrv2~ a data ma­ ior do município. Dia 19/7- às 23 horas. baile "o G-mio Pe­ dro Rufino, arimado pelo ' Marca Re­ gistrcda, de Paranovai. com na rsincas das misses de Aauidauna Ar' .+. '­ verá a apresentação do cantor Ari Sanches, do programa S:lvio S--. No dia 20 às 8 horas, natmn'o das Ba- deiras Nacional, Estadual uncipal. As 8.30 horas, missa solene em praça pú­ blica (Praça Alvaro Mascarenhas). às 9,30, a­ presentação de teatro; às 10,30, show em praça pública com a distribuição de prêmios aos par­ ticipantes; 10,45, Gincana Esportiva com a distribuição de prêmios aos primeiros classifi­ cados. Não haverá desfile cívico Militar, isto por­ que o restante da programação ocorrerá no Parque de Exposições Rio Apa, com a realiza­ <:."ío da 12.ª EXPOBEL, a maior feira do in­ terior Sulmatogrossense, ,--·- --~~~- -- _,, _ ! Limites de Finaniatenta Por Cabe Animais de Corte Mensagem to fmt. do to" Reg;mento de Cavalar i ~ Por ocasião da passagem de mais um aniversário da emancipação política de Bela Vista, este Comando em nome da familia militar, integrante do Regimento Antonio João, deseja apresenta.r ao povo bélavistense os votos de muita felicida­ des, acompanhados de um progressivo denvolvimento, dentro de um espírito sadio de trabalho e colaboração de seu povo. Plano dos ou meros para se alcançar o desenvolvi­ mento, ão, de cada um, somando-se o esfor­ ço de todos, é que se chega a vstabilidade, a justiça e a melhor distribuição de riquezas e opcrtunid.:dc,. A minha mensaem. neta dia, é de fé, de creriça, de apoio, de oltdsrledade, é também de esperança, daquela e.perança que nos mo­ ve cm dircç,io n um Parque com hasteamento dos pavilhões 9:00 - Início do julgamento dos animais inscri­ tos com a presença do Juiz Dr. Dalor T. An­ drade (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) 14:00 - Continuação do julgamento 14:00 - Pencas ' 16:00 - Carroce] apresc.,tado pelo l(l.o RC 19:00 - Rodeio Internacional e/ Show de Tou­ radas 22:00 - Concurs.) de danças Folcóricas no Ciu­ be do Laço 22:00 - Baile 11:i barraca da PRONA V - danças do Pi.rlcão e Santa Fé 1 ' (1 1 'J 1 83 .00 . Alrtura do Farque i t do~ ,,nlrr.~iJ 900 . Continução do julamento inscritos id 15.00. Palotra no Clube do Laço promovi"o 1 J ·'-1ll'1AP/I (l·,1Tljitr.;t Bro•iklra ele l l'S• J• ll " I quisa Aropecu{ria) 1900- Apresentação da Escoliha Hipica 1€· cinto do Rodeio (Portões Aberto»). 70.00- Prova Hiptca apresentado pelo I0 o JIC [de! (Portões bertos) ''o zoe de tcuretros de {o lglg em 'r', phe r+ "±»s d Lr :o'o r !o/. d P!0A] 'n) Abertura do Parque com ha t·.nrnentJ ,,,s povllhõe3 . 1:00 . Desfile dos animais premiados ':00 . /lrnoço com Expositores , , :00 . Abertura Oficinl do torneio de Laço e/ , .1steomento dJs pnvllhõcs Naclonul e dos Clu­ o .s de Laço participantes Taça de Ouro e Ta­ a de Prato. !!J:00 . Grande rodeio internacional com Show de tourndns 22:00 . Baile popular na barroca da PRONAV 22:00 . Baile Social no Clube do Laço 23/07 • S:í l.::1do 8:00 . Abertura do Parque com hastcamc.,to elos pavilhõe.; 9:00 . Reinício do Torneio de Laço pcln dispu­ to da tnça de ouro e taça de prata. 12:00 . Almoço de confraternização dos laçado- res 14:00 - Torneio de Lnço 19:00 . Rodeio Intcrnacionol com nprcsentnção dos 10 peões classificados, Show de touradas. 23:00 . Baile de encerramento da 12.u EXPO­ BEL no Grêm!o Pedro Rufino com entrega dos prêmios aos Expositores 23:00 . Baile populnr na Barraca da Pronav 21/07 • Domingo 8:00 . Abertura do Parque com hasteamento elos pavilhões 9:00 - Final elo Torneio de Laço - Cinco me­ lhores clnssific:idos t:iça de Ouro, mais. uma e­ quipe de Bela Vista e os demais Taça de Pra­ ta. H:00 - Pencas 18:00 - Final do Rodeio Internacional 22:00 - Entrega de Prcmios aos melhores gine­ tes no Clube do L:;ço 2'.::00 - Baile popular na Barroca da PRONAV Três has zzêes %,+g gne{à pi pi ge &li? üsG ~si&Gi OSSOS impressos 1) Qualiàade 2) Preço 3) Rapidez 1 1 f Limite Bovinos Registrados pela '}J llovlnos com controle de fazend ".n I • genético fornecido p/ criador até Cri l '· - 1 60 uballnos registrados ....até Cr$ 41060 Bubalinosde bom padrúo racial s • ·do 1 A· 'l r. sudo o controle de fazenda até Cr$ 156.4 J l/, I Matrizes Bovinas registradas pela ABCZ atG CrS 220.8001)() Bovinos de alta mestiçagem até Cr$ 73.200 0) Bovinas ele módia mostiçn3crn até CrS G4.100,00 1 . NOTIFIC/ÇiO INCRAtPPJ/GR/Nº 283/83 Com base no pnrágrnfo único do Arligo 4º do Decreto .Percrul nº 7G,G9-l/75 •~:mvo::~ • mos para comparecer na :;ede do Projeto Fun­ diário Jardim - INCRA, à Av. Duque de Caxias 989 Jardim MS, os Senhores Clúudio Angelo ele Souza e Nimh Assunção de Freitas para aderir ao procedimento natiflcntóri'l do l rn''· vel de sua propriedade situado no Mm+cito de Carucol i1S. o prnzo para comparecimento e 1:Hr:: ESTADO DE IVIATO GROSSO D::> SUL SECRETARIA DE SEGURANÇA rúB!.IC1 POLICIA CIVIL Delegacia de Policia Civil de Bci,, Vi::t:1 AVISO O Delegado de Policia Civil do ~t.:un:cir,i" de Bela Vista MS, Bel. Lucio Alzira F -=rl'an •:c • avisa a todos que por força de D:!i. é t:rmi nnntemeni;e nroibida a realizacão de qu:11.wc. disputa ou prática àe esporte no perímetro urbano. nrincioalmente corrida de ca'!alos, coniormê reclâmações havidas. A prática ele esportes deve se limitar nas áreas inclicaclas ou aprovadas pela Prefeitura. Esclarece que tais fatos constituem cri­ mes de Contravenções e furtos, pois QUC ele-uns ~::::::::;; u:;;;,,,u,1 animais de propriedade do padrão, sem o devído consentimento e pro­ movem apostas. Após a publicação deste estaremos aten tos para reprimir e indicar os infratores, le­ vando-os a justiça. Bela Vista MS, 04 de Julho de 1983 Bel. Lucio Alzira Fernandes Delegado de Policia Civil r; • l •. J J. r ,· . ( :V..:':!. E:n !cto mn c. ) e ll J. :e 1 1 5{ t' ,·-- ++r-o+a « +-«;.2! ir Em lacta.ao (oms r ) cm r litro (a Its/leite de produçao diária até Crg ;;74 100 í}'J o!tiras e o'lhas m registro até crs 230 400 oItcirs e novilhas com re;:stro ut@ crg 2'..U.52fJ O'! Notific0ção qualquer manifestação por parte de terceiros é de 30 (trinta) dins a contar d::i data dest publicnçi'io. Findo o prazo tl:ircmo~ prosse.,,"U! mento normal ao Proccss) Ratificatório em q~c é requerente o Sr. W:,lter dos Reis, presu mnindo não haver nenhum óbice ref,irente a ,, rcguioriwçáo de J excco,o de :n,9,23 ln. (trinta. e ete hectares, ·ovn'a e et: ares e vinte e trs cent'ars), crif:do er :aa propriedade, M12ri3n Werne ir·!a odrues ExCC:!or do Projeto Fundiário Jardim Portaria No 277 de 21-09-%2 Trihuna da Fr11ntt>ira (Func.'ad0 f'm 20/2/19',2) C.G.CJ,1F. 15 513.203/0()01 - Registro no Cnrtório de Títulos e Documentos n.º 35 - Diretor-Responsável: Ivaldo Pereira (Jorm,lista Profissional, 1'1.atrícula JITPS n.° 140) Aclrni.nistrnç5.o. Redac;ã.o e Parque Gráiioo - SEDE PRóPRTA - Rua da Repúbllca s/n - Bela Vist.a - MS Fone: (067) 439-1410 - Ca.ix:l Postal _23 Diretora: lTaria Estela Velasquez Pereira Gerente: Gilson Silva Santos Depto. Circulação: Marilene lIarin REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira ASSlNAT"uRAS Bela Vista: anual 6.000,00 Demais Municípios _ 9.000,00 ~"DADOR: Ivaldo Pereira Um órgão àa Rede Belavistense à.e Jornais Ltda. Representação em São Paulo e Rio de Janeiro: T . .ffiULA VEÍCULOS DE COMO· NICAÇÃO S/C LTDA. Rua 7 de Abril, 282 - 5° Andar Panes: 255-2579 e 2.55-3·192 Filiado à ADJORI e ABRAJORI - l 1 1 1 l .. __ TE IS 22 de JULHO Parque de Exposições Rio Apa "A MLICOR E MATO! EXPOSYÇAO LO INTERIOR SULMATOGROSSENSE IW!lE!OS PE.!'"C!'S - S30WS - H,ILE~ - E O DESFILE DOS 1E3.:13ES C.MP;OES MARQUE U ENCONTRO COM A :'.t.'