-1 1 Crise Com se Mais. Vence d ,, Prolução. m2 casa: .llu i ·Js- ,, =imie - IORNNL ...- ANTIGD Editor: IVALDO PEREIRA - Dela Vista Mato Grosso do Sul - 20 a 27 de Dezembro de 1903 A 4REMIO lretorin do Grmlo Pedro Rufino já ~e reparando para receb3r M oont.cn·i; " condados r r o tradictona! ta!Is """{$,uon, dta 1, ts ano brthanta"o do ",,jnto ASTRAL SUPERIOR. %"ao mtomn;os d: gere.ara resta. : pregando n revisão da Lei ele Contrnven­ ::n/ pa: q'3 O ioo do bicho n cons (tua I"! contravenção p2n21 o E3ut210 F1- bcn Figueiró afirmou que só o Governo regu­ Iomenta o Jogo se ele mesmo, o Governo :.or 0 banqueiro. Citando o caso das lcterJas oficiais explo­ radas pela CEF. Ao defender a regulamenta;ão do Jogo do Bicho afirmou o Deputado Ruben Figueiró que esse Jogo é noefonalmente conhecido e prati­ cado, continun inserido no elenco dos Contra­ 'enções Penais, gerando um sem número de problemas, inclusive a corrupção no aparelho policfol. • E esta situação se mostra tão insustentável tomnndo o sistema policial bastante vulnerá­ vel, que as autoridades responsáveis pelo se­ lar, em tcdos os Estados, se mostram interes• sadas na regulamentação do "jogo do bicho". Neste sentido firmaram posição conjunta no Segundo Encontro Nacional de Segurança Pú­ blica. Tentativas para o regulamentação do "jo­ go do bicho" já foram realizadas, inclusive a nível de Congresso Nacional, sem maiores consequências. Mas agora, o problema começa a seosibflizar a outros segmentos da sociedade e Inclusive o Minlsério da Justiça se mostra tendente a acolher o proposição dos Secretá­ rios Estaduais de Segurança Pública. Sempre tenho me mostrado favorável à regulamentação do "jogo do bicho". Entendo que, amparado pela lei, aquela atividade gera­ ria rccur::o: q;_:a i;:idem bem ser aplicados cm prognmas de Interesse público e social, abrin do um mercado de trabalho regular, pondo um ponto final à marginalização de milhares de pessoas que já se integraram ao mecanismo de funcionamento do "jogo do bicho", impon do a moralização do aparelho policial no que lnnge li corrupção sustentada pela contraven­ ção. Espero que esle assunto tenha um curso acelerado, quer no âmbito do Poder Executivo, como no Legislativo. A regulamentação do "jogo do bicho" há de representar, ainda, uma ccnomia de tempo e de recursos para a má­ quina do Poder Judiciário, cznstantes movi­ mentado quando contraventores são levados "acidentalmente", às barras dos Tribun1is. Creio ser do interesse da sociedade a re­ gulamentação deste tipo de atividade, pois sua existência é real e irreversível. Dizer-se que o "Jogo do Bicho" ofende a moral e os bons costumes e sgride a melhor consciência nacio­ nal, é laborar rnbre equívocos, que não se sus tentam, pois se não há moralidade no jogo do bicho e se ofendem os padrões éticos aque­ les que exploram, por igual, o Governo há de merecer a mesmo crítica, pois no momento, é ele, legalmente,o maior banqueiro de jogo neste país. Penso que esta regulamentação deva ser elaborada dentro de princípios rígidos, volta­ dos para a segurança do apostador, buscando G Mísero poucn.'I me: as, os ~ócl0.'1 e convidados não de­ vm dlar s rcservas par lima horn, 0b pnn de ne convetirm mesnu pnr o mis t!!e1opal baile dc ano. A rçspento do carnaval, o presidente do ISl C23 IA 9 Salaí10 RO .O E f RONTE!Rll" O 11N' 673 BA l clube, João Kalife, disse que "vai superar to­ c'oll os ant,criorcs". O concurso de fantasias rmov/do pelo Gr'mto e Tribuna da Frontet ru já ganhou n ·impatla de foltócs da região. vérto: carnavalescos estão se preparundo para tirar proveito para o erário, visando distribuir os resultados alferidos dentro de critérios sa­ dios. DO REVEILL.ON i· Danilo Nunes Nogueira Hoje no Estado uma generalizada insatisfa­ çã» com a Secretaria de Saúde e por que não . } dizer com ) ~-2crctário de Estado, que não con­ segue imprimir à sua S2retaria uma marca autêntica, pois a única coisa que cabe fazer é meter os pés pelas mãos, não está se enquadran­ : 0 com a classe r,olítica, notadamente com os eutados, tanto do PDS como do PMDB cons­ dituindc-se hoje numa das áreas de atrito para 0 Governador que já tem tantas! De todo o Estado temos notícias de insatis­ 'ação por parte da população, que está cansa. da com os desmandos da S2cretaria, e sobretu­ do com o diretórios do Pl•IDB do interior do stado, aue «a. ·t ·t ±ili ·s estao a prometer e a mnranqu1azar 0 ~ Médicos, Dentistas, Químicos e demais fun­ !cn; : orios d)s Postos de Saúde, com promessas de demissões. Por que ao invés de tais fatos não dizem ao Secret • • d "" • . . ano e .-:::aude que o que ele precisa Rio é demiti: f .: • · · lh, utr funcionários, mas sim reapar2- are dar condiz d a ontuçoes para que cs postos de S:.J.u s·~ realmente funcion2m e :itendam às •1e:es­ lades de nosso Povo. t .. Pois, se mantida a situação atual, o Secre­ @Tio de Saúde deverá fatalmente receber mais Cficios c. : . . o, 3Josos como o mandou a Doutora Glicéni± Ma +. a O1 ·« g 'G ara le liveira, de Jardim, que vz- rnos reproduzir na íntegra: - Senhor Secre:á­ rio, "Espantosa é Vossa Missão, a mercê da Po­ lítica e dos Políticos. A falta de escrúpulos, e a falta de respei­ to ao profissional, por empreguistas e empre­ gadores, infelizmente ccn rc;:ur3os do Estado é gritante. Felizmente a minha missão não é espanto­ sa como a vossa, pois não sou política e ·não almejo cargo, somente trabalho. Com os cursos que possuo, e