' E7E 17A1D5 7EE7A- E TV77 mo s ST--T ·' O PT t em marcha célere f 0 notlc!r'1Ju d trlcvl&iio __ cstu semana doi­ ma perplexo. A priori não estava acredi­ h"57+± reoluç do 1AMP de reduzir ern tr' • r , , 1 ,te.,:; r·o, .1 e) , p .. C' ( nlr ·~ co1n insuflc1- 5 s e pia renal, No !o/a, a m':l+ no mesmo c e. ai' ·a!o prsi3ente do l ±', • Ó ,•J f);', /1llli,Jr, :-: . to ta ur rince@e:1 d 1171 03'0, [uro ore'rnl ie reporta@em, m3; sim " ,erd!o, to a:ucl o tio de;amara au U • 1 • • I •• 1 ' ,. 0 ] y:is poder}: ai!r de um meco, um ele. ~ ·,to (l[IO tc,n o tlever p..-of!«:;!onal de zehlr ± «ntido ds ores humanos. P" o o:: 1acitcs acometidos de atciüc'a cal dvm submeter se a hemo­ d,.,li:c (rim nrlificiul) e que tal proce~so paru Bonito • Jogando nessa cidade, pela pri­ n'cira fase eh Copa Morena de Futebol de Sa­ ro, a equipe de Bela Vista, representada pelo :senta, sagrou-se brilhantemente campeã, V' ncendo as equipes d:i Bocloquena e Porto urtinho e ematando ccmn os ele Gnia Lopes d) Lnrrum e Bonito. ~ Orientada pelo popular Kalife, tendo Jnfé como massagista, n equipe belavistense contou puriflcação sanguínea é verdadeiramente caro, ma~ acima à0 tudo seguro, :;em riscos de in· fecção ou contaminação, porque são pratica­ dos em hospitais espccínlizados e por mC>dfcos devidamente treinados para o misl.er. O corte cm 50% do;:; gastos com tais pro­ cessos Jevnrilo, !atolmente, a diminuição tam ém em 50% do número de paclenles que n;;cessltnm do tralnmento, um::i verdadeira 1>ee-regação nos dependentes da previdência e uma condenação a morte prematuramente. A proposta upresentadn pelo Dr. Aluizio nt inge apenas uma meta, ou seja, a d!mlnul­ çfto nos ffllSlos do sistema de assistência mé­ dica, que se hoje encontra-se falido não é por culpa dos contribuintes que sempre pagaram com os seguintes atletas: Ico, Hermes, Bata!ta, Alcmãozinho, Cebolinha, Alemão, Biba, Edson e Renato. O chefe da delegação belavistense foi Jorge de Souza Rosa e o auxiliar técnico Paulo. Bela Vista ganhou de Bodoquena por 2 x 1, empatou com Bonito, O x O, venceu Porto Mur t!nho, 7 x O e empatou com Guia Lopes da Luguno, O x O. pontuaJ.mrnte as suas parcelas, compulsoria­ mente. Quer o IN AMPS que os portndores de in­ suliclêncla ren.a1 utilizem demais, o auxiliar indispensável pelo ilhai+.+. ·.._. --•.awO (lQ noite, rotariano Vervi de Cas- dos. ra;a l -· - - -.uens e vru1,o:; a3uardar a apresmta o de Nelson Gonçalves. .. . . . ·- # ...... ;-: .... ..:_·· ... ' • '"i..,- .... " à s ....... g.si. ±:. 1.3.#ili± sois. 1 t Mkis Mi urrartate [ A CASA DO PECUARISTA, através de seu diretor, Evaldo Laranjeira. (Boré) informa ~ à praça, especialmente aos lavoureiros e pecuarmtas, que dentro de poucos dias terá semen, 1 tes de milho da melhor qualidade. Os melhores preços da praça. ',il • CASA DO PECUARISTA SEi'IPRE O MELHOR PRODUTO E O MELHOR PREÇO t L .....,..._.,,.,.,.,,_. ---==-- __ J A equipe feminina de voleibol do G.rêmio Pedro Rufino representará Bela Vist-0 no 1 ° Cr.m.1per,uub de Voleibol a ser realizado em Csmr,o Grande, com iníci:J m~re&-do paro o àla 15 deste mês. O trninador da equipe, professor Caimar Rocha, que obteve grandes vitórias na Copa l.forena, disse que o dinâmico nõesidente do Grêmio, João Kalife, está. preparando um es­ quema pa.r.a obter o necessário auxilio da tias se empresarial belavistense, pois para Bela Vista é de suma importância par:ic': deste campeonato. ' Caimar, disse qus a nossa cidade se sairá bem pois pos:sut excelentes jor;ado:r:,s C'"õº à.e Patrícia, Surama, Patim. Rsznie c Jucilene e outras do mesmo nivel. C Crê'o Pro Ru­ fino, mais una vez, se propõe a prestigiar as pratas da casa, levando pare C2.:..'"T.(9o ::;:;:ande o que hé de me!hor no voleibol .e:niro be­ lavistense, vice campeã da Copa Morena. ·-------- '-'-----·---- ".!'!A no?m vocc Sl:!"ll'Jlf: COMI'HA C,JtJNDE, VAl'iT/lGL.-..d, 5CIJ FJLJ!t Nl QU/LlDAlJE DC5 ~o~<:os rnor>U.l.'O:,' - ARTES P. DECOJI/.Çôf'.S I!O!'-"E CORT!NAS, CJRPF.1'fS, nox l'JJtl Jli.MIRJltOS, TJ:cmo<; PJ.J t. nr.-COJtJÇ/lO (FADílTCAÇ/ Pnó ,mA) TOLD09 - TAPTTf'<; - ~EC'iD011 - t•iR/. APJTt'l'A,U.'.'fO:·. m::co:-1/('Ol~, JWNI'.: A or-OTITUNJ[)ADl~ PATlA 'O{ ~: DJ'- TI. AQUI.I l'. ·roml' r: i .C! /1.L NO U>CAI, 1'.1.1IS fMPOf1;TANTE DB SUA VIDA: O SEU LAR nUA MAHACAJ O - 702 - I-'onc:624.0'ílO -- CAMPO GRAND ; • , !S. A cnmpnnhn rstá nas TU5. Comida p12 o Nordcl.to. Gl!ntC pa!fümtlo fom1J o com,mdo cnlonuo o ln:rnrllxu. Comendo mnnd□cnrú o nlnslrndo. Nordcsllno morrendo de srde e desesperado. Este 6 o quadro tristo de um parte dr.:;ln imensa Nção que sc cham Brasil, p:i!s rico, sobornno porlndor de milre (MT- LiGRE BilASILEiRO) e ft'ndo como prova do sun grnndc,11, ohrns como Itcipú, Carn_j(ls, Uzlnns Nuclcnn's, Ferrovln, do Aço, Toneladas de Om·o do Serrn Peludn, Bilhõcs de Cruzeiros nrrecndndos da Lolecn e dn Loto, Finsorlal e parn completar o quadro, 66 senadores do Repú}?Jlca e 475 