..!OR FESTA DA FR.O!ITEIRA SUL ESTE "A iNúNCto EMPnESA t CORTESIA QUE SERVE DA IlELA VIAÇiW CRUZEIRO VISTA E REGIÃO" DO cone l'tl.en sta- , t:r. tn (lntn, qunnclo come;moramo-; o ü5" '1rio dr crrinnc!f)nç:lo polH!cu-aclm!nis­ r-nJçc.r~ cJi• J3(;ln Vhtn, sentimos-no:, honrados 1;:iriv~vinr 11 no'>sa rncn•,:114cm, que Ginteliz:i ",4 desse Llslativo, imbuídos dos maJs a«"" ~oposttos de contlnunr trllhando a / ru,f''J • 1 . dll rl:1 cr,p'~rnnçn, alJcerçndos no Jcleal str" ue o trubnlho permanente o a res. off!U!ll '> • ..a i!ldnclc concede nos homens publlcos. pon ;1r/U/[,JJO E HESPONf,;/RlLIDADE • te biénio está a síntese dos vereadores be. DO LEGISL r Javlsten:;e3, sin C'>e e-ta que nos incita a bon rar os; exemplos que nos legaram o:; rundaf)'i que ll('(', clnrnm c':lo povo um herança de trabalho e dignidade, comungando os " eo;rr10~ ld<:hb. ntrontznndo no símbolo d1i Jw,Oça e da Apli­ cação das Lels, s mesmas idéias de ontem e d e hoje, q u e s e mesclaram n a simbiose que • f• • r4 ,,, . l l l 1 » » r ,! • • .. • • 1, , ., • 'a' . l , . ' ' • ... 1 : ;· ., ' Sergio Perondi eleva e que nos dá suficiente cor 1 •n p,11 p:-os5:t"'Wr rl'l lu a. UOJ.C :IIAlS DO QUE NUCA, a to o '!lfllll'lca que dl.JO"-,l 1[ .. !11 • m nos as sua m 1 vlvs perance deixamos o d afio da boa Jut:1. da luta que constroi e Cl.lU oldfrca ti verdadeiros ide,is d roerá ieos Ao humilde trabalhador, mp1t·,.1r e, ul pecuarista. fica a nossa € tz que Tp..st! • " , ! ° t.. d ! .- .. Anselmo Lopes Ir , . ' • ~~( ~ :-.-:;. . .. ,,:; ', ig; • : $.±: " .s e i-%.4. «.,o.r? i..........--....-..«...t° 1. l ti I l',rnlllhl, dt', 1 .I'- l • 1 tTilh •• . e pora o alto, tino qu a Hl,L d.1 lt•.!., ,:-- 'Al'Hó~PI·llt 'J !'1l).. Evilásio Miranda ClRudjonor Roclrigue:; Cassio Acioli .... _ so / 0 s fun~adores de Bela Vista., o nos .. 1h econhecimenLo aos aue hoje traba- am d•uturnamente par; transformar em realidade os sonhos de todo os bela vistenses lh '. ~-nossa certeza de que o traba- %; o,oro da 3:rincesa do Apa Ms. os muruc:p1os mais prósperos de ' Convocamos a todos para comungar :~.sco º. mesmo ideal, visando o cresci· esta LOdururorme de nossa região, o bem r e nossa gente. _,__ _ BELII VISTII . Sinto-me orgulhoso em estar aqui com voces, vivendo os dias de entusiasmo pela realização da 12ª ExpobeI e aniver. sário da cidade. Em nome do povo de Jardim as nos. sas mais sinceras homenagens. PARABl!:NS BELA VISTA Parabéns Expositores e Organizado­ res da 12ª Expobel. Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires Prefeito Municipal -------------------- ~-~---~~ -------- Sentimo-nos jubilosos em participar da alegria do povo belavistense, na come. moração do arüvers:lrio da cidade e rea­ lização da 12:1 EXF8BEL. Acreditamos que E-:!la Vista, através do trabalho cie seus filhos, dos esforços c;_nup...,. IH.i'.'l'ICIPAL DE JARDIM conjunto:, ele suas autoridades, pri11cipal• José Carlos Mediros Rc2ha mente do Execulivo e Legislativo, atin- Pr2.,;idcnte {rDS) girá em :;urto espaço de tempo todos os I.incy de Va1c Gom!:s seus objetivos. '.'i:!e-Presi.àe:-ite (PDS) Hoje, mais do que nunca, é preciso RQm~i!l:lo fü•ito e.! :.füanua acre:iitar na terra e no homem, a noss9 (Secr~tái•io) (P}IDB) região está prestes a se tornar uma fon Aliredo Jorge Situeira Ribas ( P::VIDB) te de riquezas e de participação maior. C?.rlos iIúrcio }Ionteirn Sá {P}IDB) Para isso necessitamos do trabalho con- José Atanásio Lemos Neto (P}IDB) junto de todos. • F ~ Jose ransci.,, o da Silva Fillul (PDS) Devemos viver confiantes e com es- Luiz Afonso Siqueira Ribas (PDS) 1 peranças, e não viver se lamuriando. A Yi"ilter elos Reis (PDS) troe _ e força do pensamento construtivo é fator p,imor(:üJ para se alcan:,a: o s·.1~1:sso. PARABENS BELA VISTA 1 Administraçóo: Aronso Afonso Dillon e Esposa (Oorlnha) Qunndo assumiu a Prefriturn r.1unicipnl ele Dela Vista, dln 13 ::lc m:ifo de• l!lll2, o prefeito Afonso Dillon Nunes Leite, homem simples, oriundo cio povo, :;0111 um pussndo ele t rab:i­ lho e de nmor n sun clclnde, àlzia n um r,rupo de amigos "ofC"rccl a minha dccllcnçüo cm pró! de e la Vista, atingl o màximo cm minha carrt'lra pnlitlca, 11:ira mim é uma honl'a ser o prefeito desta clclP:lc. N:in frustral'::I nnsrios e lll'lll me Iludirei com P.~ vlt6rins. S1í posrn pro me lrr uma r:ii.::~. ilar o milxtmo rle mim mes:no. Tenho cerirn1 clt' qttc' o p:n·o s:1- bcrá comJH'Crnclr1· as minhas ntitudcr;, 1:ols rnc::rarrl l''.ic dcsnfio com muita sericd!lllc''. Assim tc.n sido n nclm:nistra::r-o cl~ 1 011sO Dillo:1. um, sequôncln ele rt0s rc>spons:n'i; e cocrontes com rói !ilosofln do homem que se mcscb C'Om o p::ilíti:::o ' r ~(lm·n:s. trndor. Município privilrp.iado j)O'O on'clrn e- tralJ~Jhrcl'lr. m 1s r.lt.amentc exigen·e cm m'ltériris ele co!s~;; oúbl'cns. Dela V's!n vive uma !nse de trr.nsiçfio. H0. ne::essicla::1-.s prcmen'es ,10 campo socinl, mas hn tnmb:!m cxir;~:icins rle ordrm t•rb.1nis­ lica que levam o ntual prefeito a se clesclo1:·nr 1wo~urnndo sanar falhas e realiwr obrns que o povo tf!nto rcivincl":::~. Gcrnlmentc, qucnelo se comemoro o an:,·cr~árb de unn cldaclc. o ::hefe elo Executi·o npro"citn-êr elo clima festivo paro fazer um rctrospccto de suns rcnli:wçõl'S;:) uma chnmnch a suns pretensões. J!: aquele "elho negócio, fiz isto ;:) inrei aquilo. Afonso Dillon pensa diferente. "N15o h? nrcr <· foi; 15 4; O·to+?3 sob um prl<:;m: dl' 1·. 0«'1011s~lJPi1l:Hie, ll:; C''i•·-: • .-.,~ r,:r-:: 11 feitas poro11" nt·pcls:n-vm serem feitas. (, :• r,ºC't•r;;n (l" i:•n plvno ele trnbnlho n 1lccr:;n!lo c-;n nossa rea!iclnde. Sem fan­ fasi:ls. Sem olimismo barato. iTas cheio de fS. de esperança, rlaouclr certrza ele que cslamo:; fnzc.i:,o o c:::rl::i no mom:::;ito exato". Nurnn :,tihir 1 " rle ror:>r>em sobretudo sem receio de ferir Sll."<'et ihiJi0:irlrs. Afonso Dillo:-i Nnn~« I :_,ite Yiu oue c•n preciso "rnr cva r· orle:n, reet ·trr toda a sistem:é. 1ir-?. interna Gn mnni·ira!i1de ara deis pzrtir para r.?:-l· lizar s obras +ece:;ri1s". "Quem C'l'll':i os ~"!!