alicerçada nos meus 15 anos de trabalho consciente com pro­ fissinal-liberal, não vejo necessidade do mi­ sero salário que o Estado paga, que por sinal é inferior ao que recolho mensalmente aos Co- . fres Públicos. Assim sendo, com o máximo respeito por V. Excia., tanto pela pessoa quanto pelo cargo, e solicitando que seja publicada a pedido, tenho o prazer de anexar meu pedido de demirsão. Este é, Sr. Secretário, o reflexo do vosso desempenho, pois deixe de demagogia e pro­ cure, sobretudo propor ao vosso Governador um plano de salário mais humano e procure dar aos vossos funcionários, mais segurança e tranquilidade, por que senão este será apenas o iníci:) de outros cfícios que o Sr. irá recebr de outras partes do Estado! E quando há des­ :-:c·1tentamcnto, Sr. Secretário, é sinal que algo vai mal. Deixe, Sr. Secretário, de lado as polt}mic:1s! Tome coragem e seja o Secretário que este Estado espera que o seja. aorc~c.ntnr fnntos!o.s de oito luxo. Hnvcrtl. lro• flus O prémios cm dinhelro, neste sentido o Dplo de PromoçCes de a Tribuna da Fronteira ti se movimentando, adiantando que o de­ putado Ari Rigo dará um troféu especial. Mensagem Especial Merece registro especial, os votos de boas testas de um dos mais atuantes de­ putados federais da atual Legislatura, 1 Ruben Figueiró de Oliveira (PMDB): 1 "Ivaldo, daqui de Paris, de passagem para Moscou e Berlim, meu abraço que, desejo se estenda com multo calOI" hu• mano à todos seus milhares de leitores", "Figueiró" O deputado nos mandou um postal La Place de L'Etoile, devenue place Char Jes de Gaulle, et L'Arc de Triomfhe. Uma excelente viagem de estudos e pesquisas é o que desejamos ao amigo deputado. É bom lembrar que o deputa­ do Figueiró nos prometeu um auxilio para o Grêmio Pedro Rufino, isto no pró­ ximo ano. t Fest o Ck Foi um Sucesso O Sessenta Esporte Clube organizou e pa­ trocinou a Primeira Festa do Chopp de Bela Vista, uma iniciativa coroada de êxito. Mais de mil pessoas compareceram sábado, dia 17, na acolhedora sede social do clube, prestigian do a promoção. Além do chopp, foi oferecido um churras co, com a tr1dicional marca do Sessenta, no ponte: um conjunto abrilhantou a festa que se prolongou até a noite. Não foi registrado nenhum incidente. co­ mum em festas dessa natureza, numa demons traçii·J inequivoca de que a diretori3. está pro­ cunmdo desenvolver um trabalho equilibrado. Empresários, pecuaristas, profissionais libe­ rais, enfim, a sociedade belavistense se fez presente, esperando-se que a Segunda Festa seja melhor ainda. ' E • • ■ - Leia na Página 3 - na Casa f ukuy • i "E Chegou a Plenitude dos Tempos" Gal. 4; 4) Deus irrompe na história do homem no seu peregrinar rumo à liberdade e à fraternidade, caminho que leva à pleni­ tude do encontro com Ele (Puebla, 188). A todas as familias da nossa Comu­ nidade, Santo Natal e Feliz 1984. Pe. Lourenço ======::::::::~-=::::.:;:.:==- e E" D · ~tic1cS oe)S- • • • . ----- ~=• proccclimen'O às r.orrnas ....., -- --·- ~• • • .. vendo lJmJt.nr 0 b . 3 _ ~ ntrJhU le I h.l...: r! ,,,~ f luasbs amntstrat"as vigent.eS. denúnclo provocou D l ,,tj (J~~-0 31 mo ~.,,..~ Tendo cm vista, que a •- ,..,.._,.,rclln:irb cc • o • 1 ·- • • :r;:-x,cctznttssirnO inspcç-= """"" Pioet" 'V 1 ~- - L n .,tJo( , 4&o.a,voto 49 ,,{ é rzósl· n rcnllz.nçãO de um.n comendar ao r>epar A,'•unto· Oc:ntlncln rorm11l:u'.ln pi' t ,., h ;«cJ;. 1,, ro lu Ju,or, f[oruc ó ~ I Lé no Executivo Mun1cJp;)l: rc . e Orr"mcntá, -~• • M intc·1p1l elo AnLOi "· • • ... --,er do M' 1115 • A dlt.orln Finnnccirn .,.. rcnrJorc!i do cnm:int 1 . , : O,v:tléla--mo-cnr 01rz:1, acothP.nuo O ,, ... :-- cln for• 1nmcnto de u • ' . roecssnr os !lo, Senhorr', Carlos z%... Ar- rio Púollco Espcclnl, rcJcltnr ~ t ~11~c Anto· rin, dest.n CorU' de contas. Pª~/ se trut.ar de éle Almcicln r,,fn.10~. JbC r do • i v.1 r !to 'Mu mulncla con1m o prefeito mun c pa lc nl dois nssuntc.s wo:irllrtnmcnt:; p,. . • • -, nnl 'l'l ·•h O 1,,,mn , • u J' t •11·)1:) • l 01to1noi 1 , . , 1 , 1 ,,1 J•l 1 <1 •. fflll J; oh o npp ' ' l ' ' r n. J • 1 • •1!J 1J· ijj ij"," yp, Marinheiro Dia l .:l de dezAm 'º 010 ao Jldnde ele Rlnchuolo, qunndo o Paraguai tent<:_U, · NOSSA...llIS'.OOillA.-----. rom er rt p~qucló l:írásilolrõ. A' luta, .Cff, 18 • [ ucm penso que n luta pcln Indopcndôn- ld/cotn~ :). nnltu, do 't?nchuclo üetemunou oln rnsilclm rcsumlu•se no Grito do lplrnn1:1a 5 0 ru.mo ( n g!Crrn, rermJn:indó com a indis- • os totn.lmcnlo onganndo. Esquece o mane !4ia íí innitm e 4 oéías4ó te 4 J t ) • LOTEAMENTOS IMPLANTADOS VERA 1 o run mcntlll dcscmpcnhndo polo Mnrlnhf n~ ção no tlf_tf 10 'de jahc!ro de 1060; '. -- ITAPOR.Ã, JTAUOitAT, ESPIRlTO SANTO, PRIMA con9utsttr)c,'I r.~;~ fcbQ.1'6'ld~ IQJ Q /icVn i As bnta'hns mnls morcnntcs fonm: Tone• r:1' rRilI,• VERA JI. '(!- p~mlllm--m o h:hvfur n r. 15 • 1 ro, Pnt::,,c..m! . Uloqllclo ctc Montev!dtu;"Bl . • foi fnº ª/CPul.snr ns orças portuguesas ~~1!ª:7 udo do T?lo Parnguol, Dotnlha Nav:ll d:• Rlf• 111·, ,, tá escrito oclma é uma realidade. dns o Urns,!l.._o lllJpcclir 11 c.b_og nd )U 10 ~ S;i chuel 1-fcrced~c, 'cuevns. curuzu, Posso da nhd'I • l!: Isto mesmo, tudo O ~e es Década da Decisão Esta é sua ardnttnllo pacificaçbo ás pré6vlncia o n átrlh. um,1i r1 o C11rupolll. obnoq É Belo VJstat lnigdraedssea~e º1n~~stlr e criar o seu patrimõrúo agora uni[, de do torrltóronnc_lona).,!'t.P_rovn de~~ogo í · 1 G~ERR/ llUNDJAL .,,m:r11,m Grande opor un , %> ~n.HN )'f;l__ilqí' /péH inl'c'nP.3'h~uou· 1 •u À • 1 por 1 ~.,.Jll~~a,· ;!VIIH' Jff'iJ§:>~!