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piiil ' 
f. JORNAIS- » 
'Ô 
III 
M 
''O 
IV CONGRESSO D 
BELA VISTA FOI DICiNAME .1 
Centonns do diretores de Jornala. do Jnte• 
tl erPm em Bnlnoilrlo Cambor,ú, Santa 
$",,''rtuctpando do rv congresso da 
%",{kí.' o conclwvo revesttu-e do pleno 
~Bit 
110 
só pela tem!:ltlca do encontro, mas 
t,,}, peta oportuntdade de troca de ideias, 
ore!u 	tad di 
- ca1tos 
O 
sugestões opresen a as por aver- 
con rnalfstns de vários cs,ados. 
"]'{~to de abertura, no CIerama De La 
contou com a presença do ex milnlstro 
{'#nsíó. do vsra«dor « sara catar@- 
Esplrldlão.Amlm, do prefeito de Camborm, 
{{à sehultz, de der atados tederats, cstadu­ 
l (de Santa Catarina), do presidente da 
P ~RtJORf, Nivaldo Carrazone, dos preslden­ 
t · dns ADJORIS de vdrlos Estados e de:i:enas 
d
~! atilorldndcs de C1.1nthorii1 e do Estado de 
a, I 
unta Catarina. 
• li Vários oradores saudaram os jornalistas 
ilh.: do Interior, e no Congresso palestras a respei- 
ilh; 
,'i ! + r- { ' • ' i 1», +· 
gU? 
5' I Freteitura Municipal de 
Balneário Comborlú 
Secretaria Turismo, Esporte e Cultura 
1 
. . . 
Senhor Jornalista, . . . 
• Apraz-me cumprimentar Vossa Se­ 
nhoria pelo êxito do Congresso de J orna- 
is do Interior. 
Foi á oportunidade que Balneário Cam 
borlú teve e procurou aproveitar pãra 
mostrar o que é e tentar, através do con­ 
vencimento pessoal mais direto, uma di­ 
vulgação espontânea de nossa potenciali­ 
'dnde turística. 
Suas impressões valerão muito para 
os leitores de seu veículo, interessados em 
aber alguma coisa· a respeito da "Mara­ 
vilha do Atlântico Sul". 
Quero sua colaboração neste sentido. 
E mais que isso, fico à espera de suas 
sugestões_ para qualquer obra ou serviço 
que julgar necessário para melhorar a es- 
trutura da cidade. • 
Espero que Vossa Senhoria volte-:mui­ 
tas vezes e seja, a partir de agora, mais 
um amigo de Balneário Camboriú. 
Muito Obrigado.· • 
Atenciosamente 
HAROLD SCHULTZ 
Prçfeito Municipal 
to da problemática do jornal do interior !oram 
apresentadas. Na oportunidade !ol entrerue o 
prêmlo "Anúncio Abrajori 83", ganho pelo Go­ 
verno do Esta.do de Santa Catarina, com o 
anúncio "OBRIGADO FALC, ". 
Palestras a respeito de Circulação, Estágio 
Inct__ustrlal, M'.lrketlng, Publicidade, Rcpresen­ 
taçao Comerélal, Relaclonam1;1nto, Jornal do 
Interior e sua Comunidade e Administração do 
Jornal do Interior na atual conjuntura polari­ 
zaram. _as álehções dos congressistas oferecen­ 
do valiosos subsídios os homens que fazem 
Jornal no Interior do Brasil. 
A recepção oferecida peio prefeito de Bal­ 
neário C_amborlú, Harold Schultz, o esforço e 
dedicação do pres.ldente da ADJORI de Santa 
Catarina, Pachoal Baggio, assim como de toda 
a Coordenação Geral do conclave, tendo a fren 
te Lulz Paolettl, do Rio Grande do Sul, mere- 
. 1 I· 
1 Campeonato de 
Futebol de Salão. 
A Prefeitura Murtlcipaí através de seu De­ 
partamento de Esportes, organizará o lº Com 
peonato de Futebol de salão· ém vârías cate­ 
gorias, tais como: 
18.De i0 à i4 anos - Íniarito juvenil· 
2°-De 15 18 anos Juvenil: ' 
38.De 19 30 anos Adulto; 
4D • De ai à ioó ános - Veteranos 
Ás inscrições irão até d dia 25/11/83 as 
17:00 horas, no Ginásio de Esportes. Faça a· 
inscrição o.mâís rápido possível, para não ha­ 
ver atropelos de última hora. 
No dia 27/11/83, as 14:00 horas haverá 
uma reunião com todos os representantes· das 
equipes inscritas, no Ginásio de Esportes. 
No dia 04/12/83 as 08:00 horas, Torneio 
Início, com todas as equipes inscritas. 
PARTICIPE. 
Adm. À!on_so Dillon Nunes Leite. 
Jorge de ·Souza Rosa . Pres. da Comissão 
Municipal de _Esportes: . 
t 
Destaques· do Ano 
Antes do Nâtal Tribuna da Fronteira pu­ 
blicará a relação das pessoas e empresas que 
mais se destacarãm em Bela Vista, em div.:rsos 
setores da comunidade. 
- Essa promoção não tem fins lucrativos, vi- • 
sa apenas reconhecer publicamente, o traba+ 
lho daqueles que' tudo fazem pela comunidade. 
, 	,.,;. - ·----------------- 
CIRURGIA PLISTICI 
bR. ALBERTO JORGE RONDON DE • OLIVEIRA 
ESttTICA E REPARADORA 
FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, 
COURO CABELUDO, SEIOS ABDOMEM, 
~os E MEMBROS. INCLUSÃO DE SI­ 
,gNE PEELIG CICATRIZES._ TU- 
"'=S IDE PELE_ QUEIMADURAS, ACI 
~Nl'ABos, DEFEITOS €ONGtNITOS 
OS, PS, FENDA PALATINA, LA­ 
:o BEíPORINO) úu=ERAS DE MEM­ 
OS EMAGRECIMENTO. 
Atende em: Bela Vista: Rua AntonJo Jo­ 
ão S/N, ao lado da Farmácia Moderna 
(última 5.a e 6.a Feira e Sábado de cad 
mês). 
URGEM - Urgência Médica 
RUA 14 DE JULHO - 1.207 
CENTRO - FONE 624-1631 
PLANTAO: 24 HORAS POR DIA 
ceram os mais sinceros clog-ios dos participan 
tes. 
Todas as reuniões e encontros foram rea­ 
lizados no Marambala Cas sino Hotel, onde tam 
bém se hospedaram diversas clclc;::açécs, in.::lu 
slve a de nossa região. Hotel de categoria in­ 
ternacional, o Marambaia oferece diversos sr­ 
viços, contando com piscinas, saunas, serviços 
de praia, restaurante, suites e apartamentos de 
alta classe. 
Mato Grosso do Sul esteve presente nas 
pessoas de João Nntalíclo ele Oliveira e su:~ cs· 
pesa JzoUna (Pont:1 Por:i), Jrlncu Ferrari (Mi­ 
randa), Teodorico Luiz Viegas (Dourados), AI­ 
varo Pereira e esposa Sandra (de AmnmlJ:il e 
,Jardim), Dircélla Alves ( de Caarnp6) e Ivaldo 
Pereira e sua esposa Maria Este.Ia (represen 
tantlo todos os jamais ela REDE BELAVIS· 
TENSE DE JORNAIS. Bela Vista, Bonito, Por 
to Murtlnho, Antonlo João, Jardim e Gula Lo- 
YCLJ::IBOL (FE'l.) 
Gremlo Pedro Rufino x 
Dom Boso de (Campo Grande) 
DIA: 19/11/83 
llOílAS: 1930 
LOCAL: Ginásio de E8portes 
ORI 
A 
ps da Iaguna). 	• 
No Congresso a delegação da REDE BE­ 
LAVISTENSE rlistrlbuiu mais de 300 exempla­ 
rc~ dos jornais, folhetos e uma mensagem do 
prefeito de Porto Murtinho, Everaldo Alves da 
ccha e Afonso Díllon N llll'S J.,clte, de Bela 
Vista. 
BELA VI8TA REPRESENTADA 
DIGNAMENTE 
O jornalista Ivaldo Pereira apresentou 
triis requerimentos e duas movões, it'ndo qua. 
(ro traballlos nprovados pela Comissrio e que 
contará nos anais do Congresso. Um das pro­ 
pcsiçes teve também a assinatura de Avaro 
Pereira, outro abnegado homem de imprensa 
que narticipou de todos os trabalhos. 
N;., pr6xlma edição desse jornal e dos de­ 
mrls da REDE, cobertura mais completa a 
rc· Felio do IV Congresso. 
Grande Inauguração 
"MNGUE;RI 
neste Sábado (19-11-83) 
lfffl CHESº 
Evandro E. Cabral e Clóvis Mato Grosso Pereira Sobrinho 
Uma nova opção para os J3.clavislenses haverá uma Gincana a partír das 14 horas. 
A equipe vencedora vai ganhar uma coleção de livros Literários, Edição Completa lo 
Jorge Amado. 
• Com a Presença da Rádio Bela Vista, cobrindo· a grande gincana. 
Rua Crispím do Rego (em frente a Livraria Placar de Revistas). 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
1 
l N li 
R TER" 
• e 	teeeeterei 
A Coordenadoria regional do INCRA em da sociedade brasileira sobre a política adota-. 
Mato Grosso do Sul está lançando o projeto da em relação à propriedade da terra, bem co- 
do Estatuto da Terra, com a distribuição afiei- mo instruir o homem elo campo sobre seus di- 
ai do manual "ABC da Te'rra", segundo infor- reitos e obrigações. 
mou Celso Cestaria Pinheiro. O primeiro exem Segundo informa este ministério, a sua. 
piar do manual foi entregue ao presidente da criação e a instituição de um Programa Nacio- 
República no último dia_ 10. . 	nal de Política Fundiária tornou necessário a 
A cartilha foi preparada pelo Ministério desenvolvimento de métodos e instrumentos 
Extraordinário para Assuntos Fundiários, ten de trabalho para a concretização dos objetivos. 
do por objetivo, segundo informa o órgão, do Governo Federal em relação a questão agrá- 
"conscientizar e orientar diferentes segmentos ria. 	.l·-4--1-3 
. . 	. . . . . . .. 
$lw d	e telsot focaies f o	i 	m $cesso 
• 	~ . 
» 
O Show de Nelson Gonçalves, realizado dia 
11, no .Grêmio Pedro Rufino, foi- um sucesso 
total A promoção foi do Rotary Club de Bela 
Vista que tem a frente o dinamiéo gerente do 
Eamerindus Luiz Carlos Rahal: • 
Não só as músicas do grande seresteiro, mas 
também o Conjunto que se apre.sentou no baile, 
agradou as centenas de pessoas que lá compare 
ceram. - 
A promoção do Rol.ary visou arrecadar fun­ 
dos para terminar a construção da sede própria: 
da entidade. Outras p-romoções estão progra- 
madas·. •• 
Segundo informações, este foi um dos me­ 
lhores bailes do ano, o que vem comprovar mais 
uma vez que o õelavistense prestigia quando 
há apresentação de cantores de sucesso .

