A·im vfirmr«! 'nlc'u o D«ta Ru- / • ' , .. #;, ·~· .,, ,. i: ttt..:nt,, pen Fiuiro o 1 Dg.e o Parle 'r Eu..2at . » a: "Não :ci e To:quo csiamo; ultr,ansa d» m; de rito vm mê; urourento pera o. brasileiros - o folo 6 que existe na concepçio de cada cidud5o Jd(·ln de que os "coi•c>s vão de 1,1:il n pior ... ! A autoco1úinnçn que sc-mprr, con,tilui11 n r.i!'tc1lczu der. grandes dccl.süc:; nul!• Paf~ está -·---··- - - .. ·--- ,, __ __,.,.._ ..... _ ..... _ FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, cour.o CABELUDO, SEIOS AEDOMEM, Mii.OS E MEMBROS. INCU./SiO DE SI­ LICONE, PEE:LING CICATRIZES, TU­ MORES DE PELE, QUEIMADURAS, ACI D:2NTADOS, DEFEITOS CON'GENlTOS (MiS. P.úS, I-ENDA PALA'IINA, LA­ I3IO I:,E'!?.ORíNO) úLl;ERAS DE MEM­ BHQS E?l"iAGRECllV!ENTO. EST.BT!CA E REPAHADORA Atende cm: Bela Visto: Tiun Antonio Jo, ão S/N, no lodo da Farmácia Moderm (última 5.a e 6.a Feira e Sábado ele cadi mês). 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O deputado pernambucano confessou 2inla que, de­ pois d:! c:;oo;_ç:::o de D;;-iiim, passou mesmo a ter dú,rifü>.s de que o a:::i"o­ o S<'.lr..ri::tl s~j.::. u:n problema àe segurança nacional, b:1se c1.e Sü:1 argu. ·pico5, e. , ' ·",~o i.2voravel à aprovação do decreto, Gibson cUs~e :,ind:i, que o 2.045 somente será ap!·ovado, "e ser:i", ·r decurso de prazo, ma vez que a oposição não tem cc.p,ici~de j_J'.lra regimentar maioria ele deputados e os deputados do PDS nüo votari!o 11 medida que ccntr:iria a classe t~abalhadora. O Prcsicente do Banco central, C'.lrlos L:mgoni. pediu demissã:i t.liiio concordar com as "clidals" dadas ao FM:I. ae de5moron::imlo .,os lm!):icto, de um:i cri • cujas origens estio nas própria C'stn,tur. s d 1 Pcdcr. o Povo já 1tilo conf1:i no G,n-1'.•mo e, o Go­ ,·trno, perdido como cego em tiroteio, dá mos­ tras evidentes de seu cansaço - (, .-. c,·lt·hn' 'ít1- diga dos melais" já de :irliculntl suas e!ru­ turas! ... E O povo disso etá e apercebento com muita conscitncia e talvez inda não se rebelou 6 porque nn sua mi .'.ira cra d que DEUS t BRASfLEIBO u úl1ima !tor:1 Ll :. 1· ,1 i, o BRASIL du, dificul,h>Jcs que atrav ••·. Estivo, Senhor Prc:.ld,.nt.e e 8cnlmu·; n-,. putndos, alguns dias em meu Etdo e voltr:i deveras, impressionado com o cllm, de inqule­ tação, ln~errur::>nça e a:; vezes revolta Nordc$lc, reconstrução do Sul dcsastrndo, inflação, moratória ou não - cmb.:,r:i preccupa­ cão entre meu5 coestadu:mos são qucstõc:; so­ brepostos por uma maior: a queda da con{Jança nacional em DELFIN NETO, hoje o pomo !l­ tando para isto com a colaboraçáo de todr>i O"l clubes. Além de fortalecer a capacidade de con­ centração, o xadrês agilizo. n menle e induz à reflexão. !erzatses ar g limei Nove vereadores da Câmara ).fonicipal de Bela Vista terão que reslítui.r imp,ortâncias re­ cebidas a mais n.o exercício à.e 1931 e no perío­ do de Janeiro a Maio de 1932, totalizando Cr$ 1.045.356.00, acrascidos à.e correção mon-::tária. O 'Tribunal de Conla!> es'cacelc:.:et:, air..:la, que a Cfunarn tem prazo de 30 dias para pro­ ced<.:r a revog2çã:, d'.! resoluç.io !