~Mbg~ 'ctbefó~rf ~- qnnntlo a primeira.Guerra Munal~dllndl csftotl• :;;;;;~;n:~:;;;;::,, J A n O 1 M p R I M A v E n A TI - no ~1d . , , jl1fP·ln< • 0 t Ht'tlM. ~êln1rN ou, P. _nosn posturn foi de neutr 1 a e oco ,iJJp on t.i.J,:l.iú[o;:..•--=-:...::...'.:~:_::;_:,.:.;;__,; _ "j; #} 3N"#li"ü±is 'lnMlÍif.H co flho intcrnnclonnl, mu~ n Mn:lnha brnsl ·Jl'.J'IJnJno::> JJ!•)q set nav O • d I s1ºct ~I r A ri- 1 lra prrarn-sc para qunlquor evcntunllcb· O r su~~~9.tU/·r.8 PR .,_gf 111t:fu:i;º~a. ,tt'_:1~11:tl,r o, 0 rrd,, que com uma eso,P uiallíije ~~~~lilá'c1ítb f;Ío!viil s na Guerrn, repa.rnd~desde h6. mui- ,O'liit~'.l'):{3: 1 "b;;ó~:),~~o:~al~~ª::egó.~lo ~ A;rcsentc sua proposta lut 1 _CÇA!,T,fJ:fi &'!f.~~-l 1 1nlllnP tll'a'. r lfün'n'eHf611 plrn um confllto ofensivo:-- --~ ob ou;Wn'lmil no rrislt"N"ovn vtwrín, com o , é f d . ·mel- wm1 nbnir , tlllll')<-'J'Iq'l, ·, r., "SETEAGRI" d 3 transportes com 1.532 soldados portu- zol nessa ,pocn C!,_U~ o po s avn os pn -i,m ~ r;1i:q c0º1WJ.'tTA1S 'l'M EMPREENDIMENTO_ A • • e os passos cm dlre 110 !I noclon:tliznçiio dos 1 'Jmnl,""'.l oi 1nbibu. AdminiStraçao Nivaldo de Barros gue s. "Õ~1 9ffiRiÍEÇO DIFICIL rm mentos, emborn ·e~ pcgU0I)U. , oaln. com ~~~;l7,'.J~ oiJ; ~9~0ln.'.JV[i1lít1Xl ol. . . • elr. F.. unclrn ~trnsil~,· rgtdor- fá1iricn do pólvora sem fumaça dn farinha, .zii:nridi1T 20b ?.B11ncf ?.íl ,"'.)Ir, rffJ.W.' ,fü -utfh·1ru:nr 5 ~ n. ou. g1 t•· dr 9uturr.dr. <:m 1017. >'ol nesfo o~aslãG que to• 1 h 1,- ma a 4à?PJ1Jr~Jir/8DY[i .. llirii 9 J!JH& flr °' 1 -;; , -:n n '.Jbbh'Jbv?. !'.b ~ ''!'.J1'''" I O , ;:· ,900 _ Fones 439-1431 e 439-1238 por gucs~t Ii'> MP J-1,!fl,fr~ 'jRhS }}3i "sou a aviação nave4, mais tarde transferida HU?. .>.ioq ,9bilbiv, ~~ª> ~to}]. º"~º~C!,L . MATO GROSSO 00 SUL to unidaães ornm incorporntfos 1i nosso nra! a ntão criada Força Aérea. o up s2rota R BELA VISTA , t bandeira;48/51 3J99%5819Fy%e 3 O afundamento de rés navios mercants od ao o to: s oco 'o:±otd oh bri eiJ,JitH~ºt>e!Jíb~~.:,9 ~CW~tbrJlDp'2í,· ,elo submorlnosalemãe'se/fmal_ ente/_oafun -oi:>nn i;i:inCJl:l?.llo:J iª~ll98J&FºIJ!lhJ:sqp1i~ Q.1Bn~nnte &q.turnlno Furtado de Mepdoi:ça, aro' asa a.a• • _.,. e, ,"11·111•,1 drn Dolru!§gen~ncls'-~i~ i~r1?!tliW!Ó8b tevn~arn, o B-rasil1 a declnr11r-se. em•gµe~ra no -elupl'~~buna.hLd'Ci;:o.E'-:ron te.ir-a,) on:J]i I olJ 182 · qnnd9,RdrJsif4 @Rssref,im, hes jde outubro de 19_17. Im~cliat;imente, 45. ilrl onl9vo;:-> 0 Irri toq ;1olqxo ou} 2»l 1 perjl determinando O abertur:1 de UTIJflsS'oWib: çnvlos merc:nnte,:'. olemees aqw ancorados [O_±y o»no(Fundado em 20/2/1972)1 8 1994 //ORAçO AO DIVINO ESPlRITO SANTO crlç .o popular mensal, de 800 réis. iam toma dos. canhoneira Eber, a Bahia, o9t 0G0.ME'15, 51 3 /2 03 /000 1010y91' l'.l ,, i:1 J~c,r,, •ol c~m .esta subscrição mor. com1g, "%4E$2,g.22,%8}%.,upa.± t2A 2vl - Registro no Cartório de TItulos erg _l E;#lt6 santo você que r.ne esclarece tu- dos contnbumdo na medido de suas possti 9Nini3P?'j$li@,3%?%s jgl%,- J 'JtlZ liV9lI)Gcumentos;ltf~J35llUO sup O ol((Joi,nullstn)il?rbf1s.slolllllj;;Mnttj.~a. tflli( so~u a!)mé!,1~'.Ip .IJtAçl~ q fo A Esquadra ficou resumida aos seguintes ta do continente africano. MTPS n.º 14 0) '..."ino de perdoar e esquecer o mal que me . u· navios: II GUERRA .iIUNDIAL Adrninistrnçiio. Redação e Parque Gráfico zem e que todos os instantes de minha vida 1 Nr;w...,,,,...i;.i;:w~.1.-------·----- No intE".ntalo.de.paz..relativa_entr.uSJiuas SEDE PROPRI A ~::-., está comigo eu quero neste curto diálogo agra• 3 agatns - Pi.ranga, Paraguaçu e Nichteroy grandes guerras, a Marinha Brasileira cuidou Rua da República s/nA';~el~ ~tà - MS r· ecer-lt~ por'f'u O e confirmar mais uma vez 2 C rvetas - Mario dn Glória e Liberal de reequipar a sua Esquadra. O Brasil ingres- Fane: (067) 439-1410 f-, 'Caura !ll9stal 23, 1 1 • 1 i 1 , ◄ • • or 6 B igues - Cacique, Real Pedro, Rio da Pra• sou no conflito em agosto de 1942, novamente Diretora: Maria Estela::V~l:'15qU~[~ereira ,. 1u~ eu nunc~ uro me separar de voce P ·. ta, uarani, Gaboclo e AtalanU devido ao aloque de submnrinos olemã_-es aos Gerente: Gllson Silva JS!l.l?tos ,;,,~ 1 H f ·r:rd1or ue seJa a11lus~atenal nao sera O mi falta de efetivos imedi!t.amsnte após o ,J-noss~s..na.vio. mr,rc~tes. A Esquadrn_erh . .(!om Depto. Circulação: t{aHfone MÍfiin -~ -·~Prno de J venta e que smto de um dia est2r Ind pendência foi parciolmentê ~mpensada [,P,0S ~ c:1~:PfV!Os,. (aro'cados entre 1908 t'l';l917, REDATOR-C~ : Iva~do rereira2 com você e todos os meus irmãos na glória pel contribuição de oficiais ~raças de ou- ·navio tanque de 1924 e a notthade suo- ) "i r-,. 2 t.ro países, principalmente da n Jhterra e da - 1 á'.n.llnos -ltP!-J~tádos ~a Ilálm em 1937~-·: ASô. ~R ~ Ü Perpétua. 1 V 1 L ., .. ,, ''B ,. ) "''. ~ ~ 00 M ..... •ir.: ça . .Nomes,es>mo fechra,n<> e rrnylor são ~ e, ,o o;o, ras111 contava co;n 38 na;v1os B~I~ yJst~; .... ,, .. j;;iilv. ·sizo 1 .... _'?_.O.,, .~~ 3 Iemijradbslaté Jiaje. Afü...éercatocw830, metade :~)g1ki;r~Ji_ym tot4Jjtle 75 mil toijl~:Um Defhàis'-M'ilil1é"JP1os . ·: .. : ... , .. :10'.0tlo,õo- ~origada m:iis um:i vez ( a pessoa deve- da arujad!!_ E dois_. t~rc~os...Q.[i,Qiai§. gmm., lote mais novo foi incorporado pouco antes FUNDADOR: Jvnldo ·Pé'eil'âq ·;::-J:?. [i4a d Gs 'ar± ecutaos sem fa• est frOSQ.l:JD'I .sn 131:iJ: - -mrgt:rer1'It;-2ü"'iffivi~ tn"!1tlõ'!ifi6 Bl'a'.m .1iJcy.'