A·im vfirmr«! 'nlc'u o D«ta Ru- 
/ • ' , .. #;, ·~· .,, ,. i: ttt..:nt,, 
pen Fiuiro o 1 
Dg.e o Parle 'r Eu..2at . » a: 
"Não :ci e To:quo csiamo; ultr,ansa d» 
m; de rito vm mê; urourento pera o. 
brasileiros - o folo 6 que existe na concepçio 
de cada cidud5o Jd(·ln de que os "coi•c>s vão de 
1,1:il n pior ... ! 
A autoco1úinnçn que sc-mprr, con,tilui11 n 
r.i!'tc1lczu der. grandes dccl.süc:; nul!• Paf~ está 
-·---··- - - .. ·--- ,, __ __,.,.._ ..... _ ..... _ 
FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, 
cour.o CABELUDO, SEIOS AEDOMEM, 
Mii.OS E MEMBROS. INCU./SiO DE SI­ 
LICONE, PEE:LING CICATRIZES, TU­ 
MORES DE PELE, QUEIMADURAS, ACI 
D:2NTADOS, DEFEITOS CON'GENlTOS 
(Mi S. P.úS, I-ENDA PALA'IINA, LA­ 
I3IO I:,E'!?.ORíNO) úLl;ERAS DE MEM­ 
BHQS E?l"iAGRECllV!ENTO. 
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Atende cm: Bela Visto: Tiun Antonio Jo, 
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lD:30 hr.. 
, 
E 
l' ., : 
• 
t, , 1
' '1 1. 1 
' ' 
O relator do decreto-lei 2.045, deputado Nilson Gibson (PDS-PE), 
nfirmou que o ministro do Flanejamento, Delfim Neto, a quem chamou 
de "ministro do Improvisamento", não foi convincente cm su:i 2.rgun1en­ 
to junto aos deputados do PDS em ie.voi do Decreto que reduz a 
--  •- ; •. O • 1 
"Se z: ;á n.o cstivcsce cnw.acido da necessiàade de a:9rqvaçã? 
elo decroto, cc:,1 b2se nu anilise de seu texto que coicca o prohic.,71J. 
corno sc,,do de "segur111,;;a nncional", o mLr1istro Delfim Neto tel·i.2. me 
". 
case3nvnei&o", pois c!e praticamente no tocou ncse bimio b±:c", 
;,firmo! Gibson. O deputado pernambucano confessou 2inla que, de­ 
pois d:! c:;oo;_ç:::o de D;;-iiim, passou mesmo a ter dú,rifü>.s de que o a:::i"o­ 
o S<'.lr..ri::tl s~j.::. u:n problema àe segurança nacional, b:1se c1.e Sü:1 argu. 
·pico5, e. , 
' ·",~o i.2voravel à aprovação do decreto, 
Gibson cUs~e :,ind:i, que o 2.045 somente será ap!·ovado, "e ser:i", 
·r decurso de prazo, ma vez que a oposição não tem cc.p,ici~de j_J'.lra 
regimentar maioria ele deputados e os deputados do PDS nüo votari!o 
11 
medida que ccntr:iria a classe t~abalhadora. 
O Prcsicente do Banco central, C'.lrlos L:mgoni. pediu demissã:i 
t.liiio concordar com as "clidals" dadas ao FM:I. 
ae de5moron::imlo .,os lm!):icto, de um:i cri • 
cujas origens estio nas própria C'stn,tur. s d 1 
Pcdcr. 
o Povo já 1tilo conf1:i no G,n-1'.•mo e, o Go­ 
,·trno, perdido como cego em tiroteio, dá mos­ 
tras evidentes de seu cansaço - (, .-. c,·lt·hn' 'ít1- 
diga dos melais" já de :irliculntl suas e!ru­ 
turas! ... 
E 
O povo disso etá e apercebento com 
muita conscitncia e talvez inda não se rebelou 
6 porque nn sua mi .'.ira cra d que DEUS 
t BRASfLEIBO u úl1ima !tor:1 Ll :. 1· ,1 i, o 
BRASIL du, dificul,h>Jcs que atrav ••·. 
Estivo, Senhor Prc:.ld,.nt.e e 8cnlmu·; n-,. 
putndos, alguns dias em meu Etdo e voltr:i 
deveras, impressionado com o cllm, de inqule­ 
tação, ln~errur::>nça e a:; vezes revolta <V::! exi te 
na conscitnch de meus conterrâneo:;. 
Eleicõcs diretas, As::cmbléla Nacional Ccng. 
tituinte, ·Decreto 2045, problcmr1,; fun'.liát o5, e­ 
ca n:> Nordc$lc, reconstrução do Sul dcsastrndo, 
inflação, moratória ou não - cmb.:,r:i preccupa­ 
cão entre meu5 coestadu:mos são qucstõc:; so­ 
brepostos por uma maior: a queda da con{Jança 
nacional em DELFIN NETO, hoje o pomo <lc 
todas ns inquietações. 
o Presidente João Figueiredo assumirá 
novamente as rédeas do PODER; as assumirá, 
com suas forças físicas retemperadas porque 
DF,US o quis e nclr· 
1 	"• rlo 
d 	to, e9 	retire 
1 
, e n 	n:-1 lc• 
,. , a; 
,l)).,,L- 
O enxadrista bda•;i~t.e:-isc, O:vol,io Tuti• 
nl, portlcípou de uma rcuni~o de :;imul~f.ncilr.l 
com o r,ranclc mestre Alexandre Segal, em 
Campo Grande, no úHimo clla 2ll, no Circulo 
Mililur. 
Q3valdo Turinl é o único c.n:lr.drí~tr, do 
nossa rc[:ião categoria especial ele 'i•,TP cor.~cdl• 
dn pelo Clube Epislo]ar I3roslldro. 
Há poucos dias o cnxadrista belavistense 
disse n ::1ossa reportagem que pretende incenti­ 
var a prática do xaclrê:, cm nos::.a cicJ.;;.de, C'>!l­ 
tando para isto com a colaboraçáo de todr>i O"l 
clubes. Além de fortalecer a capacidade de con­ 
centração, o xadrês agilizo. n menle e induz à 
reflexão. 
!erzatses ar g 
limei 
Nove vereadores da Câmara ).fonicipal de 
Bela Vista terão que reslítui.r imp,ortâncias re­ 
cebidas a mais n.o exercício à.e 1931 e no perío­ 
do de Janeiro a Maio de 1932, totalizando Cr$ 
1.045.356.00, acrascidos à.e correção mon-::tária. 
O 'Tribunal de Conla!> es'cacelc:.:et:, air..:la, 
que a Cfunarn tem prazo de 30 dias para pro­ 
ced<.:r a revog2çã:, d'.! resoluç.io !{.o oe/81, de 
27 de maio êe 1931. que au'.orizou o par,:-,mcnto 
indevido dos subsídios do:; veredores, "sb pe­ 
na de :o o fzendo ser rzui a institu­ 
cionli@ade da mencionada portaria." 
Oz vereadores envolvidos nesta irrequlzri­ 
dade terão prazo de 36 dias pura devolver os 
rzgamentos que rzceberzmn a mais, e ias in­ 
pertânias csião assim discriminadas !os Joa­ 
a&ma F7e:rei Souto, S 13.107,31; Ce!i.. Lio, 
$ 111.55,4; 5delfenso Pi'gizo, $ 151.55.45; 
Jcsé Sinicio da Costa Mqus, s 110.246.11; 
Cal'o Triri, $ 128 7776: AZoo D. Nu­ 
:es Zi!e, 110.22140; Crlos Centurião, S 
120.€33,35: Moa±ir Pars Ia+r.:, 5 14477,40; 
e Ni±.o de Barros, $ i02.33,17. 
