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E7E 17A1D5 7EE7A- E TV77 mo s ST--T
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O PT
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em marcha
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notlc!r'1Ju d trlcvl&iio __ cstu semana doi
ma perplexo. A priori não estava acredi
h"57+± reoluç do 1AMP de reduzir ern
tr' • r , ,
1 ,te.,:; r·o, .1 e) , p .. C' ( nlr ·~ co1n insuflc1-
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pia renal, No !o/a, a m':l+ no mesmo
c e. ai' ·a!o prsi3ente do
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Ó ,•J f);', /1llli,Jr, :-: .
to ta ur rince@e:1 d 1171 03'0,
[uro ore'rnl ie reporta@em, m3; sim
" ,erd!o, to a:ucl o tio de;amara au
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y:is poder}: ai!r de um meco, um ele.
~ ·,to (l[IO tc,n o tlever p..-of!«:;!onal de zehlr
± «ntido ds ores humanos.
P" o o:: 1acitcs acometidos de
atciüc'a cal dvm submeter se a hemo
d,.,li:c (rim nrlificiul) e que tal proce~so paru
Bonito • Jogando nessa cidade, pela pri
n'cira fase eh Copa Morena de Futebol de Sa
ro, a equipe de Bela Vista, representada pelo
:senta, sagrou-se brilhantemente campeã,
V' ncendo as equipes d:i Bocloquena e Porto
urtinho e ematando ccmn os ele Gnia Lopes
d) Lnrrum e Bonito.
~ Orientada pelo popular Kalife, tendo Jnfé
como massagista, n equipe belavistense contou
puriflcação sanguínea é verdadeiramente caro,
ma~ acima à0 tudo seguro, :;em riscos de in·
fecção ou contaminação, porque são pratica
dos em hospitais espccínlizados e por mC>dfcos
devidamente treinados para o misl.er.
O corte cm 50% do;:; gastos com tais pro
cessos Jevnrilo, !atolmente, a diminuição tam
ém em 50% do número de paclenles que
n;;cessltnm do tralnmento, um::i verdadeira
1>ee-regação nos dependentes da previdência e
uma condenação a morte prematuramente.
A proposta upresentadn pelo Dr. Aluizio
nt inge apenas uma meta, ou seja, a d!mlnul
çfto nos ffllSlos do sistema de assistência mé
dica, que se hoje encontra-se falido não é por
culpa dos contribuintes que sempre pagaram
com os seguintes atletas: Ico, Hermes, Bata!ta,
Alcmãozinho, Cebolinha, Alemão, Biba, Edson
e Renato. O chefe da delegação belavistense
foi Jorge de Souza Rosa e o auxiliar técnico
Paulo.
Bela Vista ganhou de Bodoquena por 2 x 1,
empatou com Bonito, O x O, venceu Porto Mur
t!nho, 7 x O e empatou com Guia Lopes da
Luguno, O x O.
pontuaJ.mrnte as suas parcelas, compulsoria
mente.
Quer o IN AMPS que os portndores de in
suliclêncla ren.a1 utilizem
demais, o auxiliar indispensável pelo
ilhai+.+. ·.._.
--•.awO (lQ noite, rotariano Vervi de Cas-
dos. ra;a
l -· - - -.uens e vru1,o:; a3uardar a apresmta
o de Nelson Gonçalves.
.. . . . ·-
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...... ;-: .... ..:_·· ...
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'"i..,- ....
" à s .......
g.si.
±:. 1.3.#ili± sois.
1
t Mkis Mi urrartate [
A CASA DO PECUARISTA, através de seu diretor, Evaldo Laranjeira. (Boré) informa ~
à praça, especialmente aos lavoureiros e pecuarmtas, que dentro de poucos dias terá semen, 1
tes de milho da melhor qualidade. Os melhores preços da praça.
',il • CASA DO PECUARISTA
SEi'IPRE O MELHOR PRODUTO E O MELHOR PREÇO
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L .....,..._.,,.,.,.,,_. ---==-- __ J
A equipe feminina de voleibol do G.rêmio
Pedro Rufino representará Bela Vist-0 no 1 °
Cr.m.1per,uub de Voleibol a ser realizado em
Csmr,o Grande, com iníci:J m~re&-do paro o àla
15 deste mês.
O trninador da equipe, professor Caimar
Rocha, que obteve grandes vitórias na Copa
l.forena, disse que o dinâmico nõesidente do
Grêmio, João Kalife, está. preparando um es
quema pa.r.a obter o necessário auxilio da tias
se empresarial belavistense, pois para Bela
Vista é de suma importância par:ic': deste
campeonato. '
Caimar, disse qus a nossa cidade se sairá
bem pois pos:sut excelentes jor;ado:r:,s C'"õº à.e
Patrícia, Surama, Patim. Rsznie c Jucilene
e outras do mesmo nivel. C Crê'o Pro Ru
fino, mais una vez, se propõe a prestigiar as
pratas da casa, levando pare C2.:..'"T.(9o ::;:;:ande
o que hé de me!hor no voleibol .e:niro be
lavistense, vice campeã da Copa Morena.
·-------- '-'-----·----
".!'!A no?m vocc Sl:!"ll'Jlf: COMI'HA C,JtJNDE, VAl'iT/lGL.-..d, 5CIJ FJLJ!t Nl QU/LlDAlJE DC5 ~o~<:os rnor>U.l.'O:,'
- ARTES P. DECOJI/.Çôf'.S I!O!'-"E
CORT!NAS, CJRPF.1'fS, nox l'JJtl Jli.MIRJltOS, TJ:cmo<; PJ.J t. nr.-COJtJÇ/lO (FADílTCAÇ/ Pnó ,mA)
TOLD09 - TAPTTf'<; - ~EC'iD011 - t•iR/. APJTt'l'A,U.'.'fO:·.
m::co:-1/('Ol~, JWNI'.: A or-OTITUNJ[)ADl~ PATlA 'O{ ~: DJ'- TI. AQUI.I l'. ·roml' r: i .C!