.órgãor,dalRe_de.€Bél11.,vistenséJ de!s~ zer O dido, Dentro de 3 dias será alcançada mod=·za. ide nossa ~adra come- a Inglaterra r,dlcionl;l,Ildo 22.300 tqneladas 1 .~ -!>1qm9 :> 2iJP.~;r!!~!lq ,isnoi22ilow < ,: ot -:~i';;uli sb.:~1ld'J,:.-m:1g srnu ''·a) publicar t ~ ~ nl~ urante ?rue rm.,mài Q~ ·a · • a graça por mais mçu;: que seJ ço~ • dq , 1illj2 5 f.l1lei ~- ·1· ,!.-/,; iº"'i r ~,Jr-- 1: uru a-,: obrl?.2 cb 2p_:1t:·;:i: ,.:J;, ::>l□9flt'S.lb1ni_ if9:)bG!l . l)!,n '.llJO 1fl0 '.) !Jll.!./[~ ..,_ o un.;J ro a • _ à[Vapo º'1 ~d~ {tfJ'1a- f • • ~~n;rid!fs._,~~re @.ÇDifJh~~P.-.Elitosfi Rcprcscn·ianto Nacional: FUTUJ,~ ~assun que _rcce.Jl'.!I' a lá~,?f.ª' , .... ri a Guerra. Foi o na_vio a_1Lx.iliar_ Correio ca • marmos, 1otalizarl'cl'o~ais- 1'5.1tl4 COIIUNICAÇôES - SBN. Edifício PaÜT'o 61 1 3 9 -no:> or;n •iur ,obc:;. ::!b orn, ctt,_ Im llia-1,-f~ rena~a-épece, 1one.!fil:l..9s _ . . . . , ltnlirftlOi Sálãs 1113/111471115 2'Tele.l s1m mnu si;;sr3v : s 1 todos os países estavam em dúvida sobra as A atunçao prmc1pal e decisiva da Marinha nes :223.1655.61223.16601 .2Brasília'(DF)] a à 7os! sd ·G, PV; pyiit s >iL 1:8is vantagens do Uso do vapor em substitui d~ Bras): na II Guerra Mundial ficou por conta J .orlfsds,-J 9Jn'.lmó2 ,0)!1s::, oi mls -nmbnuon :.i: i:!'J oim .,oi';m _r;l9q 2' • ~~- às velas. A tecnologia foi avançando, po- as pFer..'..!?losas iie. 'ê~lfns d,e,combo10ds~no.A~f1n•. a zoifY~Ç95'ifJJ;p.9~aEq ~~ zo mo_ ?.o rno:i .9!11!:,TTs!:l;;!on ,s:;:f.[c,q :JW:b s re . e todos renderam-se à evidência: em 1 s 4 M 1 co. 01 1 ·; 1 mbl ~ • deférl ?1'1,s1 b • ~1 • • -..li.. 1 .l'-.J1 , ...,_< -010 orno::, 9rnsb2no:i or!lcds1i 9b 20nn êl u9m -?.no:> .aur-r.q ob omf)::, 2aq ob oJnaJ ,w o B sil adquiriu o seu primeiro navio a vapor ~" 1 ~ 5 el! ~ -~ q ._p d"?U~ ~b/>}OS ;: ----------------....;_ . '- . b , 00 9 ,.nÍJ!lL de embate, a Fnigat:i. D. Afonso com rodas tmhalh a E! esa de navios bi'â.s11éfrFs. 'ílu- tl -im ob 9bshi229:i'.Jn: ot!lv osn ,[s19dH-lsnoi22il 1m;q otn;o 9,, 21915 2s LTJII 3· " '. oD late al:il?.o s1' . b b , ' ante e conflito perdemos '3 Corveta Camaquã lsniz 10q 9up ,sgsq oósJa3: o sp oiís2 o192 'esst m9! t sup 1obrt? o pa~'R segfim(e ~6infil1idb~(P9~ Jf:~ios ~vi.·c '1rn1·~ ·~ .tftwd~· 1 /.1..live··. cruz~ad~· -o:) 206 9/ns&fk~"flJ...rilb:i;,, sup ~ ~.' h9ln~ -€füarj.eb z;;i.:JilorQom9l obsl'<3: o oboi 9ª. coni casco de metal, substutuide a onaddru» ?hja. Pif -.g.%?l!!dg M , , Me~fo f'✓ 1 n 1::, 1 er I 0 O0 gICuYura, Dusca. os ,oq e,-)'· que ate entao cr-a de uso universal. ktde': 31.1 vi&s/rébriseritand@ to no#i l s»e·E], +, ;, . • ,. • ' ;:, • -i .. b 20 rne'l:: nto assim que Rinchuelo em 1865 f. 32 nul tonebdas. A Marinha de Guerra per- os "Ele/; y Dz{ti+i36J q ;l], s? e a fim, Fado g'hansaí,soo»aí, Nu 46.Jmeps., mártires da,FSgygdra,Biasi, ;;g2.2"7df!!/af!!!!"i' '!safD2sr • ", cas o de. mad;ir J. Em compensâção, 1 Riachu?l~ eir~~ ;ii··." t~1eJtpf?-~;~~~fiWP-FÍó'~t. à ~?~~~nWiJJ~q ia_s~1i!8ffitliffo2'9ft,Cpel}f}R.i;1ffiío2 3is Pf!fP..rfr:kYEf1.die_!1lqll]-ª.n..!&fo·íl.1 :.wfe°ill'8Jf..8~>~.-·.ª:: ~; !ai atftl)f!@!Hlp-''filhéÍn11'11;8'a1f+.i 11BR"e'rw.sl~J9ta 105 ~%r'W. . ~~- ªbA. . . :io, Pª~dif2:n...óºlJIP1êh!ffiVtª J§M8~lv.!RfiFWV'!5~1,., 1 ermin""ªm,,11m~ .n:i:.t>.u;fiin,1he=·,"'-Q,~l;lti..Ct;?.a:>f."-",, • . P-' • 1 ' . 11 ~m smu sJ•I fn 1h • d nn . . t ., o m;-i -~=_,,.,. sr- --.i:n ... =l<' t"'"'"' - ··• nav4os a.3PP?g9.g_ggggg _sabia.n 5"} ? f y{%g! ze2zg 1 ;""%!!%.'%P%%/iYi9ade,do,,mi!h,zEmbr fra passada, -.quando • a, forte,estiagem , 64u GUERRA DO PARAGUAI' "" u. l-'s1,m.6-}'2t WIJ ºol:P q , <-<, -em e ta t . e O • . • • ' • - z" -± t ,SI!) +rg: ··"'"! ..Jri,,,«?C'I. .,,t:;r....-,"""""'""""" ,,.h-rnhn le que"'fomente is #sal$%,,j-1?}g, gg&?já, 1, "%%%P"%T%/97g gg.indirss algensa uma frustraste sem precedentes. E;tru~lnl linlll e,,.,..,--uts·cr .,,.com-,,:,,r,i?t1:;u,u~ 'Cl".Dl"e"J 1 r· . . ~1!8~na-. u0S P.er:mªuece.m ::ihaixn no idP:>l.orPt.,_,.,,l',ln ·o . T • ºQô11 ·1 tinha 17 navios encoura:,ados O u ª. e iciente, bem eqwpada e com nomensõM º9 ,ociv, .. "''' o-µ 1~s~11!!,,~e!ilc g.,j)!' ~~! va em pé de igualtlade com 'as ~ª~;~~: re!q~i~,cg,c.rã{h~~a;}tir IÍ ~~Jnts!rid~ os r~~flgbj>~v;iso1Pti½>uiiet%.Ar!:~ªsf;r,ap_iq rr.,9 esty.!:lsle.~~tr;>uqeom~;as,.,b~defj.aj~.?se;oZ i@is.is@si@si?@si" f2$%?" j#/$2%2.$%,2%,pi$j./%$g#fig$íé$.$$$rã. E"çpj% @esei4#jisr-is.si,si @ií ,steté- 4é.í6464.éé 4ésiééí6%.íáí.4%: $,g"%,72,2.p.gggg22gzpg É$ hjj%%$$fk#"2%#$1$$%1$$.322,2,2g@.$,E,3;p,2"""pé ppprggse.gaspgi.sr,sfir ris"ssi#i 6ei; te sofb .a diw!__. ~ 't 'á1 d~ ~àin tacrificio~ d :um~a orca-~~~ l~firill 0 ( :i~~r• ~f antl~;;-!~-~ei.t e_s,~~f 1 SfiW!!,,ff~:~ -.hffitl 1qt:5 tU.S; ., Jlª PP.ducãc. ,cii,.ss~c9.-~renÍê~C?JfDJlhoi)!}'l#l-cgh ~ lle a5 orças O LA :1 O PU essem 52 Or• /, [ f !l r1'' y l~filJ;!t Jfll1:lfl "i~l;l• 1 :ço"i_f; cone '1ps .. !'=:e!runrin i{at10Pl 11{,at s p il , ·-. iniii2 de l « + - • ·- ª[k)' r P ara tomar parte efetiva n" comp~nh" !' rª .,j~orlr,.l""'-n:j'ii, u~Je,-y,eJr.S 11 ·W~te·pt'brtili nâ: =nte-º~ •i ~oniJ!}}ªº,., r;aft .::i:J.o~r.l.T oW, nP/ififS:!cS~üo ') ,.ira,os Eorges acr-:!dita que is_9,,.qont.€§1 nfP ..r- ~ " -· • e ena!!)' -,.- rau a ' · o» z±:?n fiar% "P, • '-mi "ec • acia. ,de A h.ost • tn • d . ' 1, c0 o ~ 1)Ml)!.BUFaraguai começou em abril icihtl~ml? Mo'1ºt'ni.!l 'J(J~ tºn'.lO .. ~r ~a· ~ _ilo ~iimisf no .d I t'"A. a ; 'lr. 107:) G ·.it'.:"'::oClfil.ffi-~'1~;r-.,fr ~-8~ cPIW:U{LC~,P;~r!IÍ;yaji)f[11il~-V!l! • • :. h d O R'o • Frata, E ·8ê sem t: :IS a ª' as ae!