{.o oe/81, de 27 de maio êe 1931. que au'.orizou o par,:-,mcnto indevido dos subsídios do:; veredores, "sb pe­ na de :o o fzendo ser rzui a institu­ cionli@ade da mencionada portaria." Oz vereadores envolvidos nesta irrequlzri­ dade terão prazo de 36 dias pura devolver os rzgamentos que rzceberzmn a mais, e ias in­ pertânias csião assim discriminadas !os Joa­ a&ma F7e:rei Souto, S 13.107,31; Ce!i.. Lio, $ 111.55,4; 5delfenso Pi'gizo, $ 151.55.45; Jcsé Sinicio da Costa Mqus, s 110.246.11; Cal'o Triri, $ 128 7776: AZoo D. Nu­ :es Zi!e, 110.22140; Crlos Centurião, S 120.€33,35: Moa±ir Pars Ia+r.:, 5 14477,40; e Ni±.o de Barros, $ i02.33,17. TnmHm fci determinada pelo mesmo ór­ gão a re:iliz::iç:'io de uma i!"so::;i'.:> e ·t.::io:diná­ !"'a no Prefoitura de B.,dc:)_~er.:1 e o :mvio de ll.!':".a cópi::!. co re!utó!io d'.;! i:::spcçã0 ao pre­ feito de Caracol, p.ara que sejor:i Qdotz.das me­ didas para sanar as irregularidades existentes naquela Prefeitura, 1 07-'3) o fu COLl1 l'I 1 ·, 0 t3 :li [ 111:J,:1:;; no p .. ·ri:·d l 11.U1. (l'orl. O '0' t) s. d t'. ', 1 fll.• Ao fune. Jnái: 1° ' ... > r- ( vas ao período llr ü / •·; ,' p, 11_, (Por!. N.o 020;,/i•J, ,· • 01 .(',, • lnt ivn.:.· no 1,1 rbc 1 o < e P?/t°«• OS-83. (Porl. N.c ( :r,,; ,. , c '.r, A íundonári~: ~OL ·,NGI'. r "'1 , NET, relativas 9 rerodo de !33 ,: 7.9.r,3 (P.1rL Jl:e. ('.]-'. º'l c1 e ". Ao fu•1cic,:í1•;0: FEú,.U l':::.::'>' :.. (,.' • ----------- ~ --- - 1 O l! ;•, 1 ' - • 1 ri ... : . f: f / l .1 "!.') f ' ' 1 : .. , .. /. ·,.:.·IJ 1,{,1·•·.', r :·; e­ : ·c!e, na Secrri de 10URBS 1OBRIGUES, : 1 it•,1r"';•> d.:- Pt"t,it· ,ra, na 1· _ -1·, ' l'tlit:1,:il uc I GrJ.n I'ro[e;sora Vera ir:s Laureiro, partir ele Ol-C7 ro (Port. 1' o I il! O B I L I A. R I O S - 0'· -. . :;•·q·q~ prpr >!''f'.DOS T'POIS, ITA:,O?+, 1.:TO SAO, PRIIAVERA I c P:MA3.3± 71. ± isto mos:ao, tão o 1! 30! VEt !g:.. <,n.-.rJ~ c-,,-1 !!,: : r•,•.:. e r~i•o r.ci:nn 6 umn rcaildede. » O3 C 1ciso. Est2 é sua ir2crosu património ngora n- ALVES DO AJ, n A:, TI+dar S 'i·.-., - n:1 lrc::il m~is n1to dn cld.ude . . _Pxc; de J "l!~~-:-:~;:i'• ... 100,0CO on ''P?.ciüt;-.dos" N5s fzr10s c!quer n?o - presei sua pronost: AIS UE EMPREEKE;TETO DA "SETEAGIY" ±&.strçío Nivldo de Barros J:ti,a ··,Lr"D io::o %/l - ?O!l('S -!'.l!J-1,1:ll e 430,1238 DEZ.A Sr· MATO GROSSO DO S.llL r--- e r11ri!:! ,'"'" - dtdo de Ai:p 0«1 Ia t'c O'.i on l"l > 'fRAN,-,:-E U't :'L'. :u~;-.,<_ , 08 O funciopá,lo: Pedro P 1 . J,, .,;-,· ) cr-rgo tJ:: 'Lnl::·lJ, 'J: • . 1 +r1 Ir " n runr;ro c.1, L:,., :;·n . 1 ,·, 1 V , Oi>rJ!1 e f; •••o1f"r.; l1, ·, r r tt . r: hl .f,d 3 CPort. n" Ol!l?/e:1 ( • '.,r,· •• O func:o, írio J.ir: 1> ,,_e; do cor o de 'l'r,1halh:iclor Dr·•ç,t ,~:·1, .• ·•,·• r ,1 tu1 , 1fJ de T !:.,:Irona S c1<·t· t iit c1 • Vh·, . ,, 'Jl•n:'.; e: Se:~ Jçu, Ur ,:-.nc; : rn1t;r o· 01.0,1 ,l1 (f .ri. ,1° Ol!lB/f 1:! de 27.07 P3) A fnnc:cnáll:: l!o !r :1 ! il.f•r.·' ;(':>, :!o (;! "º dr Dlbliotn:ári·1 p.,,,: (':· •r~·-r 1 run :· 'l <', ,,,,, n te Aclr,1ônl•,lrali':o, nn r·cerc 1·,,·,t ele Eüuc :ç·.o Municipnl n p:ir;ir de 01.0;,:>·; (h r:. n" 0'211/ 83 de o:!.03.83) DE8IG '1m Fl Nl'!D;',!