TnmHm fci determinada pelo mesmo ór­ 
gão a re:iliz::iç:'io de uma i!"so::;i'.:> e ·t.::io:diná­ 
!"'a no Prefoitura de B.,dc:)_~er.:1 e o :mvio 
de ll.!':".a cópi::!. co re!utó!io d'.;! i:::spcçã0 ao pre­ 
feito de Caracol, p.ara que sejor:i Qdotz.das me­ 
didas para sanar as irregularidades existentes 
naquela Prefeitura,

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A íundonári~: ~OL ·,NGI'. r "'1 , 
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: ·c!e, na Secrri de 
10URBS 1OBRIGUES, 
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it•,1r"';•> d.:- Pt"t,it· ,<Jr:
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n~1 E!":col.:i 
;a! iro..3 Vera Cum:ris 
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, ,;,- doe (,t r,·;.:r:. (f'ort. 0213/ü'.1, 
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·,;,,:.,•i;:;: :X'S: LOUVEIH.': p:1ra l:· 
I • • , Unção de J'8lfonita, no Ctnlro Tc- 
1 .. 'ieil, a yarti de 01-07-63. {f,rt. 
,· .. • ,,.,•1i . 
l ; 
,.._ ~·~· t:: :..- rt flnv;:io àc Prorcssora, 
: ~ ':·•1,;,; l ck- I Gnu Prof.ª Vem 
,1•t'· ;r-, " }:,:rtir ele 01-07-03. 
• l Íi j 1,' ,_;, (10 (JJ-08-33) 
· ,, :, .,:1;ê: '.I.E:o.;JF/ I11ENGES GUE­ 
p7 . .:• ~ 1 . ( :· t::,··~· a fut1c-10 de Proic:::..">ra, na 
1· _ -1·, ' l'tlit:1,:il uc I GrJ.n I'ro[e;sora Vera 
ir:s Laureiro, partir ele Ol-C7 ro (Port. 
1' o I il! O B I L I A. R I O S 
- 0'· -. . :;•·q·q~ prpr >!''f'.DOS 
T'POIS, ITA:,O?+, 1.:TO SAO, PRIIAVERA I c 
P:MA3.3± 71. 
± isto mos:ao, tão o 
1! 30! VEt !g:.. 
<,n.-.rJ~ c-,,-1 !!,: : 
r•,•.:. e r~i•o r.ci:nn 6 umn rcaildede. 
» O3 C 1ciso. Est2 é sua 
ir2crosu património ngora 
n- 
ALVES DO 
AJ, n A:, TI+dar S 'i·.-., - n:1 lrc::il m~is n1to dn cld.ude 
. . _Pxc; de J "l!~~-:-:~;:i'• ... 100,0CO on ''P?.ciüt;-.dos" 
N5s fzr10s c!quer n?o - presei sua pronost: 
AIS UE EMPREEKE;TETO DA "SETEAGIY" 
±&.strçío Nivldo de Barros 
J:ti,a ··,Lr"D io::o %/l - ?O!l('S -!'.l!J-1,1:ll e 430,1238 
DEZ.A Sr· 	MATO GROSSO DO S.llL 
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e r11ri!:! 	,'"'" - 
dtdo de Ai:p 	0«1 Ia 
t'c O'.i on l"l > 
'fRAN,-,:-E U't :'L'. :u~;-.,<_ , 08 
O funciopá,lo: Pedro P 
1
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cr-rgo tJ:: 'Lnl::·lJ, 'J: • . 1 +r1 Ir " n 
runr;ro c.1, L:,., :;·n . 1 ,·,
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Oi>rJ!1 e f; •••o1f"r.; l1, ·, r r tt . r: hl .f,d 3 
CPort. n" Ol!l?/e:1 ( • '.,r,· •• 
O func:o, írio J.ir:
1> ,,_e; do cor o de 
'l'r,1halh:iclor Dr·•ç,t ,~:·1, .• ·•,·• r ,1 tu1 , 1fJ de 
T !:.,:Irona S c1<·t· t iit c1 • Vh·, . ,, 'Jl•n:'.; e: Se:~ 
Jçu, Ur ,:-.nc; : rn1t;r o· 01.0,1 ,l1 (f .ri. ,1° 
Ol!lB/f
1:! de 27.07 P3) 
A fnnc:cnáll:: l!o !r :1 ! il.f•r.·' ;(':>, :!o (;! "º 
dr Dlbliotn:ári·1 p.,,,: (':· •r~·-r 1 run :· 'l <', ,,,,, n 
te Aclr,1ônl•,lrali':o, nn r·cerc 1·,,·,t ele Eüuc :ç·.o 
Municipnl n p:ir;ir de 01.0;,:>·; (h r:. n" 0'211/ 
83 de o:!.03.83) 
DE8IG '1m Fl Nl'!D;',!~nt-. 
A f11ncionC:rin: Iol,inc1:1 Oc;~rnpv, parn CX( r 
rer a funçfio dr. T<?· "Jr,•ir.1 110 Íl'•P' ü'mc-:1lo :h 
tilulur, cm,:mte o ·,:,.,r:ç,c!0 ::l~ Ol.OB.ll3 2 23 10.l.:1 
perecindo s ·vantagens do cga. P'ort. n" 
0207 /83 de OJ.O!l 8'.0 
CONCED:Sft PCfNÇi I't,?.A :::ESTAC, O 
A funcionária: Arcy Aranda Cimnno, a 
partir de 04.07.83 1'. 23.(l!:J.83 (Pon. nº 0188/83 
de 15.07 .G3) 
i1 func!onári'.l: Vcrn J7:ítima Vicente de Sou 
za n punir de 24.0G.U3 t lll.O!l.ü3. CPort. nº 
0109/83 de 18.07 .83) 
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Um 6o da wds P+1viste de 
."'orn: i•· L' d ,_ 
P.n_1r-csml ".n'e rm Sº,o r,,ulo, R:o cc 
Jnnclro ,.., nra:-ilio. - Tjb,1b v,•íct1lo • de 
c-mu1,ic:1'.;:,.o s/c Ltcln. 
.. Rll:.! S ,,. de A");il. '.l32. 5" ancl,,r. Conj. 
51 - Te!:;: (011) ?.53.257!1 e 255.:! 1(12 • São 
P::ulo < SP J. 
SCS. I:dil:r!,., J:ia.c.·; CJ,
111, '!º :-n,::11, CunJ. 
20D . Pene '.!33.üG11 • B;,. iE 1 - DF. 
Filiado à ADJORI r_ .AEP[1,;ORl 
I5$0! G !221 uM 
vOUC.L:;:--Jr.;:::,t 
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ENTROU UM 
SAPA.TO D&ITRO 
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JARDIM-MS. 
BONITO-MS. 
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1 . . . O novo estilo de comunicar está aqui . ! 
de.eg o,e,ou;ao reacat a.a.a.o t. e.a arme,asa ata/ caetna.a. a v e ao. asar» r	o	o	» 
r< GO ..  
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l 
e.rwae }, ar 
• ln 1 
Verenr {CM!dionor Rodrig • 
Peque'ro es, ouvido o plenário na for 
ma regimental pura que ta Cu a Leis! 'iva 
faça xpediente endereçada ao Senhor Diretor 
do Der ! !citando reparos urgentes. com 
c:locação de bueiros e encasca!bamento do 
Km 10 da rodovia que demanda Bela Vista a 
Caracol 
.JLSTirlCATJVA: 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores: 
Con.<idrrando que o local que orn requeiro 
os reparos é frequentemente nlngndiço. 
Vereador Marcelo Calvano 
recurso5 
I 
Indico a Mesa na forma regimental, para 
que se oficie ao Senhor Cml. do lCJ-0 RC, cx,m 
sede ne•·t,a cidade para que nos informe da 
possibilidade da Bnnda de Mú lca do Regimen 
to Antonio João, vlr a tocar mensalmente pa­ 
ra o povo de Bcl'.I Vista cm geral nn !'raça 
Alvaro Mascurenb:1s. 
,,, 
Mesa dn Câmara. 
Díspée sobre a Fixação do Subsídio e ver­ 
ba de Representação do Senhor Prefeito Mu­ 
nicipal desta cidade. 