/1.L NO U>CAI, 1'.1.1IS fMPOf1;TANTE DB SUA VIDA: O SEU LAR
nUA MAHACAJ O - 702 - I-'onc:624.0'ílO -- CAMPO GRAND ; • , !S.
A cnmpnnhn rstá nas TU5. Comida p12 o
Nordcl.to. Gl!ntC pa!fümtlo fom1J o com,mdo
cnlonuo o ln:rnrllxu. Comendo mnnd□cnrú o
nlnslrndo. Nordcsllno morrendo de srde e
desesperado. Este 6 o quadro tristo de um
parte dr.:;ln imensa Nção que sc cham Brasil,
p:i!s rico, sobornno porlndor de milre (MT-
LiGRE BilASILEiRO) e ft'ndo como prova
do sun grnndc,11, ohrns como Itcipú, Carn_j(ls,
Uzlnns Nuclcnn's, Ferrovln, do Aço, Toneladas
de Om·o do Serrn Peludn, Bilhõcs de Cruzeiros
nrrecndndos da Lolecn e dn Loto, Finsorlal e
parn completar o quadro, 66 senadores do
Repú}?Jlca e 475 Deputados Federais, eleitos
pnru defender o povo e represcntni· a Nuçüo
em todos os setores.
O Nordcstino, este esquecido e relegado
que com sua humildade, ntcndc n tudo. Pri
meiro pnrn São Paulo, onde foi o bnlun1 te du
Construção Civil e da construção do Metrõ.
Depois parn Brnsilin, oncle npelidndo de c:1n
dongo, construiu a capital Federal. Por ú!ti
mo, com o espírito de :iventureiro q11c cnrac
teriza o bom nordestino, veio o ouro da Serra
Pelado. Tudo é o nordeste sempre presente.
O nordestino apesar de niio bem letrado, é
dono do QI de fazer inveJa aos comedores de
Pedro Pcilieirn
Não vou entrar no mérito da questüo. É
um assunto polêmico, inúmeros mestres do
Direito já debater:im n respeito do 'i'ribunal
do Juri. Para mim, um leigo no assunto, acho
que devemos procurar novas alternativas.
r i 0a riice 1
_ (Fundado cm 20/2/1972) I
C.G.C.llLF. J.5.513.203/0001 •
- Registro no Cartório de Títulos e 1
Documentos n.º 35 -
Direlor-Rcspon:;:frcl: hn !do Fercirn f
(Jornulista Profissionnl, lWntrículn
MTPS n.° 140) ,
Administração, Redação e l½rque GrMico l
- SEDE PRó?RIA - f
Rua d:c Rcpúbll a s/n . Bela Vista • MS j
Fone: (OG'T) 4-39-l;l"il'.1 os I10nicns. Sim, porn11c o· :·
(kstirw :2be cumprir com suas obri;agir 1;
r2sp9itador e atencioso, em ser pua-eco
Sempre ci colocr.do pum c!".::antclo r-cm rccl 1-
mur os sc:us direitos. O nordestino ama :;un
[{ente e sun pó.trh. É um nac!onnlista ferrenho
n5.o dr-ix:mdo do r.er bairri3t:i. N1io Lcm luxo
e se ndno,:i :1 tuclo. As vezes .é vaidoso, porém,
sem quci·er usufruir .!quilo que nio lhe perlen
cc. Em tes~'. i~10 diL ()f''.'11:13, pcquenos deta
l!Jcs tlü nor::le:<;tino.
Agora este mesmo nordestino passa fome,
:ilur:inclo um'. seca de 5· anos, sem' que uma
mcciídn sri.ncadora e definitiva seja tomada
pelo Governo Centrnl. Núo é só matar n fome
do nordetino. Temos urnn tecnologia uvanç:i.
ela capaz de ajlontar por onde deve-se comba
ter os problemas àél sec:1 no nordeste. O, m'l
nnnci'.lis nuviais estf10 'll mesmo. O Drnsil é
rico cm Jeitos perenes de rios, verd;:i:ieiros
mares de água doce. Falln apenns es~rutur::i
aclm.inis:1-atin1.
1
'.fnlta.m os números de um
Celso Furl;:do, flmàJdor tln SUDENE e conhe
ccdor dos problemas, Vamos salvar os nordes
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tinos o lembrar·se que eles também sto bra
slleirc3.
A campanha oté i e até o Mbrl 1é s-
1ni11 o cc:mnnJo d.__ urr::1 fr, .. t•] p
1r1 :·r.· .. : r
nlimrntc, p::tr I o n<',dc:;'"· ['".-o njuC-:; r.11 r·'"·
moln·? O No•rlc .. !e (mAbSm é rico, tem mine
ris, tcm h!drei&trica, 'm indústrias, ter
pstrcílco, tem f~Cnt!' con o to,·,-~ r.6~. Sei e>l.!'.l
e.~51 gente est:.I srn:.!o e:;~1ucc!th e ::6 é l ::nhr:.t
d'.l n., hoo do pique. N; hora que e:tio mor
rendo de fo:n0 e c,,pJI, ~
fcrr íéP'lrOS Ul.f 'r.,
s da Ros e no uin
tensão.
sub da Sesões da CAgra Municipal de
)3Cln Vc:ta f '<:, 05 de Sutembr de 1333
,
S.+ da Se, is d CArta Municipal do
7. V M5, 05 d S ·mbro de 19z2.
nicia! Li,
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illJ
sondn.nclo as bs do Partido do Trab
jhadores, em Camo Grande, bem com,; !" ,.
