- 
Câmara 
..,. 
e 
Notícia 
, 
l 
l 
A indicação do vereador Serio alerto 
perondi para ser o líder do prefeito na Cima- 
Municipal é f1to importante na +t1na! 2o­ 
{ara poitea de ma viste Proni, v­ 
?j mais vo.so do PD últimas cle:­ 
~~cs, após manter cntc:nrlimenlo:; com :CB!on, 
!nfcln, agoin, o que: ele chama de Fase 2 - ama 
icipae@o mais f·tiva - tralhando iire- 
Jl••
1 
• 	• r 1 
tmerte com o prefeito e {u'anlo ombro a 
tmbro pata conseguir os melhoremos e 
uilios que Bela Vista tate nrcc•;sita. 
'a 'crciu:lc, o que' cs!,i havendo, é a cons­ 
ciemfznção de que a união é importante para 
se conseguir resultado; pr'icos, ou seja, rei­ 
«indicar obras e vabzlhar para que nossa ida­ 
.dc atinja um cst:í;do dcscnvolvimcnlista con­ 
dizente com as aspirações pop.alares. 
f!ll~ndo ontem ::i nossa reportagem. Sergio 
. , 
Pcrondi, que terça. !clrn retornou Qp Dia ília, 
onde manteve diversos contntos polflicos com 
drputnaos de Mato Grosso do Sul, Rio Grnndc 
do Sul, disse que a situação não cstá fácil, € 
J,1 rclsn muita tra111111ilidad,,, espl'rnnç;,, ,;'ío 
pudemos admitir que politicos raJicais tumul- 
1
_IH'!ll o proc1•;.so de :>hel'lura, nós haveremos 
,,. '_'IICr,11trar uma said.~, o Brasil é forte, sa­ 
lá reencontrar o sea caminho, Disse tam. 
lm o vereador pedessi;ta que o povo não de. 
v~• c11Jp;u· o l'DS pela crbc, os políticos não 
~ao culpados, eles sempre sugerirnm uma saí­ 
ela democrática, ÍSltJ (,, o <JIH' a c-hapa Purticf­ 
p:'.cão JJ_reg-a, 11111a maior participnção popular. 
r:,s~ e ameia que a opo:,i,·ão não aponta solu­ 
ções, isto porque é mito fácil criticar l' mais 
difícil, multo mais ,Iifícit, ser Governo e aten­ 
der os anseios do povo. 
&ergio Pcrondi acha que Mato Grosso do 
Sul é um Estado viável, desde que o processo 
clcscnvolvimentlsta não sofra solução de con­ 
tinuidade, não se admite pregar o imobilismo, 
o pessimismo, num Estado que surgiu para ser 
modelo. 
Quanto a sucessão Estadu':ll, Peroncli foi 
enfático ainda é cedo para se debater quem 
srr;í. o sucessor de Wilson. será do PDS, isto 
cu não <luvido, e prccisamo~ na época certa 
escolher o nome certo. Para o líder do prefei­ 
to na Câmara, a respeito à<J. sucessão de Figuei 
rcclo ele disse em tom seco: PAULO MALUF 
X:: O IIOiHEM, caso nüo l1a.ja eleições diretas . 
Destacando o aspecto "demaoo" da 
pregações "reformistas" do PMDB, Srio Pe 
roncli disse que respeita os integran'e-; do M 
DB, mas às vezes, eles nos provocam risos 
exemplo ele Orro, Rachid e outros, 1o!lo.; ho­ 
mens ricos, abastados, pregando reformas. 
Mas; é bom q:le <;e diga: reformas para os ou­ 
tros, não para eles. Finalizando, Perondi di1: 
que Orro e Cia é aqailo que podemos Jcnomi­ 
nar ESQUERDA FESTIVA. 
"ORRO E AGENCHADOR DE EMPREGOS 
DISSE PERO:"iDI NA CA:H.H/ 
Na sessão realizada segunda feira, na Cà­ 
mara, Perondl teceu diversas criticas ao Go­ 
verno do E,lado. prlncip:ilmC'nlc no líder do 
Governador na Assembléina Legislativa, depu­ 
tado Roberto Orro. Para Sergio Perondi "or. 
ro é meu amigo, boa pessoa, mas atualmente 
não passa de um aenciador de empregos do 
Governo do Estado. 
Enfocando as prioridode<; de nossa reião. 
Scrgío Perondi disse que o tlrputaclo 01 ro re· 
Cl'heu, cm Bel:l Vista, mais de mil votos, •1..,rn­ 
miu um compromisso com o po, o elais en. 
se, prometeu obras, empregos e mudanças. 
Até o momento c:un1pri11 stí coai o M'J;..tn:lo 
item, EMPREGOS, quanto as mudanças, só 
mudou os chefes da Enersul, Ciretran e dire 
torias de colégios. Mudanças politieas. No o. 
cante as obras até agora n+la 0C0eu. Só ' 
promcs,as conti11uam. 
[F w [nJ TE 
Escreve: Itamar S. Dutra 
Sendo muito rico o nosso vernáculo, mui­ 
'ias palavras são aplicadas indevidgmente, 
·muitas vezes de forma pejorativa ou no seu 
sentido mais indesejado. 
Normalmente muitas palavras são us::idas 
cle forma errada, como sinônimo de algo com­ 
pletamente difereme. Como exemplo podemos 
citar a palavra FOLITICA, atualmente muito 
empregads no dia. a dia da sociedade. A gran­ 
de maioria nem mesmo conhece o seu verda- 
deiro significado, isto é, o seu real sentido. 
Política quer dizer "arte ele gerir as relações 
entre os Estados" ou a "arte de bem adminis­ 
trar os bens públicos" . 
O emprego usual desta palavra, por aque­ 
les que se dizem políticos, é completamente 
imprópria, porque é confundida com a pala­ 
vra POLITICAGEM que quer dizer "política 
mesquinha de interesses pessoais". 
