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E7E 17A1D5 7EE7A- E TV77 mo s ST--T 
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O PT 
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em marcha 
célere 
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notlc!r'1Ju d trlcvl&iio __ cstu semana doi­ 
ma perplexo. A priori não estava acredi­ 
h"57+± reoluç do 1AMP de reduzir ern 
tr' • r , ,
1 ,te.,:; r·o, .1 e) , p .. C' ( nlr ·~ co1n insuflc1- 
5 s e 
pia renal, No !o/a, a m':l+ no mesmo 
c e. ai' ·a!o prsi3ente do 
l ±', • 
Ó ,•J f);', /1llli,Jr, :-: . 
to ta ur rince@e:1 d 1171 03'0, 
[uro ore'rnl ie reporta@em, m3; sim 
" ,erd!o, to a:ucl o tio de;amara au 
U • 1 • • I •• 1 ' ,. 
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y:is poder}: ai!r de um meco, um ele. 
~ ·,to (l[IO tc,n o tlever p..-of!«:;!onal de zehlr 
± «ntido ds ores humanos. 
P" o o:: 1acitcs acometidos de 
atciüc'a cal dvm submeter se a hemo­ 
d,.,li:c (rim nrlificiul) e que tal proce~so paru 
Bonito • Jogando nessa cidade, pela pri­ 
n'cira fase eh Copa Morena de Futebol de Sa­ 
ro, a equipe de Bela Vista, representada pelo 
:senta, sagrou-se brilhantemente campeã, 
V' ncendo as equipes d:i Bocloquena e Porto 
urtinho e ematando ccmn os ele Gnia Lopes 
d) Lnrrum e Bonito. 
~ Orientada pelo popular Kalife, tendo Jnfé 
como massagista, n equipe belavistense contou 
puriflcação sanguínea é verdadeiramente caro, 
ma~ acima à0 tudo seguro, :;em riscos de in· 
fecção ou contaminação, porque são pratica­ 
dos em hospitais espccínlizados e por mC>dfcos 
devidamente treinados para o misl.er. 
O corte cm 50% do;:; gastos com tais pro­ 
cessos Jevnrilo, !atolmente, a diminuição tam 
ém em 50% do número de paclenles que 
n;;cessltnm do tralnmento, um::i verdadeira 
1>ee-regação nos dependentes da previdência e 
uma condenação a morte prematuramente. 
A proposta upresentadn pelo Dr. Aluizio 
nt inge apenas uma meta, ou seja, a d!mlnul­ 
çfto nos ffllSlos do sistema de assistência mé­ 
dica, que se hoje encontra-se falido não é por 
culpa dos contribuintes que sempre pagaram 
com os seguintes atletas: Ico, Hermes, Bata!ta, 
Alcmãozinho, Cebolinha, Alemão, Biba, Edson 
e Renato. O chefe da delegação belavistense 
foi Jorge de Souza Rosa e o auxiliar técnico 
Paulo. 
Bela Vista ganhou de Bodoquena por 2 x 1, 
empatou com Bonito, O x O, venceu Porto Mur 
t!nho, 7 x O e empatou com Guia Lopes da 
Luguno, O x O. 
pontuaJ.mrnte as suas parcelas, compulsoria­ 
mente. 
Quer o IN AMPS que os portndores de in­ 
suliclêncla ren.a1 utilizem <lió.Use peritonbl, ou 
seja, que andem com tubos plásticos presos 
cintura ligados diretamente a um cntétcr em­ 
butido no pe1ilônio, além de nndorcm permn­ 
nentement.c com um estoque à.s costas de tu, 
bos de reserva. 
Se por um Judo o sistema a ser implan­ 
tado pelo instituto ó menos oneroso, por outro 
é tremendamente perigoso paro o doente que 
estará permanentemente sujeito n graves infec 
ções, muitas delas que podera.o ser fatais, o 
so forem, pelo menos o instituto somente Leró. 
que ajudar nos funerais e seUs problemas do 
A elassiflcaçã.o desta chave 
lº) Bela. Vista 
2°) Guia Lopes da Laguna 
3°) Porto Murtinho e Bonito 
4°) Bodoquena 
despesas estaro resolvidos. 
Será que algum membro dn cúpula do 
mesmo in,;tilnto s oeomctirlo cln I ol clocmçn 
nndJr-jn co:n mn tubo plástico cintura des­ 
fll:mdo nns r,untuosos rcdntos do órgão? 
V'nm<'nmcntc, pd,1 in, omp ·.Cnc .,. :Clml• 
nistrativas o pela mi aplicação das veras ar­ 
rcadadas, porque vamos nós abreviar ainda 
mais o tempo de vida dos nossos irra40s. 
Eu ainda prefiro a minha 'gnoránci que 
me dclxn cm paz com meus irmãos que .ofrem 
do que n. intcli[lênclu burilnd·, 110:; Jt,lJ"mtóri0!1 
da cconomin e cln tN'noc, 'cii. 
Pensem n, so, rnqunnto <.U lh<'', uc--ijo 
umu boa semana. 
ESTETICA E REPARADORA 
FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, 
COURO CABELUDO, SEIOS .ABDOMEM, 
MAOS E MEMBROS. INCLUSii.O DE SI­ 
LiCONE, P.EELING CICATRIZES, TU­ 
.MORES DE PELE, QUE.llVIADURAS, ACI 
DENTiillOS, DEFEITOS CONG:JlliITOS 
(MAqS, Pf:S, FEI1DA 'PALATINA, LA­ 
BIO LEPORINO) úLCERAS DE MEM­ 
DROS EMAGRECIMENTO. 
Atende em: Bela Vista: Rua Antonio Jo. 
ão S/N, ao lado da Farmácia Moderna 
(última 5.a e G.a Feira e Sábado de cad 
mês) . 
Campo Grande: Rua Pedro Celestino 1387 
Centra, F.one 382-2984 - Res. 624-5445 
Diariamente: 09:00 às 11:30 hs, 14:00 às 
18:30 lÚ. 
ficou assim: A próxima etapa a ser cumprida pela cqul 
pe bclavlsLense será cm Corumbá, cli:i. 9 do 
ouLubro, com participação das equipes de 
Crumbi, Santa Clara, Itamarati e Campo 
Grnmle. 
Apesar da chuva que caiu em Bela Vista 
chegando a ameaçar a realização do desfile 
do dia sete de setembro, mais de duas mil pes 
soas foram à praça Alvaro Mascarenhas para 
assistirem as apresentações das Escolas Muni­ 
cipais, Estaduais e pelotões do 10° Regimento 
de Cavalaria. 
O desfile teve início com mais de uma ho­ 
ra de atraso, em virtude da chuva que teimava 
em cair, porém, depois das 9 horas o tempo 
melhorou e o povo pode vibrar com a beleza 
das alegorias apresentadas, sobretudo pelos 
alunos da Rede Municipal de Ensino, este­ 
ano merecendo nota dez. As escohs estaduais 
não reeditaram o sucesso dos anos anteriores. 
A abertura foi feita pelo prefeito munici­ 
pal Afonso Dillon Nunes Leite e pelo Sub-Co• 
mandante do 10º RC, Major Antonio Carlos 
Rodrigues. Além do prefeito e do sub-Coman­ 
dante, constituiram o palanque o presidente 
da Câmara Municipal de Bela Vista, Ivan Afon 
so da Costa Marques, diversos vereadores, 
autoridades de Bella Vista (Paraguai) e de 
nossa cidade. 
., O Grémio Pedro Rufino viveu uma noite 
·gala no sb2do com a realização do baile 
E rui&do pelo atary CIub de Bela Vista. 
ossos parabéns ao pl'Gsidente do Rotary, 
iz Carlos Pah3}, sua esposa e, sem desme- 
l'"ter o· d • 
> demais, o auxiliar indispensável pelo 
ilhai+.+. ·.._. 
--•.awO (lQ noite, rotariano Vervi de Cas- 
dos. ra;a 
l -· - - -.uens e vru1,o:; a3uardar a apresmta 
o de Nelson Gonçalves. 
.. . . . ·- 
# 
...... ;-: .... ..:_·· ... 
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'"i..,- .... 
" à s ....... 
g.si. 
±:. 1.3.#ili± sois. 
1 
t Mkis Mi urrartate [ 
A CASA DO PECUARISTA, através de seu diretor, Evaldo Laranjeira. (Boré) informa ~ 
à praça, especialmente aos lavoureiros e pecuarmtas, que dentro de poucos dias terá semen, 1 
tes de milho da melhor qualidade. Os melhores preços da praça. 
',il • 	CASA DO PECUARISTA 
SEi'IPRE O MELHOR PRODUTO E O MELHOR PREÇO 
t 
L 	.....,..._.,,.,.,.,,_. ---==-- __ J 
A equipe feminina de voleibol do G.rêmio 
Pedro Rufino representará Bela Vist-0 no 1 ° 
Cr.m.1per,uub de Voleibol a ser realizado em 
Csmr,o Grande, com iníci:J m~re&-do paro o àla 
15 deste mês. 
O trninador da equipe, professor Caimar 
Rocha, que obteve grandes vitórias na Copa 
l.forena, disse que o dinâmico nõesidente do 
Grêmio, João Kalife, está. preparando um es­ 
quema pa.r.a obter o necessário auxilio da tias 
se empresarial belavistense, pois para Bela 
Vista é de suma importância par:ic': deste 
campeonato. ' 
Caimar, disse qus a nossa cidade se sairá 
bem pois pos:sut excelentes jor;ado:r:,s C'"õº à.e 
Patrícia, Surama, Patim. Rsznie c Jucilene 
e outras do mesmo nivel. C Crê'o Pro Ru­ 
fino, mais una vez, se propõe a prestigiar as 
pratas da casa, levando pare C2.:..'"T.(9o ::;:;:ande 
o que hé de me!hor no voleibol .e:niro be­ 
lavistense, vice campeã da Copa Morena.

·-------- '-'-----·---- 
".!'!A no?m vocc Sl:!"ll'Jlf: COMI'HA C,JtJNDE, VAl'iT/lGL.-..d, 5CIJ FJLJ!t Nl QU/LlDAlJE DC5 ~o~<:os rnor>U.l.'O:,' 
- ARTES P. DECOJI/.Çôf'.S I!O!'-"E 
CORT!NAS, CJRPF.1'fS, nox l'JJtl Jli.MIRJltOS, TJ:cmo<; PJ.J t. nr.-COJtJÇ/lO (FADílTCAÇ/  Pnó ,mA) 
TOLD09 - TAPTTf'<; - ~EC'iD011 - t•iR/. APJTt'l'A,U.'.'fO:·. 
m::co:-1/('Ol~, JWNI'.: A or-OTITUNJ[)ADl~ PATlA 'O{ ~: DJ'- TI. AQUI.I l'. ·roml' r: i .C! 