~nt-. A f11ncionC:rin: Iol,inc1:1 Oc;~rnpv, parn CX( r rer a funçfio dr. T Cr$ 8.000,00 (oito milhões ds cruze:rc), " ·­ tando um saldo devedor da quantia cima rxen1- clo.,ndo de Cr: 4.500.000.00 (rll!:1!--0 mi'l•ü - e qulnhcn!os mi! cru:iro), uo no bsan1tc todo o cmp:mho do seu crJilito. n;:o !'O!: ,~t1irn com o executado. 2 • Isto posto. rcr.uc :1 V. Exª. se digne de detcrminn-r :1 citn,5o do e·:<'• cutndo pnrn pn:;nr o valor d» divido, de CE$ 4.500.000,00 ncrescidn ele jures cc mc:·;1, corr.:c: o monetária, que dovarão r cotado a partir d:i dnt:i do ve:ci!to do titulo, 05 do Je!­ ro de 192, cu=t3; Dr3€75U:;;0 ::'11-2r022su2is os honorários profs33n:E, e l2 o, data vni, ser arbitrado cm 2 (cio sr cc±to) obre o valor to!t! d condeno, sob» r;o de, não o faz2nd3, 11o "r:o de 2!1o7a<, &­ jam-lhe pen!orados tantas bens qu: - -; h:-.-­ tem para o p:amor'o Co princal o I= -. créscimos, c, citnclc ;,:11cb )'"::-n t-:,• 1c~ ,.. : t.:-: ulteriores do proceszo opr qurzdo, a Coe- sa que julgar melhor ao 3 inter25se, ara :1 final, ser julgada procedente a przen' cc­ çãÕ forçade. por título cxtr;;judicio.l e , • ..,,,.i, •-:- do o executado ao p.'.lft:?1~0nb j:í rcfc•·l,h. ., . A cit:1c5.o do execuC:.1à,o dcvr:-r,í s:-..- fci::1 1x"J1.· Carta Preat5ria, para a c:dado Com:acz d L±meira, Estado ds São Paulo: ~iío rnm:1:l~. p::- ra citar executado, uma vez que o eeutz2o possui bens imcbilírios, nesta Canca. n.: deverá proceder-se a penhor e c: d:ais ?- t . " . ., - d - .. • • eraores 1::-.,:m:.es ,a cxccuçnc. urn~ ,.- .. ·: que o t cat da no ttyy!o (Not Promlsoria) obrl. r •• • h n_ •, e •r., r-·a. -4 • Protcs­ t.e rv.r o aludo pur todos os meios de ; r,, ,., e ' üirr • , p rmlticJ,,, l'1d1l' lvo pc-lo e..'; nto 1, 1 e'·, c:rcut-.•b cl• tl" Joi;o rr­ 'J"l'•rlc' ,, rHt, .. •, d temunb, juntada doe l''1 ·loc•ii1. 'l 1 ( r, r'(' n··c .: ... :_'1r! 1··, fH•rírj·J. rr­ ' s ,b 1 f <:io: con ,;r.nrclo~ do pn.rú- n o :! .:ir s 'o:vt!o rol u atividades :11• !'·: ,. "n ":i1n~,n-,,--·nt<· do domkiUo e elo. • 11· 1 t·r. (!•>v·l.1. Tr-rrnor; cm qur, corn O!:: tlocu­ n..nt q:;e intrurm n precn!e, dando-so a e- 1, o vn)r>r cl-- (q11nlro milhõc'.l e qui:lhentos mil rr:i r':ro0) C'r~ 4.!i00.000,00, pc•cJe deferimento. 11 V3 {o, 09 cJn ::lfr.,ro rlc J!lil:l. (n) Dr. Pedro Mo p!cri. Em cujo processo foram arre3s­ f1do: o:; 3vintes bn: 2.500 hac de terras p !. E Ivrdis d Fz. Docajá, situadas no mvricíio de Dcla Vi:ta, confrontando-se ·,o r,;or·,;-: i:cm 1rrrJê t 1 i' proprlcclnde de Anto­ :io Maia Nunes Ro±dão. c com a F:iz. Tou­ ro Moo, a Lste com trrr:1s ele !)ropricdndc do Valdemar do o: Barbosa, à Oeste com tr,rrs• ck _tristide~ d::i Rosn Rocha e do José Jfoi:1 Cosb, cle,·idnmcntC' matriculadas no C:tr• tó:fo ele Tit•r:igfro de Imóveis destn ciclndc sob r..o 01 d.: rr':Jtrícub 3.'.!l!l, livro n.o 02 - 2.000 ha:,. do terras pastais Jnvr:iclas da Faz. Boe.'.ljá, :1tu:1Jmcntr. cknominadn Faz. Cerro Azul, con­ frontando-,:- :io Norte com terras de proprie­ d::dc ele .TesJ ::lfoin Costa; Ao Sul com terras c 1 ,:, pro:iricc1aàe de A:itonio i',Iaria Nunes Ron­ n:io e com tcrrns d;i Faz. Touro Mouro; a Les­ te cm: terras de propriedade de .Valdemar de Souzn B::irbosn; n Oeste com terras de propric­ d:tck de Aris'.ides d.'