Não consigo entender como homens, seres 
humanos racionais, podem agir ele forma tão 
[7 
[ 
imprópria para com outros da mesma espécie, 
contrariando até mesmo um princípio natural 
encontrado em todo o reino animal. 
Porque devemos segregar nossos irmãos 
pelo simples fato do mesmo ter um pensamen­ 
to contrário, um interesse diferente dos nos­ 
sos e uma razão divergente da nossa. Não se­ 
ria de bom alvitre sempre somar para cres­ 
cer, ou será melhor sempre cliviilir para re­ 
duzir? 
Não existem fórmulas mágicas, palavras 
milagrosas para que possamos nos enquadrar 
dentro do termo POLITICA, basta simplesmen 
te que sejamos autênticos, honestos conosco 
mesmo e com nossos semelhantes, não pen­ 
sando em interesses inruviduais. mas no in­ 
teresse coletivo. Todo o homem enganjado na 
Política, ou melhor, um Político, faz parte de 
um dos poderes constituidosd do Estado, por­ 
tanto faz parte da direção do Estado, e co­ 
mo o Estado é responsável pelo bem da co- 
munidade sob seu império, o Político é tam­ 
bém responsável pelo mesmo mister. Cus? i.S­ 
so não aconteça estamos diante de um silo­ 
gismo completamente improcedente. 
J:;evemos fazer um exame ele consciência, 
estender a mão para aqueles que não pensam 
como nós, porque não somos os donos da ver­ 
dade e todos juntos, esquecendo nossos mte­ 
resses mesquinhos, a sede do poder e o orgu­ 
lho pesrnal, construiremos um pais mais justo 
e mais humano. 
Deixemos de ser POLITIQUEIROS, vamos 
ser verdadeiramente POLITICOS. 
Pensem nisso, enquanto eu lhes desejo 
unia boa semana. 
Itamar Silva Dutra é advogado, militante 
nesca comarca, colaborador permanente dos 
jornais da Rede Belavistense. Escreveu para 
diversos jornais do Rio Grande do Sul e é es­ 
pecialista em Direito do Trabalho . 
PDs O vereador Ancelmo Lopes (Peni.nha), do 
O 
' bastante revoltado, disse ontem que 
povo • 
pro,,_""cisa saber que o PMDB é contra o 
l::J.r ~
1 
5
"º de, ~.?,:i Vistn, as i:epi:c;entat1
1:.es do 
i0 na Câmara, os veredores, votaram 
contr·• • 	-< ' 
b
'n r'; : 
1
_nsbhç5.o de telefones públicos qm~ 
u?'iciat 
• am o povo belavistense. 
an Ancelmo Lopes a nlcgaçiío dos peeme- 
dcbi912s chega a ser absurda, alegaram que a 
indicação deveria ser enviada a Campo Gran. 
de e rdo a Cuil!1Jã. Tudo l1em, que se mudas. 
se o dei'inaiário, mas não o voto contra, que 
cve ser o PD#, em: Rela Vis!a, ccntrário 
aos intersses do 10ovo. 
A respeito d2s mudanças ocorridas no re­ 
Jadonamcnto en-rP. os ver1:2:iores elo PDS e o 
Executivo Mrn,cioal. Peninha russe que a indi­ 
c1ção d2 Sergi0 Perond.i para lide:.· do prefeito 
na Câmara, é sintoma da união do PDS, dos 
cjo'iras qu caçamos para transformar nes­ 
sas riináic:cães em fztcs o:;cretos, é a c­ 
t.i·a ,'~/:.ia visando a nnssa vi1 ó ria cm 1!186, e, 
cbiuic, 2 ma'unidade de nossos propósitos. 
Significa que estemcs fazendo a p0lilica 
adulfa e não a r:oliticalha de ataque, nona­ 
çües. demissões e demago1Jia::;, próprias dGS 
:i;;olít:cos qnc pe,1sam enganar o povo. 
Q1;:an:o ao 11refeito municipal, Peninha dis 
se aue Afonso Dillon merece toda a nessa con­ 
fiança, esn<ramos que {a2a tudo 2quilo que 
c noro rcivindica, dando ncs a ce!'eza de que 
c progresso de rcssa cidade não será interrom 
1lictc. Finalizando. Peninho. disse aindR que 
o ;;orn pode f!c:-ir tranquilo, o nc:;so compro• 
mjssc de bem renresentá-lo continua, sem fal­ 
sas promessas, mas alicerçados 110 nosso ideal 
de bem servir. 
ESTÉ'l'lCA E REPARA.DORA 
FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, 
COURO CABELUDO, SEIOS A3DOMEM, 
MOS E MEMBROS. INCLUSÃO DE SI­ 
LICONE, PEELING G:ICATRiZES, TU­ 
lVíORES DE PELE, QDEIMADURAS, ACI 
~ DENTADOS, DEFEITOS CCKGtNlTOS 
1
, (i'lAOS, Pf:S, FENDA PALt 75NA, LA- 
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1

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D.la V!ta-M3, 
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Escrltórlo: /v. Pio nr: nco lB'I - 1-'011() :w:i 
DR. ANTONIO F. no N,'S(,!1111:1'10 
/1.DVOGAOO 
CIC OOGAM.301-00 - Ol11-MS '.lll09 
Cttll!n!; Cl'lb, Crl!nirmi ', qur",!1:o r1ú 
TorrnH, Dlrcllo elo J-'nmlli 1 e 'ft.•b:\hl•;'-"1. 