/1.L NO U>CAI, 1'.1.1IS fMPOf1;TANTE DB SUA VIDA: O SEU LAR 
nUA MAHACAJ O - 702 - I-'onc:624.0'ílO -- CAMPO GRAND ; • , !S. 
A cnmpnnhn rstá nas TU5. Comida p12 o 
Nordcl.to. Gl!ntC pa!fümtlo fom1J o com,mdo 
cnlonuo o ln:rnrllxu. Comendo mnnd□cnrú o 
nlnslrndo. Nordcsllno morrendo de srde e 
desesperado. Este 6 o quadro tristo de um 
parte dr.:;ln imensa Nção que sc cham Brasil, 
p:i!s rico, sobornno porlndor de milre (MT- 
LiGRE BilASILEiRO) e ft'ndo como prova 
do sun grnndc,11, ohrns como Itcipú, Carn_j(ls, 
Uzlnns Nuclcnn's, Ferrovln, do Aço, Toneladas 
de Om·o do Serrn Peludn, Bilhõcs de Cruzeiros 
nrrecndndos da Lolecn e dn Loto, Finsorlal e 
parn completar o quadro, 66 senadores do 
Repú}?Jlca e 475 Deputados Federais, eleitos 
pnru defender o povo e represcntni· a Nuçüo 
em todos os setores. 
O Nordcstino, este esquecido e relegado 
que com sua humildade, ntcndc n tudo. Pri­ 
meiro pnrn São Paulo, onde foi o bnlun1 te du 
Construção Civil e da construção do Metrõ. 
Depois parn Brnsilin, oncle npelidndo de c:1n­ 
dongo, construiu a capital Federal. Por ú!ti 
mo, com o espírito de :iventureiro q11c cnrac 
teriza o bom nordestino, veio o ouro da Serra 
Pelado. Tudo é o nordeste sempre presente. 
O nordestino apesar de niio bem letrado, é 
dono do QI de fazer inveJa aos comedores de 
Pedro Pcilieirn 
Não vou entrar no mérito da questüo. É 
um assunto polêmico, inúmeros mestres do 
Direito já debater:im n respeito do 'i'ribunal 
do Juri. Para mim, um leigo no assunto, acho 
que devemos procurar novas alternativas. 
r	i 0a riice 1 
_ (Fundado cm 20/2/1972) I 
C.G.C.llLF. J.5.513.203/0001 • 
- Registro no Cartório de Títulos e 1 
Documentos n.º 35 - 
Direlor-Rcspon:;:frcl: hn !do Fercirn f 
(Jornulista Profissionnl, lWntrículn 
MTPS n.° 140) , 
Administração, Redação e l½rque GrMico l 
- SEDE PRó?RIA - f 
Rua d:c Rcpúbll a s/n . Bela Vista • MS j 
Fone: (OG'T) 4-39-l<EO --- Caixa Posta! 23 3 
Direto:1-:. 12,·ia Estela VelasquE:7, Pereira f 
Gerente: Gilson Silva S..'!üOS 
Depto. C!rculaciio: Marilenc 1/Io.rín 
P..ED.t TO~Z-CffB:EE: I":ild.o Pe:·eira 1 
. ASSINATuRAS J 
Bela Vista: anual. 6.000,00 I 
Demais Mnnidpics s.000,00 
FUNDADOR: h·:1.]do Pcrc!ra ! 
Um órg~o da Rede Be!av!stsnse de r 
Jornais Ltda. ! 
Repr<=sen!Llnte em São Paulo, Rio de ! 
Janeiro Tábula Veiculas de i 
f Comunicação s/c Ltda. 
1
. 
~ .. Rua Sete de Abril. 282, 5° andar, Conj. 
54 . Tcls: (011) 255.2579 o 255.3492 • S:io 
1 
PJ.ulo (SP). 	1 
~. ,' -,~n.do à ADJORI e ABHAJORI I 
~-,_,,, ......,_ 
Fict Mingnon. Crlntlvo, trabnlhodor, :;cmpro 
rollcito, o nordcstino nclma do tudo r.r6 cm 
Deu" e 1e!:>;l"il'.1 os I10nicns. Sim, porn11c o· :· 
(kstirw :2be cumprir com suas obri;agir 1; 
r2sp9itador e atencioso, em ser pua-eco 
Sempre ci colocr.do pum c!".::antclo r-cm rccl 1- 
mur os sc:us direitos. O nordestino ama :;un 
[{ente e sun pó.trh. É um nac!onnlista ferrenho 
n5.o dr-ix:mdo do r.er bairri3t:i. N1io Lcm luxo 
e se ndno,:i :1 tuclo. As vezes .é vaidoso, porém, 
sem quci·er usufruir .!quilo que nio lhe perlen 
cc. Em tes~'. i~10 diL ()f''.'11:13, pcquenos deta­ 
l!Jcs tlü nor::le:<;tino. 
Agora este mesmo nordestino passa fome, 
:ilur:inclo um'. seca de 5· anos, sem' que uma 
mcciídn sri.ncadora e definitiva seja tomada 
pelo Governo Centrnl. Núo é só matar n fome 
do nordetino. Temos urnn tecnologia uvanç:i. 
ela capaz de ajlontar por onde deve-se comba 
ter os problemas àél sec:1 no nordeste. O, m'l­ 
nnnci'.lis nuviais estf10 'll mesmo. O Drnsil é 
rico cm Jeitos perenes de rios, verd;:i:ieiros 
mares de água doce. Falln apenns es~rutur::i 
aclm.inis:1-atin1. 
1
'.fnlta.m os números de um 
Celso Furl;:do, flmàJdor tln SUDENE e conhe 
ccdor dos problemas, Vamos salvar os nordes 
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tinos o lembrar·se que eles também sto bra 
slleirc3. 
A campanha oté i e até o Mbrl 1é s- 
1ni11 o cc:mnnJo d.__ urr::1 fr, .. t•] p
1r1 :·r.· .. : r 
nlimrntc, p::tr I o n<',dc:;'"· ['".-o njuC-:; r.11 r·'"· 
moln·? O No•rlc .. !e (mAbSm é rico, tem mine 
ris, tcm h!drei&trica, 'm indústrias, ter 
pstrcílco, tem f~Cnt!' con o to,·,-~ r.6~. Sei e>l.!'.l 
e.~51 gente est:.I srn:.!o e:;~1ucc!th e ::6 é l ::nhr:.t­ 
d'.l n., hoo do pique. N; hora que e:tio mor 
rendo de fo:n0 e <lc s::::~. F. te, nordeste dos 
Sertões de Euclidcs d? Cunho D aaccira 
de Jo:é AAmeri0o, D Caa G,·;,r.rc e S·;,:7 •! l 
de Glibero Freire. Es!o nrdi te da n!e p!!­ 
ra e de !ma lava de orgulho de scu3 anczG 
trais. Es!c nordcstC' de beleza; 1e 'uais, cai 
r;;,do pela seca, mas de p&. Nordeie onde os 
Governadores do PDS não tez1 p7as na !{:2:a 
e exige providências. Governadores qu3 não 
bate paima nem d:zcmn amém. Coernsdores 
que rimnm o scn povo. 
Nordestinos, cantadorzs do S?u s{ri:cnto, 
sem dei:::ir de temer a De:us. Nordcs' inos tio 
Sen:1or do Bonfin~. cio P'.lciim Ciço e q_i!" rc:::.m 
suas o1ações com a garganta seca pela sed2. 
Sede de água, Sede d Ié, Sede de força r2 
1 
Apesnr de entender que o homem deve 
acoitar n morte, pois ela faz parto da vida, 
não aceito e nunca. aceitarei que um homem 
tire a vida de seu semelhante, seja lá quais os 
motivo3 ouc tiver nara isto. • 
Brilhânte ns atuações dos advogados Ita­ 
mar Durra, Ivan Marques, Sergio Peroncli, Pe 
dro Pnlmieri e também n do promotor Olavo 
Mo.scarenbas. • 
Em geral, os advogados do defesa ficam 
sabendo, dentro do muito pouco tempo, se um 
homem é inocente ou culpado, o é certo que 
descobrem Isso muito antes de o juri chegar 
mesmo a ànr uma olhada no homem. Lem­ 
bra!1do as palavras do grande • criminalista 
americano, F. Lee Bailey "existe alguma coisa 
de ;-;,uito e:.:rarb n:.im sistcm~ que me obriga 
n inform:n· a um homem inocente que a sua 
inocêncir. 1iode n1io significar grande eois:1 
num tribunal de justip", 
trnbalhnr pnrn su tentar eus filhos. 
Isto é nordcetino. Nor,1-~·1n,, qun n~o,. • nco 
l'T'o<l 1. Que no dclse. Que confia c.m D ... i.., e 
ns homens. 
Islo é o nordeste para quem no conhece. 
Fa. a r
1 
u· ·m . abc oade Iicr. e lá esteve, resta 
apenas um lembrança. Uma saudade. Peta 
a:~
011::is um:1 ,.•tda q1nlquer. Ur.s twc;,.do:.. 
i..!r;tms quilos do fcijão o de arroz. Divdir um 
pouco do que tcm para e, m -,_qu li:.s !TJf• Iizc:; 
da sorte de terem na cidos no nord :..•.e. Info 
liz.< ; peia Sca, por€mn felizs pelo seu hbita! 
r,c1o qll" é ::cu. O nordcstino no foge a luta 
:.he esperar. "Já faz 3 anos qu ... pro norte 
rc];,mpda", diz o Luiz Gonza:_-:a no ~cu B'.li1o. 
raz cinco anos que não chove, esta & a rali. 
dactc. 
Xoràcstc que n .. m tanajurn cid~tc mais. 
T.,nnjur,1 sempre ajudou o cardáplo do nords 
t:no. 
Não tem n:ida. O nordestlno snbc esperar. 
};cm que seja pela morte, mvs s:::.be esp::rnr. 
E quem escreve estas mal trnçadns Jinh:ts, 
também é Nordestino. 
Tiv,C'ni:tcl~ Cod.oy de Souza 
Ncilo m1 Catende e -::riJdo cm G□rnnhun~ 
USINA: RODOVIA 
() 
sR 
r:,,~ r1 nn r~~l p 
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t. • - !· l --~ 1 
li ' ' 
L . 
u ±i é4à d 
l 
Ainda com Bailey ": hipocrisia toda se 
resume na pl'omessa de um julgamento justo. 
Se se proporcionar a um homem um ju!o-a. 
monto justo, a ju liça terá sido atenditl~"." 
O homem vai a julgamento, o que coloca 
a responsabilidade nos ombros do advogado. 