O Presidente da Càmarn Municipal de 
Bela Vista, Estndo de Mato Grosso do Sul, 
usando de suas atribuições faço saber que o 
Plenário da Câmara Municipal aprovou, e eu, 
promulgo o seguinte Decreto Legislativo: 
Art. lº) O subsídio do Senhor Prefeito 
Municipal desta cidade, é fixado conforme o 
Art. 88 da Lei Complementar nº 7 de 20.11.81, 
em 60% (sessenta por cento) dos Subsidias 
do Senhor Governador do Estado. 
para 
E 
DA DE M'SIC 
)USTJ H'IlVA: 
lo Pr idnt, faço indlcnçío 
tendo em vi/ta as pouca lternaiivis de lazer 
em nossa cidade, cso ha a disponibilidade 
por p·•rtc da Banda Musicl do 10 RC, ota· 
rimos que a mesma viesse a tocar aos domln 
[lOS pcln manhí:., 
Sala das Sessões d Cara Municipal de 
Belr~ Vista, MS, 29 de agosto de l!Jl3. 
PROJETO DECHETO LEGISI, TIVO Nº 01/83 
A4rt. 2°) A verbn de representação será 
Igual a 2/3 (:J.oi!.l terços) do•; . ,u., r.uh:,(dios. 
Art. S°) Este Decreto i eislativo, retroage 
a partir de 1 de março de 1983. 
Art. 4º) E..,te Decreto Legislativo entrará 
em vigor na datn de sua pubhcaçü.o, rovor:ad.l'i 
as disposições cm contrário. 
Sala das Sessões da Cümura Municipal do 
Bela Vist.a r.vI.S, 03 de Agoslo de l!l83. 
Tvu,n Afonso d.:1 Costa 1VIan1ues 
Presidente 
Ddefonso Pinheiro 
lº ~creti'il'io 
as 
Brasília - Mais de CrS 10 bilhões serão 
destínados pelo Governo Federal às micro­ 
empresas brasileiras, através da linha de cré­ 
dito especial do B:NDES (Banco Nacional de 
Desenvolvimento Econômico e Social), para 
atender imediatamente a mais de tres mil fir­ 
mas em todo o pais, com juros especiais de 
cinco por cento ao mês. 
Convénio nesse sentido foi firmado no 
último dia 17 no gabinete do secretário-geral 
da Seplan (Secretaria de Planejamento da 
Presidência da República), José Flavio Pécora 
entre o BNDES e o Centro Brasileiro de Assis­ 
tência Gerencial à Pequena e Média Empresas 
(CEBRAE), a quem caberá operacionalizar 
n linha de crédito. 
Serão beneficiadas empresas de pequeno 
dov 
atta 
!<• (l, , 	IC'll . l ll n,.H) 
do enhr oDer 	wt taer esta 
!'olicituç .. o . 
Sala das Se es + Municipnl de 
Dela Vta, MS, d 1993 
microempresas 
porte que tenham um limite máximo de fatu. 
ramento de .até CrS 125 milhões (indústrias) 
e de CrS 50 milhões (serviço e comércio). O 
teto de financiamento serú de CrS 14 milhões 
para indush'ias, comércio e serviços. Desti­ 
nam-se a capital de giro e a investimento fixo. 
Investimentos junto a micro e pequenas .. 
empresas têm demonstrado que produzem, 
a curto prazo, a manutenc;ão e a geração de 
empregos a baixo custo, sendo uma das preo­ 
cup~ões do presidente Figueiredo o atendi· 
menta imediato a esse setor, segundo a-xpli­ 
cou José Plavio Pécora. Os recursos em geral 
são orientados pelos agentes do Cebrae nos 
Estados e repassados pelos resnect!vos Ban- 
cos ó.e Desenvolvirnentõ. - 
LIGUE A COBRAR· TEL. _(011) 240-3211

.,. 'JO n:~ . 1/TO (,,•()<;'.'O DO sur, 
 n ' L • ., 1, 
'IL +T: ..0 .0 !',' ZO O:, :;'! 
E ·o ± Ccnt D 
tr, n.n C~/ií l, r,11' .'()',1'.; . • • T. l r, ti , ,r , 
l!o,ihn 0'.1L/"'l)() TO III JU 'J ! o 
r,(•rtulntr: Exm1o, :. Ju!z d DIr 
1 
(J ,· e, 4 
n do Bel Vito, E.alo, do M1to Grw3« do 
Sul, Jos Mi Co· t 1, brn•:J ÍI,. e., lo, pecu.- 
ri»ta, reidcnte atualmente, te mun! {r!o d 
1ln Vit-MS,, vem por c ' 1 r t"t 1.·• lhnr fr,r­ 
mn ,1~ dir<:ltri p·o.,rn•·C'r t•m • r rc11c·, :·c·c::­ 
ch rrtltr,1 devedor «oln!te. OI LANDO 1O • 
NINI .TUNIOH, lirn· ibrn, e· ·do, proprietário 
nirol, rc~lclrnte 11n r.iclm:, dr L1m ·--~-?P., 
nm Cnskb Br.!rcc-, 11.0 Li), •·eh 0°1 ··:r: , t' 
rciquer o ,cr,n.lnlí': 1 . O C' w,t•n,;(,• 1 c,dr 
do l'xrcutndo eh C1ll"1t1, dr• C'r~ .'._:,,' :.f1M 'l'l 
(quntro' milhões o q!!n'nt: mil cr:zero.) 
saldo do uma Nota Prri. scrla do vz!or to:2! 
de Cr$ 12.500.070,00 (do?c mil15e: e a'nhen­ 
tc.:; m!l cruzeiro), quo cm data de 2201-1632, 
fora parcialmente resgatada r!a quantia d> 
Cr$ 8.000,00 (oito milhões ds cruze:rc), " ·­ 
tando um saldo devedor da quantia cima rxen1- 
clo.,ndo de Cr: 4.500.000.00 (rll!:1!--0 mi'l•ü - e 
qulnhcn!os mi! cru:iro), uo no bsan1tc 
todo o cmp:mho do seu crJilito. n;:o !'O!: ,~t1irn 
com o executado. 2 • Isto posto. rcr.uc :1 V. 
Exª. se digne de detcrminn-r :1 citn,5o do e·:<'• 
cutndo pnrn pn:;nr o valor d» divido, de CE$ 
4.500.000,00 ncrescidn ele jures cc mc:·;1, corr.:c: o 
monetária, que dovarão r cotado a partir 
d:i dnt:i do ve:ci!to do titulo, 05 do Je!­ 
ro de 192, cu=t3; Dr3€75U:;;0 ::'11-2r022su2is 
os honorários profs33n:E, e l2 o, data 
vni, ser arbitrado cm 2 (cio sr cc±to) 
obre o valor to!t! d condeno, sob» r;o 
de, não o faz2nd3, 11o "r:o de 2!1o7a<, &­ 
jam-lhe pen!orados tantas bens qu: - -; h:-.-­ 
tem para o p:amor'o Co princal o I= -. 
créscimos, c, citnclc ;,:11cb )'"::-n t-:,•
1c~ ,.. : t.:-: 
ulteriores do proceszo opr qurzdo, a Coe- 
sa que julgar melhor ao 3 inter25se, ara :1 
final, ser julgada procedente a przen' cc­ 
çãÕ forçade. por título cxtr;;judicio.l e , • ..,,,.i, •-:- 
do o executado ao p.'.lft:?1~0nb j:í rcfc•·l,h. ., . 