Hcsid&neia: A, Rio Branco 193 
7D.21l0 . I'o11:o JHudl1,ho. ifato G. do Sul 
-7 Ar0 O LA c0A Mn6Ui ; 
Atlvo:::ndo 1 
Cnusns Cíveis o Crimln:ils 1 
Inventrlo, Desquites, Dórclos e l 
I .er:nll1.nçi10 do Terrns. j 
Escrit.: nua Anlonlo ri.,;:n,la Coelho, 1211 1 
Pano: 43D•l3!l5 1 
Resldôncin: Rua Cuinh·í, 4Gíl 
' DE LA!STA-N. ' 
, 
Nelson Charas 
Advogado 
Cnusns Trnb:i.Ulistn, Crlminnl, 
Comerc!ol, Cível (problemns-fnm!lln) 
terrns, lnvenlnrlos, cohrnnçns, etc. 
Run Dr. Ary Corlho Oliveirn, 660 
Fono: 2121 - JARDIM - 11S. 
OAJ3 - MS -· 1579 
Avenldn Duque de C:::dr_<:, '?80 
T. üoS WnASTO'3E5"" 
Acl,ogado 	~ 
1 
1 
Cal'«! Postnl 31 - JARDnr - 118 
Cnusns Clve:s. Cr!minnis, Problem:1s 
3
-DTI'.':D!ÍE,T!Ííl.fiCDOY---~-, 
Advogado 	[ 
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do Terras, Inventltrlos. 
Rua C1:inbá, 350 
BELA VISTA - MS. 
1 
DR. FIORI JTIJP...:-'1NO 
Médico 
Clinicn de Scnl10r:i.s e Crianç::is 
Operador 
GRM 352 - Fone: 439 1264 - 
CPF 003820351 
Rua 15 de Novembro 73 
DELA VISTA MS 
CEP 79.2<:U 
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unlctpa! à 
,,_,. d,... a,!•, 
I6 do mes em 
! rdJan•e -:t1r1,,, eonl.ecimer,''' 
lho:, d te Ato da Cmsr 
ros e male inda os sentimentos de 
r que nos insinnm par o Irreparável 
e e	.	al i o 
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·1•1n:rn<l1> ,-·n,:t,1•; 
li?o de Freitas 
rlete P de Tritas 
;±ucleide M. S. A!ve+ 
j 	ilJ'()(;1JJOS 
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·,,,, : l'tn,c·:1jü n" DGl 
I'• 1.. (00'I) íi2 l--l:l30 (OG7) G24-70!l7 
' , i.: Tr l. G'.
1·1•7021 
Campo (;r,111tlt' llalo Grosso do Sul. 
l·>inltlirlo <'lll .i:lrdlm: hv. !Vlnto Grosso S/N 
,_.....,_.,.~·r .,,. _ _.., , ..,.,-..,,. ~	- 
NEGRAO 
Ruo Tenente Bernardes, 2558 
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C:LTNlCA POPliL!R , di:s '1 us 11 horns 
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Cnus:1s Criminais (Jurl) 
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Fonc: 439-1132 - BELA VISTA - MS. 
ar ar • u no. 	e erg. a ar aar9t. 
,m . .TOELSON IiARTINEZ PEIXOTO 
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Escritório: Rua 1.° de Ma1o, 357 
JATIDThI - MA-TO GROSSO DO SUL 
DR. RICARDO rtEGO 
Aclvogndo 
Inventários - Lignllzação de Terras 
Antonio Jo5o 	MS, 
Dr. Sérgi<' Ruberto f'erond! 
Advogado 
Cn:,sn.~ Cíveis - Direito Agrário 
Inventários 
Esr!6rio- Orca 'Varo Mascnrenhns 
RELA VISTA - J<IB. 
ASSUNTO: Projete Decreto L d N.o 
001/82 dispondo sAhre fio do s e 
vrb de representação '» Senhor Prefeito M­ 
nlclpnl dc~ln ddnde. 
A Comissão de Legislação, Justica e Reda­ 
c-ão da Cümaru Municipal de Bela Vista, no 
~so de sll39 olribuiçõcs legais, cmbasnda cm 
permisivos legais atinmntes à espécie emi! 
r,orccer referente pnjelo un tela, para poste­ 
riormc..: 11L, o zJ • • rio d. ut;r e +for­ 
me delcrmlna o Rq;imcnto Interno desta Ca­ 
ta de Leis, nssim alinhando ta! pare:r: 
a) o projeto de decreto l fleti) que 
orn se cuida, po. --;ui como dc'd ra') fi • r o 
subsídio e verba de representação do chefe do 
executivo munitip,.1, 1 nl:, ccr t-, Llll : u,1 colo• 
cação jurídica e normativa, pois em e tratando 
de fixaçüo para tal fim, é amparado pela Lei 
Complementar n,o 07 de 20-11-01, ,n ti rr J 83, 
ESTJDO DE MJTO GROSSO DO SUL 
CO:IARCJ DE BELA VISTA 
EDITAL De r,rimelra e Sc;-_:undu praç:i(.;) de­ 
signada pera 03 ,10-83 e 13-IO-e3. 
O Dr. Jonas dos Santo: F±!licioni Juiz de 
Direito dn l.t1 V:irn Cvil desta Comarca de B2- 
Ja Visto Estudo de illato Grosrn do S•.tl, na 
forma da Lei, 
FAZ SABER a lodo; que o pr~scnte Eci­ 
tal virem ou dele conhecimento tiverem que 
foram marcados os dias 03-10-03 e 13-l O-e3 à5 
13 horas para a realização das pragas designa­ 
dos nos autos N.o 03/83 de Ação Execuc5o - C. 
Precatória que Banco do Brasil S. A. move con1- 
tra Elenir Silva referentes aos bens penhorados 
n·os autos ncima mcncion.:dos :ibaixo caracte­ 
rizados: 270 has. ele terras pastais e lavradias, 
dentro dos limites da Faz. Perseverança, em 
Com! ão C+ Finanças e Orçamenta 
P.,rcccr No O!M(1 
A Comi-slo de Fianças e Orçamento d 
Câmara Municipal, reuniu e na sala das a 
sões, para emitir parecer sobre o Prejeto Decr. 
to Lei.lati 001/83, dispondo sobre a fixaç,o 
do uh'dio e verba dr prntç&o do Senhor 
Pr feito Municipal desta cidade. 