< nn 1r~('.">;Or<'s n:,10« erros do uresC'n to n/lo l"l'("'rpro o l"'nTl"'r. de ;-,:-]rn[ntotrarlor" rl':,:i:i, ele n n'"lSS'l rr>nortPPC''11 ","'e havl~ rrros. crn!U pr-lnrin-; r.:is particulnri­ clndes lnerPntes :,o morFlo lmnosto orhmdos ela conjunturn e mf'todos do u ta!has e desvios" Ao mudar a estrutura udmlnistratlva. remanejando, tmns ferindo. Sõl'ntlndo esforces e vontades nrocttr1tndo unir e for­ tlllecer os aspectó:s positivos exlstentl:'s. • Dillon iniciou n /molantnel!lo dê um ,~s'l'lLO. :Esse e~tilo evidentemente, 110 início, gerou controvérsias e m1l e:1''..':-:c!..!2:,:;, O ESTILO DILLON NUNES LElT:€ Ao coment"lr sobrf' as divergênc':is existentes no início de sua ::,rlrninistracão. Dillon foi taxativo: "Trnl10 um nonir' :1 zelar. não soa un, homem rico. o r,ue rlt>b:arci a ml'us filhos é vm romne. é u ida clP traba­ lho. ~,. " 11ovo de Tolo Vista qr um re"eito rtcdícarlo a sr cidade. comrecnlerá todos os menus n'os. tn :u; :,<: mi­ phas atitudes, sejam cks tlc caráter políUco eu :!:"!.ministra t.ivo". E o vendn,;al atingiu !l Prsfeitura de Ecla Vist'.l. FUNCION ALISiHO um edüicio deve ter um alicerce forte. !":>b pf'na de ver­ mos ruir as sun, estruturas._ Assim ~i!ln11 entw:leu. Assim f , Demitiu vários funcionários "aqui é l:ar para se trah:1 ez. • , • • • p • 1 , , ,, nomeou outros. trans,enu e rem::meiou. • reciso 'r ,har ' . •oe preciso de gente que queira re:.ilmente SERVIR uma eau1 • ~ ,.. . . . VIST A mas uma eqmoe pree1~,1 ter um CHEFE e res- • BELA , · • · , . . E sou O chefe. se hom·er erro<; ~,rrc1 o unico a 1{,cl pe,ta 10 • t então 3 mlnlla rc-sponsabi.lidatle é maior'". gar por e e~t fo~ sempre que não é adepto de improvi- O prefeito enI :.,1, 4a.s,3-.5- < +;uejaiu - . f 1ÍVf'1 f'jJ!I' !" . --··• •• ,., .. ,,_,, L" l'' ,.~ •. <' sações e nem 1n1a! ' Dilon Nunes L.eite AJTIES KAFURE CHEFE DE GABINETE Aclmlnistrnr com o povo nfio significa compactuar cm nooulismo e dcmn!:!;orda. "'.1s ,·czcs é prccíso d?r um 3 :, palm-i­ ''"~ 11 0 filho 11rsolJC'dicntr para que C'le cnmprcC'nd;1, o ~rro. ... • · 1 n' ra··!a rsto não siJ..'ltifica que não o amamos. nm1to IJC' o co •· • , • ;. sinal llC amor'', VrrlH!S, SPmnrr Um Problema. ilas Há so! 1çiío . Fnln-se n todo instante em crises e mais crisas. difcl ,'!Jrks nnra se rnpt:ir recursos. nlocar verbns 1:nra ~"al11.~c;i 1 ,'~ 01,rns. Neste nsnr:-to o orcfeito ele Dela Vista 6 rl s ~-- rc-clr nur o mt;ndo oxisto. isto o roblm 'o ,.l r' 1 ,r• • T') () rrhlm 'o rcros ma'orais Tudo o rc·mo do ,...,..,_ r-o cncaramos o problema. A nivl de a@mini tr» vi ;_ ·l, ralmnte. o problema do vorEs é m ronc';sr»to "TI t, me: p'ir e rã 1 37. 0 rcí't1rcn n1n !=;c1n :1.crcsc<'n ar • • , . -r. ·zrlas mns há desress necessárias. devemos RTAR TT. P"E:S1S fazC"r o m:í•,im0 com o mínim-i ro>~:;:c!. Tr.t) c·:!<;:- ccrificios, mas na vida nada se ía7. fC:TI sacrn1c10~. ,e t,: Prcci:::-i fris:!r ouc Dilnn ontend e" o sr rr 'n­ sareiro" o suas atitudes "duradouras'', ou sei "cu pascarci, n:~~ :r. 1:1in!1a-; idé!u:; e n,cus ntos pcrrnonc:cr~ 1 0. TRII3UTACAO :VIUNICIJ'AL ARCENIO LOUREIRO Se nào há rccurs:is suficientes FORA DE BFLA VISTA, vamos dinamizar, agilizar o setor de tributação • e alcéar re- cursos próprios. • • ··, - • • •• Hou,·c muita celeuma em torno dos imoostos municioais, muitos desr,1conlros e mal entendidos, ist:i m:iis por fatcres extra administração do que própriame!lte pé>lns mudan~n,: cccrridas. A nova tributação se fazia nccsíria, houva uma va'xi­ za;ão muito grande dos imóveis, hoje a ra'dd> é 'ia rr to8). O imost ave vo ra?2 é o pro@r;:o ano ·v. ± r-.- ·- t•r;: J111·,icir,:-l de Brla Vis,·1 f. 11m:.i das l' f:.:ito. r2:ar das chuvas z 1 t ramntac ·!+ia + ,V; início as obras do "e±porco d» cb:-õ': aue serão feitas c --:-.., n .... ~ rvicira!idade, ada'rid. .a ..i 7' i9ti10 de !por 1in :,o18, 7ar t r b m as cstradnc:: vicinJi••. n :,i· f ~ i • u ~ : • ·.!' -.., cm ngcci- çõcs µara ;;dquirir dois rn:-:,i:1!t,: _ Cua__r1do assumiu n Prcfritur:i. Dil,:,, X,,,~rs L,:i·r tr:iro·J um plano arriado de :,r,ras. ; ••,,-:'. : d D i ' = o o Obras aue tem a frente o cnen'ir Dr'! C +.1o nrtod 7i­ ela ct::1t:: ~::o te,·:-.:!:~Dr a ;;-:.,·!.:-<: ~- - .. ; l"l B:.r.ío do do 90 ( . 'i - 1 1 -r 83 • : '.TO , . r r 1 • 1 ,, ~ r-r'.! -,, r=- ~ r 7 ·• ""T~ 1-:-:,.,. lIe.g. .. ço. e tun102:n 1:11 .... nr o .... :"..J:, ~-- -.v- .:e. . Além dns obra;; nas rut,'3 elo centro, Dilbn e:;:t~ c.mpen~> em agilizar o Parque na prui do Ana obras aue e ii" .onC:ni:.c - ... :·_::e.a s::;o_ q•1ti:. ir; rd ~.,:,·. a(l' ~- : ... $, m; '1 _, , " +e' uns«a ( . h?van. le ca. ature. llslru. • mol. n h a 5. 1 a! pos. ada ~-~---------=,~ • f . , , ... 1 ... » r » f • a:' i , · r- ----------------------~-------~~· -------•---- o p:,, ,r,u,y e; um·, d. maiorc~ atruç,jc~ turís- 0 e ... _ino fro,,teir.J. t,. um mundo :i parte. Mundo de om, bele­ tic, s da ( • 1111 )1, ,. A r :>,t • ;,, lun ·J,, C',1 •. ino .. .i;, um con'i- ~a,1ues " l c.-·J 'l' 1. ; ,, r r a permnça ] :,r.t nnuto.,, no.) pnno::; e ire" .i: t· no jorro da orte. .Ji, d;,:ia o poeta que :i:; m.1A LOUCURA Nunca um cliente entusiasmado definiu tão bem· o CAS­ SINO, quanto aquele paulista que veio a fronteira sentir o nlma ardente do fronteiriço, o charmê e o romântismo das mu­ lheres, ao definir· a presença de dezenas de pessoas, olhares nervosos, mãos ágei:;, palavrns profcridus ao acaso: Ê UlV!A PO'.XTO DE ENCONTRO Quando o bzlu·istense recebe algum amigo, pessoa ilus­ tre, ou quando chega a c;idaàe algum político, ulguma autori• RODCLFO PEREIRA O dir lor dtsta Casa de :::onhos é o empresário RODOL- FO • ,,REIRA, ela±stense de coração, se=sentino roxo, apre- or do bom vin.ho e d:.!s bons coLas da vida Rodolfo Perei- ra, hornem ligndo .:i vários negócios na fronteira (armazens., . Pecuária . - . . . e exportaçao) e pessoa dns mais gratas na sociedade ,, tebviste•isn s . • e. iemre pronto a colabor::n- com as imcialivas co- tnuniiári·'s • u está participando da 12.a EXPOBEL E o f ---~--------------------- dade, o primeiro lugar onde se leva o convidado é ao CASSE',O PARAGUAY, ao RESTAURA.1'TTE DO CASS!NO. onde Yocê encontra pratos finíssimos e iodo 9 tipo de bebida importada * . nal ,, ,> .,, ,,! . d 1 .. t'< r crn, !;Ir!,, q1H• 11 1101l,• Jl;:lll'Cl'ITI adormecidas no mundo do onhos e du•; l romc: •. o C , 11w ,. 11111.1 pt 1 ,•n< ,1 m:,,1,ca, LOUCUfü. Sim. é uma loucut,1, in briante loucura. Quando i·c cr ilicn o JO/'IJ, r,_ sta aquela fr a s e ., e tilo comum cm Ikla Vista e na fron r-irn: JOGA QUE,:-1 QU!•,H, agora ir no Ca:;:,ino, ao He:,.nur;..nte In_tc:rnacional;_ (!, :,i~al_ de bom gost.o e de frequentar a melhor sociedade de Bela Vista. « 77 l • 1/"" I'/. (Wiskis, Llcore;;, vinhos e conhaques). O Rcstaurauf.e do Ca.s,­ si.no é o po::to de e::contro fntnçJ.o dl' artl~t:!.!I Q1.nnto ro e- n-:ur'-O de fantasias haverá inovações e valiosos prm!- 0'1 c.m dinheiro Nunc:i ó,drmnls 1~mbr r ori.1.- 1:,vilho•o carn.-iv~I 113 quando º" foJ:(,c:1 MARCOS LO±IS IODRIGUE ANTUNT. • O grande campeüo dos carnavais belavistenses. be'avistenwes dvrm um lera e bom roto E. fe t,1 n, , 'a f: 1 •• do cA IG.o» os anos ~aICO nalídade. da urn sl,ow de orii! 1 IliLABIZOLHO • No balanço do samb:i, na alegria contagiante, no embalo livre e c1:elo de veneno, o bloco Balabizolho foi um grande dos campeões do Carnayaj 198:i, Belavistcnsc de PREiT,lADO . O Bloco dos "Palhaços em Noite de Festa" Braulio e Angela e Cassio Acio ly e Dalva. /:S :'.!EU:,o,,O:,.'~'-, • /1. su:w!d2d(!, a gcÇ'l e a beleza. As Melindrosas : N1aria José Alrr.,i da e Arlete Fernandes. do pr .n cer niu BR.ILH.'.1"TE APRE:::iENTAÇAC. ifa;ilcte Rodrigues Corréa - todos os anos a mesma alegria, a participaçüo, o samba no pé e o chnr me da mulher belavistense. ,..,-,~7"'"--:::::-::;,r:~""'-:"'i;:::;:-"'r.'':.lr-'"-"'.,;:;;iili"~".1il81 .. II •r-◄:&Wõllt'!"''""'""<>-"'"lg-fl&'II.Qlll!l4'!1"!!