.,, % ,,, frnA ~ J _ -- m: J flNÃÍS--·- -~ er o r;d1tor: ! V ALUO l'ti.E!,lt' • i/4"' do Em torrei p,,ndl:n<:íu c•nví:.d..1 u ,.s!c jornr,l, 0 T,in tório Municipal do PMDB, trvés de eu presidente Ildefonso Pinheiro, t' Stcrt,Úriu, ieatdo de Vasconcelos, comunica que o Gover­ no do Estado tendeu diversas reivindicações du•; Jltkr.1n1;us cio p:1rido que t tiveram cm Campo Grande, no último dia 2.±, em uudrênciu com o Governa! r Wilon I'arhosa M:'·ns . epundo c a cor pondêncin, as ohras q. o Governo do tudo exccu. l .t ,1•1 '..} .. u VLt'..l As mulheres. atualmente, conquistam es­ pnços imponnntes cm diversos setores da co­ rnuntdadc. no comércio, Jndústrla. advocacia. Joi nnl!srno, ele. Sem falar na diretora deste jornal, M'ria Estela Velasquez Pereira, que milita também nu inctüstrin grúfica; cm /lia são as seguintes: Encasalhameto da rodovia Municipal das Caieiras; Reparo na rodovia Iela Vista a Carntol; f:t p· ro', na rodovia Di (tGJJ, 1rnho Dela Vi,ta :i J,1«'im; nrcon,ln11fü, de todas as pontes e bueiros da Rodovia Apapo­ ri>; Euvio d!l [q11ip::1r.rnto, 1n1'..dico, odontol.'.J. g-icos; Suprimento com remédios para o Po· to de Saúde; Envio de Verba pera compra de com­ l:u~tívcl para a l'olícia Joc:.il; rou•,n,~:;,, ti,· um:. ponte de concreto sobre o Tiio , p:i, "" r du, 1·1 qiisiam espaços im Rocha tle Oliveira, empresária em Bela Vi<.ta; 1.iney do Vale GonH·s, vereadora em Jardim; Dra, /z.Rléa Ocarlz, presidente do Hosp11ul Süo Vicente de Paula e tantas outras que traba. lham firme, rompendo barreiras c conlribuin do decisivamente para o progresso e bem es- Úl' )' 1 tr r .. () e un. Gin ro 'e ... 1 •. , ' . tar do povo da repio Merece rcp!stro e pecial o tr:·,b.1lhn rlr rn volv:rl<> J),.1. <; : cl··o ERA 1OURE:RO T J O I IIM11 ~ : J' . , , 1 n 1" n:i Cem + cha Vista e que v eram, o mitn uta o crific mercenio o e±to e a consideraco do povo bel. S:io l!'- ÚflÍ( ., ' ;•eh·,,, tl : 1 ,. e otícia de peso com sensibilidade, respeito e mtta ética dig: , ofi: @o e valorizam o trabalho cln i m pr , stro ó () rC• nuiher nn comunidade. Este reR! ,,, 1 t(l cl<" (tllt'h' qllt: !-,11JCffi CO phtm+em1o 4e a • +t: Se ( i',, li e, nqut.~1 ir uma pos1çüo n< s .1 • º1 i1,o ' ' ' • • ln" uindo. n,:1 s < ,, ''1Cl • cl contlitos e divergenc ,, • ndo mn lH l . ---~----------------------------------- Dia: 09/ Out. / 83 - 8:00 horas JOGOS RECREATIVOS CANTIGAS DE RODA PASSEIO A CAVALO CABO DE GUERRA CORDA P / PULAR BASQUETEBOL AMARELINHAS Local: Grêmio Pedro Rufino BELA VISTA - PING PONG FUTEBOL DE SALAO CARNAVAL VOLEIBOL NATAÇAO DA1'1A ETC. 7% ..... ,;-.·.·.~, './ geram#cana,g -- .) PARTICIPE PROiUOl;JO Sccrct:?rin de Desenvolvimento Social Dcpr.rtnmcnto F.stvduul. de Desporto Grfünio Pcclro Rufino Prefeitura lllunicipal J0. 0 Regimento ele Cuvulnria • -- --- r---------- 1 l EST!:'IICA E P.CP JRADOfll :.:,...ç a:; APOIO Escolas da Rede Estndunl e lIunicipal Rádio a Vóz do Apa Rede Bclavistcns.c de Jornais 1 lresistas ia latrior: Canori 9M283. A semente plantada por IIurio Gusmão, de Novo Hamburgo (RS), primeiro presidente da Associação Brasileira de Jornais do Interior (ABRAJORI frutificou e os jornalistas inte­ noranos estão colhendo os primeiros frutos. Não é preciso enfocar o que signüicou para os pequenos jornais a união da imprensa in· teriorana, não só no seu aspecto técnico com 'a troca ele experiências, mas. rnbretud'o, no que se refere ao reconhecimento da forca do jornal do interior como midia, fato este· hoje reconbeciclo até pelo Governo Federal e gran des agências de publiciâade. • Mais uma vez os diretores de jornais do interior do Brasil vão se reunir para debater assuntos de interesse da classe, desta , feita no acolhedor balneário de Camboriú, em San ta tatarina, onde reuUzar-se•á o IV Congresso ela ABRAJORI. Nos dias 12, 13 e 14 de novembro Ca.mbo­ riú receberá milhares de diretores de jornais, entre os quais estarão os representantes da Rede Belavistense de Jornais, empresa que edita seis semanários e que sempre batalhou pela imprensa interio,rana, por