A Comissão de Finança € Ore :,me nto, opl-. 
na favor]mente à aprovação do citado Pro. 
jeto, pcis está dentro da legalidade, cc1forme 
1
cza o Art. 83 da lei Ccmp!< r,,rntar no 07 tle 
20 11-CI. 
S1la da; Se es da c;,marn !l!unicipaJ u~• 
Bela Vit&-MS, 17 de Agosto de 1963. 
EVL.ASIO MIRANDA Presidente 
PODER JUDICTARIO 
CJRTóRIO JUDICIAL 
Alto C.:rracol, municíplo de Caracol, com a$ 
seguintes confrontações: Ao Norte com parle~ 
d.:r Faz. Pcr,everança; A Leste com terras de 
Vital Ferrcir.:r de Suza e Irmãos Palermo; Ao 
Sul, com terros de Comerci."11 Pont:1 Porã e a' 
Oeste com terras de /rtemia Fer:1andes de 
Arrudo, sendo que dentro da úrca suprn n5o 
existe qualquer benfeitoria, av.:rliada na quan• 
li:i de Crc:, 8.100.0'.lO,';Q (oito mllhéies e cem mi{ 
cruzeiros), valor por quanl:J ~erá levado a pra• 
ca nos di.:s 03-10-83 às 13:00 horas e eventual 
segunda prnça porn o clfo 13-10-83, às mcsm:is 
hcr.:,, n'l áirio do Forum local. paro ser :irremn• 
tadn por quem mai.:>r lnnce der acima da ava­ 
Jiaçiio, sendo a venda feita à vista ou medianté 
fiadJr idêc1c.:i pelo prazo de (tres) dias. Dos 
autos não consto nenhu..Tn ónus ou recurso pen7 
dente de julgamento. E para que nínguéi 
possa a l e g a r ignor[incia, determinou Cf 
::i:T. Juiz que se expedisse o presente Edital 
que será publicado e a{ixado na forma de lei. 
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso do Sul, aos 05 dia!: 
do mes Agosto do ano de mil novecentos e 
oitenta e tres. Eu. (,Pedro B. do Vale). o subs­ 
crevo. 
Tribuna da Fronteira 
(Fundado em 20/2/19í2) 
C.G.C.M.F. i.5. 513. 203/0001 
- Registro no Cnrtório de Títulos e 
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Diretor-Responsável: Ivaltlo Pereira 
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Um órgão da Rede Belnvistense de 
Jornais Ltda. j 
Representação em São Paulo e Rio de ' 
Janeiro: T_iBULA VEfCULOS DE COlVIU- j 1 
NICAÇAO S/C LTDA. 	li I 
Rua 7 àe Abril, 282 - 5.
0 
Andar 
Fones: 255-2579 e 255-3192 
Filindo à ADJORI e ABRAJORT I j 
o 	moo.c oes »-o«e «ar2 ter. 	ta-l "» t-, " Deirl 
... -·-=-------.,.._._ ' ·- -·~-------.:....:=-;:e: 
Jonas dos Santos Pellicioni 
Juiz de Direito 
2a- 
~~gráfica editora 
 
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:. • AGROSSOL DIESEL LTDA. (TRRl.-v. nuque de Caxias, s/n 	JARDIM - MS. 
2- A.BASTEC ACi'ROSSOL DF CO:!BOS T1VEIS LTDA . 
3- AUTO POSTO AGROSSOI, DE CC .l BUSTfVEIS LTDA. 	(Posto) BR 060 - Km. O 
"' . ,'.GI'.OSSOL REVENDE CORA DE Dh RIVADOS DE PETROLEC LTA. (Posto) Rva Pad Rebss 139i 
< r i - • (Posto) .óP.. C60 - E:1t:·oncame:1to 
5 . TRAKSFORTADOR."1 M.IRClS.SOL DE Dr.'RIVADOS DE era E9g;#é 1ava,as 
- 	• 	• • '.' ,.._. i • (Transportaaora) - Av, DL!QU':! de 
,JARDlM - lIS. 
BONITO-MS. 
Ni0:ique/1far:1c:1jú 
-

• 
a gi 
st .· · . · ·. .. ·· · . 
Graslan 10 fez da foice e da 
aplicação químlco-follaro no toco, 
• 
métodos ultrapassados e custosos. 
Aplicando Gra_slan 10vocô 
acaba com tarumã, arranha-gat 
leiteiro, taboca e outros arbusto 
com total facilidade o economit1, 
Conquista oEspaço. 
rro 
Pedro Pedra 
Li, neste Jornal, críic o padre d3 Bola 
pista, li também a defesn do n:ire, nesta 
,ii, artigo d imn Anel7m Li notf·ta a 
espito do Trahin ucd, num jormnl do mo 
~num dr S:io P"uh rnmrnl:
1
rio ::2 rrspcito da 
roda verão 4. Tenho 1cO1pb3do os jogos 
seleção brasileira do fuebol o s vitórias 
tas meninas do voei. São todos ns<untos p.2lpi- 
4untes, de interesscs das comunidics, de in­ 
teresse desta prande Nação. Nas é preciso que 
; jornais e as psso:s sc preocupem com as­ 
sunlos mnis amenos, por isto omei liberda­ 
de de transcrever um artigo do jornalista Luiz 
5a!gado Ribeiro e um pequeno comentário do 
economista-jornalista Joe'mir Boting. N5o são 
rlgos de peso, mos o nosso jornal precisa 
.imbém se preocupar com estes assuntos, sa­ 
be como é, jornal precisa publicar questões 
que interessam a todos. Há gente que está 
mais preocupada com a Crise, a Crise es. 
mo; são poucas, mas se preocupam (sic) elo 
que com "cstos notícias de grande interesse 
das comunidades" que integram o Brasil. co­ 
munidades, lembramos, que estão todas a bei­ 
u da falência, graças a péssima administra;ã 
de nossas autoridades que (eimm em conti­ 
muar no governo, e qande digo autoridades, 
é bom que se dig: DELFIM, GALVEAS, LAN. 
