CiOVERNO 
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Diretor• Redutor - Chefe; 	Dela Vista, - MS 24 à 31 de Março de 1084. ft N 
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917. 
WILSON MARTINS 
1° A O 
Leio no página 4 
A participação do povo· na solução dos 
problemas, no regime democrático, é fato: 
prlmordlnl; tnmbóm n participação das Asso­ 
elaçes de classe, Sindicatos, Clubes de Servi• 
ços, Jgrojus, Clubes, etc, não sendo assim, n 
cidade, a COMUNIDADE, não vive, não consc­ 
gue atingir os seus objetivos. 
Quanto a c;lnsse pollllca, precisa ser mais 
ágil, mais din.nica, Cmara Municipal e D!- 
na Câmara está 
Agressiva e cobrando 
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promessas 
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A Bancada do PDS na Câmara Municipal, 
composta de seis vereadores,Ivan r!ronso da 
Costa Mrques, Cassio Acioli, Anselmo "Peni­ 
nha" Lopes, Evilásio Nunes de Miranda, Anto. 
Depois de reativar a linha do horário no 
turno de Porto Murtinho para Campo Grande, 
e vice versa, atendendo reivindicações do pre­ 
feito Everaldo Alves da Rocha e do povo mur­ 
tinbense, a Viação Cruzeiro do Sul vem de im­ 
plantar mais uma linha, desta feita ligando 
Jardim a Dourados. 
Com dois horários, saída de Jardim às 11 
horas e de Dourados às 9 horas, esta linha 
servirá aos moradores de toda a região, sobre­ 
tudo por entendermos que fica bem mais fácil 
viajar para São Paulo, via Jardim-Dourados, 
mais fácil e com menos despesas, sem falar 
nas potialidades agrícolas da região, a qual 
motiva as viagens periódicas de agricultores 
a Dourados, centro onde estão localizadas as 
A CRUZEIRO DO SUL está cumprindo a 
sua missão, esperamos, agora, que o DERSUL 
cumpra a sua, conservando as estradas. 
'3 
Sem 
Em carta enviada a Redação, o Clube do La­ 
o informa que em eleições realizadas dia 13 
de março próximo passado, o Clube elegeu a no­ 
va diretoria para reger os destinos da entidade 
neste ano. 
Foi eleito presidente o pecuarista Abrão Ar 
O municipio de Bela Vista, com excelente 
percentual na arrecadação do ICM, possuindo 
uma pecúaria em franco progresso. que realiza 
unia das maiores e das mais comercializadas ex­ 
posições agropecúaria da fronteira, está comple­ 
tamente margL.ializado do processo desenvolvi­ 
mentista do novo Mato Grosso do Sul.. . . . . .. 
N5o culpamos o governador Wilson Barbosa 
Martins, isto porque ele está administrando por 
objetivos, planejados por sua equipe do traba- 
. . 
L 
rctórlos; é preciso FALAR E FALAR BEM AL­ 
TO, enviar cartas, reivindicações, levar im­ 
prensa os mals justos anseios da população. 
Bela Vista precisa despertar políticamente. 
E Já. 
Estamos em vias de sermos simplesmen­ 
te passados para trás. Sim, ludJbriados em 
nossa boa fé. O Governo vai Iniciar a pavlmen 
nlo Xnvlcr o Clnudionor Rodrigues, adoto~ 
uma postura intransigente na de!esa dos ideais 
partidários e cobrando as promessas feitas na 
campanha pollllca pelo PMDB. 
Não foi fácil nos vereadores pedessistas 
nceitarem o fato de que agora são oposição no 
Estado. para isto foi nreciso quase um ano de 
atua cio legislativa. Hoie o PDS está muito a 
vontade n~ra exercer o seu papel e a bancada 
rne a:6 aoressivamente, às críticas do PM­ 
DB, composta por tres vereadores, Jdelfonso 
Pinheiro, Marcelo Calvano e Rosevelte Lino 
Gnrcln. 
TTrn rlos VPreRdores mais atuantes quando 
se trata de defender o nartido. é Anselmo Lo­ 
nos. mais conhecido por Peninha, um intran­ 
Sigente cohrodor de promessas. 
Caso ha,1n eleic/iPc: nara Prefeito. este ano 
ou ano aue vem. o PDS está muito tranquilo 
em Bela Vista, pois os vereadores possuem sub­ 
sidios suficientes ara levar ao povo informa­ 
cões sobre o trah<>lho do PMDB, que até agora, 
pelo menos em Bela Vista. não mudou nada, 
a não ser os caros de chefia, isto imnlica em 
di7er ouc o partido não está em condicões de 
enfrentar (PARA VENCER) uma eleição dire 
ta. 
O próprio Peninha, várias vezes, citou 
obras. em nossa cidade. do ex governador Pe­ 
dro Pedrossian. "cm menos rle um ano realizou 
• em nossa idade o que no fora feito em dez". 
O ne está fazendo por mel vista o PDB? 
Na verdade apenas a Ponte do Apa, e só. 
Presidente: 
Capataz: 
Sota Capataz; 
Fiscal Cnmpeiro: 
E 
moa Zacarias. A nova Diretoria ficou assim cons 
tituida: 
Abrão Armoa Zacarias 
João Monteiro Mascarenhas 
Haroldo Cezar Pinheiro 
José Ronaldo Borges 
Representatividode 
lho. Culpamos mais a teimosia de o povo bela­ 
vistense, e porque não dizer, da região, em não 
eleger um representante nosso para a Assemblé­ 
ia Legislativa. Não temos representatividade po 
lítica, e isto implica em dizer que somos órfãos 
na capital do Estado. 
Vários candidatos do PMDM a deputado Es 
tadual estiveram em Bela Vista, muitos recebe­ 
ram os seus votos, outx:os, podemos até dizer, se 
elegeram com os votos obtidos em Bela Vista. Es 
Política, 
' 
tação asfáltlca de Ponta Porá a Antonio João; 
já iniciou de Rio Brilhante a Maracajú e do 
Maracajú a JardJm. O mesmo ocorreu de Nioa 
que ao Km 21. Quer dizer, seremos uma cidade 
cercada de asfalto por lodos os lados, só quo 
não chegará até Bela Vista. 
Desperta meu povo, desperta. Cobre as 
promessas feltas nos palanques. E um DIREI. 
Críticas 
"EI 
ao 
está arrumando 
Dretor 
Incrível, mas é verdade. Alguns oposicio­ 
nistas, do PMDB, estão criticando o Diretor 
Geral do DERSUL, Arnaldo Ferreira de Sou­ 
za, porque ele está autorizando a recuperação 
de algumas estradas viclnais, segundo os opo­ 
s!clonistas, "pertencentes à políticos do PDS". 
Incrível, rrias é verdade. 
Nós, e o povo, não sabíamos que as estra 
das pertenciam a este ou aquele partido poli 
tlco, para nós, e para o povo, as estradas fazem 
parte do bem comum. 
Acontece que o Diretor do DERSUL, um 
dos poucos que está trabalhando afinado com 
a filosofia do Governador Wilson Barbosa Mar 
tins, administrar o E11tado sem injunções poli 
ticas. ah>ndeu a alguns pedidos de fazendeiros, 
fato mais do que normal, pois precisamos mes 
mo recuperar as estradas viclnais. 
A 
o 
CRUZEI 
E 
DO 
Tesoureiro: Edson Medeiros de Morais 
Secretário: Hartêncio Capilé Escobar 
Diretor Esportivo: Antonio Silveira Xavier 
Orador: Irineu do Ama-a! Cardinal 
CONSELHO FISCAL 
Bela Vista 
tes personagens só voltaram a nossa cidade pa­ 
ra cuidar de nomllações, de missões e promessas. 
O Governo do Estado está construindo a 
ponte no Apa, obra de vulto, concordamos, mas 
:t Só. "únicamente a pente . . . . . . . . . . . . . .. 
Agora desferem o golpe fatal, enquanto 
Jardim será ligada a Campa Grande por asfal­ 
to; idem a Maracajú e Rio Brilhante, ligando a 
com São Paulo, Bela Vista fica. ilhada, não te- 
TO SEU. Você votou. Faça com que o seu vota 
TENHA VALOR. E uma turma, Use-a. 
Desperta meu povo, desperta. Vá nos dlre 
túrlos. à Câmara, PRESSIONE, SI t, PHESSIO 
E OS POUTICOS, se for preciso, forma 
COMI!TOES, VAMOS AO GOVERNO, A AS. 
SEMBLEIA, cobre, meu povo, cobre as pro· 
messas. 