reconhecer que nesta está espe1hada a tradição, cultura, for­ ça e ideal do homem do interior. Estarão em Camboriú o jornalista Ivaldo I'.ereira, Maria Estela Velasquez Pereira, João Carlos· Velasqucz, Gllson Silva S:rntos; o nosso ccmpanheiro José de Alencar Di Piero, do jor, na! "A RE'I'iRADA DA LAGUNA" e o nosso ex colaborador, hoje diretor-proprietário dos ,jornais "TRIBUNA POPULAR" e ''A VOZ D:'­ FRONTEIRA", Alvaro Pereira, que repr!:senla- rão os jornais da região n3 Congresso. Na ultimação do programa est:io empenha­ dos, além da ABRAJORI, a S!:cretaria de 'i'uris­ mo de Santa Catarina, o Bureau Catarinensc de Congressos, a .Secretaria de Turismo do mu­ nicpio de Camb:>riú. a CA1'IBCRIUTUR, o Sin­ dicato de Hoteis, Eares e Similares de Cambo­ riú além da Comissão Central, das Comissões e da equipe de Coordenação. O Tema Central versará sobre: Atlminisn-a­ ção de Jo.rnais do Interior .na atual conjunt.!.rn. Be.la Vistn, Jardim, Porto Murtinho, Aulo:1io João, Bonito, Guia Lopes da Lag,.ina e f1,rnm­ bai estarão representadas no Congrssa. ±pro­ veitamos a oportunidade para solicitar i:s Pre1ei turas Municipais desses mut1iCÍ!)iOs n rerr_e;;sa urgente de material, p:ira dh·ulgaç~o no Con­ gresso, tais como históricos, folhct:s, foto , etc, para Rede Bclavistcnse de Jornais, Rua d:i Re­ pública 268, Bela Vista - 1IS. Fonc: 439-14.10. ~ ffi) -~ ) CURSO DE FOR'.VíAÇÃO DE O?1CIA1S DA POLICÍA :1.IILIL'R àe~;ina-se a pr'c?orar oficiais que ocupar:io ,.;, postos i 1ichb t1:, e~ r­ reira poÍicial-mnitnr. o[uecendo-1he amplas possibilidades de acesso aos diversos postos na hierarquia Po1icial-'..lilitar. Oferece: 1 l i t FACE ORELHAS, PALPEBRAS. N~~IZ, COURO CABELUDO, SElOS P,.:~m0., 1 E:VI., :VIAOS E N!P..'fI3ROS. lNCUJSAO DE­ LICONE PEELING C1CATRIZES. 'IU­ MoREs b PELE QUEIMADUyS."I DENTADOS, DEFEITOS CONGENITOS (?vIAOS. PS. FENDA PALATINA. LA­ BIO bEPOnINO) úU:'.ERAS DE ME­ BROS n.TAGRECTI.ITITO • O Grêm.io d:;s Subte:1er:es e Sar,:;;en- ' tos Pedro Rufino, através de sua diretoria vem a público expor o seguinte: 1 - Consiclcr:1n:l.o que {lli!!l:?.:11en-..! alguns menores vem catendo uma série de disabores, não sá a Diretoria. mas ac: sé cios: 2- Considerando que ztritos e desa­ vens prejudicam a harmonia existente no éib; 3 . Considerando aue todos os funcio­ uários e mrmbro- i~et(,.b mc:-eccm RES!'ElTD e to:1sicb:a: :'ao: Atende em: Bela Vista: Rua Antonio .To, • S/"' 00 lado da Farmácia Modcrn.1 ao +, d d d (úllima 5.o e Ci.a Feira e Suba o e ca m&s). URGE'.'11 - Urgência Médica RUA 14 DE JULHO 1.20 7 CENTRO - FONE 624.-1631 PL/NTAO: 24 HOfüS POR DIA _ s 115.rio Jnicial de 400.000,00 _ A::sisléncia mí,dica, odontológica e hospitalar- pora toda a família. - Alojamento - Alimentação Cursos nas Escolas de Formação de Oficiais da Policia )11ililar de outros Estados. EXIGE: Ser brasileiro nato; solteiro; ter entre 17 e 25 anos de itlacie. (27 ~:::s p/os milit. da ativa}; ter concluído o2Grau: ter no mínimo 1,65m 'de ,l:ura: n5.o registrar antecedentes criminais; esar em db com as obrigações eleilorc.is e mi­ !it;:re:;:; ?1áo estar "sub-júd.ice" ou resp:mdendo ,i in:.uéd:o cu proces:;o; para ::;<; militares da ~ .va-. não ter sofrido qualquer sanç:io discipli­ :'.l.r grave. ncs últimos 3 a."los; e para cs meno­ res de idade. ter o consentLrnen .oo do:; pais ou tutor. INSC ICAO: Fe~iodo é.e 3 2. 14 de Outubro/83, no: Ccnt~:.- de !:ormê.ção e Apeneiçoame. '.o Praças (CEFAP). na Rua 24 de Outubro, 25 -- C:squ.na a Av. 31 de .:Iart;.Q. I:OC~:.I=.;'I'CS PARA I?SCR1ÇÃO: RESOLVE A ratir desta data qualquer ato te. cahaude; de écio, convidado cu freqz:na­ ta!or, seja menor ou Culto, que prei!­ dicar harmonia existente, seis ao ar­ que aquático, sei ns salo de bailes. ser ieit a EXPULSO do cuadrs Socl!. A/HET0R1A Carteira de Idc'.'l.tidad::- de n.o - Cmnrovante d rccolhirr.ento dn taxa de in:;criçf.o no ,·alor de CrS 4.800 00 (Quatro mil e oitocentos cruzeiros) CONCURSO Ac provas escritas no período cie 8 o. 1 !. de J a::2iro/!