GONI e CIA LTDA. 
Eis o artigo e o coment:lrio. Ldam e me 
ditem, traduzem a Rezlidade de nossos dias. 
A verdadeira, pois atualmente há a rena!idade 
dos trabalhadores e dos pequercs empresá­ 
tios e a REALIDADE DO GOVERNO, que até 
hoje a.incla niío aceitou a REALIDADE. Difícil 
de entender, mas fácil de compreender. 
O DRAMA DO PEQUENO EMPRESÁRIO 
Liz Salgado Ribeiro 
Aturdido por um enxurrada de títulos 
no cartório de protestos, wn pequeno empre­ 
sátio da construçfo civil segredava seu dra­ 
ma a alguns amigos, esta semana: "Não tenho 
nem condições de falir. Se eu abrir o bico, 
fstou arriscado a ir parar em cana". 
A desesperada afirmação pode soar como 
confissão de algum grande desfalque que po­ 
deria ter sido esbanjado em farras, "mordo­ 
mias e jogatina . prática não muito raras en 
tre empresirios de alto coturno. Mas não é 
nada disso. O quase falido, cm mais de 10 
anos ele trabalho em sua pequena construto- 
1a, sempre economizou em suas retiradas e 
nem mesmo férias chegou a gozJr, Se o des­ 
falque nunca lhe passou pela cabeça, que cri­ 
me terla praticado esse empresário, a ponto 
de temer a prisão? 
"Tomei dinheiro de agiotas, que me em­ 
prestavam a taxa de juros bem menores que 
as dos b:mcos. Mas, evidentemente, não tenho 
comprovantes desses juros pagos, nem posso 
contabilizar os pagamentos que fiz. Assim, 
se vier u falência, ela pode ser considerada 
fr:iudulcnta. Aí eu me arrisco a ser enquadra­ 
do no Códig-o Pen,il e condenado a pagar pe­ 
lo crime de ter conseguido dinheiro a qual­ 
quer custo para manter uma empresa que da­ 
va emprego e uma centena de pessoas, explica 
o devedor, :mgustiado por não conseguir ven­ 
der as üldmas 15 carns que construiu com fi­ 
nanciamentos parcial (sob penhora total dos 
prédios) do Sistema Financeiro de Habitação. 
Essa venda - de onde ele pretendia tirar 
o dinheiro para "normalizar a situação" - tor­ 
na-se impossível na medido. em que a parte fi­ 
nanciada, acrescida elos juros, soma hoje uma 
importância superior ao valor dos imóveis 
barateados peia recessão. Sem poder falir, .o 
pequeno empresário vai tentando acordos com 
credores e vendendo bens particulares - alguns 
herança de família- para tapar os rombos de 
sua contabilid1de. 
"ESCAPE POR FORA" 
Segundo o Presidente ela Associação Co­ 
mercial de São Paulo, Guilherme Afif Domin­ 
gos, esse drama do pequeno construtor não é 
nenhuma raridade. Com a autoridade de quem 
vem denunciando e provando que os bancos 
tem cobrado remunzração de seus emprésti­ 
mos de até mais de 500%4 ao ano - entre ju­ 
ros, comissões, seguros, ações e a chamada 
"reciprocidade" • Afü garn::itc que grande 
parte elos pequenos e microempresários de 
Süo Paulo está na dependência ele agiotas. Is­ 
so não só porque o dinheiro tomado no mer­ 
cado paralelo é mais barato como também 
mais fácil de ser conseguido: "O agiota dá cré­ 
dito sem exlglr balanço, cadastro e outras 
formalidades". 
Mas, para os pequenos lojistas há uma 
saída para evlt:ir rombos comábcis provocados 
pelos juros sem comprovantes de pagamento: 
a compra e venda sem nota fiscal. "E esse 
por fora que permite o equilíbrio da contnbi­ 
Jidade dos pequenos comerciantes" • diz Afif. 
alertando para o fato de que essa s·Jída "tem 
aumentado violentamente a soneg::ição fisc:il ". 
Em resumo. os exorbitantes juros b:rncú­ 
rios, por tabela acabam f:ncndo rombos maio­ 
res na arrecadação de ICM e outros Impostos. 
Indústria Também Teme 
A possibilidade de a falência acabar cm 
punições previstas pelo Código Pen:il também 
apavora pequenos industriais, conforme fir­ 
ma Carlos Eduardo Uchoa Fagundes, diretor 
do Departamento de Estatísticas da Fiesp. No 
caso de industriais o endividamento com agio­ 
tas não é significativo - segundo Fagundes - por 
que as fábricas, por menores que sejam, sem­ 
pre necessitam de créditos maiores que os dis­ 
poníveis no mercado paralelo. Mas há um ou­ 
tro problema muito sério: a falta de recoll1i­ 
mento de impostos e contribuições prevlden­ 
ciárias, que pode ser considerada apropria, 
ção indébita" no julgamento de um processo 
de falência. 
Segundo o diretor da Fiesp, o atraso des­ 
ses recolhimentos - principalmente de parce­ 
las de imposto de renda e INPS, descontados 
do pagamento de empregados - tem crescido 
na proporção em que a crise asfixia as em­ 
presas: "Os recursos dos pequenos e microin­ 
dustriais mal estão dando para pagar os em­ 
pregados e comprar matéria-prima. Assim, os 
impostos vão se acwnulando e podem gerar 
processos penais por apropriação indébita", 
cxpl!cu Fngundcs. 