+'l"J'f.l!l'::..,i:"y':!1~....,__,.,..,u ~-~ - • 2." » /;<·• f-~ . a • ~ ~ --~'-~~- ~ ·--- • • -~--------·-----·--·-..: e · . ,... . Rua: Duque de Caxias Rua: Comle de Porto Alegre Run: Gcnerul Soares da Rocha Rua: Earilo do :iIelgnço (03 Quadras) Rua: Alvores Cabrn.l Rua: Barão do Triunío Rua: Marechal Rondon Rua: Da República Rua: Bnriio do Ladúrio (Pontos críticos) Rua: Alcebiades B. da Cunha (02 Quadrns) Rua: 03 de Outubro Rua: Guia Lopes !U3ERTURA DZ RUAS Bairro: Serradinho Bairro: Agua Doce Bairro: Cancha HEFORllfAS CoJ-égios: Castelo Enc:mtado I e II Colégio: Jarl.Jas Passarinho CQlégio: São Patrício • a ------.........-...---~-----------~------~--- .. ~-~~--....;.------- _ a Alvares Ma carenha Ca.,tro Aht; r rf» DO ]; •. ··! ,, E .. H,UMJNAÇAO UA<; l'lliÇAS I:liFOHMIS DE l-'Ol'TE5 'iz;·41 , ±q.15ç70 Recuperação de Máquinas na -- 1. , <: 1 _ • :· .o, too !lo Nunes L .. ?te-, 1 . : 1L,--·,- • • ,', , .. __ ,. • ,'tt',.'o E,p;1rg1dor (Así:ilto) 2- Aquisição de um Rolo Compactador Pé de Carne!ro 3- quisiçio de ·ua Ro!o Compactador Liso ria car T.e 0 3b»do reajuste de 113,40% mas sua! pestes. .. ta~· Pela p'.:meira vez os aumentos nas pres­ ... ,.~es devidas ao BNH supera o índice de rezjus. 1, • .. ~•e s .ar.ia! fi;·ado pelo INPC que sofreu Gmn ac.' ' • 'resci!o de 118, gerando no bolso do utu? :il'lo uma defasagem de 11,60%. _ Aparentemente uma diferença de 11,60% nao represent:i muito mas na· conJ'untura atu.1 • ' • " em que o INFC é exourg,ado e que não 1'€pr • • . esema o reaJ aumento do custo de vida e utn vcrdadeiro alent.ado contra a economia ,,,,,, nao Dinâmica DEPARTAMENTO DE ESPORTES FR popular. Todos os que recorreram ao sistema para financiamento de suas casas o fize­ ram porque os aumentos nas prestaçées a:;5 então, não ultrapassava o percentual do re,1- juste salariál. Nenhum mutuário do BNR posrul:l um enriquecimento ilícito, todos quere;n a justiÇ'l, isto é que os aumentos nas prestações se m'.m­ tenham dentro do limite do reajus·e sa':ni'I do t nlilk. l;1 ., firn J~ . J, pela 1 ( j"[ ., Cv,IJII 1t11r.1 ,. • ll'iC,, Os Dentados da área - Federai e E'aduzi4 UbaMl n.,rcm (' S11ilo Q., ir,,1. - ,n Rigo e Gandi Jamil - poderio itrceder no ventid da criação e implantação de mndtutr'a1 1 ., !11lllit'1! lO. Se o Projeto Bela Vista sensibilizar os politicos que tam­ h ni :l< ,111nir,l!ll ( ( llll!'OlllÍ· () 11n~ p]. l11C l cnm o l l o bla­ vistnse, evidentemente que a iniciativa será coroada de êxito, I - lV Copa Morena de Futebol de Salão, com sede em Bela Vista de 27 a 29 de agosto de 1982. 2 - Quadrangular de Futebol de Salão realizado cm: 16-10-1982 3 - l.o Torneio Aberto de Futebol de Salão realizado no Giná­ sio de Esportes: De 21-01-83 à 06-03-83. 4 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Sessen­ ta E. C. e Operário FC de Campo Grande. MS. 5 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Se3scn­ ta EC e Comercial de Ponta Porã. 6 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do S::~­ senta EC. e Fazenda Itamarati. 7 - Amistoso de Futebol de Salã:> Feminino, dia 05-03-83; 8 - Amistoso entre os Gordos e à Rádio Bela Vista, dia 06 3-83; 9 - Dia 12-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as Equipes: Sessenta EC., São Geraldo FC. e as Equipes Campeã e Vice campeã da IV Copa Morena de Futebol de Salão. !O - Dia 26-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as equipes: Nishikawa EC., S.o Geraldo EC., e duas equipes de Jardim (MS); 11 - Dia 02-04-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as equipes: NishikawaEC., São Geraldo., ABC (Paraguai) e Uni­ ão Ba..'1deirante; 12 - 09-04-83, Amistoso de Futeb:,l de Salão e Voleibcl entre as Seleções de Bela Vista e Jardim-MS.; 13 - Dia 21-04-83, Amistoso de Volei Femininô da Seleção de Bela Vista contra a Seleção do Paraguai e Seleção de Volei Masculino contra o 10.o RC.; 14 - Começaram no dia 02-05-83, introdução de Handebol e Basquete , 15 - De 12-05-83 à 25-12-83, torneio infanto juvenil inter-cole­ gial; 16 - Dia 15-05-83, apresentação ao público do jogo de Handebol e Basquete; 17 - Dia 22-05-83, e.'1contro de jovens de Igreja Santo Afonso. 18 - Dia 28-05-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as equipes: Nishikawa EC,, São GeraldoEC., Sel, do Paraguai e AABB, li'"""' tsportes r ab que e te e um N., .. h,1 Ctll) to maniepio, !' tl, omprot! rido nd o o o De- 1 d I llllllh'lt Ili l , l'l - Di"1 01-C(i f3, Sl•lq:iio dl' Volcl Feminino contra Sele­ ção do Paraguai e Basquete entre Oficial:; e Sargentos do 10." RC.; . 20 - 0;:i l l-06-03. 'o'.ei Feminino e ).Tascu1ino entre or. cole- gios Ester Sóva e Cr,~tclo Dranc:i.; . 21 - Dia '.:1~C6 IJ3, de:;rcd:da das aulas do semestre do Coleglo Ca"ldo P.. anca com p6o; inter-classes; 22 - Oi.J; 02-03-t' 1 de Junho em Guia Lopes cllmínatórla da l.a Ccpa Morena do Voleibol onde sagraram-se campeões; 23 . Dia; 2.;,'.?.3,'.:(; 27.28 de Ju.nho cm Campo Gra'.1dc, finais d::i La Copa :ilorcna .de Voleibol :vrasculino e Feminino. onde a equipe Feminina sagrou-se Campeã do btcrior e Vlce-Com- pci! c'.:i J ª Copa ;forcna de Voleibol. 24 - Dia 10 07-83, 1.o Qaadrangular de Futebol cic S1lão Fe­ minino, com distdb:.iic,:f.o dos produtos da Coca-Cola Grntu!­ tame:ntc; 25 . Neste f.cmest:c que passou todos os Colégios ele n 1sso lJun;cír,io tivPr.J:n !ívrc acc:;s:::, ao Ginásio de Esportes, para treinamento de seus alunos; Melhorias feitas no Gin:ísio de Esporlcs e Estúdio Oclávic • Fontcura 01 - Aquisição de materiais para a prática de Volci, Futebol de Sal.ia. Handebcl e B:1squctebol; 2 - Compra de materiais para uso de nossos atletas que reprc. : ·:.. i ..or.', o:o M: cí' , 3 Co!cação Cu rde d: ro'egão at:ás dos o}. par maior -gar:ga dc; torcdr."; 4 - Trcca de todo m:airal danificado cm nsso G'ní:,) de Esportes, ccmo: Vidros, dijuntores, cana1ctas, cano:; e várias melhorias em n::;~~o Ginásio: 5 - Colccac,:ã:i de Cortina no palco e chuveiros elétricos nos alojamento; 6 _- Venda dos espaços ·a1ios Fara propaganda do comércio lo­ cal, r-ara um rr.e:lhor viEual do Gin:í:;io de Esportes; 7 - :-.Ianuter.ç~o e Em,eza ôo Ertádio Octavic rontoura, para melhor prática do Futeb:,l de Campo. Bela Vista, 05 de Julho de 1983. Jorge de Souza Ro:a - pres. da Comissão ~-/Iun. de Esportes Se num esforço gigantesco imputarmos o ânus ~c;ssa ralênc:a nos mutuários, devemos então punir aqueles que efetivamente deram causn. É lm:n:mGm::.n'.::: i,'71-,iossivel, racionalmen te inacreditive: e uri;czmente ilegal O pzr- er:tugi st;ui?do elo BNH, impossivel pcrque ninguén corsa:irá pagar sem que haja uma ral e aeu&ta'a aimninuiç@o no or­ ç;:;mcnlo fo.:71]':.:r oil a',é mesmo uma :::om· plcia 'nsolvêncla clcsrn mesmo orçamento; racirc!rente inaceitável porque no ms ment'J em que vivemos a idéia é rejeitada pela raz~o. e juri:ii~mente ilegal porque re e os pri.l".:::íp!os da equidade e da justiça, Tenho ccnfianç1 que a Comissão-institui- 1 da pelo Decreto fixados do reajuste, ao anali­ sar a situação entenderá que o aumento é, nada mais nada menos que insustentável. E se isso também não acontecer, se seus ----------- r membros tiverem a barriga :::heia e a cabeça v2zia. a. justiça carta.mente saberá distribuir o seu misLer porque não quero crer em lobi­ so;nem. Reflitam, enquanto eu