Deputados Federais, eleitos pnru defender o povo e represcntni· a Nuçüo em todos os setores. O Nordcstino, este esquecido e relegado que com sua humildade, ntcndc n tudo. Pri­ meiro pnrn São Paulo, onde foi o bnlun1 te du Construção Civil e da construção do Metrõ. Depois parn Brnsilin, oncle npelidndo de c:1n­ dongo, construiu a capital Federal. Por ú!ti mo, com o espírito de :iventureiro q11c cnrac teriza o bom nordestino, veio o ouro da Serra Pelado. Tudo é o nordeste sempre presente. O nordestino apesar de niio bem letrado, é dono do QI de fazer inveJa aos comedores de Pedro Pcilieirn Não vou entrar no mérito da questüo. É um assunto polêmico, inúmeros mestres do Direito já debater:im n respeito do 'i'ribunal do Juri. Para mim, um leigo no assunto, acho que devemos procurar novas alternativas. r i 0a riice 1 _ (Fundado cm 20/2/1972) I C.G.C.llLF. J.5.513.203/0001 • - Registro no Cartório de Títulos e 1 Documentos n.º 35 - Direlor-Rcspon:;:frcl: hn !do Fercirn f (Jornulista Profissionnl, lWntrículn MTPS n.° 140) , Administração, Redação e l½rque GrMico l - SEDE PRó?RIA - f Rua d:c Rcpúbll a s/n . Bela Vista • MS j Fone: (OG'T) 4-39-l;l"il'.1 os I10nicns. Sim, porn11c o· :· (kstirw :2be cumprir com suas obri;agir 1; r2sp9itador e atencioso, em ser pua-eco Sempre ci colocr.do pum c!".::antclo r-cm rccl 1- mur os sc:us direitos. O nordestino ama :;un [{ente e sun pó.trh. É um nac!onnlista ferrenho n5.o dr-ix:mdo do r.er bairri3t:i. N1io Lcm luxo e se ndno,:i :1 tuclo. As vezes .é vaidoso, porém, sem quci·er usufruir .!quilo que nio lhe perlen cc. Em tes~'. i~10 diL ()f''.'11:13, pcquenos deta­ l!Jcs tlü nor::le:<;tino. Agora este mesmo nordestino passa fome, :ilur:inclo um'. seca de 5· anos, sem' que uma mcciídn sri.ncadora e definitiva seja tomada pelo Governo Centrnl. Núo é só matar n fome do nordetino. Temos urnn tecnologia uvanç:i. ela capaz de ajlontar por onde deve-se comba ter os problemas àél sec:1 no nordeste. O, m'l­ nnnci'.lis nuviais estf10 'll mesmo. O Drnsil é rico cm Jeitos perenes de rios, verd;:i:ieiros mares de água doce. Falln apenns es~rutur::i aclm.inis:1-atin1. 1 '.fnlta.m os números de um Celso Furl;:do, flmàJdor tln SUDENE e conhe ccdor dos problemas, Vamos salvar os nordes ) P s43 ~ ~~,1]· t "."! :3 1 ! [,~ll:l [,A 4y E J e} . &E E3fá 1 L!!?:! tinos o lembrar·se que eles também sto bra slleirc3. A campanha oté i e até o Mbrl 1é s- 1ni11 o cc:mnnJo d.__ urr::1 fr, .. t•] p 1r1 :·r.· .. : r nlimrntc, p::tr I o n<',dc:;'"· ['".-o njuC-:; r.11 r·'"· moln·? O No•rlc .. !e (mAbSm é rico, tem mine ris, tcm h!drei&trica, 'm indústrias, ter pstrcílco, tem f~Cnt!' con o to,·,-~ r.6~. Sei e>l.!'.l e.~51 gente est:.I srn:.!o e:;~1ucc!th e ::6 é l ::nhr:.t­ d'.l n., hoo do pique. N; hora que e:tio mor rendo de fo:n0 e c,,pJI, ~ fcrr íéP'lrOS Ul.f 'r., s da Ros e no uin tensão. sub da Sesões da CAgra Municipal de )3Cln Vc:ta f '<:, 05 de Sutembr de 1333 , S.+ da Se, is d CArta Municipal do 7. V M5, 05 d S ·mbro de 19z2. nicia! Li, ', • l' " ,. J illJ sondn.nclo as bs do Partido do Trab­ jhadores, em Camo Grande, bem com,; !" ,. cidndes .de Corumbti, :.1ir;1:1dn, A't:ici':t·",-,·.•, 11nnstúcio e Dodoquenn por onde c.,.l'!L c.n vlngem rec:)ntc, pude con.-,tatar qur o PT nr ·, vai de'.;aparcccr cm nosso Estodo, como foi noticiado por ulguns Óí[!liO:; do imprcm1 do Estado e do Pnis. A verdade é que u ::igremin­ çiío cm refcréncin, incomoda muita gente por­ que é o Partido que pri'!lendc organizar a so­ ciedade civil. ho.Jc .1licnncla da parl!cipP.ÇÜo no progresso político e cconôm!co. Acontece que em J.líwto Grosso do Sul e cm algun~ Es· taclos, alguns membros do PT descontentes por não se coadunarem com os dire'.riz:::.; r­ propostas do Partido o t.lcixnm :.ilinnci.,:;-~'.: nos utuals detenlorcs do Pccter: O PT não é urr.a a(l'rcmiaçüo de grupos carrclrislas. O objt:livo do partido é organizar o povo para que esse povo possa se precaver contra as absurdas medidas tomadas pelo Governo na sua política económica e fundiária. o~ previlégios p1 cci­ snm ser distribuídos cquitativame:1te. O tra­ balhador estú cansado de ser cspo1;ac10 e o PT como legitimo abrigo político dos ope:·t~­ rios brasileiros não aczita mo.is esse estado c,c coisas e vai ::igir. Os que n:io tem ideologia definida precisam dar o foro. No Partido dos Trabalhadores não há espaço para os oportu­ nistas e· acostumados com o so.bor delicioso Neste 8 de Setembro, o Mobral completa 13 a­ nos de atividades junto à comunidade brasilei­ ra. Criado por Lei, em 1967, iniciou sua aç5.o em 1970, com a finalidade prccípun àc ~rop:i:-­ cionar a Alfabetizaç5.o Funciono.1 e Educ:içãu Continuada de aàolcsce·ntes e adultos. De lá pàra cá, a Fundação tem prcpici::do, de acordo com e . demanda das c:imu,licbdes. programas e projetos institucionais e outros de iniciativas local que abrangdm as 5.reas de Edu­ cação Geral e Desenvolvimento Cultural. Como fruto desse trac:üho, registrou-se u­ ma sensível mudança comport:imental na cli­ entela atingida, que vai desde a pa1iicipnçüo nos programas oferecidos até a Educação Co­ munitária, que torna o homom age.'1.te e beno- 1 do m· .