½. serão o?lic.adas pela Universidade Federal de !fato Grosso do Sul, juntamente c.om o Concurso Vestibular Uniíic.ado. ' Veredor ludionr Rodrigues • PDS Requeiro n Me ouvido o J,l(,ní,rio :1' hr- mn regimental par que seja cnd ri' rJ,, rxr ' - diente ao Exmo. Senhor Governador do Esta­ do, olleitando de ua ' .e, ll11 í.,. 1 1 '·• úBl.lC/ S/N • DEI.J vlSTA (MS) Pndrilo i:Ie Quruldndc, prêço e rapidez ... O ANO t,: DE TRABALHO,~ DE r,;CONOl'lnA, FA ÇA UM.A OPÇÃO INTELIGEl"TI:. l}.!PIU:SSOS t COM A GMF!CA E EDITORA APA. Brasllia (EBN) - Tem muito vngabundo fol:mdo cm nome do tra­ balhador, alertou o mi!1istro do Planejamento, Dlfin Neto, na cntre­ vlsin que co'nccdcu cm Brnsílin à Rúdio Jo'em Pnn, de São Paulo, quando garnntiu que scrin 1:Jmcntável a não :iprov.iç:io do decreto-lei n.o 2.0-l5, cuja recusa, segundo ele, pro'ocará custos sccini~ gig,mtcsco-;. e desemprego monumental. - Será umn tragédia para o trabalhador garantiu o ministro, que aconselhou o operário a desconfiar elo demagogo que, qua,do oferece um lngo azul, a piscina Est:í vazio. Ele aceilou que! qunndo o traba­ lhador fala cm nome do trabalhador, é precisJ respeitar, mas quando o demagogo fala cm nome do trabalhador. é preciso desconfiar. - A tragédia do trabalhador é a 'anguarda que, pretendo dema­ gogicamente proteger o trabal_hador. está colocando-o numa situação lnsa!lável de desemprego - disse Deliin Neto. Ele afirmou ninda que é preciso ser multo duro para imaginar que o governo proporia uma çoisa contra o trabalhador. O Decreto 2.045, segundo o ministro, é fundamental para a política de combate a inflação. Ele explicou que é ilusfto pensar de inflação, 0 salário real cresça, porque o que interessa ao trabalhador, é o que ele 'Pode comprar com o seu salário. - :t: o que estamos procurando fazer - continuou Delfin Neto - é que 1 ps dois: preços e salários - cresçam m1nos e os preços ainda menos, de tal forma que o trabalhador tenha uma melhoria na sua vida num pe­ ríodo relativamente curto, de doze meses ou alguma coisa como essa. Kequeir J;Jn rrr,,cn' nt .me • Mato Groso do Sul nhor J>r<:ftito ~.1un, ral do Dersul, olici construção de uma no C:ipcl, nn rodovia qu,, , , r , 1 , de C.ir:1col e l'orto . 1'11 t.· l't • YOntamcnto de ntcrro < rn uproxlm,.L m II lJ Curn~ol e o de: t.•<. ·n ,,t, 11 " de S.io Cn1 los. Just!f!cntiv·1: Senhor Presidcnte, Senhor É, notório o péssimo estado de c0:+ que se encontra a clti:rl.1 fº' • • ctit:,io de trúíc,:,,. Sabcmos nós que cm época de eh: ' rcnclnls, o córrcg,> Capei tranb.rd , . ponte, imp<.;dindo (J trinito pr uquei 1 ,!,, via, i f :T" 1 d ,, ', l ,e 11 p' tre desa indica ;ao que o Senh- l 1 r,u, iid. ~· (' l<.1 • j!1dd". : ,) !,l r , .. 1 d+ S s d4 Cimar Mfunlcipa] d ;' E· .,. •l S I rnl tn d,· 1rn..1 n."(',D, no rns er m: t a ouvido o Plenário, a io ! M{oca d Prote.te Dire _ao da Ener. d •. 1 r "' ) > J' mo atendimento no for. r;,,, !"",' rdo ri,· r. , ris ltrica ne ·a cidade, aue n.feliz:ente e tá :o tornando crôico e endé. "11!e.> h,1p ,·1 lo • t'lll1',l:tntr i11•~rrup1;üc, (11 , l'f, rida energia, fora, funestos danos que vem < c.1:,l< nr11.clo , m 1,p::relho.; ,ll' tocb n pGpulnr;I) be!vi=tone. rndo &rios prejuízos de gran­ de monta, conforme declaração em anexo de zo­ mente um usuário, apenas para ilustração real " u:ncrct:1 do~ rente: Gilson Silva Santos Depto. C:rculai;ilo: Marílene Marin REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira ASSTNAT"uRAS Bela Vista: anual 6.000,00 Demais ~'Iunicípios 9.000,00 FUNDADOR: Ivaldo Pereira Um órgão da Rede Bel:i.vistensc de Jornais LI.da. Representante em São Paulo, Rio de Janeiro Tábula Veículos de Comunicação s/c Ltda . . . Rua Sete de Abril. 282. 5º andar. Conj. 54 - Tels: (Oll) 255.2579 e 255.3492 - São P:mlo (SP). Fiiiado à ADJORI e ABRAJORI Ir.