lhes desejo uma boa semana, Itamar Dutra PREÇO OES'l'R EXEMPLAR CrS 50,00 ------- 1 BEL Curiosidades H stóricos tr;:11uu N(:A hA l'fll.FEIT 1, "Di, 20 de Julho de JIJH , '1,>rdlllo . lv,.l'!l Ma!lélll'f't1hn:1 "H4 %4 nos passados, num dIna como c~to, 110b um céu II[bilo, chelo de sol o r plnnclcccntc de alelutus no coração da insp. nto cidnde . ... oh m!nha Dela Vista, bendita Canã , terra moçn o npot'.tos noiva do sol e das fl )· rcs, em 1cu nclo do l<'ito do mel, uooll,o o d'z ,. r.t:m ntnv1M. n pror,n rudt·, n trnsc chn. de•. n quem ( ntre os que te mm coube n Slfll'C!l' tnrnru do te fi'.lud1u· n":,l.:i rtln, pnrr tJ, por t dos os titulo, wusp/closo". Aslm +ta:;+ tela Vi ta o poet1 D . rvIho .e Tol'o, Chamom; Marcos Moreno; Acint!no Sam­ pio; Joquim de Arruda Rondon; Ab!lio Sá (do!s períodos); Demostene Martins; Mario <: ,rc lfl; M!llliio Loun•lro; Alvuro Ncvu,; Pedro Iope; Ernesto VII«boas; Ma!o da Costa M·,n111 ~; Dom Anlonlo MnrJ:.i caporo'Jsl; Perl rJ ! M1nf'l:ln Melo; Alvaro cJn Sllvclw !'Aa•;carc- 11J,·,•, At:•nns•o cJo Alrneldn Mllo; V.iltcr E'lCO• 1 r Nunes; Dr. FJorl Murnno; O ,valdo Turlnl; ':. r iio de Ollve'ra; (no+ 290172); at l Dr iubn Alberto Abihott de Citro to t de A«!{o 3r!o g Afonso i!!l n un, Ieitn c 1 ct11l'fe re<:<:bc·1 cem de um novo e ,r.' Surgiu sua pr me,r com o ncmne de "Cor Com o decorrer do tem com,olldnn pCJl ç0es dos belavIst cada urn cJe pt lt;l.lllÍÔE'S !.OCia •ili mu,tns dn od tcntt'i n tt;arando '· • - pereça ! sfiu No +nos ·n O ±!izz'os T t Ir ço e tiínt Asem o Corina t O':..l f?. ! ,., f'± a '!e. l ,l j , UJY /DiH 11STílAOOn Pnlnvrfll' c!o Severino Cnrvnlho ele To'.:i:"o n rl'.'spr 1Lo elo pr.:-fo!to Alvnro Mn~cnrcnhos "Alvnro Mnsr.nrcmhns. essn firrur.1 hnp'.):11 ln, que com rosp~llo nl>soluto ns trndições (e famlllu, colocou n nobreza de umn raç:1 a:im 1 de sun vnldndc ou pretensões de mando . . Como politíco niio é um intnrnsigcnte p:1,­ lícl1frlo, é um técnlco, dando aos seus govcr­ nnc:los o que n ciêncla moderna oxlge ele um nclministrndor osclnrcclclo, honesto e Jnborlo­ so", "NHO ANTERO" Em 1072 aproximadamente. chegava n Beln Vlsta o Jovem Anthero Loureiro àe Al­ meida, vinclo do Parnná, em busca de novos horizontes. Jovem, com multa vontade elo vencer, Anlhcro conheceu Clcmcnt'} Dnrbosa, criador de gnclo na regiúo, com o qual nssoci­ ou-se na explornção dn pecuária. Logo depois vieram os seus pais, que já estnvam cm Mato Grosso, Fr .msclsco Loureiro de Almeidn e Maria B. também seus irmãos e Irmãs: Afonso, João, Mllitii.o o Salvador· Ana dn Conceição, Perciliana e Umbelinn. To'. dos flxarnm-se em Bela Vista, onde hoje vi­ vem a grande maioria de seus descendentes. Igreja Evangélica Batista de Bela Vista Foi nos ldos de 1936, mais precisament'.) no dia 1 ° de março, n crinçào da Igreja Evangé lica Balista, cujo inicio dos trabalhos deu.se em Belln Vista (Paraguai) transferindo-se de­ pois pnra Belo Vista (Brasil). Os pioneiros foram dois missionários americanos: Frns'o F. Dién e Gullhcrme Sherer. Um dos orime:ros frutos foi a famllia VASCCNCELOS dos ou:iis o FAUSTO foi o primeiro pastor brnsi!eiro a dirigir a jgreju. FAHóQU!A A Paróquia foi fundada a 04 c'e :>bri1 .··e 1924 pelo Bispo D. José Mnurlcio da Ros:i. o primnro paare foi o m!ssion:irio u::lesi~.no José Giardele, LEIS Em 1953 perdeu os distritos de Jardim e Caracol elevados a categoria de municípios. • Finalmente em 1964 perdeu o distrito de Cam pestre. que juntamente com a Colónia Penzo, pertencente ao município de Ponta Porá, for­ ma atualmente o município de Antonio Jo:'.io. Pela L€i 5449 de 04 de junho de 1983, o município de Bela Vista foi considerado de interesse da Segurança Nacional. PIONEIROS As primeiros famílias que se instalaram cm Bela Vista foram as do Sr. Tomas d:i Abreu e Joaquim da Rua. Todos eles comer­ ciantes . .As fami1'as belavistenses tin}1,1m co­ mo diversão o cinema de Dona FrnScisca Pe. dra, que mudou mais tarde na Rua B:>,·iio s recursos financeiros, soube com impor cleterminação tornar realidade aquilo que nnte.riormente não passava de um sonno. e porque não confessar, até sendo cri­ _ti~:c1_do pelo. iniciativa. Desde então tiveram 1;11c_10 as obras que a. passos lentos, suados, cheio de percalços, hoje em perfeito funciona mento tornou-se em realidade e que por isso mes_mo tem despertado interesse e integral apoio da sociedade belavistense. Graças a Drenus, n gcrero!dado do povo de Bela V n e outros nJdn tem f::illado para sua mnnntcn çüo. Recentemente com o apoio da Com·enção Ilatistn Bras!leim e n eficiente inte;-ferênci:1 do atual Pastor ela rereja Batista - Ani Abu­ chnln' acaba de ser Instalado um Ambulatório sob a direção da enfermeira Maria das Dores Carvalho, que já se encontra em perfeito fun cionamento. Vários médicos da cidade estão prestando vnliosa colaboração no nror-rrim" ele ntenclimentq Atur.lmente o n-i.rr"'' , ,, , abrigados é o seguinte: 3 tres) e: 0e'o:'s ô (seis) idosos o 3 (oito) crinn,;-'.ls .:;e.i c·;n~ ,,. os que externamente procuram a ud ' prc sào a tendidas nu medida c'1 i,- - ~ • .,, . Nesta oportunidade apresentamos - u' rr.torla e conselho fiscal: Diretoria: Presidente: Deoclcciano Ferreira <1·° 1 Vice Presidente: Zélia Pinheir M1o+c'+o ::n Vice Presidente: Ana Lucia Cr. • :. • l" Secretária: Manoela C!o.rinda '~s--n • ! Pinheiro 2 Secretária: l laria Jussara Sim•-•''i Tesoureira: Léa Vasconcelos Pinhr• !''.:> Conselho Fiscal: adi Kirschner Irnbel ele Sonza Rodrigues Josué Telmo da Silva Deoclecieno ele Vas:::oncelos AGRAJ)ECil'mi,;Tos Fin~ltz:•n1o t•str. nc-r111cno rclntório ou h!stdr1co cremos ctrnr rotundos zr.­ de'rrznp: w 'ods ; pes?zs € 2ti1ades ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL COMARCA DE BELA VISTA Ed:tal de designada Prtmeira para aue emnre nos pr?t!z!:rz1 0 continuam nos nrst!ando com suas ofertas e doações no só deste municiplo como também os dá outros de onde temos recebldo auxílios. Des. tccamos entretanto, as entidades que nos tem njudndo: LBA, MEC, 10? Regimento de Cava. la ria, Prefe:tura Municipal de Bela Vista l"r l l jas Messiánicns de Jardim e Bela vs • ma 1981 da oitava série de Bela Vista, União ( Fem:nlnu ;vr:,1,icn:iria da Assoclnçi'w Sul, Char re BOv'iquo e ar::a 2iodas. Para o no em curo na?'a recbn; do !:C e LBA. Aprove'tmos do eng para apresenta; .dccn:'s o Doer dicúo na5 p25 o-e6, r-.}e T- J:e!reto. Pro.no. tor e D2tensor Pü'..co que no tmn p71a1 c·iorços c:a cs esii.- ca.a su inerl r: o.o. FI:CTT ·CES Com muitr. s.:tis~o.-;ã0 ap:-esc.n'.amos nos. 5as felicitações pela passagem 'e mis um •n:versário de cm:incip::ição politica de Ee!a lista. o que fa7C.:,~os nn nesso:1 elo seu Preieito ionso Dillon Nl'r.es Leíte e :10 Colcndo Ir-g s ativo Municipal. Estendemos essas felicita õcs aos promotores e organizadores d.n D.