°BarrÕ!"!) ,r ~ a gncu tura dev-ra::i ser r.n- ad g,:a,a, • A, se»° d 5, fcc an o-se t a.a cgm a s- te. tgd6: ia±si"e6ãê'Gê k r)r'"!l1!':lhida!i;, 22,4 ilhce J - • - •• ::-.;m jc-f a ;_n:.~~,!!::'J!hl.'~p.JmǪfu!!~1J~-Ç:1_ia:,mco. - .. ' qua~ra sob o comando de T.!mand.ar~ e Alm:- ã~- J'5htõ'f4q4_;:;;! -rllf1Pf'...G. 1 'J;>J1GJ:1:)1',, 1lli .'. -.,: ~-101,( h<:P~í1~:ftYl~qy~;QJ PlanQ_,i,._rncns públicos. e no. cxpc1iê.ncfa. r,os~.uno.s render mni:<:, t mais ~ensibi!Ldadc socinl. vis::mdo ser o c sempre vi!,nr.co o brrn cs,:u do povo. O Ano No-:o 6 se:npre abertura de nova3 n manter com cole:;as, seguidores e o r, ,·{ (:;ffi geral Jar;os de ::1.miz.::::'.:: 1 rc~p::ilo e colubc, .. ' ção, básicos para nosso mútuo uccs3. , 1 dur.:;.nte c no procurzms cumprir com 01 FELIZ Nh'fAL E PROSPERO O MV} EE!A V;TA ,,.... -++-. • 1,+ i,i.:rcelo Calvano (P:1-JLB) Secr:.Jíáriq Cas,io Bigll:l 1c!.Ji (I'DS) _.,, Sergfo Roberto Perondf (PDSl Ar.celruo iopes (P.BS) Evihísio lI.iran1a (PDS) -------- ' Tn!lpirn~ (,'I uni • todo , :Jli> do !Oil 1. Na luta contínua de cada dia, emn d r, ,.1 do: ideais, de justiça, d n,ocrncw ,, E·rdade, untes que sumirmos tão só­ mente a prcela de responsnbilidade que nos cabe n cmntrução de um mundo 1.1'· Thor procuramos fazer também a n.0! profissão de fé em ncasa r,rnl', Fm nos: trr Em nos .. a lfül6rl11 J loJ0, com n rcrlNn dr' que rontribui­ mos pnra o desenvolvimento d • lVhlo C:r J~ 10 do Sul o o hcr.H ,t,,r cl' no:·,,, povo, coroamos o snldo de noso trabalho., com1 os votos de p: sde e proprirdad a família Jardine»se e Lnaunc·se neste Na­ tnl e no Ano Novo C]l!C ~;• n1 ,1,!m '· Neste Natal, voltamos nossa vw naru aqueles que durante todo o no estiveram em nosso pensamento e em nossas aç0S. ])lll'fi num espírito do fr:ttcrnidndc e oti­ mismo, rcpnssnr n:issos mf'lhorrs voto:; de que n nlrgrla prrpduo em todos os cora­ çõrs como cxprcssio da paz, saúde e pros­ periclnrlP, .... liC ~ l!E'-;'l'/i.fi, O llir.istúiio d:i /r;:ricullurJ, atni,·~~ c'n Empresa E:asileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapn), lanço11, m sed.:! àn Sociedade Rtt­ r:i.l E:a~!leirn, lO São Paulo, o Profnzentla • sis­ tema compulai.lori;:ndo para n admi!ústrnçiio rural - um progrnmn iàealiz.ido parn Jrie..,tar o~ fa.:en::!ciros sob:c n forma mais racional de utfüzr.ç~o do;; íntorcs de produçiio de seus es­ tat~lecimrntos. O programo, nplid.vel à peque­ nos e mélys c3npuiadores, está capacitado pa­ ra rs;de dúv!das cbre plantl, manejo de n!ma!s, preparo de solo e até mesmo a ques­ t'es sobre pregos e condições de mercado para Ao DEPUTA DO Ar R g o i ~) > -~ Til t ti t & #à Produtor Agrícola o: divcrxss prxdutcs agropccuárlos. Dc acordo com Wc.ltlir Gitd, t::cnico da Embra!)a e um dos idealizadores do rrogrm3, o Profazcnda funciona de uma mereir :nl:. Os dados ão coletads re':: ticn cs da e:não rural jun1'o o produtor2s, na for:ru'rios rzdroni­ ado:. De pce dese; dia1s, a Embraa si­ mula uma situação Cima de utilzç de t­ dos os fatores de przdug?o da propriedade es­ tuc!;;dn, mostrr.ndo r.o Fndutor. cm seguida, os ê::lllhJ~ que elo pede c,bter nn ampliação de suas tivtdsdee, ou mesma racionalizando os ses métodos de produção, !ITuJta,, e '·'!Iull:,s•· , de Há povos dias um guarda de tr4n',, rtnsito?» nulou o carro de proprlcd"" " (·,1·rclora d<'~"e jorn:.il r1 oc~-i•ío dirl;pcn P" • 1 ·4stinto ,nn funcionário. Multo Justa, nf,n'.l O <.1 'a do • ava n m documcnios e o.lnd::i por cim chinelos. zrreira li A Pollcln MItr. Junto coma algum"P?? ir is clvi; estavam realizando um barreira. conhecemos ralha e tudo. Acontece que ,sr e m alguns policiats, desde que v1mo?";;_ jso tnt (u!'ar um parente e clepo,s ficar P ., • 11>csrno. Fomos hl ver o "crltérlo t!dota·Jo • "CRIT€RIO" Nilo havln critério, multavam uns. e ou- tros, ~nis amigos pas~avam na boa. EU VI Mullos menores. !ilhlnhos ele papal dirigi nd º na boa e por ai a[ora. Tudo errado. BONS AMIGOS Não vamos genernlizar, temos grandes amigos na PM. bons policiais, nté parentes mas há os que utilizam a !arda para esconder Jnstintos bestiais. Repito: até hoje me lembro dos torturm.lorcs, um por sinal ainda sr rncon• trn cm Bela Vlrta. Quanto a barreiras elas de­ vem continuar. mas rom C:rltérlo. f' por ravor, onnndo forem rdir documentos par «la Vãos dccr•rteJ não deixem METRALHA A VTSTA. Vamos mcstrar a LURDTNHA prá banclhlo•, trafican(cs e marginais, Vamos moralizar () l,ânstto, mas com cr)'.érlo. POLICIA FEDERAL Outra coisa, no tocante a fiscalização noc: pontos de õnlbus. estradas etc, fiscalização cs· sn do contrabando, o assunto deveria se.r rle alcarlri da Policia Federal. Outro dia uma baile rnlrladão pediu-me para abrir a pasta, talvez o distinto estivesse desconfiado que eu estava levando muamba. Só faltava essa ... Que mara­ vilha ... Que maravilha ... enquanto isto pessoa 1 • da pesada age livre e solto na fronteira. RECADINHO Vai pro distinto, olha amigão. POLICIA é rara ser respeitadn. mas não TEMIDA. Policial é encarreirado de ZELAR pela seguranca. dos cidadãos. A rrente não pode e NÃO DEVE ter medo dn POLICIA. mas de BANDIDOS. Nuncn s esoueca disso: POLICIA E PARA SERRES· PEITADA E NAO TEMIDA. { r VAI MUDAR O Vereador Sergio Ro1ierto Perondi est-i transferindo residência para Ijui (RS) onda desenvolverá as suas atividades, advogando pa ra granct•~s empresas gaúchas. l_otoção Não Chegar Mercadori1 par2da no armazém da r· transportadora, esper:mdo "completar lo­ tação'' para embarque. não tem prazo pa- ra entrega nem hora ~:i.m chegar. E você rnbc disso. T:::llvez :ité por expcriên::ln nró pria. No Exprc.sso Araçntuba ,·ccê ,::m ri certeza e a garntia de que isto mu:c:~ vai acontecer. Primclro. porque no Ex:Jresso Araçctub a sua mercadoria permnee no armazém somente o tempo nc-:assúr;o para o cnrrei;::mrnto, enqu:mto os docu­ n::entos ou despachos são proccssa::!os por compu adore.s no Centro de P,ocess'. mento de D:1dos da própria empres'.l, si­ muit:mc::.mcntc. Dcpcis é só segui; via­ gem. Tudo isto no leva mais do qu:>: a'p,u­ mas boms. Esta agilid,de só é possível porque o Expresso Araçatuba recenciona e movimenta centenas de tonelnchs de cargas diri.ria.mcnte, cmpregan::!o n~t~ # E Tem Hora Para F 1 1 (Sé EXPRESSO a l de Jardim Própta movimentação, além de um sistema ope­ racional ágil, a maior frota de veículos pa, j ·a transferência e entrega operando ent 1 as suas 36 filiais. • re } Assim, sem precisar esperar as d 1 moradas "lotações" a sua mercadoria~ transportada e entregue em muito menos t.empo que qualquer outra empresa. Com 9razo de entrega e hora de chegada p ;e nisso ao escolher a sua empre~ ~- 1 transporte. Pense no seu negócio. e MENSAGEM A mensagem de Cristo n N - está conticla somenta no tem o • atal, nao ~ • po que o pro- p~ga, no amor e no sacrlficio D l nas, mas também em toda e e por que tem sua e.tjstêncla ma~ ~riaturas e pelo conhecimento do am ª pela fé dadeiro. or Puro e ver- ) A RAATUA I E d' dcixnr11 uma l~cuna. Não só na _ Pcrc~~!clp'll, mas sobretudo, no PDS, carnarn O p',1DB gn.ohou e muito J se comenta que • . ,_ 1 a 1dança de Perondi, pois ele era um om """.5nos adversários do partudo. elo:; rr ns Espaço II lit m de criar novos espaços na pol 'ica mudança do Peroncli abrirá t.am­ munlc"?? 4a advocacia 1ocnl. com v4nos ,{±ião m toa ares, o a4som«o cliT', dcs amigos e admiradores. E pen1, a,ar ;;; a 'iente ave tratam e Pe. m , orces., "'"' id dl Uma dessns pessoas. Mas a v a con. rcn era b t't t , 1 0 teremos O seu su s I u o, na Cô.- tinv1, og . 1 mura c na o!ilca loca • 1-:LEICôES l"!llando cm substituto,. conversando com 0 prefeito Dillon. ele nos disse que se houver 1 1 Ci diretos cm Bela Vista o PDS tem gran ?"atos. t os#iates ate manar. PALMIERI um dos nomes que sempre é cogitado para mccder Dillon é o do advogado Pedro Palmleri. Rentr:1cntc. um grande candidato. EDSON outro que também é comentad? e conta com n simpatia da classe dos pecuanstas: Ed­ son Jll.edelros de Morais. Tonlnho Xavier vai assumir a vaga de Ser­ gio Roberto Perondl. Independente, não está ligado a nenhum deputado, Toninho vai desen volver um bom trabalho. (g·.- . L.- - : r. ~ JHO iíTRANDA uma das grandes Injustiças, após as elel­ r.ées, foi a que praticaram contra o Dario Mi­ randa. Somos testemunhas do quanto este ra- • paz trabalhou pelo PMDB. A pé. De porta em ·,ortn. Dia após dia. E além do mais, Dario é um moço da terra. trabalhador, educado, simples e levou um tremendo "vai pra lá". Injus;iça. Alô ORRO: Está em tempo de sanar este problema. Vamos ajudar o amigo Dario? AINDA ELEIÇôES Falando em política, politicos, candidatos, etc, Bela Vista deveria se mobilizar pan. reivin clicar eleições para prefeito. Isto serve para o PDS e PMDB, afinal DEMOCRACIA lê'.: DEMO­ CRACIA. Ou as eleições diretas não servem bem para o PMDB e nem para o PDS? i.'iOBlLlZAÇÃO Outra mobilização: Pessoal. o asfalto Jar­ dim a Bela Vista AINDA não está definido. Te­ mos de lutar por ele. O Deputado Orro está fazendo o oossivel e o impossível, precisamos ajudá-lo. "Forças ocultas" são contra esse as­ falto. Alô Rotary, Sindicato Rural Comércio, Indústria, Clubes e gente que luta'. pela terra, vamos mobilizar um movimento, senão ... LTffFTtES Conversando com o deputado Roberto Or- . ro. a respeito dos nroblemas políticos em nos sa repao. o hder do PMDB m:mifestou a sua aoreen!'i'io ouanto a forma.ção de quadros diri· P.'entes. Realmente estamos carentes de líderes. 8 o~eciso conscientizar os mais jovens da ne­ cecsidde de ingressarem na política e trabalha rem !)ela comunidade. ISFALTO Orro disse também que a pavimentacáo asfáltica da BR 060, trecho Jardim a Bela ViS ta_e ponto de honra". É bom que Bela Vista ~~t que há gente no Governo contra esse . .º• entendendo haver regiões com maior Pf ~ndade. É hora de todos se unirem empre­ ~,:1os. necuari51as, entidades, clubes' de ser­ tel~· colaborando com o deputado. É hora de U .:ram;1s, cartas, manüestações· é hora de niao. , 'ELY - ... • • • Ruf::n~ rod_a de amigos, no Grêmio pedrO . , discutíamos a possibilidade de hver leicões p; nomes fo ara prefeito em Bela Vista. vários tuais, P-ua~ citados como candidatos even· eleição e O grande maioria, o PDS vence a possiniaa,Pfeito Ely. se cantidato, te hoje O PMDB é e ser O vencedor. Nao sei nao, 1 • poder e com o poder nas mãos. FERN ANDo · · - _ . _ .-r-. Quem não deixo d devcitar as.,],,ementar a possnonu4ade Fernando de Freita ato a Pref. de Jardim fol • candidato a de 5 • Freitas disse que será Quer dize . PUtado estadual e a prefeito. trabalhan~/ Femandão está vivo, pulsando e .. - • ... :li: rref eitura Municipal de Bela Vista MS Decreto n· 35/83 p,feito Em: 05 de Dezembro de 1983 aM. d ' pyIlon Nunes Le!te, Prefeito Muni- Ar",, +isa, Estado de Mto Grosso do id "[,, aaa trituices que Ihe sto cos­ sul. uson de ncordo com o disposto cm o nrt [. terfdíl5 e Lei complementar n 07 de 20 de +2 da 11 Paro de 1901. ,Giüf, is . irai @a iii iiri«éii A"," ,no 4, 1em 11, nica aberto um •7M" ementar no valor do Cr$ cadl",~ 'Trina • Sels MIhões e Sete­ .7O!