» I 'e I &; « '», i, 4, • li!l. d 4t13 A, É, ~ 'IIQ 1 lÍl ) -1)1 g ± $ 1-1 Ç' ,, e ,.r % V' ~ 4 .,, ,, ) rreço ,este Exemplar Cr$ 200,00 A Coordenação Estndual cio MOBRAL, es­ tá Jntogrn com (l Assoclnção Nac!onnl do; Vcter:mos dn Força EXpLdiclo·1ária Brosildra (fEIJ), com sédc no Ro de Janeiro no sent!- Corumbá • Ao lnnçnr o primeiro qullôme• lro pnvlmentado da BR-262 no trecho Corum­ bá-Mirandn. o Governador Wfü:,:m Barbosa Martins afirmou ser o conclusüo dn obra um ponto de honrn do seu governo. Juntamn'e com o prefeito de Corumbá, Fadah Gatass, o G.wernador decerrou uma placa comemom,i­ va ao marco inicial na localido.de do Tri!vo de Lampião Acesso, onde dezenos de múquinas e com!nhões dns flrmns empreiteiras estavam perfiladas juntamente com uma multidão e.e nproxlmadnmente 200 pessoas. O Prefeito Fadah Gatoss, cm pronuncia­ mento emocionado, reo,nbeceu n1 obrn a nos­ stbt11dnde da região transformar-se em um au­ têntico corredor de exporto ontre os 0on. nos Atlânticos e Pacífico. Para o Deputado Es­ tadual Armando Anache, d PDS. a BR-262 é o aspiração maior de todos os corumbaenses e lndarenses, acima de t-odos os interesses -oar- tldártos. • O Governndor Wilson Barbosa Martins comparou a BR-262 em importância M que xoi o Rio Paraguai em épocas de nwegaçüo. "Mais do que ligar Corumbá e Ladário o resto do Mato Grosso do Sul, frisou Wilson, estrada será o elo de ligação com o desenvolvimento cconômlco". Serão 206 ciullômetros de asfalto a serem executados em verdadeiro desafio para a cn• penhria. reconhecem os técnicos das cmnrei­ te!ras, em função das anormalidades c'imá­ Ucas dn região. Serão 34 pontes de concreto em um t:ital de 1.800 metros em direção à cor­ rente das águas para suportar as enchentes o Inundações. "Ela será paga por si mesma", afirmou o Governador, prevendo para um futuro breve a !unção da estrada no escoamento das riquezas mlnerais através do pólo siderúrgico de Co­ rumbá, além de permitir o acesso a,, coração do Pantanal para a exploração do turismo. Presentes à solenidnde os senadores Mar­ celo Miranda, Rachid Saldanha Derzi. denu,-a-­ dos federais Harry Amorim Costa (PMDB) e SaUlo Garcia de Queiroz (PDS), os deputados Estaduais R,berto Orro, Nelson Buainain, Jo- A situação não está fácil para os prefeitos dos municípios da faixa de fronteira, todos no. meados do ros, sem verbas para realizarem obras que as comunidades reivindicam e poli­ ticamente instáveis. Haverá ou não eleições nes­ tes municípios? Sendo o Governo do Estado do PMDB, mui­ tos dos prefeitos estão reclnmando da situação, nada conseguem junto ao Governo e O que é pi­ ,. or nos municípios da fronteira estão sendo cri- ados "gcverno~ parolzlos". • . Denúncia neste sentido foi feita por polí­ ticos do PDS, de Porto Murtinho, cnde, se­ gundo estes políticos, "O Dersul criou mn Go­ verno paralelo no município, O Diret6ri:, do 5 ' ,. -· ... C 0 r ri da R ú s t ca Leia "ª 1 1 ' l Página 2 Dcln vist-M, 30/04 a 07/05/81. e --·-· ~ . ------------- do de divulgar o Censo Nocional dos Vetero­ nos, ex-Combatentes e seus herdeiros; que cstú sendo realizado em todo Tcrrltlrio Nac!onal; com o objetivo de cadastrar todos aqueles que estiveram na Itália e também os que !icoram no Brasil, protegendo as nos!as fronteiras e li­ toral; dura:1le o segunda guerra mundial. A finalidade desse Censo é localizá-los e delectar sua atual situação sócto-cconômica, bem como de seu dependentes, r-LJ re Para o MOBRAL o envolvimento neste tra- i±irri±riu FM: RE ar Q . ' ' ' %e E;s ·, «..-l } !'.2, a: 1.à natban Barbosa, Altira Otsubo e Armando A­ nache (PDS), os Secretários Rosário Congro Neto, João Pedro CUthi Dias, Olavo Vilela de Andrade, Aleixo Paraguassu, Eraldo Moreira e Abdal!a Jalad (Particular), o Chefe da Cosa Militar, Carlos Moreira Soares, o Procurador Geral do Estado, Joiice Viegas de Araujo. Também entre os presentes, diretores de empresas, tais como do DOP, Le:mel Velasco de Oliveira, do Dersul, Arna!do Ferreira de Souza, do Codesul, Afredo Sulzer, da Sanesul, Frederico Valente, da Enersul, Ricardo Bacha, de Fomento da MS-TUR, Roberto Stoll. PlHH3 fci :,!çado à proporção de PODER EXE­ CUTrvG, cxecui:mdc obres à revelia da Prdei­ ttua Municipal; desrespeitando a própria Cons. füuiçã:, br:,_sibira Isto é o que se chama de Go­ verno r~r:.:itacfor, moralizador; etc; etc? Ou ~erá que o senhor Governador não sa• be c!'stc? -pergunta um murtinhense ligado ao prdeito Everaldo Alves da Rocha. Para os pedessistas murtinhenses, "ser pre­ feito :lo ?.?JS 1::sto Estado é uma brra, além de er a!ro pzmancnte de calúnias e denún­ ias infundadas, é obrigado aceittr fatos co­ mo cst2 do Dersl; administrando pralela­ mt'n!c os municípios". Niio é a primeira denúncia a respeito do Na madrugada do dia 1° de maio, por vol­ ta das 3 horas, o pedreiro Vicente Veiga foi re­ tirado de sua casa e assassinado por um grup de mis ou menos sete pessoas, segundo infor­ mações do filho da vitima, Miguel Veiga. Segundo Miguel, ele e sua irmã estavam retornando de um baile no Paraguay, em com­ panhia de Paulo Agullero e Alziro Cantero, atrás vinham outras pessoas, umas cinco, após passar a ponte do Ana, Paulo ameaçou Miguel com uma faca dizendo que o mesmo havia da· do parte dele no Polícia. Os dois irmãos cor­ reram ra sua casa pedindo socorro, quando o pedreiro Vicente abre a porta e sai para verl­ f'~nT o aue estava se passando, Naouele instM te chega o grupo e retiram o pedreiro de sua e.. eg€O Muitas criticas foram feitas pr pedessis­ tas a respeito de nomeações em Bela Vista. Se houve erros, sobretudo