­ .obel clcsejando um eficiente trnbnlho em : rói· do dcs:::nvol vimento agro pecuário s:ibre CJ qual repousa a economia do nosso Munici· ;!o. :> ~b Diretoria Dcoclccían.o Fcrreir2 d::i Silya Pres:clente PODER JUDICIARIO CARTÓRIO e Segunda 01=08-83 O Dr. Jonas· dos Santos Pellicioni Juiz de Direito da 1 Vara CiveI desta Come.rca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul na forma da lei, • • ' . . Faz Saber a todos que o presente Edi' ':ll vnem ou dele conhec1m1::nto tiverem mt"! fo. ram marcados os dias lº/08/83 e 10/08/83 s 14,00 horas para a realização das prarns rle­ signadas nos autos N 082/83 de Ação Teu. cão Tit. Extrajudicial que Marcelino Cassio Biglia Acioly move contra Odil Câmara Cnnto referentes aos bens penhorados nos autos • acima mencionados abaixo caracterizados: 01 Dormitório Império Trivelatto, merador. usada • · 1 • ~ .. a a mas em otimo estado de conserva:;ão aval,aao·na quantia de CrS 130 000 00· 01 . • de co • • • • J0go pa ?TIªrca Cnz. também usada e em óti- mo estaao de conservação, avaliad t' d • 1 o na quan- 1a e CrS 35.000,00; 01 colchão de mola . cusnI, em bom estado de conservação av . ae na quantia de CrS 25.000,00, Yalor por q~~~~~ seruo levados à praça nos dias 1%/08/83 s e Praça(s) 10-8-83 14.00 e eventual segunda praça para o s 10/08/83 às mesmas horas· -cara serem ar.e­ matados ror quem maior la1ce der acilr!'.l da avali?.cfio, sendo a vénia feita a vista Cl medlante fo>dor idóneo nelo nrazo ele 03 d:t>• Dos :m!os ::!i.o :-on~.tn nenhum Õl11JS ou recur"..O pendcnte e jvlamer.to Por intermédio d prefce!lte f;r,m o Pxecutaào Odi! C:i.mo1rn·C,tl' to e S! m]ir intimados das nracos es" n·das, merc om vista os mesmos não ter"" sido cncontr!os para srem intimados. E rara cue nine6m nossa alear ignri? cia. determino o MI Juiz are se expi5 o presente e&it+! que será publicado e afixa? na forma da lei. • . Dado e pesado nesta cidade de P%; ''ista. Estado de .fato Grosso do Sul nos - dias do mês de .Junho do ano de mil nov~ tos oitentu e três Eu (Pedro B. do Va!el subscrevo. O JUIZ DE DIREITO Jonas dos Suntos Pt'llicioni ., HISTORICO 00 10º RE "REGIMENTO 1 CRIA AO 0 J(i? Regimento de Cavalaria "Reglmen- Antonlo .Jo5o" tem como prlmltlvu orl{f.)m +1o dos Hussardos. aqui introduzidas '.n !7GO prlo Cnplt.Ilo General da Capitaneea j Mato Grosso com a finalidade de combater s espanhóis qw» frequentemente Invadiam na Jfnhfl dotermlnoda polo mercdlnno de Tordc• lhas. porém. constderada como origem mais crtodn elo nrr~fmento a Comp:rnhla de Cava­ {ia de Meto Grosso com sede cm cuiab4. rida pelo Decreto n? 30 de 22 de fevereiro de 1839. lItm/.NÇAG DE SEDE Inicialmente :ua sede foi Cuinbá. Em 14 de fcverr.-lro de 11347 mudou-se de culnb:1 pnrn Viln Maria atualmente São Luiz de crtccrrs, lornl dcslgnaclo para sua nova sê- de. Em 1 ° de mofo de 1058 trans!erlu-i;e paru NIoaque (Vila de Nioaque), sua nova sede. Nos primeiros dios de l!l03, marchou para Vila de Miranda, sua nova e provisória sede. Em 10 de dezembro do 1906, chegou cm )3eln Vista, sua atual sede. i1UDANÇAS DE DENOlIINAÇAO Fm 22 de fevereiro de 1839 era donomt­ r.~do comnanhin de Cnvalarla de Mato Grosso. Em 1043 passou a chamar+e Primeiro corno Fixo. Fm 1844 passou denominar-se Primeiro como Fixo de Cavalaria. Em 22 de agosto de 1846 por Decreto ctes ta dnta, assou a denominar-se Esquadrão de Cnvolnrin Lfgeirn. Em 09 rlc> ianelro de 1849 por Decreto des ta mesma dnta. teve a sua denominação mu­ dada para Primeiro Corpo de Cavalaria Ligei­ ra. Em 10 de abril de 1851 passou a chamar­ se Primeiro Corpo de Cavalaria de Mato Gros so. Em 09 de dezembro de 1865 teve a sua organização e denominação mudada para Pri­ meiro Corpo de Cacaclores à Cavalo, por Im­ perial Decreto de nº 3556. Em 01 de fevereiro de 1871 passou a de­ nominar-se Primeiro Corpo de Cavalaria con forme Decreto n· 0 4572 de 12 de agosto de 1970. Em 18 de agosto de 1888 o Decreto nº 10.015 dá nova denominação: Sétimo Regi­ mento cle Cavalaria Ligeira. Em 04 de junho de 1908 por Decreto nº 6971 tornou a denominação de Terceiro Regi­ meato de Cavalaria Independente. Em 31 de dezembro de 1919 em face do Dcreto n° 3916 de 11 de dezembro do mesmo ano p:S':Oll a chamar-se Décimo Regimento de Ca':.1lnria Indenendente. Em 1° de julho de 1946 de acordo com o Decreto Lei nº 21.134 de 16 de maio de 1946, psssou a chamar-se Décimo Regimento de Ca­ valaria. Em 23 de abril de 1947 tendo em vista passar a ser sómente um esquadrfw, teve sua denominação mudada para Primeiro Esqua­ drão do Décimo Regimento de Cavalaria. Finalmente em 31 de janeiro de 1948 vol­ tou a denominação de Décimo Regimento de Cavalaria, conservando-se até a presente da­ ta. PRil'IEinO COMANDANTE É desconhecido o nome de seu primeiro Comandante, mas é porém, considerado Co­ mandante n 1 do Regimento o Ten Cel Pedro os@ Rufino. Participaç.5o cm Acontecimentos Históricos O Regimento participou da Guerra do Paraguai, tendo iniciado sua participação no ano de 164 terminando, aproximadamente, Por volta do dia 19 de outubro de 1867. Na Revolução de 1922 o Regimento des­ locou um esquadr-ão para Aquidauana, o qual ve ordem de regressar assim que chegou r iq~ela cidade. O Comandante deste esquadrão O! tun Canitão . Na Rêvolução de 1924 das diferentes ~latniçôes de diferentes Estados, que aderi­ fªrn ao movimento revolucionário de São Pau ~- destacou-se o 10º RC (então 10-0 RCI) onde ª rn.inds oficiais prenderam o Comandante, con Gno o • regimento a se bater pela causa do 0 Pilulo. No dia seguinte porém, um mo- vlmcnto de contra-revolução, prendeu os re. voltosos no próprio Quartel, reempossando o seu Comandante, marchando em seguida para Aquldauana, aquartelando naquela c!­ dndc. Em 01 de agosto embarcou para Campo Grande onde foi organizado um Destacamento composto de duaa Brlgo.clas Mlxtas e uma Brigada do Cavolnrln, compr cndendo o l(J'' RCI. Em 10 de agosto embarcou para Trds Lagoas onde chegou a 11. As 14:00 boms deste dia 0 2?Esquadro do Regimento teve missão de ocupar o Porto Independcncla, no rio Pn­ raná. Atacado a 12 por forças revolucfonó.r!a-; (uns 300 homens) travou-se um combate onde morreu um soldado saindo outro ferido. No dia 14 regressou o 2° Esquadrão do Regimento para Três Lagoas. Na revolução de 1930, seguiu com destino n Ponta Porã, a fim de Integrar uma Brigada Provlsórla de Cavalaria, o 1 ° esquadrão do Regimento, regressando no dia 30 no momen to em que nesta cidade se tinha notícias do tr!W1.!o da Revolução. Na revolução de 1932, no dia 21 de julho o c;iuartel !ol atacado por elementos civis que se chocaram com a resistêncla oposta pelo Oficial de Dia, travando-se combate. Tendo sido preso o Comandante do Regimento em sua residência e sabedor da notícia, o Oficial RUT Entre outras grandes vantagens, a abertu­ ra político tem contribuído para desmistificar pessoas e teses., às vezes de maneira inespera­ da. A passagem recente do governador do Rio de Janeiro pela Comissão Mista do Congresso, que examina proposta de emenda constitucio­ nal, que dispõe sobre as eleições diretas para Presidente da Repúbllca, foi rica de ensina­ mentos. Em primeiro lugar, há que d.:.stacar a denúncia do maniqueísmo cultivado por cer­ tos politicos, para os quais as suas convicções (e por vezes não mais que conveniências) são a encarnação do bem contra o mal, que é re­ presentado por todos os que pensam como eles pensam. O alvo era, é claro, o PDS, "materia­ lização do mal'', Houve certos segmentos reli­ giosos que, durante a campanha eleitoral, pas­ saram a identificar nas três letras iniciais do partido governista, o "Partido do Satanás". E aquilo, que