A cit:1c5.o do execuC:.1à,o dcvr:-r,í s:-..- fci::1 1x"J1.· 
Carta Preat5ria, para a c:dado Com:acz d 
L±meira, Estado ds São Paulo: ~iío rnm:1:l~. p::- 
ra citar executado, uma vez que o eeutz2o 
possui bens imcbilírios, nesta Canca. n.: 
deverá proceder-se a penhor e c: d:ais ?- 
t 
. " . ., - d - .. • • 
eraores 1::-.,:m:.es ,a cxccuçnc. urn~ ,.- .. ·: que o 
t cat da no ttyy!o (Not Promlsoria) obrl. 
r •• • h n_ •, e •r., r-·a. -4 • Protcs­ 
t.e rv.r o aludo pur todos os meios de 
; r,, ,., e ' üirr • , p rmlticJ,,, l'1d1l' lvo pc-lo 
e..'; nto 1, 1 e'·, c:rcut-.•b cl• tl" Joi;o rr­ 
'J"l'•rlc' ,, rHt, .. •, d temunb, juntada doe 
l''1 ·loc•ii1. 'l 
1
( r, r'(' n··c .: ... :_'1r! 1··, fH•rírj·J. rr­ 
' s ,b 1 f <:io: con ,;r.nrclo~ do pn.rú- 
n o 
:! .:ir s 'o:vt!o rol u atividades 
:11• !'·: ,. "n ":i1n~,n-,,--·nt<· do domkiUo e elo. 
• 11·
1 t·r. (!•>v·l.1. Tr-rrnor; cm qur, corn O!:: tlocu­ 
n..nt q:;e intrurm n precn!e, dando-so a e- 
1, o vn)r>r cl-- (q11nlro milhõc'.l e qui:lhentos mil 
rr:i r':ro0) C'r~ 4.!i00.000,00, pc•cJe deferimento. 
11 V3 {o, 09 cJn ::lfr.,ro rlc J!lil:l. (n) Dr. Pedro 
Mo p!cri. Em cujo processo foram arre3s­ 
f1do: o:; 3vintes bn: 2.500 hac de terras 
p !. E Ivrdis d Fz. Docajá, situadas 
no mvricíio de Dcla Vi:ta, confrontando-se 
·,o r,;or·,;-: i:cm 1rrrJê t
1
i' proprlcclnde de Anto­ 
:io Maia Nunes Ro±dão. c com a F:iz. Tou­ 
ro Moo, a Lste com trrr:1s ele !)ropricdndc 
do Valdemar do o: Barbosa, à Oeste com 
tr,rrs• ck _tristide~ d::i Rosn Rocha e do José 
Jfoi:1 Cosb, cle,·idnmcntC' matriculadas no C:tr• 
tó:fo ele Tit•r:igfro de Imóveis destn ciclndc sob 
r..o 01 d.: rr':Jtrícub 3.'.!l!l, livro n.o 02 - 2.000 
ha:,. do terras pastais Jnvr:iclas da Faz. Boe.'.ljá, 
:1tu:1Jmcntr. cknominadn Faz. Cerro Azul, con­ 
frontando-,:- :io Norte com terras de proprie­ 
d::dc ele .TesJ ::lfoin Costa; Ao Sul com terras 
c
1
,:, pro:iricc1aàe de A:itonio i',Iaria Nunes Ron­ 
n:io e com tcrrns d;i Faz. Touro Mouro; a Les­ 
te cm: terras de propriedade de .Valdemar de 
Souzn B::irbosn; n Oeste com terras de propric­ 
d:tck de Aris'.ides d.'.l Rosa Roch.'.l e de José 
J•T:iia Costa. devidamente matriculndns no Car­ 
tc"rio de Rci:.ristro de Imóveis dcstn cidade sob 
o n.o 01 'ln mntricula 411.. do livro n.o 02. E 
n:110 o Ei:!?cut;,do ORLANDO BOJl"INI JUNI­ 
O! no oi ncon'rado n7r Ser intimado, foi 
,1 ,,_ •·11h,~cl:1 ;i cxnccliçiío r!o presc:-i!c Eclit.'.ll 
cora prazo d3 30 dias, através do qual fica CI- 
"'  DO - O'PL NDO BONETJ .J:!'7IOR, da pre­ 
•~nf•' Exccuç;';o, e pnrn c:nb:irgar, querendo, 
~o ,,r~:·o ele !O (dez) di:is. Va!ôr d.'.l Dh·id:i. 
'·::,.~:rn n1ilhõ:-.3 e qtlinhe:,f.os mil cru:,cirr•·' 
Cr$ 4,320.000,00 O presente Edita! será pubJ'. 
c7do na orma d lei, e afixado no Fomm 1o­ 
r., 
1
• l"0 1u,ic1r <b costume. D:iclo e passndo ncs­ 
tn c:.às:;c e Coma,cn de -E!•ln Vista, Estado de 
~fato Cr::isso do Sul, nos qu.'.ltro dias do mês de 
A:·r.•to d,:, :::no ele !r.il novecentos e oitenta e 
ire,. Eu (Pedro B.1rcclos do Vale), Ame Judi­ 
ci:.irio. o drt!ilografei. 
Dr .. Jonas dos Snn!os Pellicioni 
• ,Juir. d~ Di,cito 
: 1 
'·:'.'),). r.e:-rr: 'CCF. SE:'!Pfüs cmrPnA GRAN[;ES 
VANTAGSNS, SEM: FALAR NA QUALWADB DOS NOSSOS PRODUTOS" 
- ARTES E DECORAÇÕES E.CNE 
COPT!AS, 
, 
1 
Jní<.:JJ d 
Coon.lcw di-n. 
Ti"Jamcnto, a Cor 
-- ----------- .... - --- .... --.-.-...-.- ------- .... 
ESTADO DE MA.TO c;no,so DO SCJL ..... ' CO:'IIATIC; DC :mt. Yh1'A 
POOI:R .IUDICIARIO 	cimTómo Jl'DJ(:[JL 
ED!7.H n:: ~,L'Ç~ t;,;rc·. Df:!'-IGNMH P,l ::a/i)9/~3 
O Dr. Jonas d Sintas P !icioni, Julz de R Ce!. Dias n? 95 pra er arrematada 3 
Direi .o o'.l unic.n Var;. C1·., ! ,.1 .. 1 . Cr m 1r<':1 de <1" ·m rn-110. J.mr ,, c1c•:· cima do st, ~P 
Bela VJ~l'l. E' lndo ele :,!;•'.o C:·o '>O c'o S 1I. 1n e' r c:Uc é ele Cr') O • ;,:l.77,' 11 :.cr, e !lo <t 
form.'.l da lei, 	custas procesuai " • rcr!1 • rr.,r ci. •. ci .,; 
FAZ SADER a to_do:. que o prcsnte Fclit:-1 to cm. • ,! auc o r !cr c'o in.óv,I cucr,n:r, :. • 
vJrcm ~u dclc_conhcc1mcnto t!vrrc·m que for.:m h;po•c-c cm : om«ente cata reamue 
murenoo 2' dia 20/09/83 r.s 10:CO hor:is para deral, no cxJq indo entretanto, recurso p !· 
n rcalJZJçuo das prac;:ns dc>:.!gn::;.d"'> ncs r.u
1o'> c.!cn~cs d;:- juJg~mcnto. 	• 
Nº 033/83 Ext. ele Aç~o 7~5/82 (lc Exccuçil'l 
que Cn!xa Econõmica :r, cl.'~rn F.C·,::- ccnrn 
Scbnsti~o Antonio do, Santos r; '~r, ntcs ao<; 
bens penhorados nos RUtos acima mencfon;:i­ 
clos abaixo cnracLC'rizndos: Uma e:·:'! de :1lvc­ 
narh, com ürca de 50,:.!1 mts (!U'.!drado.; de 
consl rnçíto cclificaclu no lote ele tcn cno urba• 
no nº O-!. setor o-. ela F circur. cric;:i.::i dcs'a 
cidade, devidamente m:1triculmla !1D RGI d'.:!'.'· 
t:i cicJ.aclr., sob nº 2.527 fls ~.:;27 do Ji·n o !1° 02, 
que será levado à praça no c.!ir.. 20/09/83 ;.,, 
10:00 horas, no li.trio do Fornm local. silo ú 
ESTADO DE :liíl.TO G~OSSO DO SUL 
CO;IIl!lCA DE BELA VIS'l'/. 