2 curioso notar que esse medo de punição 
só tirn o r,ono o o (lnlmo de pequenos empre­ 
sírios que lutaram com todas as suas forças 
para montar negócios humildes como eles 
mesmos. Fira os grandes, a falência fraudu­ 
!enta cu não . continua sendo um adorável 
e tranquilo "happy end", Ou alguém tem no­ 
ticia de algum punido nas assombrosas falén 
cla, das Iuftnlas, capem!s, coferzes o coroas 
que ndam soltas por aí? 
(Folha de São Falo . 21/08/83) 
CALOTEDHli.S 
Um comportamento aétlco, para não diy 
zer outra coisa. Mns o homem generaliza: 
- Sabe de uma coiso? Ninguém mais está 
pagando ninguém cm dia. Eu não pago o for­ 
necedor e o cliente não me paga. O negócio 
é fazer posição no opcn, dia por dia, com o 
dinheiro do outro. Eu é que não vou quebrar 
essa corrente. Ou todo mundo paga todo mun 
do ou ninguém paga ninguém. No interior, 
minha clientela, não quer conversa, muito me­ 
nos cobrança. Os lojistas dizem que os ban­ 
cos não estão operando e mandam meu re­ 
presentante voltar outro dia. Mas exigem a 
reposição do estoque no peito. A gente acaba 
aceitando, porque em matéria de produção es­ 
tocada já estou pelo telhado. Em compensação 
também estou atrasado com meus fornecedo­ 
res. Esse atraso em cadeia é a nova moeda 
brasileira, pois não ? 
Moeda emitida pela Calotebras S. A. Ago­ 
ra estamos tentando converter esse cruzeiro 
escriturai em dólar fiduciário ... 
Joelmir Beting 
·---~--------- ---------~------~~---~·-"------i 
SE VOCE QUER RECEBER O J O R N A L EM SUA CASA OU EM SUA EMPRESA, NÃO 
SE ACANHE! 
Venha, escreva, mande recado, telegrafe, ache um jeito....basta dar seu nom6 .: en...<cQ~· 
Tribuna da Fronteira 	Rua da República S/N 
O novo estilo de comunlcn-r está aqui 
Serviço a la carte - llis rcr 
e importadas - j gs lazer - son • 
presença da socidade Belavistens 
Restuunnle C assino Paraguay

,, 
• • 
P Iro Pedr ira 
H ! Vista Parou no t opo • 
f, muita pente nino vai gostnr, ms a ver­ 
dade é que De!a Vista d un teno 1 ta cá 
estagnou, Muita gente mudando-: jar. Cum­ 
po Grande, pouca amílis estabelecer na 
cidade e conta se nos dedos a abertura de novas 
firmas, 
E o pior. ... 
E o pior que não h perspectivs, não h 
nada de novo o fron, não h rmpreno c n!­ 
uém (n comércio e n industria) pena 6 
ampliar o seue ne&ios, Cmnr'o 1 vc», i 
ESTADO DE MATO (G1OSSO O UI, 
C1 tT0lt!O .IUDIC(JI, 
l'ODE!t JUDICIÁHlO 
C0MACA DE BE1,A VISTA 
Edrol do 
designada 
Primeiro E) Segundo 
poro 05.09.83 o 
O Dr. Otto Dili.cncourl Neto Juiz de Direi• 
to dn Vnrn Cível desta Comarca de Dela Vista 
Estado de Mnto Grosso do Sul, n forma du 
Lei, em substituiçüo lego!. 
Fnz Sabei' o todos que o presente editr1l 
virem ou dele conhecimento tiverem que fo­ 
ram marcados os dias 05/09/83 0 15/09/83 As 
13:30 horos porn o reuliznçflo das praças de­ 
signadas nos autos Nº 03/83 de Jçiio Exec11- 
ção que Banco do Brasil S.A. move contra 
José Marcelino da Silvn•c sua mulher referen­ 
tes nos bens penhorados nos aulo5 acima mcn 
clonados abaixo caracterizados: 169 hzc!ares 
de terras postais e lavradias denro dos Emites 
ela faz. Perseverança, alto carn:::ol mun. ele Cnr'l 
col com os seguintes confrontações: no norte e 
ao sul com as terras da Faz. Perseverança; a la3 
te com terrns de Vito! Ferreira de Souza c 
lrmüos Palermo; a oeste com terras de Artê­ 
mia Fernandes de Arruda sendo que clcntro 
dútria diminat, tudo girando em torno da 
pecuária 
Ainda acredito que a Saída é a nr,rlculturn, 
dar condições para os que realmente querem 
plantar, Fortalecer o comércio e dar ine :tivo 
para a Jmplanlaço de novas industrias no mu­ 
nicipio, Que os políticos, de todos os partidos, 
tum a imainucão criadora. Ao invés de se 
preocuparem com quem nesceu primeiro. se o 
cvo u galinha, devan cerrar fileiras cm tor­ 
no do decwvoliento do municiio, 
dn r1rcn não existe qualquer benfeitoria, nvaliu 
dos em Cr$ 5.070.000,00 (cinco milhões e se­ 
tenta mil cruzeiros) volor por qunnlo será 
levado u praça nos cllns 05/0!l/83 e 15109/03 
ils 13:30 horas no útrlo elo Forum local para 
ser arrematado por quem maior lance der 
cima da avaliação sendo a vend::i feita à 
vista ou mecllan,e findar idOneo pelo prazo do 
03 dins. Dos autos não consta nenhum ônus 
ou recurso pendente de julgomenlo. 
E pura que ninguém possa alegar ignorn 
eia determinou o iV!iVI. Juiz que se expedisse o 
presente Edital que será publicado e afixado 
na forma da lei. 
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista 
Estado de Mato Grosso do Sul aos 05 dias do 
mcls de julho ào :mo ele mil novecentos e oiten 
la e três Eu, (Pedro V. dn Silvo) o subscrevo. 