no setor Educação, em outros setores o Governo do Estado n:>m:?ou pessoas capazes e que estão trabalhando, me­ recendo o salário que recebem e a confiança dos líderes. Uma destas pessoas que vem merecendo aplaus:is da comunidade, não só pelo trabalho, O pecuarista Manoel Rodrigues de Miranda, mais conhecido por Maneco Miranda, pediu de­ missão do cargo que ocupava na Secretaria de Segurança Pública. Considerado um dos pee­ medebistas históricos de Bela Vista, há muitos anos militando na oposição; Maneco não concor­ dou com algumas demissões de policiais feitas em nossa cidade. Para o pecuarista, cujas funções visam "zelar pela ordem e segurança do povo b1!la• assunto, em Bela Vista também e fato aconte­ ceu, só que o prefeito Dilln disze que "tudo bem, que arrum:? as cst:adas, as ruas ms que pelo menos peçam licença pra isto", DIBETAS JA • DECEPÇAO EM PORTO lIlJil,TINHO Se é fato ou se é boato, nossa reportagem vai apurar, pois o que importa para o:; leitores é a informaç5o êorreta. Nós, do jornal; tam­ btm queremo!: clciçõ:is diretas j ... Sim, elei­ ções para Presidente da Repúb!ica, Prefeitos de Capitais, Fa.ixa de Fronteiro e eleições para tudo, segundo notícia enviada à nossa Reda- cutra entidade de atu ção nacional em aten­ dimento a um importante segmento da socie­ dade. Todos cs ex-Com!+tentes da FED e Vete. ranos do guerro devem procurar o sun Assocl­ ação para se ln!ormor quanto no referido ca· dastramento. residência levando-o a um mato I existente nas Jmcdiaçées. Ali o mataram co:n facadas e deixaram no lado do cadáver vm faca e um revólver calibre 38. Não satisfeitos, voltaram a cagar os filhoc: e demais familbres, ni.o conse indo o seu in tento. Segundo informa;Ces colh' 'os pela repor­ tagem, o assassinato deveu r to'o deste gru po ter feito várias b<>".'ernas n, r:-<: 1 dêncla de Miguel, alguns dias atr?s, e o rpro ter reris­ trado queixa do fato, provoca io com isto a fdrie dos assassinos. mas pela maneira educada e nolft lca oue con duz o seu setor, é o iovem F7nP..O MEU:>. atual diretor do Ginfls:o de E-·,or'es. Pedro demonstrou a sua y,mtade e a sua dedicação por ocasião s jogos Copa Morena de Voleibol, quando deu mos! o- suficientes que é a pessoa cer,a para o Gir '~=~ r,antinue, precisamos de gente que TRABALHA, vistense, não é poseivel agir na fronteira comi sentimenklismo; islo não implicn em agir com violência, m?a om rigor". D'se ainda que caso houver um policiamento ':ando em Rela Vista, o idice de criminalid le tende a crescer; haja vista.< últimas ocorrências", Quanto ao a~:!cto político, Maneco disse que o PDB (Ia ma missão histérica, a de lutar pelas eleices diretas, é a vonta'e do po. vo b1asileiro". ção o vice govzrdor Ramez Tebet, o dep:­ lado Roberto Orro e o advogado Heitor 'Miran­ da dos Santos, junt.:.mente com o senhor José Orririo e outros inte~a:ites do PMDB; em reu­ r,i~o reolizada r>ri Clube Caiçaras, em Porto rvrurtinho, comzrrn:r:un arregimentar apenas f"-TTBNTA FF-S~')A S, para aebaterem o assun• to:cliretas j... -~ Sendo informações, "foi uma decepção rr> o vice rJcn'ar; e uma prova inconteste de' n•ie. em Porte 1 urtinho o PMDB e; prinei-. malment3 a esoda pemedebista, tem que !-;opulnr: dns 7 às 11 horas ESCRITôRTO nE ADVOCACIA DR. PEDRO JOSE PALMIERI Legalização de Terras. Inventários e Causas Criminais (Jurl) Rua 15 de Novembro. 160 Fonc: 439-1132 - BELA VISTA - MS. 1 KLEBER T,OUREtnO 1-tEDEmos Advogado Causas Civeis: Terras - Divórcios - Invent..-1.rios. Criminais Trabalh!stns Rua Corone lCamlsão, 774 - Ao lado do Cartório do Dr. Ar? ino - i3cln Vlstn MS Advogado JiANOEL RODRIGUES NEGRÃO Av. Duque de Cnxlas, 788 PALACE ROYAL LTDA Jardim O Jl11i.."ni!O EM MODAS MASCULiNAS Tt:DG P.'."lA ESP03.TES E COLEGIAIS Fone: 624-2103 do PDB e !idos, qu'sz de cnu!trem pder cus!o. Em r!to ntrir, cu }via dito qu> o :1::~m:i. csl!.. :.úlitlo e tento. Ai ent a prova e o exemnp!3, m a derrota d rnd: "Dr!s j6.". Dzvem-ze cm derrota fulminn!s a!ucão elo líder tb FDS Nelson Marcheezsn a/, otra­ vé: lntcli:;cntc e fim.e, dl!;r,o•l,:~.o, ~•upt,m!~u o r.()•1c r :irlo • hora mai critica do pi+dia n cntagm dos ot, na rdrugaCx guita. J, Corlos. Ocorreu no dia 21 de A b r l 1 uma rnacinal co:zida rústica cm um percurso de 7.eoo metro:, tcnclo c.:n') p;;rtid!lO:-tkl Uli!l cqu'e de DOURADOS - EQUIPF ESTA QUE PERTENCE A ACADEMIA DE CULTURA FI­ SiCA BRASIL, c:--mnnc.!:i!l:I !'~lo prc~e:::o;: D!o• nízlo Berto tln Silv:i, que na qu~c tctnlidaclc arrebatou todas as mzdalhs tendo alguns cle­ mcnl::s de Bela Vlstn destac!ldo. A corrida Rústica tcve C4 diviso2s por !ai• xn etúrla ele ldnde srndo que: pela faixa etária de 10 11 14 anos de lcladc sruu vencedor ela prova o goroto de 11 onos de !d:ide LUIZ VIRGILH!O DE CASTRO, com tempo de 37'33 de Bela Vis­ ta cm 2° lugar V ALDE111R SOARES; de 11 nnos de ídnde, com o tempo de 38,Hl de Bela Vistn e em 3° JEFFERSON HEUSY, com 11 anos de idade e com tempo de 40,25 d:i equipe de Dourados, esses garotos percorrerem o to­ tal do percurso, isto é, 7 .800 metros. Já na Faixa etária de 15 à 20 ancs de !da• Terminou dm, com nnmüsti deprezt4 n. r, re de atos inconsequentes que resultou n itria petaculr da legalidade. Tem.cs por diante, agora, o undo to d, nvela. A diusão da emenda do ovem, propcdo eligõ diretas pr o futuro. o, Par,. 