.l Rosa Roch.'.l e de José J•T:iia Costa. devidamente matriculndns no Car­ tc"rio de Rci:.ristro de Imóveis dcstn cidade sob o n.o 01 'ln mntricula 411.. do livro n.o 02. E n:110 o Ei:!?cut;,do ORLANDO BOJl"INI JUNI­ O! no oi ncon'rado n7r Ser intimado, foi ,1 ,,_ •·11h,~cl:1 ;i cxnccliçiío r!o presc:-i!c Eclit.'.ll cora prazo d3 30 dias, através do qual fica CI- "' DO - O'PL NDO BONETJ .J:!'7IOR, da pre­ •~nf•' Exccuç;';o, e pnrn c:nb:irgar, querendo, ~o ,,r~:·o ele !O (dez) di:is. Va!ôr d.'.l Dh·id:i. '·::,.~:rn n1ilhõ:-.3 e qtlinhe:,f.os mil cru:,cirr•·' Cr$ 4,320.000,00 O presente Edita! será pubJ'. c7do na orma d lei, e afixado no Fomm 1o­ r., 1 • l"0 1u,ic1r O c'o S 1I. 1n e' r c:Uc é ele Cr') O • ;,:l.77,' 11 :.cr, e !lo :.!gn::;.d"'> ncs r.u 1o'> c.!cn~cs d;:- juJg~mcnto. • Nº 033/83 Ext. ele Aç~o 7~5/82 (lc Exccuçil'l que Cn!xa Econõmica :r, cl.'~rn F.C·,::- ccnrn Scbnsti~o Antonio do, Santos r; '~r, ntcs ao<; bens penhorados nos RUtos acima mencfon;:i­ clos abaixo cnracLC'rizndos: Uma e:·:'! de :1lvc­ narh, com ürca de 50,:.!1 mts (!U'.!drado.; de consl rnçíto cclificaclu no lote ele tcn cno urba• no nº O-!. setor o-. ela F circur. cric;:i.::i dcs'a cidade, devidamente m:1triculmla !1D RGI d'.:!'.'· t:i cicJ.aclr., sob nº 2.527 fls ~.:;27 do Ji·n o !1° 02, que será levado à praça no c.!ir.. 20/09/83 ;.,, 10:00 horas, no li.trio do Fornm local. silo ú ESTADO DE :liíl.TO G~OSSO DO SUL CO;IIl!lCA DE BELA VIS'l'/. EDITAL de primcirn e Scçunda pr:i.ça (s) de­ signada p:ir.'.l 28-09-83 e lC-10-83 O Dr. Jonas dos S:intos Pcllicio:-ii Juiz de D!· rcito d.'.l 1.a Vnra Cível desta ComJrca d~ I3c­ l.'.1 Vista, Estndo ele M.'.lto Grosso do Sul, nn for ma do Lei, FAZ SABER :i todo:; que o presc:1te edital virem ou dele conhecimento tivericm que fo­ ram m:ircados os dins 28-09-83 e 10-10-83 às 13,oo horas para n rc.'.llização d:is pr:iças dcsig­ nad.'.ls nos .'.lutos N.o 14.1/83 de AçEJ Execução C/Devedor Solvente que Frnncisco Elio Eatti­ lani mo,·e contr.'.l Rigobcrto 1àri.'.lno Ve!asquez referentes aos bens penhor:1do, nJs nutos nci• ma mencionados abaixo cnr~clcriz~Gos: 01 s:1- lão para cnrpintaria, co:istruído cm m:ideira e alvenaria, coberto de tcihas, com 411 m2, .'.lVa­ liaclo cm Cr$ 1.200,000,GO; 03 tdhciro:; cJn:;t:-uí­ do cm madeirn e coberto de ch:ip:is de zinco com 30 m2 c:id;i, :cvali:,co cm Cr$ 5;).0C0.00; ca­ sa residencial, nos íundos, construída de madei­ r.'.l coberta de telhas, com 103,50 m2, :ivaliada cm CrS 400.000,00; 01 cob2,·tura de Eternit com 18,00 m2 av:ili:iela em CrS 1~.000,00; 02 btes de tcrrenos urbanos detcrmin;;dos sob os Kºs. 2 l e :21-A, da rua G:tl. So.!res to Cr0s~o C.:o S•1l, ao:; 18 cli:i.