-, o. 1' E0r pos do '3 urifiC"C-.'l, que n p.o2ada 'cs p'!ss ilzgí'ir1o : jn cm pl··· n mu!to !roo { s tinta de eco detintd. N6s temos urr.:t ic.leolo!Jia. Trinu Ver+r ,;;cc Prf.'!>ítlrntc Rnrl.onal 'f" 1 O:U,ÇiO AO DIVTN'O ES?lf',ITO SA:'1TO Espírito Santo voce qus me oclareco tu do cin~ ilumin:i todo:. os cm'!linhos para q1m ru ai !nja o me !dcai vocc que mo dá o dom di ino de perdoar e e: qucc:::r o mnl que mo [­ z2m e oue U::dos (·<; in.st:i!l.tcs de minha vida cst:'t comlr;o cu auronste curo diálogo ara­ dcccr lhe no, tudo e co'líi,·mar m:iis um:~ 'C7. que cu ntmcu qi.:cro me sc!)arnr rlc vo~-e por rr.a?or que seja 2 llu'.-1 AIJ .: AClI, "1' ~ qa~.1<'1<', cH:n!c da ?'<' ;l:.o ra g:!ge· cidade do País"i Ln1fo ,ó a C. d M4. quinas em J in, Bela Vit e Porto Mv tina!o. do MOBRAL cm Mato Grosso do Sul !1.áo se tem furtado cm se car;ictcrizar como verdadei­ ra prestadora de serviços, no:; 64 municípios q/ integram esta progrcssi:;!:. Unldc:de c.h Fcder.::­ ção. Para a consecu,:.lo REENDIJ1ENTO crecl - 1.418 t f j t IMOBILIÁRIOS ·--' LOTEAlIENTOS IliPL,1NTAD0S ITAPORli, ITABORAI, ESPIRlTO SANTO, PRIMAVERA I o PRIMA VERA II. É isto mesmo, tudo o que está escrito acima 'é uma realidade. É Bela Vista ingressando na Década da Decisão. Est.n é sua Grande oportunidade, de investir e criar o seu patrlmônio agora -JARDll'I. PRIMAVERA II- -----~--------~~~~~~~----= ..... = Ali, na Av. Thcocloro Sativa - no local mais alto da cldnde Preço cio Lançamento ... 100,000,00 "Facilitados" Nós fazemos qualquer negócio - Apresénté sua proposta lH.A!S Ul1 EJlPREENDilIENTO DA "SETEAGRI" Administração Nlvaldo de Barros R=. Antonio João 900 - Ponés 431!-1~31 e 439-1238. BELA V!STA l:lA,TO GROSSO no SUL . ..., ; 2 f· _, stó r r ,,o 1,,:.; tl1:0 r r O" ·,o oo . CL :M,r> 11 ·,·, r•r·ro J 1 (J IJ » 1do ,;lrr.:'rrl ~')1:l(; Plll 1 fll't i O ,TUIZ DC DIJEITO -----------..--~ .... ---------,- ---- .. ---------......-,.-.M• ...... ------ POD:CR JUDJCTAnIO CARTón!O .JUDICIAL Arruda, sendo que dentro da ira upra não existe qualquer benfeitoria, avnllad'.l na qun. ti.i de Cr·, U.100.000,U0 {o:to 1, 11,1,. e, "l mil cruzeiros), valor por quanto será levado a pra. ca n,;s dü1s 03-10-83 iis 13:00 hc.:ra ,. L'-d~tua} segundn praça pnrn o dia 13-10-33, ;-; mc:;m;i~ horas, no átrio do Forum locnl, para ser arrema. taela por quem maior ltlncc der acim::t da avn­ Uaçiio, sendo n venda !eitn à vista ou mediante fiad_r idõ::ico pdo prazo de (tres) dias. Dos utos no consto nenhum õnus ou iccurso pcn­ dcn'.e de julgamento. E para que l'.inguém possa a 1 e g a r ignorúnch, determinou o MM. Juiz que se e,qJedl5~e o prcsrnt!! Edital que será publicado e afixado na form'1. de lei. Dado e passado nesta cidade de B€la Vista, Estndo de Mato Grosso elo Sul, nos 05 dias do mes Agosto do ano de mil novecentos e oitenta e trcs. Eu. (.Pedro B. do Vale). o subs­ crevo. Jonas dos Santos Pelliclonl Juiz cte Direito FALÔf 2 .. ;;;jf 6is BE?ACl-10 E ESTOU ofC g o o o :: 'ª º·V,":1 ~ (~(.--?)) :; IC g ~ . . l _, ~ .... ~ 1; ó 'loz,:-· -·- zirio: : • ')-.:ira ,. ~ 30 · z'rio l; orr ..: . ~. . «r.o: Cr:tu_í #a cr; o Lo» 19 F rio' D P· Lote N o 27 + o ~ . :) - ' ,±tE! E; Mano!a, Clarida e Léa Vascon- .. , Pinheiro- 30 '..! 'a cortcspndente Cr ..... • .. !l'l·l.058,40 !.o 01 , 10 'Ara: • 05 Silveira Lino 30 M kcei. correspondente Cr$ 994.658,10 ti) N.o 03 e±tetir!o: TW!!e Fernnde; Monteiro 31 M t' ~~b corrc,;pomkillc Cr$ .•..••••. 1.027.313,G. 3 ~ te No 31 o;+trio: Zora&ds Cavalheiro Drrvs % eh correspondente CrS ........&1.503,12 ! . Qundrn N.o 17 te N.o 32 oprletnrio: Reginald:i Gonçalves 30 m rcelo correspondente CrS: !l94.658,40 te N.o 05 '.;ioprietário: Nauir Aristimunho Pinheiro (Pi­ lecs) 15 M :rceln correspondente CrS 497.329,20 te N.o 05-A. roprictário: Hernando Dario Torres 15 M .mela correspondente CrS .497.32920 ate N.o 7 prietário: Heitor Torres Sanches 30 M Jrccla correspondente Cr$ 994.658,40 ole N.o 29 ,uprletário: Oscar Snlomão mela correspondente CrS 30 M ........ 994.658,40 ) - Quadrn N.o 18 ote N.o 30 - 32-B oprielário: Dr. Roberval Borges :irccla c0rresponclente CrS ote N.o 09-A. :üprictário Dr. Roberval Borges rcela correspondente CrS ole N.o 9-11. roprietário: Campanlrn Nacional .;,io Gratuíto ~~cela correspondente Cr$ ote N.o 29 f!'roprietário: Ma~hahiro Fukaia 30 M 3l'Cela correspondente CrS 994.658,40 30 l'I 994.658,40 12,40 M 411.125,00 ele Educan- 47,60 M ...... 