O JUIZ DE DIHEITO 
DR. OTTO BITTENCOURT NETO 
tetas 
rir i#ade 
Proço(s) 
15-09-83 
O Ministro d Agricultura, Amaury Slá­ 
bile, anunciou após reur.iüo com os seus cole· 
gas da Fazendo, Emane Golveas e do Pluneja­ 
mento Delfim Neto, a lista comp'eta dos prz­ 
ços mínimos básicos vúlidos p:m1. o plantio 
da safra 1983/84, que este ano serío reajus­ 
tados de acordo com n variação da.s ORTN, 
no período que vi do plantio a colhei :a. d:is 
lavouras. O algodão é o produto que recebeu 
o maior reajusie, passando de CrS 1.330.00/ 
15 Kg, para CrS 4.000,00 com incremento da 
ordem de 200,7% em rela.çüo ao seu preço na 
safra passada. 
O Ministro da Agricultura disse, ao anun­ 
ciar os novos preços núnimos básicos, qu:i os 
indices aprovados são "realmente estimulan­ 
tes", o que confirma, uma vez mais, o. "piic­ 
ridade agrícola :munciada e mantida pelo G;::­ 
vemo Figueiredo, apesar do qua::iro de ài!:i­ 
culdades vivido pelo Pais". Fara Slúbile cs 
• 	Ji()VOS PREÇOS 
São estes os novos preços minimos b,s:cos :mlll'lciados pelo ministro Amaury Stábile: 
PRECOS i111N!MOS BáSlCDS - St..FRA 1983/8>'.! 
• 	CRS/UN 
novos preços, bem como a mecânica de rea­ 
juste, que assegura a manutenção do seu va­ 
lor re,1! frente n inflação, "düo a segurança 
que o produtor necessita para produzir mais 
e melhor, assegurando novamente uma boa 
saira de grãos ao Br2sil", objetivo que este 
ano foi parcialmene frustrado pelos desastres 
ciimállcos ocorridos nas regiões produtoras 
do Sul e Nordeste. 
Com a liberação dos preços mínimos bá· 
sicos, disse Stábile, "completa-se o elenco de 
mcdides iniciado com a divulgação dos VBC's 
tnmbém em per:::entuais estimul":mtes e com 
a :m,ccipação do preço mínimo do feijão, pro­ 
duto que recebeu VBC no valor de 100%, in­ 
dependente da categoria do produtor, além 
da correção em mais um mes, vigorando o seu 
preço mínimo definitivo a partir de novembro 
e não em outubro como no ano passado". 
Frcço-Base Percentual Período de 
Produtos Unidades Preço-Base 198% 1983/84 ri.e reajuste correção 
Arroz ele Sequeiro 50 Kg 1.900,00 5.600,00 194,7 Ago/Fev 
Arroz Irrigado 50 Krr 2.276,00 6.664,00 193,0 Ago/Fev 
Algodão 15 Kg 1.330,00 4.000.00 200,7 Ago/Fev 
lIilllo 60 Kg 1.392,IJO 3.700,00 155,8 Ago/Fev 
Feij:fo 60 Kg 5.985,00 14.400,00 140,6 Jul/Nov 
Soja 	60 Kg 1.800,00 t!.338,00 141,0 Ago/Fev 
Amendoim 25 Kg 1.222 00 2.800,00 129,1 Ago/Fev 
Castanha de Caju 01 Kg 80,00 17:i,OO 118,7 em vigor 
Cem dê! Canrnúbo 01 Kg 200 co 380,00 90,0 Trim/Ago 
Girassol 4-0 Kg 1.130,00 2.GS'/,00 164,3 Ago/DEZ 
Juta/malva 01 Kg 79,00 210,00 165,8 Ago/Fev 
Mamona 60 Kg 2.746,00 6.065,00 120,9 Ago/Mar 
Mandioca 01 ton 5,804.00 14.000,00 141.2 Ago/Mar 
R3mi 	01 Kg 88,00 203,00 130,7 Ago/Set 
Seda (cosu!oJ 01 Kg 433 00 1.013,00 133,9 Ago/Set 
Sisai 01 Kg 50,0D 101,00 102,0 Trim/Ago 
Sorgo 60 Kg 1.183,00 .45,00 165,9 Ago/Mar 
Trigo mourisco 01 Kg 22,00 57,00 159,1 Ago/Out 
semente de juta 01 Kg X 450,00 X Ago/Abr 
Batata semen.e 30 Kg 	X 5.100,00 X Ago/Nov 
Falou-e tanto n implantiçáo de uma f­ 
brica de cal, numa Usina de Aleool, num Frigori 
fico, numa fbrica de óleo de oja(c) e mm t n 
tas coisas mais que no tina!. bem, deixa pró 
lá. Esperamos que o homens e cmme etrem 
que do jeito que vi Dela Vista, repetindo uma 
velha frase será uma cid.de ba T Ia 
morar, mas difletl 
Política - A'l'O i 
Vereadores do PDS vão romper com o prc­ 
fcito. 
Alguns integrantes do Diretório do PMDD 
querem a substituição do utual presidente, Co­ 
rumila Loureiro, 
Política • ATO 2 
Vereadores do FDS cerrnm filt.lrn: cm tor­ 
no <lo prefeito, Afonso Dillon. p,.rondi é o ll'J· 
vo líder do Prefeito na Cimsra Municipal. 
Corumila Lourcirn pen" !icrnça por 120 
dias. Idelfonso pede licença na Câmara Muni­ 
cipal por 120 dias. Julião Godoy vssume 
Política - ATO 3 
Figueiredo reassumiu o cargo de Presiden­ 
te da Fepúbllc::i. 
Aureliano volta à vice Presidência. 
Fc.drossion lança sua candidatura ao Governo 
elo Estado em 198G. 
Marcelo Miranda é o candidato natural do F­ 
DB 
Se hJuvcr eleições livres para Presidente 
da República poderá dar BRIZOLA na cabeço. 
l>faluf é o mais cotado. 
Andreazza já mostrou, durante anos, a sua ca­ 
pacidade de trabalho. 
Política ATO 4 
Perondi prepara o caminho para a chefia do 
Executivo. 