~ do mês de ngos1 o do ano de mil nov::c, nt.os e oitcn•.a e trc;, 'Cu (Pccl<'o B. õo Vale) o subs. crevo. Dr . Jonas dos S:111tos Pelli a YC!!da feita à visto. ou mc­ àfa!1tc fjador idõneo pelo prazo de 03 (tre:) dins. Dos :iutos não consta nenhum ónus oure - curso penàente de julgamento. E para que !!ingu~:n p::s:;:i alegar ig:norânda, determinou o :UvI, Juiz que se expedisse o pre­ fente Edital que será pu,blicado e afixado r.a form.n da lei. Dado e p:?Ssado nesta cidade de Bela Vista, Es­ tado de Ilfoto Grosso do Sul, aos 1'.) ciias do rr:es de Agosto do a:io de niil r.ovccentos e ci'.en~1 e tres. Et, (Pedro B. do Vale) o subscrevo. Jonas dos Santos Pellicioni Juiz de Direito fü ti . i l ~•• <5 3 .y ._} . ; ·.: ~ E • r::.. hL""I ' :) •·..,•a !: .. l . cs! :- , l'J :·. Ll i ....... =---•--=------....,,~,_ _ _,. ""'" e=,,, _ D, I!der Cm»ra , i.ita±do uma árc pobre, iiqvei felz 'Cn­ do que os Polre conlccim pelo nome c san. 'm ma rinl. o F ire 'aquela Par&­ c±a... Quando h expliquei ±eu contentz-. mn1to, e!e cuuaen!ou, com humildade o inteli­ Caei: ''Ccntc 1t ·nnc11to o Sr. clc,,·cria ter, niio por­ que elas :alem mcu nome e me conhecem, Con­ tentamnt) o r. deveria er se eu soubesse o ncmc do:· meus P.;bre~ e conl1ecesse a história de cad: um d•· lc·s .... " Mas eu logo scnti que ele conhecia casa a caEa, e conhecia os p,·oblemns de cada Famílio, já estava cstimulndo cada Família e a Comu­ nidade toc1a a enfrentar os problemas de ca­ tla um ... "Ali mJrn o Bastiiio. Tem cinquenta e dois ano,. Niio arran,ia mais emprego apesar de ter 1... raúde e ser forte. Mns Bastião se vira pr.:i tra­ zer comida pra família numcro:;o, Aqui em volta, hú três feiras; ele aparece nas três e faz l,lscate, carrega peso ... Volta sempre com algo de comer para a esposa doente, para mãe, ve­ lhinJrn que mora com eles, e para uma filha, abandonada pelo marido com três Iilhos me­ nores. Naquele Mocambo, com uma banda der­ rubada m.:ira M.ie Benta. Foi parteira durante quarenta e cinco anos. Hoje, está e:itrevada e cega. Mas dá gosto ver como não falta nada à Mãe Benta, n/ são as mães ricas cujos filhos ela aparou na hora de nascer. São as mães pobres que foram acudidas por ela na horn do parto ... "Seis mães pobres, que moram neste Alto, se revezam e do pouco que tem não há perigo de esquecer Mãe Benta ... . 1 "Quando ela sai, com sua varinha ele cega e ela conhece t':tes c:,mlnho; toC::oJ! - é um co!1- solo ver como é bom, como é bom ser bom ... "Ali naquele mocumbo elo oitão morn D. Francisca, uma esposa sofredor., O marido che­ ga bêb:ido pelo menos duas vezes por semana. Ai a Yiúnhonç:a não pcde dormir ccm a bru­ lho que ele faz. espancando mulher, e qua c matond 'l os iiJhos de tanto butcr ... " E assim, meu Irmão Sacerdote que nasceu longe daqui, idcP.!ificou-se de todo com :1or.r;i, gente conhece sua paróquia 1nlmo n p:llmo, pessoa pJr pessoa ... Digo, meio brincando e muito de verde.de, que naqu,ele Alto até os cachorros o conhecem e quando ele pn~sa e eles latem parece até que o estão chamando pelo nome ... Como te entendo, meu Irmiío. Tu te ':~'gostar.pois a política é "dinâmica", ontem ,ú:'.l..'1s defendiam os que hoje são acusados do c-.cs.1strc, e ui como é que fica? Pedro Ped.rclm A o Jornal e Reflexões Recebi sinal verde do chefe para publicar o meu lino de crõnicns. São várias, todas pu­ blicadas nos _iomnis ela Rede, no período de 1980 a 1993. J:.: um pouco da história de Bela Vista e cb regiB.o. Falam de ecnte. Da políti­ cos. Dcspo;:tistas. Falam do cotidi:mo. A gen­ te está pcns:mdo cm cdirnr o livro aqui mes­ mo na grifica, seria o