· IJ ,. - __, - CF'r Serviço a la carie - 1 ebic 2s ru:cr~ír ('):f~ 11(' oc'ado R 1 • t l}I ,,VJF t'D• Ponto de Encontro da Sociedade Fronteiriça BELA VISTI - lazrr • F< n ,- PIRiGU U » e o . a a ·········•··•········ ••••-• -•••••-••·••--- "-"'••-•~--•••••••••--••· .. _,_,_ ... l o«o«e o Ta. ,[,mu ------------------ ~---------·--------------·-------- Agora não há mais EM JARDIM ATENDENDO TODA A REGIAO: "ARTEMAQ" j«sistncla 'Técnica em Máquinas de Ecrtt6rlo • Manual o Eletr6ni ! • COMPRA E VENDA DE MAQUINAS USADAS . , CONSEllTA-SE AR CONDICIONADO se voe mora cm Pela Vista, Don!to, Porto Murttnho, Gula Lopes ou Nl-0i,,que-., traga 11 4quina de rnartbli e a tarde já esla.rú J)(ooto. Servlç<><, do Qualldnde. rua m Rua Tenente Bernardes, 430 -- JARDIM M!S. R PROFISSI -- A D V o e A e I A i:::scrltórlo: / v Rio Branco 187 - Fone 305 ort. ANTONIO r,_ no "ltSCIMENTO ADVOGADO crc 006.474.381-00 - OAB-MS 2.809 caw,as Civeis, Criminais, questão de Terras, Direito de Família e Trabalhusta. Residência: Av. ruo Branco 193 ?0.280 • Pot , I ,egallznçio de Terras. , F..scr!t.: Rua Antonlo Maria Coelho, 47A~ • Fone: 439-1395 ' Residência: Rua Cµiabá, 468 BELA VISTA-MS. -----:- problema.s MANOEL RODRIGUES NEGMO E sCTorno rUriTICõ .Nelson Chagas Advogado Causas Trabalhista, Crimlnal, Comercial, Cível (problemas-fa.mfi!M terras, inventários, cobranças, etc. Rua Dr. Ary Coelho Oliveira, 660 Fane: 2121 - JARDIM - MS. ão 15EE"" de Freitas te P do Freitas lcldc M. S. Alves ADVOGADOS Ê Maracojú nº 961 ls. (067) 624-4380 (067) 624-7087 s.: Tel. 624-7021 Campo Gmndo MAt-0 Grosso do Sul. Escritório em Jardim: Av. Mato Grosso Advogado • " Rua Taneute Bernardes, 2558 OEP 79.240 - JARDIM • MS ------------·------ - scR7III0 DE 7 0c7IR· Dr. Pedro José Palmtérl LêgallzaQão de Terras, Inventártos. e Causas Crimtna!s (Jurt) Rua 16 de Novembro, 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA - IMS. - R DR. JOS!t ATANASIO NETO Advogado OAB - MS - 1579 Avenida Duque de Caxlns, 780 Caixa Postal 31 - JARDIM - MS. DR. ADHEMAR í'.ODOY Advogado -- • ·-~ - ---.~.~--~·."'"'1~~-~tri-~ Cnusns Clvets, Criminais, PrOb1eras de Tel'TllS. Inventários. Rua CUinbá, 350 BELA VISTA - MS. t ). . DR. FIORT MURANO Médico Clínica de Scnhóras e Crianças Operador cr-u· :152 - Fone: 439 1264 - CPF or::R20:l5J Rua 15 e Novembro 75 BELA VISTA MS _ CLINICA POPULAR . das 7 às .11 horas 1, IS/.N - • 1 . vR. JOEJ.SON • MARTINEZ PEIXOTO f: Advogado EScntório: Rua 1.° de Maio. 357 JARDIM- M1tl'O GROSSO 00 SUL ------------------ DR. RICARDO REGO Advogado Inventários - L!gallzação de. Terras Antonio João MS. ESCRITORIO DE ADVOCACIA Dr. Sérgio Roberto Perond1 Advogado Causas Civeis - Direito Agrárlo Inventários Escritório: Prnca Alvaro Mascarenhas BELA VISTA - MS. Concentração de Prejudica unidade O Deputado Ruben Figueiró tez da trt. na da 'Amara uma lonr nnilio obre nas ter­ rivei consequncias que advir#o h I7nu(dle Nacional omn o niilmento dos funleplos e dos E!dos se for mantida conventraco da renda tributárln ns mos da União e pre. conizou a necessidade da reforma do Códipo Tributário Nacional para atender um imperat­ vo da realidade brasileira e um apelo cnden te de todos os Governadores do Estados o Pre roHM Munidpnis. Lc'vnntou Flgucir6 rínro li no; riur clrvrm i:;rr levados r-m conta para o restabelecimento do Sistema Federativo o na rcahllil nc;-fio cln rn,i, de das finanças estnduais e municipais e enu­ morou os: I . l1Alor pnrttclpn<;t:ío dM ~lfnniclptos nn nrrC'cndnç5o tribul(irln, n rxcmplo do que ocor re nos países de trndição democrática e de«en volvimrnto c-conômlco, onde n. p:1rl lclp:i.cilo das ndminlstrnçõcs locais no produto global das rendas públicas chega n ser do 40%, cir­ cunstncia que evidencia n rsl1'gio prlm:'lrlo e lnndequndo cm que nos encon!rnmos; II . Maior aglllznçfto dn<; t rnmf('r(Jnchs de recursos nos municlpios, pela Unifio e pe­ los Estados. incondicionndos à vlnculnçõrs de capital ou a pror;ramas de governo, como forma de propiciar mnlor liberdade nn ('XC­ cução orçamentária; III . Dimlnulçüo ou cxtlnçio de lransf<'• rênclns de encargos próprios a., Uniito e dos Estados aos Munlc!plos, como relativos edu­ caçfio, à Eoúde pública, ? segurança, fornect­ mentos de prédios e !nstalaçôf'" o rcpartlcões Três boas razões Para você referir 1s 0ss0s itressos 1) Qualidade 2) Preço 3) Rapidez l l I l renda Nacional estaduais e !eclcrnl!i ele . IV . Concessão de Financiamentos aos Municípios com encargos subsidiados, bem como a Implantação de linhas de créditos s­ pecíficos para a implantação de planos urba· nos de mclhorumcntos; v . TronsfcrCncto, pnrr1 os Munlclplos, do serviço de tr:lnsito e da arrnca.dnç:io dos tr!