EstImos em Balneário Camborlú, em 
Santa Catarina, uma das praias mals bonit 1» 
elo Ernsll. r,:m compnnhl11 d.o .1ol10 Nnlnl!cto 
e Iolini; Avaro e Sandra, participamos, 
o 1vn1<1o de um jantar no Fes.nurante Pano· 
rmico Imperatriz, no 30 • andar do F.dl!íclo 
Schu!l7, um Jocnl hclls$in1ó. O }1.e:,t.o.uro.n,c 6 
um dos melhores do Estado. 
VIltas 
Visltnmos dlvorsn5 loj:is, entro ns quoü 
n Hering, Mcellmmn c outras; Voleu pelo pas 
seio, qunnto nos preços, sllO um pouco "pican 
tes", também pudern, com a crise! 
J,lniln ... 
Uma prnln bcllsshno, cslomos fnlnndo do 
ITJPEMJ, de coloniznçno nçorlnnn (século 
XVII), voco encontrará rcenntos uprnz!vc!J 
eomi'.l n J•rnln Orossn, n Colônla de Pcscntlorcs 
r. toda uma estrutura paru seu conforto e lu- 
1.er. 
Ba 
--UM 
lU•'.Gl"iTllO F.SPF,ClAL 
Porn quem vol do carro, fico. um reglstro 
especial; Em Mnrlngá., no Puroná, vá :ilrno_çnr 
na ClIUltnASCJRIA SAMEIRO L,TDA, ando 
voe-e <'ncc,ntrnr(1 o Dcto e a melhor COSTELA 
do Drn-,1. ~ nqueln cm:Lcl 1 que nós da front<:l· 
1 a t unto rp1 cclDmos, GOrdLI, macia e a venta.. 
de, Veleu p.na: fica na Avenida raranil nº 
115, perto dn agencla da VOlks. 
ET,OGTOS 
Clrrno tlc elogios os trabalhos nprescnt.udos 
no Cc-ncrrcs30, ll&suntos de real tnt.cressc paro 
toctos o~ mllllmlcs da Imprensa lntcrlornnu. 
Vnlcll n prnn conhecer dc-zenas de companhel· 
ros de outros Estados, as sugestões e a troca 
de ldé!n<i propordonnrÍ'.-0 "mud:ir.:;as nos nos- 
sos Jornnis". 
Dlníl.mlc:i <' /1.tunntc 
A dclc~açe.o do Rio Grande do Sul, com 
maior número de participantes, mostrou tam 
bém o por qu0 a ADJOIU daquele Estado é a 
mnls expressiva do Brasil. Dizem que o gaúcho 
é "p'.lpudo", no que diz respeito aos jornais, 
ASPECTOS HlSTóRICOS 
Para o topOnimo Cnmborlú encontramos 
du!ls versões: a primeira, de fontes populares, 
originou-se devido u uma acentuado curva no 
rio perto da Foz e que, no serem procurados 
alguns moradores dali, perguntados, diziam: 
"camba o rio", vocábulo muito usado pelos 
pescadores em seus pequenos barcos à vela. A 
segunda versão é n do padre Raullno Reltz 
que nos diz: "Mapas bem antigos assinalam 
o notne Rib Camboriú. :mtP.s de haver povoa­ 
mento de origem européia na área". Diz mais· 
"0 topónimo Camboriú é de origem tupl, for: 
mado pela aglutinaçfto de duas paluvrus: Cam 
bon-u•: .. ;. --- 
1 1 
-- , ! 
r· ~ •• 
INFRAESTRUTURA DE ACESSO 
Aérea: 
'Aeróportiqà Navegantes. Município de Nave­ 
gantes co~ võos diários para Porto Alegre, 
CUrlt.iba, Sao Paulo e Rio de·Janeiro 
Rodoviária: 	• 
Bal~eário ~omboriú está ligado através de ro­ 
dovias pavimentadas às principais cidades do 
Estado, Brasil e Exterior, pois a BR-101 mar­ 
geia a cidade, sendo o principal elo de ligação 
norte-sul. 
Limites: 
Norté ~ Itajai 
Sul ;- . Itapema • 
Leste - Oceano Atlãnlico 
Oest~ - cambotiú 
17 
(!) 
Clima 
No Balneário Camboriú, o clima é tem­ 
perado, tendo jm verão agradável, e o inverno 
com um período de clima umeno, com n água 
do mar em tcmperntura suave. 
Allitndc 
2 metros acima do nível do mar. 
Área 
50 quilômetros quadrudos. 
A:.pceto!) Econômicos 
O Turismo é a principal fonte de renda 
d~ mun1c1p10. Dai a existência de um grand 
número de hotéis, restaurantes e bares. ~ 
scguida vem a construção civil •endo 'da 
d · 	, - a c1 • 
e_.q~e mais c_onstrói no Estado. Outra ativida 
de ainda muito significativa no que diz re•­ 
peito ao desenvolvimento turlstico da c'd : 
é a do comércio. 	1 aae, 
eles possuem sobejas razões para isto: os ho 
mcns so organizados e din!ricos. 
Crítico, 
Uma "critica construtiva"; o,; jornali~~as 
do interior de Mato Grosso do sul prec;s:)m E" 
urúrcm mals. Quando se trata de "relvindi " 
verbs e t rabnlllo'' o fazem até oirc• iv:.cn Jl· 
to, mas quando se trntn de i:- r,tclo"r ele um 
congresso sempre s mesm pessoas. cinCO 
ou &eis. Com mais de trinta UIJ.1cln ~. op· na'> 
cinco foram a Camborid. Nós também vV 
mos amarrando cnchorro com Jingul;;a, 'l b1r· 
ra está pesado, mas nem por isto delmos 
ac participar. vamos ver se cm Corumb:i_o pu: 
roal val prcstlgi'lr o encontro regional. 
1'1ARAJHBAIA CA3SJNC HOTEL • 
Vai daqui os elogies no pessoal do Maram­ 
bnln Casslno Hotel, pela atenção disp::nncl.'l 
à delegacão de Mato Grosso do sul. Visltnnclo 
Camborlú, hospede-se nesse Hotel, é um sonho. 
SURPTIESA 
Foi uma grata surpresa receber a visita 
cm Camboriú, da jovem universitária :M:::gt11 
Caetano, atualmente residindo em Flrlan4 
i itsd soube que havia_no Coneres, 
detgç7o de Bel V.sta e foi nos visitar. j, 
,+,m« bon momentos e relembramos a , ~ 
VLSl.."I qucri(l l, 
/llll!(O!I 
Encontramos os amigos d Futura Com 
ntcaçes, nosso representante nacional, n g 
Maria e Ronaldo. Além tlo bnto pnpo gos o-,o 
na6cios foram entbulados, todos vim4, 
uma maior dinamização dos jornls da REDE 
FOTOS 	• • ~. 
Nn próxima cdlçüo publicaremos algum 
fotos do Congresso. 
J 
,, 
Comércio 
A cidade tem um comérclo muito amplo. Em 
razao do fluxo. t_unstico, todas as grandes lo• 
jns poss1:1em f,ltals em Balneá.r'o C b 
vende d t' • 
1 
am oriú 
e t
. ? o ar igos de todas as regiões de Santa' 
aanna. 
No setor de alimentação. as redes de su- 
}",ZE""; mos nana me unto as» 
iemporá., {], "Pemercados funcionam na 
"' • e veu,o em b rá • 
mal Dest~ r ' 
0 
rio além do nor- 
. • "' orma, as pessoas não precisam 
ir da cidade para adquirirem O qu d 
O
• e tesejam. 
Aspectos Urbanos 
Balneário Camboriú conta com 6 • 
9 praças, 10 avenidas e 280 ruas estas bairros, 
das. Da Avenida Central para ~ nortenumel'l;­ 
meros são ímpares, para o sul númerds os nu­ 
Isto dá facilidade ao turista p' ara lhpares. 
t 
. me or en- 
con rar o local deseJado. Além dist • • 
""'" s·nal · - · d' o, possui 
......... 1 izaçao m 1cando os pontos e • 
mentas turísticos. É uma cid:lde nlan: Asquipa· 
nidas d - - ' • ave- 
, na grande maioria, possuem pistas du- 
plas e são arborizadas e iluminadas n mercú­ 
no. 
Pecuária, Agricultura e Pesca 
A pecuária é quase inexistente. 
- Na gricultura. devido à pequena exten­ 
sao t_e~rrtonal, _contamos apenas com n ho;ti­ 
rameira. porem, -n'.!da falta a cidade que é 
totalmente abastecida pelo Vale do 1ta· • 
A pesca artesanal é uma constante JBl. 
Apreciar um arrastão ao amanhecer 
chegada das embarc!lções ao entardecer ou , 1 a 
da comprar peLxe fresco na Colônia d~s pª n 
cadores, pode ser um bom programa .. ; es- 
As11ectos Turísticos 
•••••• ar- 
. Pela Avenida Atlântica, contornando a 
~1a!a, voce pode contemplar n beleza da Ilh!!. 
as Cabra_s que pode ser visitada através 
e.mbarcacoes. ':lS quais também fazem_de 
no Pontal, setor sul da praia É um 1 passeios 
tico nela sua beleza, onde vo·ce terá oca1 exó­ 
idade ic _ccvhecr a feira @ ci., ",P?}; 
vre. e inclusive fazer compras ar li- 
Outra boa onção d • • 
bairro d" v·1 R e passeio é conhecer o 
" t a :.eal, ligado ao Bairro d B 
~~o po~ uma ponte pêneil. miniatura d~ ar- 
e {lcllia Luz de Flotjanópolis. pon 
encontrar:i restaurantes tipi 
rias especialidades. Voce pode aintos_ ~e vá­ 
mirante do Morro da Cruz a visitar o 
cidade. cus encontras;",ç,"H alto da 
Senhora Aparecida Vcc l . de Nossa 
i« eia escs@ara éis. #"""]" chegar at6 
aça Joao Pau- 
lo I, no lo.do da Pre{eitura. Municipal, 
onde terá oportunidade de deslumbrar uma 
belíssima vista po.,,orâmicn • da cidade. A Igreja 
Matriz Santa Inês, sltunda no centro do Bal­ 
neário, possui o formato de um chopéu ele pa- 
lha, sendo admirada pela sua beleza arquilc- 
tônico. 	• 
Nos bairros residenciais destacam-se mJra­ 
cllas em estilo moderno, Ao visit!!.l' a Colônia de 
Pescadores na Barra elo Rio, você terá a im­ 
pressão de voltai: ao passadJ pelo seu casario • 
antigo e pelas embarcações ancoradas ao largo 
do Rio Cnmboriú. Conhecer n Igreja de Santo 
Amaro é tamb~m indlspcnsáv:-1 pais é uma ver­ 
dadeira relíquia r.elig:osa, e que foi visitada 
pel~ ~amília Real. Lá são encontrados objetos 
ranss1mos, de grande valor. histórico. 