Segundo os princípios da ética o ndvo"ado 
tom ciue estar preparado. Antes' do cheg;r ao 
tribunal deverá entrevistar as testemunhas e 
descobrir se estão dizenc•.o a verdade. Se não 
estiverem, deverá saber por que. Deverá ex'l. 
minar todos os docu..."!lentos e toõas as provas. 
i:esso negócio do h'ibunal do juri, repetin 
do amda Bailey " .. :tampouco as COP.3agratlas 
. palavras, julg-amenio r,o:. um corpo tle jur2• 
dos são sinónimo de ju tiç!l. I-E o T};:cb1ema 
t!c quem atua num ;iuri. A maioria das pessoas 
cc1oca :i p::r'dcipa<;..ifo de júris n:i mos= clas­ 
se do sarampo e da obturação de um dc:atz. 
E ha cs 11roble:nas que surge:n durante a cs- 
Na Agricultur:i está a força e a esp~~nnç:,a do Br::isi! 
Cnlcáreo Bo4oqucna é a re""d~d,.. _ 
ara uma Lavar2 
JARDIJ1 :} 
colh:,. do juri". 
O que tudo isso nos leva a concluir, é qué 
com uma frequência maior do que a maioJía 
do nós gost:iria de admitir, os júris concrnam 
inocentes e ab3olvem cu1pados. 
Finalizanõo, ainda com B:i..iley "qualquer 
homem, culpado ou inoccnrte, merece ~er c.u• 
vitlo,_ embora lsto nem sempre aconteç,:. E 
cons1dern que existp algo de errado com o sis­ 
tema 1:eic q:.ial o réu t! juli;ado, pois 2.s marc'.lS 
tl:1 pris:io, as i:cus:.cões sofridas e o iuJ!:.lnien 
to da. opi.m:io pública n:io desaparec~m~ mts­ 
mo que e homem ~ej2. declarado inocente. fü. 
mai:i oufra coisa: o pretenso cri.rninilista de­ 
veia ficar ciente da solidão da profissão que 
escolhe. E ds sitisigões de ser urn rer.egn 
uo·•. Palavras de um dos maiores advogadcs 
crirni..n..alist.as dos Estados Unidos. As ~ s? 
Do jeito que a coisa vai, daqui há algum tem 
po ser1::mos co:no 007, com licença pnc m1:ar. 
. . 
TORTO MIURTTHO -- I 
5
A 
Escritório: Av. Duque de Caxias 99 - Jardim M:S. D 
ourados Ru~ Joao_u.im 'Te_:._,,,r __ .,_ 
1 ... -· , 't:"?51085 
-

J 
r 
ln:ii<:.? 'i JC::.". Jº 
(llff sc;,1 r,1,•·:·do c:q 
prtfdlO :'.'1Pn>c,,pJI, ~ 
fcrr íéP'lrOS Ul.f 'r., 
s da Ros e no uin 
tensão. 
sub da Sesões da CAgra Municipal de 
)3Cln Vc:ta f '<:, 05 de Sutembr de 1333 
, 
S.+ da Se, is d CArta Municipal do 
7. V M5, 05 d S ·mbro de 19z2. 
nicia! Li, 
', • l' " 
,. 
J 
illJ 
sondn.nclo as bs do Partido do Trab­ 
jhadores, em Camo Grande, bem com,; !" ,. 
cidndes .de Corumbti, :.1ir;1:1dn, A't:ici':t·",-,·.•, 
11nnstúcio e Dodoquenn por onde c.,.l'!L c.n 
vlngem rec:)ntc, pude con.-,tatar qur o PT nr ·, 
vai de'.;aparcccr cm nosso Estodo, como foi 
noticiado por ulguns Óí[!liO:; do imprcm1 do 
Estado e do Pnis. A verdade é que u ::igremin­ 
çiío cm refcréncin, incomoda muita gente por­ 
que é o Partido que pri'!lendc organizar a so­ 
ciedade civil. ho.Jc .1licnncla da parl!cipP.ÇÜo 
no progresso político e cconôm!co. Acontece 
que em J.líwto Grosso do Sul e cm algun~ Es· 
taclos, alguns membros do PT descontentes 
por não se coadunarem com os dire'.riz:::.; r­ 
propostas do Partido o t.lcixnm :.ilinnci.,:;-~'.: nos 
utuals detenlorcs do Pccter: O PT não é urr.a 
a(l'rcmiaçüo de grupos carrclrislas. O objt:livo 
do partido é organizar o povo para que esse 
povo possa se precaver contra as absurdas 
medidas tomadas pelo Governo na sua política 
económica e fundiária. o~ previlégios p1 cci­ 
snm ser distribuídos cquitativame:1te. O tra­ 
balhador estú cansado de ser cspo1;ac10 e o 
PT como legitimo abrigo político dos ope:·t~­ 
rios brasileiros não aczita mo.is esse estado c,c 
coisas e vai ::igir. Os que n:io tem ideologia 
definida precisam dar o foro. No Partido dos 
Trabalhadores não há espaço para os oportu­ 
nistas e· acostumados com o so.bor delicioso 
Neste 8 de Setembro, o Mobral completa 13 a­ 
nos de atividades junto à comunidade brasilei­ 
ra. Criado por Lei, em 1967, iniciou sua aç5.o 
em 1970, com a finalidade prccípun àc ~rop:i:-­ 
cionar a Alfabetizaç5.o Funciono.1 e Educ:içãu 
Continuada de aàolcsce·ntes e adultos. 
De lá pàra cá, a Fundação tem prcpici::do, 
de acordo com e . demanda das c:imu,licbdes. 
programas e projetos institucionais e outros de 
iniciativas local que abrangdm as 5.reas de Edu­ 
cação Geral e Desenvolvimento Cultural. 
Como fruto desse trac:üho, registrou-se u­ 
ma sensível mudança comport:imental na cli­ 
entela atingida, que vai desde a pa1iicipnçüo 
nos programas oferecidos até a Educação Co­ 
munitária, que torna o homom age.'1.te e beno- 
1 
do m· .-, o. 1' E0r pos do '3 urifiC"C-.'l, que n 
p.o2ada 'cs p'!ss ilzgí'ir1o : jn cm pl··· 
n mu!to !roo 
{ s tinta de eco detintd. N6s 
temos urr.:t ic.leolo!Jia. 
Trinu Ver+r 
,;;cc Prf.'!>ítlrntc Rnrl.onal 
'f" 
1 
O:U,ÇiO AO DIVTN'O ES?lf',ITO SA:'1TO 
Espírito Santo voce qus me oclareco tu 
do cin~ ilumin:i todo:. os cm'!linhos para q1m 
ru ai !nja o me !dcai vocc que mo dá o dom di 
ino de perdoar e e: qucc:::r o mnl que mo [­ 
z2m e oue U::dos (·<; in.st:i!l.tcs de minha vida 
cst:'t comlr;o cu auronste curo diálogo ara­ 
dcccr lhe no, tudo e co'líi,·mar m:iis um:~ 'C7. 
que cu ntmcu qi.:cro me sc!)arnr rlc vo~-e por 
rr.a?or que seja 2 llu'.<f.o m;:tzrinl n:to sera o mi 
nir.10 cic vontade qu:: sinto de 11·n di:1 cs '11" 
com voce e tooo5 Oõ meus irmf,os n:1. Glória 
Perpétua. 
Obrigado I:ais mvez (a p2:5O2 Cc:c 
Tá 5azr st Or2cio 3 dias scm1idos sm 
zer o ·c!ido. Dano de 3 dias si a!can1ia 
{ ..é m:s d±5íci! au zj) pub'!:.ar 
±s Gé reis s saca. 
• ?.J!cc d;,, Co!';'.:. Mir· nda 
ficiário de sua própria ação. 
Hoje, após a inserção do MOBRAL na Se­ 
crl:taria de Ensino de I e II Graus do MEC - 
SEPS - o Movimc-nto Brasileiro de Alfabetiza­ 
ção, por delegação expressa do :Ministério de 
Educaç,fo e Cultura, desfraldou, a nível Nacio­ 
nal, a b::mdeira do atendimento à criança ca­ 
rcnte na faia etária de 4 a 6 a.'10s, buscando 
o desenvolvimento harmonioso e global, nos 
.ispéctos bio-r,sico-social. 
É mister dos organismos públicos voltados 
às áreas de Educação. Desenvolvimento e Pro­ 
moção S:ieial,, entre os quais se enquadra o 
iVIOBRAL, preparar, moldar e construir o ho­ 
mem que administrará o País no futuro. Den­ 
tro desses parâmetros, a Coordenação Estadual 
nov va.o. 
min:!..tro., c'o r:, , 
L' !timo tl! . 29, 4 • 
ço monotdr!1 
tndo c d.1 o·, 
:t :c:cP"l (CitT 
mil, tr..n!os e o! 
tonta e que ro cnta 	ao o 
dor CCnômico do Mri o'i l. 
sio Jern nd r ri, o • 
lJ-o n'i.0 rdr u <1U'111'J.11 , e _,1:: 1. 
Com o indie do s em)o, a O!rç.o 
acum lad no no 1 	p± 37% o! to 
;,.r;ou A ::1 O HA :LI , l no-. 
m: :'í. ; 
TüD') IcICOU :>-1 AIJ .: AClI, 
"1' ~ qa~.1<'1<', cH:n!c da ?'<' ;l:.o 
ra g:!ge· cidade do País"i 
Ln1fo ,ó a C. d M4. 
quinas em J in, Bela Vit 
e Porto Mv tina!o. 
do MOBRAL cm Mato Grosso do Sul !1.áo se 
tem furtado cm se car;ictcrizar como verdadei­ 
ra prestadora de serviços, no:; 64 municípios q/ 
integram esta progrcssi:;!:. Unldc:de c.h Fcder.::­ 
ção. 
Para a consecu,:.lo <le:~es :r.cbrc::: objeti­ 
vos, foi imprescindível o engaja.medo dos mais 
diversos segmentos e fcrç::t,; vivas ãa comnuni­ 
dade. Assim sendo, a adesão incondicional dos 
senhores Prefeitos, desde 2 i:-.,titui-:;-o d.o :To­ 
vimento, na condição de lice-:-23 m::'o:e:,, fo­ 
ram os impulsionadores do gra..-,de movimen:o 
de melhor;:. do povo br;)~ileiro. P;,r·:.lt,bmentc, 
outras força:, .foram ad. ::rindo ;13 p:o~v~~3.S edu­ 
cativas do MOBRAL, tais como: Secret.'.lri:.s de 
Educação, Entid::ur::, Udc:~r.~a:-, ·mlunt!.rítJ 
estes, desempenhando m/ vezes, no anonimato, 
o p:i.pel de agente de prJi::::i~·-; - r:-:,:,i'.ori:. - e 
a comunidade cm gi::ral. 