EDITAL de primcirn e Scçunda pr:i.ça (s) de­ 
signada p:ir.'.l 28-09-83 e lC-10-83 
O Dr. Jonas dos S:intos Pcllicio:-ii Juiz de D!· 
rcito d.'.l 1.a Vnra Cível desta ComJrca d~ I3c­ 
l.'.1 Vista, Estndo ele M.'.lto Grosso do Sul, nn for 
ma do Lei, 
FAZ SABER :i todo:; que o presc:1te edital 
virem ou dele conhecimento tivericm que fo­ 
ram m:ircados os dins 28-09-83 e 10-10-83 às 
13,oo horas para n rc.'.llização d:is pr:iças dcsig­ 
nad.'.ls nos .'.lutos N.o 14.1/83 de AçEJ Execução 
C/Devedor Solvente que Frnncisco Elio Eatti­ 
lani mo,·e contr.'.l Rigobcrto 1àri.'.lno Ve!asquez 
referentes aos bens penhor:1do, nJs nutos nci• 
ma mencionados abaixo cnr~clcriz~Gos: 01 s:1- 
lão para cnrpintaria, co:istruído cm m:ideira e 
alvenaria, coberto de tcihas, com 411 m2, .'.lVa­ 
liaclo cm Cr$ 1.200,000,GO; 03 tdhciro:; cJn:;t:-uí­ 
do cm madeirn e coberto de ch:ip:is de zinco 
com 30 m2 c:id;i, :cvali:,co cm Cr$ 5;).0C0.00; ca­ 
sa residencial, nos íundos, construída de madei­ 
r.'.l coberta de telhas, com 103,50 m2, :ivaliada 
cm CrS 400.000,00; 01 cob2,·tura de Eternit com 
18,00 m2 av:ili:iela em CrS 1~.000,00; 02 btes de 
tcrrenos urbanos detcrmin;;dos sob os Kºs. 2 l 
e :21-A, da rua G:tl. So.!res <ln Rcch:i, quadra 
33, setor 20 desta cidaàe, meciindo os ditos lo­ 
tes em conjunto 30 mts. de frente por SO mts. 
de fl!!ldJs, av:iliados cm CrS 600.000,00; Uma 
fu-racleira de madei;:a Invicta, avaliada cm Crl?,: 
Ct,.R:'J:'I'!:S, EGX PARA BANHEIROS, TECIDOS PARA DECO"'ê.ÇII.O (FABRICAÇ.lO 
'.::,'.)LDOs - TAPETES - SECADOR - PÃRA-~~RTA!vIENTos PRó?RL) 
DEC RACõES RONE· A OPORTUNIDADE p 	• • 
A!., NO LÓCA-L MAis=-,_,,;p· ORTAlNTE 
1
DE S • ARA VOCE DAR AQUELE TOQUE ESPECI 
- 	UVL - 	' • UA VIDA: o SEU LtR 
RUA MARACAJú - 702 - Fpne:624.0510 - CAMPO. 
GRANDE • :'.'IS. 
F p:irn onc nin"'11ém po 'l a!c;; •r J· natãn. 
ela, determinou o :i'.'i}.1 Juiz que se pd. 4 
o prcscnlc I:d,tnl Ci.''C n•rú nublic:,<10 e ;'.i
1~~d~ 
na formn d·1 lei. 
D1:io e p:,· <;ado nc: h cidade d::? Deb V!:;ta 
Ectaclo de iIr>to Cr0s~o C.:o S•1l, ao:; 18 cli:i.~ 
do mês de ngos1 o do ano de mil nov::c, nt.os e 
oitcn•.a e trc;, 'Cu (Pccl<'o B. õo Vale) o subs. 
crevo. 
Dr . Jonas dos S:111tos Pelli<Joni 
O füIZ DE DlHEil O 
PODER JUDICIAmo 
C/HtTôlUO JUDICIAL 
200.C00,00; Uma :errn Tupi;i ncopladn com mo. 
tor, üvnli:idn em Cr 230.000,00; Uma li::adcir~ 
de mcsa Invicta, ava!ida cm Cr • 40'.l.fJOO,llO; 
Um tor:io para madeir:i de ~'rnp!es foLricnrão, 
avnlicdo e□CrS 50.000,00; Uma Serra de fita 
In
1:ict:i, av.?li;:da cm Cr$ '100.0'.l'l,O'l Uma serra 
circular com mesa do madeira Ivic(a, avaliada 
cm CrS 250.0QO,QO; Ur:ia pbi~:i prn ra::clcira 
Invict..'.l, nvnli;id:i r:-m Cr3 l.OC0.000,00; (res b:.n­ 
cos de madcir:i p,óprio para cnrpinkria, ::iva­ 
li.!do cm Cr-'. 330.GCO,OO. Valore~ r,or qu:mto 
serão levados à pr.!ç:i no~ clics 29-0!J-83, à: 
13,00 horns e eventual scgu1:dn prnça para o 
ài.'.l 10-10-83, às 171esm:is hor::i.s, porn serem ar­ 
rcmntaclcs por qucm rr.nior lance der acima da 
avalis.ç5.o, ::;cnà.:> a YC!!da feita à visto. ou mc­ 
àfa!1tc fjador idõneo pelo prazo de 03 (tre:) 
dins. Dos :iutos não consta nenhum ónus oure - 
curso penàente de julgamento. 
E para que !!ingu~:n p::s:;:i alegar ig:norânda, 
determinou o :UvI, Juiz que se expedisse o pre­ 
fente Edital que será pu,blicado e afixado r.a 
form.n da lei. 
Dado e p:?Ssado nesta cidade de Bela Vista, Es­ 
tado de Ilfoto Grosso do Sul, aos 1'.) ciias do rr:es 
de Agosto do a:io de niil r.ovccentos e ci'.en~1 
e tres. Et, (Pedro B. do Vale) o subscrevo. 
Jonas dos Santos Pellicioni 
Juiz de Direito 
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D, I!der Cm»ra 
, i.ita±do uma árc pobre, iiqvei felz 'Cn­ 
do que os Polre conlccim pelo nome c san. 
'm ma rinl. o F ire 'aquela Par&­ 
c±a... Quando h expliquei ±eu contentz-. 
mn1to, e!e cuuaen!ou, com humildade o inteli­ 
Caei: 
''Ccntc 1t ·nnc11to o Sr. clc,,·cria ter, niio por­ 
que elas :alem mcu nome e me conhecem, Con­ 
tentamnt) o r. deveria er se eu soubesse o 
ncmc do:· meus P.;bre~ e conl1ecesse a história 
de cad: um d•· lc·s .... " 
Mas eu logo scnti que ele conhecia casa a 
caEa, e conhecia os p,·oblemns de cada Famílio, 
já estava cstimulndo cada Família e a Comu­ 
nidade toc1a a enfrentar os problemas de ca­ 
tla um ... 
"Ali mJrn o Bastiiio. Tem cinquenta e dois 
ano,. Niio arran,ia mais emprego apesar de ter 
1... 
raúde e ser forte. Mns Bastião se vira pr.:i tra­ 
zer comida pra família numcro:;o, Aqui em 
volta, hú três feiras; ele aparece nas três e faz 
l,lscate, carrega peso ... Volta sempre com algo 
de comer para a esposa doente, para mãe, ve­ 
lhinJrn que mora com eles, e para uma filha, 
abandonada pelo marido com três Iilhos me­ 
nores. 
Naquele Mocambo, com uma banda der­ 
rubada m.:ira M.ie Benta. Foi parteira durante 
quarenta e cinco anos. Hoje, está e:itrevada e 
cega. Mas dá gosto ver como não falta nada à 
Mãe Benta, n/ são as mães ricas cujos filhos ela 
aparou na hora de nascer. São as mães pobres 
que foram acudidas por ela na horn do parto ... 
"Seis mães pobres, que moram neste Alto, 
se revezam e do pouco que tem não há perigo de 
esquecer Mãe Benta ... 
. 1 
"Quando ela sai, com sua varinha ele cega e 
ela conhece t':tes c:,mlnho; toC::oJ! - é um co!1- 
solo ver como é bom, como é bom ser bom ... 