$'cueiros) n ser consignado na se­ centos ~otncl.io orçamenttrln: ,parvo rffil (irll.orn Munlclpnl •·• O JO! • e pesos correntes 1·Pp2!renctas operactonats.. 400.000 O· 211·Tra EcUTIVO f .cainete do Prefel.o %as corretes , '.pessoal Civil...............1.500.00O0 3.tl outras serviços e Encargo; .. 500.000,GO !%; •• Muntctpál de Administração O JO • • 4 .Despesas Correntes 11-Pessoal CIvil.....····'·'··' 1.000.000,00 • 13 .Qbrli!ncõcs Patronais ... , . , 3 000.000 00 ;].sce. tunicipt de Fazenda .resas c@ruentes 31 11, Pcssonl Civil , . , 5.400.000,00 3 261 . Juros da Divida Contratada, 1.000.000,00 iço- Despesas de Capital 4 1 . Amortização da Divida l)õl · Amortização da Dívida Contratada, ... , , , 700.000,00 15.Sec. Mun. de Educ. Cultura e Desporto 3000 . l)espesas Correntes M111-Pessoal Civil 15.000.000,00 {107-Sec. Mun. de V. Obras e Serviços Urba- nos 1.000 - Despesas Correntes J.111 · Pessoal Civil 5.200.000,00 0.108-Sec. Municipal de Transporte 3 000 - Despesas Correntes ~3.111 • Pessoal Civil 1.000.000,00 3.120 · Material de Consumo 2.000.000,00 Total .. , , .........•............ 36.700.000,00 Decreto • n G2b. Pret. Em: 15 de Dezembro ele 1983 j l ! "Dispõe sobre a Unidade Fiscal de Bela Vista (UFBV), para o exercício de 1984". O Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribui­ ções legais e nos termos do Artigo 225, §2º, da Lt! 725/81, de 23 de dezembro de 1981 (Có­ digo Tributário Municipal). DECRETA: Arigo ) Fica fixado em CrS: 13.000,00 Artigo 2") Para cobertura do presente Cré­ dito Suplementar foi cancelada a importância de Cr8 :rn.700.000,00 (Trinta e Seis 1:ilhões e Stecn.os Mil Cruzeiros, na seguinte dotação orçamentária: EXECUTIVO: 0.102 • Cnüir.ctc do Prc!cito 3.000 -De pcsas Corrcnt2s 3120-Marial de Consumo.... .3.000.000,00 4.00 -L2.pe is de Capital 1.1 lG • Obras e In•t'llnções, .... , .. 1.500 000 00 4.120 -Eq:pamnto c Material Fermanente.. .. , . . , , 3 .500.000,00 O 103 - S2c. Municipal de Administração 3 00Despess Correntes 3 132-Cutro+ Serviços Encargos.4.000.000.00 0 104.c. Municipal de F zcnda 300 - Lepesas Correntes 3 120-Ma,erlal de Consumo 1.000.000,00 ·132-Cutro: Serviços e Encargos 1.500.000,00 'l l 05 • Scc. Mun. de Educ. Cultura e Desportos ::.C'.lO • I:cs:;;csas Correntes 3.120 - Material de Consumo, ..... 7.500.000.00 3.132 • Outros Serviços e Encargos 5.000.000,00 4.000 • Despesas de Capital 4.120 · Equipamento e Material Permanente.. . . . . . . , , , 2.000.000,00 0.106 • Sec. de Saúde e Assistência Social 3.000 • Despesas Correntes 132-Imun"7;'o de Serviços Pessoais.... . . . . . , 400.000.00 3.259 • Outras Transferências a Pessoas . . , . . . 2.200.000,00 0.107 • Sec. Munlclpal de Viação Obras e Ser­ viços Urbanos 4.000 • Despesas de Capital 4.110 • Obras e Instalações , .. 5.100.000,00 Total , , 36.700.000,00 Artigo 3º) O Presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação e afixação, re­ vogadas as disposições em contrário. Prefeitura Municipal de Bela Vista, Esta­ do de Mato Grosso do Sul, aos cinco dias do mês de Dezembro do ano de Mil Novecentos e Oitenta e Três. +g AFONSO DILLON NUNES LEITE PREFEITO MUNICIPAL 0036/83 (treze mil cruzeiros), a Unid:3de Fiscal de Bela Vista (UFBV), para o exercfcio de 1984. Artigo 2º) Este Dzcreto entrará em vigor no dia 1 ° de janeiro de 1984, revogadas as dis­ posições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado de Maro Grosso do Sul, aos quin ze dias do mês ele Dezembro do ano de MJl Novecentos e Oitenta e Três. AFONSO DILLON NUNES LEITE PREFEITO MUNICIPAL hcritório de Agrimensura Nélío Diório Registro CREAA - Número 52.993/TD da 6.ª Região Medições de Terras - Levantamentos Cadastrais de Fazendas - Divisões de Invernadas - l • Ratificação Junto ao INCRA. Serviço Qualificado - Responsável e Técnico Atende todos os Municípios da Região Wormaçõcs: Fone 439-1258 (Escritório) e 439-1057 (Residência) Rua Cuiabá, 180 (Escritório) BELA VISTA Rua General Ozório, 1281 (Residência) MATO GROSSO DO SUL ru~~-.bom servidor nada teme no presente, orgulha-se do passado e confia segamente no Cassio apre5enta várias ind,icações ESTRADAS V CIHA S O vereador Cassio Acioly. do PDS, nesta final de ano apresentou várias indicnções, 1 tacando se cntre las s que dizem respeito à conservaüo de ruas e repros nas es.ra±1s vcinais. Entende o vereador Cassio Acioly que a "furão do vereador é auxiliar a Administra- •. '.:o i1unlcip:i.1, sendo o elo en.re o pevo e o p1efito; nosa intenção é a de participar de vivamente da Administração, não só oferecen­ do sugestões, mas também levando ao Eecuti vo as reivindicações populares". Nesse concxto, Acioly vê no atendimento ·0s pecuaristas e lavoureiros, principaimznt no tocante a conservação dis strais vizinis. um aspcto Importante que deve merecer pro dclnta n Ernndo Fr mnclco Gsco • Cmpc Gra n de Coordenagüo E dual do Mobr! • Campo arnnd:i Cap Brasil e ta . pla Vis.a Pedro PedrossL'ln • cnmpo Grande Josó Pcnzo e flin - Dclo. Vis a M 1, 1 e Cr:m:.lc v ,-,rcl'>r Frrncl-:co • 1 • • . __, c t Marques Pre.,. Dr Ivnn Afonso .,n os :i • cn.e da CAmar± Municipal de Pela Vista Nosso o!ctm et!n n? 9, claborado p­ Recbemo; Nos3o Dolet:m '< da Ag. d lo- Núcleo dr. Serviço do Edu:::iç.to, .,. E:!:c. de ela Vista, Enlrc os As 5 untos 1 . Sairá mesmo o con 1 r cados destaque - " rei. e si«sciiss. pe mo14%? 