Prosseguindo seu passeio, você irá conhecer 
a d Estr~da Panorâmica da Costa Brava, onde 
escorlina-se uma maravilhosa v· t d •• . .1s a ::.. praia. 
Chegando as praias de Larangeiras, Taquaras 
Taquarinhas, Estaleiro, Estaleirinho e i'fot~ 
Cambonu. parece que vJcê cai da ci 'li - • v1 zvçao 
pora conhecer locais agrestes e nalmat;, onc!e 
apenus o barulho do mar se sobre·. • D 
t 'lh 	,sai. esfru- 
ar as marav as do Parque Bal"' •• • C • .. l 	__ eauo ambo 
riu, ocnlizad::, às margens ela BR-101 e" • 
da · · 	uma 
s prmc1pais atrações ela cidad ' 
de todas as idades. ' e para pessoas 
...E E:/e 
1 
. _ , representadas p 1 
co omzaçoes: Açorianas A.l 
7 
• e as 
Neste 1os tora .3"]$; " Ia"ismos. 
d 
ur as t'asas t· • 
estas colonizações ,,a,;i 1p1cas 
.d "" , mostrar com t • 
cilade, os estilos e costumes d .' au enti- 
tará em contato com a t a epoca. Você es- 
. . 	na urEza ond 
pécies da flora e fauna t . ' e as es- 
d 
ca ar1ncns~ 
estaque especial. Ter:i 
O O 
• . - merecem 
t 
. . . P rturudade d<> •• 
ar o m1ruzoologico ale· d . - 11s1- 
. · · ' m e vive· 
para a recria dàs espf>cte· C h uos especiais 
- "· on ec • • •• 
zenda catarinense, onde 4.. "Fa a r::u::ub- 
b' • po era o'rer 
!tos e costumes do homem d • , var os há- 
terra. 
0 
campo da nrJssa 
O Troquilidário lambe· • 
- 	.meumd 
çoes no Parque· de Baln • . a as atra- 
t
. b eano Camb •• 
es ao a rigadas as m • be ou, onde 
• 	ais elas e l - 
cies de beija-ílores d . co onda; 
2
spé- 
li. . o pars, bem 
me ano, com uma col ·, como o Bro- 
m I
. • - eçao comp1~1 d 
eiãcias de Santa Cata.ri -.a as bro- 
O conjunto de aquán' d n~ e do Brasil 
os .e àmu 
doce, constituem-se n ,.~a salgada e água 
At · d uma atracão 
raves eles você pod . • sem similar 
marinh - era ob•en·a • 
. a nao só de Santa Ca - . r a iauna 
bem do Br;isil. O Museu O tarina, mas tam- 
. ceanográfico f • • 
o1 cria- 
d:> devido à localização privilegiada do munici­ 
plo sendo encontrados peixes e crustáceos de 
todas as espécies marinhas, além da descober­ 
ta arqueológica do sítio primitivo da Pràia·de 
Larangeiras. Na parte de divertimentos e Jazer 
tanto. para adultos como para crianças, você 
tem a sua disposição a Vila das Crianças, com 
uma mini-estrada de ferro, cidade germânica, 
em miniatura, tabuleiro gigante de xadrez,"TllÍ• 
nigolfe e quadra de ténis, além de numeroõos 
brinquedos infantis. 
. Além disso, existe ainda um parque de 
diversõeS, e lojas de souvenirs de Santa Cata­ 
rina. Um passeio que você e sua família não 
poderáq deixar de realizar. 
e· 
r. 
1, 
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BALNEARIO CAl'IBORiú, O lIELIIOR LO· 
CAL PARA SEU CONGRESSO. 
Estrutura pra C 	_ . _ "' ongr:?ssos, Convençoes e Ex- 
pos1çces 
. Balneário Camboriú, vem ano a ano, e- 
diando a reali - d zaçao e grandes congressos e 
exposíções Na • • 	' _ cionrus e Internacionais, em ra- 
zao da excelente infra-estrutura que a cidadê 
poss • • . ui para realizar tais eventos. A cidade po;- 
su1 uma ótima d h • . re e oteleira com capacidade 
para 6.500 leitos di trib 'd , . , 1s u1 os· em· várias· ca,e- 
gonas. Um gr d , an e numero de restauranie; 
estão distribuídos em , • 'd .d . 	vanos pontos da ca e, 
servindo esp • 1·a ecia I ades da cozinha interncir 
nal e regional. 
A Comnanhia de T • .. t d 	ursmo e Empreenmmen 
os e Santa Catarina, implantou um centro de 
promoçoes destin d • 
ve,icõe- . • ª 0 ª realizar cong1 essas, co!l' 
• . ~, Feiras e; Exposições: 
Este ~o • amnpiex • 5.000m2 ·st cips" 
Dara ali.+. 	' e5Ia 
"ciar s e7ante 	' 
2.50) lu'''l"<>- .. , .. ,. com urn andi.lóric CJt 
para se; ·t•-',. salas de apoio, plenárias, :if€?.i 
- _re ana execut· - - ~- 
nizadora, sa!-z q, iVa, para comissão 07 
agência bant . e unprensa, agência de viage 
rox e tele , ~na, posto te1efõnico, salas de 
na&a[,,2""em de projeção vsua1, 1w 
Poss . ~çao s1multànea. 
. - u1 amd~ excep • 1 • _..,,,, 
Sições paralel i, acional área para 
grande páti d interna e externa, e 1ocal c" 
J:; b 10 e estacionamonto 
om lemb - • tN 
da cidade aud·t :ª.r que temos ainda no cen 00 
à 1.200 lu~ 
1 
on?s com capacidade de 
6 
• 
rem centr~~es, alem de vários hotéis pos.,,-ui· 
com todos 
0
: conv_e1:ções para até 400 1ugare:_· 
lização d . reqwsitos necessários para u rv 
a i6ii.,",z? nio. gim @@s aciiái@e g" 
_ç~es. 
1 
co oca a disposição para tais 51tU.

"{R R)!TEIA ·-	+ 	• TT"mm ~--------------------------~....,,.. .,. _ 
I• 
{NEES 
, 
IO IMPOR NOVOS PARÂMETROS AO SISTEMA EDUCACIONAL 
j Educção é considerada ao mesmo tem­ 
pdicdor e um gerdor de desenvolvi­ 
pe "" mo isto & evidenciado nos tempos 
pen!o." 	li 1 ' 
importncin ampHtuae. 
tuals em 
',Li 5692/71 que tentou reformular o en- 
fundamental, caracteriza como 1o grau, as 
si""" 4elras érles,, e obrigatório dos :ete aos 
uto P 
J·l nnos. 
:, entanto em 1?82, mais ou mencs 0% 
pio 	• 
1 
no" q/c.urs~m,rn a J.
11 
r:~rie, tinhom mi do 
do, o u •• 	. . 
• s e os que cursavam o 8.a ECrle, bem mrus 
7 ano , . 
[. E Isso é 6bvio, todo o mundo abs, cabe 
, arades fantasmas do ensino brasileiro: 
0s ' .,, lj, .. d 
tê
nclo evosao,. . . e~co nr zoçuo nr la. 
repe' '' 
' o Lo grau é o cliologfa de todos os mulcs 
d 
educação broslleiro; estú no primeiro grau. 
a 	., .. , 
(ranças e crianças não vem sendo convien- 
mente preparadas para enfrentar os de;;1au3 
posteriores de escolarização, , muito mn05, o3 
ercalsos da vlda. 
Meu Deus! Hoje o nlfubctizaçio é por <le­ 
ynols f,nportuntc, muito mais que na década de 
de €0.., c!e, As ci@nas, ho'o í) remi­ 
As pela cce de de aJudr o, ls e n1- 
tram no mercado de trabalho com m:nos de 
12 P:lOJ, 
Ee calcularmos o custo financeiro das cva- 
iões no Início elo primeiro grau, junto cora a 
retênci, é mensurável, mas custo sociul... 
lncnlculávd. 
Nic; podemos conformar-no5 com o silua­ 
çiio calnmitosn do cnsino elementar. Cmça 
com as ccliciêncJ:i3 nutricionois que afetam o 
desenvolvímento sJmntico e psíquico das crian­ 
ças; deficinêcials culturnls p/ folta d~ estí111ulos 
!Odnís, vlsunis, auditivos e afetivo~. . . A foltn 
de umn pré-escola que realmente supra o es­ 
vaziamento dos modelos do lar us crianças; 
uma pré-escola que realmente estimule, de for­ 
ma senso-motora e a!clivo-emocional, a socia­ 
bilidnde; descnv;:,lva a linguagem e desenval­ 
va a consciência de uma convivência humana. 
A pré-escola estatal é um autentico instrumen­ 
to de democrutiznção, não apenas com oferta 
de vagas, mas também como supressiio das 
desigualdades entre as crianc;as provenientes 
de classes diférentes. 
Realçamos ainda as deficiências atribuídas 
aos professores e às suas condições de trabalho. 
Remuneração. Ao mesmo tempo niio basta a­ 
penas o diploma, Além das condições vocacio­ 
nals e de formação prvfisslonal, o professor 
necessita ser treinado permanentemente para 
tel mister, o que na realldade não ocorre. 
Deficientes aind são os equipan•entos in­ 
dispensáveis à docência: biblioteca, laboratóri­ 
os, audio-visuais etc. . . nlgo que pussa tornar 
lllais atrativo o ensino de 1.o grau. 
Problemas de alocacão de verbas!!! até 
quando devemos esperar que nossos administra­ 
cores maiores se conscientizem de que maiores 
ri;cursos à educação é o passo elementar para 
que se torne realmente mola propulsora do de­ 
!cnvolvimento e celeiro de criatividade'! 
Mó quando? 
A Educação do 1.o grau é oportunidade de 
se dar a cada pessoa, na sociedade uma pre­ 
"são para confrontação cm a vida comuni­ 
ara; é preparação pnra a vida Bem ... deveria 
er; mas não é!!! 
71, quando da imposicão da Lei 5 692 ao 
ensino de 2 o grau t 'b -.d • t • f'. . 
. • • a n ui o cara cr pro ·1ss10- 
nalizante diversificada. Na prática isb não deu 
certo. 
O 2.o grau utuo! ntio é, nem segundo grau 
e nem um curso profissionalizante. Mão prepa­ 
ra convenientemente os alunos para cnJreotar 
os batulhos dos vestíbulorcs e nem forma técni­ 
cos; Js30 tomliém por niío haver mercado con­ 
umidor para tais mão-de-obra "técnicas", 
Paro que hajo solu.çúo parn o ensino de l.o 
e 2 graus e p/ q/ hajo indcpendênciu ccon. o 
Brasil necessita de escolas que realmente con­ 
sigo produzir conhecimentos necesa.írlos à ín­ 
dnpendência e oo seu dcsenvolvímcnto. 
Isso, ni tdal conjuntura, na situação em 
que se encontra a inaforia da população brasi­ 
leira, através do ensino público, gratuíto, cm 
todos os níveis. 