cidndes .de Corumbti, :.1ir;1:1dn, A't:ici':t·",-,·.•,
11nnstúcio e Dodoquenn por onde c.,.l'!L c.n
vlngem rec:)ntc, pude con.-,tatar qur o PT nr ·,
vai de'.;aparcccr cm nosso Estodo, como foi
noticiado por ulguns Óí[!liO:; do imprcm1 do
Estado e do Pnis. A verdade é que u ::igremin
çiío cm refcréncin, incomoda muita gente por
que é o Partido que pri'!lendc organizar a so
ciedade civil. ho.Jc .1licnncla da parl!cipP.ÇÜo
no progresso político e cconôm!co. Acontece
que em J.líwto Grosso do Sul e cm algun~ Es·
taclos, alguns membros do PT descontentes
por não se coadunarem com os dire'.riz:::.; r
propostas do Partido o t.lcixnm :.ilinnci.,:;-~'.: nos
utuals detenlorcs do Pccter: O PT não é urr.a
a(l'rcmiaçüo de grupos carrclrislas. O objt:livo
do partido é organizar o povo para que esse
povo possa se precaver contra as absurdas
medidas tomadas pelo Governo na sua política
económica e fundiária. o~ previlégios p1 cci
snm ser distribuídos cquitativame:1te. O tra
balhador estú cansado de ser cspo1;ac10 e o
PT como legitimo abrigo político dos ope:·t~
rios brasileiros não aczita mo.is esse estado c,c
coisas e vai ::igir. Os que n:io tem ideologia
definida precisam dar o foro. No Partido dos
Trabalhadores não há espaço para os oportu
nistas e· acostumados com o so.bor delicioso
Neste 8 de Setembro, o Mobral completa 13 a
nos de atividades junto à comunidade brasilei
ra. Criado por Lei, em 1967, iniciou sua aç5.o
em 1970, com a finalidade prccípun àc ~rop:i:-
cionar a Alfabetizaç5.o Funciono.1 e Educ:içãu
Continuada de aàolcsce·ntes e adultos.
De lá pàra cá, a Fundação tem prcpici::do,
de acordo com e . demanda das c:imu,licbdes.
programas e projetos institucionais e outros de
iniciativas local que abrangdm as 5.reas de Edu
cação Geral e Desenvolvimento Cultural.
Como fruto desse trac:üho, registrou-se u
ma sensível mudança comport:imental na cli
entela atingida, que vai desde a pa1iicipnçüo
nos programas oferecidos até a Educação Co
munitária, que torna o homom age.'1.te e beno-
1
do m· .-, o. 1' E0r pos do '3 urifiC"C-.'l, que n
p.o2ada 'cs p'!ss ilzgí'ir1o : jn cm pl···
n mu!to !roo
{ s tinta de eco detintd. N6s
temos urr.:t ic.leolo!Jia.
Trinu Ver+r
,;;cc Prf.'!>ítlrntc Rnrl.onal
'f"
1
O:U,ÇiO AO DIVTN'O ES?lf',ITO SA:'1TO
Espírito Santo voce qus me oclareco tu
do cin~ ilumin:i todo:. os cm'!linhos para q1m
ru ai !nja o me !dcai vocc que mo dá o dom di
ino de perdoar e e: qucc:::r o mnl que mo [
z2m e oue U::dos (·<; in.st:i!l.tcs de minha vida
cst:'t comlr;o cu auronste curo diálogo ara
dcccr lhe no, tudo e co'líi,·mar m:iis um:~ 'C7.
que cu ntmcu qi.:cro me sc!)arnr rlc vo~-e por
rr.a?or que seja 2 llu'.-1 AIJ .: AClI,
"1' ~ qa~.1<'1<', cH:n!c da ?'<' ;l:.o
ra g:!ge· cidade do País"i
Ln1fo ,ó a C. d M4.
quinas em J in, Bela Vit
e Porto Mv tina!o.
do MOBRAL cm Mato Grosso do Sul !1.áo se
tem furtado cm se car;ictcrizar como verdadei
ra prestadora de serviços, no:; 64 municípios q/
integram esta progrcssi:;!:. Unldc:de c.h Fcder.::
ção.
Para a consecu,:.lo REENDIJ1ENTO
crecl - 1.418
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PRIMA VERA II.
É isto mesmo, tudo o que está escrito acima 'é uma realidade.
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,;lrr.:'rrl ~')1:l(; Plll
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O ,TUIZ DC DIJEITO
-----------..--~ .... ---------,- ---- .. ---------......-,.-.M• ...... ------
POD:CR JUDJCTAnIO
CARTón!O .JUDICIAL
Arruda, sendo que dentro da ira upra não
existe qualquer benfeitoria, avnllad'.l na qun.
ti.i de Cr·, U.100.000,U0 {o:to 1, 11,1,. e, "l mil
cruzeiros), valor por quanto será levado a pra.
ca n,;s dü1s 03-10-83 iis 13:00 hc.:ra ,. L'-d~tua}
segundn praça pnrn o dia 13-10-33, ;-; mc:;m;i~
horas, no átrio do Forum locnl, para ser arrema.
taela por quem maior ltlncc der acim::t da avn
Uaçiio, sendo n venda !eitn à vista ou mediante
fiad_r idõ::ico pdo prazo de (tres) dias. Dos
utos no consto nenhum õnus ou iccurso pcn
dcn'.e de julgamento. E para que l'.inguém
possa a 1 e g a r ignorúnch, determinou o
MM. Juiz que se e,qJedl5~e o prcsrnt!! Edital
que será publicado e afixado na form'1. de lei.
Dado e passado nesta cidade de B€la Vista,
Estndo de Mato Grosso elo Sul, nos 05 dias
do mes Agosto do ano de mil novecentos e
oitenta e trcs. Eu. (.Pedro B. do Vale). o subs
crevo.
Jonas dos Santos Pelliclonl
Juiz cte Direito
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.. , Pinheiro- 30 '..!
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!.o 01
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ti) N.o 03
e±tetir!o: TW!!e Fernnde; Monteiro 31 M
t' ~~b corrc,;pomkillc Cr$ .•..••••. 1.027.313,G. 3
~ te No 31
o;+trio: Zora&ds Cavalheiro Drrvs %
eh correspondente CrS ........&1.503,12
!
. Qundrn N.o 17
te N.o 32
oprletnrio: Reginald:i Gonçalves 30 m
rcelo correspondente CrS: !l94.658,40
te N.o 05
'.;ioprietário: Nauir Aristimunho Pinheiro (Pi
lecs) 15 M
:rceln correspondente CrS 497.329,20
te N.o 05-A.
roprictário: Hernando Dario Torres 15 M
.mela correspondente CrS .497.32920
ate N.o 7
prietário: Heitor Torres Sanches 30 M
Jrccla correspondente Cr$ 994.658,40
ole N.o 29
,uprletário: Oscar Snlomão
mela correspondente CrS
30 M
........ 994.658,40
) - Quadrn N.o 18
ote N.o 30 - 32-B
oprielário: Dr. Roberval Borges
:irccla c0rresponclente CrS
ote N.o 09-A.