1 tidos por nus sentes, vão sentar m torno d, mera pnra o tendimnto sugerindo, S 1 ho•,n r c.t.1 • ·1 o, L .' :, l' ·cr,to; "lln,·cr 'n 11 ~: vitrla do Governo c da legalidade, ·'a E.re: JO A 1OT . o ele Dourados robresslu-e, como crn de cspcrar­ ~c r,ols tU: equipe C5lo.va melhor prcpnr:idn f(. mente e psicologlczmcnte, tendo como ven. c,clcr WVAL!:O ELENS DE OLIVEIRA, com lG r,nu1 ele !'l:idc e com tempo de 29,0ll de Dou. ride~ cm <;,? fllIiIUNDO LOPES, cem 17 ~­ no, de ld~clc e ccrn o tempo de 30,17 de Douro.. dcs e cm ç MARCIO DIAS, com 18 nnos do !ci~C::: e cem tempo de 31,07 de Bcln Vfota, Dos do 20 02 26 anos de ldade a equlpe do Dourados sobressaiu-se novamente, tendo em 1º lugar WALDC:vt!RO GOIS, com 22 nno~ d 3 idade e com tempo de 23, :7 de Dourodos; o 20 lugar i!ccu com o bclüvlstcnEc ODlLO PARE. DES, de 23 nnos de !do.de e com o tcmpa do 28, 31 e cm 3~ luear FRANCISCO RODRIGUES com 24 nnos de idode de Dourados. Nn faixa etária da 27, o 37 onos de !dnde, em 1° lugo.r JAIR JOS1': DA CRUZ, com 34 o.­ nos de idade e com tempo de 27, 28 de Doura­ dos e GETULIO LINO F1LHO, com 27 anos de idade r cou com o segundo lugar (Bela Vista) a em 3º LUIZ CASTRO MELLO, com 29 ano, de Idade e com tempo d~ 29,18 da equipe de Dourados . Na cla~silicação Geral tm 1° lugar ficou com douraderue W ALDOMIRO GOIS, em 2° lugar JAIR J, DA CRUZ, em 3° GETULIO LJ. NO FILHO e cm 4° ODILO PAREDES do (Bela Vista). &gundo as palavrc.s do Professor da equl• pe de Dourado, ProfO D!ON1S10 BERTO DA SILVA, o percurso fol ótimo o terreno é exce­ lente, podendo até mesmo ser corrido com os pés descnlços, "Eu ho~o cedo percorri todo o perctllõo com minha equlpe e go'i muito não ~é:ncnte ca mGS toda a equipe, <''~lxo aqui 05 meus paro.béns à Getulio Lino que é um des­ portista que já conhe~mos de vúiras corridas o Jorge de Souza :Rosa, que promoveram esto evento, (Fundado em 20/2/1972) C.G.C.M.F.15.513.203/0001 - Reg'.stro no Cartório de Titules e Documentos n.° 35 - i>lretor-Responsável: Ivo.ldo Pereira (Jorruillsta Profissional, Matrícula MTPS n. 0 140) Administração, Redação e Parque Gráfico - SEDE PRóPRIA - Rua da República s/n • Bela Vista • MS Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 D'.retora: Maria Estela Velasquez Pereira Depto. Comercial: João Carlos Velasquez Depto. Circulação: Elainc L. Brum REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira ASSINAT"uRAS Bela Vista: , . ., , .. 7.000,00 Demais Mu.'llcíplos 10.000,00 FUNDADOR: Ivn!do Pereira .. 1 Um órgão da Rede Bclavistense de • 1 l Jornais Ltdo.. 1•. 1 Representante Nacional: FUTURA ' _ 1 COiruNICAÇôES • SBN. Edifício Paulo •1 M1mrlclo, S::!.las 1113/1114/1115 • Tele.fo- 1 ncs 223.1055 • 223.1660 • Brasílla (DF). i ~ n_ADJ __ o_R~I_e--=f.BRA~.....,J-O_R_I__, __ 1 i 1 l 1 1 1 1 1 !924 - 59 Anos Servindo Mato Grosso do Sul . 19(::l. Rua Dom Aqui.no, 1447 • Rua 14 de Julho, 2222 624-0587 CA,":'iPO GfiANDE JUATO GROSSO DO SUL ENGENHEIRO CIV!t eg li E d; !J @ <..! DE SOUZA ROSA o [se [s CID CREA - 667-D INCRA - 76/83/CR-16 Projetos e Execução Serviços Topogniflcos Desmembramentos, loteamentos, r;;ão de fazencbs, etc. Regularizações de Obms /1.vdleções Orçamentos. Escritório: Rua Má.rio Van Den Boscb 460, - Fone: 439-1366. BELA. VISTA medi- MS. e AUtor: Mfoçi Co !eja eo decimer .. , tor rre do Sul A dispos uma se p:irl!cfp 'I !i ) RF,QUt Autor: • Rec fonna chefe do dJ mm tram d ~ cldaac,, • RF.OUE Autor: ' r Re 'ºrma t Fvmo, f de rnan de urat Escola' no Bair 'gzs a deiram .' tomm T:Sci) ali to. . . .. . . . ., -'- . .- 1 , « .,, ' !'J 1 ... , _,_, _ _,_ ..._.., _ Assine cinco .. Jornais .e pague o preço - de duas assinaturas PAA NOS, DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS, o OBJETIVO PRl~CrPAI, :e ATINWll O MAXIMO DE J,EITOHES NOS MUNIC1PI03 DA HEGIAO. QUE O POVO REJA BEM JNJ<'OrtMJUO, O NOSSO LEMA, VISA, cOURETUDO, ATJl'iGJR TODO►; OS J,1ltES FllONTlfütJÇOS E DO SUOOESU:. }'J!f:f.NCU/ O CUPOI ABAIXO E RECEBA FM SUA CASA OS ,JORNAlG: 'fJUilUNA DA FltONTEIJtA, COitnP-ro ,J/TtDINENSE, JORNAL DE BONITO, Tm­ BUNA MUITINIENSE, JORNAL DE A, "TONIO J0AO • dentro em breve O LAGUNENSE, que vollnr: a clrcult r. l'RO!JOÇAO VALIDA P/HA OS J1E"3E3 DE MAIO E JUNHO !liOSSA META lt /TINOIJi llH, 11,; ºINA TE/i, PJIlTICIPE, -- AGSINATUHA ANUAL f 1 l'ngamcnfo: CrS 25,000,00 (vinte e cinco mil cruzeiros) Em 2 pagamentos: Cr$ 30.000,00 (trinta mll cruzeiros) , • ·, Anexe cl1rquc à Redr ncr:wlslcnsc ·Jc Jornals, procure o nosso escritórlo em sua cl [."-" ,,k : , .. • ' 1 ENDEREÇO ... , •. :· .. ,., .. ,,,1•t•t•'''I••····· ·••1t••··•·"''''''''IJlt••········ C;I.DADE .... , , . , .. , .. , . , . , .. , , t t , • • •• , , , •••••• ! ., -t,.SSINATURJ . , , .. , , , , , , , , , , , . , , , , , , . , , . , ... , , .: 1 J a « « • .. ,. ... ._e...,.,....,.....,..,_ _ _,_...,.....__,,-......,.....,..,...,.__,_,.--,. ...,.._ , de UNIIO va INATIVOS E O Governador Wilson Barbos Martins recebeu avis do Ministro Interino do Plane­ Jumento, José Flávio Pcora, sobre a concessio por pnrtc ela Unifio, ele recursos adiciunais pa ra processar o pagamento de inativos e pen­ sionistas do anigo Estado de Mato Grosso, refcrcnt:: uo més ele dezembro ele 1083. .... li •.,.. . 1 ~ ·Autor: Ver. Marcelino Cassio B. Acioll '$ , llloçiio de Aplausos a Osvnldo Possari all e • Com a presente, requeiro a Mesa para que l seja endereçado ofício de congratulação e agra­ • declmenlo no Ilmo. Sr, Osvaldo Possari, Dire . tor Presidente dn Empresa de ônibus Cruzeiro r . .,ihtdo Sul, pelo gesto nobre de ceder um ônibus •~1 ·à disposição da delegação de Bela Vist.a, por uma semana, aue Irá a cldnde de Corumbá, :, ,;,~_participar dn II Copa Morena de Voleibol. ,{3TE·0 , .l!.,'..REQUERIJ'IENTO , ~ Autor: Yer. Marcelino Cassio B. Acio!i ·{ti v. • LUJUNARIAS i;-. +q • Requeiro a Mesa ouvido ao Plenário ns. ·' 0 • 1;,'forma regimental, para que seja oficiado ao l o chefe do Escritório local da Enersul. solicitnn ~ -:p;; (!J manutenção em luminárias que se encon• tram danl!icadas em diversos oontos de' nos- sa cidade, principalmente nos bairros. t o t t 1 1 t ,., ~ 1 1 • 1 t 1 • 1 • 1 1 t O 1 • J t ... 