Há necessidade de aprofundar a compre­ 
-:msuo do realidade de Bela Vi.stn, da região, do 
Estado, e até da realidade Nacional. 
A Escola não pode ficar à pnrte. Necessito 
de condições mínimas; é necessário dar-lhes as 
condições mínimas de auto-detennínaç5o, mas 
madura, é claro. 
A democracia educacional deve começar de 
baixo; a rlcmocroclo educacional não deve ser 
imposto, Tem que ser coerente, decorrente, na­ 
tural e evolutivo. 
A democracia educacionnl é vital. Para que 
ela seja ímplontada, primeiramente, devemos, 
cm cada escola, acabar com bairrismos. Na e­ 
ducação democrática deve haver competição e 
não dêmofislração de inveja que é sinônimo de 
incapacidade. 
A educação deve ter, ao lado cio coriteátld, 
um objetivo espiritual e humanístico. Tanto 
quanto o conteúdo, deve ser importante a fdéiâ 
de formação de personalidade, personalidade 
não unilateral, não parcial, não limitada ... uma 
personalidade ampla e mais· rica possível. 
O Desenvolvimento educacional não se rea­ 
liza de modo natural, e sim, mediante esforço 
próprio de cada um, conjugado com o educador, 
com suporte da escola. 
A educação é diferente da instrução; são 
coisas distintas: 
- A Educação eleva a alma; a instrução dá o 
conhecimento; 
- A Educação é o fim, a mela} â instrução, ape­ 
nas, o meio; 
- A Educação abrange o homem todo; a instru­ 
ção, não! 
E o Estado? Qual a função do Estado na: 
atual conjuntura democrática educacional? ... 
Primeiro abrir escolas, baixar legislação contro­ 
ladora, real e honesta. Sem cultura popular 
não há democracia, já que esta é "governo do 
povo". 
Sem cultura gera-se um regime paternalis­ 
ta, onde o povo inculto tudo esper,, do gove_r­ 
no. O estado democrático tem, pois, a obrigação 
de proporcionar educação para todos. Como? 
Baixando leis coerentes com as realidades lo­ 
cais, redestribuindo tecnicamer.te as verbas, a­ 
cabando com as mordomias, abrindo novas es­ 
colas, fiscalizando, aprimorando o magistério e 
conscientizando a comunidade. 
C problema educacional um problema 
político e não de politicagem; um problema po­ 
lítico tão importante para o regime governa­ 
mental democrático como a próprh defesa mi­ 
litar do territórlo. 
E preciso criar, nas escolas, um regime de 
liberdade, de a1tqnomia prática i! operacional. 
A democracia, mais que rerime plitic», 
deve s estado de espírito, formação de cons­ 
ciências democráticas, nas próprias e colas. 
Não houve, não hi c não haverá regime 
democrático sem educação geral. limet tda 
democraticamente. 
A melhor moncirn c!e imp,1r .i clcmorr:-.cl,1 
é a de começar pelo regime democrático auto­ 
nomo nas escolas, tendo cada nrnJ, o p,rt•I, a 
reponsabilidade, a tarefo a cumprir conscien­ 
temente. 
Este regime é o que se pcde clamar de 
escolas autónomas desburocrollzudns e cnmprl­ 
dorns de seus deveres. 
É necessário alteração profunda. São desa­ 
tios que temos do enfrentar: modificar ... e mo- 
de vivencial dos educandos. Para tanto, não po­ 
dificar sempre... sempre encarando a reallda­ 
demos deixar esta responsabilidade única e ex­ 
clusivamente com as escolas. 
Pata traçar novos parâmetros, que devem 
orientar as nossas escolas, e currículos, aevemos 
no: unir, conjugar esforços: educadores, rala­ 
Ihadores, pais, politicos, autoridades ,comerei­ 
onles, lmprc-n.sn, pccunrlstns, !n1C'ndeiro:t, etc ... 
todos enfim... toda uma sociedade numa tarefa 
soli{iúria. 
Isso é o que está sendo feito, ainda em par­ 
t, mas que deve ser feito como num todo, pot 
todos e para todos. 
LOCAL: Ginásio de Esporles 
DIA: 20 da Novembro de 1983 
HORAS: 08:00 horas 
METAS 
- Cerimónia de Aberturas 
- Desfile das Bandeiras 
- Apresentação das Equipes 
- Hino Nacional 
- Hino da Escola 
Juramento do Atleta 
"'--' Declaração de Aberlura dos Jogos 
Retirada das Equipes 
0S:G0 horas - F'uteliol de Salão 
Seleção: Ester Silva (.Pri.m.) X s~leção: 
Castelo Branco. 
HAi'DEBOL (FEM) 
Seleção do Matutino x Seleção do Vespertino 
VOLEIBOL (FEM.) 
Seleção do Matutino x Seleção do Vespertino 
13:30 horas BASQUETEBOL (l<Iasc.) 
- Seleção do Matutino x Seleção do Vesper­ 
tino 
- Seleção do Noturno x Seleção do Diurno 
FUTEJ30L DE SALAO 
Professor Antonio Hélio Massocato 
SILVA 
Turma "A" MntuUno x Turma "A'' Vcspertinq 
Scleçiio dn Turma "C" Matutino x Selcçú.o_ da 
Turma "B" Vespertino 
15:30 horas 
VOLEIBOL {FEM) 
Grémio União x Bom Preço 
Vila Nova x Juvcntos 
- Vencedor c!o !.o jogo x Vencedor ,do ~-º Jogo 
19:00 horas FUTEBOL DE SALÃO (Noturno) 
-- Seleção da 5.a Série x Seleção da 6.a Série 
- Seleção da 7.a Série x Seleção da 8.a Série 
- Vencedor do l.o jogo x Vencedor do ·2.0 jo.&o, 
NA TAÇA O 	• - 
LOCAL: Parque Aquático do GSSPR 
I:'IA: 22 de Novembro de 1983 • , 
HORAS: 14:00 
Competição entre os alunos da Escolinha de 
Natação 
preço deste 
Cr$ 
exemplar,, 
10,00 
ESTADO DE l'IATO GROSSO DO SUL 
COMARCA DE BELA VISTA 
PODER JUDICIARIO 
CARTóRIO JUDICIAL 
Edital de Primeira e Segunda praça(s) designada para 25-11-83 e 05-12-83 · 
O Dr. Jonas dos Santos Pellicioni Juiz de 6.000.000,00 (seis milhões de cruzeiros),. valo?' . 
Direito da Vara Cível desta Comarca de Bela por quanto será levado à praça no dia 25-11-83, 
Vista, Estado de. Mato Grosso do Sul, na forma às 13,30 horas e eventual segunda praça para , 
de lei,. 	o dia 05-12-83, às mesmas horas, para ser ar- 
FAZ SABER, a tode,s que o presente edital rematado por quem maior lance d.er acima, da 
virem ou dele conhecimento tiverem que fcram avaliação, sendo a venda feita à vista, ou me- 
marcados os dias 25-11-83 e 05-12-83 às 13,30 diante fiador idóneo pelo prazo de 03 (tres) 
horas para a realização das praças designadas dias. Dos autos não consta nenhum ónus ou 
nos autos N.o 199/83 de Açâo Execução p/Quan- recurso pendente de julgamento. 
tia Certa Contra Devedor Solvente Financia- E para que ninguém possa alegar ignorância, 
dora Bradesco S.A. Cred. Financ, e Investim. determinou o MM. Juiz de que se expedisse 
move eo~tr~ Roberval Souza Rodrigues e Co- o presente edital que será publicado e afixado 
rumila Loureiro _de Almeida referentes aos na forma da lei. Dado e passado nesta cidade 
bens penhorados nos autos acima mencionados de Bela Vista, Estado de Mato .Grosso do Sul, 
abaixo caracterizados: 01 lote de terreno subur- aos 25 dias do mês de Outubro do ano de mil 
bano, com área de 62.500 metros quadrados, novecentos e oitenta e tres Eu, (Pedro B, ~ (lo 
' .. , .. 
determinado sob n.o 255, da primeira circuns- Vale), o subscrevo. 
crição desta cidade, devidamente matriculado 
so o n.o 1.604, ns. 1.604, do livro 02 do R.G.I 
desta cidade, avaliado na quantia de Cr$,..... 
i j 
Jonas dos Santos l?ellicio:ai 
• ' - O Juiz de DireitÔ • • .. 
O MELHOR CORRETIVO PARA O SOLO PRODUTO OE AI,.TA QUALIDADE 
lUNEilAÇAO BO!lOQURNA LTDA. 
Na Agricultura está a forca e a esperr.noa do Brasil 
Calcáreo Bor:'loquenn. é a realidad~ Para uma Lavoura Mais forte 
USINA: RODOVIA JARDIM PORTO MURTINHO - Km 54 
Escritório: Av. Buque de Caxias 99 -· Jardim MS. Dourados Rua Joa-•'- Teixeira Alvea 
1985- 	4o+u+u

$ to 'n cuti o Municipal 
I 
Afono Diln Nune Late, Prefelt, furl 
cipl de Bl Vista, Etdo de Mata Cromo do 
Sul, usando d» «tribuiçoes que lhe; +» co­ 
feridas, e de acorda com o disposto n !i com­ 
plementar no 07 de 20 de Dezembro de 1931. 
RESOLVE: 
Conceder F'las culamentzr4 
Ao funelo.iria: E!rio Rdrigus, rclti- 
vas o período de 2/83, partir ds 19.600.13 
i 1,10.6 (Pont. N.o 0252/23, de 10.6..13) 
Ao funcionário: Luz Coronel, rela!Jvus o 
período de 2/83, a j nrlir do 20. C!l. 03 : 2'/ .10. 81 
(Fort, N.o 0259/3 de 27.09,03) 
A funclon6rin: Vcrn Fótimn Vk,mto tle 
Souza rclot!vns no período ele U2/fi1, o pnrtir 
de 21.09.03 i1 21.10.83. (Port, N.o 0262/63, de 
()'!, 10. 83) 
Ao funclonúrio: Antonio Dos Snntos Silvn, 
rdntivns no período de 01/02, n partir de 13. 
10.83 : 12. 11.83 (Port. N.o 0207/03, de 13.10.IJJ) 
A funclonúrio: Selva 'fümnssine Lopes, re­ 
ltivs ao pcrlodo de 02/83, a pnrtir de 24-10-03 
23.11.03 (Port. N.o 0269/83, de Z0.10.83) 
Ao f'unclontírlo: João Nunes de Mirnncla, 
rcJntivns no perioclo cJ~ 82/83, n partír ele 25.10. 
83 à 23.11.63. (Por!. N.o 0271/3, de 24.10.83) 
A fu:icionárln: Júlin Córdova lT:>linn, rc!l­ 
tivns no período de 82/63, o pnrtir cl~ 25.10.G.J 
à 24.11.83 (Port. N.o 0274/83, de 26.10.83) 
A funcior,ilria: Luizo cios Santos Corrê~, 
relativas ao período de 82/83, a partir de 2G. 