A mola mestra !)ara todo c:~e p::occ:-o e:;. 
lá na contribuição cpcional e graciosa do em 
presari:ido brasileiro, que acat:n:dJ ;.o cr:rrr.:i. 
monto do Govc::·no 11:dcrol, :ndic::i. 2',ê do :-:1 
Imr,ostos de Jl(;ntla l:qulda r-ar.or, 2. cs~c i~!)Ot: 
tanta movimento de Educacão da m assa. 
Ao ensejo dn:::t:,. 
0i-ni!ico;.tiva d::t.a r;a:-a , 
:!1O!3RAL. este ór::;,:ío de Aclmin.::tr::~:n· de, 
c::n:,diz.:.cão nrcsb sua hom,..n:i.gem " -,~,.~, 
cimentos a tedcs aqueles que ta 1, 
para o êxito da Orgarizaço 2OBRAL. 
1 
• 
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Restaunnle Cass: __ o Paraguay 
Ponto de Encontro da Soci~.::tlc F-;;:on:Cir:ç:i.

I OIH l J' IIJC I ltl() 
l.!. i 1, 
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. e . 
1 
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1 
t' • tnndt:i- 
M/4hs, com 103,50 m2, uvli:aia 
;01 ob; turn de E'ternit com 
rn Cr • 1. .. 0rJ!l (J':; O?. I.M, de 
d,·• 1 mi').·,dri: rnh os N. 21 
,r, ,h Tioth:'.l, qunclrn 
20 4 idade, medindo s ditos lo­ 
r nj," ,n :in ,111 .. de frente por 0 mts. 
ui!s nvl das em C+3 G00.000.00; Umn 
:· lf 1 'íl nn; ,·ma • 1 r.-n ?upln :icoplncl:i com mo­ 
• ,r . ;•,11i:ul., <'111 Cr~ ~30.000,íJO; Umn Jlxndclra 
r ~ !,'.e ,1 Invicta, valiad em Cr ~00.000,00; 
t n· t , no p,,n •n.d, Ir :t de simples fabrlcnção, 
• J.•11 ,:lo rni CrS !i0.000,00; Urnn Scrrn t.lc fitn 
J P H:1, avnliach t•m Crt. •1Q0.000,00 Uma serra 
'rular com'resn de mnch,ira Invicln, :ivalinda 
e r Cr$ :50.000,00; Uma plninn purn mudeiru 
praça no d 
I'l l,J 1 ,,r , ,• , •, ,,tunl (un<l: J,r 
,:, 1 JIJ.JO fl.J, l,s I!!' ,li I h.r 
reatados por qum mnhur l e der eir 
ava]iço, sendo a venda felta À vlta ou me­ 
di nte findor Idóneo p lo prazo de 03 (tres) 
dia, Dos utos não conta nenhum ónus ou re - 
curvo pendente de julgnmento, 
E para quo ninguém posa alepar inorneia, 
d•t~rmfn<Ju o MM, Jul1. CJLI') r.o c·xpedi·•c o prc­ 
ente Edital que er publicado e afixado na 
rcrmn rl:i JC'l. 
Dado e paszdo nesta cidade de Del Vlsta, Es­ 
tudo de J'.1olo Gros"-O do Sul, nos JO <l!n.i domes 
de Agosto do ano de mil novecentos e oltcntu 
o tr :J. Eu, (Pc:dro B. c.lo Vale) 'O 5ubscrcvo. 
1 • ' 
Jonas e.los Santos Pellicloni 
Juiz de Direito 
1rês bas razões 
Para você preferir os 
ROS$Os 7pr$$0s 
1) Qualidade 2) Preço 3) Rapidea 
EMl>REENDIJ1ENTO 
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ITAPORli, ITABORAI, ESPIRlTO SANTO, PRIMAVERA I o 
PRIMA VERA II. 
É isto mesmo, tudo o que está escrito acima 'é uma realidade. 
É Bela Vista ingressando na Década da Decisão. Est.n é sua 
Grande oportunidade, de investir e criar o seu patrlmônio agora 
-JARDll'I. PRIMAVERA II- 
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,,o 1,,:.; tl1:0 r r O" ·,o oo . CL 
:M,r> 11 ·,·, r•r·ro 
J 1 
(J IJ 
» 	1do 
,;lrr.:'rrl <JU, .. r· "" 
rir r.-~ ''o o '11a 2'1/0'J/fl l 
a realização ds pr d 
, ·' OTJ/(l'! r: • c1 .. /'.' ·o 71'j// 2 e'.· D'. , 
q C l E mica Fe ra move conttn 
sé.iG í á, sno'rtrn« os 
bens penhorados nos autos a i na rn tc!on<• 
do abalxo caracterizados: Uma casa d nlv:¼­ 
n:u i.1, com rir,"• do ,,o,:n rnts qu .cirr.do'l dL 
r n 1.1"'!(; .'1 itcda no lote de terreno Urh­ 
no n" 04, ctor 04 da 1 circunscrição G 
cldacle, <lcvld'ltnc.r.t, mntrlcu'ed,1 nn PGI ds­ 
ta cidade fob nº 2.527 n~ 2.527 él.o livro n" 02, 
qu<' f.Prâ 'Jevodo /l praça no dla 20/0!J/~3 f:~ 
10:00 h0ra8, no Atrlo ao Fon.11n J()cnl. ~-'-º ,1 
..... < o !TIC  vr· • r 1A I  
e RT'ú'"º 1l n ro r. 
<1NADA PARA / /83 
r: 
ESTJDO DE l!ATO GROSSO DO SUL 
COMARCA DE BELA VISTA 
EDITAL De primeira e Segunda proça(s} dc­ 
signndn para 03-10-83 e 13-10-83. 
O Dr. Jonas elos Santos Pelllcloni Juiz de 
Direito ela l.n Vnrn Civil desta Comarca de Be­ 
la Vista Estado de Maio Gros,o do Sul, nn 
forma ela Lei, 
FAZ SABER n todos que o presente Edi­ 
tal virem ou dele conhecimento tiverem que 
foram marcados os dias 03-10-113 e 13-10-83 /is 
13 horas para n reaJlzação dns praças designa­ 
das nos autos N.o 03/83 de Ação Execução • C. 
Prccatórla que Banco elo Brasll S. A. move C0!1• 
tra Elcnir Silva referentes aos lxms penhorados 
nos autos acima mencionados abaixo caracte­ 
rizados: 270 has. de terras pastais c lavradlns, 
'dentro dos limites da Faz. Perseverança, em 
Alto Caracol, município de Caracol, com ns 
seguintes confrontações: Ao Norte com partes 
da Faz. Perscvcrançu; A Leste com terras de 
Vital Ferreira de Souza e Irmãos Palermo; Ao 
Sul, com terras de Comercial Ponta Porã e a 
Oeste com terras de Artemia Fer.iandcs ele 
r; • ·,r.1 e·• r ungum p 
·:l, clcterrn,i e 
11 o MM. Ju/ q 
o V' m ,.. :Cd.:' ! qL: ,. rá pul:)l 
1.a tomu <ll Ir! 
Dado e n do n t 'l c-ldadt'I d E. h Vl •·1 
J::scndo de ~-~ to Gro~ o do Sul, .::os 1 dts 
do mês de ~•-osto óo :ir.o de mi' novcntos , 
o!tcu,a e tr . Eu (Pedro n do VC1lel o ubs- 
crevo. 
J);, .Tona•, elo'> ~')1:l(; Plll
1
fll't i 
O ,TUIZ DC DIJEITO 
-----------..--~ .... ---------,- ---- .. ---------......-,.-.M• ...... ------ 
POD:CR JUDJCTAnIO 
CARTón!O .JUDICIAL 
Arruda, sendo que dentro da ira upra não 
existe qualquer benfeitoria, avnllad'.l na qun. 
ti.i de Cr·, U.100.000,U0 {o:to 1, 11,1,. e, "l mil 
cruzeiros), valor por quanto será levado a pra. 
ca n,;s dü1s 03-10-83 iis 13:00 hc.:ra ,. L'-d~tua} 
segundn praça pnrn o dia 13-10-33, ;-; mc:;m;i~ 
horas, no átrio do Forum locnl, para ser arrema. 
taela por quem maior ltlncc der acim::t da avn­ 
Uaçiio, sendo n venda !eitn à vista ou mediante 
fiad_r idõ::ico pdo prazo de (tres) dias. Dos 
utos no consto nenhum õnus ou iccurso pcn­ 
dcn'.e de julgamento. E para que l'.inguém 
possa a 1 e g a r ignorúnch, determinou o 
MM. Juiz que se e,qJedl5~e o prcsrnt!! Edital 
que será publicado e afixado na form'1. de lei. 
Dado e passado nesta cidade de B€la Vista, 
Estndo de Mato Grosso elo Sul, nos 05 dias 
do mes Agosto do ano de mil novecentos e 
oitenta e trcs. Eu. (.Pedro B. do Vale). o subs­ 
crevo. 
Jonas dos Santos Pelliclonl 
Juiz cte Direito 
FALÔf 
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BE?ACl-10 
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Lo» 19 
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Lote N o 27 
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~ . :) - ' 
,±tE! E; Mano!a, Clarida e Léa Vascon- 
.. , Pinheiro- 30 '..! 
'a cortcspndente Cr ..... • .. !l'l·l.058,40 
!.o 01 
, 10 
'Ara: • 05 Silveira Lino 30 M 
kcei. correspondente Cr$ 994.658,10 
ti) N.o 03 
e±tetir!o: TW!!e Fernnde; Monteiro 31 M 
t' ~~b corrc,;pomkillc Cr$ .•..••••. 1.027.313,G. 3 
~ te No 31 
o;+trio: Zora&ds Cavalheiro Drrvs % 
eh correspondente CrS ........&1.503,12 
!
. Qundrn N.o 17 
te N.o 32 
oprletnrio: Reginald:i Gonçalves 30 m 
rcelo correspondente CrS: !l94.658,40 
te N.o 05 
'.;ioprietário: Nauir Aristimunho Pinheiro (Pi­ 
lecs) 	15 M 
:rceln correspondente CrS 497.329,20 
te N.o 05-A. 
roprictário: Hernando Dario Torres 15 M 
.mela correspondente CrS .497.32920 
ate N.o 7 
prietário: Heitor Torres Sanches 30 M 
Jrccla correspondente Cr$ 994.658,40 
ole N.o 29 
,uprletário: Oscar Snlomão 
mela correspondente CrS 
30 M 
........ 994.658,40 
) - Quadrn N.o 18 
ote N.o 30 - 32-B 
oprielário: Dr. Roberval Borges 
:irccla c0rresponclente CrS 
ote N.o 09-A. 