:üprictário Dr. Roberval Borges
rcela correspondente CrS
ole N.o 9-11.
roprietário: Campanlrn Nacional
.;,io Gratuíto
~~cela correspondente Cr$
ote N.o 29
f!'roprietário: Ma~hahiro Fukaia 30 M
3l'Cela correspondente CrS 994.658,40
30 l'I
994.658,40
12,40 M
411.125,00
ele Educan-
47,60 M
...... 1.578.191,00
) • Quadra N.o 19
Bt: N.o 30
,êpr!etLü: Ver:i Tylcle de Castro Pinto 30 M
rcela crrcsondente Cr 994.658,40
±: N.o 13
orietir;: Enando Francisco Gasco 15M
rela cx:respondente Cr$ 407,329,20
te No 13-A
roprieiário: Ernando Francisco Gasco 15 M
1
rcela correspoi:dcnte Cr~ . . . .... .497.329,20
ete N.o 15-A
'O rir:t:ír:o: Theob: . ldo d Amaral 18 i'I
Arcela correspondente CrS 596.795,04
... te N.::: 15-B
.opriel-'rio: Os:waldo Turini
='tceln cerrespondente CrS
te N.o 30 •
.r-ipricíário: João Godoy
rcela correspondente Cr$
- Quadra N.o 20
te N.o 29
0,7 M
. . . . . . . . 232.086,96
J' fft' n CGtr )
1te No 27-1
Propt trio: Con
1 ,•.n, I3 t: '
Anaticio)
Parcela corre cndente Cr
.Aarr 15 M
40713 20
(Benedito
15 M
497 329,20
6) - Quadra No 21
Lote N.o 33-A
Proprietário: Leda Marina de Castro Pinlo :JO ~:,:
Parcela correspondente Cr$ 99465040
7} - Qu·•
Lote N.o 20-A
Proprietário: Ramão Aparício Arec::, e Alzenir
S. Rocha Lino 15 M
Pareda corrcs!:]o!ldenle CrS 497.320,20
LJtc N.o 20
Prcoriet6.rio: AJi lfoha
1
1ll'de: H:ni:1:c !5 ll
Parcela correspondente Crê 497.329,20
Lclc N.o 23-A
Proprietário: Abdallah Hassn Doueidar 15
30 M
ut do
t +to
•)Olllt
o
994.658.,40
30 M
994.658,40
mL
PREÇO UNIT rffiIO
5.000,00
QUANTIDADE
40
IMPORTÂNCIA
5.825.990,80
Emulsão Asfáltica
QUANTIDADE
800.000
IMPORTÂNCIA
800.000,00
05) Nie!mento: A
obed ir o rigor« m te a
A tubulnçao ter' ceie mini-
m d 060 1 fr, . ,, . 1 Jor!o
minimn permitida ie conforme
( p• ifiC"t .. o <; 1 ) r( .
QUANTIDADE
04) Dre em; Será executnd, no 16cais
onde a e·cavacão atingir o lencol e ico,
com uho de concreto, tipo ponto o bolsa pa
m dreno 1o 0,30 1.
05) 'Tubu!±cão: Os tubos de concreto do
tipo ponto e bolsa, Isentos de fendas e racha.
duras, rejuntados co argamassa de cimen
to - r•r:-L,.
IMPORTÂNCIA
1.800.000,00
3.360 m2.
0ô) Poço de Visita: Será executado em al.
vnar! do uma vez com dimensões internas
de 1,7.C:rl ,20 x 1,20m, as82nt03 sobre um lastro
de ( oncrc>to e rcv<:stido com argamassa de e[.
m nro e :ircia no traço 1.3.
QUANTIDADE
1.680
ThiPORTÃNCIA
5.880.000,00
Pluvieis
QUANTIDADE
1.200
L.1i'ORTANC!A
. 9.600.000,00
A laje superior será de concreto armado
com espessura de 10 cm (Dez ccnt!mctros),
sendo que u mesma terá uma '.lhcrl ura. circu
lar de 60 cm (Sessenta Ccnlimetros) de onde
subirá uma chaminé de alvenaria alé atingir
o cota do pavimento acabado. Sobre '.l r,haml
né será assentado um tampão de ferro fun
dido, o qual servirá como cntmdu para Ins
peç5.o.
L--itersticiais.
QUANTIDADE
1.200 •
IMPORTÂNCIA
6.000.000,00
07) Caixa de Captação ou Boc'.I. de Lobo:
Será executado em alvenarla de uma vez, so
bre lastro de concreto e revestida com argJmas
sa de cimento e areia no traço 1:3.
Na superfície terá uma grelha de ferro
sobre a cinta de concreto.
OS) Projeto e Administração .
UNIDADE QUANTIDADE
10% SUb-'I'otal
FREÇO UNITÁRIO u/fPORTÃNCIA
50.637 .190,80 5.637 .190,80
Total , 55.700.909,83
3) Valor da caucão de cada interessado.
A importância global da caução não pc
deni ser superior a 2/3 (Dois Terços) e nem
inferior n 1/3 (Um Terço) do orçe.mento total
previsto para a obra.
0) Cs opie@rios dos imóveis relzcic
n~dos terão o prazo de Trinta (30) clias :?. c::m
tar da publicação deste para impugnução de
qualquer destes elementos, neste constantes
cabendo ao impugnante ou ônus da prova.
»'
1ElIORIAL DESCRITIVO
OBJETO: Pavimentação Asfáltíca e Obras
Complementares.
PROPOSTA:
Item 01: Pavimentação Asfáltica. tipo penetra
c;ão invertida dupla.
1.1.1) Raspagem e Transporte até 4 Km (qua
tro quilómetros).
1.1.2) Serviço de Drenagem.