10.03 à 24.11.83 (Port. N.o 0276/83, de 26.10.83) 
A íunclonárin: Ilde.fonsn Quiiíones S:ilin.i, 
relativos no per iodo de 82/83, a partir de 30 .1 O, 
83 à rn.ll.03 (Port. No 0277/03, de 2G.!0.8:l) 
ADlUTm FUNCIONARIOS 
A íuncionárla: ifaria Eloizn Recalde, para 
exercer a fungão de Professora, na Escch Mu- 
Tribnnn da Fronteira 
(Fundo cm 20/2/!9í2) 
C.0.C.M.F. ).5.513.203/0001 
- Reglstro no Cart,órlo do Títulos e 
Documentos n.º 35 - 
Diretor-Responsável: Inltlo T'crcira 
(Jom:.,Ust.a T'roflss!onnl, Mntrícul;; 
il!TPS n.
0 140) 
Ad1PJ.nlstrnçiio. ~d:Jcão e Parque Gnifico 
- SEDE PRóPRIA - 
Rua da República s/n . Bela Vistn . l!S 
Fone: (067) 432-1410 -- Caixa Postn1 23 
D!retora: Maria Estela Velsquez Pereira 
Gerente: G1lson Silva Santos 
Depto. Circu!Jção: Marilene Marin 
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereirn 
ASSINATIIRAS 
Bela Vista: 	7.000,00 
Demais Municípios 10.000,00 
FUNDADOR: 1-nlclo Pereira 
Um órgão da Rede Belavistense de 1 
Jornais Ltda. ,
1 
Représen'tante Nacional· FUTURA 
COMUNICAÇOES • SBN. Eutiet Paulo 
lnnr;do, ~~las 1113/1114/1115 .• Telefo• 1 
nes 223.1655 • 223.1660 . Brasília (DF). 
1 ' 
Filiado à ADJORI e f .ERAJO'!1I 
------- 
nlipal de I Grau Marcondes Nunes <lc Mirondn, 
a partir de 01.09.83 (Port. 024G/03, de 13.09.83) 
O fucionrlo: Felisberto Dias Arrua, para 
cxcrccr a função de Trabalhador Braçal, na Sec. 
de Vição, Chras e Serviços Urbanos, a pru tlr 
de 20.00.63. (Port. N.o 025:J/03 de 19.09. 03) 
A fundonúrlo.: Dolvo de Deus Flores, poro. 
cercer a função de Professora. na Esc. Muni­ 
cipal de I Grau Marcondes Nunes de Miranda, 
a partir de 01.69.83 (Por!, 0254/83 de 19.09.8)) 
O funcicn.rio: Dan!e! MA!n, para exercer a 
função de 'TrabIh:dr Braçal, a See. de Vi­ 
cão, Obras o Szrviços Urbanos, a partlr de 
23.00.83, (Port. N.o 0257/83, de 21i.00.UJ) 
O !unc!onórlo Cezúrlo Chnmorro, para e­ 
xercer a função de Trabalhador Braçal, no Sec. 
ele Viacio, Oras e Serviços Urbanos, a portir 
ele Oli.ÍO.O,J. (Port. N.o 02G5/83, de 13.10.83) 
O funcionário: Minucl Angclo Gonçalves, 
pnrn exercer 11 funçiío ele 'l'rnbalhaclor Braçal, 
na Scc. de Vinçiio. Obras e Serviços UrbanJs, 
a partir ele 00.10.03 (Port N.o 02(:6/03, de 13. 
10.03 ) 
DEMl'fllt FUNCrüNARI0S 
A funcionária: Eotalha Cáceres Fagundes, 
ror c6rdo cm, 29.01.%3 (Port N.o 0260/83, de 
n.W.8:J) 
O funcionúrio: Laudelino Nogueira, sem 
justa causa cm, 30.0D.83 (Port. N.o ('261/83, de 
03. 10.83) 
A funcionária: Sônin Eernarclctc Martins, 
por pcd;do ele dispensa em, 30.0!).83. (Port. 
N.o 0263/83, de 04.10.83) 
A funcionária: Pascoala Vcr,1 Rios, por pe­ 
dido de Cispensa em, 04.10 33 (Part, 026!, de 
06, 10.03) 
A funcionária: Vcrn Fátima Vice:1te de Sou­ 
za por :icôrdo em, 19.10.83 (Fort. N.o 0268/83, 
ele 20.10.83} 
A funcionária: Rsnie Débora da Silva 
iicndonçn, por pedido de dl:pena cm, 20.10.33 
(Port. N.o 0270/83, ele 20 .1 O. 83) 
CONCEDER LICENÇA. l'ArU GESTAÇAO 
A funcionária: Livrada Ferreira Louvcira, 
a J?artir ele 19. 09. 83 ii 11.12. 83. (Port. N.o 
0255/83 dc 19.09.83) 
A fundunúria: Helena Dávalos, a partir de 
19.09. 83 à 11. 12. 83 (Port. N.:i 0256/t::3, de 
19 .09.83) 
A funcionária: Maria Eni cio Couto Viola, 
a pa::1r de 20.10.83 à 11.01.84 (Prt N.o 0272/ 
é!J, de 26.10.83) 
A funcionária Eraclidc; Nunes, a partir de 
24.10.83 à 15.01.8-1 (Port. N,o 0273/83, de 26. 
10.83) 
DESIGNAI FUNCIONARIOS 
O funcionário: Cézar Gnzales, para exer­ 
cer a função de Trabalhador Braçal, na Sec. de 
Viação, Obras e Serviços Urbmos, a partir de 
01.05.83 (Port. N.o 0258/03, de 27.09.33) 
A funcionária: Iolanda Ocampos, para e­ 
xercer a função de Tesoureira, na Secretaria de 
Fazenda, a partir de 25.10.83 à 24.11.83. (Pc,rt 
0275/83, de 26,10.83) 	• 
Prefeitura Municipal de Bela Vista, Estadd 
de Mato Grosso do Sul, aos Sete dias do mês de 
Novembro do ano de mil novecentos e Oi­ 
tenta e Três. 
Decreto 
I! 
n 
AFONSO DILON NUNES LEITE 
Prefeito ll-[unicipal 
GABINETE DO PREFEITO EM: O7 DE 
"Estabelece a pauta de valores Imobiliá-. 
rios para o excrclolo de 1934, lia e de cálculo 
do Imposto Predial, Territorial Urbano e trans 
mls•ões Jmohillárlas e dá oulr:io; providÚ1 
clns". 
O Prc!ello Munlclpal de Dela Vl5 a, Esta­ 
do c'.lo Mato Grosso (lo Sul, no ll.SO de r.u;:i'I atrl­ 
buloões e tendo cm vista o Art lgo 17 1, Prd­ 
gra!o único, Item IV, da lei municipal n" 
725/81 (Código Tributário), de 23 dt' dezem­ 
bro de 1981. 
DECRETA: 
ARTIGO 1) A partir de 1? de Janeiro de 
1084, !leu estabelecida a pauta de valores lmo­ 
blliárlos do município de Belc Vista, Estado 
ele Moto Grosso do Sul, para fino; de fixação 
du valor venal, base do c:l.lculo do Impos.o 
Predial, Territorial UrbJno e transmissões de 
bens lmobillárlos conforme tabelo abaixo: 
SETOR 01) Compreende: Rua ,3 elo junho 
e Rua Culabá até a Rua Gula Lopes; Rua XV 
de Novembro o nua Antonlo l1aria Coelho até 
Rua Coronel Camisão; Rua Dep. Mario Van 
clen Bosch e Rua Sebastião Crisplm do Rego 
até a Rua Coronel Dias; Rua Coronel Cnmisâo 
e Rua Coronel Dias entre as Ruas Antonio Ma­ 
ria Coelho o XV de Novembro; Rua Gula Lo­ 
pes, Rua Antonio João e Rua General Osório 
entre as Ruas Sebast.ifio Crisplm do Rogo e 13 
de Junho, 
s 
lOV :fBilO P!: l!l83. 
TERRENOS Cuté !>OOm2 l., · · CrS 390,0'l Tt: 
TERRENOS (o0om2 a 10000m2) crs 120,5 
TERRENOS (acima de 10000m2) cr$ 13.00, 
CONSTRUÇôF.S l ª CrS 3 900 t)Oftn::? 
2.........CrS 2600.0o, 
Artigo 2) Os terrenos baldios e ea4 
dos, serio tributados respe!!ando o cnt" 
loca!Jz~çr.:1 Ccn110 rl11 ·c.or. crnfol'mc os tr:f 
ces abatxo: 
TERRENOS CrS 1.300,00/m2 
CONSTRUÇóES 1 n CrS 7.800,00/m2 
2• CrS 6.500,00/m2 
3~ CrS 5.200,00/m2 
SETOR 02) Compreende: Avenida Sena­ 
dor flnhclro, até Avcnlcla Teodoro Satlva, 1té 
Rua Visconde ele Taunay, até Run Barão do 
Laclárlo, até Rua 10 de Agosto, até Rua Gene­ 
ral Rondon, até Rua Alvares Cabral, até Aveni­ 
da Teodoro Sativa; Rua Afonso Pena, até Ave­ 
nida Paraguai, até Avenida Senador Pinheiro. 
TERRENOS CrS 910,00/m2 
CONSTRUÇOES 1 n CrS 6.500,00/m2 
• 2° , CrS 5.200,00/m2 
3n CrS 3.900,00/m2 
SETOR 03) Compreende: Rua Floriano 
Peixoto, até Rua Afonso Pena, até Avenida 
Teodoro Saliva e Bairro Antonio João. 
TERRENOS , CrS 650,00/m2 
CONSTRUÇOES 1 • CrS 5.200,00/m2 
2ª. , CrS 3.900,00/m2 
3° , , .. CrS 2.600,00/m2 
SETOR 04) Compreende: Bairro General 
Costa e Silva, loteamento e os lotes de terre­ 
nos urba.nos localizados na 1 Circunscrição 
não compreendidos nos setores 1, 2 e 3. 
r _ TERRENOS BALDIOS 
SETOR 01 . 3% do valor imoblliário 
SETOR 02 .2 do valor imobill4rio 
SETOR 03 . 2º'u do v:ilor imobiliário 
SETOR 04 . 2°', do valor lmobill6.rlo 
II - TERRRENOS EDIFICADOS 
SETOR 01 . 1.s~·o do valor imobiliárlo 
SETOR 02 - 1,0%4 do valor imobiltán1o 
SETOR 03 . 1.0", do valor lmob!li:1rio 
SETOR 01 . l o•.:, do valor Jmub!li::rio 
Arllgo 3ºJ As edificações industriais ser 
avaliadas a razão minima de Cr$ 2.600,00/4 
tribulados conforme a sua locn!izu:;ão no r,cto;• 
Artigo 4%) Os imóveis localizados no setr 
Rural e, cadastrados na Prefeitura Municipal 
~crílo ovali:idos a razão de CrS 130.00/m2 
tributados cm 2% do valor venat. 