1.578.191,00 ) • Quadra N.o 19 Bt: N.o 30 ,êpr!etLü: Ver:i Tylcle de Castro Pinto 30 M rcela crrcsondente Cr 994.658,40 ±: N.o 13 orietir;: Enando Francisco Gasco 15M rela cx:respondente Cr$ 407,329,20 te No 13-A roprieiário: Ernando Francisco Gasco 15 M 1 rcela correspoi:dcnte Cr~ . . . .... .497.329,20 ete N.o 15-A 'O rir:t:ír:o: Theob: . ldo d Amaral 18 i'I Arcela correspondente CrS 596.795,04 ... te N.::: 15-B .opriel-'rio: Os:waldo Turini ='tceln cerrespondente CrS te N.o 30 • .r-ipricíário: João Godoy rcela correspondente Cr$ - Quadra N.o 20 te N.o 29 0,7 M . . . . . . . . 232.086,96 J' fft' n CGtr ) 1te No 27-1 Propt trio: Con 1 ,•.n, I3 t: ' Anaticio) Parcela corre cndente Cr .Aarr 15 M 40713 20 (Benedito 15 M 497 329,20 6) - Quadra No 21 Lote N.o 33-A Proprietário: Leda Marina de Castro Pinlo :JO ~:,: Parcela correspondente Cr$ 99465040 7} - Qu·• Lote N.o 20-A Proprietário: Ramão Aparício Arec::, e Alzenir S. Rocha Lino 15 M Pareda corrcs!:]o!ldenle CrS 497.320,20 LJtc N.o 20 Prcoriet6.rio: AJi lfoha 1 1ll'de: H:ni:1:c !5 ll Parcela correspondente Crê 497.329,20 Lclc N.o 23-A Proprietário: Abdallah Hassn Doueidar 15 30 M ut do t +to •)Olllt o 994.658.,40 30 M 994.658,40 mL PREÇO UNIT rffiIO 5.000,00 QUANTIDADE 40 IMPORTÂNCIA 5.825.990,80 Emulsão Asfáltica QUANTIDADE 800.000 IMPORTÂNCIA 800.000,00 05) Nie!mento: A obed ir o rigor« m te a A tubulnçao ter' ceie mini- m d 060 1 fr, . ,, . 1 Jor!o minimn permitida ie conforme ( p• ifiC"t .. o <; 1 ) r( . QUANTIDADE 04) Dre em; Será executnd, no 16cais onde a e·cavacão atingir o lencol e ico, com uho de concreto, tipo ponto o bolsa pa­ m dreno 1o 0,30 1. 05) 'Tubu!±cão: Os tubos de concreto do tipo ponto e bolsa, Isentos de fendas e racha. duras, rejuntados co argamassa de cimen to - r•r:-L,. IMPORTÂNCIA 1.800.000,00 3.360 m2. 0ô) Poço de Visita: Será executado em al. vnar! do uma vez com dimensões internas de 1,7.C:rl ,20 x 1,20m, as82nt03 sobre um lastro de ( oncrc>to e rcv<:stido com argamassa de e[. m nro e :ircia no traço 1.3. QUANTIDADE 1.680 ThiPORTÃNCIA 5.880.000,00 Pluvieis QUANTIDADE 1.200 L.1 i'ORTANC!A . 9.600.000,00 A laje superior será de concreto armado com espessura de 10 cm (Dez ccnt!mctros), sendo que u mesma terá uma '.lhcrl ura. circu­ lar de 60 cm (Sessenta Ccnlimetros) de onde subirá uma chaminé de alvenaria alé atingir o cota do pavimento acabado. Sobre '.l r,haml­ né será assentado um tampão de ferro fun­ dido, o qual servirá como cntmdu para Ins­ peç5.o. L--itersticiais. QUANTIDADE 1.200 • IMPORTÂNCIA 6.000.000,00 07) Caixa de Captação ou Boc'.I. de Lobo: Será executado em alvenarla de uma vez, so­ bre lastro de concreto e revestida com argJmas sa de cimento e areia no traço 1:3. Na superfície terá uma grelha de ferro sobre a cinta de concreto. OS) Projeto e Administração . UNIDADE QUANTIDADE 10% SUb-'I'otal FREÇO UNITÁRIO u/fPORTÃNCIA 50.637 .190,80 5.637 .190,80 Total , 55.700.909,83 3) Valor da caucão de cada interessado. A importância global da caução não pc­ deni ser superior a 2/3 (Dois Terços) e nem inferior n 1/3 (Um Terço) do orçe.mento total previsto para a obra. 0) Cs opie@rios dos imóveis relzcic­ n~dos terão o prazo de Trinta (30) clias :?. c::m tar da publicação deste para impugnução de qualquer destes elementos, neste constantes cabendo ao impugnante ou ônus da prova. »' 1ElIORIAL DESCRITIVO OBJETO: Pavimentação Asfáltíca e Obras Complementares. PROPOSTA: Item 01: Pavimentação Asfáltica. tipo penetra c;ão invertida dupla. 1.1.1) Raspagem e Transporte até 4 Km (qua­ tro quilómetros). 1.1.2) Serviço de Drenagem. 1.1.3) Escavação e Carga cte material tte 1° categoria. 1:1.4) Transporte e carga de material de lª categoria até aproximadamente 4 Km (qua­ tro quilómetros). 1.1.5) Melhoria do sub-leito natural por com­ pi.>.ctação, a 95% (Noventa. e cinco por cento) de procLor simples: 1.1.6) Escavação e carga para reforço do sub­ leito com cemada estabilizada. 1.1.7) Transporte de materiais para reforço e base. 1.2.0) BASE: 1.2.1) Base estabilizada com emprego de pe­ dreguho, compactada, com espessura de 20 (Vinte) centímetros no mínimo. 1.2.2) Imprimação betuminosa ou ligante. 1.3.0) R3VESTTh1ENTO: 1.3.1) Capa de rolamento de penetraç2.o vertida dupla, de 02 Dois) centimet:os camada acabada. in­ de Item O~: E::.;ecnç5.o de Guiss e Sargetas: 2.1.1) Execugo de Gui?.:: de concret-0 pré-mol dada. Largura: 0,30m Espessura: 0,10m Comprimento: 1,0m Traço: 1 -3- 4 2.2.1) Execuçê.c de Sa:rgetas no local. !..2rgnra: 0.30m Esp:cssu.rn: 0,10m Traço: 1 . 3 4. Prefeitura Municipal de Peh Vista, sta­ õc ele TIIa:o Grosso do Sul, ns Doze ilias do mês de Seter:oro de NIiI Novecentos e Oiten t.."'.. e Tres. AFONSO DILLON NUNES LEITE Prefeito Municipal --- -------------------=--- D 1 OCíf_;lO n 0025/83 AfoWô Dlllon Nun 'i [,t IV', Prr-!1 llt) Muni• c·,p.,1 111 T' 1 'vd F' e' • • ln ' r,, o Or, f,111, n, u 11 ( 1,c._ó~ J 1_; ( crrn iJ· 11T ,' ,2,/Ultl::··1u1•1_,. ,r mliro e!, ll,I 1. Bl•,CHI .A'/: (;A t>Ji UL0 I l)M; NO,HTMJ (;F:1?/W E;Ef'.10 I -- i : J USJÇ()L.~ 1 1 Jll"I,liUN/.m~;,; Arl!"I) [·) J-' Ili n--cr,.tn p;lipllh () r,;•JCC· J,,mrnto r cli•c:'plin•1 n rnltc1çf'o clc-Conttihll 1 • çi't) cl•) l .. ·'lwri (C, .. 