Ivan Marques e Pedro Palmieri (que havia a­ 
bandonado a política) ~e encontram conversam, 
viajam juntos para Campo Grnnde. Na volta 
Ivan lança a candidatura de Pedro Palmieri. 
Se houver eleições para prefeit:r em Bela 
Vista o candidato do PiíDB é Idelfo:1so Pinhei­ 
ro. 
Ely de Araújo Barbosa não se manifesta a 
respeito da política. Está cuidando unicamente 
da medicina. 
Câmara llunicipal 
Li no Jornal Correio do Estado: 
Tilunl de Contas não aprovou os hal:m­ 
cetcs da Câmara lIunicipal de Bela Vista, pe­ 
ríodo de Janeiro a Dezembro de 1981. No apro­ 
von também o Balanço th mesmo ano. 
Eancos, Gerentes e Juros 	. 
• ' ' 
t - '· 
I ', •. : ., ••.• - "! 
Do jeito que a coa v i, <l ' 
tempo muitos comerciantes vi 
. sob r 
' 
l 	. 
Govemo estimula yahu. 
Esquerda Ftiv 
a Câmara Municipal, o vereador Fere4 
disse que o Deputado Roberto Orro é da "E.. 
querd festiva e areniador de empreyos", 
Crro explin 
C Deputado Roberto Orro, nosso particule 
migo, explicou que a cor. trução de uma ponte 
ele <.orcrdJ no ri> Jpn c.,!r:ida Bc·la Vh1a . 
Antonio Jolo, foi rtivlndltaç.io dr lc, l! n·o cl.J 
prefeito ele nosa cidade. 
Disse também 
A pavimentação asfltica entre Bela Via 
a Jardim vai sair, Isto após o término da rdo. 
vla do Calcrco. 
Tuch Trnnquilc 
Orro disse ainda que o Diretório está tran. 
quilo, Corumiln pediu licença por 120 dias por 
motivos particulares, Palavras do deputado. 
Uma Bela Históri:: de /mor 
Risse era um cadelinha lindn. Pelos sed:­ 
sos, mestiça de pequinês, um mimo de codc:J­ 
nha. Era tratada a doces e frutas, foi o prin-.cl­ 
rn vez que vi cachorro comer mnç5. A dono do 
Risse era uma senhora da sociedade, onde ia 
levava a cadelinha (uma afronta dizer que Ris­ 
se era uma cadelinha, mais parecia uma crian­ 
ca mimada). No cabeleiro, a cadelinha era uI 
sucesso. Tudo corria bem no mundo de Ris:c, 
até que apereceu o Tuc5o. 
Na vida errante de Tucão já lhe surgia de 
tudo na vida, cinco dias preso na carrocinb 
da Prefeitura, a briga com um policial da pe­ 
sada, o namoro com uma bela cadela de raça, 
até a perseguição por dias e dias de um siarr.es 
muito do invocado. Quando viu Risse pela pri• 
rneira vez, Tucão disse: Tá !10 papo. Essa 'Cl 
faturar. E faturou. 
A dona de Risse foi obrigada a aceitar o o• 
mor dos dois, afinal a cadelinha fugia de casa, 
passava clias e dias sem comer, era melhor a­ 
ceitar do que proibir. 
Depois de muitos mêses, surgia três lindos 
filhotes, a casa de Risse íicou em festa. 
Mas, com todas as histórias 'de amor, a àe 
Risse e Tucão tbém. teve o seu drama numa be­ 
la manhã de Novembro, Tucão resolveu partir, 
deixando mulher e filhos. Risse chorou muitJ. 
Mas esqueceu depressa. 
:'>Iorol <la Hisitória: S2 até cachorros esquece. 
por que os chamados humanos não esquecer.-,? 
Sr. Airton Brasil 
Li no Jornal Tribuna da Fronteira, su 
c,·ítica contra o nosso vigário. Consultei a mi­ 
nha consciência cristã, e achei que devo esc'a­ 
recê-lo, pois se trata de uma falta de cm e­ 
ensão sua, e não da familir. do fale::::do. • S~i 
perfeitamente que esta é profundamente cr's­ 
tã e sabe do quanto o Pe. Lourenço, é dedic:!­ 
do ao nosso povo. 
Olhe, não quero ofondê-lo. mas czrtamzn 
te o Sr. pouco frequenta a igreja, e oor isso 
nem esá informado sobre os C:lSOS urgentes 
que surgem solicitando a presença c:1.o Vigá­ 
rio. 
Se ele não compareceu jun'.o r.o doente 
foi por uma força maior e não por falta de 
abnegação, além disso ele fora informado de 
que o doente já havia sido aten:iido oor um 
sacerdote da cidade vizinha que sempre nos 
ajuda nos casos de emergência. 
Se o Sr. acha no seu uonto de vista que 
0 
Fadre come.eu um erro, o Sr. também erzl 
publ:cando um suposto erro do seu irrn
21 
Não acha? 
- 1 
Peço-lhe dcsculp::s se o mago:i nao , '.- 
qt.:e ~iz a verdade, mes na muneira e.e e:r_l.•·. ~ •• • : 
sar-rne. Sim? 	,; 
Eu, oenso ter cumnri:io um de·er, p'.lr<f•· t._; 
conform; rninha vocação cristã. s~nt'.l n ,;!'/ t'·• 
ja como iamilia, e assim participo da s4>" de 
da, participando de suas alegrias e dores"),,, 
responsável por ela. 	.«. 'm 
Deus, nos chama para juntos consJ., 1-.. 
mundo mais belo, mais nosso. mair iT" n, 
Alegremo-nos porque Ele tem conf!nnça :: 
nós, e esta nos traz uma responsabilidsd"", 
menda! Mas assumindo esta responab" 
que mostramos o nosso valor! 1 
Bela Vista 24 de Agosto de 198 
Suo Irmã Anp:elina