Geral 
estradas 
está 
do 
do 
Dersul 
PDS'' 
Segundo informação de elemento pertence 
te ao Diretório do PMDB o Diretor do DERSUL 
virá a Bela Vist.a, na próxima semana, para ou 
vir as rec:lamnções do Dirct6rio. Rld!culo. O DI 
ret6rlo deve, e tem a obrigação, é de agradecer 
o nobre Diretor, um dos poueos, repetimos, que 
está olhando por Bela Vista . 
Gostamos de lembrar, a maioria desse pes­ 
soal que hoje integra o Diretório do PMDB, 
nos anos duros, por onde andava? Nós, aqui 
do jornal, que acompanhamos passo a passo 
a politica belavistense, desde 1972, lembramo­ 
nos de Carlinhos Medeiros, Idelfonso Pinheiro, 
Xirú Bnun, 1"Janeco Miranda e um ou outro 
nome, estes sim, podem defender a PUREZA 
DO PMDB, o restante, com todo respeito, va­ 
mos trabalhar mais e esquecer um pouco os 
"desencontros filosóficos". 
maiores indústrias do setor. 
Com mais esta medida de grande alcance 
social, a Cruzeiro do Sul demonstra o seu in 
teresse em servir cada vez melhor os usuários . 
Tão logo terminem os trabalhos de pavi. 
mentação asfáltica de Nioaque ao Km 21, a 
empresa colocará em circulação modernos 
ónibus, esperando se que o Governo do Estado 
atenda as reivindicações dos belavistenses no 
sentido de pavimentar o trecho entre Jardim: 
a Bela Vista, tirando a nossa cidade do isola­ 
mento e do corredor sofrido. 
Wolk Fernandes lIonteiro 
Olimpio do Amaral Cardinal 
Sidney Monteiro Mascarenhas 
Osvaldo Miranda de Melo 
Jurandir Fesü Filho 
marginalizo da 
mos asfalto e não há perspectivas de que isto pos 
sa ocorrer nos próximos anos. 
~ de se dizer, pobre Bela Vista rica de tan­ 
tas tradições, marginalizada, recebendo as mi­ 
galhas, não por culpa do Governador, mas dos 
que se intitulam representantes da região e do 
desconhecimento por parte dos planejadores do 
Governo da realidade belavistense. Até quan­ 
do?

PI &Mi&WWWIL - 
'5, ·+ 
l' "· 
PODER JUDICLRIO 	COMARCA DE DELA VISTA 
CiR'fôRIO JlIDICIAL 
EDITAL DE PRIME.IHA E SEGUNDA PRAÇA (S) dsiuinsda para 16.04.4 6 30.04 4. 
O Dr. Jonas dos anto Pelllcloni Juiz de zeiros), valor por quanto erá levado à praça 
Direito da Vara Cível desta Comarca de Bela para ser nrremnutado por quem malor lnce der 
Vt Eado de Mto Groo do Sul, na forma cima da avaliação, endo a venda fe!ta vis- 
da lel, 	tu ou rncdlonte fi:J.dor Idóneo pelo prazo de 03 
FAZ SABER a tdos que o prente edital 
virem ou dele conhecimento tiverem que !orom 
mnrcados os dis 18/04/04 e 30/04/04 4s 13:30 
horas para a rallzação das praças desindas 
nos autos N 225/83 de Ação de Execução de pen 
rão alimentícia que Wnnderlcin Lima Duarte e 
Carlos Lima Duarte move contra Manoel Duarte 
referentes os bens penhorados nos autos aci­ 
ma menrlonndos abaixo carnct.crizados: Parle 
do loto de terreno suburbano determinado pelo 
número 101 dn lº Circunscrição dcsln cldnde, 
medindo 30x62,50 metros, com frente para a rua 
Dtmío do Lndúrlo; Lndo Dlrclt.o com proprleda­ 
do do Evcrlldo Arcc; Lodo Esquerdo, com Ma­ 
ri Esther Oviedo e Fundos, com Arnaldo Ifran, 
av'la por Cr$ 500,000,00 (quinhentos mll cru- 
dias. Dos autos no consta nenhum ónus ou re­ 
curso pendente de julgamento. E como o exccu­ 
tado Manoel Duarte é revelnos autos, por inter­ 
médio do presente fica o mesmo intimado o­ 
brc as praças nclma de:;lg11ndas, 
E para que ninguém possa alegar ignoran­ 
eia, determinou o MM. Julz que se expedisse o 
presente edital que será publlcaclo e fixado na 
forma da lei. 
Dado e passado nesta cidade de Belo Vista, 
Estado de Mato Grosso do Sul, nos 19 dias do 
m~s <10 março do nno de mi) novecentos e o1tcn­ 
ln e quatro Eu, (Pedro V, da Silva) o subscre­ 
vo, 
Dlt JONAS DOS SANTOS PFLLICIONI 
O JUIZ DE DIREITO 
ESTADO DE MATO GOSSO DO SUL 
COMARCA DE BELA VISTA 
PODER JUDIOI.ARIO 
CARTôRIO JUDICIAL 
Edital de citação com prazo de 30 [trinta) dias 
 
O Doutor JORGE AUGUSTO BERTIN, 
Juiz de Direito em SUbsUtulção Legal, da Co­ 
marca de Bela Vista, Estndo de Mato Grosso 
do Sul, nn forma da lel, etc ... 
FAZ SABER aos que o presente Edital vi­ 
rem ou dele conhecimento tiverem e por este 
, Julzo e Cartório Judicial trnmitn os autos de 
Execução Forçada nº 07 /84, que Ricardo Cen 
turlão e Adão Cabreira movem contra Mario 
Toslo Fukul e Tnkef Fukul, do teor seguinte: 
Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da Comarca de 
Beln Vista, Estado de Mato Grosso do Sul. 
Ricardo Centurião, brasileiro, casado, transpor 
tndor, portador do crc nº 090.971.671-15, resi­ 
dente nesta cidade de Bela Vista MS, e, Adão 
Cabreira, brasileiro, casado, motorista, porta­ 
dor do CIC nº 048.623.091-00, residente nesta 
cidade de Bela Vista MS, pelo seu advogado 
e procurador, ln!ra assinado, com fundamento 
no art, 566, lnc. I do Código de Processo Civil 
combinado com o art, 585, tnc. I, do mesmo 
diploma legal, vem a presença de V. Excln. 
propor, como de fato proposta têm a presente 
Execução Forçada contra Mnrlo Toslo Fukui 
e Tnkel Fukul, que também ssina Takel Chi 
Fukul, o primeiro, brnsllelro, casado, comer­ 
clante, estnbelecldo com casa comercial nesta 
cidade de Bela Vista MS, o segundo japones, 
comerclante, também com cnsn comercial nes 
ta cidade de Bela Vista MS, atualmente em 
lugar Incerto e nllo sabido pelos fatos c fun. 
damentos: 1) Os exequentes são credores dos 
executados da quantia de CrS 1.690.000,00 
(hwn milhão seiscentos e noventa mil cruzei­ 
ros), representados pelos 02 (dois) cheques 
em anexo, de n° 001.272 no valor de CrS 
1.150.000,00, sacado contra o Banco Brasileiro 
de Descontos S/A, e 122911 no valo; de CrS 
540.000,00, sacado contra o Banco Barnerindus 
do Brasil S/ A, sendo que o primeiro requeren 
te é credor da quantia de CrS 1.150.000,00 e o 
segundo da quantia remanescente CrS 
640.000,00, de emissão em conta conjunta, des 
tarte, de responsabilidade solidária de ambos 
os conta correntistas, não pagos pela falta da 
devida provisão de fundos. 2) Ppr inúmeras ve 
res os exequentes procuraram receber dos exe 
cutados o referido crédito sem obterem extto, 
e estando atualmetne os executados em lugar 
incerto e não sabido. Isto posto, a V, Excla., 
se dlgne detennlnar a citação dos executados 
para pagarem o valor dn dlvldn, acrescida de 
juros de mora, custas processuais, honorários 
advocatlclos, com aplicação de competente cor 
reção monetária do débito, sob pena de não o 
!nzendo, nem oferecidos bens à penhora no 
prazo de 24:00 horas, sejam-lhes penhorados 
tantos bens quantos bastem para solução das 
obrlgnçõcs e seus acréscimos, juros, correção 
monetária, custas e despesas extra-judiciais, 
e citados ainda para todos os atos ulterbres 
do processo. Em caso de os executados não 
serem encontrados pelo O!lclal de Justiça, se 
procedn de confonnldade com a norma previs 
tn no art. 653, e seguintes do CPC., pede-se aln 
da a intimação das esposns dos executados caso 
a penhora venha recair sobre bens imóveis. 
Para tanto, se requer alndn, seja julgada prece 
dente a presente execução e condenados os 
executados na forma acima mencionada. Pro­ 
testa se provar o alegado por todos os meios 
de provas em direito admitido, inclusive pelos 
depoimentos pessoais dos executados, desde 
requerido, dando se à presente o valor de CrS 
1.690.000,00 e, com os inclusos documentos. 