1 o I o 1 t 1 1 1 1 O t t t t ', '· t O ~ 1 1 • 1 ' 1 1 1 O I O 1 1 1 t • t o REQUERIMENTO (9 1 •Autor:· Vereador Claudionor Rodrigues REPAROS NA PONTE DO ESTRELINHA • .» + » t "4 + , Requeiro a Mesa ouvido ao Plenário na fomz regimental, para ttte sa!a envia'e ex­ pediente ao Exmo. Senor Arnaldo Ferreira de SoU2'9, Diretor Geral do Dersul, da necessidade de manda.r fazer reparos .urgentes na ·ponte so• bre o Córrego "Estrelinha", na rodovia que demanda ao município de Antonio João JUSTIFICATÍVA; Considerando ao péssimo ·estado de· coll• servação a· qual encontra-se a referida ponte, tendJ seu assoalho e o rodapé completamen­ te d;intficado ,, .. •. Considerando que na citada rodovia tra­ fegam veículos de carga pesada, principalmeq­ _te nesta época de escoamento da produção agrí­ cola. • • -REOUERIMENTO · ·-• ) Autor: VereAdor Rvi!Rslo Nunes de Mirandn , ESCOLA MARECHAL RONOON 1 ".. , Requelro a Mesa ouvido ao Plenário na i Horma rel!imental, para aue seià oficiado ao' li 1a3. Sr. Prefeito Municipal. da necessiàade • '. de mandar fazer o imediáto reparo em caráter . 'de urgência na cobertura do 2° Pavilhão d Escola Municipal Marechal Rondon, loc9liz<1da no Bairro Nossa Senhora de Fátima, onde ns Indico a.Mesa ouvido ao Plenário na forma } vigas que sustentam duas das tesouras do ma- reimente' tensádns as formalidades. para / deiramento ameaçam a desabar, trazenào des- aue seia oficiado ao Exmo. Senhor Eng' Ar· { .ta forma graves consequêncl!ls, c()locando em :.'.!- ·ruudõ Eerieii:a• de .Souza. p!!dindo que cs~ude ! "risco alunos e zeladores daquele estabelcclmen a viabilidade de construir um terminal rodo- i to. viário nesta cidade. . . , .,_, . ..,._.,_ :· • Desta forma, segundo o comunic2tlo, no projeto de Aplicação do Excesso de Arrecada­ çúo, submetido a:> Congresso Nacion:11 atrn·é. V ela mensagem de 20 de março de 1984, ser± conslgnocfa a quantia de CrS U!l,4 milhões para dar atendimento à solicitação que vem sendo !eito pelo Governador Wilson Barbosa Martins há vários meses. ' 1 1 M ' Em sua viagem à Bras!llo, o Govern::dor deverá manter contabs no Minlst6rio do Pln nejamento, n !im de ter uma previsão da data de llbernção do recurso para o pagamento dos aposentados o pensionistas. - , .. 1 ,- .. ' .INDICI_ÇAO ... ~ .. Autor: Veresdor Marcelino Cassio B. Acioli ,· ..•• 'TERlUNAL·RODOVIAR!O ' . . ' .. ---------------- ------------~·-----~---~- •}' Fstritrio le ayri:sra Elia Registro CREAA - Número 52.903/TD da 6.n Região Medições de Terras - Levnntnmenlo, Cndastrals de Fnzcndns - Divisões de Invernnclas - Ratificação Junto ao INCRA. Serviço Qualificado - Responsável e Técnico Atende todos os Munlcfplos da Região 4 ' • Informações: FÓne 439-1258 (Escritório) e 439-1057 (Residência) Rua Cuiabá, 180 (Escritório) BELA VISTA Rua General Ozórlo, 1281 ('T?,.~frlc'nda)' .MATO GROSSO DO SUL , "0 bom servidor nada teme no presente, orgulha-se do passado e confia cegamente no 'rti'turo". • • Vende Lotes a prazo. Preços fixos, sem juros ou correção monetária. 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Dourados, Rua Joaquim Tei:eira Alves 1985. ft;h ~ . 1 4f -~ 1 ; INf ORMDNDO E ' COMENTINDO +lo para ir a Campo Gr;de, talar coma o Go. vtrnodQr ~ r<:lvi:1-iicílr íl pv:n-wnt-,ço. ClD• dJonor cmlo:~ou o ptdH!o e tarnblm npre:fn, tou Indlcçlo mete ±nttd>, Marelo Calvano, pediu que se (:;vin5'!: c6p!í. de tcd'>5 C'.l docu­ mento:; a rspito do essunto também a 9? I!EC, Ivnn Marques dle que o 9° DE. nada ti- nha ver eorn o assunto, po!z ele é rzlo e• xe:utor, em verba: nada pode fazer, Idelfonso dbse ,que o certo ser!11 apdtir a 1.,od.o~, Oover.10 !11 J3ltC, ONEl'l, etc, e que j!Í hrwia cne;;!mlnh:i­ clo um d:icumcnto com o asslnaturo. de nutorl• dndes e dlrlccntcs munlc(p,1), ou rnelhor, lldc­ rnnç.as rnunlclpuls. Cns•fo complementou ,.dizen­ do que se envlnssc clíclos, dccumentcs pr4 to• do mundo, negdcJo 6 o ;isln.lto !alr, Evlldslo cc.nUrmou n movlment:içlo do ldeltcnso, dl• ,:endo 4I0 hevla as!nado um documento, pe• dlndo n pavimentação nsI6ltlco, .CA ENTRE NOS Gosto dest n turmn, chomo_-os m!?US ,inenlnos dn Cbmnrn", todos homens cientes de seus de• vcrc7, lnd!?pcndcntcs de _p11rt1dos, lodos es!11o empnhados cm !ozcr d<: Belll Vista um11 c:ldll• SEMPRE PRESENTE NA CONQUISTA DE NOYAS ALTERNATIVAS PARA O PRO GRESSO DA REGIAO;. • . • • HORARIOS , Jnrdlm p/ Bela Vista: 2:40, 9:10, 10:40, 16:40,TB'élü"Vlsta P/ Campo Grande e ~~~l~~~nn : jiB:40 diáriamente. 5:30 hs, • I Jnrcll:n • Porto Murlinho: 15:00 h!j. .Bela 71lista - Cnmpõ Grande- 11 hs. Jnrc:llm • Bonl1o:··14:ôó hs. ,. Bela Vista - Campo Grande - 14 hs. Jardim • Aquldaua.'la: 8:30, 17:00 hs. Beln Vista . Aqu!daunna Dir~to • 15 hs. Jardim • Campo Grande, via NIoaque: 730, - • • 1'3:00,"16:0o;·'23'~0"hS'.'