· butos dele decorrentes, já que a construção e a manutenção das vias públicas suo por eles :ruportadas. Concluindo o seu pronunclomenlo, Figuei­ ró solidarizou.se com os bravos adminislrodo res estaduais e municipais, dizendo que sobre eles repousam graves responsabilidades e con tra os quais incide terrível abandono por par­ te do Gôverno Federal que, dos mumc1p1os tudo tira, e pouco, quase nada, oferece cm lroca. ae Manfredo de cidadão o concede Geisel Com assinatura da maioria dos Deputados Estaduais, tramita em regime de urg&nda na Assembléia Legislativa, projeto de resolução do Deputado Manfredo Corra, concedendo o título' de cidadão de lIato Gros:;o do Sul ao ex­ Presidente da República, Err.esto Geisel. Esta é uma justa homenagem q_ue o povo deste Estado presta aquele que, na condição de Presidente da República, materializou o sonho acalentado há mais de meio século pe­ los dlvisionistas, explica o p3rlamentar pedes-­ sista, lembrando que nenhuma homenagem sig­ nificativa até agora foi prestada a Geisel arés e. asS-inatura da lei complementar n.o 31, que criou o Mato Grosso do Sul. O Legislativo Estadual está semível a pon• deraçii..o de Manfredo Corrêa, tanto que o Pro­ jeto de resolução retrata a assinatura da maio­ ria expressiva dos Parlamentare:; dos doLs par­ tidos. RTES E , .... "NA RONE VOCE SEMPRE COMPRA GRANDES VANTAGENS, SE."11: FALAR NA QUALIDADE DOS NOSSOS PRODUTOS" - ARTES E DECORAÇõES RONE CORTINAS, CARPETES, BOX PARA BANHEmos, TECIDOS PARA DECORAÇÃO (FABRICAÇÃO PROPRIA) TOLDOS - TAPETES - SECADOR - PA RA APARTAMENTOS. DECORAÇÕES RONE: A OPORTUNIDADE PARA VOCE DAR AQUELE TOQUE ESPECI Af... NO LOCAL MAIS IMPORTANTE DE SUA VIDA: O SEU LAR. r· ·,,.. 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Tou:, .. rizodos: Cm::: e:• de ma­ dcira, coberta de 1.elh:is, com divcr,o: comparti­ mentos, e o rc,pcctivo lote onde e 1contr:1-::c edificada determinado sob o n." 01 c,a qu~dr:i 52, terreno de esquina, com 20 metros para a rua Mato Grosso e 23.50 para a rua Cândido tfori.::no. avaliado em Cr<' 1.500.COO.OO, 'alor '. .,:· IM l) "mno }!t,'R:i'I!l'IO - Km j.J Escritório: Ar. Duo_ue de Caxias 99 - Jardim MS. Dour?.dos Rua Jo'.:!quLm Teixeira Alves 1985 1 . -.-.-- -. 2-:t::.-- is n FR ------...... os O que mudou em Mato Grosso do Sul nos ltimos seis meses? Como um Governador que ao assumir o comando desnuda de tal forma ns dificuldades do Etado que chena a preocupar o mal pa­ cato cidadão, pode seis meses depois concla­ mar a todos ao trabalho, com n confiança de quem encontrou a saída e tem tudo sob contro !e? 1 verdade que a saída apontada pelo no­ vo governo depende muito da participação efe. tivn de tocln n soei dnde na busca de soluções pr1 lcai; e conrrctnc, pnrn os problemns que nos afligem. Mas é verdade também que cst apoio h criatividade o força de vontade du população já vem respaldndo por uma série de medidas em execução, muitas delas unun clndns por governos anteriores, mas pela pri: meir vez postas em prática do form 1. decl­ dtdu e conscq11rntc. Ao~ mnls simpllsins poderia porccrr que a sltunçüo ndrnlnistrnllvn e flnancclrn do E­ tndo nr,o crn nflnnl tão r,rnve qunnto se npro• oou, Ou cntío, que basta ascender ao poder um governo r,•nlmrntc dcmocrútlco para qu~ todas nas soluções pareçam como num passe elo mi1glcn. Mns umu simples folheado nos jornnis do 15 elo março olé hoje, revclnní que o que ncontcccu de fato nesses últimos Rei.; meses cm Mnto Grosso do SuJ foi uma herói­ cn corrldn contra o tempo e a crise, contra o imobilismo e n má vontndc, contra n ineficlên cln e n corrupçiío. E 11 fnvor do interesse pú­ blico e do futuro do Eslndo. Para a maioria dn populaçfio, restava