4 haverá inscrições e dia 25-3-84 provas. Mal rcs Informações na agencia local. E no Mesmo te mensagem Nosso Bo!etlm, ur:n lntcrcssan e do Natal: Que o Nnt1l encontre uos lares o seu ver• a~delro significado. . aue a troca do presentes não soja o mais Importante nem mesmo importante. Que importante seja o abraço fraternal. Que importante seja o aniversarian_ Que Importante seja a reahzaçao elo q ' Elo ensinou. (0.lo importante seja a paz nos lares. o mundo será melhor, . , . Boas Feslns à todas as familias da jurisdi çüo dn Agêncin Regional de Educaçuo de Bel2 Vista. Feliz N Cita 1 Aos que lêem o. gente; o.os que fazem de lei semanal, os melho Comentando a sua Iettura 6 o' Ano Novo. re:s voLOS de Fe:lii N· t,.;1 e pr per • 1 1 . L ! , • t 1 í- : i l ! 1 r 1 1 • ~ :- ... __ ,________. . Foi um sucesso a l" Festa elo Chopp pro movida pelo Sessenta, com a presença de qu:::­ so mil pesso1s. Foi okrccido um lauto ch..i rasco, um conjunto anllnoi; a festa que esteve impecável. A gnrotl! Lu::::cnc Delvalles foi eleita n nainha da Fcst2, ncssaS parabéns. Ela mere­ ce. Meni111 bonita, meiga e educucln. Isso e ra­ ro hoje cm dia. Na 1 Festa do Chopp realizada no Sessenta anotei: Katia Santana Vargos e seu namorado Alvaro Brandão cm comounhlp dos primas Adriana e Astrld, vin• das de Cuiabá, filhas ela simpática Inês. Por Nancy 'llon no Grémio A rande pedida nes.e tinal de ano será o Dalle do Reveillon a ser realizado no Grcm!o Pedro Rufino. Aqui vai o rcc-ado do Kalite, pr. sidentc do clube: "dcs::-jo :i. wcl:idado bclavl:s,, tcnse um feliz Natal, espc:ando que todos os ~ nhcs se tornem rcali:Jadc. Sao os votos da ~1~rctoria do Grémio. Estaremos juntos no n.c-:ci'J:,n". Fa!cu KuJife. ·: Si:npitico Na roto José Ronaldo, o sogro Olimpio e esposa Um registro especial, 0 casal que frEquen- 1 0 simpáticos e enriquecem a nossa soe leda• à~. Falamos de José Ronaldo e Léa. Ele J.Ueroce 1 .. s Brasilia, (EBN) • O Ministro do Planejamento, Delfim Neto, disse em entrevista ao Sistema Brasileiro de Televisão • SBT • , apôs cumprir 'Um roteiro pela Europa e Oriente Médio, que as coisas caminham de maneira bastante razoável, acrescentando que "depois dessa visita nós atingimos, realmente, 6,3 Bilhões de Dólares e estamos nos aproximan­ do rapidamente do mont.mt.e desejado de 6,5 Bilhões de Dólares". Segun­ do ele, houve uma receptividade muito boa, tanto na Espanha como nos países Arabes que teve a oportunidade de visitar, acrescentando, ainda, acreditar que são países que virão nos ajudar na formação final deste empréstimo. O Ministro descartou a necessidade de um empréstimo suplemen­ tar de 3 Bilhões de Dólares, afirmando quo houve um mal entendido. Supõe-se que, uma vez terminado o emoréstimo de 6,5 Bilhões de Dó­ lares, disse ele tm-se uma primeira pàrcela de 3 Bilhões de Dólares incluida nesses 6,5 Bilhões de Dólares, prcela esta já assegurada, com a qual pagaria em dia todos os compromissos externos até o dia 31 de Dezembro. Ao falar scbre a definição do orçamento monetário, o Ministro disse que acha que é um off, lmrnto bastante realista, é um orçameno que está ajustado à política iiscal, e 11olitica monetária, a politica cam• bial, n politiea sa'rial, para ser ums redução da inflação. Ele deverá prover um aumento dos me.ias d:: pagamento, um aumento da base mo­ netária da or:lcm de 50 por cento. Segundo o Ministro, não há limi­ te, a média subirá 50 por cento, :2crescentando que há setores que se ocp:mdirão mais e outros m;)nos. O Ministro disse que ele m2smo nüo sabe hoje qual será o orçamen­ to das estatais, porque o trabalho ainda está terminando, "nós devemos ter n::i quarta ou quinta feira, pronta, uma primeira versão do orçamen­ to das estatais", disse. Na política cambial não haverá mudanças parJ. 84, ela vai continuar com as mini-desv2lorizs;ões que temo~ tidos neste;; últimos ::inos, disse 0 Ministro Delfim Net'J. O Wúnistro disse que em 1984 vai continuar dando tcdo apoio 10 sr ·r exportador, vai re:iuzir o subsidio de crédito do setor de exporteção .. ,as i~so tudo de acordo com uma taxa cambial extrems.mmte realis;1, <·orno a que temos hoje. de modo que, 0 setor exportador continuará .ado todo o incentivo que tm tido neste :pssa­ do recente. A minha esperan:;;a, disse e Ministro, é que possamos volmr a cres­ cer a parir do segundo semstre do ano que vem. Sobre a queda da inflação ele disse que tem tomado todas as medidas para uma r.::luc;ão da taxa de inflação e espera que isso venha a ocorrer j:i no primeiro trimestre do ano de 1984. Luiz Carlos Rahal, gerente do Bamerincit!:5 eleito GERENTE DO ANO. Ele merece. Pré? dente do Rotary, Rahal deu nova vida ao cl be. :Cinãn-r;co e atuante. At:h-crsãrics Nc d» 18 p a garota Lili. comem""";; scus 4 arinhcs. Seu pai Albertino Rufino" i.Iatos, e Beto., para comemorar a da'1, ", receu s um grande nmerc de convidado"., gcsto aimcco c sucuizntc churrasco ern conchg mnte cháara. ·os i:.n2gar as velinhns do seu Nnt ao som "_ "Parabéns a vr.::ê". não faltou um lil:do e Jici tom belo. A Lili nossos votes de muita~ f pe­ dades. Ao snfitrião ::Se,o, nosrns p:irabens la agradável feslinha. 15/12 • Aniversariou Jane Velasquez