·''- •· • • .. , .. , .. ~- Bela Vista - Campo Grande Direto - 22 hs. Jardim . Campo Grande, via MaracaJü: 11:Q0 Bela Vista - Ponta Porá - 6:00 hs. Jardim a Dourados • 11:00 horas • •• Bela V.ista Ponta Para - 12:qo hs • Bela Visto P.ontn Por;i - 16:00 hs. nn apanha pelas diretas, Estas badernss quo Jc, n.nn O Prt.,illrull' li l11111hntnr n!I. rn~itl­ dM 1 1:- fl•Hr;.:nt.i,.._ LDtl' rw. 1. rtilnrle d,, l'r~ idnte", J'L: 'lNltl Emn nprt o vcrcJclor Pcnlnln diL~e qt.c (l. rOll 11bl~n1111fo, crm. o ,·r1crdor Vdr pr11lndJ • 111:i n,e(io le (Tolo) qv» anlstiou Brlzola, s t Wilson, este Gor. ru::br que :-.l 1',11 J!Ovrtur ·nh o Fs!nd.i, li. far­ ruo no Estado e me Indlque UMA corrup lo no Gevero federal, ' Servindo e porticipondo de vinte Municipios . em rn0.1s MS 1 ae ôNIBUS PARA EXCURSAO - TURISl1O - EFICU::~ÇIA A SERYIÇO DO .POVO .DA FRONTEiiGOtSUDOÊSTE: - ~-as.,, •• , - ' •••• -- • de me!s prorreeu!tu, O a unto Bit. Qe'I 1kv.: ser do tespnsabilldzde de toda CAmara, a ri é toa, é de td;,. t D':b V:sta, . Va!T'.''n nntn p~s:90:t. o jor.ial . A pavimentação do trecho em pauto permitirá de!iniUvamentc n Jlgaçiío de Corumbd com n Capital, no restan te do Estado e do Pars por via terrestre. Depois do anúncio, através do oual se com prometeu n viabilizar o obra, o Governo do Estado Iniciou vários Incursões junto no Go­ verno Federal, além dos primeiros contatos que já existiam, e à Asscmbléln Legls'nlivo, paro a aprovação do empréstimo do ordem de CrS 200 bUhões dos quais cerca de CrS 40 bl· )hões serão apllcados nos serviços. O Edital de concorrência pública publicado no lnlcio do fevereiro teve como resultado a indlcação d9,s empresas Mnpe/Constrnn e Andrade e Gutier­ rez para realizarem a pavimentação da rodo­ via. LANÇAMENTO DA OBRA No dla 15 de março· passado. um ano de­ pois de sua posse no comando do Estado e con­ forme havia prometido em Corumbá. o Gover­ nador Wils:>n Barbosa Martins assinou os con­ tratos dns obras de pavimentação da BRr262 em solenidade no Dersul que contou com a presença do ex Governador Fernando Correa da Costa, do historiador e ex prefeito de Cam po Grande, Demósthenes Martins, e o Ministro Wnldlr dos Santos Perelro, que há muitos anos lançaram mão de projetos para constnt• ção de estrdas no sentido de buscar o progrcs so regional. "Tenho hoje uma sensação de que vivo a salidação maior de um governo: cln que inlcl:i mos a realização de um grande i:onho outr:ira Jmposs!vcl nos administradores que me prccc­ dernm pela de!.lclêocla de recursos e condlçii~1 de encUvldamento", afirmou o Governador du­ rante o lançamento da obra. Completou afnd que "niío é apenas um sonho dos corumbaen­ scs o do povo de Lndárlo: é um sonho que é da popuJnção Inteira do Mato Grosso do Sul". Wilson Barbosa Martins lembrou também rua n concretizaç:io desse trabalho a!asla o dfvlslo­ nlsmo, consolida a estima de Corumbá com o Mato Grosso do Sul. DESENVOLVJME TO DO P TA AI, Com o lnlcio das obras de implantaco o oavlmentação da BRr262, entre os munlcfpio<; de Miranda e Corumbá, cula conclusão está prevista para o final de 1986, o Pantanal Sul­ matoprossense estará entrando na. sua. fase mais importante de trans(ormação desde o de­ sencndeamento no começo do século, do proccs so de ocupação da região. Com n nova rodovia, o comolexo pantanel­ ro estará sendo inte~ado polftlcn e econômf­ cnmente à realidade estadual de !onna glnbal abrindo, com isso, noves perspectivns de deson volvlmento do Mato Grosso do Sul, além de ocrescentar um dado novo no contexto sócio­ cultural de todo o Eslado A BRr262 romperá deflnitlvamente com o isolamento de Corumbá. maior município do Estado, com 62.561 quilômetros quadrados (ocupando 17,85% da área do Estado), com uma economia voltada basicamente para a ex­ tração mineral e criação de gado de corte (mai­ or rebanho estadual, com 2 milhões de cabe­ ças), representando, somente neste último se­ tor, 2,4% da arrecadação de ICM. No Mato Grosso do Sul, nos seus 64 municípios, a pecuá­ ria é resoonsável por 40% do total arrecadado desse tributo. Atualmente, Corumbá e outros·municípios da região têm como principal via de ligação com o restilnte do Estado a Ferrovia Nor:>este do Brasil, considerada carente e sem as rnln!­ mns condições paro atender a demanda de transporte existente. A integração regional oor rodovia asfaltada signüicará, neste sentido, um maior incremento dos setores produtivos regionais e um crescimento importante da eco- APARTAIIENTOS COlI A!l CONDICIOJTADO 'rELEVISAO, GELADEIRA. CIIU.Kíl.ASCARlA. ROD!ZIO. "A MAIS MODFRNA INSTALAAO DA CIDADE E A Qtro: llIBLHOR ATENDE ANEXO • ESCRITÓRIO DE CORRETAGENS - VENDA DE FAZENDAS BALTA - CORRETOR - REGISTRO CRECI NO l.250 <32 l'ACIFlCO AVENIDA CEL. PTLAD REBUÃ. 1.293 ·- CEP 7O9.290 -- FONE 394 295 BONITO - MS. nomla no que tange ao intcrcnroblo comn1 vá­ rios países d America atina- o que ru!tará, consequentemente, na crio de milhares d empregos dlrctos e Jnó.lrctos, TUTYSMO O n=faltamn!to da Rodovla pR262 trrf beneffc!os Imed!tos para tum setor as !1!­ mente no Mato Groso do Sul noz de rnda potcnclal ms & Inc!!onto m termos de ctr­ tura: o trimo. A conc'vso do·< tra! r!r­ nifica o Infc!o do tmn nova etn desse se!­ mcnto cconõmico no Estado. Haver{ "um crc7 cimento multo rando do !1uxo turl•t!co, ri avo, naturalmen'e, trairá z!nd ml no7os Investimentos para n roa!o. Outro nnocto 'm­ portanto da rodovia. cm rel:!ç!lo no tttri•mo, ( que ela travessar um das partes ma!s bon!­ tas do Pantanal, que 6 n relo do Nab!leauc. Outro ponto consldt>rndo re1ev:inte p:irn a economia estadunl consiste no fnto de mie P BR-262 provocar um aumen•o no chmdo turismo doméstico, ou saia, no turismo prat!­ cado por pessoos que residem em vária~ re -rebanho bovino no Pantanal. que a cada ano vem s agravando em íUnção do ciclo das cheias. "A estrada facilit.arin o esooamento do gado nessa éooca, resultando no aumento do efetivo bo­ vino em várias partes do Pantanal", assegura o Secretário. Além disso, con!orme garante .Jo:::o n,,_ Câmara, seria um passo Jn:ioortante no auc; tamre ao desenvolvimento da bacin leiteira de. região e o incremento da produção de horti­ .frutigranleiros (com ênfase esoecial " ei;te 111 timo, visto oue orinclpalmente Corumbá depzn de totalmente da imoorta.