npt'­ ·rouap so)1ao suouoy so onb .1.1adso SUu O documento "Educação paro a Democra­ cia", que publicamos na íntegra, foi clnboraelo e está sendo divulgado pela Secretaria de Edu­ cação, com o objetivo de estimular o debntc a cerca dos problemas educacionais, envolven do todos os segmentos representativos da co­ munidade escolar para possibilitar a formu­ lação ele uma polltica educacional pura o Es­ tado. Esse debate, que já está sendo desenvol vido em c:liversns localidades. culminará com o 1° Congresso Estadual de "Educação para a Democracia", em novembro, criando-se as condições necessárias à concretização dessa política. Publicamos na integra esse documento, para que voce o leia e passe adiante. O Brasil vive hoje, um processo de aber­ tura democrática, que exige de todos uma pos­ tura capaz de consolidá-la através da cons­ trução de uma sociedade mais humana, justa e solidária. A Educação deve exercer sua fUnção nes­ sa tarefa, assumindo os valores democráti· cos e possibilitando ao povo o exercício da li­ berdade com os seus direitos e responsabili­ dades. Por outro lado, o País atravessa atualmen te, uma 'das maiores crises sócio-t!conô­ micas de sua história, com enorme divida ex­ terna, inflação galopante, recessão económica e modelo econOmico concentrador de renda, deixando em sua esteira legiões de desempre­ gados, multidões de crianças abandonadas, graves demiveis sociais e todas as iniquida­ des g·eradas pela falta de Justiça Social.! C nosso Estodo, também, encontra-se às voltas com enorme divida pública, que di­ ficult, tremendamente as açõe~ de Governo. A Educação, como fator social, não está imune aos ref'.exos da crise e sofre intensa­ mente suas consequências. Faltam verbas ma­ ra a área educacional que, então, não pode atender à dem:mda de vagas nas escolas, pre­ servar a oualidade do ensino nes sequer retri­ buir adequadamente e magistério. O educan. do, por sua vez, enfrentando tod asorte de di­ ficuldades econômicas e sociais. não apresw ta condições necessárias ao aprendizado e, em grande parte, evade da escola por necessidade de scbrevivência ou por desestunulo motiva­ do pela repetência. o momento, portanto, é de reflexão. A Educação, apesar àas dificuldades, deve representar fator primordial na superação da própria crise, executando uma pol!bca educa- 7u camente no pleito de 15 de novembro encon trasem logo os meios de superar as dificul­ dados iniciais para poderem viabilizar as trans formações anunciadas na campanha eleitoral. Dirigindo-se a Brasilla como quem repre­ nta um Etado e não mais um partido e sen do recebidos com a seriedade que o momento nacionnl cxipe, o Governador e sua equipe con guIram obter junto ao Governo Federal o comprom!so de um apolo na administração de nosnus dívidas de forma a possibilitar um tratamento de cmerénci aos principais pon tos de estrangulamento. Através de incessantes negociações com os meios financeiros, Investidores, empreiteiros fornecedores; de um esforço especial para 1cr!Prnr n nrrccndnçilo ele t rlbutos e conter a cvasiio do divisas, o de uma nova postura d­ mlnlst ratlvn visando ci morallzuçfio e mnlor cllrll'!ncla tlr todos os órgãos do Estudo, con­ seguiu-se rcstnbelcccr n confiJnço no Gover­ no e gcrnr 1 ccursos mínimos necessários para reativar diversos setores de ntividndes e vla­ lJillzar os programas prioritários u curto c a médio prazo. Prlorlclnclc p:ira o ntual Governo ó tudo que resulte cm bcneflcios sociais imediatos, como a diminuição elos !nelices de desempre­ go, mnlor ncessso aos generos de primeira ne­ cessidade e mclhorin das condições de vida dn mnioria dn populaçio. Nesse sentido. os pbnos de uçio que começam n ser concretiza­ dos cm todas ns :Irens têm como objetivo esti­ mulnr o desenvolvimento económico do Es­ tndo e nmpliar as perspectivns de progresso social atrnvés do redimensionamento ele selo· cionnl que, realmente, sirva ao povo na busca de uma safda democrática para essa situação angustiante. . O conceito de Educação. portanto, não po­ de mais ficar