1.) pl P , •• 11rP 'v1Uill cipnl r'" r, 1.1 Vi .. t ,, t ltjl/ htc, '.I ,-.,1 1 0' , ,, :1 ;r :V,Jll nfoç,r.0 /-.; f: 1 1 1 <"', (,: , C' ,''• n, 1 1:-' 1 Galerins do Áu j'luviis o Drenagem da ):1 Conde ele Pc.rlo /l"fl!C, pelo pro1:r~1n-, ·.1:tri1· mrlin'rhl. Arti~o !:1) /'l otrr." ou melhonm"ntos e:nqundrnclO'l no pro~rom2. odrnorcllr.i'1r;o, i:. 1 ~o o1,Jnto ele J~:1çam·•11lo n co!.Hnt1,:1, cl<' cr.or cio crm rs no1m:11: e c!.,p:i~içõc, deste capitulo. Arllrro 3') / sollcilnÇ:O p:1r:1 cnqu:1clrn111rn to 1~0 progrnmu c:clrnordinárlo, dcvcnl. ser fd tn r>n pctic'i.o conjunl l de p:-lo rncMs 2/:l (Do's Terço~) cios contribuintes intcrcssnclos. Fnrngráfo único . Os ~olic:it:.mtes dcv~m declr.rnr, cxpressomcnt,, na su:1 petição. n) As obr'.1S ou melhorrmcntos p!·ctcndid0s; b) Os logrndouros ou logrndouro n serem te• neflclndos; e) Os nomes de pelo menos (2) tOi5 propric• Prefeito , ' l6riG'> p. ra rrprcc,n•rm,m o r•rur,o e mnntc• tem os I nlf n,Jt,n• n1 ,, co,n I Adminli t roç' 1 Mun!d,,tl Art!9o 4) No caso d obra rcriucrldn r_,r•r consldc.rN1 1 rlo intere e cr n•1, 111lncn drJ ; run!dr)lO tln!J,.rir e tio os projetos de tt• 1 •> que ! r ;[.e,: ntr4.11"•; d; r r)~ .. n,~nl 1 :i, t.'Jbrnc• t:dr,!} fs(); inlcH.: 1"n J cr~n JO"'nnC.:o :J/': C'>lt:«:i, por m· iD ele Eclil<,1 a, r:o p, :iv, c'n Trinl·1 CIOJ cJ '''i r..omll''"'.T-. 1 eis :,e ulr 1 .C'i 0 h n,cnto ,: 1 > r~c 1 ;•;ri•·l D, crititvo cto l'rv]~'o; 1i) Or mnto tal de cbI; llIJ T>"l r.111: .. iir) r1·~ p,lrc ~a do cuc;Lo (]· C~,, ·• a .:e, ínY1nr: rl'i .,,,t, Con!.rihuk';-o 'ÁC :,d !hora (C,A.). cm o corre pn:!ente n'1no d 1Atcio entre ; 4e!s bnfcido3. 1'/) T;,.li1t1itrt ao c];y; (1.1(,~ 1 ~ bcn r,r:i ... ::::~;, (L: mo r:o o J_c· r mn c r,.G:t.ri ,_.rl·>; us ;nfo; ..... ~; nc-lnc; f /l•)"( 1(iiíJn .. ; ') Vr.lor d. cu;o de cada intors:nado, t, 1 [ •. /) !; ) O rntc:n cn_r o~ im,~vci; 11~­ !V'•f i:•~oc!c; :;c.1~: f,_i .Q cm +ao n'1 custo to' -:1 cl~· Qi,; ;"'5. Ail i,·.o G?) Incluir•:.c-:io no rntc!o 11-:; :re'.l:; elo l'SO comum e ns pertencentes n imóveis h,nlo:; dn Contribu!ç;;o ele Melhoria ( C. Jl.1. l, cujPs cotu:; cor:erÍO 11or conl:i c.!o i¼unic!pio. SEÇAO JJ DAS C,UÇOES Afio 7) MAS Obre; ou m1!hramnts n •e C·!n ;,tcndich<; p, lo p:·n"r:1111a extl'Jordl­ ll':rio olJrir::,m o·; int_cr~-;•;yn, !I prc>,tnrrto d<' obras, n:r do Arl o ., '.! J A poderá ver 'I inf, ri0r 1 1/, i prr setsmbro no c«o ' !on:" l /r.i·•o rr'l A<; e ,..,,r, •. n~,, vc·1c r- e juro e ;rrro prc~t1cJ.1•; dcn~rn < 1 <> pr ... ,7'l e< 1 r:nt· (20) cli~•; crnt dr,'; d I J,11' 1 1 , ':, o d, J'·Jit: 1 prcvlst'J no Mrto :1' e, , r: D cre 1 , § Pl No ;•cJ,, r,r ~• d>, 1', 1:c1 1:•, pr:'70 rr .1v•inn:· -~,, -r:o -;~(. 1 :i t. ' 0 d ,iV: tric'· pf.o t( jo 1nfc-io (r,:" }· rqr,iu ,1 C 'l ·) d o { t de !ll r • l ' • de vhr.r .1 1~d:1 :a,r l 1 r 1 [i .e:: 'lz~r'io r't, : ·e ". na C do pars.o l C!"D O. f, . r l ' J ., t ') ,, .t t; () , 0 Sº) rrcs nr1. i te.""· ., ... r· ttr:.r,~ ir~~" ·~lP- nl'; r. Cbrn ~e,: in;c.i,;,i-1 l::<.1.J, •1•i :1t·m.r.':' do rc-0111t:iclo d..s r ·'~:n:1(ÍQ<; frf-l<:. § 30) 0ri dado um 1ec;'o ?« cAC !i pes{GS C01o p° de 1:a ! n ! 6 Con­ t i·ji.,,.?lcf10 d3 Melhoria (C. .) imóv!s be­ nrficindos. S F Ç O I I - D O PARCELAMENTO Artfr,:, rr") o r:• .... t l~: 1 {--:ir 1 n :, e ,n•r11J ll­ çfio de Il~<'lh•rln (C. r,'.. l, ~ .. ·;'. .'.'.r i~ ! , ::"1 ut& G (sei:) presEegêcs mnsn!; ore fu co·n vPncimcnto .. n 1r•.ir r•,· r11 . ,•,r,l r..i:,• ~-i i :·, 1' ,..;,. 1983 li tiO "·h 'I <.:. 1 1 :n Ar1 l{':1 ,-,. t·. .th ;, , {l('t J T ,_ ., 'l Ari .O ! ', l ' D na Cata ' ua Bub!c ,. r.· e -.o e r·t i:, • r r"' ~n p:-..:'• .. /n e..:, r- ':.l ""·'· o Mr i o o e,_, 'frint:::" (~O> rt! • :?.rJi~~.l. Prefeitura Muncip d+ D!a V'ta E3'A. co de ?<':,te C:r,'n c1o Sul, rc•: t!O?" (~• eo r; do Sct·miro e Mil Noveccnos e Oiten. 1~ e Trf.s. OS0 DIL!O ES LEITE prefeito Municipl - --- -· -::-=---·-· r; ·.-:: :-,"• . l t r 1, l [ /' ~ / ' . O con:u.rso ccnstar:1. e:.~ r::5 fases eluninatórias. n. ,;=:!!:ci=:'. se r~ um e::r:.:~:-~ !:.:t::!,::!~:,::: : ,::--·~ ,:~ rt:J.1:.Z:'..ç2o d~ p_c-~-- .. .3 C:! ·1:-~.:~ us, matemática a co:±zé:1"? 4o3 22e..3. ia scgvns pa. c5 candidats s sane:./? o5 e:ares de si?e ;::3.° rico. Finalmente cs Cl±#z:5 saxão p2ra a terceirzi : ... :-.:.•.; ... : é o curso de forma7. e" :icomer:o rgr6ar dr cru&ucod 4me:s O prii--.~e:::o c1::rso iá l,: marcada: come;s nó d:? ieereiro de 3' " ...... • :-- ' .. ris5a s é'.,'.C:·:as dife-er,, C"' r;,1~r r'.J e: ses. eis. ises icgista, Escrivão, Is=to» . oici, Agcate de Po!iig D.4 copisra e Agentz de 'fe'.~!::ir.:tl:";· c2,ções. • !':-.S P.".:1 fcnt:. Campo Grande A Ac1de::i'.2. ele Paliei::-. t".:'!erá rbrir no i:".:éJ õc cutuoro, inscri,::5es pam O curso que pretende realizar. 5 provas ser2.~ p:)SSi"/~lrne:n~~ c:i nove:nbro. Para S8 inscr::v::, o c2:1didato de:verá pre::nchêr e:;:'~· gumtes -requisitos: se: b!