ção desses produtos). Para o Secretário João da Câmara, no aue se relaciona especificamente à sua área de atua cão, a BR-262 "é uma obra imoortantíssima para o crescimento da agropecuária do Mato Grosso do Sul". Os projetos que a SWI. Secre­ taria vem desenvolvendo naquela região seriam altamente beneficiados, "oroporcionando um retorno social maior do que estamos preven1o concluiu ele. OBRA COMPLEXA Segundo o Secretário de Obras do Estado, Olavo Vilela de Andrade, essa é a obra qu~ envolve o maior volume de recursos do atual overno (CrS 40,5 bilhées) e, no setor de es.­ tradas de rodagem, é a mais complexa do nonto de vista de montagem de estrutura. "Pelo grau de complexidade - diz Olavo Vilela - ela vem exercendo um certo fascínio nos técnicos envolvidos. bala vist:a aue essa é uma obra que rlesafia a imaginação". A rodovia. que atravessará. uma grande parte da região do Pantanal Sulmatogrossen­ se considerada desfavorável para a implant:J,.. cão de estradas desse porte, em função do ci­ clo das cheias, que provoca inúmeros oroble. mas de retenção de águas. transformando o eixo rodoviário numa verdadeira barra11:em exigirá "obras de arte" em quase todo o tr~ch; .E .. . . . .... " •• ·o;.° • . ~-. :· • :·· " ., 'i -·- . j ?2;-. . .$°± ·>+i ! -« s$ l ; i 1 l "A QUALIDADE DE SUA VIDA DEPENDE DA QUALIDADE DAS COISAS QUE VOGE i PôENELA. i PA.'Pfil'ICADORA CONFEITARIA, LANCHONETE, AÇOUGUE, LEITERL E VENDAS DE PRODUTOS VETERINARIOS POR ATACADO AVENIDA DUQUE DE CAXIAS Nº ~46 par+ prt!ir o {luzo normal da vazão., Pará i:, ct4 prclsta a ccstructo d 2500 metro% de pontes d correto em toda n estrada, pe for'o ums m'dl do 60 metros do ponte po ql'l'.O·nrtro cl:! rodov:a. O crtfr1o d Obras resulta que, devido 1 e ~,--~ n•r,"cto,:; a n!l-262 cx!rclrt' estudos pro◄ r» ' ten fundo; de engenharia com vistas h man_" cão do perfeito cuiibrlo do vazão das água A!C. dlso, ele 5b50rv que p!o fato de re· pl5 sofrer periódicamente grands checas, :e impedir1 o ndmento normal dos traba lho•; rh:; crnrireleirn;: cm diversos pontos, 0 -~ c:!zes do imp'ntaglo e pavimentaçlo da PR terão que partir de várias trentes simultd· rs, debando pr 3 final o trecho mals cri­ tuco, que compreende aproximadamento 5O oll0metros n serem concluídos na época da scca do Pantanal, ·--,----- «EC1URSOS «- A obtcnçüo rle rvcursos para n execuç= das obras da BR262, segundo o Secretdrio, está corirllclonndn i nprovaçilo da mensagem fl sr;r aprecl;,.da polo Poder Leglslntlvo nos pró­ ximo dias, ate concede nutorlzaç!1o no :Exe• cutivo por:i. contrnlr empréstimos externo e Intcro do até 200 milhões de ddlnre~. Mns, mczmo assim, Olavo Vilela garante n ntd o final d11 atual ndminlstração eh eslnm rnl"'"­ gue, partindo da premissa que vem nortenndo n política do Governador Wilson Barbos! t,/Int' tlns de só 1nçar obras depois de estarem ni'4◄ seguradas todns as condições n'!cessárlns po.rn. CX€CUtá-las. o Secretário de Obras do F~t.11110 conside­ ra-se "um entusiasta. dessa rodovia" porque ela representa a concretização e!etlv:i da ln· tel;l"ação política e econôrnlca ele uma das re­ r.tões mais importantes do País com o resto do Mato Grosso do SuL Além C,li,so. P.1n slttnl• ficará também a Interligação a nível lntemaelo nnl com países como a Bolívia, Paraguai, Peru e outros. Quanto às dillculdades que são MlocadM para a efetivação do projeto, o Secre~l'lo r1e Obras é en!átlco ao afirmar que "tenhn nrdens para isso e vou cumprir: até o !'nal de,;te P'ô< verno a BRr262 estará conclufck". su-, rnnflan ca de que a meta será atingld nrovm tam­ bém do !ato que o Ministro dns TT""l"l!iT>nrte'I. Cloraldlno Severo, "mostrou-se multo sensfvel à construção e pavimentação d.., rodoviR.. ouq tem um reconhecimento nacional, segundo suas próprias palavras". Por outro lado, explica Olavo VPela. a: obra "só foi lançada. porque o Govemr, tem absoluta certeza de que vai conclui-la". NAô existe nenhum impecilho, está turlo P.Ouado 4 nado para comer.armas a tocar a obra", tina.li• za ele. ARrnRIA PAR EXPORTAÇÕES A BR-262, rodovia que atraveS"A. uma ~ tensa área do Centro Oeste e Sudest.e b-rnsllP.I. ro. exerce. dentro do plano nacional ~P Vi:u-Jln. uma função integradora de várias regiões '-4 Ftados de São Paulo, Minas Gerais Eer(++ Santo e Mato Grosso do Sul, servindo tamh' como principal suporte do corredor d2 Mmort: ção oue o Brasil deseja manter com vá1os n'. ses da América Latina. Sua extensão 'é e nr­ ximadamente 2.300 quilõmetros, sendn ..,,,,.. desse total. 70% encontram-se paviment:>dos. No Esoírit:> Santo, São Paulo e Min~ Geite até as margens do rio Pa - .,.n,.,,1ai <> "º sudoeste entre os municípios de Tr;}:: T -:ii,;o-.s e Campo Grande. Nc conlexto estadual, a BRr262 tornou-se " "-incl.-"1 rs.ivindlcação daS comunidades das õ,,.,, raplões tendo em vista o isolamento em ro o ccniram em relação ao resto do ter­ r1 6rio s7matogrossense, sobretudo da Capital. / F<'~rMh ele Ferro Noroeste do Brasil, único falor de ligação das duas regiões, não conse. 'n "Tom;ver nos últimos 20 anos uma inte. ---5o reicnal que atendesse suas reais neczs idades - A BR-262 tem seu infcio em Vitória (F..$) NSS:' nor Belo Horizonte (MG) e em seguidá a/ravea uma vasta área do oeste paulista nclos municípios de Icém. Nhandeara, Pereira B:u-reto e Andradina, entrando no Mato Gros­ so do Sul pelo município d.e Três Lagoas em direção a Corumbá. , , 2/4A 07 '« Melo de 1.