1.1.3) Escavação e Carga cte material tte 1°
categoria.
1:1.4) Transporte e carga de material de lª
categoria até aproximadamente 4 Km (qua
tro quilómetros).
1.1.5) Melhoria do sub-leito natural por com
pi.>.ctação, a 95% (Noventa. e cinco por cento)
de procLor simples:
1.1.6) Escavação e carga para reforço do sub
leito com cemada estabilizada.
1.1.7) Transporte de materiais para reforço
e base.
1.2.0) BASE:
1.2.1) Base estabilizada com emprego de pe
dreguho, compactada, com espessura de 20
(Vinte) centímetros no mínimo.
1.2.2) Imprimação betuminosa ou ligante.
1.3.0) R3VESTTh1ENTO:
1.3.1) Capa de rolamento de penetraç2.o
vertida dupla, de 02 Dois) centimet:os
camada acabada.
in
de
Item O~: E::.;ecnç5.o de Guiss e Sargetas:
2.1.1) Execugo de Gui?.:: de concret-0 pré-mol
dada.
Largura: 0,30m
Espessura: 0,10m
Comprimento: 1,0m
Traço: 1 -3- 4
2.2.1) Execuçê.c de Sa:rgetas no local.
!..2rgnra: 0.30m
Esp:cssu.rn: 0,10m
Traço: 1 . 3 4.
Prefeitura Municipal de Peh Vista, sta
õc ele TIIa:o Grosso do Sul, ns Doze ilias do
mês de Seter:oro de NIiI Novecentos e Oiten
t.."'.. e Tres.
AFONSO DILLON NUNES LEITE
Prefeito Municipal
--- -------------------=---
D
1
OCíf_;lO n 0025/83
AfoWô Dlllon Nun 'i [,t IV', Prr-!1 llt) Muni•
c·,p.,1 111 T' 1 'vd F' e' • • ln ' r,, o
Or, f,111, n, u 11 ( 1,c._ó~ J 1_; ( crrn
iJ· 11T ,' ,2,/Ultl::··1u1•1_,.
,r mliro e!, ll,I 1.
Bl•,CHI .A'/:
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l)M; NO,HTMJ (;F:1?/W
E;Ef'.10 I -- i : J USJÇ()L.~ 1
1
Jll"I,liUN/.m~;,;
Arl!"I) [·) J-' Ili n--cr,.tn p;lipllh () r,;•JCC·
J,,mrnto r cli•c:'plin•1 n rnltc1çf'o clc-Conttihll
1
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çi't) cl•) l .. ·'lwri (C, .. 1.) pl P , •• 11rP 'v1Uill
cipnl r'" r, 1.1 Vi .. t ,, t ltjl/ htc, '.I ,-.,1
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;r :V,Jll nfoç,r.0 /-.; f:
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1
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<"', (,: , C' ,''• n,
1
1:-'
1
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Conde ele Pc.rlo /l"fl!C, pelo pro1:r~1n-, ·.1:tri1·
mrlin'rhl.
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e:nqundrnclO'l no pro~rom2. odrnorcllr.i'1r;o, i:.
1 ~o o1,Jnto ele J~:1çam·•11lo n co!.Hnt1,:1, cl<' cr.or
cio crm rs no1m:11: e c!.,p:i~içõc, deste capitulo.
Arllrro 3') / sollcilnÇ:O p:1r:1 cnqu:1clrn111rn
to 1~0 progrnmu c:clrnordinárlo, dcvcnl. ser fd
tn r>n pctic'i.o conjunl l de p:-lo rncMs 2/:l
(Do's Terço~) cios contribuintes intcrcssnclos.
Fnrngráfo único . Os ~olic:it:.mtes dcv~m
declr.rnr, cxpressomcnt,, na su:1 petição.
n) As obr'.1S ou melhorrmcntos p!·ctcndid0s;
b) Os logrndouros ou logrndouro n serem te•
neflclndos;
e) Os nomes de pelo menos (2) tOi5 propric•
Prefeito
, '
l6riG'> p. ra rrprcc,n•rm,m o r•rur,o e mnntc•
tem os I nlf n,Jt,n• n1 ,, co,n I Adminli t roç' 1
Mun!d,,tl
Art!9o 4) No caso d obra rcriucrldn r_,r•r
consldc.rN1 1 rlo intere e cr n•1, 111lncn drJ
; run!dr)lO tln!J,.rir e tio os projetos de tt•
1
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que ! r ;[.e,: ntr4.11"•; d; r r)~ .. n,~nl
1
:i, t.'Jbrnc•
t:dr,!} fs(); inlcH.: 1"n J cr~n JO"'nnC.:o :J/': C'>lt:«:i,
por m· iD ele Eclil<,1 a, r:o p, :iv, c'n Trinl·1 CIOJ
cJ '''i r..omll''"'.T-. 1 eis :,e ulr
1
.C'i
0
h n,cnto ,:
1 > r~c 1 ;•;ri•·l D, crititvo cto l'rv]~'o;
1i) Or mnto tal de cbI;
llIJ T>"l r.111: .. iir) r1·~ p,lrc ~a do cuc;Lo (]·
C~,, ·• a .:e, ínY1nr: rl'i .,,,t, Con!.rihuk';-o 'ÁC
:,d !hora (C,A.). cm o corre pn:!ente n'1no
d 1Atcio entre ; 4e!s bnfcido3.
1'/) T;,.li1t1itrt ao c];y; (1.1(,~
1
~ bcn r,r:i ... ::::~;, (L: mo
r:o o J_c· r mn c r,.G:t.ri ,_.rl·>; us ;nfo; ..... ~; nc-lnc;
f /l•)"( 1(iiíJn .. ;
') Vr.lor d. cu;o de cada intors:nado,
t, 1 [ •. /) !; ) O rntc:n cn_r o~ im,~vci; 11~
!V'•f i:•~oc!c; :;c.1~: f,_i .Q cm +ao n'1 custo to' -:1
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Ail i,·.o G?) Incluir•:.c-:io no rntc!o 11-:; :re'.l:;
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§ Pl No ;•cJ,, r,r ~• d>, 1', 1:c1 1:•,
pr:'70 rr .1v•inn:· -~,, -r:o -;~(. 1 :i t. '
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d o { t de !ll r • l ' •
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0 Sº) rrcs nr1. i te.""· ., ... r· ttr:.r,~ ir~~" ·~lP-
nl'; r. Cbrn ~e,: in;c.i,;,i-1 l::<.1.J, •1•i :1t·m.r.':'
do rc-0111t:iclo d..s r ·'~:n:1(ÍQ<; frf-l<:.