Pede Deferimento. Bela Vista MS, 03 de janei • 
ro de 1984. Dr. Pedro José Pal.mlerl. E como 
os executados Mnrlo Toslo Fukui e Takei Fu­ 
kul não !oram encontrados, foi determinada 
n expedlção do presente Edital com prazo de 
30 dias através do qual ficam Citados Maria 
Tosio Fukui e Takei Fukui, para no prazo de 
24:00 horas, pagarem a divida ou nomear bens 
à penhora sob pena de não o fazendo; serem 
transformados em penhora os bens arrestados. 
O presente Edital será publicado na forma da 
lei e afixado no Forum local no lugar de cos 
tume. Dado e passado nesta cidade e Comarca 
de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do SU1 
nos dezoito dias do mes de janeiro do ano d~ 
mil novecentos e oitenta e quatro. Eu (Petronio 
Leão) Auxiliar Judiciário, o datilografei e subs 
crevo. 
CÂMARA É NOTÍCIA 
DR. JORGE AUGUSTO BERTIN 
Julz de Direito em Subst, Legal 
Moção de Congratulação 
AUTOR Bancada do PMDB: Pe!a Pesnte 
Moção. a Bancada do PMDD de Dela Vista 
congratula V. Excia. Dr. WIlsn Barbosa Mar­ 
tins pela passagem gloriosa do seu primeiro 
ano de governo, desejamos a V. Excia. que os 
princ!plos que norte:irll.m este J:rlmclro ano 
de governo, faça com que V. Excia. cumpra o 
restante do vosso mandato traduzindo como 
vem traduzindo a vontade do povo do Mato 
Grosso do Sul. 
Saudações pccmcdebistas. 
MARCELO CALVANO 
IDELFONSO PINHEIRO 
ROSSEVELTE LINO GARCIA 
H EQUEllli ENTO 
AUTOH Vereador Evilá+ to unes de Miranda: 
Fazer a Imediata ampliação no campo de Fu­ 
tebol existente na Escola Erasmo Medeiros, 
no bairro N. S. de Fátima, consistindo na re­ 
tirada de um bananal existente no aludido 
campo, 
I 'DICAÇAO 
AUTOR Vereador Marcelo Calvo: 
Necessidade de mandar nivelar e tampar os 
buracos existentes no rua 13 de Junho no tre­ 
cho compreendido entre a casa do Senhor Jo­ 
sé Avellno e Silva e a esquina da rua Cel Dias. 
REQUERIME: 'TO 
AUTOR Vererldor Marcelo Calvano: 
Mandar abrir as ruas das Vila Jardim Espírito 
Santo 1, e 2. (Um e Dois). 
REOUERIME: TO 
A TOR Vereador Marcelo Calvano: 
Oficiar ao Exmo. Senhor Presidente da Repú­ 
blica Gen. João Batist.a de Oliveira Figueiredo 
na necessidade de promover ainda em seu 
Governo eleições diretas para o seu sucessor, 
como também para as Prefeituras de Área de 
Segurança Nacional e Hidnls Minerais, para 
que possa desta maneira reafirmar perante o 
povo brasileiro vossas palavras de que iria 
fazer deste país, uma verdadeira democracia. 
REOUERIME! TO 
AUTOR Vereador Rossevelte Lino Garcia: 
Convocar o Sr. Secretário de Obras Dr. Fer­ 
nando Jorge, para participar na próxima reu­ 
nião desta Casa Legislativa, no dia 26 do cor­ 
rente mês, para tratar de assuntos de interesse 
da comunidade. 
Jl'il>lC.ÇAo 
AUTOR Vere: dor To sevelte Llns Gare4. 
Necessidade de mandar fazer reparos e , 
das as ruas do Durro JARDIM PRIMAI 
com urgCncí:i.  
l ·mcAÇ,O 
AUTOR Vereador Fossevelte Lino Garel: 
Mandar fazer reparos na pavimentação @, 
tica, da Rua General Osório, e. quina com-~ 
Rua Mario Wandelboche. 
J 
' t 
I DICAÇAO 
AUTOR Vereador Clnuclionnr llodrii:-ues: 
Passar a motoniveladora em todas as ruas do 
Bairro Costa e S!lvo., bem como nus fllQ <h 
Parque das Primaveras, tendo em vista que ti..l 
mesmas encontram-se emburacadas, 
p 
INDICAIO 
AUTOR Vereador Claudlonor Rodrigues: 
Fazer limpesas no Conjunto Habitacional co 
hab, bem como no redor da E coln Mllllclpl) 
"Jarbas Passarinho", que encontram.se tota!. 
mcnlc tom.:idns p:!IOs matngnls. 
lNDICAÇAO 
AUTOR Vereador Anselmo Lopes: 
Entrar em contato com o proprietário da Fa. 
zenda Panorama, para tomar as provldênchs 
cabíveis com a finalidade de dar acesso aa 
usuários daquela estrada até a Escola Leo1c, 
glldo Gonçalves da Silva. 
PARECER N" 001/84 
UTOR Comissão de legislação, Justiça e Re. 
dacão Final: 
Emite parecer referente ao Projeto de Lei n• 
001/84, que Autoriza o Executivo Munfcipal a 
doar para o Estado de Mato Grosso do Sul, to­ 
do o acervo escolar da Escola de 1° Grau Pro­ 
fessora Vera Guimarães Loureiro: 
O Projeto de Lei, que ora examina, aponta ; 
autorização desta Casa de Leis, ao Executivo 
Municipal para o fim específico de transferir 
e doar ao Estado de Mato Grosso do Sul todo 
o acervo escolar da Escola de 1° Grau Pro­ 
fessora Vera Guimarães Loureiro. 
A Comissão de Legislação, Justiça e Re­ 
dação Final, opina favoravelmente à aprovação 
deste Parecer, uma vez que o projeto de Lel 
em pauta, trará grandes bene!lclos ao nosso 
munlc!plo. 
Escritório de agrimensura élio Diório 
Registro CREAA - Número 52.993/TD da 6.ª Região 
Medições de Terras - Levantamentos Cadastrais de Fazendas - Divisões de Invernadas - 
Ratificação Junto ao INCRA. 
Serviço Qualificado - Responsável e Técnico 
Atende todos os Municípios da Região 
Informações: Fone 439-1258 (Escritório) e 439-1057 (Residência) 
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BELA VISTA 
Rua General Ozórlo, 1281 (Resldênda)' 
MATO GROSSO DO SUL 
"O bom servidor nada teme no presente, orgulha-se do passado e confia cegamenteno 
tuturo". 
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y"","p,gome 	". oooonero 	«soo« 	nua1saldam 
HUI7 DA TIO.II.7Ir 
Panorama 
EDITURIIL 
Pcusa en cuonto a fiestas profanas 
Amablcn 'nmigos, las fiestas carnestolendas 
ya han quedado atrás, con sus ruídos, sus nle 
,rríns, etr. Ahora estamos em cuaresma, época 
rle reffaxlón y cncuenlro y rcencuenlro para 
otros con Cristo y 11 snzón nuestr.) ed!lorlol 
ln fecha e5tará tratando sobre el tema; para lo 
cual hemos Invitado ai Rvdo. Padre Rnnuclfo 
Verón, de nuestrn Parróqula y él se refiere nsl 
a la cunresma: 
'a zrcsma nació en la Ilesia para en­ 
rei rnos ol mlsterio crlstiano dei sutrimfonto 
y (o la mucrte através dei sufrlmlento y muer 
te de Jesús, 
La duraclón de este tlempo es de cuarento. 
rlfas, de donde recebe su nombre . cuaresmn. 
Tambicm se reflere a los cuarenta dfas que 
Mol•..ls, Ellns y Jesús pasaron en las montarias 
ermo tamblén los cunrenta afios que el pueblo 
<Je Israel pas6 en ol deslcrto. Cuaresma de 
lJor si es un tlempo de supernclón, austerldnd, 
csfuerzo penoso, conversl6n y purlficacl6n de 
pecado. La cunresma !leva al crlstlano a un 
encuentro con Dios por medio de la oracl6n 
y renuncia voluntaria de algo dlf!cil y hacien 
do obras de caridad ai hermano necessitado. 
Por eso, en el tiempo de Cunresma la Iglc 
sla insiste en la penitencia, en el ayuno, en la 
oraclón, en las buenas obras que son medias 
J''lra relaciono.mos me,lor com Dios. El cr!s. 
tlnno aprende a vivir su fe mirando a Cristo 
en la cruz pues a cada paso el cristiano en­ 
cuentra dificultades y sutrimlento. A pesar de 
tcdo eso, el cristinno encuentra fuerza y vida 
en Cristo crucificado que supo aceptar su pro 
pia cruz para dar valor y dignidnd al hombre 
que surre. As! que el cristlano no acepta sa­ 
crlflclo ni sufrimiento y tampoco hace peni­ 
tencia para tener más vida, la vida de Cristo. 