:üprictário Dr. Roberval Borges 
rcela correspondente CrS 
ole N.o 9-11. 
roprietário: Campanlrn Nacional 
.;,io Gratuíto 
~~cela correspondente Cr$ 
ote N.o 29 
f!'roprietário: Ma~hahiro Fukaia 30 M 
3l'Cela correspondente CrS 994.658,40 
30 l'I 
994.658,40 
12,40 M 
411.125,00 
ele Educan- 
47,60 M 
...... 1.578.191,00 
) • Quadra N.o 19 
Bt: N.o 30 
,êpr!etLü: Ver:i Tylcle de Castro Pinto 30 M 
rcela crrcsondente Cr 994.658,40 
±: N.o 13 
orietir;: Enando Francisco Gasco 15M 
rela cx:respondente Cr$ 407,329,20 
te No 13-A 
roprieiário: Ernando Francisco Gasco 15 M 
1
rcela correspoi:dcnte Cr~ . . . .... .497.329,20 
ete N.o 15-A 
'O rir:t:ír:o: Theob: . ldo d Amaral 18 i'I 
Arcela correspondente CrS 596.795,04 
... te N.::: 15-B 
.opriel-'rio: Os:waldo Turini 
='tceln cerrespondente CrS 
te N.o 30 • 
.r-ipricíário: João Godoy 
rcela correspondente Cr$ 
- Quadra N.o 20 
te N.o 29 
0,7 M 
. . . . . . . . 232.086,96 
J' fft' n CGtr ) 
1te No 27-1 
Propt trio: Con 
1 ,•.n, I3 t: ' 
Anaticio) 
Parcela corre cndente Cr 
.Aarr 15 M 
40713 20 
(Benedito 
15 M 
497 329,20 
6) - Quadra No 21 
Lote N.o 33-A 
Proprietário: Leda Marina de Castro Pinlo :JO ~:,: 
Parcela correspondente Cr$ 99465040 
7} - Qu·•<lra No. 22 
Lote N.o 24 
30 M 
!HJ1G58,40 
opiietário: Rubens Da Silva Brum 
rcela correspondente Cr$ 
te No 17 
oprietfuio· Adol'o ~alo ~ 
• l ~-. mao 
Rcela correspondente CrS 
e • .o 17 A. 
o,:d-:tá.-Io: Oswaldo Rodrigue<: 
u 1 	- 
ce a correspondente CrS 
30 M 
994.658,40 
30 M 
994.658,40 
15 l:VI 
497.329,20 
15 M 
497.329,20 
Proprlct!trio: Odem::ir Mcdc•iro'.l 
Parcela correspondente Cr 
Lote N.o 02 
Proprietátlo: E<mlldn Medeiros Prcenga 18 M 
(Gregório Can!za) .. 
Parcela corrc
0pondentc CrS 
Lote N.o 02-D 
Proprietário: Pedro vforqucs 
P;irccla correspondente CrS 
Lote N.o 01 
Proprietário: Jnry Da Costa Viana 30 M 
Parcela correspondente CrS 094.658,40 
Lote N.o 29 
Proprietário: Joaquim Dulra Pnes Bnrro 30 M 
Pnrcela correspondente CrS 994.658,40 
8) - Quadrn N.o 23 
Lote N.o 30 
Proprietário: tnio Pereira Oviedo 
Parcela correspondente CrS 
59H.795,ü4 
12 1 { 
397.BG3,3Cl 
Proprietário: Athnnasio Loureiro de Almeida 
s= 	30 M 
Parcela correspondente CrS 99-l.658,40 
Lote N.o 06 
Proprietário: Miguel Brandão Delvalles 30 M 
Parcela correspondente Cr~ . . . . 99·!.658,40 
Lote N.o 8-27 
Proprietário: Grêmio dos Subtcnentes e Sar­ 
gentos Pedro Rufino 	60 M 
·Pnrcela correspondente CrS 1.989.316,80 
!l) - Quadra N.o 24 
Lote N.o 28 
Proprietário: Takeiehi Fukui 30 M 
Parcela corresp:mdenle Cr~ 99~.6:i8,40 
Lote N.o 10-B 
Proprietário: Cornélia Gonçalves 
Parcela correspondente CrS 
Lote N.o 10 
Proprietário: Osvaldo Miranda Mell - (Gumer- 
cindo) 	32,%0 M 
Parcela correspondente Cr!, 1.087.493,18 
Lote N.o 12 	. 
Proprietário: Athanasio Gomes de Tv1ello 30 M 
Parcela correspondente CrS 994.653,40 
Lote N.o 27 
Proprietário: Athansio Gomes de Mello 30 l'I 
Parcela correspondente CrS 094.658,t!0 
10) - Quadra N.o 25 
Lote N.o 28 
09 M 
298.357,52 
30 M 
994.658,40 
Lcte N.o 14 
Pr0prictó'do: Osvaldo Lino 
Parcela correspondénte CrS 
Lote N.o 14-A 
Fropriet,~rio: Lni2a Brites Rejas 15 M 
Parceb c:irrcspondente. Crq 497.323.20 
15 2 
497.329,20 
Lote N.o 1G . 
Proprietário: Fabriciano Machado 
Parécla con·csponclent_e CrS _ 
Lote N.o 6 
Proprietário: Thecldo do A::ara! 302L 
Parcela cyrresdente CES 931.65840 
20 M 
994.658,40 
Lote No 27 
Propretrio: João Vila!ba 
Parcela corre/pondnts Crê 
2) - Ormento da Obra: A O!:r. foi cr ··:,l.1 < n 
Cr 55.700.909,88 (Cinquenta e Cinco MI!Ec:, 
Setecentos Mi!, Novecentos e Ncve Cru 
Oitenta e Oito Centavos), sendo que a área a 
ter pavimentada abrangerá um total de 10.080 
(Dez Mil e Oitenta Metros Quadr .. do ) de Pa­ 
vimentação Asfltica, incluindo galerias de Á­ 
uas Pluviais, drenem, uins e sarretas, o CJUC' 
resulta no preço unitário de Ci 5.525,08/m2 
(Cinco Mil, Quinhentos e Vinte e Cinco Cru­ 
zeiros e Oitenta e Oilo Centavos por Metro 
Qundrado) de área bcncfiC'indn peln Contribu1- 
ç5o De )'fclhorla. De acordo com o que se segue 
.'.lbaixo: 
01) - Raspogcm e Limpeza - Abcrlurn de cnixo 
para pavimentação comprc::ndendo co1 lr1 e 
aterro até 0,50 m de profundiclt.tl-• tlc• :ic-6rdo 
com levantamento topogr6fico. 
UNIDADE 	QUANTIDADE 
m2 	10.080 
PREÇO UNITARIO Ii1PORTANCIA 
180,00 	1.011.400,00 
02) Base estabilizada granulometric:1rr1en 
te com emprego de pedregulho de cava com 
espessura de 25 cm. 
UNIDADE 	QUANTIDADE 
m2 	10.080 
PREÇO UNITÁRIO IMPORTANCIA 
1.203,20 	12.128.256,00 
03?) Transporte para base por metro qua 
drado de camada acabada. 
UNIGADE 	QUANTIDADE 
m2 	10.080 
PREÇO UNITARIO IMPORTÂNCIA 
256,80 	2.588.544,00 
04) Pavimentação Asfáltica 
04.1) Emulsão Asfáltica 
UNIDADE 
t 
PREÇO UNITARIO 
145.649,77 
04.1.1) Transporte 
UNIDADE 
vb 
PREÇO UNITARIO 
800.000,00 
04.2) Pedra Britada 
UNIDADE 	QUANTIDADE 
m3 	280 
PREÇO UNITARIO IMPORTÂNCIA 
5.000,00 	1.400.000,00 
04.2.1) Transporte de Pedra Britada 
-UNIDADE 	QUANTIDADE 
.Viagens 	28 
PREÇO UNITÁRIO IIvIPORTANCIA 
100.000,00 	2.800.000.00 
04.2.2) Mão de Obra 
UNIDADE 
vb 
PREÇO UNITARIO 
1.800 .000,00 
05) Guias e Sargetas 
05.1) Cimento 
UNIDADE 
vb 
PREÇO UNITÁRIO 
3.500,00 • 
06) Drenagem de Aguas 
UNIDADE 
mL 
PREÇO UNITARIO 
18.000,00 
07) Drenagem de Aguas 
UNIDADE 
11) - Quadra N.o 23 
Lote N.o 18 
Prprietrio: Iuiz Carla.:; Rahal 
Parcela correspondente CrS 
Lote N.o 27 
PrJm·ieErio: Luiz Carlos Rabnl 
Parcela correspcndente Cr> 
Lote N.o 20-A 
Proprietário: Ramão Aparício Arec::, e Alzenir 
S. Rocha Lino 	15 M 
Pareda corrcs!:]o!ldenle CrS 497.320,20 
LJtc N.o 20 
Prcoriet6.rio: AJi lfoha
1
1ll'de: H:ni:1:c !5 ll 
Parcela correspondente Crê 497.329,20 
Lclc N.o 23-A 
Proprietário: Abdallah Hassn Doueidar 15 
30 M 
ut do 
t +to 
•)Olllt 
o 
994.658.,40 
30 M 
994.658,40 
mL 
PREÇO UNIT rffiIO 
5.000,00 
QUANTIDADE 
40 
IMPORTÂNCIA 
5.825.990,80 
Emulsão Asfáltica 
QUANTIDADE 
800.000 
IMPORTÂNCIA 
800.000,00 
05) Nie!mento: A 
obed ir o rigor« m te a 
A tubulnçao ter' 	ceie mini- 
m d 060 1 fr, 	. ,, . 1 Jor!o 
minimn permitida ie conforme 
( p• ifiC"t .. o <; 1 ) r( . 
QUANTIDADE 
04) Dre em; Será executnd, no 16cais 
onde a e·cavacão atingir o lencol e ico, 
com uho de concreto, tipo ponto o bolsa pa­ 
m dreno 1o 0,30 1. 
05) 'Tubu!±cão: Os tubos de concreto do 
tipo ponto e bolsa, Isentos de fendas e racha. 
duras, rejuntados co argamassa de cimen 
to - r•r:-L,. 
IMPORTÂNCIA 
1.800.000,00 
3.360 m2. 
0ô) Poço de Visita: Será executado em al. 
vnar! do uma vez com dimensões internas 
de 1,7.C:rl ,20 x 1,20m, as82nt03 sobre um lastro 
de ( oncrc>to e rcv<:stido com argamassa de e[. 
m nro e :ircia no traço 1.3. 