nrirneiro livro a ser edi­ todo cm Bcb Vista, est:i sun:ündo o embrião cln ED1TOr::1 que o chefe tanto sonha. FJlnndo cm crise, não há q1,em tire da cabeça cl:J h.:imcm pssa idé!a de querer ampli­ ar os iornais, da conlimüclRda aos seis scma­ nários., Mui!a gene já perguntou o por que õemr.nk,· (::-t:os os iorn'.lis. Por ciuc r,:lÕ fe;;hnr cinco c ficar só com a Triin1a da F±!eira? .o ad:sr!: perguatar, o:a melhor, não igcm za ·.:a, o homem: ica uma fera. N'éas sm gena.e quê quer le- ar pw0Ato i.o :xs e b& :dos, outros pesa:n2 !ar z:o ivc cut: :aida car­ TO3 c 35is, G 6si4o (a bom sen:ido) diz que pretende iewar ia&ias. D: ainda que o jornzl provoca-!l.e uma espécie de maturação. ± aque le negócio de crescimento interior. Fal<1nd.o c•n jorJJal, lembro-me que estri- • Neste finalzinho. lembro as palavras do Carlos, não o Chagas, mas o Carlos Lacerda, uma inteligência que deixou saudades. "r..ão pa.ciuar com o erro a pretexto de que assim se lhe atenua o efeito deleiério, é um aio de fir­ meza que exige mais contenção, mais cocrên• eia do que o simples protesto ocasional, sem cc(15zquências, lego extinto e logo desfúto por incnn:;;,qucnte, fácil de abafar e aird.::i, ma-ls fá­ cil de ::;cr e1:quceido. Enquanto existir uma voz que r.;i.o pactua, o coro des:ifina". Sobreviver é uma forma de protesto. t.too. .at toe , gere s •• .., .... ,7-= <:, ." - - .. • ~;:.." • AGORA NÃO HA MAIS PRO· ~ BLE':'.1AS ·runo FICOU MAIS F AC!L 1 ~ruii./L -çAS KONSORTE 1 ' t "do r;,::.lqi:ei: ci:1:.·•1::, e; :l :zegfüo l para qulqur cidd do Pili" infonaçõcs na Casa dos Mí- ] quinas em Jardim, Bela Vis'a e Porto :-!u:r'.iu.l:o. _ C;is.la :'.n o « os O A-iliLHO CORRETIVO PARA O SOLO ?R.ODUTO DE ALTA QUALIDADE Na Ag:ricultu;::i. e;;té. a forca e a esperança do Brasil Calcáreo Boàoquena é a. reruidade Pnra uma Ln-roum Ma.Is forte USiNA: RODOVIA J.rRDli1 a PORTO MURTINHO - Km 54 Escritório: Av. Duque de COXiaS 99 - Jardim Y.;6. Dourados Rua Joaquim Teixeira Alves 1985 ... ' IL ---- _;, ---------------------- _, ,,,_ ---- l 1 i t l 1 Qualidade 2) Preço 3) u.z::._c::;.a t-$ '-,;, r:, r , r, ;~ ,. •1::t! ': ,. '"t ritt";l Í'> utt10'0 C dos, churrasqui­ f TIi U ;.! ••r. 1 r11 tn 2/9. r Tono 26/8- n,1t!0sronrdi ·,ori J . y i'' :Jl//l. ' ,,11•· 1 2/0 . S5o!unto Amm! :H/0 • Ornldo • 111'1 Scn (;r llo•, n~ p•1r:1h"n o l J. o n ~: ri·. 'i ,1,,•· 1 v • 1 l cln L.1nrh1111 t " '" ('--ili •:, 1 ! j O e t€e: 'o. a.1 m, 'l'n111hú,. O Preldcn:e d »;'!i ti', !v pu!do W!! r C;iro, E 1w +3/. Urnfl r '."'Un(I·: f, 'r- •l { / 1 (1r-- - .... ~ r· lr 1' , /' i f) dg 22 de os» d 1, ',q1°G'+·Y ro nrlif'.O , pá.r +o ° d» , • j ', : •.; ·, .' ". tar n"" 7, do O 'e sr c 1 , ,:·J .. , rnrrJo rJ'.~c "o J.~:·:: •• ·) ;,! • _.,:. rcprc '!•nt:-tc•~o i ·1 ,,: , .... • • , , ··'i qua nf e::cc d' t reio t»' do no prLfl i,c ,, • • •• O autor &o 0it0 ó doutoi "i po a3 o ar° ..0! 70 pr!:·.,,j ·.) •' jll '••,, considerando zid.< do e'». e.tcnd! "conin:em:2!3 'ps...2.o pri,:,. do mamis pütl!co'', i'J:' íorm1 rnt2rirr, ~ L"'i c.:'T':. 111 nº 7 (LI or.