Jesús nceptó su cruz y su muerte para ganar 
la Resurrecci6n que es vida y esperanza para 
los cristianos. En esta perspectiva que el cris 
tiano ve y acepta su cruz y hasta su propria 
muerle. 
Hay muchs personas que piensan que la 
cuaresma es un tiempo triste porque se habla 
de: cruz, renuncia, pecado, ayuno, prohibicio­ 
nes, o sea, ven la cuaresma de una manera 
negativa. La cuaresma no es asi. Es un tiempo 
que nos ayuda a pensar de cosas importantes 
de nuestra vidn como por ejemplo: del sufri­ 
mlento, de la muerte, de nuestra relación con 
Dios y de nuestros compromisos crlsti,inos. 
CUaresma nos quire despertar a.que!lo que 
está adormecido cn nosotros, el deseo de la 
fraternldnd, e1 deseo de amar a Dias y c1 deseo 
de tcner una soclednd más justa y fraterna. 
Ha pocos dfos atrás la Iglesia Brasllcnn 
inaugur6 su "Campanha da Fraternidade" para 
este tlempo de cuaresrna, resaltando la necesl 
dnd que debe tener todo crl::'.bno de allmenl:ir 
al hermano necesitado. 
Tamblén la Iglesla Paraguaya lanzó su 
Campana de Cuaresma para este afio con el 
lema: "Abre las puertas a tu hermano". Nues­ 
tros oblspos quieren que no solamente abra­ 
mos Jas puerto.s al Redentor cmo nos plede el 
Papo. e neste afio de la Redenc16n pero 
que debemos abrir nueslro corazón y nuestra 
mente al hermano. No basta abrir las puertas 
a Crido, es necesario también aceptar al her­ 
mano, amar al hcrmano y vivlr con el herma 
no la !raternidad y con él construir una sacie 
dade mejor. 
No podemos vivlr nuestra fe olvidándonos 
de nueslros comprom!sos evangélicos especl­ 
almenle para con el hermnno en necesidad. 
No podemos llamarnos crlstianos olvldándo. 
nos de nuestros compromlsos en la familia, 
en la socledad y en nucstra vida privada. Cua­ 
resma nos hnce rec:irdar que cs Importante 
ir a misa los domingos, que es Importante recl 
bir los sacramentos, que es importante rezar, 
pero que todo este no debe parar cn el templo, 
debe continuar en nuestra vida de todos los 
dfas. La gente debe ver una diferencia en nues 
tra vida. 
"No solamente quien dice, Sei'íor, Se­ 
or se salvará, sino quien hace la voluntad de 
D!os". Nuestra vida cristiana debe comprome­ 
temos a luchar con todos los hombres de bue­ 
nn voluntad para construir una socledad más 
justa y fraterna, una sociedad de amor. 
Es un gran desafío, que tenémos delante 
de nosotros. Para ser fieles a este desafio, a 
este ideal, necesilamo,s de. la fuerza de Dios 
oue nos viene através de nuestra comuni6n 
êon EI que es fuente de vida y de amor. Dias 
debe ser el punto de partida y de llegada de 
todas nuestras • ácciónes. La cuaresma es el 
tiempo apropriado' para· pensar en Dios y en 
el hermano. Abramos las puertas al Redentor 
y al hermano, 	• 
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DISERTCIONE ' 
- 	e. 	s estará tratando 
Dentro de! programa de la campana de la Segin nos informaron. • e · . , 
fraternidad, que se desarrolla en Bela Vista, de que estas Jornadas sos realicen en forma cor! 
' - • ' 	• idas para e 
cspecllicamente cn la Iglesia Matriz Santo tinua y las mismas serán bienen ' 
Alfonso, EI día m!ércoles 14 de marzo ppdo. progrero del pueblo. t s de 
en horas de la noche, en prosecución de lo También pudimos enterarnos atraves 
que se venia hacicndo, se desenvolvió un acto miembros A A. (Alcoholicos Anónimos), que 
un poco diferente de los dem4s, pués, el tem se está e tonando 1a posiilidvd %" """,,"" 
central fue "Alcoholismo - sus consecuenelas": tamb'én un grupo de A.A. en Della Vista 
ire ·sant, o po1 
la charla fue muy amena y la participación raguy; cosa que seria muy intere",,,, 3nes 
dei público y alunos disertantes micmbros lo menos extender esas charlas y disertaclo! " 
de A A. donde pudimos destacar la presencia aqui en nuestra ciudad especialmente par 
del Profesor Elio, quien se encargo de la co. nuestra juventud y enfin para cuantos ten­ 
ordenación y otros amigos más de AA. que gan el interés en saber más acerca del alcoho- 
cstuvieron presentes. 	lismo, derivaciones y consecuenclas. De ahi 
D l d 1 	, • ~" rt" ~,.....r r"~ l•• "'C""·~,-, que tcngan 
entro 1el programo, ! ccnfrncia prin- ovo "": G "iR · " en 
cipal estuvo a cargo del Dr Ribam□r quicn se que rcalizrse se hagan pesiivas Y muy 
explay6 sobre cl tema: Alcoholismo, sus con. breve podamos anunciar a todos estas jorns 
• • ' 	• d d , que sin 
secuenclas. Lo hizo con bastante propiedad das del A A. aqui en nuestra ciu(ai, ! ' 
de conoclmiento, expllcando parte p:>r parto lugar a dudas solo traerá beneficios. . 
las dlsdntas !acetus, por las que pasa un indi- De·de aqui aplaudimos a los mlcmbros 
viduo en su recorrido hacia el alcoholismo y de A.A. qulenes realizam estas jornadas, des20s 
posteriormente su inminente consecuencia. de éxitos en sus emprendimientos en esa lucha 
Tnmbién se cxlbfo slides sobre el tema de ayuda desinterezada a1 pr6jimo, par ?""? 
desarrollado, para su mejor lnterpretaci6n. los de una forma u otra han tomado el camin 
Vale decir que la jornada vo.li6 ln pena, del alcoholismo, que solamente conducc a sen 
hubo muchs concurrentes, el tema desarrol- das terribles; puedan encontrarse nuevament3 
lado por cada uno de los oradores, !ue sim- y can realmente lo que el Supremo a creado: 
pies, concreto y de !acil asimílación. Un ser humano capáz de servirce a si mismo, 
Todos los presentes el cabo de la jornada a sus hermanos y a su comumdad. 
salieron muy contentos y una vez más alerta- Recordamos que el A.A. iene reuniones 
dos del gran pellgro que representa el alcoholls todos los sábados a las 19:00 Hs. en la, Iglcsl'.l 
Matriz de Santo AUonso de Bela Vista. 
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Fone - 439-1049 - BELA VISTA MS. 
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PREFEITURI MUNICIPIIL DE BELI V. 
'' Atos Poder Moniciool" 
Afonso Dilon Nunes Leite, Prefelto Munlcl­ 
pal de Dela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, 
usando das atribulções que lhes são conferidas, 
e de eordo com o disposto no lei complementar 
nº07 de 20 de Novembro de 1981. 
nESOLVE: 
"CONCEDER FtnTAS REGULAMENTARES" 
A !uncfon.árln: Lnlr Gonçalvc~ Bolbucna 
Barbosa, relativas no período de 8~/03, u partir 
de 07 .02.84 à 06,03.84. (Port. nº 0058/84, de 
02.02.1!4), 
A !unclon&rlo: lforfu Eloíso. Jnrn Melo, re­ 
latlvas ao período de 82/83, a partir de 07 .02.84 
à 06. 03.84. (Port nº 0059/8-1, de 06.02.04). 
A funclonúrla: Maria Claudla de Sousa, re­ 
Jatívas no perlcdo de 82/83, a parllr de 06.02.84 
à 05.03.84. (Port. n° 0061/84, de 06.02.04). 
/1.o !unclonhrlo: Mlcuel Carvalho. relativos 
no pcrlodo de IJl/62, a partir de 08.02.84 à 
ADVOCACIA 
Escritório: Av Rio Branco 187 • Fone 305 
DR. ANTONIO F DO NASOJMENTO 
ADVOGAOO 
CIC 006.474.381-00 - OAB-MS 2809 
Causas Civeis, Criminrus, quest!lo de 
Terras, Direito de Família e Trabalhista. 