"Ali naquele mocumbo elo oitão morn D. 
Francisca, uma esposa sofredor., O marido che­ 
ga bêb:ido pelo menos duas vezes por semana. 
Ai a Yiúnhonç:a não pcde dormir ccm a bru­ 
lho que ele faz. espancando mulher, e qua c 
matond 'l os iiJhos de tanto butcr ... " 
E assim, meu Irmão Sacerdote que nasceu 
longe daqui, idcP.!ificou-se de todo com :1or.r;i, 
gente conhece sua paróquia 1nlmo n p:llmo, 
pessoa pJr pessoa ... 
Digo, meio brincando e muito de verde.de, 
que naqu,ele Alto até os cachorros o conhecem 
e quando ele pn~sa e eles latem parece até que 
o estão chamando pelo nome ... 
Como te entendo, meu Irmiío. Tu te <lfs a 
l ,•lo.': 
1
- ~r•' ou r,,.u, 1 i 1 .1,: rn b1k cm viio 
em à tua porta. :" 1 e cc~no Cr'. to 1 ' 
1
'• 1,,,rl 
tod ·, foi rnr,r,,r C<'m r r- cdore e não ti­ 
nha cquer um I p l, .i nr.· • , , r, ,u .ir :1 r:,heçn, 
vle:t mrar com os pobre: mui pobres de tua 
PrSquia, Quando a água che a pela madruga­ 
da, tu a esperas, como tua geate a cspera. E vnfo 
cm tuna lata apanhar tua água, to:Tl'l l<,do mun­ 
do faz no teu !to, E ainda ajuda a carregar 
es Itas das r ssoss idosas e (];,·; • .nlsl::·n grá­ 
.ic!, '. 
.J.í ouvi di,rr que fnzes tuclo 1,.Jr demagc,­ 
[íin. Dc,magogia que atravessa me;cs e dura 
cnc:;? 
Comprecndc5les or; TE:1 POS NOVOS. E 
sabes que mais do que !'lun.ca a boa nova, o E­ 
VANGELHO, tem que ccr preg:1do com a VIDA, 
antes de ser anunciado com PALAVIlAS. 
#q 
2%! ± 
j E% 
• ; 
, 
rISe, 
mos em plena crise. a barra está pesad9, mais 
do que pesada, está mais paa Delfim do que 
parn Mané, mas é de suma importância se 
adaptar. Nós estamos nos adaptando. 
O Ffrmino de Barros voltou. Prá quem 
nii.o sabe o F'irmino é o Redator do Jornal de 
Bonito. Gente Fina. Andou lá pras bandas de 
Alta Floresta. nos garimpos da vida. Vai sair 
coisa. boa dn cabeça pensante do Firmino. 
Está completo o quadro de jornalistas da Rede. 
Agora é mãos à obra. 
Quanto· a penetração de outros jornais na 
1·egi::lo, tudo be;:n, o leitor precisa de opções, 
,cm :.;ente que gosta de churrasco, outros de 
caviar e outros àe guisado de mandioc'.l. Tu- 
do é (!Uestii.o de gosto. . 
E o Brasil? O Brasil vai bem obrigado, . 
mas que dá uma baita raiva ver o D2lfim, de 
pires nc. m~o, em busca de dólares, isto dá. 
FrouosL:2s: rnucb::: e mudar logo os govern:m­ 
l~s.-Pion.lo Qtte hoje só o amanhã com a mes­ 
m: turmn2. 
Vdundo ao meu livro, muit.~ gente 1'5.:> 
':~'gostar.pois a política é "dinâmica", ontem 
,ú:'.l..'1s defendiam os que hoje são acusados do 
c-.cs.1strc, e ui como é que fica? 
Pedro Ped.rclm 
A o Jornal e Reflexões 
Recebi sinal verde do chefe para publicar 
o meu lino de crõnicns. São várias, todas pu­ 
blicadas nos _iomnis ela Rede, no período de 
1980 a 1993. J:.: um pouco da história de Bela 
Vista e cb regiB.o. Falam de ecnte. Da políti­ 
cos. Dcspo;:tistas. Falam do cotidi:mo. A gen­ 
te está pcns:mdo cm cdirnr o livro aqui mes­ 
mo na grifica, seria o nrirneiro livro a ser edi­ 
todo cm Bcb Vista, est:i sun:ündo o embrião 
cln ED1TOr::1 que o chefe tanto sonha. 
FJlnndo cm crise, não há q1,em tire da 
cabeça cl:J h.:imcm pssa idé!a de querer ampli­ 
ar os iornais, da conlimüclRda aos seis scma­ 
nários., Mui!a gene já perguntou o por que 
õemr.nk,· (::-t:os os iorn'.lis. Por ciuc r,:lÕ fe;;hnr 
cinco c ficar só com a Triin1a da F±!eira? 
.o ad:sr!: perguatar, o:a melhor, não igcm 
za ·.:a, o homem: ica uma fera. 
N'éas sm gena.e quê quer le- 
ar pw0Ato i.o :xs e b& :dos, outros 
pesa:n2 !ar z:o ivc cut: :aida car­ 
TO3 c 35is, G 6si4o (a bom sen:ido) diz que 
pretende iewar ia&ias. D: ainda que o jornzl 
provoca-!l.e uma espécie de maturação. ± aque 
le negócio de crescimento interior. 
Fal<1nd.o c•n jorJJal, lembro-me que estri- • 
Neste finalzinho. lembro as palavras do 
Carlos, não o Chagas, mas o Carlos Lacerda, 
uma inteligência que deixou saudades. "r..ão 
pa.ciuar com o erro a pretexto de que assim se 
lhe atenua o efeito deleiério, é um aio de fir­ 
meza que exige mais contenção, mais cocrên• 
eia do que o simples protesto ocasional, sem 
cc(15zquências, lego extinto e logo desfúto por 
incnn:;;,qucnte, fácil de abafar e aird.::i, ma-ls fá­ 
cil de ::;cr e1:quceido. Enquanto existir uma voz 
que r.;i.o pactua, o coro des:ifina". Sobreviver 
é uma forma de protesto. 
t.too.	.at	toe 
, gere 	s 	•• .., .... ,7-= <:, ." - - .. 
• ~;:.." • 	AGORA NÃO HA MAIS PRO· 
~ 
BLE':'.1AS 
·runo FICOU MAIS F AC!L 1 
~ruii./L -çAS KONSORTE 1 
' 
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"do r;,::.lqi:ei: ci:1:.·•1::, e; :l :zegfüo l 
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pri,:,. do mamis pütl!co'', 
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nº 7 (LI or.-·.:.:~ '. (. ~ : ... "n',.;,·, 1 •::, , , • 
penas a DO571)'llda&3 &O 1iny3 f·.": 
vêrb:i. de TpO5e:{cZo para o ··te@:: 
(1Ue, cn1 hipótese no5iti:a 1'3 S@ri 3 .r. 
dois terces c1'"'. eb2 de rwent:o @o  ..... 
fe do Ex('Ct!l!'O. • • 
Assln:1.J.ir,J:l.o qua o3do!: terço: d ···, ·,~. 
do representação do 3refeito, COP{n: a rc. 
gulmentaç :!O, r3+!o "+:m (to·b i 
xo ds pecti." do 'c3e!o", R,a e­ 
plica que cr,•n a Nico 1ai o mniciio 
fica obrigado a fixar veis 1 Te7cntc5o 
que, sendo dois 1~,c:os do totul p. rc~b:do !Jc)o 
prefeito, ntcmlc as c::igcas m!imrs o car 
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::<,, ''2 í r,c. ') n:.'o •·1.1- 
A PTif~illtiLG,'!ÇAO 
/1. L~i C0i,1pleincnl·:r foi promulgada pelo 
f're,i(r.nt-:- üa 1sscmbléiu Legislativa nos ter- 
1·;:1., ,:,~ i·:-:::::;r;ifo se:gundo e sexto do artigo 
:·:; <', rDn,· itui-;::i!o Estnck:11 é a primeira lei 
! --0: • ,•:::•:i·: âurr.:1',e a r.fual legislatura. 
por N ncy 
r:-:o i: m Ihóes 
E nem bo'a colorida. 