QUANTIDADE 
1.680 
ThiPORTÃNCIA 
5.880.000,00 
Pluvieis 
QUANTIDADE 
1.200 
L.1i'ORTANC!A 
. 9.600.000,00 
A laje superior será de concreto armado 
com espessura de 10 cm (Dez ccnt!mctros), 
sendo que u mesma terá uma '.lhcrl ura. circu­ 
lar de 60 cm (Sessenta Ccnlimetros) de onde 
subirá uma chaminé de alvenaria alé atingir 
o cota do pavimento acabado. Sobre '.l r,haml­ 
né será assentado um tampão de ferro fun­ 
dido, o qual servirá como cntmdu para Ins­ 
peç5.o. 
L--itersticiais. 
QUANTIDADE 
1.200 • 
IMPORTÂNCIA 
6.000.000,00 
07) Caixa de Captação ou Boc'.I. de Lobo: 
Será executado em alvenarla de uma vez, so­ 
bre lastro de concreto e revestida com argJmas 
sa de cimento e areia no traço 1:3. 
Na superfície terá uma grelha de ferro 
sobre a cinta de concreto. 
OS) Projeto e Administração . 
UNIDADE 	QUANTIDADE 
10% 	SUb-'I'otal 
FREÇO UNITÁRIO u/fPORTÃNCIA 
50.637 .190,80 	5.637 .190,80 
Total 	, 55.700.909,83 
3) Valor da caucão de cada interessado. 
A importância global da caução não pc­ 
deni ser superior a 2/3 (Dois Terços) e nem 
inferior n 1/3 (Um Terço) do orçe.mento total 
previsto para a obra. 
0) Cs opie@rios dos imóveis relzcic­ 
n~dos terão o prazo de Trinta (30) clias :?. c::m 
tar da publicação deste para impugnução de 
qualquer destes elementos, neste constantes 
cabendo ao impugnante ou ônus da prova. 
»' 
1ElIORIAL DESCRITIVO 
OBJETO: Pavimentação Asfáltíca e Obras 
Complementares. 
PROPOSTA: 
Item 01: Pavimentação Asfáltica. tipo penetra 
c;ão invertida dupla. 
1.1.1) Raspagem e Transporte até 4 Km (qua­ 
tro quilómetros). 
1.1.2) Serviço de Drenagem. 
1.1.3) Escavação e Carga cte material tte 1° 
categoria. 
1:1.4) Transporte e carga de material de lª 
categoria até aproximadamente 4 Km (qua­ 
tro quilómetros). 
1.1.5) Melhoria do sub-leito natural por com­ 
pi.>.ctação, a 95% (Noventa. e cinco por cento) 
de procLor simples: 
1.1.6) Escavação e carga para reforço do sub­ 
leito com cemada estabilizada. 
1.1.7) Transporte de materiais para reforço 
e base. 
1.2.0) BASE: 
1.2.1) Base estabilizada com emprego de pe­ 
dreguho, compactada, com espessura de 20 
(Vinte) centímetros no mínimo. 
1.2.2) Imprimação betuminosa ou ligante. 
1.3.0) R3VESTTh1ENTO: 
1.3.1) Capa de rolamento de penetraç2.o 
vertida dupla, de 02 Dois) centimet:os 
camada acabada. 
in­ 
de 
Item O~: E::.;ecnç5.o de Guiss e Sargetas: 
2.1.1) Execugo de Gui?.:: de concret-0 pré-mol 
dada. 
Largura: 0,30m 
Espessura: 0,10m 
Comprimento: 1,0m 
Traço: 1 -3- 4 
2.2.1) Execuçê.c de Sa:rgetas no local. 
!..2rgnra: 0.30m 
Esp:cssu.rn: 0,10m 
Traço: 1 . 3 4. 
Prefeitura Municipal de Peh Vista, sta­ 
õc ele TIIa:o Grosso do Sul, ns Doze ilias do 
mês de Seter:oro de NIiI Novecentos e Oiten 
t.."'.. e Tres. 
AFONSO DILLON NUNES LEITE 
Prefeito Municipal

--- -------------------=--- 
D 
1 
OCíf_;lO n 0025/83 
AfoWô Dlllon Nun 'i [,t IV', Prr-!1 llt) Muni• 
c·,p.,1 111 T' 1 'vd F' e' • • ln ' r,, o 
Or, f,111, n, u 11 ( 1,c._ó~ J 1_; ( crrn 
iJ· 11T ,' ,2,/Ultl::··1u1•1_,. 
,r mliro e!, ll,I 1. 
Bl•,CHI .A'/: 
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E;Ef'.10 I -- i : J USJÇ()L.~ 1
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Arl!"I) [·) J-' Ili n--cr,.tn p;lipllh () r,;•JCC· 
J,,mrnto r cli•c:'plin•1 n rnltc1çf'o clc-Conttihll
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cipnl r'" r, 1.1 Vi .. t ,, t ltjl/ htc, '.I ,-.,1
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Galerins do Áu j'luviis o Drenagem da ):1 
Conde ele Pc.rlo /l"fl!C, pelo pro1:r~1n-, ·.1:tri1· 
mrlin'rhl. 
Arti~o !:1) /'l otrr." ou melhonm"ntos 
e:nqundrnclO'l no pro~rom2. odrnorcllr.i'1r;o, i:. 
1 ~o o1,Jnto ele J~:1çam·•11lo n co!.Hnt1,:1, cl<' cr.or 
cio crm rs no1m:11: e c!.,p:i~içõc, deste capitulo. 
Arllrro 3') / sollcilnÇ:O p:1r:1 cnqu:1clrn111rn 
to 1~0 progrnmu c:clrnordinárlo, dcvcnl. ser fd 
tn r>n pctic'i.o conjunl l de p:-lo rncMs 2/:l 
(Do's Terço~) cios contribuintes intcrcssnclos. 
Fnrngráfo único . Os ~olic:it:.mtes dcv~m 
declr.rnr, cxpressomcnt,, na su:1 petição. 
n) As obr'.1S ou melhorrmcntos p!·ctcndid0s; 
b) Os logrndouros ou logrndouro n serem te• 
neflclndos; 
e) Os nomes de pelo menos (2) tOi5 propric• 
Prefeito 
, ' 
l6riG'> p. ra rrprcc,n•rm,m o r•rur,o e mnntc• 
tem os I nlf n,Jt,n• n1 ,, co,n I Adminli t roç' 1 
Mun!d,,tl 
Art!9o 4) No caso d obra rcriucrldn r_,r•r 
consldc.rN1 1 rlo intere e cr n•1, 111lncn drJ 
; run!dr)lO tln!J,.rir e tio os projetos de tt• 
1 
•> 
que ! r ;[.e,: ntr4.11"•; d; r r)~ .. n,~nl
1 
:i, t.'Jbrnc• 
t:dr,!} fs(); inlcH.: 1"n J cr~n JO"'nnC.:o :J/': C'>lt:«:i, 
por m· iD ele Eclil<,1 a, r:o p, :iv, c'n Trinl·1 CIOJ 
cJ '''i r..omll''"'.T-. 1 eis :,e ulr 
1
.C'i 
0
h n,cnto ,: 
1 > r~c 1 ;•;ri•·l D, crititvo cto l'rv]~'o; 
1i) Or mnto tal de cbI; 
llIJ T>"l r.111: .. iir) r1·~ p,lrc ~a do cuc;Lo (]· 
C~,, ·• a .:e, ínY1nr: rl'i .,,,t, Con!.rihuk';-o 'ÁC 
:,d !hora (C,A.). cm o corre pn:!ente n'1no 
d 1Atcio entre ; 4e!s bnfcido3. 
1'/) T;,.li1t1itrt ao c];y; (1.1(,~
1 
~ bcn r,r:i ... ::::~;, (L: mo 
r:o o J_c· r mn c r,.G:t.ri ,_.rl·>; us ;nfo; ..... ~; nc-lnc; 
f /l•)"( 1(iiíJn .. ; 
') Vr.lor d. cu;o de cada intors:nado, 
t, 1 [ •. /) !; ) O rntc:n cn_r o~ im,~vci; 11~­ 
!V'•f i:•~oc!c; :;c.1~: f,_i .Q cm +ao n'1 custo to' -:1 
cl~· Qi,; ;"'5. 
Ail i,·.o G?) Incluir•:.c-:io no rntc!o 11-:; :re'.l:; 
elo l'SO comum e ns pertencentes n imóveis 
h,nlo:; dn Contribu!ç;;o ele Melhoria ( C. Jl.1. l, 
cujPs cotu:; cor:erÍO 11or conl:i c.!o i¼unic!pio. 
SEÇAO JJ DAS C,UÇOES 
Afio 7) MAS Obre; ou m1!hramnts 
n •e C·!n ;,tcndich<; p, lo p:·n"r:1111a extl'Jordl­ 
ll':rio olJrir::,m o·; int_cr~-;•;yn, !I prc>,tnrrto <lê 
cnugio. 	' 
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obras, n:r 
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poderá ver 	'I 
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e ;rrro prc~t1cJ.1•; dcn~rn <
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<> pr ... ,7'l e< 
1
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(20) cli~•; crnt dr,'; d I J,11' 1
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prcvlst'J no Mrto :1' e, , r: D cre 1 , 
§ Pl No ;•cJ,, r,r ~• d>, 1', 1:c1 1:•, 
pr:'70 rr .1v•inn:· -~,, -r:o -;~(. 1 :i t. ' 
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tric'· pf.o t( jo 1nfc-io (r,:" }· rqr,iu ,1 C 'l ·) 
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na C do pars.o l 
C!"D O. 
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0 Sº) rrcs nr1. i te.""· ., ... r· ttr:.r,~ ir~~" ·~lP- 
nl'; r. Cbrn ~e,: in;c.i,;,i-1 l::<.1.J, •1•i :1t·m.r.':' 
do rc-0111t:iclo d..s r ·'~:n:1(ÍQ<; frf-l<:. 
§ 30) 0ri dado um 1ec;'o ?« cAC !i 
pes{GS C01o p° de 1:a ! n ! 6 Con­ 
t i·ji.,,.?lcf10 d3 Melhoria (C. .) imóv!s be­ 
nrficindos. 
S F Ç	O 	I I 	- 	D O PARCELAMENTO 
Artfr,:, rr") o r:• .... t l~: 
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n :, e ,n•r11J ll­ 
çfio de Il~<'lh•rln (C. r,'.. l, ~ .. ·;'. .'.'.r i~ ! , ::"1 
ut& G (sei:) presEegêcs mnsn!; ore fu 
co·n vPncimcnto .. n 1r•.ir r•,· r11 . ,•,r,l r..i:,• 
~-i i :·, 1' ,..;,. 
1983 
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r"' ~n p:-..:'• .. /n e..:, r- ':.l 
""·'· o Mr i o o e,_, 
'frint:::" (~O> rt! • 
:?.rJi~~.l. 