Reslclêncln: Av Rio llrr.neo 193 
'79280 - Porto Murtinho, Mato G. do Sul 
do 
IVAN AFONSO DA COSTA IIARQUES 
Advogado 
Causns Cíveis e Criminais 
Inventários, Desquites, Divórcios e 
Legnliznçil.o de Terras 
Escrit.: Rua Antonio Maria Coelho 428 
Fone: 439-1395 ' 
Residência: Rua Cuiabá 468 
BELA VISTA MS 
ESCRlTóRIO JUR1DICO 
NELSON CHAGAS 
Advogado 
Causas Traballústa, Comercial 
Criminal, Cível (problemas-fnmflÍa) 
Terras, Inventários, Cobranças, etc. 
Rua Dr Ary Coelho de Oliveira 660 
Pene: 2121 - JARDIM MS. 
1 
DR. JOELSON MARTINEZ PEIXOTO 
Advogado 
Escritório: Rua 1 de Maio, 357 
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL 
Executivo 
07.03.84. Port. n 0062/04, de 07 .02.84). 
Ao funcionrio: Emidlo Ferreira de Mora3, 
relativas ao período de 82/83, a partir de 10.02.84 
09 03.04. (port, n 0073/04, de 10.02.34). 
Ao funcionário: Fr:inclsco Gurahl, relati­ 
vas nO período de 82/83. a partir de 13.02.84 à 
12.03.81. (Por, 1 0074/84, de 10.02.84). 
A funclonárla: EroclfcJes Nunes, relativas 
ao período ele 02/83, a partir de 17 .01.84 à 
06.02.84 (Port. N.o 0085/84, de 19.03 34). 
Ao Funclonárlo: Alcides dos Santos Silva, 
relativas no período de 83/84, a partir de 01. 
03.84 à 30.03.84. (Port. N.o C082/84, de 28. 
02 84) 
Ao funclonárlo: Valmlr Rc~ário Cardoso da 
Sllvo, relativas oo período de 83/84, a partir 
de 09.03,84. (Port. N.o 0035/84, de 06.03.84). 
DR. JOS~ ATANASIO NETO 
Advogado 
OAB - MS - 1579 
Avenida Duque de Caxias, 780 
Caixa Postal 31 - JARDIM MS 
L 
DR. FIORI lIURANO 
Médico 
Clínica ele Senhoras e Crianças 
Operador 
CRM 352 - Fone: 439-1264 
CPF: 003820351. 
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ESCRITôRIO DE ADVOCACIA 
DR. PEDRO JOSE PALMIERI 
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Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. 
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Causas Civeis: Terras - Divórcios - 
Inventários. 
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Rua Corone lCamfsão, 7í4 - Ao lado 
do Cartório do Dr. Avelino - Bela Vista 1 
MS 	. 
preço deste exemplar 
Cr$ 200,00 
ADMITIR FUNCIONAnIOS 
O funcionário: Fernando Jorge de Barros, 
para exercer a função de Secretrio de Obras, 
e Serviços Urbanos, a partir de 01.02.!l-t. (Porl. 
N.o 0056/84, de 02.02.84) 
O Funcionário Adão Florentino, para exer­ 
cer a função de Supervisor da Merenda Escolar, 
no Departamento Municipal de Educação, 
partir de 01.02.84 (Port. N.o 0057/84, de o::. 
02.84) 
A funcionária: Aparecldn de Jesus Pereira, 
para exercer o !unção de Contínua, no Centro 
Públlco Munfclpnl, o partir de 10.02.84. (Port 
N.o 0067°84, de 24.02.84). 
O funcionário: Nedir Nunes, para exercer a 
função de Trabalhador Braçal, na Secret.nrfa 
de Viação, Obras e Serviços Urbanos, o. partir 
de 01.02.84 (Port. N.o 0070/84, de 07.02.84) 
O !unclonárlo: José Pereira da Silva, para 
exercer a !unção de Professor, na Escola Mu­ 
nicipal de I Grau Bela Vista, a partir de 01. 
02.84. (Port. N.o 0071/84, de 07.02.84) 
A !unclonária: Vera Lúcia Nogueira Hayd, 
para exercer a função de Professora, na Esco­ 
la Municipal de I Grou São Clemente a partir 
de 01.02.84. (Port. N.o C072/84, de 08 02.84) 
O íunclonhrio: Antonlo Areco, para exercer 
a função de Professor, na Escola Municipal de 
I Grau Bento Gonçalves, a partir de 20.02.84. 
(Port. N.o 0076/84, de 24.03.84) 
A funcionária: Maria Dolores Freitas Areco 
para exercer a função de Merendeira, na Escola 
Municipal de I Grau Bento Gonçalves, a partir 
de 20.02.84. (Port. N.o 0077/84, de 24.02.84) 
A funcionJiria: Iolanda Terezinha Baes 
Arruda, para exercer a !unção de Professora, 
na Escola Municipal de I Grau Professora Ve­ 
ra Guimarães Loureiro, a partir de 06.02.84. 
(Port. N.o 0078/84, de 24.02.84) 
A funcionária: Neuza Maria Borges Bar­ 
bosa, para exercer a !unção de Secretária, na 
Escola Municipal de I Grau Jarbas Passarinho 
a partir de 15.02.84. (Port_ N.o 0079/84, de 
24.02.84) 	1 1 1 
A funcionária: Darei de Almeida Coutinho 
para exercer a !unção de Professora, na Escola 
Mimicipal Castelinho cantado, a partir de 
06.02.84. (Port. 0080/84, de 24.02.84) 
DEMITIR FUNCIONARIOS 
O funcionário: Silvano Freitas, sem justa 
causa em, 30.01.84. (Port. N.o 0051/84, de 30. 
01.84) 
O funcionário: Vergilio Ramão Torres por 
pedido de dispensa em, 03.01.84. (Port. 'N.o 
0052/84, de 31. 01.84) 
A funcionária: Maria Alice Salina, por pe­ 
dido de dispensa em, 31.01.84. (Port. 0053/84, 
de 01.02.84) 
A funcionária: Cirene Cunha Colim por 
pedido de dispensa em, 31.0184. (Port. N.o 
0054/84, de 01.03.84 
O fun,.ionário: Daniel Furtado de Morais 
Carvalho, por pedido de dispensa em, 01.02.84 
(Port. N.o 0055/84, de 02.02.84) 
. A funcionária: Lourdes Rodrigues, por pe­ 
dido de dispensa em 03.02.84. Port N.o 0060/ 
84, de 06.02.84) 
O funcionário: Nildo Coronel,• por pedido 
de dispensa em, 06.02..84. (Port. No 0063/84 
de 07.02.84) 	• ' 
A funcionária: Maria Faustina de Sousa 
Gonzaga, por pedido de dispensa em 09 02 84 
(Port. nº 0064/84, de 07. 02. 
84
). ' • • •• 
1-----------------==- ----·-- ·-- -------- 
a 
e ·o M E-R e Ia L o 
• 
n 
MM 
009/84 
A funcionária: Maria Aparecida do V.,1, 
Vasconcelos, por pedido de dipena a, 0y. 
.4. (Por, n 0065/84, de 07.02 4.) 
A funcionária: Maria Aparecida Arguelh, 
por pedido de dipena cm, 05.02.4. (@ort. 
n" 00€6/U4, de 07.02.84.) 
A funcionária: Maria Eni do Couto Vi!3 
por pedido de dispensa em, 20 02.%4. (Port 
n· cc6s/34, de 97.02.4). 
A funcionária: Rosana Miranda, Sem justa 
causa em, 33.02.84. (Port. n 0C69/84, de 07. 
02.81). 
O funcionúrio: Ata
1
10zio Vuldrs, por pedido 
de dispensa em, 08.03.4. (Port. n 004/84, de 
06.03.84) 
A funcionária Florentina Frcltns, sem jus. 
ta causa em, 10.03.84. (Port. n° 0083/8-l, de 
13.03.0-1). 
A !u1clonãria: Vnldete de Oliveira Cara. 
lho, por pedido de dispensa em 29.02.64. (Port. 
n" 0036/84, de 13.03.84). 
A funcionário: Carlindn Veiga Benltes, 
por pedido de dlspensa em, 29 O2.84. (Port. 
nº 0087/84, de 13. 03. 84). 
A funclo:iárla: Helena Mendonça, por pe­ 
dido de dJspensa em, 13.03.84. (Port. nº 
0088/84, de 13.03.84). 
Ao funcionário: João Rodrigues, por pcdl­ 
do de dispensa em, 13.03.84 (Port. nº 0089/8-l, 
de 13.03. 84). 
O funclonó.rio: Vllisvaldo Gamarra, por pe­ 
dido de dispensa em, 01.03.84. (Port. n° 
C091/84, de 16.03.84), 
O funcionário: Jacinto Pereira, por pedido 
de dlspensa em, 10.03_84. (Port. nº 0092/84, de 
16.03.84). 
"CONCEDER LICENÇA PARA GESTAÇÃO" 
,A funcionária: Balbina Aguero, a partir de 
24.02.84. à 17 .05.84. (,Port. nº 0081/84, de 28. 