-·.:.:~ '. (. ~ : ... "n',.;,·, 1 •::, , , • penas a DO571)'llda&3 &O 1iny3 f·.": vêrb:i. de TpO5e:{cZo para o ··te@:: (1Ue, cn1 hipótese no5iti:a 1'3 S@ri 3 .r. dois terces c1'"'. eb2 de rwent:o @o ..... fe do Ex('Ct!l!'O. • • Assln:1.J.ir,J:l.o qua o3do!: terço: d ···, ·,~. do representação do 3refeito, COP{n: a rc. gulmentaç :!O, r3+!o "+:m (to·b i xo ds pecti." do 'c3e!o", R,a e­ plica que cr,•n a Nico 1ai o mniciio fica obrigado a fixar veis 1 Te7cntc5o que, sendo dois 1~,c:os do totul p. rc~b:do !Jc)o prefeito, ntcmlc as c::igcas m!imrs o car i;o. a' Pt) t' Al 1 • r c'-1 J.; ,} f t 1 .. ,)1 • ', F.5ide!· . 1' ;,1 ... ,· ... ,., f ,, .. , •_. .. ~,, ,1,, 111 " i- <, ~-nirn'JU • r,, d.:...ri­ o d E : ,11to. ,~ r.,z.er um bcn • , o cm czda d 1 • r·1!cid11:lc d :,Jrrlr, (! e;on:,m,,J.ar o ,~rr·~ > cJ ·, crianças, é dar esmo'a a qurrn p<.i:! p-o, <} cl ,r n ouuo um pouco <''.! :il,,g:la. rt:llclchd<' é r na1tir c0,n outro o no- o nmo:, :m:;so f·o1.r.T1! R<'r"b':TT'O~ (],! A'•. T'<'"'. ,ir. F, '1. 1+E!a Vi l 1 o"10Aso 1o!e 1mn" n" 0}, UIn bltm informa­ t!vo de muito h,;rn n!v 1 o e· m o • r-rtl<;o • OC1!t1c eh 111,m<::crevcmo!i e te: "ti. C.:·~1 i:.­ ncl:i e móveis, Com poçn r. u!nt!. O p' 'l é terra, onde a rnte mor •: O t :h•d, {• o :ir s:? ,: ;rr,2. "­ ame2 cair c. cm. '3 1rr.••. O - . .,_r­ ra o:tá c1do o±ai e e::la± ::a mo de :..tn3 poucos, e o Pº'-' J j!~ r.~o t:m c.r:.ci~ D'). sr. O te:h1ado cztá cerca?e, poiso 7que rsira:.c. 5obretudo n::s cid~Cc; 1 é polu:do e cri~ c!c-:!1- ç~s. A pnrcdc csti cle3n:Jtr.d~, po!s Zl r.1::.ivr p:irtc da mnta jii foi derrubudn p::.r:i d::;:- i.1- gnr a c~na e no boi. A porta (JUusc nii0 ;,b:c mais, porque o cspnço de Yivcr I·. t, ,.1, :i ··F: lu,.. .. !e de E r ,l, 1 As ESCOLAS d n VA SAIOM co! !d s cwmo p »lo to. CONVITr. Co ,,i; ~1:..: ... ::: ) nomes àe futurns cmàicll:'.tcs. Co:,sidc,::,, :i.s especulações quo se f::zem sobre o :;s,:;t:nlo !);-~_i-:d.;cl(lis nos interesses do P:ús, pretenden­ c:o h,t:2r c1o problema somente a partir de ,i,t:e;ro c::i 1978. Esse comunicado foi lido pe­ lo r cnernl Hur,o de Abreu, que era o chefe do G:i;-.i,,ê,(e l~iEt:ir ci:: Presiàência da Repüblica, o qi..:al, ::10 ciiC'. 2 de j!l:1eiro de 1978, fez chegar ro cx-!:,·;:sidç:ite Geisel um documento expres s:.nc;o su:i opinifo sobre o problema eia suces• so _;:r:>s:fü,nclal. Nesse documento o General :F::,:::;o t'.c 1'.'breu C'.:!'.)On~va diversos nomes de 1:,::.,::;·;::.., e!;.;" poà.êri.:.m as~umir a Presidência dr! Re9üblic'.!, tais como: General Reynaldo. Gener.:-1 Sam.!el, general Euler, g:meral Beth­ lr::i e, na ::írw civil, o então l'!linistro Ney Bra• gn. e o então governador Aurelinno Chaves .. No cfü.1 3 c1e Janeiro de 1978, o ex-nresiden te G2i,el ccr:,ridou o general Hugo cÍe Abreu par:1 falar com etc a respeito do tal documen­ to. Do âiálogo entra os dois eminentes homens do fovcrno unterlor, pelo general Hugo foram lcnbrndos ainda outros nomes capes de assumir a Presidência, com resp:ildo das Forças Armacias, e os :ilinhou: Se­ n:.dor D.b~2lh~cs Pinto, Slnval Gunzelli, Di­ ·::: :i Surn:i::i, Roberto SJntcs, Herbert Levy e ·::-.:;'.lio Távo:·a. todo~ c.l:! extinta ARENA, Em rczpozta, disze o cx-prcsident~ Geisel: É, mas c:1 jú. c:col!.i o FiJucircdo." E5~:iva assim