Artigo 5) A taxa de conservação e limpe. 
za pública, será cobrada a razão de 10% d 
IPTU. compreendendo todos os SC'tores. 
Artigo 6') A taxa de coleta de lixo, será 
cobrada a razão de 20% do IPTU, compreen­ 
dendo os Imóveis edificados nos setores 1, 2, 
3 e 4. 
Artigo 7~) Nos terrenos destinados a lotea. 
menlo, será conced.Jdo um desconto de 30% 
no IPTU. como incentivo ao desenvolvimento. 
Artigo 8°) Far-se-á uma redução de 50% 
no vnlor venal dos !móveis loc'.:llizados em 1u. 
gares permanentemente alagadiços. 
AAigo 9°) Far-se-á uma redução de 70'', 
no valor venal dos imóveis localizados à mar. 
gem do Rio Apa e dos córregos existentes no 
perímetro urbano, desde que sejam afetados 
pelas enchentes o::asionais. 
Artigo 10°) Todos os contribuintes que 
quitarem seus impostos de uma só vez, corres 
pondente ao exP.rcício de 1984, gozarão de um 
desconto especial de 20%. 
Ardgo llºl Este Decreto entrará em vigor 
na data de sua publicação, revogadas as dis­ 
posições em contrário. 
Gabinete do Prefeito Municipal de Bela 
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos sete 
dias do mês de novembro do ano de Mil nove 
centos e oitenta e tres. 
AFONSO DILLON NUNES LEITE 
Prefeito Municipal 
,--~--~g=----~-------~ -----------: 
sRFER E EDR AP ( 
Blocos de Correspondencia, Impressos fiais e estudantis, envelopes, Confecção e Impressão 
de boletins e jornais. 
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ANEXO • ESCRITÓRIO D:: CORRETAGENS - VENDA 
' 	" 
1 
DE FAZENDAS 
"A MAIS lIODERNA INSTALAÇAQ ~. , 
DA CIL:DE E A QUE MEL;IO! ATENDE 
PACIFICO BALTA CORRETOR 
AVENIDA CEL. PTLAD RI 	- REGISTO CRECI N 1.250 
- •• " • EBUA. 1.293 ·- CEP "9 290 
1 
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, 	• 
0 
- N!TO - MS. 
1--, 
. 
f

..... ~ 
na 
G 
2 
2 
4. I 
0, 
llJA. 
[LA hl'tu,l'Ell/ ·	e 	1Ta.mm{77e7ame"mm 
~--------------- 
LIMPEZA 
mar a 
, 
e N tícia 
· (1andionor Rodrigues - PD 
rado' 
pico ao Fmo. Sr. Presidente desta Au­ 
Casa para que envie expediente ao Exmo 
(U!",,, refito Muntcipnl no sentido de man 
eni_, pimpa na Rua Coronel Ponce, bem 
ar ('~teço de bueiros no cruzameno 
em"" tuntártos da Pátria. 
x """",, as sessões da CAmara Munictpa! 07 
.3la 1933 
Novembro de Uóó. 
PASSAnELA 
f'1 i ,1 , 
(lor 
Claudlonor r.octrigucs - PDS 
'rea 
rndico ao Exmo, Senhor Presidente desta 
Augusta Casa, para qu seia cnvhado expedten 
te no Exmo. Senhor Prcfc1lo MunJclpal, rcite­ 
rando a Indicação n 006/83 datado do 0-1 de 
innrço/8:l, ele a11torJn do Vcrendor Ancclmo 
r,opes, no scn.ldo do conscrtnr ou n1 possibili 
dde de fazer noves pssarelas que dá ncesso 
s pcdcs rr da uma via a ut:a da Av. 'leolo 
r Sativa tr ·mo mn±ar fzsr limeza nas 
!nternls da citada avenida cm toda sua cx!en 
efio. 
Saln elas sessõrs ela C/lmorn 1,fu11!clpal 07 
do Novembro cl~ l .903. 
DHENAR 
vereador Nestor Alc!dcs Almada - rn1DJ3 
_ IpJFTT"T»+ti ·rv. ' 
~ Indico a Me.rn ouvido o plenário na form'l 
regimental parn que se oficie ao Exmo. Senhor 
Prefeito Municipal na necessidade de mandar 
drenar o córrego da Av. Teodoro Saliva, antes 
quê õcas!one o entupimento elos bueiros ali 
existentes, que irüo trazer transtornos a popu 
lação. 
Sala dos Sessões da Câmara Municipal 07 
de Novembro de 1.983. 
ti. 
PODAR 
, 
Vereador Nestor Alcides Almada - Pi'IDB 
indico a Mesa, ouvido o pl_enário na forma 
regimental, par3 que se oficie aó Exm_o. Se 
nhor Prefeito Municipal na necessidade de 
mandar podar us papoulas existentes na Av. 
Teodoro Satva, pois do jeito que se encontram 
estão dificultando os senhores motoristas que 
por ali transitam, ocasionando diminuição de 
visibilidade e consequente perigo de acidentes. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal 07 
de Novembro de 1.983. 
PASSARELA. 
V'erader Nestor Aleides Almada PMDB 
. Indico a Mesa ouvido o plenário na forma 
regimental para que se oficie ao Exmo. Senhor 
Pr~feito Municip91, da necessidade de substi 
tuir as oassarelas existentes sobre o córrecro 
e~ Av. Teodoro Sativa que se encontram e';u 
pes • 
p""TO estado de conservação. E que nessa 
'ituicão se proceda com a construcão de 
r,a;.;.-ire.J;,., de concreto. - 
,, Snla das Sessfü,_., rla Câmara Munic!oal 07 
"e Novembro -ele L983. 	• 
ANIJ AIS 
Verea,fo-r Ne1,tor AJcldes Almada - l'JIDB 
Indico 10 Exmo. Senl1or Ptcfeito Munici 
pal, que haja com maior rigor junto a fisco 
llzaçu_o munlc1pal, parn que ímpeça o llv.re 
frnns1to de animais vacum e cavalares no perl 
metro urbano e porifcria. 
Snla das Ses&ões da Câmara Municipal 07 
de Novembro de 1.083. 
ARI R.JGO 
Vcre,u!or !Vfarcellno Casslo Biglia. Aclol'! PDS 
Moção de Congratulação ao Exmo. Senhor 
Deputado Estadual Ari Rlgo pefos brilhantes 
trabalhos que vem reivindicando ao nosso mu 
nlcfpio. 
Pela presente moção, requeiro aos nobres 
pares desla Casa, o envio de congratulações 
oo Exmo. Senhor Deputado Estadual Ari R!go 
pelos brilhantes trabalhos que vem r<"ivind1can 
do t.o no,;f;o munlclpio e região. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal 07 
ele Novembro cte 1.903. 
DERSUL 
Vereador Mnrcellno Casslo Biglia Acioll PDS 
Moção de Congratulação ao Exmo. Senhor 
Dr. Arnaldo Ferreira de Souza, Diretor Geral 
do Dersul. 
Pela presente moção, requeiro aos nobres 
pares desta Casa, o enviou de congratulações 
ao Exmo. Senhor Dr. Arnaldo Ferreira de Sou 
za, Diretor Geral do Dersul pelo atendimento 
que vem prestando as rodovias deste municI 
pio. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal 07 
de Novembro de 1.983. 
PROTESTO 
Vcrea<ior Nestor Afoldes Almada - PMDB 
Pela presente moção, requeiro aos nobres 
pares desta augusta Casa, o enviou de moção 
de protesto ao Senhor Prefeito Municipal, pe 
Ja concessão de licença para construção de 
cnsas de macieira nas nossas ruas principais. 
Sala dos Sessões da Câmara Municipal 07 
de Novembro de 1.983. 
BAILES NO BOSSA NOVA 
Vereador lfarcciino Cassio Biglia Acloll PDS 
Requeiro a Mesa ouvido o plenário na for 
ma regimental, para que seja enviado expedi 
ente ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal com có 
pia ao Exmo. Senhor Delegado dé PoHci!l soli 
citando as seguintes informaçóes: 
l) Da situação que se encóritra ó Sr. João 
Batista Ferreira, no tocante a Alvará de Llcen 
ça, para realização de bailes naquele recinto. 
2) Informar aíndu, se o local uma vez hcen 
ciudo pelo Executivo Municipal, é apropriado 
para realização de bailes. 
3) Reg_aéiro de sua Excia. o fechamento 
definitivo daquele recinto. 
JUSTIFICATIVA: 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores: 
Fa::e aos útimos acontecimentos ocorridos 
naquele recinto que vem· ocasionando bader­ 
nas e prejudicando aos moradores vizinhos. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal 07 
de Novembro de 1.983. 
AJ:rnOIH7. ÇAO 
Vc reador Nestor Alcides Almada - PMH 
Requeiro a Mesa ouvido o plenário n:i for 
ma reiment 1l. que se oficie ao Exmo Senhor 
PrcJe)to Municipal da necessidade de mandar 
limpar e arborizar a entrada da cidade desde 
o início da pavimentação asfáltica (laterais). 
JUSTIFICATIVA: 
Senhor Presidente. Senhores Vereadores: 
Haverá uma valorização maior por parte 
de quem chego a nossa cidade, pois ir:i cncon 
trá ln limpa e arborizada. E como contribuiç'.ío 
ponho a di•posição da Prefeitura desde aue 
soUcitado pe.lo Senhor Prefeito e para excu 
ção desse plano paisaglslico. 200 (duzentas) 
mudas dr. árvores de cedrn sem õm.ts p:1ra os 
cofres municipnis. 
Sala das Sessões da Câmarn Munfcipnl 07 
de Novembro de 1.983. 
1 
FOUIA DE PAGAi'HENTO DA PTIErElTUTIA 
Vereador Nestor Alcldcs Almacht - PMIDB 
Requeiro a Mesa ouvido o plenário na for 
ma regimental para que se oficie ao Exmo. 
Senhor Prefeito Municipal nora Oll'l seia cnvln 
da a esta Casa de Lels. cópia da folhn de paga­ 
mento mensal desta Prefeitura. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal 07 
de Novembro de 1.983. 
PATROLAMEN TO 
Requeiro Mesa ouvido o plenário na for 
mo reimental para que seja enviado expedten 
te ao Exmo. Senhor Prefeito Municipal, com 
cópia ao Senhor Secretário de Obras Munici 
pal. solicitando de Sua Exeia, providências ur 
gentes no sentido de determinar ao Secretório 
de Obras, para que solicite ao Chefe do SAAE, 
desta cidade, a presença de um funcionário 
para acompanhar os serviços de patrolamento 
nas ruas desta cidade. 
t 
JUSTIFICATIVA: 
Todos a<; vezes cm que é dci:.envolvldo o 
sorvico de patrolamento s ruas desta cidade, 
tem acontecido vazamento nos canos d'água, 
pelo motfro da prcssiio da pesada motonivela 
dor , ocasionando verdadeiro transtorno a toda 
populu,iio, uma vez que para se fnzer os devi 
dos reparos, há ncccssidoclc de interromper 
o fomr:cim::?nlo cio precioso líquido, bem como 
prejulzo uc•s :;onsumidores. 