02.84). 
Prefeitura Municipal de Bela Vista, Esta. 
do de Mato Grosso do Sul aos Dezesseis dias 
do mês de Março do ano de Mil Novece.:it.os e 
Oitenta e Quatro. 
AFOSO DILON NUNES LEITE 
Prefeito Municipal 
DE SOUZA ROSA 
CREA- 667•D 
INCRA - 76/83/CR-16 
Projetos e Execução 
Serviços Topográficos 
Desmembramentos, loteamentos, medi­ 
ção de fazendas, etc. 
Regularizações de Obras 
Avtliações 
Orçamentos. 
Escritório: Rua Mário Van Den Bosch 
460, - Fone: 439-1366. 
BELA VISTA MS. 
L 
a 
... 
.urtam 
1 pós T 
.na dan 
c» da 
-e15 mil 
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o e abri 
5 stro, 
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:..«!170. 
t.11 meta 
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ris, essencl 
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::..: :s custos 
r::cer os 
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2: 1933, dest 
3a do C 
iss rodovi 
·is Gichos. 
··-" Lopes 
2±ara 
2.:2rot: 
Se em ve, 
_. 
1
, contra ai 
"se que 
/to de 
.a e 
·'sio do + 
- 
ºª 
Ccmpra e Venda 
"EMPRESA DO GRUPO ERMELINDO MARTINHO GOMES 
Cereais om G:ral - em E,,,=.] 
-.Dc1; Soj, Arcz 
ARMAZÉM - GRANELEIRO CAPACIDADE 12 MIL TONELADAS 
- SEC:ADOR PARAlO MIL SACAS 
RUA DUQUE DE CAXIAS S/N GUIA LOPES DA LA 
GUNA --- JARDIM 
e M·lho

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TiüüüjÃ D Fnfri 	- 
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GOVERNO WILSOII 
ORAS, FRIORDAE E SIPIPTT 
' 
O NVOLVIMENTO SOblO - 
A importância da ação governamental no 
setor de obras públicos, em apoio ao desenvol­ 
vimento económico e social é um dos pontos 
de partida para a execução de uma nova polltl 
ca de Infraestrutura regional e urbana em 
atendimento às necessidades prlorit.árlas da 
população. 
Esse direcionamento exigiu dos novos re 
ponsáveis pelas obras públicas uma anális 
mais profunda para a deUnlção de prlorldadeJ 
nos empreendJmentos, visando seu ajuste e 
nova politlca de austeridade e adequação aos 
limites suportáveis do Tesouro Estadual. 
GARANTIR O TRANSPORTE DE RIQUEZAS 
Desde março do ano passado, quando a 
primeira ação do governo foi recuperar as 
estradas em péssimas condições, até agora, 
com o inicio das obras da BR 262, Hgando Mi­ 
randa a Corumbá, a ação governamental tem 
refletido a preocupação com a complementação 
do sistema estadual existente para suprir a 
carência de trafegabilidade em regiões em 
processo de incorporação de novas áreas pro 
dutivas. 
O Departamento de Estradas de Rodagem, 
DERSUL, após recuperar seu parque motome­ 
cnico, vem dando prioridade à restauração e 
manutenção da rede rodoviária estadual em 
torno de 15 mil quilómetros, substituindo gra­ 
datlvamente pontes de madeiras por pontes de 
concreto, e abrindo estradas vicina!s para li­ 
gações com estradas-troncos, em especial onde 
o tráfego na época de escoamento da produção 
é mais intenso. 
Outra meta no setor, anunciada pelo pró­ 
prlo governador Wilson Barbosa Martins, é o 
asfaltamento de mais 1.500 qullõmetros de 
estradas, essencialmente voltadas para as zo­ 
nas de produção agrícola, contribuindo para di­ 
minuir os custos de transporte que terminam 
por encarecer os produtos quando chega ao 
.. consumidor. 	• 
Em 1983, destacou-se o início da execução 
da Rodovia do Calcáreo, que prevê a pavimen 
tação das rodovias troncos Cassilndia-Chapa­ 
dão dos Gaúchos, Aquidauana-Nioaque, Mara 
caju-Gula Lopes e Maracaju-Rlo Brilhante. 
Outra obra de grande vulto é a conclusão 
da BR 262 no trecho Miranda-Corumbá, que 
constitui-se em verdadeiro desafio para a en­ 
genharia, contra as condições geográficas do 
Pantanal e que depois da conclusão, prevista 
para o inicio de1987, desencadeará a integra­ 
ção definitiva e o desenvolvimento de uma 
vasta região do território do Estado, formada 
., 
rês boas razs 
Para você preferir os 
nossos impressos 
1) Qualidade 2) _Preço 3) Rapidez 
a 
pelos municípios de Corumbá, Ladário, Miran 
da, Aquidauana e localidades adjacentes. 
Observa-se também no setor, a preocupa­ 
ção com o direcionamento do tráfego para 
canais de exportação dos produtos do Estado, 
criando alternativas para comercialização da 
safra a preços mais competitivos, com a pa 
vimentação asfáltica de 188 quilómetros nos 
trechos Rlo Verde-Sete Quedas, Nova Andradi 
na-Batalporã, Bodoquena-Entroncamento BR 
262, Camapuã,Parafso, Campo Grande-Rocha 
d» e Entroncamento BR 367 a Deodápolis. 
No ano passado as 14 residências rodoviá 
rins do Dersul restauraram pontos críticos de 
tráfego, com patrolamento e encascalhamento 
equivalente a 57.590 qullômetros de rodovias 
estaduais e municipais, construindo e refor 
mando 2.700 metros de pontes de madeira. 
OVO PERFIL URBANO 
MARTINS 
O Departamento de Obras Púb!Jcas, seguin 
do a nova orientação necessitou reexaminar o 
elenco de trabalhos a ser executado para a 
reativação de obras prlorit.árlas, cuja parali­ 
zação ameaçava inclusive o total estrangula­ 
mento do setor. Nesse sentido, foram agilizadas 
as obras já lnlcladas no complexo do Parque 
dos Poderes com a construção da Academia 
de Policia e a conclusão de blocos de secreta­ 
rias, creche e o restaurante do Clube dos Ser 
vidores, estando previsto para este ano o tér­ 
mino do prédio da Assembléia Legislativa. Na 
Capital do Estado, o DOP realiza pavimenta­ 
ção asfáltlca do prolongamento da Avenida/ 
Afonso Pena em direção à sede do Governo 
Estadual, além de desenvolver ações de com­ 
bate à erosão e cheias, como a canalização do 
Córrego Prosa. 
Implantando uma nova política de desen­ 
volvimento, com obras de maior interesse so­ 
cial, o DOP viabilizou no primeiro ano de ad­ 
minlstração Wilson Barbosa Martins, ações 
como a conclusão do Centro de Ensino de 
Dourados; reforma de 17 escolas estaduais que 
estão em fase de acabamento, mais 29 escolas, 
13 creches comunitárias e 26 unidades de saú­ 
de. Além disso estão 'sendo construidos novos 
postos fiscais e unidades de armazenamento 
de Jardim e Sete Quedas, visando o aperfei­ 
çoamento da máquina açrecadadora e maior 
apoio á agricultura. 
ENERGIA VITAL PARA O DESENVOLVI­ 
: , ·1 • • 1 
MENTO "E+;· ·-! c--- : 'A% 
Ao lado dos transportes, o setor de energia 
é um dos mais prioritários para o desenvolvi­ 
mento do Estado. A política adotada foi a de 
aumentar a oferta de energia confiável, além 
de reforçar as condições de atendimento aos 
usuários, garantindo o suporte necessário pa­ 
ra a atração de novos investimentos para o 
Mato Grosso do Sul. Nesse sentido a Enersul 
completou este ano 200 mil ligações, o que 
equivale ao atendimento de um milhão de ha­ 
bitantes, com acréscimo de 13 por cento no 
sistema. E somente neste primeiro ano de 
governo, • foram • estendidos os benefícios da 
energia elétrica às localidades de Indápolls, 
Panamby, Vila Vargas, São Pedro, Coronel Sa- 
- 1º DNO 
pucaia, Douradina, Bocajá, Sapé, Cruza]tina e 
Sete Quedas. 
Para alcançar a redução de custos o m:llor 
oferta de energia foi aumentada em 30 por 
cento a capacidade de geração de usinas térmi 
cas e hidráulicas e construidas nove subesta­ 
ções; estando programadas para 1984. outras 
dezoito, além da implantação de 578 quil0me 
tros de linha de transmissão e a substituição 
de uma usina diesel no munic!plo de Coxim 
por energia hidráulica. 