·i;.,!;,..:J pcssUir nível de escol::.ri~:.c a~:· g id o para o E0< e - c 'c io á o ,. .. --y te,· o· rio d ises» de 3G 2ncs de i::12.r'~· ~;;o 1 ~,;:; strkco mais.na é6sé t mir.Jl nos últimos 10 e.noi; e:;:,: quite com as oongaçõe3 rniii:1:, e eleitorni3; te, :iltu:·" ninim: é~ l,ôO .n. ,. t J ,T,,íft/ --- • ----------- ____________ ,__ ---·~----- M (merc e IUA LUIZ COSTA LEITE N 383 z va Oé o e . O foior Centro de Abaitcciro.cnto do Ilonito. O CLIENTE ESCOLHE NAS PRATELEIRAS MILHARES DE ARTIGOS DE PRIMEIRA NECESSIDADE 1 1 l -----~-----,,__,..~,--..,.__, .., ~-------------.-------· _,.,,,.,.. ... .- FONE 369-308 BONITO JIS ----- jpV0CACIi-- 1 i;;,.crltórfo:_ Av. nio Drnnco 107 • Fane 305 vn. ANJ'ONIO F. no NASCIMENTO ADVOGADO f crc 000.1174 3111-00 - OAB-MS 2009 Cnuss 'veis, Criminais, questão de Terras, D'Te.to do Familla e 'Trabalhista. esldncia: A. Rio Branco 193 9.230 . P0+to urtinho • Mato G, do Sul hmando Freitas Julião de Freitas ilete P do Freitas Gilclelde M. S. Alves ADVOGADOS ua Maracajú nº 961 els. (067) 624-4380 (067) 624-7087 s.: Tel. 624-7021 Campo Grande Mato Grosso do Sul. •scrltórlo em Jardim: Av. Mato Grosso S/N 7,R 7E65R6 17 O» 5iãü@vi€E? Advogado " crmsns Civeis e CrlmlnnJs Inventários, Desquites, Divórcios e Iga!i7nação do Terras. EscrIt.: Rua Antonlo Maria Coelho, 4211 Fone: 430-1305 Residência: Rua Culabá, 468 BELA VISTA - MS. E;UI76Tio SüiiTYCo Nelson Chngas j , Advogado 1 Cousns Trabalhista, Cr1m.lnal, Comercial, Cfvol (problemns-famfl.la,} 1 , . tQrrns, inventários, cobranças, etc. Rua Dr. J1-y Coelho Oliveira, 660 Fonc: 2121 - JARDIM - MS. " ..i MANOEL RODRIGUES NEGRO Advogado Rua Tenente Bernardes, 2550 CEP 70.240 - JARDIM . MS F(RTP·1>' nn. JOSFÀTANASIO NETO Advogado OAB - MS - 1579 Ave11!da Duque de Caxias, 780 Cala Postal 31 - JARDIM - MS. DE. J51é.ããR 6õbo Advogado Cousas Cíveis, Criminais, Problemas de TeITas, Inventários. Rua Cuiàbá, 350 2E LA VISTA - MS. ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA Dr. Pedro José PnlmJérl Le~lização de Terras, Inventar1os e Causas Criminais (Jur) Rua l6 de Novembro, 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. Ontem, por volta dos 0,30 horas, o clda. dão Nél!o Diório, agrimensor, pessoa das mais gratas na comunidade, esteve em nossa Reda.. ção solfcitando que noticiássemos o fato ocor rido no Hospital São Vicente do Paula, quando foi expulso daquele locnl pelo médico Ely do Araujo Bnrbosa, '.lOs gritos de fóm dn.qul v::i­ ,::abunclo. Não se admite um tratamento dessa espécie entre pessoas civilizadas, oinda mo.is quando se vê envolvido um médico e um clien te do hospital. Todos sabem, em Bela Vista, que Nélío Diório é uma pessoa responsável, trabalhador, acreditamos que houve um mal entendido, mas não podemos deixar de aten­ der o pedido do cidadão que fez questão de contar os fatos, para que a comunidade tome conhecimento e julgue da melhor mane.Ira. Eis as palavras de Nélio Diório: A PEDIDO EXPULSO DO HOSPITAL AOS GRITOS Bem cedo, ali pelas 6 horas, levei uma paciente ao Hospital, esposa de um funcioná­ rio de minha firma. Não havia médico de plantão. Voltei mais tarde, deixando a pacien te num apartamento. Verüicando que a mes­ ma ainda não havia sido atendida, reclamei a uma das enfermeiras. Falei que sempre pa­ guei o que o Hospital cobrava, esperando aten dimento condizente. Reconheço que no momen to estava nervoso e critiquei ásperamente o hospital, mas doença é uma coisa grave, posso até ter me excedido nas críticas. Neste interim o médico Dr. Ely de Araujo Barbosa, que es­ tava no local, perguntou me por que eu não o avisara, falei que não tinha nada a avisar, po!s as cnfermelras estavam sabendo do caso e o atendimento ainda não fora feito. Em e gu!da o médico, que ia atender a doente, vol tou e gritando, o que chnmou a atenção de todo o hospilul, me expulsou, de dedo em riste dizendo "fora daqui eu varabndo", fendo menção de me empurrar, cu pcrm::mcc! no mcs mo local. Eu disse que só snlrla dnl! depois ele ver n paciente ser atendida. A padente ficou internado, mas nfio se justifico um m(dlco, tldo e havido como humanitário, se alterar ao ponlo de chamar um homem trabalhador de vagabundo. Friso bem que, no domingo, o filho dessa mesma paciente recebeu alta, sen do muito bem tratado pel.1 Dra. Glaci e pelo próprio hospital. Acho tudo muito justo, o que nií.o se admite é um médico perder a ca beça dentro de um hospital, se alterando no ponto de grit:ir o expulsar um cidadão que por força das circunstâncias se encontrava nervoso. A obrigação do médico, ainda mais quan do no exercício de sua profissão, é a de aten der os doentes e tratar bem a todos os que o procuram. Deixo o meu protesto e também a certeza, a minha certeza, de que nem todos os médicos são iguais e eu continunrei sempre disposto a ajudar o hospital. Ass. Nélio Dl6l'io. Nota da Redação: As matérias publicadas A PEDIDO são de inteira responsabilidade de seus autores, nã.o exprimem a opinião do jor­ nal, essa opinião é manifestada através de Editoriais. DR. FIORI MURANO Médico C?:rica de Senhoras e Crianças Operador CRM 352-- Fone: 439 1264 - CPF 003820351 Rua 15 de Novembro 75 BELA VISTA MS CUNICA POPULAR • das 7 à-s 11 horas g. a a.arre DR. RICARDO REGO Advogado Inventários - wgalização de Terrns 17E=P1 "!