%34. ~ .. ----~--------- A Frmcço feita cm conjunto do T· ta E.C. com Prefeitura Munlclpal, través de seu Deprtameato de Exportes, sob o comn do de Jorge de Souza Roa na dm. A(on:a Nu­ n.a Leite, foi o maior ucc4o, Tendo em vista o melhor pta o E:porte de Bela VI:ta duas entldades elma d'ado» no mediram efor@os em levar o nome de no" a cldade, cda vez ma!s alto ao futebol ma­ dor do nosso Estndo. Finir.i etia: "lutar r.are do iircáti É é um ioi te Iria" EA, Multo; de na não poderemos Ir Corum­ bá, mas da daqui fiearemos torcendo p/ q/ tanto se!cço feminina como a masculina, represen- tem com dlgidde no±za querida Bela Vi% Parabéns os promotores da fase de De!a VIsta, da 2 Copa Morena, foi maravilhoso ver toda a torcida de pé gritando e cantando o tem· I V • t, mocão igual po todo o nome de Bela '1sta, €! 'S '' " no me lembro de ter sentido em qualquer competlção q/ qul se realizou, e O q/ mnL i11c imprezstonou foi que a emoção estava presente cm todos que l estlvzram, nu última rcdad do Copn, Pzrlns Sesenta e Prefeitura, e prin plmete, a voc' Jorge de Scuza Ri, pela pzs. m.ocã ralizada. A vocês, menlnos e meninas de nossa eh. lo, o noso multo obrlgodo; pela grande ah. gr!a qus nos proporcionram e estamos tore. do para que saim muito bem em Corumb4, Flicidsds para voc, Falando da 'Tribuna da Câmara dos Dpu­ tados disso o Deputado Ruben Figueiró: "Vez por outra, wrgcm no horizonte not!­ clns de quo o Caverno Federal Iria autorlzur n lmportaçao de carne bovina, ora do Uruguai e da Argentla; ora dn Espanha; e agora do M!:r• cada Comum Europeu. Do Urugunl, da Argentina o da Espanha, negócios !cttos nns cn.lndos da noite (pois no dio reguinte foram anunclndos) aconteceram, sob a jusUClcnllvn dç terem sido realizados no S's­ tema DRAW-BACK!.., A. grande desculpa pa­ ra essas operações, cujos resultados para o Pa(s poucos ''privilegiados" ccnhccem! Agorn; o asunto volta a balia justamente no Plenrlo da Com!ss!io de Economia d.i Câ­ mara dos Dcputndos, qurndo dia 11 pp, o Se. nhor João Carlos de Souza Meireles - Presiden­ te do Ccnsolho Nacional de Pecuária de Cor­ te - denunciou a intenção do Governo em auto• rlzar n Importação de 120 mil toneladas de car­ ne a US} 800 a ton, durante cinco anos, de a­ cordo cm proposta apresentada pela CEE • COITI.IDk'.ade Econômlca Européla. s .. ,ia o Supro Sumo do absurdo, A impor'ação de carne bovina é desncz:­ sárla no Er:isil, ngora e sempre. A pecuária br11sllelra começa estratificar­ se economlcnmente. Há lndic!os fortes nesse sentldo, As pastagens artificiais, sobretudo com o advento dos vários tipos de brachniar!a, aumentaram ns fronteiras aproveitáveis das fa­ zendas e com Isto a produção e a produtivida­ de ganharam expressões significativas. Há de­ sejo consciente de melhoria nos padrões de ra­ ça visando a precocidade e o peso por animal, os investimentos na in!rn estrutura das i:ro­ prledades rurais está se inte.'lsiiicando. Esse ''rusch'' para os campos da pecu:íria está demarrando a economia do setor com b:me­ ficos reflexos para o processo do dernvolv­ tnento ciêonôm!Co e rocbl, neste ressnlta:ido-sc a fixação do homem nô campo, ou sua volta a ele após ~ decepção da vida urbana. Estes aspectos económicos e sociais, devem estar atentos nas decisõ::s do Goveno. Impcrtar carne d9. CEE, mermo subsiada - com $c reo no nronosta • é introduzir no Bra­ sil um verdadeiro BOT DE TROTA ln'-'rdo~'i­ me o trocadilho, Senhore Deputados) ;pois­ dentro dele estão. os grandes interess:?s dos ma­ nobristas lnternac'onals que já enxeram o grande perigo que há de o Brasil - Já estrutura­ do em toclcs os setores da came: nroducão. aba­ te e i!Ídustriafüação - entrar firme no Merca­ do InternecJonnl e desbancá-los. • A Intenção da Comunidade Econêmica Eu­ ropéla _é clara como à luz do sol. O Governo, e sobretudo o Mblstério da A­ gricultura, estejam alertas na de!csa de nossa pecuária e de nossa Indústria de carnes, a me­ nos que queiram, como in!cfümente já fizeram nutras vezes, desestruturar a grande economia de noss3 caos: A. 7T'APTA. Daqui o akrla às Autoridades Federais e principalmente aos homens da produção e da btlústrla de carne bovlnl o Pai3. É o meu pcnto de vista". COME&A RECASTRAMENTO DE CONTREGUJNTES O MM Campo Grande • De 2 de maio a 31 de .u­ lho será feito o recuaastramento empresarial do Estado. A partir desta quara feira, estu• dantes que participam do projeto Rondon co­ meçaro a visitar os estabelecimentos, depois do que os cmpresár!os t1:lríio cinco die, :oera procurn.r n Exatorla e providencbr o recados tramento. O trabalho dos rondon1stas, alrav~s de convt:nio com a S2cretaria da Fazenda. será basicamente de 01ient:cf o :10,; contribttintcs. Fara aqu'es que já estão cada5'Ta@z, 0: 0s­ tudan.es preencherão um2 noção 3 n/a lizaro n FAC FIch de Atvli7oco C3os­ tral, além de fornerm 1m m1»l 'o ori entação. Quem ainda não for dtrado {er que preencher a FAC, cujos dados serão ccm­ plementactos na ;EY.atoria, e preench:ir a :::n:i~ ma· mtlflcação dos demais. Fei o isto, Se­ cretnria estipulou o prazo de cinco cfüs )J!!l'-:. procuro.r a Exatorla. A Eecretaria de Fazenda lembra, uorém. que não há necessidade de que o empresáro espere a visita do rondonista para fazer o seu recadastramento. Ao tomar o.mhecimento do trabalho, o contribuinte pode, por conta pró­ pria, procurar a Exatoria e tomar as provid,1n clas necessárias. Com isto, seria facilitado o trabnlb do rondonista, que disporia de mais tempo para outras visitas. e recadastramento é umn das etapas de um projeto