Outros números indicam a lmplantaçlo 
de 12.905 novos postes, numa extensão de 614 
qullômetros; 7.626 luminárias, das quais 4.736 
com auxilio dos municípios. Por outro lodo, 
a elaboração de projetos de viabilidade técni 
ca e econôm!ca e o estudo do mercado, contri­ 
buem para adequar novos soluções técnicas, 
em especial, para a eletrificação rural que no 
ano passado recebeu 176 quilõmetros de ex­ 
tensão. beneficiando 343 propriedades e com 
estimativas demais 2.845qullômetros p<ira aien 
dimento de mais 2.631 novos consumidores em 
1984. 
TARIFA SOCIAL EM ATENDIMENTO BA­ 
SICO 
Seguindo uma das diretrizes do Governo 
Estadual para favorecer as classes de baixa ren­ 
da, a Empresa de Saneamento- Sanesul - em 
1983, criou a tarifa serial, reduzindo os custos 
para os usuários que menos utilizam a água. A 
medida beneficiou com a redução de cerca de 
33 por rento da tarifa, quase a metade dos clien­ 
tes da Empresa. 
Os dados a Sanesul mostraram que no pe­ 
ríodo do primeiro ano de Governo, o arrécimo 
de 14 por cento no atendimento à população a­ 
través de 20.897 novas ligações; aumento de 23 
por cento no sistema de captação; incremento 
de 33 por cento na capacidade reservação de á­ 
gua tratada, além do aumento de 12 por cento 
no sistema de captação profunda com a perfu­ 
ração de 23 poços de alta profundidade. Merece 
destaque o aproveitamento de novos mananciais 
para o atendimento das grandes cidades, já es­ 
tranguladas pela oferta atual, como é o caso de 
Campo Grande, Corumbá, Àqufdauana, Doura­ 
dos, Ponta Porã e Três Lagoas. 
Na área de saneamento básico, houve acré­ 
cimo significativo de três per cento na implan­ 
tação de novas ligações de esgoto sanitário em 
877 unidades. Neste setor, as ações do Governo 
estadual, estão dentro dos objetivos e metas do. 
Plano Nacional de Saneamento Básico que pre­ 
vê até 1985, o atendimento de 90 por cento da, 
população urbana. 
MORADIAS PARA QUEM NECESSITA 
O déficit habitacional nos grandes centros 
de Mato Grosso do Sul, provocado pela exces­ 
siva taxa de urbanização - 67 por cento da popu 
lação do Estado vive nas cidades- e o signifi­ 
cativo aumento das favelas localizadas nas peri- 
GRMERCAO 
WHITE. MAGNLIA LTD 
"A QUALIDADE DE SUA VIDA DEPENDE DA QUALIDADE DAS COISAS QUE VOCE 
POE NELA. 
PANIFICADORA CONFEITARIA, LANCHONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DE 
PRODUTOS VETERINÁRIOS POR ATACADO AVENIDA DUQUE DE CAXIAS N° 4A48 
ferias dos municípios, levou a Companhla de 
Habitação Popular - Cobab • a adotar uma 
política voltada para o aspecto s6cio-econômico, 
urna vez que a inexistência de habitações para 
a faixa de assalariados entre zero e três salários 
mínimos, convivia com a ociosidade de miutas 
unidades habítacíonais construídas para as fai­ 
xas de melhor renda: 
Dentro da nova orientação e enfrentando di­ 
ficuldades Como a escassez de recursos, a Cohab 
em 1983,,concluiu conjuntos habitacionais já in1- 
ciados em um total de 2.726 novas casas. Nestes 
conjuntos começou a ser implantada a nova filo­ 
sofia da Companhia e oferecer habitações de 
melhor qualidade e com infraestrutura básica. 
A Empresa, por outro lado, intensificou o tra­ 
balho de fiscalização visando eliminar as espe­ 
culações imobiliárias. 
Ainda este ano, a Cohab/MS, deverá iniciar 
a cosntrução do Conjunto Habitacional Aero 
Rancho com 1.013 unidades em Campo Grande 
além de ajustar-se à política de habitação popu­ 
lar do Governo Federal, através do Plano Nacio 
nal de Habitação Popular. 
Tribuna da Fronteira 
Fundado em 20/2/1972) 
C.G.CM.F. 15 513.203/0001 
-- Reistro no Cartório de 'Titulos e 
Documentos n. 
0 
35 - 
.Diretor-Responsável: Ivaldo Pel'elra 1 
(Jornlista Profissional. Matricula 
MTPS n.° 140) 
Administração, Redação e Parque Gráfico 
- SEDE PRÓPRIA - 
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Um órgão da Rede Belavistense de 
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nes 223.1655 • 223.1660 • Brasília (DF). 
Filiado à ADJORI e ABRAJORI 
8 
.r

TRIBUNII D11 FRO 
COMENTA N 
** 
Fatos 
I 
J SE COMENTA 	! • ..,, 'l 
Caco haja eleições diretas par Prefeito em 
Bela VIta te nas demls cidades fronteira) já 
se comenta que Ivan Marques, Claudionor I­ 
drigue, Edso Morals e Evilslo Mirnda, 
serinm candidatos. É Isso aí, pessoal, renovação 
pa.r11clpnçúo. No PMDB, seriam Marcelo Calva 
no ldelfonso Pinheiro e Adall Ferreira. Excelen 
tes, 
FALANDO EM EDSON MORAES 
I! 
* 
Estlvomo.'I sábado nn, Fazenda Primavera. 
de propriedade do pccunrlsta Edson Morois, 
onde passamos bons momentos, Comemorava-se 
na ocnslúo o casrunento de RONEY E NEIRE e 
o .anlversil.rlo do Edson. 
Foi umn belíssima festa, com o RONEY E 
NEIRE rcepclonando muito bem as dezenas do 
convidados que lá compareceram. Muito chopp 
e multo churrasco, ao ponto, servido pelo Ses­ 
senta. NOTA DEZ. Felicidades ao jovem ca­ 
sal. 
ANOTEI,,,, 
Foto 
NO CASAMENTO 
s e s o e 
TONINHO NA CAMARA 
e d a d 
o 
e 
Por Nancy 
* 
** 
GINÁSIO DE EFPOITES 
No dia 11 pp foi palco da abertura da Cama. 
nha da Fratemidade. Cerca de 3000 pese 
lotaram o Ginásio Coberto para assistirem 
mlssa e a chegada de Nossa Senhora A cidada 
e as palestras muito interessantes, proferia 
pelo Cmte, d 1O° RC, Cel Lima, Juiz de Dr!. 
to Dr. Jonas dos Santos Pellicionl, Médle D 
Carlos A. Ocariz e Professor Ferraz, 
1 
1 ., ,.. , t "' 
• • 1.' 
Por ln clrculnram a fina flor dn mocidade 
belavlstense muita gente bonita e elegante. Do­ 
ra Alice Pedra, Elnine Brum, Marcos Loris, Ma­ 
ristela Cardinal. 
JOVENS CASAIS 
1 ... 1 
Adriana e Ricardo. Léa e José Ronaldo, Jo­ 
sé Lulz e Jaqueline, Manoel e Mary, 
Eleições no 
De Roney e Neire registro importante para a 
presença do empresário Rodolfo Pereira - esposa. 
Ele um dos blg man da fronteira, proprietário 
do Cassino Parauy é amigo d familia, Uma 
grnnde pedida é jantar no Rcstauranto do Cas­ 
sino niío 6 Rodollo7 
CURSO DE PINTURA 
Realizado na semana pp. pela Sra. Sãnia foi 
SU total. Grande número de alunas apresenta­ 
ram-se para aprender a maravilhosa arte de 
pintar, Em julho na Expobel a Sra: Sãnia pre­ 
tende expor para venda seus trabalhos princi­ 
palmente cm camisetas. • 
CHÃ DE COZINHA 
Dia 11 PP na residência da Sra. Adriana Nuiíes 
Simões aconteeeu às 17 hs, o chá de cozinha 
da jovem Nelre. Para a reunião.compareceram 
muitos amigos do Neire que realizaram brin­ 
cadeiras e muitos castigos, enfim, foi um !lnal 
de tarde de muita diversão. 
Gremio Pedro Rufino 
l 
João Kalife quer continuar. Ele (e sua 
equipe) construiu o Parque Aquático, vai ini­ 
ciar as obras da sauna e reformas do prédio. 
A chapa encabeçada pelo Kall!e está publica­ 
da abaixo, Outra chapa, do Sargento Ávila 
Renovação, quer entrar para mudar os Esta'. 
tutos. Outra: reformar o prédio. 
Jornal que se preza lncentivsr a comunida­ 
de quando se trata de eleições diretas. 