§ 30) 0ri dado um 1ec;'o ?« cAC !i
pes{GS C01o p° de 1:a ! n ! 6 Con
t i·ji.,,.?lcf10 d3 Melhoria (C. .) imóv!s be
nrficindos.
S F Ç O I I - D O PARCELAMENTO
Artfr,:, rr") o r:• .... t l~:
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çfio de Il~<'lh•rln (C. r,'.. l, ~ .. ·;'. .'.'.r i~ ! , ::"1
ut& G (sei:) presEegêcs mnsn!; ore fu
co·n vPncimcnto .. n 1r•.ir r•,· r11 . ,•,r,l r..i:,•
~-i i :·, 1' ,..;,.
1983
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1 :n Ar1
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na Cata ' ua Bub!c
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""·'· o Mr i o o e,_,
'frint:::" (~O> rt! •
:?.rJi~~.l.
Prefeitura Muncip d+ D!a V'ta E3'A.
co de ?<':,te C:r,'n c1o Sul, rc•: t!O?" (~• eo
r; do Sct·miro e Mil Noveccnos e Oiten.
1~ e Trf.s.
OS0 DIL!O ES LEITE
prefeito Municipl
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r; ·.-::
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O con:u.rso ccnstar:1. e:.~ r::5
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saxão p2ra a terceirzi : ... :-.:.•.;
... : é o curso de forma7. e"
:icomer:o rgr6ar dr
cru&ucod 4me:s
O prii--.~e:::o c1::rso iá l,:
marcada: come;s nó d:?
ieereiro de 3' " ...... • :-- ' ..
ris5a s
é'.,'.C:·:as dife-er,, C"' r;,1~r r'.J e:
ses. eis. ises
icgista, Escrivão, Is=to» .
oici, Agcate de Po!iig D.4
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nove:nbro. Para S8 inscr::v::, o
c2:1didato de:verá pre::nchêr e:;:'~·
gumtes -requisitos: se: b!·i;.,!;,..:J
pcssUir nível de escol::.ri~:.c a~:·
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Ontem, por volta dos 0,30 horas, o clda.
dão Nél!o Diório, agrimensor, pessoa das mais
gratas na comunidade, esteve em nossa Reda..
ção solfcitando que noticiássemos o fato ocor
rido no Hospital São Vicente do Paula, quando
foi expulso daquele locnl pelo médico Ely do
Araujo Bnrbosa, '.lOs gritos de fóm dn.qul v::i
,::abunclo. Não se admite um tratamento dessa
espécie entre pessoas civilizadas, oinda mo.is
quando se vê envolvido um médico e um clien
te do hospital. Todos sabem, em Bela Vista,
que Nélío Diório é uma pessoa responsável,
trabalhador, acreditamos que houve um mal
entendido, mas não podemos deixar de aten
der o pedido do cidadão que fez questão de
contar os fatos, para que a comunidade tome
conhecimento e julgue da melhor mane.Ira.
Eis as palavras de Nélio Diório:
A PEDIDO
EXPULSO DO HOSPITAL AOS GRITOS
Bem cedo, ali pelas 6 horas, levei uma
paciente ao Hospital, esposa de um funcioná
rio de minha firma. Não havia médico de
plantão. Voltei mais tarde, deixando a pacien
te num apartamento. Verüicando que a mes
ma ainda não havia sido atendida, reclamei
a uma das enfermeiras. Falei que sempre pa
guei o que o Hospital cobrava, esperando aten
dimento condizente. Reconheço que no momen
to estava nervoso e critiquei ásperamente o
hospital, mas doença é uma coisa grave, posso
até ter me excedido nas críticas. Neste interim
o médico Dr. Ely de Araujo Barbosa, que es
tava no local, perguntou me por que eu não
o avisara, falei que não tinha nada a avisar,
po!s as cnfermelras estavam sabendo do caso
e o atendimento ainda não fora feito. Em e
gu!da o médico, que ia atender a doente, vol
tou e gritando, o que chnmou a atenção de
todo o hospilul, me expulsou, de dedo em riste
dizendo "fora daqui eu varabndo", fendo
menção de me empurrar, cu pcrm::mcc! no mcs
mo local. Eu disse que só snlrla dnl! depois
ele ver n paciente ser atendida. A padente ficou
internado, mas nfio se justifico um m(dlco,
tldo e havido como humanitário, se alterar
ao ponlo de chamar um homem trabalhador
de vagabundo. Friso bem que, no domingo, o
filho dessa mesma paciente recebeu alta, sen
do muito bem tratado pel.1 Dra. Glaci e pelo
próprio hospital. Acho tudo muito justo, o
que nií.o se admite é um médico perder a ca
beça dentro de um hospital, se alterando no
ponto de grit:ir o expulsar um cidadão que
por força das circunstâncias se encontrava
nervoso.
A obrigação do médico, ainda mais quan
do no exercício de sua profissão, é a de aten
der os doentes e tratar bem a todos os que
o procuram. Deixo o meu protesto e também
a certeza, a minha certeza, de que nem todos
os médicos são iguais e eu continunrei sempre
disposto a ajudar o hospital. Ass. Nélio Dl6l'io.
Nota da Redação: As matérias publicadas A
PEDIDO são de inteira responsabilidade de
seus autores, nã.o exprimem a opinião do jor
nal, essa opinião é manifestada através de
Editoriais.
DR. FIORI MURANO
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Operador
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l
llJH.J; xJ
O c:1,1~j111110 M 1 :o<.111 - Am Ltin, que •
biuso no dia pp no crml Potro Rufino
Com r u 'cn II1o 1 ',1 l, 1, ,., 1 ' • }JI (
•(, ', .i ..