confinado à idéia de simples transmissãod e conteúdos e de reprodução ele modelos {941{/: • - "Impõe-se assim, nova visão do educador, como elemento que possa permitir ao educan do a formulação de um pensamento critico da. realidade, possibilitando-lhe ser agente de transformações sociais. Em fnce disso, torna-se necessária ampla participação de todos nn elaboração de uma política educacional que atenda realmente aos anseios do povo de Mato Grosso do Sul e re­ presente sua contribuição para a consolidação da Democracia no Brasil. AUTONOMIA DA ESCOLA A escola pública, a par ele não ter alcan­ çado a autonomia necessária ao desempenho de sua função social, ainda sofreu sensível perda de prestigio na sociedade. Isso se deve, principalmente, a falta de recursos financeiros, a determinadas ingerên­ cias políticas e à ótica distorcida que vê na escola pública apenas refúgio dos mais caren­ tes, sem se preocupar com o grande fator de­ mocrático que representa dentro de uma socie dade de classes. Assim, a escola pública somente encon­ trará seu verdadeiro caminho conseguindo os meios necessários ao seu desenvolvimento, re­ cuperando sua identidade e eliminando as in­ tcrferêncir.s estranhas aos interesses da co­ munidade escolar. É íundamental, portanto, que a escola pú­ blica alcance sua autonomia, obtenha recursos e esteja impregnada de um ideal pedagógico oue constitua a base da tarefa educativa cu­ jo méritc deve ser a capacidade de instalar uma autêntico convivência democrática, que respeite o saber do educador e do educando, aceite as divergências de opinião, considere os interesses da comunidade, enfim, que seja ca­ n1z de formar homens com senso crítico cria- ti·c::, livres e conscientes. ' A SITüAÇÃO DO i!AGISTÉRIO A situação do magistério não é diferente daquela que vive a maioria dos assalariados brnsiieiros. A crise económica e social pela qual pas­ samos repercute no nível de vida e nas condi­ ções de trabalho do magistério, provocando, também, consequências negativas na qualida- res b{stcos como atide, cducaço, urança. Justiça, abastecimento etc. O que voce val ver nas páginas seguintes é a sintese dos trabalhos e dns prop tas de +envolvidas por todas as Secretaria de Et: do nestes primeiros seis me s de Governo d PMDD. Um trabalho que j m i seria por fv} scm o apoio constante de diverso utr ó. ão, como a Vice-Governadoria, C a Civ4, Cnsn Militar, /Ud!lorla Geral do E tde, Pro curadorla Geral de Jutiça e sem a participa­ pação direta e indireta de nossos parlam na­ res, prefeitos, vereadores e lideres clasi ta e comunft:rios. Um trabalho CfU<' reflete. enfim. a I rkn­ tação clara e segura do Gove::n idw W1ls0n Dnrbosn Martins que, com a me mn firrncz·1 com que manda npurar e punir imediatamen­ te qualquer irregularidade verificada dentro do Governo, se levanta m defesa dos intres­ ses do Estnclo qunnclo problt·mns m;1io1e., c•xi• gcm soluções a nivel federal como, por cem plo, nos casos do contrabando mt frontc•fra, da depredação do pantanal, dos conflitos fun­ diários e da necessidade de maiores inves!­ mcntos nn nossa n:,:ropccu:iria l. Desde a instalação do Governo de Interio­ rização em Naviraí até o programa de visitas a todos os órgãos do Estndo e vistoria das obras cm nndnmcnto, o Governador tem re­ velado ao lonr,o desses meses um esrllo pró­ prio e clinf1mlco que, se para alguns pode pa­ recer centralizador, é na vcrdnc!~. um estimu­ lo nos avanços de ~ua equipe de trabalho. '.l qual só pede que vá a luta, que consulte o, técntcos e y comunidade, que procure os met- de do ensino. Isso se dá, basicamente em vir­ tude da exiguidade de recursos destinados ao setor educacional. É necessária, portanto, correção imediata dessa situação para assegurar ao professor condições condignas para o trabalho e a pos­ sibilidade do aprimoramento profissional, através de permanente reciclagem, com o que então, poderá assumir plenamente o seu pa­ pel de educador, como elemento ativo elo pro­ cesso histórico. O ENSI '0 DE 1° GRAU O ensino de 1 ° grau, que legalmente