Sim, diretns, e nos sóclos do Grêmio cabe­ 
rá a responsabilldn.de de escolher a nov dire­ 
toria. Sócios em sua maioria. CIVIS 
_Não vamos lembrar as obras e as promo­ 
ções do Kallíe, o clube atravessou momentos 
difíceis, agora tudo está mais fácll, contas pa­ 
gas, dinheiro em caixa (o carnaval rendeu) e 
quer partir para novos empreendimentos. 
Além de reformar o prédio, outras novidades 
serao apresentadas o_portuhnmente 
O Ávila, que também faz parte da atual 
diretoria, acha qUe é bora de mudar, de inves­ 
tir na juventude, promete trabalho em equipe 
e atender os mais legitlmos interesses do 
quadro social. 
O Grêmio, que congrega clvis e militares 
mais CIVIS, precisa PENSAR GRANDE naw:. 
de apregoar aos quatro cantos dificuldades 
crises e a nefasta f!losofla do "não dá". Nã~ 
vamos comentar as virtudes ou os defeitos 
desta ou daquela chapa. Fatos falam mais do 
que palavras. O sócio analisa. pondera e vota 
naQuela chapn que está em condições de PEN. 
SAR GRANDE. 
Nós continuamos com a mesmo opinião, 
é preciso que haja mais civis na diretoria, mais 
empresários. homens de nepzócios, pente acos­ 
tumada a CONSTRUIR, A REALIZAR, sempre 
lembrando, sem pretender ferir ninguém, que 
o Grémio Pedro Rufino já não é um clube estri­ 
tamente militar, pertence muito mais à socle­ 
dade civil, que lhe dá rest>aldo, não só financei­ 
ro, mas principalmen1P sõcial. Isto nos dá so­ 
bejas razões para debater o assunto a nível 
de comunidade e conclmar todos os sócios 
que votem dla 15 de abril. 
CHAPA CONTINUAÇÃO 
DIRETORlA 
Presidente 
Vice Presidente 
João Kali!e 
Francisco Neris de Oliveira 
1 ° Secretário 
2° Secretório 
1° Tesoureiro 
2 Tesoureiro 
Orndor 
Bibliotecário 
Suplentes: 1 o 
2° 
3° 
4º 
Secretório 
1° Vogal 
2° Vogal 
Dirotor 
Secretário 
1° Suplente 
2° 
João Frnncisco Cust6dio 
Hnroldo Braga Cavalheiro 
José Raimundo Vieira 
Jnimc Costa 
Adalb.erto R. do Santana 
Renato de Sousn Lopes 
Frnncisco Silvio dos Santos 
Pedro Araujo dos Snntos 
Antonio Lopes 
Luiz Cnrlos Rahal 
CONSELHO FISCAL 
Relator Ivo Antunes Coutinho 
Enildo Benedito Miranda 
Elpídio Pereira, dos Santos 
Sebastião P. dos Sontos 
CONSELHO TECNICO 
1
-· 
,' 	a. .+,1 teli 
, ... Não poderia deixar. de enviar as minhas Ie 1 
cltnçõc, no amigo TONINUO, recentemente em­ 
possado vereador. Felic:idades e muito traba- 
lho. J 
CLUDE ESPORTIVO BELAVISTENSE 
Partindo do objetivo de ativar novamente 
o clube esportivo Belavistenso formou-se uma 
com:issiio, 
Elementos da referida conússiío organiza• 
ram uma reunião que foi realizada às 20 hs 
no clubo. 
Fizeram parto da mesa: Jurnci e Jaclra lfo. 
lo, Jcy Acioli, Enoly Assis. Maria Amélia Pi­ 
nhelro, Hortenclo Ecobr, Ricardo (gão) Ro­ 
sno Sro. 
Houve o o.íluência de pessoas representati- 
vns do nossa sociedade, que dinnb do exposto: 
"levantar novamente o belavistense" apoiaram 
e deram incentivo a idéia 
Como a campanha iniciada requer trabalho 
e cooperação a camisão organizadora convida n 
familia belavistense pzr uma pr6xima reunião 
a realizar-se dia dois de abril no clube belavis­ 
tensc 2s 20 hs. 
CHAPA RENOVAÇ!.O • 
Presidente Diomedes Sandim de Avia 
. Vice Presidente • Krugerson Mattos 
_1° Secretário Luiz Carlos Adorno 
2° Secretário 	Elder Basso 
1° Tesoureiro Max M. Rocha de Oliveira 
2 Tesoureiro Mario Edison N. de Mornes 
Orador Oficial Cassemiro Alves Correa 
Bibliotecário Arideu Curvello Lopes 
Suplentes Paulo Roberto Perfeito 
Elizier Gomes Nnkaione 
Joaquim Sabino do Oliveira 
Adelino Janjar 
CONSELHO FISCAL 
Relator Paulo Gilberto Ferreira 
Secretário Dr. Pedro José Palmieri 
Vogal 	Sillas Penha 
Vogal Idelfonso Barros Loureiro 
SUplente Ulisses dos Santos Lino 
Suplente Sebastião Rodrigues de Faria 
CONSELHO ttCNICO 
Diretor Luiz Clãudio de Souza 
Secretário Dr. Jorge de Souza. Rasa 
Suplente Mario Euripedes Mamede 
Suplente José Balduino Ramirez 
BELA VISTENSE 
ANIVERSARIO 
O Capitão Walter Pires, no dia Il pp recebeu 
muitos cumprlmcntos dos ntniAO.'l pela ps., 
gem de seu nnJvcna:rlo. Ao melo clin os O!. 
is ofereceram um almoço no CORAI em sua 
homenagem. A noite sua esposa Maria das 
Graçar organizou um jantar (peixada), pr 
cs familiares mais íntimos. 
Ao Walter desejamos felicidades pelo nt, 
A Maria nossos parabéns pelo agradável Jn- 
tar. 
ENLACE 
Roney, filho de Paulo e Eldo. Slmões e Nelre, 
filha de Doroteu e Cacilda Gonçalves uniram 
se em matrimonio no dla 17 pp. 
·pi+-· 
N IGREJA MATRIZ. 
de Sto. Afonso, decorada com margarldas 
brancas e amarelas, estava muito bonita !I. cs, 
pera da noiva. 
• e } 
Fabio de Souza Snntos 
llario Santos Vargas 
Ernnndo FnuÍcisco Gnsco 
Diomcdes Rot!rigucs .' 
1 
NAQUELA 
bonita manhã, com a Igreja lotada de convida- 
dos adentrou a passarela levada pelos braços 
de seu pai a noiva Neire, que exibia um llndo 
vestido de noiva, estilo camponesa". . 
APôS A CERIMONIA 
Religiosa, os noivos recepcionaram seus comi 
dados com gostoso churrasco, muito chopp, 
na Fazenda Primavera. 
OS CONVIDADOS 
Acomodados confortavelmente em baixo de 
enormes caramanches degustavam o gostoso 
almoço ao som de wn alegre conjunto musd- 
cal. 
APÔS 
'Í 
O almoço os convidados dirigiam-se à barraca 
dos doces caseiros, onde escolhiam o doce de 
sua preferência e eram servidos pelas moças 
que lá atendiam. 
. 
Quero pensar no Belavistense 
Tal qual era! 
Alço a rédea... a tristeza 
me acomete 
Encontro somente uma tapera 
Dou rédea ao pensamento, e então, 
eu tomo 
Rumo do que se foi, em disparada... 
Eu vou pensando que o Belavlstense 
• é como 
Tradição e história n!ío terminam 
em nada. 
Iniciou-se a campanha das novilhas em 
prol do Clube Esportivo Belavistense. A você 
que é bela.vistense, seja nesta ou em outra caro 
panha, ajude o nosso clube.~~ ....... ~~~ 
-;±j· 4!f{21_I7 +.7FI"77TI 
· V:!!!e"i"si:. ' 
VISITA ll,USTRE 
VALE RESSALTAR 
Que a decoração da Igreja, assim como a de­ 
coração dos caramanchões (também com bk 
ques de margaridas brancas e amarelas) fol 
trabalho do nosso talentoso Professor .Anton!O 
Lopes. 
. . . 
-;s 
• • • ·- 1 ..... • 
I És5 
l. . . .. ) 
I 
.... ~ 
' 
: .. --; >- 
. ;. 
_h t 
....Recebemos a vs1ta do velho migo Glaucy 
Flores, em companhia de sua espo!a Eli. Glau­ 
ey, atualmente residindo em Campo Grande, é 
proprietário de O GALPÃO, um do lh 
. 	, s me ores 
r -, 
! 
DESEJAMOS 
1 ( 
'' { 
restaurantes do Estado. 
O ex vereador veio rever 
as saudades da fronteira. 
' 
0 
' . , 
Ao Roney e Nelre mUitas felicidades na ds 
que ora iniciam, aos anfitriões EdsOn e CeclliJl, 
Paulo e Elda, nossos parabéns pela arte de 
bem receber. 
EMII 
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