ENFIM to] mnacional
l lll (lf) àln. 7 do temhro 'o ,1: •
r,re, e 'Ili
com a prença dr rnle público.
i
11.rr•,Ai~ DO J1/'U 'fl"i(J'O
e f ltn <'º Ju1, nem rirlo•, nesse dia, muita pen
tr- Jll ,,,1 lr:Jun o íir.o.,luim' ntn.
1 on L'I.
1rni1r1 •cio- r,:10lfl; íl 'U'lllO • Nlltl•1, Dr. Hcnock
Cnhr·ltn de antnn o Sra., Dr. Oluvo Mnc.1-
renhas · Bth, D, Jons - Cleu::o, Dn.u!lo o
/Ut ,Jn.
'fAlrn.r.nr
mnrcnram presença: Dr, Itmr • GIcy, Dr.
e '0hilo . Jznlén, Rcinnltlo • Malsn, Belrnllo •
Li.Gin, corujn . Mnrizn, Guego o Cecllltl.
crncuwu
r,n· 16. ncomD!ln.hadn dos pais Ar! e Marin e
seu Lavo J011io n menina moça Lucienc.
NOTEI
curtindo o som de Alma Latina só de C(tmn
rotp: Dr. Pedro . Ledn, GaritJaldi • Sueli, Viei
m • Neu.zn e Dr. Ivan.
VI
também esparramando animação: Lui?. •. Ma
no, Mnnoel . JVfory, Bil.Ja • Nilza, Dora. Cnstrn•
na, Dr. Carlos, Adriana, Kiko, Florn, Loris,
Fernando Jorge, Timarn, Veronica, Lelé, Mi
rinm, Katio. Danise, Max, Solano e Manzete,
Mnrlt, Ester.
NOIVADOS
PorabenJzamos os casais que na semana pp.
colocaram nrgo!inlrns nn direita: Ten. Neto e
Valquíria Rodrigues o João Eduardo Lino o
Murilda MarJm Puchetn. TLm ... tim prá voces.
NOSSOS PARilBI'.:NS
ao Juiz de Dil'eito Dr-. Jonas, pelu maneira com
que cond12il1 os trabaU1os d:i 2~ Scs_"..'io
do Tribunal de Jurl em fü:lu Visto. Tambê:11
nossos elogios :10 promotol' DT. Obvo lfas::~.
renhas, ao ckiensor piiblico Dr. He:1ock Cn·
brit:1 de Simtana, advogados que utua,am.
Dr. Pedro Paimieri. Dr. v:m A. Costa M:~rqucs,
Dr. S&gio Perondi e Dr. Itanur (que fez su
~stréin, revehmdo-se um e:,ce1ente criminalis
t-0.) !
os JU!U
reo.llz:idos foram prestigiados com a presença
de grande público.
7 DE SETEiIBRO
foi comemorr.do na city com um bonito des
We esludnntil e do 10°RC.
:I
m. ?re.réturn )1tmic:p:1J (Ue ntrnvés do preleito
f.for.sJ D'llor: e; ·.._ Sec!ctlírir. de Educação
Sra. Cn! S-amene Mascarenhas e sua cqvi
pe p reincrurn aes si:nos d Ris Muni
cipal e Ensino apresentarem-se mio bem
i.:'.tio::-n:i:::do.:. -
s escolas Esta&uis desfilaram apresentando
carros léxicos c outrcs números interessan
ts.
PRO::"ESSOR
PftOFE3Sül
c~au,·aler e profE:ssor::i Regim. desfüarum com
seus alunes judocas, também do Grémio.
do Gr(rnlo, Se. T0fio Kalife anunciou que no
(lin 11 nle novembro dará um how no C!ub
o rnntor Nel"On C'rmr;.,kc". /q11:uclcm.
NATAÇO
O profesor Aldo Cimr comun!c qu 0""
+.mm Inteinr: nls de ntaço no G. •
mio.
r;to nío vnl sr uma felrn como ns ouo
VOo onhc, LÁ V tr; Brracns dos Municí
pio, Exp:/3o de Ar'; PI'stics, shows com
t',+e Ma {r1 !l"llih rlnn,,, i sensRcion'.l e a juvenh1de compareceu em
grande nümero :issim como nossas autoridades
ci,~is e militP.res, entre os quais o Cmt. do 10
RC Cei. Limn, a Sra. Ant.onia P. Melo, deleg1-
da de Ens.ino.
C ENCERR/!.MENTO
aco:1teceu' no dia 7 a entrega de Troféus às
eouiues vencedoras e logo após um grandioso
bilé animado pelo conjunto SOM DZ 6 de
Bela Vista. • - '
P,IBABl'.':NS
ao casal Lidia e Rlgoberto Velasquez por
completnrem 35 anos de e.asados no_ dia 28 pp.
ANIVE2;$,füiOS
13/9 Professora Mart-0 que nesse ma recebeu
t.:·•i1'.: li tl(l. !1,)-,Gr.age.m de seus alunos da
!_.__co}n Jo::on'm Mu:::-tinho. Ela merece.
J 119 :::
0
,nch.l~o da :;:::rota ,Tuli:ma Mllscarenhas.
G;i.rotn. Jeru.::! Corree, Luiza Z. lfam::da e
', Jd;.);-n:;-:: ::=:111;:. Felicld.Rdes ifü ...
SOü A TELICID4.nr; I'TíIDlDA, r,,,o vm,
TAnrr ,JAHAI<-,!
T:os 'um, hateu na poria
·t-,:,ci!e• ;1i:o c;,li:; ::,,brir
:e:sei au osso a saudzde que
vive ampguir.
Beteu de no com força
ra: dei üo insistiu
czzceu z cocada correndo
a pra sempre partiu
Purtiu d2:.xando escrito
Essas palavras Fatais:
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............. ~ :m -
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O o.bab:o assi.112.clo cfac'sr•:; c::Jê E-::t:a-:=~,.'
Cetra do Comi:sir;c Z..:z,
!mó~·,·is, C2ii:C:. 1.250.