de­ veria ser municipalizado, não teve. até hoje, apoio financeiro adequado para a realização desse objetivo, o que tem causado grande prejuizo à difusão do ensino básico e dificul­ tado grandemente a sua .administração. Como consequência, a nível pedagógico, o ensino r,le 1 ° grau não tem respeitado a 2x­ periência dos educadores. a identidade cultu­ ral do educando e os interesses da comuni­ daçle onde a escola está inserida. De um modo geral, o ensino de 1° grau apresenta currículos e conteúdos divorciados da realidade local, deixando de fornecer base sólida uara o desenvolvimento do educando. Os Õroblemas da evasão e de repetência, principâlmente na P série do 1 ° grau, preci­ sam ser enfrentados e resolvidos pelos sérios prejuizos sociais e financeiros que acarretam. No entanto, a adoção de cartilhas e metodolo­ gias que desprezam a experiência do alfabetíza dor termina uor se constituir em novo fatpr de agravamento desses problemas. ' Outro aspecto que merece atenção é o en sino no meio rural que, escasso e deficiente, representa fator relevante de êxodo do homem do campo. Também exigem reflerlo o cru;;;.::; suplctivo e o pré-escolar, pela intima relação com as causas do insucesso verificado no en­ sino de 1 ° grau. Urge, portanto, uma soluç-o para o ensi­ no básico compromissada com as necessida­ des locais e com os interesses da coletividade. O ENSINO DE 2° GRAU O ensino de 2º grau em nosso Estado, co­ mo em todo o pais, está comp!et'.'l'l1ente desar­ ticulado em virtude d:1 profissionalização que fora imposta pela lei 5.692/71. A prof.issionalização desejada não foi al­ cançada, mormente porque a clientela do 2° grau, geralmente egressa de classes bem po­ sicionadas socialmenle, simplesmente não se interessa por ela, pois pretende alcançar o º' e as soluçées mais a dcquaclas para superur a crie e crescer. Der socraticamente. ..0 s ri !fr.10. ' s; r le ) 3 lic ti p curso superior. A realidade se imJ iós e a profissionaJiza. çiío simplesmente não , ::h~gou a existir, sendo inclusive, sua obrigatox iedade eliminada pela lei n., 7 .044/82. Entretnmo. até qu<: seja implantado novo sistema, permanecem s feitos prejudiciais do regime legal anterior , que desviou o znsino de sua finalidade huma nística, impedindo a adequud;:i formação da • persnnaliclacle do eou. cando. ' Por outro lado, no e1 1sino oficial, há neces sidade de se preservar a qualidade do ensino de 2° grau a fim de pern 1.itir aos alunos mais carentes condições de cor: 'lpetitividade nos exn mes vestibulares das UD'. •versidades Públicas. No momento. portan to. é necessário que se fixe um caminho a sei ~ir com relação ao . ensino de 2 grau. após ; se estabelecer cla!l!• mente seus objetivos. A SECRETARIA Pno:11O Ç'ETU CO:"GRESS0 Este nâo é um docume. to pronto e zczb­ do. Foi elaborndo pela Secretaria de Educação com o objeti,>o ele estimular· o deba_te e pode­ rá sofrer alte.~ações a partir das discusss em todas as nnidades esco!; ues e entid:1de5 de classes, rem·esentativas d:.-1 comunidade~ ,. col::r. E importante o engajamento de todos nos debates oue se ralizarãr.:,., a partir deste documento. pâra que se apresentem su5estõ- es e prooostas com a finalidade de se formula! um ulano de Edncação Democrática pan ° Estaclo de Mato Grosso do ~ ui. Aprimeir a etapa desse trabalho consisti? n25 disczse realizadas rs escolas, nos 0? oãos Secreaie e nas entidades de classe5 Essa 2a0a sei'é conciuida em outubro, c?7 encontros regionais organizados pelas ag - =rã? cias de Educação. Nessa oportunidade se. - eleilos os delegados que participarão do Co'.'· Car> gresso Esladuul em novembro, em " Grande. • um: c?" Pretende-se. desse modo, que seJa 1 , gresso realmenie representativo e q~e :; possam ser aprovadas as propostas. mais ,,~­ rentes com a nossa realidade e q~e ~~ buam efetivamente para a elaboracão e projeto de Educação para a Democracia. Campo Grande, 01 de julho de 1983 LEONARDO NUNES DA CUNHA,· Secretário de Estado de Educação 1, t>.raç 7a u 'i a pon !' a. ±a , b:-3, trs C!:á[" t.2,3 -