- "intonlo João MS ESCRITORIO DE ADVOCACIA Dr. Sérgl() RolJ!lrto Perond.! Advogado Causas Civeis - Direito Agrário Inventários Escritório: Prnca Alvaro Mascarenhas BELA VISTA - MS. a.eera..ta [ . Blocos de Correspondencin, Impressos fiscais e estudantis, envelop.es, Confecção e Impressão de boletins e jornais. Folhinhas, Calendários, Cartões de Natal, Visitas, convites de casamento, aniversários, etc. 1 Serviços de Linotipagem e cliclieria. • Editamos livros e revistas. Traga o seu o.riginaJ, .venha conversa: conoseo, os melhous preços da região. , PARA PEDIDOS ACIMA DE 40.000,00 concede mos PRAZO. ENCAMINHE SEU PEDIDO A GRAFICA EEDITORA APA S/N - BELA 'VISTA (lV".tS) Padrão de Qualidade, prêço e rapidez ... O ANO ± DE TRABALHO, DE ECONOMIA, FA ÇA UM.,. OPÇÃO INTEhlGENl'E, IMPRR-SS OS É COM A GRA..."ll1CA E EDITORA AEA..~ • • RUA DA B..EPúiH...reA i i • - APARTAltffiNTO.S COJII AR CONDICIONADO, TELEVIS.-O, GELADEIRA. CHURRASCARIA, ROD!ZIO. "A MAIS MODERNA INSTALAÇÃO DA CIDADE E A QUE MELHOR ATENDE ANEXO • ESCRITôRIO DE CORRETAGENS - VENDA DE FAZENDAS - PACIFICO BALTA -- CORRETOR - REGISTRO CRECI N? 1.250 AVENIDA CEL. PILAD REBUÃ. 1.293 - CEP 79.290- FONE 394 e 295-BONITO- MS. l llJH.J; xJ O c:1,1~j111110 M 1 :o<.111 - Am Ltin, que • biuso no dia pp no crml Potro Rufino Com r u 'cn II1o 1 ',1 l, 1, ,., 1 ' • }JI ( •(, ', .i .. ENFIM to] mnacional l lll (lf) àln. 7 do temhro 'o ,1: • r,re, e 'Ili com a prença dr rnle público. i 11.rr•,Ai~ DO J1/'U 'fl"i(J'O e f ltn <'º Ju1, nem rirlo•, nesse dia, muita pen tr- Jll ,,,1 lr:Jun o íir.o.,luim' ntn. 1 on L'I. 1rni1r1 •cio- r,:10lfl; íl 'U'lllO • Nlltl•1, Dr. Hcnock Cnhr·ltn de antnn o Sra., Dr. Oluvo Mnc.1- renhas · Bth, D, Jons - Cleu::o, Dn.u!lo o /Ut ,Jn. 'fAlrn.r.nr mnrcnram presença: Dr, Itmr • GIcy, Dr. e '0hilo . Jznlén, Rcinnltlo • Malsn, Belrnllo • Li.Gin, corujn . Mnrizn, Guego o Cecllltl. crncuwu r,n· 16. ncomD!ln.hadn dos pais Ar! e Marin e seu Lavo J011io n menina moça Lucienc. NOTEI curtindo o som de Alma Latina só de C(tmn­ rotp: Dr. Pedro . Ledn, GaritJaldi • Sueli, Viei­ m • Neu.zn e Dr. Ivan. VI também esparramando animação: Lui?. •. Ma­ no, Mnnoel . JVfory, Bil.Ja • Nilza, Dora. Cnstrn• na, Dr. Carlos, Adriana, Kiko, Florn, Loris, Fernando Jorge, Timarn, Veronica, Lelé, Mi­ rinm, Katio. Danise, Max, Solano e Manzete, Mnrlt, Ester. NOIVADOS PorabenJzamos os casais que na semana pp. colocaram nrgo!inlrns nn direita: Ten. Neto e Valquíria Rodrigues o João Eduardo Lino o Murilda MarJm Puchetn. TLm ... tim prá voces. NOSSOS PARilBI'.:NS ao Juiz de Dil'eito Dr-. Jonas, pelu maneira com que cond12il1 os trabaU1os d:i 2~ Scs_"..'io do Tribunal de Jurl em fü:lu Visto. Tambê:11 nossos elogios :10 promotol' DT. Obvo lfas::~. renhas, ao ckiensor piiblico Dr. He:1ock Cn· brit:1 de Simtana, advogados que utua,am. Dr. Pedro Paimieri. Dr. v:m A. Costa M:~rqucs, Dr. S&gio Perondi e Dr. Itanur (que fez su ~stréin, revehmdo-se um e:,ce1ente criminalis t-0.) ! os JU!U reo.llz:idos foram prestigiados com a presença de grande público. 7 DE SETEiIBRO foi comemorr.do na city com um bonito des­ We esludnntil e do 10°RC. :I m. ?re.réturn )1tmic:p:1J (Ue ntrnvés do preleito f.for.sJ D'llor: e; ·.._ Sec!ctlírir. de Educação Sra. Cn! S-amene Mascarenhas e sua cqvi­ pe p reincrurn aes si:nos d Ris Muni­ cipal e Ensino apresentarem-se mio bem i.:'.tio::-n:i:::do.:. - s escolas Esta&uis desfilaram apresentando carros léxicos c outrcs números interessan ts. PRO::"ESSOR PftOFE3Sül c~au,·aler e profE:ssor::i Regim. desfüarum com seus alunes judocas, também do Grémio. do Gr(rnlo, Se. T0fio Kalife anunciou que no (lin 11 nle novembro dará um how no C!ub o rnntor Nel"On C'rmr;.,kc". /q11:uclcm. NATAÇO O profesor Aldo Cimr comun!c qu 0"" +.mm Inteinr: nls de ntaço no G. • mio. r;to nío vnl sr uma felrn como ns ouo VOo onhc, LÁ V tr; Brracns dos Municí pio, Exp:/3o de Ar'; PI'stics, shows com t',+e Ma {r1 !l"llih rlnn,,, i sensRcion'.l e a juvenh1de compareceu em grande nümero :issim como nossas autoridades ci,~is e militP.res, entre os quais o Cmt. do 10 RC Cei. Limn, a Sra. Ant.onia P. Melo, deleg1- da de Ens.ino. C ENCERR/!.MENTO aco:1teceu' no dia 7 a entrega de Troféus às eouiues vencedoras e logo após um grandioso bilé animado pelo conjunto SOM DZ 6 de Bela Vista. • - ' P,IBABl'.':NS ao casal Lidia e Rlgoberto Velasquez por completnrem 35 anos de e.asados no_ dia 28 pp. ANIVE2;$,füiOS 13/9 Professora Mart-0 que nesse ma recebeu t.:·•i1'.: li tl(l. !1,)-,Gr.age.m de seus alunos da !_.