Prefeitura Muncip d+ D!a V'ta E3'A. 
co de ?<':,te C:r,'n c1o Sul, rc•: t!O?" (~• eo 
r; do Sct·miro e Mil Noveccnos e Oiten. 
1~ e Trf.s. 
OS0 DIL!O ES LEITE 
prefeito Municipl 
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,:~ rt:J.1:.Z:'..ç2o d~ p_c-~-- .. .3 C:! ·1:-~.:~ 
us, matemática a co:±zé:1"? 
4o3 22e..3. ia scgvns 
pa. c5 candidats s sane:./? 
o5 e:ares de si?e ;::3.° 
rico. Finalmente cs Cl±#z:5 
saxão p2ra a terceirzi : ... :-.:.•.; 
... : é o curso de forma7. e" 
:icomer:o rgr6ar dr 
cru&ucod 4me:s 
O prii--.~e:::o c1::rso iá l,: 
marcada: come;s nó d:? 
ieereiro de 3' "  ...... • :-- ' .. 
ris5a s 
é'.,'.C:·:as dife-er,, C"' r;,1~r r'.J e: 
ses. eis. ises 
icgista, Escrivão, Is=to» . 
oici, Agcate de Po!iig D.4 
copisra e Agentz de 'fe'.~!::ir.:tl:";· 
c2,ções. 
• !':-.S 
P.".:1 
fcnt:. 
Campo Grande A Ac1de::i'.2. 
ele Paliei::-. t".:'!erá rbrir no i:".:éJ 
õc cutuoro, inscri,::5es pam O 
curso que pretende realizar. 5 
provas ser2.~ p:)SSi"/~lrne:n~~ c:i 
nove:nbro. Para S8 inscr::v::, o 
c2:1didato de:verá pre::nchêr e:;:'~· 
gumtes -requisitos: se: b!·i;.,!;,..:J 
pcssUir nível de escol::.ri~:.c a~:· 
g id o para o 	E0< e - c 'c io 	á o 	,. .. --y 
te,· o· rio d ises» 
de 3G 2ncs de i::12.r'~· ~;;o 1 ~,;:; 
strkco mais.na é6sé t 
mir.Jl nos últimos 10 e.noi; e:;:,: 
quite com as oongaçõe3 rniii:1:, 
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Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. 
Ontem, por volta dos 0,30 horas, o clda. 
dão Nél!o Diório, agrimensor, pessoa das mais 
gratas na comunidade, esteve em nossa Reda.. 
ção solfcitando que noticiássemos o fato ocor 
rido no Hospital São Vicente do Paula, quando 
foi expulso daquele locnl pelo médico Ely do 
Araujo Bnrbosa, '.lOs gritos de fóm dn.qul v::i­ 
,::abunclo. Não se admite um tratamento dessa 
espécie entre pessoas civilizadas, oinda mo.is 
quando se vê envolvido um médico e um clien 
te do hospital. Todos sabem, em Bela Vista, 
que Nélío Diório é uma pessoa responsável, 
trabalhador, acreditamos que houve um mal 
entendido, mas não podemos deixar de aten­ 
der o pedido do cidadão que fez questão de 
contar os fatos, para que a comunidade tome 
conhecimento e julgue da melhor mane.Ira. 
Eis as palavras de Nélio Diório: 
A PEDIDO 
EXPULSO DO HOSPITAL AOS GRITOS 
Bem cedo, ali pelas 6 horas, levei uma 
paciente ao Hospital, esposa de um funcioná­ 
rio de minha firma. Não havia médico de 
plantão. Voltei mais tarde, deixando a pacien 
te num apartamento. Verüicando que a mes­ 
ma ainda não havia sido atendida, reclamei 
a uma das enfermeiras. Falei que sempre pa­ 
guei o que o Hospital cobrava, esperando aten 
dimento condizente. Reconheço que no momen 
to estava nervoso e critiquei ásperamente o 
hospital, mas doença é uma coisa grave, posso 
até ter me excedido nas críticas. Neste interim 
o médico Dr. Ely de Araujo Barbosa, que es­ 
tava no local, perguntou me por que eu não 
o avisara, falei que não tinha nada a avisar, 
po!s as cnfermelras estavam sabendo do caso 
e o atendimento ainda não fora feito. Em e 
gu!da o médico, que ia atender a doente, vol 
tou e gritando, o que chnmou a atenção de 
todo o hospilul, me expulsou, de dedo em riste 
dizendo "fora daqui eu varabndo", fendo 
menção de me empurrar, cu pcrm::mcc! no mcs 
mo local. Eu disse que só snlrla dnl! depois 
ele ver n paciente ser atendida. A padente ficou 
internado, mas nfio se justifico um m(dlco, 
tldo e havido como humanitário, se alterar 
ao ponlo de chamar um homem trabalhador 
de vagabundo. Friso bem que, no domingo, o 
filho dessa mesma paciente recebeu alta, sen 
do muito bem tratado pel.1 Dra. Glaci e pelo 
próprio hospital. Acho tudo muito justo, o 
que nií.o se admite é um médico perder a ca 
beça dentro de um hospital, se alterando no 
ponto de grit:ir o expulsar um cidadão que 
por força das circunstâncias se encontrava 
nervoso. 
A obrigação do médico, ainda mais quan 
do no exercício de sua profissão, é a de aten 
der os doentes e tratar bem a todos os que 
o procuram. Deixo o meu protesto e também 
a certeza, a minha certeza, de que nem todos 
os médicos são iguais e eu continunrei sempre 
disposto a ajudar o hospital. Ass. Nélio Dl6l'io. 
Nota da Redação: As matérias publicadas A 
PEDIDO são de inteira responsabilidade de 
seus autores, nã.o exprimem a opinião do jor­ 
nal, essa opinião é manifestada através de 
Editoriais. 
DR. FIORI MURANO 
Médico 
C?:rica de Senhoras e Crianças 
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CRM 352-- Fone: 439 1264 - 
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llJH.J; 	xJ 
O c:1,1~j111110 M 1 :o<.111 - Am Ltin, que • 
biuso no dia pp no crml Potro Rufino 
Com r u 'cn II1o 1 ',1 l, 1, ,., 1 ' • }JI ( 
•(, ', .i .. 
ENFIM 	to] mnacional 
l lll (lf) àln. 7 do temhro 'o ,1: • 
r,re, e 	'Ili 
com a prença dr rnle público. 
i 
11.rr•,Ai~ DO J1/'U 'fl"i(J'O 
e f ltn <'º Ju1, nem rirlo•, nesse dia, muita pen 
tr- Jll ,,,1 lr:Jun o íir.o.,luim' ntn. 
1 on L'I. 
1rni1r1 •cio- r,:10lfl; íl 'U'lllO • Nlltl•1, Dr. Hcnock 
Cnhr·ltn de antnn o Sra., Dr. Oluvo Mnc.1- 
renhas · Bth, D, Jons - Cleu::o, Dn.u!lo o 
/Ut ,Jn. 
'fAlrn.r.nr 
mnrcnram presença: Dr, Itmr • GIcy, Dr. 
e '0hilo . Jznlén, Rcinnltlo • Malsn, Belrnllo • 
Li.Gin, corujn . Mnrizn, Guego o Cecllltl. 
crncuwu 
r,n· 16. ncomD!ln.hadn dos pais Ar! e Marin e 
seu Lavo J011io n menina moça Lucienc. 
NOTEI 
curtindo o som de Alma Latina só de C(tmn­ 
rotp: Dr. Pedro . Ledn, GaritJaldi • Sueli, Viei­ 
m • Neu.zn e Dr. Ivan. 
VI 
também esparramando animação: Lui?. •. Ma­ 
no, Mnnoel . JVfory, Bil.Ja • Nilza, Dora. Cnstrn• 
na, Dr. Carlos, Adriana, Kiko, Florn, Loris, 
Fernando Jorge, Timarn, Veronica, Lelé, Mi­ 
rinm, Katio. Danise, Max, Solano e Manzete, 
Mnrlt, Ester. 
NOIVADOS 
PorabenJzamos os casais que na semana pp. 
colocaram nrgo!inlrns nn direita: Ten. Neto e 
Valquíria Rodrigues o João Eduardo Lino o 
Murilda MarJm Puchetn. TLm ... tim prá voces. 
NOSSOS PARilBI'.:NS 
ao Juiz de Dil'eito Dr-. Jonas, pelu maneira com 
que cond12il1 os trabaU1os d:i 2~ Scs_"..'io 
do Tribunal de Jurl em fü:lu Visto. Tambê:11 
nossos elogios :10 promotol' DT. Obvo lfas::~. 
renhas, ao ckiensor piiblico Dr. He:1ock Cn· 
brit:1 de Simtana, advogados que utua,am. 
Dr. Pedro Paimieri. Dr. v:m A. Costa M:~rqucs, 
Dr. S&gio Perondi e Dr. Itanur (que fez su 
~stréin, revehmdo-se um e:,ce1ente criminalis 
t-0.) ! 
os JU!U 
reo.llz:idos foram prestigiados com a presença 
de grande público. 
7 DE SETEiIBRO 
foi comemorr.do na city com um bonito des­ 
We esludnntil e do 10°RC. 
:I 
m. ?re.réturn )1tmic:p:1J (Ue ntrnvés do preleito 
f.for.sJ D'llor: e; ·.._ Sec!ctlírir. de Educação 
Sra. Cn! S-amene Mascarenhas e sua cqvi­ 
pe p reincrurn aes si:nos d Ris Muni­ 
cipal e Ensino apresentarem-se mio bem 
i.:'.tio::-n:i:::do.:. - 
s escolas Esta&uis desfilaram apresentando 
carros léxicos c outrcs números interessan 
ts. 
PRO::"ESSOR 
PftOFE3Sül 
c~au,·aler e profE:ssor::i Regim. desfüarum com 
seus alunes judocas, também do Grémio. 
do Gr(rnlo, Se. T0fio Kalife anunciou que no 
(lin 11 nle novembro dará um how no C!ub 
o rnntor Nel"On C'rmr;.,kc". /q11:uclcm. 
NATAÇO 
O profesor Aldo Cimr comun!c qu 0"" 
+.mm Inteinr: nls de ntaço no G. • 
mio. 
r;to nío vnl sr uma felrn como ns ouo 
VOo onhc, LÁ V tr; Brracns dos Municí 
pio, Exp:/3o de Ar'; PI'stics, shows com 
t',+e Ma {r1 !l"llih rlnn,,, <lc-,fllc de mo­ 
dns, mdr de filmes o desenhos nnlmndos, 
l<'nlro lnfimt iJ e ndulto, desfiles do Bnndrs, 
tr~m:.lnho. norquc de rJiversõe,, comlrlns t!pl· 
cas, ottelos o cvnlos para que a purizada p0s 
:m nassc;,1· l1 vont.ndo. 