se nos afigurou simplesmente ri­ dículo, acabou dando dividendos altos em á­ rea de politização mais baixa e nas quais, gen­ te coa e crédula, ouvido essa condenação da boca de quem a nós, católicos, cabe absolver nossos pecados, fugia do PDS como o diabo da Cruz. Já o PTB da senhora !vete yargas sofrera as diatribes mais duras, porque se aliará ta­ ticamente ao PDS. Agora, era a vez de apeli­ dar traidores os pedetistas, especialmente a figura do governador fluminense, por ter feito o acordo do Rio de Janeiro. O governador fu­ giu do vocabulo acordo, para abrigar-se no eu­ femismo: "entendimento", feito às claras. Certo escritor inglês escreveu que quem não tiver sido incendiário aos dezoito, não po­ de ser um bom capitão de bombeiro aos trinta. - Com o governador do Rio, a metamorfose se deu tardiamente, pois incendiário foi depois dos trinta e a coronel de bombeiros chega na casa dos sessenta. Daí porque é de um sabor todo especial vê-lo pregar uma união ,1acional que, outra vez por amor ao eufemismo ele prefere chamar de "amplo diálogo Nacional, para se fazer uma grande reflexão sobre os nossos problemas, em busca de soluções para superá-los". Evidente é que uma colocação des­ sa natureza estimula reações contraditórias. De um lado, um deputado que lutou ao lado das tropas legais contra os guerrilheiros do Ara­ guaia, assinalou que" o namoro do governador do Rio com o Presidente de República está criando clima desfavorável nas forças arma- de Dia abandonou o quartel aos elementos civis que também não permaneceram no r cinto, indo acampar na invernda, tendo aban donado o local no dia 27 sendo a 29 alcança dos por uma patrulha. O Oficinl de Dia já tu nha reunido os efetivos que dispersara e re constitutdo o 10' RCI que aderiu a R voluço Passou então o Regimento a constituir a re­ serva móvel de fogo, até sua dissolução em consequência do fracasso do movimento r. volucionário em 24 d outubro. Vindo de San ta Maria Estado do Fio Grande do Sul, chegou a esta cidade o S' RCD que prendeu e desar. mou as forças constitucionalistas desta guar nição, fazendo desaparecer por completo o 10° RCI quo deixou de existir de 24 de outu­ bro a 30 de dezembro de 1932. Com o fim de reorganizar o Regimento, assumiu o comando o capitão .João Maximiano Serra que em pouco tempo o conseguiu aux11i,1do pelo comandante do 3 RCD que permneceu nesta cidade té 11 de janeiro de 1933. Ocupação dos Atuais Aquartelamentos Os atuais aquartelamentos foram ocupa­ dos no dia de sua chegada nesta cidade: 10 de dezembro de 1906. Criação de Destacamentos Parque histórico colônia militar dos Uuurad•>F O Ministro do Estado do Exército criou g A ' L o Parque Histórico olnla Militar dos D »t­ rado em Portaria Ministerial n' 3179 de 19 Dez T8com o objetivo de preservar e divulgar o Património Hitrieo Cultural do Exercito particularmente a Epopeia de Antonio Joio subordinando{ administrativamente ao 10 RC a quem caberá a guarda, a manutenção e o desenvolvimento. CAA OL, (E; VII Corr&) NI n' 2E3 de 20 jun 59 da 9 RM «Reservada). Com as finalidade de vipilncia, guarda, ação civilizadora e in formações. Criado pelo Comandante da 4 DC (Of n" 4-E3 de 20 jun 59 da 9 EM e/ base na NI 2-E.3 de 20 jun 59 da 9' RM. com as final!­ ddes de vigilância, guafda, ação civilizadora e informações. das." Desfavorável a quem, não foi dito. i1as o governador minimizou a declaração ao re­ darguir que se tratava de "uma inconveniên­ cia do deputado,.. porém acrescentou que suas conversas com o Presidente, tirante os assuntos administrativos, restringiram-se a reminiscC:n­ cias. Ora, precisamente essas reminiscc'.:ncias devem constituir o motivo fundamental da preocupação do deputado. Por outro lado, um Senador de primeiro mandato, que se tem no­ tabilizado pela linguagem insólita e desafios à cadete do Gasconha, interpelou o Dr. Brizo­ la se ele seria capaz de reunir-se com o Fresi­ dente Figueiredo e com os ministros da área económica, Aí já era a mistura do maniqueís­ mo com o patrulhamento. Foi edificante, en­ tão, a revolta do governador contra o patru­ lhamento, invenção e neologismo que se ficou a dever a Cacá Diegues. Nesse ponto, a esquerda radical encontrou afinal quem tendo sido guerrilheiro à distân­ cia, carbonário aposentado e sofrido no exílio, pudesse reagir a esse "dedurismo" que não pou­ cos tem cultivado, especialmente cm São Pau­ lo, e abertamente recomende que, finalmente, anistia significante· esquecimento em favor da pacificação da família brasileira. A grande dificuldade que o F:VIDB tem, ao provocar o Sr. Brizola, está precisamente no fato de que, bem ou mal, c/ resíduos de cau dilhismo ou sem ele, sincera ou aparentemen­ te, ele construiu um partido, que, tudo indica, será o embriií.o do futuro Partido Socialista, enquanto o PMDB é uma frente e, como toda frente, heterogênea e incaracterística. Assim como à Revolução de 64 faltou uma doutrina, limitando-se a ser um somatório de fateres an­ ti (anticomu:úsmo, antipelcguismo, anticorrup­ ção), as::im igualmente o PMDB é um comple­ xo de antigoverno, com uma fauna tão varia­ da que levJu o Sr. Jànio Quadros, não aceito em seu seio, a denominá-lo "Arca de Noé" .... Sem nenhuma preocupação diplomática, o go­ vernador do Rio arrematou: "Aliás, por ser uma frente ; que o P. IDE está condenado à cxtinçiiJ". Fazer previsões é arriscado. Lembre-se que Marx. a despeito de sua genialidade, desacre­ ditado ficou pera,te a Histéria, quando se ar­ vorou a scr profeta. No sei, pois se o PMDB é uma espécie em extinção em curto prazo. Ou a médio. A mim se me parece claro que, na e­ volução histórica, restarão os partidos que tem SERGIO PEDRO COELHO LIMA Tcn Ccl Cav Cmt 10ª RC proposta eleíinidn. O PDS, gosta o presidente Sarney ele chamú-lo ele "parli<.lo de centro". Não consigo, por meu Lurno, orientar-me pela topografia, quando se trato de doutrin;; polí­ tica ou social. Enlendo o PUS co,no uni p:lrlido reformista, e assim identifica o seu programa. Pretende a reforma da sociedade, anulando­ lhe as hjusti,;;as ainda presentes e fazendo én­ fase niiJ rn.1is só nos direitos fundamentais clássicos, mas nos direitos sociais. Não se deve ter vergonha de haver optado pela livre inicia­ tiva. pela economia de mercnclo e pela proprie­ dade privada, segundo a concepção genial de Ju. o Fulo II, quando disse: "Sobre cada pro­ p.risdcde privada pesa o gravame de uma hi­ poteca social". Esse é o nosso programa; esse o na,·o fanai. Há que ter, porém, pertinência e ,;crag;;rr. para imple:nrn.th.-lo. Há, neste País, cai'aii:ta envergonhados de o ser, porque a mola é ser socialista, c2mo se fosse um axio­ m:a cssa bobagem que se vive a repetir de que "o mundo marcha para a socialismo". Qual ccialismo? O dos países como a União das Re­ r,úolicas S'.