I'F.liddad•· (1 m•.:l•o ma 
~ ;,m.'r n r:: 1 
1 
Arr."lr o p,<.x!n o! 
Am, r 1: Jnfm.lt r:· •ure7..n! 
f.Il. r tudo o que exi ' Pll no :1 I'' l. 
n,11, :cl· cJ , (1 p r' r o ;: u ~ mc.lh :.te . 
1 cone'r o cG!'"! < > : ,11to. 
,~ r.,z.er um bcn • , o cm czda d
1 
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r·1!cid11:lc d :,Jrrlr, (! e;on:,m,,J.ar o ,~rr·~ > cJ ·, 
crianças, é dar esmo'a a qurrn p<.i:! p-o, <} 
cl ,r n ouuo um pouco <''.! :il,,g:la. 
rt:llclchd<' é r na1tir c0,n outro o no- o nmo:, 
:m:;so f·o1.r.T1!  
R<'r"b':TT'O~ (],! A'•. T'<'"'. ,ir. F, '1. 1+E!a Vi l 1 
o"10Aso 1o!e 1mn" n" 0}, UIn bltm informa­ 
t!vo de muito h,;rn n!v 1 o e· m o • r-rtl<;o • 
OC1!t1c eh 111,m<::crevcmo!i e te: 
"ti. C.<SJ no POVO 1::,T/ E)! ,•;:mco·· 
A a~J é o m•.tndo, l .r:; o 10 morar Ca­ 
rn cc..n p!:o, t·lh~d') e n•r·rlc
1
• C' : 1 p>:·~1 i:.­ 
ncl:i e móveis, Com poçn r. u!nt!. O p' 'l é 
terra, onde a rnte mor •: O t :h•d, {• o :ir <!o 
clu que gente respira A parede mota que 
11)S protC.!!"" e 1;,-,--; tr.,:-: 'l :!1
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':1. !. rrtao 
c:paço dc mundo, no: rls rnte a:da. i ja- 
t,~ r ....... 
nela é hleza 'a 4'na a1, 
t•.:r:1nl:•. ():; nl,: fÍ • :· :- ,J : • • , .. :1~ ·1: ,: t 
cuc a c:te cria e cone. O e; o o5ri • 
e±;: c c= (údc que m': elo iria 
2 {e. r!«l " o +.: ;:c r:rdz :.- 
g2o frnce : E;::os. 
sim dr'n sr! A. 
!te, ± a C ;o> s:? ,: ;rr,2. "­ 
ame2 cair c. cm. '3 1rr.••. O - . .,_r­ 
ra o:tá c1do o±ai e e::la± ::a mo de 
:..tn3 poucos, e o Pº'-' J j!~ r.~o t:m c.r:.ci~ D'). sr. O 
te:h1ado cztá cerca?e, poiso 7que rsira:.c. 
5obretudo n::s cid~Cc;
1 é polu:do e cri~ c!c-:!1- 
ç~s. A pnrcdc csti cle3n:Jtr.d~, po!s Zl r.1::.ivr 
p:irtc da mnta jii foi derrubudn p::.r:i d::;:- i.1- 
gnr a c~na e no boi. A porta (JUusc nii0 ;,b:c 
mais, porque o cspnço de Yivcr <lo po'o 6 ~:,(!~ 
vez menor. J5. niio v:ilc a p'.c!!:l olh:tr p~la j.i­ 
nela, p2is o homem cst{t cstrag;:;ndo a Elcza 
d~ ~aurcza. Os móvC'is.cstiio !:.:! acabando por­ 
que as phntas e os bichos estão sendo elimi­ 
nados e ninguém se preocupa em renová-los. 
O poço virou poça, porque muitos rios j i se­ 
caram ou viraram esgoto p:ira lixo das cida­ 
des e d:is fáb!"icJs. O qu!ntc1l do mnr está sujo 
r> I·. t, ,.1, :i ··F: lu,.. .. 
!e de E r ,l, 1 
As ESCOLAS d n 
VA SAIOM 
co! !d s cwmo p »lo 
to. 
CONVITr. 
Co ,,i<l .10', todo, b, l;,vl~tcl' cs p'.lr: par!. 
cipar m ro10::c, c:,1 'Tti,a d I So'!clarirclucle" 
onde t.r;nm• ; 0ponunidHJ,, d<· r1nur e mos. 
tr·,r o nlP'I c.ultur;•l eh r,c o' l:m•cípio, •llia­ 
r::, cin mús:c,1 rl nr.1. foto.;r .:,:, ,,110 pP•ttca. 
e tn,halllo :irt t n:1I r;'. ,:o.~ 1 t•·nn. 
, prcduc.-10 ,:~1 !11rlu.).rt.:. l. vira caracte 
rít!a da nosa rgiio. tamb' n Lrà ,,portu. 
r,1cl,1cle c1c .. f'r .i!J! r ,, nl:'.•i·1 e e c,:1.sum;,:1a p to 
enndc 1,úL!,'.:□01·,, ,. • i11'<''' ,1tl0 rt1<:1ir n,, ·y, 
c•yrnto. 
o l'( u!tado de tod as atividades da fe! 
l'.l sc-rá rcv0rt!ch em prnl do Nta! dC ,rcr.e 
(!,: :'-:'t...to C
1·ut; '1 Õ') Sll. 
t'.o:.-:• n»J:i Vl. t,1 "st·r,'. jl'1l ''rip~nrlo de".• 
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:.tunic:pio ü:-mk (, t.mlos ou1ros cn1e i1ê1 
s~ :'.prcscn~nr. rc:-1a1rc.; c-c-1n :i. e !::borJçâl') 
ele todos. 
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C:o FASUL/FTIOHAV/LDA. 
O e:v:::1to :,cri rc~Ji7~<1o no P,,r'!ll" L'lUc(. 
:o Coe!ho n, crido d 15±±1% d %embro 
do 193 mn Campo Grnd. 
Com carta s 16:00 hor ,-: do tlh 15 e 
cnccrramnto is 2±:00 Ir:s do cl:l 18 d'.l 
mbro. 
A!zn.cm.cnte; 
Mar!a Do!a Erbos: Leite 
Coorcicnr1clom 
·, 
::;IA DO SOLD.~IJO • Foi comcmorad.o no dia 
25 pp. com muitas d.cmcnstrac;[e; e;sportivil3 
e erande público prcstiifa!1t.o. O Cmt. do 10
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RC Ten. Ccl. Sergio Lima e su:i cctuipe qlli! 
organizaram tão bonito c,•ento estão de par::­ 
bóns, :1ssim como todos os milit:1res do no,s? 
glorioso 10" RC. 
1723 
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E€es é$ # 
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(Escl'evo .Tosé Leite Cnr,1alh~e,, l" vic:­ 
presidente do Instituto c1os Ad,·c~;~dos ê.:) CJm 
pinas e Jornslista coln.::oracior do '·Cmr:io 
Popular" de Crunpin2s). 
Nunca numn. eJ.,.-pressão Jatiim • AC'l' 'l. ::.::, 
PABUT ... ,A • poàe servi~· tão bem '):ll'[l. c'::~lr.ia· 
o que se pnssa, ou se D2SE01 3 2i!a! ciun­ 
tura nacionsl, com o pÕc.er cn:ci:cdo n::s ,-.~;os 
do grupo palaciano que conseguiu imor ao 
prez!dente Figueiredo a elu:cio 3c;:go 
le Que seu estado @e sc:3e cr: prcí:'o, ::­ 
cessitanào por isso, de afastar-se d'.i chrfh do 
governo, medJante licc.YJça., e viej:ir per· Cleve­ 
!nnct, nos J:stados Unidos, afim àP. snbmef.er 
u exame das coronárias, com a n:'.o afastada 
hipótese de ter o_ue sofrer um1a cirurgia. para 
e impl'.l.11,nçEo de ponte de safen:i. 