• De 1.5 i tn de setembro vr prn foirn da 
.Solldnrlednde e levo todn sun fnmUin. 
l?Rçri rlc nr:,i 1llvcrs.:ío um gesto tle Solldn­ 
l'!Nlnrlc, 
... ,Promoção: FASiJL/PRONflV/I,BA 
Pnrticip:iciio: Gcvcmo: o Estado de Mato Gros 
o do Sul • JTnnlcíplns • Colõn1as - Entidades 
Cubes do Serviços. 
3ELt VISTA ESTARA PRESENTE 
ruVEN'.i'üDE CUR'l1INi10 EM MASSA 
[,«1°• • . 
Aconteceu no Ginásio ele Esportc de Bela Vis• 
ta quatro sensacionsls noites de jogos Inter- • 
s!'lrles promovida pela Escola Joaquim Mur­ 
Unho. 
NA SEX'rA FEIRA PP 
n nbcrturn teva início com uma palestra pelo 
. C!lp. Rodrigues, desfiles de Bandeiras e equl 
pes, a seguir deu-se o inicio de mais um acon 
tecimento esportivo. 
MODALID1lDES 
Hnndbol, Voleibol (misto) e Futebol de Salão. 
fe>i sensRcion'.l e a juvenh1de compareceu em 
grande nümero :issim como nossas autoridades 
ci,~is e militP.res, entre os quais o Cmt. do 10 
RC Cei. Limn, a Sra. Ant.onia P. Melo, deleg1- 
da de Ens.ino. 
C ENCERR/!.MENTO 
aco:1teceu' no dia 7 a entrega de Troféus às 
eouiues vencedoras e logo após um grandioso 
bilé animado pelo conjunto SOM DZ 6 de 
Bela Vista. • - ' 
P,IBABl'.':NS 
ao casal Lidia e Rlgoberto Velasquez por 
completnrem 35 anos de e.asados no_ dia 28 pp. 
ANIVE2;$,füiOS 
13/9 Professora Mart-0 que nesse ma recebeu 
t.:·•i1'.: li tl(l. !1,)-,Gr.age.m de seus alunos da 
!_.__co}n Jo::on'm Mu:::-tinho. Ela merece. 
J 119 :::
0 
,nch.l~o da :;:::rota ,Tuli:ma Mllscarenhas. 
G;i.rotn. Jeru.::! Corree, Luiza Z. lfam::da e 
', Jd;.);-n:;-:: ::=:111;:. Felicld.Rdes ifü ... 
SOü A TELICID4.nr; I'TíIDlDA, r,,,o vm, 
TAnrr ,JAHAI<-,! 
T:os 'um, hateu na poria 
·t-,:,ci!e• ;1i:o c;,li:; ::,,brir 
:e:sei au osso a saudzde que 
vive ampguir. 
Beteu de no com força 
ra: dei üo insistiu 
czzceu z cocada correndo 
a pra sempre partiu 
Purtiu d2:.xando escrito 
Essas palavras Fatais: 
1 cfa 
f 
1 
............. ~ :m - 
•· 
O o.bab:o assi.112.clo cfac'sr•:; c::Jê E-::t:a-:=~,.' 
Cetra do Comi:sir;c Z..:z, 
!mó~·,·is, C2ii:C:. 1.250. 
C(}ST r OE vrn 
JO '· 
PAr.:rnr. ·s 
0s coordenadores do O Domingo € o, 
Sqt Av!ia e PSdio B!à Vi a O prosrm ~ 
sadio e divi rido: mh: a o O pr» n 
a tuv!tule 
Retcocdo 
li. vista do que publicou e Tribuna da 
Fronteira de 5 date ms. n° 662 cor},ç? 
titulo: VEREADORES TERÃO DI: DEV 
VER DINHEIRO, lorn?.-sc. neces~'.'rln uma 
retificação do que a plicou. 
Como eK•vereador o o primeiro eit'.ldo r:a 
notícia, cumpre-me e:pôr ao púbiico cm zral 
que cumnrl a do.ermineco do Colando Ti 
bunal :"I '.ÚJ de Janeiro Gesto ano, cor.o adiante 
se verá. 	,4, dada 
Este cv.so é com!)loxo e rsrns .a-se es . ·- 
o :mo ele 198!, cujo desenlace fo! :). 11rovitlên~1.:1 
elo ·Tribunal de Contas determinando a tle·O· 
Juçi'o citada. 	. . • ubl! 
Acontece porém, que a prov1cl!,n::w p : 
cada excedeu da verclncle como passo a expor: 
A 23 ele Dezembro de J.98::!, recebi do Pr­ 
sidente da Câmara ofício n<> 169/82 comun'.C3n 
do-me Instrução do Tribunal que ou tene. .º 
prazo até o dia 31 de .)aneir? de. 1963 parn 
fazer a devolução das impord:inc1as paga? n 
maior (subsídios) referentes aos exercfr10s 
como segue; 
Ano de 1981 CrS 65.701,72 
Ano de 1082 CrS 64.382,13 
Soma CrS 130.088,85 . 
Sendo que V. Excia. poderá fazer o recolhi 
mento parcelado, o exercício de 1981. ~té o 
da 31 de dezembro de 1982 e o exercic10 de 
1982 até o di1 31 de janeiro de 1983
1 
Era o 
aue continha no offcio sem aue os n"m"%5 
corresnondessem a exat1aao d2l, 1mpo. tfu.1..,,n 
a recolher. 	_ 
Dada a exiguidade do JJr::tzo e a expressao 
poderá, conclui que a intenção cl.Qs Sen~ore~ 
conselheiros do Tribunal era 1 de facilitar 
aos vereadores a re::;tituição em parcelas da 
importância total, mas opinei pe'.o pa_gamento 
único no dia final marc::ido. Ass1m fiz. 
A 28 ãe janeiro de 1983 fui n agéncic1. do 
Bane.o do Brasil (tres dias de antecedência, 
portanto) e iiz o recoUlimento dl,i1?po1·tãnci~ 
de CrS 113.9:l8,55 à conta da Prefeitura Mum 
cipal de Bela Vista, quantia certa do excso 
• recebido por mim e sei que meus colegas c1 
tados também recolheram em datas diversas 
o aue lhes correspondiam, comunicando ime­ 
diatamente em carta ao Sr. Prefeito Muni­ 
cipal o recolhimento citado,,não deL,ando ele 
recriminar a ação da Mesa da Câmara e das 
S:i:s. Vereadores Que votaram em tão escan­ 
dalosa. resolução que resultou na vergonha 
por que passamos com a providêncln do Tri­ 
bunal. 
Entretanto. a 21 de junho d2sb :mo rec::bi 
do Sr. Conselhelo Prczidn'e o T;-:+! o • 
O., TC/MS N? 025/87 zcnicnd-:e +2: 
por dcc:são simp!cs Si/e~ .::.; J.i O'! '.l3 2 ,:- ... 
J!' 
Necessária 
dr>snncho cxnr<'ia do Exm.o. Sr. Com
1
,lhelr:i 
He!o Peliuffo As {Is. 45 do Plutório d fns­ 
pção, procesca 'TC-1705/91 fic» V. Sa. notifi. 
cado para no prazo do ?0 dias devo!vr aos 
Cofre-, Público:; "· imnorí P.n~;n cio C <:. !l.811,11 
recebidos ~ mn•m· a l ítulo el:, sub· !(:ks nos 
me~es de mr-rc'l e abril de Hl!li. 
Fiouei confuso cem '..! nova cobrnra de 
cois::,, já a2 cm jar?iro quando ainda verea 
dor d" Cf1m::.rra de Ben Vi3ta. 
Resolvi ir-me a C:2mpo Gr:mc1e 110, primei. 
ros d1as de julho para fao:er Pxplico:;ão p:~sc
3
t 
nos responsávei.; pela exccuç1io c!:1 D::ci•.~o 
Simples 51/83 e fui recebido P<'lo Dr. José 
Aédo CumJlo, assessor do Grbin'?lc d:. Presl, 
clenc.in do TC que com muito intP.res,,, ouviu 
me, leu P.tencio:;amente o relatório à 1 comissio 
de avorig-unçl'ío sobre o subsídio correto dos 
S!'s. vere;i.dores requerida h Mesa d1 Câmara, 
àa auni fui o nresidcntc e ou.tros documcl"'•m 
os quais ach;,u bons e oporlunos, tudo di~ei'. 
tinho; emrqruei-lh: um xcrox do rec!i-Jo nº 
047 do B:mco elo Brasil referente no pa~amen 
to total devié!o por mün o õ:Ci que meu.~ cole­ 
gs citados também recolheram o que !hes 
correspondiam. O Sr. Dr.Camilo fez-rr.2 assinar 
um Of. diri:;-ido ao Sr. Fresidente do TC. o 
recolhimento citado. pois até aquela data :,in­ 
da não tinha sido recebido pelo órg.°'"10 nenhu, 
ma comunicaçi'o da C:'.!mar::i. ou Prefeitura. 
Como o povo de Bela Vista pode ver, d:,<J 
çie muitos me,es antes da explosão do escân­ 
d::ilo, eu já vinha U!'ovidc.nciando na Ciimara 
a errndicacão da corrupcão irresoonsahilidz.• 
de dos vereadores que votavam matérizs i!­ 
gais corno a Resolucão 8181 citada na Insnzc:io 
do Co!endo Tribunal cuja íntegra será mté 
ria de outra publicação, bem como o::; Pa!ece­ 
res das Comissões interessadas oue a conde· 
navain por inconstitucione.lidade~ bem como 
outras do mesmo c.allbre. 
Cs únicos vereadores oue comb3.tiam tal 
pníiica em acaiorados debat==s foram o sig· 
natfu:io desta Retificação e Carlos Cenlur.:.ão 
que m2nü;'1ham a oostura de homens ;imoles 
mas ciosos ne!o zêlo e rcs-oeito às cois'.ls ·nú• 
blicas. - • • ,· 
O que cau;a espécie e mesmo estra.riben 
é que só depois dê passados oiw m~.s.es d~ 
restituidi>.s ::,s in1nortâncias recêbidas a rnalcr 
rcnh:1 o '11:ibuna.1 de Contas ou ouem de di.ei 
to, tr:1z3r à. in:mrema c.!e Camuo· Gn.nde e ou· 
tros mun'.cipics, '9ubliciclacle • de cois2 liqui· 
da'a. 
Vistn :l3/CC/33 
c.±i: !·:ira :±'o 
E::Vera'o do F± 
nora sr ano.a e. a ro.. os.a.1. s ai.. a « a «s ue-	o + , - 	-e 
i 
....... -. 
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