Sala das Sessões da comam Municipal 07 
tlc Novembro de 1.983. 
Claut.llcnor Rodrigues, Ivan Afonso da 
Costa Marques, Marcelino Casslo B. Acloll, 
Anselmo Lopes, Evilásio Nunes de Miranda, 
Eergio Roberto Pcrondi. 
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Or. Prilro José Pnlmlfrl 
r .!'r.')!l~nciío de Terras, Inventários e 
1 Fone: 
r.nusns Criminais < Jurl) 
R11,1 15 de Novembro, 160 
439-1132 - DELA VISTA - MS. 
e ..	. . 
,=- Jlt. JO;•.'mN !111RTINEZ PEIXOTO 
-tlvogndo 
Escritório: Rua 1.º de Mnlo, 357 
lARDIM-MATO GROSSO DO SUL 
f 
! 
Dn. RICARDO REGO 
Advogado 
T1:Yent:lrlos - 1..!ga1izaçi'io de Terras 
A:-1tonlo João 
f" czrroT1o E T0cCx 
Dr. Sérglo Roberto Perondl 
Advogado 
Cnusns Civeis - Direito Agriúio 
Inventários 
Escritório: Prac:i Alvaro Mascarenhas 
BELA Vl:STA - MS. 
MS. 
o r.ro'-"-O m, st!"L 
TADO DE MAI 00 	7 
roa roa""i iis """ J 
de citação cem prazo 
O 
os como herde!ros, e have4, , 
r.c-tos mcn r • 	, . ::i 
1o suburbano par invntir, 
lote de terrn 	• 
e V. Exa. requerer a abertura 4, 
a prença t lh • 
• 
1
, 'rio dcftrlndo- e ro-: 
1 
_, 
ci'ado inver ' . ·'- 
- 	+ ventariança, assinando o respee+y 
mnte a n 	. 9 
• demais encargos de estilo. Espera I 
l<'"m J " • • d J lh d 
, Bela Vista, 29 Je Iulo le 1983 44 
rerime"" Berto Perondi - advogado. r,', 
Dr S,·r"JO • 	. ·• 
• • 0 • • alt"'UC Jpnorf,nclo, foi de-tcr:,,,1 ,: 
1
, 
que n1o e 'E di'+] 	"a 
d 
•. ~ do presente F, tln com prn?~ U• 
na expeiuçao 	.. 	e 
• • 1 vé· do qual ficam C1todO'I: L J.2.. 
20 dias, ara 	. . 
II/ llOSA ROClIA, br.i•1leLtas, e.lado 
ROC • e 	d 11· · ., 
dos, residentes e Iomlliciadas 
dvll Ignoro • . ,. .. 
1 crtos e no sabido, para se habilitar 
Jugnr nc • 	· 
r 'd Tnvcntúrio. O prcscnlc Edit-11 SErí 
n'.> rc cri o 
· d Forum local no lugar de coto 
afixato no 	= 
J 1do na forma da Lei. Ddo e pau»d 
e pll) ICO " 	. 
idade e Comarca de Bela Vista, EeaL, nesta c1 a 
ele JTato Gr:>sso do Sul, aos vinte e quntro d:..:i 
,_ de Outubro cio ano de mil novcctntr., 
do mês 
lt t O trts Eu (Edg;ird !banhe,), Auxíiiar 
e o cn a • 
Jud!cí6r!o, 0 dntllo({n1Ccl. 
Dr, Jonas dos Santos Pelllclol 
Juiz de Direito 
untos Pe!!lclonl. Juiz 
o Doutor Jonas d7%,"a va, rsado 
o pir+o s com%;ir diices. 
de Mato Grosso do ih' ante Edital virem 
Faz saber aos que 
O 
_Pr • e,(!)C(ilclo nos 
h ento tiverem, • +do 
ou dele cr,nh.cc m. tá•io qu~ t.en 
Aut.o• n~ 2G~/8:J, <.lo Invlc 1:11~.,d R,.och-a e ln 
., 1 •1:11< rru ·"·· nc 
como Inventor an.e "' S OU RUfH:O 'J- 
venl..orludo ílUFTNO ROJA t. este Juízo e 
rzp no - 
CHA, que e proces F' cumprimento e 
Cartórlo Jud!clnl,. que e;;;,,;- Aul/JS e ,n5to, pelo 
atendendo o mais qU° ,,4ado na ±ode deste 
r.,111al que sera a.1x. 
presente l;NJ 	..1 !ti ficnm cita- 
bl! do no forma a 
Jufzo e pu ca LUlZA ROC!lJ e TIOS! 
dos as pessoas de : . tnur:o· da rdcri- 
pondercm 0 • • ' 
TIOCIIA, pnrn rcs . u 'U'.l rcve- 
- . b ena de se pro·scgu1r , •. 
da açoo, so P J iz cc Oir~1lo do 
o. Pea«o par, ",]Sx.1o 
Comarca de Bela Vista-? mfor, a4ri+!tor, 
·h'·o, r]tiro, ' ., 
ROCHA, brasi err , • • ' . . C<,morca 
d 
.1 •J'· do nesta crdac.c e 
re,lclcnt.c e 
0111 
ci 
1
'
1 
ROTAS que 
} • pni RUFINO • 
que - rnleceu seu ' ' INO ROCHA, cm <ln- 
tombém se -chamava RUF t, ·idade, de 
b de 1052 nes :i r ., ' 
ta de 27 de Novem ro l d 'civil solteiro, 'vb 
1 1 p rogunla em cs o 
O 
• 
nac onn , n • !lll 
5 11
,-.1 J!'C:i e 
lntcstado", deixando diversos 10 
-------- ---- 
PODER JUDICIARIO 
ESTADO DE !11ATO GROSSO DO SUL CARTó!HO JUDICIAL 
COMARCA DE DELA VISTA 1 si nada para 9-12-83 e 19-12-83 . 
EDITAL de Primeira e Segunda praça (6) e e g or quanto erá levada o praç::,. !103 dias 09-12- 
0 D Jonas dos Santos Pellicioni Juiz de Dl !{", 4 13 hora, rentul segunda psa 
r. 	C a de ela , is . . . 	' . 
't el Vara Cível desta 'omarca • el' 
19
.
1
2-83 às mesmos horos, no átrio do 
reto 1a 	4 Sul, na forma no lia 
Vista, Estado de Mato Grog20 ° ~ • • • Forum local para ser arrematada por quem 
d l 
1 	• 1 ce der acima da aval!açao, ~cndo a a e, 	, te edital maior on ' . . . 
FAZ SABER a todos que o pre,en d· t 'ta à vista ou mediante fiador idonc'.l 
• (oram ven a e1 a 
virem ou dele conhecimento tiverem que 
1 
azo de 03 (três) dias. Dos autos con;. 
arcndo· os dias 09-12-83 e 19-12-83 as 13.30 r,c od pr' ente umn Dívidn com a Prc!c!tura 
m ., - d as designadas tan o som 	$ 2 "60 00 d 
hcrns para a real!zaçao as praç . , M "ipal de Caracol-MS, de Cr .J , , o 
A - E cucao P/ T1- J un1c1 	, d 1 
1105 
nutos N.o 30/83 ele çuo xe , 	. 
1 
de 1983 par intermédio o pre.;cn e, 
Ribr de Souza exercic:o 	. . 
tulo Extrajudicial que Paulo .i ei o r· E ecutlvo Armando Souza, intimado das 
S referentes a0s 1ca O x 	. • 
move cJntra Armando ouza • d 'gnadas tendo em vista o mesmo nao 
• . mencionados praças es1, , 
bens penhoro.dos nos autos acima 	contrado para ser ihtir:t:-.Ud. 
, l U 1 t de terreno ur• ser en . . . . . , 
abaixo caractenzat a: m o e • E, ue ninguém possa alegar ignorância, 
1 N 18 sltuado na para q º 
bano de N.o 19 da qunc ra, ,,) •.. • • . d t ·nau 
O 
MM Juiz de Direito que se ex- 
• . b • t • • el de de Ca- e errm . 
rua XV de Novem ro, centro, na c1da 4de resente edital que seri r,ublicado e 
• elº 1 t 20m x 60m com pe isse o p 
rncol-MS, medindo lito lo e . • ' afixado na forma da lei. Daclo e passado nesta 
área cie 1.200 in2, com a, seguintes confronta- 'd. d de Bela Vista Estado de 2íato Grosso 
• •• • / • l t • h o 16 17 e llJ lado ci/a e • b d 
ções: làdo direito e os o e: • .' . . d. 
8 1 
ve dias do mês de Novem iro (o ano 
, • 'ada para O Estadia o u , no 	p . 
esquerdo com area reserv . " XV d 'l novecentos e oitenta e trr~s Eu, ( etro- 
íundo com o lote n.o 15; frente para •• ±#.» o- Jud. o subscrevo. 
de Novembro, sendo que dentro d:> re en o 	, . 
lote existe uma casa de construção rústica, com 
cobertura de capim, avaliada no valor tlc Cr$ 
120.000,00 (cento e vinte mil cruzeiros) valor ___ ......... .;._ __ 
EDITAL de Primeir:i. e Segúntlü yraça __ (s) designada para 05/12/83 e 15/12/83 - às 14:00 ho- 
- , .. - . . . 
ras 	. _ . 
O Dr. ionas dJ~. Santos _:pê_llcioni ,Tuiz ele Di­ 
reito da única Vab.--C.ivd dcst:i.. Coma_rca de 
Bela ilsla, Êstado de -Mato Grosso do Sul, na 
forma da lei, 
FAZ SABER a lodos que o presente edi­ 
tal virem ou dele conhecimento tiverem que 
foram marcados os elias 05/12/83 e 15/12/83 às 
14:00 horas para a realização das praças desig­ 
nadas nos autos N.o 03/83 de C/Precatória exp. 
dos Autos N.o 196/81 de Execução, oriunda da 
5,a Vara Cível de Campo Grande-MS. IJUe 
• Banêo do Brasil S/ A. move contra José Mar­ 
celino da Silva e S/ ·Mulher referente;;: aos hens 
penhoradJs nos autos acima mencionados abai­ 
xo caracterizados: 169 hectares de terras pas­ 
tais e lavradias, dentro dos limites üa Fazenda 
Perseverança, em Alto Caracol, Munieipio de 
Caracol-MS., com as seguintes conµ-onlações: 
ao Norte e ao Sul, com terras da Fazenda Per­ 
severança; a Leste com terras de Vital Fer­ 
reira de Souza e de lrmiios Palermo; a Oeste 
com terras de Artêmia Fernandes de Arruda, 
20 dias 
JONAS DOS SANTOS PELLIC!ON[ 
Juiz de Direito 
t 
1 
L 
sendo que dentro da referida área não existe 
quaÍquer benfeitoria, avaliada em Cr$ 5.070.COO, 
00 (Cinco Milhões e setenta mil cruzeiros),:'ª. 