__co}n Jo::on'm Mu:::-tinho. Ela merece. J 119 ::: 0 ,nch.l~o da :;:::rota ,Tuli:ma Mllscarenhas. G;i.rotn. Jeru.::! Corree, Luiza Z. lfam::da e ', Jd;.);-n:;-:: ::=:111;:. Felicld.Rdes ifü ... SOü A TELICID4.nr; I'TíIDlDA, r,,,o vm, TAnrr ,JAHAI<-,! T:os 'um, hateu na poria ·t-,:,ci!e• ;1i:o c;,li:; ::,,brir :e:sei au osso a saudzde que vive ampguir. Beteu de no com força ra: dei üo insistiu czzceu z cocada correndo a pra sempre partiu Purtiu d2:.xando escrito Essas palavras Fatais: 1 cfa f 1 ............. ~ :m - •· O o.bab:o assi.112.clo cfac'sr•:; c::Jê E-::t:a-:=~,.' Cetra do Comi:sir;c Z..:z, !mó~·,·is, C2ii:C:. 1.250. C(}ST r OE vrn JO '· PAr.:rnr. ·s 0s coordenadores do O Domingo € o, Sqt Av!ia e PSdio B!à Vi a O prosrm ~ sadio e divi rido: mh: a o O pr» n a tuv!tule Retcocdo li. vista do que publicou e Tribuna da Fronteira de 5 date ms. n° 662 cor},ç? titulo: VEREADORES TERÃO DI: DEV VER DINHEIRO, lorn?.-sc. neces~'.'rln uma retificação do que a plicou. Como eK•vereador o o primeiro eit'.ldo r:a notícia, cumpre-me e:pôr ao púbiico cm zral que cumnrl a do.ermineco do Colando Ti bunal :"I '.ÚJ de Janeiro Gesto ano, cor.o adiante se verá. ,4, dada Este cv.so é com!)loxo e rsrns .a-se es . ·- o :mo ele 198!, cujo desenlace fo! :). 11rovitlên~1.:1 elo ·Tribunal de Contas determinando a tle·O· Juçi'o citada. . . • ubl! Acontece porém, que a prov1cl!,n::w p : cada excedeu da verclncle como passo a expor: A 23 ele Dezembro de J.98::!, recebi do Pr­ sidente da Câmara ofício n<> 169/82 comun'.C3n do-me Instrução do Tribunal que ou tene. .º prazo até o dia 31 de .)aneir? de. 1963 parn fazer a devolução das impord:inc1as paga? n maior (subsídios) referentes aos exercfr10s como segue; Ano de 1981 CrS 65.701,72 Ano de 1082 CrS 64.382,13 Soma CrS 130.088,85 . Sendo que V. Excia. poderá fazer o recolhi mento parcelado, o exercício de 1981. ~té o da 31 de dezembro de 1982 e o exercic10 de 1982 até o di1 31 de janeiro de 1983 1 Era o aue continha no offcio sem aue os n"m"%5 corresnondessem a exat1aao d2l, 1mpo. tfu.1..,,n a recolher. _ Dada a exiguidade do JJr::tzo e a expressao poderá, conclui que a intenção cl.Qs Sen~ore~ conselheiros do Tribunal era 1 de facilitar aos vereadores a re::;tituição em parcelas da importância total, mas opinei pe'.o pa_gamento único no dia final marc::ido. Ass1m fiz. A 28 ãe janeiro de 1983 fui n agéncic1. do Bane.o do Brasil (tres dias de antecedência, portanto) e iiz o recoUlimento dl,i1?po1·tãnci~ de CrS 113.9:l8,55 à conta da Prefeitura Mum cipal de Bela Vista, quantia certa do excso • recebido por mim e sei que meus colegas c1 tados também recolheram em datas diversas o aue lhes correspondiam, comunicando ime­ diatamente em carta ao Sr. Prefeito Muni­ cipal o recolhimento citado,,não deL,ando ele recriminar a ação da Mesa da Câmara e das S:i:s. Vereadores Que votaram em tão escan­ dalosa. resolução que resultou na vergonha por que passamos com a providêncln do Tri­ bunal. Entretanto. a 21 de junho d2sb :mo rec::bi do Sr. Conselhelo Prczidn'e o T;-:+! o • O., TC/MS N? 025/87 zcnicnd-:e +2: por dcc:são simp!cs Si/e~ .::.; J.i O'! '.l3 2 ,:- ... J!' Necessária dr>snncho cxnr<'ia do Exm.o. Sr. Com 1 ,lhelr:i He!o Peliuffo As {Is. 45 do Plutório d fns­ pção, procesca 'TC-1705/91 fic» V. Sa. notifi. cado para no prazo do ?0 dias devo!vr aos Cofre-, Público:; "· imnorí P.n~;n cio C <:. !l.811,11 recebidos ~ mn•m· a l ítulo el:, sub· !(:ks nos me~es de mr-rc'l e abril de Hl!li. Fiouei confuso cem '..! nova cobrnra de cois::,, já a2 cm jar?iro quando ainda verea dor d" Cf1m::.rra de Ben Vi3ta. Resolvi ir-me a C:2mpo Gr:mc1e 110, primei. ros d1as de julho para fao:er Pxplico:;ão p:~sc 3 t nos responsávei.; pela exccuç1io c!:1 D::ci•.~o Simples 51/83 e fui recebido P<'lo Dr. José Aédo CumJlo, assessor do Grbin'?lc d:. Presl, clenc.in do TC que com muito intP.res,,, ouviu me, leu P.tencio:;amente o relatório à 1 comissio de avorig-unçl'ío sobre o subsídio correto dos S!'s. vere;i.dores requerida h Mesa d1 Câmara, àa auni fui o nresidcntc e ou.tros documcl"'•m os quais ach;,u bons e oporlunos, tudo di~ei'. tinho; emrqruei-lh: um xcrox do rec!i-Jo nº 047 do B:mco elo Brasil referente no pa~amen to total devié!o por mün o õ:Ci que meu.~ cole­ gs citados também recolheram o que !hes correspondiam. O Sr. Dr.Camilo fez-rr.2 assinar um Of. diri:;-ido ao Sr. Fresidente do TC. o recolhimento citado. pois até aquela data :,in­ da não tinha sido recebido pelo órg.°'"10 nenhu, ma comunicaçi'o da C:'.!mar::i. ou Prefeitura. Como o povo de Bela Vista pode ver, d:,.s ::,s in1nortâncias recêbidas a rnalcr rcnh:1 o '11:ibuna.1 de Contas ou ouem de di.ei to, tr:1z3r à. in:mrema c.!e Camuo· Gn.nde e ou· tros mun'.cipics, '9ubliciclacle • de cois2 liqui· da'a. Vistn :l3/CC/33 c.±i: !·:ira :±'o E::Vera'o do F± nora sr ano.a e. a ro.. os.a.1. s ai.. a « a «s ue- o + , - -e i ....... -. r :r.en:: rrd fJ e CI rtn .. é trh ne SaL Pir Vil Vie TeS l