con­ f.rzda a nct'ia segundo a qual o ex-presi­ dente c:-::0!;1c:·;~ o nom2 do Gen2ral Figueiredo no dia 29 de Dez mbro de 1977. Orelato soi csta do livro "O outro la­ do elo =1:1J::r" ci.c Hugo de Abreu, do qual li ;i;; p:,s-::~· ;,s ni.:::js sugestivas e as tra.'lscrevi num dos meus "Diários". JU quE o livro me ioi emprestado e precisava devolvê-lo. PJr sinal que li também e transcrevi uma p.:ssa:;cm na­ da abanclonad:i ao atual prc:;idcnci2.vel mirús­ lro do Interior :Mário Andrca.na, referida na revista VEJA número de 11 de Jar.eiro de l 978. Como se vê, o ilustl·e presidente Figueire­ do antes ào pedido ãe lice.,ça p:,ra se ause:ntar ão F:1.ís - maxiesbu prçfcr~ncia pelo Coronel Andreazza. Segundo informa esse jornal, edi­ ção de 10-07-83, o jornalista Carlos Chagas já sabia do fato e o passara para O ESTADO, que divulgou a informação, e.n1 primeira mão, na su:i manchete do clia 24 de Junho, sendo certo divulgou a in[ormr.(;:io, cm ~rimefra mão, na que o Jo:n:il d.J Brasil nolicicu o 1 foto só ::10 dia 09 de Junho. Gontinua O EST/1..DO: '·0_o di­ vulgar a Lllformação 16 dias 2nles, o jorna:ista transcreveu um diálogo que o presidente da República manteve com Maria Andreiuia, na noite do dia 22, na Granj~ do Torto, d:-:Jcis de conhecer as prefctê-'1cias dos convcn;ionais, "Vamos derrotar o Mf'..!uf-" - indagou o Ge_eral Figueiredo. "No que depender de nó, cs!cmos ai respond2u pi:o:itamente 'O mi:li~tro elo fote­ rior. Não resta dúvida que V:!S~n~:c o erisédio, com ampla publicidade dada pela imnrcnsa. e­ pisédio que deveria permanecer culto dos de­ mn.is presidenciávais, principal=ne;).te cio mais afoito e perigoso - l:i::iluf, mencionado no re[e- rido diálogo desencadeou uma reação ir.contro­ lável cujo des[echo aí est:í: a licenç:i do p:-;Sl­ dente Figueiredo, que iria sair do País, ;.tê que o problema sucessório se acomode e se en· contre wna solução honrosa para os envolvidos, pois de aco:-do e/a tradução da 'Acta Est Fab'.l· la" (está representada a peça), os autores e ac• res dela não tiveram outra sa[da senão peô;r no preE.id,mte qu'::: viajasse. Porém o homem do povo, já bem mais po­ litizado, que conhece os dois: Maluf e A.ndre1• zza, perguntado por quem optaria, respo:ic.1.ru se."ll pestanejar, por um t e r c e i r <'­ que r e ú n a as qualidades aponta.c' 5 pelo p r 6 p r i o presidente no ·rr 11 • grama da Tv "O Povo e o Presidente ''_f() meu modo de entender existem: Herbert Lt-;-·. Olavo Setúbal, Ru'bem Ludwig. Jarbas Pa,<~· rinho. Aureliano Chaves, Tancredo Neves. ti.: 3 Eulália Vicligal etc. Agora uma pergunta, se depois de tan escolhas INDIRETAS nestes auase 19 anos e~ governo, pontificando os tecnocrat.as que l:· varam o Brasil a um BECO SEM SAíDA, i:: 07 • que não se etribuir ao uovo a escolha do fu.-1• ro presidente nel.2. Eleição DIRETA? Se es·"· lher mal, AZAR DELE. Cada povo tem o g.· verno que merece. Ao sofrer nas ro.3.os de quo-1 ele confiou, noutra eleição ele terá maior â· dado de não errar. .. (Tr::.nscrição de "O Estado de São p::ulc .. de 20/7/192:, E7T: "T:":z dx Te:lei jornal iniciante-integ-,ante da Rede BelmiS::!l se de Jornai:, pe!o ProL Stl'.IDpO.