, 1 d • a no- d13S lor por quanto será eva o a praç .~ . 
05/12/83 e Í5/12/83, às 14:00 horas, no alno do 
Forum .local para ser arrematada por quem 
maior lance der acima da avaliação, sendo a 
venda !eil.a à vistn ou mediante fiador idóneo 
pelo prazo de 03 (três) dias. Dos autos não 
consta nenhum ónus ou recurso pendente de 
julgamento. 
E para que nbguém possa alegar ignorância, 
determinou o :MM. J.uiz de Direito o presenté 
edital que será publicado e afixado na formo 
da lei. Dado e passado nesta cielad.? de Defa 
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos 11 
dias do mês de Novembro do ano de mil nove­ 
cenlos e oitenta e três. Eu, (Edgard Ibanhe,) 
o subscrevo. 
JONAS DOS SANTOS PELLICIONl 
Juiz de Dire!lo 
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J. 
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- IRTF.S E DECORA ÇôES no~m 
COP.TI'.",S, C,'..RI'f.:::S, nox. PAr.. C,\-:!T,:rnos, TEClD()S PARA DECOn,Ç,lO (FAillirCAÇAO PRóPRT1) 
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Gente do Banco do Brasil, Vorvi Araújo Cas- 
tlllos; Vereador Cass!o Aciol! e Empresário 
José Gelelaite, 
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Apresentação 
x.··.,- .., ..... ·.··-- -_, 
' 
do 
, G} 
o h. 	e • .. _.,_ 	.--.: 
Grente Luiz Carlos, Rahal dõ Bemerindus, o 
grande' promotor do show, e vereador Ivan 
Afonso da Costa Marques, Presidente da Câ­ 
tnara lfonicipal de Bela Vista. 
lES DO 
Cantor 
. . 
Pecuarista Olimpio Cardinal esposa Edna, e 
José Ronaldo Borges. 
. • 1 
, . . 
j 
• f 
.·--di 
Prefeito Municipal Afonso Dillon recepcionan­ 
do o cantor Nelson Gonçalves, ao fundo c mé­ 
dico Dr. Roberval Borges. 
Nelson Gonçolves no 
Cel. Sérgio Coelhc Lima, comandanl<? do 
10.
0 
RC, espJs:i Jane. 
Engenheiro Ricard:i Ros<! e Tali e Roberto 
Rosa e Tania, prc:ença jovem no show de 
Nelson Gonçalves. 
Pelo Rufino 
" - 
Empresárb Rodolfo Pereira e esposa; ele um 
dos grandes incentivadores das promoções em 
Bela Vista. Proprietário do Cessino e Restau­ 
rante Paraguay. 
Empresário Rubens Rodrigues· e Marisa e 
bancário Guego e Cecília, s11mpre prestigiando. 
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çúo (CrPJ, í11>J,l'< ., vlncul da o Minis'rlo dn 
Agricultura, vai c»locar à venda, neste més de 
novembro, cerca de nove mil tonclada de teus 
cstO(!llCS ele hl.r..,, de JUln e mnlvn. A !11.!did, 
tc-m como ol,jrllvo compbmPnlor o suprh,it 110 
das indústrias de scria, pois a produção da a­ 
lrn 82/83, previnta t nlro G3 e Gfi mil tonl'ladns, 
é lniuf!cf, nh' p rn o otondlmcnto no :·<'lor nV• 
n cntrndn da próxima safra, em março do an) 
venderá estoque 
'ORMALIZAR O MERCADO 
que vem. As vendas <ln CFP proswguirfio olé 
dezembro, com as fibras sendo ofertadas emn 
fardos prerados de 200 K4, ao preço ele CrS 
525 00/Kg para pagamento i visto e de Cr$ 
67,/Kg por pagamento em 30 dias. Estas 
colaçiicc. : fio vúllcJns por:i novembro, oplic:udo• 
ro P 1s prr,;o, de dezembro n vnrloçJo mensnl 
das CHTN.;, O: estoques da CFP estão arma­ 
zenado: em Mcunus, Itacoatiara, Parintins, Ma- 
11.tt :1p111 u, A norJ, e Corl, no Fstdo do A mi· 
zonas; e Cnp:incmn, ôbidos, Ca tonh~l e S1nta· 
rém, no Par, De acordo com técnlcos da CFP, 
a cscos,ez da~ !ibrns e o crescimento da de- 
, manda por sucnrla, este ono, .,carrelou umo n­ 
cirrodn concorréncf:i entre as indústrias do se­ 
tor. Isto fêz com que os preços pagos aos pro­ 
dutores, pelo !ibrn bruta, sallosscm de C::rS 
100,00 Kg, cm março último, para os n_tuai; CrS 
450,00/Kg, com a consequente alta nos preços 
das cmbalagens, A entrada dos estoques e- 
namentais no mercado deve amenizar eta l. 
tuação, proporcionando maior tranquilidade o4 
produtores a aquisição de sacaria de aniage 
di~~e a Ionlo informando, que, crnborn com !;p~ 
os altos, as vendas do produto contlnu~m ., 
• nut. 
rnals, prlnripaJmcnlc na demanda de embalo, 
gcns para produtos exportávels, como açúcar 
café e cacau, que utillzam cerca de iO i da pr ' 
dugão d setor, 
1, 
Escritório de 
Rcglstro CílEAA - Número C2.003/TD du G." ncgião 
~tecUçõrs ele Tcrrns - tAlvnntnmcntos, Cndnstrnis C:c Fnzcndns - Divisões do Invernadas - 
Rntificaçüo Junto no INCRI. 
Serviço Qualificado - Responsável e Técnico 
Atende tcdos os Municípios da ?r;ião 
Informações: Fone 439-1258 (EEcti tórlo) e 43C-1057 (Residência) 
1 
Run. Cuiobó, 
j 
1 
1 
l 
1 
1 
JSO (Escritório) 
BELA VISTA 
Rua General Ozório, 1281 (Residência) 
M/TO GílOSSO DO SUL 
1 
Uma formà 
n 
de 
Depois ela sugestão do Minist6rio dá Agri­ 
cultura, através da Embrapa, - Empresa Drasi- 
. · leira de Pesquisa Agropecuária, d:1 uliJiz;:,.ç:lo. 
da 'farinha dcsolcadu de milho ll?. composiçá,l 
dos diversos tipos de 1nassas • aÜfüe'nlíciàs lima 
outra nltcrnntlva -phr; a redução da dependén­ 
cia brhslleíras às importações de trigo foi er.­ 
caminhada à apreciação da Secretaria de Pla­ 
ncjamenlo da Presidência de RepúbÜco. Tra­ 
ta-se do retorno à obrigatoriedade do inclusão 
dos derivados da mandioca (féculn e fol'lnha de 
raspas) na composição das foÍ-inhos pn:1iffcá­ 
veis, como vinha sendo feito até 1979, A propo- 
'" 
i . ' 
h--" Sg's 
kit. zuéj$ 
' sei •lf- 
. : BANCO DO BRASIL S A , 
Proo.rrca 
stl
a cooperatiua, 
urnbancoou 
um técnico ela 
extone; 
5"ao rural 
ocê si tem 
a ganhar. 
IOC 
baratear 
!RIGO: 
o põo 
ta é da Sociedade Brasileira da Mnnrliocn, ri­ 
tidade civil sem fins lucrativos que congrega 
ogr6nomos, professores, produtores rurais, e 
indust. de todo o Erasil Interessados na expan, 
são da pesa, e do cultivo da mandioca, objt, 0 
produçao de alimentos humanos, r::içno .:i~lmal 
e energia. Para os membros da SBM, a !;ll'lnha 
de raspas é um sucedâneo natural no trigo p 
• 1 o ... 
dendo ser adlcionoda na proporção de 15'/4 :i 
farinha destinada no fabrico do pão francês ,e 
de até 20 à desllnada a elaboração de outroR 
produtos, como o pão de forma e macarrão. se 
. 	,;,n;.ffl 
que haja qualquer alteração substancial etr 
sua qualidade. No documento enviado ii SÉ­ 
PLAN, a SBM afirma que, a ma:idioca, além 
de ser uma cultura de baixo risco, pcuco exi­ 
gente quanto à utilização de insumnos, absorve 
mão-de-obra não especializada durante o ano 
inteiro, contribuindo para a ocupação ecanô• 
mica de boa parle da população e, conseauenw• 
mente, para a fixação d-:> homem ao éãrr{;;0, 
Ilho con'lrabandeado 
não será 
comercializado, 
o arante l ollini 
. .º ~overno Federa] não permitirá a comer­ 
ciahza_çao çias 650 toneladas de alho espanhol 
recentemente àpreendidas nos portos do·Rio de 
Ja.,eiro e Sant d ... os, quan o do seu desembarq~ 
dos navios "Selina Torre Alba" "Paros" "D- 
zumika" "S 
1 
• 
.. e an Antonio". Quem garante ê o 
secretano Nacio al d A • • . , . n e bastec1mento, do !1!1• 
rusteno da Agricultura, Hélio Tolli.ni. A medl· 
da segund;i ele t • . em por finalidade proteger OS 
interesses do d fr 
1
.. 5 pro utores Nacionais, cuja sa· 
a Ja começa a ser comercializada. As. 65 mil 
d
caix_as de alho espanhol entraram no País ÍD- 
ev1damente t , 	• • 
, a raves de guias de iroportaçao 
falsas, expedid' 
• '. •• ,. 1 as por empresas fantasmas. .15 
autoridades bril • 
, . as eiras autorizam este ano o· 
pos entend' t • ' ' 
unen os com representantes dos Íill" 
portadores e d 	• 
15 1 1os produtores, a importaçao de 
/elil.lfrtoneladas do produto, no período da en· 
r ssa a nacion 1 	_.J 
cnt5. 	1a!, entre marco e agosto. Dl:""e 
n ao o M:nist da • 
tari 'a • eno Agricultura e a secre- 
a e Abastecimento e Preços da SepJan, 
vem alertand 	' 
tra:i 
1 
° os postos da Receita Fed. p/ a en- 
det ~ e ª
nd
e
st
ina de alho no Pais. Qu~ ocorre eill 
• runento do 	• 
verno Fa.,""rama desenvolvido relo G 
nal Em ' de estimulo à produção Naci? 
. bora cone d , • • do 
alh or e com a distruiçco 
o contrabandead " • er 
cializado io, 'que não pode se.r coJll • 
um . o, por força de Lei" Tollini defende 
ª outra destin - 	3 
mnrcad . açao para o proclut•i. CoSO 
- on:i se en 	J• 
serv . rontre er,1 bom est:.!dO de cc 
açao, ela pod • 	ue 
se en cria ser rcpaso;acl!i n Cob31, q 
• carregari d . . lo- 
cando ª e sua indu.;trinliznc:io, CO 
·a no mercad 	• • ·rt1J 
entressaf 
O conmm.idor na pro~ 
ra. O total 	c.
1
• 
so, seri; a contrabandeado. nes 
' ia escontado • do :inJ 
que vem". 11as 1rnportaçõf,.; 
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