C(}ST r OE vrn
JO '·
PAr.:rnr. ·s
0s coordenadores do O Domingo € o,
Sqt Av!ia e PSdio B!à Vi a O prosrm ~
sadio e divi rido: mh: a o O pr» n
a tuv!tule
Retcocdo
li. vista do que publicou e Tribuna da
Fronteira de 5 date ms. n° 662 cor},ç?
titulo: VEREADORES TERÃO DI: DEV
VER DINHEIRO, lorn?.-sc. neces~'.'rln uma
retificação do que a plicou.
Como eK•vereador o o primeiro eit'.ldo r:a
notícia, cumpre-me e:pôr ao púbiico cm zral
que cumnrl a do.ermineco do Colando Ti
bunal :"I '.ÚJ de Janeiro Gesto ano, cor.o adiante
se verá. ,4, dada
Este cv.so é com!)loxo e rsrns .a-se es . ·-
o :mo ele 198!, cujo desenlace fo! :). 11rovitlên~1.:1
elo ·Tribunal de Contas determinando a tle·O·
Juçi'o citada. . . • ubl!
Acontece porém, que a prov1cl!,n::w p :
cada excedeu da verclncle como passo a expor:
A 23 ele Dezembro de J.98::!, recebi do Pr
sidente da Câmara ofício n<> 169/82 comun'.C3n
do-me Instrução do Tribunal que ou tene. .º
prazo até o dia 31 de .)aneir? de. 1963 parn
fazer a devolução das impord:inc1as paga? n
maior (subsídios) referentes aos exercfr10s
como segue;
Ano de 1981 CrS 65.701,72
Ano de 1082 CrS 64.382,13
Soma CrS 130.088,85 .
Sendo que V. Excia. poderá fazer o recolhi
mento parcelado, o exercício de 1981. ~té o
da 31 de dezembro de 1982 e o exercic10 de
1982 até o di1 31 de janeiro de 1983
1
Era o
aue continha no offcio sem aue os n"m"%5
corresnondessem a exat1aao d2l, 1mpo. tfu.1..,,n
a recolher. _
Dada a exiguidade do JJr::tzo e a expressao
poderá, conclui que a intenção cl.Qs Sen~ore~
conselheiros do Tribunal era 1 de facilitar
aos vereadores a re::;tituição em parcelas da
importância total, mas opinei pe'.o pa_gamento
único no dia final marc::ido. Ass1m fiz.
A 28 ãe janeiro de 1983 fui n agéncic1. do
Bane.o do Brasil (tres dias de antecedência,
portanto) e iiz o recoUlimento dl,i1?po1·tãnci~
de CrS 113.9:l8,55 à conta da Prefeitura Mum
cipal de Bela Vista, quantia certa do excso
• recebido por mim e sei que meus colegas c1
tados também recolheram em datas diversas
o aue lhes correspondiam, comunicando ime
diatamente em carta ao Sr. Prefeito Muni
cipal o recolhimento citado,,não deL,ando ele
recriminar a ação da Mesa da Câmara e das
S:i:s. Vereadores Que votaram em tão escan
dalosa. resolução que resultou na vergonha
por que passamos com a providêncln do Tri
bunal.
Entretanto. a 21 de junho d2sb :mo rec::bi
do Sr. Conselhelo Prczidn'e o T;-:+! o •
O., TC/MS N? 025/87 zcnicnd-:e +2:
por dcc:são simp!cs Si/e~ .::.; J.i O'! '.l3 2 ,:- ...
J!'
Necessária
dr>snncho cxnr<'ia do Exm.o. Sr. Com
1
,lhelr:i
He!o Peliuffo As {Is. 45 do Plutório d fns
pção, procesca 'TC-1705/91 fic» V. Sa. notifi.
cado para no prazo do ?0 dias devo!vr aos
Cofre-, Público:; "· imnorí P.n~;n cio C <:. !l.811,11
recebidos ~ mn•m· a l ítulo el:, sub· !(:ks nos
me~es de mr-rc'l e abril de Hl!li.
Fiouei confuso cem '..! nova cobrnra de
cois::,, já a2 cm jar?iro quando ainda verea
dor d" Cf1m::.rra de Ben Vi3ta.
Resolvi ir-me a C:2mpo Gr:mc1e 110, primei.
ros d1as de julho para fao:er Pxplico:;ão p:~sc
3
t
nos responsávei.; pela exccuç1io c!:1 D::ci•.~o
Simples 51/83 e fui recebido P<'lo Dr. José
Aédo CumJlo, assessor do Grbin'?lc d:. Presl,
clenc.in do TC que com muito intP.res,,, ouviu
me, leu P.tencio:;amente o relatório à 1 comissio
de avorig-unçl'ío sobre o subsídio correto dos
S!'s. vere;i.dores requerida h Mesa d1 Câmara,
àa auni fui o nresidcntc e ou.tros documcl"'•m
os quais ach;,u bons e oporlunos, tudo di~ei'.
tinho; emrqruei-lh: um xcrox do rec!i-Jo nº
047 do B:mco elo Brasil referente no pa~amen
to total devié!o por mün o õ:Ci que meu.~ cole
gs citados também recolheram o que !hes
correspondiam. O Sr. Dr.Camilo fez-rr.2 assinar
um Of. diri:;-ido ao Sr. Fresidente do TC. o
recolhimento citado. pois até aquela data :,in
da não tinha sido recebido pelo órg.°'"10 nenhu,
ma comunicaçi'o da C:'.!mar::i. ou Prefeitura.
Como o povo de Bela Vista pode ver, d:,.s ::,s in1nortâncias recêbidas a rnalcr
rcnh:1 o '11:ibuna.1 de Contas ou ouem de di.ei
to, tr:1z3r à. in:mrema c.!e Camuo· Gn.nde e ou·
tros mun'.cipics, '9ubliciclacle • de cois2 liqui·
da'a.
Vistn :l3/CC/33
c.±i: !·:ira :±'o
E::Vera'o do F±
nora sr ano.a e. a ro.. os.a.1. s ai.. a « a «s ue- o + , - -e
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