Para se compreender bel!l o q11c ::e p~ssou 
é preciso rccordnr • sntes de se che;::,r r1. trn­ 
duúr o AC'!'A EST F.iBi.JLA • que o ilustre 
generai.-preúient:i quis ree:iit::l!· o que c,:on­ 
teceu no governo de s:m 1mteces:sor, o e :-pre­ 
sidente Ge!sei, qu:mdo conduzido por este 
problema da escoli1a do seu S'..lcessor, ele se 
neg:i•:n. a dee!~.!1!r o norce de sua preferência, 
sob a a'eg1çlio de que a r::coH:a do c?r.ctJ,
1
:.to 
era r,rerna ura, q.:" o probicrr:;i só c1t:'c:·:.a sf:: 
cogitado a partir de jnneirn de l.978. 
Um comuricado n N"~:'o. ele 12 ce out--.• 
bro âe 1977, dizia textualmente: " No sentido 
de evítar expio:·oç!i.o e m~l c:1tendidos, o pre­ 
sidente 6 RepúlJiic:1 m:1. da reirmar 2 in­ 
formacão iá fornscida. mi5 1+ma vez, do n11R 
nun~ a.u,_o?2zou qt:_:c.;.•.: t 1..,_ ':v :.vi>; ~1:..: ... ::: ) 
nomes àe futurns cmàicll:'.tcs. Co:,sidc,::,, :i.s 
especulações quo se f::zem sobre o :;s,:;t:nlo 
!);-~_i-:d.;cl(lis nos interesses do P:ús, pretenden­ 
c:o h,t:2r c1o problema somente a partir de 
,i,t:e;ro c::i 1978. Esse comunicado foi lido pe­ 
lo r cnernl Hur,o de Abreu, que era o chefe do 
G:i;-.i,,ê,(e l~iEt:ir ci:: Presiàência da Repüblica, 
o qi..:al, ::10 ciiC'. 2 de j!l:1eiro de 1978, fez chegar 
ro cx-!:,·;:sidç:ite Geisel um documento expres 
s:.nc;o su:i opinifo sobre o problema eia suces• 
so _;:r:>s:fü,nclal. Nesse documento o General 
:F::,:::;o t'.c 1'.'breu C'.:!'.)On~va diversos nomes de 
1:,::.,::;·;::.., e!;.;" poà.êri.:.m as~umir a Presidência 
dr! Re9üblic'.!, tais como: General Reynaldo. 
Gener.:-1 Sam.!el, general Euler, g:meral Beth­ 
lr::i e, na ::írw civil, o então l'!linistro Ney Bra• 
gn. e o então governador Aurelinno Chaves .. 
No cfü.1 3 c1e Janeiro de 1978, o ex-nresiden 
te G2i,el ccr:,ridou o general Hugo cÍe Abreu 
par:1 falar com etc a respeito do tal documen­ 
to. Do âiálogo entra os dois eminentes homens 
do fovcrno unterlor, pelo general Hugo foram 
lcnbrndos ainda outros 
nomes capes de assumir a Presidência, com 
resp:ildo das Forças Armacias, e os :ilinhou: Se­ 
n:.dor D.b~2lh~cs Pinto, Slnval Gunzelli, Di­ 
·::: :i Surn:i::i, Roberto SJntcs, Herbert Levy e 
·::-.:;'.lio Távo:·a. todo~ c.l:! extinta ARENA, Em 
rczpozta, disze o cx-prcsident~ Geisel: É, mas 
c:1 jú. c:col!.i o FiJucircdo." E5~:iva assim con­ 
f.rzda a nct'ia segundo a qual o ex-presi­ 
dente c:-::0!;1c:·;~ o nom2 do Gen2ral Figueiredo 
no dia 29 de Dez mbro de 1977. 
Orelato soi csta do livro "O outro la­ 
do elo =1:1J::r" ci.c Hugo de Abreu, do qual li 
;i;; p:,s-::~· ;,s ni.:::js sugestivas e as tra.'lscrevi 
num dos meus "Diários". JU quE o livro me ioi 
emprestado e precisava devolvê-lo. PJr sinal 
que li também e transcrevi uma p.:ssa:;cm na­ 
da abanclonad:i ao atual prc:;idcnci2.vel mirús­ 
lro do Interior :Mário Andrca.na, referida na 
revista VEJA número de 11 de Jar.eiro de l 978. 
Como se vê, o ilustl·e presidente Figueire­ 
do antes ào pedido ãe lice.,ça p:,ra se ause:ntar 
ão F:1.ís - maxiesbu prçfcr~ncia pelo Coronel 
Andreazza. Segundo informa esse jornal, edi­ 
ção de 10-07-83, o jornalista Carlos Chagas já 
sabia do fato e o passara para O ESTADO, que 
divulgou a informação, e.n1 primeira mão, na 
su:i manchete do clia 24 de Junho, sendo certo 
divulgou a in[ormr.(;:io, cm ~rimefra mão, na 
que o Jo:n:il d.J Brasil nolicicu o 
1
foto só ::10 dia 
09 de Junho. Gontinua O EST/1..DO: '·0_o di­ 
vulgar a Lllformação 16 dias 2nles, o jorna:ista 
transcreveu um diálogo que o presidente da 
República manteve com Maria Andreiuia, na 
noite do dia 22, na Granj~ do Torto, d:-:Jcis de 
conhecer as prefctê-'1cias dos convcn;ionais, 
"Vamos derrotar o Mf'..!uf-" - indagou o Ge_eral 
Figueiredo. "No que depender de nó, cs!cmos 
ai respond2u pi:o:itamente 'O mi:li~tro elo fote­ 
rior. 
Não resta dúvida que V:!S~n~:c o erisédio, 
com ampla publicidade dada pela imnrcnsa. e­ 
pisédio que deveria permanecer culto dos de­ 
mn.is presidenciávais, principal=ne;).te cio mais 
afoito e perigoso - l:i::iluf, mencionado no re[e- 
rido diálogo desencadeou uma reação ir.contro­ 
lável cujo des[echo aí est:í: a licenç:i do p:-;Sl­ 
dente Figueiredo, que iria sair do País, ;.tê 
que o problema sucessório se acomode e se en· 
contre wna solução honrosa para os envolvidos, 
pois de aco:-do e/a tradução da 'Acta Est Fab'.l· 
la" (está representada a peça), os autores e ac• 
res dela não tiveram outra sa[da senão peô;r 
no preE.id,mte qu'::: viajasse. 
Porém o homem do povo, já bem mais po­ 
litizado, que conhece os dois: Maluf e A.ndre1• 
zza, perguntado por quem optaria, respo:ic.1.ru 
se."ll pestanejar, por um t e r c e i r <'­ 
que r e ú n a as qualidades aponta.c'
5 
pelo p r 6 p r i o presidente no ·rr
11
• 
grama da Tv "O Povo e o Presidente ''_f() 
meu modo de entender existem: Herbert Lt-;-·. 
Olavo Setúbal, Ru'bem Ludwig. Jarbas Pa,<~· 
rinho. Aureliano Chaves, Tancredo Neves. ti.:
3 
Eulália Vicligal etc. 
Agora uma pergunta, se depois de tan 
escolhas INDIRETAS nestes auase 19 anos e~ 
governo, pontificando os tecnocrat.as que l:· 
varam o Brasil a um BECO SEM SAíDA, i::
07
• 
que não se etribuir ao uovo a escolha do fu.-1• 
ro presidente nel.2. Eleição DIRETA? Se es·"· 
lher mal, AZAR DELE. Cada povo tem o g.· 
verno que merece. Ao sofrer nas ro.3.os de quo-1 
ele confiou, noutra eleição ele terá maior â· 
dado de não errar. 	.. 
(Tr::.nscrição de "O Estado de São p::ulc .. 
de 20/7/192:, E7T: "T:":z dx Te:lei 
jornal iniciante-integ-,ante da Rede BelmiS::!l 
se de Jornai:, pe!o ProL Stl'.IDpO.