}cialistas Soviética:; Mas esse é o socialismo que Comus primorosamente definiu c:::mo ·'concentracionário·', referinào-se aos ccrps de con:::entração, que o gênio de Sol­ jnitzi descrevcu, para estarrecimento do mun­ do, inicialrne·1te no "Primeiro Circulo'' defini­ tivamente no "Arquipélago Goularg". Também não será. por certo, o socialismo dos satélites soviéticos, ou o da China ou d::i Imperador do Caribe, esse senhor Fidel que faz apodrecer nas sórdidas :;nxcvai.; cs se:u.s préprios compa­ nbe:ros àe revoluçã). Com alguns intelectuais, para explicar o fracasso do modelo soviécz, abrgam-sc na tese de que Marx foi traído. resta considerar o socialismo marxista, que pretende - se compa­ tibifr,ar e estado com as liberdades fundamen­ tai::. C:de s~ encontra? O Sr. :.li!ierrand prekntle construi-lo, to­ mando por base uma França de estrutura capi­ tlista. Enredou-se nas nacionalizações. Vale dizer, na estatização das grandes em­ j'.lrern.s e béinco5. A julgar pelo que ocorreu neses dois anos de governo Socialista, as es­ perancas dos socialistas devem urgentemente transferir-se para outro País ... E ai é que entra o socialismo do dr. Bri­ zola. Quem ousaria defini-lo? Rotar 'Huh tm nova I'« idnte 1 l Foi mpo. da a novo diretoria do Rotar C!uh de Dela VI«ta pra <111 J ,ll' (n detinos d 1 clube no Li&nlo (/1, A nova diretorl f. tmpossada em rcuntd Jentr ocorrido quint fd1 n no C.(l,n:o 1'11lr,1 ft11(!110. 'l'•lln eh l!ru, 11), V 1,:HVJ d,· t.HA ( JO CASTILIGS, err'o o sdvos«do l'.t mr da S!va Tu.ra e le oureiro, Artonio E: tban Dan.no, Asdm t a u cant.'a,'o o n vo .mnsclh» Dr.tor. PAL/ VT!AS DO l'HESJDENTE r,-- Companheiros, Esposas e convidados Hoje, o Rotary Club de Bela Vista, enga­ )rurndo, recebe distintas personalidades do mundo cconômico, socinl e político de nossa cidade. Se11timo-nos jubilosos cm ,·cr que to­ dos os companheiros se fazem prc,cntcs, cm companhia de mas e,pcsas ~ convidnc!os. Rotary é vida, é vida pi na e cheia de ide­ al, pois tem como guia a pai vra SERVIR, que n;io só representa um conceito, uma filos1,iia, mas também, sobretudo. um farol iluminnncio caminhos. Foderiamcs en!c,cier ROTAR"::' c~"10 rupostn à, pcrgu:itus que todo lnm2r.1 f·:z: ::i.­ rn criar um mundo mhcr, o que fazer? - tr.­ :vez esteja no SERVIn a resposta. L~m 1,ro-!'l:t: neste i•lstante ?.S palavrn· do ex-governador do Distrit:> 460 (Benedito Olcg.irio XoJUcir:-i de S'i); " o ntariano, a nosso ver, deve ser um homem de aç::.o. um ,·ert::dciro o:rntc d: i.1- tervenção e mudanças na comunidade". Neste contexto, companheiros, distintos convidados, não vejo ROTARY e nem rotnria­ no como uma prese.'1ça indiierentc; vejo RO­ TARY e o rotariano como uma força viva, que atua e transforma, que opera desde os mais corriqueiros ntos até as iniciativas maiores. Hoje é um dia de festa. :.1ario Vargas, transmite o cargo de presidente, não há mu­ danças de base. haverá. evidentemente, mu­ danças àc métodos. mas a conlinuid:::de na filo­ sofia, nos propósitos, é a mcrnia: SEílViR HE, LA VISTA. scn·ir o porn de E:la y;~la. f:::zcr deste ser'ir cnurn maior pi:rn n no,'" prf.;_o(fa evoluç5o. Quando se fala aue ROTA n }h3 de serviç:i!', é um cJu:e de l:dsr:i-,r. fn';,-~::, na responsabilidade que c ri rl ;i r,t~ -;~. tem pcr~nte h prépri:. e :Tt:rni • ano dade, e mais, a responsabilidade pronto o 1e- gado de Paul Hnrri,. Rotary é uma idéa viva. É umn forçn que gera motivaçõe:; e nos incita a pensar e a viver em comunidnde. o rolariano. ass}m entendo, deve cr como urn ja.rclim, espalhando n seu redor o perfume e O néctar das ílores. ?,!iic se admite um rota- polar8 do Foto:; rtno irradiando nemattvismos, Par ROTARY, <(Ili ( u,11 e lulw cl idélns, mprc· h:í fnlv~ól' l r;, <>1 prr,bl, mnas, quando o diálogo e o com- 1 .. •nhtld mo norteiam as nossas atitudes, Crn.Jmcnlo, c1unndn 11lgU1T cornpnnh<'lr ,,,.<;<" rn1 dúvl:!a u íorp ck rtOTiI:Y, é pr­ <, li" ente compnhro inda n conezuiu cp­ l r II verrl cl, lr;1 r~, ncl!I do ílO fATTY. 1.• mbro outro rotor!an» tlu.te, Arquime­ ' Te!ro, ex G ., <. rn~C:or, "a v~, da'..lclr[l fo a do Ra! y te.d n auu!'! de seus l±e:s e tdo na om de vlors tn'erids +,'° €!3 po u rn. l'r•.cb 1w1s r.J, e.'~ g••nicn e ur homns, m a de hcmnen", cor;uns, tocados pe!'o ren:o de sua ulili­ chrle, 1 nru fa,er coi o~ r,ni··'c:. qu" con;tit•Jam na, n:,:J'.r:içõcJ mnís lcg'.limas dn humnnidudc, mo ver o mor prolam+d, o pio distribuí­ t!o, a fé dil'CrJificnd:i. A alegria com;-i:1rtilh:i­ da, a dor minorada e o méio respeita lo". ~into-nv.! contc-ntc, rcr r.H :·e c.:cr :i co11fiun­ ça de meus companheir s, não vr:!o para trn­ zr promessas, cstou aqui para tentar cre:;cer om nc,;·1111Y, E:I ROTARY e PELO TIOTA­ tY. illinha p!atnformn de trab:.ilho cstú r.o nú­ mero l de no boetim. O Mvsçr;3 1. ninha mensagem, nesta noite, é a men­ m w eu ataria que ficasce cofno um de·afio maior dcsa t;estão ue hoje se inicia: r: -1:c-c,, nJ; (r, cl!nado a novo nroto~olo rt", 1 •n C'Jtn'1 ! 'l 1 o companheiro Pedro M<$ P+l.11 ç.'2 c tamen!o fará enéa r.'n t!xço p!a d fi n u r :i ctl' tr:itairwn'o, P' !a f, cil d·,:• .. cl l o,::'cí tória, pela sua imp2tia e csy.ri!o dc ·ontrai'o e nlegrc. PREST:N':'.hS No jai do Ioiiy iaioüo i4o oie,aio Pedro RuI:no, rc~islrumos ,1:; prc::rnç:is eh Ten. Ccl. Scrgio Lima < Com:m'.lante do l!i' RC) e Ione; Dr. Cat:Jlino Lopt!z Zarza; (Jui, de Direito de Bclla Vist:1 Parnrr-.uil; cmprc~:l• rio José Geleilate, espo::a e su;i f•lha Sur.ima; David Jovani e Elizário Terr::i ~ercnt:.! e sub gerente do Brndesco; prefeito munic,r:al Afo.1- so Dillcn Nunes Leite e esposa (Dorinh:t); engenheiro Ricardo Scvza R2Sa e Sua =p3s1 Tati; pecuarista Edson Nedeiros d± Mo:35 e Cecília; padre Lorcnzo Piras; jom'.ll st:.i Ivaldo Pcreir::i. sua esposa Maria Esl:!la, sua müe Alice e sobrinha Adri:me; dezc~'.!.:ô de ro· tarlanos em companl1ia de suas cspJs~s e convidados. Parabéns ... Princesa do Apa Parabéns EJ..-positores, sucessos e mais sucessos são os votos de todos nó3 da TT.!de Belavistense de Jornais. Bela VisLa. a terra dos cantos e encantos merece tudo isso e mui­ to mais, que este povo e de outras plagas f::?.­ zem e fizeram por ela, Bela Vista, é o nosso Sonho, Esperanças e ser:i a noss::i rcaliz.::ição. Após Qu;tse 1 dois meses de um torneé pela França, India, Tailândia, Hong Kong, China, Japão, Hawai e Estados Unidos já entrn nós o cmpres:irio Elias Blrbosa que voltou com ânimo redobra­ do para continuar sua batalha frente ao Posto Ipiranga. Ch:i ele Cozinha da jovem Jussara Ramos, aconteceu no Clube Belavistense dia 2 pp. muitas amigas de Jus­ sara compareceram para animar com muitos "castigos" a reunião. Em!2ce no dia 9 pp. a Igreja Matriz, toda engalanada recebeu os padrinhos e grande nº de convida­ dos para o matrimõnio de qussara, filha de . . Oue foi a rainha do Carnaval Blavs'ens3 de 1983, etari neste fir/l do mns comemora 'no ss cun:a riras. Na pu'a da an vc:sr:aro r s'a pra r . c p c c r o s em!gcs € ccnv.'.dzs Ar.lvers::.rios 8 '7 Fizim:rn n~os os irm5.os F íbio e Fernando. Seus pa's N&±o c Snia ornizramn uma fes tinha para c> cs anivrsar:antes apzasszm 2lIE!::s j:r.to c : cs arguir:s. P r o ? n s . ·;,scim'""nto D::! o:>rabén!' o cas'.ll S:lvio e Jacqu~l"ne, n·c; cu no di 10 pp. em Camno Grande o prl· meiro filto do c'.'.sr.l, um:i linda g:irota. Parabcn:zarnos os anil·ers:irhmtcs do :lê; Luiz Eduardo C. :Cscob'.lr. F1tima 1.irn3 Rodrigues, Palo Romucldo Amaral, Carl.te V elasqucz Erik'l. Narl:3. Brites. Jose LUlZ !'iU· ' -><<.) nes, Aspir::in:e Eim::i. Carlos Zarzeke e o n .... funcionário G:lscn s:1,.-:a S:mtos. maravilhosas que nqui encontrei. - o nome