de nrocessamento de dados, chn­ mado "Projeto Receita", que visa obter maior attillzcção e maior aperfeiçoamento r controle da arrecada,:;ão do ICM. A partir do cadastro, a Scretaria de Fazenda uode saber exatamen :e- o ntlmero de contribÚintes, a natureza do :;11:,. ctivldade, e com a lmplantacão do sistema do rccessamento de dados, terá condições de nabcr. em cada caso, o1l a contribuição cm termos ds imostos, além de outras in!crma­ cões. • Pera es'e trabalho, houve a ureocupaçií.o nor nerte de Secretaria em simplliicar as exi· rc?as de documentação. Além disto não vai ser cobrda qualquer txa de cacbstramento. ..ssim n 1i.nicn preocupação elo contribuinte ~ a regularizzção da sua situação como empresá rio. 7n?1e"e ,,. " :., ' • . .. ,, ' #lte letsd»as Em discurso dlrlgidJ n Univc~ltiirtos, no dia 28 de março passado, 0 Vice-Presidente da Unlo Naclcnál de Estudantes, Sr. José Edu­ a rd o Utzlg (da Universidada Federal de Pelo­ tas/RS), pronunciou-se cm !nvor da estatiza­ çiio do ensino. Nilo é a primeira vez que representantes dessa entidade bntem nessa tecla. Os dirigentes da UNE estão dist.anclndos do pensamento moderno dos grandes democra­ elas sobre a educação. Na França, por exemplo, 800 mil pessoas dlrigiram-se a Versallles, no dia 4 de março passado paro clamar pela so­ brevivência do ensino particul:lr. Os pora-vozes da ilegal organu.ação mos­ tram desconhecer a rea!ldade Internacional a confundir ensino de livre iniciativa com ensi­ no pago. Exemplifico novamente com o uals governado por Franç6is Mitterrand: lá, faz 25 anos, o poder público assume os gastos das anuidades das fnmflias que optam por mtricu lar os filhos nas esco'ns parâculares de pri­ meiro e segundo graus. Naquela ru~'io existe, Durante a votação da Emenda Dante de Olive'rn, do"v"o 3070, E:'0 27010, Ca3 medidas de emergêncb, nenhum comunicado podia ser transmitido pe!os meios de comuni• caçl1o sem a prévia autorizaço da censura Se­ dera 1. Por um lápso dos censores, a única nota dlvulgada sem maiores preocupações foi a nomlnata dos analistas politicos japoneses, as­ sim redigida: DELEGAÇAOJAPONESA Analistas Junto ao Congresso 1) Comessnro Falando 2) Dlskutlro Bastante 3) Novotaro Naemenda 4) Sarrumnro Navlda 5) Ficaro Numuro 3 II. DEVE o Cachoeira do Sui, RS (EBN) • O Mlnlstl'.> Carlos Atua, em conversa com jornalistas du­ rante o encerramento da VI Feira Nacional do Arroz (28), disse que é necessário que as mo­ dllicações institucionais e a complementação da legislação partidária sejam feitas de manei­ ra equilibrada, ponderada e madura. S6 assim as eleições diretas pdem ser incorporadas à constituição, como instrumento de estabilidade para o país. Sobre a campanha das eleições diretas dls se o porta-voz da presidência que "a. proposta oferecida aJ Congresso pelo Pres. Figueiredo é de realizarmos eleições diretas em 1988", pois é necessário um prazo mínimo e um mandato presidencial com uma duração mínima de qua­ tro anos para que as modificações sejam feitas com ponderação. ENTREVISTA COM O lIIN!STRO CARLOS .ATILA Repórter - Queremos saber sua opini.ão sobre a posição do pró-diretas e também a 00- slção des oposições pelas eleições diretas já. Ministro - Nós achamos que a questão já foi superada pela. votação do dia 25. E o que está em discUSsão agora é a proposta of­ recida ao Congresso peb P:.esldente Figueir:!­ do, de. realizarmos eleições diretas em 1988. ir: necessário um prazo mínimo e um mandato presidencial com uma duração mínima d~ qua­ tro anos, para que todas as modificações ins­ titucionais e a complementação da legislaçã:i partidária possa se fazer de uma maneira equi librada, ponderada, madura, p'.lra que nós pos cfeUvnmcnte, a posslbilidt1dc de escolha entre 0 ensino oílc!n.l e o cnsin:i p:i.rtlculor. O foto t devido Lel Debré e a Lcl Cucnncur, as qunt, constituem o coroamento das lutas pe.a ef!e llbcrdade de ensino dcsenvoh ,das pclu União Nacional das Assoct:.çõcs d~ Pllls de Alunos do Ensino Livre da França, creb que, por uma quost11o de coerdnela, os partidários da~ eleições cllrctas parn Prc;i, dente da República devem ser os primeiros n exigir a Hbcrdade do ensino, o conscqucnt-(!. mente, a escola o[lclal e a esco'a particular trabalhando harmoniosamente. Decididamente, os ldverno viu t. aque'es incidentes em Brasflla? +eed JIinlstro - Achamos que foram acont. • • - rt]a mentos localizados, de pouca expressao, d• que a UNE tem um corpo descente de maiS • dez mil alunos, no entanto !oram 300 ou 4 00 pessoas que participaram. Inclusive os eoor· denadores, os agitadores que levaram grupo de estudantes às ruas, seque são alunos ~~ UNB. Na verdade são agitadores proflsSionaiS- Repórter - Ministro o Sr. não acha qll! as medidas de emergência devem ser levan"? das para que haja negociação entre a oposição e o Governo? Ministro - Em primeiro lugar, s6 que pode achar alguma coisa é o Presidente e ele não me disse nada ainda, sobre este assun; Em segundo lugar eu lembraria que as J1l . • das de emergência em nada cJagem ou restrill em a capacidade de negociação dos po'itic0é Tanto que a votação do rua 25 provou que <:5 narlamentares puderam exercer com toda a li­ berdade o seu mandato, porque as medidas d emergência foram ad:>tadas na verdade, pa!i gnrantir o livre exercício do mandato popul@ Rer,órter - Por que o Rádio e a Televiss? foram tão atingidos? lIinlsno - O Rádio e a Televisão tive~ a permissão de noticiar de acJrdo com os crr térios estabelecidos pelo Dentel. No for1"?: atingidos, tanto que a população inteira c? nheceu o resultado da nta:;ão.